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A fé vem pelo ouvir

🔴AULIVE: HERNANDES DIAS LOPES E PRIMO RICO OPINANDO SOBRE BOLSA FAMÍLIA (SEM LÁZARO O POBRE)

🔴AULIVE: HERNANDES DIAS LOPES E PRIMO RICO OPINANDO SOBRE BOLSA FAMÍLIA (SEM LÁZARO O POBRE)

🔴AULIVE: HERNANDES DIAS LOPES E PRIMO RICO OPINANDO SOBRE BOLSA FAMÍLIA (SEM LÁZARO O POBRE)

pix: [email protected]

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Legendas automáticas:

[música]
pela verdade, pela vida, pela luta
popular, pela realidade.
>> [música]
>> de uma utopia. Livres do rio ao mar. Um
sonho pelo dia da paz entre nós.
Guerra [música] aos senhores, ouçam
nossa voz.
[música] Fé, ciência do mundo, luz,
testemunho ser da terra, o sal. Seguimos
trazendo a boa [música] nova. Todo dia
útil até a vitória final.
Filosofia,
economia, sociedade e [música] religião.
Praticamos
diplomada, fazemos [música]
propaganda e agitação. Fé, ciência do
mundo, luzes, testemunho, ser da terra,
o sal. [música]
Seguimos trazendo a boa nova, todo dia
útil até a vitória final.
Seguimos
[música]
trazendo a boa nova todo dia útil até a
vitória final. [música]
Pela verdade, [música] pela vida, pela
luta popular, pela realidade, uma
utopia.
>> [música]
>> Livres do rio ao mar, um sonho pelo dia
da [música] paz entre nós.
Guerra aos senhores, ouçam nossa voz.
O pressuposto de toda a existência
humana e, portanto, de toda a história é
que pessoas têm que estar em condições e
viver para fazer história.
Ciência [música] do mundo, luz.
Testemunos ser da terra o sal. Seguimos
trazendo a boa nova, [música] todo dia
útil até a vitória final.
[música]
Fé, ciência do mundo, luz, testemunho,
ser da terra, o sal. [música] Seguimos
trazendo a boa nova, todo dia útil até a
vitória final.
Segue nos trazendo a boa nova todo dia
útil até a vitória final. [música]
[música] Ciência do mundo, luz,
desanhecer da terra, o sal.
[música]
Seguimos trazendo a boa nova todo dia
útil
até a vitória final.
>> [música]
[música]
>> Bom dia, tudo bem com [música] vocês?
Ei, bom dia, minha gente querida.
Como é que vocês estão? [música] Estão
bem? Espero desejo que sim. Deixa eu
abaixar um pouquinho o volume aqui da
música de fundo.
[música]
Opa, pera aí. Mouse me ajuda. Travou
tudo [música] aqui.
Bora devagar. [música]
Ih,
pera aí.
Ih, que que tá pegando aqui? Pera aí,
deixa eu ver se consigo resolver de
outro jeito. Um minuto. [música]
[música]
E aqui ver se funciona
aí. [música]
>> [música]
>> Xi, travou o bagulho aqui. [música]
Pera aí.
[música]
Aí, agora vai.
Ih, não [música] foi.
Pera aí, pera aí, perí. Que tá
acontecendo com o meu negócio aqui?
Ah, não acredito.
Minha música tá muito alta. Eu quero
baixar ela e os caras não estão
deixando.
Tá peg aí. Consegui. Pronto. Agora vai.
É live realmente ao vivo, né?
Aparentemente. Voltando a musiquinha
gostosa
aí. Agora sim. O som tá bom. [risadas]
Jesus.
Ai, ai,
deu certo
agora. Deu certo.
Ah, é, o PC tá com sono ainda. Mas vamos
lá que eu eu deixei um monte de mensagem
passar. Bom dia, Jéssica. Tudo bem com
você? Espero desejo que sim, minha
querida.
K.
O primo rico que tem vídeo ensinando com
chatt. É, no caso para ele o chat GPT
realmente é um auxílio porque alguma
inteligência surge, né, quando ele usa
ela. Bom dia, Aa, como é que você tá?
Tudo bem? Espero desejo que sim,
querida. Estamos aí mais um dia. Bom
dia, querido Rubens. Quanto tempo que
você não cola por aqui. Mas também a
vida deve estar corrida, insanidade,
essas coisas todas. Seja muito
bem-vindo. Bom que você tá por aí.
Sonzinho tá bom, tá massa agora? Tá mais
equilibrado o áudio da minha voz com o
áudio da música sem sobrepor nada. Só
consigo pegar a live quando o tema é
xurume. É, [música]
aí é um problema, um problema sério que
precisamos solucionar, não é? [risadas]
Bom dia, professor. Bom dia, chat.
Trevoso, trevoso, mas gentil e
extremamente qualificado. Bom dia,
Borduna. Como é que você tá? [risadas]
Tudo bom, mano? Espero desejo que sim
também.
Vamos botar a live às 5 da manhã, o
primeiro café. Pô, pior que essa
madrugada eu acordei às 4:30. A criança
resolveu acordar 4:30 da manhã e ela
realmente acordou.
E aí eu me lasquei
e aconteceu que às 4:30 da manhã a tava
de pé. Então, na verdade já vou pro meu
segundo café da manhã.
Vou dizer que já estou prestes de fazer
isso ou almoçar absurdamente cedo, né?
Não dormir hoje. Ih, sacanagem. Meu
raciocínio pode estar meio debilitado.
É, isso acontece. Isso acontece.
Melhoras aí, que haja mais sono,
momentos vindouros e oportunos, você
possa descansar um pouquinho mais. Aa, a
gente fica quebrado, né, quando não
dorme direito. Putz, eu tô preocupada
com daqui a pouco, porque no primeiro
momento eu até aguento. Agora depois
mente aí eu me quebro.
Sumiu a música para mim. Voltou. Voltou.
Que bom. Mas o som tá bom. Espero que
sim.
[risadas]
O PC também ainda não acordou. Não, não.
Ele tá dormindo faz uns 5 anos,
inclusive ele, né?
Desperta, tu que dormes, ele esqueceu de
despertar. Ele continua dormindo.
Essa música dá uma vibe lowf. Essa é a
ideia. A ideia é essa, a ideia é essa,
esse sonzinho aqui gostoso que fica aqui
no fundo. Climinha. Climinha barista.
Climin cafezinho. Climin gostoso. Bom
dia, Felipe. Felipe, primeira pessoa,
santificado em vida, beatificado em
vida, pela igreja barista. Seja muito
bem-vindo mais um dia, meu querido. Bom
dia. Excelente dia para nós. Bom dia.
Bom dia aos baristas e não baristas da
América Latina. Bom dia, Thago. Como é
que você tá, meu querido? Tudo bom?
Espero desejo que sim. Tá bom. Então, tá
bom. Agora que tá bom. Tá bom. Tenho que
durar até às 22. Só assim para consertar
o bosc. É difícil, né? Que ter que
segurar para depois. Ixi,
é, me disseram que a gente porque assim,
né, depois que a gente adquire ou depois
que a gente contrai paternidade, tem um
ah esqueci de mudar meu nome aqui. Tem
um problema que é o o lance de
da gente ficar quebrado com muito sono,
a gente dorme pouco. Aí o pessoal, não
fica tranquilo que é só até os 12.
Depois dos 12 você vai conseguir dormir
mais. Eu falei: "Nossa, só faltam mais 6
anos." Tá tranquilo. Então, [risadas]
tô quebrado.
Como é que que eu tinha que botar aqui
hoje mesmo? Eh,
não sei. É uma manchete legal para mim
hoje.
Ah, já sei.
Pronto, agora tá bom. Só faltam seis
anos, então é só falta o dobro agora,
Rubens. Só falta o dobro para mim agora.
Daqui a daqui mais 6 anos eu volto a
dormir. [risadas]
Ai, mas se você tá chegando aqui pela
primeira vez na nossa live, seja agora
ao vivo sincronamente ou depoismente
quando você for assistir em qualquer
momento, dia, tarde, noite, não sei,
lavando louça, ouvindo, né? Porque aqui
também muitas vezes é audiool, não tem
nada mais agradável para ver, porque a
minha cara, a minha cara não é tão legal
assim. Então você acaba ouvindo enquanto
dá o talento em casa, dá aquela lavada
de louça,
toma um banho, não sei, importante tomar
banho. Mas você que tá acompanhando aqui
pela primeira vez, seja muito bem-vindo,
muito bem-vindo, muito bem-vindo ao
nosso canalzinho. Nós produzimos
conteúdo semanalmente às quartas-feiras,
hoje excepcionalmente a quinta, pela
manhã às 9:15 da manhã, hoje
excepcionalmente às 8:15 da manhã. Quer
dizer, tá tudo muito excepcional no dia
de hoje. De todo modo, aqui você sempre
vai encontrar conteúdos qualificados com
uma pessoa tudóloga, opinóloga,
generalizada, diplomado.
Meu nome é Bruno Requidal, sou doutor em
economia polític política mundial,
mestre em filosofia, graduado em
filosofia, formado em teologia e estamos
produzindo um conteudinho aqui bacana
que espero que seja útil para você.
Considere ser membro, membro, membro,
membresia aqui do canal, que a gente
discute religião, filosofia, economia,
sendo tudólogo da maneira mais adequada
possível e também com cursos exclusivos
para você, para você e para todas as
outras pessoas que também fazem parte da
membresia aqui do canal. E aí você vai
encontrar cursos bem interessantes lá,
como Marx, religião, evangélicos e
política no Brasil, como fazer seu
projeto de pesquisa, eh, filosofia
latino-americana, tem bastante coisa
interessante, além de outros conteúdos
que também são exclusivos, como a rádio
Crite Crente, que faz tempo que eu não
falo dela, é muito bacana. A leitura
comentada de vários textos, livros quase
completos. Preciso retomar e finalizar
las úas del poderosor cristianismo que
não tem em português. A gente faz a
tradução simultânea lendo linha a linha
em vários videozinhos. É um conteúdo bem
bacana para você também, tá bom? O livro
da Elsa Tamas. Então tem muita coisa,
tem horas e horas e horas aí para você
quando não tiver absolutamente nada mais
interessante para fazer, tá com a gente.
Seja muito bem-vindo, que a gente possa
aproveitar da melhor maneira aqui o
nosso papo, beleza? Considera aí porque
o canal é pequenininho, é um canal
notoriamente pequeno. Nós temos aí
apenas do anos de canalzinho e você pode
acabar contribuindo com a gente de
alguma maneira legal, tá bom? sendo
membro, membro a membro, porque o que
sustenta esse canalzinho é a membresia
que ajuda aí a pagar umas contas de luz,
pagar umas contas da internet vez por
outra e aí funciona. Então chega com
nós, vale relativamente a pena porque é
bem mais barato até que um café
expresso. Seja bem-vindo à Primeira
Igreja Barista. Além disso, você pode
entrar no nosso grupo do WhatsApp. Eu
esqueci disso também. Temos um grupo
exclusivo para membresia do canalzinho
no Zap. Tem debates qualificados,
conversas muito interessantes. A gente
distribui também bastante conteúdo em
livro, texto, coisas bem legais pro
pessoal poder ter acesso. É, nós estamos
junto. Valeu. Foi a propaganda, foi o
merchan. Talvez eu tenha esquecido
alguma coisa e o carapa já já puxa minha
orelha, né, carapa?
Com 12 já e já varava a madrugada. Via
Jess Stone às vezes. Aí, ó, com 12.
Cara, eu sempre dormi pouco, graças a
Deus. da minha filha não é que nem eu.
Eu sempre dormi muito pouco. Desde
pequeno meu pai reclama que eu era bebê
já dormia pouco. Aí a infância eu dormi
pouco. Adolescência, que é o período que
a gente dorme mais, né? Em teoria, eu
também dormi muito pouco e aí juventude,
essa coisa, ainda vai acelerando a vida
de trabalho, estudo essa parada toda
ali, 17, 18, 19 anos, até perto dos meus
20, até o mestrado, porque eu fiz o
mestrado com 20 tanto 25, 26,
talvez tenha sido um pouquinho mais,
ah, já não lembro, 26, 27, já não lembro
mais quantos anos eu tinha. Eu fiz o
mestrado no período do mestrado, até o
período do mestrado ali, eu dormia no
médias 5 horinhas à noite assim. E não é
porque, tipo, ah, porque o cara é virado
e não é porque eu sempre dormi muito
pouco. Até que tanto que quando eh
ficamos grávidos aqui em casa, a minha
companheira falou: "Ai, que bom, né?
Você sempre dormiu pouco, então você vai
conseguir dar uma força à noite, a
parada toda, que legal, tal". Aí
contrair paternidade, o cansaço veio,
mas ainda assim eu continuo sendo o mais
acionado no período noturno, tal qual
hoje às 4:30 da manhã. É a vida, né?
Falando em chorume, que tal react de
texto do livro amarelo? Qual o livro
amarelo? Deus o livre. Livro amarelo.
Nós estamos só pensando na mesma coisa
de livro.
Espero que não. Ah, não vale a pena.
fazendo o quadro fixo, lendo o conteúdo
de direita. Podia ser tu que dormes,
desperta, desperta, tu que dormes. Não,
cara, eu acho que tudo tem limite. Livro
amarelo, já sei até o que que é o
bagulho. É dos meninos lá, né? Os
adolescentes de 40 anos. Pô, madrugada,
como é que você tá, Gabriel? Tudo bom?
Bom dia, meu querido. Espero desejo que
esteja bem. Vou pedi o like? Não, não
pedi, foi mal. Bom, falaram que tem uns
cortes no Insta também. É verdade,
carapa. Tem corte no Instagram também.
Bruno Requal, vai lá no Instagram, tô
botando uns cortezinhos vez por outro,
eu esqueço. E não esquece de curtir esse
vídeo, comentar para engajar, espalhar a
palavra por aí. Divulga as paradas por
aí, pô.
Tô lendo o livro do José Paulo Neto
sobre Marx. Me deparo com citação de
Dussell. Aí, borduna. Estamos e de olhos
atentos. Cara, o Dussell ele é muito
citado por marxólogos porque ele foi
muito pioneiro em certas leituras, né,
de biografia de Marx, de buscar textos
no original. O Del foi o primeiro cara
que foi lá no Institute Marx Engls, né?
O Instituto lá de estudos de Marx
Engles, eu não lembi o nome como é que
fala em holandês,
mas ele foi lá ler o ler uma série de
originais dos rascunhos e especialmente
dos grundres, né? Dos grundres. E aí ele
leu os Grundres e fez o primeiro
comentário linha a linha dos Grundres.
Tipo, é muito pra frente, tá ligado? e
ele fez muita, muito busca de arquivo,
tal. Então, ele tem uma leitura da
história da biografia de Marx bem
interessante, com alguns pontos bem
esquisitos, óbvio, né? Ele é bem ousado
na leitura que ele faz de Marx, né?
Tanto que a gente brinca que é o Marx de
Dúciel, mas apesar de tudo isso, é muito
inovador e é um cara que fez vanguarda
em certo sentido em alguns temas. Então,
todo mundo acaba citando ele. Tem que
citar ele, tem que trocar uma ideia, né?
O discípulo do Dusel, o Juan Ros
Bautista Segales, o Juanro, infelizmente
já faleceu, ele tinha muita conexão nos
estudos do da do projeto do Mega 2, né,
o Mega, que são os estudos das obras
completas de Marcos e Engels. E um dos
caras responsáveis é o Michael Heinrich,
né? E o
o Juan trabalhava e discutia com Michael
Hein Rich também sobre os estudos da
Mega, tal, e ele acompanhou essa parada
toda. Então, a gente tá falando de uma
galera da América Latina que é pouco
discutida e estudada no Brasil, diga-se
de passagem, mas que é muito vanguarda e
um monte de gente lê, estuda e guarda
debaixo da manga e esquece de avisar pro
Zoto, né? A referência, mas ainda bem
que Zé Paulo avisou aí.
Conheço um livro amarelo, mas é sobre
positivismo jurídico. Já esse outro não
colocaria nem como peso de papel. É,
não, não é útil. Eu também não colocaria
nem como peso de papel. Na verdade, eu
estou arrependido de que certas pessoas
foram alfabetizadas.
Ai, gente, é complicado, né? Mas hoje a
gente também veio aqui para ver
tristeza, a gente veio aqui para ver
chorume, como disse o Rubens. [risadas]
A gente vai ver as coisas só Jesus na
causa,
né?
Ai ai. Vamos ver o nosso querido
Hernandes Dias Lopes,
tudólogo, né? o opnólogo, praticante da
opologia
tudológica
generalizada,
falando sobre coisas que ele não deveria
falar e acho que vai ser importante.
Cara, o corte é muito triste, as falas
são terríveis.
Ai, mas a gente tem que fazer esse
bagulho aqui. Inclusive, assim, eu pego
no pé do Hernandes Dias Lopes. Pego. Por
quê? Porque ele é um cara muito ouvido,
é um cara muito conhecido e porque ele
fala grosélia, nível gente muito babaca,
muito mais explícita,
só que com ar de que ele é sério e muita
gente leva ele muito a sério, né? um bom
pregador, essa coisa toda.
Só que o fato do cara ser um bom
pregador não significa que ele pode sair
falando sobre qualquer coisa e nem que
ele tem autoridade espiritual para sair
dizendo regras por aí e nem que ele não
possa ser criticado. E a gente vai ter
que fazer esse enfrentamento hoje e
faremos,
né,
retórica em dia, em dia, trabalhando ela
arduamente,
cara. Cara, mas é muito triste, mano.
Meu pai amado. E a gente vai ver umas
coisas aqui, fazer uns react longo. Vai
ser um react longo. Vai ser uma live de
react hoje, porque o vídeo é curto, mas
a gente vai dar uma de Pedro Ivo hoje,
um Pedro Iivismo cultural, né? Live
longa sobre um conteúdo que era para ser
curto,
porque a gente vai ver um encontro
titânico entre
Hernandes Dias Lopes e Primo Rico.
Que coisa, não é? Chorum. É, Rub, você
veio hoje de manhã aqui para ver Xurumi,
ver treta. Quem que quem tá aqui no
chat? que muita gente não conhece o
Hernandes, especialmente quem não é do
de do mundo evangélico, né, tal, ou
mesmo do mundo reformado
e não sabe quem é o Hernandinho. Vocês
conhecem Hernandes? A gente tem o
Observatório Hernandes Dias Lopes aqui
no nosso canal. Não sei se você sabe
disso. Nós temos porque a gente gosta de
trabalhar arduamente com conteúdo dele.
Eu nem conheço esses cara aí. Tô com
medo. É, então ele é um cara que
aparentemente é sério.
Ele fala sério, pelo menos ele tem
gravata, tem terno, tem a Bíblia, tem
cabelos grisalhos, óculos e uma longa
trajetória de pregador, né?
Falando por aí no nosso mundo crente é
um dos caras mais ouvidos, na real, se a
gente fosse olhar em certos números
absolutos, né?
Ele é um cara
complicadinho para dizer o mínimo,
mas o pessoal tem medo de fazer crítica
a ele por respeito. E eu entendo a parte
do respeito, dizer que o cara é um cara
importante, que eles ouviram a palavra
por meio dele, não sei o que, pi, pi,
pi, pá, mas isso não exenta o cara de
ser uma pessoa
complicada, né? E nema dele não fala
grosélia e tem que ter orelha puxada
quando fala grosellia. Mas ó, quando
você vi o nosso canalzinho aqui, bom dia
Jésica. Tudo bem com você? Espero deseja
que sim. Bom dia. Vou mostrar um negócio
para vocês aqui. Vocês vão ver no meu
canalzinho. Se quem não conhece o
Hernandes, eu vou dar uma introdução
para vocês via nosso canalzinho. É aqui,
ó.
Vai vir aqui no nosso canalzinho.
Cadê? Aí, esse é o nosso canalzinho, né?
E aqui no nosso canalzinho tem
playlists. Além dos vídeos gostei as
playlist que a gente tem aqui, tem uma
playlist específica que é essa aqui, ó,
que é o Observatório Hernandes Dias
Lopes. Vocês vão na playlist
Observatório Hernandes Dias Lopes e esse
vídeo provavelmente vai parar lá e vai
compor o 10o vídeo do Observatório e é
lá que vocês vão conhecer o Hernandes,
tá bom? Então vocês vão ter um um
contato aí primeiro, [risadas] depois
com Kernandes,
que foi o acho que a segunda, o segundo
react que a gente fez aqui no canal foi
foi um vídeo dele falando se o crente
pode ser de esquerda.
Aí ele fala que o crente não pode ser
nem de direita, nem de esquerda, só de
direita, entendeu? Ele não pode ser de
esquerda nem direita, ele só pode ser de
direita. Então é isso, é daí para baixo.
Mas é que que sempre muito, né?
Malandreps, malandrinho, malandrinho
ligeiro.
E o grande ponto aqui é que ele resolveu
ir falar com o Gimo Rico
comentando
sobre Bolsa Família, né?
E aí ele vai falar sobre Bolsa Família
com o Gimo Rico
e o a tamb e o título e a pergunta feita
pelo Gimo é:
o cristão pode viver de Bolsa Família?
É. Aí daí já é daí para baixo.
Ah, meu amigo, daí para frente só para
trás, essa coisa toda, né? Primo rico
[risadas]
que tem vídeo chamado como investir
igual a mim usando inteligência
artificial. [risadas]
Eu não sei se tem, mas se tem é
engraçado.
10o vídeo realmente tá observando? Sim,
isso porque eu fiquei um tempão sem
fazer. Ano passado eu não fiz nenhum
react.
Ano passado foi um ano sem reacts, ano
passado foi um ano limpinho aqui com
conteúdos nossos só. Então isso aqui é
do primeiro ano do canal,
que a gente fez o canalzinho, é o
primeiro ano do canal e aí veio o
segundo. E no segundo ano do canal a
gente não fez mais react, a gente só fez
live praticamente pela manhã. Então
esses nove vídeos são do primeiro ano do
canal. Nós estamos observando,
observamos atentamente. Só o que
acontece esses dias, por que que o que
que esse bagulho chegou até mim? Porque
eu já tinha abandonado a observação. Eu
parei de observar. Parei de observar.
Aí, [risadas]
aí no no Twitter o pessoal começou a
discutir, apareceu o vídeo dele, esse
corte e aí gerou aquele pafafá lega lega
lega, que é o cara falando com o Gimo
Rico sobre Bolsa Família e metendo o tio
do WhatsApp com cara de autoridade
espiritual, né, falando sobre Bolso
Família. E aí o vídeo chegou a mim via
Twitter. Eu falei: "Olha,
olha aí, preciso voltar a fazer o
observatório, né? O observatório tá aí
abandonado e o homem já perdeu as
estribeiras. Agora tá falando sobre
coisas que realmente não deveria."
E aí o pessoal começou a criticar o
Hernandes e achei engraçado porque antes
ninguém ficava metendo B dele no
Hernandes, não. Agora o pessoal tá
metendo. Eu falei: "Ó, eu critico o
homem aí, falo, exponho os pontos que
ele finge ser sério
antes de ser moda." Então, estamos na
vanguarda com o nosso observatório.
Eu acho que essa eleição vai ter muita
treta mesmo. O ambiente de debate
público vai ficar intancável.
Intancável, que é uma expressão que eu
não consigo usar, mas eu entendo
plenamente. E para você que não sabe que
é intancável, que será insuportável.
Tô aí educando pessoas mais velhas. Já
tô prevendo o nível da argumentação. É
com a Bíblia debaixo do braço. Lázaro,
eu conheço agora. Não lembro o nome do
primo rico na Bíblia. [risadas] Sabe
qual que é o nome do primo rico na
Bíblia? rico.
[risadas]
É que eu vou citar uma parábola bíblica.
Tem uma parábola de Jesus pouco
trabalhada por alguma razão. São poucas
pessoas que fazem longos textos,
discussões e trazem à tona essa
parábola, mas é uma parábola
conhecida como o rico e Lázaro.
A parábola do rico de Lázaro.
Lázaro é um pobre mendigo que fica
vivendo na porta da casa do do rico e o
rico é o rico.
Ambos falecem,
não fale é, ambos falecem.
E aí um vai pra perdição, pro Sheol, pro
inferno, e o outro vai para o seio de
Abraão, que significaria vai pros,
[risadas] sei lá, para um lugar legal,
pro paraíso, pro reino de Deus, sei lá
onde vai, vai, volta para o seio,
regressa ao seio de Abraão. E aí ele tá
num um tá num lugar bom e outro tá num
lugar ruim. O que tá num lugar bom é o
Lázaro. O que tá num lugar ruim é o o
rico. E aí o Rico fica desesperado
pedindo pro Lázaro pelo menos pingar uma
gotinha, pegar com dedo, colocar o dedo
na água e pingar uma gotinha pelo menos
na garganta dele, que ele tá sofrendo
muito a seco lá. Ele tá sofrendo nesse
lugar da perdição e no inferno e no na
secura.
E aí ele recebe uma respostinha
atravessada de um mensageiro
intermediário ali que fala: "Ô, meu
querido,
quando Lázaro tava na terra pedindo
ajuda, você não deu nada para ele.
É, vai ser uma parábola legal pra gente
conversar.
[risadas] Parábola bem interessante, né?
Mas bom dia. Fazer o watch. Que fazer?
Fazer o quê? Fazer o como é que você tá?
Tudo bom, meu querido? Que bom que você
tá por aqui conosco. Ficou um tempinho
aí sem poder, mas agora pode. Vitória do
trabalhador.
Essa bolha de crente rico coach é
intancável. Intancável novamente,
lembrando para as pessoas mais velhas é
insuportável.
Eu sou velho pro intancável também. É,
eu não consigo. Eu não sei usar esse
esse termo. É um termo muito intancável
para mim.
Já tendo fake news com IA. Imagine
quando se aproximar da eleição. Ixe, meu
amigo, vai ser doideira. Doideira, só
maluco.
A do camelo da agulha. Não, essa a do
camel da agulha o pessoal ainda usa,
ainda inventa várias lorota. Eu quando
era criança, eu ouvi uma vez que a
agulha era o nome da de um portão da
lorota da bexiga. Para não dar o braço a
torcer, que rico na Bíblia se lasca.
Pelo menos no Novo Testamento. É o E nas
palavras de Jesus, né? É o o diziam que
era uma um portão que tinha lá que
passava os camas lorota para não dizer
que né, mas essa não, essa é a do Rico
do Lázaro, que é uma outra parábola, é
uma parábola bem interessante.
E aí eu queria que o Primo Rico e o
Lázaro conversassem um pouquinho.
Acadêmicos de Niterói não criticou
evangélicos. Daí um pastor vai e deseja
câncer para pessoas que fizeram a arte
lá, que era inconserva e entenderam
conservadores. É, então aí tem duas
coisas. A primeira que eu acho que o
pessoal é muito ingênuo também, né?
Porque,
ah, achei legal, quero causar. Eu
entendo a crítica, mas você pode ter bom
senso, você já sabe. É assim, aquilo que
a gente já sabe o que vai acontecer.
Então, a pessoa faz esperando que vai
ter o bafafá, né? já sabe o que vai
acontecer. Tava na cara.
Chega até se tenho até preguiça. Aí a
outra é o pessoal que já sabendo o que
vai acontecer, o outro já recebe
informação e já aproveita. Então assim,
é um grande teatro, né? Uma grande
performance. Um vai lá para dar aquela
provocadinha já sabendo que vai ter a
reação. O outro já aproveita a
provocadinha para fazer uma reação em
cima da reação. É chatão. Acho
desagradável. Muito chato.
Bom dia, querido Gabriel. Bom dia, Bruno
Creme Dental. Passei, escoveri os
dentes, mas já faz um tempinho, agora tô
tomando meu café. [risadas]
Segundo café. Bom dia, meu querido. Como
é que você tá? Tudo bem? Espero desejo
que sim.
O Marcel mandou uma dessas, não mandou
do Primo Rico? Ah, deve ter mandado. Ó,
o Marcel manda qualquer grosella, né?
Ele mandou que ele soca com o nariz de
um tubarão.
Aquela do helicóptero, né?
O cara conserta helicóptero enquanto tá
voando.
Tá doido. E os dois ganham. Não sei quem
dois, mas ganh. Todo mundo ganhou.
Acho que o Malafa não surfou na onda por
causa da presença da Damares
na onda do negócio. Eu ele surfou, acho
sim. Ele fez um o o Mala, o Mala fez um
um
entrou nessa trendzinha do de fazer meme
que é um um chat EPT da lata tem
conserva com a foto da família. Ele
botou uma foto da família todos em cores
tons pastéis. Então além de conserva,
ele também são bem pastel. Mas é isso.
Mas é um do crente é complicado.
Complicado. E o pessoal também tem que
aprender a trocar ideia.
Ah, os dois lados da performance. Exata.
Polêmica vazia, perda de tempo. Ai,
muito chato, muito chato. Bobagem. Um
perde tempo, o outro ganha tempo em cima
do tempo perdido e vai perder tempo dos
outros que estão Ah, é muito chato. Eu
acho muita bobagem assim, muita perda de
tempo da escola. Desnecessário, assim,
sem qualquer necessidade. E do pessoal
da Eu entendo a crítica, tá ligado? Mas
é que assim, já sabe o que vai
acontecer. Ai, é muito chato. E o os
lacacente e o conservador é
insuportável, né? Os lacracente e
conservador são insuportáveis, então
fica chato. O pior é dele tentando fazer
a mulher cadeirante andar. Ah, é o
Marsal, né? O Maral fazendo. É triste.
Não é meu pilantra. É pilantra mesmo.
Divulguei fake news sem querer. Peço
perdão. Não, não foi. Foi. Foi só você.
Essa não foi fake news, foi uma
desinformação. Isso é verdade, porque
assim, aquele momento que você, pô, não
sabia dessa e tá tudo bem. Fake news é
quando os cara inventa o bagulho mesmo,
né? Que cria um negócio, aí é
complicado. Esse aí que foi
sem querer, tá tudo bem, ninguém vai
sofrer com isso. Só o Malafa seria menos
sujo, que também não ajuda muito, né?
que para quem tá na merda, meu amigo.
[risadas]
Então é beleza, mas vamos lá, vamos ver
o o nosso reacto,
longuíssimo react
a musiquinha aqui do LF ou vou deixar a
musiquinha do LFI bem baixinha ou não?
Não sei. Tô em dúvida. Vamos ver se vai
dar certo. Deixar um lfizinho bem
baixinho.
Deixa ele baixinho. E aí eu ponho o
Ah, deixar o pai gospel aqui, versão
gospel.
E aí eu deixo
o react com ele baixinho. Acho que não
vai dar problema não.
Fazendo ao vivo,
pá. Vamos ver então.
Hernandinho
Hernandes Dias Lopes conversando com o
Gimo Rico.
Act depois de eras. [risadas]
Faz tempo que eu não faço não, amor. Faz
tempo. Faz tempo mesmo.
Muito tempo. Mas vamos lá. Eu não vou
fazer a intro para corte essas paradas
porque não não tá rolando. Mas se eu
fosse fazer porque eu e o Felipe,
coitado do Felipe, eu sacanagem. O
Felipe fez os cortes para mim, eu não
consigo parar, parar para postar. Eu tô
tô lá de trampo e fazendo dois trabalhos
ao mesmo tempo. Vou começar o terceiro
nesse fim de semana.
Eu sou muito incompetente, mas em algum
momento vai dar certo. Mas de todo
jeito, se eu fosse fazer seria assim.
Nossa, eu tô muito treinado. Ol, minha
gente, tudo bem? Bora lá para mais um
react conteúdo totalmente desta vez
Hernandes e Azop falando com o Gimo Rico
sobre o Bolsa Família. Crente pode ter
Bolsa Família. Bora lá. Aí, quase quase
quase foi. Quase foi. Vai, vai. Treino
ao vivo, hein. Fala, minha gente do me
lá para mais um re contalmente. Desta
vez Hernando Dias Lopes falando com
Primo Rico sobre o crente, se ele pode
ou não viver de boa família. Bora ver
onde a gente vai parar. Pronto, seria
isso que eu faria. [risadas]
Mas bora lá.
Ai, ai, ai.
Fala, homem.
>> O que que seria a definição bíblica para
um homem próspero? Então assim, todos
nós queremos ser prósperos.
>> Eu, para mim é o contexto,
>> tá,
>> de Paulo ao escrever para Timóteo, não
tem melhor conceito de prosperidade que
isso aqui. Olha aqui,
ele diz assim:
"De fato, grande fonte de lucro é a
piedade com contentamento."
>> Piedade com contentamento,
cara. Aprofunda nisso pra gente.
>> Sim. O,
já começamos bem. Pera aí, você já volta
aqui, Hernand, espera aí.
Como dizemos, o mantra neste canal,
texto fora de contexto é pretexto.
Repita comigo. Texto, fora de contexto é
pretexto. Então aqui, como é que a gente
consegue prosperidade? Qual o conselho
bíblico?
Aí vem herdantes. O que Paulo diz a
Timóteo e solta a frase: "Piedade e
contentamento é grande fonte de lucro".
Aí, Gimo Rico para dar aquela escada
para Hernandes falar: "Meu Deus, que
frase profunda, que que ensinamento que
eu sou incapaz de compreender." Explica
mais pra gente aí, aprofunda nesse
pires.
E aí Hernandes vai fazer aquilo que todo
pastor
é treinado a fazer, me dá muita raiva,
que é da definição de palavras, já
utilizando um versículo contexto, fora
de contexto como pretexto para dar um
significado para aquela palavra, para
quando você ouvir esse texto fora de
contexto, pretexto, não ter o sentido
dentro do texto, mas pelas palavras
soltas. Então ele vai dar uma definição
do que é piedade, uma definição do que é
contentamento. E aí olha que
aprofundamento.
Mas a frase piedade e contentamento são
fontes de grande fortuna,
né? Então são fonte de lucro, se você
quiser, inclusive são fontes de ganhos.
Será que é isso que Paulo queria dizer
mesmo?
Tava incentivando o pessoal a seja
piedoso, seja contente, né? Se contente
aí com o que você tem, que é uma grande
fonte de lucros aqui. O caminho da
prosperidade. Ó aí o Paulo dando dica
para Timóteo. O caminho da prosperidade.
Será que é isso?
Ah, meus queridos. Ah, meus queridos.
Da mesma série. Se crente pode, se
comunista pode ter iPhone. Exatamente.
Gabriel, aprofunda nisso aí pra gente.
[risadas] Exatamente. Aprofunda. Vou
usar aqui no canal. Aprofunda pra gente,
Bruno. É, vamos aprofundar nesse pires,
mas vamos voltar lá, né? E daqui a
pouco, obviamente, a gente vai ler o
texto, tá, que o o Hernandes tá citando,
pra gente ver o texto no contexto. Só
isso, sem muito esforço, pra gente ver,
né, se a dica é sobre prosperidade
mesmo. Mas volta, volta, Hernandinho,
aprofunda pra gente.
>> O que que é piedade?
>> Que que é?
Nós temos que distinguir piedade de eh
reputação no sentido de ahã moralidade.
Piedade é a sua relação com Deus,
>> tá?
>> Piedade é a sua intimidade com Deus.
Piedade é aquilo que Deus vê e outras
pessoas não conseguem ver. Piedade é
aquilo que você é com a porta do quarto
trancada, com a luz apagada.
>> Uhum.
>> Piedade é aquilo que é na essência.
sua relação com Deus.
>> Sacaram? Sacaram? Espero que sim.
>> Contentamento significa
que eu sou feliz independentemente o
quanto eu tenho. Isso não significa
conformismo,
não significa que eu não queira mais,
que eu não mais, que não trabalhe por
mais, mas que eu não vou ser feliz na
hora que eu tiver o que eu quero. Eu sou
feliz hoje já na busca.
Isso é contentamento.
>> Uhum.
>> Ou seja, se no almoço hoje eu tiver
arroz, feijão e ovo frito, eu vou comer
com contentamento.
Se eu for na fogo de chão e comer um
churrasco de caprichado, eu tô contente.
>> Espero que a fogo de chão esteja com a
públa em dia, pagando arduamente aí o
nosso coitado. Ou ele fez uma propaganda
completamente gratuita, né? Mas sim,
sim. A, ele está baseando na o que que
ele tá se baseando nessas definições? Na
vontade dele. Eh, só isso. Ele decidiu
que ele vai definir piedade assim e
contentamento assim. Por quê? Porque
sim. Porque texto fora de contexto é
pretexto para você dizer o que você
quiser, né? Em vez dele, né?
Mas é o caminho da prosperidade. Então
você vai se contentar aí com seu ovinho
frito, tal. É isso. Não é que eu não
quero mais, é que eu tô feliz. Estou
feliz aqui de estar comendo meu vinho
frito e não no fogo de chão. Mas quando
tiver no fogo de chão também vou est
feliz comendo uma boa churrascada. E o
primo rico com Aham. Uhum. É, tá
anotando ali. Tá, tá tomando nota.
Aulas, aulas.
Mas vamos lá. Vamos lá. Vamos lá que já
já a gente vai pro texto.
>> Uhum.
>> Do mesmo jeito.
>> Ou seja, eu não dependo de coisas
externas para ser feliz, porque a minha
felicidade não está nas coisas. A minha
felicidade tá em Deus.
>> Uhum. E aí isso levou o Rockfeller,
voltando a ele, dizer o seguinte, que o
homem mais feliz que ele conhecia era o
homem que
chegava em casa cheirando gracha.
>> Pronto, agora a gente conseguiu saltar
da dica de Paulo para Rockfeller.
Então isso me lembra o que Rockfeller
disse.
[risadas]
Obrigado, Deus por essa oportunidade. O
homem feliz, Rockfeller. Rockfeller. Ok.
O homem que chega em casa [risadas]
cheirando graxa. Aí eu não sei se é
porque a pessoa está suja de graxa e
fede a graxa
ou se é porque ele está cheirando uma
latinha cheia de graxa,
que pode ser também que ele esteja então
fazendo o uso muito comum nos anos 90,
que era o uso do xera cola. Eu já tô em
dúvida agora qual que é o dos os níveis
que nós estamos atingindo aqui na nossa
nosso salto de Paulo para Rockfeller
para dar a dica de prosperidade, né?
Então a conexão ela ela depende muito da
sua boa vontade, né? Você tem que você
tem que ser uma pessoa muito entregue e
aceita para você ir no flow. E que que
uma coisa tem a ver com a outra? O que
que é piedade tem a ver com
contentamento que tem a ver com homem
chegando em casa cheio de sujo de gracha
ou fedendo a gracha que o Rockfeller
disse? Sabe, são conexões que apenas
para quem tá com muita boa vontade, sem
sacanagem, sem você tem que estar com
muita boa vontade para falar: "Não, não,
pode crer, pode crer." Esse homem aqui
tá sendo bíblico, Rockfeller, né? Em
Rockfellerícios 3:16. Tá escrito isso,
com certeza.
Pelo amor de Deus, like, galera. Ajuda
aí, como disse Gabriel. [risadas]
Fala, Kevin. Bom dia, meu querido.
Chegando atrasado, mas deixando like.
Tamos junto. Chega deixando like. Tá
tudo junto. Tudo junto.
Diz Rubens. E eu não entendi o que tem a
ver com a frase inicial ainda, mas
parece que a gente tá já tá em outra
parte do argumento. É isso, Rubens. Não
tem conexão. Ele quis porque ele quis.
Ele fez o salto porque ele quis. Só
isso. Exatamente como diria Rockfeller.
Feliz o homem que cheirou cola, que
chega cheir não que fede a cola, não
sei. Cheira a cola, troca por carvão,
cheiro por fora e por dentro do pulmão.
Esse sim era feliz. Exato. Pô, Borduna.
O feliz é a pessoa que depois de
trabalhar 16 horas num carvoaria chega
em casa torcindo. Olha que pessoa
alegre.
Rockfellery diz Rubens, né? Rockfeller e
Paulo de Tarso entram num bar em São
Paulo, entram no na churrascaria, no
fogo de chão. Que que será que sai daí?
Rockf é um dos maiores magnatas da
história falando isso aí. É fácil.
Exato. Olha, mas também tá conversando
com o Primo Rico, né? Então, pouco
importa qual que vai ser a sua
referência, porque provavelmente o
Rockfler era um grande trabalhador, um
exaustivo, acordava todas as manhãs, às
4 da manhã, tava tomava um banho gelado,
ia fazer sua corrida matinal, fazia seu
skincare, ia pra academia, voltava para
casa, tomava mais um banho, mais uma
skincare, vestia sua gravata, colocava o
seu terno, ia para o escritório, fazia
uma reunião com acionistas, voltava para
casa discutindo alguma coisa dentro do
carro, já com celular no bolso,
acelerado, fazendo coisas aleatórias,
gravando vídeos para postar os filhos no
Instagram para poder dar dicas de coach
pra galera. Depois ele ia direto para o
almoço no fogo de chão, comia alguma
coisa muito gostosa, um churrasco
provavelmente. Depois saía do fogo de
chão, ia diretamente para um estúdio,
tirar fotos para sua nova propaganda e
também para a revista que vai sair da
Forbes nova indicando os bilionários. E
a gente vai falar um pouco sobre sua
rotina, sobre como ele gosta de coisas
simples da vida, como ver o pôr do sol.
E aí ele volta para casa, tem uma janta
muito gostosa que ele pede pelo iFood,
depois ele vai dormir muito alegre,
feliz e contente assistindo uma série na
Netflix.
Aí está a trajetória de Rockfeller, um
cara muito trabalhador.
Café high steaks. Aí estamos nós. Mas
vamos lá.
De segundo as palavras de Rockfeller,
junto com Paulo de Tarso, vamos lá falar
sobre prosperidade na Bíblia.
>> Comi um bom prato de arroz e feijão. Não
é verdade? Porque a cultura americana de
arroz com feijão e dormiam a noite toda
bem dormida.
>> Uhum. Pró.
>> Gostoso. Muito.
>> Ele dorme, bota a cabeça dorme.
>> Isso daí é uma coisa muito difícil para
mim, sabe?
>> Não é porque você não trabalha. A gente
deita e dorme de cansaço mesmo. Não é
nem em paz. Aí você não, você não
trabalha. Deve ser difícil mesmo você
chegar em paz, deitar e dormir.
Já não tem mais o que fazer porque a
gente já tá podre. Então é o que resta.
Então eu fica a dica aí. [risadas]
mesmo. Eh, porque assim, eh, eu entendo,
né, que a gente precisa ter fé em todos
os momentos,
acreditar que tudo que tá acontecendo tá
nas
mãos de Deus
e assim a gente viver com contentamento,
né? Só que tem situaçõ
fogo de chão, não tem um tem coisas que
são muito difíceis. Por exemplo, cara,
você vai botar a sua criança para
estudar numa escola, cara, pública muito
perigosa.
E aí, cara, você tá sofrendo ameaça do
vizinho e tal.
Pô, tem coisas que é difícil, né?
ter que
botar a crença na escola pública.
Quanto será da população brasileira que
utiliza o serviço público, né?
Eh, quantidade
proporção proporçãoção
brasileira.
A rede pública de ensino atende cerca de
80% dos alunos da educação básica do
Brasil. 80%.
Dados de 2024 mostram que 60 66.9% das
crianças de 0 a 3 anos em creches estão
na rede pública. Isso inclui a minha
criança, por exemplo. Beleza?
Então, minha criança até os 4 anos de
idade foi na creche, mesma fita e
tendo um problema danado que era
organização de horários, porque a gente
já vai falar um pouquinho sobre escola
pública.
A educação infantil paraa escola tem 94%
de acesso e o ensino médio tem 72.6%
dos estudantes na rede pública.
É, acho que não dá para ser contente
assim, né? A gente precisa aí de uma
rede privada, a gente precisa garantir
que o pessoal esteja estudando escolas,
tal. A gente já falou sobre escola aqui,
certa feita e comentamos sobre a busca
de escolas particulares que aconteceu
aqui em casa. Tem inclusive é o vídeo
mais assistido no Instagram lá quando eu
comentei sobre isso, comentei sobre as
escolas eh privadas, né? Como é que
funciona? Pá,
dito isso,
imagina que louco, imagina que ideia
inovadora, que mundo diferente seria.
Olha que coisa aqui, ó.
Ninguém nunca pensou, hein? Coisa nova.
Coisa nova.
Imagina
ao invés,
brainstorm aqui, coisa doida. Ao invés
da gente ficar cada um lutando
para conseguir pagar uma escola, a
classe média de 20% da população
brasileira, pagar a escola particular
para as crianças, pros adolescentes.
Ao invés da gente ficar brigando nesses
20%,
sendo que elite paga muito caro escola
para criança, para adolescente, a galera
gasta uma grana bala.
Ao invés da gente ter um ensino
precarizado, inclusive nas escolas de
bairro, de periferia, que são
particular, mas que, mano, é só por
causa dos horários, que a grande
vantagem é essa, é o horário de
funcionamento em relação à pública.
Muitas vezes tem integral, essas paradas
tod.
Ao invés da gente fazer isso, imagina
que mundo maluco seria se nós
investissíssemos
em educação pública, gratuita e de
qualidade.
Imagina que louco, imagina que doideira,
doideira todo mundo poder acessar a
escola básica
infantil, ensino mé todo mundo poderia
acessar, todo mundo poder frequentar.
Escola bacana.
Imagina que mundo maluco seria esse.
Hum.
Ideia inovadora, né? Deve ter alguns
países que fazem isso. Não sei. Deve ter
alguns países que fazem isso. E nem falo
só de países comunistas, socialistas,
países capitalistas que fazem isso.
Garantem o acesso à escola para crianças
e adolescentes. Educação básica,
educação pública de qualidade,
com integral. com as pessoas conseguindo
ir paraa escola, voltar da escola,
né? Os horários não serem insanos como
os nossos, que é para tentar adequar a
chegada do horário no horário comercial
dos trabalhadores, das trabalhadoras em
casa.
[risadas]
Perdão,
cara. A escola partido infantil, ela
para de ter integral em muitas unidades,
né? Perdão.
A pública e os horários são horários
difíceis.
A escola no Brasil começa muito cedo por
para garantir que a classe trabalhadora
consiga chegar no horário comercial no
trabalho e deixar a criança na escola,
tal, porque não tem nenhum planejamento
de educação, de cidade, de organização
social para garantir que tem unidades
escolares próximas para todo mundo com
acesso fácil e tal, não sei o que lá. E
nem um cálculo da jornada de trabalho,
de deslocamento, essa coisa, porque a
gente tem a dignidade e tempo em casa,
né?
Então, eh, imagina que louco seria se ao
invés da gente achar que prosperidade
é eu conseguir pagar uma escola para uma
pessoa e a gente pensar que a gente
junto garante a escola para todo mundo
junto. Doideira, doideira assim. Ah,
Bruno, mas não tem dinheiro. Mas pelo
amor de Deus, pelo amor de Deus. Não vou
nem entrar nesse papo. [risadas]
Mas imagina que louco, né? Se já que a
gente tá preocupado, falando, pô, eu
queria que a gente prosperasse, né? né?
Eu queria que a gente, imagina que louco
a prosperidade que a gente garantisse
que não fosse uma escolinha para cada
um, que fosse escolas públicas que
garantisse acesso ensino pra galera.
Fala: "Não, BR, mas e aí?" E aí que
investimento inclusive para todo mundo,
todo mundo ser educado, todo mundo
garantir uma qualificação bacana, a
sociedade ganha. É um investimento
social para todo mundo ganhar daqui um
uma duas geração. Imagina que mundo
maluco. Doideira, hein? Não sei se já
pensaram sobre isso. Uma coisa que
surgiu na minha cabeça. Doideira,
doideira.
E nem é verdade que e dorme. É um pobre
metafórico feliz em ser fund. [risadas]
Ele tem isso também, né? Me parece que o
senhor Bruno está indignado. É muito,
mas não é pouco. Eu tô bem [risadas]
indignado. Jesus Cristo. Hoje o
autocontrole está sendo testado. Muito,
muito. Eu tô me respirando aqui. Deve
ser uns 80%. Acertou o Kevin. Se você
tivesse jogado na bet da escola
nacional, você tinha conseguido aí uma
grana. [risadas]
Kevin no alvo. Exatamente.
Aí ele já tinha visto os dados, ele
tinha informações privilegiadas.
[risadas]
Doideira, né? Doideira. Você pensar numa
escola pública pra galera. É muito
comunista. Muito comunista. Ruben, você
tem toda a razão. Toda a razão. Imagina
uma sociedade que realmente tivessem eh
tivesse bem-estar das crianças como
norma. Imagina que loucura, né? Que
loucura. Imagina que loucura a gente
tivesse um programa social, ó. Loucura.
Loucura também. Lou insano. Um programa
social. Imagina que doideira que
garantisse renda, garantisse renda pras
famílias. Olha a doideira. Doideira,
doideira. garantisse uma renda mínima
para as famílias mais necessitadas,
estão na linha da pobreza ali,
garantisse uma renda e que a
contrapartida fosse que a criança
estivesse matriculada na escola, ela tem
que estudar e que ela tivesse que fazer
idas regulares na UBS para acompanhar o
peso dessa criança, se ela tá sendo bem
alimentada, se tá tendo ali uma nutrição
adequada, se ela tá se desenvolvendo
bem. Imagina que programa maluco seria
esse? Tipo uma bolsa assim pra família,
sabe? uma bolsa pra família, um valor
que chega na família, preferencialmente
para as mães da família que gerem esse
uma loucura, uma bolsa pra família que
preferencialmente que as mães gerem e
que aí como contrapartida, a criança tem
que estar na escola e vai ser
acompanhada na OBS para ver se ela tá se
desenvolvendo com saúde bacana. Doideira
essa ideia que eu tive também, hein?
Doideira. Não sei se vocês já pensaram
sobre isso.
Diz Thaago, a creche de um dos meus
sobrinhos começa 7:30 e a criança tem um
ano. É isso aí, Thaago. Mas isso é por
causa do horário de trabalho, cara. A
gente tem um horário de trabalho maluco,
a gente tem distâncias insanas pra gente
poder percorrer nas cidades. Aí a
adaptação foi começar a escola super
cedo. Mas assim, é um horário muito
nosso. Loucura, tá? Loucura, de verdade.
Eu é idiota você ter que despertar uma
criança super cedo. Ela eh para ir paraa
escola.
Voltei.
Foi mal. A internet aqui tá instável.
Ela se desenvolve mal essa criança. Se
ela tem que acordar super cedo, ela se
desenvolve mal. Ela tem vai ter
dificuldades eh eh de crescimento mesmo.
Dormir bem, comer bem faz com que você
cresça bem, que você se desenvolva bem,
que o cérebro assente, assimile as
informações que ela aprendeu durante o
dia. É muito intenso. Crianças, por isso
que crianças menores dormem mais,
inclusive ali na primeira primeira fase
da infância. Pode acordar mais vezes à
noite, mas ela tem sonos mais longos e
ela tá se preparando, ela tá se formando
ali. Então ela precisa dormir. A gente
desperta a criança 5 horas da manhã, 6
horas da manhã, 7 horas da manhã.
para ir para pr pra escola. Insano, é
insano. Essa criança tem que dormir bem,
ela tem que descansar, ela tem que
acordar, se preparar para poder ir pra
escola, saca?
Eu vou ler um livro para vocês nesse
momento aqui, já que a gente tá nesse
momento aqui, eu vou ler um livro para
vocês, muito importante. Mas antes diz,
Felipe, muito radical isso aí. Doideira,
né, a ideia da bolsa. Uma bolsa pra
família. Loucura.
Pense aí num bagulho aqui inovador.
Caramba, em quem eu voto para ter esse
programa aí? Quem será que teve uma
ideia aí de uma bolsa pra família? Fica
a dica aí. É uma ideia boa, hein? Que a
criança tem que estar na escola e tem
que ser acompanhada para ver se ela tá
se desenvolvendo bem de saúde.
Loucura.
Mas espera que eu vou contar um negócio
para vocês. Vou ler um livro para vocês.
Um livro da da minha cria, minha
criança.
minutinho,
um segundo. Ja.
Inclusive
já fica
Recomendação aqui, né, de livros para
você educar adultos, né?
Educar adultos
que vivem no mundo paralelo.
Ixe. Ah, pronto. Educar adultos que
vivem no mundo paralelo. É importante
esse tipo de de literatura.
Fica a dica aqui desse livrinho aqui, ó.
Chama aqui e aqui desse camarada. Cadê?
Cara, eu sou lesado com essas coisas de
câmera que me deixa invertido. Caio
Zero. Caio Zero, autor de livros
infantis, infant juvenis. Maravilhoso,
maravilhoso. Aqui, aqui, Caio Zero. O
Caio é
filho de Bangu, Rio de Janeiro.
E aí ele conta uma história aqui
aparentemente baseada em sua biografia
muito bonita. Eu quero ler para vocês.
Ele agradece na, eu vou ler até a
dedicatóriazinha aqui, Tenho uma
dedicatória logo no início,
que é a minha mãe, que desde sempre
instigou em minha curiosidade e a
imaginação, a querida Luzimar, que me
acolhi em sua casa, onde pude viver esta
afetiva história, ao meu bairro Bangu,
que quando eu ainda era pequeno me
trouxe indagações sobre suas casas, suas
ruas e sua história. Se liga,
isso aqui, sério, isso aqui é muito
importante. primo Rico e e Fernandinho.
Prestem atenção nessa história. A
fotinha para vocês verem. Tem imagem.
Quando eu era pequeno, existia um grande
mistério.
Como eu podia dormir aqui
e acordar aqui,
como podia dormir aqui. Opa, per aqui
e acordar aqui.
Todo dia era assim.
Eu
dormia aqui e acordava aqui.
Dormia aqui e acordava aqui.
Decidido, fui em busca da solução do
enigma.
Primeiro,
pensei que eu fosse sonâmbulo.
Depois imaginei que minha cama fosse um
portal para a casa de Luzimar
ou até que eles entravam nas casas da de
madrugada e trocavam as crianças de
lugar. Menino, para com isso já.
Não pude concluir a minha investigação.
[risadas]
Pintar a parede não é agradável.
No fim do dia, eu comecei a procurar a
resposta em outros lugares.
Primeiro tentei com o preguiçoso, mas
ele
Aí, aí, travou no preguiçoso. Voltamos,
voltamos. Calma aí, calma aí. É que o
preguiçoso tava dormindo.
Cadê?
Posso tava dormindo, tava dormindo. É,
tadinho dele.
Depois eu fui até o língua,
só que ele não me levou muito a sério.
Por fim, apelei para o alto escalão.
Eu não acredito. O moleque fazer uma
zona em casa, a mãe ficou fura da vida,
mas não deu muito certo. Já pra cama. Aí
tem que dormir.
Pensei que o mistério fosse grande
demais para mim.
dormiu.
No entanto, minha vontade de investigar
foi maior e eu não resisti.
Acordei no meio do trajeto
e mesmo com muito sono, pude sentir o
que me carregava. Era
algo quentinho e confortável.
E foi aí que eu descobri a verdade.
Agora, prestem muita atenção. Na
verdade, você que tá ouvindo esse áudio,
essa audio live, se der para dar uma
paradinha para olhar as imagens, vai ser
importante.
Não era portal nem nada do tipo.
O que me trazia até aqui?
Era
mágica,
cara. A primeira vez que eu li esse
livro para pra minha criança, eu chorei,
mas segurando para não não quebrar
totalmente. E ela tá tudo bem aí, pai?
Falei: "Tá, tá tudo bem.
Te pula 5 horas da manhã,
vai voltar tarde, depois o dia inteiro
de trabalho.
E como isso aqui a gente já teve que
fazer uma ou outra vez e
eh você tem que deixar a criança em
alguém com em um lugar, né? No caso aqui
era a vizinha, a Luzimar. Mas em vários
lugares no bairro, vários lugares você
tem
uma senhora, alguém que bota as crianças
lá para dentro e ela vai até receber uma
grana por isso. improvisa lá um um
espaço de recreação em casa ou de ficar
cuidando, porque é isso, tem que
trampar, tem que tá fora, tem que tá na
correria
e a vida toda sendo roubada, né, de por
trabalho, essa coisa o tempo para estar
com a criança, para estar em casa, essa
coisa toda. Mas como disse Rockfeller,
de acordo com o nosso querido
Hernandinho, feliz é o humaninho que tá
chegando fedendo a gracha em casa, não
é? Que é o trabalho, né? Eu trabalho,
pô. Tem que trabalhar, tem que fazer o o
mundo acontecer, não é isso?
Tem que tem que fazer, tem tem que
trabalhar, tem que valer a pena, né? No
no essa coisa. Tem que fazer fazer a
correria, tem que tal e pá e pá e pá e
pá. Aí o outro vem: "Ah, mas não dá para
se contentar, né? Você tem que botar a
criança na na escola pública,
80% da população assim é um mundo
paralelo, tá ligado, que esses caras
vive.
Aí, óbvio que eu fico indignado,
eu fico puto, fico puto
com moralismoinho
barato, uma gargantada
sem vergonha.
E ainda vem com autoridade espiritual,
com texto fora de contexto, como
pretexto para falar qualquer grosélia,
qualquer groselha.
Aprofunda mais isso aí. Aprofunda em
quê, mano?
Esses caras tão de sacanagem, tá ligado?
[ __ ]
Mas nós temos muita sabedoria ainda.
Temos muita sabedoria para para
aprender, né, com o que que eles estão
dizendo.
Perdemos o Bruno. [risadas]
Voltamos. Estamos vivos. Estamos vivos.
Só porque eu queria saber o desfecho da
história. [risadas]
Chegamos ao desfecho. Mais 10 likes ele
volta com a parte dois. Pronto. Eu devia
ter feito isso, né, Felipe? Mete já a
gente volta aí.
A parte, próxima parte só para membro.
Vocês são malandro também.
Bom demais. Bom demais, né, Homes? Pô,
agora estou emocionado, pô. Quebra a
gente, né, Thaago? Quebra muito, cara.
Porque isso, pô. É isso. História
sensacional, Kevin. Você tem todas as
Esse livro, nossa, ele derruba a gente
em muitos pedacinhos. [risadas]
A gente fica tocado, tá ligado? Porque
isso é um é uma simplicidade. Mas todo
mundo aqui tá ligado o que que é isso.
Espero ou espero não. Talvez. E caso
seja, você se conecta com isso, você
entende o que que é isso,
tá ligado? E aí? E [ __ ] que pariu. E aí
o maluco mete uma do
Esses caras conversa como se fosse um
objeto
o trabalho, como se fosse uma coisa só
moral, como se fosse um uma coisa
simples de ser feito,
comparações dos incomparáveis.
É, é. Não tem como não ficar bravo, não
tem como não ficar indignado.
Ai,
final forte e bonito. É bonito, cara. É
bonito e mexe com a gente, pô. Não tem
como. Não tem como.
E aí quebra muito a gente, pô.
Exato. O Exato, Ris. O discurso tem
impacto real na vida das pessoas. E o
cara tá falando ali como se fosse uma
parada ainda com autoridade espiritual,
tá ligado? Isso é sério.
Aí quando surgiu esse esse bagulho aí os
cara não, mas ele tá dando a opinião
dele.
Um grande danse para isso. Não é questão
de opinião, meu irmão. Não é questão de
opinião.
Olha dado, conheça o programa, para de
falar de cima do do da da altivez de um
púlpito com a gravatinha bacana.
Para, pô, para.
Então tem que, [ __ ]
mas vamos lá, pelo menos espero que esse
tipo de literatura eduque adultos, né?
Eduque adultoso.
Vamos lá, vamos voltar ali pro para essa
grande ideia, né, da gente ter um uma
escola para todos. Imagina que que ideia
incrível. Que ideia incrível. Só ideias
incríveis.
Ai, ai, voltemo.
Tá aberto aqui. Visualiz
aqui. Pronto.
Ad block para YouTube, né? Não tem ad
block. Vamos lá.
Ai, meu coraçãozinho.
Deixa eu abrir um pouquinho.
E 1 2 3
pá. Cadê? Cadê? Cadê?
Foi.
>> Você precisa, né? Se você tem fé de você
precisa realmente manifestar essa fé,
o contentamento desse momento. Mas é
muito difícil eu dizer que se eu não
tivesse um dinheirinha mais para ter
segurança aqui, uma escola boa, não
seria um pouco mais feliz?
>> Mais feliz. Exatamente. Concordo
plenamente com você. E a luz da Bíblia
também.
>> É.
>> E a luz da Bíblia também. O que o que eu
quero dizer com isso é o seguinte.
Imagine que chega uma hora que por
reveses da vida ou por ataques externos
de alguém que saqueou meus bens, eu me
dei uma pernada e eu vá pra lona,
>> tá?
>> Caso de Jó. Perdeu tudo,
>> cara. Jó é loucura,
>> perdeu tudo. E qual foi a reação dele?
Porque a tese de Satanás é a hora que o
Senhor tocar no que ele tem,
>> Uhum.
>> Ele vai blasfemar. Ou seja, essa fé que
ele diz que ter no Senhor é porque o
Senhor tá abençoando a vida dele, é
porque ele tem prosperidade, porque tem
riqueza, mas se tirar ele vai blasfemar.
E o Jó não blasfemou. O Senhor Deus deu,
o Senhor Deus tomou.
>> Então, hipoteticamente, né, o que que é
aqui esse contentamento? É,
hipoteticamente você perdeu, você não
vai sofrer, você vai tá de boa, né?
Hipoteticamente
o os saltos lógicos desse bagulho, eu
acho uma insanidade, né? E é isso,
[risadas]
cara. Jó é loucura. Sabe o que é mais
louco do livro de Jó? É que ele é uma
poesia.
Poesia. Só que essa leitura bíblica, ah,
nem comecei. Já vou ter que fechar de
novo esse bagulho aqui. Jó é uma poesia.
Poesia.
Ponto. É uma poesia. É uma poesia.
Nesta poesia,
pessoal que lê a Bíblia de maneira
literal, tal qual Hernandinho, é incapaz
de entender o texto. Incapaz. Incapaz.
Pior ainda, estraga o texto. Estraga a
beleza do texto e os conflitos que ele
traz. Estraga. É incapaz de aprender a
mensagem profunda do texto porque trata
ele como literal. Só que aí, qual que é
o problema que eles têm que enfrentar?
Aqui no texto literalmente começa assim:
"Tá Deus e as entidades da terra, né? As
entidades divina
subdivinas, que seja as entidades se
reúnem nos céus, né? Deus faz uma grande
reunião e entre eles está Satanás, que
tem livre circulação aparentemente nessa
história. Satanás que significa o
acusador, né? Então, entre eles tá o
acusador e essa entidade acusadora entre
elas tá passando por lá e ela tá de boa,
ela só tá lá, tá de boa. Aí Deus chega
no no acusador e fala assim: "E aí
acusador, de boas, onde é que você
tava?" Aí ele era de passear e rodear
por aí, pô. Fico andando na terra. Aí
ele manda um: "Você viu o meu servo Jó?"
Deus manda. Você viu meu servo Jó? Ele:
"Hum, ele é muito bom. Ele é bala.
Ele não blasfema, ele é um cara legal.
Ele é justo. Olha que cara legal, ó. Ó o
Jó, ó o Jó que legal. Ó, ó, ó, ó. Aí o o
acusador fala: "É, mas também tem tudo,
né? Aí é fácil.
Aí Deus fala: "Ã
quer fazer uma aposta? [risadas]
Pô, vamos ver. Aí rola uma aposta.
Aposta bet, bet bet celestial. Aí na Bed
Celestial é, vamos ver se o Jó blasfema
ou não. Vamos ver se o Jó E aí que
acontece? E essa informação Jó não tem e
nenhum personagem da peça de teatro que
é essa poesia, ninguém tem essa
informação. Quem tem? Os espectadores,
tá? Então, provavelmente é uma poesia,
é, não, é uma poesia que provavelmente
era encenada. você conta essa história.
E aí
imagina você assistindo como espectador
dessa peça e você vê no âmbito celestial
divino uma aposta superérflua,
superérflua, uma aposta entre Deus e o
acusador. Aí você fica, meu Deus do céu,
o que vai acontecer daqui? E aí o
coitado Jó começa a perder as coisas,
perde família, perde dinheiro, perde que
depois perde saúde, depois fica lascado,
tal, não sei o que lá. Aí a grande
preocupação nossa que tá assistindo essa
peça é: "Mas ele não merece, por que que
ele tá sofrendo?"
E aí isso é os primeiros dois capítulos
do do raio do da da do livro, o primeiro
trechinho da poesia.
Mãe, por que que tá fazendo isso? Essa
aposta superérfl não fazia sentido. Esse
homem não merece sofrer isso. Por que
que ele tá sofrendo? Aí vem os amigos do
Jó visitar ele e todo o livro é a
discussão entre os amigos e Jó. Por que
tentando entender porque que ele tá
sofrendo. E aí os amigos fica dizendo
que é porque ele desobedeceu a Deus, que
é porque ele é pecador, que é por causa
disso, que é por causa daquilo. E o
jovens eu não, mano. E mesmo se fosse
Dani se não mereço, tá aqui. Eu fiz tudo
direitinho, mas mesmo assim, pô. E aí
ele fica em crise. E aí a grande
discussão do livro não é se você perder
tudo, você não perder tudo, não é se J
tem dinheiro, não tem dinheiro, você tem
riqueza, não tem riqueza. A discussão é
por pessoas boas sofrem.
É isso.
Elas não têm controle sobre seu destino.
Ninguém tem.
Então, a própria frasezinha aí do
piedade, contentamento para ter
prosperidade não tem sentido. Por quê?
Porque você não tem controle.
Porque ter ser piedoso ou ser contente
não vai te trazer prosperidade, nem nada
do tipo,
nada. Você não tem controle.
É isso. Mas tudo bem. Como a gente pode
sair soltando história por aí? Jó é
loucura, Jó é doideira. Jó é doideira.
[risadas]
Vamos lá.
Eu fico indignado.
Bendito seja o nome do Senhor. Eu não
trouxe nada. Eu não vou levar nada. No
entrei, no saí. Bendito seja o nome do
Senhor. Ou seja, esse homem não tem a
sua fé fundamentada no que ele tem,
mas esse homem é fundamentado no que ele
é.
Ele não adora a Deus por aquilo
que Deus dá. Ele adora a Deus por quem
Deus é. Então esse é viu, Thago que
travou o último segundinho aqui, né?
Pera aí. volta aqui.
>> Então esse esse é o ponto. Agora é
óbvio, Thago, que nós não podemos usar
esse contentamento
para dormir em berço esplêndido.
Eu eu gosto de citar o exemplo do Brasil
porque eu vejo isso todo dia, toda hora,
do camarada que recebe uma bolsa família
e se acomoda.
Ele não quer estudar, ele não quer
trabalhar, ele não quer crescer, ele se
acomodou. E se ele tá dizendo que essa
bolsa família é uma bênção na vida dele,
pode ser um problema, uma maldição.
Eh, tava escutando o Ronaldo Reagan há
poucos dias, ele disse: "Você quer saber
se um um trabalho social do governo é
bom? Veja, não quantas pessoas estão
incluídas, mas quantas pessoas não
precisam mais.
Porque se eu faço de uma ajuda, de um
socorro, então vamos ver aqui,
excelentíssimo Hernandes Dias Lopes, de
acordo com o sábio Ronald Reagan, né, a
gente só tá tendo aqui
nível alto. Rockfeller, Ronald Reagan,
né? Só gente de referência.
É exatamente. [risadas] Grandes
citações, gigantes citações. Só gente,
né?
Fonte Arial 14. Exato. Vamos aqui fazer
uma Google.
Google, me diga aqui resultados do
programa Bolsa Família.
Entre 2023 e 2024, cerca de 8.6 milhões
de pessoas saíram da linha da pobreza.
Nós não estamos falando aqui
de alguém que tá enriquecendo, que tá
recebendo um [ __ ] de um salário, que tá
vivendo aqui, ó, de rede, deitado em
berço esplêndido, no ar condicionado de
sua residência.
Nós estamos falando de uma pessoa ou de
8.6 6 milhões que saíram da linha da
pobreza.
Tá falando de miséria, desgraça,
de evitar fome,
evitar fome.
Ah, Bruno, mas ele disse que o
importante é quem sai do programa, OK?
2 milhões, mais de 2 milhões de
famílias, 2 milhões de famílias, mais de
2 milhões de famílias deixaram o
programa voluntariamente ou pelo aumento
de renda em 2025.
Só no ano passado, querido Hernandes
Dias Lopes, dois milhões de famílias,
mais de 2 milhões de famílias
saíram do programa voluntariamente
ou porque atingiram um nível de renda
que não precisa mais.
Olha que incrível.
O Bron Real deve estar contente com
isso,
certo?
Imagino eu que começa uma alegria de
Ronald Reagan. Mais uma citação
incrível.
O fortalecimento do programa do Bolsa
Família
contribuiu para que o Brasil saísse
novamente do mapa da fome em 2024.
Em 12 anos, quase metade dos jovens,
cujas famílias recebiam benefício,
atingiram autonomia financeira e não
dependem mais do CAD único, do cadastro
Único Nacional.
Eu
vou eu vou repetir.
No período de 12 anos,
é quase metade, cara, é um número
elevado de jovens que não precisam do
programa. A família, a mãe recebeu, o
filho não precisa mais.
O programa é para garantir que uma
próxima geração esteja na escola, estude
e tenha alimentação adequada, consiga
ter nutriente para crescer, para se
desenvolver minimamente. É mínimo, no
mínimo.
Ah, mas eu ouvi falar do fulano de tal
que ele nem vai trabalha porque recebe
bolsa família. Gane-se, porque a gente
tá falando de números grandes. Nós
estamos falando aqui de transformação na
população. Isso me traz um caso, dois
caso. A exceção do fulano de tal,
Dane-se. Nós estamos falando de projeto
nacional, de programas com grandes
volumes de pessoas. Na massa, no grosso,
no valendo. O programa é um sucesso. A
melhorou a escolaridade do país. Jovens
não precisam mais do programa, certo? A
galera saiu do mapa da fome. Nós estamos
avançando como sociedade, civilização
humanitariamente por causa do programa.
Mas pro bonito ali que gosta do fogo de
chão. Ah, não, é porque o pessoal
acomoda e aí fica em berço esplêndido.
Vai,
né?
E isso biblicamente, né? Porque ele
citou já o o a carta de Paulo, mete
agora um um Jó para dizer que você, né?
E agora não. O pessoal também ele não
pode se contentar. Isso não significa
que você se contentar, você vai se
acomodar. Agora tem um ajuste, né? Olha,
a piedade e o contentamento eles trazem
para você prosperidade, mas
contentamento não é ficar sentado aí no
no Bolsa Família, como se isso fosse a
renda que que que pagasse aluguel, que
garante tudo pra pessoa, que ela tá
vivendo no bem bom, tá numa qualidade
maravilhosa de vida, um pro Ah,
aí tem um adendo, né? Porque o
contentamento é só pro rico, pro pobre
não tem contentamento.
O pobre ele tem que carregar culpa, tem
que carregar chaga, tem que ser
humilhado. E se ele depende de Bolsa
Família, o pastor tem que dizer: "Você
aí é um incompleto, porque você ainda
depende desse programa aí, biblicamente
falando,
canalha".
Exato. A famosa história anedótica, né?
O hipotético pobre.
Hum. Exato. Sempre vai ter porcentagem.
Exato. Em qualquer coisa, em qualquer
programa. Mas aí os incentivos paraa
igreja, né? Porque aí o Bolsa Família
não pode, quer acomodar, mas igreja
pagar, não pagar imposto, tá de boa.
Certão? Certão. Tá de boa.
Aí não é acomodar, porque afinal a
igreja tá uma da devolutiva, né? Ela
cumpre um papel social.
Qual o papel social? Ah, não, não. Ela
faz ações, ações aí de caridade. A
caridade pode pontual, né? Você ir lá
uma vez por ano no Natal, levar comida
uma vez por ano, levar brinquedo numa
quebrada no dia das crianças ou uns
ovinhos de chocolate, sei lá, numa
Páscoa para fazer evangelismo de Jesus,
dizer que Jesus morreu para as crianças.
Aí pode, aí você pode fazer caridade, aí
a pessoa aí tá tudo bem, a igreja pode
aí ela pode até seis de imposto.
Agora, um programa nacional que garante
renda, que tem projeto médio longo
prazo, que tem tido resultado, aí não
pode. Aí você não tem que se contentar
com isso. Hipocrisia,
quem pode, entendeu? A migalha que a
igreja dá pode. Aí vai vir aqui as
obras. Aí tá de boa, a caridade pode, o
programa não, o projeto nacional não
pode, distribuição de renda não pode,
mas a caridade da igreja pode. Aí a
igreja pode até não pagar imposto, que
aí não é acomodar, né? Aí ela tá
simplesmente cumprindo seu papel. Aí
depois é dizer, é que a gente tá fazendo
aquilo que o estado não faz, né? Ó que
legal, ó que ciclo bacana. Tá sempre
jogando no easy. Tá fácil aqui, ó. Tá de
boa. Tá fácil. Easy, easy, easy.
Facinho. Só joga aqui no modo fácil. Por
quê? Se o estado não faz, não tá
fazendo, a igreja compra. O estado faz.
Ah, tá deixando o pessoal preso aí. Não
pode, hein? Não pode, hein? Mas a minha
caridade pode. E aí a minha caridade que
pode inclusive isenta a minha
instituição de pagar imposto.
Mamata, hein,
pô?
Tá fácil, tá fácil ou não tá fácil?
Tá fácil.
Pô, o Felipe tinha botado uma mensagem
aqui que era importante.
Tem um estudo da FGV que diz que em 10
anos 60% dos beneficiários deixaram o
programa. Normal, se vocês não entendem
que isso é um sucesso, é sacanagem.
Incrível.
É, exatamente. É caridade. Dá um
votinho. É, dá um votinho pro candidato,
né? Não fala nada.
Mas vamos sofrer mais um pouquinho.
É, é uma, uma torna essa pessoa
dependente, em vez de ensinar ele a
pescar, eu tô dando peixe todo dia, um
peixinho para eu comer.
>> Jesus, já falei pro senhor parar de
ficar multiplicando comida por aí
também. Essa mania que Jesus tem de
ficar distribuindo peixe e pão pro
pessoal, em vez de ensinar a pescar é
complicado. Andava com um monte de
pescador e em vez de fazer o pessoal
ensinar os outros a pescar, né? montar
ali uma escola de empreendedorismo, cada
um ir lá montar sua escolinha para
ensinar a pessoa a cortar cabelo, fazer
a unha, montar sua barbearia e também ir
pescar. Tinha que ensinar isso. Os
pescadores ali não tava fazendo isso.
Tava o quê? Tudo andando atrás do Jesus
perrapado e ele arranjando comida pr os
cara. Aí é fácil. Aí é fácil. Jesus aí
não tá seguindo o conselho de ensinar
pescar pô.
Isso é um problema social gravíssimo,
porque isso vai levar a nação à miséria,
a pobreza, vai levar aquela família a
uma um conformismo com a miséria, com a
pobreza.
>> O amigo meu,
>> aí a gente olha o raio dos dados que a
gente acabou de falar, exatamente o
contrário.
Hum. Mas é opinião, né? Pode opinião,
né? Pode dar opinião, pode falar
qualquer porcaria, né? A pastor,
inclusive, é, pode falar qualquer
porcaria, não tem problema, né?
Exatamente. Em vez [risadas] de ensinar
pescar, ficava andando sobre água. Aí,
aí é fácil. Aí é fácil. Multiplicando
vinho, multiplicando p e peixe. Ah, te
contar em vez de ensinar o pessoal a ir
trabalhar.
Mano, é sempre as mesmas histórias. O
cara não consegue nem se reventar nas
mentiras. Mas é, é, é o WhatsApp em
forma de pastor, né? O tiozão do
WhatsApp aqui com autoridade. Aí ele
pode ficar falando as grosélia aí o o
usuário hipotético da Bolsa Família, né?
Essa coisa, o usuário hipotético, né?
suposto, a suposta família que tá na
dependência, que não quer sair e a gente
olha os dados e o contrário, ó, que
legal. Ah, ah, mas é que ele não sabia.
Se não sabe, fica quieto.
>> Eu que vendi água na praia, o Rick Rick
Chester, ele fala que quando você ajuda
alguém a ver vez, você socorre novo,
você ajuda. E quando você ajuda a
terceira vez, você atrapalha.
>> Atrapalha. É isso. É isso. Então, um
cristão não pode se conformar, ele
precisa crescer. E outra coisa, é
preciso estudar,
>> viu, cristão, você não pode se
conformar. Cristão usando Bolsa Família,
você tem que crescer, que é exatamente
para isso que o programa serve. Aí ele
tem que estudar. Então, querido senhor
de cabelos grisalhos,
o programa exige que a criança esteja na
escola. Se não tiver essa renda em casa,
a criança tem que ir trabalhar, tem que
vender bala. Na porta da minha casa,
porta da minha casa, desiste esses
tempos, passa a criança vendendo bala.
Na porta da minha casa tem um um uma
família que se junta para poder vender
fruta que traz lá da caixa prego aqui.
Aí elas ficam fazendo revesamento na na
na no bairro aqui para poder vender. Aí
esses dias eu passei à noite, a criança
deitada debaixo da caixa de de debaixo
do negó do do da
mesinha da feira, deitada na caixa,
dormindo, cansada, quebrada, tava com
cara de exausto acompanhando.
Sempre sua família, a criança tem que
trabalhar, meu irmão.
Mas vocês não estão preocupado com isso,
tá? Com esse moralismo de garganta.
É muito fácil. E ainda metendo Bíblia,
falando que o cristão não pode isso, o
cristão não pode aquilo. Ah, se liga,
mano.
Se liga,
se liga, doido.
Crianças, os nossos adolescentes, os
nossos jovens a estudarem. Pera aí.
Ó a frase agora do bendito.
>> Outra coisa, é preciso estudar.
Nós precisamos
e e
motivar as nossas crianças, os nossos
adolescentes, os nossos jovens a
estudarem.
>> É exatamente isso que o programa faz,
criatura. Vai conhecer antes de falar.
>> Para se qualificarem melhor, para ter um
salário melhor, para ter uma condição
melhor, como você disse.
>> É, só que aí se a família não tem renda,
sabe o que acontece? Todo mundo tem que
trabalhar, né? Você vai estudar quando?
Eu dava aula numa escola. Dava aula numa
escola na no Eliópolis
e e aí ensino médio, né, noturno, aliás,
ensino médio noturno, uma coisa bem, né,
de escola pública, porque eu uma galera
que tem que trabalhar, fazer menor
aprendiz durante o dia, né?
Aí eu dava aula numa escola, ensino
médio, e uma vez eu entrei na sala e o
moleque tava, ele tava assistindo aula
assim, daqui a pouco ele fechou o olho
assim, ó, começou a cair, tipo, tava na
primeira carteira, ele sentava na
primeira carteira, bonebinho para trás,
tal, ele começou a, tipo, ele tava muito
cansado, ele tava pescando. Aí eu tava
dando a hora, eu parei assim, olhei,
falei: "Mano, foi puxado hoje, trabalhou
muito?" Ele: "Pô, velho, tu tu trampa
onde?" Ah, e era aqueles baros que tem
xerox, né, copiador e não sei que lá. Aí
o cara tal
misturas que só encontramos em
determinados lugares específicos na
cidade.
E aí, isso faz muitos anos também, né? E
aí,
eu falei: "Pô, fecha o olho aí, mano.
Relaxa, não se preocupa, não, descansa.
Pelo menos na próxima aula você tá
inteiro, uma acochilada". Aí ele olhou
para mim, tipo, sério, fô, não vai
adiantar nada. Você tá se matando aqui,
vai ficar se quebrando direto para, pô.
Respira um pouco, relaxa.
Eu não aguentava olhar pro mano
dormindo, quebrado. Ele tava exausto.
Vai estudar comant, tem que trabalhar,
mano.
Entendeu? Agora, se ele tem uma renda
que garante que ele não precisa ficar
trabalhando
ali naquele período ou que a família
consegue minimamente se sustentar e que
ele vai poder então se dedicar para
estudo, olha que incrível que acontece.
Porque não sei se você sabe, não dá para
começar do nada, né? A gente tem que
começar de algum lugar.
Algum lugar a gente tem que começar.
A a família não enriquece da noite pro
dia. A pessoa que faz três jornadas de
empreendedora, vendendo coisa, fazendo
doméstico, fazendo sei o que lá, tudo ao
mesmo tempo. Não, não vira, mano. Não
vira, pô. Aí vai, vai. Como que as
crianças vai ter garantia de que vai
poder estudar? Vai ter tempo.
Tá falando de um país desigual para
caramba. E não é desigual porque as
pessoas escolheram. É, tem história de
escravização, de exclusão, de
marginalização, falta de planejamento
das cidades, falta de planejamento do
crescimento econômico, do
desenvolvimento industrial e crescimento
econômico do país. Tudo isso defasado.
Aí a culpa é da família,
[ __ ]
Eh, é muito, eu fico imaginando o que
que é um pai botar um filho numa escola
de vulnerabilidade, de violência,
o coração dele. Então é
>> de 80% da população, Hernandes,
>> é possível que esse pai melhore o seu
sua capacitação,
melhore o seu salário, melhore a sua
condição e melhore a escola para onde
seu filho vai estudar
>> pela vontade dele, né? Socialmente não
tem nada que tem que ser mexido, é na
vontade dele. Esse pai chega sujo de
graxa em casa que isso vai acontecer
magicamente. Beleza, paizão? É assim que
funciona. Você rala, rala, rala, rala,
rala e magicamente vai ter a escola boa
pro seu filho. E assim, o teu filho, ele
não vai crescer nesse período, né?
Nesses 15 anos que você ficou ralando, o
teu filho ficou parado no 1 ano e meio,
tá bom? esses 15 anos que você foi, o
filho ficou estacionado aqui. Ele não,
ele não foi paraa adolescência, ele
ficou aguardando. Aí quando você
consegue agora pagar uma escola para
ele, ele já não tá em outra fase da
vida, não.
>> Humum.
>> Esse eu acho que é o grande projeto da
vida cristã.
>> Ah, da vida cristã.
Ai,
vida cristã. Mas aqui o pessoal foi
malando que eles tiraram a parte mais
tensa da fala, né? que eu vou recuperar
ela aqui antes da gente ler os textos
que dá para piorar. Nada ruim que não
possa piorar.
A gente vai ler os textos que Hernandes
citou, um deles, né?
Ai, Jeová,
é complicado.
Ah, não tem como ficar indignado.
Desculpa, gente. Eu perco a linha mesmo.
Eu
fico estressado.
Perdão aí, tô pegando aqui o trecho mais
complicadinho
que não foi pro corte, sabe?
Convenientemente não tá no corte.
Porque repercute mal. Aí o pessoal tem
que ser esperto, né?
Pera, tô quase, tô quase lá.
Quase,
quase.
Caraca, mano, você posta muita coisa. Eu
tinha salvado aqui que o mano tinha
falado, mas o mano já postou 700 milhões
de coisas depois disso. Aí me quebra.
Deixa eu ir no outro mano aqui que o
outro mano posta menos.
[risadas]
Ai ai aji.
M.
aqui
aí o pessoal, né? Dá aquela cortada boa.
Ah, abre aqui. Não, não, pera aí. Ser
aqui é aqui.
Ai ai ai.
Achei.
Aí vem, né? Complicado isso aqui.
O cristão pode viver de boas família?
Frasezinha sem vergonha.
Preparai-vos.
3 2 1.
>> Um chamado Bolsa Família. E eu conheço
centenas de pessoas que ao receberem
essa ajuda do governo
não querem trabalhar. Elas foram
conformadas à aquele patamar de miséria.
Não querem trabalhar, mexer, não
trabalham para crescer. Então essa
mentalidade é uma mentalidade de
miséria. Nós não somos nem a favor da
teologia da miséria, nem a favor da
teologia da prosperidade. Deus não só
quer, Deus ordena, tá lá nos 10
mandamentos, que você precisa trabalhar
seis dias e descansar num. Tem gente
querendo descansar em seis dias e
trabalhar num. Nós não podemos usar esse
contentamento para dormir em beas. Eu
gosto de citar o exemplo do Brasil,
porque eu vejo isso todo dia, toda hora.
do camarada que recebe uma bolsa família
e se acomoda. Ele não quer estudar, ele
não quer trabalhar. E se ele tá dizendo
que essa bolsa família é uma bênção na
vida dele, pode ser um problema, uma
maldição. Você quer saber se um trabalho
social do governo é bom? Veja não
quantas pessoas estão incluídas, mas
quantas pessoas não precisam mais.
Porque se eu faço de uma ajuda e de um
socorro, tornar essa pessoa dependente,
em vez de ensinar ele a pescar, eu tô
dando peixe todo dia, um peixinho para
ele comer. Isso é um problema, vai levar
aquela família um conformismo com a
miséria e com a pobreza. Um amigo meu
que vendia água na praia.
Conheço centenas.
Eu truco. Mas mentira é feio, viu,
pastor? Nossa, mentira é feio. Eu truco,
mas eu truco assim.
Muito fácil. Muito fácil. Lorota.
Mentira.
Além do pânico moral, né, além da dessa
invenção biroleib dentro desse contexto
e de tudo que a gente já comentou. Isso
é canalice, cara. Não pode, não pode. E
com a Bíblia debaixo do braço da
autoridade de pastor falando do cristão,
o que o cristão deve ou não deve fazer.
Você pode ter o maior respeito do mundo
pela vida do Hernandes. Ah, ouvi uma
vez, eu ouvi ele pregar e eu achei super
legal. Não tem problema. Pode achar
super bacana, pode se sentir, né? Ah,
pô, foi importante eu ver ele pregar.
Ele não fez mais que a obrigação dele e
o serviço dele, que o serviço dele é
esse. Se é bom ser bom pregador, vai
pregar bem, tá bom? Mas não fica falando
grosélia por aí com autoridade
espiritual. Isso não é seu serviço, não.
Isso é desse serviço. Vai ser pastor em
vez de ser opnólogo.
E ainda mais eu recomendo
consideravelmente que essas centenas de
pessoas que você conhece que você então
integre elas em algum outro programa,
porque é muito fácil dizer que o cara tá
um acomodado, que não sei o que lá, não
sei que lá, não sei que lá, que é
mentira.
inventou esse hipotético da cabeça aí
e a igreja não tá trabalhando
aparentemente para salvar esse maluco aí
não, né? Nem exortou e nem trouxe para
alguma outra coisa.
Cara, é muito triste, mano. E eu fico
muito bravo porque o cara se arroga do
da posição de pastor, né? O que que você
não pode, não pode fazer. E a galera
segue pastor como se o pastor fosse
oráculo, como se ele pudesse falar o
bagulho. E a gente tem que aceitar. Não
tem que aceitar, mano. Não tem que
aceitar. Tá errado. Tem que levantar e
falar: "Tá errado."
Não é porque o cara uma vez fez uma
coisa legal, cumprindo o serviço dele
com o pastor que agora também não vai
receber crítica e também a gente não tem
que falar: "Mano, para, parou, pô. Eu
fiz isso com os caras que que me
influenciaram.
Se tá errado, tem que dizer tá errado.
E tá errado. Tá completamente
equivocado. Não pode. Tá errado. Tá
errado. Não dá. Não dá. Mas vamos lá,
né? A gente terminar nosso papo.
Ai ai.
O Hernandes, ele citou a carta de
Timóteo
para começar a conversa antes de ir para
Rock Feller e Ronald Reagan, né? grandes
citações.
Ele começou com a carta de Timóteo e a
gente tem aqui no canal uma playlist
sobre a carta de Timóteo que a gente lê
o livro Las lutas del poder e os
orígenes del cristianismo da da
Elsatamis, que é uma leitura linha a
linha de Timóteo de maneira crítica,
brilhante, que a carta de Timóteo é uma
carta muito complicada porque ela fala
coisas bem bem bem bem erradas. Você tem
direto aqui falar bem claro que o
escravo tem que se submeter, que a
mulher tem que ficar calada, um monte de
coisa tá nessa carta. E aí a Elsa, ela
não foge de discutir com a carta e de
fazer discussões muito boas. Aí se você
quiser ver, tem que ser membro do canal,
tem que ser da membresia aqui, porque
vai ver o livro que é as lutas de poder
nas origens do cristianismo. Livraço,
mano. Bom, bom demais, sem sacanagem. É
muito bom. E a gente lê lá linha a linha
e tal.
Então fica a recomendação que a gente tá
tá aqui tendo essa referência,
acompanhando a gente. E a carta de
Timóteo, que é uma carta inclusive que
ele falou como Paulo escreveu, mas é uma
carta deopaulina,
que é uma carta que há dúvidas, na
verdade quem estuda de maneira decente a
Bíblia sabe que não foi Paulo que
escreveu. É uma carta posterior,
provavelmente de discípulos de Paulo ou
de alguém que atribui a Paulo a carta
com referência.
E foi uma carta que teve algum impacto
na igreja primitiva nos inícios ali,
mas é uma carta posterior, né? Póstuma.
Muito comum fazer isso antigamente, ter
textos que você
eh reeva
autoria para outras pessoas, né?
Ele citou a carta de de Timóteo, como
ali aquela grande referência,
ai Jesus Cristo, de de [música] caminho
da prosperidade. Então vamos ler com
contexto. Vamos ler com contexto. É o
capítulo 6 de Timóteo.
Texto que o Hernandes citou foi esse
aqui, ó.
Olha,
ó, olha que carta complicada, velho.
Todos os que estão sobo de escravidão
devem considerar seus senhores como
dignos de todo o respeito para que o
nome de Deus, nosso ensino, não sejam
blasfemados.
Aqui já é um monte de problema que a
gente tem que discutir e debater, porque
é complicado sustentar isso daí. E na
verdade a gente tem que ler de maneira
crítica. Eu não vou avançar nisso, vou
deixar que a Elsa faça. E aí se você
quiser ou acompanhar a nossa leitura
linha em linha do texto da Elsa, você
vira membro, membreia do canal, ou você
procura o texto que tem PDF na internet.
Os que tm senhores crentes não devem ter
por eles menos respeito pelo fato de ser
irmãos, pelo contrário, devem servi-los
ainda melhor. Falando de escravidão, tá?
Aliás, uma vez eu tive uma treta no
seminário, história doideira. Eu tinha
um professor no seminário, era um um
professor antigo no seminário de
teologia,
que numa das primeiras aulas que ele foi
dar pra gente e era teologia pastoral,
ele citou esse texto aqui e falou sobre
escravização. Eu ainda não sabia
sustentar de maneira adequada, porque eu
não tinha lido o texto, o texto da Elsa,
eu ainda não tinha critérios
hermenêuticos suficientes, mas eu falei:
"Não, mas isso tá errado". Aí falou:
"Não, mas foi Paulo que escreveu". Eu
falei: "Danis, isso tá errado?"
Como assim? Eu vou dizer que o escravo
tem que submeter, tá errado. Esse texto
aí eu vou usar para quê? Para dizer que
escravidão foi legítima durante 300
anos. Aí rolou uma treta lá na sala. Aí
discussão porque metade da sala veio
comigo, metade da sala com o professor.
Começou aquela confusão, a aula não
terminou bem, mas aí seguiu o semestre.
No final do semestre [risadas]
o diretor me chamou lá, diretor do
seminário me chamou na sala dele. Bruno,
vem cá. Falei: "Bruno, o que que
aconteceu esse semestre?" Falei, não sei
por quê. Por que o professor Flando de
tal falou que ele percebeu que é melhor
ele não dar mais aulas? Mas por que que
aconteceu? Não sei. Ele falou, ele falou
que tem uma nova geração aí que faz
questionamentos que ele não sabe
responder e que ele considerou mais
interessante sair. E no caso da nova
geração era eu e outros dois coleguinhas
na sala que acabávamos causando o porco
quando a gente faz esse tipo de
questionamento. Como assim eu vou
sustentar escravização com esse bagulho?
Tá doido, tá errado. Bom, mas a gente
não vai avançar nesse momento.
Se alguém ensina falsas doutrinas e não
concorda com a doutrina de nosso Senhor
Jesus Cristo e como o ensino é segundo a
piedade, né?
é orgulhoso e nada entende. Esse tal
mostra um interesse doentil por
controvérsias e contendas acerca de
palavras que resultam em invejas,
brigas, difamações, suspeitas malignas e
atritos constantes entre as pessoas que
têm a mente corrompida e que são
privados da verdade, os quais pensam que
a piedade é fonte de lucro. Veja as
pessoas que ranjam inveja de brigas,
difamações, suspeitas malignas, atritos
entre as pessoas e não sei o quê, não
sei o que, não sei o quê, que estão
ensinando falsas doutrinas que durante o
texto o pessoal da a a o Timóteo vai
indicando e dando dicas de quem são
essas pessoas, de uma galera que tá
chegando na comunidade e que não tá
aceitando dividir os bens, que não tá
aceitando eh uma série de de
organizações da comunidade que traz
outras paradas, que para de falar sobre
a necessidade do bem, do cuidado da
vida, como integralidade começa a falar
umas doutrinas meio aleatória, que é bem
abstrata e ele vai dando essas dicas. E
a Elsa trabalha isso muito bem. Então
vou ficar indicando que tem que ler o
texto da Elsa, porque eu não vou
aprofundar nisso. Mas em última
instância essa galera também arranjava
uma grana como fonte de lucro. A piedade
como fonte de lucro. Veja o problema
dessa galera, além de tudo das tretas
que tá arranjando ali, é porque eles
consideram a piedade fonte de lucro.
E no caso lucro ou prosperidade, né,
ganho o mesmo. Então, considerando que
com a piedade eles vão ganhar, ensinando
essas falsas doutrinas.
E aí vem a frase: "De fato, piedade com
contentamento é grande fonte de lucro,
pois nada trouxemos para esse mundo e
dele nada podemos levar. Por isso, veja
o que que é o veja o que que é a fonte
de lucro. tendo o que comer e com que se
vestir, estejamos com isso satisfeitos.
Contra o pessoal que queria fazer lucro
com a piedade, aqui o humano tá dizendo
realmente não é fonte de lucro. Tá
comendo, tá vestindo, tá show de bola.
Seja contente, não vai querer mais. Aí
vai falar: "Não, não, não, mas a gente
tem que continuar buscando riquezas, tem
que continuar buscando ganhos. Vamos
continuar lendo o texto.
Os que ficarem ricos, o que os que
querem ficar ricos, os que querem ficar
ricos caem em tentação, em armadilhas e
em muitos desejos descontrolados e
nocivos que levam os homens a
mergulharem na ruína e na destruição.
Pois o amor ao dinheiro é a raiz de
todos os males.
Essa parte eu acho que o Hernandes não
iria se eh citar [música] no Primo Rico
Cast, né? ou no Primocast,
a raiz,
o amor ao dinheiro é a raiz de todos os
males, que inclusive, que inclusive era
um ditado muito comum à época, tá? Não é
uma um texto da cabeça do autor desse
desse texto aqui, não. Era um ditado
comum. Vários eh filósofos
históricos e também da tradição latina
traziam esse lance do o amor ao dinheiro
é a raiz de todos os males. Então não
ama dinheiro não, cara. Dinheiro é
problema. E no caso aqui, dinheiro
problema mesmo, porque não é uma
economia totalmente monetarizada como é
a nossa. A época o dinheiro não era bem
visto. Desde Aristóteles,
mesmo na tradição semita, o dinheiro não
é bem visto, porque o dinheiro ele dá
falsa sensação de enriquecimento ou da
riqueza que não produz nada. E as
pessoas tinham essa noção material de
separar, por exemplo, no pensamento de
Aristóteles, o que é crematística, que é
contabilidade, né, em moeda e o que é
economia, que é a economia real, que é o
cuidado da vida, da casa, para
sobreviver, para subsistir. E o dinheiro
é um problema, porque o dinheiro ele vai
aumentando seus valores sem produzir
nada. A galera tinha essa noção, tá? A
galera tinha essa noção. Então, o
dinheiro ele é o problema, ele é raí de
todos os Não tem amor ao dinheiro.
Dinheiro engana.
Uma falsa riqueza que tá aí.
Mas é lógico que a gente não vai ler
essa parte no Ricocast lá, né? Algumas
pessoas, por cobiçarem o dinheiro,
desviaram-se da fé e se atormentaram a
si mesmos com muitos sofrimentos. Aí
vamos ver a dica pro autor, né? Você,
porém, homem de Deus, fuja de tudo isso.
Fuja do dinheiro, fuja da busca por
lucro, fuja fuja da dessa busca por
ganhos, fuja disso. O que que você tem
que fazer? Busque a justiça, a piedade,
a fé, o amor, a perseverança e a
mansidão.
Combata o bom combate. Tome posse da
vida eterna para a qual você foi chamado
e fez boa confissão na presença de
muitas testemunhas.
diante de Deus que tudo da e que há tudo
da vida e de que Jesus que por diante de
Pôcio Pilatos fez boa confissão, eu lhe
recomendo, guarde este mandamento
imaculado, irrepreensível até a
manifestação de nosso Senhor Jesus
Cristo.
Aí lá para baixo, tá? Eu vou pular aqui
que é essa grande bênção bonitinha.
Ordene aos ricos que no presente mundo
que não sejam arrogantes, nem ponham sua
esperança na incerteza da riqueza, mas
em Deus que tudo nos provê ricamente
para a nossa satisfação. A nossa
satisfação tem que comer, tem o que
vestir, tá de boa. Fechou? Esse é o
contexto. Ordene-lhes aos ricos que
pratiquem o bem. Sejam ricos em boas
obras, generosos e prontos para
repartir. Esta parte eu acho que também
esqueceu de ler, né?
É essa ordenança. Eu não lembro de
diante do primo rico Hernandes meter
essa aí. Rapaz, você tem que dividir, ó.
Eu não queria ser chato não. Você vai
ter que ser generoso, rico em obras e
tem que repartir. Começa a dividir o
bagulho aí. Você é rico, pô. Divide.
>> [risadas]
>> Dessa forma, eles acumularão tesouro
para si mesmos, um firme fundamento para
que a era que há de vir, assim
alcançarão a verdadeira vida.
Acho que essa parte aí pessoal pulou,
né? Texto fora de contexto não é um
pretexto maravilhoso para você falar
qual que é grosélia. Aí dá definição de
piedade, definição de contentamento,
definição de prosperidade com
Rockfeller, Ronald Reagan e não sei
quem. E esquece de falar dos ricos, a
ordenança para os ricos. Esquece de
falar que tem que repartir, tem que ser
generoso, tem que dividir naquele
contexto o que que tá acontecendo.
Esquece de falar da crítica ao dinheiro.
Esquece de falar que não tem que ficar
pegado em moeda, não. Ah, essa parte
não. Essa parte, essa parte não fala
sobre a prosperidade do cristão. Essa
parte não. que importa é a parte que a
gente vai falar mal de pobre, vai falar
mal de programa social, de projeto que
nem chamamos de programa social, projeto
nacional para auxiliar as pessoas a
desenvolverem as suas vidas como
investimento no futuro do potencial
produtivo desse país. Porque se você tem
mão de obra qualificada, você aumenta o
seu potencial de produção, de ganhos, de
poder gerar riqueza para todo mundo. Mas
essa parte a gente não vai falar, porque
o que importa é você fazer o curso do
Primo Rico para investir bem, para fazer
dinheiro com nada, para sentar a bunda
no sofá e dizer: "Deixa o seu dinheiro
trabalhar por você". Então vai te lascar
com essa hipocrisia,
[ __ ] velho.
Ah, mano, é muito fácil, é muito fácil a
vida desses malucos, porque eles podem
falar qualquer grosélia e na autoridade
do do do da autoridade espiritual para
falar pro cristão.
Ah, de ódio com raiva. A última coisa
que a gente vai ler.
Parábolazinha, né?
Para fechar a parábolazinha do primo
rico e de Lázaro, quer dizer, do rico e
de Lázaro. Ato Fábio, sem querer.
Havia um homem rico que se vestia de
púrpura e de linho fino e vivia no luxo
todos os dias. Esse texto tá em Lucas,
capítulo 16, a partir do versículo 19.
Evangelho de Lucas, palavra da salvação.
Havia um homem rico que se vestia de
púrpura e de linho fino e vivia no luxo
todos os dias.
Diante do seu portão fora deixado um
mendigo chamado Lázaro, coberto de
chagas, todo doente, todo machucado.
Este ansiava comer o que caía da mesa do
rico.
Em vez disso, os cães vinham lamber as
suas feridas.
Um rico, muito rico. Na porta da casa
dele tem um pobre, muito pobre, um
miserável chamado Lázaro, cheio de
doença.
E o pobre só queria comer a migalha que
caía da mesa do rico. Mas aí os cães
ainda vinham e lambiam as feridas das
chagas de Lázaro.
Chegou o dia em que o mendigo morreu e
os anjos o levaram para junto de Abraão.
O rico. Eu gosto do da tradução que é
para o seio de Abraão. Eu acho
engraçado. Coisa coisa minha.
O rico também morreu e foi sepultado
no Ades ou no Cheol ou no inferno, ou na
perdição, ou nas profundezas, sei lá que
nome você vai querer dar, onde estava
sendo atormentado,
o rico olhou para cima e viu Abraão de
longe com Lázaro ao seu lado.
Então chamou: "Pai Abraão,
tem misericórdia de mim
e manda que Lázaro molhe a ponta do dedo
na água e refresque a minha língua,
porque Opa, cadê? Cadê? Perdão, perdão,
perdão. Uh,
refresque a minha língua, porque estou
sofrendo muito nesse fogo.
Mas Abraão respondeu: "Filho, lembre-se
que durante sua vida você recebeu coisas
boas, enquanto que Lázaro recebeu coisas
más. Agora, porém, ele está sendo
consolado aqui e você está em
sofrimento.
E além disso, entre vocês e nós há um
grande abismo, de forma que os que
desejam passar do nosso lado para o seu
ou do seu para o nosso não conseguem.
Ele respondeu: "Então eu suplico,
pai, manda Lázaro ir à casa do meu pai,
pois tenho cinco irmãos. Deixa que ele
os avise, a fim de que eles não venham
também para este lugar de tormento.
Abraão respondeu:
Eles, né, os seus familiares, tem Moisés
e os profetas,
que eles os ouçam. Escuta então os
Moisés e os profetas.
Aparentemente aqui a mensagem dos de
Moisés e dos profetas falam para que o
rico faça algo com o pobre, não é?
Mas de acordo com o nosso Hernandinho,
não foi isso que aconteceu.
Parece que há um sobrejugo, né? Um
sobrepeso sobre as costas do pobre. E o
rico não, o rico tá tá bem, né?
Não, pai Abraão, disse ele. Mas se
alguém entre os mortos fosse até eles,
eles se arrependeriam.
E Abraão respondeu: Se não ouvem a
Moisés e aos profetas, tampouco se
deixarão convencer. Ainda que ressuscite
alguém dentre os mortos.
Essa é aquela parábola que acho que o
pessoal não gosta muito de contar, né?
Especialmente igreja aí de classe média,
classe média alta. Melhor não falar
sobre isso.
O que o rico deve fazer?
Que que ele tem que fazer?
Que que o rico tem que fazer?
Jesus tá dando uma série de parábolas
aqui, uma série que envolve questões
sobre por meio de mensagens, né? Essas
parábolas, né? Jesus tá contando essas
parábolas
para falar sobre o reino, sobre conduta
de vida,
sobre o que tem mais valor e o que não.
E aqui é simplesmente para dar uma
paradinha bem importante.
A orientação da vida de vocês tem que
ser para que as pessoas que não t
tenham.
Cara tá doente, tá na miséria, tá na
porta da sua casa, tá sendo lambido por
cachorro,
ele precisa ter. Se ele não tá tendo, é
um problema porque alguém não fez por
ele.
É simples assim. Não é só ele. Alguém
não fez por ele.
Ah, mas aí é o pai dele, é o vô dele.
Não, não, não. Sociedade. A gente não
vive isolado. A Bíblia não tem a ideia
de indivíduos isolados que vem sua força
de trabalho. Isso não existe. É
comunidade, é unidade familiar, são
grupos, são povos, são pessoas que tm
que se auxiliar.
Se há miséria entre vocês, é porque tá
errado o modo de vida. Isso é uma
denúncia desde Moisés e os profetas.
Você tem uma lei que era a lei do
jubileu, de perdoar todas as dívidas,
liberar todas as pessoas que estão sendo
escravizadas, eh, de de você repartir
aquilo que tem, de reorganizar a terra,
de não ficar com terra por sempre. Tem
uma série de instituições que é para
garantir que todo mundo tem a condição
de viver, porque a orientação tem que
ser essa, partir o que tem.
Mas aí não. Por quê? Porque aí se ajudou
uma vez, tudo bem, ajudou duas não dá.
Terceira, tá atrapalhando, né?
A vida do crente rico é muito fácil,
[música] especialmente quando não tem
quando tem outro pastor rico ou pastor
de classe média para ficar lá lambendo a
bota e dizendo: "Não, não, tá bom, tá
bom, faz mais investimento aí, brinca
mais de Bitcoin, brinca mais aí de de
fazer riqueza em cima do trabalho dos
outros, achando que o dinheiro tá
trabalhando por você, porque não tá?
Pensa aí só em você, na sua família,
e qualquer outra coisa que escapar disso
aí, esquerdismo, comunismo, socialismo.
É perigo, hein? Perigo, hein? Foge
disso.
Ai, ai. Mas era isso, minha gente. Até
foi um pouquinho mais do que eu deveria,
cara. Eu tô muito indignado, de
[risadas] verdade. Acho que deu para
perceber, né?
É que eu acho muita sacanagem,
cara, tem a posição de pastor, tá
ligado? de autoridade espiritual, que é
uma posição, na verdade, de instituição,
de organização da instituição. Eu acho
muito importante ter pastores. Eu não
existe organização de igreja sem o papel
do pastor, dos presbíteros, essa parada
toda. Tem que ter uma uma divisão do
trabalho ali, tem que ter uma
organização, mas é um cargo, é uma
função, é um serviço
desempenhar serviço. Esses caras não são
respeitados pelo serviço, são
respeitados por uma áurea de aparência
espiritual.
E aí se arrogam disso e são intocáveis.
Ninguém critica, ninguém, né?
Tá errado, pô. Tá errado.
Tá. E a crítica não tem que ser de outro
pastor, tá? Porque eu também acho muito,
muito bobo isso. Ah, o outro, você viu
que o outro pastor disse? E esse aqui
pastor disse, que que a membresia tá
fazendo? tá assistindo e que a gente,
enquanto pessoas que não somos
lideranças institucional
institucionalmente estabelecidas, mas
como protestante evangélico que sou o
sacerdócio universal de todos os santos,
de todo crente, de toda pessoa que pode
ler a Bíblia, não tem nenhum mediador
entre nós e Deus viu que tá errado, bota
o dedo. Tá errado, meu irmão, parou ou
não dá, entendeu?
Não, não podemos ser subservientes. Não,
não. Respeita, respeita a autoridade,
respeita a posição que desempenha, mas
mete uma dessa, tá errado. E tem que ser
criticado, sim.
Tem que ser criticado. É porque é
bíblico e meteu bíblia ainda. Ah, te
lascar. Rock feller e bíblia. [risadas]
Ai, que raiva. A gente perde a linha. Eu
tenho muito apreço pelo texto bíblico,
assim, de verdade. Ele,
eu já contei aqui,
última frase, última história.
Eu por muito tempo foi liderança de
louvor em alguns lugares assim,
né? Cantar, organizar o grupo para
cantar e tal.
E foi nesse lugar tocando e cantando,
que eu percebi o papel que desempenha
o púlpito, né?
Monopólio da palavra. Uma vez eu tava
junto com jovens em um acampamento
organizando um grupo. Eu contei essa
história uma vez, vou contar de novo.
E aí, cara, o era uma molecada
adolescente, então eu tava liderando um
grupo de adolescentes. Uns estavam
aprendendo a tocar um instrumento ainda,
assim, tavam aprendendo a tocar baixo,
aprendendo a bateria, coitado do menino
da bateria, apanhando para caramba da
bateria.
E era engraçado porque assim, eu tenho
um mínimo de mínimo mínimo mínimo básico
de introdução a diferentes instrumentos.
Mas o básico s não sou um excelente
música, ao contrário, sou bem ruim, sou
bem média para baixo, mas aquele
pouquinho de tudo, né? E que acaba tendo
um mínimo de noção de organização da
música, da do grupo, essa coisa. E aí
por uma série de acidentes fortuitos, eu
tava de passagem nesse momento, era um
encontro de uma reunião, uma semana, né,
de de jovens, um retiro de jovens. E aí
eu cheguei lá, ia passar só uma semana,
depois ia voltar para casa. Era um mês
que a galera ficava lá com atividades,
eu ia ficar só um tempinho e voltar para
casa, tava só visitando.
E aí o mano machucou o dedo lá, o mano
que era responsável pelo líder do louvor
e não ia poder organizar o louvor. Aí os
caras, pô, Bruno, você tá aí, será não
faria isso essa semana? O cara era
tecladista, quebrou o dedo, ficou o dia
fora porque ele foi para cuidar no no
OBS lá do dedo, tal. Você não faria o
bagulho? Faleia: "Fácilço, façil,
acompanha aí." Não tem que eles não. Aí
a molecada tava super desmotivada, que
tinha sido uma semana ruim, não sei o
quê, não sei o que, não sei o quê. E aí
eu falei pr para eles, para eles, para
eles, não, gente, relaxa, vocês não
precisam ser músicos brilhantes, a gente
tá aqui se ajudando, a gente vai se
organizar, fazer uma coisa gostosa, que
seja que a gente possa desfrutar, que a
gente possa se divertir. Aqui é um
momento pra gente se soltar, pra gente
curtir o momento do louvor. Não é para
você se sentir pesado, responsável, que
você tem que ser o o o
Henrique Linder, né, tocando baixo. Você
tem que ser, sei lá, o o como é que é o
nome do o Eloi Casagrande tocando
bateria. Você não tem não, mano. Você
tem que ser tem que curtir aqui dentro
do que a gente consegue fazer. E a gente
se organizou, tal, se ajeitou. Organizei
a molecada, eles tinham entre 14 e 17
anos, tá? fizemos uns ensaios à tarde,
deixei eles bem, tipo, mais mais à
vontade, mais
confiantes, né, mais confortáveis ali
para para fazer isso.
E aí a gente foi o louvor e aí começou e
foi muito legal, criando a música,
orientando e criamos criamos uma
sinergia muito gostosa. E a sinergia é
aquele lance, você não precisa falar
nada, você faz um gesto, bate um olho, a
pessoa te entende. E eu adoro quando
isso acontece na música, quando a gente
tá tocando junto, ou mesmo quando vai
jogar bola, que você tem um uma sinergia
legal com o time, mesmo que seja a
primeira vez, que só de olhar, só você
já se entende muito rápido, uma delícia.
E a gente vai fazer e a música propicia
isso. E esse momento de extravazar, de
louvor, é muito importante. E aí teve
essa sinergia muito bacana. Tava
conseguindo conversar com os meninos só
pelo olhar, por poucos gestos com as
mãos. a gente foi entendendo e no que a
gente tava cantando, a gente puxou uma
música lá que o coral veio, o coral veio
forte, a galera que tava cantando na na
como plateia, né, assim, mas
participando do louvor, coral veio muito
forte e tava muito bonito. E aí eu
falei: "Cara, isso tá muito bom, isso tá
muito bonito, tava ouvindo, mas as
pessoas não estavam se ouvindo, mas elas
estavam ouvindo." E aí eu virei pro mano
da bateria, dei um sinal para ele ir
crescendo, pra gente parar. Ele sacou a
galera da banda também. Então a gente
fez aquele crescendo e tal. Na hora que
chegou no refrão, máximo, fez um
pré-refrão crescendo, na hora que chega
no clímax do refrão, a gente parou
instrumental e veio só as vozes. E as
vozes estav realmente estavam muito
bonitas, no ambiente fechado, então
encheu a sala assim,
coral show. E aí tinha uma galerinha que
sabia abrir voz, aquela coisa toda.
Então ficou lindo, ficou muito
emocionante e eu desfrutei muito desse
momento. Mas no que está acontecendo, eu
parei e falei: "Cara, olha o poder disso
aqui".
me deu um estalo naquele momento que eu
respirei e falei: "Eu tô organizando
esse negócio." Isso é uma experiência
coletiva. Essa é uma vivência
comunitária. Ela só é possível pelo
envolvimento de todas as pessoas, mas eu
sabia, eu sabia o efeito que ia causar a
gente fazer o crescendo e interrompendo
o clímax para ter essa catar-se. Eu
sabia disso. Foi a primeira vez que eu
me dei conta do poder que tem um
púlpito, do poder que tem a palavra, do
poder que tem a construção da música. E
ela é conscientemente construída para
acontecer isso.
Isso elimina a experiência espiritual?
De maneira nenhuma. Amo ter esse tipo de
experiência. Acho que nesses
possibilidades que a gente se libera,
que a gente entra na catá, que a gente
participa do movimento com a comunidade,
é onde a gente se expressa, onde a gente
sente o que quem é religioso considera
como movimento do espírito. Tudo isso,
assim como um cara que tá conduzindo uma
pregação, ele sabe os gatilhos, ele sabe
a hora de de fazer uma inserção, ele
sabe a hora de potencializar a voz e a
hora de suavizar. Sabe, a gente sabe,
você aprende isso. Tem um curso de
homilética
no seminário que é para você aprender a
fazer a pregação e desempenhar uma
performance. a gente aprende esse
bagulho. Tem uma galera que às vezes cai
de para-quedas aqui no canal para
assistir uns vídeos de política, uns
bagulhos assim, tem uns comentários
engraçados às vezes que assim, esse cara
fala parece um pastor, cuidado com ele.
É lógico, eu fui treinado para isso, pô.
Então assim, a gente sabe e sabendo
disso, a gente tem que ficar mais
crítico, a gente tem que ficar mais
atento, eu tenho que ficar mais esperto,
eu quero vivenciar essas esses
movimentos de comunidade, eu quero
vivenciar a música, eu quero ter um
momento espiritual, eu quero, só que eu
tenho que ficar mais esperto. E aí eu
não vou aceitar qualquer autoridade
falando qualquer grosélia, não. E nem
performando qualquer coisa. Isso tá
errado. E quando o cara tiver errado,
ele tem que táar falando que ele tá
errado, que ele tem que estar ali para
fazer um serviço. E ele não se torna uma
autoridade melhor que os outros, porque
tá conseguindo desfrutar de todo esse
ambiente e de toda essa estrutura. Ao
contrário, a gente sabe que ele tá
desempenhando ma serviço no cuidado dele
com as ovelhas. No cuidado como pastor
tem ovelha, né? Então no cuidado com a
membresia da igreja, como é que ele tá
acompanhando a galera? Tá sendo
cuidadoso, sabe o nome da galera, tá
acompanhando as famílias? Participa do
dia a dia ali. É isso que importa.
pregação e música faz parte do nosso
teatro, faz parte da nossa performance,
faz parte do momento de culto que a
gente escolhe para isso, mas
conscientemente,
porque do contrário a gente não pode
ficar aí com ingenuidade, né? Então
espero aí que o testemunho tenha
auxiliado de alguma maneira pra gente
poder fazer críticas e apontamentos.
Exatamente. Os gatilhos de luz, de
música, é construído. A gente constrói
isso, gente, pelo amor de Deus. A gente
constrói isso. Tem que ter consciência.
Tanto que eu comecei a fazer uma vez por
outras louvores, né, que eu começava e
avisava isso pra galera. Eu falava:
"Gente, é o seguinte,
a gente vai fazer um negócio aqui, a
gente tá fazendo, mas é importante,
vocês saibam, a gente tá construindo
esse momento, é nosso, é pensado, tá
ligado? Isso aqui é pensado.
A gente tá aqui pouquinho a pouquinho. A
gente vai se soltando, vai construindo
um bagulho coletivo aqui. Mas tem temos
consciência. É um momento que a gente
reservou para isso, que é construído,
que é pensado, que tá sendo planejado,
que a gente tá desenvolvendo. Ninguém
aqui tem poder mágico, nem nada do tipo.
O que acontecer entre nós é outra fita,
né? E quando falo entre nós é entre uma
pessoa e outra, que o que a gente
considera como de espírito passa e só
para onde quer entre a gente aqui tá de
boa.
Mas toda essa organização, essa coisa a
gente produz, a gente organiza. Tá bom?
Ai ai.
[risadas] O comunista mais fraco. O
Bruno é bacana, mas sinto que ele é
crente. É tipo isso. E o crente mais
fraco. O Bruno é crente, mas ele é
comunista.
Ai, viver em mundos é muito complicado.
Os multimundos.
Isso. Quantos anos pedindo pro pastor um
clube do Ah, perdão aí, mas não tá dando
tempo, carapa. Em algum momento isso vai
acontecer. Em algum momento. Mas é isso,
minha gente. Eu já tô atrasado. Vou
tomar um pchão de orelha.
Sigamos aqui. Sigamos aqui. É uma
quinta-feira
próximo do fim de semana. Estamos bem
mais próximos, né? Muito mais próximos
do fim de semana. Então,
nesse quase fim de semana, desfrutem da
vida, aproveitem ao máximo, de catar, de
espiritualidade aí que vocês acharem,
considerarem mais bacanas, desfrutem da
melhor maneira, curtamos juntos e juntas
dia a dia. E quarta-feira que vem tem
[música] live às 9:30 da manhã ou 9:15
da manhã, horário normal. Contudo, eu
não estarei [música] nesse cenário aqui.
Eu estarei em viagem a trabalho e a
gente vai trocar ideia num cenário
completamente diferente,
bem bonito, espero eu, e que a internet
esteja estável, porque estarei isolado
do país. Não, brincadeira, estarei
isolado do ambiente urbano, na cidade,
mas estarei dentro do nosso país. Tudo
bem, minha gente? É isso, nós seguimos
ativos, sempre espertos por aqui. Como é
que é? [música]
Todo dia útil até a vitória final.
Seguimos trazendo boa nova todo [música]
dia útil
>> até a vitória final.
[música]
>> Valeu minha gente. Fiquem bem. Deus
abençoe. Um grande tchau, um grande
beijo e se cuidem. Não esquece de curtir
esse vídeo, comentar já a palavra por aí
e a gente vai trocando ideia dia a dia.
Amém. É nós. Valeu. Falou. Jo. [música]

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