Davar Live – 06/02
07/02/2026
– Canal Davar
twitter – @rolnei
instagram – rolneibt
Fonte: Davar – Religião e Opinião
Legendas automáticas:
Fala pessoal, boa noite. Eu nem sei se alguém vai acabar assistindo essa transmissão, né? A gente tinha marcado o horário às 8:30, já são 15 pras 9. Eu tô em outro computador, tô voltando de férias, basicamente, né? Eu não sei nem se vocês estão me ouvindo bem. Espero que sim. Eh, e é isso, gente. Eu tô trabalhando muito nesse nesse final de ano e começo de ano e acabei usando o meu computador para fazer outras coisas e aí meu computador não tá disponível para eu entrar em live e aí ficou tudo muito bagunçado. Eu achei que ia entrar com outro computador bem tranquilinho, mas não foi tranquilo, foi bem complicado. Mas é isso, gente. Eh, eu não consigo ver também, eu vejo o chat aqui, mas também não tô vendo nenhuma outra outra ferramenta aqui para saber se tem alguém acompanhando, se se tem mais alguém além de quem tá aqui no chat, né? Mas tá, conseguimos, conseguimos entrar, começamos a a transmissão, né? Eh, como que foi o fim de ano aí de vocês? Deu tudo certo? Meu fim de ano foi meio difícil, mas agora tá tudo bem. essa live ainda, gente, eu vim falar com vocês, conversar com vocês, voltar a atividade, mas eu também não tenho uma coisa específica para falar. Eu não sei se a gente vai ter muita coisa aqui, né? A gente vai só dar um alô, talvez dar um alô aqui, conversar um pouquinho e aí a gente desliga aí se tiver se tiver se não tiver muito mais assunto, tá bom? Bom, eh, esse, esses tempos, como tava falando, muito trabalho. Eu tava com alguns vídeos para colocar e editados das nossas lives. Tô com uma fila de vídeos, alguns já tão até editados, mas não consegui parar para ter tempo de fazer uma thumbnail, ativar lá as configurações do YouTube e tal para pro vídeo entrar no ar. Então, para vocês verem o jeito que estão as coisas, né? Mas daqui a pouquinho acaba esse trabalho, aí volta tudo mais ao normal, né? E como eu sou freelancer, as coisas são assim, tem épocas de maluquí de trabalho, tem épocas mais tranquilas. O bom, boa noite aí pro Carlos Muniz, boa noite pro José Lima falando que tá ouvindo bem. Ótimo, maravilha. Porque normalmente o nosso problema é o som, né? O o problema hoje foi todos os outros, né? A Lucilene também, boa noite. Senti falta. Bom estar de volta. É, gente, olha, para vocês terem ideia, né? Em janeiro eu nem queria, eu nem tinha intenção de tirar férias do canal. Mas aí janeiro, férias da minha esposa, férias dos sobrinhos. Aí um fim de semana os sobrinhos estava em casa, tava difícil de de parar e abrir uma live. Depois tinha um outro amigo meu que tava em casa e aí foi indo. Eu falei: "Ah, bom, acho que janeiro a gente vai a gente não vai ter lives, né?" Mas que bom que a gente voltou aqui eh as nossas lives. Eu tava sentindo falta também de conversar com vocês. E aí eu queria perguntar para vocês, pra gente ver se a gente tira algum assunto pra gente poder conversar, né? Eh, o que que nesses últimos tempos tem chamado a atenção de vocês? O que que nesses últimos tempos tem intrigado vocês? Vocês têm alguma coisa teológica ou não teológica que vocês eh que tem ocupado a mente de vocês ultimamente? Algum assunto que te deixa deixou vocês meio perplexos, com medo ou felizes, esperançosos, apreensivos? Como anda a cabeça de vocês em relação ao que anda acontecendo no mundo? Aí aqui a a Lucilene falando, é, sentir falta. Bom estar de volta. Pois é, Lucilene, bom estar de volta mesmo. E o José Lima falando: "Som ótimo, que bom que voltou, hein". Eh, eu vou deixar, eu tô com um outro computador que eu já deixei agora configurado. Aí eu acho que vai ser mais fácil as nossas lives que virão, porque enquanto o meu computador ainda não tiver disponível, porque para esse trabalho que eu tô fazendo, eu rearranjei tudo aqui. Então, eu vou trabalhar com esse. O som parece tá funcionando nesse, né? Então, tá bom. Bom, gente, esse fim de ano, esse esse começo de ano parece ser um começo de ano meio confuso, né? O mundo parece confuso. A gente tá vivendo uma época de muita muita instabilidade. O mundo anda muito instável. Então, tem guerras acontecendo que fazia algum tempo que a gente não ouvia falar de guerra, não, não tinha tantas guerras. pelo menos guerras que são do nosso radar aqui, né? Porque guerra nunca deixou de ter guerra, né? Por exemplo, uma que o pessoal tá comentando muito agora é a guerra que tá que tem no Sudão. Sudão é um país da África que tá tendo uma guerra com muita gente morrendo, mas como a gente é ocidental, como a gente tá mais ligado ali à Europa e Estados Unidos, a gente acaba não ouvindo falar muito dessas outras coisas. E aí às vezes parece que tá tudo bem no mundo, mas não está. E agora que parece que não está tudo bem, tem mais coisas ainda acontecendo que a gente não que não tá no nosso radar aí, né? E eu tenho visto muitos debates de pessoas sobre essas guerras, sobre questão agora da Palestina, né, que a gente teve um cessar fogo, mas eh Israel voltou a atacar de novo. Eu não sei exatamente qual é a justificativa. Não sei exatamente o que que o por que o conflito parece tá voltando, né? O Carlos Muniz falou: "Ah, Nigéria também". É, eu sei que tem Nigéria, Burkinafasso. Eh, eu acho que a guerra do Sudão, ela também se estende pro Sudão do Sul e pro X ali na África. Eu sei que assim, existem países que estão quase constantemente em guerra, tem muita instabilidade, principalmente esses países mais ali da do norte da África e tal, mas eh parece que agora tá tendo uma onda mais forte ainda, né? Eh, estamos vivendo o mundo imperialista novamente. Não acho disso aqui o José Lima. Minha perspectiva sempre cai na escatologia, diz aqui a Lucilene. Então, José, o o que eu vejo o pessoal comentando é que querse voltar a uma ordem mundial onde os Estados Unidos cuida da América, a Rússia cuida ali do leste europeu e e agora a China cuida ali daquela região do do do sudeste asiático ali. a China como um novo player nesse nesse nesse novo esquema, né? Deixa eu só tirar meu som aqui do celular, mas é o que eu ouço as pessoas falarem, a gente voltou para um período onde cada um mais forte de uma região manda em todos os vizinhos, né, que era uma coisa que não tava muito acontecendo. Eh, a gente estava numa época mais de de todos os países estarem mais conectados e assim a gente vai entender depois porque a gente tá no meio da história, mas o fato é, a gente tá num período em que está terminando um período histórico e que tá começando outro. Qual o período que tá terminando? Eu tô vendo gente falar que é o período em que você tinha um mundo muito conectado as cadeias de produção, essas coisas e tal. E agora o mundo vai tá menos conectado com do que antes, né? Eh, a questão das tarifas do Trump fez as pessoas perceberem que elas não podem confiar nessa cadeia de produção e tal. Então, eu tô sendo meio técnico aqui também, nem é a minha área, falando só o que que eu ouço falar. Mas a Lucilene comenta aqui que a perspectiva dela é sempre escatológica, né? sempre apontando para as profecias do fim do final dos tempos. E ela fala: "O Irão é uma das cabeças da besta do apocalipse no meu entendimento". Olha, Lucilene, é muito difícil quando a gente comenta sobre o que que é exatamente eh esses detalhes de profecias escatológicas, porque a gente tá sempre mudando e assim, a gente olha o nosso momento, a gente não sabe se as coisas que parecem estar indo para um lado, se elas vão realmente para aquele lado, né? Então, às vezes a gente tá vendo que não, estamos entrando numa fase que vai ser assim e não, não vai ser assim, vai ser outra coisa. Eh, então essas coisas de profecia são muito difíceis, principalmente quando a gente aponta países específicos como sendo cumpridores de profecias específicas, né? Eh, eu já ouvi falar do não o Irã especificamente, mas o islã como um todo, sendo parte da profecia de Daniel 11. Daniel 11 fala do reino do norte, reino do sul. Só um segundinho, tá ouvindo muito barulho. Eu acho que vocês devem estar ouvindo também. Acho que melhorou, né? Pronto. Tá mais bonitinho o nosso cenário aqui. O que acontece? O livro de Daniel vai falar do final dos tempos. Eh, o povo de Deus vai est sob o domínio de duas grandes forças, duas grandes forças que historicamente se opõem, que tem uma relação conturbada, mas que no finalzinho dos tempos vai se unir contra o povo de Deus. Eh, o o livro de de Daniel é um livro que fala muito de escatologia, fala sobre os o final dos tempos. Ele tem um um enredo que se repete nos capítulos, que é basicamente você tem o povo de Deus e o povo opressor, normalmente representado por eh Jerusalém e Babilônia, duas cidades que representam essas duas forças, esses dois povos. essas duas ideias e o povo de Deus é oprimido pelo povo opressor. Há um ponto que parece que o opressor vai destruir o povo de Deus, mas no final do do no finalzinho ali do segundo tempo, quando tudo parece perdido, acontece algum milagre e o povo de Deus é salvo. Então, esse enredo ele se repete eh basicamente em todos os capítulos do livro de Daniel. Então, no capítulo um, Daniel parece que vai, o povo de Deus parece que vai desaparecer por causa da invasão de Babilônia, Jerusalém, né, e Daniel levado e tal. E no final há uma resistência, não, eu não vou comer da comida do rei. E há um milagre. ele f ele, apesar dele não comer as iguarias do rei, ele vai comer só e salada e água, basicamente, e ele fica mais forte, mais inteligente do que os outros, né? Eh, esse essa ideia vai se repetindo. Então, eh, o capítulo dois, que fala da história da estátua, que representa a história do mundo. Eh, esses reinos oprimem esse povo de Deus, mas no final uma pedra que é cortada assim ao cío de mãos humanas vem e destrói o a a estátua. Então, a gente tem basicamente sempre essa ideia. O povo de Deus ou essa ideia de povo de Deus às vezes não é necessariamente literalmente um povo, né? Às vezes é Daniel representando essa ideia do da daquele que é fiel a Deus. Ele é oprimido por um perverso que tá quer tomar o lugar de Deus, mas Deus o salva com um milagre no final da história, né? Eh, o capítulo 11 vai ser uma extensão do capítulo 10. E ele também vai ter uma dinâmica parecida. O povo de Deus tá sendo oprimido por essas duas nações que tem uma relação conturbada, que é chamada no capítulo 11 lá de Daniel como o reino do norte e o reino do sul. Normalmente na na linguagem bíblica, reino do norte e reino do sul se refere a Babilônia e Egito, porque a Babilônia costuma atacar pelo norte de Israel e o Egito pelo sul. Eh, então a ideia de Babilônia e a ideia de Egito, os dois povos, aliás, que Israel foi cativo, né, foi cativo na na no Egito e também foi cativo na Babilônia. Eh, e esses povos eles se juntam no final dos tempos e eles se tornam um grande opressor, mas no final algum milagre vai acontecer e Deus vai salvar o povo. Vai ser instituído esse reino que é anunciado desde lá do capítulo dois, essa pedra que é cortada sem auxílio de mãos humanos, o filho do homem que vem nas nuvens dos céus lá no capítulo 7. Então, eh, existe uma intervenção direta, sobrenatural, divina, no final dos tempos, que vai interromper esse ciclo de opressão contra o povo de Deus. O povo de Deus que já não é mais necessariamente apenas o o os judeus que estão lá na Babilônia, né? a ideia de povo de Deus se estende e aí olhando ainda mais da perspectiva do Novo Testamento, né, se estende muito mais e se torna uma outra coisa. Então vocês vem, né, eh, dentro dessa perspectiva, o que seria essa Babilônia e Egito do final dos tempos, esse reino do norte e reino do sul, né? Eh, antes de continuar, só ver as mensagens aqui, o Carlos vai falar: "É um caso de relevância profética". A Assíria, por exemplo, foi maior do que certos anos ganhou e ganhou o sentido simbólico como o Egito. O Islã não tem essa alta relevância. Daniel, é difícil de entender por não ter um ponto de partida. Claro. Isso, Carlos. Eh, eh, eu não tô defendendo necessariamente essa interpretação de Daniel 11. Eh, mas eu sempre acho interessante essas perspectivas diferentes, né? Então, o que seria esse reino do norte e reino do sul, de acordo com algumas pessoas que eu já ouvi falar? Eu não sei nem dizer aqui um o nome de um de um teólogo, de um estudioso famoso. Eu não sei nem se existe essa teoria formulada muito formalmente, academicamente, mas o que que seria o povo de Deus, que é o povo de Deus em todas as épocas, ele foi oprimido, ele foi oprimido na era moderna, principalmente isso falando depois do livro de Daniel, a gente tem esse povo de Deus sendo oprimido pelo Islã. E a gente tem o povo de Deus sendo oprimido pelo próprio cristianismo, né? Se você segue uma interpretação de Apocalipse e Daniel, você tem uma ideia de a igreja medieval que junta o poder político e religioso persegue o povo de Deus. Então, de acordo com essa perspectiva, o reino do norte e o reino do sul representariam o islã e o cristianismo apostatado, o cristianismo perseguidor. Eh, e é claro, né, também não representa o Islã, todo o Islã, mas representaria essa parte do Islã que é perseguidor, né? Eu não sei. É muito difícil, como eu tava falando, a gente dar nome aos bois para essas profecias, porque elas elas vão apresentar umas perspectivas que, do nosso ponto de vista hoje da história podem mudar muito rapidamente. A gente não sabe exatamente para onde vai e tal. Então, o capítulo 11, né, dentro do adventismo, por exemplo, né, eu sou adventista, mas o capítulo 11 é uma das profecias que estão meio que em aberto, não tem uma uma interpretação oficial fechada sobre o que que significa esse capítulo 11, o reino do norte do sul, o que que significa os eventos que são contados ali na história. Eh, eu já vi teólogos e pastores que que não são necessariamente teólogos acadêmicos especulando sobre isso. Eu nunca vi nada que me satisfizesse muito, né? Mas tá aí uma coisa interessante, né? Eh, Daniel 11 parece de alguma forma apontar pro final dos tempos, porque o final desse conflito é o final dos tempos, né? O o capítulo 12 vai concluir essa ideia toda e com aquele verso famoso, né? Eh, preste atenção, Daniel. Escreve o que que eu tô te falando e sela essa palavra eh para o fim. Essa palavra pro final dos tempos, né? Muitos andarão de um lado para o outro e a ciência vai se multiplicar. E aí o pessoal entende: "Não, tá vendo a tecnologia aumentando? É a cumprimento da da profecia de Daniel." Não necessariamente, né? Essa ciência se multiplicar é a ideia do conhecimento e é o conhecimento sobre o livro, né? Então você guarda esse livro, sela ele pro final dos tempos, que no final dos tempos as pessoas vão andar de um lado pro outro, elas vão procurar esse conhecimento e esse conhecimento vai se multiplicar. Conhecimento sobre o livro de Daniel, né? Eh, aí a Lucilene comenta: "Tá em Daniel o urso com três costelas na boca. Na mulher foi tirada da costela do homem. É muito forte essa simbologia. Os fatos atuais no Irã são revoltantes. Então, é, então a a a eu gosto de olhar para essas profecias vendo, não só tentando adivinhar o que que elas querem dizer no futuro, mas como você falou, vê essas profecias na perspectiva da própria simbologia bíblica, né? A ideia das costelas do urso com as três costelas na boca, né? Que é Daniel capítulo eh 7. Não é isso? Eh, e a ideia de costela no no texto bíblico, representando a mulher, a metade do homem, esse urso, ele também ele tem um lado que é mais forte do que o outro. Ele se levanta por um lado, eh, só que esse lado que ele se levantou primeiro, ele se torna mais baixo, o lado que sobe depois se torna mais forte. Então, tem uma ideia de contraparte que tá relacionado com a ideia de costela de homem e mulher também no texto bíblico, que a mulher é criada depois como ápice da criação, mas depois da queda, tipo, eh, tem toda a a maldição do pecado e aí a mulher acaba servindo o homem, que é uma consequência do mal. Eh, a gente pode falar até falar sobre isso depois, né? eh, que não necessariamente significa que é o plano de Deus, que a mulher sirva o homem, mas é uma uma maldição do pecado e que não necessariamente precisa ser seguida, né? Mas eh eu acho interessante fazer essas relações, as duas partes desse urso relacionados com a ideia de costela e homem e mulher, né? O que é a origem? Eh, e o que veio primeiro, eh, e tem um outro que se sobrepõe a ele e tal, tem todas essas ideias. Eu acho bem legal, né? Aí sobre o Irã, o Irã é complexo, né? Eu, voltando aqui a à questão, eu não sou analista político nem nada, né? Mas eu não sei o que vai acontecer no Irã, ninguém sabe. Eh, existem aí especulações de pessoas que conhecem mais o assunto. O Irã é um país complexo porque é um país muçulmano, mas não é um país árabe. Eh, eles têm toda uma uma um orgulho de um passado que é pagão, mas ao mesmo tempo eles são islâmicos e muito religiosos. Então, é toda uma relação complexa lá. Eh, me parece que as pessoas são mais secularizadas do que parece no Irã, só que o regime é muito religioso e muito autoritário. Então, tem essa tensão aí entre as pessoas não quererem seguir aquela religiosidade que é imposta, mas o poder já tá estabelecido. Como se derruba um poder que já tá estabelecido, né? É a grande questão, não é só sair nas ruas e protestar que aí o presidente, o o o chefe, líder lá do do Irã vai falar: "Não, tudo bem, eu vou embora. Pode ficar com o país." Infelizmente a perspectiva é que ainda tenha muita, muita matança, né? Esse tipo de coisa é muito difícil, muito difícil. Esse é um dos motivos pelo qual eu acho que existem duas coisas que podem ser muito boas, que é religião. Pode ser uma coisa excelente, religião pode ser uma coisa péssima, mas pode ser uma coisa excelente. E política pode ser uma coisa muito boa, duas coisas que podem, tem o potencial de mudar a vida das pessoas positivamente. Mas quando essas duas coisas se juntam, quando a política usa a religião para legitimar o seu poder e quando a religião usa a política para estender o seu poder além dos seus domínios, não tem como dar bom isso sempre dá ruim, né? Talvez eh o o exemplo que a gente possa dizer que deu bom é só na época de Moisés, quando era o próprio Deus que guiava o povo de Israel. E mesmo assim, mais para frente, eles se desviam disso e tudo vai descambar. Então, política e religião são duas coisas que para mim, eu sei que tem gente que discorda, mas para mim são coisas que quando se juntam necessariamente se tornam um problema, se tornam uma coisa terrível, né? de uma forma ou de outra. Essa é com certeza a perspectiva do livro de Daniel e essa é também com certeza a perspectiva do livro de Apocalipse, né? Então, no final dos tempos, o que esses dois livros parecem apontar, e eu vou incluir aí também o sermão profético de Jesus lá em Mateus 24, é que o final dos tempos vai ser marcado por um poder político religioso que oprime e persegue, que parece bonzinho, mas não é. como diz lá no livro de Apocalipse, é um cordeiro que ele ele ele tem aparência de cordeiro, mas ele fala como dragão, né? Eh, essa aparência dupla, ele parece uma coisa, essa essa identidade dupla, ele parece uma coisa, mas ele é outra. Ele parece falar em nome de Deus, mas ele tem propósitos que são bem diferentes de Deus. Ele quer tomar o lugar de Deus, não é verdade? Eh, isso é uma descrição muito interessante do resultado do da da junção do poder político e religioso, né, que o livro de Apocalipse e Daniel apontam pro final dos tempos eh um poder desse ser estabelecer. Então, pois é, Lucilene, é complexo. Não é só quando o Islã se torna poder, com quando o cristianismo também se torna poder. Eh, se a minha religião se tornasse o poder estabelecido, eu tenho certeza que ia se corromper, independente do do da da questão, né? a relação entre política, ela é muito complexa, porque por um lado esse poder que se legitima um no outro é muito extremamente perigoso, mas por outro lado, pessoas religiosas elas têm a sua vida política e as pessoas que são políticas elas também têm a sua religiosidade. Então, até certo ponto, é muito, não dá para separar uma coisa da outra, entende? Porque as pessoas tm, as pessoas não conseguem separar sua ideia pessoal das coisas quando elas estão agindo. Então, os políticos, quando eles agem, eles estão pondo em prática a perspectiva religiosa deles, mesmo que não intencionalmente. Eh, e ao mesmo tempo, as pessoas que são religiosas, elas também agem politicamente, né? E quando eu digo agir politicamente, elas também se organizam na sociedade, elas também exercem poder. Poder não sentido necessariamente negativo aqui, mas política, religião, é impossível elas não se misturarem de uma certa maneira, mas por outro lado, a pior coisa possível é quando elas se misturam com uma certa combinação, que é essa legitimação mútua de poder. Porque aí o que acontece, eh, quando o poder estabelecido precisa ser questionado, você dá uma roupagem religiosa e fala: "Olha, você não pode questionar Deus e essa pessoa é uma pessoa enviada por Deus. E aí, como faz?" Então, aí acabou, aí não tem conversa. Aí é aí o o poder político tomou conta, entende? O Jusalima fala, a Bíblia dá uma explicação sobre esses conflitos com diz: "De onde vem as guerras e as prjas dentre vós? Vem da ganância humana, sem qualquer propósito." Interessante, né? Eu nem lembro deonde é esse texto aí, José Linho, mas a ganância, a ganância humana e tal, essa ideia do homem querer se tornar maior, esse é um tema bem interessante também, outro tema bíblico, porque é meio que de onde se originam muitos problemas, né? Eh, o próprio dinheiro que a a vida dedicada ao dinheiro que Jesus fala tão mal também tá relacionado a isso. O dinheiro não é apenas um monte de ouro brilhante. O dinheiro também é uma é um acúmulo de poder. Você exerce poder. Então, o homem querer ter poder para agir sobre os outros, para querer aumentar, é o tema. É um tema importante na Bíblia. E a gente vai voltar com uma coisa que a gente já falou, é um tema que aparece desde lá de Gênesis. Vocês lembram de uma nação em Gênesis que queria subir até o Altíssimo e se tornar tornar o seu nome grande, né? E aí o que que eles fazem? Eles fazem uma grande construção, eles fazem uma grande obra, eles constróem uma grande coisa que é uma torre. E essa torre é chamada de Babel, que é as portas de Deus, né? Muita gente fala: "Ah, Babel é grande confusão, né? Não é Balel que é confusão, mas existe um jogo de palavras, né? Foi chamado de Babel porque causou uma balel, uma confusão. Mas a palavra Babel, existe uma uma discussão etimológica também que ela não é tão clara, mas o que mais se aproxima é a ideia de portões de Deus. Então, o que que é a ideia de Babel? Nós vamos fazer uma uma grande torre para chegar aos portões de Deus. Isso, a ideia de dominar os portões é uma referência a uma estratégia bélica do mundo antigo. As cidades muradas, como você eh domina uma cidade murada? Porque você não vai derrubar o muro delas, né? Eh, a ideia de Jericó de você derrubar os muros com uma trombeta é uma ideia muito forte, porque uma ideia, uma cidade fortificado com muros, não tem como você entrar, você não tem canhão, não tem helicóptero, você eu vi aquele muro, é uma barreira física intransponível. Então, qual que era a grande estratégia? A ideia de sitiar a cidade, você sitia a cidade, você domina os portões da cidade, ninguém entra, ninguém sai e aí você domina a cidade pela fome, pela falta de mantimentos. Então, dominando a cidade, os portões da cidade, você domina a cidade e você se torna o senhor daquela cidade. Então, a ideia de Babel seria mais ou menos isso. Eu quero dominar os portões de Deus, porque eu quero tomar o lugar de Deus. Eu quero dominar o lugar onde Deus tá assentado. Eh, essa ideia é muito forte, porque tem a ideia do homem se engrandecendo, querendo tomar o lugar de Deus. E a palavra Babel ou Babel no hebraico, ela é o nome dessa cidade que aparece lá em Gênesis 11, mas também é o nome da Babilônia. Babilônia e Babel são só duas vocalizações diferentes pra mesma palavra em hebraico, Babel, né? Eh, então Babilônia carrega em si essa conotação, entende? A ideia de Babilônia na Bíblia tá relacionado com a ideia do homem querendo tomar o lugar de Deus, querendo subir tomar o lugar de Deus. Por isso que no livro de Daniel existe essa oposição forte entre a ideia de Jerusalém e Babilônia. Jerusalém sendo eh representando a ideia daquele que adora a Deus, que louva a Deus, que teme a Deus, que se submete a Deus. E a Babilônia sendo a ideia daquele que quer dominar os portões de Deus, que quer tomar o lugar de Deus. Quando a gente pensa nisso, a gente vê essas ideias se relacionam muito no texto bíblico. Então, por exemplo, em Apocalipse você vai falar da grande Babilônia, mas na época que o apocalipse foi escrito, o Babilônia já não existia fazia tempo. Então, Apocalipse já se apropria de uma ideia que é só a ideia mesmo. Ele não tá se referindo literalmente à Babilônia. necessariamente é simbólica a ideia de Babilônia em Apocalipse. E quando a gente vê outros textos bíblicos, por exemplo, Isaías 14 ou é Isaías 12, tá? Será que eu me confundi? Deixa eu só ver aqui, eh, a profecia para o o rei da Babilônia, né? Aí esse mes Isaías 14. Bom, Isaías 14, que vai ser compreendido posteriormente numa tradição cristã, como se referindo ao próprio Satanás, não é à toa que existe essa tradição, porque esse texto tá se referindo ao rei da Babilônia, mas ele toca em símbolos que são muito profundos no texto bíblico. Ele fala desse rei como ele sendo a própria representação da ideia de Babilônia. Porque esse rei lá em Isaías 14, ele quer subir ao lugar do Altíssimo, tomar o lugar de Deus, né? Então, eh, ele quer subir demais, ele quer tomar o lugar de Deus, mas ele vai cair, ele vai cair assim de uma forma estrondosa. Todas as nações vão ficar espantadas com essa queda do rei da Babilônia. Então tem esse movimento da do do homem querer subir, se tornar o lugar, tomar o lugar de Deus, mas ele ao invés disso, ele cai profundamente, cai de um jeito assim estrondoso. E a gente tem no texto bíblico o movimento contrário também do próprio Deus que é que tá lá em cima, ele se diminui e se torna homem e no final ele é exaltado acima de todos novamente ele sobe. Então você vê dois movimentos que são opostos. O homem querendo subir e cai e Deus que desce, ele volta a ser exaltado de novo. Eh, são movimentos opostos com com uma intenção, porque ele quer dar caminhos opostos. Por isso, lá em Isaías 14, esse rei da Babilônia é entendido como sendo um símbolo para Lúcifer, o grande opositor, o grande eh Satan Ratan, o grande adversário, né? Um adversário do homem, um adversário de Deus. Essa ideia é a ideia daquele que quer subir e cair, né? Vocês veem esses símbolos bíblicos, eles se tocam quando a Bíblia tá falando de Babilônia, mesmo que ela esteja contando a história da cidade da Babilônia, ela não tá falando só sobre Babilônia. O símbolo de Babilônia também tá lá. Ele se soma a isso. Ele não consegue ser, você não consegue falar de Babilônia sem est fazendo referência implicitamente a todo esse conceito que carrega a Babilônia, né? Por isso que o essa tradução, como a gente estava falando, vai trazer a ideia de o rei da Babilônia sendo a ideia do próprio Satã, aquele que se opõe a Deus, né? Ele é aquele que quis subir, tomar o lugar de Deus, mas vai ser lançado no abismo, vai cair, né? Jesus fala da queda de Lúcifer, né? A ideia da queda de Lúcifera, uma queda estrondosa, pode ser, a gente pode pensar na referência da queda que acontece na rebelião, que tem nos céus, no início dos tempos, talvez, mas tem uma ideia de queda final, de ele ser totalmente destruído, cair num abismo profundo e desaparecer, né? Aí, eh, Lucilene fala, Nin Hod foi o construtor de Babel, né? foi o primeiro arquétipo do opositor. Eu não tenho certeza, viu, Lucilen? Eu sei que Lenin Rodrói do passado que é mencionado na Bíblia. Eu não sei se ser mencionado que ele é o o fundador de da Babilônia, mas tem uma discussão acadêmica sobre justamente esse esse Ninhod e esses outros heróis serem homens de grandes cidades, enquanto os heróis bíblicos são homens do campo, né? Existe essa essa teoria, digamos assim, até a ideia de Caim e Abel, Deus não aceita. Caim não é o ideal divino, mas Abel é justamente porque Abel é um homem do campo, ele ele cuida de ovelhas. Enquanto Caim é um agricultor, agricultura que é a fundação da civilização. Então tá ligada à ideia de da da civilização das grandes cidades e tal. Eu acho essa ideia que pode até ser interessante num sentido talvez simbólico também, na ideia de que eh a gente espera no final das contas o jardim, a gente quer voltar pro jardim, mas ao mesmo tempo também Jerusalém é sempre mencionado como uma cidade, mesmo quando ela quando se refere a Jerusalém no sentido simbólico, né, a Jerusalém do final dos tempos e tal, né, a Jerusalém do final do livro de Apocalipse. né? Também é uma cidade. Então, não sei até onde dá pra gente seguir essa linha aí, mas tem a a ideia, algumas cidades representam coisas, né? Jerusalém e Babilônia representam coisas, povos que representam coisas, né? Og e Magog representam o final dos tempos, principalmente dentro da a do pensamento judaico, mas também tem referências em Apocalipse. E assim, gente, o fato é, o texto bíblico vai se referir ao final dos tempos como um período conturbado, um período de confusão, um período de não só confusão política, mas confusão religiosa, porque essas duas coisas vão se misturar e vai dar muito ruim, né? Isso aparece, como eu tava falando, tanto em Daniel quanto em Apocalipse e também no sermão profético de Jesus, a ideia de pessoas usando eh pessoas que se mostram serem muito religiosas e espirituais, usando essa espiritualidade para enganar os outros. É uma ideia recorrente na Bíblia quando ela fala do final dos tempos. Eh, e vai ser um período de muitas guerras e opressões e fomes, né? Lá no no no sermão profético de Jesus fala que então vai se levantar nação contra nação e reino contra reino, né? E esse evangelho será levado para todo toda a terra e tal. E aí virá o fim. Então, o fim do mundo tá relacionado com o período conturbado. A visão bíblica de fim do mundo não é paz, é muita guerra, muita perseguição, muita morte, muita confusão. Você já não sabe direito quem é de Deus, quem não é. Eh, e no final Deus intervém. A grande intervenção sobrenatural divina vai ser num período mais conturbado, confuso da história da humanidade, né? Isso que é o que a Bíblia aponta. tem uma ideia que aí a gente pode terminar esse esse tema com essa ideia aqui que eu vou tentar falar agora assim sem ter visto os textos antes. Espero que dê certo. Em Apocalipse capítulo 16, existe uma figura aqui que é bem bizarra e que, como a gente estava falando, voltando aqui, em Apocalipse 16 tem uma figura que é muito bizarra e que tá relacionada com essa ideia que a gente disse de entender as profecias, não só como um desvendar, o que vai acontecer no no futuro, mas também com uma poesia de símbolos bíblicos. Ela ela faz referência a símbolos bíblicos para enriquecer ideias e para trazer conceitos também. Então, lá em Apocalipse capítulo 16, ele tá falando de três figuras: o dragão, a besta e o falso profeta, né? Esses três elementos vão aparecer também em Apocalipse 14. Esses elementos, esses três, eles têm coisas que se confundem com a história de Jesus, né? Então, por exemplo, vamos lá para Apocalipse 14, antes da gente voltar aqui pro 16 e ver essa ideia aqui. Aí eu gosto bastante disso daqui porque é um bom exemplo de do que que a Bíblia quer dizer sobre o final dos tempos. ser confuso. Vai ser um período confuso. Não confundi. É Apocalipse 13, viu, gente? O 14 é a conclusão dessa dessa história. Então, Apocalipse 13, ele tá falando também, vai falar de de três poderes aqui que são os mesmos, né? De Apocalipse 16, que ele é o dragão, a besta que vem do mar e a besta que vem da terra, né? ele vai chamar de falso profeta lá em Apocalipse 16. Eh, adoraram o dragão que deu a besta o seu poder e adoraram a besta dizendo: "Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela? Eh, quem é semelhante à besta?" Essa expressão é uma referência ao cântico de Moisés. Tem uma frase lá no cântico de Moisés que é: "Mik, morrailim Adonai, quem é? como tu és entre os deuses, ó Senhor. Então, essa exaltação aparece no final dos tempos, mas com sinal invertido, as pessoas exaltando o poder da besta que é dado pelo dragão. Isso aqui no verso 4ro, né, do de Apocalipse 3. No verso 3, ele vai dizer o seguinte, eu vou ler o a partir do verso um aqui. Apocalipse 13. Me pus sobre a areia do mar e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e 10 chifres. Sobre seus chifres, 10 diademas. Sobre suas cabeças, um nome de blasfêmia. E a E a besta que eu vi era, pera aí. E a besta que eu vi era semelhante ao leopardo. Seus pés como de urso, sua boca como de leão. O dragão lhe deu poder e o seu e o seu trono e grande poderil. Então vocês veem aqui é uma referência direto a Daniel. São todos aqueles animais que representam a história do do mundo, as grandes nações que dominaram o povo de Deus em Daniel, agora misturados nessa figura dessa besta, desse animal monstruoso. Eh, e o verso três, que é importante, vi uma das suas cabeças com ferida de morte, mas a sua chaga moral mortal foi curada e toda a terra se se maravilhou após a besta. Ou seja, ela morre, uma ferida de morte, mas ela ressuscita curada de uma ferida mortal. A morte e ressurreição. Pega esse elemento, né? Mikorabaimadonai. Quem é como tu é entre os deuses? outro elemento relacionado à besta. Eh, eh, aqui a o aqui no verso 11, o verso que eu tinha falado, vi subir da terra outra besta. Tinha dois chifres semelhanelhantes a de cordeiro, mas falava como dragão. Parce de cordeiro, mas fala como dragão. e faz exerce o poder da primeira besta na sua presença, faz com que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja cuja chaga mortal foi curada, fez grandes sinais e tal, né? Eh, eu tô tentando achar aqui o o que ele fala de quanto tempo essa besta age. Eu não tô achando aqui. Eh, é 42 meses. Deixa eu procurar aqui porque isso daqui é interessante a gente ver. Achei verso 5, que era o verso seguinte do que a gente tá vendo. Falando da besta. Então, verso 5 de Apocalipse 13. foi-lhe dado uma boca para proferir grandes blasfêmias. Deu-se lhe poder para agir por 42 meses. 42 meses, 3 anos e meio. Então, quando a gente junta essas coisas, um poder que age por qu por 3 anos e meio, morre e ressuscita, é exaltado acima de todos, quem é como ele e tal. Está vendo que tem várias coisas que são referentes a Jesus, a história de Jesus, ao ministério de Jesus que durou 3 anos e meio, a morte e ressurreição, agora estão associadas à besta, a à aparência de cordeiro, o chifre de cordeiro. Eh, mas ela não é o que parece. Ela ela imita, alguns vão falar que eles são uma paródia do Pai, do Filho e do Espírito Santo, esses três poderes diabólicos do final dos tempos. E aí a gente chega aqui em Apocalipse 16, um pouquinho depois, e a gente vai ver o que que é o elemento que eu tava falando aqui, que é interessante, que é lá no verso 13. Da boca do grande dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta, vi sair três espíritos imundos semelhantes a rãs, porque são espíritos de demônios que, fazendo milagres, vão ao encontro dos reis da terra e de todo o mundo para congregar para a batalha daquele grande dia do Deus todo- poderoso, né? Eh, a Ran, vocês lembram da Rã em em que episódio da Bíblia? Vocês lembram da rã ser mencionada em algum momento na Bíblia, né? A Bíblia, eh, alguma coisa que tá relacionado à história do povo de Israel que tem rãs. Vocês lembram disso? Quando as rãs aparecem na Bíblia, eh, tem um delay aqui, então não vou ficar esperando a resposta de vocês no chat, tá? As rãs aparecem nas pragas do Egito. E o que que essas rãs t de especial? Vocês lembram que os magos do Egito, eles conseguiam replicar as pragas que caíam no Egito? Eles replicam as primeiras pragas, mas eles não conseguem replicar todas. Eles param na praga das rãs. A rã é a última grande enganação, é o último grande sinal, é o último grande milagre falso que é feito para enganar os outros, para imitar o poder de Deus. Olha que louco isso, né? E Apocalipse faz de então ele vai usar estas três rãs, a ideia de rã, como esses espíritos imundos, falando desse grande sinal, dessa grande enganação, né? Eles vão encontrar os do reis da terra e tal para os congregar fazendo milagres e tal. Então, tem alguma coisa que apocalipse não fala exatamente o que que é, mas vai acontecer algum tipo de milagre, algum tipo de manifestação misteriosa, sobrenatural, que vai enganar muita gente, muita gente, e que isso daí vai ser o poder da grande besta, do falso profeta e do dragão agindo na terra. E muita gente vai olhar para isso e vai pensar que é Deus. Pronto, agora Deus. É isso, é Deus. E agora ele veio buscar a gente. Então, Apocalipse monta um um cenário que é terrível, que é as pessoas caírem nessa grande enganação, essa grande enganação da besta, eh, e acharem que estão adorando a Deus. E aí, voltando para Apocalipse 13, que tá conversando aqui com Apocalipse 16, ele tá falando da da da segunda besta, né? Vou ler o verso 12 e 13 de Apocalipse 13. Exerce todo o poder da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e os que nele habitam adorem a primeira besta, cuja cuja chaga mortal foi curada e faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu a terra à vista dos homens. Vocês lembram que episódio que tá relacionado ao fogo que cai do céu, né? Um episódio que tá falando de uma prova de quem é o Deus verdadeiro e cai fogo dos céus, né? A ideia lá de Elias no Monte Carmelo, que é interessante porque o Monte Carmelo, né? Eh, ele fica ali na região das montanhas do monte Meguido, o Rar Meguido, o Har Meguidon, que é o Armagedon. Então, existe uma associação entre o Armagedon, que é um nome de um lugar no texto bíblico, ao Monte Carmelo, onde aconteceu esse grande milagre. E a ideia aqui é o seguinte, no final dos tempos, na guerra entre Deus e Baal, na grande disputa entre Deus e Baal, Baal vai fazer cair fogo do céu. E essa é a grande enganação. Vocês vem como ele tá fazendo referências a histórias bíblicas e subvertendo elas, pervertendo elas para mostrar o grau de confusão que é o final dos tempos aqui nessa descrição de Apocalipse. Então essa toda a ideia que a gente tá trazendo é paraa gente ver que não adianta você ser esperto, não adianta você estudar bastante, não adianta você ser uma pessoa sincera. Essa enganação vai ser muito enganadora, porque se você acha que só você leu que vai ter uma enganação e você tá preparado, não, né? Você lembra que o próprio Jesus fala que esse período, esse período de de grande eh de grande perseguição, esse período final dos tempos, ele vai ser abreviado porque se não fosse esse esse período do final dos tempos, mas espera aí, esse período do final dos tempos vai ser abreviado porque se não fosse assim, Nem os escolhidos iam conseguir aguentar. Então, nem o povo de Deus que tá do lado de Deus aguentaria se esse período de tempo não fosse abreviado, porque vai ser um período muito difícil, muito difícil de entender o que tá acontecendo, difícil de entender quem é do bem, quem é do mal. Então, a ideia é mais importante, é, se você acha que as coisas são simples sobre quem é bem e quem é o mal, você já está enganado, porque elas não vão ser simples, vai ser confuso necessariamente. E é isso, gente. Conseguimos fazer um um tirar um assunto aqui interessante, né? Eu gosto dessa ideia desse dessa parte de apocalipse que faz essa relação, né, de como vai ser difícil o final dos tempos. Deixa eu ver se perdi alguma mensagem aqui. Luclene fala, né, também César também tinha que ser adorado como Deus. Ah, eu não tinha visto essa mensagem já vinha antes, né? Olha, no caso de César até, Lucilene, era até mais fácil, porque César não necessariamente queria uma adoração divina. Eh, César, inclusive, falava o seguinte: "Vocês podem ter a religião de vocês aí, fiquem tranquilos, faz, sigam os deuses de vocês na cabeça do César, né? Esses deuses inferiores inferiores bárbaros aí vocês só tem que pagar imposto para mim e tá tudo certo", né? E aí tem toda aquela confusão sobre os impostos, sobre a gente tem que pagar imposto para César, porque pagar imposto para ele é um reconhecimento da autoridade dele sobre a gente, né? E Jesus pega moeda, de quem é essa imagem e tal? Dá César, o que é de César? Então tem essa ideia relacionada com César. Ele o poder que César César exercia era mais ele não era diretamente religioso, entende? A ideia de religião associada a César é mais uma interpretação judaica do fato deles terem que pagar imposto do que uma adoração mesmo que César exigia. Ah, as simbologias proféticas são profundas. O inconsciente coletivo se move por simbologias. O conceito de fim é inconsistente com a eternidade. Isso, Lucene, eu tô vendo que você faz umas referências yunguianas aqui, né? O o conceito de fim é inconsistente com a eternidade. Sim, a Bíblia vai falar de fim, mas quando a Bíblia fala do fim dos tempos, os últimos tempos, não é exatamente o fim, não é exatamente os últimos, né? É o fim dos tempos dessa desse período, dessa história que a gente conhece, né? Então, a eternidade nos aguarda, mas para chegar na eternidade a gente tem que passar essa fase, dar passar no dar um ponto final para essa história que a gente tá vivendo, né? Eh, o Carlos Muniz vai perguntar: "Eh, fogo descer do céu também significa falsos milagres?" Então, Carlos, a ideia é que quando Apocalipse fala eh a ideia do do cair fogo do céu tem a ver com o milagre verdadeiro, que é a ideia de Elias. O que que Apocalipse tá fazendo é subverter essa ideia que ele vai falar que quem vai fazer cair fogo do céu no final dos tempos não é Deus, é o falsos profetas. Entende? Então, a gente confiar em alguns símbolos do passado, ah, é só a gente ver que em algumas eh vamos fazer o teste de Elias para saber quem é o Deus verdadeiro e quem é o Deus falso. Isso não vai dar certo, porque o Deus falso também vai fazer milagres no final dos tempos. Acho que é mais essa ideia, entende? Eh, ele tá pegando uma ideia que é real, que é um milagre real e ele tá subvertendo, né? não é um um símbolo de um de um de um falso milagre, mas ele tá subvertendo a ideia de milagre para colocar esse milagre nas mãos do falso profeta. Bom, gente, eu acho que é isso, né? >> [risadas] >> Obrigado aí por acompanharem essa live, esse retorno aqui que a gente teve. Aí a gente vai voltar a ter as lives agora mais regularmente. E agora que eu já configurei aqui, vai ser também, tipo, as próximas lives eu só chego e começo a live. Eu não vou precisar me quebrar a cabeça aqui para saber porque que não tá entrando aqui. Eu ligo o microfone e não funciona. Eu tenho que instalar o programa e tal. Eh, agora as próximas lives vão ser tranquilas. Espero ter lives agora, voltar a ter lives regularmente à sexta-feiras, sextas-feiras, sexta-feiras. Qual é o plural de sexta-feira? Não sei, mas eh de vez em quando talvez a gente não tenha quando acontecer alguma coisa diferente e ficar difícil para mim, mas vamos voltar. Então, estamos de volta aí. Eh, feliz 2026 para vocês. Então, tem uma mensagem aqui que eu não vi aqui do Eduardo Ramos falta estava com medo do fim. Aí vi que não estava preparado e pensava mais na perseguição do que na volta de Jesus. Exato, Eduardo. O É isso, Eduardo. A volta de Jesus é o clímax dessa história. Não é a perseguição. A perseguição, ela só é um anticlímax. Ela ela só é o a o o motivo para chegar nesse clímax, entendeu? Eh, a gente foca muito na perseguição, a gente foca muito na confusão no final dos tempos. O importante da história é que isso vai acabar. Isso vai ser só um símbolo da grande confusão que foi a história humana da grande Babilônia nesse em todo evocando todas as simbologias que a gente comentou que foi a história humana para dar um fim nela, para ter agora acabou a a Babilônia acabou, né? Isso também tá envolvido com a ideia da das mensagens angélicas. Caiu a grande Babilônia e tal, né? Claro que não se resume a isso, mas também tem essa ideia de é o fim. Agora, toda essa história de Babel chegou ao fim. O homem querendo tomar o lugar de Deus, ele tá subindo agora, ele vai ser lançado para baixo e acaba a história dele, né? O rei da Babilônia, o rei de Tiro, né? Eh, lá de Ezequiel também. Eh, toda essa grande história da humanidade querendo subir agora acaba. Então, o importante não é a gente ver o a Babilônia, o opressor, perseguindo, destruindo Jerusalém, destruindo o povo de Deus. É importante a gente saber que quando está acontecendo, tem um milagre para acontecer e aí essa perseguição vai ser interrompida, né? E essa grande perseguição que vai representar todas as perseguções, vai ser interrompida de uma vez por todas com a grande intromissão de Deus na história humana, que seria aí o final dos tempos. E a gente vai lá para Apocalipse 21. A aí com a queda da Babilônia de novo, a posição entre Babilônia e Jerusalém. Com a queda da Babilônia a gente vê então Jerusalém descendo dos céus lá em Apocalipse 21, eh vestido como uma noiva e tal. Eh Deus vai enxugar dos olhos todas as lágrimas e tal. Esse é o ponto, viu, Eduardo? Esse é o esse é o é o é o negócio. A gente não precisa ter medo de uma coisa que a gente sabe que não é que é passageiro, que o que vai ser eterno é o que vem depois disso, né? E e esse é o ponto da Bíblia, esse é o importante da Bíblia, é o que acontece depois, né? O pessoal fala muito da visão da estátua do capítulo 2 de Daniel, mas a visão não é a visão da estátua. A visão é a visão da grande pedra que se torna uma montanha, né? A estátua representa a história do mundo, mas no final da história do mundo, essa pedra ela cai, destrói a estátua e se torna uma grande montanha. E é sobre ela a visão, não é sobre a estátua. Então é sobre Jerusalém descendo dos céus, não é sobre a Babilônia perseguindo Jerusalém, né? Não é sobre a perseguição do final dos tempos, nem a confusão, mas é sobre o grande esclarecimento e o grande consolo que vem no final dos tempos. Deus consolando todas as os perseguidos, todos os os oprimidos e limpando os olhos do dos olhos todas as lágrimas, né? E é isso. A restauração do que se tinha perdido, a relação pessoal da humanidade com o criador. Exato, Lucene. Exato, né? Eu gosto dessa ideia que o texto bíblico faz. Esse é um arco bonito. Você tem o primeiro verso da Bíblia, no princípio criou o Deus dos céus e a terra. Aí você vai pro último capítulo da Bíblia lá em Apocalipse 21 22 Bíblia. Ele vai falar: "Eis que eu vejo um novo céu e uma nova terra", né? Lá no começo a gente tem a árvore da vida. No final a gente tem de novo a árvore da vida, uma restauração daquilo que foi perdido, como você falou, a relação pessoal da humanidade com o criador. Exatamente isso. É o retorno ao Éden. É o retorno que se perdeu e que a gente não consegue voltar pro Éden porque tem um anjo e uma espada flamejante impedindo, tornando impossível o retorno ao Éden. Mas o o Éden vai alcançar a gente no final da história, né? É isso então tá gente, uma boa noite para vocês, bom descanso, bom sábado aí amanhã e e a gente se vê semana que vem se der tudo certo. Obrigado por aí por acompanharem e até uma próxima live. Aí a gente conversa durante a semana, provavelmente a gente volte a falar eh do dos temas que a gente tinha começado a falar. Eh, a gente ia falar sobre eh uns eh umas pinturas, né, e tal, falar sobre uns quadros que tem temas religiosos. A gente tinha conversado daquele ali da eh do dilúvio. Então, a gente vai ver, eu anotei algumas sugestões que vocês deram, a gente vai seguir por aí, tá bom? Então, valeu, gente. Boa noite, até mais e falou.