# 58 Pilares da Fé Reformada | A criação – Rev. Rubens Cirqueira
26/02/2026
# 58 Pilares da Fé Reformada | A criação – Rev. Rubens Cirqueira
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PILARES DA FÉ REFORMADA
Teologia Dogmática ao alcance de todos
O desafio da Primeira Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia é que continuemos a caminhada na preservação da doutrina e na aplicação das verdades bíblicas aos novos desafios de nossa geração. Integrando-nos à nobre sucessão dos que amam a Deus e sua Palavra e que buscam entendê-la e aplicá-la, em submissão ao Espírito, à vida da Igreja. D. M. Lloyd-Jones diz:
“Toda a doutrina cristã visa levar, e foi destinada a levar a um bom resultado prático. […] A doutrina visa levar-nos a Deus, e a isso foi destinada. Seu propósito é ser prática […] a nossa vida cristã nunca será rica, se não conhecermos e não aprendermos a doutrina. Você não poderá ser santo se não conhecer bem a doutrina. Doutrina é a ligação direta que leva à santidade. É somente quando compreendemos essas verdades fundamentais que podemos atender ao apelo lógico para a conduta e o comportamento agradáveis a Deus”.
Diante disso, uma tradição saudável tem compromisso com o passado na geração do futuro. Portanto, “o conservadorismo criativo utiliza-se da tradição, não como autoridade final ou absoluta, mas como recurso importante colocado a nossa disposição pela providência de Deus, a fim de nos ajudar a entender o que a Escritura está nos dizendo sobre quem é Deus, quem somos nós, o que é o mundo ao nosso redor e o que fomos chamados para fazer aqui e agora”. J.I. Packer nos ajuda nessa compreensão:
“A tradição nos permite ficar sobre os ombros de muitos gigantes que pensaram sobre a Bíblia antes de nós. Podemos concluir pelo consenso do maior e mais amplo corpo de pensadores cristãos, desde os primeiros Pais até o presente, como recurso valioso para compreender a Bíblia com responsabilidade. Contudo, tais interpretações (tradições) jamais serão finais; precisam sempre ser submetidas às Escrituras para mais revisão”.
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461 (WhatsApp)
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Legendas automáticas:
Estudo bíblico mais uma vez louvando a Deus. pela oportunidade que nós temos, agradecendo desde já a presença de todos, aqueles também que estão à distância nos acompanhando, pedindo a bênção de Deus sobre nós. Hoje nós vamos eh passando para um próximo bloco. Começamos um novo bloco eh dentro aqui da teologia. nós ainda estamos eh em um lá no início ainda, né, colocando as bases teológicas, né? Então, nós estamos passando agora para eh mais um bloco, né, dessa eh do quadro teológico, né? Então, a nossa ideia na sequência e sempre lembrando que os princípios que nós vamos aprendendo, nós precisamos trazer a memória para que a gente possa aplicar no restante perceber a coesão de todos esses termos, né? Então, hoje nós vamos falar sobre a criação, mas eu vou fazer uma análise aqui teológica sobre a natureza do ato, tá? exclusividade do poder divino, realidade do tempo também. Eh, ao longo aqui do estudo vão aparecer muitos termos teológicos, né? Então, depois se você tiver alguma dúvida, qualquer coisa pode nos procurar, né? Muitas vezes não tem como a gente às vezes traduzir, né, os termos, né? Mas dentro da medida do possível aqui, a gente tentando deixar um pouco mais claro aquilo que eh nós estaremos eh vendo nessa noite. Para tanto, nós vamos pedir a bênção de Deus sobre nós e a ação do Espírito Santo na nossa vida. Senhor nosso Deus, nós bendizemos o teu nome. Louvamos ao Senhor, ó Deus, porque o Senhor é grande e a tua misericórdia dura para sempre. Obrigado, ó Deus, pelo dia que tivemos tão agradável, ó Deus. Ao olharmos, ó Pai, a tua bondade, a tua graça comum, ó Deus, nós percebemos, ó Pai, o teu amor e o teu cuidado, a preservação do Senhor, ó Deus, eh, sobre as nossas vidas. Portanto, nós bendizemos o teu nome, ó Deus. Exaltamos o teu nome, sabendo, ó Deus, que tudo de fato vem das mãos do Senhor nessa noite. Então, ó Deus, nós queremos pedir, ó Deus, que o Teu Espírito na nossa mente, no nosso coração. Todas as vezes, ó Deus, que lermos o texto da palavra do Senhor. Ó Deus, que o Teu Espírito possa trazer luz à nossa mente e ao nosso coração. Nos edifique, ó Deus, e a nossa oração, em nome de Jesus. Como eu falei, hoje nós vamos falar um pouco da criação. Eu quero convidá-los a abrir eh primeiro no livro de Hebreus, Hebreus capítulo primeiro. Nós vamos ler a partir do verso de número três. Hebreus capítulo 1, a partir do verso 3, diz: "Ele falando de Jesus, que é o resplendor da glória expressão exata do seu ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da majestade nas alturas, tendo se tornado tão superior aos anjos quanto herdou mais excelente nome do que eles." Pois a qual dos anjos disse: "Jamais, jamais. Tu és o meu filho, eu hoje te gerevez eu lhe serei pai e ele me será filho." E novalmente ao introduzir o primogênito no mundo, diz: "E todos os anjos de Deus o adorem". Ainda quanto aos anjos, diz aquele que a seus anjos faz ventos e a seus ministros labareira de fogo, mas acerca do filho, o teu trono, ó Deus, é para todo sempre, seto de equidade é o cetro do seu reino. Amaste a justiça, odiaste a iniquidade. Por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria, como a nenhum dos teus companheiros. Ainda no princípio, Senhor, lançastes o os fundamentos da terra, e os céus são obra das tuas mãos. Eles perecerão, tu, porém, permanece. Sim, todos eles envelhecerão qual veste, também qual manto os enrolarás, e como vestes serão igualmente mudados. Tu, porém, és o mesmo e os teus anos jamais terão fim. Por favor, ainda abra comigo lá em Hebreus, capítulo 13, aliás, Hebreus capítulo 11, apenas o verso de número três, diz: "Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir. das coisas que não aparecem. Nós estamos diante daquilo que a palavra de Deus nos mostra, eh, de uma realidade que nossa mente ela é incapaz de muitas vezes abarcar, tá? Eh, quando nós falamos da criação, todos os termos da palavra de Deus, eles vão apontar para o aquilo que é nada. Nós sabemos dessas expressão exnilo, eh, o texto de Gênesis, ele utiliza a palavra, eh, quando ele fala no princípio, criou Deus, os céus e a terra, as terminologias do original sempre aponta para um ato criacional a partir do nada. Só que o problema está aqui paraa nossa vida. Nós não conseguimos conceber o nada, né? nós não conseguimos conceber aquilo que é, né, a não existência de alguma coisa. E é por isso que ao não compreender, a nossa fé, ela é acionada, como diz Hebreus, porque nós precisamos entender que pela fé, como diz Hebreus, eh o universo veio a existir eh do nada, né, das coisas que não aparecem literalmente no texto, mas a terminologia é essa lá em Hebreus. Então, ah, para que dê satisfação a isso e por a gente não compreender isso, normalmente nós temos uma série de ensinos errados ao longos ao longo da história, eh, entendendo que de alguma coisa Deus formou eh o universo, né? Se Deus de fato criou o universos. Então, nós temos aqui algumas coisas que nós eh chamamos na teologia das obras de Deus, né? E Atos aqui primeiro são imanentes, são os decretos de Deus, porque nós falamos daquilo que aconteceu nele, na trindade, no conselho da sua vontade, tá? onde antes de tudo, antes de de, né, de tudo isso acontecer, né, lá no conselho, quando a palavra de Deus fala lá na no conselho da trindade, né, eh quando resolveu eh aliás, não é que a gente tem que usar até as palavras corretas, eh, porque senão nós também vamos falar que Deus mudou. Ou seja, houve um momento onde Deus eh na sua existência, antes de todas as coisas, resolveu mudar e criar o mundo, né? Mas nós temos que entender que nesses atos imanentes, isso tudo dentro dos decretos de Deus já estava previsto que a criação iria acontecer. Os atos transitórios são a execução de tudo isso, porque nós estamos falando de um Deus criando o universo, portanto, criando a realidade, criando o tempo. Então, nesse sentido, esses atos são transitórios, né? Ele determina que tudo aquilo venha acontecer. E aqui debaixo disso nós temos dentro desses atos transitórios, a gente precisa separar obras da graça. essa aquilo que Deus faz em direção ao ao homem, né, à humanidade, eh diz respeito a essas a salvação, tá? a a esses fins sobrenaturais de Deus, as obras da natureza, eh, exatamente aquilo que eh fez com que todas as coisas existam e elas aconteçam da maneira como Deus requer os atos naturais, certo? Mas a partir de uma de um ordenamento e de uma lei determinada por Deus. Então assim, não é que a natureza ela reage aleatoriamente, ou seja, e a ideia de que a natureza é capaz de de reagir de de forma aleatória e de alguma maneira se formando e se transformando no sentido eh sem que haja uma, vamos dizer assim, uma lei por trás disso que foi determinada por Deus. Eh, isso a palavra de Deus vai condenar. Portanto, são atos naturais, mas não é que isso acontece a parte de um decreto de Deus. Isso tudo está dentro do decreto de Deus. Portanto, nós temos a criação, né, essa criação. E diante da criação, a palavra de Deus, que é essa produção do ser, né, quando Deus produz todas as criaturas, Deus produz eh tudo aquilo que há no universo e nesse depois ele produz o o eh cria, né, o homem. Mas toda a criação, toda a criação feita por Deus. O ato da providência é exatamente a preservação do ser. A providência se relaciona a isso, a essa preservação da parte de Deus. Portanto, Deus age eh externamente, não por necessidade, mas pela liberdade da sua vontade, como diz o Salmo 115, verso 3. E a criação é a primeira obra da natureza, né? O palco para revelação divina. Nós precisamos sempre lembrar dessa perspectiva. Por que que Deus criou o mundo eh eh dentro dos seus decretos? O mundo é esse palco, né? Como Calvino diz, o mundo é o teatro de Deus. O mundo, tudo que foi criado é o teatro de Deus. E é onde Deus se manifesta. Aonde Deus se manifesta. Eh, a gente sempre pergunta, era necessário que Deus fizesse? Não, mas ele quis. Ele quis manifestar quem ele é. E os atos da criação, toda a criação, ela foi feita exatamente para mostrar eh quem de fato Deus é, tá? A gente pegando com base o texto que foi citado lá no Salmo, Salmo 115, né, o verso 3, ele fala: "No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada". Tá? Essa é uma sentença que se repete de diversas maneiras na palavra de Deus. Eh, é a ideia de que Deus está acima transcendente todas as coisas. ele faz como lhe agrada, ou seja, ele não reage à criação, certo? Ele não vai reagindo à criação. Eh, mas a criação, ela tem uma lei, uma determinação por trás dela para que ela eh aja de acordo com aquilo que Deus eh determinou. Então, palavra de Deus vai nos mostrar essa ideia que aquilo que eu falei, como que eh porque quando a gente fala nada, a produção a partir do nada, né, a criação exnilo, eh é difícil a gente compreender isso, falar o que que é o nada, né? Que que é o nada? A gente sempre responde: nada é nada, uai, né? Nada é nada. Mas eh paraa gente abarcar o pensamento do que é não a não existência de de todas as coisas, para gente é muito complicado, porque nós já somos frutos dessa ordem criada. Portanto, eh ele chama aqui a existência, as coisas que não existem, como Romanos 4:17 nos diz, né? É a palavra de Deus falando, é Deus que chama, né? Lembra que esses atos todos relacionado a a ao logos, a voz, é Deus chamando, não é Deus criando a partir de, mas é Deus chamando a existência, tá? Por isso que muitas vezes alguns nos atacam de muitas vezes a palavra de Deus ter sido mudada as suas palavras para que eh a gente adequasse ao eh platonismo, né? Platão ele, como eu já falei aqui algumas vezes, ele chega perto da verdade, chega bem próximo, né? Por isso que muitos hoje não gostam de Platão, tá? na academia Platão, ele não é muito celebrado não, porque ele chega ao ponto, ele chega muito perto, fala assim: "Olha, para até ser a realidade criada é necessário que haja eh isso ter existido em alguém na a coisa assim para acontecer tudo que está aqui era necessário a partir de Então ele ele cria a ideia de o mundo de formas perfeitas. Ou seja, há um mundo, Platão dizendo, onde as formas perfeitas fazem com que na nossa realidade elas passem a existir. Ou seja, é uma aquilo que nós temos aqui é uma réplica daquilo que já existia no mundo perfeito. Só que ele não chega no ponto, porque na verdade essa réplica, na verdade é é tudo reside em Deus, eh, da partir de Deus. é dele mesmo. Todos os atos da criação. Se a gente perguntar de onde Deus tirou a ideia de criar cachoeiras, de criar os rios, de criar árvores de diversas maneiras, animais de todos os tipos, né? Eh, de onde Deus tirou a ideia de criar ornito rinco, né? Que a gente olha para ele, nós fala: "Que que bicho é esse, né? Um pato, o que que é esse negócio, né? Da onde Deus tira essas as ideias todas?" é dele, nele, não de um outro lugar, como se Deus olhasse para um lugar, fala assim: "Ah, igual a gente cria, entendeu? Um belo dia aí você você inventou de inventar alguma coisa, mas as nossas invenções elas são eh sempre derivadas de de outras. Você olhou uma coisa, né? É, é engraçado quando a gente foi criado, desculpe a citação, mas a gente foi criado vendo desenho do Picapa-Papau, né? Aí eh, num belo dia alguém criou uma bicicleta de roda quadrada, não é? E aí vai andando assim, pulando com a roda quadrada e aí o Picapau vê aquilo e fala assim: "Dá para melhorar, né?" Ele vai bicando assim as quinas do negócio, fica redondo e diz que foi o Picapau que inventou a roda, né? Eh, mas a a nossa invenção ela sempre ela é derivada. Você viu alguma coisa, né? E, portanto, você fala: "Olha, eu acho que dá para fazer". E às vezes até inventa outra coisa, mas dentro da nossa realidade sempre vai ser derivado. Nada vai ser original. Original de você falar: "Isso aqui não não tem nada no mundo, sei lá". Ninguém nunca é poderia imaginar que isso acontecesse, tá? Então assim, eh, não é moldar, né, uma matéria eterna como escultor, tá? Porque para alguns havia alguma coisa e Deus foi, né, modelando. Não é emanação da essência de Deus, né, eh, de você de alguma maneira eh produzir a respeito partir de Deus ou de alguma coisa que haveria ali na própria eh já na própria existência anterior a tudo. E a criação da própria matéria, né, onde havia apenas a negação do ser. Essa negação do ser que é complicado para para o nosso entendimento, porque o nada não é o material, mas o termo de origem, tá? O nada é material, é aquilo que eh a gente olha pra palavra de Deus e fala: "Foi assim, eh querendo ou não." Por isso que aí Hebreus vai falar de novo, ele repetindo, é pela fé que nós entendemos que Deus criou todas as coisas, passaram a existir das que não são. E e o autor faz questão de colocar o termo das que não são, de que não existem, tá? Então essa criação, a dupla natureza do ato criativo, está aqui a criação imediata, que é a primária, é do nada absoluto para matéria bruta, sem meios ou instrumentos, né? Ato de pura eh onipotência, tá? Voltando lá pro nosso lá pro início, Gênesis capítulo 1, verso 1. Então a palavra de Deus ela tem relato bem sucinto da criação, mas de maneira muito precisa. Vai dizer, então, no princípio criou Deus os céus e a terra. Essa é a sentença fundamental e máxima aqui na escritura. Não tem abertura para questionamento. O que a palavra de Deus diz em uma sentença é no princípio criou Deus os céus e a terra. Ponto. Aí ele continua. A terra, porém, estava sem forma. Logo a partir daqui, a terra estava sem forma e vazia. Havia trevas sobre a face do abismo e o Espírito de Deus parava sobre as a face das águas. A partir daqui, nós começamos a perceber o os atos, né? E aí, eh, João nos explica, no princípio era o verbo, o verbo estava com Deus e o verbo era Deus, né? E aí ele vai falar que que todas essas coisas e ele liga, é esse arquê, né, princípio lá de todas as coisas está relacionado com Cristo. Relacionado com Cristo é o que João vai nos mostrar. Então, a partir daqui, de uma questão secundária, matéria bruta para forma organizada, agora o uso da matéria, né, para existente ordenação no do caos, terra sem forma e vazia, né, e o espírito de Deus parava sobre a face das águas. Então, começa a organização. Haja luz, houve luz, viu Deus que a luz era boa, fez separação entre luz e trevas, né? Chamou Deus luz dias e as trevas noite. Houve tarde, manhã, o primeiro dia. Disse Deus: "Haja firmamento no meio das águas e separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus, o firmamento, que é o céu, né? E a separação entre as águas debaixo do firmamento e as águas sobre o firmamento. E assim se fez. Então tudo isso aqui começa a ganhar forma agora nessa criação agora imediata a partir daquilo que Deus fez eh passar a existir. Disção aqui. Então é importante da gente entender questão de geração e de criação. Eh, toda geração da natureza, ela pressupõe um sujeito, certo? pai ou mãe, ela corre sucessivamente no tempo e ela produz algo da mesma substância. Essa é uma é uma lei na natureza que determinada por Deus. Se você for ver, ela tem essa, ela vai obedecer essa ordem, né, de de criação. Agora, na criação divina, nós precisamos entender que ela não pressupõe eh que o sujeito apenas a vontade divina, tá? Eh, então não não é a partir de ela é instantânea num único momento e produz uma substância distinta do criador. É necessário separar o que foi criado do criador, certo? depois gera um monte de de eh religiosidades falsas que que vai dizer que Deus ele é eh ele está junto com a sua própria criação. Portanto, quando você adora a criação, é a mesma coisa de adorar a Deus. Isso é uma mentira. Isso é uma mentira. Deus, ele cria todas as coisas, mas ele não eh ele não está na mesma substância, né? Então isso vai criar eh boa parte de de movimentos de defesa da natureza, ela tem um padrão religioso por trás, né? que vai dizer: "Olha, quando você defender uma árvore ou eh qualquer coisa aí da natureza, na verdade você tá fazendo, defendendo a Deus, não é a natureza. Deus criou a parte, né? Agora nós temos a nossa responsabilidade. Nós sabemos que temos a responsabilidade aqui no mandato, né, de cultivar a terra. Isso está embutido. Aí nós temos o mandato de cuidar daquilo que Deus criou, mas Deus não se mistura com a ordem criada. A gente precisa compreender isso, tá? E também eh o entendimento que a Bíblia vai mostrar isso ato instantâneo, né? O problema é que tudo agora aqui do lado de cada geração, ele é processual. Aí nós temos dificuldade de entender o ato instantâneo, né? É de haja atos instantâneos, né? Né? A gente fica pensando sempre num processo. Ah, foi o sol, digamos que o sol nasceu pequenininho, ele foi crescendo, né? Ele foi tomando forma ou a lua, né? ou sei lá o quê foi, ele foi sendo gerado. Nesse quesito, a palavra de Deus vai mostrar de atos instantâneos, tá? Na no ato do da da palavra de Deus, isso passa a existir. Aqui nós precisamos também entender, como já falamos, a incomunicabilidade do poder criativo. Ou seja, pode uma criatura, anjo ou homem, criar algo do nada, né? Essa é a pergunta, a resposta é um redondo não, né? Dentro dessa ordem aqui criada de tudo não. Do nada ninguém pode criar eh alguma coisa. Ninguém pode criar alguma coisa. Isso já nos diferencia assim numa no numa numa num padrão infinito de quem nós somos e de quem Deus é, né? É esse o entendimento. Só Deus é capaz de criar algo do nada, né? Nós não temos essa capacidade. O poder de criar é glória exclusiva de Deus. Ele diz lá em Isaías: "Eu sou o Senhor que sozinho estendi os céus". Tá? O título do Criador distingue o Deus verdadeiro dos ídolos e criaturas, tá? Então, essa essa glória eh isso pertence somente a Deus. Somente a Deus. Por mais que o ser humano ele invente uma série de coisas e muitas vezes ele tenta eh se equiparar, né? falar assim, olha, nas suas invenções que o ser humano é capaz de de invenções assim fabulosas, coisas assim, você fala assim, como que alguém inventou um processo como esse, né? Eh, eu eu gosto muito de ver vídeos de máquinas, de vez em quando eu fico vendo vídeo de máquina. Aí eu fico pensando como é que a pessoa pensou no negócio desse, né? Es tava vendo uma escavadeira que não sei quantas toneladas ela cava por hora, né? Aí eu falei assim, quem custa uma pá desse negócio aqui que é um trem enorme, um negócio, né, monstruoso? E aí como que faz para girar tudo isso? Como é que faz os mecanismos de tudo isso? O ser humano é capaz eh numa derivação daquilo que Deus nos dá de inteligência, de sabedoria. O ser humano é capaz sim de inventar coisas eh grandiosas, mas isso não é do nada, tá? é a partir de Então aqui esse é o argumento da distância, ou seja, o ser finito aqui e ser infinito, essa distância de perfeição. Eh, muitas vezes se nós vamos falar de grande mais mensurável, se é quando nós já estamos dentro dessa ordem aqui, né? Agora, quando você olha a realidade da criação lá do início, nada para ser a distância entre o ser e o nada. é uma distância infinita aqui e contraditória. Então, se a gente não consegue compreender exatamente essa essa noção da distância entre o ser e o nada. Por isso que aqui de novo a palavra de Deus vai nos chamar a fé. E é isso, porque a palavra de Deus, ela não está interessada em nos contar todas as coisas como que Deus fez explicar Deus é Deus. Deus é Deus. É mesmo quando Paulo vai falando do vaso, ele vai falar assim: "É como se você tivesse diante de Deus falado assim: "Senhor, é o seguinte, eu só vou viver a partir de agora se o senhor me explicar vírgula por vírgula o que que o senhor fez, senão não sai daqui mais, né? O problema vai ser seu. Problema seu. Quem quem vai chegar diante do criador e colocar ele, né, contra a parede? Eh, e assim, principalmente essa a a o desejo de de abarcar tudo isso, ele passa por uma autonomia de achar: "Não, eu consigo, mas nós não conseguiremos". Por isso que a palavra de Deus fala que sem fé é impossível agradar a Deus. Palavra de Deus nos fala que essa fé, quando a palavra de Deus fala: "No princípio criou Deus os céus e a terra". Ponto. A resposta para você é: eu creio ou não? Eu creio. É por isso que de vez em quando, e até nessa nossa caminhada, eu nunca eh entrei em alguns assuntos de e eh de como que essa criação foi feita, eh se esses dias não são dias, são literais ou não, porque eu creio na Bíblia de forma literal. né? Do jeito que ela está escrita, ouve tarde, manhã, o primeiro dia, do jeito que está escrito é aquilo que Deus quis nos revelar. Agora, eu querer encaixar eh períodos, para mim não faz pouca diferença. Que foi no paleozóico, mesozóico, sei lá qual o período que possa colocar. Eh, isso eu acho que pouco importa. Aquilo que importa é que o que Deus quis revelar é isso. E aquilo que ele requer de nós é crer. Falar: "É isso que eu fiz". Portanto, nós cremos, né? Então, entre o ser e nada existe oposição contraditória, né? Superar esse abismo requer uma potência ativa infinita. Então, uma criatura é finita. Nenhuma potência finita pode realizar um ato de poder infinito. Portanto, não há possibilidade eh do do homem criado, né, ele transpor tudo isso ou esses atos aqui da criação. E é também diante disso a impossibilidade do instrumento, tá? Deus não não usou ajudantes ou causas instrumentais na criação aqui, tá? Então, a palavra de Deus vai nos mostrar que é sem matéria, tá? Eh, instrumentos modificam matéria existente e na criação não havia matéria para o instrumento agir. Instantaneidade, a criação ocorre num instante, não há tempo para o uso de ferramentas. E esse Fiat divino, né, que é a palavra aqui, a criação ocorre pela palavra e não por manipulação física. Deus criando, manuseando, né, mas pelo um ato da sua palavra de Deus sempre repete, Deus falou e tudo veio à existência. No ato dele falar, haja luz, houve luz, tá? Ah, depois assim, só abrindo um parênteses, sabe por que é tão importante entender Gênesis nessas perspectivas? Senão a sua fé cai por água baixo. Como que você vai crer em um Deus se você fala: "Não, eu não creio que a criação foi assim". Como você vai crer num Deus então que depois chega numa numa boca de um túmulo para o morto e fala assim: "Olha, eh, Lázaro, sai para fora". Aí o texto Lázaro esteve morto, né? E levantou. Se se eh como que eu creio em um Cristo que é Deus e que ele tem eh sendo Deus ah da mesma maneira essa potência do de fazer acontecer no ato de Cristo Jesus naquele momento falar Lázaro, sai para fora não tinha outra opção. Lázaro não tinha outra opção, né? Porque nesse ato de Jesus sendo Deus, lembra que Jesus antes ele ora e fala assim, agradece a Deus, ele fala assim: "Ele já sabia que ia acontecer, mas ele fala: "É para que vocês creiam que ele me enviou, né?" E aí ele dá o ato e aí ele vem, Lázaro ressuscita e sai. A mesma palavra de poder é a mesma palavra do ato de criação. Haja luz, houve luz. É o mesmo ato da sua regeneração. Quando Deus te chamou, você veio, você estava morto e você viveu. E esse mesmo ato, somente um ato criador, que aí se aplica a salvação dizendo que você nasceu de novo. Para que você nasça de novo, é necessário um ato sobrenatural de Deus, a mesma palavra de poder, para que a gente venha eh entender de fato a fé e ir em direção a Cristo, é necessário o mesmo poder, o mesmo ato de criação. Então, quando a palavra de Deus nos fala do da salvação, nos fala nesses aspectos. A trindade aqui na criação, eh, João 13 fala: "Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, né?" ou seja, o filho, verbo, o espírito não agiram como instrumentos inferiores, mas como uma causa eficiente, total, juntamente com o Pai. mesma essência, mesma potência, mesma operação. A palavra de Deus não faz essa distinção. Numo, né, ali, né, criacional, está a trindade, tá? Está a trindade, eh, determinando que as coisas venham a existir, tá? Então, eh, é necessário a gente entender isso, porque alguns vão dizer que talvez Jesus não estava aqui, muito menos o Espírito Santo. Esse é apenas um uma ação de Deus Pai. Mas também, de novo, eu preciso lembrar que a palavra de Deus, ela é tão precisa em mostrar que aí a gente vai vendo desde o início, no princípio criou Deus. Por que que a palavra de Deus faz questão de colocar eh Deus no início ali com terminação plural? Por que que lá na frente aí de novo, nos mesmos atos de criação, quando vai criar o homem, ele fala: "Façamos o homem a nossa imagem semelhança". Por que que os termos não estão no singular? Então, a a própria escrita eh eh de forma intencional para mostrar exatamente que nesse ato nós não cremos nessa doutrina de modal. Deus, Deus no antigo, os atos criacionais, eh, Jesus lá no Novo Testamento, Espírito Santo agora na igreja ou em de formas aí como muitas vezes veio em várias heresias, né? Nós cremos nesse ato sempre eh da trindade, tá? Eh, eu sei que eu eh às vezes a gente sempre procura evidências, né, da parte de Deus. Eu gosto muito. A Dal Lourenço morreu há pouco tempo. Eh, mas eles falando a respeito disso e fazendo uma pergunta: será que em todas as ordens criadas Deus não estabelece um uma tipo assinatura? Porque que normalmente boa parte das coisas que nós vemos elas estão divididas assim em três, né? a gente pensa eh largura, comprimento, profundidade, né? Passado, presente, futuro, eh sólido, líquido gasoso. É uma série de coisas que a gente vai vendo no sabe, de coisas você fala assim, mas será que é coincidências? É só algumas, né? eh olhando para alguma dessas eh coisas que nós vemos assim e alguns vão dizer: "Não tem existe assinatura de Deus na sua obra". Igual um alguém que fez um quadro e assinou embaixo tem a assinatura do autor, né? Negar isso é é como se você negá assinado. Não, não foi ele não, né? não foi ele. E ao mesmo tempo, eh, crer em outras perspectivas é um é um passo que a gente não é é ciência, não, é um passo muito maior de fé. Se você leu aquele livro dele, da Lourenço, como eh Deus criou o mundo, né, falando lá dessas coisas aí, ele ele faz uma comparação interessante lá do eh do caminhão, né, do caminhão de que um dia o caminhão indo pro mercado eh levando o os itens pro mercado. Ele lá tinha tinha ovo, tinha farinha de trigo, tinha fermento, tinha a uma forma, tinha bacia, tinha um fuet, aquele negocinho, né, de bater, tinha tudo isso. E aí o caminhão ia, cada um dessas coisas ia no seu pacote separado. Chegou um determinado momento, a, o caminhão tombou. Caminhão tombou e ficou rodando assim um monte de vez. Rodou, rodou, rodou. No final o camião pegou fogo. Camião pegou fogo. Eh, os bombeiros chegaram, né, apagaram o fogo e abriram a a caçamba assim do caminhão e tinha um bolo prontinho dentro de uma forma quentinho, né? um bolo. Eh, e aí as pessoas falaram assim: "Poxa vida, olha o que aconteceu. Os elementos se misturaram na na proporção correta, açúcar, sal, farinha de trigo, fermento. Eles bateram o ovo, tudo bateu certinho, a quantidade de ovos certinho que caiu dentro do mesmo recipiente, né? e bateu, colocou dentro da caiu na outra forma enquanto rodava na forminha de bolo. E ali também, né, e quando veio o calor, a a o o fogo foi na medida certa que o bolo tava bonito lá, enrolado num pano também. Tava enrolado no pano, né? Aí ele pergunta qual a probabilidade disso aconteceramente zero, né? Aí depois ele fala, aí depois descobre que na verdade aquele bolo foi a mãe do motorista que fez e colocou num pano, falou para você lanchar mais tarde que o bolo já tava lá, né? Mas eh por uma questão de não crer, as pessoas preferem acreditar no ônibus capotando, no caminão capotando e e misturando as coisas certas na quantidade certa, no momento certo para que as coisas viessem a existência, né? Aí a minha pergunta sempre é: você precisa ter mais fé para que não crê naquilo que a Bíblia diz ou de crer na teoria do caminhão capotado? Mas o homem natural, ele ele olha pro caminhão capotado e percebe a ordem lógica ali. Fala: "Não é possível. É possível, né?" E aí a gente depois se pergunta quantos caminhões depois de de mercado capotaram, pegaram o fogo e e apareceu bolo na lá, mas nenhum. O mundo, então nós precisamos entender que ele não é eterno, tá? A eternidade diz respeito a Deus, tá? O mundo ele tem ali, ó, o t = a 0, né? Ele tem o início. Por isso que a palavra de Deus usa o termo no princípio, tá? O mundo teve um começo absoluto de duração. O tempo não existia antes do mundo, ou seja, o tempo foi cocriado com o mundo. Não houve um ant temporal, apenas a eternidade, tá bom? apenas a eternidade. Então, eh, há um tempo de de tudo isso. O mundo tem um marco zero, uma partida aí. Agora, em Deus não, porque se nós acreditarmos que o mundo é eterno, essa ordem criada é eterna, nós estamos dando a criação um atributo que é incomunicável, atributo de Deus que é incomunicável. Lembra que nós estudamos eternidade? Essa eternidade é um atributo incomunicável, pertence somente a Deus. Se o mundo ele é eterno, então nós temos dois eternos. Nós temos Deus e nós temos o mundo, tá? Então, a a isso eh seria rival de Deus, tá? A criatura então seria igual a criador. Quando eu falo de criatura, qualquer coisa criada, certo? Tudo aquilo que nós vemos aqui no universo, eh, estaria em pé de igualdade com Deus. Dependência também, o que é dependente, né? O mundo deve logicamente ser posterior à aquilo que o sustenta. Nós lemos o texto falando que que Cristo Jesus é que sustenta todas as coisas pela palavra do seu poder. Colossenses também fala a mesma coisa, falando a respeito dessa ordem de Cristo e das leis que segura todo o universo. As leis que Deus estabeleceu para que o universo pudesse acontecer. essas leis todas, quanto que o sol gira, rotação, translação, esses negócios tudo que a gente mais ou menos acha que entende aí, né? Mas há uma lei que regulamenta tudo isso. Por que que nós ficamos fincado aqui na terra? A gente anda na rua, por que que a gente não voa aí do nada sobe aí, né? Eh, por que que o sol não abaixa um pouquinho a mais e torra todo mundo, né? que segundo alguns, se ele abaixar um que seja uma, né, milímetros lá, a gente morria tudo, né? É porque não não acontece. Tudo isso está debaixo de leis e essas leis pertencem a Deus. Sucessão infinita é impossível atravessar o passado infinito para chegar ao hoje. Se os dias fossem infinitos, nunca teríamos chegado a este dia, o hoje, né? O hoje, tá? Se fosse infinito, tá? Nós não teríamos o hoje. Provas então da natureza, movimento e tempo. O movimento então ele não pode ser eterno, tá? Movimento não é eterno. Houve uma, como nós já falamos, há um ato primeiro, né? Há um ato primeiro, né? O motor primeiro, né? Para que comece, né? para que tudo passe a a girar. É qualquer eh isso em qualquer lógica, né? Você pegar o motor, ele precisa de uma partida. Ele precisa de uma partida. Então, se o movimento fosse eterno, o sol teria passado por ciclos infinitos também, o que é um absurdo, tá? E a existência de sucessão e movimento chama por um ponto de partida, né? Isso é uma questão eh lógica também. testemunho da história e das artes, se a humanidade é eterna, né? Onde estão as memórias, né? Essa é a pergunta. E até se a humanidade for essa de forma tão eh alongada, aí nós não temos muito como provar tudo isso, né? Há um silêncio aí, então, de milênios aí de, né? E a gente tem pelo padrão bíblico, a gente faz, é interessante que aquilo não não tô advogando aquilo lá, não, tá? Os irmãos já lembram que tinha uma Bíblia antiga da João Ferreira de Almeida que tinha na primeira capa lá de Gênesis escrita assim a idade da Terra. Vocês lembram disso? Acho que já tirar tem as Bíblia bem antiga que tem lá. Então, era mais ou menos a contagem lá daqu era que a gente tinha, a terra tem mais ou menos 11.000 anos, segundo João Ferreira de Almeida, tá? Não tô falando que é verdade não, mas que advogar eh milhões e milhões é meio complicado, bem complicado. Mas aquilo que a gente precisa compreender nesse ato de revelação daquilo que foi escrito, eh nós vamos ter uma sala de escola dominical que vai tratar um pouco sobre isso, tá? sobre eh como que chega a revelação oral até esse momento aqui. É interessante também notar isso. A novidade das invenções, escrita, navegação e ciências, a brevidade da história registrada, tá? Lucrécio dizia: "Por que os poetas não cantaram feitos anteriores à guerra de Troia?" Eh, do entendimento que a gente tem registros, não tem muitos registros para, vamos dizer aí 50.000 1 anos, né, para trás, não, não tem, né? Então assim, a a dentro de um padrão de revelação, daquilo que Deus nos mostra, eh, assim, eu não sei quantos anos, mas advogar a essa realidade de milhões, milhões e trilhões, né, de vez em quando passa no Fantástico, né, há trilhões de anos atrás vivia no mundo. O mundo aí eles inventa pela, né, eh, alguma computação gráfica, né, aí imagina, né, como que era o o mundo. Deus na eternidade versus o mundo do tempo. Eh, Deus mudou, Deus mudou quando decidiu criar? Essa é a pergunta, chegando aqui é ao final. Porque se nós, pense bem, se o ato de criação foi uma decisão de Deus falar assim, ó, dentro da eternidade, porque a gente pensa, às vezes pensa assim, Deus estava entediado na eternidade, no meio do nada. E aí num dia ele pensou, não pode nem falar de dia, né? Não havia dia nem é noite, não tem essa questão do tempo, mas sei lá, em momento lá fal assim: "Vou criar o mundo". Se fosse assim, a resposta aqui era que Deus não é imutável. Deus tinha mudado, porque aí num determinado momento ele decidiu criar o mundo. Aquilo que nós cremos aqui é que eh Deus sempre pôde e quis criar, tá? E o ato da vontade é a execução dele dentro do tempo. A ação ocorreu no momento determinado por Deus. Então, dentro dos decretos de Deus, daquilo que eu falei que a imanente é dele, nele, na trindade, a ordem criada já estava estabelecida, mas apenas o ato da vontade aqui é que acontece eh no momento, mas não é porque Deus mudou, falou assim: "Ah, tá, tá tedioso aqui, né? Vamos, vou criar, né?" Esse, esse é imaginário de deuses pagãos, tá? Deuses pagãos. Eles eh segundo as mitologias, Deus tá, os deuses estavam lá, né, no Olímpico e tal. E aí naquele silêncio, aquele negócio, aí fala assim: "Ah, que que que que vocês acham da gente criar o povo lá? Fazer um barulho, divertir a gente e tal, vamos criar, né? Aí cria, né?" E aí outros vão dizer que depois aí fala assim: "Ah, mas aí eh se se arrepende porque o povo faz barulho demais e aqui na terra faz barulho demais e perturba os deuses lá no Olímpico, né? E então de alguma maneira aí eh eh faz com que haja uma separação imensa, né? Para que não chegue até lá, né? Essa perturbação. Isso é aquilo que a mitologia ela vai pensar. Mas isso aqui é o que a palavra de Deus vai nos mostrar. A mudança então ocorreu na criatura que passou a existir, que eu tô falando de universo, não no criador eh que continua sendo eh imutável, tá? Deus continua sendo imutável. E por fim, então pensar sobre isso, nós precisamos pensar nessa soberania e glória de Deus. Portanto, eh, é inegociável algumas coisas na palavra de Deus. A natureza aqui, com respeito à natureza, esse exnilo aqui é soberania absoluta de Deus sobre a matéria, tá? É, é Deus sendo de fato soberano sobre tudo. O poder aqui incomunicável, essa glória exclusiva de Deus, seja o ato de criação pertence a Deus. Não foi assim que Deus fez uma coisa e o que veio a partir daí, o que vai sendo construído, Deus não sabia e foram atos aleatórios e naturais, ou seja, que não pertencia mais a Deus. Aquela ideia que Deus só fez uma parte, a outra, ele não sabia o que que nem ia acontecer. Então, as coisas foram eh se evoluindo naturalmente, sem que houvesse uma ação de Deus. Aí tempo aqui, um início real, dependência total do eterno, tá? Então, a a gente pensar nessa ordem de tempo, a gente precisa lembrar e compreender sempre que Deus, esse criador de todas as coisas e soberano, ele não está sujeito ao tempo. Ele não está sujeito ao tempo, né? Ele está acima, né, de tudo isso. E, portanto, é por isso que a palavra de Deus nos fala desses atos eh criados, né, da parte de Deus. E assim a palavra de Deus nos chama como em Romanos, né, a a entender isso, porque dele, por meio dele, para ele, são todas as coisas, tá? São todas as coisas. Deixa eu só relembrar um texto pra gente encerrar. palavra de Deus que nos fala em Isaías, né? A partir do verso 7 fala: "Quem há como eu feito predições desde que estabeleci o mais antigo povo? Que o declare e o exponha perante mim. Que esse anuncie as coisas futuras que hão de vir? Não vos assombreis, nem temais. Acaso desde aquele tempo não vou voulo fiz ouvir e não voulo anunciei? Vós sois as minhas testemunhas. Há outro Deus além de mim? Não. Não há outra rocha que eu conheça, tá? eh olhar para essa realidade, para aquilo que a palavra de Deus nos revela acerca dele mesmo. De novo, eu volto a dizer, é um ato de fé, não porque as coisas não fazem sentido, mas é porque nós não abarcamos o conhecimento de Deus. Não abarcamos o conhecimento de Deus. Não é porque as coisas são contraditórias. Lembra de termos que a gente fala a lógica de Deus é diferente da lógica do homem. Não creio nisso, porque a lógica que Deus determina, ele nos fez a sua imagem semelhança. É uma lógica só. Ou seja, na lógica de Deus, 2 + 2 são quatro, não é? Ah, Deus não sei quanto que dá a conta. Ele nos, ele fez essa ordem, essa lógica, portanto, é a mesma. Agora a questão é seres finitos, abarcar aquilo que é infinito. Portanto, o Senhor nos chama pela fé, né, a crer que Deus formou todas as coisas daquilo que não são, das coisas que não são. Deus os abençoe, nos ajude compreender a sua mensagem e principalmente por meio do Espírito Santo. Eh, encheu o nosso coração de alegria de saber que esse Deus tão grande, ele entra na nossa realidade, na nossa agora naquilo que ele criou. E ele vem, se revela a nós, criaturas, se revela a nós. Isso é um Deus grandioso. Vamos orar. Senhor nosso Deus, nós bendizemos o teu nome. E, ó Deus, nós sabemos bem, ó Pai, que ao olhar para tudo aquilo que nos cerca, nós sabemos, ó Deus, que há um Deus criador de todas as coisas. Ó Deus, o universo ele grita, ó Deus, tudo isso, ó Deus, a como a tua palavra diz, um dia discurso a outro dia, a noite revela conhecimento a outra noite, ó Deus. E nós sabemos, ó Pai, diante disso, ó Deus, que o Senhor é quem fez, mas nós te louvamos, ó Deus, porque o entendimento de saber que foi o Senhor que fez, ó Deus, é obra tua também em nós. Portanto, obrigado, ó Deus, por tão grande salvação, ó Deus, por nos salvar, ó Deus, da morte eterna e, ó Deus, com tão grande amor nos revelar, ó Deus, a quem o Senhor é. Portanto, nos abençoe. Aumente sempre, ó Deus, a nossa fé, ó Deus, e a certeza do cuidado do Senhor na nossa vida. É a nossa oração em nome de Cristo Jesus. Amém. Que Deus nos abençoe, nos dê uma boa noite em nome de Jesus. O Adão antes dear quantos anos uma ideia começou a cantar fala >> é >> hãit >> até mais. Boa noite,