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A fé vem pelo ouvir

Documentário: Gigantes do passado — Um dos maiores acervos de fósseis dos EUA | Ep. 11 | ORIGENS

Documentário: Gigantes do passado — Um dos maiores acervos de fósseis dos EUA | Ep. 11 | ORIGENS

Documentário: Gigantes do passado — Um dos maiores acervos de fósseis dos EUA | Ep. 11 | ORIGENS

Neste episódio, vamos explorar um dos maiores acervos de fósseis de dinossauros dos Estados Unidos. Cada fóssil guarda pistas sobre a vida que existiu, revelando detalhes surpreendentes sobre esses gigantes do passado

📌 Prepare-se para olhar a história do dilúvio de uma forma completamente diferente!

Que aprender mais sobre esses e outros assuntos?
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🟧 ORIGENS é uma série documental da TV Novo Tempo que investiga os mistérios da vida e do universo com cientistas de diversas áreas.

🟩 A temporada Dilúvio da série ORIGENS explora evidências científicas, geológicas e arqueológicas de um possível evento global catastrófico. A partir do relato bíblico do Dilúvio, a série investiga formações rochosas, fósseis, a Arca de Noé e impactos ambientais que podem estar ligados a esse acontecimento. Com uma abordagem criacionista e interdisciplinar, esta temporada conecta ciência e fé para responder à pergunta: o Dilúvio foi real?

#GigantesDoPassado #FósseisGigantes #Paleontologia #Criacionismo #Evidências #ORIGENSNT

Legendas automáticas:

[música]
Museus são muito mais do que vitrines de
curiosidades do passado. [música]
São pontes vivas entre a história e a
descoberta. Em suas salas silenciosas
repousam fragmentos [música] do tempo,
preservados com precisão para contar
histórias que ainda [música] estamos
aprendendo a decifrar.
Neste episódio, vamos visitar um museu
de [música] fósseis no coração do Texas,
que abriga um dos maiores acervos
[música] de dinossauros dos Estados
Unidos e o maior banco de dados de
fósseis [música] digitalmente
documentados do mundo, totalmente
acessível ao público. Um espaço onde
ciência, educação e fé caminham lado a
lado. Você vai descobrir como um fóssil
é preparado desde o momento em que é
escavado no solo até [música] chegar à
vitrine de um museu. Um processo
cuidadoso que transforma ossos
esquecidos em peças que revelam a
história da Terra.
Ne.
>> [música]
[música]
>> No coração do Texas, um museu
universitário abriga uma [música] das
maiores coleções de fósseis de
dinossauros escavados por estudantes e
pesquisadores. [música] Este é o Museu
de Dinossauros da Southwestern Adventist
University, um centro de ciências ativo
onde os ossos do passado encontram
perguntas ainda mais profundas [música]
sobre a história da Terra.
Todos os fósseis exibidos no museu vende
apenas um sítio de escavação, [música]
o Hansome Research Station, no Iomen. Na
verdade, o museu [música] nasceu a
partir de uma parceria firmada ainda na
década de 90 entre o Dr. Arthur
Schedwick e os proprietários do rancho.
Na época [música] eles buscavam um
paleontólogo criacionista que tivesse
interesse em escavar e [música] estudar
os fósseis encontrados ali.
Ainda na década de 90, um amigo e
[música] eu estávamos fazendo um
trabalho de campo e no final dessa
viagem acabamos em Wyoming. E ele disse:
"Por que não damos uma volta para ver
esse rancho comigo?"
Então eu fui com ele e o dono do rancho
nos colocou na caminhonete dele e nos
levou até o local e disse: "Desçam." Eu
abri a porta para sair e logo vi os
ossos de dinossauros [música] espalhados
por todo o chão. Quando vi aquilo,
fiquei chocado, porque para um
cientista, perder dados é algo
inadmissível.
E eu conseguia visualizar aqueles ossos
sendo levados por uma próxima
enchurrada.
"Então, aquilo mudou minha forma de
pensar." [música] Eu disse, preciso
tentar salvar esses dados. O rancho
tinha um enorme leito de ossos
completamente cheio. Uma vez que
identifiquemos um fóssil no campo, isso
nos ajuda a saber como escavá-lo com
cuidado. Depois, quando o fóssil está
totalmente escavado, usamos um GPS de
alta precisão para associar todas as
informações de localização a ele. Também
tiramos fotos desse fóssil no campo
antes de removê-lo.
>> Nós somos os primeiros a implementar o
uso do GPS para medir ossos de forma
precisa. Com essa técnica, é possível ir
direto até o osso, medi-lo e depois
retirá-lo sem perder nenhum dado
posicional.
Isso nos permite ver a deposição de
ossos exatamente como eles estavam sem a
terra, [música] algo que todo
paleontólogo sonha em ter. Quando eu
apresentava essas imagens em congressos
nacionais, as pessoas na plateia ficavam
espantadas.
Dava para ouvir um burburinho, porque
ninguém tinha visto algo assim. E ali
estava uma imagem da deposição dos ossos
sem a terra. Publicamos esses dados em
um periódico científico, em um jornal
científico, e eles estão disponíveis
para quem quiser usá-los.
Quando eu converso com [música] crianças
sobre isso, uma coisa que eu sempre digo
e que acho realmente empolgante para
qualquer pessoa é que quando encontramos
um osso em uma das escavações no sítio,
nós cavamos ao redor dele e quando ele
está bem exposto, fazemos um cartão para
ele. E uma das informações nesse cartão
é o nome da pessoa que encontrou aquele
osso durante a escavação. Nós tiramos
uma foto do osso com o cartão e as
informações desse cartão ficam
associadas ao osso. E mesmo quando
colocamos esse osso no nosso banco de
dados online, o nome da pessoa que
descobriu também vai para o banco de
dados. Então o seu nome fica junto da
sua descoberta para sempre. Enquanto o
nosso banco de dados existir, qualquer
pessoa que olhar para aquele osso e para
as suas informações saberá que John
[música] Smith encontrou este osso.
Pessoalmente, a descoberta de fósseis é
sempre incrível. E acho que uma das
coisas que eu mais amo na paleontologia
é que quando você desenterra um osso ou
encontra uma nova pegada de dinossauro,
ou seja o que for, você é a primeira
pessoa a ver aquilo. Ele ficou escondido
por muito tempo e então você o encontra
e é você quem tem a chance de
compartilhá-lo com outras pessoas. Isso
é muito divertido. [música]
E com o nosso banco de dados, acho que é
legal que as pessoas recebam crédito por
isso. Mesmo que seja um ossinho pequeno,
elas ganham crédito por aquela
descoberta. E isso fica registrado para
sempre depois disso. Acho que é essa uma
experiência que quase todo mundo ama.
Mesmo que você não se importe tanto com
os dinossauros, o simples fato de ter
descoberto algo novo, acredito que seja
algo empolgante para todo mundo. E nós
oferecemos um lugar onde qualquer pessoa
pode ter essa experiência de fazer sua
própria descoberta. Acho que isso é algo
muito divertido. E o fato de todas essas
descobertas se tornarem parte de um
recurso [música] usado pela ciência real
que os cientistas de fato utilizam, é,
na minha opinião, uma experiência única
na vida. Algo que a maioria das pessoas
não tem como viver diretamente, mas que
conosco é possível. E acho que isso é
algo realmente divertido para qualquer
pessoa.
Depois que reconstruímos o sítio de
escavação para podermos ver a posição de
todos os ossos,
não é difícil interpretar como eles
chegaram lá.
Os ossos estão orientados [música] de
alguma maneira.
estão organizados em camadas com os
maiores embaixo e os menores em cima
ou o contrário
ou estão distribuídos aleatoriamente sem
relação entre si.
Todas essas situações são possíveis
[música] e cada uma delas ajuda a
entender o processo de deposição.
[música] O que descobrimos é que os
ossos estão em um cemitério de
dinossauros
com os ossos grandes embaixo e pequenos
[música] em cima,
o que indica uma deposição catastrófica
causada por um fluxo repentino de água e
sedimento.
é a única [música] explicação para terem
sido depositados de maneira instantânea.
Depois que um fóssil é escavado no IOM,
ele é cuidadosamente protegido, embalado
e transportado até o museu no Texas. É
lá que uma nova etapa começa, um
processo delicado de limpeza,
restauração e catalogação que transforma
o material bruto encontrado no campo em
uma peça pronta para estudo ou
exposição.
Assim que os fósseis chegam aqui, boa
parte do trabalho dos nossos estudantes
aqui no museu é limpar os ossos. Ainda
há sedimentos presos a eles que precisam
ser retirados.
Depois disso, seguimos uma espécie de
linha de montagem.
Os ossos são fotografados e, em seguida,
encaminhados para o nosso repositório.
O repositório é basicamente como uma
biblioteca de ossos.
É lá que ficam todos os nossos fósseis,
dinossauros e tudo mais que encontramos
junto com eles.
Ah, então somos um museu, mas também
funcionamos como uma biblioteca, onde
armazenamos todos esses ossos e qualquer
pessoa pode vir vê-los. E no caso dos
cientistas, eles podem solicitar para
vê-los pessoalmente ou pedir um
empréstimo. Nós enviamos os ossos, eles
[música] os estudam e depois os devolvem
quando terminam a pesquisa deles.
>> Durante minha visita ao museu, tive a
chance de participar de uma experiência
única. [música]
Recebi um treinamento rápido e pude
ajudar na limpeza de um fóssil.
Confesso, não é nada simples identificar
à primeira vista o que é terra e o que é
realmente [música] parte do fóssil. É um
processo que exige paciência, um olhar
treinado e muito cuidado. Leva tempo até
conseguir distinguir os detalhes
[música] e juntar as peças que compõem
um único exemplar. Esse é justamente
[música] o trabalho da Rebeca, que atua
no laboratório do museu e nos explicou
como funciona todo o processo de limpeza
e reestruturação dos fósseis.
Então, é muito raro que o osso
encontrado no campo já esteja pronto
para ser exibido. Geralmente há um pouco
de terra que precisa ser retirada e às
vezes há fraturas que precisam ser
arrumadas.
Dá para ver que há várias rachaduras
nessa caixa [música] craniana. É um osso
bem resistente comparado a outros
fósseis que já escavamos, mas mesmo
assim aplicamos cola instantânea ou um
produto de reforço para garantir que ele
não vai se quebrar no futuro.
E como vocês sabem [música] a que animal
pertence cada parte e que osso
específico é?
>> Sim, é uma boa pergunta.
Muito disso é comparar com fósseis que
já escavamos. ou com forces que outros
cientistas encontraram. Então, se
achamos algo que não conseguimos
identificar na nossa coleção, nós
entramos em contato com outros museus e
aí consultamos artigos científicos para
ver o que eles descobriram. É um bom
exemplo disso é essa peça aqui. Nós a
retiramos antes da caixa craniana e na
época tínhamos certeza do que era. Ainda
hoje não temos total certeza.
Mas por ser bem fina, [música] sabíamos
que devia ser algum osso do crânio.
Achamos que pudesse ser uma parte da
caixa craniana e foi assim que
arrotulamos no cartão, mas depois
encontramos a verdadeira caixa craniana.
Então esta peça deve ser outra parte do
crânio. O que fazemos agora é limpar
toda a terra e comparar com as outras
partes. Se não se encaixar em nada,
ótimo, podemos [música] descartar a
hipótese de ser da caixa craniana.
Mas pode ser outra região do crânio,
talvez das bochechas ou alguma parte
ligada [música] à caixa craniana,
ajudando a formar a cabeça completa.
Ã, tudo isso é rocha que se formou ao
redor do fóssil. a pequenos fragmentos
do osso aqui, muito rachado, frágil,
então já foram colados ainda no campo.
Precisamos passar por todo esse processo
e porque é muito mais difícil
identificar o que é se a Terra ainda
estiver grudada.
Então, ela pode [música] estar
escondendo detalhes importantes que
ajudam na identificação.
>> Parece um quebra-cabeça.
>> É como um quebra-cabeça. Na verdade,
essa é uma parte bem divertida.
E isso aqui, veja só, vai se encaixar
bem aqui.
>> Ah, é um quebra-cabeça,
>> sim. É como um quebra-cabeça. E essa
parte, olha, ela se encaixa
mais ou menos aqui. Que legal. Então, eu
preciso descobrir um bom jeito de fixar
[música] essa parte, já que é uma folga
grande entre elas,
>> certo?
>> Provavelmente eu vou ter que usar algum
tipo de massa epóxico,
>> certo?
E depois eu posso colar essa parte ao
pedaço maior e o conjunto vai ficar mais
completo.
Eu acredito que essa peça vai se
encaixar em algum lugar por aqui.
Em algum lugar por aqui não dá para ter
certeza, né? Algumas coisas só se
descobre tentando e vendo se funciona,
não é?
>> Sim. É como ter um quebra-cabeça de 500
peças. Você tem o lado impresso e tenta
encaixar essa parte em todos os lugares
possíveis do tabuleiro. É, às vezes
encaixa, às vezes não. E aí é só
comparar com as outras peças.
A cada verão, equipes se reúnem no leste
doomen, onde milhares de fóss jazem
enterrado sob a superfície. Os fósseis
escavados lá são [música] trazidos aqui
para o museu, onde ganham nova vida.
Aqui cada osso passa por uma análise
minuciosa, sendo catalogado, estudado
[música]
e preservado. O museu abriga o maior
banco de dados digital de documentação
fóssil do mundo, uma fonte de informação
aberta não apenas [música] à comunidade
científica, mas também ao público
global. uma ponte entre o campo e o
laboratório, entre o passado e o
presente, entre a evidência e a
interpretação.
Dos fósseis que encontramos tem os
esqueletos desarticulados, ou seja, as
partes [música] estão separadas. É raro,
pelo menos nas áreas onde escavamos,
encontrar peças ainda unidas, embora
tenhamos alguns exemplos.
Encontramos uma cauda quase intacta
[música]
e alguns ossos das pernas que estavam um
pouco juntos.
A maioria dos fósseis está espalhado. É
possível encontrar muitos ossos
diferentes de vários animais todos
misturados.
>> Quem nos recebeu e apresentou o museu
foi a Erin Malone. Durante a visita, ela
me [música] explicou que nem todos os
fósseis escavados acabam sendo exibidos.
Existe um processo criterioso de
seleção. [música]
Alguns fósseis são destinados à pesquisa
por conterem informações científicas
[música] valiosas, enquanto outros,
geralmente os mais bem preservados, são
escolhidos para [música] exposição. A
partir dessa seleção, cada fóssil é
cuidadosamente limpo, restaurado e,
quando possível montado para que o
público possa vê-lo de perto.
Esse é o nosso depósito de fósseis. É
como uma biblioteca para os fósseis.
Todos os fósseis que não estão
disponíveis na parte principal do museu
precisam de um lugar para ficar.
Esse grande fóssil aqui é parte da
ossada de um triceratops.
[música]
Esse é definitivamente um dos maiores
fósseis do museu. Ele está em um ótimo
estado de conservação. E o nome desse
triceratops é Calebe.
>> Calebe,
ele até tem um nome.
>> Sim, [música] o Calebe é uma descoberta
muito especial.
Essa çada ainda não foi totalmente
restaurada, mas [música] com o tempo
esperamos concluí-la e transformá-la em
uma das principais peças em exibição no
museu.
>> Você tem ideia [música] de quantos
fósseis vocês têm aqui no museu?
>> Atualmente isso inclui desde os maiores
até os menores fósseis. Temos cerca de
40.000 exemplares.
>> São muitos e todos estão aqui no
[música] museu.
>> Sim.
Isso é bem legal. Isso aqui é muito
interessante. O que exatamente é isso?
>> Essa é uma linda caludda de adrossauro.
[música]
Encontramos a maior parte das peças
juntas no solo. [música] E aqui você
pode vê-las todas dispostas.
As vértebras maiores ficavam mais
próximas do corpo, diminuindo de tamanho
até a ponta da cauda, onde estão as
menores.
>> É importante mencionar [música] que tudo
isso pertence a um único animal, certo?
>> Sim, essa é uma cauda de um único
animal, um dinossauro bico de pato.
>> Que incrível.
Sim, os dinossauros de bico de pato eram
animais realmente grandes. Eles seriam
mais altos do que a minha mão consegue
alcançar. Essa altura corresponderia ao
topo do quadril deles. [música] Eram
enormes.
>> Então vocês têm grandes fósseis, mas
também tem fósseis bem pequenos, não?
>> Sim. Muitos desses armários [música]
estão completamente cheios de pequenos
fósseis. Podemos dar uma olhada nesse
daqui.
Ele está repleto de alguns dos nossos
achados menores. Grande [música] parte
dos fósseis pequenos que encontramos são
dentes.
Dá para ver daqui um dente de trex,
alguns dentes de crocodilo e até ossos
bem pequenos, como de tartarugas.
Encontramos muitos, muitos fósseis
pequenos [música] e mesmo sendo
minúsculos, todos eles juntos nos ajudam
a contar a história desses animais e de
como vieram parar aqui.
>> E [música] que tipo de atenção você
precisa ter aos cavalos? Porque [música]
eles são bem pequenos.
Sim, você precisa desenvolver um bom
senso para perceber o que é rocha e o
que é fóssil, para não acabar
descartando nenhum por engano. Isso vem
com o tempo e com a prática. É preciso
passar bastante tempo observando, mas dá
para perceber que os dentes t uma
aparência bem característica.
>> Que legal. E você estava me dizendo
[música] que é especialista em encontrar
esses fósseis pequenos, não é?
>> Sim. Eu venho trabalhando com a busca
por fósseis pequenos há muito tempo. É o
que eu mais gosto de fazer.
Então, esses [música]
grandes ossos pertencem a triceratops?
Sim, isso mesmo. Estes são dois belossos
de tricerátops. [música]
Este é um fêmor, o osso da parte
superior da perna, e esta é a tíbia, que
vem da parte inferior. Eles foram
restaurados e estabilizados para que as
pessoas possam vir tocar e chegar bem
perto de um osso de dinossauro, sentir
como ele é e ver de perto os seus
detalhes. Nós adoramos que as pessoas
possam vir, interagir e ver por si
mesmas como é um osso de dinossauro.
>> Mas esses não são réplicas, são ossos
reais.
>> Isso mesmo, são ossos reais. Eles foram
cuidadosamente estabilizados e por isso
são bem pesados. Sempre avisamos as
pessoas para não tentarem levantá-los
porque são extremamente pesados. Mas
graças a esses estabilizadores
especiais, é possível tocá-los sem risco
de danificá-los. Legal. Isso é muito
interessante.
E qual é a importância [música]
de ter um museu de dinossauros onde as
pessoas podem vir e ver os [música]
fósseis de perto? Eu acho que muitas
vezes quando as pessoas visitam o museu,
os sóceis ficam atrás de vitrines ou
barreiras e elas não conseguem chegar
perto. Mas nós queremos [música] que as
pessoas realmente vejam por si mesmas,
que observem de perto os ossos de
dinossauros, entendam como eles são ao
toque e do que [música] são feitos. Eu
acredito que isso torna a experiência
muito mais rica quando o visitante pode
ver e tocar. E especialmente quando as
crianças visitam o museu, queremos que
elas possam interagir com os ossos e
entender que os dinossauros foram
animais [música] reais, que viveram,
caminharam, respiraram e se alimentaram.
Acha que chegar tão perto de um osso
ajuda a compreender melhor essa
realidade?
Acho que uma das coisas mais importantes
que fazemos no nosso museu é servir como
um recurso para [música] o estudo desses
ossos e permitir que outras pessoas
possam acessá-los. para suas pesquisas.
O nosso banco de dados, por exemplo, é
incrível. Como você mencionou, qualquer
pessoa pode acessá-lo. Estamos aqui no
Texas, mas se alguém na China estiver
desenvolvendo um projeto e precisar de
informações dos nossos fósseis de
dinossauro, pode usá-las sem problema.
Como temos imagens de alta qualidade dos
ossos e, em muitos casos também, modelos
3D criados a partir dessas imagens, um
cientista do outro lado do mundo pode
até imprimir um modelo 3D, segurá-lo nas
mãos, observá-lo e usá-lo em sala de
aula como material didático. Eu acho
isso simplesmente incrível e é
exatamente esse nosso objetivo, oferecer
esse recurso para quem pode usá-lo em
benefício da ciência. Queremos
compartilhar com quem pode produzir boa
pesquisa a partir dele.
Nós queremos que o museu seja um lugar
que conte
essas descobertas nos [música] revelam
sobre como os animais morreram e foram
enterrados. Queremos que as pessoas
venham visitar e vejam [música] que
cristãos, que também são cientistas
estão aplicando ciência de excelência
para estudar esses ossos. E estamos
dispostos a ser guiados [música] pelas
evidências que encontramos para contar a
verdadeira história de como esses
animais foram enterrados.
[música]
>> [música]
[música]

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