Redenção e segurança (Romanos 8:31-39) | Rev. Alex Lemos
24/02/2026
Redenção e segurança (Romanos 8:31-39) | Rev. Alex Lemos
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
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A graça e a paz do nosso único Salvador Jesus Cristo. Que lindo madrigal participando. Eu não sei se prepara ou desprepara o pregador, porque emociona tanto a gente e tem tudo a ver com o que nós vamos falar hoje. Abra a sua Bíblia, Romanos, capítulo 8. versículo 31. A partir do versículo 31, Romanos 8, a partir do versículo 31. Diz assim a palavra do Senhor. Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou o seu próprio filho antes por todos nós o entregou, porventura não nos dará graciosamente com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É quem? É Deus quem os justifica, quem os condenará. É Cristo Jesus quem morreu ou antes quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós. Quem nos separará do amor de Cristo será tribulação ou angústia ou perseguição ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada, como está escrito, por amor de ti somos entregues à morte o dia todo. Fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores por meio daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do por vir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor. Senhor Deus, nós pedimos agora a tua graça sobre nós. seja derramada de forma abundante. Que teu Espírito Santo comunique ao nosso coração as verdades que foram lidas aqui e que possamos ser edificados, fortalecidos, consolados pela tua palavra hoje, em nome de Jesus. Amém. Amém. Teodoro de Beza. Ele foi o sucessor de Calvino em Genebra e ele registrou que esse versículo que nós lemos aqui, Romanos 8:31, foi o versículo que guiava a vida de João Calvino nas suas nos seus grandes desafios da reforma. E os seus desafios também eram políticos, eram sociais, eram religiosos, eclesiásticos. A luta dele foi muito grande. E esse era o versículo que guiava e que o sustentava. Se Deus pronobes quis contra nós, se Deus é por nós, >> quem será contra nós? E o Teodório de Beza também falava que ele usava esse versículo como uma muralha de bronze contra todos os ataques dos seus opositores. E por que que eu estou dizendo isso? Porque nós que estamos nesse ano focando no aprendizado, no ensino, o tanto que é importante nós termos convicções bíblicas e sermos fortalecidos de verdades bíblicas que nós chamamos de doutrina. Então, o que Calvino considerava como uma muralha de bronze era uma verdade bíblica, uma convicção de que aquilo que ele estava lendo verdade. Se Deus é por nós, quem será contra nós? E esse deve ser o nosso objetivo quando nós estamos aprendendo a palavra de Deus, estudando na palavra de Deus. E outro fato interessante aqui quando nós lemos esse texto, que o versículo 31 do capítulo 8 tem muita coisa antes. E se você ler desde o começo do capítulo 8, volte aí uma página aí da sua Bíblia e vamos ver rapidamente o que que tem antes aqui. Verdades que são importantíssimas para todo cristão. E olha só, isso são fundamentos da nossa fé. Primeiro, nós vemos que no versículo um é que não há mais condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus. Depois, no do versículo 2 ao versículo 13, ele vai dizer que nós agora não somos mais escravos do pecado. Depois do versículo 14 até o versículo 17, ele vai falar que nós somos agora filhos de Deus, adotados. Nós somos filhos de Deus. Olha só, tantas coisas importantes para nós. Do versículo 18 até o 25, ele vai falar da glória futura. Tudo no capítulo 8. E depois do versículo 26 ao 27 vai dizer sobre a intercessão do Espírito Santo por nós. E do versículo 28 ao 30 vai falar sobre a eleição soberana de Deus. Então só aqui no capítulo oito, nós teríamos aqui uns dois meses de escola dominical. a gente tratando cada assunto desse. Então, quando ele terminou de escrever isso aqui aos Romanos, ele foi tomado por um espanto. O quão maravilhosa é a palavra de Deus e a obra da redenção. É esse que foi o sentimento que Paulo quis passar aqui. Porque no versículo 31, agora volte no versículo 31, ele vai dizer: "Irmãos, que diremos pois à vista dessas coisas?" Dessas coisas o quê? Dessas coisas que ele listou antes, das bênçãos da obra da redenção. O que diremos? pois ele está demonstrando um espanto e querendo chamar a atenção dos seus leitores. Gente, é isso que a palavra de Deus e a doutrina deve produzir em nós um espanto da grandeza de Deus. Por isso cantamos esse hino, quão grande és tu. Cada estrofe do hino, ele vai falando primeiro da criação, depois do perdão dos nossos pecados e depois termina com a glória no céu e em todos eles. Quão grande és tu. E nós precisamos olhar paraa escritura, perceber a grandeza de Deus na obra do evangelho, do poder de Deus, e a gente poder dizer alguma coisa, mesmo que a princípio fiquemos sem palavras de tanto espanto, mas a gente quando compreende, a gente diz: "Quão grande és tu, Senhor! Quão grande és tu, Senhor!" E o apóstolo Paulo, qual foi a reação dele do seu espanto? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Paulo estava querendo confortar uma igreja que estava sofrendo e sofreria perseguições, morte, limitação, todo tipo de sofrimento, de angústia. Essa aqui é uma palavra de consolo. Ele está usando bases teológicas. a doutrina para consolar os irmãos e que essas verdades que eu vou lembrar aqui a partir do que ele vai falar, que essas verdades também possam consolar e fortalecer o seu coração hoje aqui. Então, versículo 31, ele diz: "Que diremos, pois, à vista dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?" E aqui veremos vários quem? E o primeiro, quem está aqui no versículo 31, quem será contra nós? Depois veremos outro que está no versículo 33. Quem intentará a acusação contra os eleitos de Deus? Depois, no versículo 34, quem nos condenará? E no versículo 35, quem nos separará? E assim nós vamos de uma forma bem didática explicar cada quem que é tão importante para a argumentação de Paulo. E aqui ele usa um uma linguagem jurídica forense para poder explicar e convencer aqueles irmãos dessas verdades. E eu queria que os irmãos acompanhassem comigo. Quem será contra nós? Ah, eles já perceberam que havia e que haveria naquele momento uma oposição muito grande à fé deles. E todo cristão, todo cristão, ele sofrerá oposição, porque nós estamos na contramão do mundo, do sistema do mundo. E é natural e deve ser assim que a igreja sofra oposição. É natural que a gente sofra dificuldades, enfermidades, assim como todas as pessoas na face da terra. É natural que a gente sofra. Mas então Paulo aqui, ele quer colocar a pessoa de Deus na história, na história desse povo, e falar: "Olha, vocês não estão sozinhos. Quem será contra nós? Se Deus é por nós, se nós estamos do lado de Deus, Deus está do nosso lado. Se nós pertencemos a ele, quem será contra nós? E aí ele parte de um argumento, porque talvez aquele povo sensibilizado, novo convertido, a sua fé ainda não, ela está sendo construída e fortalecida. Talvez muitos não, mas será que Deus está por nós mesmo? Nós às vezes pensamos assim. Quantas vezes não pensamos, será que Deus está ouvindo a minha oração? Quantas vezes não pensamos, Deus, acho que ele esqueceu de mim. Então Paulo, ele vai trazer agora uma verdade a doutrina. uma verdade espiritual e prática para aqueles irmãos, para que eles não tenham dúvida de que Deus é por nós. Então, ele vai usar a aquela tática grega que é usada a premissa maior para menor. Então ele vai falar, olha só o que que tá escrito. Aquele, no versículo 32, aquele que não poupou o seu próprio filho, antes por todos nós o entregou, porventura não nos dará graciosamente com ele todas as coisas? Depois disso aqui, como que a gente vai argumentar alguma coisa? Vai duvidar se Deus é por nós ou não? Porque ele usa a premissa maior. Se se Deus não poupou o seu próprio filho por todos nós, essa premícia é maior de todas. É a grande prova de que Deus é por nós, porque ele não poupou o seu filho. Lá em Gênesis 22, nós temos uma das histórias mais dramáticas da das Escrituras, que é quando Deus pede para Abraão imolar e oferecer em sacrifício o seu filho Isaque. Os irmãos conhecem a história e que no final Abraão, com a intenção mesmo de obedecer a Deus, Deus disse: "Para, não faça isso. Deus já ficou satisfeito com a atitude de Abraão. Falando assim: "Não, eu tô vendo que você é obediente. Não precisa fazer isso." Logo ele ouviu um barulho. Entre os arbustos tinha um cordeiro. E então aquele cordeiro foi sacrificado no lugar do seu filho. Deus ele poupou o filho de Abraão. Mas Deus não poupou o seu próprio filho. Agora, por quem? O texto diz que ele entregou seu próprio filho por nós, por mim e por você. Ah, meus irmãos, não foi por outra pessoa, foi pelo seu povo. E ele não poupou aquilo que ele tinha de mais precioso. Ele não poupou, ele não poupou o seu filho. E ele não poupou o seu filho para nos tornar seus filhos, para fazer de nós os seus filhos. Olha que maravilha. E diante dessa argumentação, ele ainda vai usar agora uma premissa menor. Falando assim: "Olha, se Deus não poupou o seu próprio filho por nós, ele deixará de nos abençoar com todas as bênçãos que advém dessa obra maravilhosa de Jesus?" Não, todas essas bênçãos listadas que ele explicou aqui na carta, Deus vai poupar essas coisas para nós. Ele vai poupar o seu perdão. Ele vai poupar a redenção. Ele vai poupar nos livrar dos nossos pecados. Será que ele vai fazer isso mesmo? Não. Sabe por quê? Porque ele não poupou nem o seu próprio filho. Ele nos dará através do seu filho todas as coisas. todas as coisas que agora nós herdaremos como seus filhos. Essa é a verdade gloriosa. E depois dessa argumentação de Paulo, o qual que deve ser a nossa reação? É dizer: "Louvado seja o Senhor, grandioso és tu. Se Deus é por nós, quem será contra nós? Deus é por nós. Amém, meus irmãos. Deus é por nós. Louvado seja o Senhor. E aí o texto continua no versículo 33. Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É outra pergunta retórica que ele usa aqui na sua argumentação com os irmãos. Ele, maravilhado com toda a obra da redenção, ele diz: "Quem tentará a acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica." Se formos para o aspecto legal, jurídico, os termos aqui que ele está usando é o seguinte: os homens podem até nos julgar. Mas o poder deles é limitado. Aqui a questão é que Paulo está jogando para o justo juiz, que esse mundo não se limita aqui. A esfera jurídica terrena aqui está limitada somente aqui. Mas aqui ele está apontando para o justo juiz de que um dia todos nós seremos julgados por ele. E aqui os irmãos podem ficar ali preocupados que estavam lendo essa carta. Quem intentará a acusação? Quem entrará com um processo judicial para nos acusar de alguma coisa? E a resposta que não está aqui, mas a gente entende, é ninguém. Ninguém pode fazer isso por o supremo juiz, o juiz que está acima de todos os outros juízes, é ele quem nos justifica, é esse juiz que nos declara justos. no capítulo 9, depois ele vai falar a respeito da eleição e ele vai dizer no versículo 9, no versículo 25 do capítulo 9, "Chamarei meu povo ao que não era meu povo e amada a que não era amada". Sabe quem está falando isso? O supremo juiz. O supremo juiz é que nos faz o seu povo. Antes não éramos povo de Deus, mas agora nós somos povo de Deus em Jesus Cristo. Nós somos chamados para ele e agora nós pertencemos a ele. E agora não há mais judeu, não há mais grego, não há mais paulista, goiano. Todos nós, todos nós fazemos parte do povo de Deus, do povo eleito de Deus. Porque é essa expressão aqui que ele usa, olha só, acompanhe comigo no versículo 33. Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? aqueles que são eleitos e chamados para ele. Deus não poderia ter um povo, um povo corrompido nos seus pecados, fazendo aquilo que quer. Não. Mas Deus tem uma obra de redenção para aqueles que são seus. Então, aqueles que são seus, Deus declara justos. Nós somos selados e neste selo está escrito justificado. E assim nós somos declarados justos. E a maior maravilha de todos é que nós estamos em paz com o juiz. Está tudo bem. Podemos chegar com diante do nosso juiz com alegria, com gratidão, com tranquilidade, porque nós já fomos declarados justos. Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus. Tem um sermão do Spurjon que ele pregou em 1871. Ele diz uma coisa falando a respeito desse texto. Ó cristão, quão reconfortante é este fato para você. Seu juiz é o seu salvador. É um consolo pensar que o juiz é nosso amigo. Sim, Deus é um grande juiz, um justo juiz, um juiz santo, um juiz que não erra, um juiz que não vai fazer nada por partidarismo. Deus é o santo juiz e nós somos amigos do juiz. Nós estamos em paz com esse juiz em Jesus Cristo. Agora o Spur também nesse mesmo sermão, ele levantou uma questão. Ele falou assim: "Ah, então alguém poderia nos acusar de que nós fomos declarados justos porque você é amigo do juiz?" Ah, porque ele é seu amigo, ele vai lá e declara você justo e agora tá tudo resolvido. O problema tá resolvido. É assim que que as coisas funcionam. Então ele continua agora no versículo 34. Quem os condenará? É Cristo quem morreu ou antes quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós. Eu estava ajudando a minha esposa a varrer lá a casa que a gente saiu de mudança para cá e eu fiz uma coisa muito feia. Eu levantei o tapete e eu conversando. Aí peguei, peguei a vassoura e joguei a sujeira para debaixo do tapete. E ela olhando assim, né? E eu larguei o tapete para tampar, né? O que que fez com a poeira toda? Espalhou pela sala toda. Imagina a bronca que eu levei da minha esposa. Que ideia foi essa? E eu também falei: "Que ideia foi essa? Deus, quando ele nos declara justo, quando ele declara que nós somos justos, não é só ali bater um carimbo, você está justo, não. Um alto preço foi pago. Nós hoje somos justificados porque o sangue de Jesus foi derramado. O santo sangue de Jesus foi derramado no lugar do nosso sangue. Não fomos justificados apenas por um ato autoritário. Não. Deus é um justo juiz. Alguém teria que ser punido. Alguém deveria sofrer a condenação que era sua, que era minha. E foi isso que Paulo está falando. Olha só. Quem tentará? Quem nos condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus? Colossenses, capítulo 2, versículos 13 ao 15, diz assim: "E a vós outros que estavais mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos". Olha o versículo 14. tendo cancelado o escrito de dívida que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu inteiramente. O que que ele fez? encravando-o na cruz e despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz. Então, não foi só uma declaração, não, Deus foi e declarou gente justo. Não, nós somos declarados justos porque os nossos pecados foram cravados na cruz de Jesus. Alguém teve que assumir isso tudo e ele tomou sobre si todas as nossas dores, enfermidades, mazelas e pecados ele tomou sobre si. Então, não podemos tomar essa palavra que nós somos justificados, que é Deus que nos justifica de uma forma simples e banal. Não, Deus me justificou. Não veremos. Temos que ver a grandeza e a maravilhosa graça de Deus. Devemos olhar para a cruz e falar: "Louvado seja o Senhor". Não podemos levar a justificação como algo pequeno e simples, porque não foi. Alguém teve que pagar o preço e Jesus morreu por nós. O Matthew Henry, ele também ele diz a respeito disso, que essas verdades que nós devemos entender a respeito da justificação, do perdão, que não podemos ser condenados, mas mesmo assim também nós sofremos perseguições, injustiças, angústias, nós passamos por tudo isso. Olha só o que ele diz. Por mais poderosos e fortes que sejam, por mais numerosos, por mais poderosos, por mais maliciosos que sejam, o que poderão fazer? Enquanto Deus estiver conosco e permanecermos em seu amor, podemos com santa ousadia desafiar todos os poderes das trevas. Que Satanás faça o pior, ele está acorrentado. Que o mundo faça o pior, ele já está vencido. Principados e potestades são despojados, desarmados e derrotados na cruz de Cristo. Vocês estão vendo tanto, tantas coisas que essas verdades podem trazer para nós para nos trazer força e ânimo diante das dificuldades. Deus é por nós, meus irmãos. Quem será contra nós? Quem poderá intentar contra nós? Quem poderá nos acusar ou nos condenar? Louvado seja o Senhor, porque somos o seu povo, o seu povo. E nós já podemos experimentar da vitória gloriosa que o Senhor Jesus e que o Evangelho garante para todos nós. Versículo 35. Outro quem? Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação ou angústia ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo ou espada? Como está escrito, por amor de ti somos entregues à morte todo dia. Fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Aqui ele usa uma expressão do Salmo 44:22, que essa é uma grande verdade, é uma verdade importante para todo o povo de Deus. Nós, por amor a Jesus, por amor a Deus, a sua palavra, estamos sujeitos sim a passar por dificuldades, provações, tribulações, por amor a ele. E é interessante que o apóstolo Paulo agora, ele para um pouquinho de usar argumentos jurídicos agora. E agora ele vai contar que na sua argumentação que a redenção em Cristo Jesus foi a mais elevada forma de expressão do amor de Deus. Romanos 5:8, nós lemos: "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores." João 15:13 diz: "Ninguém tem maior amor do que este de dar a alguém a própria vida em favor dos seus amigos." Então aqui Deus ele prova o seu amor, ele demonstra e expressa o seu amor entregando o seu filho através da morte do seu filho. Vocês estão vendo que são várias premissas que Paulo vai usando e ele reutiliza essas premissas nesse nesse nessa intenção de convencer o povo de que Deus está com eles e de que eles já são vitoriosos mesmo em meio a tantos, tantas perseguições, angústia, fome, nudez, escassez, espada, em todas essas as coisas. Qual que é o propósito do apóstolo Paulo? Olha, o Senhor Deus nos ama e nós amamos a Jesus, mas ele nos amou primeiro. Mas nós agora amamos a Jesus e nós sofremos consequências disso porque nós amamos a Jesus. Nós agora vamos entrar em conflito com o sistema desse mundo e nós vamos sofrer muito. A primeira grande verdade que a gente pode, que eu queria tirar dessa parte do versículo 35 ao 39, é que o a mensagem do evangelho, ele não se resume a uma conversa jurídica. A mensagem do evangelho não é a questão que tinha alguém que teria que pagar por uma pena, mas aí Deus foi lá e resolveu o problema jurídico dele, pagando aquela pena e o salvando da condenação. O evangelho não é somente isso. O evangelho não é uma relação entre o juiz e aquele que está sendo acusado. O evangelho não se limita a isso, embora isso seja verdade, mas o evangelho nos traz uma relação de amor de um Deus pelo seu povo. É o amor. E é pelo amor dele que ele faz todas essas coisas. Outra grande verdade que a gente tira aqui é que todas as bênçãos que agora nós recebemos em Cristo Jesus, através da obra de Jesus na nossa vida, todas essas coisas elas não têm um prazo de vencimento. Mas isso tudo traz paz e alegria pro nosso coração, mas também traz segurança para o futuro. Porque nós estamos aqui felizes, cultuando a Deus dentro de um templo, adorando a ele, estudando a palavra de Deus com liberdade. Mas como será o futuro? Como será o futuro das nossas crianças? Vocês vocês sabem que tem muitos casais que têm medo de ter filhos porque tem medo de colocar filho nesse mundo, porque não sabe do perigo que pode ocorrer com eles. Mas o que que a palavra de Deus nos ensina e o que o apóstolo está ensinando aqui para os seus leitores? Olha, é de que nada pode nos separar do amor de Cristo. Nada, nada, nada do que existe hoje aqui pode nos separar do amor dele. Nós que fomos alcançados e abraçados pela sua graça, não haverá um tempo em que a gente possa desistir disso. Assista uma aula do YouTube que o pastor na quarta-feira aqui que está gravado. Assista a aula. Meus irmãos, depois que fomos alcançados pelo amor de Deus, depois que o amor de Deus nos alcançou pela sua graça, agora nada poderá nos separar do seu amor. E aí Paulo, ele vai detalhar todo tipo de coisa. E ele fala de uma maneira muito rica: "Será tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo ou espada?" Versículo 37, ele diz: "Em todas estas coisas, porém, somos mais do que vencedores, por meio daquele que nos amou". Olha a palavra amor aí de novo. Por meio daquele que nos amou. E ele continua, porque estou bem certo, convicções teológicas corretas trazem certezas absolutas para o nosso coração e que nos garante isso, essa firmeza diante das dificuldades. Porque estou bem certo de que nem morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do pov, nem os poderes, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus que está em Cristo Jesus, o nosso Senhor. Nada não são as coisas, as tribulações dessa vida, elas não podem nos separar do amor de Deus. Os seres humanos mais poderosos da face da terra, eles não podem nos separar do amor de Deus. Os seres angelicais, eles não podem nos separar do amor de Deus. Nem lugar, nem espaço, nem o tempo, nem o presente, nem o futuro, nem a profundeza, nem a altura. Nada poderá nos separar do amor de Deus. Meus irmãos, isso tem que trazer uma confiança, uma expectativa de vitória para nós. Uma vitória em que ele diz que nós já somos mais do que vencedores. É por isso que nós estamos aqui para aprender essas verdades, porque são estas verdades que nos sustentam como uma rocha inabalável. E é assim que nós devemos entender a palavra para glorificar o nome dele. Isso tem que redundar em louvor e adoração. Em outro momento de Romanos, Paulo também foi tomado por um êxtase e tem aquela doxologia linda, porque ele fica maravilhado, ele fica espantado com o poder da obra do evangelho. Por isso mesmo que ele diz: "Não me envergonho do evangelho, porque ele é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê". Ah, meus irmãos, nada tem poder para nos separar do amor de Cristo, porque estaremos agora eternamente acorrentado, presos nas algemas do seu amor. E louvado seja Deus, porque é o amor dele que nos sustenta, porque o nosso, o nosso ainda é meio michuruca. Amamos a Deus, mas louvado seja porque ele nos amou primeiro. E é no amor dele que nós devemos viver esperançosos, apesar das nossas lutas. alegres não por causa do presente. O presente às vezes nos deixa tristes, mas alegres da esperança gloriosa que está reservada para todos nós. E que o Senhor nos abençoe, que o Senhor nos fortaleça. Que diremos, pois, em vista dessas coisas, se Deus pronobes cuis contra nós? Se Deus é por nós, quem será contra nós? As portas do inferno não prevalecerão contra a igreja do Senhor. Maior é aquele que está em nós do que aquele que está no mundo. Vamos aprender a palavra do Senhor, ser fortalecidos por ela e caminharmos juntos até o dia em que ele nos chamar. Vamos orar mais uma vez. เฮ