AULIVE: AS CRÍTICAS AO MARXISMO COMO SE FOSSE RELIGIÃO (POPPER, SCHUMPETER, PARETOE TUCKER)
15/01/2026
AULIVE: AS CRÍTICAS AO MARXISMO COMO SE FOSSE RELIGIÃO (POPPER, SCHUMPETER, PARETOE TUCKER)
Vou ler um trecho do meu livro novo
Pix: bruno@reikdal.net
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Fonte: Bruno Reikdal
Legendas automáticas:
[música] pela [música] verdade, pela vida, pela luta popular, pela realidade. Uma utopia livres do rio ao mar. [música] Um sonho pelo dia da paz entre nós. [música] Guerra aos senhores, ouçam nossa voz. Fé, ciência do mundo, luz, testemunho, [música] ser da terra, o sal. Seguimos trazendo a boa nova. Todo dia útil até a vitória final. Filosofia, economia, sociedade e [música] religião. Praticamos pneologia diplomada, fazemos propaganda e agitação. [música] Fé, ciência do mundo, luzes, testemunho, ser da terra, o sal. [música] Seguimos trazendo a boa nova, todo dia útil até a vitória final. Seguimos trazendo a boa nova, todo dia útil até a vitória final. [música] Pela verdade, [música] pela vida, pela luta popular, pela realidade, uma utopia. >> [música] >> Livres do rio ao mar, um sonho pelo dia da [música] paz entre nós. Guerra aos senhores, ouçam nossa voz. [música] O pressuposto de toda a existência humana e, portanto, de toda a história é que pessoas têm que estar em condições e viver para fazer história. Ciência [música] do mundo, luz. Testemun ser da terra o sal. Seguimos trazendo a boa nova, [música] todo dia útil até a vitória final. Fé, ciência do mundo, luz, testemunho ser da terra, o sal. [música] Seguimos trazendo a boa nova, todo dia útil até a vitória final. Segue nos trazendo a boa nova, todo dia útil até a vitória final. [música] [música] Ciência do mundo, luz, desenhecer da terra, o sal. >> [música] >> Seguimos trazendo a boa nova todo dia útil até a vitória final. [música] Bom dia, tudo bem com vocês? E aí, como é que vocês estão? O som tá bom? O som tá bom? Tá tudo em paz? Tá chegando o som aí. Quarta-feira. praticamente fim de semana, só que não. Bom dia. Pera aí, vamos ver se o sonzinho tá bom. A música de fundo tá muito alta. Deixa eu ver. São testes. A gente não tem uma padronização tão padronizosa assim, né? [música] É semiorganizado. Pera aí. Opa. Jesus. Foco aí. Eu acho que o som deve tá bom. O som para mim tá OK. OK. Tá top. Top. Ok. É uma distância considerável, mas vamos lá. Bom dia fazer o quer, meu querido. Tudo bem? Como é que você tá? Que fazer. Tô falando desse jeito, sem conseguir falar direito, travando, porque eu tô com a afta do tamanho do meu olho na minha língua e dói. Dói, Jesus, como é difícil falar. Mas cá estamos, né, fazendo live de live, live ao vivo, ao vivo. Bom dia, Rubens. Stud, meu querido. Como é que você tá? Espero desejo que bem. Se eu já falo rápido, tentar falar rápido com um af do tamanho do olho na língua é complicado. Ai ai. É sobreviver. Estamos em situação do escritório CLT. Graças a Deus pelo CLT. Graças a Deus pelo escritório. Que pena que a gente tem que trabalhar. Tem um desenho que a minha filha assiste. [risadas] Por dia, meu querido. Cara, tem um desenho que a minha minha filha assiste que é uma bobagem tão divertida, é uma bobajada, né? A premissa são aliens que vieram pra Terra e estão estudando os humanos. Só que eles são aqueles aliens bem imbecis, né? Comor meio pastelão, meio não, completamente pastelão. E aí no episódio que é sobre o trabalho e sobre o escritório. E eles vão entender o que é o escritório e aí eles fazem uma bagunça no escritório, aquela coisa, tá? Não sei o que e no final de cada episódio aparece como se fosse um programa de TV, um documentário a lá Globo Repórter quando existia. Não sei se ainda existe, não faço ideia. E aí o o o cara aparece um etzinho falando na terra. O escritório é um lugar muito divertido, onde você pode, aí ele começa a mostrar tudo que eles fizeram, destruindo o escritório, que foi para eles, foi divertido enquanto as pessoas estão trabalhando com cara de tédio. E o e aí termina assim, o escritório é tão legal que todos os dias os humanos chegam a pegar mais de 2 horas de um transporte eh e amultuado para poder retornar para esse ambiente divertido. E aí tá uma foto das pessoas segurando assim no ônibus, um monte de gente atolada. Cara, ironia fina para crianças. Foi um lugar tão divertido que as pessoas se reúnem ali, ficam mais de até 2 horas ou mais de duas horas dentro de um transporte apertado para poder chegar no de volta no escritório, né? Voltam todos os dias pro ambiente. Cara, genial. Muito obrigado a pessoa que fez esse desenho aí, porque [risadas] é divertido. E aí, Bruno, dá uma dica de investimento, cara. invista em sua vida, né? Em tempo de vida. Calcule bem o que que vale a pena, você perder seu tempo ou não. Então, quando você recebeu uma mensagem, você viu o que o adicione a pessoa imbecil da internet que você considere minimamente relevante? Disse aí você fala: "Pô, mas eu considero essa pessoa imbecil, então eu não vou ver". É um bom investimento de vida. Você ganha tempo, tempo de vida para fazer qualquer outra coisa, para não ficar estressado, para não perder a linha, para fazer alguma coisa que te motive, que te anime, não que te deixe puto, né? Você pode fazer uma coisa que te anime, que te deixa mais relaxo, deixa feliz, vai dar uma caminhada, vai assistir um filme legal, um vai assistir a série do Choque de Cultura, coisas importantes, né? Coisas assim. A minha sorte é que leva 8 minutos para chegar aqui. Graças a Deus. Excelente. Vitória trabalhador. Eu não levo 8 minutos para chegar no escritório, levo uma hora mais ou menos, mas não preciso de todo dia. Eu faço normalmente home office e aí então significa que eu não levo nenhum tempo para chegar ao trabalho, a não ser o tempo de ligar o meu computador, bater o ponto e começar a trabalhar, que não necessariamente é bom, especialmente em férias escolares infantis. Talvez eu esteja nessa situação nesse exato momento e aí dá uma tripla jornadinha considerável. [risadas] Mas sobreviveremos também, né? Jesus Cristo come office suas vantagens e desvantagens, não é? Bom dia a todos. A e a bom dia a todos estados ateus. Cara, isso é um travaal difícil, hein? Ainda mais com AFTA. Bom dia a todos os estados ateus. Caraca, que difícil. Bom dia a todos os estados ateus, estados likes, estados confessionais. confessionais a gente tem que começar a conversar um pouquinho. Pode ser que um p ver esse bagulho agora. Aê, vitória trabalhador. Que coisa, hein, meu amigo? Que sustinho. A gente já não consegue fazer live direito porque, né, afinal temos que trabalhar. [risadas] E aí quando vai fazendo o único dia dá ruim, é me lasca. E ainda hoje a live é mais curta, hein? É só uma horinha de live, mas vai ser uma horinha intensa e muito boa. Dicas de passagem. Tipo, você viu o que o Paulo Cogos disse sobre o Exato. Não perca tempo com isso. Ou assim, você viu que o Artur do Val falou? Não, ele nem deveria estar falando. Então, quer dizer, não entendi qual que é a sua preocupação com isso. Ou me mandar um vídeo do professor Rock para eu assistir para entender o que tá acontecendo. Pô, que sacanagem que vocês fizerem. O cara me manda mensagem. Ô, assiste esse vídeo aqui que ele é muito bom para entender a conjuntura. Vídeo do professor Rock. Tá de sacanagem. O travaalíngua travou a live para você ver. Perigudo de travar as coisas, né? Trancar as paradas aí. Vixi, já era. Deu ruim. Travou não, só a língua, travou tudo. Tem que tomar cuidado. [risadas] Bom dia, Igor. Como é que você está, meu camarada? Espero desej. Bom dia, bom dia, bom dia, bom dia, bom dia, professor e chat aguerrido, chat aguerrido, saudável, querido, maravilhoso, gente boa que segue aqui no nosso canalzinho, né? Aliás, eh, aproveitando aqui bordura, nosso camarada [música] que me deu a honra, me deu a honra, o que me deixa muito satisfeito e feliz de ter pela primeira vez entrado na membresia de algum canal na vida dele, que eu não sei quanto tempo de vida é, mas escolheu o nosso canalzinho para ser pela primeira vez membro de alguma coisa. Então, muito obrigado aí pela confiança e você também pode considerar ser membro, membro, membro, membrezinha aqui do canal participando ativamente do nosso conteúdo e podendo ter acesso a conteúdos exclusivos que são aulas, cursos, cursos como Marx e Religião, evangélicos e política no Brasil e mais um montão de coisa que pode rolar por aqui que é bem bacana. Tem vários papos, tem eh filosofia da libertação, que é um conteúdo muito massa também, um curso legal e de leitura popular da Bíblia. Agora a gente tem um texto, um uma série de vídeos sobre como fazer o seu projeto de pesquisa, uma leitura comentada do livro da Elsa Tames que não tem português. Cara, é bastante coisa. Por R$,99 eu acho que vale a pena. Assim, R,99 é agora eu já posso dizer que é mais barato do que uma passagem de ônibus. Então fica aí o convite, vocês poderem aí fazer o um o força aí e agradeço todo mundo que é membro, membro membrezinho aqui do canal porque eu vou até vou mandar hoje lá no grupo do grupo exclusivo para quem é membro, membra membre aqui do canal. Grupo exclusivo a gente tem também. Se você quiser participar e a gente troca ideia, compartilha materiais por lá. as nossas músicas extremamente divertidas para quem tem humor quebrado, que a gente também tem por aqui. Mas lá no no nosso zap até mandar hoje mostrando, por exemplo, os rendimentos aqui do canal, porque o canal é pequeno, não sei se vocês perceberam, nós somos 21 pessoas online nas 9:15 da madrugada, agora 9:28 da madrugada e eu só consigo fazer uma live um por semana, aquela coisa toda, um canalzinho pequeno. Ah, não é essa câmera não. É a outra. Cadê a outra câmera? Ele não tá reconhecendo minha câmera. Aí reconheceu minha câmera. Então a quem interessa, né, nos derrubar? Eu acho que na verdade tá sendo o cabo da minha câmera aqui. Hum. Que coisa. Vou tentar trocar. Se travar de novo, vou trocar. Senão vou seguir na lei da preguiça. Onde é que eu tava? Vamos mandar lá porque o a gente tem um canalzinho pequeno e aí assim ele ajuda às vezes a pagar umas paradinas aqui para continuar trampando, continuar produzindo conteúdo, que pagar conta de luz, continha da internet, aquela coisa aqui que é. E aí, eh, 93% dos rendimentos desse canal, 93% dos rendimentos desse canal é de membresia. Então, se você puder ser membro, membra, membro, ajuda para [risadas] caramba. Fechou? Nosso canalzinho é pequeno, irrelevante, mas consistente. Irrelevante, mas consistente. E assim como o nosso conteúdo aqui, a gente tem uma um grupo pequeno de membresia, mas fiel e resistente também. E a gente segue papeando. Não esquece de curtir esse vídeo, né? comentar para engajar, espalhar para a palavra por aí e compartilhar com o pessoal. E agora tem aquele botãozinho hype que eu sempre esqueço de falar também, mas dentro de travadas, caídas e tudo mais, parece que eu consegui passar as mensagens necessárias. Bom dia. [risadas] Bom dia. A música continua, o som e a imagem congelada. Que ponto chegamos? A música pelo menos continua. Fica com aquele barulhinho de som de elevador. Eu não sei se é a instabilidade do Streamyard ou se o meu computador tá falando: "Bruno, há quanto tempo você disse que você precisa trocar de computador e eu não tô levando ele a sério, sabe? Pode ser. Marx religião é muito bom. É mesmo, Ben? É bom mesmo. É bom mesmo. Modéstia parte é um curso totalmente excelente. Seja membro, só benefícios. Só benefícios. Os malefícios a gente finge que não existem. Melhor coisa que eu fiz. Caraca, olha isso. Estudando suas aulas sobre projeto de pesquisa. Gestando aqui. Que legal, cara. Espero que as aulas contribuam mesmo. E modestia parte são umas diquinhas boas, tá? Eu eu eu sempre sou muito inseguro com o meu próprio conteúdo e com o que eu penso. Às vezes eu acho tipo, ah, tem nada a ver isso aqui. Opa. Às vezes eu penso, nossa, tem nada a ver com isso aqui, tá travando, né? Acho que é instabilidade do streamer. E aí a E aí esse fim de semana o camarada falou assim, mandou uma mensagem para mim assim: "Para de ser humilde". [risadas] Eu falei: "Oxe, pensei que humildade é uma coisa boa". Para de ser humilde, você tem um bagulho legal aí. Falei: "É se par que eu tenho que parar mesmo." Mas o o curso de de como fazer o projeto de pesquisa é legal mesmo, tá? Tem umas dicas interessantíssimas. Modestia parte. Quero destacar que não sou comunista. Apesar de ficar com esse símbolo comunista ao lado do meu nome, eu não escolhi o ícone. Não, eu já imputo o ícone nas pessoas, coitadas. É porque você vai ficando aqui no canal, vai mudando o ícone, ele vai alterando de tempo em tempo. Dá like, chat. Dá like. Dá like. Querem nos derrubar. Querem nos derrubar. Achei que meu PC tinha travado. Não, não. Provavelmente o seu não. É o meu que trava. Aliás, eu ten você, querido out_line 133. Alt_line 33. Você fez um comentário num post recente que você vai ser o meu bod expiatório pela primeira resposta em áudio aqui do do YouTube? Porque aquela perguntinha sem vergonha que você fez a respeito do professor Rock merecerá um conteúdo em áudio. O YouTube liberou isso agora pra gente para responder mensagem em áudio. Aí eu vou me divertir, então vou tomar essa liberdade. Estou te antecipando que vai ser a primeiro teste, vai ser por esse. Talvez eu espere a afíngua passar porque eu não tô conseguindo falar direito. Perdão aí. A música continua. Sua imagem. Vamos lá. É aí é ruim. Buenos dias. Felipe, nosso querido Felipe, primeira pessoa santificada, beatificada aqui em vida pela nossa igreja barista. Bom dia, meu. Tudo bem? Espero e desejo que esteja melhor também. [risadas] Tem mesmo, tem mesmo, tem. Teu conteúdo é bom, mano. Pô, valeu. Obrigado de coração. O curso de T, eu não é TI, tá gente? É TL. É que aqui para mim pareceu ser TI, mas eu não sei TI. T. Teologia da libertação me fez me identificar com a linha com a linha da TL que o marxismo em si mesmo sendo ateu. Olí que legal, principalmente pelo França. Que massa, que massa. É legal mesmo. Doutrinação marxista do chet. É, a gente doutrina, doutrinar e doutrinar. Ontem teve uma discussão muito rica no grupo da membresia. Seja membro. Muito obrigado, Paulo. Bom dia, Paulo, meu querido. E o pior é que teve um papo Barça mesmo. Muito bom. Muito bom. Muito bom. Muito, muito bom. [risadas] vai levar ao vivo. Ah, vai ser divertido. Só pra gente tirar uma onda. [risadas] É nós. É nós. É nós. Só para gente tirar a onda. Vai ser engraçado, prometo. Eu vou tentar ser engraçado. Ai ai. Mas sobreviveremos, né? Tá no cantinho. Fica para continuação. Hoje sem brincar no recreio, hein? [risadas] Já estou recuperado do monarquismo. Que bom. Que bom. É, você vê como a monarquia é uma coisa ruim, né? É, é uma coisa perigosa. É, a gente tá se entendendo, mas ninguém mais tá entendendo. Mas a gente se entende. [risadas] Mas vamos lá, minha gente. Eu não, hoje vai ter que ser um pouquinho mais rápido por motivo de trabalho. CLT, exavida, não é? E aí, mano? Eu botei o título dessa livezinha de hoje, eh, a partir de uma provocação do nosso querido Leandro lá no grupo do nosso grupo de membresia, fazendo um comentário muito massa sobre Schum Peter e como Schump Peter faz uma provocação crítica interessante logo no início do livro dele. Eh, ih, qual que é o nome do livro? Acho que é socialismo, é capitalismo, socialismo e democracia. Acho que é isso que ele fala sobre marxismo, o o marxismo sendo uma religião, né? E assim, não é só ele que fala isso. Você vai ver muito maluco na internet falando o Chetter pelo menos tem a qualificação, né? Bom, uma pessoa importante pro pensamento, mas tem muito maluco com quem você não deve perder tempo, que também fala essas bobagens, fala uma groselhada respeito disso, mas fala assim, Lux Petra ainda tenta fazer uma provocação crítica e tal, mas tem gente que fala bobagem mesmo. Aquele doido do Tassos Licurgo, completamente maluco, fala uns bagulhos desse. Mexismo é uma religião. E fala a frase, não sei se vocês já ouviram essa frase. Se não ouviram, perdão por atrapalhar o ouvido de vocês e roubar uns segundos da vida de vocês. O maior inimigo do comunismo não é o capitalismo, é o cristianismo. [risadas] Aí você pensa, só o maluco do licurgo diz isso. Tem outros malucos também, tem maluco com grife que também diz isso. E a gente vai dar uma passada sobre isso, porque é algo muito comum de aparecer, de colocar o marxismo como se fosse uma religião ou buscar paralelos e analogias que indiquem que o marxismo é uma religião, abstrair o conteúdo do marxismo ou da religião para poder fazer essas comparações. Então é importante que, aliás, antes que alguém aqui que vai que cai de para-quedas aqui, né? que cai de paraquedas aqui. Alguém cai aqui de paraquedas, fala: "Não, mas tem aquele texto do Walter Benjamin, capitalismo como religião." E tem um monte de gente na teologia da libertação, entre marxistas e não sei o que lá que faz isso, faz essa brincadeira também dizer: "Mas capitalismo é religião." Mas eu sou contra essa ideia de dizer que o capitalismo é religião. Acho burrice, bobagem e tal. A gente já leu esse texto do Benjamin aqui. A gente entendeu qual foi a proposta desse rascunho de um esboço de um livro que ele nem começou, nem deu para terminar. quatro página que ele escreveu um negócio lá e fez umas pequenas reflexões a partir de uma leitura de Weber. E ele nem marxista era ainda nesse período. Ele vai inserir-se no marxismo mais paraa frente. Então assim, muitas ressalvas para sair reproduzindo isso sem os devidos cuidados, né? Então a gente já falou sobre isso no canal, tem algum vídeo em algum lugar que eu não lembro qual. Então, boa sorte em maratonar o canal para você encontrar esse momento em que a gente lê e fala sobre isso. Mas já vou dizer, não, não, não é para falar. O capitalismo é religião, marxismo é religião, religião é religião, o ateísmo é religião. Ai, bobagem. Essas brincadeiras de linguagem abstraída é muito chato, muito chato. Você abstrai qualquer coisa, confunde analogia e metáfora com descrição da realidade eh, triste demais. Mas uma coisa de cada vez. Você tem opiniões sobre Friedrich Hek? As piores? Não, brincadeira. Querendo ou não, o cara tem bagagem muito grande tudo. Sim. Não, o H é um cara que tem que deve ser enfrentado. A gente tem que discutir. E tem coisas a partir de críticas que ele faz que são muito importantes da gente assimilar. A crítica, gente, ela não é só demolição e abandono, né? Ela ajuda a gente a aperfeiçoar o nosso próprio pensamento e as falhas que nós temos nas nossas teorias e compreensões de mundo. Tem muita parada do Haik que é só grosélia, muita mesmo. Tem outras que é canalice, mas alguns apontamentos sobre racionalidade, alguns apontamentos sobre cálculo, cálculo econômico são importantes da gente assimilar. Quem sabe um dia a gente faz um papo sobre isso, não é? >> [risadas] >> A impossibilidade de você numa sociedade complexa ter um planejamento total de tudo ao mesmo tempo. Isso aí beleza. Ele dá, ele dá na verdade consistência para umas bobagens que o Mes falava, mas o dele pelo menos sai com decência. O Mises é só bobagem. Mas são coisas que a gente tem que começar a avaliar para poder fazer o cálculo sobre o nosso próprio pensamento e o próprio desenvolvimento do nosso pensamento. Eh, e é a gente [música] vai por aí. Criança que >> faz não. >> Não é porque você não viu que tem um monte de cabo [música] aí. Pode dar ruim aí, filho. Tem um monte de cabo aí. Você tropeça desliga tudo isso não. Tá bom. Obrigado. Valeu. Eh, Liurg é o antibr cara, Licurg é triste, mano. Vou nem falar nada. Tem essa linha do Vglin e o e conservadores religiosos. O Vgling, Vuggling Vuglin. Eu acho que eu li uma vez há 1603 anos atrás. Eu não lembro de nada disso. Uma coisa, é uma coisa, outra coisa, outra coisa. Exatamente. Cheguei chegar a tempo. Boa madrugada. Boa madrugada, minha gente. Tudo bem? Tema bom pra live. Diferença entre crítica, implicância e canalista. >> [risadas] >> Pô, um dia a gente podia fazer uma live só sobre o que é crítica, né? Os sentidos possíveis para crítica e o que que é só ofensa gratuita. É diferente também. A China quebra os problemas do cálculo econômico. Sim, sim. Porque ela faz uma coisa interessante que é o planejamento social, né? Com tal ou como é que é que o que o o Elias chama junto com o lá? Projetamento, né? do projetamento e ao mesmo tempo que ela deixa mecanismos de mercado funcionando com intervenções sistemáticas, o que é assumir que você não consegue planejar tudo ao mesmo tempo e e [música] que isso assumir que não dá para planejar tudo ao mesmo tempo e essa coisa toda e que esses essas falhas, vamos dizer assim, de planejamento total permitem também você acelerar a produção em determinado setor, você ter inovação, trocas locais com maior autonomia. Isso é interessante, a gente tem que pensar sobre essas paradas. Acho legal. Não tem como calcular tudo ao mesmo tempo. Computador quântico vendo isso mais não tem mesmo, infelizmente. Eis a vida, né? A base da palavra igreja vem de eclésia, né? Sim. Algo de assembleia política. E se for por aí, igreja tá OK na definição. Boa, boa, boa. É uma saída, hein? É uma saída. Viglins. Bruno, não esquece de responder se o PT é neoliberal. Não, Bruno, o PT é neoliberal? Não, mas ele faz políticas neoliberais. Sim, mas ele é neoliberal? Não, ele não tem como programa e agenda a fazer tal coisa. Contudo, porém, todavia, num mundo globalizado e que foi forjado no neoliberalismo a partir dos anos 90, a gente não consegue fazer as coisas por nossa livre vontade, livre espontânea vontade. Existem contextos, condições, contradições que devem ser enfrentadas. Eu sou contra as muitas das medidas tomadas dentro desses contextos e que devo defender a população e o interesse do trabalhador. Sem dúvida. Porém, contudo, todavia, isso não significa que, pelo fato de, nas contradições de uma democracia burguesa, um determinado partido não cumprir com toda a agenda que eu sonho, que ele é neoliberal. Ah, ok. Espero ter ajudado. Eu sempre achei esquisito pregar a não intervenção do estado, mas ninguém fala nada da intervenção dos capitalistas no controle de preço, maximizando lucros. Maximizando o lucro, não pagando o preço correto trabalho. Ah, tem muito mais coisa. Xi, um dia a gente vai papar sobre isso. [risadas] O mito da das correlações de forças diria o Zelada. [risadas] É a vida, né? Tirar. >> Eu ti deixar. Ah. Ai, ai, cadê? Cadê? A esquerda acredita. Iui, caraca, perdi. A esquerda acreditou no fim da história do Fukuyama. A direita não. Agora hora da da construção. Não, acho que a direita acreditou plenamente que era o fim da história. Plenamente. Ela tinha certeza que ela tinha ganho. Caramba, o que que aconteceu aqui? >> Não sei. >> Esse Charizard tá difícil de abrir. Pega aquela tomadinha ali. Não consigo abrir essa branca aqui, ó. aqui. >> Caramba, o que que você fez aqui, criança? Não fiz nada. Eu peguei ele e >> aí. Ih, >> foi mal. >> Ele de novo. >> Soltando o Charizard da criança. T criança. Liberado. Charizard. >> Vamos lá. [risadas] Ah, a direita acreditou também. Os liberais acreditaram que era o fim da história. Todo mundo acreditou que era o fim da história. Isso ficou de boa, né? Quem ficou full da vida foi a extrema direita, né? Fascista, que meio que tinha perdido já e não conseguia se recuperar. Na América Latina, em especial, os fascistas ficaram fos da vida porque a ditadura acabou, né? As ditaduras. Mas o pessoal achou que acabou a história comunista e tal. Aí essa ala fascista canalha que não acreditou era muito minoritária. A maioria da direita tava surfando feliz, alegre contente. Acho que a gente tem que tomar cuidado de não botar todo mundo no mesmo saco, né? A gente analisar aqui quais grupos são, quais grupos e quais interesses estão envolvidos neles, né? Bruno, você não pensa em fazer um vídeo aqui pro YouTube sobre a crítica que você faz a organização do ódio? Cara, eu penso, eu penso em vários conteúdos legais que eu poderia fazer. Aí o meu grande problema é que eu não tenho tempo, [risadas] infelizmente, e nem condições materiais para isso. Eu eu queria, mas eu não consigo. Não consigo. Ainda mais agora aumentou minha carga de trabalho, fui promovido, aumentou minha carga de trabalho, alterou um pouco funções e e adaptações que eu tenho que fazer. Não tô conseguindo. Gostaria. Não vou, não vou negar não. Eu gosto, gosto de produzir conteúdo. Acho que eu posso contribuir de alguma maneira, mas não consigo. Não consigo ainda. Essa do PT da corte mesmo, hein? Espero que sim. Vamos ver. [risadas] Acho que só tem lá no Insta, né? E o que que só tem? Tem, tem lá no Insta. Tem lá, tem do negócio da organização do Tem lá no Insta. Ficou legalzinho, eu acho. Mas não dá para colocar tudo, né? Que eu gosto de falar sobre isso. Chamar o PT de neoliberal é crítica, implicância ou canal? Eu acho que é um jeito de você conseguir fazer uma crítica, porque é uma crítica fal tá tomando políticas que são neoliberais ou tá assimilando e aceitando políticas neoliberais. Verdade. Mas no jogo de disputa por apoios, eleitorados, impactos, é você tentar trazer uma parcela de um grupo mobilizado para o seu time, enquanto você diz o outro não é tão esquerdo quanto eu. Parece parte de estratégias políticas de disputa. Altamente provocativo, às vezes só. [risadas] Bruno, você participaria de debates ao estilo três irmãos inteligência limitada? Depende com quem, né? Que tem alguns humanos que não é bem um debate, cara. Ó, falar um bagulho sério. Aula 1.1 de debate. O debate não é para convencer o seu oponente, é para fazer convencer quem tá assistindo, é para você convencer a o espectador. Então, já a parte do ponto de do ponto de partida que é um um jogo de entretenimento para você fazer com que as pessoas que estão assistindo sejam convencidas. Isso dá margem para que seu oponente não queira discutir com você, ele queira fazer o espetáculo, porque ele quer ganhar a plateia, não você dentro de um ambiente com regras muito claras, um mínimo de razoabilidade em que a gente vai para um debate para assim, ó, vamos discutir aqui dentro dessas regras, dentro desse quadradinho, eu não quero convencer você, mas eu também não vou escapar aqui desse mínimo, né? É o que acontece, por exemplo, quando a gente vai fazer um tipo de debate acadêmico, é muito mais chato, porque você tem que seguir certas regras, certos padrões. Você tem ali um mínimo de estrutura razoável em que, ó, você tem que ter referência, você não pode simplesmente soltar uma piadinha, você não vai ser considerado pela sua pelo seu carisma ou não deve ter que minimizar esse âmbito, tal. É uma parada bem pasteorizada em última instância, muito mais chata, mas muito mais segura. Aí é um debate assim, debate, discussão, a gente tem ponto contraponto, uso de referência, manejo teórico e tal. Na internet esquece, mano, é casa do de chapéu de alumínio. E aí, dependendo com quem você vai debater, o cara não tá nem aí pro debate, ele tá aí para fazer o esquema da plateia. E ainda mais com esse esquema de corte, ninguém quer trocar ideia, todo mundo quer 30 segundos no Instagram, tá ligado? E aí, dependendo do humano, eu não faria. Dependendo do dia não. É, mas também o meu canal é pequeno, ninguém vai querer muito debater, né? Assim, ah, mas que que invisibilidade eu ganho com Bruno? Nenhuma, nenhuma. Mas o o ponto é esse, saca? Eu eu tenho essa preocupação sabendo como funciona o debate. Tem um filme, tem um filme, ah, eu eu voltei a minha vida de cinéfilo e eu vou indicar para vocês. Um filme chamado Obrigado por Fumar. Não sei se vocês já assistiram, é um filme muito bom. Obrigado por Fumar. Uma vez eu fiz um react que eu coloquei um trecho desse filme, o react ficou desmonetizado, mas eu deixei o react mesmo assim porque eu queria mostrar o trecho do filme. Não sei que react foi, então você maratone o canal, em algum deles você vai encontrar. Mas nesse filme é de um lobista da indústria de cigarros que tem um eh divorciado e ele tem um problema com a família que ele da qual ele ele se separou, né? Ele se separa da família inteira, não é só da esposa. E aí ele tem encontros vez por outro com o filho, mas o filho não gosta muito dele. El tem uma relação distante e é o filho de 12 anos, tal. Então ele, o filme é mostrando ele trabalhando como lobista da indústria de cigarros e também tentando reatar ali relações com o filho. E aí um dia o filho acompanha ele no trabalho, fica empolgado, fala: "Pô, que legal, né, o que o pai faz e tal". E aí ele fica: "Pô, teu trabalho é é convencer as pessoas e tal". Ele falou: "É". E aí ele, mas como é que você faz? E aí eles estão num parque de diversões tomando sorvete ou querendo tomar sorvete, algo assim. Toma um p ver que quer tomar sorvete e o pai fala assim: "Ó, eu vou defender que o melhor sorvete que tem é o de chocolate e você, qual que você mais gosta?" "De paunilha?" "De paunilha? Então tá. Por que que você acha que o sorvete de baunilha é melhor?" Aí o menino fala assim: "Ah, porque ele é mais gostoso. Eu gosto". Ah, se você então fosse dizer e aí o pai, né? Então para você poderia ter só sorvete bal. Sim. Então você está querendo impedir de eu ter o meu direito de satisfazer os meus desejos, de ter a opção de poder ter a eh opção e a liberdade de poder escolher o sorvete de chocolate? Você está me impedindo de ter a liberdade de escolher o sorvete de chocolate, de ter custado dessa maneira e tal, não sei o que lá contra os princípios desta nação, aquela coisa toda. Aí o menino, mas eu não falei nada disso, você não me convenceu. Aí o pai fala: "Mas eu não tô para convencer para a você". Aí ele aponta para quem tá no parque de diversões. Eu tô para convencer eles. Esta cena eu devo devia ter uns 13, 14 anos quando eu assisti, talvez um pouco mais. E eu estou sendo enganado pela minha memória. Meio da adolescência que seja, não importa. Eu assisti, eu falei: "Agora eu entendi." Dali paraa frente mudou a minha relação com discussões, debates e palestras, essa coisa toda. Eu entendi o que que a galera faz. Eu comecei a observar muito mais crítico a performance de quem narra, de quem é comunicador, de quem faz essas paradas. Eu quero convencer eles, não é o meu oponente. Aí o espetáculo tá montado, né? As armadilhas serão colocadas. Ela fez isso que queress Pokémon. Fez [risadas] boneco de dragão demônio pra filha brincar. É importante. Ela tem que crescer saudável. Pode ser crítica implicante canalista dependente de quem. É isso aí. Concordo com amigo. Poderia fazer uma live sobre a parada crítica da canalista. >> Eu já comecei a campanha nos três irmãos para te chamarem. Aí, ó. Vou dizer que uma vez, eu não sei se foi o Rodrigão ou se foi o Robertinho, talvez tenha sido Rodrigão, comentou um vídeo meu ou um bagulho meu lá e ele falou: "E evangélico agora pode ser comunista". Aí eu retruoquei ele com não muito educadamente [risadas] e aí ou ah não foi um comentário. Fiz um comentário no vídeo, ele fez um comentário do comentário. Eu retroquei ele não muito educadamente, eu não sei se ele gostou, mas não que eu tenha sido deselegante, eu só fiz uma piadinha mais provocativa. >> Ah, é >> uma de um e ele. Mas se ele tiver [música] uma criança que chama Daniel e traz ele para cá para mim ver como é que ele é. Se ele foi Daniel com cabelo assim curtinho igual meu, meio assim, ó. Cabelo mais transparado. É mais 10. Chama ele para mim prar e porque ele é um amigo da minha escola da lapis. >> Tá bom. Combinado. Combinado. Se é bom. É bom mesmo. É que debate um entretenimento do que uma discussão saudável, mas tem seu papel na divulgação de ideias. Tem mesmo, tem mesmo. Não, não, não duvido não. Tu já viu The Corporation, Bruno? Não lembro. Ah, Corporação já, já, já. O documentário, né? Não, cuidado. [risadas] É a corporação. Já, já. É bom, bom, bom, bom, bom, bom, bom. Bem legal. Eu gostei. Ter educação super estimada. É, também vou dizer que pessoal tá super estimando uma coisa fundamental, mas vamos lá. Ai ai ai. Longos diálogos nessa vida. Mas enfim, tudo isso por culpa do Toscur que apareceu aqui para dizer que o maior inimigo do do comunismo não é o capitalismo, é o cristianismo. E os manos com mais ou menos sofisticação que falam que o marxismo é religião, né? Oh Jesus Cristo, que que tempos nós vivemos, cara. Mas aí tem um um eu tô para lançar um um novo livrinho, vai sair em PDF e obviamente, como é [música] o objetivo da minha vida, assim que sair a gente libera para geral. Afinal PDF é PDF, o conhecimento tem que ser compartilhado. Cadê o bagulho aqui? E aí eu queria ler um trechinho desse livrinho que vai sair, tá? É um trechinho que eu, pô, já que surgiu essa discussão sobre marxismo e religião lá no no nosso grupo exclusivo da membresia, eu queria trazer esse teminha aqui pra gente, tá bom? Deixa eu compartilhar aqui com vocês, porque, cara, tem muita gente que fala isso, não só os malucos, tem muito maluco, mas tem gente séria, tem [música] tradição, não é, não é novidade, sabe? Já se fala isso há um tempo. E eu tive o trabalho de recuperar isso, né? Tive o trabalho de buscar conteúdo, de verificar de onde é que veio essas ideias, quem já falou sobre isso ou não. Fui muito ajudado por um livro chamado, Ai, caraca, Marxism and Religion, Marxismo e Religião do David Mclilan. Eu fale inglês, né? tristeza do David Mcillan. Ele tem um livro chamado Marxismo e Religião, que eu acho que não tem edição em português, mas que lá ele fez uma listagem, já me ajudou muito sobre críticas que são feitas ao marxismo como se ele fosse uma religião. E aí eu falei: "Pô, vou seguir essa pista". Segui ela e fui nos originais dos textos, das referências e busquei outros para entender o que que o pessoal tava falando. E aí eu vou trazer para vocês exatamente como o Guilherme disse, ameaçando vocês com conhecimento. Toma conhecimento aí para vocês. Vocês não se atrevam a continuarem burros. Brincadeira. Mas [risadas] vamos lá trazer conteúdo de qualidade. Espero que acessível, né? >> [música] >> Tô terminando o armadilha da identidade a Sad Hider posse. Ah, é cara muito legal, né, cara? Esse livro é muito bom. Aliás, se não precisa comentar se você não quiser. [música] Mas você gostou do conteúdo lá da armadilha da identidade? Muito bom, né? O Hugo mandou bem demais, cara. Professor Hugo, camarada Hugo. Gosto demais do Hugo. O tem um trampo muito bom, cara. E ele fez uma, ele defendeu agora recentemente o doutorado dele em filosofia, tá muito bom. E é sobre o tema da identidade também. A trução do Hugo é sobre identidade. E ele trouxe esse esses essas questões e discussões sobre a armadilha da identidade lá na posse após ICL pós repensar no Brasil e eh que é inclusive a firma na qual eu trabalho, né? Então vamos aqui fazer aproveitar para fazer propagandinha. O Hugo é muito bom e Modest, a parte eu tive a honra de ser avaliador nessa nessa banca aí dele e foi muito legal. Fiquei muito feliz. A palavra seita também é usada para apontar na a linha, cadê a linha marista que não gosto também, né? Eu adorei o fato. Cadê? Cadê? Eu perdi a mensagem. Eu adorei o fato de poder escolher esse tema na avaliação. É, pô, legal, legal. Não, e o a aula ficou legal, o conteúdo é massa. O livro da Hide é do da Aide é muito bom. Bruno, tô pesquisando mestrado ou pós no campo de história. Se fosse a distância seria uma boa. Eu trampo home office. Fica difícil para ir à aula na semana. Eu sou uma péssima pessoa para te indicar conteúdos EAD de formação, porque eu não conheço, eu não manjo. Assim, eu conheço os cursos, mas eu não sei se a qualidade é boa, né? Vou dizer, e agora com não é por ter o trampo lá, é porque é bom mesmo no ponto de vista de aula, de conteúdo de aula, de acesso à bibliografia, de construção de de de uma [música] linha de pensamento, de pesquisa bem coerente, vamos dizer assim, de trabalho coerente, de de educação coerente, formação coerente, educação, progressão de estudos coerentes. Essa pos do repensando Brasil do Céli é muito boa, muito boa mesmo, cara. E ela tem muito caráter histórico, tal, mas é pensando Brasil, né? História do Brasil. Eu acho que tem muito conteúdo de história do Brasil e uma história que não é mainstream, não é ortodoxa, ao contrário, é academicamente muito qualificada, [música] muito crítica e eu acho que pode contribuir bastante. Vai lançou agora também a po teoria crítica da sociedade e da sociedade, mas ela tem um caráter menos histórico do que esse da do repensão do Brasil. Como eu não manjo muito, eu dou a dica, cara. É bom. E eu vou dizer outra parada. Ah, qualidade do curso além de ser muito boa, ela é uma referência, ela é muito boa, te garante um acesso a um tipo de coisa que a gente só teria em pós-graduação de ponta, [música] mas agora muito mais acessível. Então, o próprio custo vale muito assim, sabe? Pensando assim em todos esses aspectos. E não é porque eu trampo lá não, tá? Não é puxando saco desse bagulho não, porque eu jamais faria isso por pro por Bob. É porque realmente acompanhando o curso é muito bom, cara. Muito bom mesmo. Eu já já tive acesso presencialmente a outros cursos e eu falo, cara, não chega não em lugares muito bam bam bã, mas é bem diferente, cara. O conteúdo é muito diferente. É EAD tem seus problemas de EAD, não tem como. EAD é um é um um posto de contradições, mas eu acho que vale, tá? Vou dar a dica que o repensão no Brasil vale, mano. Qualidade o a disciplina de arrasão africana no Brasil, meu amigo. What? Boa demais. Muito boa. É a que eu mais gostei. Modesta parte. Ih, vai poder ter aula comigo. [risadas] Foi mal, não resisti. Sobre Pareto e Weber. A questão da estrutura dos partidos de liderança carismática não dá esse aspecto de seita. Hum. Já vamos chegar lá. Inclusive com titia tib. Sim, com titia tibur. Ah, maneiro. Vou dar uma pesquisada. É, dá uma olhadinha. V, vê o que que você acha. Mas é bom, viu? Essa foi a que eu menos gostei, [risadas] cara. Essa foi a que eu mais curti a do Rab. Foi a que eu mais gostei. Todas são muito massas, mas essa foi que eu mais, cara, essa mim foi muito legal. Muito legal mesmo. Pô, pô, vou dizer para você, um dia a gente podia papear só sobre isso, né? E ia ser massa. Conteúdo lá é legal. Um dia a gente vai para piar só sobre isso. Mas isso não vai dar tempo de eu fazer o bagulho hoje. Eu vai, eu tô aqui me empolgando e eu não quero, não quero prometer algo e não entregar para vocês e pra humanidade. Brincadeira. [música] [risadas] Ó, trechinho do livro que vai sair. Então eu não vou mostrar o livro obviamente porque ele ainda vai sair. Quando ele sair a gente faz outra parada. Mas porém com tudo, todavia e aqui. Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Tá dando para ver o tamanho da letra? Tá bom? Como é que tá para vocês? Tá, tá de boas? Tá de buenas? Espero que sim. Mas eu vou ler o capítulo quatro. É um livrinho, um livro pequeno, tá? Não é um livrão. É um livreto sobre marxismo na América Latina. E tem um ponto importante que é [música] a questão da religião, porque o marxismo na América Latina, aquele que se hegemoniza, ah, aquele que é mais ou menos teoricamente acurado de acordo com Não, aquele que se hegemonista, aquele que vai se amplificando na América Latina. Ah, mas eu não gosto. Ah, mas eu acho que isso é biruleibada. Problema. O que a gente tá verificando é o que aconteceu. Depois a gente discute os limites e os avanços. eh tem um [música] um caráter da do papel da religião nesse nesse nessa expansão do do marxismo na América Latina, né, da mobilização das massas. E aí eu tive que discutir o tema. Então eu trouxe pro capítulo 4ro inclusive a crítica que é feita ao próprio marxismo como se ele fosse uma religião para poder agregar aqui a discussão. E é isso que eu queria ler com vocês. Tá dando para ver ai? Que bom. que eu mais gostei foi a do a do Dalbor e a de ciência política, mas mesmo no que eu não gostei, tem coisa para aproveitar assim. Excelente, cara. A a disciplina do Dalbor é maravilhosa. O Dalbora é uma pessoa maravilhosa. Eu acho que ele já não aguenta mais mais deixa eu corrigir a frase. Eu acho que ele tem medo de mim porque eu estalqueio ele. [risadas] Acho que ele tem medo. Esse menino aí é problemático. Ele fica me stalqueando. Ele me forçou, eu forcei o Daor a me dar um livro. Eu fui muito cara de pau. Perdão, DB. Perdão. Ah, eu vou contar a história rapidinho. Vai. Foi mal, foi mal. Rapidinho, rapidinho. Dalbor foi gravar as aulas lá no no no firma e eu colei, né, para acompanhar porque o DB tá lá. Na verdade, eu estava no dia no home office, eu já ia juntar tudo. Falei: "Pô, vou acompanhar o DBOR gravando as aulas dele, porque é o DB". Aí eu tava trampando, subi lá para trocar uma ideia com com DB no estúdio. Falou: "Professor, tudo bem, né?" Fiz aquele meio de campo, troquei ideia com ele, fiz aquela sala enquanto não abriva o estúdio. Aí ele foi, ia começar a dar aula, deixou vários livros na mesa assim, né? Eu falei: "Pô, eu uso seus livros lá no lá nos cursos de formação que eu dou, ó. Sempre uso seus livros de formação lá. Sempre uso vou dar curso de formação de economia dá o bor. É bom demais, cara. É maravilhoso. Sou sou um admirador, tal. Aí ele ficou olhando para mim, ele sacou o que eu queria, né? Aí ele [música] falou, aí ele pegou o livro A Revolução Digital, que é o que ele ganhou de prêmio de melhor livro de economia no ano passado. Ele pegou o livro. Você tem esse aqui? Eu falei: "Eu só tenho a versão em PDF que o senhor liberou no seu no seu site. O físico eu não tenho." [música] Aí ele: "Então, to quero, falei: "Quero." Aí eu peguei, ou el, eu ia pegar, falei: "Mas ninguém vai acreditar que o senhor me deu? Autografa aí, vai". >> [risadas] >> Aí, aí tinha uma moça perto da gente assim, ele olhou pra moça, falou: "A gente dá a mão, os cara quer o braço". Eu falei: "Se o senhor puder me emprestar sua perna, eu tô aceitando". Aí ele assinou com muito carinho lá, deu autógrafo e me deu. [risadas] Foi mal, foi mal. Aíor, perdão pela chate que eu sou capaz de promover. [risadas] Ah, muito saudações de Pernambuco. Te conheci por um, cara, sou torcedor do central de Caruaru. Digas de passagem, Patativa do Nordeste. Tamos junto. Te conhecer por um ótimo corte no Instagram sobre barxeg. Ah, legal. E depois citado citado pelo Pedro Ivo. Peter me inscrevi na hora. Também quero tratar de Marx nessa época do Juventude. Ah, da hora, pô. Eu eu eu tenho várias piadas sobre Mar, o jovem Marcos, mas a gente pode trocar ideia um dia desse. Ele tem uma vibe de um homem cansado, divorciado, mas muito fofo, querido. Não, e ele não é. Ele é é genro do Paulo Freire. Alexo Paulo Freire. Sabiam disso? Fica aí essa informação. [risadas] Bruno é aquele fã trabalhando com os ídolos dele. Exato. Exato. Vixe, cara, já p trabalhar com os meus ídolos. Eu pude trabalhar, ó. Eu pude trabalhar com o DB desse de Trombide. tá no mesmo curso, mesmo projeto, trocar ideia com ele, fazer umas trocas de referências e tal, efetivamente trabalhar com GC Souza, trabalhei com ele, a gente fez pesquisa junto, discussão junto, debate, foi massa, trabalhamos junto. Eh, debati com Dussell e já tive um outro papo com ele de reunião presencial. O Ricky Lambert eu infelizmente não pude conhecer, fiquei muito triste. E eu fui convidado para poder trabalhar junto com o Inirkins, mas ele já tava bem velhinho, um pouquinho depois ele faleceu, ia ser depois da pandemia. E o Rosé Bautista Segales, porque ele também tava, a gente também tava trocando ideia de poder fazer um trampo depois, né, de de discussão, de debate, de pesquisa sobre a minha sobre o meu trabalho e para poder avançar nos estudos. E ele faleceu também, infelizmente, durante a pandemia. Quer dizer, estamos tentando aí, né, seguir os nossos ídolos. Vai >> e nos encontramos com ele. >> Fingir >> pode, mas com cuidado, tá? Beleza. Ah, que [risadas] cara de pau. É. E normalmente eu não sou assim não. Livre esp totalmente rolou o dado de 20 de carisma. Deu certo. Certo que foi foi sacanagem. Dalbora é gio do Paulo Freire. Caraca, que não é não. E a história de vida do Dalbora, o cara tem uma, cara, o cara tem uma biografia que a gente tem que virar filme a vida desse homem tem que fazer o filme de alguém do Dalbor, do Dusel também. Tem que fazer filme da vida do Dalbor, do Dusel. Criança, onde você tá indo? >> Ah, tá bom. Tudo bem. [risadas] Que susto. Nunca fez isso na vida. Bicho é sortudo também. Que susto que eu tomei. Essa porta aqui é a porta de saída da minha casa, tá? Dali você vai embora. Se eu quiser sair, eu levanto, vou embora. Quase tomei um susto aqui. Vamos lá. Eh, voltando pro texto, eu tinha contado a história. Foi mal aí, perdão. Folgado. Quase nada. Imagina. Vamos lá. Olha, então eu tive que passar pelo mar, a crítica ao marxismo como religião e eu queria ler esse trecho comentando com vocês. Então, um react de texto, só que é um texto que eu mesmo escrevi, então fica esquecido que é um react do meu texto, eu posso acabar encontrando coisas que eu nem concordo mais comigo mesmo, né? A vida tem [música] dessas coisas. [risadas] Vamos lá. A crítica ao marxismo como religião. Não é só maluco que faz isso. Tem gente que tenta ser sériaco também. Antes de avançarmos para mais uma reflexão sobre a articulação a partir da crítica da religião, é preciso atentar também para as avaliações de críticos que categorizam o marxismo como religião ou buscam traçar paralelos entre os conteúdos teológicos de certas tradições e da ideologia marxista. Vocês já devem ter visto isso também, né? Ah, o marxismo é como se fosse uma religião, porque ele dá um horizonte utópico, um apocalipse. Ah, porque ele tem uma redenção e uma salvação e uma perdição e não sei o quê, que referências teológicas, né, essas paradas tod certas tradições dizer o marxismo faz a mesma coisa. Só que com esses critérios que o pessoal vai elencando abstratamente, ou seja, esvaziando o conteúdo real e colocando só categorias genéricas, você pode colocar qualquer coisa como marxismo. Qualquer coisa como religião, perdão. Qualquer coisa pode ser religião. Pode dizer que o é aquelas coisas, ah, o consumo virou uma religião, aí o cara usa um cabidinho vazio e vai entupindo de coisa lá dentro. nenhum sentido. Ou falar: "Ah, o a TV virou uma religião, ah, o programa não sei o que é uma religião e aí os critérios ficam vazios, né? Ficam vagos, eles ficam sem conteúdo. E aí você pode fazer isso com qualquer coisa. Qualquer coisa você faz isso. Então já já não dá certo isso. Os caras diz até que ateísmo é religião, é vai perdendo a linha, né? você vai você pode fazer isso, você pode fazer porque é uma abstração. Você esvazia tudo de conteúdo e diz que qualquer coisa, qualquer coisa. Então é isso que a gente não vai querer fazer, né? Todo mundo já deve ter ouvido isso. Afinal, se por um lado se discute a possibilidade de relação entre religião e marxismo por parte de movimentos revolucionários, porque é o que aconteceu na América Latina, né? Uma aproximação entre marxismo e religião positiva, mas existe uma aproximação negativa, que é quem diz o marxismo e a religião como crítica, né? Outro, eh, por outro, por outro, esse mote é utilizado como crítica ao próprio conteúdo da teoria marxista, equiparada negativamente como religião sobre diferentes critérios. Então, do pro pessoal da teologia da libertação, pro pessoal da esquerda latino-americana que vinha do movimento católico ou religioso, fazia uma equiparação legal. Fal, ó, marxismo e religião compatíveis. pra galera que vai criticar o marxismo como religião, vai utilizar isso de um sentido negativo. Então, eu tenho que observar esse esse passo negativo também, tá? pra gente poder daí fazer as discussões interessantes. Isso, religião, [risadas] religião vira xingamento de gente que eu discordo isso. E falo que não tem pensamento crítico. É isso. Ah, isso é religião. Aí negativamente aí uma pessoa religiosa pode chamar outra de religiosa como no sentido negativo, mas afirmando que a religião dela é boa e a outra é ruim e entra num ciclo infinito, não utilizando como categoria, mas como ofensa, né? Aí não faz sentido nenhum. Jedorta a maior religião do mundo, Reino Unido. Pode ser. Eu não sabia disso, mas eu acredito. Eh, desse modo, por exemplo, opa, cadê? Desse modo, por exemplo, vemos que um segundo volume de sociedade aberta e seus inimigos, ai que livro bosta do Car Popper, trata de enfrentar Marx em grande parte do texto. E é verdade. Sociedade, no segundo volume do Sociedade Aberta é: "Marx é bobo, Marx é feio, Marx tinha barba demais". Em especial no capítulo 18, o primeiro da sessão intitulada A profecia de Marx, o capítulo 18 da segunda, do segundo livro de do segundo volume de sociedade aberta seus inimigos. O autor caracterizou o conteúdo da produção do intelectual alemão como filosofia oracular. Então, ah, o Marx é uma filosofia oracular que fica aí querendo adivinhar o fim dos tempos. Olha como ele é evidente. Coisa de religioso, né? O Pooper. de modo a provocativamente advertir que a ideologia marxista serviria na sociedade almejada pelos revolucionários, citoer, para fins apologéticos como [música] uma reivindicação do uso que fazem de seu poder e como um meio de estabilizá-lo, em suma, como um novo óbio do povo. E além de tudo mostra que não leu o livro de Marx, porque ele tá usando o ópio do povo aqui em sentido exclusivamente negativo para fazer a provocação. Você diz que religião é óbvio do povo. Vocês marxistas são novo ópio do povo. Porque a sociedade almejada por vocês justifica tudo. Isso é coisa de gente religiosa que acredita na salvação, entendeu? Ai ai ai ai ai. A que ponto chegamos. >> Amig não não me f agora não. >> Meus amigos chegaram. >> Tá bom. Da mesma maneira, Chun Peter, e aqui chegamos aqui na nossa provocação do querido Leandro, John Peter também se refere a Marx como profeta, assumindo o marxismo como uma religião fruto de sua produção teórica. E é engraçado, né, chamar o Marx de profeta e no caso da profecia no sentido negativo, tá? Esse cara é um profeta oracular, né? fazendo essas paradas toda. Eh, na introdução de capitalismo, socialismo e democracia afirmou o quê? Citter, em um sentido importante, o marxismo é uma religião. Veja aqui, é o marxismo é uma religião. Em que sentido, ô Chumpet? Me diga. Para o crente aqui o bicho é provocativo meu. Ele apresenta primeiro um sistema de fins últimos que incorporam o significado da vida e são padrões absolutos pelos quais julgar eventos e ações. E segundo um guia para aqueles fins que implicam plano de salvação e a indicação do mal do qual a humanidade ou uma sessão escolhida da humanidade deve ser salva. Aí aqui é o que eu falei, a estratégia do Chum Peter é fazer uma abstração do sentido religioso, utilizando mecanismos do que seria teológico, ou seja, escatologia, quer dizer, espera de um fim, eh, uma redenção, chama de salvação e tal, não sei o que lá. Fala, ó, os marxistas se organizam em torno desses elementos que são religiosos, beleza? Mas novamente aqui é você abstrair o conteúdo de uma religião e e a fé depositada do que é um um movimento de análise da realidade e construção de um projeto na sociedade de transformação da realidade. É distintas as coisas. É óbvio que do ponto de vista ideológico a gente pode falar: "Ah, mas olha o que os caras fica dizendo, como eles fazem. Funciona como uma apologia, funciona. Ah, mas na discussão política, no debate ideológico, aí funciona como no seu caral. Funciona. É verdade. Nesse sentido, dá pra gente fazer apontamentos. Contudo, porém, todavia, ainda dentro da aceitação dessa abstração do que é uma religião, do que é o conteúdo de uma religião, do que é esse fenômeno socialmente determinado. Mas tudo bem, sigamos. Porque o Chumpetter é mais sofisticado que o Popper. Com todo respeito ao Popper. [música] Chumpetter é bom. Poper é ruim, muito ruim. Tipo, muito ruim. Podemos especificar ainda mais. O socialismo marxista também pertence ao subgrupo que promete o paraíso desse lado da sepultura. Aí, hum, já me complica. Tem gente que sim, especialmente o pessoal que diz assim: "Se não for que nem meu sonho e não é marxismo". Aí a galera começou a bear o perigo [risadas] de acreditar na no paraíso na terra. E aí começa a ficar complicado. Mas a gente [música] vai lá. Em um comentário seguinte a esse respeito, Chun Petra ainda apontou o que para milhões de corações humanos, a mensagem marxista do paraíso terrestre do socialismo significava um novo raio de luz e um novo sentido da vida. Chame a religião marxista de falsificada, se quiser, ou de uma caricatura de fé. Há muito a ser dito a esse respeito, mas não negligencie ou deixe de admirar a grandeza de sua realização. Aí é aquele é religião, mas os caras faz uns bagulhos doido, hein? Os cara conseguiram. E aqui de novo, ah, é religião porque apresentou um novo sentido de vida para as pessoas, um horizonte último, tal, gente. Mas aí nesse vai encontrar, poder chamar de religião, qualquer outra coisa. como se a busca por sentido, a busca por orientação da vida não fosse próprio da gente tentar continuar vivo, né, de arranjar justificativas e motivos para seguir em vida. Pelo amor de Deus. Então, calma lá, calma lá, calma lá, calma lá. anterior a ambos, então, antes de Chumpetter e antes de Poper, como resultado de um curso dado em Lozan no início do século XX, viu Fredo Pareto, aquele mesmo, o Pareto do Ótimo de Pareto, neoclássico raiz em os sistemas socialistas, sistemas socialistas, eu não sei se assim se fala, porque o meu francês é terrível, desenvolveu uma larga argumentação com o intuito de constituir arquétipos que explicassem a formação de sistemas socialistas em comunidades de diferentes sociedades e seus limites fundamentais ou o que considerava como uma impossibilidade de sociedades socialistas perdurarem. No início do século XX, o Peto dizia: "Ó, é impossível que sociedades socialistas permaneçam". Essa era a tese ou hipótese, era a hipótese dele. E aí ele queria reforçar que essa hipótese era era isso. Então ele fica um um livro gigante inteiro esse sistemas socialistas tentando reforçar que é impossível a existência de a a que sistemas socialistas perdurem. É impossível. Impossível. Mas aí vem o socialismo e mostra que dá, né? Quando ele vai aprendendo na história, ele vai se desenvolvendo também. Enquanto por vezes também equiparou Marx é um profeta, coisa que o Johan Peter fez, que o Popper fez, e sua produção teórica como escrituras sagradas para movimentos revolucionários. Ele diz literalmente isso, propôs três arquétipos de sistemas socialistas, o arquétipo religioso, o arquétipo metafísico e o arquétipo científico. Ainda tentou sofisticar um pouquinho, mas no fundo todos são religiosos para ele. A respeito do científico, ou seja, vou pular o religioso e metafísico nesse momento, já eu leio as citações. Pareto afirma que é o tipo do que que é o socialismo científico pro Pareto? O socialismo marxista, pelo menos em sua parte teórica, isso é o científico. Na parte teórica é científico. Na prática, aí pronto, vamos ver. A razão geralmente dá lugar a sentimentos que podem ser incluídos no número de sentimentos religiosos. Podem, porque ele quis, né? Este fato é notável. Confirma a observação de que para mudar uma organização social também é necessário mudar o caráter dos homens. Uma das maiores forças que podem efetuar essa mudança é a paixão religiosa. É a única cujos efeitos são tão intensos na direção oposta quanto o do instinto egoísta que empurram o homem para obter maior quantidade de prazer com menor esforço possível. Essa caracterização do instito egoísta aí, não, né? Essa daí não é religiosa. Ela não é uma secularização da ideia de o humanos decaídos do protestantismo. É claro que não. Não é a secularização que Adam Smith propôs a partir do pietismo dele lá, do protestantismo dele. Lógico que não. Lógico que não. Essa parte aí ela é científica. Dizer que nós somos naturalmente com instintos egoístas. Isso não tem teologia nem religião, não. Isso é ciência. Só que não. Mas tudo bem. Tudo bem. Tudo bem. Tudo bem, tudo bem. Se vocês sacaram a ideia é dizer assim: "Olha, é o marxismo é religioso porque ó como ele mobiliza as pessoas". [música] Em última instância, ele tá querendo dizer: "Se o cara é militante marxista, ele é um apaixonado, ele é um irracional. Isso não é análise, isso não é discussão, isso é ofensa. É para dizer, se você é um militant, você é burro. você é um apaixonado cego. Que é de onde vem as reproduções do nosso cotidiano de dizer: "Ah, mas é que esse pessoal aí tem político de estimação. Esses esses militantes aí estão tudo ideologicamente doutrinado." A palavra doutrina, doutrinação, vem dessa compreensão de que é religiosamente determinado. Eles não estão utilizando a razão, porque a razão é você ser murista, é você ser doisladista, é você ser de direita, é você ser liberal. Isso é ser racional. O resto é apaixonado religioso. Ainda que do ponto de vista teórico, eles são científicos, mas na prática eles são tudo um bando de apaixonado religioso, tudo pessoas de fé. Isso não é análise, isso não é discussão, isso é você abstrair o conteúdo e jogar com jogar com as metáforas e com o que você deseja de de aparentemente crítico, né? Eh, ó, o só fazer um comentário, porque o o Pareto fez três, né? é o religioso, o marxismo religioso, marxismo metafísico, marxismo científico, que no fundo para ele tudo é religioso, como está demonstrado no que eu disse, né? Porque na prática é tudo um gente aí sem razão. Ai que preguiça. Mas vamos lá para o religioso, o que que o o Pareto comenta? O objetivo dos sistemas socialistas religiosos é estabelecer um tipo de vida que seja agradável à divindade ou, em termos mais gerais, que esteja em harmonia com certos sentimentos religiosos. De fato, deve-se notar que esses sentimentos podem existir sem ter como objeto uma forma concreta de uma divindade pessoal, né? Eles podem existir aí só pelos valores. Que em última instância, quando ele tá discutindo isso, o Pareto tá falando sobre comunidades cristãs primitivas, comunidades cristãs da Idade Média que faziam pequenas comunas e organização de fal são socialistas religiosos. O que é ponto, porque ele considera então, portanto, sem querer, que as comunidades cristãs primitivas eram socialistas. Obrigado Pareto aí por sem querer fazer esse esforço pra gente. Para definir o arquétipo de sistemas socialistas metafísicos, Pareto comenta que estes abaços para Pareto, propõem regular a conduta dos homens de acordo com certos princípios que, como os princípios religiosos, escapam a sanção da experiência. Por exemplo, não elimine o seu coleguinha, né? Não é legal que as pessoas passem fome. Não é legal. A comunidade que as pessoas não tm o necessário para sobreviver, ela tende a ser mais disfuncional, porque um todos vão lutar pelo que é do outro. Essas coisas ele considera aí princípios, né, que escapam a experiência. Mas a metafísica se dirige à razão, enquanto religião fala do sentimento. A República de Platão é o arquétipo dos sistemas metafísicos. E aí o Pareto salta todos os limites do aceitável e vai colocar a República de Platão como um arquétipo de sistema socialista, metafísico para ele, né? Tudo que não for mercado para ele é socialismo em última instância. Mas é, aí a gente discute outro momento. Você vê que isso aqui é propaganda, né? Assim, não dá para levar muito a sério, mas é interessante ver como essas construções são feitas. No caso aqui com gente relevante pro pensamento. A gente falou de pochet e Pareto, não é qualquer coisa. E isso aparece no nosso cotidiano, no nosso dia a dia, nesses debates sem sentido nas redes sociais ou no dia a dia. Fala: "Não, mas eh tudo militante é tudo apaixonado, tudo religioso, seita essas coisas que a gente tava falando. Doutrinação, isso é doutrinação marxista". Hum. Aí é a vida, né? Aí vamos lá. Isso. E o Guilherme falou uma coisa importante aqui. Eu não vou conseguir ler todos os comentários, tá gente? Porque eu tenho tempo hoje mais apertado por motivos de CLT. Ah, cadê? É aquele dia? Mas eu tenho até amigos. Não, cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Uh, pecado cientificamente comprovado. Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Isso aqui tem a diferença entre o Marx descritivo e o prescritivo na própria teoria. Óbvio. E a gente tem que saber distinguir isso enquanto leitores de qualquer coisa, inclusive, né? Tudo bem. Por isso que o ótimo de parede é impossível. Todo economista liberal sabe disso. Pois é. É um orientador, mas aí não é religião, tá? Isso é não. Aí não, não. Mas vamos lá. Dessa forma, o autor distinguia entre o que seria a pretensão da teoria marxista e sua realização histórica nos movimentos sociais. [música] Com isso, no desenvolvimento de sua argumentação, condicionou todas as formas de socialismo possíveis a experiências de mobilização religiosa identificadas como paixões ou instintos e com uma significação difusa, né? Que que ele diz? Se considerarmos o fenômeno objetivo, todos ou quase todos os sistemas socialistas são sistemas religiosos. Veja, não sou eu que tô inferindo daquela frase do Parito. Ele está dizendo isso. O todo o livro dele é para sustentar isso. É para dizer que você ser socialista é não utilizar da razão, é ser um apaixonado religioso. [risadas] Mas não é análise, é propaganda. Sendo esse termo entendido em um sentido muito amplo, muito, muito amplo mesmo, né, Parito? Ainda bem que você assume. Além disso, essa proposição é provavelmente apenas um caso especial de uma proposição mais geral. uma vez que os sentimentos religiosos são a base de todos os os sistemas sociais existentes, exceto de mercado, que é o que é a ressalva que ele vai fazer mais para frente. Mas já já eu chego aí para Pareto, portanto, haveria necessidade de realizar a análise a partir do que chama de separação entre separação da substância, da forma. Em sua produção teórica, efetivamente, o que se realizaria substancialmente é o movimento de circulação das elites, enquanto a forma é o que domina na sociedade onde o movimento ocorre, que é aquilo que também vem de uma crítica que você vai ouvir a todo momento. Ah, mas toda a sociedade vai ter sua elite, sim, animal. Toda sociedade tem grupo dirigente. Toda organização social tem liderança. Toda organização tem estrutura. Mas isso não significa que você não transformou o modo de produção e não tá planejando para garantir que a gente consiga ter um desenvolvimento equilibrado, sustentável, que as pessoas tenham condições de vida e que você tenha progresso de melhoras de vida para todo mundo, planejando de maneira que a gente consiga crescer equilibradamente na reprodução social e não como o capitalismo faz, que é completamente imbecil. Ai que preguiça. Mas tudo bem. Nesse sentido, fazendo referência indireta a Thomas Min e é verdade, ele vai citar o Thomas Miner, tá? Se Engels elogiou Thomas Minzer, Pareto mete essa aqui, ó. retomada no decorrer da obra, comentou que um homem, alguém, uma pessoa que viveu na Idade Média, então expressou sua necessidade de reforma por considerações religiosas e retirou seus argumentos do evangelho. Se ele vivesse agora, expressaria a mesma necessidade através de teorias socialistas e retiraria seus argumentos de Marx. [risadas] O que ele disse foi: "Se Thomas Minger não estivesse na idade média, ele seria o marxista hoje e não usaria o evangelho, usaria Marx". logo em marxismo e religião. Mas além disso é engraçado porque essa mesma estrutura argumentativa do Engels para dizer que o Ming era o primeiro revolucionário. [risadas] Então essa brincadeira de você abstrair das condições históricas e determinadas relações faz com que você brinque, considerando o Minzin um cara muito positivo, porque ele é um revolucionário utilizando a religião, mas é porque ele ainda não tinha ciência de acordo com o Engels. E do ponto de vista do Parito, se ele vivesse hoje, ele ia não ser eh do a partir do Evangelho, mas a partir de Marx, dessa ciência aí, [risadas] cara. É muito bom. É muito bom, porque o grande ponto que dá aqui é o uso da categoria de religião, do que é religião. Eles estão brincando. Exato, né? Hora, hora. Quem diria que as pessoas são fruto do seu tempo? Quem diria? Se for nesse, eh, se for nesse todo movimento, todo, se for nesse todo movimento político religioso. Exatamente. Exato. Então, cara, é, é engraçado ver isso porque isso aqui é uma teoria aparentemente super sofisticada de autores renomados, [risadas] mas a gente vê como a gente tem dificuldade de discutir religião. A gente não tem recurso para poder fazer isso de uma maneira mais adequada. vira ofensa ou vira cabide abstrato sem que você pode colocar em qualquer lugar, né? Isso é verdade. Se o Thomas Min fosse brasileiro, ele seria corintiano. Sem dúvida nenhuma. Sem dúvida nenhuma. Mas não, mas não há dúvida a respeito disso. O cara olhar, fala quem que qual é o time do povo? É isso, é isso. [risadas] Um time herético que tem São Jorge como seu padroeiro. Dessa maneira vemos que o conteúdo teórico ou estrutura ideológica que justifica o da coesão aos movimentos sociais aparece para o Pareto, não é para Bruno Requal, como forma, né? Então assim, todo conteúdo teórico, a estrutura ideológica é forma. Enquanto os processos de circulação das elites ou de novas formas de organização comunitária em sua atuação aparece como conteúdo substancial para ele, especialmente as elites. A a circulação de elites é o conteúdo que vale, eu fico olhando as elites circulando e aí e a a o conteúdo não importa, né? Eh, com isso, o autor apontava a inevitabilidade de haver nas organizações humanas um sentimento religioso, sempre, abre aspas, tomado em um sentido muito amplo para estabelecer e manter uma uniformidade muitas vezes necessária, às vezes indispensável. É política, religião. Então, não quero, eu vou querer uma coisa mais técnica. O mercado, o única ressalva pro parito é o mercado. O mercado não teria elemento religioso, porque o mercado é um sistema funcional. Aí ele não precisaria de nenhum elemento, nem, por exemplo, a concepção de indivíduos isolados que salvam-se a si mesmos e que são depravados, egoístas e que o egoísmo é sua natureza inata, que não teria vindo de uma secularização de uma ideia protestante. Lógico que não. Essa parte não é secularização de ideias religiosas. Isso aí é o mercado. Só não tem pressupostos que desse tipo. Lógico que não. E nesse sentido podia concluir o que que o Pareto abstraindo tudo concluía. pouco importa em certos aspectos se teçam peplon para Atena, que se sacrifique o Lúpiter óptimos máximos ou para Júpiter, né? Se sacrifique se sacrifique se sacrifique para Júpiter eos máximos ou que em um estado de evolução mais avançado substitua esses deuses por abstrações como humanidade ou progresso socialista. Pronto. Agora você pode botar qualquer coisa aí, tá? Qualquer porcaria que você colocar aí tá valendo. Agora, meu amigo, você pode substituir qualquer coisa por qualquer coisa e não importa. Ai, mano, isso é [música] triste. Mas tudo bem, vamos lá. Sob esse marco, então, Pareto passou à conclusão de que o fato de haver necessidade eh dos tais sentimentos religiosos não deveria implicar na recorrência a estes, extrapolando que seria o domínio da ciência, né? Isso aqui já é contradição pura e simples, é só ler o texto. Desse modo, as produções que alegassem trabalhar a partir desse campo do não científico cumpririam o papel de satisfazer as necessidades não lógicas e não experimentais dos homens, exceto claro o mercado, que o mercado atende as necessidades lógicas e experimentais. [risadas] E com isso reafirmava o que já havia indicado logo na introdução de sua obra, né? E aí cito paredito: "Atualmente, em 1901, ainda estamos no período ascendente de sentimentos religiosos. Uma nova religião, socialismo e outras crenças. [risadas] Ai meu pai amado. Mas eu vou pular o Bird aqui, que aí tem o Berdiaev, senão não vou conseguir finalizar o bagulho. Ah, deixa eu pular o Bev. O Tucker tem uma análise muito mais sofisticada e interessante, tá? Mas eu vou dar uma puladinha aqui porque eu quero ir pr pra análise final aqui do texto. Eu vou ler em outro momento o Tucker. O Tucker tem uma, cara, o Tucker é um cara interessante conhecer. Ele não tem tanto impacto quanto o Pareto e o Popper ou mesmo Chumpetter, mas ele tem uma análise mais sofisticada, né? Mas ah, tá. Vou ler um aqui. Eh, cadê, cadê, cadê, cadê, cadê? Ah, não vou não. Em última instância, o Tcker vai dizer, vai fazer uma estruturação de comparar o a estrutura do pensamento marxista com o eh com elementos da tradição judaico-cristã, que é uma coisa que um monte de gente faz, só que o Tf de maneira muito sofisticada, é interessante daí de ler e de discutir criticamente, né, pra gente entender as paradas. Mas aí eu vou deixar depois quando sair o livrinho, eu solto para vocês vocês lerem, porque senão não vou conseguir terminar o bagulho aqui. Mas vamos lá. Ah, vamos lá. Aí eu vou citar o McLilan, tá? De qualquer forma, como nos chama atenção David McLeillan, que eu recomendo muito que vocês leiam o livro dele, Marxism and Religion, uma análise satisfatória da relação do marxismo com a religião só é apresentada, se é que existe o marxismo como religião, uma análise satisfatória do marxismo sendo uma religião, se é que ela existe por meio do uso de definições bastante rigorosas do que eh rigorosas que não eh que são necessariamente prescritivas, né? Então [música] eu tenho que dizer rigorosamente o que é religião de maneira rigorosa, por estrutura presível, bem desenhadinho como fenômeno social. Eu ia falar o marxismo dentro desse rigor explícito funciona assim como religião. Por quê? porque senão fica nessa terma genérico em que eu poderia substituir marxismo por absolutamente qualquer coisa e o efeito seria o mesmo, porque o nosso cérebro ele tem a capacidade de tentar entender o que tá acontecendo. Vou até sair aqui um pouquinho rapidinho da tela e já volto com a tela. O nosso cérebrozinho, ele se esforça para entender o que tá acontecendo, se esforça para entender o que outra pessoa tá falando. Então ele automaticamente tenta criar uma coerência entre o que outra pessoa tá dizendo. Eu tô entendendo que eu quero entender. A gente tem uma predisposição a tentar conectar diferentes fenômenos, acontecimentos, falas, conteúdos. A gente faz isso. O cérebrozinho se prepara para isso porque ele quer conversar, ele quer entender, ele quer se comunicar bem. Então, uma pessoa vai dizer, ó, se se uma pessoa cria uma definição bem abrangente e fala tal coisa, é tal coisa sim e cria uma comparação, o nosso cérebro se esforça para entender essa comparação. E só pelo sentido vago das palavras, eu posso fazer as conexões e aceitar. Fal, não, entendi o que você quis dizer. Mas isso em termos muito gerais e amplos e que não dizem a respeito de um fenômeno ao qual essa essa fala tá se dirigindo, senão a construção de sentido da própria frase. É por isso que a gente tem tantas figuras de linguagem, metáfora, analogia, essas a figura de linguagem, ela funciona quase criando às vezes sensações e eh um um experimento sinestésico em que você fala: "Nossa, que legal isso aqui". E aí você entende o que tá sendo dito, mas é porque você se esforça para fazer essas conexões. Não é uma descrição, uma prescrição rigorosa. É uma construção quase poética do conteúdo. E aí a gente tem que distinguir o que é literatura, o que é figura de linguagem, o que que é ciência, o que é poesia, o que é ciência. E quando for no âmbito científico, eu preciso de definições rigorosas de cada conceito com elementos comparativos possíveis da gente conseguir estabelecer padrões comuns, senão fica essa salada. E é por isso que é tão difícil às vezes a gente desarmar as bombas com essa galera de de extrema direita Biruleab fica soltando na internet porque eles vão conectando 365 conceitos e palavras soltas e frases e não sei o que lá e o cérebrozinho de que tá ouvindo tenta criar as conexões e às vezes não tem sentido nenhum na realidade, mas no sentido da frase fala: "Ah, olha, ele tá falando algo aí que que parece bom, hein? Parece que tem a ver, mas não tem rigor. Por isso que o importante não é o que a pessoa diz, é metodologia. Qual que é o método que você tá utilizando para analisar? Ele é aplicável onde, em que contexto e quando ele é replicável? Se eu assumir o mesmo caminho, eu chego na mesma conclusão. Método, método, método. Eu preciso discutir método. Como que você chegou aí? Qual a sua referência? Qual a sua base? Qual o passo a passo? Pra gente poder entender isso aí. Essa definição, ela tá estruturada. Como não é simplesmente jogo de palavra. O, vou dar um exemplo terrível, mas aquele miourinho, que que esse moço faz? Ele fala 365 palavras distintas como se elas tivessem alguma conexão entre elas. E aí, meu amigo, a metralhadora de grosélia que você fala: "Meu pai amado, ele tá falando nada com nada". Mas se você fica tentando, né, acompanhar aquele aquele fractal de conceitos que parecem que se conectam, você vai encontrando as conexões, fala: "Olha, parece que é interessante isso aqui, hein, pô? Olha isso aqui e tal. E a gente se esforça para entender e a gente cria esses caminhos. Por isso que é importante metodologia como um crítico de Decart que eu sou saudade de Decart e o método correto para o método para correção no intelecto. Discussão de método é importante porque qual que é o caminho que eu vou utilizar para produzir meu conteúdo e para entender o que outro tá dizendo para eu poder olhar pro Parede e falar: "Cara, parede você não tá falando nada, velho. Parede você só tá fazendo propaganda. A tua tese ela já tá respondida no final. se antecipou o que você quer chegar, você tá num pensamento circular. É dizer, marxismo é religião. Por quê? Porque ele é. E aí você vai desenvolver uma verborragia durante um monte de parada, fazendo metáforas, comparações e analogias, sem estabelecer sentido estrito que já só para confirmar sua tese. Não tem método, não tem rigor, não tem nada. Só que isso a gente não aprende por nada. É treino do cérebro. É do mesma coisa. vai na academia para ficar bombado, para ficar bolado, para ficar magrinho, para ficar definido, para ficar no esquema, para ficar no shape. Então, na outra academia a gente esforça um outro músculozinho que é esse aqui, fazer as sinapses correrem pelo pro lugar certo, entender o treino que a gente tá fazendo por repetição, inclusive você vai fazer isso que é pro seu cérebro funcionar para você não ficar caindo em armadilha de lorota de pensamento circular ou [música] de fiéis de confirmação. Preciso discutir metodologia. Qual o método que você tá utilizando na sua pesquisa, no seu trabalho, senão você faz qualquer coisa com qualquer coisa. Isso. Estilo três oitão. Mesma doideira, mesma mesma fita. Mesma fita. Mesma fita. Essa galera tuda. Uhum. Exatamente. 60% do que fala vem com a palavra axioma. Táí. O pessoal aprendeu a palavra e como é que é? Pô, tem uma palavra que o pessoal do MBL usa direto, né? Ah, já vou lembrar que eu aprendeu três palavrinhas lá e falácia. Isso é uma falácia. [risadas] Não pode aprender a palavra falácia que ele já utiliza para dizer que o outro tá errado e fala qualquer porcaria em cima. Só falas. Ai, que preguiça. Mas vamos lá. Espero que eu tenha contribuído aí com dicas de utilizar o cérebro para um uso do intelecto. Precisa de coisa mais rigorosa. Quando não destacar esse ponto de ser rigoroso, de explicar direitinho, as avaliações tendem a aparecer carregadas de preconceitos políticos ou religiosos, que é óbvio. preconceito que eu não gosto de gente de esquerda é religioso, porque eu uso a religião como ofensa, não como categoria de análise de um fenômeno específico. Em geral, a equiparação entre marxismo e religião aparece ou na defesa de uma doutrina religiosa específica, contra o que considera uma religião rival, que é o que o Beldiaev, que a gente não leu, faz e que um Tassos licurgo da vida faz e que o outros malucos faz. Fala o marxismo é uma religião rival do cristianismo. Só se tem o tasticuro, não porque ele seja intelectual, mas que ele produz conteúdo na internet, tá? só com uma referência visível que aparece ou no uso negativo do termo religião, de modo a desqualificar movimentos sociais do ponto de vista da ilustração moderna, que é o que o Pareto fez e que é o que outros caras aí de movimento político faz para te dizer marxismo é seita, marxismo é religião no sentido de ofensa. E aí você não usa como categoria, você não não tá analisando o fenômeno que nem faz sentido, mas tudo bem. Uma religion religion, religião substituta, né? Marxismo aparece como uma religião substituta. Religion que tenta usurpar o lugar da verdadeira religião ou sobre o desejo anticlesástico de colocar o marxismo na mesma categoria que a religião. Se você não quer religião, você fala: "Ó, marxismo é religião". Porque porque eu sei que o minha meu público não gosta de religião. Então a gente tira a religião daí que é vista como irracional, baseada no mito, inimiga do progresso civilizado, etc, etc, etc. Seja em um movimento ou outro, a imprecisão de conceitos é prejudicial tanto para o trabalho com o fenômeno religioso, quanto para com os moviment movimentos de inspiração marxista. É óbvio, impede o cérebro de continuar a pensar, porque ele funciona como um bloqueio, ele é uma ofensa, ele não é uma categoria bem trabalhada, né? Como comenta McLinan, a caracterização do marxismo como religioso tende a causar uma injustiça através da confusão conceitual, tanto ao marxismo quanto à religião. para o marxismo, porque não leva a sério sua própria autodescrição ou as implicações claras de sua ciência da sociedade. A religião, porque tende a privá-la de sua transcendência essencial, sujeitando-a às tendências secularizantes atualmente na moda. Beleza? Então, esse aqui já dá pra gente brincar um pouquinho. E aí ali paraa frente no livro eu dou a definição que eu tô utilizando de religião, porque já que eu estou criticando quem não dá definição, eu boto uma definição mais clara, sucesso do trabalhador e apresento como é que a gente constrói esse conceito de religião. Mas é legal, né, pô? Eu gosto desse papo divertido. Quando aprendi florilégio lendo Engls, fiquei com vontade de falar direto também. É, é, [música] não vou nem falar nada. Meu quarto trabalha 4x3 apenas. [risadas] Meu c é o céreb essas coisas. Marxista usa usa com linha rival e liberal também. Verdade. Plenamente. Falou logo no comecinho, o cara vai o marxismo é religião, o capitalismo é religião, seá também tá equivocado. Perdão aí queridos amigos que não entenderam que tá equivocado, vocês estão equivocados. Todo mundo usa a religião como xingamento contra o irracionalismo. Aí que tá. O que significa então que não é propriamente um uso do termo do conceito. O livrinho que eu publiquei fascismo como religião, no início eu falo, ó, eu tô brincando com esse termo, com essa comparação. Eu não estou dizendo que o fascismo é religião. Eu falei: "Qual aspecto que eu estou fazendo essa brincadeira?" Eu tenho alivinho, né? O fascismo como religião. Qual aspecto que eu tô fazendo? A exigência de sacrifícios. Aí eu delimito a exigência de sacrifícios e nesses nesse aspecto eu quero fazer uma crítica da religião, não crítica dizendo: "Olha, o fascismo é uma religião". E ofendendo o fascismo dizendo assim: "Olha, seus religiosos". Não. O aspecto da exigência de sacrifícios, eu quero passar ele pela crítica. Passando pela crítica exigência de sacrifícios, eu quero fazer uma um um um uma crítica ao próprio movimento fascista. E no caso, eu também chamo a atenção no próprio livro, que é uma coletânia de artigos, de que fascismo não é utilizado como ofensa, é utilizado como fenômeno social. O que é fascismo? Aí a gente apresenta definiçãozinha de fascismo. Inclusive no final desse ano vai sair um dossiê acadêmico bonitinho por uma universidade pública brasileira organizando sobre o que é fascismo. Em breve eu trago mais informações. Serior de uma de uma publicação sobre o que é fascismo, um dossiê junto com um camarada muito gente boa, que já já em breve eu conto isso, uma universidade muito bacana e vai ficar legal, tá? Show. Eu preciso ir embora. A dor do parto é grande, mas eu tenho que partir. E minha gente, hoje foi mais curto. Espero que vocês tenham curtido. Não esquece de de curtir esse vídeo também, dar aquela raipadinha. Não esquece de compartilhar a palavra por aí, de se inscrever no canal e se você ainda for mais ousado, de virar membro, membra, membresia aqui do canal. Fechou? E a gente tem que encerrar mais cedo por motivo de trabalho. Hoje eu tenho que parar mais cedo. Mas foi legal. Vocês gostaram? Espero que sim. Pô, o papo foi foi massa, né? Tá foi massa. 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E se você acha que eu tô muito otimista, é porque eu tenho uma criança legal, feliz e que acabou de fazer uma coisa muito divertida aqui do lado. É mim se você tenha filhos. Brincadeira. Não, só a vida [música] gente que foi aí que a gente consegui um mundinho mais legal para eles, para elas e para todo mundo. Fechou? Espero desejo que sim. E a gente segue por aqui. [música] Todo dia útil até a vitória final. Seguimos trazendo boa nova todo [música] dia útil >> até vitória final. Valeu, falou, estamos junto. Deus abençoe. A gente segue por aí. E se você virar membro, membra membro do canal, não esquece de mandar um e-mail para a chave Pix que tá aqui, eu te adiciono na membre do canal. Bijo. [música]