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A fé vem pelo ouvir

AS LIÇÕES CRISTÃS DE VINLAND SAGA

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Legendas automáticas:

Vilan Saga é a história de dois homens
em conflito, não em conflito entre si,
mas em conflito entre suas crenças e
suas percepções de mundo. Dois homens de
histórias complexas que protagonizam um
dos melhores animes que a gente pode
assistir hoje. Também a história de
alguém que aprende a vencer a escravidão
de si mesmo para com o seu passado. Bom,
se você chegou até aqui, você sabe que
este é o mundo cópia de Viland Saga. de
longe, um dos programas mais pedidos dos
últimos dias lante saga é tipo pizza
calabresa, né? Todo mundo pede, sempre
tem alguém pedindo, né? Acho que desde
os primórdios aí do mundo cópia tem
sempre alguém comentando: "Ah, comenta
vila de saga". Bom, vamos atender aí o
gosto da da comunidade finalmente, pra
alegria de muito, mundo cópia de viland
saga aqui [música] no dois dedos de
teologia. Vikings, violência, sangue,
gelo, espada, facas, lanças e escudos,
mas também inchadas, esperança, amizade,
arrependimento e mudança. Esse é o tão
aguardado e tão pedido mundo cópia de
villa Saga. O mundo cópia é o nosso
programa onde a gente faz uma crítica
cristã a elementos da cultura, filme,
seriado, livro, sempre procurando a
mensagem por trás daquilo que compõe
muitas vezes o nosso entretenimento. O
mundo cópia chega até você graças a
Grove Suplemento que traz pra gente aí o
que há de melhor na suplementação. Para
você que tá procurando a sua creatina,
seu Way Proten, sua roupa de treino, sua
shequeira, tem tudo na Grof. E o nosso
cupom Jesus lá tá firme e forte. Quando
você usa o que Jesus, você conta pro
pessoal da Grof que você tá cuidando da
sua saúde pra glória do Deus vivo. E
você lembra também, tá, que você tá
cuidando da sua saúde, não é só para
ficar gostosão por aí, não. Você tá
querendo cuidar dos seus, da sua saúde,
do seu corpo pra glória do Deus vivo.
Usa Jesus vai ter o link na descrição. E
simbora pro vídeo de hoje.
[música]
O povo viking tá no imaginário popular
como um povo violento, sanguinário, com
capacete chifrudos, barcos bem
característicos e alguns devem
conhecê-los por eles sempre pipocarem aí
nos playoffs da NFELD. [risadas]
O historiador e arqueólogo New Price
afirma que pros escandinavos dos séculos
VI a X, os vikings seriam como os
piratas ou os saqueadores e que as
características associadas à violência
começaram a ser incorporadas no
imaginário em séculos posteriores à era
Vick. A origem do termo não é muito
exata. A interpretação é da diz que o
termo deriva do vocabulário nórdico vic,
usado para descrever uma baía do mar. E
assim os vikings seriam o povo da Bahia.
Eram os velhos baianos.
Besta é tu. Besta é tu. Besta é [música]
tu. Besta é tu. É os como é que os
velhos baianos cantariam?
Duvido que tocava isso na na Noruega
antiga, né? Mas interpretações
alternativas associam o termo a região
de Viken, no sudoeste da Noruega, de
onde eles teriam vindo. A história de
Viland Saga acontece em torno das
experiências que Trofen, filho de Thors,
minhas pronúncias aqui, viu? Vão ficar
maravilhosas, viu? Tô vendo que eu posso
para pronunciar direito o nome do povo,
mas é muito difícil. Ele é pai de um
ex-guerreiro viking que abandonou a vida
de saques, lutas e violência e decidiu
viver com a mulher e os filhos num
aldeia na Islândia. O tom dos primeiros
episódios já nos mostra que essa não vai
ser simplesmente uma história sobre
violência, mas sim sobre como abandonar
a violência em nome daquilo que é mais
importante. Trofin, ainda criança,
estava no processo de ser ensinado pelo
pai a como viver pacificamente. Mas
claro, esse aprendizado não viria por
conversar com o papai, não é? Enquanto
se esquenta uma lareira, enquanto
contempla aora boreal, não é? Um negócio
que é bem mais vikingiano, digamos
assim. O curso dos acontecimentos faz
com que Thors Thors seja morto numa
emboscada planejada por um mercenário
chamado Askelado. Tofin presencia a
morte do seu pai e segue o Askelado numa
anjura de vingança. Askelad aceita que
ele ande com o seu grupo e estabelece
com Trofen uma relação de ódio e
mentoria. Ele permite que Trofin o
desafie a qualquer momento para se
vingar do seu pai, mas em vez de
matá-lo, ele sempre o vence das formas
mais humilhantes. A maneira como Ascalad
lida com o seu grupo, em especial com
Hoffen, é consequência de como ele
estabeleceu a sua compreensão de como o
mundo é. Desde pequeno ele viu os vários
tipos de abuso que a sua mãe Lídia
sofria. Ela era escrava de Olaf, não o
da Disney, um outro. Ecclad nasceu como
consequência dos abusos de Olaf e a
Lydia. Presenciando e vivendo esses
constantes abusos, Aselá desenvolveu uma
forma de ver o mundo sempre sob suspeita
de novos abusos. como forma de se
proteger. Ele passa a ser frio, a ser
manipulador, a ser um grande
estrategista. Ele aprende a avaliar a
situação à sua volta para tirar proveito
de tudo como ele puder. E aqui vem o
porquê dele permitir que o Trofen o
acompanhe. Olaf, o seu pai o rejeitava,
mas permitiu que ele o acompanhasse
depois que ele provou seu valor como
guerreiro. Ascalada treinou com o meu
irmão, adquiriu experiência e quando
ganhou força matou seu pai quanto ele
dormia. E por isso é como se agora ele
desejasse imprimir essa mesma cosmovisão
no trofen. Por um lado, Askladou viu da
sua mãe a história de um herói
mitológico chamado Artorius, que
resgataria as pessoas para uma terra de
paz e harmonia. Por outro lado, ele
experimentou um mundo de crueldade, de
rejeição e violência. Esse conflito
forjou nele crenças que o levaram a agir
de forma ardilosa, manipuladora e sempre
querendo tirar vantagem de tudo. Outro
que é influenciado diretamente pelo que
vive com ascalado é o príncipe Canuto,
herdeiro do trono da Dinamarca. Depois
que ele é feito refém e passa a viver
com Asclado e seus homens, Canuto se
transforma de um rapaz acanhado,
confeições e três jeitos afeminados em
um rei cisudo, maquiavélico, com feições
masculinas mais definidas. O pragmatismo
de Ascalad se junta com os ideais de
realeza de Canuto para fazer um rei
disposto a qualquer coisa para
estabelecer a sua visão. Um reino que
estabelecerá paz e harmonia de forma
definitiva. Canuto, originalmente sendo
ensinado por um padre, abandona a
esperança do reino vindouro de Cristo em
nome de uma autodivinizção. É como se
Canuto dissesse para si mesmo: "Eu me
darei todos os reinos da terra, fazendo
todos se prostrarem para me adorar". E
aqui nós temos a história de dois
homens. Asquelado que está dividido
entre o ideal de pais que a sua mãe lhe
ensinou desde criança, e a violência que
ele viveu, observou, então impôs. E
Canuto que abandona a crença na promessa
de novos céus e nova terra que foram
trazidos por Jesus em nome de um reinado
de paz que ele estabeleceria custe o que
custar, morra quem tiver que morrer.
Asquelado e Canuto são dois homens em
conflito entre suas crenças e suas
percepções de mundo. Richard Weaver, no
seu livro As ideias têm consequências,
diz que o ser humano tem três níveis de
reflexão consciente. O primeiro e mais
básico é o nível dos pensamentos sobre
as atividades ordinárias. É como pensam
acerca das coisas cotidianas e as coisas
segundo ali os seus interesses. O
segundo nível é o seu conjunto de
crenças, as quais algumas podem ser
herança, enquanto outras fortidas ao
longo da vida. Asalado, por exemplo,
herdou a crença de sua mãe, mas forjou
uma crença cínica por causa do que
viveu. O terceiro nível é a avaliação
intuitiva acerca do valor das coisas
apresentadas pela realidade. É a forma
como nossas crenças avaliam de forma
subreptícia, né, interior ou intuitiva,
o que vivemos e o que une pessoa. Tanto
Ascalad como Canuto tinham homens que o
seguiam e acreditavam nos seus ideais.
Nossas crenças, consequentemente gerarão
ações e comportamentos. Se como canuto,
eu vejo a violência e creio que Deus
abandonou as suas criaturas, eu posso
adotar uma postura de me colocar no
lugar de Deus para fazer o que eu creio
que ele não fez ou não pode fazer. Se
como aselad eu não vejo a concretização
do que foi ensinado e a opressão dos
homens, eu posso levado a um ódio pela
humanidade e uma postura utilitarista em
relação a tudo isso. É por isso que é
tão marcante na primeira temporada
quando o Asquelado viu um homem rico
bater na sua escrava. Vendo isso, ele
diz: "O escravo do dinheiro segura o
chicote para que possa agir como se
possuísse um escravo comprado com seu
dinheiro." Mas ele não está ciente de
uma coisa. A verdade é que todos nós
somos escravos de algo. Ao decorrer da
primeira temporada, vemos tipos de
escravidão. Escravidão aos homens,
escravidão ao dinheiro, à violência, ao
poder, aos ideais religiosos, ao
orgulho. A verdade é que somos escravos
de nossas crenças, [música] sejam elas
quais forem. Tá, Iago, mas mas cadê o
torfen disso tudo? Você que a história,
né? História de vingança, pô. Cadê? Cadê
esse menino? Torfin será moldado por
tudo que foi apresentado. A primeira
temporada começa com seu pai, um
guerreiro mais forte de Asquelad,
rejeitando a pregressa vida de
violência. O primeiro conflito acontece
quando ele salva um escravo da morte, o
nutre, o compra de seu dono para poder
libertá-lo. E ele paga com seis ou oito
ovelhas, algo que numa terra gélida
seria um custo altíssimo por qualquer
coisa, ainda mais por um escravo.
Enquanto criança, Torfin não consegue
ainda compreender porque que o pai se
comportava daquele jeito. Quando ele é
morto, Torfin se torna um escravo da
vingança. Tudo que ele faz, treina e
vive, tem como catalisador a raiva pelo
pai ter morrido, o desejo de vingança
direcionado a escalado. Na primeira
temporada, Hoffin caminha numa jornada
de maturidade e conflito entre as
crenças e a realidade. Da mesma forma
que Ascalada e Canup. Ele possuía
pensamentos herdados do pai, mas não
sabia como aplicá-los porque as
circunstâncias pareciam pedir outras
respostas. Ele passou a ver aquilo que
falou. Ele viu várias formas de
escravidão. Ele percebeu em si mesmo a
escravidão, a violência e a vingança. É
por isso que na segunda temporada ele
muda tanto a ponto de Leif, o velhinho
carismático e cheio de histórias,
perceber essa mudança gritante nele. Ele
aceita se conformar a escravidão na
fazenda de Ketil, porque ele conseguiu
conciliar nisso tanto o que aprendeu de
seu pai, que a violência só gera mais
violência, como o que aprendeu de
Asquelado, que todos somos escravos de
alguma coisa. Restaria apenas saber de
quê. Torfin encontra ali uma forma de
viver, evitando como pode a violência,
mesmo aquela que os servos livres, que
eram encarregados da segurança da
fazenda, faziam contra os escravos. É
ali na fazenda que ele tem contato com o
evangelho. A personagem Cobra, um dos
capatazes de Ketil, tem o hábito de ler
a Bíblia para Sverkel, pai de Ktil.
Trofin se habitua a ouvir a narração
bíblica de cobra e isso faz ponderar
sobre suas crenças. Embora não haja nada
que evidencie uma espécie de conversão
ao cristianismo ali, certamente o que
ele ouviu o impactou profundamente, o
influenciou nas suas convicções. No
anime a gente vê explicitamente a
citação de um trecho do sermão do monte,
que diz o seguinte: "Vocês ouviram o que
foi dito: "Ame o seu próximo e odeie o
seu inimigo". Eu, porém, lhes digo:
"Amem os seus inimigos e orem pelos que
perseguem vocês para demonstrarem que
são filhos do pai de vocês que está nos
céus. Porque ele faz o sol nascer sobre
os maus e bons e vir chuvas sobre justos
e injustos. Por se vocês amam aqueles
que os amam, que recompensa terão? Os
publicanos também não fazem o mesmo.
Torfen correlaciona isso com o que
aprendeu do seu pai ao lembrar que ele
lhe dizia várias vezes: "Não temos
inimigos". Muitos de vocês pediram que
eu falasse desse anime por causa das
influências cristãs nele. E de fato há
várias menções do ao cristianismo e a
Bíblia aqui. Mas nós não vemos Torfin
confessar Jesus como seu Senhor e
Salvador. Mas mesmo assim ele abandona a
vida de violência por completo. Mesmo
quando é pressionado, ele só se defende.
Mesmo diante do Rei Canuto, que
pretendia atacar a fazenda de Keteu,
Torfin não o ataca de volta, mas vai ao
seu encontro para convencê-lo
pacificamente a desistir do ataque.
Embora tudo isso seja positivo, isso não
é conversão em si. Qualquer pessoa pode
pegar princípios bíblicos e aplicá-los a
sua vida de uma forma que isso traga
mudanças positivas no seu comportamento,
na forma como ele vive, dá ele uma
melhor interação com o mundo. Afinal, é
Deus quem criou o mundo e a forma como
ele tá estruturado. O evangelho tem
implicações e práticas que conduzem a
pessoa que a adota a viver bem no mundo
que Deus criou, embora esse mundo ainda
seja maculado pelo pecado, aguardando
redenção. Logo é innegável ver os
efeitos práticos daquilo que o evangelho
ensina. O evangelho primordialmente
salva, mas o seu impacto transforma
culturas. É positivo ver tais mudanças.
Afinal, se alguém abandona uma vida de
violência extrema, isso é a graça comum
de Deus, contendo o mal na vida daquela
pessoa ou na mesmo naquela cultura.
Afinal, ele é o Deus que dá chuva para
justos e injustos. Em nossos dias, a
gente pode observar em muitos lugares o
fenômeno de um cristianismo cultural,
que é justamente uma sociedade que vive
os efeitos da transformação do evangelho
sem confessar Jesus diretamente. Na
Europa e nos Estados Unidos, muitas
pessoas não são declaradamente cristãs,
mas vivem de acordo com valores de
bondade, generosidade, retidão, que são
retirados do cristianismo. Não dá para
dizer que isso vai trazer salvação para
quem quer que seja, que eles vão ser
salvas da morte pra vida. Porque sem ser
discípulo de Jesus, você não tem como
ser uma pessoa convertida, salva, que
vai ir pro reino dos céus. Ser crentes é
ser uma nova criatura que confessa Jesus
como seu Senhor e Salvador. Ser
convertido faz com que sejamos
transformados em pessoas melhores. Mas a
nova criatura é muito mais do que isso.
Não é alguém que admira Jesus, é alguém
que adora Jesus. Esse cristianismo
cultural também pode ter consequências
negativas de uma deturpação do
cristianismo em nome da sua relevância
cultural. Mesmo assim, a boa influência
da pregação cristã pode gerar
transformação no comportamento.
Transformações que são muito positivas.
Em Vila de Saga. É por causa da
influência cristã, dos ensinos do seu
pai e de suas experiências de mudança,
que Torfin consegue vencer seus traumas,
principalmente o peso de ter que
carregar tantas mortes, sendo ainda tão
jovem. Ele decide, assim como seu pai,
não só abandonar uma vida de violência,
mas promover uma vida de paz. Ele
aprendeu com seu passado traumático, mas
não deixou que os mortos o puxassem de
volta ao mar de sangue e violência.
Assim ele se transforma. Essa grande
transformação não é instantânea. Tofin,
que antes era um escravo inconsequente
da vingança e da violência, mesmo
abandonando esta vida, ainda era escravo
de algo, de seus traumas e de seu
passado. A escravidão explícita e a
subserviência de Torfinana Ketil
simbolizam essa escravidão dele ao seu
passado traumático. É somente quando ele
percebe que não pode desfazer o seu
passado, mas pode mudar e ser um agente
de transformação do mundo contra a
violência, que ele quebra as algemas do
trauma que o assenhorava. A Bíblia
também nos ensina que somos escravos de
alguma coisa. Ou somos escravos do
pecado ou somos escravos da justiça. Não
há meio termo. Fora do Senhor procuramos
liberdade no dinheiro, no sexo, na
estética e cada vez nos tornamos
escravos daquilo que pensamos que
possuímos. No Senhor, nós nos submetemos
ao seu senhorio, mas não somos tratados
como escravos. Como Paulo ensina, vocês
não receberam um espírito de escravidão
para viverem outra vez atemorizados, mas
receberam o espírito de adoção, por meio
do qual clamamos: "Aba, pai". A verdade
bíblica é que por causa do amor de
Cristo derramado na cruz, nós
encontramos liberdade em servir ao nosso
Senhor e Pai. Em Cristo, recebemos o
Espírito Santo que nos capacita a vencer
nossos pecados e não nos entregar aos
prazeres ou a coisas passageiras. No
Senhor temos consolo, temos a razão e a
motivação para que nossos traumas não
definam quem somos, nem nos escravizem.
Quer sejam traumas de sofrimento e
abusos que podemos ter sofrido, quer
sejam traumas por causa de uma vida de
pecado, quem está em Cristo é uma nova
criatura. Quem está em Cristo foi salvo
para uma nova vida que vive presente com
olhos nos novos céus e na nova terra.
Villand era uma terra almejada de paz e
livre de escravidão e de violência. E de
fato existiram empreitadas marítimas em
busca dessa terra. Conforme as
navegações ficam se expandindo, vanda,
terra das vinhas se revelou será
América. A verdade é que todo ser humano
busca um paraíso. Mesmo aqueles que não
creem numa vida após a morte, tentam
viver esse paraíso aqui e agora, de
acordo com que suas crenças dizem que é
o ideal de alegria, satisfação e
deleite. Alguns homens se entregam aos
prazeres, outros creem que o paraíso é
somente espiritual e que o alcançaremos
por meio da meditação. Outros tentam se
colocar no lugar de Deus e estabelecer o
seu próprio paraíso. Cuidado, eles
costumam seus piores. Mas em Cristo, nós
cremos que um dia essa própria terra em
que vivemos será restaurada e
glorificada. Todos almejam o paraíso
porque fomos feitos para Deus e perdemos
o relacionamento com ele por causa do
pecado. Mas em Cristo podemos entrar no
reino do qual ele já é Senhor.
Aguardamos o dia da sua volta. O dia em
que ele chamará para si todos os que
creram em seu nome. O dia em que os céus
se abrirão e ele instaurará o seu reino
em definitivo e nós habitaremos com ele
para todo o sempre nessa terra. Nós
cristãos também estamos na nossa saga,
mas nossa habitação de paz não é
alcançada por nosso mérito ou esforço.
Ela é trazida a nós. Ela nos é dada por
graça. Nós buscamos a cidade que há de
vir. E enquanto buscamos clamamos:
Maranata, ora vem, Senhor Jesus. Ele nos
livrará de toda a escravidão, de toda a
violência e de toda a morte. E então
viveremos com ele para sempre em uma
terra de paz e livre de toda e qualquer
escravidão. E você assistiu o Vilante de
saga? Que eles sonhos existiram para sua
vida também. Não deixa de usar o nosso
cupom Jesus lá na Grove Suplementos,
além de se inscrever no canal e assinar
as notificações para ficar sabendo
sempre que houver vídeo novo. Gostei aí
se você gosta desse tipo de vídeo também
e comenta aí embaixo. Vamos deixar o
debate sempre aceso e feliz aqui no
canal. Um cheiro no seu cangote e até a
próxima. M.

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