Documentário: Gigantes do passado — Um dos maiores acervos de fósseis dos EUA | Ep. 11 | ORIGENS
25/01/2026
Documentário: Gigantes do passado — Um dos maiores acervos de fósseis dos EUA | Ep. 11 | ORIGENS
Neste episódio, vamos explorar um dos maiores acervos de fósseis de dinossauros dos Estados Unidos. Cada fóssil guarda pistas sobre a vida que existiu, revelando detalhes surpreendentes sobre esses gigantes do passado
📌 Prepare-se para olhar a história do dilúvio de uma forma completamente diferente!
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🟧 ORIGENS é uma série documental da TV Novo Tempo que investiga os mistérios da vida e do universo com cientistas de diversas áreas.
🟩 A temporada Dilúvio da série ORIGENS explora evidências científicas, geológicas e arqueológicas de um possível evento global catastrófico. A partir do relato bíblico do Dilúvio, a série investiga formações rochosas, fósseis, a Arca de Noé e impactos ambientais que podem estar ligados a esse acontecimento. Com uma abordagem criacionista e interdisciplinar, esta temporada conecta ciência e fé para responder à pergunta: o Dilúvio foi real?
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Fonte: Origens NT
Legendas automáticas:
[música] Museus são muito mais do que vitrines de curiosidades do passado. [música] São pontes vivas entre a história e a descoberta. Em suas salas silenciosas repousam fragmentos [música] do tempo, preservados com precisão para contar histórias que ainda [música] estamos aprendendo a decifrar. Neste episódio, vamos visitar um museu de [música] fósseis no coração do Texas, que abriga um dos maiores acervos [música] de dinossauros dos Estados Unidos e o maior banco de dados de fósseis [música] digitalmente documentados do mundo, totalmente acessível ao público. Um espaço onde ciência, educação e fé caminham lado a lado. Você vai descobrir como um fóssil é preparado desde o momento em que é escavado no solo até [música] chegar à vitrine de um museu. Um processo cuidadoso que transforma ossos esquecidos em peças que revelam a história da Terra. Ne. >> [música] [música] >> No coração do Texas, um museu universitário abriga uma [música] das maiores coleções de fósseis de dinossauros escavados por estudantes e pesquisadores. [música] Este é o Museu de Dinossauros da Southwestern Adventist University, um centro de ciências ativo onde os ossos do passado encontram perguntas ainda mais profundas [música] sobre a história da Terra. Todos os fósseis exibidos no museu vende apenas um sítio de escavação, [música] o Hansome Research Station, no Iomen. Na verdade, o museu [música] nasceu a partir de uma parceria firmada ainda na década de 90 entre o Dr. Arthur Schedwick e os proprietários do rancho. Na época [música] eles buscavam um paleontólogo criacionista que tivesse interesse em escavar e [música] estudar os fósseis encontrados ali. Ainda na década de 90, um amigo e [música] eu estávamos fazendo um trabalho de campo e no final dessa viagem acabamos em Wyoming. E ele disse: "Por que não damos uma volta para ver esse rancho comigo?" Então eu fui com ele e o dono do rancho nos colocou na caminhonete dele e nos levou até o local e disse: "Desçam." Eu abri a porta para sair e logo vi os ossos de dinossauros [música] espalhados por todo o chão. Quando vi aquilo, fiquei chocado, porque para um cientista, perder dados é algo inadmissível. E eu conseguia visualizar aqueles ossos sendo levados por uma próxima enchurrada. "Então, aquilo mudou minha forma de pensar." [música] Eu disse, preciso tentar salvar esses dados. O rancho tinha um enorme leito de ossos completamente cheio. Uma vez que identifiquemos um fóssil no campo, isso nos ajuda a saber como escavá-lo com cuidado. Depois, quando o fóssil está totalmente escavado, usamos um GPS de alta precisão para associar todas as informações de localização a ele. Também tiramos fotos desse fóssil no campo antes de removê-lo. >> Nós somos os primeiros a implementar o uso do GPS para medir ossos de forma precisa. Com essa técnica, é possível ir direto até o osso, medi-lo e depois retirá-lo sem perder nenhum dado posicional. Isso nos permite ver a deposição de ossos exatamente como eles estavam sem a terra, [música] algo que todo paleontólogo sonha em ter. Quando eu apresentava essas imagens em congressos nacionais, as pessoas na plateia ficavam espantadas. Dava para ouvir um burburinho, porque ninguém tinha visto algo assim. E ali estava uma imagem da deposição dos ossos sem a terra. Publicamos esses dados em um periódico científico, em um jornal científico, e eles estão disponíveis para quem quiser usá-los. Quando eu converso com [música] crianças sobre isso, uma coisa que eu sempre digo e que acho realmente empolgante para qualquer pessoa é que quando encontramos um osso em uma das escavações no sítio, nós cavamos ao redor dele e quando ele está bem exposto, fazemos um cartão para ele. E uma das informações nesse cartão é o nome da pessoa que encontrou aquele osso durante a escavação. Nós tiramos uma foto do osso com o cartão e as informações desse cartão ficam associadas ao osso. E mesmo quando colocamos esse osso no nosso banco de dados online, o nome da pessoa que descobriu também vai para o banco de dados. Então o seu nome fica junto da sua descoberta para sempre. Enquanto o nosso banco de dados existir, qualquer pessoa que olhar para aquele osso e para as suas informações saberá que John [música] Smith encontrou este osso. Pessoalmente, a descoberta de fósseis é sempre incrível. E acho que uma das coisas que eu mais amo na paleontologia é que quando você desenterra um osso ou encontra uma nova pegada de dinossauro, ou seja o que for, você é a primeira pessoa a ver aquilo. Ele ficou escondido por muito tempo e então você o encontra e é você quem tem a chance de compartilhá-lo com outras pessoas. Isso é muito divertido. [música] E com o nosso banco de dados, acho que é legal que as pessoas recebam crédito por isso. Mesmo que seja um ossinho pequeno, elas ganham crédito por aquela descoberta. E isso fica registrado para sempre depois disso. Acho que é essa uma experiência que quase todo mundo ama. Mesmo que você não se importe tanto com os dinossauros, o simples fato de ter descoberto algo novo, acredito que seja algo empolgante para todo mundo. E nós oferecemos um lugar onde qualquer pessoa pode ter essa experiência de fazer sua própria descoberta. Acho que isso é algo muito divertido. E o fato de todas essas descobertas se tornarem parte de um recurso [música] usado pela ciência real que os cientistas de fato utilizam, é, na minha opinião, uma experiência única na vida. Algo que a maioria das pessoas não tem como viver diretamente, mas que conosco é possível. E acho que isso é algo realmente divertido para qualquer pessoa. Depois que reconstruímos o sítio de escavação para podermos ver a posição de todos os ossos, não é difícil interpretar como eles chegaram lá. Os ossos estão orientados [música] de alguma maneira. estão organizados em camadas com os maiores embaixo e os menores em cima ou o contrário ou estão distribuídos aleatoriamente sem relação entre si. Todas essas situações são possíveis [música] e cada uma delas ajuda a entender o processo de deposição. [música] O que descobrimos é que os ossos estão em um cemitério de dinossauros com os ossos grandes embaixo e pequenos [música] em cima, o que indica uma deposição catastrófica causada por um fluxo repentino de água e sedimento. é a única [música] explicação para terem sido depositados de maneira instantânea. Depois que um fóssil é escavado no IOM, ele é cuidadosamente protegido, embalado e transportado até o museu no Texas. É lá que uma nova etapa começa, um processo delicado de limpeza, restauração e catalogação que transforma o material bruto encontrado no campo em uma peça pronta para estudo ou exposição. Assim que os fósseis chegam aqui, boa parte do trabalho dos nossos estudantes aqui no museu é limpar os ossos. Ainda há sedimentos presos a eles que precisam ser retirados. Depois disso, seguimos uma espécie de linha de montagem. Os ossos são fotografados e, em seguida, encaminhados para o nosso repositório. O repositório é basicamente como uma biblioteca de ossos. É lá que ficam todos os nossos fósseis, dinossauros e tudo mais que encontramos junto com eles. Ah, então somos um museu, mas também funcionamos como uma biblioteca, onde armazenamos todos esses ossos e qualquer pessoa pode vir vê-los. E no caso dos cientistas, eles podem solicitar para vê-los pessoalmente ou pedir um empréstimo. Nós enviamos os ossos, eles [música] os estudam e depois os devolvem quando terminam a pesquisa deles. >> Durante minha visita ao museu, tive a chance de participar de uma experiência única. [música] Recebi um treinamento rápido e pude ajudar na limpeza de um fóssil. Confesso, não é nada simples identificar à primeira vista o que é terra e o que é realmente [música] parte do fóssil. É um processo que exige paciência, um olhar treinado e muito cuidado. Leva tempo até conseguir distinguir os detalhes [música] e juntar as peças que compõem um único exemplar. Esse é justamente [música] o trabalho da Rebeca, que atua no laboratório do museu e nos explicou como funciona todo o processo de limpeza e reestruturação dos fósseis. Então, é muito raro que o osso encontrado no campo já esteja pronto para ser exibido. Geralmente há um pouco de terra que precisa ser retirada e às vezes há fraturas que precisam ser arrumadas. Dá para ver que há várias rachaduras nessa caixa [música] craniana. É um osso bem resistente comparado a outros fósseis que já escavamos, mas mesmo assim aplicamos cola instantânea ou um produto de reforço para garantir que ele não vai se quebrar no futuro. E como vocês sabem [música] a que animal pertence cada parte e que osso específico é? >> Sim, é uma boa pergunta. Muito disso é comparar com fósseis que já escavamos. ou com forces que outros cientistas encontraram. Então, se achamos algo que não conseguimos identificar na nossa coleção, nós entramos em contato com outros museus e aí consultamos artigos científicos para ver o que eles descobriram. É um bom exemplo disso é essa peça aqui. Nós a retiramos antes da caixa craniana e na época tínhamos certeza do que era. Ainda hoje não temos total certeza. Mas por ser bem fina, [música] sabíamos que devia ser algum osso do crânio. Achamos que pudesse ser uma parte da caixa craniana e foi assim que arrotulamos no cartão, mas depois encontramos a verdadeira caixa craniana. Então esta peça deve ser outra parte do crânio. O que fazemos agora é limpar toda a terra e comparar com as outras partes. Se não se encaixar em nada, ótimo, podemos [música] descartar a hipótese de ser da caixa craniana. Mas pode ser outra região do crânio, talvez das bochechas ou alguma parte ligada [música] à caixa craniana, ajudando a formar a cabeça completa. Ã, tudo isso é rocha que se formou ao redor do fóssil. a pequenos fragmentos do osso aqui, muito rachado, frágil, então já foram colados ainda no campo. Precisamos passar por todo esse processo e porque é muito mais difícil identificar o que é se a Terra ainda estiver grudada. Então, ela pode [música] estar escondendo detalhes importantes que ajudam na identificação. >> Parece um quebra-cabeça. >> É como um quebra-cabeça. Na verdade, essa é uma parte bem divertida. E isso aqui, veja só, vai se encaixar bem aqui. >> Ah, é um quebra-cabeça, >> sim. É como um quebra-cabeça. E essa parte, olha, ela se encaixa mais ou menos aqui. Que legal. Então, eu preciso descobrir um bom jeito de fixar [música] essa parte, já que é uma folga grande entre elas, >> certo? >> Provavelmente eu vou ter que usar algum tipo de massa epóxico, >> certo? E depois eu posso colar essa parte ao pedaço maior e o conjunto vai ficar mais completo. Eu acredito que essa peça vai se encaixar em algum lugar por aqui. Em algum lugar por aqui não dá para ter certeza, né? Algumas coisas só se descobre tentando e vendo se funciona, não é? >> Sim. É como ter um quebra-cabeça de 500 peças. Você tem o lado impresso e tenta encaixar essa parte em todos os lugares possíveis do tabuleiro. É, às vezes encaixa, às vezes não. E aí é só comparar com as outras peças. A cada verão, equipes se reúnem no leste doomen, onde milhares de fóss jazem enterrado sob a superfície. Os fósseis escavados lá são [música] trazidos aqui para o museu, onde ganham nova vida. Aqui cada osso passa por uma análise minuciosa, sendo catalogado, estudado [música] e preservado. O museu abriga o maior banco de dados digital de documentação fóssil do mundo, uma fonte de informação aberta não apenas [música] à comunidade científica, mas também ao público global. uma ponte entre o campo e o laboratório, entre o passado e o presente, entre a evidência e a interpretação. Dos fósseis que encontramos tem os esqueletos desarticulados, ou seja, as partes [música] estão separadas. É raro, pelo menos nas áreas onde escavamos, encontrar peças ainda unidas, embora tenhamos alguns exemplos. Encontramos uma cauda quase intacta [música] e alguns ossos das pernas que estavam um pouco juntos. A maioria dos fósseis está espalhado. É possível encontrar muitos ossos diferentes de vários animais todos misturados. >> Quem nos recebeu e apresentou o museu foi a Erin Malone. Durante a visita, ela me [música] explicou que nem todos os fósseis escavados acabam sendo exibidos. Existe um processo criterioso de seleção. [música] Alguns fósseis são destinados à pesquisa por conterem informações científicas [música] valiosas, enquanto outros, geralmente os mais bem preservados, são escolhidos para [música] exposição. A partir dessa seleção, cada fóssil é cuidadosamente limpo, restaurado e, quando possível montado para que o público possa vê-lo de perto. Esse é o nosso depósito de fósseis. É como uma biblioteca para os fósseis. Todos os fósseis que não estão disponíveis na parte principal do museu precisam de um lugar para ficar. Esse grande fóssil aqui é parte da ossada de um triceratops. [música] Esse é definitivamente um dos maiores fósseis do museu. Ele está em um ótimo estado de conservação. E o nome desse triceratops é Calebe. >> Calebe, ele até tem um nome. >> Sim, [música] o Calebe é uma descoberta muito especial. Essa çada ainda não foi totalmente restaurada, mas [música] com o tempo esperamos concluí-la e transformá-la em uma das principais peças em exibição no museu. >> Você tem ideia [música] de quantos fósseis vocês têm aqui no museu? >> Atualmente isso inclui desde os maiores até os menores fósseis. Temos cerca de 40.000 exemplares. >> São muitos e todos estão aqui no [música] museu. >> Sim. Isso é bem legal. Isso aqui é muito interessante. O que exatamente é isso? >> Essa é uma linda caludda de adrossauro. [música] Encontramos a maior parte das peças juntas no solo. [música] E aqui você pode vê-las todas dispostas. As vértebras maiores ficavam mais próximas do corpo, diminuindo de tamanho até a ponta da cauda, onde estão as menores. >> É importante mencionar [música] que tudo isso pertence a um único animal, certo? >> Sim, essa é uma cauda de um único animal, um dinossauro bico de pato. >> Que incrível. Sim, os dinossauros de bico de pato eram animais realmente grandes. Eles seriam mais altos do que a minha mão consegue alcançar. Essa altura corresponderia ao topo do quadril deles. [música] Eram enormes. >> Então vocês têm grandes fósseis, mas também tem fósseis bem pequenos, não? >> Sim. Muitos desses armários [música] estão completamente cheios de pequenos fósseis. Podemos dar uma olhada nesse daqui. Ele está repleto de alguns dos nossos achados menores. Grande [música] parte dos fósseis pequenos que encontramos são dentes. Dá para ver daqui um dente de trex, alguns dentes de crocodilo e até ossos bem pequenos, como de tartarugas. Encontramos muitos, muitos fósseis pequenos [música] e mesmo sendo minúsculos, todos eles juntos nos ajudam a contar a história desses animais e de como vieram parar aqui. >> E [música] que tipo de atenção você precisa ter aos cavalos? Porque [música] eles são bem pequenos. Sim, você precisa desenvolver um bom senso para perceber o que é rocha e o que é fóssil, para não acabar descartando nenhum por engano. Isso vem com o tempo e com a prática. É preciso passar bastante tempo observando, mas dá para perceber que os dentes t uma aparência bem característica. >> Que legal. E você estava me dizendo [música] que é especialista em encontrar esses fósseis pequenos, não é? >> Sim. Eu venho trabalhando com a busca por fósseis pequenos há muito tempo. É o que eu mais gosto de fazer. Então, esses [música] grandes ossos pertencem a triceratops? Sim, isso mesmo. Estes são dois belossos de tricerátops. [música] Este é um fêmor, o osso da parte superior da perna, e esta é a tíbia, que vem da parte inferior. Eles foram restaurados e estabilizados para que as pessoas possam vir tocar e chegar bem perto de um osso de dinossauro, sentir como ele é e ver de perto os seus detalhes. Nós adoramos que as pessoas possam vir, interagir e ver por si mesmas como é um osso de dinossauro. >> Mas esses não são réplicas, são ossos reais. >> Isso mesmo, são ossos reais. Eles foram cuidadosamente estabilizados e por isso são bem pesados. Sempre avisamos as pessoas para não tentarem levantá-los porque são extremamente pesados. Mas graças a esses estabilizadores especiais, é possível tocá-los sem risco de danificá-los. Legal. Isso é muito interessante. E qual é a importância [música] de ter um museu de dinossauros onde as pessoas podem vir e ver os [música] fósseis de perto? Eu acho que muitas vezes quando as pessoas visitam o museu, os sóceis ficam atrás de vitrines ou barreiras e elas não conseguem chegar perto. Mas nós queremos [música] que as pessoas realmente vejam por si mesmas, que observem de perto os ossos de dinossauros, entendam como eles são ao toque e do que [música] são feitos. Eu acredito que isso torna a experiência muito mais rica quando o visitante pode ver e tocar. E especialmente quando as crianças visitam o museu, queremos que elas possam interagir com os ossos e entender que os dinossauros foram animais [música] reais, que viveram, caminharam, respiraram e se alimentaram. Acha que chegar tão perto de um osso ajuda a compreender melhor essa realidade? Acho que uma das coisas mais importantes que fazemos no nosso museu é servir como um recurso para [música] o estudo desses ossos e permitir que outras pessoas possam acessá-los. para suas pesquisas. O nosso banco de dados, por exemplo, é incrível. Como você mencionou, qualquer pessoa pode acessá-lo. Estamos aqui no Texas, mas se alguém na China estiver desenvolvendo um projeto e precisar de informações dos nossos fósseis de dinossauro, pode usá-las sem problema. Como temos imagens de alta qualidade dos ossos e, em muitos casos também, modelos 3D criados a partir dessas imagens, um cientista do outro lado do mundo pode até imprimir um modelo 3D, segurá-lo nas mãos, observá-lo e usá-lo em sala de aula como material didático. Eu acho isso simplesmente incrível e é exatamente esse nosso objetivo, oferecer esse recurso para quem pode usá-lo em benefício da ciência. Queremos compartilhar com quem pode produzir boa pesquisa a partir dele. Nós queremos que o museu seja um lugar que conte essas descobertas nos [música] revelam sobre como os animais morreram e foram enterrados. Queremos que as pessoas venham visitar e vejam [música] que cristãos, que também são cientistas estão aplicando ciência de excelência para estudar esses ossos. E estamos dispostos a ser guiados [música] pelas evidências que encontramos para contar a verdadeira história de como esses animais foram enterrados. [música] >> [música] [música]