ESTE VÍDEO VAI IRRITAR QUEM É DE ESQUERDA E DE DIREITA (AO MESMO TEMPO)
18/02/2026
ESTE VÍDEO VAI IRRITAR QUEM É DE ESQUERDA E DE DIREITA (AO MESMO TEMPO)
Aprender novas habilidades deixou de ser "diferencial" e virou parte do básico pra crescer na carreira. A Hashtag Treinamentos vai iniciar o Intensivão de Power BI dos dias 23 a 26 de fevereiro, totalmente gratuito. Garanta sua vaga: https://swiy.co/powerbidoisdedos
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Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
Seja muito bem-vindo ao Dois Dedos de Teologia. Eu sou pastor Iago Martins e você está no meu, no seu, no nosso, no deles, no nós voz eles, no Ai, como é que é? Ai, v, como é que é? I, she. Ah, me deu céu. Esqueci o inglês do fundamental. I, he, she, itu. Pera aí. O you vem to. Não, pera aí. É I, you I, you, primeira, segunda, terceira pessoa. Então é I, you, it, he? Não, o acho que o he vem antes do it, né? I, you, he, she, it. É isso. Aí vem o. É isso. Não, cadê o us? Se o I tem, meu Deus, o que é isso? É isso? Eu estou estou claramente insurdo pro discótico. Vocês acham que pessoal fica comentando se eu claramente insurdo pro Scótico, pessoal. Começou com a engraçado, muito bom, hein? Iago. Nossa, tem do Twitter. Muito engraçado. Gente, eu nunca fiz uma piada neste programa na minha vida. Eu só vou falando as coisas absurdas que passam na minha cabeça. Vocês ficam rindo quando a vi estar ligando para o SAMU psiquiátrico para alguém me dar um jeito em mim. Bom, mas enquanto isso não acontece e eu vou ter a maravilhosa vida de acordar toda manhã com comida feita, uma caminha feita, terapia todo dia no manicômbio, eu vou respondendo aí para vocês as coisas que vão viralizando sobre Deus na internet, porque esse programa, o Teólogos do Twitter, é o programa em que vocês me mandam as coisas que estão viralizando sobre Deus na internet. Vocês me mandam aí, não tem nenhuma um caminho oficial para me mandar, chega em mim de alguma forma. E aí o pessoal da equipe joga aqui num grupo do Telegram chamado Teólogos do Twitter, que já acumula 2907 mensagens e a gente não fica conversando nesse grupo, só manda as coisas e aí eu vou clicando aqui e vou reagindo, certo? Me passaram aqui que o vídeo todo vai ser só três, quatro tweets e um vídeo do Hernandes, um corte do Hernandes. Então, bom, o tema geral vai ser trabalho, distribuição de renda, bolsa família. Bolsa família é pecado. Como é que é isso? É isso que a gente vai discutir no vídeo de hoje. Aqui é um tema só. Você gosta de teólogos do Twitter temático? E como a gente vai discutir trabalho, eu quero te lembrar que você tem uma ótima oportunidade de melhorar sua vida profissional. É por meio do Power BI da #treinamentos. É um evento online de quatro dias que vai começar no dia 23 de fevereiro, onde você vai construir quatro projetos completos em Power BI junto com o time da hashtag. E tudo com exemplos práticos, dashboards de vendas, dashboard de produção, dashboard de recursos humanos e dashboard financeiro. A hashtag é uma empresa com mais de 120.000 alunos, com um índice de satisfação acima de 98%, com centenas de histórias de transformação real. A hashtag não ensina só ferramentas, ela te ensina a pensar com dados. Você sai do curso já sabendo como montar uma dashboard, é semiro dashboard, dashboard que resolve problemas reais, não só sabendo onde é que fica cada botão. Mas Iago, o que é que diabo que é esse Power BI? é justamente uma ferramenta que separa que analisa de quem só acompanha, enquanto a maioria das pessoas ainda manda relatório em planilha quem domina o Power BI entrega dashboards interativos que agilizam decisões e com a explosão da inteligência artificial, saber organizar e visualizar dados virou já um pré-requisito. Não é mais diferencial não. O Excel era obrigatório 10 anos atrás. Famoso tem Excel, Excel avançado. Hoje Excel é sim é é o mínimo você saber Excel e algumas empresas. E vê só, o Power BI é o novo Excel. Se você der uma busca rápida aí no LinkedIn, você vai encontrar muitos recrutadores procurando pessoas que saibam mexer com Power BI. E lembrando, o evento é 100% gratuito e não tem nenhum pré-requisito. Você nunca pode ter aberto Power BI na sua vida. Você não tem pré-requisito nenhum. Todos os projetos são construídos do zero, passo a passo, com a explicação mais didática possível. A hashtag também oferece alguns cursos pagos, obviamente, mas não existe nenhuma obrigação de compra quando você participa dos cursos gratuitos deles. E o pessoal da hashtag liberou 500 vagas para o público aqui do nosso canal, tá? Então, ó, vocês têm lotado os cursos da hashtag muito rápido, o link aparece aqui embaixo, muito rápido vocês, ó, inundam lá e fazem lá, ó, representatividade crente do mundo lá da programação. Então, corre que são só 500 vagas, preenche geralmente rápido. Iago, mas por que é que tem limite de vaga? Não é curso online, não tem espaço na sala? Eles não só vendem vídeo, tem interação, tem relacionamento com você também. Por isso, o número de vagas é limitado. Então, usa o QRcode na tela, vai no link na descrição e entra lá na lista VIP do WhatsApp do intensivão. Lá você recebe avisos de primeira mão, materiais completos e benefícios extras. Então corre, aproveita, link na descrição, usa o Qcode e simbora pro vídeo de hoje. Dar aqui Bolsa Família. Que que Bolsa Família tem a ver com teologia, gente? Vamos lá. Jesus provavelmente teria familiares inscritos no Bolsa Família. Hum, boa, hein? Aliás, creio que todos os discípulos estariam inscritos. Hum, vamos lá. É, Jesus veio de família simples. Se houvesse política de distribuição de renda no tempo da, naquele tempo da Galileia, provavelmente familiares de Jesus estariam ah inscritos em programa de distribuição de renda. Não sei o que significa. Aliás, creio que todos os discípulos, todos os discípulos, será que todos os discípulos eram pobres a este ponto? Jesus não era uma pessoa palpérrima, não é? A ideia do pobrezinho nasceu em Belém. Jesus não era uma pessoa rica, mas nada indica que ele era palpérrimo também, não é? Alguém abaixa a linha da pobreza. Não dá para dizer exatamente qual era a classe social de Jesus, certo? Ele ele era um carpinteiro, filho de carpinteiro, né? No grego é Tecton, ele trabalhava com construção, com madeira e pedra. Então, provavelmente ele tinha uma vida normal para alguém da Galileia daquele tempo. Os tectons não eram o o pior tipo de emprego, digamos assim, daquele período. Ah, mas Jesus podia ter familiares muito pobres, possivelmente, não é? Estariam talvez inscrito em programas sociais. Eu não sei o que é que o o Bujaque tá querendo chegar à conclusão com relação a isso. Não sei se ele tá lidando com alguma coisa específicamente. Então, ah, tem contexto aqui. Cadê? Será que o Hernandes falou alguma coisa? Hernandes Dias Lopes, Bolsa Família. Acho que o Burja aqui tá interagindo com o Hernandez Lopes falando Bolsa Família. Deixa eu ver. Fala absurda de um pastor. Tá aqui o arroba. Cristão pode viver de Bolsa Família. Ah, tá aqui a a tem contexto, tem contexto. Vamos lá. >> Hoje você tem no sistema de governo um chamado Bolsa Família. E eu conheço [música] centenas de pessoas que ao receberem essa ajuda do governo não querem trabalhar. >> Eu, essa é uma declaração muito forte, eu conheço centenas de pessoas que ao receber ajudam querer trabalhar. Eu vou começar dizendo o seguinte, tá? Quem conhece centena de pessoas, gente, assim, vamos, vamos começar. Quem quem conhece centenas de pessoas? Você conhece? Eu conheço centenas de pessoas. conheço ao ponto de saber que eles recebem o programa social do governo e ao ponto de saber que eles não querem trabalhar por causa disso. Assim, o ponto que ele coloca aqui no jeito não parece muito retórico a palavra centenas, né? Fosse dezenas já era muito. Dezenas já era muito. Conheço algumas pessoas seria, conheço várias pessoas, acho que faria mais sentido aqui. Mas tudo bem, tudo bem. Eu conheço pessoas, certo? Conheço pessoas, pode dizer que conheço, que não querem trabalhar de forma formal para não perder o bolso de família. Eu não conheço pessoas que não querem trabalhar para perder o Bolsa de Família, porque tem Bolsa Família. Porque o Bolsa Família, gente, é pouco dinheiro, tá? A galera acha que Bolsa Família, meu Deus, ninguém quer trabalhar porque o Bolsa Família, gente. O Bolsa Família, cadê aqui? É quanto tá o Bolsa Família? R$ 600. R$ 600. Para cada criança de até 6 anos, você ganha mais R$ 150. Se a gestante for aante, ganha mais R$ 50. Gente, vamos lá. Bolsa família é uma é é um pouco de dinheiro só, tá? Eu eu gosto de política de distribuição de renda. Não, eu acho que ninguém deveria ficar ganhando dinheiro do governo por nenhum motivo, porque o governo não deveria nem estar pegando esse dinheiro das pessoas para para isso. Mas aí são minhas posições liberais aí na economia política. Mas o ninguém, absolutamente ninguém vai deixar de trabalhar porque tem um bolso família. Gente, só se é uma pessoa uma pessoa que tem que estar muito, mas muito acostumado uma vida de muita miséria. Muita miséria. Muita miséria. O cara tem que ser mendigo, tá? Se o cara vive com R$ 600 por mês, aí vou adicionar filho. Ah, adicionou uma criança de até 6 anos, ganha mais R 150. R 150, meu filho, só de fralda é mais do que isso por mês, certo? Só de fralda para começar. Então assim, ninguém vai deixar de trabalhar, a não ser que esteja disposto a virar mendigo, virar morador de rua ou disposto a viver em uma situação subhumana. quase por causa do Bolsa Família, tá? Para começar, digo isso porque, vamos lá, tenho experiência com pobreza, não só da minha família, minha família recebeu bolsa de família, tá? Minha mãe recebeu bolsa família quando a gente era quando a gente era pobre, quando a gente era moleque. Na minha igreja tem pessoas que recebem bolsa família, eu tenho certeza. Conheço pessoas recebem bolsa família. E eu vou dizer, ninguém, repito, ninguém quer deixar de trabalhar porque recebe bolsa família. Então, quero saber que são essas centenas de pessoas aí que o nosso querido e amado Hernandas Lopes conhece. Agora, conheço, conheço pessoas que deixam de arrumar trabalhos formais por causa do Bolsa Família. Então, o cara não quer assinar carteira de jeito nenhum. De jeito nenhum. A moça, a senhora não quer assinar carteira de jeito nenhum. Então, a senhora recebe Bolsa Família, ela é diarista e aí trabalha numa casa queacular, recebe propostas para ficar fixa numa casa, assinar carteira direitinho, ganhar ali um salário, férias remuneradas, tal, ela não quer. Por quê? Porque se ela fizer isso, ela perde boa família, certo? com esses caras que trabalham no em construção com servente pedreiro, pedreiro e tal, nunca querem assinar a carteira num numa construção, numa obra maior. Por quê? Porque vão perder o Bolso Família, certo? Então assim, conheço muitas pessoas que não querem assinar carteira para não perder o Bolso Família. Então elas ficam são pessoas que ficam jogadas e presas por causa de um incentivo governamental ao mercado informal. Isso é uma porcaria. E esse é um dos das externalidades negativas de programas de distribuição de renda mal feitos como Bolsa Família, que é muito mal feito, tá? justamente porque incentiva a informalidade, tira a pessoa, sabe? Você tá literalmente pagando a pessoa para que ela não assine a própria carteira e aí ela não consiga comprovação de que já trabalhou, comprovações de renda, não consiga acesso a várias outras coisas que poderiam ajudar ela a melhorar de vida com o tempo, porque a pessoa recebe dinheiro do governo e se ela assinar a carteira, ela para de receber aquele dinheiro do governo, ela tem que pagar imposto de abaqu, né? Agora, fraudes com dinheiro do governo tem muitas, tem muitas. Eu contei algumas aqui no ao longo do canal. Conheci um crente que que no norte da Bahia. Ele foi contratado, crente da minha da minha denominação, para cadastrar as famílias que recebiam um seguro defeso, que é o seguro que você recebe do governo quando o peixe tá em período de ah de reprodução e você não pode pescar. Então, as famílias pescadoras iam lá e tal e recebiam dinheiro em alguns meses do ano que eles não podem pescar. E ele foi contratado para contratar, para encontrar essas famílias, catalogá-las. tinha, sei lá, bom, faz muitos anos isso, então vou chutar um número aqui. Tinha tipo 1500 famílias cadastradas, ele achou 300 famílias depois de meses procurando. E ele chegou com esse relatório, essas famílias não existem. Tem gente recebendo seguro. Essas outras famílias aqui não são famílias de pescadores, é gente recebendo dinheiro por fraude. E aí demitiram ele, mandaram ele embora, era um terceirizado. E aí contrataram outra pessoa que em 15 dias achou todas as famílias e tava lá tudo certinho, entendeu? Então assim, tem recebendo dinheiro do governo por coisas que não deveria estar recebendo. Fraudde é só o que tem, né? Existe um esquema obviamente interno para que pessoas continuem alguém, alguém tá mamando esse dinheiro aí para poder manter essa fraude, né? Não só as pessoas que estão cadastradas. Mas vamos lá. Vou continuar ouvindo aqui a fala do Hernandes. >> Elas foram conformadas à aquele patamar de miséria. Não querem trabalhar, não querem se mexer, não trabalham para crescer. Então essa mentalidade é uma mentalidade [música] de miséria. Nós não somos nem a favor da teologia da miséria, nem a favor [música] da teologia da prosperidade. Deus não só quer, Deus ordena, tá lá nos 10 mandamentos, [música] que você precisa trabalhar seis dias e descansar num. Tem gente querendo descansar em seis [música] dias e trabalhar num. Nós não podemos usar esse contentamento para dormir em ver se esplendido. Eu gosto de citar o exemplo do Brasil, porque eu vejo isso todo dia, toda hora. do camarada que recebe uma bolsa família e se acomoda. Ele não quer estudar, ele não quer trabalhar. E se ele tá dizendo que essa bolsa [música] família é uma bênção na vida dele, pode ser um problema, uma maldição. Se você quer saber se um trabalho social do governo é bom, veja não quantas [música] pessoas estão incluídas, mas quantas pessoas não precisam mais. Porque se eu faço de uma ajuda, de um socorro, eu tornar essa pessoa dependente, em vez de ensinar ele a pescar, eu tô dando peixe todo dia, um peixinho para ele comer, isso é um problema. Vai levar aquela família com um conformismo com a miséria, com a pobreza. o amigo meu que vendia água na praia. >> Ah, cara, eh, não sei, falta muita nuance nesse nessa nesse comentário do do Hernandes, tá? De novo, respeito muito Hernandes, um ótimo pregador, mas aquela velha coisa, né? Às vezes a gente sai da área da pregação e tenta aplicar a nossa teologia áreas que não são nossas e a gente acaba no senso comum, né? No senso comum, não tem estudo naquela área para poder discutir e tal. Esse aí eu acho que eu acho que é uma fala muito reducionista do do Hernandes, porque existe um fundo de verdade, certo? Existe um incentivo negativo quando você simplesmente distribui renda de forma direta, sem nenhum tipo de engajamento de transformação social. E esta renda inclusive tira as pessoas do mercado formal, mas achar sério mesmo que uma família, um pai de família e tal, vai deixar de trabalhar porque está contente com aquilo que ele consegue com R$ 600. Gente, desculpa, com R$ 600 por mês, o que você consegue é ser mendigo, entendeu? Com R$ 600 por mês, o que você consegue é ser morador de rua. com R$ 600 por mês, o que você consegue é morar em um buraco, um buraco, um favel de gente passando de fuzil na porta da tua casa, entendeu? Não, cara, você assim, é, é, não é Bolsa Família é complemento de renda para pessoas que fazem o seu corre por fora. Muitas vezes o Bolsa Família gera preguiça, cara, muito difícil. De novo, para quem está em situações de extrema miséria, aí beleza, talvez ele consiga passar o mês com aqueles R$ 600 bebendo cachaça, entendeu? É gente que passa, pega 600 conos. Eu conheço gente que mora numa casa que recebeu de um parente de de favor, tal, pega aquele dinheiro do bolso família, bebe cachaça o dia inteiro, pinga, pinga, pinga, pinga o dia inteiro e é isso, essa é a vida do cara, entendeu? Até morrer. Ou então o cara praticamente tem uma casinha ali que ele mora numa favela horrível, recebe aquele dinheiro do Bolso Família, come na rua, faz mendicância ao longo do dia, come ali nos bolsões na nas bocas de rango, como chamam, e aí volta para casa, aquele bolso família paga bastante alungar, uma coisa assim. Cara, tem cenários muito muito difíceis, né? a gente pode discutir muito profundamente os os efeitos negativos da distribuição direta de renda ah no psicológico, na na formação dos indivíduos, mas o Bolsa Família por si só não tem incentivo bastante para tirar as pessoas de um tipo de mercado informal de trabalho. Os caras estão fazendo alguma coisa por fora, entendeu? Achar que o cara vai ficar deitado em beço esplêndo por causa do BS família, eu acho muito difícil, certo? Acho muito difícil mesmo. Mas é claro, né? a gente precisa de de políticas que sirvam não só para fornecer alívio àqueles que estão em situação de miséria, mas também fornecer reabilitação e desenvolvimento. É aquilo que a gente tem falado tanto lá no máfia dos mendigos, onde eu discuto os conflitos desse tipo de incentivos dentro de pessoas em profunda miséria, faço uma divisão entre pessoas que estão em situação de mendicância e pessoas em situação de pobreza, não é? E e as diferenças nesse que esses incentivos geram em pobres e em mendigos, que são incentivos que têm resultados muitas vezes diferentes. Tem discutir muito usando o conceito do do Ryan Frinkert do livro Quando ajudar machuca, when helping HTS, que nossas políticas de distribuição de renda fornecem unicamente alívio e nada além de alívio, é transferência de renda. Toma aqui, não existe reabilitação. Como é que essas pessoas vão ser reabilitadas para voltar à vida social, à vida profissional e desenvolvimento? Como é que a gente vai desenvolver essas pessoas para que elas possam ser úteis pra sociedade, receber os seus próprios recursos e conseguir viver com dignidade? Isso as políticas não fazem. E isso é o que há de mais importante. Ao invés de só distribuir renda, não é? Desenvolver essas pessoas. Poxa, eu sou coautor de um projeto de lei que foi aprovado em Santo André, em São Paulo, que tenta fornecer um ambiente de mercado de trabalho para que os moradores de rua possam voltar a trabalhar e coisas assim. E por que se a gente ficar só nessa de transferência de renda, cara, transferência direta de renda não sabe, acaba sendo mais no sentido negativo do que positivo muitas vezes. Então, de novo, eu não concordo com Bolsa Família porque eu acho que é um absurdo o governo tirar dinheiro das pessoas para dar pras outras, entendeu? O governo tira dinheiro porque eu não creio que o governo devia est fazendo nada disso, que é entre nós, tá? Mas eu, Bolsa Família, cara, é um problema muito pequeno também de orçamento público, né? Aqui, ó, quanto o Brasil arrecadou de impostos em 2025? arrecadou 2,88 trilhões. Quanto custou o Bolsa Família para o governo em 2025? Então, 158 bilhões foi o que foi gasto com Bolsa Família em 2025, foi o orçamento, pelo menos Bolsa Família, diante de 2,88 trilhões. Trilhões. Quantos por cento do orçamento público são investidos no Bolsa Família? Faz, faz o cálculo aí, T, porque eu tô com preguiça. Mas assim, o o Bolso Família não é o nosso grande problema financeiro no Brasil, entendeu? Do de orçamento público, de coisas assim. Aí a gente vai mexer logo no que é mais baixo, né? Logo no na galera que é mais hipossuficiente. Sei lá, porque assim, é, sei lá, é uma desconexão grande com o povo, tá? É por isso que o pessoal diz que eu sou de esquerda, é porque eu não não consigo comprar muitas das nossas críticas, da gente da direita, aos programas da esquerda, porque são críticas muitas vezes assim bobas, até desumanas às vezes para um cara, imagina uma família de com filhos que não conseguem não conseguem se realocar no mercado de trabalho lá após pandemia e os caras estão lá morrendo de fome, lutando para sobreviver, procurando emprego e aí vem um programa social e bota lá R 600, R 700, R$ 800 na mão daquela família que foi a diferença entre a fome e a comida, entendeu? Foi a diferença entre os filhos chorando com fome? Imagina teu filho chorando com fome e o filho teu comer. Entre o despejo e virar mendigo e ter como pagar ali um aluguel e tal. Aí você chega pr para uma família que recebeu isso, que de novo eu acredito que é uma péssima política pública, mas a família recebeu isso. Eu vou, sabe, quase criminalizar essa família por est feliz de ter recebido dinheiro do governo, entendeu? Pelo amor de Deus, né? Eu não vou não vou ter esse esse nível de de falta de empatia. Eu acho que todo mundo que puder receber alguma coisa do governo aí, se estiver dentro da lei, dentro das regras, receba, meu filho. Pague o mínimo de imposto que você puder dentro da lei. Receba aí tudo que é bolsa, tudo que tiver dinheiro do governo tiar para receber, receba. O governo tira tudo da gente, tente tirar o que puder do governo. Mas eu vou dizer agora que ah, essa família vai ficar mu de preguiçoso, que não quer trabalhar, sei lá. Eu acho uma fala muito mal colocada. Eu acho uma fala muito muito infeliz, muito insensível com pessoas que estão recebendo desse tipo de desse tipo de incentivo do governo praticamente sobrevivência. E de novo, de novo, eu acho que essas são políticas que devem ser criticadas. Por mim, elas não existiriam. a gente teria outras políticas melhores de desenvolvimento social, mas falar desse desse jeito assim do do impacto psicológico, como se pessoas que recebem isso fossem pessoas que são preg, acho acho mal colocado de verdade. >> É o Rick Rick Chester, ele fala que quando você ajuda alguém para ver você socorre. Quando você ajuda de novo, você ajuda. E quando você ajuda a terceira vez você atrapalha. >> Atrapalha. Então um cristão não pode se conformar. Ele precisa crescer. Esse eu acho que é o grande projeto da vida cristã. >> Você ajuda uma vez, você só corre, duas vezes você ajuda, a terceira você atrapalha. É, é um reducionismo ruim, tá? Eu acho que é um reducionismo ruim. Pessoas podem estar sendo ajudadas várias vezes, desde que haja um projeto, um processo, um relacionamento humano de transformação para essa pessoa. Por exemplo, quando a gente tá tendo ajudar pessoas em condição de rua, essa pessoa vai ser ajudada várias vezes até ela ser realmente reabilitada, sabe? Você não tem como, ah, vou dar aqui uma comida pescar uma vez e pronto, e amanhã ele resolve. Você não tem como pegar uma pessoa que tá numa situação de profunda miséria, de de uma pessoa palpéria, ver uma pessoa lidando com vício, alguma coisa do tipo, e achar que você vai ajudar uma vez e acabou e que na terceira ajuda já não vai, entendeu? Eu sei que não pode ser levado as, sabe, a literalidade aqui, mas o tom da conversa acaba sendo muito negativo. Então, é, não tem como me julgar porque tentar levar a coisa ao literal. Mas eu acho que tem que ter um, existe um processo, existe uma paciência que tem que ser muitas vezes aplicada no esforço de ajudar as pessoas que estão em situações de profunda miséria para que elas sejam reabilitadas. Aí de novo, a gente não pode viciar as pessoas em ajuda quando elas não têm interesse em reabilitação. Tem uma história no livro Ministérios de Misericórdia do Timot Keller em que ele disse que um cara que era meio bêbado, taluma coisa assim, era alcólatra, ainda fala alcólatra hoje, alcoolista, sei lá, me importo pouquíssimo com esse nomes, que ia lá pedir dinheiro, uma coisa assim, ele disse: "Cara, vamos almoçar junto?" Aí eles saíam para almoçar junto e tal. Aí na segunda, terceira vez que eles almoçaram junto, ele falou: "Cara, eu quero te ajudar mais uma vez, mas eu queria entrar na sua vida. Eu quero poder te conhecer, eu quero poder ver a tua vida, eu quero poder ir contigo na tua casa, esse tipo de coisa assim". E o cara não quis, né? E aí o Timer disse: "Tá bom, então, então não tenho como te ajudar mais". Ele cortou o alívio, né? Eu acho que a pessoa vai continuar sendo ajudada muitas vezes, não é? Mas essa essa ajuda, o alívio tem que vir junto com engajamento, tem que vir junto com um relacionamento humano que possa realmente transformar a vida das pessoas. Porque os grandes o grande problema das pessoas não é muitas vezes financeiro, né? É familiar, é humano, não é? Eu conheci gente na rua que foi pra rua porque a mulher traiu, levou chifre e foi pra rua, não é? Gente que foi pra rua porque a mulher morreu, né? A gente foi pra rua porque o casamento acabou, porque brigou com os filhos, porque sabe, as questões familiares são muito profundas. Distribuição de renda não vai resolver quando o problema é é muito mais profundo, né? Bom, não sei qual o contexto da fala aqui do Hernandes, eu também não vou atrás porque esse corte aqui aparentemente foi postado pelo próprio pela própria galera aqui que entrevistou o Hernandes. Então, então vamos ver aqui a reação do Bujac, né? Por isso falou: "Jesus provavelmente teria familiares inscritos no Bolsa Família." Provavelmente teria se os familiares eram realmente pobres. Mas em tese isso significa muito pouco, tá? Significa muito pouco. E é um tipo de, sei lá, de resposta ruim. também ao que o a os problemas da fala aqui do Hernandes. E tem uma segunda aqui também, cadê? Mandaram uma outra dele aqui. Jesus não ensina a pescar. Ele providencia os peixes, seja pela pesca ou pela multiplicação. Mas bolsa família do que isso é complicado, cara. Aí, aí já fica aí já fica ridículo já. Entendeu? Eu acho a o que o Hernandes fala reducionista, certo? Muito reducionista. Mas eu acho que o que o Jack fala, o Buj fala, é objetivamente errado. Objetivamente errado. Porque sim, Jesus providencia peixes, pessoas estavam com fome. Ele tá lá com uma galera que passou o dia inteiro com ele, não é? Vamos lá pensar no cenário da multiplicação dos peixes dos pães. Tá lá uma galera com ele lá o dia inteiro. O pessoal ia ter que sair, andar no deserto, tal, o pessoal ia morrer, sabe, no meio da do caminho. Ele não tá lidando com gente pobre aqui, no caso necessariamente, tá? Não é o caso de, ah, eu tô aqui com uma galera em situação de pobreza. Ele tá dando com pessoas que o acompanharam até um lugar ermo para ouvi-lo pregar o dia inteiro e que provavelmente não teriam acesso, né, a à comida e por algum tempo e que provavelmente iam passar mal ouvindo ele ali. Não é um cenário de combate à pobreza o relato a multiplicação dos pães e peixes, tá? Vamos começar aí pra gente ler o texto direito. E aí, claro, as pessoas estão com fome. O que que Jesus fez com pessoas com fome? Ele alimentou básico. Mas Jesus está ensinando pra gente um tipo de política pública. Para mim é essa coisa que mais me irrita na esquerda. irrita muito na esquerda é pegar atos humanos e transformar em projeto de política pública. Então Jesus alimentou os pobres. Logo, o governo precisa pegar uma arma, colocar no seu pescoço, ameaçar te matar ou levar tudo que você tem, caso você não dê dinheiro para ele. Vai pegar este dinheiro, vai sustentar uma mega estrutura de indivíduos poderosos, não é? E e e ladrões, não é? é um band corrupto para sustentar esse grande maquinário e aí o que sobrar do sustento desse maquinário vai ser distribuído entre pessoas pobres na cabeça da galera de esquerda, certo? Que é muito absurdo, o ato humano de alimentar alguém serve de base para que o governo tome o meu dinheiro e alimente alguém, entendeu? O que é ridículo, não é a mesma coisa. O ato humano não representa de forma imediata política pública, certo? Veja, se eu tô numa situação que uma pessoa chega para mim com fome, sabe o que que eu faço? Eu sou um cara de direita liberal. Chega uma pessoa para mim com fome, tu acha que eu faço o quê? Ensina ela a pescar. Pessoa tá com fome, eu faço o quê? Vou dar um um curso para ela. Você tá com fome? Tá aqui uma carteira de investimento para você. É isso. Se a pessoa está com fome, a gente dá comida. Ponto. Se chega para mim uma pessoa ferida, sangrando, por favor, me socorra. Eu faço o quê? Eu dou um curso profissionalizante de segurança no trabalho para ela? Não. Poxa, eu suturo o sangramento. Chega para mim uma pessoa engasgada, eu faço o quê? Eu ensino ela a mastigar melhor? Não, poxa, eu faço hemwich para, sabe, a pessoa desengasgar. Inclusive, inclusive, aprendeu o remish. Importantíssimo. Mas aí depois que a pessoa foi suturada e ela não tá sangrando mais. E depois que a pessoa desengasgou e não tá sufocando mais. E aí depois que a pessoa comeu e não está com fome mais, o que que a gente faz? A gente permanece de forma abundante e constante, alimentando a pessoa todos os dias? A gente continua desengasgando a pessoa diariamente? Ou a gente caminha para um processo novo? Jesus não ensinou a pescar, disse aqui o Bujque, ele só deu peixe. E que isso é Bolsa Família, não é? Significa que ninguém deveria aprender. Olha, olha como o que o Buj tá falando aqui é absurdo, assim, aplica isso aqui de alguma forma. Se o fato de Jesus não não Jesus não ensina a pescar, mas providencia peixe e que isso dá base pra política pública, então as ações governamentais nunca deveriam ser de reabilitação e desenvolvimento, tinha que ser exclusivamente de alívio. Então é só dar peixe, dá peixe, dá peixe, dá peixe, dá peixe. O peixe alguém pescou, né? Porque o governo não tem nada. O governo não pode dar nada que não tenha antes tirado do povo. Então o governo vai tirar os peixes que eu pesquei, vai comer mais da metade e vai distribuir o resto que sobrar as pios os mais espinhodos pros pobres. E essa é a política pública que a gente tem. Isso é isso é ridículo, tá? O que que a gente faz com o resto da escritura então quando manda a gente trabalhar? O que que a gente faz com o que Paulo escreveu? E Paulo, quando Paulo escreve a palavra do Senhor ou Bujá que é daquele, não sei também se ele é daqueles cai Fabianos que acham que Paulo é contra Jesus, sei lá, que tem que se livrar de Paulo e ficar com Jesus. Mas segunda Tessalonicenses 3:10 diz que alguém que deliberadamente escolhe não trabalhar não deveria comer para que a fome lhe ensine aí buscar sustento. Significa que pessoas em situações palpérrimas de pobreza deveriam ser lançadas à própria sorte? Claro que não. Existe uma sociedade para para isso, para cuidar dos seus fracos. Mas as pessoas têm que aprender a pescar para poder comer. Se a pessoa não quer pescar, ninguém tem que ficar dando peixe para ela, entendeu? Existe uma diferença entre pessoas que pescam e não pegam peixe e são ajudadas pela sua comunidade e pessoas que se recusam a a ir atrás de peixe e saem pedindo peixe por aí. São dois cenários muito diferentes, pessoas muito diferentes. Às vezes no primeiro olhar parecem iguais, mas tem um tipo de relacionamento humano que é o tipo de coisa que a gente deveria ter, que é o que eu ensino lá na máfia dos mendigos, é esse relacionamento humano que vai fazer a gente entender melhor e se relacionar melhor com pessoas de necessidade. Poxa, que que a gente faz provérbios, cara? Quando diz vai ter com a formiga, preguiçoso, quando critica aquele que que até quando ficará deitado? Até quando vai ficar, sabe, satisfazendo o próprio sono. Poxa, tem que trabalhar, meu irmão, tem que trabalhar. Você é para aplicar Jesus assim, né? Por que que o Por que que ele não olha para João 21 em que Jesus manda o pessoal lançar as redes ao barco para achar, para achar peixe, não é? Jesus mandou pescar e ensinou a pescar. Jesus ensinou a pescar, ó, joga peixe ali e tal, não sei o quê, joga rede ali para pegar peixe ali, não sei o quê. Sei lá, cara. É, é meio triste assim. Eu acho meio meio vechatório para para deixar claro. Eu acho vchatório. Tem mais aqui. Nenhuma teologia e aqui nenhuma de A a Z dá base para justificar qualquer ação por mérito. Qualquer ação por mérito, cara. Em sentido humano existem atos meritórios, não é? Pessoas fazem coisas pelo seu esforço, que é abençoado pela graça de Deus, mas existe um esforço humano, tá? Tudo gira em torno da graça e da gratuidade. Cara, não tudo na vida, não é? Nós vivemos por graça do que diz respeito ao nosso relacionamento com Deus. Mas se o teu funcionário te rouba, né? Ou contrata uma pessoa para limpar a tua casa e a pessoa deixa a casa suja, contrata um contador e ele não manda os boletos em dia, o cara não teve um mérito relacionado à própria profissão para continuar sendo contratado. Não é não? Ou se tudo é por graça, todas as pessoas, ninguém mais tem que fazer nada. A vida espiritual, a vida da fé é por graça. A gente até concede graça às pessoas em muitos cenários, mas isso não significa que não existe um um tipo de relacionamento meritório também em alguns ambientes da vida. Gente, Deus deu porque amou. Sim. Generosidade de Deus não abre espaço para o mérito em nenhuma esfera da em nenhuma esfera da vida. Sério mesmo, isso aqui é impossível, tá? Em nenhuma esfera da vida. Você acaba com o mercado de trabalho, você acaba com com a vida profissional, você acaba com tudo, pô. Acaba comudo. Não existe mais vida profissional. Quer dizer, o capitalismo subverteu a fé. Claro, né? É engraçado que quando Paulo escreve, quando Paulo escreve, ele cria uma uma uma, como eu diria, uma oposição entre trabalho e fé. Paulo vai dizer assim, ó: "O trabalhador é digno do seu salário." Não é no sentido de mérito, é digno. O trabalhador merece o seu trabalho. Para Paulo, existe um aspecto meritório no trabalho e no salário. E aí ele vai aplicar em Romanos. Isso é em Romanos ou é em Hebreus? Bom, tô indo aqui de cabeça, né? Mas vocês encontram aí, joga no Google aí. Ele vai criar uma posição entre fé e trabalho usando Abraão e vai dizer que o trabalho merece alguma coisa. Mas como a salvação é por fé e não por trabalho, então ela é por graça, puramente graça. Existe uma posição entre fé e trabalho. Ou seja, o trabalho aqui trabalha no sentido comercial de relacionamento, né, de trocas e coisas do tipo em um sentido humano, é algo completamente oposto à estrutura de fé. trabalho envolve mérito, envolve conquista, envolve produzir uma coisa melhor, não é? Servir, existe uma coisa que é construída, existe um merecimento. Eu mereço o meu salário porque trabalhei, é um mérito que é diferente aqui da estrutura da salvação. De novo, não dá para não dá para você aplicar soteriologia a relações de mercado de forma tão tão direta. Não é assim que a gente faz teologia pública, tá? Ah, tem mais uma que mandaram aqui, que é ele comentando os comentários que recebeu. Algumas considerações sobre os comentários que recebem nesse post. Um, o uso de textos bíblicos sobre trabalho. Duas coisas interessantes aqui, a falta de conhecimento do significado bíblico para trabalho e sobre a diferença entre remuneração. Por isso, o real significado de esforço, recompensa e graça, como sinalização do reino de Deus entre nós. Afinal de contas, quem trabalha desde cedo ou chega no final do expediente vai ganhar o mesmo, né? Como é o real significado de esforço, recompensa e graça como sinalização do reino de Deus entre nós. Tô me sentindo agora, talvez eu tô muito cansado, talvez não tô entendendo direito. Pode ser minha burrice. Afinal de contas, quem trabalha desde cedo ou chega no final do expediente vai ganhar mesa. Aqui ele tá fazendo uma referência, uma alusão, né? na parábola da vinha, onde quem chegou cedo para trabalhar e quem chegou tarde para trabalhar receberam o mesmo pagamento, que aí é uma relação entre gentios e judeus. Os judeus estavam na fé primeiro, os gentios vieram depois, mas ambos receberam a mesma salvação. E ele vai aplicar isso aqui à economia. E não sei qual o qual o ponto que ele tá colocando aqui. Realmente não consigo entender, de verdade. Não consigo entender. Eu eu tô tô com a cabeça cansada. Ah, esquecem três que o ano do jubileu era um tipo de ajuste social e estava prescrito na lei e, portanto, um tipo de justiça social. Justiça social não é o termo que eu usaria, porque não é o termo que é usado no Antigo Tchamento, mas sim o ano do jubileu servia para que o povo voltasse àquilo que foi a distribuição original da Terra, principalmente, né, e aos relacionamentos que Deus Deus trouxe pro povo de Israel. O grande ponto de tentar aplicar o ano do jubileu pra gente hoje, quem discute isso com muito, muito cuidado, de forma muito capaz, é aquele livro, qual a missão da igreja, publicado pela editora Fiel. A gente não tem uma distribuição original de terras. A gente não tem um relacionamento original entre os indivíduos para voltar a cada 70 anos, como no caso do ano do jubileu, entendeu? Então como é que a gente aplica o jubileu nesse sentido? A gente é um pouco mais difícil. Quatro, falta de compreensão que políticas públicas de distribuição de renda é a válvula de escape que vai salvar o capitalismo da sua ruína. Bom, aí não tem teologia pra gente discutir, né? Bom, esse foi o teólogo do Twitter de hoje. Foi mais direcionado por uma temática só. Espero que você tenha refletido um pouco sobre questões aí bíblicas, né, relacionadas à distribuição de renda. um pouquinho. A gente ficou a gente hoje hoje hoje a gente, né, pessoal de direita vai me odiar, pessoal de esquerda vai me odiar, xinguei à esquerda, discordei de pastor de direita, vai ser aquele membro do Agostinho hoje, né? Mas o que que você acha disso tudo? Você acha que vale a pena, sei lá, a gente fazer um conteúdo aqui mais uma teologia do trabalho para trazer aqui pro canal do teologia, um de olho no texto, lidando com texto sobre trabalho, sobre distribuição de renda. O que texto seria legais? Jubileu, ano do Jubileu, quem não quiser trabalhar aqui no coma, seria legal a gente fazer alguma coisa. Em termos como esse, dá dicas aí do que que vocês acham que a gente pode tratar juntos aqui no no canal mais à frente, aqui na descrição e no comentário fixado, você vai ter lá o link para você entrar também no Power BI intensivão lá da hashtag. São só quintas vagas, tá? Link na descrição. Corre lá para não ficar de fora. Não deixe de se inscrever no canal e assinar as notificações para ficar sabendo sempre que houver vídeo novo. Clica em gostei também pra plataforma saber que esse vídeo é útil para outras pessoas. Um cheiro no seu cangote e até a próxima. M.