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A fé vem pelo ouvir

🔴AULIVE: A POLÍTICA CRIMINOSA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA CONTRA O MUNDO

🔴AULIVE: A POLÍTICA CRIMINOSA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA CONTRA O MUNDO

🔴AULIVE: A POLÍTICA CRIMINOSA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA CONTRA O MUNDO

pix: bruno@reikdal.net
Discutindo o livro "El asalto al poder mundial" (2003) de Franz Hinkelammert

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Legendas automáticas:

pela verdade, pela vida, pela luta
popular, pela realidade. de uma utopia.
Livres do rio ao mar. Um sonho pelo dia
da paz entre nós.
Guerra aos senhores, ouçam nossa voz.
Fé, ciência do mundo, luz, testemunho,
ser da terra, o sal. Seguimos trazendo a
boa nova. Todo dia útil até a vitória
final.
Filosofia,
economia, sociedade e religião.
Praticamos
diplomada, fazemos propaganda e
agitação. Fé, ciência do mundo, luzes,
testemunho, ser da terra, o sal.
Seguimos trazendo a boa nova, todo dia
útil até a vitória final.
Seguimos
trazendo a boa nova, todo dia útil até a
vitória final.
Pela verdade, pela vida, pela luta
popular, pela realidade, uma utopia.
Livres do rio ao mar, um sonho pelo dia
da paz entre nós.
Guerra aos senhores, ouçam nossa.
O pressuposto de toda a existência
humana e, portanto, de toda a história é
que pessoas têm que estar em condições e
viver para fazer história.
Ciência do mundo. Luz. Testemunhos ser
da terra o sal. Seguimos trazendo a boa
nova todo dia útil até a vitória final.
Fé, ciência do mundo, luz, testemunho,
ser da terra ou sal. Seguimos trazendo a
boa nova todo dia útil até a vitória
final.
Segue nos trazendo a boa nova, todo dia
útil até a vitória final.
Ciência do mundo, luz descer da terra, o
sal.
Seguimos trazendo a boa nova todo dia
útil
até a vitória final.
Bom dia. Tudo bom? Fala aí, gente. Bom
dia. Bom dia. Que bela quarta-feira, não
é mesmo?
Ai ai quarta-feira para termos não
disgustões. Não, não, não, de verdade
e temas importantes. Querido Guilherme,
como é que você tá? Espero desejo que
bem. Fomos enganados. Caraca, ral, fomos
enganados mesmo. Qual foi a enganação?
Não sei ainda. Enganação.
Podemos tapeados de diferentes maneiras,
mas você foi enganação, mas nos
enganaram de alguma maneira.
Bora, bora começar. Bom dia. Bom dia,
Gordona, como é que você tá, meu
querido? Desejo que bem também.
Excelente dia pra gente, assim como
Felipe. Bom dia, querido Felipe.
Primeira pessoa santificada,
beatificada, em vida pela nossa igreja
barista.
E eu estou em dívida com ele, porque o
Felipe mandou o corte da de uma das
últimas lives e eu não consegui postar
ainda por motivos de trabalho,
sobrecarregando as minhas postinhas, mas
a gente vai ajeitar esse bagulho aqui,
vai acontecer em breve. Só organizar a
rotina e agora que tem rotina também de
escola da criança adequadamente, vai
facilitar um pouquinho para me ajeitar
com tarefas domésticas e trabalhos
extras,
mas sobreviveremos. Baixar um pouquinho
o volume aqui da nossa música de fundo
feita pela minha filha de gas de
passagem.
Bom dia. Bom dia, amigos, camaradas e
infiéis Starbucks. Sim, Starbucks nesse
canal é considerado pecado, obviamente é
uma heresia, um pecado, problema, coisa
triste.
Nem a situação de escritório CLT nos
impedirá. Jamais. Jamais seremos
impedidos pelo escritório. Jamais.
Jamais. Nós convivemos com o escritório
e superaremos o escritório. O escritório
será superado em nome de Jesus. Amém.
Quarta-feira chuvosa aqui em Fortal.
Caraca, velho. Chovendo em Fortaleza,
mas tá chovendo fresquinho, tipo 28º ou
tá a temperatura ambiente 37?
Como é que tá?
Vê o primeiro moedor manual de café. Ela
precisa trabalhar no ombro. É, precisa
pra minha mãe. Ah, que a velinha ficou
tão contente. Bacana. Pô, cara, eu quase
peguei um para mim esses dias porque
tinha uma um eu tinha visto umorzinho
bacana, falei: "Pô, acho que vou
arranjar, hein? Eu tô sem, faz uma
cota". E aí eu deixei passar. No que eu
deixei passar, fui no mercado esses dias
que caiu o VR e o grão tava, mano,
num preço massa, um grãozinho bem bom.
Eu falei: "Olha, se eu tivesse pego o
bagulho já fazia o combo". Mas teremos
outras oportunidades, não é?
Buenas, buenos dias, Gabriel. Como é que
você tá, meu querido? Espero que seja
que bem também. Estamos aí, estamos
junto, pô. Pior que tá 26º aqui. Ah,
então tá um uma temperatura quase de
nevasca,
pô. Tá um clim gostoso, então que bom.
Que bom. Quem é que é?
Denúncia. Bruno abriu a live na mesma
hora do Pedro Ivo. Bom dia. Não, aí eu
tenho que fazer uma denúncia contra
Peter Evil. O Pedro Ivo está equivocado.
Que às 9:15, todos sabemos que as
quartas-feiras, às 9:15 da madrugada é o
horário da minha live.
Eu já patenteei, eu vou agora cobrar
direitos autorais dele do horário. Ele
tá utilizando o horário que foi
reservado exclusivamente para mim no
YouTube. Não sei o que que as pessoas
estão fazendo uma coisa ao mesmo tempo.
Ele tá errado.
Então tem que denunciar. Vou denunciar o
o Pedro Ivo pro chefe. O chefe YouTube.
Senhor YouTube, como assim? Você permite
que duas lives ocorram simultaneamente,
você está muito equivocado de vossa
parte. Você tem que dar prioridades. Aí,
Pedro tá no modo automático para tancar.
Ah, é, né? Ele tem, é,
a estratégia funciona, mas ela tem
dessas, né? Você acaba tendo que tretar
com muita gente ao mesmo tempo. Dá muito
trabalho, muita dor de cabeça.
O ateu latino-americano, eu não peguei.
Precisarei conhecer o que está passando
adequadamente.
Pedro tem feito a live a cada 87
minutos.
É, aí é um problema. Aí abemos um
problema. Precisamos aí, né, tomar
cuidado.
Horário grão nobre.
Pior é que o horário muito ruim, né?
9:15 da manhã na quarta-feira, tá
ligado? Meu Deus, é, é um horário
terrível, mas é o horário que a gente
pode, é o horário que a gente consegue.
Infelizmente a vida tem obrigado a isso,
né? Quem sabe em algum momento oportuno
vem para há melhor.
Bom dia. Bom dia, meu querido. Alt_line
133. Tudo bem com você? Espero desejo
que bem, cara.
O Santinelli, Santinelli, aqui
Santinelli diz que um ateu aí
latino-americano, bom, aí tem muitos
ateus na América Latina, tá errado sobre
Obama não ser igual a Trump. É, aí ele
já conseguiu precisar um pouco mais de
qual latino ele tá falando,
de qual ateu, né? Não esqueçam de dar
like lá na live. Importante, eu sempre
me equivoco disso, sempre esqueço de
falar, gente. Não esquece de dar esse
like aqui, esquece de comentar e a a
live, né? além da conversinha, a o chat
aqui é massa porque o algoritmo ele
sente o cheiro do sangue do chat e aí
ele fala: "Pô, vou lá mordiscar", né?
Eh, isso é importante, mas também é
importante comentar o vídeo porque
depois mente no vídeo comentado, ele
também continua ali sendo alimentado,
né? É um tubarão assassino saciável esse
o algoritmo. Então ele tem que sentir
esse cheirinho de sangue de chat,
cheirinho de sangue de de comentário,
coisa horrível. Por isso que treta
funciona na internet. E a treta vai
espalhando com mais facilidade de sangue
por aí. A gente aqui, como não faz muita
treta, a gente fica esperando que, sei
lá, ocorra sem querer um sangramento no
nariz por causa do do clima. Tá muito
seco, tá muito quente, né? Eh, ou tem
uma alergia, a gente fica torcendo para
sem querer alguém bater o cotovelo na
mesa do escritório enquanto acompanha a
live e sangrar um pouquinho. É o máximo
que acontece aqui. Então, por isso que o
algoritmo não se agrada tanto do nosso
conteúdo, mas a gente vai tentar. Bom
dia, carapa. Como é que você tá? Tudo
bem? Espero desejo que bem. Espero
desejo que sim, cara. Já dei like, vou
clicar de novo. Clique. Não, pera aí,
pera aí.
Se você já deu like, só dá clica uma
vez. Você clicar duas dá errado, né? Vai
clicar três dá certo. Então, só pra
gente se ajeitar aqui.
Memórias
depoismente de Brascubas. Depoismente. É
isso aí. Importante. Importante.
Depoismente. Não se esqueçam de fazer
isso, inclusive.
Motorin de treta é cansativo, eu também
acho. Mas beleza, faz parte da logística
de views. É, eu também acho
desagradável. Desagradável. Você só
arranja treta quando chama o canal de
significante. Exato. E nem fui eu que
que arranjei a treta. Só me chamaram de
insignificante sem eu ter feito
absolutamente nada. Afinal,
insignificantes não aparecem e não tem
relevância.
Eu sei o que acontece gratuitamente.
Nem tudo é sobre vírus, né? Não, cara.
Eu tava pensando nisso, inclusive lá no
Instagram tá aparecendo tipo, eh, tem um
vídeo com corte de uma live nossa aqui
que, mano, impressionante. Ele não, ele
realmente foi bem aceito pelo algoritmo
do Instagram. E eu falo sobre escola,
né, quando eu fui procurar escola para
para criança para esse ano de 2026, ano
passado, tal, procurando escola e como
foi uma experiência de busca de escola.
E aí esse corte para se eu e aí cara, eu
tava conversando esses dias com a minha
companheira, falei: "Pô, mano, se eu
quisesse ficar vivendo de vi, de corte,
de não sei o que, eu ficava falando
sobre escola, porque o algoritmo sacou
que escola funciona, eu saquei que se eu
ficar falando sobre escola funciona.
Poderia ficar falando sobre escola. Eu
sou professor. Professor fala sobre
escola. Eu tenho várias reflexões sobre
a escola, inclusive, mas não porque não
é esse o propósito do do do conteúdo, do
trabalho, nem de fazer aqui a parada, tá
ligado? Então não não vai rolar. Mas é
isso, né? Se quisesse for o bagulho só
para sobreviv, eu faria conteúdo sobre
escola, reflexões sobre escola e então
não é o que a gente tá aqui para outros
popósitos.
Bom dia. Bom dia. Gabriel. O pessoal tá
se dando bom dia. Como nós somos
saudáveis, né? Nesse chat. Para provocar
o Bruno, só preciso de dois dedos.
Não, nem isso. Se bem que a depender do
contexto esta frase, ela fica um pouco
íntima demais.
Bom dia. Bom dia, minha gente. Falta uma
entrevista com o pinguim da Groenlândia.
[ __ ] caraca, velho. Pinguim da
Groenlândia. A minha grande pergunta
agora é se o pinguim da da Groenlândia é
o nosso pinguim picolé, que quem aqui tá
há muito tempo nesse canal conhece o
pinguinzinho picolé. Será que
pinguinzinho picolé é o pinguim da
Groenlândia que estava acompanhando
Trump? Ele ficou revoltado, afinal
um sobrevivente de um dilúvio, cujos
pais foram salvos em detrimento de sua
existência. E como sobrevivente agora,
ele quer se revoltar e se rebelar contra
o mundo. E encontrou um outro rebelde
sem causa,
que é o nosso querido Trump. E aí eles
juntos agora estão querendo dominar o
mundo. E como o pinguim não consegue
dominar o mundo todo porque precisa de
gelo, ele se aliou a esse a humano
laranja para poder ter a Groenlândia.
Pode ser o pinguizinho picolé.
E caiu o questionamento.
Eu não sei, né?
Achei perigoso esse negócio de comido.
É, eu também achei um pouco assim, nada
contra
tem que ter um o encaminhamento de
intimidade suficiente para você poder
ter esse tipo de troca de ideia.
Realmente ficou bem violente. Maldade tá
em vocês. É, tá no nosso coraçãozinho.
O bom de não ser não se pautar apenas
pelos vios é que você não fica refém.
Exato. E tem maior liberdade de comentar
sobre qualquer tema. Exato. A gente fica
pobre, mas a gente tem liberdade.
É isso que a gente quer. Cadê nosso
querido pinguim picolé? Voz do ia ser
engraçado, hein? Eu eu queria ter esses
bagulhos de modulador de voz para fazer
umas graças, mas isso fica para outro
momento.
É só colocar o título clickbait. Veja
agora a nova treta da esquerda do vídeo
e você acabou de cair do bait. Vamos
falar sobre política Trump que tá
acontecendo nos Estados Unidos agora. É
isso. Isso tem um potencial também, né?
potencial fazer o clima tá tenso entre
os brothers, hein?
Quem viu viu. Voltamos lá no nosso grupo
do canalzinho aqui, o do da mim brezia
do canal. A gente colocou hoje um
videozinho que eu encontrei perdido na
internet. Quem compartilhou foi o
Andrade lá no Twitter e mas eu não sei
quem fez o vídeo, mas é o vídeo do Big
Brother, Big Bolevic Brother, né?
O Big Brother Bevic, eu não lembro, como
é que é o nome, e o
e os caras fizeram uma edição
maravilhosa, como se fosse o quadro do
sincerão entre Jones Manuel, Gustavo
Machado e eles começam a discutir e vai
citando outros. [ __ ] maravilhoso. Eu
tem que fazer parte da membresia ou
caçar esse vídeo para aí boa sorte para
vocês. Mas se você quiser fazer parte da
membresia aqui do canal, considere ser
membro, membra, membro e membresia,
porque tem conteúdos exclusivos para
você e para todas as outras pessoas que
também são membros, membras, membros e
membresia do canal, né? Tem vídeos que
são exclusivos, mas não é só para você,
mas também para você. Seja as aulas que
a gente tem do curso de evangélicos e
política no Brasil, Marx e Religião,
como fazer o seu projeto de pesquisa,
filosofia latino-americana e tem mais
coisas chegando por aí, além de algumas
outras leituras comentadas que são
exclusivas aqui para quem faz parte da
membresia do canal e a gente se diverte
bastante com isso. E aí você pode, ao se
inscrever no canal faz entrar pro nosso
grupo do Zap. Se você quiser fazer parte
do nosso grupo do Zap, aí você me manda
o e-mail lá e a gente troca uma ideia. O
e-mail também está aqui no comentário
desse vídeo, que é a mesma chave do Pix,
porque vai que sobrando uma merreca aí,
eu sempre esqueço de falar que se você
quiser mandar um Pix, você pode mandar
também um Pix para ir manter o nosso
trabalhinho, inclusive porque o senor
YouTube tem tido a mania de adiar um
pouquinho o pagamento adequado dos
meses. Eu sei, senhor YouTube, mas tudo
bem. Estamos seguindo aí na nossa
correria. Considero ser membro, membro
membro, vale a pena. Eh, menos, bem
menos. Na verdade, tô descobrindo que é
metade do valor de um café expresso.
Isso porque a gente é uma igreja
barista, a primeira igreja barista do
YouTube, primeira igreja barista do
WhatsApp. Estamos seguindo aqui,
produzindo conteúdo relativamente
qualificado. Meu nome é Bruno Requidal,
doutor em economia política mundial,
mestre filosofia gradosofia formada em
teologia e tô tentando trabalhar aqui
adequadamente na produção de conteúdo,
divulgação no nosso canalzinho, além de
ter o meu trampo CLT, que em breve chega
mais informações para você, porque acaba
circulando por aí. Acho que é isso. Se
eu não esqueci de nada, é isso.
E eu tinha mais uma parada para falar do
que a gente discutiu lá no no nosso
canal, no nosso grupo lá do do Zap, mas
eu esqueci. Já achava para lembrar.
Pobre, porém limpinho. Exato. Exato.
Pelo menos aqui estamos
aparentemente higienizados.
Lavamos as mãos.
Pior que tem uma foto famosa do Lula com
pinguim do Linux. Muito fofo. Eu nunca
vi essa foto. Eu realmente eu preciso
ver agora. Dá para usar esse bait em
todos os vídeos porque a galera tá
sempre tentando. É, fica até chato, né?
Ai, acompanha a nova treta da esquerda.
Poderia ser o dia que tiver uma live
sobre o dia de pais. Aí sim eu vou ficar
impressionado, né? Agora sim novidade.
Fizemos as pazes, somos amigos.
É aquela famosa cena do procurando Nemo.
Peixes são amigos, não comida, né?
Então,
talvez faça sentido aí com bait.
Eu vi no X. É, eu também. Que é muito
bom esse videozinho, maravilhoso.
Muito bom dia aos baristas mais
baristosos desse Brasilzão de Deus. Bom
dia, meu querido Víor. Como é que você
tá? Espero desejo que bem. Víor também
que contribui consideravelmente com
conteúdos excelentes ou comentários
precisos. Inclusive sobre anime na nossa
membresia lá. Valeu, cara. Tamo junto.
Os cursos são ouro, ouro puro, gold.
Bom dia, Juan, quanto tempo. Bom dia,
Bruno Tajal. Eu adoro seus trocadilhos.
Eu tava com saudade esses dias eu falei
isso aqui. Cadê os trocadilhos
maravilhoso de
do do Juan?
Muito obrigado aí.
Tuchu tuchu. Falando de escola e o ICL,
hein? É uma boa escola? É uma excelente
escola o ICL. O Instituto Conhecimento
Liberto é uma excelente escola,
excelente espaço de formação. E aí,
falando sério, os cursos de de
pós-graduação que eles têm lançado são
muito bons e eu sou muito suspeito para
falar porque eu trabalho lá, né? Então,
mas é bom, bom para caramba, cara.
Então, vale a pena, tá? O conteúdo é
excelente dos cursos. E assim, se a
gente for pensar no na nossa renda
média, não é não é um curso barato,
obviamente, mas nenhum curso de
pós-graduação num instituição privada é
barato. Agora, quando você pensa no
custo benefício e na qualidade de
conteúdo que você tem lá, o bagulho é
surreal assim. Aí é vale a pena, mas
vale muito assim, muito mesmo. Conteúo
muito bom. Grave Twitter amanhece sem
uma nova treta de esquerda. Engamento da
plataforma cai em 13%.
Provavelmente, especificamente 13% com
certeza. Meu 5G me sacaneou. I
sacanagem. É 5G deve ser amigo do senhor
YouTube aqui. Sacaneia a gente às vezes.
Ai minha gente, mas hoje a gente tem
assunto sério para falar e hoje vai ser
react de textão, texto grandão,
tipo gigante, pra gente discutir umas
paradas interessante.
Alguém já achou o link diferenciado?
Para ler o texto do Safatle sobre a
treta decolonial, escreve um bilhete,
passe debaixo da carteira. Talvez eu
conheça uma pessoa que já ouviu falar de
outra pessoa que sabe como talvez
hipoteticamente consiga acessar o texto.
Se eu conseguir encontrar essa linha
em algum momento possível sucessória de
encadeamentos hipotéticos,
quem sabe a gente consegue compartilhar
na membrasia. Mas é só se a gente
conseguir, que eu acho que a gente não
vai conseguir, então provavelmente não
vai ter acesso.
Bom dia, Will. Como é que você tá, meu
querido? Tudo bem? Espero desejo que
sim, cara. Que bom que você tá por aqui.
Supostamente, obviamente, supostamente.
Supostamente, supostamente. A gente não
sabe se existe essa possibilidade. A
gente não faz ideia se já ocorreu tal
feito, né?
Tráfico de textos piano, só substâncias
pesadas. Aqui é perigosíssimo.
Perigosíssimo. Não é, a gente tem que
ficar atento com esse tipo de coisa. É
crime. Nós não compactuamos com crime.
Ai, manos.
E a gente quer? Cara, eu queria ver se
eu achava um Não é hoje não é não é como
é que é que fala?
Não é conteúdo de react, mas eu queria
achar um videozinho do Cobor
porque ele seria um introdutório legal.
Quero ver se eu acho aqui pro nosso
papo, porque o nosso papo hoje vai ser
papo, viu? O assalto ao poder mundial,
que é o título de um livro do Franzin
Kelamert, não é dos melhores livros
dele, a gente vai até comentar sobre
isso. E aliás, muito bom que Gabriel,
membro aqui do canal, leu o texto e viu
falhas que existem nesse texto e
realmente existem. O me que vai
interessar pra gente é uma parte que é
muito interessante da crítica dele, que
não é do trabalho teórico, que o
trabalho teórico dele ali realmente é um
bagulho complicado, mas da parte de
análise,
vamos dizer assim, de conjuntura à
época, do início dos anos 2000, ele faz
os apontamentos podem ser muito úteis
pra gente hoje para pensar o que tá
acontecendo no mundo. E esse assalto ao
poder mundial, que é o título que ele
utiliza para falar sobre a posição dos
Estados Unidos no diante do mundo deste
nosso planetinha.
Deixa eu ver se eu acho aquiá
o videozinho do do nosso querido,
excelentíssimo cobori,
cuja tamb é maravilhosa.
Passagem.
Ó, gente, vocês, por favor,
não esqueça também de não pedir dica de
investimento, hein, para mim. Lembrei
esses dias aí que alguém pediu dica de
investimento. Falei: "Não dá
para investir tem que ter dinheiro". E a
gente sabe que a gente não tem. Então
não consigo nesse momento.
Ah, pronto. Lembrei agora aquele
personagem do poeta de sunga da TV.
Quase. Muitas possibilidades. Isso,
cara. Esse poeta era muito bom isso aí,
cara. Tem algumas coisas. A TV qu ela
ela é maravilhosa, né? E eu gosto que
eles não ficam presos a um a uma ou
outra parada. Eles são muito criativos,
muito inventivos e vão placando uma
parada atrás da outra.
Aquele lance do que o ele Daniel Furlan,
o pessoal que faz parte da TV Quase
fazia na MTV, naquele programa do fim do
mundo, Momento City Fou. Aquele era
muito bom, velho. Meu Deus do céu. Citei
Fu. Aí tem que criar vários momentos.
Esses quadrinhos, essas esses gatilhos
são muito bons. Os quadros do
choque de de cultura são muito bons, meu
Deus do céu. Assim como a
o Tufal de cobertura. Fale de cobertura,
inclusive estou ansioso para a nova
temporada, né? Espero que ela chegue
logo. O início do Brasileirão, muito
cedo, mas eu queria, tô querendo. Pô, se
liga aqui, ó. Acho que um
Essa também é boa frase que vale tapa na
cara.
Podia voltar a parada desse tipo aí hoje
em dia, viu?
No YouTube frases que valem tapa na
cara. Realmente é precioso.
Deixa eu compartilhar aqui porque eu
acho que vai ser legal isso aqui que o
senhor excelentíssimo
Cobor nos diz, né?
Hum.
Os quadros eram geniais. Metem o cestos
de insirílica com estética soviética do
nada. Exato. Completamente. Aquilo ali
era maravilhoso, cara. Mas tem um motivo
para conexão entre isso e fim de mundo,
né? Sei se a semiótica aí muito boa.
Momento citei. Foucaultô virou profecia.
Virou e funciona até hoje. Twets que
valentar para cara. É twets que vai.
Vixe. Aí só. Aí coitado. Não vai sobrar
uma pessoa no mundo que não esteja com a
bochecha inchada.
Vai ficar complicado.
Pera aí, querido professor Cobares.
Pronto. Deixa eu pausar minha musiquinha
aqui.
Eh, pra gente esquentar os nossos
motores, eu acho que vale a pena
acompanhar esse videozinho do cobor
fazer pequenos comentários, tá? Não é
grandes explanações nem react de vídeo,
que tem react de texto, né? A gente faz
muito react de texto nesse canal, mas
ser react de vídeo que é esse. Ah, aqui.
Vamos lá. Querido Cobori, são cinco
minutinhos só, quase seis e a gente vai
deixar a propagandinha do Cobori passar,
porque a gente gosta do Cobory.
>> Olá, pessoal. Ontem completou o primeiro
ano do segundo mandato de Donald Trump.
Afinal, o Já tem que fazer uma pausa
aqui, né? Esse vídeo a gente tem uns 10
dias já, primeiro ano
do segundo mandato de Trump e já parece
que a gente viveu uns 15 anos, né? É o
primeiro ano que valeu por uns 15, tá?
Tá clima, clima, pandemia, né? Você vive
15 anos em um, né? Um ano de Trump.
Parece que a gente tá uma eternidade com
essa desgraça. Parece que meu pai amado.
Ai Jeová. É, pera aí. Travou meu
computador. Presidente da maior potência
militar do planeta é apenas um louco ou
um louco com estratégia? Este é o
assunto do vídeo de hoje.
>> É o J Car.
>> Pessoal, se o assunto do seu interesse
>> é finanças, deu certinho. É o JK reverso
e o JK fica ali de de Cobor e o nome do
cara. Aí eu, aí fica dúbio aí qual que é
a piada que a gente vai fazer, mas fica
marcado, mas tem toda a razão.
Estratégia empresarial ou economia
política e também gosta de reflexões
como tudo isso se conecta com
filosofias, rumos da humanidade,
considere se inscrever aqui no meu
canal. E caso se inscreva, não esqueça
de ativar as notificações para ser
avisado sempre que eu postar um novo
conteúdo.
>> Não esqueça de deixar o like e fazer os
seus comentários aqui abaixo.
>> Peço mesmo.
>> Vamos lá ao assunto de hoje.
Há exatamente um ano atrás, na posse de
Donald Trump para o seu segundo mandato
à frente da maior potência militar do
planeta, eu gravei um vídeo analisando
suas primeiras ações com o título Era
Trump, o início do fim do império
americano. Se você não viu, vale a pena
assistir agora um ano depois. Ele
>> e nós fizemos um react a esse vídeo, um
react que também foi assistido pelo
querido Cobore.
Descobrimos isso posteriormente. Ele
também curtiu o nosso conteúdo.
Descobrimos que ele gostou da nossa
react, mas a gente fez react a esse
vídeo que ele tá falando, que fez o
react do vídeo. É um loop infinito de
vídeos, né, de de vídeos e conteúdos.
E dito isso, profeta cobore, né? Então
vamos lá que ele tem o hábito aí de
trabalhar com a vência de maneira
adequada.
Ele aparecerá no card aqui acima e na
descrição do vídeo. Bem, as ações do
mandatário estadunidense ao longo desses
primeiros 12 meses confirmam o conteúdo
do vídeo que citei. Donald Trump focou
seus ataques aos países do Bricks como
forma de minar, principalmente a China,
maior potência do bloco e objetivo final
dos Estados Unidos em sua estratégia de
adiar o declínio de seu império. Seus
ataques neste primeiro ano foram
majoritariamente de cunho econômico, se
utilizando da coção tarifária, inclusive
contra seus aliados. Como previ desde o
início, elas não teriam efeito imaginado
por Trump. Em 12 meses, a participação
do Brick no PIB global, em paridade do
poder de compra, saltou de 37 para 41%,
enquanto a do G7 caiu de 29 para 28%.
Considerando que Trump ataca todos,
inclusive os países do G7, vale a
comparação do Bricks apenas com os
Estados Unidos que tendem a se isolar do
resto do mundo. Dessa forma, a
participação estadunidense no PIB global
caiu de 15 para 13%.
as estimativas e projeções em
>> Ah, rapaz, isso aqui é dado importante.
Antes da gente voltar aqui, isso isso é
dado importante. Pera aí que eu já volto
a compartilhar.
Dado importante.
Primeiro que assim como a gente também
aqui no canalzinho, vou brincar de
evidência. Vou brincar de evidência. Se
vocês buscarem os nossos videozinhos a
respeito, os comentários que a gente fez
sobre o lance da das tarifas, o tarifá,
essa coisa toda, a gente comentou que
não ia dar em nada, né? que seria o
nosso querido. E criamos este meme
maravilhoso do tarifinho.
Criamos essa personagem, Tarifinho,
exatamente porque não ia dar em nada. E
o Tarifinho ganhou o Brasil. Quer dizer,
ninguém lembra dele, mas pelo menos ele
saiu em muito jornal por aí.
O meme do tarifinho segurando o taco.
Tarifinho que é o a caixinha de suco de
laranja
com múltiplas interpretações. Nós
fizemos o tarifinho porque a gente já
sabia que não ia dar em nada. assim de
verdade a tari o tarifá não ia dar em
nada, ia virar tarifinho. Fizemos antes
inclusive do anúncio do tarifinho. A
gente já tava preparado para isso, tava
só aguardando o momento adequado. Aí
quando o Trump deu para trás é só soltar
o tarifinhinho. Aí soltamos o tarifinho
e rodou tarifinho.
E aí, cara, se vocês acompanharem também
eh e considerarem que a gente conversou
após a na nossa live agora no começo do
ano, né, depois que teve a a o ataque de
Trump à Venezuela, o sequestro do
Maduro, essa coisa toda, a gente mostrou
aqui gráficos e apontamentos sobre esse
lance do papel dos bricks na economia
mundial. E aí, esses dados que o Cobor
trouxe pra gente reforçam esse ponto.
Participação no PIB mundial dos bricks,
especialmente no lance do paridade de
poder de compra, é massivamente maior do
que a do G7, assim, mas massivamente. E
se comparar com os Estados Unidos que tá
atacando essa própria ordem, meu irmão,
não tem por onde. Então, o
fortalecimento de um bloco alternativo
dentro da ordem mundial vigente, né, da
ordem internacional vigente, constituída
no pós-guerra pelos próprios Estados
Unidos e fortalecida pela estratégia de
globalização a partir dos anos 90,
mantendo temperatura de pressão e
temperatura eh e pressão normais, né,
tudo tranquilo, sossegado, fletezinho,
mantendo tudo estável, os bricks crescem
e crescem muito e seguiriam suplantando
ou superando relações constituídas pelos
próprios Estados Unidos, pela União
Europeia ou pelo G7, né, enquanto o
grupo mais importante ali da ONU. Por
isso se ataca essa destruição, a
instituição da ONU, a as instituições de
Organização Mundial do Comércio ou
outras formas de organização
internacional e tentando enfraquecer
esta ordem porque ela potencializa os
bricks e os bricks então defendendo esta
ordem que por um bom tempo foi muito
problemática para eles mesmos.
Então as contradições do mundo se dão
assim, né? Bem-vindos à dialética da
realidade.
Eh, quando quando o isso isso acontece,
a gente entende o porque Trump toma
essas decisões, a gente entende quais
são as estratégias que parecem ser uma
imbecilidade. É, do ponto de vista
racional sustentável, é burrice porque
você destrói as condições de reprodução
do dia seguinte, mas você entende porque
seu adversário tá tomando tais tais
atitudes tão drásticas. Então você
consegue fazer uma análise mais
interessante. É importante considerar
esses dados. E aí reforça o que a gente
fez análise sobre o que aconteceu com no
ataque contra a Venezuela, no sequestro
do Maduro, qual o papel desempenhado não
no jogo com a Venezuela, mas nesse jogo
de organização, de destruição da
organização propriamente dito, né?
Reganização da da ordem global, da ordem
internacional.
Então, importante aqui porque trazer o o
cob para papear com a gente, ele mais
sábio do que eu maneja mais números
e ele tem um teleprompt legal ali para
fazer o textinho. Então, tá lendo
textinho legal no teleprompt legal com
uma gravação legal, com fundo preto,
com, né, esse ar que eu não consigo
passar de seriedade. Mas um dia, quem
sabe que não tiver meus cabelos brancos
ali por volta dos meus 83 anos. Meu pai
hoje em dia tem 60 anos e não tem e fio
branco de cabelo. Então, quer dizer,
aparentemente o seguei é a mesma
genética. Incluind dado do FMI e do
Banco Mundial, confirmando que nenhum
império cai sem atirar após se utilizar
da coão econômica sem os resultados
esperados, Donald Trump parte para o uso
da força militar. Não surpreende que
tenha iniciado o ano com ataque a
Venezuela, seguido de ameaças ao Irã. E
agora a própria OTAN ao avisar que
anexará a Groenlândia ao território
americano por bem ou por mal. Não vou
detalhar tudo que já está povoando a
mídia tradicional e a internet nos
últimos dias.
>> Vocês com certeza já estão acompanhando.
>> Mas porque essa metralhadora retórica de
ameaças e deboches e essa pressa toda
apenas da primeira metade do primeiro
mês do ano?
Apesar de parecer maluco, o que eu
também acho que ele é, por mais que eu
acredite que não dará certo, Donald
Trump tem método e estratégia. Com uma
reunião já marcada com o presidente da
China, Xinpin, para abril, Trump, como
jogador de pôker, quer chegar lá no
jargão do jogo com uma boa mão. Dessa
forma, com as cartas da Venezuela, que
representam a capacidade de bloquear
acessos e protelar a hegemonia da moeda
americana no sistema Petrodólar, as
cartas da Groenlândia, que representam a
capacidade de bloquear a rota do Ártico
e ter acesso aos seus recursos naturais
de energia e terras raras. E as cartas
do Irã também sob petróleo, hegemonia de
sua moeda e capacidade de bloquear o
estreito de Ormus, por onde passa quase
metade do consumo de petróleo da China.
Donald Trump acredita que sentará à mesa
com capacidade de inclusive dar um ain e
ver Xinpin captular a sua frente. Essa
>> cara, a metáfora com o jogo ela é muito
boa.
Eh, porque a metáfora, né, não é um uma
explicação, é uma metáfora, uso de um
recurso de figura de linguagem aí pra
gente poder entender o que tá rolando,
né? Em certo sentido, Metáfora, acho que
tem outra analogia, né?
tá tentando se municiar o
suficientemente para conseguir na hora
de conversar com o seu principal
adversário dentro dos bricks, que é a
China, né, o grande motor econômico
dessa brincadeira toda,
tem um mínimo de pressão suficiente para
poder se impor, né, se impor e tentar se
tornar aí à base da força o líder do
jogo, né, o líder da ordem global, vamos
dizer assim, eu tentar recuperar um
posto. Só que a gente já sabe que não
tem como voltar a como era as coisas.
Então ele vai continuar pisando no
acelerador. O ponto é tentar fazer com
que a China não reaja. Então é você ter
carta suficiente para jogar e falar: "Ó,
fica na tua aí". Ele vai dar uma
blefada, né? Vai tentar se impor pelo
grito, porque em última instância a
imposição que ele é capaz de fazer pelas
armas, mas não faz sentido nenhum
operacional, estratégico, qualquer
coisa, prático que seja, um tipo de
guerra. para amanhã contra China ou
qualquer outro bloco nesse sentido, né?
Uma coisa é você atacar pequenos
fragmentos de países que não estão
necessariamente conectados com esse
grande bloco e tal. Outra coisa é você
achar, como professor Roca, o pessoal
todo fica aí escareca da geopolítica
dizendo que vai ter guerra a qualquer
momento, terceira guerra mundial a
qualquer momento. Não, não é assim,
gente. Pelo nome de Deus, o mundo é
sério e as coisas não são tão simples.
Eh, mas o que ele vai tentar é gritar,
né? fazer
tá suficientemente municiado para poder
gritar e dizer: "Ó, fica paradinho aí e
achar que isso vai controlar o jogo."
Mas me parece que não. Como
>> essa parece ser a estratégia de Donald
Trump nesse início de ano. Vai dar
certo? Bem, mantendo minha analogia nos
jogos, Trump está jogando pôker. Por
mais que chegue lá com uma boa mão e não
será a melhor delas, na lógica do póker,
ainda é um blef. E não esqueçamos que os
chineses jogam Gol, um jogo de
estratégia mais profunda, onde o
objetivo é ir ocupando as intercessões
no tabuleiro e isolando territórios até
que seu adversário fique sem mais
jogadas. O movimento do resto do mundo
mostra que cada vez mais os países se
afastam dos Estados Unidos e se
aproximam mais do sul global. Vide os
últimos movimentos do Canadá e União
Europeia, aliados históricos dos
americanos.
Donald Trump, ao utilizar do único poder
incontestável dos Estados Unidos, o
militar, está apelando e, como diz o
ditado, mais que popular, apelou,
perdeu. Espero que a reflexão de hoje
possa estimular em você um pensamento
crítico melhor.
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abraço e até o próximo vídeo.
Tudo que o Coby falou sobre o canal
dele, vocês faz favor de fazer no meu
também. Então ajuda aí que eu sempre
esqueço de fazer essas coisas, mas aí
vocês me ajuda aí. Mas dito isso, né?
Cara, muito massa, né? Eu eu gosto dessa
dessas analogias com jogos, porque eu
sou viciado em jogos, né? Então isso é
um ponto importante. É, foi um meta
react. Tem react do react de cada do
vídeo do react que teve outro react. A
gente tá praticamente jogando junto
mesmo. Tarifinho não ter virado mascote
internacional e astro do cinema é a
prova de que o sistema não é preparado,
não está preparado para meritocracia.
Com certeza não. Ô Tarifinho, cara, eu
achei tão bonitinho. Tem até música do
tarifinho. Talifinho, primeira profecia
da igreja que se concretizou.
Exatamente.
Ai, cara, tarifinho era personagem
maravilhoso. Tarifinho.
Tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá.
Tarifinho. Tarifinho. A gente precisava
do matifinho.
Eu tinha música do tarifinho em algum
lugar aqui, mas acho que eu não tenho
mais. Mas tinha a musiquinha do
tarifinhinho, pô. O maior tarifinho
ficou legal. E rodou aí os jornais
brasileiros.
Eu sou o terceiro maior fã da China.
Depois Cobor e Jabu.
Eu também. Eu eu gosto da analogia dos
jogos, cara. Analogia dos jogos me
interessa. Nunca ouvi esse ditado. É, o
ditado não é bem assim, né? Mas é,
apelou, parou. Uma parada assim, tá
jogando bola, por exemplo. Tá jogando
bola, aí o cara vai lá e apela. Pô,
apelou, tem que parar. Apelou, parou,
acabou. Pelou, parou. Não, não pode
apelar. Ou tá jogando videogame, o cara
apelou. Apelão. Apelão não pode, não
pode apelar. Tem que jogar aí. Tem que
ser o fair play, jogar justo, jogar
limpo, sem apelar, sem apelar, sem
apelar. Importante é o cara que acha que
é dono da bola, né, também. Aí o cara
vai lá e tá perdendo o jogo, leva a bola
embora. Tá apelão, tá apelando. E eu
acho engraçado que eu cresci no sul de
Minas, né? Então o pessoal falava
apelar, era só pelar. Tá pelando.
Pelando. Que que será que significa
pelando? Eu demorei um pouquinho,
sacar. Dito isso, é a metáfora dos jogos
aqui, uma analogia dos jogos, né? A
gente joga truco, né?
Brasileiro é truco ou dominó. Então a
gente tem que tem que pensar aí que que
será que isso implica pra gente além do
blef da malandragem que você tem que,
né, ter tá ligeiro, você nunca joga
sozinho, você depende do seu parceiro,
passar sinais,
ter aquela diplomacia, né, para dar
quando vai apelar, quando você vai
trucar, vai blefar, tem que blefar em
parceria, tem que dar o sinalzinho de
que tá com o zap, tá, que que tá
acontecendo aí, pá.
ou no Dominó, que é o jogo competitivo
barra cooperativo, que isso depende
também das peças que os caras vão
colocar na mesa. Então tem que ter ali
um certo jogo de cintura. São muitos
jogos, não é? Eu gosto de de de
metáforas de jogos porque eu sou viciado
em jogos de tabuleiro.
A e os jogos desempenham também, agora
um comentário à parte, funções distintas
na nossa habilidade de perceber e
resolver problemas, né? Por isso que tem
gente que fala: "Pô, xadrez, aquele jogo
de estratégia com vários movimentos e
tantas possibilidades da hora, porque
exerce um um tipo de reflexão sobre
resolução de problemas ou percepção de
resolução de problemas distinto.
Tem que saber gerenciar muito bem a sua
situação tendo um adversário diante de
você. Sentiu, Galvão, acusou o golpe
também. Mas, ó, essa esse comentário do
Cobor, eu acho ele importante assim da
gente sacar. Tem método, é loucura, é
insanidade, mas tem método, né? Tem tem
planejamento, tem é insanidade, mas tem.
É uma racionalidade que eu, essa
expressão do Fran Ramit, eu gosto muito,
é uma racionalidade suicida, né? Eh, ela
é uma racionalidade. Ela procura
utilizar os meios necessários para obter
um determinado fim. Busca otimizar esses
meios para ter o a obtenção ótima dos
fins, mas ao realizar e alcançar o fim,
destrói as condições paraa próxima ação.
Então, é uma racionalidade suicida, mas
ela tá ali presente e ela orienta as
tomadas de decisão dentro desse,
especialmente nas tomadas de decisão ali
nos Estados Unidos e como ele percebe o
mundo e atua, né? Pode ver que a
racionalidade gringa estadunidense, ela
é uma racionalidade que ao coordenar
meios por obter fim, destrói as
condições de sua própria existência
sempre, né? Ele encarna essa contradição
própria, inclusive do movimento
capitalista.
Então, algo da gente prestar atenção,
cara, que é legal.
Homoludens é importante, sim. O humano,
a pessoa jogadora que se diverte, que
brinca, pô, ajuda para caramba. Se foi o
que eu falei em casa paraa minha esposa
deixar eu comprar um suitch, que que
você falou para ela que você ia tomar
Groenlândia? Não,
cara, tem um jogo fando em jogo aqui,
que aqui é propaganda gratuita, mas nem
faz sentido porque esse jogo ainda não
foi traduzido pro Brasil. Então é um
apelo para que alguém traduza e traga e
publique esse jogo no Brasil. dos jogos
mais premiados da história dos jogos
tabuleiros modernos, que é esse aqui que
eu recomendo que vocês joguem também,
que é o Hive
Hitinho,
recomendo, tá? Tem na gringa pros nossos
queridos o William em situação de
Canadá, Leandro tá em situação de
Canadá, tantas pessoas que em situação
de Canadá que fazem parte dessa
membresia aqui,
tem no Canadá. E eu sei por quê. Porque
a minha companheira, antes da gente
casar, ela fez um intercâmbio pro Canadá
e ela trouxe esse jogo de lá, porque a
gente fez um planejamento para ter
jogos, que lá ia ter acesso a jogos que
a gente não tem aqui. Ela trouxe de lado
quando ela voltou. Eh, inclusive uma
história legal, a gente tava para casar,
ela tinha juntado na grana, falou: "Pô,
estamos com a grana aqui, que que a
gente faz para casar? Para faça o
intercâmbio? Que a gente faz o
intercâmbio, né? Depois que a gente
casar vai saber quando você vai
conseguir fazer intercâmbio. Faz agora.
Ela ficou um mês lá.
no final do ano e trouxe esse jogo para
nós. E isso aqui é a quantidade de
premiação que esse jogo já ganhou, tá?
Tipo de melhor jogo do ano, melhor jogo
não sei quando, melhor jogo não sei quê,
cara. E é um jogo que eu tô trazendo ele
aqui porque utilizando essa metáfora dos
jogos,
ele é um um jogo que não tem tabuleiro.
Eh, você constrói o tabuleiro enquanto
você joga, né? tipo dominó mesmo, até
então dominó não tem um tabuleiro, só
precisa da mesa e você vai montando e o
jogo vai se constituindo enquanto ele
vai enquanto você vai movimentando as
peças, né? Não tem um tabuleiro fixo
diferente de outros jogos, como xadrez,
como Gol, como eh Gamão, como damas, né?
Então, e mesmo como pôker ou truco ou
jogos de cartas que você tem fixado os
lugares e os movimentos que você vai
fazer aqui não é tão assim. Você você o
tabuleiro realmente se move enquanto
você joga. E cada peça tem um movimento
distinto.
São várias pecinhas bonitinhas de
insetos.
E aí, esquema disputa um contra um, tipo
xadrezinho, peças pretas contra peças
brancas e cada pecinha tem um inseto.
Esse car pode não parecer mais uma
formiga ou se parece interessante. Esse
é um gafanhotinho. E cada peça tem seu
movimento.
E o objetivo é você cercar a a abelha
rainha do seu adversário. Só que você
pode cercar tanto com as suas peças
quanto a peça do seu adversário.
Você não precisa ter as todas as suas
peças cercando o a abelha rainha, né, do
adversário. Você pode acabar utilizando
porque o tabuleiro vai se montando e as
peças tm que estar conectadas,
acabar utilizando as peças do seu
adversário sem mover nela, sem mover
elas para que a abelha seja presa. E
isso requer várias estratégias. E quanto
mais você joga, mais você vai aprendendo
as possibilidades de estratégia que você
tem, de mobilização das peças, de
inserção das peças, de uso dos recursos
que você pode ter no jogo. E eu falo
isso porque me parece agora analógica
com analogia, analogicamente,
analogamente, sei lá como é que a gente
vai chamar aí, Racionalidade analógica,
como diria Maurício Belchot, um
filósofo. É Maurício. Maurício é
Maurício Belchô,
filósofo mexicano. Muito, muito
interessante. Muito interessante
o uso da analogia, né? Então tô usando
aqui analogicamente a questão do jogo,
porque me parece ser um jogo em que você
não pode jogar achando que você vai
eliminar o seu adversário no jogo dessa
tal de geopolítica que a gente tem hoje.
Do modo como isso tá posto, ninguém
elimina numa guerra direta, no
enfrentamento direto dos Estados Unidos.
Não dá para você eliminar o seu
adversário porque ele é muito mais forte
do que você em muitos sentidos de como
se instituir instituir essa ordem.
Então, para você conseguir cumprir o
objetivo de cercar o seu adversário e
ganhar o jogo, cercar esta a abelha do
seu jogo, né? abelha do adversário, você
precisa, você precisa utilizar das armas
dele, fazer com que ele também se arme
numa numa armadilha, se coloque numa
armadilha, que ele não tenha saída, que
ele tenha que estar preso no jogo e seja
circundado pelo seu adversário por
várias estratégias distintas, mas que as
próprias peças desse seu adversário
sejam peças utilizadas contra ele.
Tô usando essa analogia porque hoje a
estratégia possível que se tem de
enfrentamento contra os Estados Unidos é
utilizando os recursos que ele mesmo
constituiu, seja da ordem internacional,
seja das crises internas pelas quais os
Estados Unidos têm passado hoje. Então,
hoje o o grande rival dos Estados Unidos
é ele mesmo. O grande problema é a crise
interna pela qual ele passa. E quem é o
nosso aliado? É o povo estadunidense que
tá indo contra o governo Trump, que tá
indo contra essa ordem que eles estão
tentando restabelecer. E aí, e então
hoje a gente tem que entender quem é
aliado e quem não é nesses dois âmbitos,
interno aos Estados Unidos e externo
enquanto ordem internacional ao mesmo
tempo.
Então, se tem alguém lá dentro que faz
voz de couro contas políticas tomadas
pelos Estados Unidos, independentemente
seja no âmbito internacional ou nacional
local, eu tenho que fazer o quê, aliado
querido, me dá um abraço,
porque é aí que a gente consegue força.
Ah, mas ele não tá, não é torcedor do
Corinthians, ele não está junto comigo
torcendo pelas brabas hoje pela manhã no
campeonato mundial feminino. Não
importa, a gente tem que conseguir esses
aliados, porque hoje você tem que
conseguir cercar o seu adversário,
inclusive com as peças ou com os
problemas que ele tem que lhe dar. É o
que a gente tem para fazer hoje. Não tem
um enfrentamento direto. A busca pelo
enfrentamento direto é exatamente o que
os Estados Unidos gostaria em última
instância, porque ali ele vence na bala,
na pressão, na pancada.
Então, precisamos aí complexificar a
nossa capacidade de interpretar o mundo
e as estratégias que a gente pode ter,
certo? Então, é
bom, é bom, é bom, é bom, é bom. Fechou?
Fica aí uma dica a partir das analogias
que é importante.
As pessoas não aceitam que a lógica do
capitalismo é um monopólio igual poder.
Também também busca monopolizar o
bagulho todo. O An fez isso, ele
leueville. Quem eu não, Quem é o WK? Eu
preciso saber quem é o Wang. Não conheço
o Wang por ignorância minha. Tá R$ 300
na Amazon. É melhor jogar cara a cara.
É, deve tá caro porque tem que importar
e as peças, ó. As peças são bonitas,
cara. são
tipo pe dominó mesmo assim bonitinha, ó.
Excelente.
E tem que importar daí porque nenhum
nenhum brasileiro, nenhuma editora
brasileira tá publicando esse tipo de de
jogo aqui, ó. E é bom, viu? Bom, bom.
Mas na gringa é mais barato. Você está
em situação internacional,
aproveite. Mas fica tranquilo, viu,
carapa? Porque o Cavendish disse que o o
dólar vai se fortalecer, o real vai vai
enfraquecer, então significa vai
acontecer o contrário, então já já vai
ficar mais barato pra gente comprar.
Exato, exato, exato. Wangunin, preciso
descobrir quem é o Wang Unin. Wang Unin,
não sei quem é o Wangunin. Sari
descobrir. Ele é o intelectual do PCCH.
Ah, não sabia. Vivendo e aprendendo.
Dá para fazer as peças com tampinha de
garrafa? Dá. Ah, eu tenho um amigo que
fez, cara. Eu tenho um amigo que fez
com, mas aí ele é marcineiro, né? Não
com tapete de rata. Ele pegou como
funcionava o jogo e ele fez as pecinhas
de madeira que ele viu, jogou com a
gente lá em casa e ele curtiu pr
caramba. Falou: "Cara, esse jogo é muito
legal. É bom para caraca. Esse jogo é
muito bom e ele é viciante. Esse jogo
você começa a jogar, você não para mais
de jogar essa desgraça. E aí ele fez
essas pecinhas de madeira, ficou bem
bonitinho, ficou bem legal.
Cadê o cara em situação de Canadá para
mandar pelo correio para mim? Brezia. É,
vocês vão ter que fazer um um esquema de
contrabando aí.
Mas é bom, cara. É bom. O jogo é muito
bom, velho. É muito bom mesmo. A, vale
muito a pena. Eu boto aqui o R.
Bem bom, bem bom, bem bom.
Divertidíssimo. É que é para duas
pessoas aí. Então, eu gosto também de
jogo de galera, mas é aquele joguinho
para você tá com alguém trocando ideia,
tomando um café, conversando e tentando
derrotar e eliminar o seu adversário,
né?
Jogal, né? E dá. É interessante, quanto
mais você se joga, você vai sacando as
estratégias, pô. Bom, hein? Bem bom.
Fica a dica. Me gusta, me gusta mo.
É bom, é bom, velho.
Mas é isso, então. E, cara, o Cobor tá
tá muito certo assim, né, na nessa
análise, nas análises que ele faz, em
geral, são muito sóbrias. Eu eu gosto,
gosto e acho que a linha correta.
E é isso. E aquilo,
ah, não é o, como é que é o nome?
Ah, mas o cara não é tão radical quanto
eu gosto, quanto eu queria. É problema,
né? Porque o que a gente precisa não é
de gente que seja do mesmo time que a
gente, mas que faça boa ciência, a boa
análise. É isso. É isso. É, apesar de
que eu acho que o Cobori é bem radical.
Ele escreveu América, America against
America. America against America é
literalmente essa essa tática aí. Massa,
pô. Sabia não. Eu preciso conhecer Wang
Runin. Não conheço não, mas deve ser,
pô. América. A América. Ah. Ah. Ah. O
nome interessante. Pilha duracel.
Ã, mas é isso, é isso, é isso, meu povo.
Agora a gente tem um um enfrentamento
importante que vai ser o grande react de
texto do assalto ao poder, né? dado esse
contexto gigantesco.
Ai ai. Deixa eu só preparar aqui. Não
esqueça de curtir esse vídeo aqui, de
hypar depois se rolar de como é que é
que mais que tem que pedir mesmo? Virar
membro, membro membro membrand
porque vai que tá sobrando uma merreca
aí. Vai que tá sobrando uma merreca aí.
Importante
para nosso trabalho.
Ã,
aí pronto, cara. O o livro que a gente
vai ler hoje, o react de texto que a
gente vai fazer, a gente vai ler um
trecho longo, por isso que eu tô aqui
acelerando até um pouquinho o papo e não
tô fazendo como normalmente a gente faz
de uma longa explanação sobre assuntos
aleatórios.
O o texto que a gente vai ler é um texto
interessantíssimo,
que tem suas falhas do ponto de vista
teórico, quando é uma discussão mais
aprofundada de filosofia,
mas muito bacana, cara, muito bacana.
Eh,
saudades quando Pedro Ivo ainda era vivo
e fazia react de texto. Ele faz, não
faz? Ele ainda faz. faz, se eu não me
engano, o Pel ainda faz react de texto.
Eh, mas o a gente vai fazer um react um
texto aqui que é um texto longo, tá? Por
isso que a gente vai vai falar aqui. E é
de um texto interessante do France
France inkamar. Tem uma capa, tem tem
duas edições, uma publicada pelo
Departamento Ecumênico de Investigações,
que é o que eu vou utilizar aqui por
motivos de fazer propaganda do day
também. E o outro, eu não lembro qual
foi a editora, mas a capa do outro é
muito provocativa, que é uma capa com
George W. Bush, assim, e aquele
bigodinho
muito característico do Charlie Chaplin
e de outro personagem um pouco
intrigante da história da Alemanha, né?
E aí dá para entender qual que é o o
ponto que ele tá querendo chamar
atenção. É bem claro nessa outra capa
fica bem explícito qual é o objetivo do
livro.
Mas é um é um livro que do ponto de
vista filosófico, quando discute teoria,
né, no âmbito filosófico, ele ainda é
muito frágil.
Ele é muito frágil. E eu agradeço o
Gabriel por ter chamado atenção nisso,
porque eu nem ia comentar isso na live,
mas é importante que Gabriel leu uma
pessoa muito aplicada, né? Gente,
compartilhou o livro lá na membresia e o
cara já leu. Excelente. Que pessoa
incrível. Mas ele ele do ponto de vista
teórico, filosófico, ele é mais frágil
do que outros textos do Franç que são
muito mais interessantes e potentes,
assim e mais adequados também.
Mas ele, do ponto de vista de análise do
que tava acontecendo no início dos anos
2000, é muito preciso e em certo sentido
profético de denúncia para o que a gente
vai ver hoje, ou seja, 20
3 anos depois da publicação do livro. E
eu acho que vai ser muito interessante
ver, por isso que eu vou trazer ele
aqui. Mas eu quero fazer uma introdução
a à história do France, de seus aliados,
né, o pessoal que trabalha com ele e da
publicação desse livro, que acho que vai
ser bom. E ô louco, Gustavo P tá com a
gente. Obrigado pela confiança de estar
com nós. Espero que você curta o
conteúdo que a gente tá fazendo aqui,
mano. Seja bem-vindo à primeira igreja
barista do YouTube e primeira igreja
barista do WhatsApp.
Se você quiser virar, participar lá do
nosso grupinho da membreia, cara, fica à
vontade. Manda o e-mail aqui, ó, para
essa esse aqui que tá passando aqui, que
é o Bruno @rikiddal.net,
que aí a gente troca uma ideia, se você
quiser, eu te adiciono lá. senão também
fica suave, porque eu sei que o WhatsApp
às vezes é um pouco invasivo, então fica
tranquilo. Mas se você quiser
participar, fica à vontade, chega lá com
a gente que a gente vai trocando ideia,
fechou? Obrigado aí pelo carinho, pô,
pela confiança. Fico feliz demais.
Bem-vindo,
bem-vindo.
E aí eu queria introduzir um pouquinho,
cara, porque eu acho que vale a pena
para entender o contexto do autor, da
obra, né? Porque que ele fala, faz
certas afirmações fortes, interessantes.
Geopoliticamente acertou em cheio.
Exatamente, Gabriel. Acabei de comentar.
Gabriel fez esse comentário lá do livro
de que em teoria é muito complicado, mas
geop na análise geopolítica, análise de
conjuntura dele é muito boa e é aquilo,
né? Ela consegue ser persistente.
Eu gosto que de análises que não
pretendem ser futuro,
produzir futurologia ou vidência, né? Eu
gosto mais daquelas que conseguem ser
persistentes, conseguem dar uma
estrutura que nos possibilita entender
aquilo que persiste ao em longo tempo,
né? E o France faz isso muito bem. E em
certo sentido, às vezes ele até foi nos
anos 80 em especial, o Franço foi tirado
meio que para merda, assim por algumas
análises que ele fazia
e que hoje são muito precisas assim.
Você falou: "Meu Deus, o homem tinha
persacado as estruturas do tempo, né,
que persistem no tempo". Então não é que
ele tava vendo o futuro, ele viu as
estruturas que estavam vigentes e que
persistiram no tempo. É muito legal da
gente discutir esse tipo de coisa.
Gosto, gosto. E o France faz excelentes
análises nesse sentido. Outras já eu já
não gosto, por exemplo, análises eh como
ele interpreta o processo na União
Soviética, não gosto muito de algumas
teorias de ferradura que ele mete. Às
vezes ele é incisivo demais. Mas dito
isso, no livro ele faz uma discussão
teórica muito genérica, abstrata, ainda
muito incipiente, especialmente quando
discute o tema do sujeito e o ataque ao
sujeito, a subjetividade é o agente
humano, né?
Só que ele corrige e aperfeiçoa e
explica muito melhor essa discussão em
outro livro dele que teve acho que duas
edições com nomes distintos. Um é o
grito do sujeito e o outro é o sujeito e
a lei. O sujeito e a lei. E esse livro,
o sujeito e a lei teria publicado
primeiro em 2005,
pouco depois do Franço ter publicado
esse da que a gente vai ler hoje, o
assalto ao poder mundial, que eu acho
que na verdade esse assalto ao poder
mundial, a minha minha impressão é que o
Fran queria discutir o tema dos Estados
Unidos, o papel dos Estados Unidos na
geopolítica e meteu o que ele tava
produzindo em paralelo das discussões da
teoria a respeito do sujeito.
E aí e no sujeito e a lei, né, cara, que
é um livraço assim, bom pra caramba.
O sujeito e a lei ganhou o primeiro
prêmio do primeiro prêmio liberador al
pensamento crítico. Liberador al
pensamento crítico que é dado pela
presidência da Venezuela, o pensamento
crítico latino-americano. E ele ganha o
primeiro. França é o primeiro laaludeado
com este prêmio, eh, liberador,
pensamento crítico e ele ganha o prêmio
com esse livro do sujeito e a lei que é
publicado em tudo canto é canto da
América Latina, mas adivinha o país que
não tem essa tradução do livro?
Ai que ódio que me dá. A gente não tem a
versão em português do livro.
Ai pai amado. Quem sabe um dia.
E aí sim é um livro que é mais robusto
nesse tema. Então a gente não vai se
deter no tema teórico do França, ou
seja, nas discussões filosóficas e
categoriais, né? A gente não vai
discutir exatamente
Brasil. Vai Brasil que esqueceu de
traduzir a porcaria do texto lá.
E a gente a gente fica muito distante do
debate latino-americano, cara. Fico tão
triste com isso. Mas tudo bem,
sobreviveremos. Faz parte. Era como na
época também. Tem toda razão. Toda
razão. Toda razão. Toda razão. O
E aí, cara, esse texto ele é muito mais
mais robusto. A gente não vai se
preocupar então nesse assalto do livro
do assalto ao poder a partir da
discussão filosófica e teórica, que
ainda não tá bem fundamentada, nem bem
estruturada. Ele só cuspiu ali e jogou
umas paradas que ele tava estudando, o
que daí faz com que ele fique mais
frágil e também possibilita quem quiser
fazer uma crítica ao pensamento do
France, pegar pelos limites do assalto
ao poder e ir para daí discutir, por
exemplo, o sujeito e a lei e fazer uma
crítica sobre a teoria sobre do sujeito
e da das ameaças, a subjetividade que
existe no pens na na percepção e do
pensamento France. Então, já é um
caminho aí para quem quiser fazer uma
crítica ao pensamento deste homem.
Eh, mas é um é um texto muito legal. A
parte da análise geopolítica dele é
muito legal, muito interessante e a
gente vai perceber umas paradas bacanas.
Dito isso, cara, Fran Kelamt, ele é um
autor, vou falar sobre ele, vou falar
sobre o Hugo Asman e sobre o Pablo
Richard, antes de falar do Departamento
Ecumínico de Investigações, que publicou
esse livro, o France, ele é exato. Eu
também, Gabriel. fica o pasmo cada vez
mais.
Por isso que a gente conhece esse homem,
você fala: "Caraca, não tem como não
discutir com esse homem, ainda que eu
não goste da teoria dele, é um bagulho
muito potente, assim, é muito genial.
Você fala: "Caraca,
maluco pensa de um jeito diferente". O a
sinapses desse homem circulava para um
lugar diferente
e tem a ver com a história dele também.
Ele nasce na Alemanha, né? Na
cidadezinha na Alemanha. Amstaden.
Amsttin. Amst. Amstat. Amsdat. Acho que
é assim que fala,
eh, que é uma cidadezinha interiorana na
Alemanha.
E quando ele tem 6 anos, quando tá com 6
anos, tem a ascensão dos nazes no poder
na Alemanha, ascensão de Hitler, essa
coisa toda. Então, ele vivencia a
infância até a adolescência dele todo
esse período. E a família dele era uma
família católica, ortodoxa,
conservadora, mas uma conservadora
humanista.
E dada a tradição eh
bastante apoiada por luteranos na
Alemanha, ao o partido do eles já ficam
meio desconfiados, apesar do Hitler ser
católico,
eles já ficam desconfiados e o pai dele
sendo humanista já tinha suas críticas
consideráveis a tudo que estava
acontecendo, mas era aquele clima de
tensão, de perseguição e tal. E aí ele
narra isso. E aí como a cidadezinha dele
já pequena, tal, viu pouca coisa das
violências que aconteciam nas grandes
cidades, nos grandes centros. Então era
menos evidente o grau de alto de
violência, mas ainda assim perceptível o
clima de tensão e essa parada toda. Na
adolescência dele, ele vê o final do
regime nazi, tudo que acontece depois
disso, o processo de reconstrução da
Alemanha. O pai dele era economista, né?
pai do Franç. Então ele tem uma
introdução ou discussões econômicas
interessantes, tem uma introdução desde
pequeno a esse tipo de discussões e
coisas, mas quando ele ainda é
adolescente lá pelos aí com 16 anos ele
encontra o livro, um livro que falava
sobre Simon Bolívar e ele fica encantado
com a existência do chi do do com a
existência da da América Latina, da luta
pela libertação nacional, a gran
Colômbia, essa coisa toda. E ele fala:
"Caraca, que legal, queria um dia ir pra
América Latina". E depois acontece
quando ele consegue vir pro Chile em 63.
Mas quando ele ainda é adolescente ali
pelos 17 anos e tal, os pais dele
morrem, tanto o pai e a mãe, ele perde
os pais muito cedo, ele fica ófo,
consegue algumas bolsas de estudo para
estudar e vai fazendo a trajetória dele.
Nessa trajetória ele estuda na Alemanha
ocidental, no pós-guerra, num instituto
alemão, que era eh da Universidade de
Berlim, que era o Instituto de Estudos
da Europa Oriental. Então ele estuda
União Soviética enquanto ele tá na
Alemanha ocidental. Ou seja, era um
instituto feito para você antioviético,
anticomunismo. E ele lê o bagulho todo.
Marx, Engels, Lenin, Stalin, Ksky, eh, a
esquerda russa inteira, esquerda alemã
inteira, Rosa Luxemburgo. Ele fica
encantado com com Rosa Luxemburgo. É o o
Franz é um cara muito influenciado pela
Rosa Luxemburgo. Um pensamento dele.
Legal que a gente tem um camarada no
nosso time lá, Fernando, no nosso time
da da membreia do canal que é
Luxemburguista.
E aí eu fiquei da hora, cara, porque o
Fran é muito influenciado pela Rosa,
Luxemburgo. Eh, e ele estuda essa parada
toda, ele conhece esse negócio todo, ele
tem um pensamento profundo a respeito
disso, lê obras completas de Marx, essa
coisa toda. E fica encantado, mas ele tá
fazendo isso também no processo crítico,
né? E aí ele faz uma análise do
planejamento soviético, uma análise, o
doutorado dele é brilhante. sobre sobre
análise e os limites do planejamento
soviético e como ele tá fazendo, como se
estruturava os pressupostos para você
fazer um plane economia de planificação.
E muito interessante, só que ele pega as
mesm essa mesma estrutura e aplica
depois para pensar a sociedade de
mercado, mercado liberal.
E quando ele faz isso, ele é convidado a
se retirar da universidade.
Ele vai aplicar a crítica agora ao
mercado liberal. E aí ele começa a ser
convidado a vai dar uma passeadinha, né?
Vai dar um rolê, meu querido.
E aí ele tava como pesquisador adjunto,
já atuando junto com o professor na
Alemanha, essa coisa toda. E ele começa
a buscar então um espaço para ele poder
trabalhar e ele consegue uma bolsa pela
instituição do Instituto Conrad
Adenauer, muito ligado à esquerda, a de
esquerda, ó, a o centro democracia
cristã. democracia cristã alemã e que
tem o partido da democracia cristã
chilena.
E ele consegue uma bolsa para vir pro
Chile para trabalhar junto da democracia
cristã chilena, cujo o o presidente do
Chile na época, Eduardo Frei, era
desse partido, então tava tendo uma
reforma universitária, essa coisa toda.
E ele veio pra América Latina em 63 com
essa bolsa para ser professor na
Pontifícia Universidade Católica do
Chile.
E aí ele fica até os até 70 até o início
dos anos 70.
Nesse processo de vinda paraa América
Latina, da pra América Latina,
ele começa a dar aulas, conhece o
pessoal da teologia da libertação,
conhece os movimentos populares, vai se
engajando na luta popular.
Eh, de uma dissidência do Partido da
Democracia Cristã, surge uma esquerda
radicalizada de cristãos que fundam
cristãos pelo socialismo, o qual ele dá
apoio. E o movimento unificado de
camponeses e e operários, né,
proletários, que é o MAPU,
que ele faz parte, se engaja e o MAPU
compõe a unidade popular que vai dar a
eleição de agenda, essa toda essa rede.
Ele funda o Serém, Centro de Estudos da
Realidade Nacional no Chile, junto com
o, Ai, meu Deus, fugiu o nome do cara
agora. Tudo bem, que foi ministro da da
ministro da fazenda do do
Artur. Tô ali, esqueci o nome do cara
agora.
Show Show. Eh, Jack Shon Show. O Jackson
Show foi ministro do Salvador Agender,
da unidade popular, funda a revista
junto com ele, trabalha junto com ele,
dá apoio na pesquisa, ou seja, tá
envolvido com esse processo da unidade
popular, dessa parada toda.
Muito louco essa trajetória do cara. E
aí vem o golpe, o golpe no início dos
anos 70,
o golpe do Pinoché.
O golpe do Pinochet
pré golpe, ele recebe uma carta, não só
ele, né? Ele, o movimento da galera que
ele era ligado, recebe uma carta dizendo
assim: "Aqui vai ser já carta". Em em
referência a um massacre que tinha
rolado na Indonésia, muito famoso,
massacre dos facões.
E eles recebem essa ameaça e aí eles já
ficam desesperados e tipo dias depois
tem o golpe, tem o golpe, tá todo mundo
maluco. O que que tá acontecendo aqui?
Então ele passa por o processo de ver
Alemanha nazi, vê o golpe no Chile, vê
durante os golpes subsequentes na
América Latina ter amigos e amigas que
são presos, assassinados, desaparecidos.
O primeiro livro dele que ele publica
depois que sai do Chile em 1974,
chamado Ideologia, eh, as armas
Ideológicas da Morte, é dedicado
nominalmente a amigos que foram
desaparecidos.
Então, tipo, ou assassinatos nas
ditaduras. Então, assim, ele vivenciou
todo esse processo do século XX, tá
ligado? Na Europa, nos Estados na Europa
e na América Latina.
Ele vivencia esse bagulho. Ele tem que
se refugiar na Alemanha. Quando ele se
refugia na Alemanha, ele fica lá um
tempo na Universidade
de Universidade de Berlim. Universidade
de Berlim.
Eh, e aí tinha, ó, que da hora. Essa
aqui é uma curiosidade que eu descobri
na pesquisa do doutorado. Curiosidade
aleatória. Todo mundo conhece o Frank.
o Gunder Frank, né? O Gunder Frank, que
é um dos fundadores aí da da teoria da
dependência. O France também é da teoria
da dependência. Os dois são fundadores
da teoria da dependência, mas a corrente
do Fran era um pouco mais deslocada da
que a gente conhece mais que a teoria eh
marxista da dependência, né, TMD, ou da
teoria da dependência vertente meio
weberiana, como do Paz e do Fernando
Henrique Cardoso. A gente conhece mais
essas duas dois grupos, mas tinha o
grupo do Serem, né, do Centro de Estudos
da Realidade Nacional que também se
compõe essa teoria da dependência e tem
debate debates com o pessoal da Césaro,
tem um livro que é Debates entre Césio e
Serém. e Sérge, a galera da teoria
marista da dependência,
eh, que é o Rui Mauro Marini, Teotinho
dos Santos, Vânia Bambirra, essa galera
toda, maioria brasileiro, e essa galera
trabalha junto. Então é muito legal
conhecer essa história. Dito isso, o
Fran vai pra Alemanha, o Gunder Frank
também. Os dois conseguem refúgio porque
são alemães, estão na embaixada alemã.
Ah, uma parte legal da história, eles
conseguem refúgio na embaixada da
Alemanha,
o France e o e o Gunder Frank. E o Franz
conta que o embaixador do Chile nessa
época era um cara que tinha vivenciado e
acho que tinha até ligações com o
partido nazista na Alemanha.
E aí ele conta que o que ele falou:
"Cara, eh, eu não vou permitir." O
embaixador, né, que tava na época lá
falou conversando com Franz, com com o G
Frank, falou: "Não, não, a gente vai
conseguir a o refúgio de vocês na
Alemanha, porque eu não posso compactuar
novamente,
não posso compactuar novamente com algo
assim". Então ele mesmo fez o paralelo
esse embaixador com o que tinha
acontecido na Alemanha, com Hitler, com
o Pinochet no Chile. Eu não posso
compactuar novamente com algo assim. E
aí o Fran consegue sair e vai pra
Alemanha, o Gunder Frank também. Os dois
chegam na Alemanha. Quando eles chegam
na Alemanha vão prestar uma prova para
ser professor da universidade
da Universidade de Berlim, na
Universidade de Livro de Berlim, a outra
Universidade de Berlim mesmo. Eles vão
vão lá e tem uma cátedra de estudos
latino-americanos. E os dois prestam
para para ser professor lá. E o France
passa e o Gunder Frank não.
Aí quando o Gunder Frank não passa, ele
vai pro Instituto Plan nos Estados
Unidos buscar um trampo lá e aí ele fica
nos Estados Unidos e o Fran fica na
Alemanha. Só que o Franço fica um ano na
Alemanha porque passado esse período de
um ano, o pessoal do do do da
Universidade de Berlim fala: "Isso é
muito radical", né? Então eles começam a
a a o diretor da universidade vem
dizendo: "Cara, ele é muito radical.
Esse cara é muito radical. Ele ele fica
discutindo os bagulhos que não dá, não
dá, não dá. Então ele começa a buscar
voltar pra América Latina porque ele
sacou que não vai dar para ficar na
Alemanha. E aí ele consegue no projeto
de fundação da Universidade
Centro-Americana, a UCA, que é uma
universidade que tem alguns países da da
América Central, eh, Guatemala,
Honduras, Guatemala, Honduras,
Nicarágua,
Guatemala, Honduras, Nicarágua, eu não
vou lembrar todos, mas são países da
América Central que se juntam e formam a
UCA e eles queriam criar a pós-graduação
da UCA, a pós-graduação em economia. E o
France vem então pra América Central
novamente. Agora pra América Central,
não, não pra América do Sul. para
trabalhar na fundação da UCA no programa
de economia.
Ele volta e funda, daí começa a
organizar a pós-graduação em economia da
UCA. Ele fica primeiro, acho que em
Honduras ou na fica acho que na
Guatemala primeiro e aí depois ele se
muda para Costa Rica. Cara, ó que
história maluca, né? E aí durante os
anos 80 todo, eh, o, ele a partir do
Day, o Departamento Ecumênico de
Investigações que ele fundam, eles
fundam, eles dão apoio a movimentos
populares, movimentos sociais,
movimentos militantes de toda a América
Latina, incluindo os revolucionários da
Nicarágua, em Cuba, eh movimentos de
resistência de todo o continente, né?
Acabam ligados muitas vezes com
movimentos religiosos, mas conectados
com essa galera do Day. Muito doido, né,
essa história, pô. Acho muito legal. Mas
tudo isso para dizer quando o Fran falar
no livro que a gente vai ler sobre uma
ponte entre a política estadunidense e
fascismo, não é de alguém que tá tirando
em abstrato, é de alguém que viveu isso.
Alemanha nazi, golpe no Chile do pinochê
e todo o processo de perseguição na
América Latina.
Quando quando um cara desse que tem essa
trajetória, que tem essa vida, fala:
"Meu meus amigos, isso aí é fascismo? Eu
não vou pôr em questão. Eu acho que ele
tem bagagem, experiência suficiente para
deixar meu orelha em pé.
Show.
Então tá importante isso aí. Importante
isso aí.
Bom dia, querida Valéria. Como é que
você tá? Tudo bem? Espero desejo que
sim. Bom dia. Espero que o conteúdo
auxilie hoje no papo, que seja bacana.
Usou o poper contra o liberalismo. Sim.
Cara, o Fran usou Isso é crítica, cara.
Isso. Isso é crítica. Isso é o trabalho
de crítica bem feita. Você pega o cara e
usa ele contra ele mesmo. [ __ ] genial.
O Rosa Luxemburgo tem texto sobre
marxismo e religião, né? Sim, sim, sim,
Jéssica. É, acho que é a igreja,
a igreja e o socialismo. Acho que é
isso. A igreja e o socialismo.
Não lembro agora o título, mas tem. E é
um um texto bem interessante, muito
interessante.
Eu gosto, gosto bastante. Um apelo, um
projeto possível, vídeos apresentando
esses autores da maneira como está
fazendo, autores que precisam conhecer.
Pô, isso ia ser legal. Eu tentei fazer
uma vez isso, mas faltou-me tempo. Ia
ser legal se a gente conseguisse fazer
esses vídeos com edição, saca? Assim,
tipo, edição [ __ ] assim, tipo contar a
história do Dusel com edição legal, com
a história do Fran com edição legal,
bala bem feita, ia ser da hora, né?
imagens, vídeos, porque tem muita coisa
registrada. O Dudu seu mesmo, dá para
achar no YouTube, ah, o a TV, o o a a o
jornal anunciando, né, o jornal falando:
"Acabou de explodir uma bomba na
biblioteca de um professor da
Universidade de Mendonça,
tipo, você vê o cara na frente da casa
do Dus pegando fogo, entendeu? Olha,
acabou de acontecer isso, tal, não sei o
que lá. Caraca, mano, que doideira.
Então, ess ia ser muito legal ter uns
doc assim, sabe? Os mini doc
apresentando autor, [ __ ] ia ser da
hora.
Agora você explicou o Bruno, a Bruno, a
TMD ostracizou ele porque não passa pano
prag não, pior que não, cara. Eles são
são eles eram são companheiros, eles
eles seguiram trabalhando juntos.
Que tinha diferenças do ponto de vista
estratégico. O France ele tem uma
estratégia bem menos radical no sentido
de revolucionária. Ele tem uma
estratégia distinta. E também o Franço
tem uma parada que aí eu tenho problemas
com ele
nesse sentido, que é uma observação
distinta do tanto que você tem que
incentivar o desenvolvimento das forças
produtivas.
Ele percebe um pouco diferente o
planejamento sobre desenvolvimento de
força produtiva em relação ao pessoal da
TMD. Tem uma discussão interessante aí
também, mas eles trabalharam juntos. Se
vocês procurarem no Google depois,
eh, Teotônio do teoria da dependência,
Teotônio dos Santos e põe França. Ah,
vou fazer isso já. A gente já tá aqui
mesmo, né?
Deixa eu abrir uma janela aqui. Pera aí,
pera aí, pera aí, pera aí. Já estamos
aí. Por que que eu não vou fazer isso
já?
Ó,
isso é um vídeo mais recente, assim, ele
ainda é em VHS,
numa TV espanhola, digase-se de
passagem, ou seja, na TV
latino-americana não teve isso, tá?
Santos,
France
30. Isso, teoria da dependência 30 anos
depois.
Ó,
Universidade Internacional de Andalusia.
Mostrar para vocês.
Cara, esses caras trabalharam juntos,
eles tinham muito respeito múo, assim, é
interessante ver. Tem pouca citação
entre eles, tá? entre os autores, mas
mesmo entre o próprio pessoal da teoria
da TMD, eles se citam pouco nos textos,
mas eles trabalham conjuntamente. É bem
bem legal ver isso. Deixa eu parar meu
áudio aqui só pra gente ver um
pouquinho.
Então, teoria da dependência depois. Aí
foi
edições anos
Rid una teoria surge medo
un lado los procesos de descoloniz y
otro lado los procesos de marginación
que fu producidos por la creación de un
nuevo orden político mundial
que ha abordado
perspectiva
filosófica e é aparece o nome pronto
melo
industrial capital internacional sobreal
no
influencia
lmites
economia
que entrou
desarrol
>> e aqui o fran bom velhinho
>> como pobrezaismo
se descubre a seca se descobre quando
uno dignidade
e ataca a la dignidad es senoo O creo
tieneoo que ver con eso con hecho de que
en los 60 ha aparecido la teoria de la
dependência.
Muito bom, né?
Estamos aí. É legal ver a história sendo
feita aqui diante de nós.
Mas é legal. É legal.
Hum.
Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê?
Cadê? Música, música, música, música,
música, música, música.
Aqui.
Ah, perdi aqui onde nós estávamos nos
nossos comentários.
Tã ao mesmo Brasil, bambir, etc. Eram
tresquistas. Sim, eram trotquistas.
todos eles. Bom dia, galerinha. Bom dia,
querido canal do Guinho. Como é que você
tá, mano? Sigam o canal do Guinho. Bom
dia, Guinho. Como é que você tá, irmão?
De boa? Espero e desejo que sim. Espero
que deseja tudo bem. Que bom que você tá
aqui com nós. Estamos trocando ideia aí.
Teremos em breve um longo react de
texto.
Estamos contando história no momento.
Sim, eu tô falando do final que copiou o
intrismo. Ah, eu ainda tenho problema
com esse nome do intrismo ainda, mas é
coisa minha. Tô completamente ao vivo.
Estamos aí ao vivo. Ao vivaço, cara. É
legal ver o Franz, né, o o
o Teotonio, a galera tá conversando. É
um vídeo que vale a pena vocês
assistirem depois. Vale a pena depois
procurar ouvir um pouquinho. É legal. A
reflexão é interessante.
Até a abordagem é distinta de como eles
fazem as discussões, as conversas. É
massa. Mas eis que a história se fez
diante de nós. Estamos aí com com esse
papo. Esse essa foi a trajetória do
Franço, né, para fundar o Departamento
Ecumênico de Investigações que eles
funda na Costa Rica.
E qual o motivo deles fundarem na Costa
Rica? Eu já contei isso uma vez no
canal, algumas vezes. Eles fundam na
Costa Rica por motivos de
não ser perseguido por uma ditadura. Não
sei se vocês sabem, mas a Costa Rica,
ela foi organizada depois de um processo
também não muito pacífico de
semicolonização em certo sentido. Ela
foi organizada para ser um exemplo
anticomunista na América Latina, no
continente da América Latina.
Então, os movimentos socialistas,
comunistas foram muito suprimidos de
esquerda. Até hoje eles são muito
enfraquecidos, muito enfraquecidos,
infelizmente.
E se instalaram lá várias organizações
internacionais, né, da sede dacho que é
lá, se não me engano, se eu não me
engano, posso estar equivocado, mas tem
vários organismos internacionais lá, o
Banco Mundial, FMI, tem muita, muita,
muita participação na economia da Costa
Rica, né? A Universidade da Costa Rica.
Fui lá, fui lá, né? Ela é linda assim,
cara. Um campus muito legal, muito
grande em São Rossé, super bonito, muito
da hora. Gostei para caramba de lá.
Só que eu descobri enquanto eu tava lá
conversando com os alunos, conversando
com o pessoal, entendendo as coisas,
ele, a universidade, os prédios, a
propriedade é do Banco Mundial.
Juro por Deus, porque foi um pacto feito
há 300 anos atrás. A constituição da
estrutura aí fica de uso do do do estado
costarricense, a população utiliza,
universidade pública, não sei quê, ou
semipública, né, porque paga uma taxa
lá, mas é pública, mas você Mas os
prédios e toda a estrutura do Banco
Mundial.
Então, tipo, você entra dentro de um
lugar lá, tem um McDonald's, sabe,
dentro do negócio, sabe? Que que é isso
aí? A única sala que tem alguma
expressão artística mais ousada é a sala
do DCE, vamos dizer assim, porque DCE em
qualquer lugar do mundo é DCE.
Aí o E tipo é doideira, né? Mas ainda
tem uma esquerdativa, entre a galera que
produz muito. Mas eles vão para lá por
quê? Porque na Costa Rica não tem
exército. E aí eles falam: "Pô, aqui não
corre risco da gente tomar um golpe".
Então a estratégia deles é: monta o
departamento aqui, a gente fica meio que
no esc na surdina e faz a formação
militante trazendo a galera para cá,
porque aqui a galera fica protegida. não
vai correr o risco de ter um golpe, de
ter perseguição, ter não sei o que lá.
Então, traz os militantes para Costa
Rica, faz a formação do pessoal e tal. E
aí pode trabalhar com relativa
liberdade. E eles fizeram isso. E por
que que isso acontece? A ideia surgiu
principalmente de um outro de um outro
de um brasileiro chamado Hugo Asman,
também de tradição de de família alemã.
Hugo Asman, que era padre, quase padre.
Eu nunca entendi muito bem a relação
dele, mas me parece que era padre,
porque tem uma lenda que diz que no
período ali perto do golpe militar aqui
no Brasil
botaram o fogo na paróquia dele, tá
ligado?
Era uma pessoa querida pela população.
Mas o que acontece? O o Hugo Asman tem
um golpe militar no Brasil, ele tem que
fugir. Quando ele foge, ele vai pra
Bolívia. na Bolívia. Ele chegou lá um
pouquinho depois tem golpe. Ele tem que
fugir da Bolívia e vai pro Chile. Quando
ele chega no Chile um pouquinho depois,
que adivinha o que que tem? Outro golpe.
Onde esse homem vai tem golpe. E aí na
minha cabeça eu tenho uma leve teoria da
conspiração de que os golpes da América
Latina tem alguma relação de culpa da
existência do guasman. Onde esse homem
passa tem golpe. E aí ele fala: "Pô, não
aguento mais tomar golpe, velho. Não
aguento mais ter que fugir de polícia,
não aguento mais ter que fugir de
exército, não aguento mais não, não,
não. Vamos para algum lugar que a gente
consiga se proteger minimamente ou não
correr esse risco. Aí eles vão pra Costa
Rica e na Costa Rica faz o trabalho
militante deles. O Hugo Asman tem, acho
que o primeiro livro publicado em
espanhol,
uma coletânea chamada Sobre la Religion,
né? sobre a religião, que são coletâneas
de textos de Marx, Engels, Lenin, Rosa
Luxemburgo, Kautsky.
É uma porrada de gente que eles colectam
sobre o que marxistas falam sobre
religião. Eles fazem uma curadoria
maravilhosa e aí eles lançam esse sobre
Larril Hum. publica ele, o Guasman, em
um espanhol chamado Rei é Reis, como é
que é o nome dele? Alguma coisa mate
reis. Rei Esmate, rei Mat. É o Rei
Esmate e aí ele e o Rei Esmate publicam
o Ostma já faleceu, o Rei Esmate não. E
o Rei Esmate fez uma segunda edição, que
para quem é da membresia aqui do canal,
eu vou mandar essa edição para vocês,
que é a introdução da segunda edição de
Sober Religion, que é essa coletânia, é
delícia de ler. Delícia de ler, sem
sacanagem. Tem para quem quiser ter uma
introdução, a discussão sobre marxismo e
religião, cara, a introdução desse livro
é, ó, maravilhosa, a segunda edição. Ele
faz até uma homenagem ao Guasman que já
tinha falecido. Vou mandar para vocês.
Saiu recentemente, não faz muito tempo
não. E aí a gente tem o PDFzinho. Claro
que vamos liberar para aquele da memoria
do canal, mas é bom, viu? Bom, então
esse é o motivo deles irem lá pro pro
para Costa Rica. Assim como Pablo
Richard, que era padre no Chile,
chileno, ele publicava um livro que ele
publicava em parceria
Pablo Richard e
Santiago Torres,
era o pseudônimo dele mesmo. Então ele
publicava,
ele publicava o livro Pablo Richa de
Santiago Torres, só que Santiago Torres
era ele mesmo.
E por que que ele fazia isso? Porque ele
era padre e publicava livros muito
críticos. Aí a parte revolucionária, não
sei que lá, ele dizia: "Não, mas quem
escreveu isso foi o Santiago, não fui
eu". E aí a parte mais ordeira, berus,
né? Ele falava: "Não, essa aqui fui eu
que escrevi". Então ele conseguia
publicar o livro com dois autores, sendo
ele mesmo, e se protegendo, seja da
cúria romana, seja da de algum de algum
outra instituição civil que reclamasse
dos textos dele. E aí ele ficava com
esses dois
os dois nomes lá, Pablo Richa eQ Torres,
mas o sequ Torres aí é o Torres que
escreveu, não fui eu, mas ninguém achava
quem era esse Torres porque era ele
mesmo. Só que ele tem o golpe no Chile,
né? E aí ele tem que fugir porque ele
era um dos fundadores e organizadores do
cristãos pelo socialismo. E aí quando
ele foge para se proteger, ele era um
assim, era um padre, mas não era tipo é
de alta cúria para ficar salvo. Não tava
safe. Ele fica seis meses escondido numa
cripta de uma paróquia.
Passa um tempo lá e já deu seis meses,
ele consegue fugir e vai pro Peru. Chega
no Peru, trabalha de barm no interior
por um tempo até conseguir a papelada e
a fuga dele para ir pra França. E aí ele
cria um outro nome, não sei o que
Guzman, não, não. Guzman, era o
sobrenome. Ele esqueci. Ele inventa um
terceiro nome que é um outro pseudônimo
que era o nome dele de Barm.
O homem, o homem é um falsário bom,
clássico, bom. E aí depois ele vai pra
França, faz, estuda na França por um
tempo, depois vai paraa Costa Rica para
fundar o Day junto com o Gasman e o
Franzin Kam. Essa é a trajetória desses
caras. Por isso quando os cara desse
fala: "Ó, isso aqui é fascismo, hein? Ou
isso aí é coisa de fascista, eu levo a
sério." Porque os caras com essa
trajetória, eles não estão brincando,
entendeu? No mínimo eu tenho que
considerar, posso até depois falar:
"Não, acho que não é bem assim". Mas no
mínimo eu tenho que considerar falar:
"Não, pera, esses caras aí eles estão
falando algum bagulho que é sério, então
vou considerar". Bom dia, Érica. Como é
que você tá? Tudo bom? Espero e desejo
que sim. Espero que curta, que a gente
tem um longo react de texto para fazer
já já. Espero que você goste.
Tô fazendo uma longa introdução para
situar bem o texto, pra gente poder
conversar no tema, um tema bacana. Então
é é bom, é bom bom bom bom de um jeito
adequado. Mas vamos ler o texto do
França. Bom dia. Bom dia. Meu, eu vi a
foto que você lançou. Que da hora que a
galera botou teu nome na placa. Muito
massa. Achei muito massa. Érica, agora
tem tem é nome de placa. Que da hora,
mano. Gostei, gostei. Me senti
satisfeito.
Atendi.
Bom dia, Cina Island. Traço 06h, tudo
bem com você? Espero desejo que sim. Ai
minha gente, bora lá, né? Bora pro
texto. Bora pro texto. Vamos ler textos,
um longo texto. Agora que eu fiz a
introdução do do autor, seus colegas, a
galera toda, a história desse pessoal
que tá discutindo esse tema, porque a
gente consegue daí minimamente entender.
Chegou, chegou, chegou na hora do re de
texto. Vamos ler juntos. Vamos ler
junto. Chegou na hora correta.
A gente vai ler junto aqui. Acho que
vai, vai, vai ser massa.
E é isso. Deixa eu pegar aqui.
Ah, pera aí.
Hum.
Cadê o texto?
e compartilha a tela com vocês.
O assalto ao poder mundial.
Vamos lá.
Aí, aí, texto, me ajuda. Me ajuda a te
ajudar.
Pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera
aí, pera aí.
Vamos lá.
Vamos lá, vamos lá ler esse textinho
aqui. Massa do France, o assalto ao
poder mundial. Como eu já falei, ele tem
um problema nesse texto e que vem essa
introdução e essa conversa sobre esse
problema graças ao Gabriel que trouxe o
debate no nosso grupo da membimbia.
E isso é importante da gente considerar,
né, do ponto de vista no na discussão
filosófica e teórica, esse texto aqui
tem problemas que depois serão
corrigidos na produção mais robusta do
Franz um pouquinho paraa frente em outro
livro chamado Sujeito e a Lei.
H, cadê? Cadê? Mas é um é um livro
interessante, né? Então, o título do
livro é O assalto ao poder Mundial e a
violência sagrada do império. E o que
nos interessa não é a parte da violência
sagrada do império, que é a partir do
capítulo 3 do livro.
Essa parte é a parte frágil da
argumentação do França. A parte
interessante e que vale a pena nossa
leitura para entender o nosso tempo é
esse aqui do assalto ao poder mundial,
que curiosamente título da nossa live.
Nossa, por que será? Ah, ele foi foi
publicado pelo Departamento Ecumênico de
Investigações em São José, Costa Rica, o
day, como eu disse, no ano da graça de
2003. É importante destacar aqui o ano
da graça de 2003, porque é um texto cujo
contexto histórico, o momento enfrentado
foi as invasões ao Iraque e ao
Afeganistão.
Então, após a invasões ao Iraque e
Afeganistão, o Franço publica esse texto
pensando no na posição que os Estados
Unidos passou a tomar a partir do início
dos anos 2000, que diferencia
ou altera eh consideravelmente da
posição tomada no pós-guerra. Vocês vão
dá para entender o porquê. Não dá para
dizer que é a mesma coisa, é uma
continuidade de políticas. tem uma
mudança, tem uma mudança de estratégia,
uma mudança de movimento, cujos efeitos
ou estruturas permanentes ou que
persistem, então nós vemos e vivenciamos
até hoje. E por isso que vale a pena a
gente ler aqui. Ah,
o livro foi dedicado ao Norbert Arms.
Norbert,
que é um amigo do France, e é um cara
interessante,
faz umas discussões interessantes
também, não sou muito chegado alguns
papos teológicos dele, mas é um cara
interessante. E a gente vai ler o
capítulo dois, né, a guerra contra o
Iraque, o assalto ao poder mundial, né,
que a partir da guerra contra o Iraque,
o France pensa nesse lance do assalto ao
poder mundial, que é o que nos interessa
hoje, pra gente pensar um pouquinho. Tá
comentando só pra gente poder ter um
contexto, né?
Aqui os assaltantes assaltam entre si. O
France tá falando depois do pós-guerra,
né? Estabelecimento do da de um uma nova
ordem mundial a partir da ONU, a partir
organismos que vão se constituindo no
Ocidente, que depois vão enfrentar o
Oriente, né? Vão enfrentar a União
Soviética, os movimentos revolucionários
na China, no Vietnã.
Depois de estabelecido isso, o França
dizer para expandir, para se expandir
esse grupo que constantemente cria
guerras, que é o Ocidente, né, para ele
poder se expandir, agora eles têm que
assaltar entre eles. Isso aconteceu na
Primeira Grande Guerra, né, deflagra a
Primeira Grande Guerra. A segunda Grande
Guerra são deflagradas pelo assalto que
as esses poderes, esses países centrais
t. Eles assaltam entre si, tentam tomar
de assalto o poder mundial. Primeira
grande guerra, segunda grande guerra,
fala na Segunda Grande Guerra é
literalmente assalto ao poder mundial.
Eles realmente querem se assaltar. E aí
ele ele destaca no na construção do
inimigo comum, conspiração mundial para
combater e tal, paralelos interessantes
entre a estratégia adotada pela Alemanha
nazi e pelos Estados Unidos em outro
momento para justificar o assalto ao
poder mundial propriamente dito. Esse
outro momento é o que acontece a partir
ali do final dos anos 90, início dos
anos 2000.
Mas beleza, aí ele vai comentar então a
estratégia a partir de Bush, né, no
início dos anos 2000.
Eh, e discussões interessantes sobre
problemas eh internos dos Estados Unidos
e como se refletem no na política
externa. Então, beleza, eu vou aqui, n,
então, até aqui é essa essa discussão
na no sete desse capítulo dois, as
analogias surpreendem. O Franz vai
comentar, ó, eu não tô fazendo
gratuitamente, tá, a discussão
sobre
eh essa postura de tentar dominar o
Globo e tomar de assalto o poder mundial
entre a Alemanha nazista e Estados
Unidos. Ele falam: "Não estou fazendo
isso de maneira gratuita. Não estou
fazendo de maneira gratuita." E lembro
que eu acabei de dar um histórico
inteiro sobre a trajetória do França,
essa coisa toda e tal.
As analogias surpreendem,
elas têm uma parada interessante, mas a
gente não vai ler essa parte, a gente
vai direto pra próxima, que é o que nos
interessa. Então fica a recomendação
para quem quiser ler
depois mente a estratégia da
globalização e o assalto ao poder
mundial. E aí, quem acompanha o canal
aqui vai perceber o quanto eu também sou
influenciado por essa percepção crítica
da globalização em seus aspectos de
abertura, né, de janelas de oportunidade
para você ter certas novas estratégias
para desenvolvimento e também as suas
contradições de violência e processo
completamente complicado, né, que cria
novas contradições a serem enfrentadas
na ordem global.
Então, quem tem acompanhado o canal vai
sacar que aqui também influencia. Além
do Windkins que a gente já comentou
aqui, o France também tem a influência
nesse papo. Então, vamos lá. Era isso
que eu tinha para apresentar para dar
contexto, né? Texto fora de contexto é
pretexto e a gente não quer dar pretexto
não. A gente quer fazer um trabalho
decente.
Então, vamos lá.
A estratégia da globalização e o assalto
ao mundo. E eu gosto dessa ideia do
assalto ao mundo, né? tomar de assalto,
essa coisa toda. É um é uma expressão
interessante da gente utilizar para
papear.
Então, estratégia da globalização e o
assalto ao mundo, né?
Esse assalto
atual, atual no caso, novamente, dos
anos 2000, início dos anos 2000. Opa,
pera aí. Traduzindo, guerra é igual um
país querendo pegar o território de
outro também. Exatamente. O que é você
faz para isso, para dominar, para
controle, para aumentar seu poder.
Aliás, o tamanho da letra tá bom para
vocês na leitura? Eu tenho essa
preocupação, sabe? Tá muito,
muito rá bom, tá bom a leitura desse?
Espero que sim. Se não tivesses, me
avisam que eu aumento a letra.
Esse assalto atual, no início dos anos
2000 possui muitos antecedentes
que deve-se ter em conta, né?
Pera aí. Oi. Deixa eu diminuir aqui,
senão eu que me me bagunço. O tamanho tá
bom. Ai, que bom. Então, se o tamanho tá
bom, tá bom. Fico satisfeito com esta
parte. Pera aí. Para eu poder manejar
melhor o texto. Esse assalto atual, esse
assalto atual possui muitos antecedentes
que devem-se ter em conta se queremos eh
tomar de frente ou enfrentá-lo, né? que
queremos enfrentar.
Primeiro, devemos falar da estratégia de
acumulação de capital chamada
globalização. Aqui já é uma definição
importante. Globalização como estratégia
de acumulação de capital.
aquilo que se chamava de globalização é
interpretado pelo nosso querido autor
como uma estratégia de acumulação de
capital, uma nova estratégia para
acumulação de capital
e que começa com força
com o governo Reagan, né? Governo de
Bronald Reagan nos anos 80. estratégia
de globalização começa ali, o pessoal
começa a forjar isso ali.
Maer, presidente da multinacional suíça
Nestle em 1991,
afirmou nesse momento que teria
executivos managers com instinto
assassino, Killer Instinct,
e vontade de luta. Então, que que isso
será que tem a ver, né, com
globalização? Eu quero um presidente
multinacional dizendo, ó, presidente da
da Nest, presidente da Nest falando, eu
quero os executivos com instinto
assassino e vontade de luta. Termos
interessantes para você falar sobre um
planejamento e organização de uma
empresa. Maer se via ouvia a si mesmo
como um homem com instinto assassino, o
que considerava uma honra. O conceito de
instinto assassino passou logo a
linguagem com a qual se interpretavam os
executivos a si mesmos. Então os os
executivos se percebem enquanto esses
serial killers e então esses com esse
instinto assassino, né? O autor de
bestsellers Jack
ampliou isso e criou o conceito de
competição assassina. Killer Wetbert, eu
não sei falar essa palavra aqui. Perdão
aí comigo pelo meu péssimo alemão. Wet
berb ou é? Eu já nem sei o que tá
acontecendo aqui. Seguindo.
Ah. Tru, a competição consegue ser o
ideal quando chega a ser competência
assassina ou competição assassina, né?
Então, o ideal é quando a competição
chega a ser assassina. Isso é um ponto
importante pra gente entender o que esse
pessoal tá falando. Aliás, Nestlé, que
entra na disputa no início dos anos 2000
na Bolívia pelo controle da água, que
gera a guerra da água, que vai ser
crucial para o fortalecimento da
esquerda boliviana na luta contra o
neoliberalismo e o processo de
globalização que tenta controlar a água
com o famoso slogan la eh la água es
nuestra carajo, né? muito conhecida,
slogan
caraco,
em que povos originários, comunidades
locais, sociedade civil lutam
efetivamente contra a polícia
orquestrada e dominada por interesses
multinacionais, com presidente boliviano
entregue os interesses internacionais,
eh, e lutam contra eles e vencem a
chamada guerra da água para impedir que
fossem privatizadas as fontes de água, a
água da Bolívia.
E isso deflagra aí um fortalecimento
considerável da esquerda boliviana que
vai dar inclusive na vitória do MAS e o
projeto a partir de Evo Morales de uma
Bolívia bolivariana, estado
plurinacional da Bolívia.
Interessantíssimo de ver esses
contextos, né? Os executivos do fundo
internacionário, fundo monetário
mundial, né? Fundo Monetário
Internacional, no caso, o Banco Mundial,
a Organização Mundial do Comércio
precisam, necessitam, do mesmo modo
desse instinto assassino.
Novamente, quanto mais surgem grupos,
inclusive estados de acidentes, tanto
mais é necessário um poder mundial com
instinto assassino.
e, finalmente precisam de um estado que
assalte o poder mundial para fazer
entrar em todos os outros em sua razão,
eh, em sua razão, a saber, na razão de
que esses executivos com instinto
assassinam. Então, ou entrar com esta
racionalidade, né? Todo mundo precisa de
um estado que faça valer os interesses
desses empresários, que faça valer os
interesses desses grupos internacionais.
Precisa de um estado que cumpra o papel
de tomar de assalto o poder mundial.
Veja que é empresas, no caso, empresas
que precisam de território, indústrias
que precisam ser relativamente
produtivas, efetivamente, não de
especulação financeira. Só
no caso da Nestlé,
precisa de água, precisa de recurso para
produzir seus produtos. No caso, hoje em
dia das Big Techs,
precisa de quê? de terras raras, precisa
de insumos, de energia, de água,
formação de dos data centers,
precisa de alguém que tome de assalto.
Esse alguém que tome de assalto.
Adivinha que estado que é, né? Se os
executivos da Nestle dizem que algo é
bom, repense. Concordo, Borduna. Repense
bastante. Se E se o cara diz que
assassino é uma coisa boa, eu acho que
você tem que começar a rever o que você
considera bacana, né?
Este estado necessita ainda mais de um
instinto assassino, né? O Killer
Instinct.
O governo estadunidense
apresenta como tal ou se oferece
enquanto tal e na verdade
tem méritos com sua lista de países
aniquilados, né? Ele é capaz de destruir
países. Então, ele funciona como um
receptáculo em ator nesse assalto ao
poder mundial, nesse assalto de tomar de
assalto por interesses propriamente
dessas grandes empresas também. O Trump
é um representante não apenas político
desse grupo, ele é um representante
econômico desse grupo.
O Trump é o bilionário metendo, entre
aspas, a mão na massa.
Se bilionário tá tendo que trabalhar é
porque a água tá batendo na bunda, né?
merece toda a confiança dos executivos
com instinto assassino e ainda assim, se
perdesse, já venderiam novos estados
pela eh pela simples razão de que essa
estratégia não é possível ser imposta a
de outro modo, tem que ser na pancada,
né? Na América Latina foi imposta pelas
ditaduras totalitárias de segurança
nacional dos anos 70 e 80. Puras
ditaduras com instinto assassino, Clear
Instinct.
Agora precisam de uma ditadura mundial
com esse mesmo Killer Instinct. Augusto
Pinochet, que foi promovido com tanto
afinco pelo governo estadunidense,
instala agora sua ditadura mundial a
partir dos Estados Unidos. Obviamente
que isso aqui é uma metáfora, uma
analogia, uma brincadeira para dizer
agora a gente tem um um espaço para um
pinochê estadunidense que vai massacrar,
vai violentar, vai fazer o interesse das
multinacionais. Só que agora não no país
periférico, nesse país que é o centro da
bagulho todo, centro do mundo.
Se não sei, não sei se vocês já
perceberam, mas tá sendo muito comum
tanto nos Estados Unidos como em alguns
veículos da mídia brasileira e
latino-americana falar sobre os Estados
Unidos agir como se fosse um país
latino, né? Quem é tem essa posição bem,
vou te chamar de racista e canalha, mas
diz assim: "Olha que nem um país latino,
tá tendo ditadura lá, hein? Ó, ó, pá,
seja provocativamente por taxação, mas a
galera tem falado muito isso na na mídia
gringa, alguns veículos brasileiros
latino-americanos tem fado isso também,
tem usado esses essas metáforas. E o
Fran já tá utilizando aqui no início dos
anos 2000 para dizer: "Ó, agora tem um
pinochê lá", tá?
Agora parece que tem espaço pro pinochê
lá.
somente a mudança, eh, somente com
mudança de nome, né? Então, só vai mudar
o nome. Tem um pinochê lá, só mudou o
nome.
Se viu que sem o desenvolvimento desse
instinto assassino não é possível
sustentar a estratégia chamada
globalização, que é em si overkill, né?
essa destruição de tudo. O que eu acho
que falta esse texto, porque ainda não
tinha percebido isso nesse sentido, é
que já não cabe em Trump uma estratégia
de globalização, é, de destruição,
inclusive de bases da própria
globalização, mas era algo que acho que
ainda não estava à vistas do France
nesse período, mas que vai surgir
posteriormente em textos mais recentes
do France, mas aí já não dá para cobrar
essa atualidade toda. O que importa é
essa ideia ou percepção de uma estrutura
que persiste de um estado que tem que
ser esse estado com instinto assassino
ou que busca a tomada de assalto do
poder mundial. Um estado que vai
funcionar para isso.
Assume-se, portanto, a estratégia de
assalto ao poder mundial pelos Estados
Unidos, que não é mais do que outra cara
da estratégia vigente da acumulação de
capital globalizada. A lei patriótica,
Patri Patriotic Act, né, que parece que
hoje em dia tá utilizada para algumas
coisas estranha de 2001, aprovada traz
os atentados de Nova York,
eh, ou por eh aprovado depois dos dos
atentados de Nova York, legaliza
elementos chaves das ditaduras
anteriores de segurança nacional na
Indonésia e na América Latina. Quero
chamar a atenção aqui do France trazer a
Indonésia para esse texto pela história
que eu contei.
Quando o Franz comenta
que
na hora que vai ter o golpe no Chile,
ele recebe uma carta, ele e o pessoal
que era do movimento dele, dos
movimentos de esquerda, recebe uma carta
dizendo isso. Aqui vai ser já carta
em referência ao massacre dos facões na
Indonésia. Então isso aqui aparece no
texto. Uma vivência tido nos anos 70
aparece aqui como referência no texto do
France.
Então não é gratuito. Ele tá comentando
sobre isso.
Em especial
das as detenções sem direito ao abas
corpos, aos tribunais secretos com
execuções secretas, ao tratamento
arbitrário dos presos, dos cemitérios
secretos, dos imigrantes que
desaparecem, das crianças que estão
sendo tomadas e sequestradas hoje em
dia, do pessoal que tá sendo assassinado
em manifestação, né?
Pois é,
que coisa, não?
Eh, esse paralelo é importante, esses
apontamentos interessantes, são
interessantes. O que as democracias
ocidentais fizeram com a Alemanha? Estão
fazendo eh faziam por aceitar, né, ou
por
adicionar em todos os lugares onde onde
poderiam, né? Aí a de dura é aceitação.
Faziam por aceitação em todos os lugares
onde poderiam. Aceitação é melhor. Ah,
fizeram com a Alemanha por pela
aceitação em todos os lugares onde
poderiam. Subvertiam economicamente as
democracias vigentes para promover logo
ditaduras
eh totalitárias que submetiam a sua
dominação. Em todo o mundo procederam
assim. ainda que com o no eh que com o
nazismo não resultou ou não aconteceu
do modo como esse lançou de assalto o
poder sobre o mundo inteiro. Então eles
não estavam esperando as democracias
ocidentais, seja Estados Unidos ou
Europa, não estavam esperando que a
Alemanha nazi conseguisse
esse projeto que alçava domínio total.
alçava, almejava o domínio total,
almejava assaltar o mundo. As
democracias ocidentais subestimaram o
poder desse movimento. É isso que o Fran
chama atenção.
Seja os Estados Unidos, seja a Alemanha,
seja a Inglaterra, seja a França,
subestimou esse movimento. Mas que que
eles fizeram na Alemanha? Fizeram na
Alemanha o que faz em todo lugar,
enfraquece a democracia.
Na Alemanha você teve o surgimento de
uma democracia,
a chamada República de Vaiar. E as
democracias ocidentais enfraquecem essa
democracia, essa república de varimar,
que tem seus problemas internos, né,
obviamente, mas enfraquece a
brincadeira,
enfraquece
porque o movimento socialista estava
crescendo.
O partido
comunista, os partidos socialistas na
Alemanha eram bizarramente grandes, eram
o maior do mundo. Então você precisava
combater isso. Para combater isso,
enfraqueça a democracia desse país,
enfraqueça os espaços de de trabalho
dessa galera. Vamos fortalecer aí
maneiras de enfraquecer o crescimento
desse do movimento operário popular.
É assim que os o Ocidente faz,
enfraquece as democracias locais. Só que
eles não contavam
nesse enfraquecimento que ia eh surgir
no movimento na um movimento que alça
assaltar eh assaltar o poder mundial,
alça dominar tudo. Uma conquista de
projeto total, domínio total,
aniquilação em nível industrial. Eles
não acharam que ia ter esse poder e
subestimaram esse processo. E aí, cara
do cavalo,
mas vamos lá. Ainda assim, esta política
prosseguiu depois na Segunda Guerra em
países como Indonésia, Chile e
Nicarágua. Enfraquece as democracias,
busca, fortalece os movimentos
ditatoriais totalitários que dominam,
enfraquece os movimentos populares. É
isso que foi feito na Indonésia, no
Chile, na Nicarágua, em tudo quant país.
Eh, o a a estratégia do ocidente é essa,
enfraquecer as democracias internamente,
né?
foi subvertido economicamente as
democracias, né? Foram subvertidas
economicamente para mais tarde fomentar
as ditaduras totalitárias de segurança
nacional.
Estas mascararam os movimentos
democráticos derrotados com o apoio das
democracias orgulhosas de suas
tradições.
Com a posterioridade reinstalaram
democracias impostas, mas estas eh mas
dessa vez as democracias sem voz popular
e sem movimentos populares. Vale dizer
que as ditaduras de segurança nacional
eh passou com as democracias de
segurança nacional, né? Então aqui o
Franço fala ditadura de segurança
nacional para democracias de segurança
nacional. Porque assim que seguir a
toada, né? Vamos dizer assim. Só que
lembrando, esse texto é antes da onda
rosa, tá? Então esse texto é vendo o que
aconteceu na América Latina nos anos 80
e 90. As democracias que surgem nos anos
90, o Franz olha e fala: "Tá funcionando
como democracia de segur de segurança
nacional".
Aí nos anos 2000, depois desse processo
todo aqui que o Fran tá tá percebendo,
dentro das contradições dessa democracia
liberal surgida, vem as chamadas ondas a
chamada onda rosa com os movimentos
progressistas na América Latina. Isso o
Fran não percebeu nesse momento aqui.
E o que haviam promovido aquelas
ditaduras? Eh, celebraram a si mesmos
como libertadores, né?
De todo modo, eram democracias impostas
pelos Estados Unidos e introduzidas
pelos comandantes em chefe dos
correspondentes países. Democracias
controladas internamente pelo aparato
militar e a partir do exterior pelo FMI.
Aparentemente os Estados Unidos para os
Estados Unidos foi muito bem, foi muito
bem os eh perdão, aparentemente os
Estados Unidos foram muito bem com essa
política, promovendo seu próprio poder
sobre as outras democracias ocidentais.
Nenhuma das ditaduras impostas poôde
repetir o fato eh pela Alemanha na, né,
de conseguir alçar e superar essa falha
da democracia e querer um projeto
mundial. Nem tinha como, já que nenhum
caso contavam com o poder econômico e
militar correspondente. Não obstante,
agora o método operava ao contrário. De
fato, a partir das ditaduras, a chilena
tinha uma importância chave. Os Estados
Unidos desenvolviam a estratégia mundial
de acumulação de capital chamada depois
de globalização. Por isso que às vezes
chama o Chile, né, do Pinoch de
laboratório do neoliberalismo. Porque
foi isso. E pela violência, pela
destruição da estrutura local, da
produção local, da democracia local,
você fragiliza a tal modo que a única
saída agora vai ser liberalização da
economia e chegada de empresa gringa.
Laboratório de neoliberalismo, vai
privatizando tudo e tal. Primeiro
laboratório é o Chile. A partir dos anos
80, isso vai começar a ser imposto em
escala mundial.
Essa estratégia levou posteriormente ao
assalto ao poder sobre o mundo pelos
Estados Unidos. Esse assalto é fruto da
estratégia. Agora,
agora que para fazê-la possível
precisava transformar os próprios
Estados Unidos em uma ditadura de
segurança nacional, declarando todo
mundo como âmbito desta segurança, né?
Então agora é uma grande o grande
controle. É o novo big stick que agora
com Trump realmente virou literalmente
isso, né? Com a política do do como é
que ele chamou? Eh, down roll, né?
Hum. Meu Deus do céu.
Eh, isso isso realizou a partir dos dos
atentados de Nova York, né? Então o Fran
tá dizendo essa nova estratégia de
ditadura de segurança nacional, vamos
dizer assim, ampliada pro mundo todo,
sendo a polícia do mundo, os Estados
Unidos, o o France tá percebendo a
partir dos atentados de Nova York, 11 de
setembro. E por conseguinte a lei
patriótica. Exatamente, Borduno, o ato
patriótico de 2001 foi sendo
paulatinamente reforçado desde 2005.
Exato. Incluindo o termo
narcoterrorismo. É daí para frente. Daí
para frente é só para trás. E aí com
Trump é o cum disso, né? você chegar no
ápice disso, é a lei patriótica aplicada
de um nível bizarro.
Então, eh o que o o que o França tá
chamando atenção são estruturas que vão
persistir
persistir chegar hoje como um grande
tentativa de assalto ao poder mundial a
partir dessas estruturas, né? é muito
doido. E aí ele, o o France tá pensando
em 2003 vendo que as os movimentos de
Bush contra Afanistão, contra o Iraque,
contra a Líbia depois, eh, e que vai se
refletir diferentes momentos, né,
adiante no na história. Então, tipo,
cara, é loucura, é loucura.
Opa, pera aí, fiz besteira. Aí, foi mal.
Eh,
o que havia apoiado no exterior,
em particular na América Latina, o
importaram os Estados aos Estados
Unidos. Isso é para assaltar o poder
mundial deve-se dissolver a democracia
no próprio país assaltante. E agora vem
no início dos anos 2000, vendo a lei
patriótica,
vendo o que acontece com posição dos
Estados Unidos diante do mundo e agora
com uma lei que também exerce violência
dentro de seu próprio território, o
France fala: "Aquilo que foi feito como
controle de países de outros países, as
ditaduras na América Latina,
especialmente
agora os Estados Unidos aplicando em seu
próprio território.
O Fran percebe com a lei patriótica, com
essa palavra toda, que a fragilização da
democracia estadunidense começa ali, no
início dos anos 2000. E tá aí a fratura,
o espaço de disputa que enfraquece os
Estados Unidos politicamente, a crise
interna que se estabelece.
E aí a chamada polarização, que lá nos
Estados Unidos realmente a polarização
entre democratas e republicanos, vai
cada vez mais se agudizar, que é o que a
gente viu que acontece agora.
Vai se agudizar.
E as grandes empresas
efetivamente produtivas, né, aquelas que
estão ligadas à indústria, vão se aliar
cada vez mais ao movimento republicano
que se ex que vai se se tornando cada
vez mais extremo,
que vai se radicalizando e que dá em
Trump. Trump é encarnação disso. Essa
galera vai se aliando para esse grupo,
vai fortalecendo, porque é o grupo que
garante seus interesses, seja com
petróleo, seja com terras raras, seja
com água, seja com controle de elementos
de produtos eh eh de insumos
estratégicos que estão espalhados pelo
mundo. E para continuar esse avanço, não
pode ser o jogo, entre aspas
democrático, não pode ser o jogo dessa
regra normalizada. Eu tenho que
fortalecer as estruturas de poder e de
assalto, de violência.
E, portanto, eu tenho que enfraquecer a
democracia, inclusive dentro dos
próprios Estados Unidos. É isso que o
que o Franço tá percebendo, é isso que
acontece, que aconteceu.
E aí os democratas começam cada vez mais
a aparecer como um grupo muito razoável.
e falou: "Não, pela gente precisa de um
mínimo de ordem aqui, gente. E essa
ordem atrapalha esses industriais, esse
capital industrial que depende de uma
estrutura de de territórios fixos, não
só circulação de finanças". Aí os
capitalistas da do mundo financeiro,
vamos dizer assim, se tendem a ficar
mais ao lado do progressista democrata e
os capitalistas da dessas outras
indústrias duras tendem a ficar ao lado
da galera republicana.
Esses capitais se enfrentam e eles
polarizam. E isso se reflete na na
fissura da democracia estadunidense e
hoje nas disputas entre a própria
população estadunidense.
Esse essa tensão de guerra civil se dá
nesses termos. E a gente tá lendo num
texto do início dos anos 2000 que
percebe o que tá rolando da fragilização
como estratégia. A fragilização da
democracia como estratégia.
muito doido. Eu acho muito muito
interessante a gente a gente analisar
com esse grau de complexidade, de
sofisticação, né? Porque obviamente eu
não conseguiria fazer em 5 minutos. A
gente precisa ler um texto gigante
por algumas horas. Mas não é legal, pô.
Eu acho muito massa isso, gente. Isso
aqui é interessantíssimo.
O mundo não precisa que os Estados
Unidos eh levem a democracia, né? Levem
para ele a democracia. O mundo não
precisa não. O que requer é que os
Estados Unidos aceitem que esse mundo
conquiste sua democracia.
Por suposto. Ou claro, né, desse modo,
tampouco a América Latina e o Caribe
precisam que os Estados Unidos eh
precisam dos Estados Unidos para ter
democracia. Ninguém precisa dos Estados
Unidos para democracia. Ninguém precisa.
O que a gente precisa é que os Estados
Unidos não empeçam, né? Não empeçam a
democracia. Se não atrapalhar, já tá
ajudando. Você não precisa.
Só que agora era isso. Os Estados Unidos
dizia que tava levando democracia pro
mundo, só que agora ele tá fragilizando
a própria democracia. Isso o Fran tá
percebendo no início dos anos 2000. Ele
tá destruindo a própria estrutura
democrática. Eles precisam de democracia
agora. Mas quem vai levar democracias
para para eles?
Quem vai levar democracia pro cara que
decide a [ __ ] toda?
É isso. Entendeu?
Não é algo parecido com os anos 20 e 30
na disputa entre capitalismo liberal
democrático e capitalismo? Sim, é
semelhante, é semelhante a estrutura é
similar. E por isso a gente, por isso,
gente querida do meu coração, sabendo o
que aconteceu na história,
a gente pode aprender com ela.
Importante considerar isso. A história
nos ensina, é a mesma coisa, não, mas
aprendizados históricos podem nos ajudar
a ter melhores estratégias a cada a cada
rodada da história, né? Salve, G, como é
que você tá, mano? Espero e desejo que
bem. Estamos aqui num longuíssimo react
de texto. Eu espero que você curta.
É, mano. Tá, tá da hora isso aqui.
Então, quem que vai levar democracia
pros Estados Unidos?
Fran faz essa pergunta. Quem quem que
vai levar agora? Não tem ninguém para
levar, né?
Agora nem usa essa desculpa. Trump mete
o pacto colonial 2 e fica assim mesmo.
Exato. Porque ele não pode falar sobre
democracia. Porque a estratégia, a
estratégia adotada de assalto, assalto
ao poder, ela precisa fragilizar a
democracia.
Se tiver defesa democrática ou de
instituição minimamente organizada, não
dá para expandir o necessário para
manter o poder. E não tô falando poder
político, tô falando de grana, tô
falando de capital. O capitalista
industrial estadunidense, ele não
consegue se sustentar se manter uma
ordem democrática, se manter as regras
do da Organização Mundial de Comércio.
Ele não se mantém. Os brinques
atropelam.
Simples assim.
Mantida a ordem internacional, como foi
estabelecida no pós-guerra, os Estados
Unidos perde. Então ele não pode se
compactuar mais com isso. A estratégia
então é destruir isso, destruir isso,
inclui destruir a própria democracia, a
interna. O Fran saca isso no início dos
anos 2000 e a gente tá vendo isso na
nossa cara 20 anos, 23 anos depois.
Então essa fissura, ela tá aberta há
bastante tempo. A gente agora precisa
sacar como é que a gente consegue
aproveitar ela, porque no enfrentamento
direto ninguém aguenta com os Estados
Unidos. Mas na crise interna sim. Então,
qual a estratégia eu posso ter para
conseguir apoio interno nos Estados
Unidos para que ele consiga se
autoassabotar,
para que a gente consiga fissuras ali
dentro? É isso, é isso que a gente tá
falando.
Isso é muito legal, cara. Bom dia,
William. Como é que você tá, meu
querido? Tudo bom? Espero desejo que
sim. Espero desejo que bem. E já houve
solicitações para quem tá em em como é
que fala?
situação de Canadá aí poder operar
milagres. Bom dia.
O vice do Trump disse que os agentes a
IC possuem liberdade absoluta. É
bizarro, lógico que é, porque eles,
cara, eles não podem sustentar a
democracia porque se jogar dentro da
regra eles perdem. É simples assim. E
não é eles, o Trump. Nós estamos falando
do capital industrial estadunidense. Nós
estamos falando aqui de questões
econômicas.
É político e econômico.
Ah, bora lá.
O mundo não precisa que os Estados
Unidos, ah, não, a gente só parte,
perdão. Ao concluir a Segunda Guerra
Mundial, os Estados Unidos se
apresentaram como país que levava
democracia para a Alemanha.
Esta teve democracia a partir da
Revolução Democrática de novembro de
1919,
mas Estados Unidos e as outras
democracias ocidentais colaboraram para
torná-la insustentável, que foi
exatamente isso que aconteceu. Teve
democracia chamada República de Vaimar,
que foi sabotada por pelas eh
democracias ocidentais, chamado o mundo
ocidental, por pelo Reino Unido, pela
França, pelos Estados Unidos. Sabotaram
essa estrutura. para agilizaram ela, a
estrutura democrática.
A gente tem que considerar isso. Foi a
estratégia utilizada e claro que teve
problemas internos na própria estrutura
da da chamada República de Vimar, óbvio
que teve, mas também tem esse papel
desempenhado pelas potências externas
que sabotaram a democracia alemã no
início do século XX.
Abre parênteses aqui. John Miner Kanes,
nosso famoso Kanes, participou das
negociações sobre o tratado de paz de
verses. As consequências econômicas do
tratado de paz, é o nome do livro, né?
Publicou esse livro aqui.
Nele previu perfeitamente as
consequências para a democracia alemã
que se seguiram eh desse tratado.
Consequências muito parecidas à que teve
sobre a democracias latino-americanas e
cariha com o pagamento da dívida externa
impagável depois de 1982.
Fecha parênteses.
Agora trataram a Alemanha como um país
essencialmente eh não democrático no
início do do no pós-guerra, né? Então,
tipo assim, país que não foi
democrático, não tinha democracia, mas
eles mesmos contribuíram pra destruição
da democracia. Depois falou: "Não tem
democracia, a gente vai levar democracia
para vocês." Os caras distocracia,
depois vai levar democracia. Aí você me
lasca.
ao qual eles chegavam como salvadores
para fazer conhecer a democracia, né?
Trouxer aí a democracia depois deles
mesmo terem destruído a democracia. É o
mesmo tratamento dado ao mundo inteiro e
conhecido na América Latina e no Caribe
pelo desde pelo menos um século atrás. O
FMI desenvolveu esse método como técnica
social, subverte econôm economicamente
as democracias para depois da crise
social resultante repressão violenta e
impor um sistema de dominação
democrático ou não em correspondência
com suas aspirações. E aí o que o França
tá dizendo é que existe uma parcela de
poder dentro dos Estados Unidos que fez
a mesma coisa agora dentro dos Estados
Unidos, a mesma estratégia utilizada
dentro dos Estados Unidos.
E quem fez, né, quem sabotou a
democracia estadunidense? os próprios
Estados Unidos, a disputa entre os
capitais dentro dos Estados Unidos.
na Costa Rica, por exemplo, esse
experimento durante eh durante a
presidência de Rodrigo Caraço, entre
1978 e 1982,
quando ele se negou a eh as condições do
FMI, eh
sustentando que esse não era o o que o
FMI não era o presidente do país. O
fundo então arruinou com medidas
econômicas que provocaram em poucos
meses uma inflação de 100%.
Então, se você faz o enfrentamento aí,
adivinha o que acontece. Nenhum
presidente costarricense depois disso,
voltou a duvidar de quem era o
presidente por trás do trono, o FMI, né,
e o Banco Mundial. Em todo caso, os
Estados Unidos aparecem sempre como
salvadores de uma crise provocada por
eles mesmos.
Ai, meu Deus do céu, né?
Se queremos frear o assalto ao mundo por
parte dos Estados Unidos, temos que
frear o assalto ao mundo destes
executivos que mantém a estratégia de
globalização, a qual é anterior. No caso
aqui, o Fran tá percebendo
a estratégia de globalização que atinge
seu limite muito rápido. Então, hoje a
gente não fala sobre estratégia de
globalização mais porque estão querendo
destruir a própria estrutura de
globalização. Então a gente já deu uma
volta na volta, mas aqui a época a
estratégia era sobre a globalização
aplicar essa esse essa estratégia. Agora
a aplicação desse movimento de
globalização criou condições novas para
que outros países conseguirem certos
projetos de desenvolvimento e cria
condições também paraa própria
organização dos bricks. Agora tem que
dar uma volta em manter a estratégia
para conseguir dar salto ao poder,
porque essa só é a estratégia que vai
dar assalto ao poder. Então tem que
destruir a própria ordem que foi
instituída com a globalização.
É a volta dentro da volta. Mas aí que já
sou eu adicionando o que o France tava
percebendo aí no início dos anos 2000.
Ela ocupou o centro de nossa história
durante quase 30 anos, né, dos anos 80
até o início dos anos 2000. E temos que
frear essa estratégia
posta, que é a que solicita eh que
solicita e sustém o assalto mundial,
tanto econômico como político.
Se hoje existe oposição no eh de estados
de importância central como França,
Alemanha, Rússia e China, isso tem a ver
com seu rechaço, aceitar um ditador do
mundo, os Estados Unidos.
Veja, no início dos anos 2000, o França
tá percebendo, ó, tem oposição da
França, da Alemanha, da Rússia e da
China. Eles estão fazendo certa oposição
nos Estados Unidos pelas medidas que
eles estão tomando. Começam as rusgas
aí.
Mas isso tem a ver com que esses países
não querem que tenham um ditador do
mundo. E qual vai ser a saída dos
Estados Unidos para conseguir manter sua
posição? Então, já que é para ser
ditador do mundo, a gente vai ser mesmo.
E aí põe fogo até em aliado.
Um grande ditador que joga o eh, futebol
no Globo, né,
ou com o Globo, né, joga o futebol com o
Globo. Contudo,
eh, deve-se
deve levá-los a a negar essa estratégia
de globalização. Então, a tendência, o
France tá percebendo, é que esses países
neguem a estratégia de globalização.
o que faz é o que até agora não fizeram,
mas agora parece que começaram a fazer,
que é o grande medo de todo mundo dos
nacionalismos que estão surgindo por aí,
né? Então esses movimentos nacionalistas
de ruptura com uns com os outros, essa
coisa toda que tá surgindo, já é já é
esse processo de não, já deu de
estratégia de globalização.
Ainda mantém a ilusão de que o assalto
por meio do FMI, do Banco Mundial e da
Organização Mundial do Comércio podem
ser consumados em paz entre os
assaltantes, né? A gente pode ainda
negociar o assalto aqui. A gente pode
fazer um papo agora já não mais agora.
Agora nos anos 2000 de na década de
2020, especialmente a partir de 2025, já
tá claro que não. Não vai ser mais agora
entre por meio dessas instituições.
Essas organizações mantidas em seu
movimento constante fortalecem os grupos
que os Estados Unidos quer enfrentar.
Então, os Estados Unidos abre mão e
esses outros países também estão na
tendência de mantemos aqui a ordem
internacional ou não.
Mas os assaltantes se assaltam entre si
e por isso os Estados Unidos assaltam
seus colegas assaltantes. Então, tá todo
mundo se assaltando dentro no centro.
Ou acaso a França e a Alemanha não
participam desse assalto ao mundo levado
a cabo pelas burocracias privadas das
empresas multinacionais, mediante a
estratégia da globalização, que implica
a exploração do mundo inteiro por alguns
poucos, né? Agora, se sentem eh
defraudados, se sentem agora, não sei
como traduzir isso,
mas traídos, talvez, em vista de que o
botim eh que querem é apenas um, né? Só
dá para levar um uma parte do botinha é
o mesmo. Mas posterior eh eh
posteriormente os assaltantes sempre se
assaltam mutualmente. Toda a história do
século XX é a história dos assaltos
mútuos dos assaltantes do mundo inteiro,
né? Dos das elites do mundo, vamos dizer
assim, e dos interesses de escapar com
eles.
De todo modo, a estratégia precisa de
somente um Senhor e um só Deus. E este
não pode ser senão os Estados Unidos. É
ele que mete a brincadeira aí com o qual
Deus que é o cidadão de honra, né? Por
isso, até as multinacionais franceses e
alemãs poderiam estar a favor do assalto
que os Estados Unidos está realizando na
época. Hoje não mais. Hoje já dá errado,
porque agora a gente tá vendo capitais
industriais internacionais competindo
entre si, sem a divisão do mundo, né?
Então, ó, assaltou quem assaltou, que tá
assaltando o assaltante agora deu um
limite, falou: "Agora só dá para ser um
de nós entre os 40 lá, dois aqui, vai
ter que sobrar só um.
Há colaboradores dos Estados Unidos.
Nesse assalto, a Grã-Bretanha, na pessoa
de seu primeiro ministro, Tony Blair, a
época aí início dos anos 2000, se
prestou para isso e vários outros. Blair
intenta uma política que nos anos 30 do
século passado se chamou de
apaziguamento. Apaziguamento, né?
Foi a política de Nevil Chamberline
frente a Hitler e que hoje Blair repete
frente a Bush. E que hoje, será que
alguém tá repetindo diante de Trump de
tentar um apaziguamento aí? Será que vai
tá de boa? Não sei. Por meio dessa
política, Chamberlin tentou garantir a
Alemanha Nazi como fortaleza diante do
socialismo, evitando assim que se
voltasse contra ele, contra os países
ocidentais em um intento de assaltar o
poder sobre o mundo. Então o medo era do
socialismo, né? Que os socialistas vão
dominar a Alemanha e aí vão querer vir
para cá. Aí os movimentos aí dos
proletários vão dominar o mundo inteiro.
Então melhor a gente fazer o quê? apoiar
fascista, apoiar os na Alemanha. E é o
que os caras faz, é o que Chamberlin
faz, é o que a as democracias ocidentais
fazem.
Fizeram e deu ruim.
Adivinha
na situação atual que a gente tem, como
é que vai dar essa brincadeira?
Qual que é o fantasma que tá vivo de
novo, né? Ah, é os comunistas. Qualquer
pessoa que respeite os a convenção de
Genebre é comunista. Qualquer pessoa que
tem o mínimo de preocupação com direitos
humanos é comunista. Qualquer pessoa que
fala: "Acho que não é de bom tom a gente
ficar andando todo mundo armado por aí".
Comunista, né? Qualquer o mínimo de de
noção, de senso de noção é comunista.
Você tem que isolar essa galera, tem que
combater ela, porque a o combate não é
contra o comunismo, é contra uma mínima
ordem, uma ordem mínima que empece esse
assalto ao poder constante, que empece
esse projeto de expansão de domínio.
Ela vamos nós, né? BL se propõe agora
manter a eh manter bush nos Estados
Unidos no marco de uma estratégia de
globalização conduzida pelos países
desenvolvidos do centro em conjunto.
Hoje já nem mais entre isso, porque hoje
é os Estados Unidos por ele mesmo,
querendo se livrar do bloco, dos blocos
que ele tá metido, porque esses próprios
blocos atrapalham ele. Depois da guerra
contra o Iraque, sabemos que sua
tentativa fracassou. Os Estados Unidos
não estão dispostos a compartilhar o
botim e nem sequer com a Grã-Bretanha ou
com o Reino Unido, né? A imagem
histórica de Tony Blair oscilará entre
as imagens de Chamberlin e de Mussolini,
tendo Rossé Maria Asnar correndo por
trás como seu Mickey Mouse.
Mas dito isso, ó, o pessoal que foi
achando que os Estados Unidos estava de
brincadeira, achou que ia poder
participar do botin e não tá podendo. E
é e é exatamente uma cena semelhante ao
que a gente tá vendo, gente. A gente tá
vendo uma cena muito parecida.
Os países de centro que estão tentando
pegar a rabeira, achando que vão pegar
um botinho, estão tomando chapéu atrás
de chapéu, cotovelada atrás de
cotovelada. E agora tem que saber para
que lado vai.
Aprendemos com a história ou não? Vamos
ver, né? A resistência. Vou ler só esse
trecho aqui e a gente finaliza a nossa
longuíssima leitura. Que fazer, né? A
grande pergunta já que desde tanto tempo
vem, não é, Lenin?
que fazer falando disso, saudade de
fazer o watch que não apareceu hoje com
a gente. Querido fazer o watch? Ah, ele
tinha consulta. Fazer o watch. Um beijo
para você. Cuide-se na sua consulta na
OBS. Espero que você esteja bem com a
saúde saudável.
Esse assalto não pode eh não é não é
possível frear com armas, né? Não dá
para saltar com armas. Por que que não
dá para frear esse assalto com armas?
Porque quem tem as armas é quem tá
saltando. Basicamente, quem que vai
dizer pros Estados Unidos que tem que
parar na base da bala? Não, ele engole
todo mundo. Ele manda todo mundo pra
casa do chapéu.
Então não dá para ser na pancada. Mas
isso tinha que ser tão óbvio. Ai me dá
até preguiça de Tem gente que fica
falando por que a Rússia. Os caras acha
que estão brincando de videogame, né? de
civilization, de de Age of Empires,
de sei lá que que eles estão brincando,
tão jogando um joguinho que acho que
assim, ah, por que que a Rússia não tá
com a bomba lá, né? É, por que que a
China não declara guerra? O animal, a
gente tá falando de coisa séria, né? Não
é, não é joguinho, não dá para
enfrentar. E e aí nesse ponto, inclusive
o Breno Altman fez uma análise precisa
de que o o sequestro de Maduro na
Venezuela demonstra a fragilidade do
mundo diante do poder militar
estadunidense, porque a própria defesa
venezuelana tem material de ponta da da
do da Rússia e da China e ela foi
sabotada.
Então assim, tirem da cabeça de que dá
para brincar de war, né? Esquece esse
essa tentação do diabinho que fica no no
nosso ombro aqui. É a tentação professor
rock que sopra no seu ouvido assim.
Pensa numa guerra. Que legal, né? Não,
não, não, não, não. Esquece, professor
Rock. Olha as mortes. Que legal.
Esquece, esquece, esquece. Sabe, sabe,
sabe o professor rock aqui que ele
aparece? Ele aparece aqui do seu lado.
Você dá uma petelecada nele. Não, sai
daqui, professor Rock.
Sai daqui, professor H. Que que você tá
fazendo no meu ombro? Que que você tá
soprando pensamentos intrusivos na minha
cabeça?
Esquece. É ele que tem desejo de guerra.
É esses maluco que faz testa de ferro
pro imperialismo que tem desejo de
guerra. Testa de ferro ferro começar a
cima da sobrancelha e termina na nuca,
né? Que não pode ver alguém armado ou um
exército fardado que fica emocionado. Ai
que bonito. Não, não. Então não dá para
frear com água, pelo amor de Deus.
Também não dá com ataque terrorista, né?
Não é uma boa ideia você ir lá provocar
internamente os Estados Unidos, porque
meio que ele vai te atacar de volta. Não
sei se vocês já pensaram sobre isso, não
é uma boa ideia. O assaltante dispõe de
superioridade em todas as armas. Isso é
óbvio, pelo amor de Deus.
E atos terroristas somente se serviriam
de pretexto para aniquilar os mais
países. Nossa, será? E mais grupos
humanos. O assaltante monopoliza tanto
as armas como o próprio terrorismo. E
aqui é uma sagacidade muito boa, né?
Porque quem pratica terrorismo nos
Estados Unidos. Ele tem monopólio não só
sobre a guerra, ele tem monopólio sobre
o terrorismo. E ele pode ser terrorista.
Os Estados Unidos pode ser um estado
terrorista tranquilamente, né? Ele
monopoliza o terrorismo. Então é melhor
você não tentar disputar com ele o
terrorismo porque ele ganha.
Estado terrorista. O que são os assaltos
ao poder mundial? Mostra a película ou o
filme, né? mostra o filme O grande
ditador de Charles Chaplin. E aqui já me
deixou feliz o France por citar uma
comédia pra gente poder ter referência,
porque é o que eu gosto de fazer também.
Então, o que que são os assaltos ao
poder mundial? É, tá tá mostrado, tá
representado no filme O grande ditador
do Charlie Chaper. Ela é inteiramente
atual e presente já aqui no assalto ao
poder naquela ocasião de parte da
Alemanha nazi.
Eh, se bem que não identifica ou não se
identifica só com a Alemanha Nas, né?
Logo, deixa aberta a possibilidade de um
futuro grande ditador que ele mude de
roupa, né? Então, eh, a o a o final
inclusive ali do do grande ditador é um
grande é um discurso de pedido de paz,
né? Não sei se cara, é até clichê fala
sobre essa cena do final do grande
ditador do Chaplin no YouTube tem, né?
Aquele longo discurso do Chaplin sobre
paz, sobre gente, olha o risco da
guerra, essa coisa toda. É dizer
explicitamente quais existe qualquer
possibilidade de surgir um grande
ditador de novo. Esse assalto ao poder,
esse projeto de expansão mundial e de
assalto ao poder do mundo
contra todos. Porque é disso que a gente
tá, quando a gente fala de nazi, a gente
tá falando de quem quer dominar o mundo,
velho. E aí não é conspiração do vilão
estadunidense que o o 007 vai lutar
contra, que esse a grande motivação dele
é ser do mal, não? A motivação econômica
de você sempre tá em expansão, você ter
um um controle sobre a economia que te
mantenha um constante acúmulo de
capital, né? Ou seja, o interesse claro,
ele exige que você tenha controle sobre
o máximo de recursos possível,
potencialmente controle sobre o mundo.
E aí os Estados Unidos, como a gente já
leu, empresta o seu poder estatal,
empresta o seu poder militar para
executar esse papel de assaltante do
poder do mundo, de poder invadindo e
conquistando as coisas.
Então o Fran tá falando, olha,
esse essa abertura da possibilidade de
um grande ditador, de que um grande
ditador venha, ele vem com outra cara,
ele vem com outra roupa, ele tá sempre
presente. Fiquem atentos.
O que hoje vemos nos Estados Unidos
perpretando este assalto com muito mais
possibilidades de consegui-lo. Não
implica que se trate de um novo nazismo
ou um novo fascismo. Significa nada mais
que é um novo assalto.
E aqui eu gosto da sofisticação do
argumento. Ah, é um novo fascismo, é um
novo nazismo, é um novo movimento de
assalto, de dominar o mundo. O problema
é isso, é esse esforço de assalto ao
poder, de tomar de assalto o poder do
mundo.
Os semelhantes os se explicam a partir
da tentativa do assalto, não pela
imitação do nazismo ou do fascismo.
Grande problema tá na na tentativa do
assalto.
É aí que tá o caráter.
Qual é o problema que a gente tem hoje?
é que além da gente identificar essas
semelhanças por essa tentativa do
assalto, a gente vê explicitamente. Não
é nem para chamar de apito de cachorro
mais, tem que chamar de de sinalizador.
Um sinalizador para todo mundo ver. Os
caras tão soltando fogos,
dando bandeira abertamente,
assumindo discurso, posição e símbolo
nazi e fascista na rua, seja nos Estados
Unidos, com ICE, com a estética, com
discurso de Trump, com o o as
manifestação lá do menino lá do NBL que
usa a frase de Mussolini,
que usa estética fascista, claramente,
claramente. Ente, eles perderam a
vergonha. E não é nem só vergonha,
identifica esse processo. O que o grande
negócio é tomar de assalto o poder.
Quero conquistar tudo, quero ir para
tudo, vou para cima. E agora, além de
disso, não é só o assalto, a própria
estética e a mobilização também estão
buscando aí suas referências e
identificações. Então, piorou o quadro.
Exato. Mobilizando o o Sabor me pegou.
Mobilizando o imaginário nazista. Com
certeza. Sem dúvida. Sem dúvida, sem
dúvida, sem dúvida. E normalizando. E é
um risco que a gente tem, porque é nós
enquanto esquerda, seja comunista, seja
radical, seja o que for, a gente corre
risco de normalizar quando a gente não
diz: "Meu amigo, isso aqui passou de
qualquer limite do aceitável".
Se você colocar em mesmo pé de igualdade
Bolsonaro e qualquer social democrata, é
tudo igual. Você está normalizando,
normalizando
esta posição extrema de aniquilação
total, sem limite e sem freio.
Não faça isso pelo amor de Jesus Cristo.
Não utilize categoria abstrata para
dizer que é tudo a mesma coisa, porque
você normaliza em última instância.
Pelo amor de Deus.
Porque em último insto igual
o camaradinha que tá aqui perdido no
tiroteio, é tudo igual, então [ __ ]
Vou para lá mesmo. E se radicaliza ou se
pode se tornar um extremo do lado
conservador canálha.
Simples assim. E aí por uma bobagem,
gente, por uma bobagem.
Ai que ótimo. Como sei lá a invenção do
tal do kit gay que nunca existiu.
O cara porque ele tá com outros receios
e medos. Ao invés dele ter o mínimo de
bom senso, já que é tudo a mesma bosta,
eu vou me aliar com esses caras que
estão contra esse kit gay e ser contra
aquele maluco lá que tá dizendo que é a
favor e nem existe o kit gay.
E aí o maluco vai para que lado?
por uma bobagem, por algo que nada que
poderia ser resolvido de qualquer outra
maneira. Se você taca tudo no mesmo saco
e acha que a estratégia de luta é a
mesma para qualquer um, você é burro e
você tá se autossabotando.
Pelo amor de Deus, pelo amor de Deus.
Isso. Eu vou até parar aqui um pouquinho
pra gente fazer um já eu volto pro
texto. É exatamente isso. É importante
dizer isso é fundamental, cara. É
fundamental.
É isso. Se fascismo, até essa tese aí é
horrível. Se é tudo igual, vou aderir
esse movimento fascista aqui diante tudo
que tá aí. É isso, é isso. Então, gente,
isso dói no meu coração porque é
importante.
Prestem atenção. Presta atenção.
Cada jogo exige que eu estabeleça uma
estratégia diferente para eu vencer o
meu adversário.
As regras do jogo mudam, eu mudo a minha
estratégia.
Assim como mudo o meu adversário, eu
tenho que mudar o que eu faria com ele.
É diferentes adversários, eu tenho que
mudar minha estratégia pelo adversário.
Assim como em diferentes jogos, eu jogo
de diferente maneira, porque eu não
posso aplicar as regras de um jogo pro
outro. Beleza?
Analogia.
Se eu disser
que um cara que é socialdemocrata, um
cara de centro, um cara de uma direita
com mínimo de bom senso, um conservador
humanista, é a mesma coisa que um
fascista, que um bolsonarista canalha.
Se eu jogar tudo no mesmo saco e achar
que a estratégia de enfrentamento de um
é a mesma estratégia que uso pro
enfrentamento de outro, eu simplesmente
perco o jogo e potenciais aliados.
Simples assim. O enfrentamento com um é
de um jeito, o enfrentamento com outro é
de outro. Pelo amor de Deus, porque o se
eu jogar no mesmo saco por uma bobagem.
O camaradinha é trabalhador, o
camaradinha é aliado, o camaradinha que
é nosso vizinho, que a gente tem
divergências morais, às vezes
superficiais e outras vezes muito e
aliás que não tira o caráter de ser
sério. É algo que não tá ali no
imediato, mas não tira o caráter de ser
sério, de ser fundamental. Mas eu posso
perder um potencial companheiro de luta
em determinados âmbitos, porque se for
tudo igual, eu quero ir contra tudo que
tá aí, eu vou me aliar com quem tá sendo
mais explícito e radical aqui. E aí
qualquer bobagem me joga para um lado ou
pro outro. Então, novamente, vai
aparecer um maluco dizendo que tem kit
gay e por alguma razão, pra estrutura
toda patriarcal, canáia, conservadora
que a gente tem, esse cara tem medo do
dos medos que que ele tem medo do do da
situação cotidiana que ele vivencia. Ele
tem medo e pavores que foram
constituídos historicamente nele,
socialmente reproduzidos com homofobia,
não sei o que lá. E por causa desta
parada, ele fala: "Mas vocês aí são
radicais, mas vocês defendem o kit gay,
que nem existe. Esses aqui são radicais,
mas eles não defendem o kit gay. Eu vou
com esses malucos aqui porque eles estão
contra tudo que tá aí, ainda não estão
me colocando nesse jogo e eu caio pro
lado de fascista de bobagem, pô.
E aí o conservador nada de braçada,
porque o movimento que não é
conservador, ele demora para se
constituir, para constituir só as bases
para poder transformar a realidade. O
movimento conservador é fácil, é só
manter o que já tá aí, cado. E aí o
reacionário ele vai surfar de braçado
porque vai dizer: "Tá tudo errado e
ainda vai manter as paradas que não era
que que são violentas contra as
minorias".
Então tem
diferentes adversários, eu uso
diferentes estratégias, diferentes
jogos. Eu uso diferentes jogos.
Por favor, não seja burro.
Não põe tudo no mesmo saco.
Atrapalha atrapalha a gente. Você se
você se lasca. Exato. Lá de fora todos
conta tudo que tá aí. A gente já viu
onde dá isso. A gente já a gente já
passou por 2013, a gente já passou por
2014, a gente passou por 2015, 2016, a
gente passou por 2018. Será que a gente
não vai aprender que isso aí dizendo que
conta tudo que tá aí dá bosta?
Meu Deus do céu. E eu tô falando como
alguém que é um comunista, que é a favor
da revolução radical, mas eu não sou
burro, [ __ ]
Ai meu Deus. pessoal que fala que é tudo
igual vem com a conversa de
aceleracionismo. Depois parece que é o
que querem mesmo. E e assim, gente, e
olhe quais armas você tem para lutar
por um segundo. Eu moro no Capão
Redondo, zona sul de São Paulo,
periferia da cidade. Eu tenho medo
dependendo do horário que eu ando na
rua. E tem mesmo. Quando eu tenho que
dar aula lá no caixa prego, que eu chego
em casa, eu eu pego o o o metrô, pego o
ônibus, pego o metrô, venho paraa casa,
que eu chego aqui na na estação
descendo, a estação já tá quase
fechando, eu subo a rua assim, ó, porque
eu tenho medo do camarada que pode estar
ali. Imagina pensando em escala de que
eu tenho que lutar contra uma polícia,
porque eu quero uma revolução, então vou
no braço contar tudo que tá. Meus
irmãos, você acha que que a gente
aguenta o qu? Meu Deus, não seja burro,
sabe?
A gente
a gente não tem capacidade de controlar
a nossa conversa, ela é fiscalizada.
Essa essa live gravada aqui, você acha
que ai conversa no WhatsApp, você acha
que ela não é meio não é ai meu Deus do
céu, não seja burro. A gente tem que
saber o que que a gente é capaz de fazer
dentro da circunstância atual. Você vai
tensionando dentro do jogo, mas dentro
do jogo porque o jogo ainda te protege
minimamente.
Em outro jogo, aquele que vai ser no na
na pancadaria, na força, no a gente é
forte, a gente aguenta, a gente toma um
pau porque a gente tá com pau e pedra.
Isso se a gente achar pedra,
pelo amor de Deus. Ai Valéria, um
excelente dia. Que bom que você curtiu
aqui o nosso papo. E a gente já já vem
encerrando por aqui em breve, mas é
importante falar sobre isso. Importante.
Já ouvi comunista falando que Trump
seria melhor porque destruiria o Zeí. É
burrice. É burrice. Assim,
Trump representa, encarna e potencializa
uma crise. Verdade. Isso significa que é
vitória? Não significa que é crise. E de
crise você pode sair tanto melhor quanto
muito pior. E a gente não tem controle
sobre isso. Então o que a gente tem que
potencializar hoje, inclusive pra
conscientização de classe trabalhadora,
é a crise interna dos Estados Unidos,
que o pessoal se vire lá, que tire Trump
lá de dentro, porque a gente não
consegue ir fora. Porque em política
externa, Trump é uma bosta. Trump é pior
que qualquer coisa que tem.
a gente tá vendo
e aí internamente os caras tem que se
resolver e a única coisa que tem é essa
fissura.
No mais tá todo mundo rendido. É o cara
que se apertar o botão acaba as coisas.
Tem que ter bom senso.
Sou de esquerda até e estou tentando
conseguir uma transição de gênero. Sou a
alvo preferencial do seu sistema de Pô,
mano. Exatamente. Arla, pô. Minha
solidariedade de coração. Que é isso? É
isso, é isso. Virar. Ai, cara.
Aí a gente potencializa uns bagulhos de
bobagem. A gente tem que ter bom senso,
saber que que a gente consegue fazer.
Já passamos pela República de Baimar.
Certamente.
Ai, meu Deus. Vaimar para caramba.
Inclusive, trocadilha horrível com piada
de minerez, né? Vaimar. Vai marar que só
tá.
Vai muito mar.
Ai, perdão pelo tocadilho terrível, mas
vamos compartilhar de novo aqui.
Terminar nossa leitura. React de texto.
Ai, Jeové nos ajude.
Sobreviveremos em algum momento, né?
Ainda assim, quem leva a cabo a tal
assalto repete muito eh muito o que foi
desenvolv desenvolvido no assalto nas.
Exatamente, né? Reproduz aí esses
problemas, né?
Eh, exato. Não, ator. Você vê que esses
malucos são todos homens, exatamente.
Branco de classe média, né? E frustrado.
Tudo frustrado. Coitado.
Teria mais uma expressão chula para
utilizar, mas acho que seria demasiado.
Perdão aí.
Exato. Pronto. Uma coisa simples. As
bigtec podem excluir o conteúdo da
esquerda revolucionário do YouTube,
Instagram em qualquer momento e a
justiça não vai ajudar em nada. E não
vai.
É muita ingenuidade. A gente não pode
ser ingênuo. Não pode. Ai, mas pelo
menos nós 20 aqui não seremos ingênuos,
hein?
Nós 20 aqui não seremos ingênuos.
A película de Chaplin,
perdão, desenvolve seu argumento entre
duas cenas principais. A cena em que o
ditador joga o futebol com o Globo, né?
né? Então, joga futebol com Lobo, a qual
expressa sua
eh
tranqueira de poder, vamos dizer assim,
seguida pela explosão do Globo, né?
Então assim, vai chutando futebol lá,
vai chutando futebol com Lobo, explode o
bagulho todo, né? Então aí lasca tudo,
aí lasca tudo.
A outra cena é a final com seu chamado a
passo. Exato. Que se torna tão forte e
geral que o ditador perde seu apoio e a
ditadura se desvanece. Chaplin não
aponta para um enfrentamento com as
armas, senão um enfrentamento sem armas.
Em seu tempo, isso era o contrário do
que a propaganda de guerra dos Estados
Unidos necessitava. Pura verdade.
O Estados Unidos quer paz por meio de
guerra. E o Chapin fala: "Não, meu
amigo, quero democracia e paz sem ser
pela guerra".
Por isso, pese que a o filme teve muito
êxito, os propagandistas da guerra o
rechaçaram. rechaçaram mesmo. Foi
proposta eh para o Óscar e por sup e
claro não lhe concedeu, né? Ele foi
apresentado para ser o Óscar e o Óscar
não deu o Óscar pro pro Chapl,
o que torna mais válido ainda hoje.
E aqui frente ao novo grande ditador,
com seu assalto ao mundo, não há guerra
possível. A cena final desse filme com
seu chamado A Paz lembra em muitos
sentidos os discursos de resistência da
atualidade, como os parecidos de Porto
Alegre. No caso de Porto Alegre é o
fórum mundial social que tinha
acontecido um pouquinho antes aqui nos
anos 2000. Chaplin não queria eh se fiar
em uma solução pela via da guerra. Hoje
não existe possibilidade de tal solução.
A guerra de aliança contra a Alemanha
nazi era justificável, né, entre aspas.
E igual e igualmente que agora seria
justificável uma guerra contra esse
assalto ao poder mundial pelos Estados
Unidos. Não obstante, não é possível.
Seria justificado, seria. É justificável
você entrar no enfrentamento? É
justificável. Eu encontro muitas,
muitas, muitas justificativas, mas ela
seria puramente ilusória porque não tem
como, tipo, literalmente.
Portanto, a resposta por meio do
discurso da paz não é um simples juízo
de valor. É a única resposta possível,
porque não dá para enfrentar. Meu Deus
do céu. Se esse discurso de paz não
resulta exitoso, não haverá resistência
possível em a um novo totalitarismo. Um
totalitarismo em nome da liberdade, que
é isso que acontece.
afogará a humanidade. Então,
totalitarismo em nome da liberdade vai
afogar todo mundo. Queremos ser livres
para não cair nas guerras dessa nas
garras dessa liberdade, nas garras da
águia da liberdade. Inclusive, o governo
do estadounidense crê que o poder nasce
dos fuzis. Isso é falso.
Sem legitimidade, as armas unicamente
destróem e não há vida posterior. E isso
é um cálculo assim racional. Aí fala:
"Mas não é assim que se deu no ocidente,
não é assim que se dá as coisas".
Realmente tem muito maluco que faz isso,
quer ter essa racionalidade suicida,
como a gente comentou no comecinho da
brincadeira, né?
Mas aí que tá o próprio capital bélico,
o capital, o capital da indústria
anuamentista, ele é um capital que não é
nem que ele é improdutivo, ele é
destrutivo. Porque a realização do
produto da indústria bélica, a
realização do produto do capital bélico,
do capital da indústria das armas, é a
destruição de qualquer fonte de poder,
de qualquer fonte de riqueza, seja
terra, seja o trabalhador. Vou até fazer
novamente sair aqui da tela para isso
ficar bem claro pra gente, tá? Ó, alguém
pode dizer aí o discursinho de paz que
você tá falando aí é um discursinho
meramente moral, de contraguerra, é
meramente moral. Não tem discussão
econômica inclusive sobre a paz. O
capital bélico industrial é um capital
que não é só improdutivo, como é, por
exemplo, o capital financeiro, é um
capital destrutivo, como já disse o
cris, é um capital cuja realização de
sua produção, ou seja, quando você
realiza o produto da indústria das
armas, essa realização da destruição de
fonte de riqueza possível. E quais são
as fontes de riqueza possível que a
gente tem? terra e trabalhador, ou se
você quiser natureza e humanidade, ou
você mata o humaninho, ou você mata
recurso natural, que se depende
sustentavelmente para manter a própria
reprodução social, ou se você é
capitalista, a reprodução do seu próprio
capital é um capital destrutivo, é um
gasto idiota do ponto de vista
econômico, racional, é um gasto idiota,
imbecil.
Tudo bem? Então assim, discurso pela
paz, não é só um discurso pela paz, ah,
porque é moralmente bonito, cara.
Economicamente, meus amigos, se você
destrói condições de reprodução do dia
seguinte,
você é burro.
Tudo bem? Perdão aí,
eu precisava fazer esse desabafo.
E aqui estamos indo pro finalzinho do
texto.
A legitimidade reside no exercício
humano e humanizado do poder. Se
queremos mudar algo, jamais devemos
esquecer que nada faremos se não
conseguimos despojar esse poder das
armas de sua legitimidade.
Isso é o que acontece hoje diante os dos
olhos do mundo. O imperador se encontra
nu novamente,
deve-se desnudá-lo, né? Deve tirar suas
roupas. Se bem que eu não queria ver o
Trump pelado. Se modestia parte deve ser
uma cena terrível. Uma e outra vez posto
que todos os dias muda de roupa, né?
Toda vez o o esse esse ditador tá
mudando de roupa, esse dominador fica
mudando os trajes, deixa ele peladão que
aí ele para de ficar se fantasiando. Sua
brutalidade, seu cinismo antihumano,
seu desprezo por todos os valores da
humanidade desenvolvidos em milênios são
visíveis. Temos que insistir nisso para
fazer ver o que ocorre. E é o que está
acontecendo nos Estados Unidos nas na
conversa sobre liberdade hoje. Então,
teve o assassinato, né, de duas, dois
manifestantes gringos estadunidenses,
nos protestos contra o ICE e as medidas
canálias fascistas que essa polícia tá
tomando nos Estados Unidos. E agora
começa a se discutir liberdade. Pô, eu
defendi o direito do cara da armado, não
os cara mataram porque ele tá armado e
nem armado o cara tava, hein? Mas já que
isso aconteceu, crise interna no
discurso. Pera, pera, pera aí. Mas é,
mas era o que eu defendia. Os valores
são postos em crise. Valor de liberdade,
valor de autonomia. Os valores estão
sendo estão postos em crise. Pera, pera,
pera aí. Como assim? Então, esse
cinismo, esse movimento que não tá nem
aí para valores, ele tem que ser
exposto, tem que ser colocado às claras,
certo?
Exato, João. Destruir para se
reapropriar e colocar depois.
Perfeitamente.
Pera aí. Foi. Se conseguimos isso,
podemos fazer algo. É a rebelião do
sujeito. Essa rebelião tem que voltar a
falar de democracia e insistir nela. E
eu defendo isso também. Ah, Bruno, mas a
democracia, eu não tô falando democracia
liberal e burguesa, mas a democracia é
um valor no sentido
amplo e concreto do termo ao mesmo tempo
que a gente tem que defender. Democracia
popular, participação, que a voz seja
ouvida, que a vida seja respeitada, a
liberdade de poder viver, né? Direito à
vida.
Hoje, especialmente tem que falar da
democracia nos Estados Unidos, a perda
da democracia ali e o desenvolvimento de
uma ditadura de segurança nacional no
interior de seu de sua democracia.
ameaça ao mundo. A perda da democracia
nos Estados Unidos e o desenvolvimento
de uma ditadura de segurança nacional
nos Estados Unidos no interior de sua
democracia, dentro de sua democracia,
ameaça o mundo.
E aí apoiar quem defende democracia
dentro dos Estados Unidos se torna
primordial.
Hoje a gente tem que buscar aliança
nesse processo
primordial.
Certo?
Gostaram?
Espero que sim. Foi um papo legal. Hoje
foi longo, hein? Longa leitura que a
gente teve de react de texto.
Perdão aí por ler demais.
Somelier de texto.
Ã, ai que bom. Pensei que tinha
acontecido um desastre. Tudo bem.
É uma sociedade que as contradições são
tão evidentes. Guerras serviços podem
acontecer se a população quiser uma
mudança radical como foi na Nicarágua.
Verdade. O Salvador Guatemala para nos
anos 70 e 90. Sim. Assim como não
necessariamente, né? Às vezes pode ser
outros processos. A gente hoje a saída
de Trump nos Estados Unidos, entrada de
outro bloco, já é um respiro, por
exemplo. Já é um respiro. Ah, resolveu
os problemas do mundo, os caras
desistiram do seu projeto. Não vai
seguir a tentativa de assalto ao poder
mundial.
Mas tem hora que a estratégia é ganhar
tempo.
Ganhar tempo é uma estratégia importante
em em certas situações. Você postergar a
possibilidade do seu adversário dar o
golpe final. Você conseguir ganhar tempo
para poder buscar uma nova alternativa.
Acho que jogo é um negócio que eu gosto
de conversar sobre,
saca? Então é importante, importante. Aí
foi ótimo. Que bom, que bom. Fico feliz,
fico feliz que tenha contribuído de
alguma maneira. Ficou longa, hein? Vai,
vai dar 3 horas. Fazia tempo que não
fazia a live tão grande. O problema é
que os Estados Unidos sempre tiveram uma
democracia bem unilateral, só pensar na
situação da população. Sem dúvida. Sem
dúvida. Aí é interessante você comentar
isso, Ran. Qual que é o ponto? Não é que
os Estados Unidos tem um pessoal bom,
virtuoso e fofo, né?
que caminha em meio às flores desse
paraíso e vai saltando. Não, não, não,
mas não é dizer que
é dizer que existe um grupo que ao
respeitar regra de jogo, a gente
consegue ter uma estratégia que não
depende dessa tensão constante que foi
esse último ano de Trump, por exemplo.
Existe um outro grupo que não tá nem aí
pra regra de jogo que vale a pancada. E
esses caras fortalecem e potencializa
essa tal de segurança na de ditadura,
como o Fran chamou, de segurança
nacional dentro dos Estados Unidos.
Então, com um tem uma estratégia aqui
que não que é mais dá para jogar mais
sossegado. Com outro o bagulho fica
frenético.
Quem que eu prefiro enfrentar?
Saca?
É isso. Ah, cara, aquele meme, por
exemplo, que eu acho interessantíssimo,
né, do do republicanos democratas, né,
republicanos é um avião passando aquele
bolo de símbolo canalha, conservador,
reacionário, fascista, derrubando bomba.
O outro é democratos, um monte de
símbolo progressista derrubando bomba. É
verdade.
A política de dominação segue, mas são
distintas as estratégias adotadas e as
possibilidades de manejo dentro dessas
estratégias. Os capitais dos Estados
Unidos continuam lutando entre si. Os
poderes ali dentro continuam vigentes.
Ninguém vai ser ingênuo de achar que um
é fofo e o outro não. Mas é aquele meme
bom, né? Fazer aqui, gente, concentração
aqui na Tucuruvi pra gente poder juntar
a caravana para ir votar na camala
Harris.
Então, [ __ ] Taché Camala não é ingênuo
desse ninguém vai ser burro, espero eu,
desse ponto. Não tem gente boa assim.
Mas o ponto não é isso não. O ponto é na
hora de tomar a decisão e tomar a
posição, como é que a gente vai para um
lado ou pro outro?
Que hora que eu opto por quem é o meu
meu melhor adversário? Se eu tenho opção
de escolher um adversário, como é que
jogo quero jogar com ele? E a e com
quem, né? Que jogo quero jogar e com
quem? Tem que ser malandro, pô. Tem que
saber viver, tem que saber chegar. Em
qual mentira eu vou acreditar? Já dizia,
já dizia Racionais MC.
Tem que saber viver, tem que saber
chegar, tem que saber em qual mentira,
em qual mentira eu vou acreditar, não é?
Acho que ag essa aqui finaliza bem o
nosso papo. Em qual mentira eu vou
acreditar para poder saber jogar, pô?
Sem ingenuidades, sem ingenuidades. E
cara, a gente é inteligente, com todo
respeito, a gente consegue ser
minimamente inteligente para fazer esse
tipo de de interpretação da realidade,
né? Espero eu.
Mas é isso, é isso. Impressionante como
texto é atual, mas perfeito, porque
perfeito. O o France ele saca ali uma
estrutura que ela é persistente, ela
permanece, ela ainda persiste hoje. E aí
o cara viu um bagulho que hoje a gente
vê os desdobramentos do potencialização
disso, né? Ele viu lá no início dos anos
2000 essa esse assalto ao poder, busca
de assalto ao poder mundial.
[ __ ] eu põe aí tem um papo que algum
dia a gente vai fazer aqui sobre a
formação do mundo e a destruição e e a
conformação do mundo. É um papo que eu
um dia gostaria de ter para discutir
eh como ao mesmo tempo que a gente
forjou o mundo em pouco tempo, a ideia
de mundo em pouco tempo, a busca por
destruição dessa ideia de mundo, ela
também é quase imediata.
É muito louco. Mas tudo bem, isso aí é
um papo outro dia. Eu espero que vocês
tenham curtido. Quem puder curtir esse
curta essa, chegou até aqui ou em algum
momento, curte o curte o vídeo,
compartilha aí pro pessoal que em algum
momento tiver lavando louça, tiver
trabalhando aleatoriamente, viajando
longas distâncias e podendo gastar o 5G.
Eh, compartilha aí o videozinho, não
esquece de hypar se rolar. Quem quiser
ser membro, vire membro, membro, a mim,
membrezia do canal, tem acesso a
conteúdos exclusivos. E é isso, ajudando
aqui o nosso canalzinho a seguir
trabalhando, a gente poder aí também
seguir,
como é que é que fala? Seguimos.
>> Seguimos trazendo a boa nova todo dia a
vitória final.
>> Seguimos trazendo boa nova todo dia
>> até a vitória final.
>> Fiquem bem, se cuidem. Deus abençoe. Tem
um bem semana na final quarta-feira.
Quase que fim de semana. Desfrutem o
máximo possível desse tempo que nos
resta com a família, com amigos, com
gente que a gente quer bem e desfrutem
os prazeres e delícias desse mundo com
responsabilidade. falou. Tchau.

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