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A fé vem pelo ouvir

Documentário: Um modelo científico para o dilúvio | Ep. 6 | ORIGENS

Documentário: Um modelo científico para o dilúvio | Ep. 6 | ORIGENS

Documentário: Um modelo científico para o dilúvio | Ep. 6 | ORIGENS

O que a geologia pode revelar quando observada pela lente do criacionismo? Neste episódio, apresentamos um modelo geológico criacionista que busca explicar os eventos do dilúvio bíblico, analisando como forças catastróficas, em escala global, poderiam ter moldado rapidamente a superfície da Terra.

📌 Prepare-se para olhar a história do dilúvio de uma forma completamente diferente!

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🟧 ORIGENS é uma série documental da TV Novo Tempo que investiga os mistérios da vida e do universo com cientistas de diversas áreas.

🟩 A temporada Dilúvio da série ORIGENS explora evidências científicas, geológicas e arqueológicas de um possível evento global catastrófico. A partir do relato bíblico do Dilúvio, a série investiga formações rochosas, fósseis, a Arca de Noé e impactos ambientais que podem estar ligados a esse acontecimento. Com uma abordagem criacionista e interdisciplinar, esta temporada conecta ciência e fé para responder à pergunta: o Dilúvio foi real?

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Legendas automáticas:

A curiosidade faz parte de quem somos.
[música] Está no coração humano desde o
princípio. Diante do desconhecido, não
conseguimos evitar fazer perguntas.
[música]
É a inquietação que nos move a decifrar
os segredos guardados nas [música]
estrelas, na terra e nas rochas, a
entender os processos físicos e químicos
que regem a natureza. Essa, na verdade,
[música] é a base do avanço da ciência.
Afinal, de cada descoberta nasce uma
nova pergunta. Nesta temporada
escolhemos olhar o mundo pelas lentes do
criacionismo, não para impor respostas,
mas para abrir caminhos. Diante desse
[música] cenário, não conseguimos evitar
nos questionar como o dilúvio de fato
aconteceu. Seria [música] possível
elencar a ordem dos eventos que moldaram
as evidências que vemos hoje nas rochas?
No episódio [música] de hoje, vamos em
busca de respostas para enxergar com
mais clareza a dimensão do que foi o
dilúvio.
Você
[música]
já parou para pensar? Como foi o
dilúvio? A Bíblia descreve um evento
catastrófico de grandes proporções, mas
é um cenário difícil de imaginar. As
ilustrações infantis costumam mostrar
uma arca flutuando com calma sobre
pequenas ondas. E mesmo quando crescemos
muitas vezes, a imagem que temos não vai
muito além de uma tempestade. [música]
As rochas, no entanto, contam uma
história muito diferente. Elas registram
um cenário colossal. Camadas [música]
imensas de sedimentos depositadas
rapidamente, continentes se separando,
montanhas sendo erguidas, fósseis
preservados em escala global. Tudo
aponta não para uma calmaria, mas para
uma [música] catástrofe de energia
inimaginável.
Acho que as pessoas têm absolutamente a
ideia errada sobre como foi o dilúvio.
Quando leio as escrituras e considero o
que as escrituras dizem sobre como o
dilúvio começou e o que aconteceu, é
realmente bastante aterrorizante.
No primeiro dia do dilúvio, diz que as
fontes do grande abismo se romperam e as
janelas do céu foram abertas.
Meteoritos começa então essa maior
tragédia ambiental na história [música]
da Terra. Eles eh caem à medida que eles
atingem a superfície da Terra, parte
desse material, desse [música] bólito
bólido, alguns com quilômetros de de
diâmetro enormes, não é? Então imagine
essa velocidade 70.000 km/h, eles
penetram na na na superfície [música] da
terra e vão lá pro manto superior e toda
essa energia cinética se transforma em
energia térmica. [música]
Aquela região acaba realmente eh e
entrando num ponto de fusão, temperatura
muito alta, se funde todo o material
onde [música] ele chega. Esse material
fundido e tem menor densidade em relação
ao material [música] eh adjacente.
Então, a tendência dele é subir. Ele
sobe, quem sabe usando parte do espaço
[música] deixado pelo próprio meteorito
que fez o percurso inicial, ele acaba
subindo eh na superfície até a
superfície, estar vazando em grandes
volumes de magma.
>> Durante o dilúvio, como geólogo, vejo
atividade vulcânica acontecendo nos
oceanos, vejo terremotos acontecendo nos
oceanos.
E quando você tem atividade vulcânica e
terremotos nos oceanos, há rompimento
das fontes do grande abismo e [música]
isso causa tsunamis.
Sim, podemos obter muitas informações
úteis das evidências que vemos. E não
foi um evento calmo e pacífico, foi um
evento muito dramático. Deve ter havido
correntes tremendas rasgando a
superfície da Terra, arrancando a parte
superior [música] da crosta terrestre,
transportando-a e depositando em outro
lugar.
>> [música]
>> Possivelmente houve um tremendo abalo e
tsunami já no primeiro dia do dilúvio.
E eu acredito que a maioria da
civilização humana foi provavelmente
destruída de imediato por isso. A
maioria das [música] pessoas pensa na
chuva e sim a chuva veio. Mas muita
destruição aconteceu devido a todas as
fontes do grande abismo que se romperam
logo naquele primeiro dia do dilúvio.
Além da do próprio local de impacto ser
transformado, fraturas, a crosta é
rígida se formam e quem sabe algumas
fraturas se formam numa direção. Outro
no meteorito cai aqui, acaba formando
uma fissura maior, né? Essa fissura
maior e de alguma forma ela,
a, o material se expande, né? que você
tem eh ele estava confinado, então corre
como como se fosse uma um enchamento da
superfície da Terra nessa região. Essa
fissura então se se abre e ela começa
realmente a se abrir e sai lava em
grande quantidade. Então,
primeiro, impactos meteoríticos, segundo
superões vulcânicas e terceiro,
fragmentação do pangeia e tectura de
placas e afastamento das placas.
Houve terremotos enormes,
meteoritos caindo do céu,
correntes violentas e houve chuva,
40 dias de chuva. Como isso aconteceu?
Bem, há boas evidências que sugerem que
uma parte importante do que causou o
dilúvio foi o movimento dos continentes
ao redor da Terra, a deriva continental,
a tectônica de placas, separando partes
da Terra.
E, sem dúvida, isso teria colocado a
água do oceano em contato com o magma
quente debaixo da crosta, enviando jatos
de vapor para o céu. E provavelmente é
daí que veio a chuva de 40 dias. Não era
uma chuva comum. Era algo muito
diferente.
E há evidências de massas continentais
da crosta da Terra afundando no manto
terrestre e continuam lá embaixo massas
continentais.
Outros
geólogos reconhecem isso, mas ficam
intrigados com o fato de como essa rocha
lá embaixo ainda pode estar mais fria,
cerca de 3.000º [música]
mais fria que o material ao seu redor.
Isso não ficaria assim por milhões de
anos.
Então, é reconhecido que essas massas de
tamanho continental estão lá embaixo e
isso se encaixa muito melhor em [música]
um evento de dilúvio catastrófico do que
no modelo padrão.
Nós, como geólogos, entendemos hoje que
as fontes do grande abismo não eram
apenas água saindo do fundo do oceano,
de dentro da terra, mas provavelmente
também jorrando como fontes para o alto,
formando as janelas do céu e provocando
a chuva que caiu durante o dilúvio.
Assim, o dilúvio foi uma catástrofe
oceânica, não algo pacífico ou calmo.
foi absolutamente aterrorizante para
qualquer pessoa que não estivesse em
segurança dentro da arca de Noé.
A geologia é a ciência que busca
entender a história da Terra a partir
das marcas que ela deixou nas rochas,
nos fósseis e nas [música] paisagens.
Como não podemos voltar no tempo para
assistir aos processos que moldaram o
planeta? [música] O trabalho do geólogo
é semelhante ao de um detetive. Ele
observa [música] pistas no presente para
reconstruir eventos do passado. O
cientista coleta dados em campo, analisa
amostras em laboratório, [música]
compara com processos que vemos hoje e a
partir disso cria modelos [música] para
explicar como tudo aconteceu.
>> Acho que Boa Ciência começa com uma boa
explicação sobre algum aspecto do mundo
natural.
sustentada por dados obtidos por
experimentação.
Quando eu trabalhava com biologia
molecular, podia fazer o mesmo [música]
experimento várias vezes, repetir até
estar confiante de que a resposta
[música]
estava correta. Aí sim eu podia
publicar. Mas em geologia e
paleontologia isso não é possível. Você
tem uma observação no mundo natural e
precisa tentar encontrar uma narrativa
que explique aquela observação. É uma
forma muito [música] diferente de fazer
ciência.
Ainda assim, pode ser uma boa ciência
[música] e muito gratificante, porque
construir uma boa narrativa que responda
à pergunta é sempre satisfatório, mas
sem termos de credibilidade não é tão
satisfatório, porque você não consegue
reproduzir o experimento. Você pode
fazer mais observações, mas não pode
modificar a experiência e ver o que
acontece. É isso que as ciências
históricas, como a geologia e a
paleontologia
não conseguem fazê-lo.
E é justamente para [música] tentar
explicar o que se vê que existem os
modelos científicos. O modelo científico
é uma representação simplificada da
realidade, [música] criada para explicar
processos e prever resultados. Ele não é
a realidade em si, mas uma ferramenta
[música] que ajuda o cientista a
organizar dados, levantar hipóteses e
compreender fenômenos complexos.
[música]
Um modelo é diferente de uma teoria. A
teoria é mais ampla e abrangente e
dentro [música] dela podem existir
vários modelos, mas é a curiosidade
humana que transforma [música] perguntas
em modelos. E sem perguntas não há
pesquisa, não há ciência. É [música] ela
que nos leva a observar a natureza e
criar representações, imaginar histórias
para [música] entender processos ou
reconstruir eventos.
A necessidade que a gente tem de
[música] modelos é justamente porque a
gente não tem a resposta, [música] a
natureza ela não entrega a resposta
pronta. O cientista, ele vai atrás, ele
faz a [música] observação daquele
fenômeno, ele
ele consegue categorizar, [música] ele
consegue eh descrever aquele fenômeno,
mas o funcionamento muitas vezes ele tá
num nível que o cientista não consegue
enxergar. Então, quando a gente fala de
níveis moleculares, de níveis atômicos
ou de [música] escalas muito grandes,
escalas astronômicas, a gente não tem
capacidade de observar aquele fenômeno
de fato. Então, o que que o cientista
faz? ele elabora um modelo e ele tenta
verificar se existem evidências, se
existem [música] eh pontos que
corroborem o modelo que ele criou ou que
esse modelo precisa ser corrigido, né?
Então, os modelos científicos eles
passam por essas constantes atualizações
de acordo [música] com a descoberta, com
as descobertas que vão sendo feitas ao
longo do tempo. Então, a elaboração de
modelos, elas são pontapés iniciais pra
gente poder explicar [música] um
fenômeno.
Os questionamentos sobre os processos
que podem ter acontecido durante o
dilúvio são vastos e complexos. Como em
toda a área da ciência, [música] muitas
vezes existem mais dúvidas do que
respostas e nunca há explicações
simples. Ainda assim, mesmo diante da
incerteza, há quem se dedique a
investigar. pesquisadores que
metodologicamente buscam entender as
evidências e responder as perguntas que
surgem quando olhamos para o mundo em
que vivemos.
O professor Naor dedicou a vida a
[música] investigar as histórias que as
rochas revelam. Ele foi pesquisador de
grandes universidades brasileiras
[música]
e durante suas observações geológicas
percebeu que as rochas contavam uma
história mais compatível com uma visão
catastrofista.
Encantado [música] e atraído pelas
evidências que via, ao longo de sua
carreira se dedicou a desenvolver um
modelo científico que fizesse sentido
com o que via. Esse modelo deu origem ao
livro [música] A Grande Extinção em
Massa. Nele, o professor apresenta cinco
grandes ocorrências que, segundo ele,
podem ter acontecido durante o dilúvio.
>> Eu percebi que existia um modelo durante
todo o a faculdade. Eu nunca vi falar
nisso, mas depois começou a aparecer a
ideia de meteoritos caindo [música] na
Terra. Cai meteorito,
a velocidade 70.000 micr/h.
Esse meteorito simplesmente parte dele
se se desfaz, né? Mas alguma parte
continua crescendo, né? A energia
cinética, velocidade se transforma em
energia térmica naquele região de
impacto, a rocha se funde.
Então essa seria a origem da das câmaras
magmáticas. Esse material fundido lá
embaixo, ele vai subir mais facilmente
pelo espaço já criado pelo próprio bolo
do que caiu. Há um fechamento, né? A
pressão lá embaixo é muito alta, mas é
uma região de fraqueza já. Então
[música] esse copo de magma acaba
encontrando facilmente uma saída pra
superfície. Ah, então eu percebi que
essa seria a ideia mais lógica. Puxa,
mas vulcanismo global. Por que global?
que rochas vulcanas que eu que eu
estudei, elas pertencem à aquilo que Jol
chamam de grandes provínciasnias, tem
várias no mundo inteiro, né? E então mas
eu percebi que além disso o leito do
oceano pacífico, Atlântico Índico,
embaixo de uma pequena camada de
sedimento, existe basalto.
Então houve muito vulcanismo, vulcanismo
global. Muito bem. Quando cai meteorito
e forma-se a câmara magmática, existe
água. Existe grandes quantidades de água
lá no manto, que é a parte mais interior
do globo terrestre, abaixo da crosta. E
antes de uma erupção vulcânica sai muita
água. Então, jorrou muita água pelos
locais de impacto e depois [música]
viola, então água em grande quantidade,
né? Eh, e de repente se abre a fissura
eh que forma o Oceano Atlântico, outra
que forma o Oceano Índico Pacífico.
Dessa fissura que hoje [música]
corresponde às cadeiras mesos oceânicas,
bem no meio do oceano, só que estão
submessas, saiu muita água. Aí, bom, mas
que mais que aconteceu? A medida que
tucai ele fragmentou o Pangeia. Pangeia
[música]
lendo Gênesis 19 dá a impressão nítida
de que Deus criou a porção seca num
lugar só e a porção e o e o oceano outro
lugar. Os meteoritos racharam a crosta e
nesses nessas rachaduras é que começou a
correr abertura foi leitos oceanos.
Então você começa a correlacionar uma
coisa leva a outra.
impactos meteoríticos, tectonia de
placas, ou seja, arranjo da das placas
litrosféricas, dessa casca que envolve a
terra chamado crosta, se quebra toda,
água
lava em grande quantidade, não é? Então,
todo esse processo acaba gerando o quê?
Mortandade em baixa. Imagina que
ambiente louco é esse, não é? Os seres
que haviam aqui, então, acabaram
morrendo e gerando só fósseis.
Então, é uma conjunção de fenômenos
[música] globais, cinco fenômenos
globais, né, que acaba gerando todo esse
processo de [música]
catastrófico, de remodelação da Terra,
gerando aquilo que eu chamo de eh
geocicatrizes [música]
ou marcas. O próprio leite do oceano,
essa marca, os eh as províncias, as
vulcanas [música] que eu estudei também
são marcas deixar as cordileiras da
Malaia, os Andes, Alpes, né, Rochosas,
[música]
são lugares onde essas placas que se
quebraram, essas porções do pangjé que
se quebraram, [música] chamamos de
litosfera ou crosta, algumas delas se
afastaram, gerou então a a água, a
máquina e o leito dos oceanos. Por outro
lado, algumas se encontraram e ao se
encontrar se chocaram e dobraram,
gerando as grandes cordilheiras. Então,
quando a os impactos deixaram marcas
também, a Terra está repleta de
estruturas concêntricas que o [música]
geólogo sabe que é produto de um de um
impacto meteorítico, ou seja, ele vai
encontrar [música]
elementos vidro de vitrificado, eh
quartzo multiflaturado, microdiamantes,
eh a abundância de iridio, que é um um
elemento raro aqui na Terra, mostra isso
aqui. foi o impacto além da estrutura
circular. São muitas [música]
gecicatrizes marcas deixadas [música] em
toda parte. Então, quando você olha para
esse conjunto de fenômenos globais, né,
impactos meteoríticos, eh, tectone e
placas, supererupções vulcânicas, né,
eh, ação devastadora de grandes volumes
de água, né, e, finalmente, mortandade
massa. Esses cinco fenômenos, eles
realmente me apontam diretamente
[música] para uma grande catástrofe. É
impressionante como o dilúvio deixou
marcas indeléveis, sobram evidências
geológicas de uma catástrofe de
proporções globais.
>> [música]
>> Como todo modelo, o trabalho do
professor Naor não é um projeto
finalizado. Apesar de [música] suas
vastas pesquisas, ainda está em
construção. Afinal, toda pesquisa gera
novas perguntas e abre caminho para
novas [música] investigações que podem
ampliar e aprimorar seu estudo. Mas qual
a relevância de [música] um trabalho
como esse para o criacionismo?
O Naor é um cientista brasileiro,
geólogo,
doutor pela USP, [música]
que tem uma carreira na pesquisa
científica muito grande e relevante, foi
professor de grandes universidades
[música]
e além disso, no trabalho dele, que foi,
por exemplo, pesquisando solos
brasileiros, inclusive, né, o trabalho
dele perpassa por solos de regiões
brasileiras no sul do Brasil, formações
[música] também fora do Brasil.
E você tem um profissional dessa
magnitude se propondo a colocar a
cosmovisão criacionista dentro de um
trabalho científico. Então o Naor ele
questiona geocronologia padrão, o Naor
questiona a cosmovisão naturalista que a
gente tem vigorando na ciência hoje. E
ele se coloca, [música] ele coloca
assim, a gente fala que ele arrisca toda
a sua, é,
o seu respeito acadêmico
quando ele se, se propõe a colocar um
estudo criacionista. E a gente precisa
de profissionais que se arrisquem nessa
área do criacionismo, [música] que
coloquem a sua cosmovisão também na
pesquisa. Então, a a o trabalho do Naor,
ele tem essa vanguarda de trazer a
cosmovisão criacionista paraa pesquisa
científica, que é o que a gente precisa
hoje. A gente precisa que as pessoas
entendam que o criacionismo ele não é só
fé religiosa, ele é fé religiosa
fundamentado por observação da natureza
também, né? A gente acredita que Deus
existe, mas a gente também pesquisa a
natureza em busca de fundamentar aquilo
que a gente acredita. A gente entende
que a natureza ela tem as digitais do
criador ali. Ali eu vou eu vou chegar em
em eu vou responder algumas das minhas
perguntas, [música] mas muitas outras
perguntas vão surgir. E eu preciso
entender que a pesquisa científica ela
vai muito além de dados, de análise de
dados. Ela também tem filosofia, ela
também parte de pressupostos. E por que
não pressuposto, o pressuposto
criacionista? Por que não acreditar que
a natureza foi criada em algum momento?
Por que que isso não pode ser um ponto
inicial de pesquisa? E o Naor ele traz
isso, ele coloca a criação, ele coloca a
questão do dilúvio como uma
possibilidade real. Então agora eu
colocando esse pressuposto de que o
dilúvio foi um evento real, eu vou
buscar elementos e científicos, [música]
eu vou buscar modelos que possam
corroborar isso de alguma forma. É um
modelo que tá fechado, que tá 100%
correto? É claro que não. Como todo
modelo científico não está correto 100%,
o modelo do Naor também tem partes que
precisam ser revisadas, ser pesquisadas
por outro, pros outros, por outros
profissionais, por outras áreas.
>> Professor, o senhor tava falando
[música] que o senhor gostaria que
tivessem mais pessoas na ciência, na
geologia, com essa mesma visão? Porque
assim, a pesquisa andaria mais rápido?
Com certeza. Eu fico olhando e cada vez
que eu olho eu percebo que isso aqui
podia ser melhorado. Ou existe essa
implicação,
mas isso podia ser feito de maneira mais
frequente e mais acelerada. Isso aqui
seria muito mais adiantado.
>> Mas o pontapé inicial tá lançado, né?
Então o trabalho dele, ele tem isso no
Brasil. Ele é um dos primeiros
profissionais que se propõe a colocar um
modelo científico para o dilúvio. E isso
para mim tem um impacto muito grande no
criacionismo e na verdade é um convite
para outros profissionais criacionistas
também colocarem a sua cosmovisão na
pesquisa científica.
>> [música]
[música]

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