AS LIÇÕES CRISTÃS DE VINLAND SAGA
26/02/2026
AS LIÇÕES CRISTÃS DE VINLAND SAGA
Compre na Growth e use o cupom JESUS:
https://www.gsuplementos.com.br/
Receba nossas reflexões no Substack do Mundo Cópia – https://mundocopia.substack.com/
ESTUDE CONOSCO!
– TODOS OS CURSOS (60% off): https://institutoschaeffer.com/cursos/
– ESCOLA DE TEOLOGIA: https://institutoschaeffer.com/edt
– SIMPLIFICANDO O GREGO BÍBLICO: https://institutoschaeffer.com/sgb
– TEOLOGIA DESCOMPLICADA: https://institutoschaeffer.com/td
– ACADEMIA DE MISSIONÁRIOS: https://institutoschaeffer.com/am
Seja membro e mande perguntas para os vídeos: https://www.youtube.com/channel/UCzGwyAyWLB2Si6VDFpq8rjw/join
NOSSAS REDES
– Twitter: https://twitter.com/doisdedosdeteo
– Facebook: https://www.facebook.com/doisdedosdeteologia/
– Instagram: https://www.instagram.com/doisdedosdeteologia/
PROGRAMAS DO CANAL
– DOIS DEDOS DE TEOLOGIA: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8Qkipu-tZcL-LBe516QbiUM
– DE OLHO NO TEXTO: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8SElIzT9AnnbzqSyoP6cUrY
– PERGUNTE AO PASTOR: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8RiYOvgtthDIqG_74kNNBOy
– MUNDO CÓPIA: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8QMOQrmpdZ8PemDcEt99N4p
– PODCAST: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8SdjEdBT40Ij_ZcosEF565H
Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
Vilan Saga é a história de dois homens em conflito, não em conflito entre si, mas em conflito entre suas crenças e suas percepções de mundo. Dois homens de histórias complexas que protagonizam um dos melhores animes que a gente pode assistir hoje. Também a história de alguém que aprende a vencer a escravidão de si mesmo para com o seu passado. Bom, se você chegou até aqui, você sabe que este é o mundo cópia de Viland Saga. de longe, um dos programas mais pedidos dos últimos dias lante saga é tipo pizza calabresa, né? Todo mundo pede, sempre tem alguém pedindo, né? Acho que desde os primórdios aí do mundo cópia tem sempre alguém comentando: "Ah, comenta vila de saga". Bom, vamos atender aí o gosto da da comunidade finalmente, pra alegria de muito, mundo cópia de viland saga aqui [música] no dois dedos de teologia. Vikings, violência, sangue, gelo, espada, facas, lanças e escudos, mas também inchadas, esperança, amizade, arrependimento e mudança. Esse é o tão aguardado e tão pedido mundo cópia de villa Saga. O mundo cópia é o nosso programa onde a gente faz uma crítica cristã a elementos da cultura, filme, seriado, livro, sempre procurando a mensagem por trás daquilo que compõe muitas vezes o nosso entretenimento. O mundo cópia chega até você graças a Grove Suplemento que traz pra gente aí o que há de melhor na suplementação. Para você que tá procurando a sua creatina, seu Way Proten, sua roupa de treino, sua shequeira, tem tudo na Grof. E o nosso cupom Jesus lá tá firme e forte. Quando você usa o que Jesus, você conta pro pessoal da Grof que você tá cuidando da sua saúde pra glória do Deus vivo. E você lembra também, tá, que você tá cuidando da sua saúde, não é só para ficar gostosão por aí, não. Você tá querendo cuidar dos seus, da sua saúde, do seu corpo pra glória do Deus vivo. Usa Jesus vai ter o link na descrição. E simbora pro vídeo de hoje. [música] O povo viking tá no imaginário popular como um povo violento, sanguinário, com capacete chifrudos, barcos bem característicos e alguns devem conhecê-los por eles sempre pipocarem aí nos playoffs da NFELD. [risadas] O historiador e arqueólogo New Price afirma que pros escandinavos dos séculos VI a X, os vikings seriam como os piratas ou os saqueadores e que as características associadas à violência começaram a ser incorporadas no imaginário em séculos posteriores à era Vick. A origem do termo não é muito exata. A interpretação é da diz que o termo deriva do vocabulário nórdico vic, usado para descrever uma baía do mar. E assim os vikings seriam o povo da Bahia. Eram os velhos baianos. Besta é tu. Besta é tu. Besta é [música] tu. Besta é tu. É os como é que os velhos baianos cantariam? Duvido que tocava isso na na Noruega antiga, né? Mas interpretações alternativas associam o termo a região de Viken, no sudoeste da Noruega, de onde eles teriam vindo. A história de Viland Saga acontece em torno das experiências que Trofen, filho de Thors, minhas pronúncias aqui, viu? Vão ficar maravilhosas, viu? Tô vendo que eu posso para pronunciar direito o nome do povo, mas é muito difícil. Ele é pai de um ex-guerreiro viking que abandonou a vida de saques, lutas e violência e decidiu viver com a mulher e os filhos num aldeia na Islândia. O tom dos primeiros episódios já nos mostra que essa não vai ser simplesmente uma história sobre violência, mas sim sobre como abandonar a violência em nome daquilo que é mais importante. Trofin, ainda criança, estava no processo de ser ensinado pelo pai a como viver pacificamente. Mas claro, esse aprendizado não viria por conversar com o papai, não é? Enquanto se esquenta uma lareira, enquanto contempla aora boreal, não é? Um negócio que é bem mais vikingiano, digamos assim. O curso dos acontecimentos faz com que Thors Thors seja morto numa emboscada planejada por um mercenário chamado Askelado. Tofin presencia a morte do seu pai e segue o Askelado numa anjura de vingança. Askelad aceita que ele ande com o seu grupo e estabelece com Trofen uma relação de ódio e mentoria. Ele permite que Trofin o desafie a qualquer momento para se vingar do seu pai, mas em vez de matá-lo, ele sempre o vence das formas mais humilhantes. A maneira como Ascalad lida com o seu grupo, em especial com Hoffen, é consequência de como ele estabeleceu a sua compreensão de como o mundo é. Desde pequeno ele viu os vários tipos de abuso que a sua mãe Lídia sofria. Ela era escrava de Olaf, não o da Disney, um outro. Ecclad nasceu como consequência dos abusos de Olaf e a Lydia. Presenciando e vivendo esses constantes abusos, Aselá desenvolveu uma forma de ver o mundo sempre sob suspeita de novos abusos. como forma de se proteger. Ele passa a ser frio, a ser manipulador, a ser um grande estrategista. Ele aprende a avaliar a situação à sua volta para tirar proveito de tudo como ele puder. E aqui vem o porquê dele permitir que o Trofen o acompanhe. Olaf, o seu pai o rejeitava, mas permitiu que ele o acompanhasse depois que ele provou seu valor como guerreiro. Ascalada treinou com o meu irmão, adquiriu experiência e quando ganhou força matou seu pai quanto ele dormia. E por isso é como se agora ele desejasse imprimir essa mesma cosmovisão no trofen. Por um lado, Askladou viu da sua mãe a história de um herói mitológico chamado Artorius, que resgataria as pessoas para uma terra de paz e harmonia. Por outro lado, ele experimentou um mundo de crueldade, de rejeição e violência. Esse conflito forjou nele crenças que o levaram a agir de forma ardilosa, manipuladora e sempre querendo tirar vantagem de tudo. Outro que é influenciado diretamente pelo que vive com ascalado é o príncipe Canuto, herdeiro do trono da Dinamarca. Depois que ele é feito refém e passa a viver com Asclado e seus homens, Canuto se transforma de um rapaz acanhado, confeições e três jeitos afeminados em um rei cisudo, maquiavélico, com feições masculinas mais definidas. O pragmatismo de Ascalad se junta com os ideais de realeza de Canuto para fazer um rei disposto a qualquer coisa para estabelecer a sua visão. Um reino que estabelecerá paz e harmonia de forma definitiva. Canuto, originalmente sendo ensinado por um padre, abandona a esperança do reino vindouro de Cristo em nome de uma autodivinizção. É como se Canuto dissesse para si mesmo: "Eu me darei todos os reinos da terra, fazendo todos se prostrarem para me adorar". E aqui nós temos a história de dois homens. Asquelado que está dividido entre o ideal de pais que a sua mãe lhe ensinou desde criança, e a violência que ele viveu, observou, então impôs. E Canuto que abandona a crença na promessa de novos céus e nova terra que foram trazidos por Jesus em nome de um reinado de paz que ele estabeleceria custe o que custar, morra quem tiver que morrer. Asquelado e Canuto são dois homens em conflito entre suas crenças e suas percepções de mundo. Richard Weaver, no seu livro As ideias têm consequências, diz que o ser humano tem três níveis de reflexão consciente. O primeiro e mais básico é o nível dos pensamentos sobre as atividades ordinárias. É como pensam acerca das coisas cotidianas e as coisas segundo ali os seus interesses. O segundo nível é o seu conjunto de crenças, as quais algumas podem ser herança, enquanto outras fortidas ao longo da vida. Asalado, por exemplo, herdou a crença de sua mãe, mas forjou uma crença cínica por causa do que viveu. O terceiro nível é a avaliação intuitiva acerca do valor das coisas apresentadas pela realidade. É a forma como nossas crenças avaliam de forma subreptícia, né, interior ou intuitiva, o que vivemos e o que une pessoa. Tanto Ascalad como Canuto tinham homens que o seguiam e acreditavam nos seus ideais. Nossas crenças, consequentemente gerarão ações e comportamentos. Se como canuto, eu vejo a violência e creio que Deus abandonou as suas criaturas, eu posso adotar uma postura de me colocar no lugar de Deus para fazer o que eu creio que ele não fez ou não pode fazer. Se como aselad eu não vejo a concretização do que foi ensinado e a opressão dos homens, eu posso levado a um ódio pela humanidade e uma postura utilitarista em relação a tudo isso. É por isso que é tão marcante na primeira temporada quando o Asquelado viu um homem rico bater na sua escrava. Vendo isso, ele diz: "O escravo do dinheiro segura o chicote para que possa agir como se possuísse um escravo comprado com seu dinheiro." Mas ele não está ciente de uma coisa. A verdade é que todos nós somos escravos de algo. Ao decorrer da primeira temporada, vemos tipos de escravidão. Escravidão aos homens, escravidão ao dinheiro, à violência, ao poder, aos ideais religiosos, ao orgulho. A verdade é que somos escravos de nossas crenças, [música] sejam elas quais forem. Tá, Iago, mas mas cadê o torfen disso tudo? Você que a história, né? História de vingança, pô. Cadê? Cadê esse menino? Torfin será moldado por tudo que foi apresentado. A primeira temporada começa com seu pai, um guerreiro mais forte de Asquelad, rejeitando a pregressa vida de violência. O primeiro conflito acontece quando ele salva um escravo da morte, o nutre, o compra de seu dono para poder libertá-lo. E ele paga com seis ou oito ovelhas, algo que numa terra gélida seria um custo altíssimo por qualquer coisa, ainda mais por um escravo. Enquanto criança, Torfin não consegue ainda compreender porque que o pai se comportava daquele jeito. Quando ele é morto, Torfin se torna um escravo da vingança. Tudo que ele faz, treina e vive, tem como catalisador a raiva pelo pai ter morrido, o desejo de vingança direcionado a escalado. Na primeira temporada, Hoffin caminha numa jornada de maturidade e conflito entre as crenças e a realidade. Da mesma forma que Ascalada e Canup. Ele possuía pensamentos herdados do pai, mas não sabia como aplicá-los porque as circunstâncias pareciam pedir outras respostas. Ele passou a ver aquilo que falou. Ele viu várias formas de escravidão. Ele percebeu em si mesmo a escravidão, a violência e a vingança. É por isso que na segunda temporada ele muda tanto a ponto de Leif, o velhinho carismático e cheio de histórias, perceber essa mudança gritante nele. Ele aceita se conformar a escravidão na fazenda de Ketil, porque ele conseguiu conciliar nisso tanto o que aprendeu de seu pai, que a violência só gera mais violência, como o que aprendeu de Asquelado, que todos somos escravos de alguma coisa. Restaria apenas saber de quê. Torfin encontra ali uma forma de viver, evitando como pode a violência, mesmo aquela que os servos livres, que eram encarregados da segurança da fazenda, faziam contra os escravos. É ali na fazenda que ele tem contato com o evangelho. A personagem Cobra, um dos capatazes de Ketil, tem o hábito de ler a Bíblia para Sverkel, pai de Ktil. Trofin se habitua a ouvir a narração bíblica de cobra e isso faz ponderar sobre suas crenças. Embora não haja nada que evidencie uma espécie de conversão ao cristianismo ali, certamente o que ele ouviu o impactou profundamente, o influenciou nas suas convicções. No anime a gente vê explicitamente a citação de um trecho do sermão do monte, que diz o seguinte: "Vocês ouviram o que foi dito: "Ame o seu próximo e odeie o seu inimigo". Eu, porém, lhes digo: "Amem os seus inimigos e orem pelos que perseguem vocês para demonstrarem que são filhos do pai de vocês que está nos céus. Porque ele faz o sol nascer sobre os maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos. Por se vocês amam aqueles que os amam, que recompensa terão? Os publicanos também não fazem o mesmo. Torfen correlaciona isso com o que aprendeu do seu pai ao lembrar que ele lhe dizia várias vezes: "Não temos inimigos". Muitos de vocês pediram que eu falasse desse anime por causa das influências cristãs nele. E de fato há várias menções do ao cristianismo e a Bíblia aqui. Mas nós não vemos Torfin confessar Jesus como seu Senhor e Salvador. Mas mesmo assim ele abandona a vida de violência por completo. Mesmo quando é pressionado, ele só se defende. Mesmo diante do Rei Canuto, que pretendia atacar a fazenda de Keteu, Torfin não o ataca de volta, mas vai ao seu encontro para convencê-lo pacificamente a desistir do ataque. Embora tudo isso seja positivo, isso não é conversão em si. Qualquer pessoa pode pegar princípios bíblicos e aplicá-los a sua vida de uma forma que isso traga mudanças positivas no seu comportamento, na forma como ele vive, dá ele uma melhor interação com o mundo. Afinal, é Deus quem criou o mundo e a forma como ele tá estruturado. O evangelho tem implicações e práticas que conduzem a pessoa que a adota a viver bem no mundo que Deus criou, embora esse mundo ainda seja maculado pelo pecado, aguardando redenção. Logo é innegável ver os efeitos práticos daquilo que o evangelho ensina. O evangelho primordialmente salva, mas o seu impacto transforma culturas. É positivo ver tais mudanças. Afinal, se alguém abandona uma vida de violência extrema, isso é a graça comum de Deus, contendo o mal na vida daquela pessoa ou na mesmo naquela cultura. Afinal, ele é o Deus que dá chuva para justos e injustos. Em nossos dias, a gente pode observar em muitos lugares o fenômeno de um cristianismo cultural, que é justamente uma sociedade que vive os efeitos da transformação do evangelho sem confessar Jesus diretamente. Na Europa e nos Estados Unidos, muitas pessoas não são declaradamente cristãs, mas vivem de acordo com valores de bondade, generosidade, retidão, que são retirados do cristianismo. Não dá para dizer que isso vai trazer salvação para quem quer que seja, que eles vão ser salvas da morte pra vida. Porque sem ser discípulo de Jesus, você não tem como ser uma pessoa convertida, salva, que vai ir pro reino dos céus. Ser crentes é ser uma nova criatura que confessa Jesus como seu Senhor e Salvador. Ser convertido faz com que sejamos transformados em pessoas melhores. Mas a nova criatura é muito mais do que isso. Não é alguém que admira Jesus, é alguém que adora Jesus. Esse cristianismo cultural também pode ter consequências negativas de uma deturpação do cristianismo em nome da sua relevância cultural. Mesmo assim, a boa influência da pregação cristã pode gerar transformação no comportamento. Transformações que são muito positivas. Em Vila de Saga. É por causa da influência cristã, dos ensinos do seu pai e de suas experiências de mudança, que Torfin consegue vencer seus traumas, principalmente o peso de ter que carregar tantas mortes, sendo ainda tão jovem. Ele decide, assim como seu pai, não só abandonar uma vida de violência, mas promover uma vida de paz. Ele aprendeu com seu passado traumático, mas não deixou que os mortos o puxassem de volta ao mar de sangue e violência. Assim ele se transforma. Essa grande transformação não é instantânea. Tofin, que antes era um escravo inconsequente da vingança e da violência, mesmo abandonando esta vida, ainda era escravo de algo, de seus traumas e de seu passado. A escravidão explícita e a subserviência de Torfinana Ketil simbolizam essa escravidão dele ao seu passado traumático. É somente quando ele percebe que não pode desfazer o seu passado, mas pode mudar e ser um agente de transformação do mundo contra a violência, que ele quebra as algemas do trauma que o assenhorava. A Bíblia também nos ensina que somos escravos de alguma coisa. Ou somos escravos do pecado ou somos escravos da justiça. Não há meio termo. Fora do Senhor procuramos liberdade no dinheiro, no sexo, na estética e cada vez nos tornamos escravos daquilo que pensamos que possuímos. No Senhor, nós nos submetemos ao seu senhorio, mas não somos tratados como escravos. Como Paulo ensina, vocês não receberam um espírito de escravidão para viverem outra vez atemorizados, mas receberam o espírito de adoção, por meio do qual clamamos: "Aba, pai". A verdade bíblica é que por causa do amor de Cristo derramado na cruz, nós encontramos liberdade em servir ao nosso Senhor e Pai. Em Cristo, recebemos o Espírito Santo que nos capacita a vencer nossos pecados e não nos entregar aos prazeres ou a coisas passageiras. No Senhor temos consolo, temos a razão e a motivação para que nossos traumas não definam quem somos, nem nos escravizem. Quer sejam traumas de sofrimento e abusos que podemos ter sofrido, quer sejam traumas por causa de uma vida de pecado, quem está em Cristo é uma nova criatura. Quem está em Cristo foi salvo para uma nova vida que vive presente com olhos nos novos céus e na nova terra. Villand era uma terra almejada de paz e livre de escravidão e de violência. E de fato existiram empreitadas marítimas em busca dessa terra. Conforme as navegações ficam se expandindo, vanda, terra das vinhas se revelou será América. A verdade é que todo ser humano busca um paraíso. Mesmo aqueles que não creem numa vida após a morte, tentam viver esse paraíso aqui e agora, de acordo com que suas crenças dizem que é o ideal de alegria, satisfação e deleite. Alguns homens se entregam aos prazeres, outros creem que o paraíso é somente espiritual e que o alcançaremos por meio da meditação. Outros tentam se colocar no lugar de Deus e estabelecer o seu próprio paraíso. Cuidado, eles costumam seus piores. Mas em Cristo, nós cremos que um dia essa própria terra em que vivemos será restaurada e glorificada. Todos almejam o paraíso porque fomos feitos para Deus e perdemos o relacionamento com ele por causa do pecado. Mas em Cristo podemos entrar no reino do qual ele já é Senhor. Aguardamos o dia da sua volta. O dia em que ele chamará para si todos os que creram em seu nome. O dia em que os céus se abrirão e ele instaurará o seu reino em definitivo e nós habitaremos com ele para todo o sempre nessa terra. Nós cristãos também estamos na nossa saga, mas nossa habitação de paz não é alcançada por nosso mérito ou esforço. Ela é trazida a nós. Ela nos é dada por graça. Nós buscamos a cidade que há de vir. E enquanto buscamos clamamos: Maranata, ora vem, Senhor Jesus. Ele nos livrará de toda a escravidão, de toda a violência e de toda a morte. E então viveremos com ele para sempre em uma terra de paz e livre de toda e qualquer escravidão. E você assistiu o Vilante de saga? Que eles sonhos existiram para sua vida também. Não deixa de usar o nosso cupom Jesus lá na Grove Suplementos, além de se inscrever no canal e assinar as notificações para ficar sabendo sempre que houver vídeo novo. Gostei aí se você gosta desse tipo de vídeo também e comenta aí embaixo. Vamos deixar o debate sempre aceso e feliz aqui no canal. Um cheiro no seu cangote e até a próxima. M.