Documentário: A Era do Gelo sob a lente do criacionismo | Ep. 9 | ORIGENS
24/01/2026
Documentário: A Era do Gelo sob a lente do criacionismo | Ep. 9 | ORIGENS
A chamada Era do Gelo realmente aconteceu? Neste episódio, ORIGENS questiona o paradigma convencional e apresenta hipóteses criacionistas para explicar as evidências de gelo intenso no passado da Terra.
📌 Prepare-se para olhar a história do dilúvio de uma forma completamente diferente!
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🟧 ORIGENS é uma série documental da TV Novo Tempo que investiga os mistérios da vida e do universo com cientistas de diversas áreas.
🟩 A temporada Dilúvio da série ORIGENS explora evidências científicas, geológicas e arqueológicas de um possível evento global catastrófico. A partir do relato bíblico do Dilúvio, a série investiga formações rochosas, fósseis, a Arca de Noé e impactos ambientais que podem estar ligados a esse acontecimento. Com uma abordagem criacionista e interdisciplinar, esta temporada conecta ciência e fé para responder à pergunta: o Dilúvio foi real?
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Fonte: Origens NT
Legendas automáticas:
A terra em que vivemos [música] ainda guarda marcas profundas de sua história. Oceanos se agitam, vulcões despertam e placas tectônicas se movem incessantemente [música] sob nossos pés. Toda essa atividade gera eventos extremamente [música] temidos, tsunamis, terremotos e erupções vulcânicas. Muitas são as causas e motivos desses eventos que assolam o planeta e sobre os quais ninguém tem controle. Mas e se essas forças que moldam o planeta hoje não fossem apenas fenômenos naturais em curso? E se na verdade fossem cicatrizes de um evento catastrófico que mudou toda a geografia do planeta, seria possível que a Terra ainda esteja se recuperando do dilúvio? Ne. Ah. [música] >> [música] [música] >> As rochas ígneas, formadas pelo resfriamento do magma, são as mais abundantes da Terra, compondo a maior parte da crossa terrestre e do manto, embora nem sempre estejam visíveis. na superfície. Enquanto as rochas [música] sedimentares compõem cerca de 75% das terras emersas, as ígnias representam mais de 90% do volume total da crosta terrestre. Isso significa que se pudéssemos remover a camada de sedimentos e solos, nos depararíamos com o mundo predominantemente formado por rochas ígneas. >> [música] >> Um exemplo impressionante dessas rochas pode ser encontrado aqui no Parque Nacional Joshua, Tre, onde gigantescas formações de granito, uma rocha ígnea formada pelo resfriamento do magma no interior da Terra, emerge da paisagem. Mas será que a enorme [música] quantidade de rochas ígneas na Terra nos dão pistas sobre o passado do planeta? Quando eu estudo rochas vulcânicas que ocorreram no passado, você percebe [música] que elas são semelhantes, mesmo material. Algumas estão numa área continental, como as que eu estudei, outras como Cabo Verde e Galápagos estão realmente em cima do seno Atlântico Pacífico, né? Aí quando você tá na Islândia, como aconteceu comigo, eu coloco a mão, tem uma fenda mais simples, eu coloco a mão, eu tô com a mão na placa euroasiástica, a mão direita, a mão esquerda, eu tô com a na placa norte-americana. Ah, que fantástico, tá? Ou seja, é a cadeia mesoatlântica. Essa cadeia é um vulcão linear de 20.000 1000 km de extensão. Daí que saiu toda uma a lava que formou o açó do Oceano Atlântico. E você vê a geometria da cadeia mesoatlântica é a mesma do contorno sul-americano da costa leste e do contorno africano a oeste, mostrando que as duas partes, África e América do Sul, estavam no mesmo lugar, que hoje é a cadeia mesmo atlântica. Quer dizer, não tem como imaginar esses eh leitos de do marirem, [música] eles formaram durante a grande catástrofe. >> Erupções vulcânicas, por si só carregam um espetáculo de poder e terror. Basta uma única para transformar a ordem da Terra. Ecossistemas inteiros sucumbem, cidades desaparecem sobantos de cinzas. Rios mudam seu curso [música] e montanhas se erguem ou desmoronam em questões de horas. Considerando uma atividade vulcânica global, [música] o que isso seria capaz de causar no planeta? A atividade vulcânica provoca efeito de resfriamento. Quando os vulcões entram em erupção, muitos gases são liberados na atmosfera com partículas de cinza. O dióxido de enxofre é conhecido por causar efeito de resfriamento, bloqueando parte da luz solar. Observamos que isso aconteceu logo após o dilúvio, antes da era do gelo. Durante o dilúvio, devido a esses abalos geológicos, houve uma grande quantidade de atividade vulcânica. Muito magma quente foi despejado nos oceanos, fazendo com que a temperatura da água aumentasse. À medida que a água aquece, ela começa a evaporar. Ao alcançar a atmosfera, a água esfria e se condensa, caindo novamente sobre a terra em forma de neve ou aculo de gelo. E observamos isso acontecendo durante o dilúvio. Criacionistas concordam que depois do dilúvio houve apenas uma era do gelo causada pelas condições do final desse evento. O dilúvio não foi só uma chuva constante, mas como diz Gênesis 7, as fontes do grande abismo se abriram. E estudando essa linguagem, o texto indica uma erupção catastrófica da crosta terrestre, especialmente no fundo do oceano, trazendo água quente para o mar. A temperatura média do oceano teria aumentado durante o ano do dilúvio. Então, no final do dilúvio, havia muita cinza e aerossóis na atmosfera, [música] devido a erupções vulcânicas, bloqueando a luz solar e resfriando a Terra. O oceano que mantém calor por mais tempo estava quente, evaporando a áa que caía na forma de neve nas latitudes norte e de chuvas torrenciais nas latitudes sul. Como geólogos criacionistas, nós entendemos que a era do gelo aconteceu depois do dilúvio. Provavelmente levou algum tempo para se desenvolver, porque o gelo e a neve não podem se acumular da noite pro dia. Mas imaginamos que a água do dilúvio era muito quente. Quando as fontes do grande abismo se romperam, era água quente saindo da terra. E sempre que você tem água do mar muito muito quente, ela evapora rapidamente. Nos Estados Unidos, quando chegamos aos meses de agosto e setembro, é final do verão para nós. E a água do Oceano Atlântico está muito quente. As condições atmosféricas são tais que essa água gera furacões enormes. Felizmente para os brasileiros, vocês estão fora da rota principal dos furacões. A maioria deles vem do norte para nós. Mas essas grandes tempestades se formam por causa da água extremamente quente do oceano. Então, após o dilúvio, acreditamos que havia tempestades desse tipo, porque a água estava quente. Na parte sul dos Estados Unidos, essas grandes tempestades despejam quantidades torrenciais de chuva, mas mais ao norte, onde essas tempestades às vezes chegam ao interior, em regiões mais frias. Elas não teriam despejado chuva, mas sim neve e em grandes quantidades. E acreditamos que foi isso que realmente iniciou a era do gelo. Grandes tempestades chegando em áreas mais frias nos continentes, depositando enormes quantidades de neve que não conseguiam derreter durante o verão. Assim foi como o gelo glacial desenvolveu. Ainda vemos fenômenos semelhantes em lugares como a Groenlândia, por exemplo. Furacões que sobem pela costa leste dos Estados Unidos chegam a Groenlândia e não chove, neva muito. Portanto, achamos que o gelo, o gelo glacial formou assim. Os oceanos atuaram como uma máquina de neve, gerando enormes quantidades de neve que se acumularam e deram origem ao gelo glacial. Então, do ponto de vista criacionista, nos primeiros séculos após o dilúvio, ocorreu a era do gelo com quantidades enormes de chuva. Enquanto a Terra ainda se recuperava desse evento, o mundo não era exatamente como é hoje. A primeira vista, poderíamos imaginar que a Terra é firme, sólida e imutável. Montanhas parecem eternas, rios correm como se sempre tivessem seguido o mesmo caminho e os continentes nos dão a ilusão [música] de estabilidade. Mas na realidade o planeta não é estático, ele está em [música] constante movimento. Sob nossos pés, as placas tectônicas se movem como peças gigantes de um quebra-cabeça vivo, o que provoca terremotos e tsunamis. Vulcões lembram que o coração da Terra é feito de fogo. Ventos, mares e geleiras redesenham as paisagens com o passar do tempo, como mãos invisíveis que esculpem [música] a superfície do planeta. São lembretes constantes da incessante movimentação [música] do planeta. Como geólogos, uma das ideias que temos chamamos de tectônica de placas catastrófica. E o que entendemos é que os continentes e o fundo do oceano se moveram horizontalmente muito rapidamente durante o dilúvio. Temos essa ideia que nossos filhos aprendem na escola chamada tectônica de placas, mas esse é um processo muito lento. Na América do Sul, a placa de Nasca está deslizando sobre o continente da América do Sul. E com isso você tem atividade vulcânica nas montanhas. Elas se dobram, mas nos dizem que esse processo acontece muito lentamente, ao longo de milhões de anos. A ideia em que estamos pensando na geologia do dilúvio é chamada de tectônica de placas catastrófica. Em outras palavras, esses processos não estavam acontecendo lentamente, eles estavam acontecendo muito rapidamente, talvez a metros por segundo, realmente bem rápido. E quando colocamos esses parâmetros no modelo computacional, eles nos mostram que o fundo do mar realmente incha e desencadeia tsunamis. E isso faz com que muita água do oceano suba nos continentes. E então o dilúvio termina e esses processos de tectônica de placas desaceleram para o que realmente vemos hoje, o que faz com que a água escorra dos continentes e faz com que as montanhas se elevem e assim por diante. Então, [música] o Mercúrio, na verdade, meu estudo sobre o Mercúrio foi o que me levou a investigar como elementos se movimentaram durante o dilúvio, especialmente [música] os tóxicos. Foi por causa de outro cientista que não acredita em um dilúvio global, que argumentou que uma das razões pelas quais não poderia ter a vida um dilúvio global seria o Mercúrio, que é extremamente tóxico, mortal. E então o seu argumento era que isso teria liberado tanto Mercúrio que se você erudisse todo o planeta isso não pareceria provável. Então fiz um estudo sobre isso e o que eu descobri foi que realmente não há razão para pensar que o Mercúrio estivesse na superfície da Terra antes do dilúvio. Muito dele está vindo de fluidos hidrotermais. Então, provavelmente esse mercúrio começou a subir para a superfície quando as fontes do abismo se romperam e você teve o mercúrio emergindo com esses [música] hidrotermais também são muito ricos em enxofre e o enxofre se liga bem ao mercúrio. Então, o que teria acontecido é que assim que esses fluidos atingissem a água do mar, que é bem mais fria, ficaria frio suficiente para que o mercúrio e o enxofre se combinassem e formassem sulfeto de mercúrio sólido. Você teria um pouco de mercúrio se movendo para a água, mas muito dele estaria sendo depositado como sufeto de mercúrio. Depois parte disso seria empurrado de volta. Ao longo do dilúvio, com certeza tivemos pulsos desses fluidos [música] subindo através da Terra e esses fluidos carregariam e moveriam parte do mercúrio mais para cima, mas ele ainda se ligaria ao enxofre e assim que esfriasse viraria sólido. E é exatamente isso que vemos no registro geológico. Vemos Mercúrio distribuído pela Terra e alguns pontos onde ele está altamente concentrado. E na maioria desses casos, o que parece ter acontecido foi uma precipitação [música] inicial de sulfeto de mercúrio, seguida por fui dos hidrotermais, [música] que subiram através dele, o concentraram e depois, à medida que esfriaram, o redepositaram um pouco mais acima nas camadas de rocha que estavam se formando naquele momento ou já haviam se formado. Então, não há razão para pensar que a quantidade de mercúrio nas águas do dilúvio teria sido alta o suficiente para ser devastadora, mas faz bastante sentido e parece se alinhar com o que vemos no registro geológico, que o dilúvio, especialmente as fontes do abismo, estava movendo o mercúrio de camadas mais profundas da Terra para mais perto da superfície onde o encontramos hoje. Também houve muita liberação de mercúrio por [música] vulcões, provavelmente na época do dilúvio. E temos evidência disso. Há um enriquecimento de mercúrio vulcânico em algumas camadas de rocha ao redor do período que acreditamos ser o início do dilúvio. Muitas pessoas pensam que o dilúvio de Noé seria impossível, porque como no mundo poderíamos ter água suficiente para cobrir os andes? ou como no mundo poderíamos ter água suficiente para cobrir as montanhas do Himalaia e o Monte Evereste. Não temos essa quantidade de água. Mas uma das coisas que todos os geólogos percebem é que as montanhas nem sempre estiveram em sua elevação atual. As montanhas dos andes foram elevadas pela atividade vulcânica. As montanhas dos Andes nem sempre estiveram lá. Elas nem sempre foram tão altas. As montanhas do Himalaia foram elevadas pela colisão de 22 continentes uns contra os outros. E conforme os continentes colidem uns contra os outros, eles se dobram para formar as montanhas. E então as altas cadeias de montanhas que vemos hoje achamos que são o resultado de montanhas que surgiram no final do dilúvio de Noé. Se as montanhas se elevam, se os continentes se elevam, isso significa que a água do oceano do dilúvio vai voltar para a bacia. Então, se você tem um continente que está se elevando, a água vai escorrer desse continente de volta para os oceanos. E então o que isso significa? O que achamos que significa é que durante o dilúvio, os continentes teriam afundado, a água do oceano teria transbordado para o continente, mas depois do dilúvio, os continentes teriam se elevado novamente e a água teria voltado para as bacias oceânicas. E então esse é um dos modelos em que estamos trabalhando como geólogos criacionistas para tentar pensar como a terra foi coberta por água e de onde veio essa água e para onde foi. Então, um diamante foi extraído no Brasil há cerca de 10 anos. [música] Dentro dele foi encontrado um pequeno cristal de um mineral chamado Ringodita. Acredita-se que a ringodita compõe grande parte das rochas do manto terrestre entre aproximadamente 400 e 660 km de profundidade na chamada zona de transição entre o manto superior e o manto inferior. Estimativas [música] indicam que a quantidade de água incorporada quimicamente na ringodita poderia ser equivalente à de todos os oceanos da superfície da Terra, possivelmente até mais. O mais fascinante é que essa água não está em estado líquido, mas faz parte dos grupos hidroxila na estrutura cristalina do mineral. Ou seja, a água está quimicamente ligada à rocha, mas pode ser liberada como água líquida, caso a rocha sofra fusão ou outros processos que façam o magma chegar à superfície, [música] como em vulcões. Essa água liberada pode atingir a superfície da Terra e, posteriormente ser novamente levada para o interior do planeta através de zonas de subducção. Dessa forma, a água pode entrar no manto por meio dessas zonas, estabelecendo um ciclo profundo da água, um ciclo de água que ocorre dentro do interior da Terra, paralelo ao ciclo da água que conhecemos na superfície. >> Durante nossa passagem pelos Estados Unidos com [música] a equipe do Origens, buscamos lugares que em suas rochas e horizontes, guardassem fragmentos da história da Terra. [música] E mesmo distantes de cenários imponentes como Grand Canyon, percebemos que até no coração [música] das cidades há marcas silenciosas que testemunham o constante movimento do [música] planeta. San Bernardino na Califórnia está situada sobre um dos mais impressionantes lembretes da dinâmica terrestre, a falha de San Andreas. Toda a crosta terrestre é moldada por placas tectônicas em movimento. A falha de San Andreas, com mais de 13 km de extensão, marca o encontro da placa do Pacífico, que se desloca para o Noroeste, e da placa da América do Norte, que avança lentamente [música] para o Sul. O atrito entre essas placas gera tremores frequentes e os [música] cientistas alertam para o inevitável Big One, um terremoto de grandes proporções que pode remodelar a paisagem e impactar milhões de vidas. Será que as grandes catástrofes geológicas que presenciamos hoje, terremotos, [música] tsunamis e erupções vulcânicas, são marcas de um passado em convulsão? [música] Estaria a Terra ainda se recuperando das cicatrizes deixadas pelo dilúvio? O dilúvio, obviamente, envolveu muita energia geológica, vulcões, terremotos, placas se movendo muito rápido e assim por diante. Uma quantidade tremenda de energia geológica. Mas eu não acho que o catastrofismo terminou quando Noé e os animais saíram da arca. E eu realmente tenho pensado e escrito sobre este tópico em nossos círculos de criação. Em 1970, houve um terremoto muito grande no Peru, perto de Lima. E uma das coisas que aconteceu foi que o tremor causou o desprendimento de uma grande quantidade de gelo glacial nas montanhas dos Andes e desceu para o vale como um deslizamento de terra gigante, enterrando várias cidades. Muitas dezenas de milhares de pessoas foram enterradas sob essa avalanche. Isso teria sido uma pequena catástrofe em termos das catástrofes que aconteceram depois do dilúvio, à medida que as montanhas se elevavam. Então, eu não imagino o mundo imediatamente pós dilúvio como um lugar estável. Montanhas, vulcões e terremotos continuavam acontecendo. A topografia da Terra precisava se estabilizar um pouco. E em certo sentido, quando vemos deslizamentos de terra e coisas assim acontecendo hoje, ainda é um resultado da Terra tentando alcançar um equilíbrio da catástrofe que aconteceu durante o dilúvio. Quanto mais eu estudo, mais uma coisa me salta aos olhos. Isso foi incrivelmente devastador. Às vezes, [música] pelo menos comigo, é fácil ter uma visão limitada do dilúvio. Estamos acostumados a pensar nele apenas como enchente, ou inundação, mas na realidade ele destruiu o planeta. Cadeias de montanhas foram arrasadas e novas surgiram. Os elementos químicos foram espalhados pelo planeta. A vida que existia foi destruída e agora está transformada em petróleo, carvão e várias outras substâncias que encontramos no registro geológico. Nem mesmo permanece na sua forma química original. Tudo foi transformado. Acredito que o planeta nunca se recuperou completamente do que aconteceu naquele período. O mundo que vemos hoje ainda carrega as cicatrizes do dilúvio. O envenenamento por assênio no sudeste asiático é apenas um exemplo. Há outros. Suspeito que o mundo antes do dilúvio tinha [música] muito mais vegetação. Era um lugar muito exuberante, mais confortável. E ele nunca mais foi o mesmo, porque Deus levou a sério o seu julgamento. Os danos foram tão grandes que o planeta nunca mais voltou a ser como antes. >> [música] [música]