Documentário: Um modelo científico para o dilúvio | Ep. 6 | ORIGENS
20/01/2026
Documentário: Um modelo científico para o dilúvio | Ep. 6 | ORIGENS
O que a geologia pode revelar quando observada pela lente do criacionismo? Neste episódio, apresentamos um modelo geológico criacionista que busca explicar os eventos do dilúvio bíblico, analisando como forças catastróficas, em escala global, poderiam ter moldado rapidamente a superfície da Terra.
📌 Prepare-se para olhar a história do dilúvio de uma forma completamente diferente!
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🟧 ORIGENS é uma série documental da TV Novo Tempo que investiga os mistérios da vida e do universo com cientistas de diversas áreas.
🟩 A temporada Dilúvio da série ORIGENS explora evidências científicas, geológicas e arqueológicas de um possível evento global catastrófico. A partir do relato bíblico do Dilúvio, a série investiga formações rochosas, fósseis, a Arca de Noé e impactos ambientais que podem estar ligados a esse acontecimento. Com uma abordagem criacionista e interdisciplinar, esta temporada conecta ciência e fé para responder à pergunta: o Dilúvio foi real?
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Fonte: Origens NT
Legendas automáticas:
A curiosidade faz parte de quem somos. [música] Está no coração humano desde o princípio. Diante do desconhecido, não conseguimos evitar fazer perguntas. [música] É a inquietação que nos move a decifrar os segredos guardados nas [música] estrelas, na terra e nas rochas, a entender os processos físicos e químicos que regem a natureza. Essa, na verdade, [música] é a base do avanço da ciência. Afinal, de cada descoberta nasce uma nova pergunta. Nesta temporada escolhemos olhar o mundo pelas lentes do criacionismo, não para impor respostas, mas para abrir caminhos. Diante desse [música] cenário, não conseguimos evitar nos questionar como o dilúvio de fato aconteceu. Seria [música] possível elencar a ordem dos eventos que moldaram as evidências que vemos hoje nas rochas? No episódio [música] de hoje, vamos em busca de respostas para enxergar com mais clareza a dimensão do que foi o dilúvio. Você [música] já parou para pensar? Como foi o dilúvio? A Bíblia descreve um evento catastrófico de grandes proporções, mas é um cenário difícil de imaginar. As ilustrações infantis costumam mostrar uma arca flutuando com calma sobre pequenas ondas. E mesmo quando crescemos muitas vezes, a imagem que temos não vai muito além de uma tempestade. [música] As rochas, no entanto, contam uma história muito diferente. Elas registram um cenário colossal. Camadas [música] imensas de sedimentos depositadas rapidamente, continentes se separando, montanhas sendo erguidas, fósseis preservados em escala global. Tudo aponta não para uma calmaria, mas para uma [música] catástrofe de energia inimaginável. Acho que as pessoas têm absolutamente a ideia errada sobre como foi o dilúvio. Quando leio as escrituras e considero o que as escrituras dizem sobre como o dilúvio começou e o que aconteceu, é realmente bastante aterrorizante. No primeiro dia do dilúvio, diz que as fontes do grande abismo se romperam e as janelas do céu foram abertas. Meteoritos começa então essa maior tragédia ambiental na história [música] da Terra. Eles eh caem à medida que eles atingem a superfície da Terra, parte desse material, desse [música] bólito bólido, alguns com quilômetros de de diâmetro enormes, não é? Então imagine essa velocidade 70.000 km/h, eles penetram na na na superfície [música] da terra e vão lá pro manto superior e toda essa energia cinética se transforma em energia térmica. [música] Aquela região acaba realmente eh e entrando num ponto de fusão, temperatura muito alta, se funde todo o material onde [música] ele chega. Esse material fundido e tem menor densidade em relação ao material [música] eh adjacente. Então, a tendência dele é subir. Ele sobe, quem sabe usando parte do espaço [música] deixado pelo próprio meteorito que fez o percurso inicial, ele acaba subindo eh na superfície até a superfície, estar vazando em grandes volumes de magma. >> Durante o dilúvio, como geólogo, vejo atividade vulcânica acontecendo nos oceanos, vejo terremotos acontecendo nos oceanos. E quando você tem atividade vulcânica e terremotos nos oceanos, há rompimento das fontes do grande abismo e [música] isso causa tsunamis. Sim, podemos obter muitas informações úteis das evidências que vemos. E não foi um evento calmo e pacífico, foi um evento muito dramático. Deve ter havido correntes tremendas rasgando a superfície da Terra, arrancando a parte superior [música] da crosta terrestre, transportando-a e depositando em outro lugar. >> [música] >> Possivelmente houve um tremendo abalo e tsunami já no primeiro dia do dilúvio. E eu acredito que a maioria da civilização humana foi provavelmente destruída de imediato por isso. A maioria das [música] pessoas pensa na chuva e sim a chuva veio. Mas muita destruição aconteceu devido a todas as fontes do grande abismo que se romperam logo naquele primeiro dia do dilúvio. Além da do próprio local de impacto ser transformado, fraturas, a crosta é rígida se formam e quem sabe algumas fraturas se formam numa direção. Outro no meteorito cai aqui, acaba formando uma fissura maior, né? Essa fissura maior e de alguma forma ela, a, o material se expande, né? que você tem eh ele estava confinado, então corre como como se fosse uma um enchamento da superfície da Terra nessa região. Essa fissura então se se abre e ela começa realmente a se abrir e sai lava em grande quantidade. Então, primeiro, impactos meteoríticos, segundo superões vulcânicas e terceiro, fragmentação do pangeia e tectura de placas e afastamento das placas. Houve terremotos enormes, meteoritos caindo do céu, correntes violentas e houve chuva, 40 dias de chuva. Como isso aconteceu? Bem, há boas evidências que sugerem que uma parte importante do que causou o dilúvio foi o movimento dos continentes ao redor da Terra, a deriva continental, a tectônica de placas, separando partes da Terra. E, sem dúvida, isso teria colocado a água do oceano em contato com o magma quente debaixo da crosta, enviando jatos de vapor para o céu. E provavelmente é daí que veio a chuva de 40 dias. Não era uma chuva comum. Era algo muito diferente. E há evidências de massas continentais da crosta da Terra afundando no manto terrestre e continuam lá embaixo massas continentais. Outros geólogos reconhecem isso, mas ficam intrigados com o fato de como essa rocha lá embaixo ainda pode estar mais fria, cerca de 3.000º [música] mais fria que o material ao seu redor. Isso não ficaria assim por milhões de anos. Então, é reconhecido que essas massas de tamanho continental estão lá embaixo e isso se encaixa muito melhor em [música] um evento de dilúvio catastrófico do que no modelo padrão. Nós, como geólogos, entendemos hoje que as fontes do grande abismo não eram apenas água saindo do fundo do oceano, de dentro da terra, mas provavelmente também jorrando como fontes para o alto, formando as janelas do céu e provocando a chuva que caiu durante o dilúvio. Assim, o dilúvio foi uma catástrofe oceânica, não algo pacífico ou calmo. foi absolutamente aterrorizante para qualquer pessoa que não estivesse em segurança dentro da arca de Noé. A geologia é a ciência que busca entender a história da Terra a partir das marcas que ela deixou nas rochas, nos fósseis e nas [música] paisagens. Como não podemos voltar no tempo para assistir aos processos que moldaram o planeta? [música] O trabalho do geólogo é semelhante ao de um detetive. Ele observa [música] pistas no presente para reconstruir eventos do passado. O cientista coleta dados em campo, analisa amostras em laboratório, [música] compara com processos que vemos hoje e a partir disso cria modelos [música] para explicar como tudo aconteceu. >> Acho que Boa Ciência começa com uma boa explicação sobre algum aspecto do mundo natural. sustentada por dados obtidos por experimentação. Quando eu trabalhava com biologia molecular, podia fazer o mesmo [música] experimento várias vezes, repetir até estar confiante de que a resposta [música] estava correta. Aí sim eu podia publicar. Mas em geologia e paleontologia isso não é possível. Você tem uma observação no mundo natural e precisa tentar encontrar uma narrativa que explique aquela observação. É uma forma muito [música] diferente de fazer ciência. Ainda assim, pode ser uma boa ciência [música] e muito gratificante, porque construir uma boa narrativa que responda à pergunta é sempre satisfatório, mas sem termos de credibilidade não é tão satisfatório, porque você não consegue reproduzir o experimento. Você pode fazer mais observações, mas não pode modificar a experiência e ver o que acontece. É isso que as ciências históricas, como a geologia e a paleontologia não conseguem fazê-lo. E é justamente para [música] tentar explicar o que se vê que existem os modelos científicos. O modelo científico é uma representação simplificada da realidade, [música] criada para explicar processos e prever resultados. Ele não é a realidade em si, mas uma ferramenta [música] que ajuda o cientista a organizar dados, levantar hipóteses e compreender fenômenos complexos. [música] Um modelo é diferente de uma teoria. A teoria é mais ampla e abrangente e dentro [música] dela podem existir vários modelos, mas é a curiosidade humana que transforma [música] perguntas em modelos. E sem perguntas não há pesquisa, não há ciência. É [música] ela que nos leva a observar a natureza e criar representações, imaginar histórias para [música] entender processos ou reconstruir eventos. A necessidade que a gente tem de [música] modelos é justamente porque a gente não tem a resposta, [música] a natureza ela não entrega a resposta pronta. O cientista, ele vai atrás, ele faz a [música] observação daquele fenômeno, ele ele consegue categorizar, [música] ele consegue eh descrever aquele fenômeno, mas o funcionamento muitas vezes ele tá num nível que o cientista não consegue enxergar. Então, quando a gente fala de níveis moleculares, de níveis atômicos ou de [música] escalas muito grandes, escalas astronômicas, a gente não tem capacidade de observar aquele fenômeno de fato. Então, o que que o cientista faz? ele elabora um modelo e ele tenta verificar se existem evidências, se existem [música] eh pontos que corroborem o modelo que ele criou ou que esse modelo precisa ser corrigido, né? Então, os modelos científicos eles passam por essas constantes atualizações de acordo [música] com a descoberta, com as descobertas que vão sendo feitas ao longo do tempo. Então, a elaboração de modelos, elas são pontapés iniciais pra gente poder explicar [música] um fenômeno. Os questionamentos sobre os processos que podem ter acontecido durante o dilúvio são vastos e complexos. Como em toda a área da ciência, [música] muitas vezes existem mais dúvidas do que respostas e nunca há explicações simples. Ainda assim, mesmo diante da incerteza, há quem se dedique a investigar. pesquisadores que metodologicamente buscam entender as evidências e responder as perguntas que surgem quando olhamos para o mundo em que vivemos. O professor Naor dedicou a vida a [música] investigar as histórias que as rochas revelam. Ele foi pesquisador de grandes universidades brasileiras [música] e durante suas observações geológicas percebeu que as rochas contavam uma história mais compatível com uma visão catastrofista. Encantado [música] e atraído pelas evidências que via, ao longo de sua carreira se dedicou a desenvolver um modelo científico que fizesse sentido com o que via. Esse modelo deu origem ao livro [música] A Grande Extinção em Massa. Nele, o professor apresenta cinco grandes ocorrências que, segundo ele, podem ter acontecido durante o dilúvio. >> Eu percebi que existia um modelo durante todo o a faculdade. Eu nunca vi falar nisso, mas depois começou a aparecer a ideia de meteoritos caindo [música] na Terra. Cai meteorito, a velocidade 70.000 micr/h. Esse meteorito simplesmente parte dele se se desfaz, né? Mas alguma parte continua crescendo, né? A energia cinética, velocidade se transforma em energia térmica naquele região de impacto, a rocha se funde. Então essa seria a origem da das câmaras magmáticas. Esse material fundido lá embaixo, ele vai subir mais facilmente pelo espaço já criado pelo próprio bolo do que caiu. Há um fechamento, né? A pressão lá embaixo é muito alta, mas é uma região de fraqueza já. Então [música] esse copo de magma acaba encontrando facilmente uma saída pra superfície. Ah, então eu percebi que essa seria a ideia mais lógica. Puxa, mas vulcanismo global. Por que global? que rochas vulcanas que eu que eu estudei, elas pertencem à aquilo que Jol chamam de grandes provínciasnias, tem várias no mundo inteiro, né? E então mas eu percebi que além disso o leito do oceano pacífico, Atlântico Índico, embaixo de uma pequena camada de sedimento, existe basalto. Então houve muito vulcanismo, vulcanismo global. Muito bem. Quando cai meteorito e forma-se a câmara magmática, existe água. Existe grandes quantidades de água lá no manto, que é a parte mais interior do globo terrestre, abaixo da crosta. E antes de uma erupção vulcânica sai muita água. Então, jorrou muita água pelos locais de impacto e depois [música] viola, então água em grande quantidade, né? Eh, e de repente se abre a fissura eh que forma o Oceano Atlântico, outra que forma o Oceano Índico Pacífico. Dessa fissura que hoje [música] corresponde às cadeiras mesos oceânicas, bem no meio do oceano, só que estão submessas, saiu muita água. Aí, bom, mas que mais que aconteceu? A medida que tucai ele fragmentou o Pangeia. Pangeia [música] lendo Gênesis 19 dá a impressão nítida de que Deus criou a porção seca num lugar só e a porção e o e o oceano outro lugar. Os meteoritos racharam a crosta e nesses nessas rachaduras é que começou a correr abertura foi leitos oceanos. Então você começa a correlacionar uma coisa leva a outra. impactos meteoríticos, tectonia de placas, ou seja, arranjo da das placas litrosféricas, dessa casca que envolve a terra chamado crosta, se quebra toda, água lava em grande quantidade, não é? Então, todo esse processo acaba gerando o quê? Mortandade em baixa. Imagina que ambiente louco é esse, não é? Os seres que haviam aqui, então, acabaram morrendo e gerando só fósseis. Então, é uma conjunção de fenômenos [música] globais, cinco fenômenos globais, né, que acaba gerando todo esse processo de [música] catastrófico, de remodelação da Terra, gerando aquilo que eu chamo de eh geocicatrizes [música] ou marcas. O próprio leite do oceano, essa marca, os eh as províncias, as vulcanas [música] que eu estudei também são marcas deixar as cordileiras da Malaia, os Andes, Alpes, né, Rochosas, [música] são lugares onde essas placas que se quebraram, essas porções do pangjé que se quebraram, [música] chamamos de litosfera ou crosta, algumas delas se afastaram, gerou então a a água, a máquina e o leito dos oceanos. Por outro lado, algumas se encontraram e ao se encontrar se chocaram e dobraram, gerando as grandes cordilheiras. Então, quando a os impactos deixaram marcas também, a Terra está repleta de estruturas concêntricas que o [música] geólogo sabe que é produto de um de um impacto meteorítico, ou seja, ele vai encontrar [música] elementos vidro de vitrificado, eh quartzo multiflaturado, microdiamantes, eh a abundância de iridio, que é um um elemento raro aqui na Terra, mostra isso aqui. foi o impacto além da estrutura circular. São muitas [música] gecicatrizes marcas deixadas [música] em toda parte. Então, quando você olha para esse conjunto de fenômenos globais, né, impactos meteoríticos, eh, tectone e placas, supererupções vulcânicas, né, eh, ação devastadora de grandes volumes de água, né, e, finalmente, mortandade massa. Esses cinco fenômenos, eles realmente me apontam diretamente [música] para uma grande catástrofe. É impressionante como o dilúvio deixou marcas indeléveis, sobram evidências geológicas de uma catástrofe de proporções globais. >> [música] >> Como todo modelo, o trabalho do professor Naor não é um projeto finalizado. Apesar de [música] suas vastas pesquisas, ainda está em construção. Afinal, toda pesquisa gera novas perguntas e abre caminho para novas [música] investigações que podem ampliar e aprimorar seu estudo. Mas qual a relevância de [música] um trabalho como esse para o criacionismo? O Naor é um cientista brasileiro, geólogo, doutor pela USP, [música] que tem uma carreira na pesquisa científica muito grande e relevante, foi professor de grandes universidades [música] e além disso, no trabalho dele, que foi, por exemplo, pesquisando solos brasileiros, inclusive, né, o trabalho dele perpassa por solos de regiões brasileiras no sul do Brasil, formações [música] também fora do Brasil. E você tem um profissional dessa magnitude se propondo a colocar a cosmovisão criacionista dentro de um trabalho científico. Então o Naor ele questiona geocronologia padrão, o Naor questiona a cosmovisão naturalista que a gente tem vigorando na ciência hoje. E ele se coloca, [música] ele coloca assim, a gente fala que ele arrisca toda a sua, é, o seu respeito acadêmico quando ele se, se propõe a colocar um estudo criacionista. E a gente precisa de profissionais que se arrisquem nessa área do criacionismo, [música] que coloquem a sua cosmovisão também na pesquisa. Então, a a o trabalho do Naor, ele tem essa vanguarda de trazer a cosmovisão criacionista paraa pesquisa científica, que é o que a gente precisa hoje. A gente precisa que as pessoas entendam que o criacionismo ele não é só fé religiosa, ele é fé religiosa fundamentado por observação da natureza também, né? A gente acredita que Deus existe, mas a gente também pesquisa a natureza em busca de fundamentar aquilo que a gente acredita. A gente entende que a natureza ela tem as digitais do criador ali. Ali eu vou eu vou chegar em em eu vou responder algumas das minhas perguntas, [música] mas muitas outras perguntas vão surgir. E eu preciso entender que a pesquisa científica ela vai muito além de dados, de análise de dados. Ela também tem filosofia, ela também parte de pressupostos. E por que não pressuposto, o pressuposto criacionista? Por que não acreditar que a natureza foi criada em algum momento? Por que que isso não pode ser um ponto inicial de pesquisa? E o Naor ele traz isso, ele coloca a criação, ele coloca a questão do dilúvio como uma possibilidade real. Então agora eu colocando esse pressuposto de que o dilúvio foi um evento real, eu vou buscar elementos e científicos, [música] eu vou buscar modelos que possam corroborar isso de alguma forma. É um modelo que tá fechado, que tá 100% correto? É claro que não. Como todo modelo científico não está correto 100%, o modelo do Naor também tem partes que precisam ser revisadas, ser pesquisadas por outro, pros outros, por outros profissionais, por outras áreas. >> Professor, o senhor tava falando [música] que o senhor gostaria que tivessem mais pessoas na ciência, na geologia, com essa mesma visão? Porque assim, a pesquisa andaria mais rápido? Com certeza. Eu fico olhando e cada vez que eu olho eu percebo que isso aqui podia ser melhorado. Ou existe essa implicação, mas isso podia ser feito de maneira mais frequente e mais acelerada. Isso aqui seria muito mais adiantado. >> Mas o pontapé inicial tá lançado, né? Então o trabalho dele, ele tem isso no Brasil. Ele é um dos primeiros profissionais que se propõe a colocar um modelo científico para o dilúvio. E isso para mim tem um impacto muito grande no criacionismo e na verdade é um convite para outros profissionais criacionistas também colocarem a sua cosmovisão na pesquisa científica. >> [música] [música]