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A fé vem pelo ouvir

Redenção e segurança (Romanos 8:31-39) | Rev. Alex Lemos

Redenção e segurança (Romanos 8:31-39) | Rev. Alex Lemos

Redenção e segurança (Romanos 8:31-39) | Rev. Alex Lemos

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Legendas automáticas:

A graça e a paz do nosso único Salvador
Jesus Cristo.
Que lindo madrigal participando.
Eu não sei se prepara ou desprepara o
pregador, porque emociona tanto a gente
e tem tudo a ver com o que nós vamos
falar hoje. Abra a sua Bíblia, Romanos,
capítulo 8.
versículo 31. A partir do versículo 31,
Romanos 8, a partir do versículo 31.
Diz assim a palavra do Senhor.
Que diremos, pois, à vista destas
coisas?
Se Deus é por nós, quem será contra nós?
Aquele que não poupou o seu próprio
filho antes por todos nós o entregou,
porventura não nos dará graciosamente
com ele todas as coisas?
Quem intentará acusação contra os
eleitos de Deus? É quem? É Deus quem os
justifica, quem os condenará. É Cristo
Jesus quem morreu ou antes quem
ressuscitou, o qual está à direita de
Deus e também intercede por nós. Quem
nos separará do amor de Cristo será
tribulação ou angústia ou perseguição ou
fome, ou nudez, ou perigo, ou espada,
como está escrito, por amor de ti somos
entregues à morte o dia todo. Fomos
considerados como ovelhas para o
matadouro. Em todas estas coisas, porém,
somos mais que vencedores por meio
daquele que nos amou. Porque eu estou
bem certo de que nem a morte, nem a
vida, nem os anjos, nem os principados,
nem as coisas do presente, nem do por
vir, nem os poderes, nem a altura, nem a
profundidade, nem qualquer outra
criatura poderá separar-nos do amor de
Deus que está em Cristo Jesus, nosso
Senhor.
Senhor Deus,
nós pedimos agora a tua graça sobre nós.
seja derramada de forma abundante. Que
teu Espírito Santo comunique ao nosso
coração as verdades que foram lidas aqui
e que possamos ser edificados,
fortalecidos, consolados pela tua
palavra hoje, em nome de Jesus. Amém.
Amém.
Teodoro de Beza. Ele foi o sucessor de
Calvino em Genebra e ele registrou que
esse versículo que nós lemos aqui,
Romanos 8:31,
foi o versículo que guiava a vida de
João Calvino
nas suas nos seus grandes desafios da
reforma. E os seus desafios também eram
políticos, eram sociais, eram
religiosos, eclesiásticos.
A luta dele foi muito grande. E esse era
o versículo
que guiava e que o sustentava.
Se Deus pronobes
quis contra nós,
se Deus é por nós,
>> quem será contra nós?
E o Teodório de Beza também falava que
ele usava esse versículo
como uma muralha de bronze contra todos
os ataques dos seus opositores.
E por que que eu estou dizendo isso?
Porque nós que estamos nesse ano focando
no aprendizado,
no ensino,
o tanto que é importante
nós termos convicções bíblicas e sermos
fortalecidos
de verdades bíblicas
que nós chamamos de doutrina.
Então, o que
Calvino considerava como uma muralha de
bronze era uma verdade bíblica, uma
convicção de que aquilo que ele estava
lendo
verdade. Se Deus é por nós, quem será
contra nós? E esse deve ser o nosso
objetivo
quando nós estamos aprendendo a palavra
de Deus, estudando na palavra de Deus. E
outro fato interessante aqui quando nós
lemos esse texto, que o versículo 31
do capítulo 8 tem muita coisa antes. E
se você ler desde o começo do capítulo
8, volte aí uma página aí da sua Bíblia
e vamos ver rapidamente o que que tem
antes aqui. Verdades
que são importantíssimas para todo
cristão. E olha só, isso são fundamentos
da nossa fé. Primeiro, nós vemos que no
versículo um é que não há mais
condenação para aqueles que estão em
Cristo Jesus. Depois, no do versículo 2
ao versículo 13, ele vai dizer que nós
agora não somos mais escravos do pecado.
Depois do versículo 14 até o versículo
17, ele vai falar que nós somos agora
filhos de Deus, adotados. Nós somos
filhos de Deus. Olha só, tantas coisas
importantes para nós. Do versículo 18
até o 25, ele vai falar da glória
futura. Tudo no capítulo 8.
E depois do versículo 26 ao 27 vai dizer
sobre a intercessão do Espírito Santo
por nós. E do versículo 28 ao 30 vai
falar sobre a eleição soberana de Deus.
Então só aqui no capítulo oito, nós
teríamos aqui uns dois meses de escola
dominical. a gente tratando cada assunto
desse. Então, quando ele terminou de
escrever isso aqui aos Romanos,
ele foi tomado por um espanto.
O quão maravilhosa é a palavra de Deus e
a obra da redenção.
É esse que foi o sentimento que Paulo
quis passar aqui.
Porque no versículo 31,
agora volte no versículo 31, ele vai
dizer: "Irmãos, que diremos pois à vista
dessas coisas?" Dessas coisas o quê?
Dessas coisas que ele listou antes, das
bênçãos da obra da redenção.
O que diremos? pois ele está
demonstrando um espanto e querendo
chamar a atenção dos seus leitores.
Gente, é isso que a palavra de Deus e a
doutrina deve produzir em nós
um espanto da grandeza de Deus. Por isso
cantamos esse hino, quão grande és tu.
Cada estrofe do hino, ele vai falando
primeiro da criação, depois do perdão
dos nossos pecados e depois termina com
a glória no céu e em todos eles. Quão
grande és tu. E nós precisamos olhar
paraa escritura, perceber a grandeza de
Deus na obra do evangelho, do poder de
Deus,
e a gente poder dizer alguma coisa,
mesmo que a princípio fiquemos sem
palavras de tanto espanto,
mas a gente quando compreende, a gente
diz: "Quão grande és tu, Senhor! Quão
grande és tu, Senhor!" E o apóstolo
Paulo, qual foi a reação dele do seu
espanto? Se Deus é por nós, quem será
contra nós? Paulo estava querendo
confortar uma igreja que estava sofrendo
e sofreria perseguições,
morte, limitação,
todo tipo de sofrimento, de angústia.
Essa aqui é uma palavra de consolo. Ele
está usando bases teológicas.
a doutrina
para consolar os irmãos e que essas
verdades que eu vou lembrar aqui a
partir do que ele vai falar,
que essas verdades também possam
consolar e fortalecer o seu coração hoje
aqui.
Então, versículo 31, ele diz: "Que
diremos, pois, à vista dessas coisas? Se
Deus é por nós, quem será contra nós?" E
aqui veremos vários quem?
E o primeiro, quem está aqui no
versículo 31, quem será contra nós?
Depois veremos outro que está no
versículo 33. Quem intentará a acusação
contra os eleitos de Deus? Depois, no
versículo 34, quem nos condenará? E no
versículo 35, quem nos separará? E assim
nós vamos de uma forma bem didática
explicar cada quem que é tão importante
para a argumentação de Paulo. E aqui ele
usa um uma linguagem jurídica forense
para poder explicar e convencer aqueles
irmãos dessas verdades.
E eu queria que os irmãos acompanhassem
comigo.
Quem será contra nós?
Ah, eles já perceberam que havia e que
haveria naquele momento uma oposição
muito grande à fé deles.
E todo cristão, todo cristão, ele
sofrerá oposição, porque nós estamos na
contramão do mundo, do sistema do mundo.
E é natural e deve ser assim que a
igreja sofra oposição. É natural que a
gente sofra
dificuldades, enfermidades, assim como
todas as pessoas na face da terra. É
natural que a gente sofra. Mas então
Paulo aqui, ele quer colocar a pessoa de
Deus na história, na história desse
povo, e falar: "Olha, vocês não estão
sozinhos.
Quem será contra nós? Se Deus é por nós,
se nós estamos do lado de Deus, Deus
está do nosso lado. Se nós pertencemos a
ele, quem será contra nós?
E aí ele parte de um argumento, porque
talvez aquele povo sensibilizado, novo
convertido,
a sua fé ainda não, ela está sendo
construída e fortalecida.
Talvez muitos não, mas será que Deus
está por nós mesmo?
Nós às vezes pensamos assim.
Quantas vezes não pensamos, será que
Deus está ouvindo a minha oração?
Quantas vezes não pensamos, Deus, acho
que ele esqueceu de mim.
Então Paulo, ele vai trazer agora uma
verdade a doutrina.
uma verdade
espiritual e prática para aqueles
irmãos, para que eles não tenham dúvida
de que Deus é por nós. Então, ele vai
usar a aquela
tática grega que é usada a premissa
maior para menor. Então ele vai falar,
olha só o que que tá escrito.
Aquele, no versículo 32, aquele que não
poupou o seu próprio filho, antes por
todos nós o entregou, porventura não nos
dará graciosamente com ele todas as
coisas?
Depois disso aqui, como que a gente vai
argumentar alguma coisa? Vai duvidar se
Deus é por nós ou não?
Porque ele usa a premissa maior. Se se
Deus não poupou
o seu próprio filho por todos nós,
essa premícia é maior de todas.
É a grande prova de que Deus é por nós,
porque ele não poupou o seu filho. Lá em
Gênesis 22, nós temos uma das histórias
mais dramáticas da das Escrituras, que é
quando Deus pede para Abraão
imolar e oferecer em sacrifício o seu
filho Isaque.
Os irmãos conhecem a história e que no
final Abraão, com a intenção mesmo de
obedecer a Deus,
Deus disse: "Para, não faça isso.
Deus já ficou satisfeito
com a atitude de Abraão. Falando assim:
"Não, eu tô vendo que você é obediente.
Não precisa fazer isso." Logo ele ouviu
um barulho. Entre os arbustos tinha um
cordeiro. E então aquele cordeiro foi
sacrificado no lugar do seu filho.
Deus ele poupou o filho de Abraão.
Mas Deus não poupou o seu próprio filho.
Agora, por quem?
O texto diz que ele entregou seu próprio
filho por nós, por mim e por você.
Ah, meus irmãos, não foi por outra
pessoa, foi pelo seu povo.
E ele não poupou aquilo que ele tinha de
mais precioso.
Ele não poupou, ele não poupou o seu
filho.
E ele não poupou o seu filho para nos
tornar seus filhos,
para fazer de nós os seus filhos.
Olha que maravilha.
E diante dessa argumentação,
ele ainda vai usar agora uma premissa
menor. Falando assim: "Olha, se Deus não
poupou o seu próprio filho por nós,
ele deixará
de nos abençoar com todas as bênçãos que
advém dessa obra maravilhosa de Jesus?"
Não, todas essas bênçãos listadas que
ele explicou aqui na carta, Deus vai
poupar essas coisas para nós. Ele vai
poupar o seu perdão. Ele vai poupar a
redenção. Ele vai poupar nos livrar dos
nossos pecados. Será que ele vai fazer
isso mesmo? Não. Sabe por quê? Porque
ele não poupou nem o seu próprio filho.
Ele nos dará através do seu filho todas
as coisas.
todas as coisas que agora nós herdaremos
como seus filhos.
Essa é a verdade gloriosa. E depois
dessa argumentação de Paulo, o qual que
deve ser a nossa reação?
É dizer: "Louvado seja o Senhor,
grandioso és tu.
Se Deus é por nós, quem será contra nós?
Deus é por nós. Amém, meus irmãos. Deus
é por nós. Louvado seja o Senhor. E aí o
texto continua no versículo 33.
Quem intentará acusação contra os
eleitos de Deus? É outra pergunta
retórica que ele usa aqui na sua
argumentação com os irmãos. Ele,
maravilhado com toda a obra da redenção,
ele diz: "Quem tentará a acusação contra
os eleitos de Deus? É Deus quem os
justifica."
Se formos para o aspecto legal,
jurídico, os termos aqui que ele está
usando
é o seguinte: os homens podem até nos
julgar.
Mas o poder deles é limitado.
Aqui a questão é que Paulo está jogando
para o justo juiz, que esse mundo não se
limita aqui. A esfera jurídica terrena
aqui está limitada somente aqui.
Mas aqui ele está apontando para o justo
juiz de que um dia todos nós seremos
julgados por ele.
E aqui os irmãos podem ficar ali
preocupados que estavam lendo essa
carta. Quem intentará a acusação? Quem
entrará com um processo judicial para
nos acusar de alguma coisa?
E a resposta que não está aqui, mas a
gente entende, é ninguém. Ninguém pode
fazer isso por o supremo juiz,
o juiz que está acima de todos os outros
juízes,
é ele quem nos justifica, é esse juiz
que nos declara justos.
no capítulo 9, depois ele vai falar a
respeito da eleição e ele vai dizer no
versículo 9, no versículo 25 do capítulo
9, "Chamarei meu povo ao que não era meu
povo e amada a que não era amada".
Sabe quem está falando isso? O supremo
juiz. O supremo juiz é que nos faz o seu
povo. Antes não éramos povo de Deus, mas
agora nós somos povo de Deus em Jesus
Cristo. Nós somos chamados para ele e
agora nós pertencemos a ele. E agora não
há mais judeu, não há mais grego, não há
mais paulista, goiano. Todos nós, todos
nós fazemos parte do povo de Deus, do
povo eleito de Deus. Porque é essa
expressão aqui que ele usa, olha só,
acompanhe comigo no versículo 33. Quem
intentará acusação contra os eleitos de
Deus?
aqueles que são eleitos e chamados para
ele.
Deus não poderia ter um povo, um povo
corrompido nos seus pecados, fazendo
aquilo que quer.
Não. Mas Deus tem uma obra de redenção
para aqueles que são seus. Então,
aqueles que são seus, Deus declara
justos. Nós somos selados e neste selo
está escrito justificado.
E assim nós somos declarados justos. E a
maior maravilha de todos é que nós
estamos em paz com o juiz.
Está tudo bem.
Podemos chegar com diante do nosso juiz
com alegria, com gratidão, com
tranquilidade, porque nós já fomos
declarados justos.
Justificados, pois, mediante a fé, temos
paz com Deus. Tem um sermão do Spurjon
que ele pregou em 1871.
Ele diz uma coisa falando a respeito
desse texto. Ó cristão,
quão reconfortante é este fato para
você.
Seu juiz é o seu salvador.
É um consolo pensar que o juiz é nosso
amigo.
Sim, Deus é um grande juiz, um justo
juiz, um juiz santo,
um juiz que não erra, um juiz que não
vai fazer nada por partidarismo.
Deus é o santo juiz
e nós somos amigos do juiz.
Nós estamos em paz com esse juiz em
Jesus Cristo.
Agora o Spur também nesse mesmo sermão,
ele levantou uma questão. Ele falou
assim: "Ah, então alguém poderia nos
acusar de que nós fomos declarados
justos
porque você é amigo do juiz?"
Ah, porque ele é seu amigo, ele vai lá e
declara você justo e agora tá tudo
resolvido. O problema tá resolvido. É
assim que que as coisas funcionam. Então
ele continua agora no versículo 34.
Quem os condenará?
É Cristo quem morreu ou antes quem
ressuscitou, o qual está à direita de
Deus e também intercede por nós.
Eu estava ajudando a minha esposa a
varrer lá a casa que a gente saiu de
mudança para cá e eu fiz uma coisa muito
feia. Eu levantei o tapete
e eu conversando. Aí peguei, peguei a
vassoura
e joguei a sujeira para debaixo do
tapete.
E ela olhando assim, né? E eu larguei o
tapete
para tampar, né? O que que fez com a
poeira toda? Espalhou pela sala toda.
Imagina a bronca que eu levei da minha
esposa. Que ideia foi essa? E eu também
falei: "Que ideia foi essa?
Deus, quando ele nos declara justo,
quando ele declara que nós somos justos,
não é só ali bater um carimbo, você está
justo, não.
Um alto preço foi pago.
Nós hoje somos justificados
porque o sangue de Jesus foi derramado.
O santo sangue de Jesus foi derramado no
lugar do nosso sangue.
Não fomos justificados apenas por um ato
autoritário. Não. Deus é um justo juiz.
Alguém teria que ser punido. Alguém
deveria
sofrer a condenação que era sua, que era
minha.
E foi isso que Paulo está falando. Olha
só.
Quem tentará? Quem nos condenará? É
Cristo Jesus quem morreu ou antes, quem
ressuscitou, o qual está à direita de
Deus? Colossenses, capítulo 2,
versículos 13 ao 15, diz assim:
"E a vós outros que estavais mortos
pelas vossas transgressões e pela
incircuncisão da vossa carne, vos deu
vida juntamente com ele, perdoando
todos os nossos delitos".
Olha o versículo 14. tendo cancelado o
escrito de dívida que era contra nós
e que constava
de ordenanças, o qual nos era
prejudicial,
removeu inteiramente. O que que ele fez?
encravando-o na cruz
e despojando os principados e as
potestades, publicamente os expôs ao
desprezo, triunfando deles na cruz.
Então, não foi só uma declaração, não,
Deus foi e declarou gente justo. Não,
nós somos declarados justos porque os
nossos pecados foram cravados na cruz de
Jesus.
Alguém teve que assumir isso tudo e ele
tomou sobre si todas as nossas dores,
enfermidades, mazelas e pecados ele
tomou sobre si. Então, não podemos tomar
essa palavra que nós somos justificados,
que é Deus que nos justifica de uma
forma simples e banal. Não, Deus me
justificou. Não veremos.
Temos que ver a grandeza e a maravilhosa
graça de Deus. Devemos olhar para a cruz
e falar: "Louvado seja o Senhor".
Não podemos levar a justificação como
algo pequeno e simples, porque não foi.
Alguém teve que pagar o preço e Jesus
morreu por nós.
O Matthew Henry, ele também ele diz a
respeito disso, que essas verdades que
nós devemos entender a respeito da
justificação, do perdão, que não podemos
ser condenados, mas mesmo assim também
nós sofremos perseguições, injustiças,
angústias, nós passamos por tudo isso.
Olha só o que ele diz. Por mais
poderosos e fortes que sejam, por mais
numerosos,
por mais poderosos, por mais maliciosos
que sejam, o que poderão fazer? Enquanto
Deus estiver conosco e permanecermos em
seu amor, podemos com santa ousadia
desafiar todos os poderes das trevas.
Que Satanás faça o pior, ele está
acorrentado. Que o mundo faça o pior,
ele já está vencido. Principados e
potestades são despojados,
desarmados e derrotados na cruz de
Cristo.
Vocês estão vendo tanto, tantas coisas
que essas verdades
podem trazer para nós para nos trazer
força e ânimo diante das dificuldades.
Deus é por nós, meus irmãos. Quem será
contra nós? Quem poderá intentar contra
nós?
Quem poderá nos acusar ou nos condenar?
Louvado seja o Senhor,
porque somos o seu povo, o seu povo. E
nós já podemos experimentar
da vitória gloriosa que o Senhor Jesus e
que o Evangelho garante para todos nós.
Versículo 35.
Outro quem?
Quem nos separará do amor de Cristo?
Será tribulação ou angústia ou
perseguição, ou fome, ou nudez, ou
perigo ou espada? Como está escrito, por
amor de ti somos entregues à morte todo
dia. Fomos considerados como ovelhas
para o matadouro. Aqui ele usa uma
expressão do Salmo 44:22,
que essa é uma grande verdade, é uma
verdade importante para todo o povo de
Deus. Nós, por amor a Jesus, por amor a
Deus, a sua palavra, estamos sujeitos
sim a passar por dificuldades,
provações, tribulações,
por amor a ele.
E é interessante que o apóstolo Paulo
agora, ele para um pouquinho de usar
argumentos jurídicos agora.
E agora ele vai contar que na sua
argumentação que a redenção em Cristo
Jesus foi a mais elevada forma de
expressão do amor de Deus.
Romanos
5:8, nós lemos: "Mas Deus prova o seu
próprio amor para conosco pelo fato de
ter Cristo morrido por nós, sendo nós
ainda pecadores." João 15:13 diz:
"Ninguém tem maior amor do que este de
dar a alguém a própria vida em favor dos
seus amigos."
Então aqui Deus ele prova o seu amor,
ele demonstra e expressa o seu amor
entregando o seu filho através da morte
do seu filho.
Vocês estão vendo que são várias
premissas que Paulo vai usando e ele
reutiliza essas premissas nesse nesse
nessa intenção de convencer o povo de
que Deus está com eles e de que eles já
são vitoriosos
mesmo em meio a tantos, tantas
perseguições, angústia, fome, nudez,
escassez, espada,
em todas essas as coisas. Qual que é o
propósito do apóstolo Paulo? Olha,
o Senhor Deus nos ama e nós amamos a
Jesus, mas ele nos amou primeiro. Mas
nós agora amamos a Jesus e nós sofremos
consequências disso porque nós amamos a
Jesus. Nós agora vamos entrar em
conflito com o sistema desse mundo e nós
vamos sofrer muito.
A primeira grande verdade que a gente
pode, que eu queria tirar dessa parte do
versículo 35 ao 39,
é que o a mensagem do evangelho, ele não
se resume a uma conversa jurídica.
A mensagem do evangelho não é a questão
que tinha alguém que teria que pagar por
uma pena, mas aí Deus foi lá e resolveu
o problema jurídico dele, pagando aquela
pena e o salvando da condenação. O
evangelho não é somente isso. O
evangelho não é uma relação entre o juiz
e aquele que está sendo acusado.
O evangelho não se limita a isso, embora
isso seja verdade,
mas o evangelho nos traz uma relação de
amor de um Deus pelo seu povo.
É o amor.
E é pelo amor dele que ele faz todas
essas coisas. Outra
grande verdade que a gente tira aqui
é que todas as bênçãos que agora nós
recebemos em Cristo Jesus,
através da obra de Jesus na nossa vida,
todas essas coisas elas não têm um prazo
de vencimento.
Mas isso tudo traz paz e alegria pro
nosso coração, mas também traz segurança
para o futuro.
Porque nós estamos aqui felizes,
cultuando a Deus dentro de um templo,
adorando a ele, estudando a palavra de
Deus com liberdade.
Mas como será o futuro?
Como será o futuro das nossas crianças?
Vocês
vocês sabem que tem muitos casais que
têm medo de ter filhos porque tem medo
de colocar filho nesse mundo, porque não
sabe do perigo que pode ocorrer com
eles.
Mas o que que a palavra de Deus nos
ensina e o que o apóstolo está ensinando
aqui para os seus leitores? Olha,
é de que nada pode nos separar do amor
de Cristo.
Nada,
nada, nada do que existe hoje aqui pode
nos separar do amor dele.
Nós que fomos alcançados e abraçados
pela sua graça,
não haverá um tempo em que a gente possa
desistir disso.
Assista uma aula do YouTube que o pastor
na quarta-feira aqui que está gravado.
Assista a aula.
Meus irmãos, depois que fomos alcançados
pelo amor de Deus,
depois que o amor de Deus nos alcançou
pela sua graça, agora nada poderá nos
separar do seu amor. E aí Paulo, ele vai
detalhar todo tipo de coisa.
E ele fala de uma maneira muito rica:
"Será tribulação, angústia, perseguição,
fome, nudez, perigo ou espada?"
Versículo 37, ele diz: "Em todas estas
coisas, porém, somos mais do que
vencedores, por meio daquele que nos
amou". Olha a palavra amor aí de novo.
Por meio daquele que nos amou.
E ele continua, porque estou bem certo,
convicções teológicas
corretas trazem certezas absolutas para
o nosso coração e que nos garante isso,
essa firmeza
diante das dificuldades.
Porque estou bem certo de que nem morte,
nem a vida, nem os anjos, nem os
principados, nem as coisas do presente,
nem do pov, nem os poderes, nem altura,
nem profundidade, nem qualquer outra
criatura poderá separar-nos do amor de
Deus que está em Cristo Jesus, o nosso
Senhor. Nada não são as coisas, as
tribulações dessa vida, elas não podem
nos separar do amor de Deus. Os seres
humanos mais poderosos da face da terra,
eles não podem nos separar do amor de
Deus. Os seres angelicais, eles não
podem nos separar do amor de Deus. Nem
lugar, nem espaço, nem o tempo, nem o
presente, nem o futuro,
nem a profundeza, nem a altura. Nada
poderá nos separar do amor de Deus.
Meus irmãos, isso tem que trazer uma
confiança,
uma expectativa
de vitória para nós. Uma vitória em que
ele diz que nós já somos mais do que
vencedores.
É por isso que nós estamos aqui
para aprender essas verdades, porque são
estas verdades que nos sustentam como
uma rocha inabalável.
E é assim que nós devemos entender a
palavra para glorificar
o nome dele. Isso tem que redundar em
louvor e adoração. Em outro momento de
Romanos, Paulo também foi tomado por um
êxtase e tem aquela doxologia linda,
porque ele fica maravilhado, ele fica
espantado com o poder da obra do
evangelho.
Por isso mesmo que ele diz: "Não me
envergonho do evangelho, porque ele é o
poder de Deus para a salvação de todo
aquele que crê".
Ah, meus irmãos,
nada tem poder para nos separar do amor
de Cristo,
porque estaremos agora eternamente
acorrentado,
presos
nas algemas do seu amor. E louvado seja
Deus,
porque é o amor dele que nos sustenta,
porque o nosso, o nosso ainda é meio
michuruca.
Amamos a Deus,
mas louvado seja porque ele nos amou
primeiro. E é no amor dele que nós
devemos viver esperançosos,
apesar das nossas lutas.
alegres
não por causa do presente.
O presente às vezes nos deixa tristes,
mas alegres da esperança gloriosa
que está reservada para todos nós.
E que o Senhor nos abençoe, que o Senhor
nos fortaleça.
Que diremos, pois, em vista dessas
coisas,
se Deus pronobes cuis contra nós?
Se Deus é por nós, quem será contra nós?
As portas do inferno não prevalecerão
contra a igreja do Senhor.
Maior é aquele que está em nós do que
aquele que está no mundo. Vamos aprender
a palavra do Senhor, ser fortalecidos
por ela e caminharmos juntos até o dia
em que ele nos chamar.
Vamos orar mais uma vez.
เฮ

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