Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Documentário: A natureza após o Dilúvio: humanos, animais e ecossistemas | Ep. 12 | ORIGENS

Documentário: A natureza após o Dilúvio: humanos, animais e ecossistemas | Ep. 12 | ORIGENS

Documentário: A natureza após o Dilúvio: humanos, animais e ecossistemas | Ep. 12 | ORIGENS

Após o Dilúvio, como a vida se reorganizou? Explore as teorias sobre reconstrução de ecossistemas, adaptação de espécies e o papel humano no mundo pós-Dilúvio.

📌 Prepare-se para olhar a história do dilúvio de uma forma completamente diferente!

Que aprender mais sobre esses e outros assuntos?
👉 Guia de estudos gratuito: “A Origem de Tudo” em http://www.novotempo.com/origem

🟧 ORIGENS é uma série documental da TV Novo Tempo que investiga os mistérios da vida e do universo com cientistas de diversas áreas.

🟩 A temporada Dilúvio da série ORIGENS explora evidências científicas, geológicas e arqueológicas de um possível evento global catastrófico. A partir do relato bíblico do Dilúvio, a série investiga formações rochosas, fósseis, a Arca de Noé e impactos ambientais que podem estar ligados a esse acontecimento. Com uma abordagem criacionista e interdisciplinar, esta temporada conecta ciência e fé para responder à pergunta: o Dilúvio foi real?

#PósDilúvio #Ecossistemas #Adaptação #Criacionismo #VidaNaTerra #ORIGENSNT

Legendas automáticas:

O ser humano não consegue não se
maravilhar diante da complexidade da
vida. Cada forma, cada cor, cada som que
ecoa na natureza desperta em nós
[música] um misto de fascínio e
reverência. Desde os tempos mais
antigos, buscamos compreender os
mistérios da criação, o que sustenta a
vida, o que a diferencia, o que a faz
florescer em tamanha variedade sobre a
Terra. Mas como explicar [música]
tamanha diversidade a partir de um novo
começo? Como a partir de um pequeno
grupo de animais que desceu [música] da
arca pode surgir a imensidão de espécies
que hoje enchem os céus, os mares e as
[música] florestas? De que forma a vida
se espalhou, se adaptou e se multiplicou
nos diferentes cantos do mundo após as
águas do dilúvio terem recuado?
Ne. Ah.
[música]
>> [música]
[música]
>> O mundo é vasto, tão vasto [música] que
a mente humana mal consegue abarcar sua
grandiosidade.
dos gelos eternos, das tundras, às
areias abrasadoras dos desertos, da
serenidade das florestas tropicais às
montanhas que tocam [música] o céu. Cada
canto da Terra revela uma expressão
única da criação. Há lugares onde a vida
floresce em cores, sons e movimentos,
[música] e outros onde o silêncio reina
soberano. Mas até ali, nas paisagens
áridas e frias, a existência resiste com
uma força que espanta e encanta.
[música]
A diversidade do planeta é um testemunho
de sua beleza e complexidade. Cada
bioma, cada espécie, cada sopro de vida
parece ajustado com precisão ao ambiente
em que habita. [música]
Mas se cremos na literalidade de Gênesis
e que toda a vida animal e humana
recomeçou após o dilúvio, a partir da
aca de Noé repousada sobre as [música]
montanhas do Ararate, como foi possível
que criaturas tão distintas se
espalhassem, [música]
se adaptassem a climas tão opostos,
cobrindo o globo com tamanha riqueza de
formas e modos de vida?
Uma das coisas que a Bíblia diz duas
vezes, na verdade, mas mais
particularmente no final do dilúvio,
Deus dá esse comando:
"Sejam frutíferos, multipliquem-se e
encham a terra".
A questão é que isso implica que os
organismos são capazes de fazer isso, se
multiplicar.
Há um problema lógico
com a forma do mecanismo
que Darwin propôs,
que depois foi formalizado em uma teoria
mais abrangente que chamamos de
neodarwinismo.
E a questão
é que quando os organismos encontram um
novo conjunto de circunstâncias nas
quais precisam sobreviver,
eles de alguma forma se adaptam a essas
novas circunstâncias ou então se
extinguem. Essas são as duas opções,
mas a ideia de que deve levar longos
períodos de tempo para que os organismos
façam isso é problemática.
Porque
se você não tiver a informação genética
já codificada em seu DNA para sobreviver
a essas novas circunstâncias,
você simplesmente vai se extinguir.
Não haverá tempo para você se adaptar.
E minha suspeita é que quando Deus deu
esse comando,
ele sabia que havia colocado essa
engrenagem no DNA dos seres que estavam
na arca.
Havia colocado a habilidade
ou talvez a informação necessária para
que eles sobrevivessem nas diversas
circunstâncias.
E, aliás, essa é uma coisa que podemos
ver acontecendo.
Eu não quero fazer uma afirmação
categórica e universal. Sou muito
cuidadoso com isso.
Mas sim, parece que os organismos
guardam mais informação do que o que é
realmente necessário para sobreviver no
ambiente em que vivem.
Então, quando esses animais eles saem da
arca e eles encontram o mundo
completamente novo e transformado,
com a sua geografia transformada, com o
seu clima transformado, porque o dilúvio
mudou completamente,
por exemplo, a temperatura da água, né?
E isso aumenta ã a evaporação, faz
chover mais, esfria aquela coisa toda.
Então, como é que esses animais vão se
adaptar?
a essas mudanças e o alimento talvez não
teria a mesma comida do que antes. Que
que eles vão comer agora? Onde que eles
vão morar? Como que eles vão se
reproduzir?
Então, foi necessário haver um ajuste e
o que nós chamamos em biologia de
adaptação. E aí que entra essa
informação genética, porque essa
informação genética é que vai habilitar
os animais a terem as características
que vão permitir a essa flexibilidade. E
aí que entra também a questão da seleção
natural, porque nós como criacionistas,
é lógico que a gente aceita a seleção
natural, mas diferente dos naturalistas,
dos evolucionistas,
seleção natural não tem aquele poder eh
ilimitado formador de novas espécies,
grupos e formas. seleção natural, ela
tem um uma ação uniforme e aí a gente
tem a possibilidade para acontecer o que
nós chamamos da na biologia de
especiação,
que é o surgimento de novas espécies. E
quando a gente fala, né, depois da arca,
a gente tem aí milhares de anos dentro
da cronologia criacionista. E a gente
fica pensando assim, eh, seria possível
eventos de especiação rápidos? Porque a
teoria da evolução afirma: "Olha, eu
preciso de milhares de anos, né? O
Darwin postulou isso lá no século XIX.
As mudanças que a gente vê [música] aqui
são lentas, então seriam necessários
milhões de anos. Mas na cronologia
criacionista a gente acredita num tempo
mais eh num tempo menor.
Seria possível?
Assim, é bem complexo essa questão em
relação a à especiação e nós temos, por
exemplo, espécie se formando agora, por
exemplo, nós temos vários mecanismos de
especiação. A especiação ela pode se dar
por um isolamento geográfico. Então, nós
temos duas populações, uma população e
acaba parte daquela população migrando e
se estabelece um isolamento geográfico.
E aqueles indivíduos que acabaram sendo
isolados vão começar a cruzar entre eles
e vão surgir modificações de tal forma
que quando eles se reencontrem não vai
haver acasalamento, tá? Não vai [música]
haver reconhecimento entre um indivíduo
e outro como potenciais parceiros.
[música]
Pode haver um isolamento reprodutivo
associado ao não reconhecimento de um
parceiro sexual. Pode haver um um
isolamento na mesma região sem haver
isolamento geográfico. Por exemplo, nós
temos alguns insetos, alguns animais,
que a própria exploração de novos
recursos [música] alimentares vai
modificar a expressão de alguns genes
que podem levar ao isolamento
reprodutivo.
Então, a dinâmica é bem vasta e bem
diversa, [música]
tá? E eu estudei insetos, eu estudei
hidrosófila,
mosquinhas da fruta, que são um exemplo
de especiação, muito utilizado na
genética pra gente entender genética de
populações.
E a gente observa especiação
hidrosófila. Por exemplo, se eu tiver
uma população de drosófila [música]
em uma ilha, só ilustrando, e parte
daquelas drosfilas acabarem sendo
transportadas, por exemplo, por um uma
penca de banana, frutas que acabam
boiando no oceano e vão parar em outra
ilha.
E aquelas drosófilas começam a povoar
aquela nova ilha separadas dessa
população original e começam a explorar
uma nova fonte de alimentos.
Nós temos alguns genes que nós chamamos
de pleiotrópicos,
nome esquisito, né? Porque genes
pleotrópicos, eles vão atuar em
diferentes eh funções ao mesmo tempo.
Então, por exemplo, em Drosófilo, nós
temos genes [música] que estão
associados à capacidade de gerir alguns
alimentos. e ao mesmo tempo em relação
ao comportamento sexual.
Então, quando a drosófila começa a
alimentar aquela fonte distinta de
alimento, o comportamento reprodutivo
vai ser modificado. E o acasalamento
depende da conquista do macho. Drosóf,
ele tem que fazer uma dancinha, tem que
seguir os passos corretos, senão a fêmea
não reconhece ele como potencial
parceiro. Então nós temos isolamento
reprodutivo nesse caso e depois pode
estabelecer um isolamento que vai
resultar em diferenças morfológicas com
tempo que vão surgindo alterações.
Entretanto, esse mecanismo sempre tá
acontecendo, muitas vezes ele restringe
e diminui a informação genética
ao invés de ter um um acréscimo de
informação genética funcional.
Já se perguntou como o mundo ficou
depois do dilúvio? As águas recuando
lentamente, revelando montanhas, vales e
planícies antes [música] ocultos. Um
planeta diferente e silencioso, à espera
de ser preenchido novamente com vida,
cor e movimento. Como teria sido aquele
recomeço? Como os animais se dispersaram
encontrando novos lares em climas tão
distintos, de florestas úmidas a
desertos escaldantes, [música]
de pradarias verdejantes a montanhas
cobertas por [música] neve. como as
plantas se espalharam, como os
ecossistemas se reconstruíram, como a
Terra se reorganizou após tamanha
catástrofe.
Logo depois do dilúvio, existem alguns
pesquisadores que entendem que houve um
período de glaciação em que algumas
regiões do nosso planeta, cerca de 1/3
do nosso planeta, passou por um clima,
um resfriamento desse clima. Então,
houve também muita neve, aquela coisa
toda. Então, eles estimam que houve esse
período de glaciação,
até porque isso tá marcado nas rochas e
até hoje tem cientista achando mamila
nudo no gelo na Sibéria, nas regiões
geladas. Então, de fato, houve um
período bastante gelado. E nesse
período, algumas regiões, por exemplo,
naquela região do estreito de Bering,
que fica ali na Rússia com Alasca, há
hipóteses que afirmam que é possível que
existia uma espécie de ponte de gelo em
que foi possível alguns animais,
inclusive humanos,
terem passado da Ásia para o continente
americano, né? Quando a gente pensa,
[música]
eh, vou usar o exemplo de Galápagos
novamente, um arquipélago que surgiu no
meio do Oceano [música] Pacífico, como
que chegou lá tartaruga? Como que chegou
lá ave? Como que chegou lá mamífero, né?
Ah, então alguns animais obviamente
chegam voando como as aves, podem ser
aves migratórias, ah, as tartarugas,
falando [música] especificamente galápos
que eu tenho mais experiência, né? Mas
eh há estimativas de pesquisadores que
dizem que provavelmente uma ou algumas
fêmeas grávidas foram boiando do
continente para o arquipélago, porque há
fósseis dessas tartarugas no continente.
Então eles imaginam que que essas
tartarugas foram, veja só, boiando,
porque tem uma corrente marítima que vem
lá da Antártica, sobe aí pelo litoral do
do continente sul-americano pelo Chile e
tal e [música] passa por Galápagos.
Então, pode ser que não intencionalmente
as tatuiras não foram nadando, não são
marinhas, mas elas foram sendo levadas
pela corrente. Se chega uma grávida lá,
bota os ovinhos e você começa uma nova
população, né? Então, eh, tem as
esteiras de vegetação também, porque
depois [música] de grandes tempestades,
tornados, etc.,
Se você tem uma grande quantidade de
vegetação, eles formam verdadeiras ilhas
que podem levar anfíbios, podem levar
répteis, podem levar insetos, enfim,
isso pode se deslocar de uma ilha para
outra novamente com esse movimento das
correntes oceânicas. Então, eu não vejo
dificuldade nenhuma pra gente entender
que houve esse deslocamento e essa
dispersão. Agora, novamente, a gente vai
falar de adaptação. Por quê? Esses
animais precisaram se adaptar a essas
[música] regiões e talvez a Austrália
tenha os cangurus e outros animais muito
peculiares daquele continente, porque
conseguiram encontraram de fato um lugar
ideal para se adaptar e para se
diversificar, né? Aqui no continente
americano, tanto no norte, no
sul-americano, no central, você tem
espécies que são parecidas e são
aparentadas. Então, houve esse
deslocamento e etc, né? Então, não vejo
problema nenhum. [música] As condições
logo depois do dilúvio, eh, ainda
estavam se ajustando,
eh, para chegar naquilo [música] que nós
temos hoje. E nesses nesse período é
possível que eles tenham aproveitado
para se deslocar pros diferentes
lugares.
A natureza é uma obra viva de adaptação
e sobrevivência. Em cada canto do mundo,
os animais revelam uma [música]
impressionante capacidade de ajustar-se
aos desafios do ambiente. Há peixes que
vivem em águas quase sem oxigênio. Aves
que cruzam oceanos inteiros guiadas
apenas por instinto, insetos que se
camuflam com perfeição no meio das
folhas, mamíferos que suportam o frio
extremo das [música] geleiras. Mas até
onde vai essa capacidade? Será que
existe um ponto em que o corpo [música]
não consegue mais mudar, em que o
instinto não é suficiente? Em que a
adaptação [música] encontra o seu
limite?
>> Eu acho que podemos ver isso muito
claramente, porque os organismos entram
em extinção. Eles se extinguem
localmente
quando o ambiente em quem se encontram
não é capaz de sustentar sua
sobrevivência.
As mutações e a seleção natural são os
dois mecanismos fundamentais para
[música] que a evolução pudesse ocorrer.
A ideia é que com tempo suficiente esses
dois processos permitiriam que um
organismo unicelular evoluísse
gradualmente até se tornar um ser
humano.
O problema é que podemos observar
mutações e seleção natural no presente.
Podemos estudá-las agora e percebemos
que elas não fazem o que a evolução
precisa que aconteça. Por exemplo, as
mutações permitem alterações no DNA,
mas essas mudanças geralmente são
prejudiciais.
Elas prejudicam o organismo, não ajudam.
Pensamos frequentemente em coisas como
câncer ou doenças que surgem devido a
mudanças, mutações no DNA ou que
resultam basicamente e nenhuma mudança
significativa no organismo como um todo.
Para que uma mutação seja útil à
evolução, ela precisa causar uma mudança
no organismo de forma que ele se
tornasse mais apto a sobreviver do que
outros organismos. A maioria das
mutações não faz nada tão drástico a
ponto [música] de permitir que o
organismo adquira algo novo, como uma
estrutura ou função que o impulsione em
direção a um organismo mais complexo,
desde uma célula única até oo ser humano
atual.
Elas provocam mudanças mínimas ou mesmo
regressivas e não acrescentam [música] o
que é necessário.
A genética é complexa. Para criar um
organismo, não basta apenas evoluir uma
proteína que compõe a maior parte
[música] do corpo.
É preciso evoluir também a regulação
dessa proteína. é muito mais complexo
quando ela é produzida, quanto é
produzida, em quais condições [música]
e ela precisa interagir com outras
proteínas para que algo funcione no
organismo. É extremamente complexo, não
é algo que se consiga evoluir facilmente
apenas por mutações.
Esse é o problema das mutações. Elas não
adicionam a informação genética
funcional necessária para que o
organismo sofra mudanças que possam ser
selecionadas e levadas a evoluir para
formas mais complexas. Isso não [música]
é o que vemos. Podemos observar mutações
no presente e elas não fazem isso. Outro
problema é a seleção natural. A seleção
natural apenas atua sobre o que já
existe. Ela seleciona a favor ou contrat
traços presentes, mas não cria nada
novo. As mutações não adicionam nada. A
seleção natural não adiciona nada. Elas
apenas lidam com o que já existe.
Um exemplo que eu gosto de usar é o dos
cães. [música]
Suponha que haja variação genética,
permitindo que eles tenham pelos longos
ou curtos.
Em um ambiente muito frio, o pelo longo
é uma vantagem.
Esses cães podem sobreviver melhor e se
tornar a população dominante.
Eles permanecem todos com pelos longos.
Nesse caso, a seleção natural está
apenas escolhendo os canes pelos longos
que sobrevivem melhor naquele ambiente.
Ao longo do tempo, todos os cães de
pelos curtos morrem e você perde essa
variação genética.
>> [música]
>> O que está tudo bem, a não ser que esses
cães de pelos longos mudem para um
ambiente muito quente. Aí a situação se
torna prejudicial,
porque não existe mais variação genética
para produzir pelos curtos.
Então eles não vão sobreviver bem a um
ambiente e podem eventualmente morrer.
Assim, os animais se tornam extintos
porque se especializam demais, se
adaptam ao ambiente específico e perdem
a variação genética necessária para
lidar com outras situações. Isso também
acontece dentro de uma população. Então,
a seleção natural apenas seleciona
traços que já existem, não forma novos
traços. Para que a evolução do nível
unicelular até o ser humano aconteça,
seria necessário adicionar novos traços,
novas habilidades para que surgissem
funções totalmente novas. O problema é
que não existe um mecanismo genético
conhecido que faça isso. A seleção
natural não funciona para criar algo
novo e as mutações também não. Portanto,
como fazer o que a evolução precisa que
aconteça? Não há nenhum mecanismo
conhecido que permita isso.
Em cada ser vivo, por menor que [música]
seja, há um mistério silencioso, um
código escrito com precisão e beleza que
ultrapassa [música] qualquer obra
humana.
Dentro de cada célula, em fios
invisíveis ao olho nu, repousa a
linguagem da vida, o DNA. Nessas
espirais delicadas [música] encontra-se
tudo que somos e tudo o que vive. Cada
cor de pena, cada forma de folha, cada
som, aroma e movimento da natureza estão
ali entrelaçados em uma sequência que
dita [música] o ritmo da existência. É
uma biblioteca viva, onde bilhões de
informações se organizam de maneira tão
complexa que, mesmo com toda a
tecnologia, inteligência acumulada, o
ser humano [música] ainda apenas toca a
superfície de sua compreensão.
Diante de tamanha beleza e diversidade,
poderíamos considerar o DNA não apenas
uma molécula, mas talvez como a própria
assinatura do criador gravada na
matéria.
Às vezes eu falo sobre isso.
Acontece que aquela dupla hélice que
normalmente vemos, aquela que dois
indivíduos muito brilhantes chamados
Watson e Creek ganharam prêmio Nobel por
descobrir.
Aquela linda estrutura que normalmente
vemos tem propriedades matemáticas
que observamos [música] em muitas coisas
pela natureza.
E nós reagimos instintivamente a esses
padrões, reconhecendo neles algo belo.
E algo que me interessa é que esses
padrões são baseados em um número
irracional.
É o número como pi, não o pi, mas
geralmente o que chamamos de fi.
E encontramos esses números irracionais
também pela natureza.
E isso torna a matemática realmente
interessante.
Eu às vezes penso assim: "Eu acho que
Deus que criou todas as coisas, ele é
infinito e por alguma razão ou outra ele
tem um interesse nesses números
irracionais que continuam em sequências
infinitas.
>> [música]
[música]

Tags: