Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Documentário: Dilúvio: mito ou fato? | Ep. 1 | ORIGENS

Documentário: Dilúvio: mito ou fato? | Ep. 1 | ORIGENS

Documentário: Dilúvio: mito ou fato? | Ep. 1 | ORIGENS

O dilúvio é um mito ou fato histórico? Realmente existiu um dilúvio global? No primeiro episódio desta nova série de vídeos do canal, exploramos o relato do dilúvio presente em tradições de diversas culturas e questionamos: o que realmente foi esse evento?

Que aprender mais sobre esses e outros assuntos?
👉 Guia de estudos gratuito: “A Origem de Tudo” em http://www.novotempo.com/origem

🟧 ORIGENS é uma série documental da TV Novo Tempo que investiga os mistérios da vida e do universo com cientistas de diversas áreas.

🟩 A temporada Dilúvio da série ORIGENS explora evidências científicas, geológicas e arqueológicas de um possível evento global catastrófico. A partir do relato bíblico do Dilúvio, a série investiga formações rochosas, fósseis, a Arca de Noé e impactos ambientais que podem estar ligados a esse acontecimento. Com uma abordagem criacionista e interdisciplinar, esta temporada conecta ciência e fé para responder à pergunta: o Dilúvio foi real?

📌 Prepare-se para olhar a história do dilúvio de uma forma completamente diferente!

#Dilúvio #OrigensNT #Criacionismo #HistóriaDaTerra #DocumentárioCiência #Evidências #FéECiência #RelatoBíblico #Mitologia

Legendas automáticas:

Muitas foram as estradas que nos
trouxeram até aqui. Entre conquistas e
ruínas, avanços e esquecimentos, somos
hoje o entrelaçado vivo de incontáveis
gerações que sonharam, temeram e
contaram histórias. Histórias que não
apenas moldaram civilizações, mas a
própria forma como enxergamos o mundo.
Vivemos sobre camadas. Debaixo de nossos
pés repousam camadas de terra, rochas e
ossos [música] fossilizados. E dentro de
nós repousam camadas de memórias,
sussurros do tempo, ecos acontecimentos
tão antigos que se confundem com lendas,
mas que ainda vibram no coração da
humanidade.
Mas e se olhássemos mais fundo? E se, ao
invés de apenas olhar para o futuro,
ousássemos cavar o passado?
E se escutássemos [música] com atenção
as tradições, as pedras, os mapas
antigos, os relatos dos povos, o que
descobriríamos? Que verdades dormem sob
o véu do esquecimento?
A partir de agora, iniciamos uma nova
jornada em busca das nossas origens.
Vamos em busca de relatos e registros de
um tempo em que a Terra [música]
silenciou.
De um momento que os ventos mudaram, as
fontes se romperam e o céu, [música]
outrora azul se vestiu de escuridão. Um
tempo em que águas jorraram de cima e de
baixo, como se a própria criação
chorasse consigo mesma.
Um tempo de recomeço.
Embarque conosco [música] nesta busca
por história, memória e verdade. Vamos
juntos explorar os vestígios do dilúvio.
>> [música]
[música]
>> O dilúvio é um daqueles temas que de
algum modo habita o imaginário de todos.
Mesmo quem nunca refletiu profundamente
sobre ele ou duvida que tenha
acontecido, [música] já ouviu essa
história. Mais do que um relato
religioso, é uma memória compartilhada
por diversas culturas, como se a
humanidade inteira carregasse a
lembrança de um tempo em que a Terra foi
coberta por águas.
Nesta temporada, vamos em busca dessas
[música] marcas, vestígios que o dilúvio
pode ter deixado nas rochas, nos
fósseis, na paisagem e na própria
história humana. Mas antes de iniciar
essa jornada, é preciso [música] voltar
à origem. Afinal, o que diz o único
relato completo e preservado desse
evento? O que foi o dilúvio, segundo
Gênesis? [música]
De acordo com a Bíblia, o dilúvio foi um
evento único e universal.
A gente sabe que ele é um evento único
porque ele recebe um nome único. O que a
palavra dilúvio em português representa,
né? Ela ela [música] acaba falando
dilúvio foi um só, mas ela não foi só
uma enchente. Então, por exemplo, em
inglês, a palavra flood [música]
pode ser uma enchente ou pode ser o
dilúvio. Eh, o hebraico como português,
[música] tem uma palavra especial só
para isso, que é mabul.
E é um evento catastrófico, universal
[música]
e único.
>> O relato bíblico apresenta no seus
primeiros capítulos eh de Gênesis 1 a 11
[música]
eh três grandes crises na história da
humanidade. Você tem eh três grandes
atos de Deus [música] e três grandes
crises: a criação e a queda,
a violência humana e o dilúvio e a torre
de Babel e a dispersão dos povos. São
três grandes crises que que Deus tem que
lidar na história da da humanidade nos
primeiros capítulos de Gênesis. O
dilúvio é a segunda grande crise e ou é
a resposta [música] divina para a
segunda grande crise. De acordo com
Gênesis capítulo 6, a humanidade está
totalmente corrompida e é violência
alastrada, é uma ânsia por domínio, uma
ânsia por por dominar o semelhante.
E neste momento que chega no dilúvio, e
muitos anos depois da criação da queda
do homem, eh, poucas pessoas seguiam a
Deus.
E se Deus tivesse permitido que
continuasse o o ritmo da humanidade
daquele modo [música] como estava
acontecendo, eh não restaria em pouco
tempo nenhum fiel a Deus. E o plano de
Deus de trazer redenção paraa
humanidade, provavelmente não iria
acontecer.
Então Deus, neste momento, ele bota um
um ele faz parar esse progresso da
maldade humana tão grande, tão tão
[música] tão tão rápido, tão tão
espalhado em todo o mundo todo, não é?
Para dar um novo começo, para trazer
esperança paraas novas gerações da
humanidade que iriam nascer.
Porque se não fosse isso, não haveria
mais essa possibilidade dessas novas
gerações e dessas gerações conhecerem a
Deus e ter a possibilidade de salvação.
E a resposta divina é eh digamos
[música]
apertar o o reset, é o começar da estaca
zero novamente, utilizando [música]
uma família, a família de Noé, seus três
filhos e alguns animais [música] dentro
de uma arca para então recomeçar a
humanidade. Então [música] o dilúvio é a
resposta divina paraa corrupção eh da
humanidade.
Mas o que acontece durante o dilúvio,
como ele é descrito no relato bíblico,
você tem toda uma geofísica descrito na
Bíblia de como o dilúvio vai acontecer,
que é uma geofísica ligada também ao
processo de criacionismo. [música] O
processo de criação em Gênesis 1, ele
reverte esse processo [música] de
criação. Então, por exemplo, a gente tem
uma organização do planeta Terra para
receber vida naquele começo. Começa com
a luz aí, aí começa com os espaços. Vai
para os espaços. Então você tem
a as águas que cobrem a terra. Aí você
tem uma separação entre [música] as
águas que vão ficar na terra e as águas
que são puxadas e colocadas em cima do
firmamento, que faz uma camada de água,
de acordo com a descrição bíblica, em
volta do firmamento, que é o espaço, o
céu.
Quando você entra no dilúvio, essa
camada recebe furos. Então, dá a
entender [música] que essa camada de
repente começa a quebrar e essa água
volta [música] a cair na terra. Você tem
também depois puxar a água para um lado
só para revelar a terra seca.
E quando você chega no dilúvio, então
você tem [música] a quebra dessa água
que tá em volta e ela cai de volta na
Terra colocando 100% da água que havia e
que cobria toda a terra de volta. Ou
seja, não é uma chuva, não é um processo
[música] de choveu 40 dias, não é?
Arrebentaram-se essas eh
portas, entradas e entradas é a palavra
mais adequada e toda essa água cai de
volta de uma vez só. Só que ao mesmo
tempo, quando você tinha puxado a água
para um lado e a terra se revelou seca
do outro, você tem um continente único.
A a água de um lado continente do outro.
Que que acontece? a gente sabe que
arrebentam-se as fontes, é, subterrâneas
e isso representa também é a quebra
desse continente que agora tá se
desfazendo. O dilúvio, na verdade, ele é
um processo de descriação.
Ele não é um processo de destruição.
Há uma inversão da criação para que a
gente receba uma página nova, um novo
começo, porque o nosso começo estava
indo tão mal, [música] tão mal, e isso é
representado pela maldade no coração do
homem, que a gente precisava de uma
página em branco.
A história de um grande dilúvio, no
entanto, não é exclusiva do livro de
Gênesis, nem a versão mais antiga
registrada. Curiosamente, relatos
semelhantes aparecem em diversas
culturas ao redor do mundo, separadas
por oceanos, montanhas e milênios. Nos
textos hindus, o sábio Manu é avisado
por um peixe divino sobre um grande
dilúvio e constrói um barco para salvar
sementes e os sete sábios. Na mitologia
grega, Deus envia um dilúvio para
destruir a humanidade, mas Deucaleão e
Pirra sobrevivem em um baú flutuante. Os
maias também falavam de uma grande
inundação que encerrou uma era anterior.
Mas o relato mais antigo que se tem
registro é o épico de Guilgamescho,
em pedra na antiga Mesopotâmia.
O épico conta como os deuses decidem
enviar um grande dilúvio para destruir
todos os homens por conta do barulho que
eles fazem. Mas o deus Eá ouve o plano e
avisa o Udapistin. O ensina a construir
um grande [música] barco para levar sua
família, animais e sementes de plantas.
Uma chuva muito forte cai durante seis
dias e sete noites. [música]
E o relato descreve que o barulho da
tormenta era como de um as no rando e
que os deuses temeram pela própria vida.
O barco repousa no monte Nissir e
Utnapisten solta três aves para
verificar se a terra secou e após o
retorno do corvo, desce e oferece um
sacrifício.
Nós temos relatos de do dilúvio em
vários lugares [música] inesperados. A
China tem sinais de um dilúvio ou de um
de um relato de um dilúvio preservado na
forma [música] dos caracteres. Eh, a
gente tem na nas Américas também relatos
similares. Você tem na Grécia um relato
que é exatamente como o relato eh
bíblico também com suas semelhanças e
diferenças. E você tem os meses
eh que são os mais próximos. E aqui eu
vou simplesmente [música] citar o caso
que ético de Gilgame, por exemplo,
existe um um fragmento dele encontrado
nas ruínas de Megido eh em Israel.
[música]
Ou seja, essa história era conhecida no
período bíblico por pessoas que [música]
moravam em Israel. Então assim, não era
totalmente distante uma da outra e eles
tinha conhecimento daquela história ali.
Aliás, eh como o Guilh era uma história
tão conhecida no mundo antigo, eh você
tem a influência dela em épicos gregos,
eh, Ilí, Ilíada e e Odisseia tem
influências, tem ecos de Gilgameh ali.
Escribas do [música] Egito estudavam
Gilgameh. Então, porque é uma história
muito conhecida.
Diante de tantos relatos semelhantes e
até mais antigos ao redor do mundo, como
compreender a história do dilúvio
descrita em Gênesis? Seria possível que
esse relato seja apenas uma cópia das
tradições mesopotâmicas?
Ou será que a semelhança [música]
entre tantas histórias vindas de
culturas distantes e separadas por tempo
e espaço [música] aponta para algo
maior? É possível que não estamos diante
de imitações, mas [música] de ecos de
uma mesma lembrança coletiva, uma
memória ancestral transmitida de geração
em geração, preservada com singularidade
e profundidade nas páginas da Bíblia.
Memória coletiva é como um rio que corre
silencioso sob os pés da humanidade. Ela
não pertence a um indivíduo, mas vive
nas histórias que contamos, nos rituais
que repetimos e nas canções [música] que
embalam nossa infância. Cada povo
carrega em si um baú de lembranças
compartilhadas.
>> [música]
>> São lembranças que atravessam gerações.
É um fio invisível que costura o tempo.
Mas o que é a memória e como ela se
forma? E será que apenas as semelhanças
dos relatos são suficientes ao analisar
tantos relatos do dilúvio?
A gente determina essa memória coletiva
baseado na na informação, né? Então,
você tem e você deve comparar sempre as
semelhanças e as diferenças.
As semelhanças tendem a carregar o a
memória coletiva.
As diferenças tendem a carregar a
interpretação do fato sendo descrito.
Então assim, eu sou formada em história,
então eu tenho coração de historiadora.
E a [música] gente percebe quando a
gente estuda história que o que as
pessoas contam não é o evento, é a sua
memória do evento, é a sua interpretação
do evento. Então, por exemplo, conforme
a população da Terra se [música] espalha
e o relato é transmitido, ele vai
carregar primeiro a cosmovisão daquela
pessoa [música] que foi o o que levou,
né, o relato para outro lugar e também a
associação com o local em que eles
estão, com o dilúvio. Então o dilúvio
vai, dependendo da onde ele está, ele é
carregado [música]
para aquela localização geográfica
também. É uma montanha naquela
localização geográfica em que acontece o
dilúvio. Então, as montanhas da
Mesopotâmia é onde o dilúvio, onde a
arca parou, [música] por exemplo.
Se as semelhanças entre os relatos não
são suficientes para formar um quadro
completo, será que as respostas começam
a aparecer quando observamos as
diferenças entre eles?
E aí para nós as diferenças é que são
importantes, porque aí nas diferenças
entra o eh a cosmovisão, a interpretação
do evento. Então no dilúvio bíblico,
você tem primeiro é um só Deus.
E esse Deus, desde o começo em que ele
planeja o dilúvio, ele planeja a
salvação do herói. Por exemplo, você vai
pro pro mito do dilúvio que está no meio
de Babilônia, ele fala que os deuses
decidiram destruir a humanidade porque a
humanidade era muito barulhenta, não
deixava os deuses dormir, né? Então,
então vamos destruir a humanidade por
causa disso. Um motivo mais fútil, não
motivo moral, ético.
>> Nessa perspectiva também, a salvação não
está embutida no dilúvio. Ou seja, o
dilúvio era um plano de destruição para
os mesesotâmicos, enquanto que no
dilúvio, dilúvio bíblico, você tem Deus
ativamente planejando a salvação e
continuidade da raça humana. Outra
diferença essencial é no fim da
história. Então, quando tudo passa é no
momento do sacrifício.
Quando no dilúvio bíblico Noé sai da
arca e oferece sacrifício, ele tá
oferecendo sacrifício em gratidão pelo
que Deus fez por ele, pela salvação
provida dentro do dilúvio. Então, há um
momento, esse momento de aliança entre
Noé e Deus, em que Deus coloca o seu
arco e Deus e Noé oferece a Deus o
sacrifício. Então, este oferecimento é
essa conexão entre ser humano e Deus e
que Deus abençoa toda a terra e diz:
"Nunca mais eu vou destruir dessa
forma".
E o objetivo é: "Nunca mais destruirei
dessa forma até chegar ao fim. Agora
Deus vai deixar o correr da história dar
sequência." E essa bênção, a bênção
também de serem eh fecundos e
multiplicarem-se [música]
é colocada sobre toda a humanidade.
Quando você olha o dilúvio mesopotâmico,
as diferenças, a o caso do final é
assim: o ser humano quando sai da arca
ou às vezes até mesmo dentro da arca
oferece o sacrifício.
E esse sacrifício é porque quando os
deuses descobriram que sobreviveu
alguém, ficarão bravos.
Então é um sacrifício de apaziguamento.
[música]
Eu preciso convencer esses deuses agora
a não me matarem.
Isso mostra aquilo que foi,
infelizmente, outra parte da história da
humanidade, é que depois do dilúvio as
pessoas vão se separar e novamente em
boa parte da humanidade vai se afastar
de Deus e criar as suas histórias e
criar os seus mitos e criar suas
ilusões, onde os deuses reflete o
caráter moral deles. Não eles procuram
refletir no caráter moral de Deus. Essa
grande diferença na Bíblia. Na Bíblia, a
humanidade ela é chamada a a refletir o
caráter ético, moral, de bondade, de
amor, deência, [música]
de justiça, de Deus.
Então, você tem de imitar a Deus.
Enquanto que nas religiões pagãs, nas
outras demais religiões, os deuses
refletem o caráter mau do ser humano. As
paixões, as lutas, a luta de poder,
[música] as infidelidades,
o as invejas, os ciúmes, a sede de poder
do próprio ser humano. Então, existe de
um lado uma memória comum que guarda,
né, elementos como do dilúvio, por
exemplo. Mas existe ao mesmo lado as
características culturais humanas que
foram se diversificando e cada uma
apresentando as suas a sua natureza da
cultura onde ela foi preservada ou foi
desenvolvida nessas histórias aí.
>> E essas diferenças que demonstram
[música]
a memória coletiva. Porque que que
adianta contar uma história [música] em
que os detalhes mais importantes são
diferentes?
Muitas pessoas às vezes diziam, e
antigamente se dizia mais isso, que o
dilúvio de Moisés foi copiado do dilúvio
mesopotâmico por ter [música] sido mais
antigo. Só que para que copiar os
detalhes e mudar completamente a
essência [música] da história?
A memória coletiva faz mais sentido, em
que os dois lembram o mesmo evento, mas
de maneiras diferentes. E aí Deus pede
[música] que que Moisés, ao escrever, a
intenção ao escrever é corrigir essa
visão para que a gente enxergue Deus
como ele realmente é. aquele que colocou
em ação plano da redenção desde o começo
da Terra.
O relato do dilúvio é, ao mesmo tempo,
[música] antigo e surpreendentemente
atual. Ele atravessou séculos,
civilizações e línguas e ainda permanece
vivo.
Nesta nova temporada do Origens, você
embarca com a gente em uma jornada de
descobertas pelas [música] marcas que
esse evento catastrófico deixou no
mundo. Vamos visitar lugares
impressionantes onde a Terra parece
guardar em silêncio memórias de um
passado submerso.
Estamos olhando para sedimentos
depositados pela água. Em outras
palavras, isso é terra. Lama, é material
que foi trazido pela água. Se você
observar bem, é muita água, certo?
Estamos falando de milhares de metros de
rochas sedimentares depositadas pela
ação da água. E claro, estamos falando
de um dilúvio, não de qualquer dilúvio,
mas o dilúvio descrito na Bíblia em
Gênesis 6, 7 e 8. O que estamos vendo é
o resultado desse dilúvio. Estamos vendo
essas camadas de rocha que foram
trazidas, depositadas e deixadas aqui.
Agora, o que vemos aqui não está
presente apenas no Grand Canyon. Essas
camadas de rochas são encontradas em
muitos outros lugares. Na verdade, a
maior parte do mundo está coberta pelo
mesmo tipo de camadas rochosas. Mas por
acaso temos um canon que foi escavado
através dessas camadas e isso permite
ver toda essa beleza e todas essas
diferentes camadas. E eu acho isso muito
interessante.
>> Vamos conversar com especialistas de
diversas áreas do conhecimento [música]
em busca de sinais de que em algum
momento a Terra esteve de fato submersa.
Afinal, se a história do dilúvio foi
preservada na memória de tantos povos,
será que também ficou gravada no solo,
nas rochas, nos fósseis? [música]
Estamos olhando para uma amostra de
arenito coconino sob o microscópio.
É possível ver as camadas aqui.
E uma das coisas que notei imediatamente
foi o quão afiadas e angulares são essas
partículas.
Se fosse um ambiente desértico, todos
esses grãos deveriam ser bem
arredondados,
mas você pode ver que são bem angulares.
Isso se parece mais com o tipo de areia
que você encontraria na praia.
O interessante é que eles chegaram à
conclusão de que o coconino era um
depósito desértico antes mesmo de
analisarem a areia no microscópio.
Assim, todo mundo presumia que a areia
seria bem ordenada e bem arredondada,
só porque era um depósito no deserto.
Quando olhamos no microscópio, surpresa,
surpresa.
>> Prepare-se para trilhar caminhos de
pedra e lembrança, mergulhar em
perguntas profundas e, talvez, emergir
com respostas surpreendentes. [música]
A busca por nossas origens está apenas
começando.
>> [música]
[música]

Tags: