Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Documentário: A Era do Gelo sob a lente do criacionismo | Ep. 9 | ORIGENS

Documentário: A Era do Gelo sob a lente do criacionismo | Ep. 9 | ORIGENS

Documentário: A Era do Gelo sob a lente do criacionismo | Ep. 9 | ORIGENS

A chamada Era do Gelo realmente aconteceu? Neste episódio, ORIGENS questiona o paradigma convencional e apresenta hipóteses criacionistas para explicar as evidências de gelo intenso no passado da Terra.

📌 Prepare-se para olhar a história do dilúvio de uma forma completamente diferente!

Que aprender mais sobre esses e outros assuntos?
👉 Guia de estudos gratuito: “A Origem de Tudo” em http://www.novotempo.com/origem

🟧 ORIGENS é uma série documental da TV Novo Tempo que investiga os mistérios da vida e do universo com cientistas de diversas áreas.

🟩 A temporada Dilúvio da série ORIGENS explora evidências científicas, geológicas e arqueológicas de um possível evento global catastrófico. A partir do relato bíblico do Dilúvio, a série investiga formações rochosas, fósseis, a Arca de Noé e impactos ambientais que podem estar ligados a esse acontecimento. Com uma abordagem criacionista e interdisciplinar, esta temporada conecta ciência e fé para responder à pergunta: o Dilúvio foi real?

#EraDoGelo #Geologia #Criacionismo #ClimaAntigo #EvidênciasDaTerra #ORIGENSNT

Legendas automáticas:

A terra em que vivemos [música] ainda
guarda marcas profundas de sua história.
Oceanos se agitam, vulcões despertam e
placas tectônicas se movem
incessantemente [música] sob nossos pés.
Toda essa atividade gera eventos
extremamente [música]
temidos, tsunamis, terremotos e erupções
vulcânicas.
Muitas são as causas e motivos desses
eventos que assolam o planeta e sobre os
quais ninguém tem controle.
Mas e se essas forças que moldam o
planeta hoje não fossem apenas fenômenos
naturais em curso? E se na verdade
fossem cicatrizes de um evento
catastrófico que mudou toda a geografia
do planeta, seria possível que a Terra
ainda esteja se recuperando do dilúvio?
Ne. Ah.
[música]
>> [música]
[música]
>> As rochas ígneas, formadas pelo
resfriamento do magma, são as mais
abundantes da Terra, compondo a maior
parte da crossa terrestre e do manto,
embora nem sempre estejam visíveis. na
superfície. Enquanto as rochas [música]
sedimentares compõem cerca de 75%
das terras emersas, as ígnias
representam mais de 90% do volume total
da crosta terrestre. Isso significa que
se pudéssemos remover a camada de
sedimentos e solos, nos depararíamos com
o mundo predominantemente formado por
rochas ígneas.
>> [música]
>> Um exemplo impressionante dessas rochas
pode ser encontrado aqui no Parque
Nacional Joshua, Tre, onde gigantescas
formações de granito, uma rocha ígnea
formada pelo resfriamento do magma no
interior da Terra, emerge da paisagem.
Mas será que a enorme [música]
quantidade de rochas ígneas na Terra nos
dão pistas sobre o passado do planeta?
Quando eu estudo rochas vulcânicas que
ocorreram no passado, você percebe
[música] que elas são semelhantes, mesmo
material.
Algumas estão numa área continental,
como as que eu estudei, outras como Cabo
Verde e Galápagos estão realmente em
cima do seno Atlântico Pacífico, né? Aí
quando você tá na Islândia, como
aconteceu comigo, eu coloco a mão, tem
uma fenda mais simples, eu coloco a mão,
eu tô com a mão na placa euroasiástica,
a mão direita, a mão esquerda, eu tô com
a na placa norte-americana. Ah, que
fantástico, tá? Ou seja, é a cadeia
mesoatlântica.
Essa cadeia é um vulcão linear de 20.000
1000 km de extensão.
Daí que saiu toda uma a lava que formou
o açó do Oceano Atlântico.
E você vê a geometria da cadeia
mesoatlântica
é a mesma do contorno sul-americano da
costa leste e do contorno africano a
oeste, mostrando que as duas partes,
África e América do Sul, estavam no
mesmo lugar, que hoje é a cadeia mesmo
atlântica. Quer dizer, não tem como
imaginar esses eh leitos de do marirem,
[música] eles formaram durante a grande
catástrofe.
>> Erupções vulcânicas, por si só carregam
um espetáculo de poder e terror. Basta
uma única para transformar a ordem da
Terra. Ecossistemas inteiros sucumbem,
cidades desaparecem sobantos de cinzas.
Rios mudam seu curso [música] e
montanhas se erguem ou desmoronam em
questões de horas. Considerando uma
atividade vulcânica global, [música]
o que isso seria capaz de causar no
planeta?
A atividade vulcânica provoca efeito de
resfriamento. Quando os vulcões entram
em erupção, muitos gases são liberados
na atmosfera com partículas de cinza. O
dióxido de enxofre é conhecido por
causar efeito de resfriamento,
bloqueando parte da luz solar.
Observamos que isso aconteceu logo após
o dilúvio, antes da era do gelo. Durante
o dilúvio, devido a esses abalos
geológicos, houve uma grande quantidade
de atividade vulcânica. Muito magma
quente foi despejado nos oceanos,
fazendo com que a temperatura da água
aumentasse. À medida que a água aquece,
ela começa a evaporar. Ao alcançar a
atmosfera, a água esfria e se condensa,
caindo novamente sobre a terra em forma
de neve ou aculo de gelo. E observamos
isso acontecendo durante o dilúvio.
Criacionistas concordam que depois do
dilúvio houve apenas uma era do gelo
causada pelas condições do final desse
evento.
O dilúvio não foi só uma chuva
constante, mas como diz Gênesis 7, as
fontes do grande abismo se abriram.
E estudando essa linguagem, o texto
indica uma erupção catastrófica da
crosta terrestre,
especialmente no fundo do oceano,
trazendo água quente para o mar.
A temperatura média do oceano teria
aumentado durante o ano do dilúvio.
Então, no final do dilúvio, havia muita
cinza e aerossóis na atmosfera, [música]
devido a erupções vulcânicas, bloqueando
a luz solar e resfriando a Terra.
O oceano que mantém calor por mais tempo
estava quente,
evaporando a áa que caía na forma de
neve nas latitudes norte e de chuvas
torrenciais nas latitudes sul.
Como geólogos criacionistas, nós
entendemos que a era do gelo aconteceu
depois do dilúvio.
Provavelmente levou algum tempo para se
desenvolver,
porque o gelo e a neve não podem se
acumular da noite pro dia.
Mas imaginamos que a água do dilúvio era
muito quente.
Quando as fontes do grande abismo se
romperam, era água quente saindo da
terra.
E sempre que você tem água do mar muito
muito quente, ela evapora rapidamente.
Nos Estados Unidos, quando chegamos aos
meses de agosto e setembro, é final do
verão para nós.
E a água do Oceano Atlântico está muito
quente.
As condições atmosféricas são tais que
essa água gera furacões enormes.
Felizmente para os brasileiros, vocês
estão fora da rota principal dos
furacões.
A maioria deles vem do norte para nós.
Mas essas grandes tempestades se formam
por causa da água extremamente quente do
oceano.
Então, após o dilúvio, acreditamos que
havia tempestades desse tipo, porque a
água estava quente.
Na parte sul dos Estados Unidos, essas
grandes tempestades despejam quantidades
torrenciais de chuva, mas mais ao norte,
onde essas tempestades às vezes chegam
ao interior, em regiões mais frias. Elas
não teriam despejado chuva, mas sim neve
e em grandes quantidades.
E acreditamos que foi isso que realmente
iniciou a era do gelo. Grandes
tempestades chegando em áreas mais frias
nos continentes, depositando enormes
quantidades de neve que não conseguiam
derreter durante o verão.
Assim foi como o gelo glacial
desenvolveu. Ainda vemos fenômenos
semelhantes em lugares como a
Groenlândia, por exemplo.
Furacões que sobem pela costa leste dos
Estados Unidos chegam a Groenlândia e
não chove, neva muito.
Portanto, achamos que o gelo, o gelo
glacial formou assim. Os oceanos atuaram
como uma máquina de neve, gerando
enormes quantidades de neve que se
acumularam e deram origem ao gelo
glacial.
Então, do ponto de vista criacionista,
nos primeiros séculos após o dilúvio,
ocorreu a era do gelo com quantidades
enormes de chuva.
Enquanto a Terra ainda se recuperava
desse evento, o mundo não era exatamente
como é hoje.
A primeira vista, poderíamos imaginar
que a Terra é firme, sólida e imutável.
Montanhas parecem eternas, rios correm
como se sempre tivessem seguido o mesmo
caminho e os continentes nos dão a
ilusão [música] de estabilidade. Mas na
realidade o planeta não é estático, ele
está em [música] constante movimento.
Sob nossos pés, as placas tectônicas se
movem como peças gigantes de um
quebra-cabeça vivo, o que provoca
terremotos e tsunamis. Vulcões lembram
que o coração da Terra é feito de fogo.
Ventos, mares e geleiras redesenham as
paisagens com o passar do tempo, como
mãos invisíveis que esculpem [música] a
superfície do planeta. São lembretes
constantes da incessante movimentação
[música] do planeta.
Como geólogos, uma das ideias que temos
chamamos de tectônica de placas
catastrófica.
E o que entendemos é que os continentes
e o fundo do oceano se moveram
horizontalmente muito rapidamente
durante o dilúvio.
Temos essa ideia que nossos filhos
aprendem na escola chamada tectônica de
placas, mas esse é um processo muito
lento.
Na América do Sul, a placa de Nasca está
deslizando sobre o continente da América
do Sul. E com isso você tem atividade
vulcânica nas montanhas. Elas se dobram,
mas nos dizem que esse processo acontece
muito lentamente, ao longo de milhões de
anos.
A ideia em que estamos pensando na
geologia do dilúvio é chamada de
tectônica de placas catastrófica. Em
outras palavras, esses processos não
estavam acontecendo lentamente,
eles estavam acontecendo muito
rapidamente, talvez a metros por
segundo, realmente bem rápido.
E quando colocamos esses parâmetros no
modelo computacional, eles nos mostram
que o fundo do mar realmente incha e
desencadeia tsunamis. E isso faz com que
muita água do oceano suba nos
continentes.
E então o dilúvio termina e esses
processos de tectônica de placas
desaceleram para o que realmente vemos
hoje, o que faz com que a água escorra
dos continentes e faz com que as
montanhas se elevem e assim por diante.
Então, [música] o Mercúrio, na verdade,
meu estudo sobre o Mercúrio foi o que me
levou a investigar como elementos se
movimentaram durante o dilúvio,
especialmente [música] os tóxicos.
Foi por causa de outro cientista que não
acredita em um dilúvio global, que
argumentou que uma das razões pelas
quais não poderia ter a vida um dilúvio
global seria o Mercúrio, que é
extremamente tóxico, mortal.
E então o seu argumento era que isso
teria liberado tanto Mercúrio que se
você erudisse todo o planeta isso não
pareceria provável. Então fiz um estudo
sobre isso
e o que eu descobri foi que realmente
não há razão para pensar que o Mercúrio
estivesse na superfície da Terra antes
do dilúvio.
Muito dele está vindo de fluidos
hidrotermais.
Então, provavelmente esse mercúrio
começou a subir para a superfície quando
as fontes do abismo se romperam e você
teve o mercúrio emergindo com esses
[música]
hidrotermais também são muito ricos em
enxofre e o enxofre se liga bem ao
mercúrio.
Então, o que teria acontecido é que
assim que esses fluidos atingissem a
água do mar, que é bem mais fria,
ficaria frio suficiente para que o
mercúrio e o enxofre se combinassem e
formassem sulfeto de mercúrio sólido.
Você teria um pouco de mercúrio se
movendo para a água, mas muito dele
estaria sendo depositado como sufeto de
mercúrio. Depois parte disso seria
empurrado de volta.
Ao longo do dilúvio, com certeza tivemos
pulsos desses fluidos [música] subindo
através da Terra e esses fluidos
carregariam e moveriam parte do mercúrio
mais para cima, mas ele ainda se ligaria
ao enxofre e assim que esfriasse viraria
sólido. E é exatamente isso que vemos no
registro geológico. Vemos Mercúrio
distribuído pela Terra e alguns pontos
onde ele está altamente concentrado.
E na maioria desses casos, o que parece
ter acontecido foi uma precipitação
[música] inicial de sulfeto de mercúrio,
seguida por fui dos hidrotermais,
[música] que subiram através dele, o
concentraram e depois, à medida que
esfriaram, o redepositaram um pouco mais
acima nas camadas de rocha que estavam
se formando naquele momento ou já haviam
se formado.
Então, não há razão para pensar que a
quantidade de mercúrio nas águas do
dilúvio teria sido alta o suficiente
para ser devastadora,
mas faz bastante sentido e parece se
alinhar com o que vemos no registro
geológico, que o dilúvio, especialmente
as fontes do abismo, estava movendo o
mercúrio de camadas mais profundas da
Terra para mais perto da superfície onde
o encontramos hoje.
Também houve muita liberação de mercúrio
por [música] vulcões, provavelmente na
época do dilúvio.
E temos evidência disso. Há um
enriquecimento de mercúrio vulcânico em
algumas camadas de rocha ao redor do
período que acreditamos ser o início do
dilúvio.
Muitas pessoas pensam que o dilúvio de
Noé seria impossível, porque como no
mundo poderíamos ter água suficiente
para cobrir os andes? ou como no mundo
poderíamos ter água suficiente para
cobrir as montanhas do Himalaia e o
Monte Evereste. Não temos essa
quantidade de água.
Mas uma das coisas que todos os geólogos
percebem é que as montanhas nem sempre
estiveram em sua elevação atual.
As montanhas dos andes foram elevadas
pela atividade vulcânica. As montanhas
dos Andes nem sempre estiveram lá. Elas
nem sempre foram tão altas.
As montanhas do Himalaia foram elevadas
pela colisão de 22 continentes uns
contra os outros.
E conforme os continentes colidem uns
contra os outros, eles se dobram para
formar as montanhas.
E então as altas cadeias de montanhas
que vemos hoje achamos que são o
resultado de montanhas que surgiram no
final do dilúvio de Noé.
Se as montanhas se elevam, se os
continentes se elevam, isso significa
que a água do oceano do dilúvio vai
voltar para a bacia.
Então, se você tem um continente que
está se elevando, a água vai escorrer
desse continente de volta para os
oceanos.
E então o que isso significa? O que
achamos que significa é que durante o
dilúvio, os continentes teriam afundado,
a água do oceano teria transbordado para
o continente, mas depois do dilúvio, os
continentes teriam se elevado novamente
e a água teria voltado para as bacias
oceânicas.
E então esse é um dos modelos em que
estamos trabalhando como geólogos
criacionistas para tentar pensar como a
terra foi coberta por água
e de onde veio essa água e para onde
foi.
Então, um diamante foi extraído no
Brasil há cerca de 10 anos. [música]
Dentro dele foi encontrado um pequeno
cristal de um mineral chamado Ringodita.
Acredita-se que a ringodita compõe
grande parte das rochas do manto
terrestre entre aproximadamente 400 e
660 km de profundidade na chamada zona
de transição entre o manto superior e o
manto inferior.
Estimativas [música]
indicam que a quantidade de água
incorporada quimicamente na ringodita
poderia ser equivalente à de todos os
oceanos da superfície da Terra,
possivelmente até mais. O mais
fascinante é que essa água não está em
estado líquido, mas faz parte dos grupos
hidroxila na estrutura cristalina do
mineral. Ou seja, a água está
quimicamente ligada à rocha, mas pode
ser liberada como água líquida, caso a
rocha sofra fusão ou outros processos
que façam o magma chegar à superfície,
[música] como em vulcões. Essa água
liberada pode atingir a superfície da
Terra e, posteriormente ser novamente
levada para o interior do planeta
através de zonas de subducção. Dessa
forma, a água pode entrar no manto por
meio dessas zonas, estabelecendo um
ciclo profundo da água, um ciclo de água
que ocorre dentro do interior da Terra,
paralelo ao ciclo da água que conhecemos
na superfície.
>> Durante nossa passagem pelos Estados
Unidos com [música] a equipe do Origens,
buscamos lugares que em suas rochas e
horizontes, guardassem fragmentos da
história da Terra. [música] E mesmo
distantes de cenários imponentes como
Grand Canyon, percebemos que até no
coração [música] das cidades há marcas
silenciosas que testemunham o constante
movimento do [música] planeta.
San Bernardino na Califórnia está
situada sobre um dos mais
impressionantes lembretes da dinâmica
terrestre, a falha de San Andreas. Toda
a crosta terrestre é moldada por placas
tectônicas em movimento. A falha de San
Andreas, com mais de 13 km de extensão,
marca o encontro da placa do Pacífico,
que se desloca para o Noroeste, e da
placa da América do Norte, que avança
lentamente [música] para o Sul. O atrito
entre essas placas gera tremores
frequentes e os [música] cientistas
alertam para o inevitável Big One, um
terremoto de grandes proporções que pode
remodelar a paisagem e impactar milhões
de vidas.
Será que as grandes catástrofes
geológicas que presenciamos hoje,
terremotos, [música]
tsunamis e erupções vulcânicas, são
marcas de um passado em convulsão?
[música] Estaria a Terra ainda se
recuperando das cicatrizes deixadas pelo
dilúvio?
O dilúvio, obviamente, envolveu muita
energia geológica, vulcões, terremotos,
placas se movendo muito rápido e assim
por diante. Uma quantidade tremenda de
energia geológica.
Mas eu não acho que o catastrofismo
terminou quando Noé e os animais saíram
da arca.
E eu realmente tenho pensado e escrito
sobre este tópico em nossos círculos de
criação.
Em 1970, houve um terremoto muito grande
no Peru, perto de Lima.
E uma das coisas que aconteceu foi que o
tremor causou o desprendimento de uma
grande quantidade de gelo glacial nas
montanhas dos Andes
e desceu para o vale como um
deslizamento de terra gigante,
enterrando várias cidades.
Muitas dezenas de milhares de pessoas
foram enterradas sob essa avalanche.
Isso teria sido uma pequena catástrofe
em termos das catástrofes que
aconteceram depois do dilúvio, à medida
que as montanhas se elevavam.
Então, eu não imagino o mundo
imediatamente pós dilúvio como um lugar
estável. Montanhas, vulcões e terremotos
continuavam acontecendo. A topografia da
Terra precisava se estabilizar um pouco.
E em certo sentido, quando vemos
deslizamentos de terra e coisas assim
acontecendo hoje, ainda é um resultado
da Terra tentando alcançar um equilíbrio
da catástrofe que aconteceu durante o
dilúvio.
Quanto mais eu estudo, mais uma coisa me
salta aos olhos. Isso foi incrivelmente
devastador. Às vezes, [música] pelo
menos comigo, é fácil ter uma visão
limitada do dilúvio.
Estamos acostumados a pensar nele apenas
como enchente, ou inundação, mas na
realidade ele destruiu o planeta.
Cadeias de montanhas foram arrasadas e
novas surgiram.
Os elementos químicos foram espalhados
pelo planeta.
A vida que existia foi destruída e agora
está transformada em petróleo, carvão e
várias outras substâncias que
encontramos no registro geológico.
Nem mesmo permanece na sua forma química
original. Tudo foi transformado.
Acredito que o planeta nunca se
recuperou completamente do que aconteceu
naquele período. O mundo que vemos hoje
ainda carrega as cicatrizes do dilúvio.
O envenenamento por assênio no sudeste
asiático é apenas um exemplo. Há outros.
Suspeito que o mundo antes do dilúvio
tinha [música] muito mais vegetação. Era
um lugar muito exuberante, mais
confortável.
E ele nunca mais foi o mesmo, porque
Deus levou a sério o seu julgamento. Os
danos foram tão grandes que o planeta
nunca mais voltou a ser como antes.
>> [música]
[música]

Tags: