🔴AULIVE: A POLÍTICA CRIMINOSA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA CONTRA O MUNDO
28/01/2026
🔴AULIVE: A POLÍTICA CRIMINOSA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA CONTRA O MUNDO
pix: [email protected]
Discutindo o livro "El asalto al poder mundial" (2003) de Franz Hinkelammert
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Fonte: Bruno Reikdal
Legendas automáticas:
pela verdade, pela vida, pela luta popular, pela realidade. de uma utopia. Livres do rio ao mar. Um sonho pelo dia da paz entre nós. Guerra aos senhores, ouçam nossa voz. Fé, ciência do mundo, luz, testemunho, ser da terra, o sal. Seguimos trazendo a boa nova. Todo dia útil até a vitória final. Filosofia, economia, sociedade e religião. Praticamos diplomada, fazemos propaganda e agitação. Fé, ciência do mundo, luzes, testemunho, ser da terra, o sal. Seguimos trazendo a boa nova, todo dia útil até a vitória final. Seguimos trazendo a boa nova, todo dia útil até a vitória final. Pela verdade, pela vida, pela luta popular, pela realidade, uma utopia. Livres do rio ao mar, um sonho pelo dia da paz entre nós. Guerra aos senhores, ouçam nossa. O pressuposto de toda a existência humana e, portanto, de toda a história é que pessoas têm que estar em condições e viver para fazer história. Ciência do mundo. Luz. Testemunhos ser da terra o sal. Seguimos trazendo a boa nova todo dia útil até a vitória final. Fé, ciência do mundo, luz, testemunho, ser da terra ou sal. Seguimos trazendo a boa nova todo dia útil até a vitória final. Segue nos trazendo a boa nova, todo dia útil até a vitória final. Ciência do mundo, luz descer da terra, o sal. Seguimos trazendo a boa nova todo dia útil até a vitória final. Bom dia. Tudo bom? Fala aí, gente. Bom dia. Bom dia. Que bela quarta-feira, não é mesmo? Ai ai quarta-feira para termos não disgustões. Não, não, não, de verdade e temas importantes. Querido Guilherme, como é que você tá? Espero desejo que bem. Fomos enganados. Caraca, ral, fomos enganados mesmo. Qual foi a enganação? Não sei ainda. Enganação. Podemos tapeados de diferentes maneiras, mas você foi enganação, mas nos enganaram de alguma maneira. Bora, bora começar. Bom dia. Bom dia, Gordona, como é que você tá, meu querido? Desejo que bem também. Excelente dia pra gente, assim como Felipe. Bom dia, querido Felipe. Primeira pessoa santificada, beatificada, em vida pela nossa igreja barista. E eu estou em dívida com ele, porque o Felipe mandou o corte da de uma das últimas lives e eu não consegui postar ainda por motivos de trabalho, sobrecarregando as minhas postinhas, mas a gente vai ajeitar esse bagulho aqui, vai acontecer em breve. Só organizar a rotina e agora que tem rotina também de escola da criança adequadamente, vai facilitar um pouquinho para me ajeitar com tarefas domésticas e trabalhos extras, mas sobreviveremos. Baixar um pouquinho o volume aqui da nossa música de fundo feita pela minha filha de gas de passagem. Bom dia. Bom dia, amigos, camaradas e infiéis Starbucks. Sim, Starbucks nesse canal é considerado pecado, obviamente é uma heresia, um pecado, problema, coisa triste. Nem a situação de escritório CLT nos impedirá. Jamais. Jamais seremos impedidos pelo escritório. Jamais. Jamais. Nós convivemos com o escritório e superaremos o escritório. O escritório será superado em nome de Jesus. Amém. Quarta-feira chuvosa aqui em Fortal. Caraca, velho. Chovendo em Fortaleza, mas tá chovendo fresquinho, tipo 28º ou tá a temperatura ambiente 37? Como é que tá? Vê o primeiro moedor manual de café. Ela precisa trabalhar no ombro. É, precisa pra minha mãe. Ah, que a velinha ficou tão contente. Bacana. Pô, cara, eu quase peguei um para mim esses dias porque tinha uma um eu tinha visto umorzinho bacana, falei: "Pô, acho que vou arranjar, hein? Eu tô sem, faz uma cota". E aí eu deixei passar. No que eu deixei passar, fui no mercado esses dias que caiu o VR e o grão tava, mano, num preço massa, um grãozinho bem bom. Eu falei: "Olha, se eu tivesse pego o bagulho já fazia o combo". Mas teremos outras oportunidades, não é? Buenas, buenos dias, Gabriel. Como é que você tá, meu querido? Espero que seja que bem também. Estamos aí, estamos junto, pô. Pior que tá 26º aqui. Ah, então tá um uma temperatura quase de nevasca, pô. Tá um clim gostoso, então que bom. Que bom. Quem é que é? Denúncia. Bruno abriu a live na mesma hora do Pedro Ivo. Bom dia. Não, aí eu tenho que fazer uma denúncia contra Peter Evil. O Pedro Ivo está equivocado. Que às 9:15, todos sabemos que as quartas-feiras, às 9:15 da madrugada é o horário da minha live. Eu já patenteei, eu vou agora cobrar direitos autorais dele do horário. Ele tá utilizando o horário que foi reservado exclusivamente para mim no YouTube. Não sei o que que as pessoas estão fazendo uma coisa ao mesmo tempo. Ele tá errado. Então tem que denunciar. Vou denunciar o o Pedro Ivo pro chefe. O chefe YouTube. Senhor YouTube, como assim? Você permite que duas lives ocorram simultaneamente, você está muito equivocado de vossa parte. Você tem que dar prioridades. Aí, Pedro tá no modo automático para tancar. Ah, é, né? Ele tem, é, a estratégia funciona, mas ela tem dessas, né? Você acaba tendo que tretar com muita gente ao mesmo tempo. Dá muito trabalho, muita dor de cabeça. O ateu latino-americano, eu não peguei. Precisarei conhecer o que está passando adequadamente. Pedro tem feito a live a cada 87 minutos. É, aí é um problema. Aí abemos um problema. Precisamos aí, né, tomar cuidado. Horário grão nobre. Pior é que o horário muito ruim, né? 9:15 da manhã na quarta-feira, tá ligado? Meu Deus, é, é um horário terrível, mas é o horário que a gente pode, é o horário que a gente consegue. Infelizmente a vida tem obrigado a isso, né? Quem sabe em algum momento oportuno vem para há melhor. Bom dia. Bom dia, meu querido. Alt_line 133. Tudo bem com você? Espero desejo que bem, cara. O Santinelli, Santinelli, aqui Santinelli diz que um ateu aí latino-americano, bom, aí tem muitos ateus na América Latina, tá errado sobre Obama não ser igual a Trump. É, aí ele já conseguiu precisar um pouco mais de qual latino ele tá falando, de qual ateu, né? Não esqueçam de dar like lá na live. Importante, eu sempre me equivoco disso, sempre esqueço de falar, gente. Não esquece de dar esse like aqui, esquece de comentar e a a live, né? além da conversinha, a o chat aqui é massa porque o algoritmo ele sente o cheiro do sangue do chat e aí ele fala: "Pô, vou lá mordiscar", né? Eh, isso é importante, mas também é importante comentar o vídeo porque depois mente no vídeo comentado, ele também continua ali sendo alimentado, né? É um tubarão assassino saciável esse o algoritmo. Então ele tem que sentir esse cheirinho de sangue de chat, cheirinho de sangue de de comentário, coisa horrível. Por isso que treta funciona na internet. E a treta vai espalhando com mais facilidade de sangue por aí. A gente aqui, como não faz muita treta, a gente fica esperando que, sei lá, ocorra sem querer um sangramento no nariz por causa do do clima. Tá muito seco, tá muito quente, né? Eh, ou tem uma alergia, a gente fica torcendo para sem querer alguém bater o cotovelo na mesa do escritório enquanto acompanha a live e sangrar um pouquinho. É o máximo que acontece aqui. Então, por isso que o algoritmo não se agrada tanto do nosso conteúdo, mas a gente vai tentar. Bom dia, carapa. Como é que você tá? Tudo bem? Espero desejo que bem. Espero desejo que sim, cara. Já dei like, vou clicar de novo. Clique. Não, pera aí, pera aí. Se você já deu like, só dá clica uma vez. Você clicar duas dá errado, né? Vai clicar três dá certo. Então, só pra gente se ajeitar aqui. Memórias depoismente de Brascubas. Depoismente. É isso aí. Importante. Importante. Depoismente. Não se esqueçam de fazer isso, inclusive. Motorin de treta é cansativo, eu também acho. Mas beleza, faz parte da logística de views. É, eu também acho desagradável. Desagradável. Você só arranja treta quando chama o canal de significante. Exato. E nem fui eu que que arranjei a treta. Só me chamaram de insignificante sem eu ter feito absolutamente nada. Afinal, insignificantes não aparecem e não tem relevância. Eu sei o que acontece gratuitamente. Nem tudo é sobre vírus, né? Não, cara. Eu tava pensando nisso, inclusive lá no Instagram tá aparecendo tipo, eh, tem um vídeo com corte de uma live nossa aqui que, mano, impressionante. Ele não, ele realmente foi bem aceito pelo algoritmo do Instagram. E eu falo sobre escola, né, quando eu fui procurar escola para para criança para esse ano de 2026, ano passado, tal, procurando escola e como foi uma experiência de busca de escola. E aí esse corte para se eu e aí cara, eu tava conversando esses dias com a minha companheira, falei: "Pô, mano, se eu quisesse ficar vivendo de vi, de corte, de não sei o que, eu ficava falando sobre escola, porque o algoritmo sacou que escola funciona, eu saquei que se eu ficar falando sobre escola funciona. Poderia ficar falando sobre escola. Eu sou professor. Professor fala sobre escola. Eu tenho várias reflexões sobre a escola, inclusive, mas não porque não é esse o propósito do do do conteúdo, do trabalho, nem de fazer aqui a parada, tá ligado? Então não não vai rolar. Mas é isso, né? Se quisesse for o bagulho só para sobreviv, eu faria conteúdo sobre escola, reflexões sobre escola e então não é o que a gente tá aqui para outros popósitos. Bom dia. Bom dia. Gabriel. O pessoal tá se dando bom dia. Como nós somos saudáveis, né? Nesse chat. Para provocar o Bruno, só preciso de dois dedos. Não, nem isso. Se bem que a depender do contexto esta frase, ela fica um pouco íntima demais. Bom dia. Bom dia, minha gente. Falta uma entrevista com o pinguim da Groenlândia. [ __ ] caraca, velho. Pinguim da Groenlândia. A minha grande pergunta agora é se o pinguim da da Groenlândia é o nosso pinguim picolé, que quem aqui tá há muito tempo nesse canal conhece o pinguinzinho picolé. Será que pinguinzinho picolé é o pinguim da Groenlândia que estava acompanhando Trump? Ele ficou revoltado, afinal um sobrevivente de um dilúvio, cujos pais foram salvos em detrimento de sua existência. E como sobrevivente agora, ele quer se revoltar e se rebelar contra o mundo. E encontrou um outro rebelde sem causa, que é o nosso querido Trump. E aí eles juntos agora estão querendo dominar o mundo. E como o pinguim não consegue dominar o mundo todo porque precisa de gelo, ele se aliou a esse a humano laranja para poder ter a Groenlândia. Pode ser o pinguizinho picolé. E caiu o questionamento. Eu não sei, né? Achei perigoso esse negócio de comido. É, eu também achei um pouco assim, nada contra tem que ter um o encaminhamento de intimidade suficiente para você poder ter esse tipo de troca de ideia. Realmente ficou bem violente. Maldade tá em vocês. É, tá no nosso coraçãozinho. O bom de não ser não se pautar apenas pelos vios é que você não fica refém. Exato. E tem maior liberdade de comentar sobre qualquer tema. Exato. A gente fica pobre, mas a gente tem liberdade. É isso que a gente quer. Cadê nosso querido pinguim picolé? Voz do ia ser engraçado, hein? Eu eu queria ter esses bagulhos de modulador de voz para fazer umas graças, mas isso fica para outro momento. É só colocar o título clickbait. Veja agora a nova treta da esquerda do vídeo e você acabou de cair do bait. Vamos falar sobre política Trump que tá acontecendo nos Estados Unidos agora. É isso. Isso tem um potencial também, né? potencial fazer o clima tá tenso entre os brothers, hein? Quem viu viu. Voltamos lá no nosso grupo do canalzinho aqui, o do da mim brezia do canal. A gente colocou hoje um videozinho que eu encontrei perdido na internet. Quem compartilhou foi o Andrade lá no Twitter e mas eu não sei quem fez o vídeo, mas é o vídeo do Big Brother, Big Bolevic Brother, né? O Big Brother Bevic, eu não lembro, como é que é o nome, e o e os caras fizeram uma edição maravilhosa, como se fosse o quadro do sincerão entre Jones Manuel, Gustavo Machado e eles começam a discutir e vai citando outros. [ __ ] maravilhoso. Eu tem que fazer parte da membresia ou caçar esse vídeo para aí boa sorte para vocês. Mas se você quiser fazer parte da membresia aqui do canal, considere ser membro, membra, membro e membresia, porque tem conteúdos exclusivos para você e para todas as outras pessoas que também são membros, membras, membros e membresia do canal, né? Tem vídeos que são exclusivos, mas não é só para você, mas também para você. Seja as aulas que a gente tem do curso de evangélicos e política no Brasil, Marx e Religião, como fazer o seu projeto de pesquisa, filosofia latino-americana e tem mais coisas chegando por aí, além de algumas outras leituras comentadas que são exclusivas aqui para quem faz parte da membresia do canal e a gente se diverte bastante com isso. E aí você pode, ao se inscrever no canal faz entrar pro nosso grupo do Zap. Se você quiser fazer parte do nosso grupo do Zap, aí você me manda o e-mail lá e a gente troca uma ideia. O e-mail também está aqui no comentário desse vídeo, que é a mesma chave do Pix, porque vai que sobrando uma merreca aí, eu sempre esqueço de falar que se você quiser mandar um Pix, você pode mandar também um Pix para ir manter o nosso trabalhinho, inclusive porque o senor YouTube tem tido a mania de adiar um pouquinho o pagamento adequado dos meses. Eu sei, senhor YouTube, mas tudo bem. Estamos seguindo aí na nossa correria. Considero ser membro, membro membro, vale a pena. Eh, menos, bem menos. Na verdade, tô descobrindo que é metade do valor de um café expresso. Isso porque a gente é uma igreja barista, a primeira igreja barista do YouTube, primeira igreja barista do WhatsApp. Estamos seguindo aqui, produzindo conteúdo relativamente qualificado. Meu nome é Bruno Requidal, doutor em economia política mundial, mestre filosofia gradosofia formada em teologia e tô tentando trabalhar aqui adequadamente na produção de conteúdo, divulgação no nosso canalzinho, além de ter o meu trampo CLT, que em breve chega mais informações para você, porque acaba circulando por aí. Acho que é isso. Se eu não esqueci de nada, é isso. E eu tinha mais uma parada para falar do que a gente discutiu lá no no nosso canal, no nosso grupo lá do do Zap, mas eu esqueci. Já achava para lembrar. Pobre, porém limpinho. Exato. Exato. Pelo menos aqui estamos aparentemente higienizados. Lavamos as mãos. Pior que tem uma foto famosa do Lula com pinguim do Linux. Muito fofo. Eu nunca vi essa foto. Eu realmente eu preciso ver agora. Dá para usar esse bait em todos os vídeos porque a galera tá sempre tentando. É, fica até chato, né? Ai, acompanha a nova treta da esquerda. Poderia ser o dia que tiver uma live sobre o dia de pais. Aí sim eu vou ficar impressionado, né? Agora sim novidade. Fizemos as pazes, somos amigos. É aquela famosa cena do procurando Nemo. Peixes são amigos, não comida, né? Então, talvez faça sentido aí com bait. Eu vi no X. É, eu também. Que é muito bom esse videozinho, maravilhoso. Muito bom dia aos baristas mais baristosos desse Brasilzão de Deus. Bom dia, meu querido Víor. Como é que você tá? Espero desejo que bem. Víor também que contribui consideravelmente com conteúdos excelentes ou comentários precisos. Inclusive sobre anime na nossa membresia lá. Valeu, cara. Tamo junto. Os cursos são ouro, ouro puro, gold. Bom dia, Juan, quanto tempo. Bom dia, Bruno Tajal. Eu adoro seus trocadilhos. Eu tava com saudade esses dias eu falei isso aqui. Cadê os trocadilhos maravilhoso de do do Juan? Muito obrigado aí. Tuchu tuchu. Falando de escola e o ICL, hein? É uma boa escola? É uma excelente escola o ICL. O Instituto Conhecimento Liberto é uma excelente escola, excelente espaço de formação. E aí, falando sério, os cursos de de pós-graduação que eles têm lançado são muito bons e eu sou muito suspeito para falar porque eu trabalho lá, né? Então, mas é bom, bom para caramba, cara. Então, vale a pena, tá? O conteúdo é excelente dos cursos. E assim, se a gente for pensar no na nossa renda média, não é não é um curso barato, obviamente, mas nenhum curso de pós-graduação num instituição privada é barato. Agora, quando você pensa no custo benefício e na qualidade de conteúdo que você tem lá, o bagulho é surreal assim. Aí é vale a pena, mas vale muito assim, muito mesmo. Conteúo muito bom. Grave Twitter amanhece sem uma nova treta de esquerda. Engamento da plataforma cai em 13%. Provavelmente, especificamente 13% com certeza. Meu 5G me sacaneou. I sacanagem. É 5G deve ser amigo do senhor YouTube aqui. Sacaneia a gente às vezes. Ai minha gente, mas hoje a gente tem assunto sério para falar e hoje vai ser react de textão, texto grandão, tipo gigante, pra gente discutir umas paradas interessante. Alguém já achou o link diferenciado? Para ler o texto do Safatle sobre a treta decolonial, escreve um bilhete, passe debaixo da carteira. Talvez eu conheça uma pessoa que já ouviu falar de outra pessoa que sabe como talvez hipoteticamente consiga acessar o texto. Se eu conseguir encontrar essa linha em algum momento possível sucessória de encadeamentos hipotéticos, quem sabe a gente consegue compartilhar na membrasia. Mas é só se a gente conseguir, que eu acho que a gente não vai conseguir, então provavelmente não vai ter acesso. Bom dia, Will. Como é que você tá, meu querido? Tudo bem? Espero desejo que sim, cara. Que bom que você tá por aqui. Supostamente, obviamente, supostamente. Supostamente, supostamente. A gente não sabe se existe essa possibilidade. A gente não faz ideia se já ocorreu tal feito, né? Tráfico de textos piano, só substâncias pesadas. Aqui é perigosíssimo. Perigosíssimo. Não é, a gente tem que ficar atento com esse tipo de coisa. É crime. Nós não compactuamos com crime. Ai, manos. E a gente quer? Cara, eu queria ver se eu achava um Não é hoje não é não é como é que é que fala? Não é conteúdo de react, mas eu queria achar um videozinho do Cobor porque ele seria um introdutório legal. Quero ver se eu acho aqui pro nosso papo, porque o nosso papo hoje vai ser papo, viu? O assalto ao poder mundial, que é o título de um livro do Franzin Kelamert, não é dos melhores livros dele, a gente vai até comentar sobre isso. E aliás, muito bom que Gabriel, membro aqui do canal, leu o texto e viu falhas que existem nesse texto e realmente existem. O me que vai interessar pra gente é uma parte que é muito interessante da crítica dele, que não é do trabalho teórico, que o trabalho teórico dele ali realmente é um bagulho complicado, mas da parte de análise, vamos dizer assim, de conjuntura à época, do início dos anos 2000, ele faz os apontamentos podem ser muito úteis pra gente hoje para pensar o que tá acontecendo no mundo. E esse assalto ao poder mundial, que é o título que ele utiliza para falar sobre a posição dos Estados Unidos no diante do mundo deste nosso planetinha. Deixa eu ver se eu acho aquiá o videozinho do do nosso querido, excelentíssimo cobori, cuja tamb é maravilhosa. Passagem. Ó, gente, vocês, por favor, não esqueça também de não pedir dica de investimento, hein, para mim. Lembrei esses dias aí que alguém pediu dica de investimento. Falei: "Não dá para investir tem que ter dinheiro". E a gente sabe que a gente não tem. Então não consigo nesse momento. Ah, pronto. Lembrei agora aquele personagem do poeta de sunga da TV. Quase. Muitas possibilidades. Isso, cara. Esse poeta era muito bom isso aí, cara. Tem algumas coisas. A TV qu ela ela é maravilhosa, né? E eu gosto que eles não ficam presos a um a uma ou outra parada. Eles são muito criativos, muito inventivos e vão placando uma parada atrás da outra. Aquele lance do que o ele Daniel Furlan, o pessoal que faz parte da TV Quase fazia na MTV, naquele programa do fim do mundo, Momento City Fou. Aquele era muito bom, velho. Meu Deus do céu. Citei Fu. Aí tem que criar vários momentos. Esses quadrinhos, essas esses gatilhos são muito bons. Os quadros do choque de de cultura são muito bons, meu Deus do céu. Assim como a o Tufal de cobertura. Fale de cobertura, inclusive estou ansioso para a nova temporada, né? Espero que ela chegue logo. O início do Brasileirão, muito cedo, mas eu queria, tô querendo. Pô, se liga aqui, ó. Acho que um Essa também é boa frase que vale tapa na cara. Podia voltar a parada desse tipo aí hoje em dia, viu? No YouTube frases que valem tapa na cara. Realmente é precioso. Deixa eu compartilhar aqui porque eu acho que vai ser legal isso aqui que o senhor excelentíssimo Cobor nos diz, né? Hum. Os quadros eram geniais. Metem o cestos de insirílica com estética soviética do nada. Exato. Completamente. Aquilo ali era maravilhoso, cara. Mas tem um motivo para conexão entre isso e fim de mundo, né? Sei se a semiótica aí muito boa. Momento citei. Foucaultô virou profecia. Virou e funciona até hoje. Twets que valentar para cara. É twets que vai. Vixe. Aí só. Aí coitado. Não vai sobrar uma pessoa no mundo que não esteja com a bochecha inchada. Vai ficar complicado. Pera aí, querido professor Cobares. Pronto. Deixa eu pausar minha musiquinha aqui. Eh, pra gente esquentar os nossos motores, eu acho que vale a pena acompanhar esse videozinho do cobor fazer pequenos comentários, tá? Não é grandes explanações nem react de vídeo, que tem react de texto, né? A gente faz muito react de texto nesse canal, mas ser react de vídeo que é esse. Ah, aqui. Vamos lá. Querido Cobori, são cinco minutinhos só, quase seis e a gente vai deixar a propagandinha do Cobori passar, porque a gente gosta do Cobory. >> Olá, pessoal. Ontem completou o primeiro ano do segundo mandato de Donald Trump. Afinal, o Já tem que fazer uma pausa aqui, né? Esse vídeo a gente tem uns 10 dias já, primeiro ano do segundo mandato de Trump e já parece que a gente viveu uns 15 anos, né? É o primeiro ano que valeu por uns 15, tá? Tá clima, clima, pandemia, né? Você vive 15 anos em um, né? Um ano de Trump. Parece que a gente tá uma eternidade com essa desgraça. Parece que meu pai amado. Ai Jeová. É, pera aí. Travou meu computador. Presidente da maior potência militar do planeta é apenas um louco ou um louco com estratégia? Este é o assunto do vídeo de hoje. >> É o J Car. >> Pessoal, se o assunto do seu interesse >> é finanças, deu certinho. É o JK reverso e o JK fica ali de de Cobor e o nome do cara. Aí eu, aí fica dúbio aí qual que é a piada que a gente vai fazer, mas fica marcado, mas tem toda a razão. Estratégia empresarial ou economia política e também gosta de reflexões como tudo isso se conecta com filosofias, rumos da humanidade, considere se inscrever aqui no meu canal. E caso se inscreva, não esqueça de ativar as notificações para ser avisado sempre que eu postar um novo conteúdo. >> Não esqueça de deixar o like e fazer os seus comentários aqui abaixo. >> Peço mesmo. >> Vamos lá ao assunto de hoje. Há exatamente um ano atrás, na posse de Donald Trump para o seu segundo mandato à frente da maior potência militar do planeta, eu gravei um vídeo analisando suas primeiras ações com o título Era Trump, o início do fim do império americano. Se você não viu, vale a pena assistir agora um ano depois. Ele >> e nós fizemos um react a esse vídeo, um react que também foi assistido pelo querido Cobore. Descobrimos isso posteriormente. Ele também curtiu o nosso conteúdo. Descobrimos que ele gostou da nossa react, mas a gente fez react a esse vídeo que ele tá falando, que fez o react do vídeo. É um loop infinito de vídeos, né, de de vídeos e conteúdos. E dito isso, profeta cobore, né? Então vamos lá que ele tem o hábito aí de trabalhar com a vência de maneira adequada. Ele aparecerá no card aqui acima e na descrição do vídeo. Bem, as ações do mandatário estadunidense ao longo desses primeiros 12 meses confirmam o conteúdo do vídeo que citei. Donald Trump focou seus ataques aos países do Bricks como forma de minar, principalmente a China, maior potência do bloco e objetivo final dos Estados Unidos em sua estratégia de adiar o declínio de seu império. Seus ataques neste primeiro ano foram majoritariamente de cunho econômico, se utilizando da coção tarifária, inclusive contra seus aliados. Como previ desde o início, elas não teriam efeito imaginado por Trump. Em 12 meses, a participação do Brick no PIB global, em paridade do poder de compra, saltou de 37 para 41%, enquanto a do G7 caiu de 29 para 28%. Considerando que Trump ataca todos, inclusive os países do G7, vale a comparação do Bricks apenas com os Estados Unidos que tendem a se isolar do resto do mundo. Dessa forma, a participação estadunidense no PIB global caiu de 15 para 13%. as estimativas e projeções em >> Ah, rapaz, isso aqui é dado importante. Antes da gente voltar aqui, isso isso é dado importante. Pera aí que eu já volto a compartilhar. Dado importante. Primeiro que assim como a gente também aqui no canalzinho, vou brincar de evidência. Vou brincar de evidência. Se vocês buscarem os nossos videozinhos a respeito, os comentários que a gente fez sobre o lance da das tarifas, o tarifá, essa coisa toda, a gente comentou que não ia dar em nada, né? que seria o nosso querido. E criamos este meme maravilhoso do tarifinho. Criamos essa personagem, Tarifinho, exatamente porque não ia dar em nada. E o Tarifinho ganhou o Brasil. Quer dizer, ninguém lembra dele, mas pelo menos ele saiu em muito jornal por aí. O meme do tarifinho segurando o taco. Tarifinho que é o a caixinha de suco de laranja com múltiplas interpretações. Nós fizemos o tarifinho porque a gente já sabia que não ia dar em nada. assim de verdade a tari o tarifá não ia dar em nada, ia virar tarifinho. Fizemos antes inclusive do anúncio do tarifinho. A gente já tava preparado para isso, tava só aguardando o momento adequado. Aí quando o Trump deu para trás é só soltar o tarifinhinho. Aí soltamos o tarifinho e rodou tarifinho. E aí, cara, se vocês acompanharem também eh e considerarem que a gente conversou após a na nossa live agora no começo do ano, né, depois que teve a a o ataque de Trump à Venezuela, o sequestro do Maduro, essa coisa toda, a gente mostrou aqui gráficos e apontamentos sobre esse lance do papel dos bricks na economia mundial. E aí, esses dados que o Cobor trouxe pra gente reforçam esse ponto. Participação no PIB mundial dos bricks, especialmente no lance do paridade de poder de compra, é massivamente maior do que a do G7, assim, mas massivamente. E se comparar com os Estados Unidos que tá atacando essa própria ordem, meu irmão, não tem por onde. Então, o fortalecimento de um bloco alternativo dentro da ordem mundial vigente, né, da ordem internacional vigente, constituída no pós-guerra pelos próprios Estados Unidos e fortalecida pela estratégia de globalização a partir dos anos 90, mantendo temperatura de pressão e temperatura eh e pressão normais, né, tudo tranquilo, sossegado, fletezinho, mantendo tudo estável, os bricks crescem e crescem muito e seguiriam suplantando ou superando relações constituídas pelos próprios Estados Unidos, pela União Europeia ou pelo G7, né, enquanto o grupo mais importante ali da ONU. Por isso se ataca essa destruição, a instituição da ONU, a as instituições de Organização Mundial do Comércio ou outras formas de organização internacional e tentando enfraquecer esta ordem porque ela potencializa os bricks e os bricks então defendendo esta ordem que por um bom tempo foi muito problemática para eles mesmos. Então as contradições do mundo se dão assim, né? Bem-vindos à dialética da realidade. Eh, quando quando o isso isso acontece, a gente entende o porque Trump toma essas decisões, a gente entende quais são as estratégias que parecem ser uma imbecilidade. É, do ponto de vista racional sustentável, é burrice porque você destrói as condições de reprodução do dia seguinte, mas você entende porque seu adversário tá tomando tais tais atitudes tão drásticas. Então você consegue fazer uma análise mais interessante. É importante considerar esses dados. E aí reforça o que a gente fez análise sobre o que aconteceu com no ataque contra a Venezuela, no sequestro do Maduro, qual o papel desempenhado não no jogo com a Venezuela, mas nesse jogo de organização, de destruição da organização propriamente dito, né? Reganização da da ordem global, da ordem internacional. Então, importante aqui porque trazer o o cob para papear com a gente, ele mais sábio do que eu maneja mais números e ele tem um teleprompt legal ali para fazer o textinho. Então, tá lendo textinho legal no teleprompt legal com uma gravação legal, com fundo preto, com, né, esse ar que eu não consigo passar de seriedade. Mas um dia, quem sabe que não tiver meus cabelos brancos ali por volta dos meus 83 anos. Meu pai hoje em dia tem 60 anos e não tem e fio branco de cabelo. Então, quer dizer, aparentemente o seguei é a mesma genética. Incluind dado do FMI e do Banco Mundial, confirmando que nenhum império cai sem atirar após se utilizar da coão econômica sem os resultados esperados, Donald Trump parte para o uso da força militar. Não surpreende que tenha iniciado o ano com ataque a Venezuela, seguido de ameaças ao Irã. E agora a própria OTAN ao avisar que anexará a Groenlândia ao território americano por bem ou por mal. Não vou detalhar tudo que já está povoando a mídia tradicional e a internet nos últimos dias. >> Vocês com certeza já estão acompanhando. >> Mas porque essa metralhadora retórica de ameaças e deboches e essa pressa toda apenas da primeira metade do primeiro mês do ano? Apesar de parecer maluco, o que eu também acho que ele é, por mais que eu acredite que não dará certo, Donald Trump tem método e estratégia. Com uma reunião já marcada com o presidente da China, Xinpin, para abril, Trump, como jogador de pôker, quer chegar lá no jargão do jogo com uma boa mão. Dessa forma, com as cartas da Venezuela, que representam a capacidade de bloquear acessos e protelar a hegemonia da moeda americana no sistema Petrodólar, as cartas da Groenlândia, que representam a capacidade de bloquear a rota do Ártico e ter acesso aos seus recursos naturais de energia e terras raras. E as cartas do Irã também sob petróleo, hegemonia de sua moeda e capacidade de bloquear o estreito de Ormus, por onde passa quase metade do consumo de petróleo da China. Donald Trump acredita que sentará à mesa com capacidade de inclusive dar um ain e ver Xinpin captular a sua frente. Essa >> cara, a metáfora com o jogo ela é muito boa. Eh, porque a metáfora, né, não é um uma explicação, é uma metáfora, uso de um recurso de figura de linguagem aí pra gente poder entender o que tá rolando, né? Em certo sentido, Metáfora, acho que tem outra analogia, né? tá tentando se municiar o suficientemente para conseguir na hora de conversar com o seu principal adversário dentro dos bricks, que é a China, né, o grande motor econômico dessa brincadeira toda, tem um mínimo de pressão suficiente para poder se impor, né, se impor e tentar se tornar aí à base da força o líder do jogo, né, o líder da ordem global, vamos dizer assim, eu tentar recuperar um posto. Só que a gente já sabe que não tem como voltar a como era as coisas. Então ele vai continuar pisando no acelerador. O ponto é tentar fazer com que a China não reaja. Então é você ter carta suficiente para jogar e falar: "Ó, fica na tua aí". Ele vai dar uma blefada, né? Vai tentar se impor pelo grito, porque em última instância a imposição que ele é capaz de fazer pelas armas, mas não faz sentido nenhum operacional, estratégico, qualquer coisa, prático que seja, um tipo de guerra. para amanhã contra China ou qualquer outro bloco nesse sentido, né? Uma coisa é você atacar pequenos fragmentos de países que não estão necessariamente conectados com esse grande bloco e tal. Outra coisa é você achar, como professor Roca, o pessoal todo fica aí escareca da geopolítica dizendo que vai ter guerra a qualquer momento, terceira guerra mundial a qualquer momento. Não, não é assim, gente. Pelo nome de Deus, o mundo é sério e as coisas não são tão simples. Eh, mas o que ele vai tentar é gritar, né? fazer tá suficientemente municiado para poder gritar e dizer: "Ó, fica paradinho aí e achar que isso vai controlar o jogo." Mas me parece que não. Como >> essa parece ser a estratégia de Donald Trump nesse início de ano. Vai dar certo? Bem, mantendo minha analogia nos jogos, Trump está jogando pôker. Por mais que chegue lá com uma boa mão e não será a melhor delas, na lógica do póker, ainda é um blef. E não esqueçamos que os chineses jogam Gol, um jogo de estratégia mais profunda, onde o objetivo é ir ocupando as intercessões no tabuleiro e isolando territórios até que seu adversário fique sem mais jogadas. O movimento do resto do mundo mostra que cada vez mais os países se afastam dos Estados Unidos e se aproximam mais do sul global. Vide os últimos movimentos do Canadá e União Europeia, aliados históricos dos americanos. Donald Trump, ao utilizar do único poder incontestável dos Estados Unidos, o militar, está apelando e, como diz o ditado, mais que popular, apelou, perdeu. Espero que a reflexão de hoje possa estimular em você um pensamento crítico melhor. O que você achou do conteúdo de hoje? Se você gostou, clique no like e não deixe de fazer os seus comentários aqui abaixo. E se você ainda não é inscrito no canal, inscreva-se e ative as notificações para receber os novos conteúdos em primeira mão. Um forte abraço e até o próximo vídeo. Tudo que o Coby falou sobre o canal dele, vocês faz favor de fazer no meu também. Então ajuda aí que eu sempre esqueço de fazer essas coisas, mas aí vocês me ajuda aí. Mas dito isso, né? Cara, muito massa, né? Eu eu gosto dessa dessas analogias com jogos, porque eu sou viciado em jogos, né? Então isso é um ponto importante. É, foi um meta react. Tem react do react de cada do vídeo do react que teve outro react. A gente tá praticamente jogando junto mesmo. Tarifinho não ter virado mascote internacional e astro do cinema é a prova de que o sistema não é preparado, não está preparado para meritocracia. Com certeza não. Ô Tarifinho, cara, eu achei tão bonitinho. Tem até música do tarifinho. Talifinho, primeira profecia da igreja que se concretizou. Exatamente. Ai, cara, tarifinho era personagem maravilhoso. Tarifinho. Tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá. Tarifinho. Tarifinho. A gente precisava do matifinho. Eu tinha música do tarifinho em algum lugar aqui, mas acho que eu não tenho mais. Mas tinha a musiquinha do tarifinhinho, pô. O maior tarifinho ficou legal. E rodou aí os jornais brasileiros. Eu sou o terceiro maior fã da China. Depois Cobor e Jabu. Eu também. Eu eu gosto da analogia dos jogos, cara. Analogia dos jogos me interessa. Nunca ouvi esse ditado. É, o ditado não é bem assim, né? Mas é, apelou, parou. Uma parada assim, tá jogando bola, por exemplo. Tá jogando bola, aí o cara vai lá e apela. Pô, apelou, tem que parar. Apelou, parou, acabou. Pelou, parou. Não, não pode apelar. Ou tá jogando videogame, o cara apelou. Apelão. Apelão não pode, não pode apelar. Tem que jogar aí. Tem que ser o fair play, jogar justo, jogar limpo, sem apelar, sem apelar, sem apelar. Importante é o cara que acha que é dono da bola, né, também. Aí o cara vai lá e tá perdendo o jogo, leva a bola embora. Tá apelão, tá apelando. E eu acho engraçado que eu cresci no sul de Minas, né? Então o pessoal falava apelar, era só pelar. Tá pelando. Pelando. Que que será que significa pelando? Eu demorei um pouquinho, sacar. Dito isso, é a metáfora dos jogos aqui, uma analogia dos jogos, né? A gente joga truco, né? Brasileiro é truco ou dominó. Então a gente tem que tem que pensar aí que que será que isso implica pra gente além do blef da malandragem que você tem que, né, ter tá ligeiro, você nunca joga sozinho, você depende do seu parceiro, passar sinais, ter aquela diplomacia, né, para dar quando vai apelar, quando você vai trucar, vai blefar, tem que blefar em parceria, tem que dar o sinalzinho de que tá com o zap, tá, que que tá acontecendo aí, pá. ou no Dominó, que é o jogo competitivo barra cooperativo, que isso depende também das peças que os caras vão colocar na mesa. Então tem que ter ali um certo jogo de cintura. São muitos jogos, não é? Eu gosto de de de metáforas de jogos porque eu sou viciado em jogos de tabuleiro. A e os jogos desempenham também, agora um comentário à parte, funções distintas na nossa habilidade de perceber e resolver problemas, né? Por isso que tem gente que fala: "Pô, xadrez, aquele jogo de estratégia com vários movimentos e tantas possibilidades da hora, porque exerce um um tipo de reflexão sobre resolução de problemas ou percepção de resolução de problemas distinto. Tem que saber gerenciar muito bem a sua situação tendo um adversário diante de você. Sentiu, Galvão, acusou o golpe também. Mas, ó, essa esse comentário do Cobor, eu acho ele importante assim da gente sacar. Tem método, é loucura, é insanidade, mas tem método, né? Tem tem planejamento, tem é insanidade, mas tem. É uma racionalidade que eu, essa expressão do Fran Ramit, eu gosto muito, é uma racionalidade suicida, né? Eh, ela é uma racionalidade. Ela procura utilizar os meios necessários para obter um determinado fim. Busca otimizar esses meios para ter o a obtenção ótima dos fins, mas ao realizar e alcançar o fim, destrói as condições paraa próxima ação. Então, é uma racionalidade suicida, mas ela tá ali presente e ela orienta as tomadas de decisão dentro desse, especialmente nas tomadas de decisão ali nos Estados Unidos e como ele percebe o mundo e atua, né? Pode ver que a racionalidade gringa estadunidense, ela é uma racionalidade que ao coordenar meios por obter fim, destrói as condições de sua própria existência sempre, né? Ele encarna essa contradição própria, inclusive do movimento capitalista. Então, algo da gente prestar atenção, cara, que é legal. Homoludens é importante, sim. O humano, a pessoa jogadora que se diverte, que brinca, pô, ajuda para caramba. Se foi o que eu falei em casa paraa minha esposa deixar eu comprar um suitch, que que você falou para ela que você ia tomar Groenlândia? Não, cara, tem um jogo fando em jogo aqui, que aqui é propaganda gratuita, mas nem faz sentido porque esse jogo ainda não foi traduzido pro Brasil. Então é um apelo para que alguém traduza e traga e publique esse jogo no Brasil. dos jogos mais premiados da história dos jogos tabuleiros modernos, que é esse aqui que eu recomendo que vocês joguem também, que é o Hive Hitinho, recomendo, tá? Tem na gringa pros nossos queridos o William em situação de Canadá, Leandro tá em situação de Canadá, tantas pessoas que em situação de Canadá que fazem parte dessa membresia aqui, tem no Canadá. E eu sei por quê. Porque a minha companheira, antes da gente casar, ela fez um intercâmbio pro Canadá e ela trouxe esse jogo de lá, porque a gente fez um planejamento para ter jogos, que lá ia ter acesso a jogos que a gente não tem aqui. Ela trouxe de lado quando ela voltou. Eh, inclusive uma história legal, a gente tava para casar, ela tinha juntado na grana, falou: "Pô, estamos com a grana aqui, que que a gente faz para casar? Para faça o intercâmbio? Que a gente faz o intercâmbio, né? Depois que a gente casar vai saber quando você vai conseguir fazer intercâmbio. Faz agora. Ela ficou um mês lá. no final do ano e trouxe esse jogo para nós. E isso aqui é a quantidade de premiação que esse jogo já ganhou, tá? Tipo de melhor jogo do ano, melhor jogo não sei quando, melhor jogo não sei quê, cara. E é um jogo que eu tô trazendo ele aqui porque utilizando essa metáfora dos jogos, ele é um um jogo que não tem tabuleiro. Eh, você constrói o tabuleiro enquanto você joga, né? tipo dominó mesmo, até então dominó não tem um tabuleiro, só precisa da mesa e você vai montando e o jogo vai se constituindo enquanto ele vai enquanto você vai movimentando as peças, né? Não tem um tabuleiro fixo diferente de outros jogos, como xadrez, como Gol, como eh Gamão, como damas, né? Então, e mesmo como pôker ou truco ou jogos de cartas que você tem fixado os lugares e os movimentos que você vai fazer aqui não é tão assim. Você você o tabuleiro realmente se move enquanto você joga. E cada peça tem um movimento distinto. São várias pecinhas bonitinhas de insetos. E aí, esquema disputa um contra um, tipo xadrezinho, peças pretas contra peças brancas e cada pecinha tem um inseto. Esse car pode não parecer mais uma formiga ou se parece interessante. Esse é um gafanhotinho. E cada peça tem seu movimento. E o objetivo é você cercar a a abelha rainha do seu adversário. Só que você pode cercar tanto com as suas peças quanto a peça do seu adversário. Você não precisa ter as todas as suas peças cercando o a abelha rainha, né, do adversário. Você pode acabar utilizando porque o tabuleiro vai se montando e as peças tm que estar conectadas, acabar utilizando as peças do seu adversário sem mover nela, sem mover elas para que a abelha seja presa. E isso requer várias estratégias. E quanto mais você joga, mais você vai aprendendo as possibilidades de estratégia que você tem, de mobilização das peças, de inserção das peças, de uso dos recursos que você pode ter no jogo. E eu falo isso porque me parece agora analógica com analogia, analogicamente, analogamente, sei lá como é que a gente vai chamar aí, Racionalidade analógica, como diria Maurício Belchot, um filósofo. É Maurício. Maurício é Maurício Belchô, filósofo mexicano. Muito, muito interessante. Muito interessante o uso da analogia, né? Então tô usando aqui analogicamente a questão do jogo, porque me parece ser um jogo em que você não pode jogar achando que você vai eliminar o seu adversário no jogo dessa tal de geopolítica que a gente tem hoje. Do modo como isso tá posto, ninguém elimina numa guerra direta, no enfrentamento direto dos Estados Unidos. Não dá para você eliminar o seu adversário porque ele é muito mais forte do que você em muitos sentidos de como se instituir instituir essa ordem. Então, para você conseguir cumprir o objetivo de cercar o seu adversário e ganhar o jogo, cercar esta a abelha do seu jogo, né? abelha do adversário, você precisa, você precisa utilizar das armas dele, fazer com que ele também se arme numa numa armadilha, se coloque numa armadilha, que ele não tenha saída, que ele tenha que estar preso no jogo e seja circundado pelo seu adversário por várias estratégias distintas, mas que as próprias peças desse seu adversário sejam peças utilizadas contra ele. Tô usando essa analogia porque hoje a estratégia possível que se tem de enfrentamento contra os Estados Unidos é utilizando os recursos que ele mesmo constituiu, seja da ordem internacional, seja das crises internas pelas quais os Estados Unidos têm passado hoje. Então, hoje o o grande rival dos Estados Unidos é ele mesmo. O grande problema é a crise interna pela qual ele passa. E quem é o nosso aliado? É o povo estadunidense que tá indo contra o governo Trump, que tá indo contra essa ordem que eles estão tentando restabelecer. E aí, e então hoje a gente tem que entender quem é aliado e quem não é nesses dois âmbitos, interno aos Estados Unidos e externo enquanto ordem internacional ao mesmo tempo. Então, se tem alguém lá dentro que faz voz de couro contas políticas tomadas pelos Estados Unidos, independentemente seja no âmbito internacional ou nacional local, eu tenho que fazer o quê, aliado querido, me dá um abraço, porque é aí que a gente consegue força. Ah, mas ele não tá, não é torcedor do Corinthians, ele não está junto comigo torcendo pelas brabas hoje pela manhã no campeonato mundial feminino. Não importa, a gente tem que conseguir esses aliados, porque hoje você tem que conseguir cercar o seu adversário, inclusive com as peças ou com os problemas que ele tem que lhe dar. É o que a gente tem para fazer hoje. Não tem um enfrentamento direto. A busca pelo enfrentamento direto é exatamente o que os Estados Unidos gostaria em última instância, porque ali ele vence na bala, na pressão, na pancada. Então, precisamos aí complexificar a nossa capacidade de interpretar o mundo e as estratégias que a gente pode ter, certo? Então, é bom, é bom, é bom, é bom, é bom. Fechou? Fica aí uma dica a partir das analogias que é importante. As pessoas não aceitam que a lógica do capitalismo é um monopólio igual poder. Também também busca monopolizar o bagulho todo. O An fez isso, ele leueville. Quem eu não, Quem é o WK? Eu preciso saber quem é o Wang. Não conheço o Wang por ignorância minha. Tá R$ 300 na Amazon. É melhor jogar cara a cara. É, deve tá caro porque tem que importar e as peças, ó. As peças são bonitas, cara. são tipo pe dominó mesmo assim bonitinha, ó. Excelente. E tem que importar daí porque nenhum nenhum brasileiro, nenhuma editora brasileira tá publicando esse tipo de de jogo aqui, ó. E é bom, viu? Bom, bom. Mas na gringa é mais barato. Você está em situação internacional, aproveite. Mas fica tranquilo, viu, carapa? Porque o Cavendish disse que o o dólar vai se fortalecer, o real vai vai enfraquecer, então significa vai acontecer o contrário, então já já vai ficar mais barato pra gente comprar. Exato, exato, exato. Wangunin, preciso descobrir quem é o Wang Unin. Wang Unin, não sei quem é o Wangunin. Sari descobrir. Ele é o intelectual do PCCH. Ah, não sabia. Vivendo e aprendendo. Dá para fazer as peças com tampinha de garrafa? Dá. Ah, eu tenho um amigo que fez, cara. Eu tenho um amigo que fez com, mas aí ele é marcineiro, né? Não com tapete de rata. Ele pegou como funcionava o jogo e ele fez as pecinhas de madeira que ele viu, jogou com a gente lá em casa e ele curtiu pr caramba. Falou: "Cara, esse jogo é muito legal. É bom para caraca. Esse jogo é muito bom e ele é viciante. Esse jogo você começa a jogar, você não para mais de jogar essa desgraça. E aí ele fez essas pecinhas de madeira, ficou bem bonitinho, ficou bem legal. Cadê o cara em situação de Canadá para mandar pelo correio para mim? Brezia. É, vocês vão ter que fazer um um esquema de contrabando aí. Mas é bom, cara. É bom. O jogo é muito bom, velho. É muito bom mesmo. A, vale muito a pena. Eu boto aqui o R. Bem bom, bem bom, bem bom. Divertidíssimo. É que é para duas pessoas aí. Então, eu gosto também de jogo de galera, mas é aquele joguinho para você tá com alguém trocando ideia, tomando um café, conversando e tentando derrotar e eliminar o seu adversário, né? Jogal, né? E dá. É interessante, quanto mais você se joga, você vai sacando as estratégias, pô. Bom, hein? Bem bom. Fica a dica. Me gusta, me gusta mo. É bom, é bom, velho. Mas é isso, então. E, cara, o Cobor tá tá muito certo assim, né, na nessa análise, nas análises que ele faz, em geral, são muito sóbrias. Eu eu gosto, gosto e acho que a linha correta. E é isso. E aquilo, ah, não é o, como é que é o nome? Ah, mas o cara não é tão radical quanto eu gosto, quanto eu queria. É problema, né? Porque o que a gente precisa não é de gente que seja do mesmo time que a gente, mas que faça boa ciência, a boa análise. É isso. É isso. É, apesar de que eu acho que o Cobori é bem radical. Ele escreveu América, America against America. America against America é literalmente essa essa tática aí. Massa, pô. Sabia não. Eu preciso conhecer Wang Runin. Não conheço não, mas deve ser, pô. América. A América. Ah. Ah. Ah. O nome interessante. Pilha duracel. Ã, mas é isso, é isso, é isso, meu povo. Agora a gente tem um um enfrentamento importante que vai ser o grande react de texto do assalto ao poder, né? dado esse contexto gigantesco. Ai ai. Deixa eu só preparar aqui. Não esqueça de curtir esse vídeo aqui, de hypar depois se rolar de como é que é que mais que tem que pedir mesmo? Virar membro, membro membro membrand porque vai que tá sobrando uma merreca aí. Vai que tá sobrando uma merreca aí. Importante para nosso trabalho. Ã, aí pronto, cara. O o livro que a gente vai ler hoje, o react de texto que a gente vai fazer, a gente vai ler um trecho longo, por isso que eu tô aqui acelerando até um pouquinho o papo e não tô fazendo como normalmente a gente faz de uma longa explanação sobre assuntos aleatórios. O o texto que a gente vai ler é um texto interessantíssimo, que tem suas falhas do ponto de vista teórico, quando é uma discussão mais aprofundada de filosofia, mas muito bacana, cara, muito bacana. Eh, saudades quando Pedro Ivo ainda era vivo e fazia react de texto. Ele faz, não faz? Ele ainda faz. faz, se eu não me engano, o Pel ainda faz react de texto. Eh, mas o a gente vai fazer um react um texto aqui que é um texto longo, tá? Por isso que a gente vai vai falar aqui. E é de um texto interessante do France France inkamar. Tem uma capa, tem tem duas edições, uma publicada pelo Departamento Ecumênico de Investigações, que é o que eu vou utilizar aqui por motivos de fazer propaganda do day também. E o outro, eu não lembro qual foi a editora, mas a capa do outro é muito provocativa, que é uma capa com George W. Bush, assim, e aquele bigodinho muito característico do Charlie Chaplin e de outro personagem um pouco intrigante da história da Alemanha, né? E aí dá para entender qual que é o o ponto que ele tá querendo chamar atenção. É bem claro nessa outra capa fica bem explícito qual é o objetivo do livro. Mas é um é um livro que do ponto de vista filosófico, quando discute teoria, né, no âmbito filosófico, ele ainda é muito frágil. Ele é muito frágil. E eu agradeço o Gabriel por ter chamado atenção nisso, porque eu nem ia comentar isso na live, mas é importante que Gabriel leu uma pessoa muito aplicada, né? Gente, compartilhou o livro lá na membresia e o cara já leu. Excelente. Que pessoa incrível. Mas ele ele do ponto de vista teórico, filosófico, ele é mais frágil do que outros textos do Franç que são muito mais interessantes e potentes, assim e mais adequados também. Mas ele, do ponto de vista de análise do que tava acontecendo no início dos anos 2000, é muito preciso e em certo sentido profético de denúncia para o que a gente vai ver hoje, ou seja, 20 3 anos depois da publicação do livro. E eu acho que vai ser muito interessante ver, por isso que eu vou trazer ele aqui. Mas eu quero fazer uma introdução a à história do France, de seus aliados, né, o pessoal que trabalha com ele e da publicação desse livro, que acho que vai ser bom. E ô louco, Gustavo P tá com a gente. Obrigado pela confiança de estar com nós. Espero que você curta o conteúdo que a gente tá fazendo aqui, mano. Seja bem-vindo à primeira igreja barista do YouTube e primeira igreja barista do WhatsApp. Se você quiser virar, participar lá do nosso grupinho da membreia, cara, fica à vontade. Manda o e-mail aqui, ó, para essa esse aqui que tá passando aqui, que é o Bruno @rikiddal.net, que aí a gente troca uma ideia, se você quiser, eu te adiciono lá. senão também fica suave, porque eu sei que o WhatsApp às vezes é um pouco invasivo, então fica tranquilo. Mas se você quiser participar, fica à vontade, chega lá com a gente que a gente vai trocando ideia, fechou? Obrigado aí pelo carinho, pô, pela confiança. Fico feliz demais. Bem-vindo, bem-vindo. E aí eu queria introduzir um pouquinho, cara, porque eu acho que vale a pena para entender o contexto do autor, da obra, né? Porque que ele fala, faz certas afirmações fortes, interessantes. Geopoliticamente acertou em cheio. Exatamente, Gabriel. Acabei de comentar. Gabriel fez esse comentário lá do livro de que em teoria é muito complicado, mas geop na análise geopolítica, análise de conjuntura dele é muito boa e é aquilo, né? Ela consegue ser persistente. Eu gosto que de análises que não pretendem ser futuro, produzir futurologia ou vidência, né? Eu gosto mais daquelas que conseguem ser persistentes, conseguem dar uma estrutura que nos possibilita entender aquilo que persiste ao em longo tempo, né? E o France faz isso muito bem. E em certo sentido, às vezes ele até foi nos anos 80 em especial, o Franço foi tirado meio que para merda, assim por algumas análises que ele fazia e que hoje são muito precisas assim. Você falou: "Meu Deus, o homem tinha persacado as estruturas do tempo, né, que persistem no tempo". Então não é que ele tava vendo o futuro, ele viu as estruturas que estavam vigentes e que persistiram no tempo. É muito legal da gente discutir esse tipo de coisa. Gosto, gosto. E o France faz excelentes análises nesse sentido. Outras já eu já não gosto, por exemplo, análises eh como ele interpreta o processo na União Soviética, não gosto muito de algumas teorias de ferradura que ele mete. Às vezes ele é incisivo demais. Mas dito isso, no livro ele faz uma discussão teórica muito genérica, abstrata, ainda muito incipiente, especialmente quando discute o tema do sujeito e o ataque ao sujeito, a subjetividade é o agente humano, né? Só que ele corrige e aperfeiçoa e explica muito melhor essa discussão em outro livro dele que teve acho que duas edições com nomes distintos. Um é o grito do sujeito e o outro é o sujeito e a lei. O sujeito e a lei. E esse livro, o sujeito e a lei teria publicado primeiro em 2005, pouco depois do Franço ter publicado esse da que a gente vai ler hoje, o assalto ao poder mundial, que eu acho que na verdade esse assalto ao poder mundial, a minha minha impressão é que o Fran queria discutir o tema dos Estados Unidos, o papel dos Estados Unidos na geopolítica e meteu o que ele tava produzindo em paralelo das discussões da teoria a respeito do sujeito. E aí e no sujeito e a lei, né, cara, que é um livraço assim, bom pra caramba. O sujeito e a lei ganhou o primeiro prêmio do primeiro prêmio liberador al pensamento crítico. Liberador al pensamento crítico que é dado pela presidência da Venezuela, o pensamento crítico latino-americano. E ele ganha o primeiro. França é o primeiro laaludeado com este prêmio, eh, liberador, pensamento crítico e ele ganha o prêmio com esse livro do sujeito e a lei que é publicado em tudo canto é canto da América Latina, mas adivinha o país que não tem essa tradução do livro? Ai que ódio que me dá. A gente não tem a versão em português do livro. Ai pai amado. Quem sabe um dia. E aí sim é um livro que é mais robusto nesse tema. Então a gente não vai se deter no tema teórico do França, ou seja, nas discussões filosóficas e categoriais, né? A gente não vai discutir exatamente Brasil. Vai Brasil que esqueceu de traduzir a porcaria do texto lá. E a gente a gente fica muito distante do debate latino-americano, cara. Fico tão triste com isso. Mas tudo bem, sobreviveremos. Faz parte. Era como na época também. Tem toda razão. Toda razão. Toda razão. Toda razão. O E aí, cara, esse texto ele é muito mais mais robusto. A gente não vai se preocupar então nesse assalto do livro do assalto ao poder a partir da discussão filosófica e teórica, que ainda não tá bem fundamentada, nem bem estruturada. Ele só cuspiu ali e jogou umas paradas que ele tava estudando, o que daí faz com que ele fique mais frágil e também possibilita quem quiser fazer uma crítica ao pensamento do France, pegar pelos limites do assalto ao poder e ir para daí discutir, por exemplo, o sujeito e a lei e fazer uma crítica sobre a teoria sobre do sujeito e da das ameaças, a subjetividade que existe no pens na na percepção e do pensamento France. Então, já é um caminho aí para quem quiser fazer uma crítica ao pensamento deste homem. Eh, mas é um é um texto muito legal. A parte da análise geopolítica dele é muito legal, muito interessante e a gente vai perceber umas paradas bacanas. Dito isso, cara, Fran Kelamt, ele é um autor, vou falar sobre ele, vou falar sobre o Hugo Asman e sobre o Pablo Richard, antes de falar do Departamento Ecumínico de Investigações, que publicou esse livro, o France, ele é exato. Eu também, Gabriel. fica o pasmo cada vez mais. Por isso que a gente conhece esse homem, você fala: "Caraca, não tem como não discutir com esse homem, ainda que eu não goste da teoria dele, é um bagulho muito potente, assim, é muito genial. Você fala: "Caraca, maluco pensa de um jeito diferente". O a sinapses desse homem circulava para um lugar diferente e tem a ver com a história dele também. Ele nasce na Alemanha, né? Na cidadezinha na Alemanha. Amstaden. Amsttin. Amst. Amstat. Amsdat. Acho que é assim que fala, eh, que é uma cidadezinha interiorana na Alemanha. E quando ele tem 6 anos, quando tá com 6 anos, tem a ascensão dos nazes no poder na Alemanha, ascensão de Hitler, essa coisa toda. Então, ele vivencia a infância até a adolescência dele todo esse período. E a família dele era uma família católica, ortodoxa, conservadora, mas uma conservadora humanista. E dada a tradição eh bastante apoiada por luteranos na Alemanha, ao o partido do eles já ficam meio desconfiados, apesar do Hitler ser católico, eles já ficam desconfiados e o pai dele sendo humanista já tinha suas críticas consideráveis a tudo que estava acontecendo, mas era aquele clima de tensão, de perseguição e tal. E aí ele narra isso. E aí como a cidadezinha dele já pequena, tal, viu pouca coisa das violências que aconteciam nas grandes cidades, nos grandes centros. Então era menos evidente o grau de alto de violência, mas ainda assim perceptível o clima de tensão e essa parada toda. Na adolescência dele, ele vê o final do regime nazi, tudo que acontece depois disso, o processo de reconstrução da Alemanha. O pai dele era economista, né? pai do Franç. Então ele tem uma introdução ou discussões econômicas interessantes, tem uma introdução desde pequeno a esse tipo de discussões e coisas, mas quando ele ainda é adolescente lá pelos aí com 16 anos ele encontra o livro, um livro que falava sobre Simon Bolívar e ele fica encantado com a existência do chi do do com a existência da da América Latina, da luta pela libertação nacional, a gran Colômbia, essa coisa toda. E ele fala: "Caraca, que legal, queria um dia ir pra América Latina". E depois acontece quando ele consegue vir pro Chile em 63. Mas quando ele ainda é adolescente ali pelos 17 anos e tal, os pais dele morrem, tanto o pai e a mãe, ele perde os pais muito cedo, ele fica ófo, consegue algumas bolsas de estudo para estudar e vai fazendo a trajetória dele. Nessa trajetória ele estuda na Alemanha ocidental, no pós-guerra, num instituto alemão, que era eh da Universidade de Berlim, que era o Instituto de Estudos da Europa Oriental. Então ele estuda União Soviética enquanto ele tá na Alemanha ocidental. Ou seja, era um instituto feito para você antioviético, anticomunismo. E ele lê o bagulho todo. Marx, Engels, Lenin, Stalin, Ksky, eh, a esquerda russa inteira, esquerda alemã inteira, Rosa Luxemburgo. Ele fica encantado com com Rosa Luxemburgo. É o o Franz é um cara muito influenciado pela Rosa Luxemburgo. Um pensamento dele. Legal que a gente tem um camarada no nosso time lá, Fernando, no nosso time da da membreia do canal que é Luxemburguista. E aí eu fiquei da hora, cara, porque o Fran é muito influenciado pela Rosa, Luxemburgo. Eh, e ele estuda essa parada toda, ele conhece esse negócio todo, ele tem um pensamento profundo a respeito disso, lê obras completas de Marx, essa coisa toda. E fica encantado, mas ele tá fazendo isso também no processo crítico, né? E aí ele faz uma análise do planejamento soviético, uma análise, o doutorado dele é brilhante. sobre sobre análise e os limites do planejamento soviético e como ele tá fazendo, como se estruturava os pressupostos para você fazer um plane economia de planificação. E muito interessante, só que ele pega as mesm essa mesma estrutura e aplica depois para pensar a sociedade de mercado, mercado liberal. E quando ele faz isso, ele é convidado a se retirar da universidade. Ele vai aplicar a crítica agora ao mercado liberal. E aí ele começa a ser convidado a vai dar uma passeadinha, né? Vai dar um rolê, meu querido. E aí ele tava como pesquisador adjunto, já atuando junto com o professor na Alemanha, essa coisa toda. E ele começa a buscar então um espaço para ele poder trabalhar e ele consegue uma bolsa pela instituição do Instituto Conrad Adenauer, muito ligado à esquerda, a de esquerda, ó, a o centro democracia cristã. democracia cristã alemã e que tem o partido da democracia cristã chilena. E ele consegue uma bolsa para vir pro Chile para trabalhar junto da democracia cristã chilena, cujo o o presidente do Chile na época, Eduardo Frei, era desse partido, então tava tendo uma reforma universitária, essa coisa toda. E ele veio pra América Latina em 63 com essa bolsa para ser professor na Pontifícia Universidade Católica do Chile. E aí ele fica até os até 70 até o início dos anos 70. Nesse processo de vinda paraa América Latina, da pra América Latina, ele começa a dar aulas, conhece o pessoal da teologia da libertação, conhece os movimentos populares, vai se engajando na luta popular. Eh, de uma dissidência do Partido da Democracia Cristã, surge uma esquerda radicalizada de cristãos que fundam cristãos pelo socialismo, o qual ele dá apoio. E o movimento unificado de camponeses e e operários, né, proletários, que é o MAPU, que ele faz parte, se engaja e o MAPU compõe a unidade popular que vai dar a eleição de agenda, essa toda essa rede. Ele funda o Serém, Centro de Estudos da Realidade Nacional no Chile, junto com o, Ai, meu Deus, fugiu o nome do cara agora. Tudo bem, que foi ministro da da ministro da fazenda do do Artur. Tô ali, esqueci o nome do cara agora. Show Show. Eh, Jack Shon Show. O Jackson Show foi ministro do Salvador Agender, da unidade popular, funda a revista junto com ele, trabalha junto com ele, dá apoio na pesquisa, ou seja, tá envolvido com esse processo da unidade popular, dessa parada toda. Muito louco essa trajetória do cara. E aí vem o golpe, o golpe no início dos anos 70, o golpe do Pinoché. O golpe do Pinochet pré golpe, ele recebe uma carta, não só ele, né? Ele, o movimento da galera que ele era ligado, recebe uma carta dizendo assim: "Aqui vai ser já carta". Em em referência a um massacre que tinha rolado na Indonésia, muito famoso, massacre dos facões. E eles recebem essa ameaça e aí eles já ficam desesperados e tipo dias depois tem o golpe, tem o golpe, tá todo mundo maluco. O que que tá acontecendo aqui? Então ele passa por o processo de ver Alemanha nazi, vê o golpe no Chile, vê durante os golpes subsequentes na América Latina ter amigos e amigas que são presos, assassinados, desaparecidos. O primeiro livro dele que ele publica depois que sai do Chile em 1974, chamado Ideologia, eh, as armas Ideológicas da Morte, é dedicado nominalmente a amigos que foram desaparecidos. Então, tipo, ou assassinatos nas ditaduras. Então, assim, ele vivenciou todo esse processo do século XX, tá ligado? Na Europa, nos Estados na Europa e na América Latina. Ele vivencia esse bagulho. Ele tem que se refugiar na Alemanha. Quando ele se refugia na Alemanha, ele fica lá um tempo na Universidade de Universidade de Berlim. Universidade de Berlim. Eh, e aí tinha, ó, que da hora. Essa aqui é uma curiosidade que eu descobri na pesquisa do doutorado. Curiosidade aleatória. Todo mundo conhece o Frank. o Gunder Frank, né? O Gunder Frank, que é um dos fundadores aí da da teoria da dependência. O France também é da teoria da dependência. Os dois são fundadores da teoria da dependência, mas a corrente do Fran era um pouco mais deslocada da que a gente conhece mais que a teoria eh marxista da dependência, né, TMD, ou da teoria da dependência vertente meio weberiana, como do Paz e do Fernando Henrique Cardoso. A gente conhece mais essas duas dois grupos, mas tinha o grupo do Serem, né, do Centro de Estudos da Realidade Nacional que também se compõe essa teoria da dependência e tem debate debates com o pessoal da Césaro, tem um livro que é Debates entre Césio e Serém. e Sérge, a galera da teoria marista da dependência, eh, que é o Rui Mauro Marini, Teotinho dos Santos, Vânia Bambirra, essa galera toda, maioria brasileiro, e essa galera trabalha junto. Então é muito legal conhecer essa história. Dito isso, o Fran vai pra Alemanha, o Gunder Frank também. Os dois conseguem refúgio porque são alemães, estão na embaixada alemã. Ah, uma parte legal da história, eles conseguem refúgio na embaixada da Alemanha, o France e o e o Gunder Frank. E o Franz conta que o embaixador do Chile nessa época era um cara que tinha vivenciado e acho que tinha até ligações com o partido nazista na Alemanha. E aí ele conta que o que ele falou: "Cara, eh, eu não vou permitir." O embaixador, né, que tava na época lá falou conversando com Franz, com com o G Frank, falou: "Não, não, a gente vai conseguir a o refúgio de vocês na Alemanha, porque eu não posso compactuar novamente, não posso compactuar novamente com algo assim". Então ele mesmo fez o paralelo esse embaixador com o que tinha acontecido na Alemanha, com Hitler, com o Pinochet no Chile. Eu não posso compactuar novamente com algo assim. E aí o Fran consegue sair e vai pra Alemanha, o Gunder Frank também. Os dois chegam na Alemanha. Quando eles chegam na Alemanha vão prestar uma prova para ser professor da universidade da Universidade de Berlim, na Universidade de Livro de Berlim, a outra Universidade de Berlim mesmo. Eles vão vão lá e tem uma cátedra de estudos latino-americanos. E os dois prestam para para ser professor lá. E o France passa e o Gunder Frank não. Aí quando o Gunder Frank não passa, ele vai pro Instituto Plan nos Estados Unidos buscar um trampo lá e aí ele fica nos Estados Unidos e o Fran fica na Alemanha. Só que o Franço fica um ano na Alemanha porque passado esse período de um ano, o pessoal do do do da Universidade de Berlim fala: "Isso é muito radical", né? Então eles começam a a a o diretor da universidade vem dizendo: "Cara, ele é muito radical. Esse cara é muito radical. Ele ele fica discutindo os bagulhos que não dá, não dá, não dá. Então ele começa a buscar voltar pra América Latina porque ele sacou que não vai dar para ficar na Alemanha. E aí ele consegue no projeto de fundação da Universidade Centro-Americana, a UCA, que é uma universidade que tem alguns países da da América Central, eh, Guatemala, Honduras, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Guatemala, Honduras, Nicarágua, eu não vou lembrar todos, mas são países da América Central que se juntam e formam a UCA e eles queriam criar a pós-graduação da UCA, a pós-graduação em economia. E o France vem então pra América Central novamente. Agora pra América Central, não, não pra América do Sul. para trabalhar na fundação da UCA no programa de economia. Ele volta e funda, daí começa a organizar a pós-graduação em economia da UCA. Ele fica primeiro, acho que em Honduras ou na fica acho que na Guatemala primeiro e aí depois ele se muda para Costa Rica. Cara, ó que história maluca, né? E aí durante os anos 80 todo, eh, o, ele a partir do Day, o Departamento Ecumênico de Investigações que ele fundam, eles fundam, eles dão apoio a movimentos populares, movimentos sociais, movimentos militantes de toda a América Latina, incluindo os revolucionários da Nicarágua, em Cuba, eh movimentos de resistência de todo o continente, né? Acabam ligados muitas vezes com movimentos religiosos, mas conectados com essa galera do Day. Muito doido, né, essa história, pô. Acho muito legal. Mas tudo isso para dizer quando o Fran falar no livro que a gente vai ler sobre uma ponte entre a política estadunidense e fascismo, não é de alguém que tá tirando em abstrato, é de alguém que viveu isso. Alemanha nazi, golpe no Chile do pinochê e todo o processo de perseguição na América Latina. Quando quando um cara desse que tem essa trajetória, que tem essa vida, fala: "Meu meus amigos, isso aí é fascismo? Eu não vou pôr em questão. Eu acho que ele tem bagagem, experiência suficiente para deixar meu orelha em pé. Show. Então tá importante isso aí. Importante isso aí. Bom dia, querida Valéria. Como é que você tá? Tudo bem? Espero desejo que sim. Bom dia. Espero que o conteúdo auxilie hoje no papo, que seja bacana. Usou o poper contra o liberalismo. Sim. Cara, o Fran usou Isso é crítica, cara. Isso. Isso é crítica. Isso é o trabalho de crítica bem feita. Você pega o cara e usa ele contra ele mesmo. [ __ ] genial. O Rosa Luxemburgo tem texto sobre marxismo e religião, né? Sim, sim, sim, Jéssica. É, acho que é a igreja, a igreja e o socialismo. Acho que é isso. A igreja e o socialismo. Não lembro agora o título, mas tem. E é um um texto bem interessante, muito interessante. Eu gosto, gosto bastante. Um apelo, um projeto possível, vídeos apresentando esses autores da maneira como está fazendo, autores que precisam conhecer. Pô, isso ia ser legal. Eu tentei fazer uma vez isso, mas faltou-me tempo. Ia ser legal se a gente conseguisse fazer esses vídeos com edição, saca? Assim, tipo, edição [ __ ] assim, tipo contar a história do Dusel com edição legal, com a história do Fran com edição legal, bala bem feita, ia ser da hora, né? imagens, vídeos, porque tem muita coisa registrada. O Dudu seu mesmo, dá para achar no YouTube, ah, o a TV, o o a a o jornal anunciando, né, o jornal falando: "Acabou de explodir uma bomba na biblioteca de um professor da Universidade de Mendonça, tipo, você vê o cara na frente da casa do Dus pegando fogo, entendeu? Olha, acabou de acontecer isso, tal, não sei o que lá. Caraca, mano, que doideira. Então, ess ia ser muito legal ter uns doc assim, sabe? Os mini doc apresentando autor, [ __ ] ia ser da hora. Agora você explicou o Bruno, a Bruno, a TMD ostracizou ele porque não passa pano prag não, pior que não, cara. Eles são são eles eram são companheiros, eles eles seguiram trabalhando juntos. Que tinha diferenças do ponto de vista estratégico. O France ele tem uma estratégia bem menos radical no sentido de revolucionária. Ele tem uma estratégia distinta. E também o Franço tem uma parada que aí eu tenho problemas com ele nesse sentido, que é uma observação distinta do tanto que você tem que incentivar o desenvolvimento das forças produtivas. Ele percebe um pouco diferente o planejamento sobre desenvolvimento de força produtiva em relação ao pessoal da TMD. Tem uma discussão interessante aí também, mas eles trabalharam juntos. Se vocês procurarem no Google depois, eh, Teotônio do teoria da dependência, Teotônio dos Santos e põe França. Ah, vou fazer isso já. A gente já tá aqui mesmo, né? Deixa eu abrir uma janela aqui. Pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Já estamos aí. Por que que eu não vou fazer isso já? Ó, isso é um vídeo mais recente, assim, ele ainda é em VHS, numa TV espanhola, digase-se de passagem, ou seja, na TV latino-americana não teve isso, tá? Santos, France 30. Isso, teoria da dependência 30 anos depois. Ó, Universidade Internacional de Andalusia. Mostrar para vocês. Cara, esses caras trabalharam juntos, eles tinham muito respeito múo, assim, é interessante ver. Tem pouca citação entre eles, tá? entre os autores, mas mesmo entre o próprio pessoal da teoria da TMD, eles se citam pouco nos textos, mas eles trabalham conjuntamente. É bem bem legal ver isso. Deixa eu parar meu áudio aqui só pra gente ver um pouquinho. Então, teoria da dependência depois. Aí foi edições anos Rid una teoria surge medo un lado los procesos de descoloniz y otro lado los procesos de marginación que fu producidos por la creación de un nuevo orden político mundial que ha abordado perspectiva filosófica e é aparece o nome pronto melo industrial capital internacional sobreal no influencia lmites economia que entrou desarrol >> e aqui o fran bom velhinho >> como pobrezaismo se descubre a seca se descobre quando uno dignidade e ataca a la dignidad es senoo O creo tieneoo que ver con eso con hecho de que en los 60 ha aparecido la teoria de la dependência. Muito bom, né? Estamos aí. É legal ver a história sendo feita aqui diante de nós. Mas é legal. É legal. Hum. Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Música, música, música, música, música, música, música. Aqui. Ah, perdi aqui onde nós estávamos nos nossos comentários. Tã ao mesmo Brasil, bambir, etc. Eram tresquistas. Sim, eram trotquistas. todos eles. Bom dia, galerinha. Bom dia, querido canal do Guinho. Como é que você tá, mano? Sigam o canal do Guinho. Bom dia, Guinho. Como é que você tá, irmão? De boa? Espero e desejo que sim. Espero que deseja tudo bem. Que bom que você tá aqui com nós. Estamos trocando ideia aí. Teremos em breve um longo react de texto. Estamos contando história no momento. Sim, eu tô falando do final que copiou o intrismo. Ah, eu ainda tenho problema com esse nome do intrismo ainda, mas é coisa minha. Tô completamente ao vivo. Estamos aí ao vivo. Ao vivaço, cara. É legal ver o Franz, né, o o o Teotonio, a galera tá conversando. É um vídeo que vale a pena vocês assistirem depois. Vale a pena depois procurar ouvir um pouquinho. É legal. A reflexão é interessante. Até a abordagem é distinta de como eles fazem as discussões, as conversas. É massa. Mas eis que a história se fez diante de nós. Estamos aí com com esse papo. Esse essa foi a trajetória do Franço, né, para fundar o Departamento Ecumênico de Investigações que eles funda na Costa Rica. E qual o motivo deles fundarem na Costa Rica? Eu já contei isso uma vez no canal, algumas vezes. Eles fundam na Costa Rica por motivos de não ser perseguido por uma ditadura. Não sei se vocês sabem, mas a Costa Rica, ela foi organizada depois de um processo também não muito pacífico de semicolonização em certo sentido. Ela foi organizada para ser um exemplo anticomunista na América Latina, no continente da América Latina. Então, os movimentos socialistas, comunistas foram muito suprimidos de esquerda. Até hoje eles são muito enfraquecidos, muito enfraquecidos, infelizmente. E se instalaram lá várias organizações internacionais, né, da sede dacho que é lá, se não me engano, se eu não me engano, posso estar equivocado, mas tem vários organismos internacionais lá, o Banco Mundial, FMI, tem muita, muita, muita participação na economia da Costa Rica, né? A Universidade da Costa Rica. Fui lá, fui lá, né? Ela é linda assim, cara. Um campus muito legal, muito grande em São Rossé, super bonito, muito da hora. Gostei para caramba de lá. Só que eu descobri enquanto eu tava lá conversando com os alunos, conversando com o pessoal, entendendo as coisas, ele, a universidade, os prédios, a propriedade é do Banco Mundial. Juro por Deus, porque foi um pacto feito há 300 anos atrás. A constituição da estrutura aí fica de uso do do do estado costarricense, a população utiliza, universidade pública, não sei quê, ou semipública, né, porque paga uma taxa lá, mas é pública, mas você Mas os prédios e toda a estrutura do Banco Mundial. Então, tipo, você entra dentro de um lugar lá, tem um McDonald's, sabe, dentro do negócio, sabe? Que que é isso aí? A única sala que tem alguma expressão artística mais ousada é a sala do DCE, vamos dizer assim, porque DCE em qualquer lugar do mundo é DCE. Aí o E tipo é doideira, né? Mas ainda tem uma esquerdativa, entre a galera que produz muito. Mas eles vão para lá por quê? Porque na Costa Rica não tem exército. E aí eles falam: "Pô, aqui não corre risco da gente tomar um golpe". Então a estratégia deles é: monta o departamento aqui, a gente fica meio que no esc na surdina e faz a formação militante trazendo a galera para cá, porque aqui a galera fica protegida. não vai correr o risco de ter um golpe, de ter perseguição, ter não sei o que lá. Então, traz os militantes para Costa Rica, faz a formação do pessoal e tal. E aí pode trabalhar com relativa liberdade. E eles fizeram isso. E por que que isso acontece? A ideia surgiu principalmente de um outro de um outro de um brasileiro chamado Hugo Asman, também de tradição de de família alemã. Hugo Asman, que era padre, quase padre. Eu nunca entendi muito bem a relação dele, mas me parece que era padre, porque tem uma lenda que diz que no período ali perto do golpe militar aqui no Brasil botaram o fogo na paróquia dele, tá ligado? Era uma pessoa querida pela população. Mas o que acontece? O o Hugo Asman tem um golpe militar no Brasil, ele tem que fugir. Quando ele foge, ele vai pra Bolívia. na Bolívia. Ele chegou lá um pouquinho depois tem golpe. Ele tem que fugir da Bolívia e vai pro Chile. Quando ele chega no Chile um pouquinho depois, que adivinha o que que tem? Outro golpe. Onde esse homem vai tem golpe. E aí na minha cabeça eu tenho uma leve teoria da conspiração de que os golpes da América Latina tem alguma relação de culpa da existência do guasman. Onde esse homem passa tem golpe. E aí ele fala: "Pô, não aguento mais tomar golpe, velho. Não aguento mais ter que fugir de polícia, não aguento mais ter que fugir de exército, não aguento mais não, não, não. Vamos para algum lugar que a gente consiga se proteger minimamente ou não correr esse risco. Aí eles vão pra Costa Rica e na Costa Rica faz o trabalho militante deles. O Hugo Asman tem, acho que o primeiro livro publicado em espanhol, uma coletânea chamada Sobre la Religion, né? sobre a religião, que são coletâneas de textos de Marx, Engels, Lenin, Rosa Luxemburgo, Kautsky. É uma porrada de gente que eles colectam sobre o que marxistas falam sobre religião. Eles fazem uma curadoria maravilhosa e aí eles lançam esse sobre Larril Hum. publica ele, o Guasman, em um espanhol chamado Rei é Reis, como é que é o nome dele? Alguma coisa mate reis. Rei Esmate, rei Mat. É o Rei Esmate e aí ele e o Rei Esmate publicam o Ostma já faleceu, o Rei Esmate não. E o Rei Esmate fez uma segunda edição, que para quem é da membresia aqui do canal, eu vou mandar essa edição para vocês, que é a introdução da segunda edição de Sober Religion, que é essa coletânia, é delícia de ler. Delícia de ler, sem sacanagem. Tem para quem quiser ter uma introdução, a discussão sobre marxismo e religião, cara, a introdução desse livro é, ó, maravilhosa, a segunda edição. Ele faz até uma homenagem ao Guasman que já tinha falecido. Vou mandar para vocês. Saiu recentemente, não faz muito tempo não. E aí a gente tem o PDFzinho. Claro que vamos liberar para aquele da memoria do canal, mas é bom, viu? Bom, então esse é o motivo deles irem lá pro pro para Costa Rica. Assim como Pablo Richard, que era padre no Chile, chileno, ele publicava um livro que ele publicava em parceria Pablo Richard e Santiago Torres, era o pseudônimo dele mesmo. Então ele publicava, ele publicava o livro Pablo Richa de Santiago Torres, só que Santiago Torres era ele mesmo. E por que que ele fazia isso? Porque ele era padre e publicava livros muito críticos. Aí a parte revolucionária, não sei que lá, ele dizia: "Não, mas quem escreveu isso foi o Santiago, não fui eu". E aí a parte mais ordeira, berus, né? Ele falava: "Não, essa aqui fui eu que escrevi". Então ele conseguia publicar o livro com dois autores, sendo ele mesmo, e se protegendo, seja da cúria romana, seja da de algum de algum outra instituição civil que reclamasse dos textos dele. E aí ele ficava com esses dois os dois nomes lá, Pablo Richa eQ Torres, mas o sequ Torres aí é o Torres que escreveu, não fui eu, mas ninguém achava quem era esse Torres porque era ele mesmo. Só que ele tem o golpe no Chile, né? E aí ele tem que fugir porque ele era um dos fundadores e organizadores do cristãos pelo socialismo. E aí quando ele foge para se proteger, ele era um assim, era um padre, mas não era tipo é de alta cúria para ficar salvo. Não tava safe. Ele fica seis meses escondido numa cripta de uma paróquia. Passa um tempo lá e já deu seis meses, ele consegue fugir e vai pro Peru. Chega no Peru, trabalha de barm no interior por um tempo até conseguir a papelada e a fuga dele para ir pra França. E aí ele cria um outro nome, não sei o que Guzman, não, não. Guzman, era o sobrenome. Ele esqueci. Ele inventa um terceiro nome que é um outro pseudônimo que era o nome dele de Barm. O homem, o homem é um falsário bom, clássico, bom. E aí depois ele vai pra França, faz, estuda na França por um tempo, depois vai paraa Costa Rica para fundar o Day junto com o Gasman e o Franzin Kam. Essa é a trajetória desses caras. Por isso quando os cara desse fala: "Ó, isso aqui é fascismo, hein? Ou isso aí é coisa de fascista, eu levo a sério." Porque os caras com essa trajetória, eles não estão brincando, entendeu? No mínimo eu tenho que considerar, posso até depois falar: "Não, acho que não é bem assim". Mas no mínimo eu tenho que considerar falar: "Não, pera, esses caras aí eles estão falando algum bagulho que é sério, então vou considerar". Bom dia, Érica. Como é que você tá? Tudo bom? Espero e desejo que sim. Espero que curta, que a gente tem um longo react de texto para fazer já já. Espero que você goste. Tô fazendo uma longa introdução para situar bem o texto, pra gente poder conversar no tema, um tema bacana. Então é é bom, é bom bom bom bom de um jeito adequado. Mas vamos ler o texto do França. Bom dia. Bom dia. Meu, eu vi a foto que você lançou. Que da hora que a galera botou teu nome na placa. Muito massa. Achei muito massa. Érica, agora tem tem é nome de placa. Que da hora, mano. Gostei, gostei. Me senti satisfeito. Atendi. Bom dia, Cina Island. Traço 06h, tudo bem com você? Espero desejo que sim. Ai minha gente, bora lá, né? Bora pro texto. Bora pro texto. Vamos ler textos, um longo texto. Agora que eu fiz a introdução do do autor, seus colegas, a galera toda, a história desse pessoal que tá discutindo esse tema, porque a gente consegue daí minimamente entender. Chegou, chegou, chegou na hora do re de texto. Vamos ler juntos. Vamos ler junto. Chegou na hora correta. A gente vai ler junto aqui. Acho que vai, vai, vai ser massa. E é isso. Deixa eu pegar aqui. Ah, pera aí. Hum. Cadê o texto? e compartilha a tela com vocês. O assalto ao poder mundial. Vamos lá. Aí, aí, texto, me ajuda. Me ajuda a te ajudar. Pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Vamos lá. Vamos lá, vamos lá ler esse textinho aqui. Massa do France, o assalto ao poder mundial. Como eu já falei, ele tem um problema nesse texto e que vem essa introdução e essa conversa sobre esse problema graças ao Gabriel que trouxe o debate no nosso grupo da membimbia. E isso é importante da gente considerar, né, do ponto de vista no na discussão filosófica e teórica, esse texto aqui tem problemas que depois serão corrigidos na produção mais robusta do Franz um pouquinho paraa frente em outro livro chamado Sujeito e a Lei. H, cadê? Cadê? Mas é um é um livro interessante, né? Então, o título do livro é O assalto ao poder Mundial e a violência sagrada do império. E o que nos interessa não é a parte da violência sagrada do império, que é a partir do capítulo 3 do livro. Essa parte é a parte frágil da argumentação do França. A parte interessante e que vale a pena nossa leitura para entender o nosso tempo é esse aqui do assalto ao poder mundial, que curiosamente título da nossa live. Nossa, por que será? Ah, ele foi foi publicado pelo Departamento Ecumênico de Investigações em São José, Costa Rica, o day, como eu disse, no ano da graça de 2003. É importante destacar aqui o ano da graça de 2003, porque é um texto cujo contexto histórico, o momento enfrentado foi as invasões ao Iraque e ao Afeganistão. Então, após a invasões ao Iraque e Afeganistão, o Franço publica esse texto pensando no na posição que os Estados Unidos passou a tomar a partir do início dos anos 2000, que diferencia ou altera eh consideravelmente da posição tomada no pós-guerra. Vocês vão dá para entender o porquê. Não dá para dizer que é a mesma coisa, é uma continuidade de políticas. tem uma mudança, tem uma mudança de estratégia, uma mudança de movimento, cujos efeitos ou estruturas permanentes ou que persistem, então nós vemos e vivenciamos até hoje. E por isso que vale a pena a gente ler aqui. Ah, o livro foi dedicado ao Norbert Arms. Norbert, que é um amigo do France, e é um cara interessante, faz umas discussões interessantes também, não sou muito chegado alguns papos teológicos dele, mas é um cara interessante. E a gente vai ler o capítulo dois, né, a guerra contra o Iraque, o assalto ao poder mundial, né, que a partir da guerra contra o Iraque, o France pensa nesse lance do assalto ao poder mundial, que é o que nos interessa hoje, pra gente pensar um pouquinho. Tá comentando só pra gente poder ter um contexto, né? Aqui os assaltantes assaltam entre si. O France tá falando depois do pós-guerra, né? Estabelecimento do da de um uma nova ordem mundial a partir da ONU, a partir organismos que vão se constituindo no Ocidente, que depois vão enfrentar o Oriente, né? Vão enfrentar a União Soviética, os movimentos revolucionários na China, no Vietnã. Depois de estabelecido isso, o França dizer para expandir, para se expandir esse grupo que constantemente cria guerras, que é o Ocidente, né, para ele poder se expandir, agora eles têm que assaltar entre eles. Isso aconteceu na Primeira Grande Guerra, né, deflagra a Primeira Grande Guerra. A segunda Grande Guerra são deflagradas pelo assalto que as esses poderes, esses países centrais t. Eles assaltam entre si, tentam tomar de assalto o poder mundial. Primeira grande guerra, segunda grande guerra, fala na Segunda Grande Guerra é literalmente assalto ao poder mundial. Eles realmente querem se assaltar. E aí ele ele destaca no na construção do inimigo comum, conspiração mundial para combater e tal, paralelos interessantes entre a estratégia adotada pela Alemanha nazi e pelos Estados Unidos em outro momento para justificar o assalto ao poder mundial propriamente dito. Esse outro momento é o que acontece a partir ali do final dos anos 90, início dos anos 2000. Mas beleza, aí ele vai comentar então a estratégia a partir de Bush, né, no início dos anos 2000. Eh, e discussões interessantes sobre problemas eh internos dos Estados Unidos e como se refletem no na política externa. Então, beleza, eu vou aqui, n, então, até aqui é essa essa discussão na no sete desse capítulo dois, as analogias surpreendem. O Franz vai comentar, ó, eu não tô fazendo gratuitamente, tá, a discussão sobre eh essa postura de tentar dominar o Globo e tomar de assalto o poder mundial entre a Alemanha nazista e Estados Unidos. Ele falam: "Não estou fazendo isso de maneira gratuita. Não estou fazendo de maneira gratuita." E lembro que eu acabei de dar um histórico inteiro sobre a trajetória do França, essa coisa toda e tal. As analogias surpreendem, elas têm uma parada interessante, mas a gente não vai ler essa parte, a gente vai direto pra próxima, que é o que nos interessa. Então fica a recomendação para quem quiser ler depois mente a estratégia da globalização e o assalto ao poder mundial. E aí, quem acompanha o canal aqui vai perceber o quanto eu também sou influenciado por essa percepção crítica da globalização em seus aspectos de abertura, né, de janelas de oportunidade para você ter certas novas estratégias para desenvolvimento e também as suas contradições de violência e processo completamente complicado, né, que cria novas contradições a serem enfrentadas na ordem global. Então, quem tem acompanhado o canal vai sacar que aqui também influencia. Além do Windkins que a gente já comentou aqui, o France também tem a influência nesse papo. Então, vamos lá. Era isso que eu tinha para apresentar para dar contexto, né? Texto fora de contexto é pretexto e a gente não quer dar pretexto não. A gente quer fazer um trabalho decente. Então, vamos lá. A estratégia da globalização e o assalto ao mundo. E eu gosto dessa ideia do assalto ao mundo, né? tomar de assalto, essa coisa toda. É um é uma expressão interessante da gente utilizar para papear. Então, estratégia da globalização e o assalto ao mundo, né? Esse assalto atual, atual no caso, novamente, dos anos 2000, início dos anos 2000. Opa, pera aí. Traduzindo, guerra é igual um país querendo pegar o território de outro também. Exatamente. O que é você faz para isso, para dominar, para controle, para aumentar seu poder. Aliás, o tamanho da letra tá bom para vocês na leitura? Eu tenho essa preocupação, sabe? Tá muito, muito rá bom, tá bom a leitura desse? Espero que sim. Se não tivesses, me avisam que eu aumento a letra. Esse assalto atual, no início dos anos 2000 possui muitos antecedentes que deve-se ter em conta, né? Pera aí. Oi. Deixa eu diminuir aqui, senão eu que me me bagunço. O tamanho tá bom. Ai, que bom. Então, se o tamanho tá bom, tá bom. Fico satisfeito com esta parte. Pera aí. Para eu poder manejar melhor o texto. Esse assalto atual, esse assalto atual possui muitos antecedentes que devem-se ter em conta se queremos eh tomar de frente ou enfrentá-lo, né? que queremos enfrentar. Primeiro, devemos falar da estratégia de acumulação de capital chamada globalização. Aqui já é uma definição importante. Globalização como estratégia de acumulação de capital. aquilo que se chamava de globalização é interpretado pelo nosso querido autor como uma estratégia de acumulação de capital, uma nova estratégia para acumulação de capital e que começa com força com o governo Reagan, né? Governo de Bronald Reagan nos anos 80. estratégia de globalização começa ali, o pessoal começa a forjar isso ali. Maer, presidente da multinacional suíça Nestle em 1991, afirmou nesse momento que teria executivos managers com instinto assassino, Killer Instinct, e vontade de luta. Então, que que isso será que tem a ver, né, com globalização? Eu quero um presidente multinacional dizendo, ó, presidente da da Nest, presidente da Nest falando, eu quero os executivos com instinto assassino e vontade de luta. Termos interessantes para você falar sobre um planejamento e organização de uma empresa. Maer se via ouvia a si mesmo como um homem com instinto assassino, o que considerava uma honra. O conceito de instinto assassino passou logo a linguagem com a qual se interpretavam os executivos a si mesmos. Então os os executivos se percebem enquanto esses serial killers e então esses com esse instinto assassino, né? O autor de bestsellers Jack ampliou isso e criou o conceito de competição assassina. Killer Wetbert, eu não sei falar essa palavra aqui. Perdão aí comigo pelo meu péssimo alemão. Wet berb ou é? Eu já nem sei o que tá acontecendo aqui. Seguindo. Ah. Tru, a competição consegue ser o ideal quando chega a ser competência assassina ou competição assassina, né? Então, o ideal é quando a competição chega a ser assassina. Isso é um ponto importante pra gente entender o que esse pessoal tá falando. Aliás, Nestlé, que entra na disputa no início dos anos 2000 na Bolívia pelo controle da água, que gera a guerra da água, que vai ser crucial para o fortalecimento da esquerda boliviana na luta contra o neoliberalismo e o processo de globalização que tenta controlar a água com o famoso slogan la eh la água es nuestra carajo, né? muito conhecida, slogan caraco, em que povos originários, comunidades locais, sociedade civil lutam efetivamente contra a polícia orquestrada e dominada por interesses multinacionais, com presidente boliviano entregue os interesses internacionais, eh, e lutam contra eles e vencem a chamada guerra da água para impedir que fossem privatizadas as fontes de água, a água da Bolívia. E isso deflagra aí um fortalecimento considerável da esquerda boliviana que vai dar inclusive na vitória do MAS e o projeto a partir de Evo Morales de uma Bolívia bolivariana, estado plurinacional da Bolívia. Interessantíssimo de ver esses contextos, né? Os executivos do fundo internacionário, fundo monetário mundial, né? Fundo Monetário Internacional, no caso, o Banco Mundial, a Organização Mundial do Comércio precisam, necessitam, do mesmo modo desse instinto assassino. Novamente, quanto mais surgem grupos, inclusive estados de acidentes, tanto mais é necessário um poder mundial com instinto assassino. e, finalmente precisam de um estado que assalte o poder mundial para fazer entrar em todos os outros em sua razão, eh, em sua razão, a saber, na razão de que esses executivos com instinto assassinam. Então, ou entrar com esta racionalidade, né? Todo mundo precisa de um estado que faça valer os interesses desses empresários, que faça valer os interesses desses grupos internacionais. Precisa de um estado que cumpra o papel de tomar de assalto o poder mundial. Veja que é empresas, no caso, empresas que precisam de território, indústrias que precisam ser relativamente produtivas, efetivamente, não de especulação financeira. Só no caso da Nestlé, precisa de água, precisa de recurso para produzir seus produtos. No caso, hoje em dia das Big Techs, precisa de quê? de terras raras, precisa de insumos, de energia, de água, formação de dos data centers, precisa de alguém que tome de assalto. Esse alguém que tome de assalto. Adivinha que estado que é, né? Se os executivos da Nestle dizem que algo é bom, repense. Concordo, Borduna. Repense bastante. Se E se o cara diz que assassino é uma coisa boa, eu acho que você tem que começar a rever o que você considera bacana, né? Este estado necessita ainda mais de um instinto assassino, né? O Killer Instinct. O governo estadunidense apresenta como tal ou se oferece enquanto tal e na verdade tem méritos com sua lista de países aniquilados, né? Ele é capaz de destruir países. Então, ele funciona como um receptáculo em ator nesse assalto ao poder mundial, nesse assalto de tomar de assalto por interesses propriamente dessas grandes empresas também. O Trump é um representante não apenas político desse grupo, ele é um representante econômico desse grupo. O Trump é o bilionário metendo, entre aspas, a mão na massa. Se bilionário tá tendo que trabalhar é porque a água tá batendo na bunda, né? merece toda a confiança dos executivos com instinto assassino e ainda assim, se perdesse, já venderiam novos estados pela eh pela simples razão de que essa estratégia não é possível ser imposta a de outro modo, tem que ser na pancada, né? Na América Latina foi imposta pelas ditaduras totalitárias de segurança nacional dos anos 70 e 80. Puras ditaduras com instinto assassino, Clear Instinct. Agora precisam de uma ditadura mundial com esse mesmo Killer Instinct. Augusto Pinochet, que foi promovido com tanto afinco pelo governo estadunidense, instala agora sua ditadura mundial a partir dos Estados Unidos. Obviamente que isso aqui é uma metáfora, uma analogia, uma brincadeira para dizer agora a gente tem um um espaço para um pinochê estadunidense que vai massacrar, vai violentar, vai fazer o interesse das multinacionais. Só que agora não no país periférico, nesse país que é o centro da bagulho todo, centro do mundo. Se não sei, não sei se vocês já perceberam, mas tá sendo muito comum tanto nos Estados Unidos como em alguns veículos da mídia brasileira e latino-americana falar sobre os Estados Unidos agir como se fosse um país latino, né? Quem é tem essa posição bem, vou te chamar de racista e canalha, mas diz assim: "Olha que nem um país latino, tá tendo ditadura lá, hein? Ó, ó, pá, seja provocativamente por taxação, mas a galera tem falado muito isso na na mídia gringa, alguns veículos brasileiros latino-americanos tem fado isso também, tem usado esses essas metáforas. E o Fran já tá utilizando aqui no início dos anos 2000 para dizer: "Ó, agora tem um pinochê lá", tá? Agora parece que tem espaço pro pinochê lá. somente a mudança, eh, somente com mudança de nome, né? Então, só vai mudar o nome. Tem um pinochê lá, só mudou o nome. Se viu que sem o desenvolvimento desse instinto assassino não é possível sustentar a estratégia chamada globalização, que é em si overkill, né? essa destruição de tudo. O que eu acho que falta esse texto, porque ainda não tinha percebido isso nesse sentido, é que já não cabe em Trump uma estratégia de globalização, é, de destruição, inclusive de bases da própria globalização, mas era algo que acho que ainda não estava à vistas do France nesse período, mas que vai surgir posteriormente em textos mais recentes do France, mas aí já não dá para cobrar essa atualidade toda. O que importa é essa ideia ou percepção de uma estrutura que persiste de um estado que tem que ser esse estado com instinto assassino ou que busca a tomada de assalto do poder mundial. Um estado que vai funcionar para isso. Assume-se, portanto, a estratégia de assalto ao poder mundial pelos Estados Unidos, que não é mais do que outra cara da estratégia vigente da acumulação de capital globalizada. A lei patriótica, Patri Patriotic Act, né, que parece que hoje em dia tá utilizada para algumas coisas estranha de 2001, aprovada traz os atentados de Nova York, eh, ou por eh aprovado depois dos dos atentados de Nova York, legaliza elementos chaves das ditaduras anteriores de segurança nacional na Indonésia e na América Latina. Quero chamar a atenção aqui do France trazer a Indonésia para esse texto pela história que eu contei. Quando o Franz comenta que na hora que vai ter o golpe no Chile, ele recebe uma carta, ele e o pessoal que era do movimento dele, dos movimentos de esquerda, recebe uma carta dizendo isso. Aqui vai ser já carta em referência ao massacre dos facões na Indonésia. Então isso aqui aparece no texto. Uma vivência tido nos anos 70 aparece aqui como referência no texto do France. Então não é gratuito. Ele tá comentando sobre isso. Em especial das as detenções sem direito ao abas corpos, aos tribunais secretos com execuções secretas, ao tratamento arbitrário dos presos, dos cemitérios secretos, dos imigrantes que desaparecem, das crianças que estão sendo tomadas e sequestradas hoje em dia, do pessoal que tá sendo assassinado em manifestação, né? Pois é, que coisa, não? Eh, esse paralelo é importante, esses apontamentos interessantes, são interessantes. O que as democracias ocidentais fizeram com a Alemanha? Estão fazendo eh faziam por aceitar, né, ou por adicionar em todos os lugares onde onde poderiam, né? Aí a de dura é aceitação. Faziam por aceitação em todos os lugares onde poderiam. Aceitação é melhor. Ah, fizeram com a Alemanha por pela aceitação em todos os lugares onde poderiam. Subvertiam economicamente as democracias vigentes para promover logo ditaduras eh totalitárias que submetiam a sua dominação. Em todo o mundo procederam assim. ainda que com o no eh que com o nazismo não resultou ou não aconteceu do modo como esse lançou de assalto o poder sobre o mundo inteiro. Então eles não estavam esperando as democracias ocidentais, seja Estados Unidos ou Europa, não estavam esperando que a Alemanha nazi conseguisse esse projeto que alçava domínio total. alçava, almejava o domínio total, almejava assaltar o mundo. As democracias ocidentais subestimaram o poder desse movimento. É isso que o Fran chama atenção. Seja os Estados Unidos, seja a Alemanha, seja a Inglaterra, seja a França, subestimou esse movimento. Mas que que eles fizeram na Alemanha? Fizeram na Alemanha o que faz em todo lugar, enfraquece a democracia. Na Alemanha você teve o surgimento de uma democracia, a chamada República de Vaiar. E as democracias ocidentais enfraquecem essa democracia, essa república de varimar, que tem seus problemas internos, né, obviamente, mas enfraquece a brincadeira, enfraquece porque o movimento socialista estava crescendo. O partido comunista, os partidos socialistas na Alemanha eram bizarramente grandes, eram o maior do mundo. Então você precisava combater isso. Para combater isso, enfraqueça a democracia desse país, enfraqueça os espaços de de trabalho dessa galera. Vamos fortalecer aí maneiras de enfraquecer o crescimento desse do movimento operário popular. É assim que os o Ocidente faz, enfraquece as democracias locais. Só que eles não contavam nesse enfraquecimento que ia eh surgir no movimento na um movimento que alça assaltar eh assaltar o poder mundial, alça dominar tudo. Uma conquista de projeto total, domínio total, aniquilação em nível industrial. Eles não acharam que ia ter esse poder e subestimaram esse processo. E aí, cara do cavalo, mas vamos lá. Ainda assim, esta política prosseguiu depois na Segunda Guerra em países como Indonésia, Chile e Nicarágua. Enfraquece as democracias, busca, fortalece os movimentos ditatoriais totalitários que dominam, enfraquece os movimentos populares. É isso que foi feito na Indonésia, no Chile, na Nicarágua, em tudo quant país. Eh, o a a estratégia do ocidente é essa, enfraquecer as democracias internamente, né? foi subvertido economicamente as democracias, né? Foram subvertidas economicamente para mais tarde fomentar as ditaduras totalitárias de segurança nacional. Estas mascararam os movimentos democráticos derrotados com o apoio das democracias orgulhosas de suas tradições. Com a posterioridade reinstalaram democracias impostas, mas estas eh mas dessa vez as democracias sem voz popular e sem movimentos populares. Vale dizer que as ditaduras de segurança nacional eh passou com as democracias de segurança nacional, né? Então aqui o Franço fala ditadura de segurança nacional para democracias de segurança nacional. Porque assim que seguir a toada, né? Vamos dizer assim. Só que lembrando, esse texto é antes da onda rosa, tá? Então esse texto é vendo o que aconteceu na América Latina nos anos 80 e 90. As democracias que surgem nos anos 90, o Franz olha e fala: "Tá funcionando como democracia de segur de segurança nacional". Aí nos anos 2000, depois desse processo todo aqui que o Fran tá tá percebendo, dentro das contradições dessa democracia liberal surgida, vem as chamadas ondas a chamada onda rosa com os movimentos progressistas na América Latina. Isso o Fran não percebeu nesse momento aqui. E o que haviam promovido aquelas ditaduras? Eh, celebraram a si mesmos como libertadores, né? De todo modo, eram democracias impostas pelos Estados Unidos e introduzidas pelos comandantes em chefe dos correspondentes países. Democracias controladas internamente pelo aparato militar e a partir do exterior pelo FMI. Aparentemente os Estados Unidos para os Estados Unidos foi muito bem, foi muito bem os eh perdão, aparentemente os Estados Unidos foram muito bem com essa política, promovendo seu próprio poder sobre as outras democracias ocidentais. Nenhuma das ditaduras impostas poôde repetir o fato eh pela Alemanha na, né, de conseguir alçar e superar essa falha da democracia e querer um projeto mundial. Nem tinha como, já que nenhum caso contavam com o poder econômico e militar correspondente. Não obstante, agora o método operava ao contrário. De fato, a partir das ditaduras, a chilena tinha uma importância chave. Os Estados Unidos desenvolviam a estratégia mundial de acumulação de capital chamada depois de globalização. Por isso que às vezes chama o Chile, né, do Pinoch de laboratório do neoliberalismo. Porque foi isso. E pela violência, pela destruição da estrutura local, da produção local, da democracia local, você fragiliza a tal modo que a única saída agora vai ser liberalização da economia e chegada de empresa gringa. Laboratório de neoliberalismo, vai privatizando tudo e tal. Primeiro laboratório é o Chile. A partir dos anos 80, isso vai começar a ser imposto em escala mundial. Essa estratégia levou posteriormente ao assalto ao poder sobre o mundo pelos Estados Unidos. Esse assalto é fruto da estratégia. Agora, agora que para fazê-la possível precisava transformar os próprios Estados Unidos em uma ditadura de segurança nacional, declarando todo mundo como âmbito desta segurança, né? Então agora é uma grande o grande controle. É o novo big stick que agora com Trump realmente virou literalmente isso, né? Com a política do do como é que ele chamou? Eh, down roll, né? Hum. Meu Deus do céu. Eh, isso isso realizou a partir dos dos atentados de Nova York, né? Então o Fran tá dizendo essa nova estratégia de ditadura de segurança nacional, vamos dizer assim, ampliada pro mundo todo, sendo a polícia do mundo, os Estados Unidos, o o France tá percebendo a partir dos atentados de Nova York, 11 de setembro. E por conseguinte a lei patriótica. Exatamente, Borduno, o ato patriótico de 2001 foi sendo paulatinamente reforçado desde 2005. Exato. Incluindo o termo narcoterrorismo. É daí para frente. Daí para frente é só para trás. E aí com Trump é o cum disso, né? você chegar no ápice disso, é a lei patriótica aplicada de um nível bizarro. Então, eh o que o o que o França tá chamando atenção são estruturas que vão persistir persistir chegar hoje como um grande tentativa de assalto ao poder mundial a partir dessas estruturas, né? é muito doido. E aí ele, o o France tá pensando em 2003 vendo que as os movimentos de Bush contra Afanistão, contra o Iraque, contra a Líbia depois, eh, e que vai se refletir diferentes momentos, né, adiante no na história. Então, tipo, cara, é loucura, é loucura. Opa, pera aí, fiz besteira. Aí, foi mal. Eh, o que havia apoiado no exterior, em particular na América Latina, o importaram os Estados aos Estados Unidos. Isso é para assaltar o poder mundial deve-se dissolver a democracia no próprio país assaltante. E agora vem no início dos anos 2000, vendo a lei patriótica, vendo o que acontece com posição dos Estados Unidos diante do mundo e agora com uma lei que também exerce violência dentro de seu próprio território, o France fala: "Aquilo que foi feito como controle de países de outros países, as ditaduras na América Latina, especialmente agora os Estados Unidos aplicando em seu próprio território. O Fran percebe com a lei patriótica, com essa palavra toda, que a fragilização da democracia estadunidense começa ali, no início dos anos 2000. E tá aí a fratura, o espaço de disputa que enfraquece os Estados Unidos politicamente, a crise interna que se estabelece. E aí a chamada polarização, que lá nos Estados Unidos realmente a polarização entre democratas e republicanos, vai cada vez mais se agudizar, que é o que a gente viu que acontece agora. Vai se agudizar. E as grandes empresas efetivamente produtivas, né, aquelas que estão ligadas à indústria, vão se aliar cada vez mais ao movimento republicano que se ex que vai se se tornando cada vez mais extremo, que vai se radicalizando e que dá em Trump. Trump é encarnação disso. Essa galera vai se aliando para esse grupo, vai fortalecendo, porque é o grupo que garante seus interesses, seja com petróleo, seja com terras raras, seja com água, seja com controle de elementos de produtos eh eh de insumos estratégicos que estão espalhados pelo mundo. E para continuar esse avanço, não pode ser o jogo, entre aspas democrático, não pode ser o jogo dessa regra normalizada. Eu tenho que fortalecer as estruturas de poder e de assalto, de violência. E, portanto, eu tenho que enfraquecer a democracia, inclusive dentro dos próprios Estados Unidos. É isso que o que o Franço tá percebendo, é isso que acontece, que aconteceu. E aí os democratas começam cada vez mais a aparecer como um grupo muito razoável. e falou: "Não, pela gente precisa de um mínimo de ordem aqui, gente. E essa ordem atrapalha esses industriais, esse capital industrial que depende de uma estrutura de de territórios fixos, não só circulação de finanças". Aí os capitalistas da do mundo financeiro, vamos dizer assim, se tendem a ficar mais ao lado do progressista democrata e os capitalistas da dessas outras indústrias duras tendem a ficar ao lado da galera republicana. Esses capitais se enfrentam e eles polarizam. E isso se reflete na na fissura da democracia estadunidense e hoje nas disputas entre a própria população estadunidense. Esse essa tensão de guerra civil se dá nesses termos. E a gente tá lendo num texto do início dos anos 2000 que percebe o que tá rolando da fragilização como estratégia. A fragilização da democracia como estratégia. muito doido. Eu acho muito muito interessante a gente a gente analisar com esse grau de complexidade, de sofisticação, né? Porque obviamente eu não conseguiria fazer em 5 minutos. A gente precisa ler um texto gigante por algumas horas. Mas não é legal, pô. Eu acho muito massa isso, gente. Isso aqui é interessantíssimo. O mundo não precisa que os Estados Unidos eh levem a democracia, né? Levem para ele a democracia. O mundo não precisa não. O que requer é que os Estados Unidos aceitem que esse mundo conquiste sua democracia. Por suposto. Ou claro, né, desse modo, tampouco a América Latina e o Caribe precisam que os Estados Unidos eh precisam dos Estados Unidos para ter democracia. Ninguém precisa dos Estados Unidos para democracia. Ninguém precisa. O que a gente precisa é que os Estados Unidos não empeçam, né? Não empeçam a democracia. Se não atrapalhar, já tá ajudando. Você não precisa. Só que agora era isso. Os Estados Unidos dizia que tava levando democracia pro mundo, só que agora ele tá fragilizando a própria democracia. Isso o Fran tá percebendo no início dos anos 2000. Ele tá destruindo a própria estrutura democrática. Eles precisam de democracia agora. Mas quem vai levar democracias para para eles? Quem vai levar democracia pro cara que decide a [ __ ] toda? É isso. Entendeu? Não é algo parecido com os anos 20 e 30 na disputa entre capitalismo liberal democrático e capitalismo? Sim, é semelhante, é semelhante a estrutura é similar. E por isso a gente, por isso, gente querida do meu coração, sabendo o que aconteceu na história, a gente pode aprender com ela. Importante considerar isso. A história nos ensina, é a mesma coisa, não, mas aprendizados históricos podem nos ajudar a ter melhores estratégias a cada a cada rodada da história, né? Salve, G, como é que você tá, mano? Espero e desejo que bem. Estamos aqui num longuíssimo react de texto. Eu espero que você curta. É, mano. Tá, tá da hora isso aqui. Então, quem que vai levar democracia pros Estados Unidos? Fran faz essa pergunta. Quem quem que vai levar agora? Não tem ninguém para levar, né? Agora nem usa essa desculpa. Trump mete o pacto colonial 2 e fica assim mesmo. Exato. Porque ele não pode falar sobre democracia. Porque a estratégia, a estratégia adotada de assalto, assalto ao poder, ela precisa fragilizar a democracia. Se tiver defesa democrática ou de instituição minimamente organizada, não dá para expandir o necessário para manter o poder. E não tô falando poder político, tô falando de grana, tô falando de capital. O capitalista industrial estadunidense, ele não consegue se sustentar se manter uma ordem democrática, se manter as regras do da Organização Mundial de Comércio. Ele não se mantém. Os brinques atropelam. Simples assim. Mantida a ordem internacional, como foi estabelecida no pós-guerra, os Estados Unidos perde. Então ele não pode se compactuar mais com isso. A estratégia então é destruir isso, destruir isso, inclui destruir a própria democracia, a interna. O Fran saca isso no início dos anos 2000 e a gente tá vendo isso na nossa cara 20 anos, 23 anos depois. Então essa fissura, ela tá aberta há bastante tempo. A gente agora precisa sacar como é que a gente consegue aproveitar ela, porque no enfrentamento direto ninguém aguenta com os Estados Unidos. Mas na crise interna sim. Então, qual a estratégia eu posso ter para conseguir apoio interno nos Estados Unidos para que ele consiga se autoassabotar, para que a gente consiga fissuras ali dentro? É isso, é isso que a gente tá falando. Isso é muito legal, cara. Bom dia, William. Como é que você tá, meu querido? Tudo bom? Espero desejo que sim. Espero desejo que bem. E já houve solicitações para quem tá em em como é que fala? situação de Canadá aí poder operar milagres. Bom dia. O vice do Trump disse que os agentes a IC possuem liberdade absoluta. É bizarro, lógico que é, porque eles, cara, eles não podem sustentar a democracia porque se jogar dentro da regra eles perdem. É simples assim. E não é eles, o Trump. Nós estamos falando do capital industrial estadunidense. Nós estamos falando aqui de questões econômicas. É político e econômico. Ah, bora lá. O mundo não precisa que os Estados Unidos, ah, não, a gente só parte, perdão. Ao concluir a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos se apresentaram como país que levava democracia para a Alemanha. Esta teve democracia a partir da Revolução Democrática de novembro de 1919, mas Estados Unidos e as outras democracias ocidentais colaboraram para torná-la insustentável, que foi exatamente isso que aconteceu. Teve democracia chamada República de Vaimar, que foi sabotada por pelas eh democracias ocidentais, chamado o mundo ocidental, por pelo Reino Unido, pela França, pelos Estados Unidos. Sabotaram essa estrutura. para agilizaram ela, a estrutura democrática. A gente tem que considerar isso. Foi a estratégia utilizada e claro que teve problemas internos na própria estrutura da da chamada República de Vimar, óbvio que teve, mas também tem esse papel desempenhado pelas potências externas que sabotaram a democracia alemã no início do século XX. Abre parênteses aqui. John Miner Kanes, nosso famoso Kanes, participou das negociações sobre o tratado de paz de verses. As consequências econômicas do tratado de paz, é o nome do livro, né? Publicou esse livro aqui. Nele previu perfeitamente as consequências para a democracia alemã que se seguiram eh desse tratado. Consequências muito parecidas à que teve sobre a democracias latino-americanas e cariha com o pagamento da dívida externa impagável depois de 1982. Fecha parênteses. Agora trataram a Alemanha como um país essencialmente eh não democrático no início do do no pós-guerra, né? Então, tipo assim, país que não foi democrático, não tinha democracia, mas eles mesmos contribuíram pra destruição da democracia. Depois falou: "Não tem democracia, a gente vai levar democracia para vocês." Os caras distocracia, depois vai levar democracia. Aí você me lasca. ao qual eles chegavam como salvadores para fazer conhecer a democracia, né? Trouxer aí a democracia depois deles mesmo terem destruído a democracia. É o mesmo tratamento dado ao mundo inteiro e conhecido na América Latina e no Caribe pelo desde pelo menos um século atrás. O FMI desenvolveu esse método como técnica social, subverte econôm economicamente as democracias para depois da crise social resultante repressão violenta e impor um sistema de dominação democrático ou não em correspondência com suas aspirações. E aí o que o França tá dizendo é que existe uma parcela de poder dentro dos Estados Unidos que fez a mesma coisa agora dentro dos Estados Unidos, a mesma estratégia utilizada dentro dos Estados Unidos. E quem fez, né, quem sabotou a democracia estadunidense? os próprios Estados Unidos, a disputa entre os capitais dentro dos Estados Unidos. na Costa Rica, por exemplo, esse experimento durante eh durante a presidência de Rodrigo Caraço, entre 1978 e 1982, quando ele se negou a eh as condições do FMI, eh sustentando que esse não era o o que o FMI não era o presidente do país. O fundo então arruinou com medidas econômicas que provocaram em poucos meses uma inflação de 100%. Então, se você faz o enfrentamento aí, adivinha o que acontece. Nenhum presidente costarricense depois disso, voltou a duvidar de quem era o presidente por trás do trono, o FMI, né, e o Banco Mundial. Em todo caso, os Estados Unidos aparecem sempre como salvadores de uma crise provocada por eles mesmos. Ai, meu Deus do céu, né? Se queremos frear o assalto ao mundo por parte dos Estados Unidos, temos que frear o assalto ao mundo destes executivos que mantém a estratégia de globalização, a qual é anterior. No caso aqui, o Fran tá percebendo a estratégia de globalização que atinge seu limite muito rápido. Então, hoje a gente não fala sobre estratégia de globalização mais porque estão querendo destruir a própria estrutura de globalização. Então a gente já deu uma volta na volta, mas aqui a época a estratégia era sobre a globalização aplicar essa esse essa estratégia. Agora a aplicação desse movimento de globalização criou condições novas para que outros países conseguirem certos projetos de desenvolvimento e cria condições também paraa própria organização dos bricks. Agora tem que dar uma volta em manter a estratégia para conseguir dar salto ao poder, porque essa só é a estratégia que vai dar assalto ao poder. Então tem que destruir a própria ordem que foi instituída com a globalização. É a volta dentro da volta. Mas aí que já sou eu adicionando o que o France tava percebendo aí no início dos anos 2000. Ela ocupou o centro de nossa história durante quase 30 anos, né, dos anos 80 até o início dos anos 2000. E temos que frear essa estratégia posta, que é a que solicita eh que solicita e sustém o assalto mundial, tanto econômico como político. Se hoje existe oposição no eh de estados de importância central como França, Alemanha, Rússia e China, isso tem a ver com seu rechaço, aceitar um ditador do mundo, os Estados Unidos. Veja, no início dos anos 2000, o França tá percebendo, ó, tem oposição da França, da Alemanha, da Rússia e da China. Eles estão fazendo certa oposição nos Estados Unidos pelas medidas que eles estão tomando. Começam as rusgas aí. Mas isso tem a ver com que esses países não querem que tenham um ditador do mundo. E qual vai ser a saída dos Estados Unidos para conseguir manter sua posição? Então, já que é para ser ditador do mundo, a gente vai ser mesmo. E aí põe fogo até em aliado. Um grande ditador que joga o eh, futebol no Globo, né, ou com o Globo, né, joga o futebol com o Globo. Contudo, eh, deve-se deve levá-los a a negar essa estratégia de globalização. Então, a tendência, o France tá percebendo, é que esses países neguem a estratégia de globalização. o que faz é o que até agora não fizeram, mas agora parece que começaram a fazer, que é o grande medo de todo mundo dos nacionalismos que estão surgindo por aí, né? Então esses movimentos nacionalistas de ruptura com uns com os outros, essa coisa toda que tá surgindo, já é já é esse processo de não, já deu de estratégia de globalização. Ainda mantém a ilusão de que o assalto por meio do FMI, do Banco Mundial e da Organização Mundial do Comércio podem ser consumados em paz entre os assaltantes, né? A gente pode ainda negociar o assalto aqui. A gente pode fazer um papo agora já não mais agora. Agora nos anos 2000 de na década de 2020, especialmente a partir de 2025, já tá claro que não. Não vai ser mais agora entre por meio dessas instituições. Essas organizações mantidas em seu movimento constante fortalecem os grupos que os Estados Unidos quer enfrentar. Então, os Estados Unidos abre mão e esses outros países também estão na tendência de mantemos aqui a ordem internacional ou não. Mas os assaltantes se assaltam entre si e por isso os Estados Unidos assaltam seus colegas assaltantes. Então, tá todo mundo se assaltando dentro no centro. Ou acaso a França e a Alemanha não participam desse assalto ao mundo levado a cabo pelas burocracias privadas das empresas multinacionais, mediante a estratégia da globalização, que implica a exploração do mundo inteiro por alguns poucos, né? Agora, se sentem eh defraudados, se sentem agora, não sei como traduzir isso, mas traídos, talvez, em vista de que o botim eh que querem é apenas um, né? Só dá para levar um uma parte do botinha é o mesmo. Mas posterior eh eh posteriormente os assaltantes sempre se assaltam mutualmente. Toda a história do século XX é a história dos assaltos mútuos dos assaltantes do mundo inteiro, né? Dos das elites do mundo, vamos dizer assim, e dos interesses de escapar com eles. De todo modo, a estratégia precisa de somente um Senhor e um só Deus. E este não pode ser senão os Estados Unidos. É ele que mete a brincadeira aí com o qual Deus que é o cidadão de honra, né? Por isso, até as multinacionais franceses e alemãs poderiam estar a favor do assalto que os Estados Unidos está realizando na época. Hoje não mais. Hoje já dá errado, porque agora a gente tá vendo capitais industriais internacionais competindo entre si, sem a divisão do mundo, né? Então, ó, assaltou quem assaltou, que tá assaltando o assaltante agora deu um limite, falou: "Agora só dá para ser um de nós entre os 40 lá, dois aqui, vai ter que sobrar só um. Há colaboradores dos Estados Unidos. Nesse assalto, a Grã-Bretanha, na pessoa de seu primeiro ministro, Tony Blair, a época aí início dos anos 2000, se prestou para isso e vários outros. Blair intenta uma política que nos anos 30 do século passado se chamou de apaziguamento. Apaziguamento, né? Foi a política de Nevil Chamberline frente a Hitler e que hoje Blair repete frente a Bush. E que hoje, será que alguém tá repetindo diante de Trump de tentar um apaziguamento aí? Será que vai tá de boa? Não sei. Por meio dessa política, Chamberlin tentou garantir a Alemanha Nazi como fortaleza diante do socialismo, evitando assim que se voltasse contra ele, contra os países ocidentais em um intento de assaltar o poder sobre o mundo. Então o medo era do socialismo, né? Que os socialistas vão dominar a Alemanha e aí vão querer vir para cá. Aí os movimentos aí dos proletários vão dominar o mundo inteiro. Então melhor a gente fazer o quê? apoiar fascista, apoiar os na Alemanha. E é o que os caras faz, é o que Chamberlin faz, é o que a as democracias ocidentais fazem. Fizeram e deu ruim. Adivinha na situação atual que a gente tem, como é que vai dar essa brincadeira? Qual que é o fantasma que tá vivo de novo, né? Ah, é os comunistas. Qualquer pessoa que respeite os a convenção de Genebre é comunista. Qualquer pessoa que tem o mínimo de preocupação com direitos humanos é comunista. Qualquer pessoa que fala: "Acho que não é de bom tom a gente ficar andando todo mundo armado por aí". Comunista, né? Qualquer o mínimo de de noção, de senso de noção é comunista. Você tem que isolar essa galera, tem que combater ela, porque a o combate não é contra o comunismo, é contra uma mínima ordem, uma ordem mínima que empece esse assalto ao poder constante, que empece esse projeto de expansão de domínio. Ela vamos nós, né? BL se propõe agora manter a eh manter bush nos Estados Unidos no marco de uma estratégia de globalização conduzida pelos países desenvolvidos do centro em conjunto. Hoje já nem mais entre isso, porque hoje é os Estados Unidos por ele mesmo, querendo se livrar do bloco, dos blocos que ele tá metido, porque esses próprios blocos atrapalham ele. Depois da guerra contra o Iraque, sabemos que sua tentativa fracassou. Os Estados Unidos não estão dispostos a compartilhar o botim e nem sequer com a Grã-Bretanha ou com o Reino Unido, né? A imagem histórica de Tony Blair oscilará entre as imagens de Chamberlin e de Mussolini, tendo Rossé Maria Asnar correndo por trás como seu Mickey Mouse. Mas dito isso, ó, o pessoal que foi achando que os Estados Unidos estava de brincadeira, achou que ia poder participar do botin e não tá podendo. E é e é exatamente uma cena semelhante ao que a gente tá vendo, gente. A gente tá vendo uma cena muito parecida. Os países de centro que estão tentando pegar a rabeira, achando que vão pegar um botinho, estão tomando chapéu atrás de chapéu, cotovelada atrás de cotovelada. E agora tem que saber para que lado vai. Aprendemos com a história ou não? Vamos ver, né? A resistência. Vou ler só esse trecho aqui e a gente finaliza a nossa longuíssima leitura. Que fazer, né? A grande pergunta já que desde tanto tempo vem, não é, Lenin? que fazer falando disso, saudade de fazer o watch que não apareceu hoje com a gente. Querido fazer o watch? Ah, ele tinha consulta. Fazer o watch. Um beijo para você. Cuide-se na sua consulta na OBS. Espero que você esteja bem com a saúde saudável. Esse assalto não pode eh não é não é possível frear com armas, né? Não dá para saltar com armas. Por que que não dá para frear esse assalto com armas? Porque quem tem as armas é quem tá saltando. Basicamente, quem que vai dizer pros Estados Unidos que tem que parar na base da bala? Não, ele engole todo mundo. Ele manda todo mundo pra casa do chapéu. Então não dá para ser na pancada. Mas isso tinha que ser tão óbvio. Ai me dá até preguiça de Tem gente que fica falando por que a Rússia. Os caras acha que estão brincando de videogame, né? de civilization, de de Age of Empires, de sei lá que que eles estão brincando, tão jogando um joguinho que acho que assim, ah, por que que a Rússia não tá com a bomba lá, né? É, por que que a China não declara guerra? O animal, a gente tá falando de coisa séria, né? Não é, não é joguinho, não dá para enfrentar. E e aí nesse ponto, inclusive o Breno Altman fez uma análise precisa de que o o sequestro de Maduro na Venezuela demonstra a fragilidade do mundo diante do poder militar estadunidense, porque a própria defesa venezuelana tem material de ponta da da do da Rússia e da China e ela foi sabotada. Então assim, tirem da cabeça de que dá para brincar de war, né? Esquece esse essa tentação do diabinho que fica no no nosso ombro aqui. É a tentação professor rock que sopra no seu ouvido assim. Pensa numa guerra. Que legal, né? Não, não, não, não, não. Esquece, professor Rock. Olha as mortes. Que legal. Esquece, esquece, esquece. Sabe, sabe, sabe o professor rock aqui que ele aparece? Ele aparece aqui do seu lado. Você dá uma petelecada nele. Não, sai daqui, professor Rock. Sai daqui, professor H. Que que você tá fazendo no meu ombro? Que que você tá soprando pensamentos intrusivos na minha cabeça? Esquece. É ele que tem desejo de guerra. É esses maluco que faz testa de ferro pro imperialismo que tem desejo de guerra. Testa de ferro ferro começar a cima da sobrancelha e termina na nuca, né? Que não pode ver alguém armado ou um exército fardado que fica emocionado. Ai que bonito. Não, não. Então não dá para frear com água, pelo amor de Deus. Também não dá com ataque terrorista, né? Não é uma boa ideia você ir lá provocar internamente os Estados Unidos, porque meio que ele vai te atacar de volta. Não sei se vocês já pensaram sobre isso, não é uma boa ideia. O assaltante dispõe de superioridade em todas as armas. Isso é óbvio, pelo amor de Deus. E atos terroristas somente se serviriam de pretexto para aniquilar os mais países. Nossa, será? E mais grupos humanos. O assaltante monopoliza tanto as armas como o próprio terrorismo. E aqui é uma sagacidade muito boa, né? Porque quem pratica terrorismo nos Estados Unidos. Ele tem monopólio não só sobre a guerra, ele tem monopólio sobre o terrorismo. E ele pode ser terrorista. Os Estados Unidos pode ser um estado terrorista tranquilamente, né? Ele monopoliza o terrorismo. Então é melhor você não tentar disputar com ele o terrorismo porque ele ganha. Estado terrorista. O que são os assaltos ao poder mundial? Mostra a película ou o filme, né? mostra o filme O grande ditador de Charles Chaplin. E aqui já me deixou feliz o France por citar uma comédia pra gente poder ter referência, porque é o que eu gosto de fazer também. Então, o que que são os assaltos ao poder mundial? É, tá tá mostrado, tá representado no filme O grande ditador do Charlie Chaper. Ela é inteiramente atual e presente já aqui no assalto ao poder naquela ocasião de parte da Alemanha nazi. Eh, se bem que não identifica ou não se identifica só com a Alemanha Nas, né? Logo, deixa aberta a possibilidade de um futuro grande ditador que ele mude de roupa, né? Então, eh, a o a o final inclusive ali do do grande ditador é um grande é um discurso de pedido de paz, né? Não sei se cara, é até clichê fala sobre essa cena do final do grande ditador do Chaplin no YouTube tem, né? Aquele longo discurso do Chaplin sobre paz, sobre gente, olha o risco da guerra, essa coisa toda. É dizer explicitamente quais existe qualquer possibilidade de surgir um grande ditador de novo. Esse assalto ao poder, esse projeto de expansão mundial e de assalto ao poder do mundo contra todos. Porque é disso que a gente tá, quando a gente fala de nazi, a gente tá falando de quem quer dominar o mundo, velho. E aí não é conspiração do vilão estadunidense que o o 007 vai lutar contra, que esse a grande motivação dele é ser do mal, não? A motivação econômica de você sempre tá em expansão, você ter um um controle sobre a economia que te mantenha um constante acúmulo de capital, né? Ou seja, o interesse claro, ele exige que você tenha controle sobre o máximo de recursos possível, potencialmente controle sobre o mundo. E aí os Estados Unidos, como a gente já leu, empresta o seu poder estatal, empresta o seu poder militar para executar esse papel de assaltante do poder do mundo, de poder invadindo e conquistando as coisas. Então o Fran tá falando, olha, esse essa abertura da possibilidade de um grande ditador, de que um grande ditador venha, ele vem com outra cara, ele vem com outra roupa, ele tá sempre presente. Fiquem atentos. O que hoje vemos nos Estados Unidos perpretando este assalto com muito mais possibilidades de consegui-lo. Não implica que se trate de um novo nazismo ou um novo fascismo. Significa nada mais que é um novo assalto. E aqui eu gosto da sofisticação do argumento. Ah, é um novo fascismo, é um novo nazismo, é um novo movimento de assalto, de dominar o mundo. O problema é isso, é esse esforço de assalto ao poder, de tomar de assalto o poder do mundo. Os semelhantes os se explicam a partir da tentativa do assalto, não pela imitação do nazismo ou do fascismo. Grande problema tá na na tentativa do assalto. É aí que tá o caráter. Qual é o problema que a gente tem hoje? é que além da gente identificar essas semelhanças por essa tentativa do assalto, a gente vê explicitamente. Não é nem para chamar de apito de cachorro mais, tem que chamar de de sinalizador. Um sinalizador para todo mundo ver. Os caras tão soltando fogos, dando bandeira abertamente, assumindo discurso, posição e símbolo nazi e fascista na rua, seja nos Estados Unidos, com ICE, com a estética, com discurso de Trump, com o o as manifestação lá do menino lá do NBL que usa a frase de Mussolini, que usa estética fascista, claramente, claramente. Ente, eles perderam a vergonha. E não é nem só vergonha, identifica esse processo. O que o grande negócio é tomar de assalto o poder. Quero conquistar tudo, quero ir para tudo, vou para cima. E agora, além de disso, não é só o assalto, a própria estética e a mobilização também estão buscando aí suas referências e identificações. Então, piorou o quadro. Exato. Mobilizando o o Sabor me pegou. Mobilizando o imaginário nazista. Com certeza. Sem dúvida. Sem dúvida, sem dúvida, sem dúvida. E normalizando. E é um risco que a gente tem, porque é nós enquanto esquerda, seja comunista, seja radical, seja o que for, a gente corre risco de normalizar quando a gente não diz: "Meu amigo, isso aqui passou de qualquer limite do aceitável". Se você colocar em mesmo pé de igualdade Bolsonaro e qualquer social democrata, é tudo igual. Você está normalizando, normalizando esta posição extrema de aniquilação total, sem limite e sem freio. Não faça isso pelo amor de Jesus Cristo. Não utilize categoria abstrata para dizer que é tudo a mesma coisa, porque você normaliza em última instância. Pelo amor de Deus. Porque em último insto igual o camaradinha que tá aqui perdido no tiroteio, é tudo igual, então [ __ ] Vou para lá mesmo. E se radicaliza ou se pode se tornar um extremo do lado conservador canálha. Simples assim. E aí por uma bobagem, gente, por uma bobagem. Ai que ótimo. Como sei lá a invenção do tal do kit gay que nunca existiu. O cara porque ele tá com outros receios e medos. Ao invés dele ter o mínimo de bom senso, já que é tudo a mesma bosta, eu vou me aliar com esses caras que estão contra esse kit gay e ser contra aquele maluco lá que tá dizendo que é a favor e nem existe o kit gay. E aí o maluco vai para que lado? por uma bobagem, por algo que nada que poderia ser resolvido de qualquer outra maneira. Se você taca tudo no mesmo saco e acha que a estratégia de luta é a mesma para qualquer um, você é burro e você tá se autossabotando. Pelo amor de Deus, pelo amor de Deus. Isso. Eu vou até parar aqui um pouquinho pra gente fazer um já eu volto pro texto. É exatamente isso. É importante dizer isso é fundamental, cara. É fundamental. É isso. Se fascismo, até essa tese aí é horrível. Se é tudo igual, vou aderir esse movimento fascista aqui diante tudo que tá aí. É isso, é isso. Então, gente, isso dói no meu coração porque é importante. Prestem atenção. Presta atenção. Cada jogo exige que eu estabeleça uma estratégia diferente para eu vencer o meu adversário. As regras do jogo mudam, eu mudo a minha estratégia. Assim como mudo o meu adversário, eu tenho que mudar o que eu faria com ele. É diferentes adversários, eu tenho que mudar minha estratégia pelo adversário. Assim como em diferentes jogos, eu jogo de diferente maneira, porque eu não posso aplicar as regras de um jogo pro outro. Beleza? Analogia. Se eu disser que um cara que é socialdemocrata, um cara de centro, um cara de uma direita com mínimo de bom senso, um conservador humanista, é a mesma coisa que um fascista, que um bolsonarista canalha. Se eu jogar tudo no mesmo saco e achar que a estratégia de enfrentamento de um é a mesma estratégia que uso pro enfrentamento de outro, eu simplesmente perco o jogo e potenciais aliados. Simples assim. O enfrentamento com um é de um jeito, o enfrentamento com outro é de outro. Pelo amor de Deus, porque o se eu jogar no mesmo saco por uma bobagem. O camaradinha é trabalhador, o camaradinha é aliado, o camaradinha que é nosso vizinho, que a gente tem divergências morais, às vezes superficiais e outras vezes muito e aliás que não tira o caráter de ser sério. É algo que não tá ali no imediato, mas não tira o caráter de ser sério, de ser fundamental. Mas eu posso perder um potencial companheiro de luta em determinados âmbitos, porque se for tudo igual, eu quero ir contra tudo que tá aí, eu vou me aliar com quem tá sendo mais explícito e radical aqui. E aí qualquer bobagem me joga para um lado ou pro outro. Então, novamente, vai aparecer um maluco dizendo que tem kit gay e por alguma razão, pra estrutura toda patriarcal, canáia, conservadora que a gente tem, esse cara tem medo do dos medos que que ele tem medo do do da situação cotidiana que ele vivencia. Ele tem medo e pavores que foram constituídos historicamente nele, socialmente reproduzidos com homofobia, não sei o que lá. E por causa desta parada, ele fala: "Mas vocês aí são radicais, mas vocês defendem o kit gay, que nem existe. Esses aqui são radicais, mas eles não defendem o kit gay. Eu vou com esses malucos aqui porque eles estão contra tudo que tá aí, ainda não estão me colocando nesse jogo e eu caio pro lado de fascista de bobagem, pô. E aí o conservador nada de braçada, porque o movimento que não é conservador, ele demora para se constituir, para constituir só as bases para poder transformar a realidade. O movimento conservador é fácil, é só manter o que já tá aí, cado. E aí o reacionário ele vai surfar de braçado porque vai dizer: "Tá tudo errado e ainda vai manter as paradas que não era que que são violentas contra as minorias". Então tem diferentes adversários, eu uso diferentes estratégias, diferentes jogos. Eu uso diferentes jogos. Por favor, não seja burro. Não põe tudo no mesmo saco. Atrapalha atrapalha a gente. Você se você se lasca. Exato. Lá de fora todos conta tudo que tá aí. A gente já viu onde dá isso. A gente já a gente já passou por 2013, a gente já passou por 2014, a gente passou por 2015, 2016, a gente passou por 2018. Será que a gente não vai aprender que isso aí dizendo que conta tudo que tá aí dá bosta? Meu Deus do céu. E eu tô falando como alguém que é um comunista, que é a favor da revolução radical, mas eu não sou burro, [ __ ] Ai meu Deus. pessoal que fala que é tudo igual vem com a conversa de aceleracionismo. Depois parece que é o que querem mesmo. E e assim, gente, e olhe quais armas você tem para lutar por um segundo. Eu moro no Capão Redondo, zona sul de São Paulo, periferia da cidade. Eu tenho medo dependendo do horário que eu ando na rua. E tem mesmo. Quando eu tenho que dar aula lá no caixa prego, que eu chego em casa, eu eu pego o o o metrô, pego o ônibus, pego o metrô, venho paraa casa, que eu chego aqui na na estação descendo, a estação já tá quase fechando, eu subo a rua assim, ó, porque eu tenho medo do camarada que pode estar ali. Imagina pensando em escala de que eu tenho que lutar contra uma polícia, porque eu quero uma revolução, então vou no braço contar tudo que tá. Meus irmãos, você acha que que a gente aguenta o qu? Meu Deus, não seja burro, sabe? A gente a gente não tem capacidade de controlar a nossa conversa, ela é fiscalizada. Essa essa live gravada aqui, você acha que ai conversa no WhatsApp, você acha que ela não é meio não é ai meu Deus do céu, não seja burro. A gente tem que saber o que que a gente é capaz de fazer dentro da circunstância atual. Você vai tensionando dentro do jogo, mas dentro do jogo porque o jogo ainda te protege minimamente. Em outro jogo, aquele que vai ser no na na pancadaria, na força, no a gente é forte, a gente aguenta, a gente toma um pau porque a gente tá com pau e pedra. Isso se a gente achar pedra, pelo amor de Deus. Ai Valéria, um excelente dia. Que bom que você curtiu aqui o nosso papo. E a gente já já vem encerrando por aqui em breve, mas é importante falar sobre isso. Importante. Já ouvi comunista falando que Trump seria melhor porque destruiria o Zeí. É burrice. É burrice. Assim, Trump representa, encarna e potencializa uma crise. Verdade. Isso significa que é vitória? Não significa que é crise. E de crise você pode sair tanto melhor quanto muito pior. E a gente não tem controle sobre isso. Então o que a gente tem que potencializar hoje, inclusive pra conscientização de classe trabalhadora, é a crise interna dos Estados Unidos, que o pessoal se vire lá, que tire Trump lá de dentro, porque a gente não consegue ir fora. Porque em política externa, Trump é uma bosta. Trump é pior que qualquer coisa que tem. a gente tá vendo e aí internamente os caras tem que se resolver e a única coisa que tem é essa fissura. No mais tá todo mundo rendido. É o cara que se apertar o botão acaba as coisas. Tem que ter bom senso. Sou de esquerda até e estou tentando conseguir uma transição de gênero. Sou a alvo preferencial do seu sistema de Pô, mano. Exatamente. Arla, pô. Minha solidariedade de coração. Que é isso? É isso, é isso. Virar. Ai, cara. Aí a gente potencializa uns bagulhos de bobagem. A gente tem que ter bom senso, saber que que a gente consegue fazer. Já passamos pela República de Baimar. Certamente. Ai, meu Deus. Vaimar para caramba. Inclusive, trocadilha horrível com piada de minerez, né? Vaimar. Vai marar que só tá. Vai muito mar. Ai, perdão pelo tocadilho terrível, mas vamos compartilhar de novo aqui. Terminar nossa leitura. React de texto. Ai, Jeové nos ajude. Sobreviveremos em algum momento, né? Ainda assim, quem leva a cabo a tal assalto repete muito eh muito o que foi desenvolv desenvolvido no assalto nas. Exatamente, né? Reproduz aí esses problemas, né? Eh, exato. Não, ator. Você vê que esses malucos são todos homens, exatamente. Branco de classe média, né? E frustrado. Tudo frustrado. Coitado. Teria mais uma expressão chula para utilizar, mas acho que seria demasiado. Perdão aí. Exato. Pronto. Uma coisa simples. As bigtec podem excluir o conteúdo da esquerda revolucionário do YouTube, Instagram em qualquer momento e a justiça não vai ajudar em nada. E não vai. É muita ingenuidade. A gente não pode ser ingênuo. Não pode. Ai, mas pelo menos nós 20 aqui não seremos ingênuos, hein? Nós 20 aqui não seremos ingênuos. A película de Chaplin, perdão, desenvolve seu argumento entre duas cenas principais. A cena em que o ditador joga o futebol com o Globo, né? né? Então, joga futebol com Lobo, a qual expressa sua eh tranqueira de poder, vamos dizer assim, seguida pela explosão do Globo, né? Então assim, vai chutando futebol lá, vai chutando futebol com Lobo, explode o bagulho todo, né? Então aí lasca tudo, aí lasca tudo. A outra cena é a final com seu chamado a passo. Exato. Que se torna tão forte e geral que o ditador perde seu apoio e a ditadura se desvanece. Chaplin não aponta para um enfrentamento com as armas, senão um enfrentamento sem armas. Em seu tempo, isso era o contrário do que a propaganda de guerra dos Estados Unidos necessitava. Pura verdade. O Estados Unidos quer paz por meio de guerra. E o Chapin fala: "Não, meu amigo, quero democracia e paz sem ser pela guerra". Por isso, pese que a o filme teve muito êxito, os propagandistas da guerra o rechaçaram. rechaçaram mesmo. Foi proposta eh para o Óscar e por sup e claro não lhe concedeu, né? Ele foi apresentado para ser o Óscar e o Óscar não deu o Óscar pro pro Chapl, o que torna mais válido ainda hoje. E aqui frente ao novo grande ditador, com seu assalto ao mundo, não há guerra possível. A cena final desse filme com seu chamado A Paz lembra em muitos sentidos os discursos de resistência da atualidade, como os parecidos de Porto Alegre. No caso de Porto Alegre é o fórum mundial social que tinha acontecido um pouquinho antes aqui nos anos 2000. Chaplin não queria eh se fiar em uma solução pela via da guerra. Hoje não existe possibilidade de tal solução. A guerra de aliança contra a Alemanha nazi era justificável, né, entre aspas. E igual e igualmente que agora seria justificável uma guerra contra esse assalto ao poder mundial pelos Estados Unidos. Não obstante, não é possível. Seria justificado, seria. É justificável você entrar no enfrentamento? É justificável. Eu encontro muitas, muitas, muitas justificativas, mas ela seria puramente ilusória porque não tem como, tipo, literalmente. Portanto, a resposta por meio do discurso da paz não é um simples juízo de valor. É a única resposta possível, porque não dá para enfrentar. Meu Deus do céu. Se esse discurso de paz não resulta exitoso, não haverá resistência possível em a um novo totalitarismo. Um totalitarismo em nome da liberdade, que é isso que acontece. afogará a humanidade. Então, totalitarismo em nome da liberdade vai afogar todo mundo. Queremos ser livres para não cair nas guerras dessa nas garras dessa liberdade, nas garras da águia da liberdade. Inclusive, o governo do estadounidense crê que o poder nasce dos fuzis. Isso é falso. Sem legitimidade, as armas unicamente destróem e não há vida posterior. E isso é um cálculo assim racional. Aí fala: "Mas não é assim que se deu no ocidente, não é assim que se dá as coisas". Realmente tem muito maluco que faz isso, quer ter essa racionalidade suicida, como a gente comentou no comecinho da brincadeira, né? Mas aí que tá o próprio capital bélico, o capital, o capital da indústria anuamentista, ele é um capital que não é nem que ele é improdutivo, ele é destrutivo. Porque a realização do produto da indústria bélica, a realização do produto do capital bélico, do capital da indústria das armas, é a destruição de qualquer fonte de poder, de qualquer fonte de riqueza, seja terra, seja o trabalhador. Vou até fazer novamente sair aqui da tela para isso ficar bem claro pra gente, tá? Ó, alguém pode dizer aí o discursinho de paz que você tá falando aí é um discursinho meramente moral, de contraguerra, é meramente moral. Não tem discussão econômica inclusive sobre a paz. O capital bélico industrial é um capital que não é só improdutivo, como é, por exemplo, o capital financeiro, é um capital destrutivo, como já disse o cris, é um capital cuja realização de sua produção, ou seja, quando você realiza o produto da indústria das armas, essa realização da destruição de fonte de riqueza possível. E quais são as fontes de riqueza possível que a gente tem? terra e trabalhador, ou se você quiser natureza e humanidade, ou você mata o humaninho, ou você mata recurso natural, que se depende sustentavelmente para manter a própria reprodução social, ou se você é capitalista, a reprodução do seu próprio capital é um capital destrutivo, é um gasto idiota do ponto de vista econômico, racional, é um gasto idiota, imbecil. Tudo bem? Então assim, discurso pela paz, não é só um discurso pela paz, ah, porque é moralmente bonito, cara. Economicamente, meus amigos, se você destrói condições de reprodução do dia seguinte, você é burro. Tudo bem? Perdão aí, eu precisava fazer esse desabafo. E aqui estamos indo pro finalzinho do texto. A legitimidade reside no exercício humano e humanizado do poder. Se queremos mudar algo, jamais devemos esquecer que nada faremos se não conseguimos despojar esse poder das armas de sua legitimidade. Isso é o que acontece hoje diante os dos olhos do mundo. O imperador se encontra nu novamente, deve-se desnudá-lo, né? Deve tirar suas roupas. Se bem que eu não queria ver o Trump pelado. Se modestia parte deve ser uma cena terrível. Uma e outra vez posto que todos os dias muda de roupa, né? Toda vez o o esse esse ditador tá mudando de roupa, esse dominador fica mudando os trajes, deixa ele peladão que aí ele para de ficar se fantasiando. Sua brutalidade, seu cinismo antihumano, seu desprezo por todos os valores da humanidade desenvolvidos em milênios são visíveis. Temos que insistir nisso para fazer ver o que ocorre. E é o que está acontecendo nos Estados Unidos nas na conversa sobre liberdade hoje. Então, teve o assassinato, né, de duas, dois manifestantes gringos estadunidenses, nos protestos contra o ICE e as medidas canálias fascistas que essa polícia tá tomando nos Estados Unidos. E agora começa a se discutir liberdade. Pô, eu defendi o direito do cara da armado, não os cara mataram porque ele tá armado e nem armado o cara tava, hein? Mas já que isso aconteceu, crise interna no discurso. Pera, pera, pera aí. Mas é, mas era o que eu defendia. Os valores são postos em crise. Valor de liberdade, valor de autonomia. Os valores estão sendo estão postos em crise. Pera, pera, pera aí. Como assim? Então, esse cinismo, esse movimento que não tá nem aí para valores, ele tem que ser exposto, tem que ser colocado às claras, certo? Exato, João. Destruir para se reapropriar e colocar depois. Perfeitamente. Pera aí. Foi. Se conseguimos isso, podemos fazer algo. É a rebelião do sujeito. Essa rebelião tem que voltar a falar de democracia e insistir nela. E eu defendo isso também. Ah, Bruno, mas a democracia, eu não tô falando democracia liberal e burguesa, mas a democracia é um valor no sentido amplo e concreto do termo ao mesmo tempo que a gente tem que defender. Democracia popular, participação, que a voz seja ouvida, que a vida seja respeitada, a liberdade de poder viver, né? Direito à vida. Hoje, especialmente tem que falar da democracia nos Estados Unidos, a perda da democracia ali e o desenvolvimento de uma ditadura de segurança nacional no interior de seu de sua democracia. ameaça ao mundo. A perda da democracia nos Estados Unidos e o desenvolvimento de uma ditadura de segurança nacional nos Estados Unidos no interior de sua democracia, dentro de sua democracia, ameaça o mundo. E aí apoiar quem defende democracia dentro dos Estados Unidos se torna primordial. Hoje a gente tem que buscar aliança nesse processo primordial. Certo? Gostaram? Espero que sim. Foi um papo legal. Hoje foi longo, hein? Longa leitura que a gente teve de react de texto. Perdão aí por ler demais. Somelier de texto. Ã, ai que bom. Pensei que tinha acontecido um desastre. Tudo bem. É uma sociedade que as contradições são tão evidentes. Guerras serviços podem acontecer se a população quiser uma mudança radical como foi na Nicarágua. Verdade. O Salvador Guatemala para nos anos 70 e 90. Sim. Assim como não necessariamente, né? Às vezes pode ser outros processos. A gente hoje a saída de Trump nos Estados Unidos, entrada de outro bloco, já é um respiro, por exemplo. Já é um respiro. Ah, resolveu os problemas do mundo, os caras desistiram do seu projeto. Não vai seguir a tentativa de assalto ao poder mundial. Mas tem hora que a estratégia é ganhar tempo. Ganhar tempo é uma estratégia importante em em certas situações. Você postergar a possibilidade do seu adversário dar o golpe final. Você conseguir ganhar tempo para poder buscar uma nova alternativa. Acho que jogo é um negócio que eu gosto de conversar sobre, saca? Então é importante, importante. Aí foi ótimo. Que bom, que bom. Fico feliz, fico feliz que tenha contribuído de alguma maneira. Ficou longa, hein? Vai, vai dar 3 horas. Fazia tempo que não fazia a live tão grande. O problema é que os Estados Unidos sempre tiveram uma democracia bem unilateral, só pensar na situação da população. Sem dúvida. Sem dúvida. Aí é interessante você comentar isso, Ran. Qual que é o ponto? Não é que os Estados Unidos tem um pessoal bom, virtuoso e fofo, né? que caminha em meio às flores desse paraíso e vai saltando. Não, não, não, mas não é dizer que é dizer que existe um grupo que ao respeitar regra de jogo, a gente consegue ter uma estratégia que não depende dessa tensão constante que foi esse último ano de Trump, por exemplo. Existe um outro grupo que não tá nem aí pra regra de jogo que vale a pancada. E esses caras fortalecem e potencializa essa tal de segurança na de ditadura, como o Fran chamou, de segurança nacional dentro dos Estados Unidos. Então, com um tem uma estratégia aqui que não que é mais dá para jogar mais sossegado. Com outro o bagulho fica frenético. Quem que eu prefiro enfrentar? Saca? É isso. Ah, cara, aquele meme, por exemplo, que eu acho interessantíssimo, né, do do republicanos democratas, né, republicanos é um avião passando aquele bolo de símbolo canalha, conservador, reacionário, fascista, derrubando bomba. O outro é democratos, um monte de símbolo progressista derrubando bomba. É verdade. A política de dominação segue, mas são distintas as estratégias adotadas e as possibilidades de manejo dentro dessas estratégias. Os capitais dos Estados Unidos continuam lutando entre si. Os poderes ali dentro continuam vigentes. Ninguém vai ser ingênuo de achar que um é fofo e o outro não. Mas é aquele meme bom, né? Fazer aqui, gente, concentração aqui na Tucuruvi pra gente poder juntar a caravana para ir votar na camala Harris. Então, [ __ ] Taché Camala não é ingênuo desse ninguém vai ser burro, espero eu, desse ponto. Não tem gente boa assim. Mas o ponto não é isso não. O ponto é na hora de tomar a decisão e tomar a posição, como é que a gente vai para um lado ou pro outro? Que hora que eu opto por quem é o meu meu melhor adversário? Se eu tenho opção de escolher um adversário, como é que jogo quero jogar com ele? E a e com quem, né? Que jogo quero jogar e com quem? Tem que ser malandro, pô. Tem que saber viver, tem que saber chegar. Em qual mentira eu vou acreditar? Já dizia, já dizia Racionais MC. Tem que saber viver, tem que saber chegar, tem que saber em qual mentira, em qual mentira eu vou acreditar, não é? Acho que ag essa aqui finaliza bem o nosso papo. Em qual mentira eu vou acreditar para poder saber jogar, pô? Sem ingenuidades, sem ingenuidades. E cara, a gente é inteligente, com todo respeito, a gente consegue ser minimamente inteligente para fazer esse tipo de de interpretação da realidade, né? Espero eu. Mas é isso, é isso. Impressionante como texto é atual, mas perfeito, porque perfeito. O o France ele saca ali uma estrutura que ela é persistente, ela permanece, ela ainda persiste hoje. E aí o cara viu um bagulho que hoje a gente vê os desdobramentos do potencialização disso, né? Ele viu lá no início dos anos 2000 essa esse assalto ao poder, busca de assalto ao poder mundial. [ __ ] eu põe aí tem um papo que algum dia a gente vai fazer aqui sobre a formação do mundo e a destruição e e a conformação do mundo. É um papo que eu um dia gostaria de ter para discutir eh como ao mesmo tempo que a gente forjou o mundo em pouco tempo, a ideia de mundo em pouco tempo, a busca por destruição dessa ideia de mundo, ela também é quase imediata. É muito louco. Mas tudo bem, isso aí é um papo outro dia. Eu espero que vocês tenham curtido. 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