Documentário: Fósseis e o mistério da idade da Terra | Ep. 10 | ORIGENS
25/01/2026
Documentário: Fósseis e o mistério da idade da Terra | Ep. 10 | ORIGENS
Quantos anos tem a Terra? Será que os fósseis são prova de uma longa história? Este episódio investiga a formação dos fósseis e apresenta interpretações criacionistas que desafiam a cronologia tradicional.
📌 Prepare-se para olhar a história do dilúvio de uma forma completamente diferente!
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🟧 ORIGENS é uma série documental da TV Novo Tempo que investiga os mistérios da vida e do universo com cientistas de diversas áreas.
🟩 A temporada Dilúvio da série ORIGENS explora evidências científicas, geológicas e arqueológicas de um possível evento global catastrófico. A partir do relato bíblico do Dilúvio, a série investiga formações rochosas, fósseis, a Arca de Noé e impactos ambientais que podem estar ligados a esse acontecimento. Com uma abordagem criacionista e interdisciplinar, esta temporada conecta ciência e fé para responder à pergunta: o Dilúvio foi real?
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Fonte: Origens NT
Legendas automáticas:
Desde a antiguidade, os seres humanos já se deparavam com estruturas ósseas estranhas e conchas incrustadas nas rochas, sem compreender ao certo do que se tratava. Foi apenas a partir do século X7 que se reconheceu que esses vestígios eram, na verdade, restos orgânicos preservados ao longo do tempo. O próprio [música] termo fóssil soa quase como poesia, significa algo retirado da Terra. No entanto, não é apenas pedra, mas guarda memória de vida. Vida que não passou despercebida e que carrega em si informações valiosas sobre a história da Terra. O simples fato de existir vestígios tão impressionantes sobre o passado do nosso planeta causa fascínio, curiosidade e para muitos consolida a ideia de que nosso planeta é de fato muito antigo. É um sinal inquestionável de tempo. Seria possível que os próprios fósseis, a partir dos eventos que levaram a sua formação e de sua notável preservação nos deem pistas sobre a idade da Terra? Ne. Ah. [música] >> [música] >> Quando se fala em fóssil, primeira coisa que vem na cabeça de todo mundo é dinossauro. Pronto. Dinossauro e tal. Por quê? Porque eles são os mais famosos. E no fim das contas, eh, na visão pública dos fósseis são os mais interessantes, porque é aquele que é desconhecido, é algo novo, né? E também muito desenvolvido pela cultura pop, né, os filmes e tudo, séries, [música] né, os dinossauros acabaram ganhando muita visibilidade. >> É, isso é bem interessante porque algumas pessoas falam: "Olha, mas você é paleontóloga, então você estuda dinossauros?" Eu falei: "Não, não estudo dinossauros". Na verdade, eu estudei os insetos, os os animaizinhos bem pequenininhos. Eh, [música] foi o que eu estudei durante o meu mestrado e o doutorado. E tem de tudo, tem de tudo. [música] É uma é de uma abundância, é de uma diversidade, uma variedade [música] tão grande que é de encantar quando a gente estuda os fósseis. Então você tem vários [música] tipos de frutos, de folhas, de flores, de insetos, de aranha, de peixe, de mamíferos, de rteis, de anfíbios, de aves, [música] de dinossauros, de piterossauros. Eh, existem todos os grupos, eles estão lá representados de uma forma muito abundante pela estrutura que a gente [música] estuda dentro do registro fossilífero da flora, da fauna, eh, que está preservada [música] no registro fóssil, a gente consegue perceber que havia uma exuberância, uma beleza muito grande naquele momento, naquele tempo, né? Então, encanta [música] porque você vê uma uma preservação maravilhosa no sentido de você ter toda uma estrutura orgânica ainda preservada. [música] Eh, você tem asas com desenhos minúsculos, como se fosse pelos, pequenos pelos na asa ainda preservado. Você vai encontrar uma estrutura muito perfeita [música] ali da cabeça, dos olhos, a, da antena, todos os pedacinhos da antena ali ainda preservados. você vai perceber ainda toda uma estrutura eh da articulação aqui da asa ainda [música] preservado, as pernas ainda preservados, eh características do corpo daqueles insetos ainda preservados e preservados de forma perfeita. >> Considerando então o notável grau de preservação desses fósseis, o que isso nos revela sobre a velocidade de seu soterramento? É importantíssimo que haja um soterramento rápido, porque quando a gente vai estudar inseto, na sua grande maioria, o que é comum acontecer é um inseto quando morrer, fecha as asas e cruza as pernas. é o é o comum, é o que normalmente a gente vai encontrar dentro de insetos, mas dentro do registro fósseo a gente não encontra isso. Não vou dizer que não encontramos, mas é muito mais muito, mas muito rápido a só o o a forma deles estarem ali no fóssil, por exemplo, na rocha, por exemplo, com as asas abertas, com as antenas em posição de voo, com as pernas em posição de voo. Eh, isso fala muito. >> Olha, os fósseis que nós encontramos, eles são muito curiosos, porque de modo geral fóssil nem deveria existir. As condições do nosso planeta não são tão perfeitas ou as condições naturais que nós temos ao redor não são tão perfeitas por uma preservação, né? É muito raro, é muito difícil. Então, de certa maneira, é uma exceção a regra. E quando nós olhamos e vemos que você, para você preservar um fóssil, preservar bem ele, você precisa de um soterramento rápido, você precisa [música] eh de bastante água e outros fatores que estão envolvidos que são diferentes do que nós encontramos de modo corriqueiro por aí. [música] Isso começa a sinalizar que as condições paraa formação de fóssil não são condições normais. Se não há um só aterramento rápido, aquele organismo, aquele eh vestígio, ele vai ser eh perturbado pelo ambiente, pela água, pelo sol, pelo vento, por outros animais. E o que vai acontecer também todos os processos internos daquele animal, eh, após morte é de começar o processo de putrefação. Em pouco tempo, poucas horas, ele vai ser destruído. Ele vai começar toda [música] a parte da destruição dele. Então, é necessário que haja um soterramento rápido. Uhum. para que esse vestígio, esse animal seja enclausurado e ali as condições fiquem perfeitas para esse para o início desse processo [música] ah da fossilização. >> Então, não é estranho se assumir ou se interpretar de que uma grande catástrofe pode ter eh auxiliável na formação dos fósseis, na formação das camadas geológicas. Então não é uma interpretação absurda e sem nexo, muito pelo contrário, ela é baseada naquilo que nós observamos no registro fóssil. >> Toda vez que a gente vai pro campo e a gente vê um fóssil, a disposição dele na rocha, no ambiente, pode nos dar [música] várias pistas. Uhum. >> Nos dá pistas de onde eles vieram, por onde eles vieram. Isso a gente faz, a [música] gente tem como ver com o fóssil pela cabeça, qual [música] é a direção que a cabeça do fóssil está, pela direção de algumas marcas naquela rocha, [música] de onde vem a água, pela forma como alguns daqueles sedimentos estão, que tipos de minerais estão ali, tudo isso a [música] gente pode ter várias pistas. Quando a gente encontra alguns desses fósseis [música] todos juntos dentro de um local apenas, a gente consegue entender, olha, alguma coisa aconteceu que matou todos esses bichos juntos. A gente vê algumas pedras lá no no Araripe, lá em na formação Santana do Araripe, Santana do Cariri. Eh, a gente vê essas pedras [música] cheias de peixe, cheias de peixe. E aí você entende, olha, alguma coisa aconteceu que que [música] matou todos esses peixes ao mesmo tempo. Então isso te leva a uma pista. Então, de diversas maneiras, nós encontramos fósseis e também, claro, fósseis quebrados, pedaços espalhados, é o que alguns chamam assim de maneira comum, como um cemitério de fósseis, né, que são quando nós temos partes de várias criaturas, diferentes organismos, tudo misturado. Citando um exemplo, aqui no Paraná, próximo de onde eu vivo, [música] né, saindo daqui umas 2 horas, mais ou menos, na cidade de Cruzeiro do Oeste, foram encontrados alguns pterossauros, eh, que são répteis voadores, né? E esses piterossauros eram uma espécie de uma espécie nova, né? Foi foi descoberta ali pra pra ciência. E esses fósseis eles não foram encontrados bonitinhos. Ele tava todo moído e não só um, mas dezenas deles. E não só dezenas deles espalhados em uma região, mas dezenas deles misturados todos juntos. A impressão que dá é que alguém pegou aqueles ossos, aquelas criaturas, jogou no liquidificador, bateu tudo junto com sedimento e jogou lá, porque tá tudo batido, tudo misturado, quebrado. É até difícil de distinguir um organismo de outro, [música] né? E o que é muito curioso, então a explicação padrão para como os ossos de dinossauros acabaram nesses grandes depósitos de ossos se baseia no modelo dos gnus africanos. Eles atravessavam o rio durante a cheia, se afogavam, eram carregados rio abaixo e ficavam encalhados em algum ponto. Se fosse esse o caso e ano após ano esses ossos se acumulassem, você não veria todos os ossos grandes no fundo. Os ossos grandes estariam espalhados por toda a camada, mas não é isso que vemos. Portanto, o nosso modelo precisa ser diferente. Nossa explicação é que esses animais morreram provavelmente de forma catastrófica. Poderia ter sido um número enorme, talvez 10 ou 20.000 animais mortos. Os corpos, por serem herbívoros, teriam inchado, gerando muito gás, e boiariam. Uma vez que estivessem boiando, eles funcionariam como uma vela. O vento os empurraria para alguma margem onde ficariam encalhados. Enquanto estavam encalhados, sabemos que dinossauros carnívoros se alimentavam deles, porque encontramos dentes de carnívoros associados a esses ossos. Se você já passou pela nossa coleção, viu alguns desses dentes dos carnívoros. Eles quebram quando mordem os ossos e então eles deixam os dentes para trás. Então, achamos que eles foram devorados por um tempo, apodreceram e então toda a massa de ossos foi ressuspensa, provavelmente por um terremoto. O sedimento sobre o qual estavam assentados silfez e foi lançado em águas mais profundas, onde se depositou como uma porção maior. Então, foi assim que achamos que eles chegaram lá. Para o criacionismo, os fósseis estão entre as principais evidências do dilúvio bíblico. Eles são a testemunha silenciosa, porém inequívoca, de que a Terra passou por um evento catastrófico global. Primeiramente, porque a fossilização em si exige velocidade, além dos muitos exemplos ao redor do mundo de fósseis em ambientes catastróficos, como cemitérios de dinossauros, [música] fósseis marinhos em desertos, fósseis de peixes preservados enquanto engoliam outros peixes [música] e dos diversos fósseis encontrados com a cabeça inclinada para trás e a boca aberta, uma posição vista por especialistas [música] como sinal típico de morte súbita. Mas é possível que alguém se pergunte [música] se os fósseis falam de velocidade, então de onde vem os milhões de anos que sempre aparecem ligados às rochas [música] e ao registro fóssil? E mais, como o criacionismo enxerga a ordem que esses [música] fósseis aparecem nas camadas geológicas? Seriam as camadas a [música] prova de uma história lente gradual da Terra ou o registro deixado por um único [música] e avaçalador cataclismo global? Bem, inicialmente no século XIX eles datavam as rochas pelos fósseis que estavam nelas. [música] Mas você pode se perguntar como eles sabiam a idade dos fósseis? Na verdade não sabiam, mas começaram a ter uma suposição sobre a história da vida. E eles presumiam especialmente com o surgimento do pensamento evolutivo. E havia ideias evolutivas antes de Darwin, que os organismos marinhos simples que vivem no fundo do mar deveriam ter surgido antes de organismos mais complexos e avançados. [música] Portanto, eles seriam mais antigos do que esses últimos. Seguindo esse pensamento, se encontrarmos esses fósseis em uma camada de rocha, então essa camada de rocha é mais antiga. Essa camada de rocha que contém esses animais mais complexos seria [música] mais recente em comparação. O datamento radiométrico é uma técnica que envolve o uso de isótopos [música] de vários elementos. Isótopos são a mesma substância, mas com número diferente de nêutrons. [música] Então eles têm pesos diferentes. Alguns desses isótopos são estáveis [música] e se degradam e a taxa de degradação pode ser calculada a partir de estudos. Sabemos algo sobre isso. Sabemos, por exemplo, [música] que nas séries potássio argonio ou urânio chumbo, essas datas indicam milhões ou bilhões de anos [música] para que metade da substância desapareça. Isso é um grande desafio para nós, os criacionistas, e nós realmente não temos boas [música] respostas para isso. Mas há outras questões que podemos estudar que nos dizem que esses dados não podem estar certos. Por exemplo, sabemos quanto tempo leva para proteínas e DNA se degradarem. Esses são fatos da ciência. Podemos fazer experimentos e mostrar que em uma determinada temperatura [música] o raio de quebra de DNA é este e o raio de quebra de proteína é este. E quando fazemos isso, descobrimos que o DNA não dura muito, no máximo alguns milhares de anos. Proteínas duram um pouco mais, talvez [música] 10.000 anos, mas sabemos quanto tempo duram. E agora estamos começando a encontrar DNA e proteínas. e até estruturas biológicas em ossos de [música] dinossauros que supostamente t entre 65 e 100 milhões de anos ou até mais. >> [música] >> E isso não pode ser verdade. Não há como o DNA ou a proteína durarem bilhões de anos com base em nenhum [música] método conhecido. Mesmo congelado, a taxa de degradação do DNA é 10 vezes maior. Então, em vez de 100 anos, talvez leve 19.000 anos para degradar metade do [música] DNA. Mas isso não são 19 milhões de anos. Simplesmente não há como o DNA durar 1000 vezes mais do que sua meia vida. Não há nenhum processo conhecido [música] que salva o DNA por tanto tempo. Isso é um problema que não se alinha com o que encontramos no tratamento radiométrico. [música] >> Algo que é muito importante a gente entender é que há duas formas [música] de ver o registro fossilífero eh disposto [música] nessas camadas. Então, dentro de uma visão secular, essas esses grupos de animais [música] que estão ali dispostos em cada uma dessas camadas, eles vão demonstrar, eles vão apontar para uma [música] evolução, uma um grupo que era eh pouco desenvolvido dentro de uma visão secular, vai partir ou de uma visão mais primitiva ou mais basal, [música] vai partir dali e vai subir até a o grande desenvolvimento na no o homem, né? né? [música] E dentro de uma visão criacionista, o que nós temos é que essas camadas e esses grupos de animais que estão ali [música] dispostos nessas camadas, eles estão apontando para a ordem do enterro desses [música] animais. É por isso que a gente vê ave lá em cima. Por quê? Porque ela conseguia voar. Por que que a gente vê, por exemplo, invertebrados, eh, conchinhas [música] ali na base, porque foi justamente onde o relato bíblico diz que [música] de onde vieram as águas do abismo. Então, esses invertebrados, eles foram os primeiros a serem [música] soterrados com aquela água que veio durante o dilúvio e assim [música] por diante. Uma das coisas que percebi quando ainda era um jovem estudante de geologia é que muitas das coisas que estava aprendendo [música] na sala de aula estão presentes no Grand Canyon. E uma das coisas que você vê bem no fundo do Grand Canyon é chamada de grande inconformidade. E essa grande inconformidade não está apenas no Grand [música] Canyon. Podemos encontrá-la na América do Norte, na América do Sul, na Europa e em todo o mundo. [música] É por isso que é chamada de grande inconformidade, porque é um fenômeno global. [música] Para mim, ela é uma evidência de que o dilúvio foi realmente mundial. Não foi um dilúvio local, nem algo [música] que aconteceu apenas no Oriente Médio. Foi algo que aconteceu em todo o planeta. Acima da grana de inconformidade é onde o registro fóssil começa. Abaixo dessa superfície erosional, você [música] não encontra fósseis. De repente, os fósseis aparecem nas rochas. Na paleontologia mencionaram a ideia de que a evolução ocorreu do simples para o [música] complexo. Mas quando você estuda os fósseis logo acima da grana de inconformidade, percebe que já existem formas de vida complexas. [música] A ideia de que a vida evoluiu do simples para o complexo é absolutamente falsa. Você encontra a complexidade no registro rochoso logo acima da grande inconformidade. E o motivo pelo qual [música] esses organismos aparecem completamente formados é porque eles estão sendo enterrados pelas águas do dilúvio. Esses são os animais que estavam vivos antes do dilúvio e estão sendo sepultados de forma catastrófica nos sedimentos do dilúvio. >> Tempo é o tema central quando [música] falamos da história da Terra. Se para a teoria da evolução, milhões e [música] milhões de anos foram necessários para permitir a lenta transformação de organismos simples em [música] formas de vida complexas, no criacionismo. Toda a complexidade da vida foi criada em muito pouco tempo pela palavra de Deus. [música] Enquanto o evolucionismo precisa que a Terra e os fósseis sejam muito antigos, o criacionismo defende uma terra [música] jovem, onde os fósseis foram rapidamente soterrados em um único e catastrófico evento global. Essa diferença na percepção do tempo muda completamente a [música] forma de interpretar as evidências ao nosso redor. Para um, o [música] tempo é o arquiteto da vida. Para o outro, o tempo é o palco onde se desenrola a obra do verdadeiro arquiteto. Então, se tempo é o elemento crítico da [música] evolução, o que acontece quando o retiramos da equação? Toda a teoria está morta. Os milhares de anos vieram antes da teoria de Darwin. E a teoria de Darwin dependia desses milhares de anos para que sua ideia fosse considerada plausível. Uma vez que não existem milhões de anos, não há tempo para evolução. Também não há mecanismo que a sustente. A seleção natural e as mutações não mudarão nada. O tempo é considerado crítico para a visão evolucionista. Mas o tempo por si só não faz nada. Na verdade, o tempo faz as coisas se desgastarem, se quebrarem e se deteriorarem. O tempo não transforma um monte de tijolos em uma casa bonita. O tempo não transforma uma bactéria em um bacteriologista. Portanto, a idade da Terra é uma questão crítica e é por isso que até muitos cientistas estão começando a questionar a evolução, [música] mas eles não questionam os milhões de anos. Continuam procurando uma explicação naturalista. Podem até aceitar a ideia de um designer inteligente, desde que você não diga quem é esse designer e não conecte à Bíblia. Porque esse tipo de designer é considerado seguro. Ele não exige nada moral sobre meu comportamento. Então, talvez exista um designer inteligente. Mas você não pode aceitar a ideia de um dilúvio global e de uma terra jovem se não estiver preparado para encarar o Deus que criou o mundo. >> [música] [música]