Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Documentário: Fósseis e o mistério da idade da Terra | Ep. 10 | ORIGENS

Documentário: Fósseis e o mistério da idade da Terra | Ep. 10 | ORIGENS

Documentário: Fósseis e o mistério da idade da Terra | Ep. 10 | ORIGENS

Quantos anos tem a Terra? Será que os fósseis são prova de uma longa história? Este episódio investiga a formação dos fósseis e apresenta interpretações criacionistas que desafiam a cronologia tradicional.

📌 Prepare-se para olhar a história do dilúvio de uma forma completamente diferente!

Que aprender mais sobre esses e outros assuntos?
👉 Guia de estudos gratuito: “A Origem de Tudo” em http://www.novotempo.com/origem

🟧 ORIGENS é uma série documental da TV Novo Tempo que investiga os mistérios da vida e do universo com cientistas de diversas áreas.

🟩 A temporada Dilúvio da série ORIGENS explora evidências científicas, geológicas e arqueológicas de um possível evento global catastrófico. A partir do relato bíblico do Dilúvio, a série investiga formações rochosas, fósseis, a Arca de Noé e impactos ambientais que podem estar ligados a esse acontecimento. Com uma abordagem criacionista e interdisciplinar, esta temporada conecta ciência e fé para responder à pergunta: o Dilúvio foi real?

#Fósseis #IdadeDaTerra #Criacionismo #Geologia #EvidênciasFósseis #ORIGENSNT

Legendas automáticas:

Desde a antiguidade, os seres humanos já
se deparavam com estruturas ósseas
estranhas e conchas incrustadas nas
rochas, sem compreender ao certo do que
se tratava. Foi apenas a partir do
século X7 que se reconheceu que esses
vestígios eram, na verdade, restos
orgânicos preservados ao longo do tempo.
O próprio [música] termo fóssil soa
quase como poesia, significa algo
retirado da Terra. No entanto, não é
apenas pedra, mas guarda memória de
vida. Vida que não passou despercebida e
que carrega em si informações valiosas
sobre a história da Terra.
O simples fato de existir vestígios tão
impressionantes sobre o passado do nosso
planeta causa fascínio, curiosidade e
para muitos consolida a ideia de que
nosso planeta é de fato muito antigo. É
um sinal inquestionável de tempo. Seria
possível que os próprios fósseis, a
partir dos eventos que levaram a sua
formação e de sua notável preservação
nos deem pistas sobre a idade da Terra?
Ne. Ah.
[música]
>> [música]
>> Quando se fala em fóssil, primeira coisa
que vem na cabeça de todo mundo é
dinossauro. Pronto. Dinossauro e tal.
Por quê? Porque eles são os mais
famosos. E no fim das contas, eh, na
visão pública dos fósseis são os mais
interessantes, porque é aquele que é
desconhecido, é algo novo, né? E também
muito desenvolvido pela cultura pop, né,
os filmes e tudo, séries, [música]
né, os dinossauros acabaram ganhando
muita visibilidade.
>> É, isso é bem interessante porque
algumas pessoas falam: "Olha, mas você é
paleontóloga, então você estuda
dinossauros?" Eu falei: "Não, não estudo
dinossauros". Na verdade, eu estudei os
insetos, os os animaizinhos bem
pequenininhos. Eh, [música] foi o que eu
estudei durante o meu mestrado e o
doutorado. E tem de tudo, tem de tudo.
[música] É uma é de uma abundância, é de
uma diversidade, uma variedade [música]
tão grande que é de encantar quando a
gente estuda os fósseis. Então você tem
vários [música] tipos de frutos, de
folhas, de flores, de insetos, de
aranha, de peixe, de mamíferos, de
rteis, de anfíbios, de aves, [música] de
dinossauros, de piterossauros. Eh,
existem todos os grupos, eles estão lá
representados de uma forma muito
abundante pela estrutura que a gente
[música]
estuda dentro do registro fossilífero da
flora, da fauna, eh, que está preservada
[música]
no registro fóssil, a gente consegue
perceber que havia uma exuberância, uma
beleza muito grande naquele
momento, naquele tempo, né? Então,
encanta [música] porque você vê uma uma
preservação
maravilhosa no sentido de você ter toda
uma estrutura orgânica ainda preservada.
[música]
Eh, você tem asas com desenhos
minúsculos, como se fosse pelos,
pequenos pelos na asa ainda preservado.
Você vai encontrar uma estrutura muito
perfeita [música] ali da cabeça, dos
olhos, a, da antena, todos os pedacinhos
da antena ali ainda preservados. você
vai perceber ainda toda uma estrutura eh
da articulação aqui da asa ainda
[música] preservado, as pernas ainda
preservados, eh características do corpo
daqueles insetos ainda preservados e
preservados de forma perfeita.
>> Considerando então o notável grau de
preservação desses fósseis, o que isso
nos revela sobre a velocidade de seu
soterramento?
É importantíssimo que haja um
soterramento rápido, porque quando a
gente vai estudar inseto, na sua grande
maioria, o que é comum acontecer é um
inseto quando morrer, fecha as asas
e cruza as pernas.
é o é o comum, é o que normalmente a
gente vai encontrar dentro de insetos,
mas dentro do registro fósseo a gente
não encontra isso. Não vou dizer que não
encontramos, mas é muito mais muito, mas
muito rápido a só o o a forma deles
estarem ali no fóssil, por exemplo, na
rocha, por exemplo, com as asas abertas,
com as antenas em posição de voo, com as
pernas em posição de voo. Eh, isso fala
muito.
>> Olha, os fósseis que nós encontramos,
eles são muito curiosos, porque de modo
geral fóssil nem deveria existir. As
condições do nosso planeta não são tão
perfeitas ou as condições naturais que
nós temos ao redor não são tão perfeitas
por uma preservação, né? É muito raro, é
muito difícil. Então, de certa maneira,
é uma exceção a regra.
E quando nós olhamos e vemos que você,
para você preservar um fóssil, preservar
bem ele, você precisa de um soterramento
rápido, você precisa [música] eh de
bastante água e outros fatores que estão
envolvidos que são diferentes do que nós
encontramos de modo corriqueiro por aí.
[música] Isso começa a sinalizar que as
condições paraa formação de fóssil não
são condições normais.
Se não há um só aterramento rápido,
aquele organismo, aquele eh vestígio,
ele vai ser eh perturbado pelo ambiente,
pela água, pelo sol, pelo vento, por
outros animais. E o que vai acontecer
também todos os processos internos
daquele animal, eh, após morte é de
começar o processo de putrefação. Em
pouco tempo, poucas horas, ele vai ser
destruído. Ele vai começar toda [música]
a parte da destruição dele. Então, é
necessário que haja um soterramento
rápido. Uhum. para que esse vestígio,
esse animal seja enclausurado e ali as
condições fiquem perfeitas para esse
para o início desse processo [música] ah
da fossilização.
>> Então, não é estranho se assumir ou se
interpretar de que uma grande catástrofe
pode ter eh auxiliável na formação dos
fósseis, na formação das camadas
geológicas. Então não é uma
interpretação absurda e sem nexo, muito
pelo contrário, ela é baseada naquilo
que nós observamos no registro fóssil.
>> Toda vez que a gente vai pro campo e a
gente vê um fóssil, a disposição dele
na rocha, no ambiente, pode nos dar
[música] várias pistas. Uhum.
>> Nos dá pistas de onde eles vieram, por
onde eles vieram. Isso a gente faz, a
[música] gente tem como ver com o fóssil
pela cabeça, qual [música] é a direção
que a cabeça do fóssil está, pela
direção de algumas marcas naquela rocha,
[música] de onde vem a água, pela forma
como alguns daqueles sedimentos estão,
que tipos de minerais estão ali, tudo
isso a [música] gente pode ter várias
pistas.
Quando a gente encontra alguns desses
fósseis [música]
todos juntos
dentro de um local apenas, a gente
consegue entender, olha, alguma coisa
aconteceu que matou todos esses bichos
juntos.
A gente vê algumas pedras lá no no
Araripe, lá em na formação Santana do
Araripe, Santana do Cariri.
Eh, a gente vê essas pedras [música]
cheias de peixe,
cheias de peixe. E aí você entende,
olha, alguma coisa aconteceu que que
[música] matou todos esses peixes ao
mesmo tempo. Então isso te leva a uma
pista.
Então, de diversas maneiras, nós
encontramos fósseis e também, claro,
fósseis quebrados, pedaços espalhados, é
o que alguns chamam assim de maneira
comum, como um cemitério de fósseis, né,
que são quando nós temos partes de
várias criaturas, diferentes organismos,
tudo misturado. Citando um exemplo, aqui
no Paraná, próximo de onde eu vivo,
[música] né, saindo daqui umas 2 horas,
mais ou menos, na cidade de Cruzeiro do
Oeste, foram encontrados alguns
pterossauros, eh, que são répteis
voadores, né? E esses piterossauros eram
uma espécie de uma espécie nova, né? Foi
foi descoberta ali pra pra ciência. E
esses fósseis eles não foram encontrados
bonitinhos. Ele tava todo moído e não só
um, mas dezenas deles. E não só dezenas
deles espalhados em uma região, mas
dezenas deles misturados todos juntos. A
impressão que dá é que alguém pegou
aqueles ossos, aquelas criaturas, jogou
no liquidificador, bateu tudo junto com
sedimento e jogou lá, porque tá tudo
batido, tudo misturado, quebrado. É até
difícil de distinguir um organismo de
outro, [música] né? E o que é muito
curioso,
então a explicação padrão para como os
ossos de dinossauros acabaram nesses
grandes depósitos de ossos se baseia no
modelo dos gnus africanos. Eles
atravessavam o rio durante a cheia, se
afogavam, eram carregados rio abaixo e
ficavam encalhados em algum ponto.
Se fosse esse o caso e ano após ano
esses ossos se acumulassem, você não
veria todos os ossos grandes no fundo.
Os ossos grandes estariam espalhados por
toda a camada, mas não é isso que vemos.
Portanto, o nosso modelo precisa ser
diferente. Nossa explicação é que esses
animais morreram provavelmente de forma
catastrófica. Poderia ter sido um número
enorme, talvez 10 ou 20.000 animais
mortos. Os corpos, por serem herbívoros,
teriam inchado, gerando muito gás, e
boiariam.
Uma vez que estivessem boiando, eles
funcionariam como uma vela. O vento os
empurraria para alguma margem onde
ficariam encalhados.
Enquanto estavam encalhados, sabemos que
dinossauros carnívoros se alimentavam
deles,
porque encontramos dentes de carnívoros
associados a esses ossos.
Se você já passou pela nossa coleção,
viu alguns desses dentes dos carnívoros.
Eles quebram quando mordem os ossos e
então eles deixam os dentes para trás.
Então, achamos que eles foram devorados
por um tempo, apodreceram e então toda a
massa de ossos foi ressuspensa,
provavelmente por um terremoto.
O sedimento sobre o qual estavam
assentados silfez e foi lançado em águas
mais profundas, onde se depositou como
uma porção maior. Então, foi assim que
achamos que eles chegaram lá.
Para o criacionismo, os fósseis estão
entre as principais evidências do
dilúvio bíblico. Eles são a testemunha
silenciosa, porém inequívoca, de que a
Terra passou por um evento catastrófico
global. Primeiramente, porque a
fossilização em si exige velocidade,
além dos muitos exemplos ao redor do
mundo de fósseis em ambientes
catastróficos, como cemitérios de
dinossauros, [música] fósseis marinhos
em desertos, fósseis de peixes
preservados enquanto engoliam outros
peixes [música] e dos diversos fósseis
encontrados com a cabeça inclinada para
trás e a boca aberta, uma posição vista
por especialistas [música]
como sinal típico de morte súbita. Mas é
possível que alguém se pergunte [música]
se os fósseis falam de velocidade, então
de onde vem os milhões de anos que
sempre aparecem ligados às rochas
[música]
e ao registro fóssil? E mais, como o
criacionismo enxerga a ordem que esses
[música] fósseis aparecem nas camadas
geológicas? Seriam as camadas a [música]
prova de uma história lente gradual da
Terra ou o registro deixado por um único
[música] e avaçalador cataclismo global?
Bem, inicialmente no século XIX eles
datavam as rochas pelos fósseis que
estavam nelas. [música]
Mas você pode se perguntar como eles
sabiam a idade dos fósseis?
Na verdade não sabiam, mas começaram a
ter uma suposição sobre a história da
vida.
E eles presumiam especialmente com o
surgimento do pensamento evolutivo. E
havia ideias evolutivas antes de Darwin,
que os organismos marinhos simples que
vivem no fundo do mar deveriam ter
surgido antes de organismos mais
complexos e avançados. [música]
Portanto, eles seriam mais antigos do
que esses últimos. Seguindo esse
pensamento, se encontrarmos esses
fósseis em uma camada de rocha, então
essa camada de rocha é mais antiga. Essa
camada de rocha que contém esses animais
mais complexos seria [música] mais
recente em comparação.
O datamento radiométrico é uma técnica
que envolve o uso de isótopos [música]
de vários elementos.
Isótopos são a mesma substância, mas com
número diferente de nêutrons. [música]
Então eles têm pesos diferentes.
Alguns desses isótopos são estáveis
[música] e se degradam e a taxa de
degradação pode ser calculada a partir
de estudos.
Sabemos algo sobre isso.
Sabemos, por exemplo, [música] que nas
séries potássio argonio ou urânio
chumbo,
essas datas indicam milhões ou bilhões
de anos [música] para que metade da
substância desapareça.
Isso é um grande desafio para nós, os
criacionistas, e nós realmente não temos
boas [música] respostas para isso.
Mas há outras questões que podemos
estudar que nos dizem que esses dados
não podem estar certos.
Por exemplo, sabemos quanto tempo leva
para proteínas e DNA se degradarem.
Esses são fatos da ciência.
Podemos fazer experimentos e mostrar que
em uma determinada temperatura [música]
o raio de quebra de DNA é este e o raio
de quebra de proteína é este.
E quando fazemos isso, descobrimos que o
DNA não dura muito, no máximo alguns
milhares de anos.
Proteínas duram um pouco mais, talvez
[música] 10.000 anos, mas sabemos quanto
tempo duram.
E agora estamos começando a encontrar
DNA e proteínas. e até estruturas
biológicas em ossos de [música]
dinossauros que supostamente t entre 65
e 100 milhões de anos ou até mais.
>> [música]
>> E isso não pode ser verdade.
Não há como o DNA ou a proteína durarem
bilhões de anos com base em nenhum
[música] método conhecido.
Mesmo congelado, a taxa de degradação do
DNA é 10 vezes maior.
Então, em vez de 100 anos, talvez leve
19.000 anos para degradar metade do
[música] DNA.
Mas isso não são 19 milhões de anos.
Simplesmente não há como o DNA durar
1000 vezes mais do que sua meia vida.
Não há nenhum processo conhecido
[música] que salva o DNA por tanto
tempo.
Isso é um problema que não se alinha com
o que encontramos no tratamento
radiométrico.
[música]
>> Algo que é muito importante a gente
entender é que há duas formas [música]
de ver o registro fossilífero eh
disposto [música] nessas camadas. Então,
dentro de uma visão secular, essas esses
grupos de animais [música] que estão ali
dispostos em cada uma dessas camadas,
eles vão demonstrar, eles vão apontar
para uma [música]
evolução, uma um grupo que era eh pouco
desenvolvido dentro de uma visão
secular, vai partir ou de uma visão mais
primitiva ou mais basal, [música] vai
partir dali e vai subir até a o grande
desenvolvimento na no o homem, né? né?
[música] E dentro de uma visão
criacionista, o que nós temos é que
essas camadas e esses grupos de animais
que estão ali [música] dispostos nessas
camadas, eles estão apontando para a
ordem do enterro desses [música]
animais. É por isso que a gente vê ave
lá em cima. Por quê? Porque ela
conseguia voar. Por que que a gente vê,
por exemplo, invertebrados, eh,
conchinhas [música] ali na base, porque
foi justamente onde o relato bíblico diz
que [música] de onde vieram as águas do
abismo. Então, esses invertebrados, eles
foram os primeiros a serem [música]
soterrados com aquela água que veio
durante o dilúvio e assim [música] por
diante. Uma das coisas que percebi
quando ainda era um jovem estudante de
geologia é que muitas das coisas que
estava aprendendo [música] na sala de
aula estão presentes no Grand Canyon.
E uma das coisas que você vê bem no
fundo do Grand Canyon é chamada de
grande inconformidade.
E essa grande inconformidade não está
apenas no Grand [música] Canyon.
Podemos encontrá-la na América do Norte,
na América do Sul, na Europa e em todo o
mundo.
[música]
É por isso que é chamada de grande
inconformidade, porque é um fenômeno
global. [música]
Para mim, ela é uma evidência de que o
dilúvio foi realmente mundial.
Não foi um dilúvio local, nem algo
[música] que aconteceu apenas no Oriente
Médio. Foi algo que aconteceu em todo o
planeta.
Acima da grana de inconformidade é onde
o registro fóssil começa.
Abaixo dessa superfície erosional, você
[música] não encontra fósseis. De
repente, os fósseis aparecem nas rochas.
Na paleontologia mencionaram a ideia de
que a evolução ocorreu do simples para o
[música] complexo.
Mas quando você estuda os fósseis logo
acima da grana de inconformidade,
percebe que já existem formas de vida
complexas. [música]
A ideia de que a vida evoluiu do simples
para o complexo é absolutamente falsa.
Você encontra a complexidade no registro
rochoso logo acima da grande
inconformidade.
E o motivo pelo qual [música] esses
organismos aparecem completamente
formados é porque eles estão sendo
enterrados pelas águas do dilúvio. Esses
são os animais que estavam vivos antes
do dilúvio e estão sendo sepultados de
forma catastrófica nos sedimentos do
dilúvio.
>> Tempo é o tema central quando [música]
falamos da história da Terra. Se para a
teoria da evolução, milhões e [música]
milhões de anos foram necessários para
permitir a lenta transformação de
organismos simples em [música] formas de
vida complexas, no criacionismo. Toda a
complexidade da vida foi criada em muito
pouco tempo pela palavra de Deus.
[música]
Enquanto o evolucionismo precisa que a
Terra e os fósseis sejam muito antigos,
o criacionismo defende uma terra
[música] jovem, onde os fósseis foram
rapidamente soterrados em um único e
catastrófico evento global. Essa
diferença na percepção do tempo muda
completamente a [música] forma de
interpretar as evidências ao nosso
redor. Para um, o [música] tempo é o
arquiteto da vida. Para o outro, o tempo
é o palco onde se desenrola a obra do
verdadeiro arquiteto. Então, se tempo é
o elemento crítico da [música] evolução,
o que acontece quando o retiramos da
equação?
Toda a teoria está morta. Os milhares de
anos vieram antes da teoria de Darwin. E
a teoria de Darwin dependia desses
milhares de anos para que sua ideia
fosse considerada plausível.
Uma vez que não existem milhões de anos,
não há tempo para evolução.
Também não há mecanismo que a sustente.
A seleção natural e as mutações não
mudarão nada. O tempo é considerado
crítico para a visão evolucionista.
Mas o tempo por si só não faz nada.
Na verdade, o tempo faz as coisas se
desgastarem, se quebrarem e se
deteriorarem.
O tempo não transforma um monte de
tijolos em uma casa bonita.
O tempo não transforma uma bactéria em
um bacteriologista.
Portanto, a idade da Terra é uma questão
crítica
e é por isso que até muitos cientistas
estão começando a questionar a evolução,
[música]
mas eles não questionam os milhões de
anos.
Continuam procurando uma explicação
naturalista.
Podem até aceitar a ideia de um designer
inteligente, desde que você não diga
quem é esse designer e não conecte à
Bíblia.
Porque esse tipo de designer é
considerado seguro.
Ele não exige nada moral sobre meu
comportamento.
Então, talvez exista um designer
inteligente.
Mas você não pode aceitar a ideia de um
dilúvio global e de uma terra jovem se
não estiver preparado para encarar o
Deus que criou o mundo.
>> [música]
[música]

Tags: