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Documentário: Os segredos enterrados do Grand Canyon | Ep. 8 | ORIGENS

Documentário: Os segredos enterrados do Grand Canyon | Ep. 8 | ORIGENS

Documentário: Os segredos enterrados do Grand Canyon | Ep. 8 | ORIGENS

O Grand Canyon guarda segredos antigos registrados em suas camadas, fósseis e formações rochosas. Neste episódio de ORIGENS, investigamos o que essa imensa estrutura pode nos revelar sobre a história da Terra, a partir de uma perspectiva criacionista.

Descubra como cada detalhe geológico desafia explicações convencionais e pode apontar para eventos cataclísmicos globais, como o dilúvio bíblico.

📌 Prepare-se para olhar a história do dilúvio de uma forma completamente diferente!

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🟧 ORIGENS é uma série documental da TV Novo Tempo que investiga os mistérios da vida e do universo com cientistas de diversas áreas.

🟩 A temporada Dilúvio da série ORIGENS explora evidências científicas, geológicas e arqueológicas de um possível evento global catastrófico. A partir do relato bíblico do Dilúvio, a série investiga formações rochosas, fósseis, a Arca de Noé e impactos ambientais que podem estar ligados a esse acontecimento. Com uma abordagem criacionista e interdisciplinar, esta temporada conecta ciência e fé para responder à pergunta: o Dilúvio foi real?

#GrandCanyon #ErosãoRápida #EvidênciasGeológicas #Criacionismo #ORIGENSNT #HistóriaDaTerra

Legendas automáticas:

Que segredos o Grand Canyon pode nos
revelar sobre o passado da Terra? Hoje
vamos voltar a este lugar fascinante
para [música] explorar uma de suas
camadas mais intrigantes, o arenito
coconino.
Durante muito tempo, acreditou-se que
essa formação teria se originado em
dunas de deserto, moldadas lentamente
pelo vento. Mas e se nos permitirmos
olhar para as rochas com uma nova
abordagem? O que podemos [música]
descobrir? No episódio de hoje, você vai
conhecer um pesquisador que decidiu
olhar para esse conjunto de rochas mais
de perto. Acompanhando suas análises em
laboratório, veremos como evidências
microscópicas [música]
revelam que o coconino não foi formado
em ambientes áridos, [música] mas sim
sob ação poderosa da água. Prepare-se
para enxergar o Grand Canyon de uma nova
forma e descobrir [música] como essa
faixa de sedimentos pode ser uma peça
chave para entendermos o passado da
Terra.
na
[música]
A geologia, o estudo das rochas, como
conhecemos hoje, passou por diversas
fases. No início, pensadores viam o
registro geológico como uma testemunha
de grandes eventos do passado. O
catastrofismo era lente predominante. No
entanto, foi com a ascensão do
racionalismo que uma nova ideia ganhou
força, o uniformitarismo, que propõe que
o presente é a chave para o passado e
que os mesmos processos lentos e
graduais que observamos hoje moldaram o
mundo ao longo de milhões de anos. Mas e
se reavaliarmos essas abordagens? Seriam
os processos lentos, mais compatíveis
com os dados? Ou será que uma visão
catastrófica ainda tem espaço na
interpretação das camadas da Terra?
Na busca por compreender a história das
rochas sobre um olhar catastrofista,
somos conduzidos novamente ao [música]
Grand Canon, uma das formações mais
impressionantes da Terra. Existem
[música] canons em diversas partes do
mundo, verdadeiros livros de geologia
abertos diante [música] de nós. Mas o
Grand Canon se destaca de forma especial
por sua grandiosidade, por seu formato
imponente e sobretudo por estar em uma
região desértica, onde a ausência
[música] de vegetação permite contemplar
suas paredes em toda a extensão.
Quase todas as camadas de sedimentos
[música] que vemos ali não são
exclusivas, elas também aparecem em
diferentes lugares ao redor do globo. A
singularidade do Green Canyon está no
fato de ter sido profundamente escavado,
expondo, como poucas formações do
planeta essa sequência de [música]
extratos como páginas alinhadas de uma
mesma história.
E ao contemplar essa maravilha, a
pergunta é inevitável.
Como um desfiladeiro tão [música] vasto
e tão revelador foi formado?
Essa é uma pergunta curiosa.
Quando existem muitos modelos para
explicar algo,
é um sinal de que a questão não é bem
compreendida.
Em outras palavras, consigo pensar em
seis ou até mais explicações na
literatura científica
sobre como o Gran Canion foi formado.
E como existem todas essas explicações
competentes, [música]
você poderia dizer que há algo errado em
todas elas.
Eu
penso que
existem diversas características do
Grand Canon que nenhum desses modelos
consegue explicar.
É muito difícil imaginar como o rio
Colorado poderia ter cortado essa área.
Então, existem muitas ideias diferentes
sobre como o Grand Canon foi realmente
[música] esculpido,
como ele foi realmente cortado. E você
poderia pensar que os geólogos,
tanto os convencionais quanto os
criacionistas
estariam de acordo.
Mas não é assim. E isso acontece porque
a geologia do Grand Canyon é
enganosamente complexa. Ela parece muito
simples quando você está na borda do
canon olhando para baixo. Mas há tantas
coisas acontecendo ao redor do canon e
nas suas bordas que precisam ser
consideradas.
Existem duas teorias criacionistas para
a formação do Grand Canyon. Todos
concordam que as camadas horizontais
foram depositadas pelo dilúvio.
A questão é
como o canion, esse buraco enorme se
formou?
Os criacionistas acreditam
que o rio não cortou o canon, mas que o
canion formou o rio.
E isso aconteceu
na última fase do dilúvio, enquanto as
águas estavam recobrindo a Terra.
Primeiro, quando há muita água, ocorre o
que chamamos de erosão e lâmina, quando
a água flui apenas em camadas rasas.
Mas à medida que a água começa a
desacelerar, ela passa a cortar de fato
a rocha.
Então essas camadas de pedra ainda
estavam molhadas e macias do dilúvio.
Assim,
uma vez que a água se movimenta e começa
a explorar o desnível ou algo assim,
você pode ter uma erusão catastrófica.
De um ponto de vista convencional ou
secular.
Existem talvez duas dúzias de ideias
diferentes, ideias viáveis que as
pessoas propuseram para explicar como o
Canion foi cortado. E essas são apenas
as que são as mais aceitas. Há um monte
de outras ideias que as pessoas
consideram loucas ou que nunca foram
aceitas cientificamente.
Então, esses cientistas acabam
discutindo uns com os outros em
conferências e congressos sobre os dados
que encontraram e o que mostra isso e o
que revela aquilo. E uma das ideias que
na verdade foi proposta há cerca de 100
anos atrás está começando a voltar à
corrente principal. É uma ideia que eu
realmente gosto muito. Ela diz que havia
um grande lago, um rio acima do Gran
Canyon, e que o lago transbordou pela
borda
e a água desse lago foi responsável por
cortar o canion.
E isso é algo que sabemos que acontece
em outros lugares. Geólogos documentaram
repetidamente em todos os continentes
que há muitos grandes canons e formações
semelhantes que foram esculpidos dessa
mesma maneira. [música]
Então, do ponto de vista criacionista,
nos primeiros séculos após o dilúvio,
tivemos a era do gelo
com quantidades enormes de chuva,
enquanto a Terra ainda se recuperava
daquele evento. Não era exatamente como
o mundo é hoje.
H evidência de áreas ao noroeste do
Grand Canyon, que no passado
pareciam ter grandes lagos
que se transformaram no rio Colorado, no
rio verde e em outros rios.
Esses lagos levavam água para essa
depressão atrás do Grand Canyon,
que era uma área de planalto elevado.
O que aconteceu foi que enquanto esses
lagos se enchiam de água e à medida que
o gelo derretia cada vez mais,
os lados ficaram tão cheios que a água
ultrapassou a parte mais alta do
planalto.
E uma vez que a água chegou na parte
mais alta, ela começou a cortar a rocha
ou a água pode ter penetrado a rocha que
se dissolveu facilmente.
E você poderia ter uma camada central
dessas camadas que colapsou.
E quando a água encontra um caminho,
ela rapidamente quebra todo esse
material.
Mas eu realmente gosto dessa ideia de um
lago transbordante cortando o Grand
Canon. E com base em algumas medições e
alguns trabalhos que um dos meus alunos
fez, o tamanho desse lago poderia ter
sido equivalente ao mar Cáspio, um corpo
de água enorme
que poderia ter-se acumulado rio acima
do Grand Canyon [música]
e liberado, talvez inacreditáveis,
100.000 km cbelo
canon.
E eu acho que seria facilmente água
suficiente para tê-lo esculpido, mas
ainda estamos trabalhando nisso.
Eu não quero fingir que seja uma
explicação simples. É preciso muito
trabalho científico para analisar todas
essas coisas. Podemos estar errados
sobre isso, mas essa é uma das ideias
que criamos e que eu realmente gosto e
que parece se encaixar bem com as
evidências. Eu e vários dos meus alunos
estivemos fora procurando por evidências
desse lago. E há vulcões situados nessa
área que podem ter entrado em erupção no
fundo do lago. Pessoas como o Nate
Looper também encontraram algumas
evidências incríveis desse lago. E há
muitos cientistas trabalhando nesse
problema e muitos tipos de dados sendo
analisados. Esperamos poder juntar tudo
para contar uma história, porque no fim
há somente uma história a ser contada.
O mundo em que vivemos é vasto, diverso
e repleto de complexidade.
Cada montanha, vale e rocha carrega
consigo marcas de uma história profunda.
E analisar todas as evidências ao redor
do planeta que apontam para um passado
catastrófico seria uma tarefa que
ultrapassa os limites desta temporada.
Por isso, hoje vamos nos deter um estudo
específico.
Em meio às imensas paredes do Grand
Canyon, uma camada se destaca por sua
coloração clara e uniforme, o Coconino
Sandstone, localizado nas partes
superiores do canon, ele forma um dos
extratos [música] mais visíveis e
impressionantes da paisagem. Por
décadas, essa camada foi interpretada
como um vestígio [música] de um antigo
deserto, com supostas dunas
fossilizadas, moldadas por vento e um
deserto árido. Mas será mesmo o retrato
fiel de sua origem? Seria possível
encontrar evidência de que até mesmo o
topo do Grand Canyon já esteve um dia
submerso?
A pesquisa sobre o coconino Sand Stone
ou arenito Coconino foi conduzida pelo
Dr. John Whtmore, que gentilmente
[música]
nos recebeu em seu laboratório e nos
contou sobre as descobertas que fez.
O arenito coconino, eu tenho um pedaço
dele aqui. Este é o arenito coconino.
Ele é uma das grandes camadas do Gran
Canon. Se você for do topo do Gran
Canion para baixo, ele é a terceira
camada. É fácil de identificar por ser
de cor bem clara. E na maioria das vezes
que você encontra o coconino, as camadas
no coconino estão assim inclinadas. E as
camadas inclinadas são chamadas de
estratificação cruzada. Este arenito,
segundo geólogos convencionais, é
considerado uma evidência muito forte de
que o coconino foi formado em um
ambiente desértico.
Em dunas de areia do deserto, por
exemplo, você encontra camadas
inclinadas de areia assim. Então, a
maioria dos geólogos olha para o cocon:
"Ah, é um deserto". E de fato, algumas
pessoas dizem que o coconino seria uma
das melhores evidências de que o dilúvio
é falso, porque não pode ter um deserto
no meio do dilúvio de Noé.
Isso me desafiou e eu aceitei o desafio
de estudar esse arenito.
Então eu olhei para ele muitas vezes,
assim como alguns dos meus colegas da
Lomalinda Universary.
Quando começamos a estudar isso,
descobrimos que a explicação do deserto
não se sustentava. Pegamos pequenas
sessões dessa rocha para poder
observá-la [música] sob o microscópio.
Isso foi uma das partes mais importantes
do nosso estudo.
E quando olhamos a rocha de perto,
encontramos minerais que você
normalmente não encontra em um deserto.
Um desses minerais eu consigo ver nessas
pequenas lascas brilhantes aqui. Eles
parecem pedacinhos de prata e são
reluzentes. É um mineral chamado
Muscovita. É um mineral muito macio e em
condições desérticas ele se degrada
totalmente e desaparece. [música] Mas em
condições aquáticas esse mineral é
protegido pela água. Então você encontra
na areia da praia, nas margens dos rios
e assim por diante. Ele não se degrada.
O coconino possui muito desse mineral
muscovita.
Há outro mineral aqui chamado dolomita.
A dolomita é um mineral que só se forma
em condições marinhas. Você não encontra
em desertos, em grandes quantidades, nem
em outros lugares.
Quando aparece em grandes quantidades,
significa que foi formado em um oceano.
E essas características, como a
muscovita e a dolomita, ninguém havia
anotado antes no arenito coconino.
Também medimos os ângulos das
estratificações cruzadas. E os ângulos
dessas camadas não são iguais aos
ângulos encontrados em dunas de deserto.
As medidas são completamente diferentes.
E há tantas outras evidências no
coconino que indicam claramente
que essa formação foi feita em um
ambiente subaquático.
Para explicar melhor uma de suas
descobertas sobre o arenito coconino, o
Dr. Whitmore nos levou até o
microscópio. Ali, nas lâminas
preparadas, podemos observar de perto
[música] detalhes invisíveis a olho nuô,
evidências que ajudam a revelar a
verdadeira origem dessa camada de rocha.
Estamos olhando um pedaço do arenito
coconino sob o microscópio.
Dá para ver as camadas aqui. E uma das
coisas que percebi imediatamente é como
esses grãos são escuros e angulares. Se
fosse um deserto, todos eles deveriam
ser muito arredondados. E você pode ver
que são bem angulares, mais parecidos
com os grãos que encontramos na praia.
Outra coisa que notei é que há alguns
grãos bem grandes. Você consegue ver
alguns dos grãos realmente grandes aqui.
Mas se olhar aqui, há todos esses grãos
pequenos. E nós chamamos isso de mal
selecionado ou moderadamente
selecionado. Mas eu acho que este aqui é
mal selecionado. Se você tivessem em um
local desértico, esperaria que todos
esses grãos tivessem mais ou menos o
mesmo tamanho, porque o vento carrega
apenas partículas de areia de tamanho
semelhante, mas a água carrega tudo.
Então essa é uma das evidências de que
esta é uma rocha de ambiente aquático. A
maior parte do que estamos vendo aqui
são quartzos. Então o mineral branco
aqui é o quartzo. Há também um pouco de
feudespato potássico, que é o mineral
amarelado ali. E há uma cor muito
bonita,
o azul bebê, que é um pouco mais rara. É
um mineral argiloso chamado caulinita. É
um mineral interessante. Agora, o azul
que você vê aqui é o epoxi azul que você
viu ao redor da lâmina. A pessoa que
prepara isso para mim injeta epoxy nos
espécies antes de cortar e isso mantém
tudo junto. Então o azul preenche todos
os espaços vazios. Tudo que você vê azul
ali representa espaços vazios.
Então, se estivéssemos perfurando essa
rocha em busca de água ou petróleo, é
exatamente ali que eles estariam, entre
todos os grãos da rocha.
Qual foi a sensação de ver isso pela
primeira [música] vez? Porque por muitos
anos as pessoas acreditaram que o
coconino foi formado pelo processo de um
[música] deserto, mas aí você olha para
esses grãos de areia e [música] percebe
que eles não são realmente arredondados.
Fiquei absolutamente chocado. Durante
anos eu lia os artigos antes de olhar
pelo microscópio e eles diziam que os
grãos eram bem arredondados, bem
organizados e tudo mais. E então comecei
a olhar a primeira lâmina e pensei:
"Talvez isso não seja típico." Olhei a
próxima lâmina e, ó, esta também é
angular. E continuei olhando e olhando e
de novo e de novo. Era sempre assim.
Todos estavam errados sobre como o
coconino realmente era. O mais
interessante é que eles chegaram à
conclusão de que o coconino era um
depósito desértico antes de olharem a
rocha pelo microscópio.
Então, todo mundo assumiu que a rocha
seria bem organizada e bem arredondada,
só porque era um depósito de deserto.
Mas quando olhamos pelo microscópio,
surpresa, surpresa, [risadas]
foi realmente muito divertido poder ver
isso.
Passei, provavelmente centenas de horas
olhando o coconino no microscópio,
porque olhar assim é uma coisa, mas como
cientista você precisa caracterizar a
rocha, certo?
Então eu dediquei tempo medindo esses
grãos para dizer exatamente o tamanho
deles e aí criar estatísticas sobre os
grãos para determinar de que tipo de
seleção se trata.
Precisei fazer observações para analisar
seu formato, o conteúdo mineral e tudo
mais.
Então, passei centenas e centenas de
horas olhando o microscópio, medindo e
estudando todas essas coisas. Foi um
processo muito lento, mas muito
gratificante, com certeza.
A pesquisa do Dr. Wmore, apesar de sua
relevância, por si só, não prova o
dilúvio da Bíblia, apenas prova que essa
camada de sedimentos do Grand [música]
Canyon, conhecida como arenito coconino,
foi formada por água e não pela ação
lenta [música] do vento. No entanto,
considerando que a base da ciência é
[música] a curiosidade e a busca por
respostas a partir de hipóteses e
suposições, então [música] cabe retomar
a pergunta feita no início deste
episódio. Será que podemos voltar nossos
olhos [música] para a possibilidade do
passado do planeta ter sido marcado por
eventos catastróficos envolvendo água?
[música]
Surpreendentemente, ninguém havia
relatado isso em nenhum dos artigos que
lemos quando começamos este projeto.
Então, começamos a encontrar essas
coisas e eu comecei a apresentá-las em
conferências e assim por diante.
[música]
Eu estava em uma conferência quando um
geólogo muito respeitado veio falar
comigo. Acho que ele tinha 90 anos. Veio
mancando com sua bengala. E eu reconheci
o nome dele de imediato. Eu não sabia
como ele era, mas ao ver o nome
identifiquei na hora e pensei: "O que
esse cara vai me dizer?" Conversamos por
um tempo. Ele é um especialista em grãos
de areia, [música] trabalhos com
microscópio e pesquisas. E por fim, ele
disse: "Acho que é hora de dar mais uma
olhada no coconino". e ele concordou
completamente com as conclusões que eu
estava apresentando. Então, mesmo
[música] que eu tenha enfrentado
resistência em conferências e eventos
assim, acredito que encontramos
evidências suficientes
para realmente começar a mudar a visão
dominante da comunidade [música]
científica, considerando que o coconino
é um depósito subaquático. So
[música]
Ah.
[música]

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