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A fé vem pelo ouvir

ESTE VÍDEO VAI IRRITAR QUEM É DE ESQUERDA E DE DIREITA (AO MESMO TEMPO)

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Aprender novas habilidades deixou de ser "diferencial" e virou parte do básico pra crescer na carreira. A Hashtag Treinamentos vai iniciar o Intensivão de Power BI dos dias 23 a 26 de fevereiro, totalmente gratuito. Garanta sua vaga: https://swiy.co/powerbidoisdedos

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Legendas automáticas:

Seja muito bem-vindo ao Dois Dedos de
Teologia. Eu sou pastor Iago Martins e
você está no meu, no seu, no nosso, no
deles, no nós voz eles, no Ai, como é
que é? Ai, v, como é que é? I, she. Ah,
me deu céu. Esqueci o inglês do
fundamental. I, he, she, itu.
Pera aí. O you vem to. Não, pera aí. É
I, you I, you, primeira, segunda,
terceira pessoa. Então é I, you, it, he?
Não, o acho que o he vem antes do it,
né? I, you, he, she, it. É isso. Aí vem
o. É isso.
Não, cadê o us? Se o I tem, meu Deus, o
que é isso? É isso? Eu estou estou
claramente insurdo pro discótico. Vocês
acham que pessoal fica comentando se eu
claramente insurdo pro Scótico, pessoal.
Começou com a engraçado, muito bom,
hein? Iago. Nossa, tem do Twitter. Muito
engraçado. Gente, eu nunca fiz uma piada
neste programa na minha vida. Eu só vou
falando as coisas absurdas que passam na
minha cabeça. Vocês ficam rindo quando a
vi estar ligando para o SAMU
psiquiátrico para alguém me dar um jeito
em mim. Bom, mas enquanto isso não
acontece e eu vou ter a maravilhosa vida
de acordar toda manhã com comida feita,
uma caminha feita, terapia todo dia no
manicômbio, eu vou respondendo aí para
vocês as coisas que vão viralizando
sobre Deus na internet, porque esse
programa, o Teólogos do Twitter, é o
programa em que vocês me mandam as
coisas que estão viralizando sobre Deus
na internet. Vocês me mandam aí, não tem
nenhuma um caminho oficial para me
mandar, chega em mim de alguma forma. E
aí o pessoal da equipe joga aqui num
grupo do Telegram chamado Teólogos do
Twitter, que já acumula 2907 mensagens e
a gente não fica conversando nesse
grupo, só manda as coisas e aí eu vou
clicando aqui e vou reagindo, certo? Me
passaram aqui que o vídeo todo vai ser
só três, quatro tweets e um vídeo do
Hernandes, um corte do Hernandes. Então,
bom, o tema geral vai ser trabalho,
distribuição de renda, bolsa família.
Bolsa família é pecado. Como é que é
isso? É isso que a gente vai discutir no
vídeo de hoje. Aqui é um tema só. Você
gosta de teólogos do Twitter temático? E
como a gente vai discutir trabalho, eu
quero te lembrar que você tem uma ótima
oportunidade de melhorar sua vida
profissional. É por meio do Power BI da
#treinamentos.
É um evento online de quatro dias que
vai começar no dia 23 de fevereiro, onde
você vai construir quatro projetos
completos em Power BI junto com o time
da hashtag. E tudo com exemplos
práticos, dashboards de vendas,
dashboard de produção, dashboard de
recursos humanos e dashboard financeiro.
A hashtag é uma empresa com mais de
120.000 alunos, com um índice de
satisfação acima de 98%, com centenas de
histórias de transformação real. A
hashtag não ensina só ferramentas, ela
te ensina a pensar com dados. Você sai
do curso já sabendo como montar uma
dashboard, é semiro dashboard, dashboard
que resolve problemas reais, não só
sabendo onde é que fica cada botão. Mas
Iago, o que é que diabo que é esse Power
BI? é justamente uma ferramenta que
separa que analisa de quem só acompanha,
enquanto a maioria das pessoas ainda
manda relatório em planilha quem domina
o Power BI entrega dashboards
interativos que agilizam decisões e com
a explosão da inteligência artificial,
saber organizar e visualizar dados virou
já um pré-requisito. Não é mais
diferencial não. O Excel era obrigatório
10 anos atrás. Famoso tem Excel, Excel
avançado. Hoje Excel é sim é é o mínimo
você saber Excel e algumas empresas. E
vê só, o Power BI é o novo Excel. Se
você der uma busca rápida aí no
LinkedIn, você vai encontrar muitos
recrutadores procurando pessoas que
saibam mexer com Power BI. E lembrando,
o evento é 100% gratuito e não tem
nenhum pré-requisito. Você nunca pode
ter aberto Power BI na sua vida. Você
não tem pré-requisito nenhum. Todos os
projetos são construídos do zero, passo
a passo, com a explicação mais didática
possível. A hashtag também oferece
alguns cursos pagos, obviamente, mas não
existe nenhuma obrigação de compra
quando você participa dos cursos
gratuitos deles. E o pessoal da hashtag
liberou 500 vagas para o público aqui do
nosso canal, tá? Então, ó, vocês têm
lotado os cursos da hashtag muito
rápido, o link aparece aqui embaixo,
muito rápido vocês, ó, inundam lá e
fazem lá, ó, representatividade crente
do mundo lá da programação. Então, corre
que são só 500 vagas, preenche
geralmente rápido. Iago, mas por que é
que tem limite de vaga? Não é curso
online, não tem espaço na sala? Eles não
só vendem vídeo, tem interação, tem
relacionamento com você também. Por
isso, o número de vagas é limitado.
Então, usa o QRcode na tela, vai no link
na descrição e entra lá na lista VIP do
WhatsApp do intensivão. Lá você recebe
avisos de primeira mão, materiais
completos e benefícios extras. Então
corre, aproveita, link na descrição, usa
o Qcode e simbora pro vídeo de hoje. Dar
aqui Bolsa Família. Que que Bolsa
Família tem a ver com teologia, gente?
Vamos lá. Jesus provavelmente teria
familiares inscritos no Bolsa Família.
Hum, boa, hein? Aliás, creio que todos
os discípulos estariam inscritos. Hum,
vamos lá. É, Jesus veio de família
simples. Se houvesse política de
distribuição de renda no tempo da,
naquele tempo da Galileia, provavelmente
familiares de Jesus estariam ah
inscritos em programa de distribuição de
renda. Não sei o que significa. Aliás,
creio que todos os discípulos, todos os
discípulos, será que todos os discípulos
eram pobres a este ponto? Jesus não era
uma pessoa palpérrima, não é? A ideia do
pobrezinho nasceu em Belém. Jesus não
era uma pessoa rica, mas nada indica que
ele era palpérrimo também, não é? Alguém
abaixa a linha da pobreza. Não dá para
dizer exatamente qual era a classe
social de Jesus, certo? Ele ele era um
carpinteiro, filho de carpinteiro, né?
No grego é Tecton, ele trabalhava com
construção, com madeira e pedra. Então,
provavelmente ele tinha uma vida normal
para alguém da Galileia daquele tempo.
Os tectons não eram o o pior tipo de
emprego, digamos assim, daquele período.
Ah, mas Jesus podia ter familiares muito
pobres, possivelmente, não é? Estariam
talvez inscrito em programas sociais. Eu
não sei o que é que o o Bujaque tá
querendo chegar à conclusão com relação
a isso. Não sei se ele tá lidando com
alguma coisa específicamente. Então, ah,
tem contexto aqui. Cadê? Será que o
Hernandes falou alguma coisa? Hernandes
Dias Lopes, Bolsa Família. Acho que o
Burja aqui tá interagindo com o
Hernandez Lopes falando Bolsa Família.
Deixa eu ver. Fala absurda de um pastor.
Tá aqui o arroba. Cristão pode viver de
Bolsa Família. Ah, tá aqui a a tem
contexto, tem contexto. Vamos lá.
>> Hoje você tem no sistema de governo um
chamado Bolsa Família. E eu conheço
[música]
centenas de pessoas que ao receberem
essa ajuda do governo não querem
trabalhar.
>> Eu, essa é uma declaração muito forte,
eu conheço centenas de pessoas que ao
receber ajudam querer trabalhar. Eu vou
começar dizendo o seguinte, tá? Quem
conhece centena de pessoas, gente,
assim, vamos, vamos começar. Quem quem
conhece centenas de pessoas? Você
conhece? Eu conheço centenas de pessoas.
conheço ao ponto de saber que eles
recebem o programa social do governo e
ao ponto de saber que eles não querem
trabalhar por causa disso. Assim, o
ponto que ele coloca aqui no jeito não
parece muito retórico a palavra
centenas, né? Fosse dezenas já era
muito. Dezenas já era muito. Conheço
algumas pessoas seria, conheço várias
pessoas, acho que faria mais sentido
aqui. Mas tudo bem, tudo bem. Eu conheço
pessoas, certo? Conheço pessoas, pode
dizer que conheço, que não querem
trabalhar de forma formal para não
perder o bolso de família. Eu não
conheço pessoas que não querem trabalhar
para perder o Bolsa de Família, porque
tem Bolsa Família. Porque o Bolsa
Família, gente, é pouco dinheiro, tá? A
galera acha que Bolsa Família, meu Deus,
ninguém quer trabalhar porque o Bolsa
Família, gente. O Bolsa Família, cadê
aqui? É quanto tá o Bolsa Família? R$
600. R$ 600. Para cada criança de até 6
anos, você ganha mais R$ 150. Se a
gestante for aante, ganha mais R$ 50.
Gente, vamos lá. Bolsa família é uma é é
um pouco de dinheiro só, tá? Eu eu gosto
de política de distribuição de renda.
Não, eu acho que ninguém deveria ficar
ganhando dinheiro do governo por nenhum
motivo, porque o governo não deveria nem
estar pegando esse dinheiro das pessoas
para para isso. Mas aí são minhas
posições liberais aí na economia
política. Mas o ninguém, absolutamente
ninguém vai deixar de trabalhar porque
tem um bolso família. Gente, só se é uma
pessoa uma pessoa que tem que estar
muito, mas muito acostumado uma vida de
muita miséria. Muita miséria. Muita
miséria. O cara tem que ser mendigo, tá?
Se o cara vive com R$ 600 por mês, aí
vou adicionar filho. Ah, adicionou uma
criança de até 6 anos, ganha mais R 150.
R 150, meu filho, só de fralda é mais do
que isso por mês, certo? Só de fralda
para começar. Então assim, ninguém vai
deixar de trabalhar, a não ser que
esteja disposto a virar mendigo, virar
morador de rua ou disposto a viver em
uma situação subhumana. quase por causa
do Bolsa Família, tá? Para começar, digo
isso porque, vamos lá, tenho experiência
com pobreza, não só da minha família,
minha família recebeu bolsa de família,
tá? Minha mãe recebeu bolsa família
quando a gente era quando a gente era
pobre, quando a gente era moleque. Na
minha igreja tem pessoas que recebem
bolsa família, eu tenho certeza. Conheço
pessoas recebem bolsa família. E eu vou
dizer, ninguém, repito, ninguém quer
deixar de trabalhar porque recebe bolsa
família. Então, quero saber que são
essas centenas de pessoas aí que o nosso
querido e amado Hernandas Lopes conhece.
Agora, conheço, conheço pessoas que
deixam de arrumar trabalhos formais por
causa do Bolsa Família. Então, o cara
não quer assinar carteira de jeito
nenhum. De jeito nenhum. A moça, a
senhora não quer assinar carteira de
jeito nenhum. Então, a senhora recebe
Bolsa Família, ela é diarista e aí
trabalha numa casa queacular, recebe
propostas para ficar fixa numa casa,
assinar carteira direitinho, ganhar ali
um salário, férias remuneradas, tal, ela
não quer. Por quê? Porque se ela fizer
isso, ela perde boa família, certo? com
esses caras que trabalham no em
construção com servente pedreiro,
pedreiro e tal, nunca querem assinar a
carteira num numa construção, numa obra
maior. Por quê? Porque vão perder o
Bolso Família, certo? Então assim,
conheço muitas pessoas que não querem
assinar carteira para não perder o Bolso
Família. Então elas ficam são pessoas
que ficam jogadas e presas por causa de
um incentivo governamental ao mercado
informal. Isso é uma porcaria. E esse é
um dos das externalidades negativas de
programas de distribuição de renda mal
feitos como Bolsa Família, que é muito
mal feito, tá? justamente porque
incentiva a informalidade, tira a
pessoa, sabe? Você tá literalmente
pagando a pessoa para que ela não assine
a própria carteira e aí ela não consiga
comprovação de que já trabalhou,
comprovações de renda, não consiga
acesso a várias outras coisas que
poderiam ajudar ela a melhorar de vida
com o tempo, porque a pessoa recebe
dinheiro do governo e se ela assinar a
carteira, ela para de receber aquele
dinheiro do governo, ela tem que pagar
imposto de abaqu, né? Agora, fraudes com
dinheiro do governo tem muitas, tem
muitas. Eu contei algumas aqui no ao
longo do canal. Conheci um crente que
que no norte da Bahia. Ele foi
contratado, crente da minha da minha
denominação, para cadastrar as famílias
que recebiam um seguro defeso, que é o
seguro que você recebe do governo quando
o peixe tá em período de ah de
reprodução e você não pode pescar.
Então, as famílias pescadoras iam lá e
tal e recebiam dinheiro em alguns meses
do ano que eles não podem pescar. E ele
foi contratado para contratar, para
encontrar essas famílias, catalogá-las.
tinha, sei lá, bom, faz muitos anos
isso, então vou chutar um número aqui.
Tinha tipo 1500 famílias cadastradas,
ele achou 300 famílias depois de meses
procurando. E ele chegou com esse
relatório, essas famílias não existem.
Tem gente recebendo seguro. Essas outras
famílias aqui não são famílias de
pescadores, é gente recebendo dinheiro
por fraude. E aí demitiram ele, mandaram
ele embora, era um terceirizado. E aí
contrataram outra pessoa que em 15 dias
achou todas as famílias e tava lá tudo
certinho, entendeu? Então assim, tem
recebendo dinheiro do governo por coisas
que não deveria estar recebendo. Fraudde
é só o que tem, né? Existe um esquema
obviamente interno para que pessoas
continuem alguém, alguém tá mamando esse
dinheiro aí para poder manter essa
fraude, né? Não só as pessoas que estão
cadastradas. Mas vamos lá. Vou continuar
ouvindo aqui a fala do Hernandes.
>> Elas foram conformadas à aquele patamar
de miséria. Não querem trabalhar, não
querem se mexer, não trabalham para
crescer. Então essa mentalidade é uma
mentalidade [música] de miséria. Nós não
somos nem a favor da teologia da
miséria, nem a favor [música] da
teologia da prosperidade. Deus não só
quer, Deus ordena, tá lá nos 10
mandamentos, [música]
que você precisa trabalhar seis dias e
descansar num. Tem gente querendo
descansar em seis [música] dias e
trabalhar num. Nós não podemos usar esse
contentamento para dormir em ver se
esplendido. Eu gosto de citar o exemplo
do Brasil, porque eu vejo isso todo dia,
toda hora. do camarada que recebe uma
bolsa família e se acomoda. Ele não quer
estudar, ele não quer trabalhar. E se
ele tá dizendo que essa bolsa [música]
família é uma bênção na vida dele, pode
ser um problema, uma maldição. Se você
quer saber se um trabalho social do
governo é bom, veja não quantas [música]
pessoas estão incluídas, mas quantas
pessoas não precisam mais. Porque se eu
faço de uma ajuda, de um socorro, eu
tornar essa pessoa dependente, em vez de
ensinar ele a pescar, eu tô dando peixe
todo dia, um peixinho para ele comer,
isso é um problema. Vai levar aquela
família com um conformismo com a
miséria, com a pobreza. o amigo meu que
vendia água na praia.
>> Ah, cara, eh, não sei, falta muita
nuance nesse nessa nesse comentário do
do Hernandes, tá? De novo, respeito
muito Hernandes, um ótimo pregador, mas
aquela velha coisa, né? Às vezes a gente
sai da área da pregação e tenta aplicar
a nossa teologia áreas que não são
nossas e a gente acaba no senso comum,
né? No senso comum, não tem estudo
naquela área para poder discutir e tal.
Esse aí eu acho que eu acho que é uma
fala muito reducionista do do Hernandes,
porque existe um fundo de verdade,
certo? Existe um incentivo negativo
quando você simplesmente distribui renda
de forma direta, sem nenhum tipo de
engajamento de transformação social. E
esta renda inclusive tira as pessoas do
mercado formal, mas achar sério mesmo
que uma família, um pai de família e
tal, vai deixar de trabalhar porque está
contente com aquilo que ele consegue com
R$ 600. Gente, desculpa, com R$ 600 por
mês, o que você consegue é ser mendigo,
entendeu? Com R$ 600 por mês, o que você
consegue é ser morador de rua. com R$
600 por mês, o que você consegue é morar
em um buraco, um buraco, um favel de
gente passando de fuzil na porta da tua
casa, entendeu? Não, cara, você assim,
é, é, não é Bolsa Família é complemento
de renda para pessoas que fazem o seu
corre por fora. Muitas vezes o Bolsa
Família gera preguiça, cara, muito
difícil. De novo, para quem está em
situações de extrema miséria, aí beleza,
talvez ele consiga passar o mês com
aqueles R$ 600 bebendo cachaça,
entendeu? É gente que passa, pega 600
conos. Eu conheço gente que mora numa
casa que recebeu de um parente de de
favor, tal, pega aquele dinheiro do
bolso família, bebe cachaça o dia
inteiro, pinga, pinga, pinga, pinga o
dia inteiro e é isso, essa é a vida do
cara, entendeu? Até morrer. Ou então o
cara praticamente tem uma casinha ali
que ele mora numa favela horrível,
recebe aquele dinheiro do Bolso Família,
come na rua, faz mendicância ao longo do
dia, come ali nos bolsões na nas bocas
de rango, como chamam, e aí volta para
casa, aquele bolso família paga bastante
alungar, uma coisa assim. Cara, tem
cenários muito muito difíceis, né? a
gente pode discutir muito profundamente
os os efeitos negativos da distribuição
direta de renda ah no psicológico, na na
formação dos indivíduos, mas o Bolsa
Família por si só não tem incentivo
bastante para tirar as pessoas de um
tipo de mercado informal de trabalho. Os
caras estão fazendo alguma coisa por
fora, entendeu? Achar que o cara vai
ficar deitado em beço esplêndo por causa
do BS família, eu acho muito difícil,
certo? Acho muito difícil mesmo. Mas é
claro, né? a gente precisa de de
políticas que sirvam não só para
fornecer alívio àqueles que estão em
situação de miséria, mas também fornecer
reabilitação e desenvolvimento. É aquilo
que a gente tem falado tanto lá no máfia
dos mendigos, onde eu discuto os
conflitos desse tipo de incentivos
dentro de pessoas em profunda miséria,
faço uma divisão entre pessoas que estão
em situação de mendicância e pessoas em
situação de pobreza, não é? E e as
diferenças nesse que esses incentivos
geram em pobres e em mendigos, que são
incentivos que têm resultados muitas
vezes diferentes. Tem discutir muito
usando o conceito do do Ryan Frinkert do
livro Quando ajudar machuca, when
helping HTS, que nossas políticas de
distribuição de renda fornecem
unicamente alívio e nada além de alívio,
é transferência de renda. Toma aqui, não
existe reabilitação. Como é que essas
pessoas vão ser reabilitadas para voltar
à vida social, à vida profissional e
desenvolvimento? Como é que a gente vai
desenvolver essas pessoas para que elas
possam ser úteis pra sociedade, receber
os seus próprios recursos e conseguir
viver com dignidade? Isso as políticas
não fazem. E isso é o que há de mais
importante. Ao invés de só distribuir
renda, não é? Desenvolver essas pessoas.
Poxa, eu sou coautor de um projeto de
lei que foi aprovado em Santo André, em
São Paulo, que tenta fornecer um
ambiente de mercado de trabalho para que
os moradores de rua possam voltar a
trabalhar e coisas assim. E por que se a
gente ficar só nessa de transferência de
renda, cara, transferência direta de
renda não sabe, acaba sendo mais no
sentido negativo do que positivo muitas
vezes. Então, de novo, eu não concordo
com Bolsa Família porque eu acho que é
um absurdo o governo tirar dinheiro das
pessoas para dar pras outras, entendeu?
O governo tira dinheiro porque eu não
creio que o governo devia est fazendo
nada disso, que é entre nós, tá? Mas eu,
Bolsa Família, cara, é um problema muito
pequeno também de orçamento público, né?
Aqui, ó, quanto o Brasil arrecadou de
impostos em 2025? arrecadou 2,88
trilhões. Quanto custou o Bolsa Família
para o governo em 2025? Então, 158
bilhões foi o que foi gasto com Bolsa
Família em 2025, foi o orçamento, pelo
menos Bolsa Família, diante de 2,88
trilhões. Trilhões. Quantos por cento do
orçamento público são investidos no
Bolsa Família? Faz, faz o cálculo aí, T,
porque eu tô com preguiça. Mas assim, o
o Bolso Família não é o nosso grande
problema financeiro no Brasil, entendeu?
Do de orçamento público, de coisas
assim. Aí a gente vai mexer logo no que
é mais baixo, né? Logo no na galera que
é mais hipossuficiente. Sei lá, porque
assim, é, sei lá, é uma desconexão
grande com o povo, tá? É por isso que o
pessoal diz que eu sou de esquerda, é
porque eu não não consigo comprar muitas
das nossas críticas, da gente da
direita, aos programas da esquerda,
porque são críticas muitas vezes assim
bobas, até desumanas às vezes para um
cara, imagina uma família de com filhos
que não conseguem não conseguem se
realocar no mercado de trabalho lá após
pandemia e os caras estão lá morrendo de
fome, lutando para sobreviver,
procurando emprego e aí vem um programa
social e bota lá R 600, R 700, R$ 800 na
mão daquela família que foi a diferença
entre a fome e a comida, entendeu? Foi a
diferença entre os filhos chorando com
fome? Imagina teu filho chorando com
fome e o filho teu comer. Entre o
despejo e virar mendigo e ter como pagar
ali um aluguel e tal. Aí você chega pr
para uma família que recebeu isso, que
de novo eu acredito que é uma péssima
política pública, mas a família recebeu
isso. Eu vou, sabe, quase criminalizar
essa família por est feliz de ter
recebido dinheiro do governo, entendeu?
Pelo amor de Deus, né? Eu não vou não
vou ter esse esse nível de de falta de
empatia. Eu acho que todo mundo que
puder receber alguma coisa do governo
aí, se estiver dentro da lei, dentro das
regras, receba, meu filho. Pague o
mínimo de imposto que você puder dentro
da lei. Receba aí tudo que é bolsa, tudo
que tiver dinheiro do governo tiar para
receber, receba. O governo tira tudo da
gente, tente tirar o que puder do
governo. Mas eu vou dizer agora que ah,
essa família vai ficar mu de preguiçoso,
que não quer trabalhar, sei lá. Eu acho
uma fala muito mal colocada. Eu acho uma
fala muito muito infeliz, muito
insensível com pessoas que estão
recebendo desse tipo de desse tipo de
incentivo do governo praticamente
sobrevivência. E de novo, de novo, eu
acho que essas são políticas que devem
ser criticadas. Por mim, elas não
existiriam. a gente teria outras
políticas melhores de desenvolvimento
social, mas falar desse desse jeito
assim do do impacto psicológico, como se
pessoas que recebem isso fossem pessoas
que são preg, acho acho mal colocado de
verdade.
>> É o Rick Rick Chester, ele fala que
quando você ajuda alguém para ver você
socorre. Quando você ajuda de novo, você
ajuda. E quando você ajuda a terceira
vez você atrapalha.
>> Atrapalha. Então um cristão não pode se
conformar. Ele precisa crescer. Esse eu
acho que é o grande projeto da vida
cristã.
>> Você ajuda uma vez, você só corre, duas
vezes você ajuda, a terceira você
atrapalha. É, é um reducionismo ruim,
tá? Eu acho que é um reducionismo ruim.
Pessoas podem estar sendo ajudadas
várias vezes, desde que haja um projeto,
um processo, um relacionamento humano de
transformação para essa pessoa. Por
exemplo, quando a gente tá tendo ajudar
pessoas em condição de rua, essa pessoa
vai ser ajudada várias vezes até ela ser
realmente reabilitada, sabe? Você não
tem como, ah, vou dar aqui uma comida
pescar uma vez e pronto, e amanhã ele
resolve. Você não tem como pegar uma
pessoa que tá numa situação de profunda
miséria, de de uma pessoa palpéria, ver
uma pessoa lidando com vício, alguma
coisa do tipo, e achar que você vai
ajudar uma vez e acabou e que na
terceira ajuda já não vai, entendeu? Eu
sei que não pode ser levado as, sabe, a
literalidade aqui, mas o tom da conversa
acaba sendo muito negativo. Então, é,
não tem como me julgar porque tentar
levar a coisa ao literal. Mas eu acho
que tem que ter um, existe um processo,
existe uma paciência que tem que ser
muitas vezes aplicada no esforço de
ajudar as pessoas que estão em situações
de profunda miséria para que elas sejam
reabilitadas. Aí de novo, a gente não
pode viciar as pessoas em ajuda quando
elas não têm interesse em reabilitação.
Tem uma história no livro Ministérios de
Misericórdia do Timot Keller em que ele
disse que um cara que era meio bêbado,
taluma coisa assim, era alcólatra, ainda
fala alcólatra hoje, alcoolista, sei lá,
me importo pouquíssimo com esse nomes,
que ia lá pedir dinheiro, uma coisa
assim, ele disse: "Cara, vamos almoçar
junto?" Aí eles saíam para almoçar junto
e tal. Aí na segunda, terceira vez que
eles almoçaram junto, ele falou: "Cara,
eu quero te ajudar mais uma vez, mas eu
queria entrar na sua vida. Eu quero
poder te conhecer, eu quero poder ver a
tua vida, eu quero poder ir contigo na
tua casa, esse tipo de coisa assim". E o
cara não quis, né? E aí o Timer disse:
"Tá bom, então, então não tenho como te
ajudar mais". Ele cortou o alívio, né?
Eu acho que a pessoa vai continuar sendo
ajudada muitas vezes, não é? Mas essa
essa ajuda, o alívio tem que vir junto
com engajamento, tem que vir junto com
um relacionamento humano que possa
realmente transformar a vida das
pessoas. Porque os grandes o grande
problema das pessoas não é muitas vezes
financeiro, né? É familiar, é humano,
não é? Eu conheci gente na rua que foi
pra rua porque a mulher traiu, levou
chifre e foi pra rua, não é? Gente que
foi pra rua porque a mulher morreu, né?
A gente foi pra rua porque o casamento
acabou, porque brigou com os filhos,
porque sabe, as questões familiares são
muito profundas. Distribuição de renda
não vai resolver quando o problema é é
muito mais profundo, né? Bom, não sei
qual o contexto da fala aqui do
Hernandes, eu também não vou atrás
porque esse corte aqui aparentemente foi
postado pelo próprio pela própria galera
aqui que entrevistou o Hernandes. Então,
então vamos ver aqui a reação do Bujac,
né? Por isso falou: "Jesus provavelmente
teria familiares inscritos no Bolsa
Família." Provavelmente teria se os
familiares eram realmente pobres. Mas em
tese isso significa muito pouco, tá?
Significa muito pouco. E é um tipo de,
sei lá, de resposta ruim. também ao que
o a os problemas da fala aqui do
Hernandes. E tem uma segunda aqui
também, cadê? Mandaram uma outra dele
aqui. Jesus não ensina a pescar. Ele
providencia os peixes, seja pela pesca
ou pela multiplicação. Mas bolsa família
do que isso é complicado, cara. Aí, aí
já fica aí já fica ridículo já.
Entendeu? Eu acho a o que o Hernandes
fala reducionista, certo? Muito
reducionista. Mas eu acho que o que o
Jack fala, o Buj fala, é objetivamente
errado. Objetivamente errado. Porque
sim, Jesus providencia peixes, pessoas
estavam com fome. Ele tá lá com uma
galera que passou o dia inteiro com ele,
não é? Vamos lá pensar no cenário da
multiplicação dos peixes dos pães. Tá lá
uma galera com ele lá o dia inteiro. O
pessoal ia ter que sair, andar no
deserto, tal, o pessoal ia morrer, sabe,
no meio da do caminho. Ele não tá
lidando com gente pobre aqui, no caso
necessariamente, tá? Não é o caso de,
ah, eu tô aqui com uma galera em
situação de pobreza. Ele tá dando com
pessoas que o acompanharam até um lugar
ermo para ouvi-lo pregar o dia inteiro e
que provavelmente não teriam acesso, né,
a à comida e por algum tempo e que
provavelmente iam passar mal ouvindo ele
ali. Não é um cenário de combate à
pobreza o relato a multiplicação dos
pães e peixes, tá? Vamos começar aí pra
gente ler o texto direito. E aí, claro,
as pessoas estão com fome. O que que
Jesus fez com pessoas com fome? Ele
alimentou básico. Mas Jesus está
ensinando pra gente um tipo de política
pública. Para mim é essa coisa que mais
me irrita na esquerda. irrita muito na
esquerda é pegar atos humanos e
transformar em projeto de política
pública. Então Jesus alimentou os
pobres. Logo, o governo precisa pegar
uma arma, colocar no seu pescoço,
ameaçar te matar ou levar tudo que você
tem, caso você não dê dinheiro para ele.
Vai pegar este dinheiro, vai sustentar
uma mega estrutura de indivíduos
poderosos, não é? E e e ladrões, não é?
é um band corrupto para sustentar esse
grande maquinário e aí o que sobrar do
sustento desse maquinário vai ser
distribuído entre pessoas pobres na
cabeça da galera de esquerda, certo? Que
é muito absurdo, o ato humano de
alimentar alguém serve de base para que
o governo tome o meu dinheiro e alimente
alguém, entendeu? O que é ridículo, não
é a mesma coisa. O ato humano não
representa de forma imediata política
pública, certo? Veja, se eu tô numa
situação que uma pessoa chega para mim
com fome, sabe o que que eu faço? Eu sou
um cara de direita liberal. Chega uma
pessoa para mim com fome, tu acha que eu
faço o quê? Ensina ela a pescar. Pessoa
tá com fome, eu faço o quê? Vou dar um
um curso para ela. Você tá com fome? Tá
aqui uma carteira de investimento para
você. É isso. Se a pessoa está com fome,
a gente dá comida. Ponto. Se chega para
mim uma pessoa ferida, sangrando, por
favor, me socorra. Eu faço o quê? Eu dou
um curso profissionalizante de segurança
no trabalho para ela? Não. Poxa, eu
suturo o sangramento. Chega para mim uma
pessoa engasgada, eu faço o quê? Eu
ensino ela a mastigar melhor? Não, poxa,
eu faço hemwich para, sabe, a pessoa
desengasgar. Inclusive, inclusive,
aprendeu o remish. Importantíssimo. Mas
aí depois que a pessoa foi suturada e
ela não tá sangrando mais. E depois que
a pessoa desengasgou e não tá sufocando
mais. E aí depois que a pessoa comeu e
não está com fome mais, o que que a
gente faz? A gente permanece de forma
abundante e constante, alimentando a
pessoa todos os dias? A gente continua
desengasgando a pessoa diariamente? Ou a
gente caminha para um processo novo?
Jesus não ensinou a pescar, disse aqui o
Bujque, ele só deu peixe. E que isso é
Bolsa Família, não é? Significa que
ninguém deveria aprender. Olha, olha
como o que o Buj tá falando aqui é
absurdo, assim, aplica isso aqui de
alguma forma. Se o fato de Jesus não não
Jesus não ensina a pescar, mas
providencia peixe e que isso dá base pra
política pública, então as ações
governamentais nunca deveriam ser de
reabilitação e desenvolvimento, tinha
que ser exclusivamente de alívio. Então
é só dar peixe, dá peixe, dá peixe, dá
peixe, dá peixe. O peixe alguém pescou,
né? Porque o governo não tem nada. O
governo não pode dar nada que não tenha
antes tirado do povo. Então o governo
vai tirar os peixes que eu pesquei, vai
comer mais da metade e vai distribuir o
resto que sobrar as pios os mais
espinhodos pros pobres. E essa é a
política pública que a gente tem. Isso é
isso é ridículo, tá? O que que a gente
faz com o resto da escritura então
quando manda a gente trabalhar? O que
que a gente faz com o que Paulo
escreveu? E Paulo, quando Paulo escreve
a palavra do Senhor ou Bujá que é
daquele, não sei também se ele é
daqueles cai Fabianos que acham que
Paulo é contra Jesus, sei lá, que tem
que se livrar de Paulo e ficar com
Jesus. Mas segunda Tessalonicenses 3:10
diz que alguém que deliberadamente
escolhe não trabalhar não deveria comer
para que a fome lhe ensine aí buscar
sustento. Significa que pessoas em
situações palpérrimas de pobreza
deveriam ser lançadas à própria sorte?
Claro que não. Existe uma sociedade para
para isso, para cuidar dos seus fracos.
Mas as pessoas têm que aprender a pescar
para poder comer. Se a pessoa não quer
pescar, ninguém tem que ficar dando
peixe para ela, entendeu? Existe uma
diferença entre pessoas que pescam e não
pegam peixe e são ajudadas pela sua
comunidade e pessoas que se recusam a a
ir atrás de peixe e saem pedindo peixe
por aí. São dois cenários muito
diferentes, pessoas muito diferentes. Às
vezes no primeiro olhar parecem iguais,
mas tem um tipo de relacionamento humano
que é o tipo de coisa que a gente
deveria ter, que é o que eu ensino lá na
máfia dos mendigos, é esse
relacionamento humano que vai fazer a
gente entender melhor e se relacionar
melhor com pessoas de necessidade. Poxa,
que que a gente faz provérbios, cara?
Quando diz vai ter com a formiga,
preguiçoso, quando critica aquele que
que até quando ficará deitado? Até
quando vai ficar, sabe, satisfazendo o
próprio sono. Poxa, tem que trabalhar,
meu irmão, tem que trabalhar. Você é
para aplicar Jesus assim, né? Por que
que o Por que que ele não olha para João
21 em que Jesus manda o pessoal lançar
as redes ao barco para achar, para achar
peixe, não é? Jesus mandou pescar e
ensinou a pescar. Jesus ensinou a
pescar, ó, joga peixe ali e tal, não sei
o quê, joga rede ali para pegar peixe
ali, não sei o quê. Sei lá, cara. É, é
meio triste assim. Eu acho meio meio
vechatório para para deixar claro. Eu
acho vchatório. Tem mais aqui. Nenhuma
teologia e aqui nenhuma de A a Z dá base
para justificar qualquer ação por
mérito. Qualquer ação por mérito, cara.
Em sentido humano existem atos
meritórios, não é? Pessoas fazem coisas
pelo seu esforço, que é abençoado pela
graça de Deus, mas existe um esforço
humano, tá? Tudo gira em torno da graça
e da gratuidade. Cara, não tudo na vida,
não é? Nós vivemos por graça do que diz
respeito ao nosso relacionamento com
Deus. Mas se o teu funcionário te rouba,
né? Ou contrata uma pessoa para limpar a
tua casa e a pessoa deixa a casa suja,
contrata um contador e ele não manda os
boletos em dia, o cara não teve um
mérito relacionado à própria profissão
para continuar sendo contratado. Não é
não? Ou se tudo é por graça, todas as
pessoas, ninguém mais tem que fazer
nada. A vida espiritual, a vida da fé é
por graça. A gente até concede graça às
pessoas em muitos cenários, mas isso não
significa que não existe um um tipo de
relacionamento meritório também em
alguns ambientes da vida. Gente, Deus
deu porque amou. Sim. Generosidade de
Deus não abre espaço para o mérito em
nenhuma esfera da em nenhuma esfera da
vida. Sério mesmo, isso aqui é
impossível, tá? Em nenhuma esfera da
vida. Você acaba com o mercado de
trabalho, você acaba com com a vida
profissional, você acaba com tudo, pô.
Acaba comudo. Não existe mais vida
profissional. Quer dizer, o capitalismo
subverteu a fé. Claro, né? É engraçado
que quando Paulo escreve, quando Paulo
escreve, ele cria uma uma uma, como eu
diria, uma oposição entre trabalho e fé.
Paulo vai dizer assim, ó: "O trabalhador
é digno do seu salário." Não é no
sentido de mérito, é digno. O
trabalhador merece o seu trabalho. Para
Paulo, existe um aspecto meritório no
trabalho e no salário. E aí ele vai
aplicar em Romanos. Isso é em Romanos ou
é em Hebreus? Bom, tô indo aqui de
cabeça, né? Mas vocês encontram aí, joga
no Google aí. Ele vai criar uma posição
entre fé e trabalho usando Abraão e vai
dizer que o trabalho merece alguma
coisa. Mas como a salvação é por fé e
não por trabalho, então ela é por graça,
puramente graça. Existe uma posição
entre fé e trabalho. Ou seja, o trabalho
aqui trabalha no sentido comercial de
relacionamento, né, de trocas e coisas
do tipo em um sentido humano, é algo
completamente oposto à estrutura de fé.
trabalho envolve mérito, envolve
conquista, envolve produzir uma coisa
melhor, não é? Servir, existe uma coisa
que é construída, existe um merecimento.
Eu mereço o meu salário porque
trabalhei, é um mérito que é diferente
aqui da estrutura da salvação. De novo,
não dá para não dá para você aplicar
soteriologia a relações de mercado de
forma tão tão direta. Não é assim que a
gente faz teologia pública, tá? Ah, tem
mais uma que mandaram aqui, que é ele
comentando os comentários que recebeu.
Algumas considerações sobre os
comentários que recebem nesse post. Um,
o uso de textos bíblicos sobre trabalho.
Duas coisas interessantes aqui, a falta
de conhecimento do significado bíblico
para trabalho e sobre a diferença entre
remuneração. Por isso, o real
significado de esforço, recompensa e
graça, como sinalização do reino de Deus
entre nós. Afinal de contas, quem
trabalha desde cedo ou chega no final do
expediente vai ganhar o mesmo, né? Como
é o real significado de esforço,
recompensa e graça como sinalização do
reino de Deus entre nós. Tô me sentindo
agora, talvez eu tô muito cansado,
talvez não tô entendendo direito. Pode
ser minha burrice. Afinal de contas,
quem trabalha desde cedo ou chega no
final do expediente vai ganhar mesa.
Aqui ele tá fazendo uma referência, uma
alusão, né? na parábola da vinha, onde
quem chegou cedo para trabalhar e quem
chegou tarde para trabalhar receberam o
mesmo pagamento, que aí é uma relação
entre gentios e judeus. Os judeus
estavam na fé primeiro, os gentios
vieram depois, mas ambos receberam a
mesma salvação. E ele vai aplicar isso
aqui à economia. E não sei qual o qual o
ponto que ele tá colocando aqui.
Realmente não consigo entender, de
verdade. Não consigo entender. Eu eu tô
tô com a cabeça cansada. Ah, esquecem
três que o ano do jubileu era um tipo de
ajuste social e estava prescrito na lei
e, portanto, um tipo de justiça social.
Justiça social não é o termo que eu
usaria, porque não é o termo que é usado
no Antigo Tchamento, mas sim o ano do
jubileu servia para que o povo voltasse
àquilo que foi a distribuição original
da Terra, principalmente, né, e aos
relacionamentos que Deus Deus trouxe pro
povo de Israel. O grande ponto de tentar
aplicar o ano do jubileu pra gente hoje,
quem discute isso com muito, muito
cuidado, de forma muito capaz, é aquele
livro, qual a missão da igreja,
publicado pela editora Fiel. A gente não
tem uma distribuição original de terras.
A gente não tem um relacionamento
original entre os indivíduos para voltar
a cada 70 anos, como no caso do ano do
jubileu, entendeu? Então como é que a
gente aplica o jubileu nesse sentido? A
gente é um pouco mais difícil. Quatro,
falta de compreensão que políticas
públicas de distribuição de renda é a
válvula de escape que vai salvar o
capitalismo da sua ruína. Bom, aí não
tem teologia pra gente discutir, né?
Bom, esse foi o teólogo do Twitter de
hoje. Foi mais direcionado por uma
temática só. Espero que você tenha
refletido um pouco sobre questões aí
bíblicas, né, relacionadas à
distribuição de renda. um pouquinho. A
gente ficou a gente hoje hoje hoje a
gente, né, pessoal de direita vai me
odiar, pessoal de esquerda vai me odiar,
xinguei à esquerda, discordei de pastor
de direita, vai ser aquele membro do
Agostinho hoje, né? Mas o que que você
acha disso tudo? Você acha que vale a
pena, sei lá, a gente fazer um conteúdo
aqui mais uma teologia do trabalho para
trazer aqui pro canal do teologia, um de
olho no texto, lidando com texto sobre
trabalho, sobre distribuição de renda. O
que texto seria legais? Jubileu, ano do
Jubileu, quem não quiser trabalhar aqui
no coma, seria legal a gente fazer
alguma coisa. Em termos como esse, dá
dicas aí do que que vocês acham que a
gente pode tratar juntos aqui no no
canal mais à frente, aqui na descrição e
no comentário fixado, você vai ter lá o
link para você entrar também no Power BI
intensivão lá da hashtag. São só quintas
vagas, tá? Link na descrição. Corre lá
para não ficar de fora. Não deixe de se
inscrever no canal e assinar as
notificações para ficar sabendo sempre
que houver vídeo novo. Clica em gostei
também pra plataforma saber que esse
vídeo é útil para outras pessoas. Um
cheiro no seu cangote e até a próxima.
M.

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