🔴AULIVE: HERNANDES DIAS LOPES E PRIMO RICO OPINANDO SOBRE BOLSA FAMÍLIA (SEM LÁZARO O POBRE)
19/02/2026
🔴AULIVE: HERNANDES DIAS LOPES E PRIMO RICO OPINANDO SOBRE BOLSA FAMÍLIA (SEM LÁZARO O POBRE)
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Fonte: Bruno Reikdal
Legendas automáticas:
[música] pela verdade, pela vida, pela luta popular, pela realidade. >> [música] >> de uma utopia. Livres do rio ao mar. Um sonho pelo dia da paz entre nós. Guerra [música] aos senhores, ouçam nossa voz. [música] Fé, ciência do mundo, luz, testemunho ser da terra, o sal. Seguimos trazendo a boa [música] nova. Todo dia útil até a vitória final. Filosofia, economia, sociedade e [música] religião. Praticamos diplomada, fazemos [música] propaganda e agitação. Fé, ciência do mundo, luzes, testemunho, ser da terra, o sal. [música] Seguimos trazendo a boa nova, todo dia útil até a vitória final. Seguimos [música] trazendo a boa nova todo dia útil até a vitória final. [música] Pela verdade, [música] pela vida, pela luta popular, pela realidade, uma utopia. >> [música] >> Livres do rio ao mar, um sonho pelo dia da [música] paz entre nós. Guerra aos senhores, ouçam nossa voz. O pressuposto de toda a existência humana e, portanto, de toda a história é que pessoas têm que estar em condições e viver para fazer história. Ciência [música] do mundo, luz. Testemunos ser da terra o sal. Seguimos trazendo a boa nova, [música] todo dia útil até a vitória final. [música] Fé, ciência do mundo, luz, testemunho, ser da terra, o sal. [música] Seguimos trazendo a boa nova, todo dia útil até a vitória final. Segue nos trazendo a boa nova todo dia útil até a vitória final. [música] [música] Ciência do mundo, luz, desanhecer da terra, o sal. [música] Seguimos trazendo a boa nova todo dia útil até a vitória final. >> [música] [música] >> Bom dia, tudo bem com [música] vocês? Ei, bom dia, minha gente querida. Como é que vocês estão? [música] Estão bem? Espero desejo que sim. Deixa eu abaixar um pouquinho o volume aqui da música de fundo. [música] Opa, pera aí. Mouse me ajuda. Travou tudo [música] aqui. Bora devagar. [música] Ih, pera aí. Ih, que que tá pegando aqui? Pera aí, deixa eu ver se consigo resolver de outro jeito. Um minuto. [música] [música] E aqui ver se funciona aí. [música] >> [música] >> Xi, travou o bagulho aqui. [música] Pera aí. [música] Aí, agora vai. Ih, não [música] foi. Pera aí, pera aí, perí. Que tá acontecendo com o meu negócio aqui? Ah, não acredito. Minha música tá muito alta. Eu quero baixar ela e os caras não estão deixando. Tá peg aí. Consegui. Pronto. Agora vai. É live realmente ao vivo, né? Aparentemente. Voltando a musiquinha gostosa aí. Agora sim. O som tá bom. [risadas] Jesus. Ai, ai, deu certo agora. Deu certo. Ah, é, o PC tá com sono ainda. Mas vamos lá que eu eu deixei um monte de mensagem passar. Bom dia, Jéssica. Tudo bem com você? Espero desejo que sim, minha querida. K. O primo rico que tem vídeo ensinando com chatt. É, no caso para ele o chat GPT realmente é um auxílio porque alguma inteligência surge, né, quando ele usa ela. Bom dia, Aa, como é que você tá? Tudo bem? Espero desejo que sim, querida. Estamos aí mais um dia. Bom dia, querido Rubens. Quanto tempo que você não cola por aqui. Mas também a vida deve estar corrida, insanidade, essas coisas todas. Seja muito bem-vindo. Bom que você tá por aí. Sonzinho tá bom, tá massa agora? Tá mais equilibrado o áudio da minha voz com o áudio da música sem sobrepor nada. Só consigo pegar a live quando o tema é xurume. É, [música] aí é um problema, um problema sério que precisamos solucionar, não é? [risadas] Bom dia, professor. Bom dia, chat. Trevoso, trevoso, mas gentil e extremamente qualificado. Bom dia, Borduna. Como é que você tá? [risadas] Tudo bom, mano? Espero desejo que sim também. Vamos botar a live às 5 da manhã, o primeiro café. Pô, pior que essa madrugada eu acordei às 4:30. A criança resolveu acordar 4:30 da manhã e ela realmente acordou. E aí eu me lasquei e aconteceu que às 4:30 da manhã a tava de pé. Então, na verdade já vou pro meu segundo café da manhã. Vou dizer que já estou prestes de fazer isso ou almoçar absurdamente cedo, né? Não dormir hoje. Ih, sacanagem. Meu raciocínio pode estar meio debilitado. É, isso acontece. Isso acontece. Melhoras aí, que haja mais sono, momentos vindouros e oportunos, você possa descansar um pouquinho mais. Aa, a gente fica quebrado, né, quando não dorme direito. Putz, eu tô preocupada com daqui a pouco, porque no primeiro momento eu até aguento. Agora depois mente aí eu me quebro. Sumiu a música para mim. Voltou. Voltou. Que bom. Mas o som tá bom. Espero que sim. [risadas] O PC também ainda não acordou. Não, não. Ele tá dormindo faz uns 5 anos, inclusive ele, né? Desperta, tu que dormes, ele esqueceu de despertar. Ele continua dormindo. Essa música dá uma vibe lowf. Essa é a ideia. A ideia é essa, a ideia é essa, esse sonzinho aqui gostoso que fica aqui no fundo. Climinha. Climinha barista. Climin cafezinho. Climin gostoso. Bom dia, Felipe. Felipe, primeira pessoa, santificado em vida, beatificado em vida, pela igreja barista. Seja muito bem-vindo mais um dia, meu querido. Bom dia. Excelente dia para nós. Bom dia. Bom dia aos baristas e não baristas da América Latina. Bom dia, Thago. Como é que você tá, meu querido? Tudo bom? Espero desejo que sim. Tá bom. Então, tá bom. Agora que tá bom. Tá bom. Tenho que durar até às 22. Só assim para consertar o bosc. É difícil, né? Que ter que segurar para depois. Ixi, é, me disseram que a gente porque assim, né, depois que a gente adquire ou depois que a gente contrai paternidade, tem um ah esqueci de mudar meu nome aqui. Tem um problema que é o o lance de da gente ficar quebrado com muito sono, a gente dorme pouco. Aí o pessoal, não fica tranquilo que é só até os 12. Depois dos 12 você vai conseguir dormir mais. Eu falei: "Nossa, só faltam mais 6 anos." Tá tranquilo. Então, [risadas] tô quebrado. Como é que que eu tinha que botar aqui hoje mesmo? Eh, não sei. É uma manchete legal para mim hoje. Ah, já sei. Pronto, agora tá bom. Só faltam seis anos, então é só falta o dobro agora, Rubens. Só falta o dobro para mim agora. Daqui a daqui mais 6 anos eu volto a dormir. [risadas] Ai, mas se você tá chegando aqui pela primeira vez na nossa live, seja agora ao vivo sincronamente ou depoismente quando você for assistir em qualquer momento, dia, tarde, noite, não sei, lavando louça, ouvindo, né? Porque aqui também muitas vezes é audiool, não tem nada mais agradável para ver, porque a minha cara, a minha cara não é tão legal assim. Então você acaba ouvindo enquanto dá o talento em casa, dá aquela lavada de louça, toma um banho, não sei, importante tomar banho. Mas você que tá acompanhando aqui pela primeira vez, seja muito bem-vindo, muito bem-vindo, muito bem-vindo ao nosso canalzinho. Nós produzimos conteúdo semanalmente às quartas-feiras, hoje excepcionalmente a quinta, pela manhã às 9:15 da manhã, hoje excepcionalmente às 8:15 da manhã. Quer dizer, tá tudo muito excepcional no dia de hoje. De todo modo, aqui você sempre vai encontrar conteúdos qualificados com uma pessoa tudóloga, opinóloga, generalizada, diplomado. Meu nome é Bruno Requidal, sou doutor em economia polític política mundial, mestre em filosofia, graduado em filosofia, formado em teologia e estamos produzindo um conteudinho aqui bacana que espero que seja útil para você. Considere ser membro, membro, membro, membresia aqui do canal, que a gente discute religião, filosofia, economia, sendo tudólogo da maneira mais adequada possível e também com cursos exclusivos para você, para você e para todas as outras pessoas que também fazem parte da membresia aqui do canal. E aí você vai encontrar cursos bem interessantes lá, como Marx, religião, evangélicos e política no Brasil, como fazer seu projeto de pesquisa, eh, filosofia latino-americana, tem bastante coisa interessante, além de outros conteúdos que também são exclusivos, como a rádio Crite Crente, que faz tempo que eu não falo dela, é muito bacana. A leitura comentada de vários textos, livros quase completos. Preciso retomar e finalizar las úas del poderosor cristianismo que não tem em português. A gente faz a tradução simultânea lendo linha a linha em vários videozinhos. É um conteúdo bem bacana para você também, tá bom? O livro da Elsa Tamas. Então tem muita coisa, tem horas e horas e horas aí para você quando não tiver absolutamente nada mais interessante para fazer, tá com a gente. Seja muito bem-vindo, que a gente possa aproveitar da melhor maneira aqui o nosso papo, beleza? Considera aí porque o canal é pequenininho, é um canal notoriamente pequeno. Nós temos aí apenas do anos de canalzinho e você pode acabar contribuindo com a gente de alguma maneira legal, tá bom? sendo membro, membro a membro, porque o que sustenta esse canalzinho é a membresia que ajuda aí a pagar umas contas de luz, pagar umas contas da internet vez por outra e aí funciona. Então chega com nós, vale relativamente a pena porque é bem mais barato até que um café expresso. Seja bem-vindo à Primeira Igreja Barista. Além disso, você pode entrar no nosso grupo do WhatsApp. Eu esqueci disso também. Temos um grupo exclusivo para membresia do canalzinho no Zap. Tem debates qualificados, conversas muito interessantes. A gente distribui também bastante conteúdo em livro, texto, coisas bem legais pro pessoal poder ter acesso. É, nós estamos junto. Valeu. Foi a propaganda, foi o merchan. Talvez eu tenha esquecido alguma coisa e o carapa já já puxa minha orelha, né, carapa? Com 12 já e já varava a madrugada. Via Jess Stone às vezes. Aí, ó, com 12. Cara, eu sempre dormi pouco, graças a Deus. da minha filha não é que nem eu. Eu sempre dormi muito pouco. Desde pequeno meu pai reclama que eu era bebê já dormia pouco. Aí a infância eu dormi pouco. Adolescência, que é o período que a gente dorme mais, né? Em teoria, eu também dormi muito pouco e aí juventude, essa coisa, ainda vai acelerando a vida de trabalho, estudo essa parada toda ali, 17, 18, 19 anos, até perto dos meus 20, até o mestrado, porque eu fiz o mestrado com 20 tanto 25, 26, talvez tenha sido um pouquinho mais, ah, já não lembro, 26, 27, já não lembro mais quantos anos eu tinha. Eu fiz o mestrado no período do mestrado, até o período do mestrado ali, eu dormia no médias 5 horinhas à noite assim. E não é porque, tipo, ah, porque o cara é virado e não é porque eu sempre dormi muito pouco. Até que tanto que quando eh ficamos grávidos aqui em casa, a minha companheira falou: "Ai, que bom, né? Você sempre dormiu pouco, então você vai conseguir dar uma força à noite, a parada toda, que legal, tal". Aí contrair paternidade, o cansaço veio, mas ainda assim eu continuo sendo o mais acionado no período noturno, tal qual hoje às 4:30 da manhã. É a vida, né? Falando em chorume, que tal react de texto do livro amarelo? Qual o livro amarelo? Deus o livre. Livro amarelo. Nós estamos só pensando na mesma coisa de livro. Espero que não. Ah, não vale a pena. fazendo o quadro fixo, lendo o conteúdo de direita. Podia ser tu que dormes, desperta, desperta, tu que dormes. Não, cara, eu acho que tudo tem limite. Livro amarelo, já sei até o que que é o bagulho. É dos meninos lá, né? Os adolescentes de 40 anos. Pô, madrugada, como é que você tá, Gabriel? Tudo bom? Bom dia, meu querido. Espero desejo que esteja bem. Vou pedi o like? Não, não pedi, foi mal. Bom, falaram que tem uns cortes no Insta também. É verdade, carapa. Tem corte no Instagram também. Bruno Requal, vai lá no Instagram, tô botando uns cortezinhos vez por outro, eu esqueço. E não esquece de curtir esse vídeo, comentar para engajar, espalhar a palavra por aí. Divulga as paradas por aí, pô. Tô lendo o livro do José Paulo Neto sobre Marx. Me deparo com citação de Dussell. Aí, borduna. Estamos e de olhos atentos. Cara, o Dussell ele é muito citado por marxólogos porque ele foi muito pioneiro em certas leituras, né, de biografia de Marx, de buscar textos no original. O Del foi o primeiro cara que foi lá no Institute Marx Engls, né? O Instituto lá de estudos de Marx Engles, eu não lembi o nome como é que fala em holandês, mas ele foi lá ler o ler uma série de originais dos rascunhos e especialmente dos grundres, né? Dos grundres. E aí ele leu os Grundres e fez o primeiro comentário linha a linha dos Grundres. Tipo, é muito pra frente, tá ligado? e ele fez muita, muito busca de arquivo, tal. Então, ele tem uma leitura da história da biografia de Marx bem interessante, com alguns pontos bem esquisitos, óbvio, né? Ele é bem ousado na leitura que ele faz de Marx, né? Tanto que a gente brinca que é o Marx de Dúciel, mas apesar de tudo isso, é muito inovador e é um cara que fez vanguarda em certo sentido em alguns temas. Então, todo mundo acaba citando ele. Tem que citar ele, tem que trocar uma ideia, né? O discípulo do Dusel, o Juan Ros Bautista Segales, o Juanro, infelizmente já faleceu, ele tinha muita conexão nos estudos do da do projeto do Mega 2, né, o Mega, que são os estudos das obras completas de Marcos e Engels. E um dos caras responsáveis é o Michael Heinrich, né? E o o Juan trabalhava e discutia com Michael Hein Rich também sobre os estudos da Mega, tal, e ele acompanhou essa parada toda. Então, a gente tá falando de uma galera da América Latina que é pouco discutida e estudada no Brasil, diga-se de passagem, mas que é muito vanguarda e um monte de gente lê, estuda e guarda debaixo da manga e esquece de avisar pro Zoto, né? A referência, mas ainda bem que Zé Paulo avisou aí. Conheço um livro amarelo, mas é sobre positivismo jurídico. Já esse outro não colocaria nem como peso de papel. É, não, não é útil. Eu também não colocaria nem como peso de papel. Na verdade, eu estou arrependido de que certas pessoas foram alfabetizadas. Ai, gente, é complicado, né? Mas hoje a gente também veio aqui para ver tristeza, a gente veio aqui para ver chorume, como disse o Rubens. [risadas] A gente vai ver as coisas só Jesus na causa, né? Ai ai. Vamos ver o nosso querido Hernandes Dias Lopes, tudólogo, né? o opnólogo, praticante da opologia tudológica generalizada, falando sobre coisas que ele não deveria falar e acho que vai ser importante. Cara, o corte é muito triste, as falas são terríveis. Ai, mas a gente tem que fazer esse bagulho aqui. Inclusive, assim, eu pego no pé do Hernandes Dias Lopes. Pego. Por quê? Porque ele é um cara muito ouvido, é um cara muito conhecido e porque ele fala grosélia, nível gente muito babaca, muito mais explícita, só que com ar de que ele é sério e muita gente leva ele muito a sério, né? um bom pregador, essa coisa toda. Só que o fato do cara ser um bom pregador não significa que ele pode sair falando sobre qualquer coisa e nem que ele tem autoridade espiritual para sair dizendo regras por aí e nem que ele não possa ser criticado. E a gente vai ter que fazer esse enfrentamento hoje e faremos, né, retórica em dia, em dia, trabalhando ela arduamente, cara. Cara, mas é muito triste, mano. Meu pai amado. E a gente vai ver umas coisas aqui, fazer uns react longo. Vai ser um react longo. Vai ser uma live de react hoje, porque o vídeo é curto, mas a gente vai dar uma de Pedro Ivo hoje, um Pedro Iivismo cultural, né? Live longa sobre um conteúdo que era para ser curto, porque a gente vai ver um encontro titânico entre Hernandes Dias Lopes e Primo Rico. Que coisa, não é? Chorum. É, Rub, você veio hoje de manhã aqui para ver Xurumi, ver treta. Quem que quem tá aqui no chat? que muita gente não conhece o Hernandes, especialmente quem não é do de do mundo evangélico, né, tal, ou mesmo do mundo reformado e não sabe quem é o Hernandinho. Vocês conhecem Hernandes? A gente tem o Observatório Hernandes Dias Lopes aqui no nosso canal. Não sei se você sabe disso. Nós temos porque a gente gosta de trabalhar arduamente com conteúdo dele. Eu nem conheço esses cara aí. Tô com medo. É, então ele é um cara que aparentemente é sério. Ele fala sério, pelo menos ele tem gravata, tem terno, tem a Bíblia, tem cabelos grisalhos, óculos e uma longa trajetória de pregador, né? Falando por aí no nosso mundo crente é um dos caras mais ouvidos, na real, se a gente fosse olhar em certos números absolutos, né? Ele é um cara complicadinho para dizer o mínimo, mas o pessoal tem medo de fazer crítica a ele por respeito. E eu entendo a parte do respeito, dizer que o cara é um cara importante, que eles ouviram a palavra por meio dele, não sei o que, pi, pi, pi, pá, mas isso não exenta o cara de ser uma pessoa complicada, né? E nema dele não fala grosélia e tem que ter orelha puxada quando fala grosellia. Mas ó, quando você vi o nosso canalzinho aqui, bom dia Jésica. Tudo bem com você? Espero deseja que sim. Bom dia. Vou mostrar um negócio para vocês aqui. Vocês vão ver no meu canalzinho. Se quem não conhece o Hernandes, eu vou dar uma introdução para vocês via nosso canalzinho. É aqui, ó. Vai vir aqui no nosso canalzinho. Cadê? Aí, esse é o nosso canalzinho, né? E aqui no nosso canalzinho tem playlists. Além dos vídeos gostei as playlist que a gente tem aqui, tem uma playlist específica que é essa aqui, ó, que é o Observatório Hernandes Dias Lopes. Vocês vão na playlist Observatório Hernandes Dias Lopes e esse vídeo provavelmente vai parar lá e vai compor o 10o vídeo do Observatório e é lá que vocês vão conhecer o Hernandes, tá bom? Então vocês vão ter um um contato aí primeiro, [risadas] depois com Kernandes, que foi o acho que a segunda, o segundo react que a gente fez aqui no canal foi foi um vídeo dele falando se o crente pode ser de esquerda. Aí ele fala que o crente não pode ser nem de direita, nem de esquerda, só de direita, entendeu? Ele não pode ser de esquerda nem direita, ele só pode ser de direita. Então é isso, é daí para baixo. Mas é que que sempre muito, né? Malandreps, malandrinho, malandrinho ligeiro. E o grande ponto aqui é que ele resolveu ir falar com o Gimo Rico comentando sobre Bolsa Família, né? E aí ele vai falar sobre Bolsa Família com o Gimo Rico e o a tamb e o título e a pergunta feita pelo Gimo é: o cristão pode viver de Bolsa Família? É. Aí daí já é daí para baixo. Ah, meu amigo, daí para frente só para trás, essa coisa toda, né? Primo rico [risadas] que tem vídeo chamado como investir igual a mim usando inteligência artificial. [risadas] Eu não sei se tem, mas se tem é engraçado. 10o vídeo realmente tá observando? Sim, isso porque eu fiquei um tempão sem fazer. Ano passado eu não fiz nenhum react. Ano passado foi um ano sem reacts, ano passado foi um ano limpinho aqui com conteúdos nossos só. Então isso aqui é do primeiro ano do canal, que a gente fez o canalzinho, é o primeiro ano do canal e aí veio o segundo. E no segundo ano do canal a gente não fez mais react, a gente só fez live praticamente pela manhã. Então esses nove vídeos são do primeiro ano do canal. Nós estamos observando, observamos atentamente. Só o que acontece esses dias, por que que o que que esse bagulho chegou até mim? Porque eu já tinha abandonado a observação. Eu parei de observar. Parei de observar. Aí, [risadas] aí no no Twitter o pessoal começou a discutir, apareceu o vídeo dele, esse corte e aí gerou aquele pafafá lega lega lega, que é o cara falando com o Gimo Rico sobre Bolsa Família e metendo o tio do WhatsApp com cara de autoridade espiritual, né, falando sobre Bolso Família. E aí o vídeo chegou a mim via Twitter. Eu falei: "Olha, olha aí, preciso voltar a fazer o observatório, né? O observatório tá aí abandonado e o homem já perdeu as estribeiras. Agora tá falando sobre coisas que realmente não deveria." E aí o pessoal começou a criticar o Hernandes e achei engraçado porque antes ninguém ficava metendo B dele no Hernandes, não. Agora o pessoal tá metendo. Eu falei: "Ó, eu critico o homem aí, falo, exponho os pontos que ele finge ser sério antes de ser moda." Então, estamos na vanguarda com o nosso observatório. Eu acho que essa eleição vai ter muita treta mesmo. O ambiente de debate público vai ficar intancável. Intancável, que é uma expressão que eu não consigo usar, mas eu entendo plenamente. E para você que não sabe que é intancável, que será insuportável. Tô aí educando pessoas mais velhas. Já tô prevendo o nível da argumentação. É com a Bíblia debaixo do braço. Lázaro, eu conheço agora. Não lembro o nome do primo rico na Bíblia. [risadas] Sabe qual que é o nome do primo rico na Bíblia? rico. [risadas] É que eu vou citar uma parábola bíblica. Tem uma parábola de Jesus pouco trabalhada por alguma razão. São poucas pessoas que fazem longos textos, discussões e trazem à tona essa parábola, mas é uma parábola conhecida como o rico e Lázaro. A parábola do rico de Lázaro. Lázaro é um pobre mendigo que fica vivendo na porta da casa do do rico e o rico é o rico. Ambos falecem, não fale é, ambos falecem. E aí um vai pra perdição, pro Sheol, pro inferno, e o outro vai para o seio de Abraão, que significaria vai pros, [risadas] sei lá, para um lugar legal, pro paraíso, pro reino de Deus, sei lá onde vai, vai, volta para o seio, regressa ao seio de Abraão. E aí ele tá num um tá num lugar bom e outro tá num lugar ruim. O que tá num lugar bom é o Lázaro. O que tá num lugar ruim é o o rico. E aí o Rico fica desesperado pedindo pro Lázaro pelo menos pingar uma gotinha, pegar com dedo, colocar o dedo na água e pingar uma gotinha pelo menos na garganta dele, que ele tá sofrendo muito a seco lá. Ele tá sofrendo nesse lugar da perdição e no inferno e no na secura. E aí ele recebe uma respostinha atravessada de um mensageiro intermediário ali que fala: "Ô, meu querido, quando Lázaro tava na terra pedindo ajuda, você não deu nada para ele. É, vai ser uma parábola legal pra gente conversar. [risadas] Parábola bem interessante, né? Mas bom dia. Fazer o watch. Que fazer? Fazer o quê? Fazer o como é que você tá? Tudo bom, meu querido? Que bom que você tá por aqui conosco. Ficou um tempinho aí sem poder, mas agora pode. Vitória do trabalhador. Essa bolha de crente rico coach é intancável. Intancável novamente, lembrando para as pessoas mais velhas é insuportável. Eu sou velho pro intancável também. É, eu não consigo. Eu não sei usar esse esse termo. É um termo muito intancável para mim. Já tendo fake news com IA. Imagine quando se aproximar da eleição. Ixe, meu amigo, vai ser doideira. Doideira, só maluco. A do camelo da agulha. Não, essa a do camel da agulha o pessoal ainda usa, ainda inventa várias lorota. Eu quando era criança, eu ouvi uma vez que a agulha era o nome da de um portão da lorota da bexiga. Para não dar o braço a torcer, que rico na Bíblia se lasca. Pelo menos no Novo Testamento. É o E nas palavras de Jesus, né? É o o diziam que era uma um portão que tinha lá que passava os camas lorota para não dizer que né, mas essa não, essa é a do Rico do Lázaro, que é uma outra parábola, é uma parábola bem interessante. E aí eu queria que o Primo Rico e o Lázaro conversassem um pouquinho. Acadêmicos de Niterói não criticou evangélicos. Daí um pastor vai e deseja câncer para pessoas que fizeram a arte lá, que era inconserva e entenderam conservadores. É, então aí tem duas coisas. A primeira que eu acho que o pessoal é muito ingênuo também, né? Porque, ah, achei legal, quero causar. Eu entendo a crítica, mas você pode ter bom senso, você já sabe. É assim, aquilo que a gente já sabe o que vai acontecer. Então, a pessoa faz esperando que vai ter o bafafá, né? já sabe o que vai acontecer. Tava na cara. Chega até se tenho até preguiça. Aí a outra é o pessoal que já sabendo o que vai acontecer, o outro já recebe informação e já aproveita. Então assim, é um grande teatro, né? Uma grande performance. Um vai lá para dar aquela provocadinha já sabendo que vai ter a reação. O outro já aproveita a provocadinha para fazer uma reação em cima da reação. É chatão. Acho desagradável. Muito chato. Bom dia, querido Gabriel. Bom dia, Bruno Creme Dental. Passei, escoveri os dentes, mas já faz um tempinho, agora tô tomando meu café. [risadas] Segundo café. Bom dia, meu querido. Como é que você tá? Tudo bem? Espero desejo que sim. O Marcel mandou uma dessas, não mandou do Primo Rico? Ah, deve ter mandado. Ó, o Marcel manda qualquer grosella, né? Ele mandou que ele soca com o nariz de um tubarão. Aquela do helicóptero, né? O cara conserta helicóptero enquanto tá voando. Tá doido. E os dois ganham. Não sei quem dois, mas ganh. Todo mundo ganhou. Acho que o Malafa não surfou na onda por causa da presença da Damares na onda do negócio. Eu ele surfou, acho sim. Ele fez um o o Mala, o Mala fez um um entrou nessa trendzinha do de fazer meme que é um um chat EPT da lata tem conserva com a foto da família. Ele botou uma foto da família todos em cores tons pastéis. Então além de conserva, ele também são bem pastel. Mas é isso. Mas é um do crente é complicado. Complicado. E o pessoal também tem que aprender a trocar ideia. Ah, os dois lados da performance. Exata. Polêmica vazia, perda de tempo. Ai, muito chato, muito chato. Bobagem. Um perde tempo, o outro ganha tempo em cima do tempo perdido e vai perder tempo dos outros que estão Ah, é muito chato. Eu acho muita bobagem assim, muita perda de tempo da escola. Desnecessário, assim, sem qualquer necessidade. E do pessoal da Eu entendo a crítica, tá ligado? Mas é que assim, já sabe o que vai acontecer. Ai, é muito chato. E o os lacacente e o conservador é insuportável, né? Os lacracente e conservador são insuportáveis, então fica chato. O pior é dele tentando fazer a mulher cadeirante andar. Ah, é o Marsal, né? O Maral fazendo. É triste. Não é meu pilantra. É pilantra mesmo. Divulguei fake news sem querer. Peço perdão. Não, não foi. Foi. Foi só você. Essa não foi fake news, foi uma desinformação. Isso é verdade, porque assim, aquele momento que você, pô, não sabia dessa e tá tudo bem. Fake news é quando os cara inventa o bagulho mesmo, né? Que cria um negócio, aí é complicado. Esse aí que foi sem querer, tá tudo bem, ninguém vai sofrer com isso. Só o Malafa seria menos sujo, que também não ajuda muito, né? que para quem tá na merda, meu amigo. [risadas] Então é beleza, mas vamos lá, vamos ver o o nosso reacto, longuíssimo react a musiquinha aqui do LF ou vou deixar a musiquinha do LFI bem baixinha ou não? Não sei. Tô em dúvida. Vamos ver se vai dar certo. Deixar um lfizinho bem baixinho. Deixa ele baixinho. E aí eu ponho o Ah, deixar o pai gospel aqui, versão gospel. E aí eu deixo o react com ele baixinho. Acho que não vai dar problema não. Fazendo ao vivo, pá. Vamos ver então. Hernandinho Hernandes Dias Lopes conversando com o Gimo Rico. Act depois de eras. [risadas] Faz tempo que eu não faço não, amor. Faz tempo. Faz tempo mesmo. Muito tempo. Mas vamos lá. Eu não vou fazer a intro para corte essas paradas porque não não tá rolando. Mas se eu fosse fazer porque eu e o Felipe, coitado do Felipe, eu sacanagem. O Felipe fez os cortes para mim, eu não consigo parar, parar para postar. Eu tô tô lá de trampo e fazendo dois trabalhos ao mesmo tempo. Vou começar o terceiro nesse fim de semana. Eu sou muito incompetente, mas em algum momento vai dar certo. Mas de todo jeito, se eu fosse fazer seria assim. Nossa, eu tô muito treinado. Ol, minha gente, tudo bem? Bora lá para mais um react conteúdo totalmente desta vez Hernandes e Azop falando com o Gimo Rico sobre o Bolsa Família. Crente pode ter Bolsa Família. Bora lá. Aí, quase quase quase foi. Quase foi. Vai, vai. Treino ao vivo, hein. Fala, minha gente do me lá para mais um re contalmente. Desta vez Hernando Dias Lopes falando com Primo Rico sobre o crente, se ele pode ou não viver de boa família. Bora ver onde a gente vai parar. Pronto, seria isso que eu faria. [risadas] Mas bora lá. Ai, ai, ai. Fala, homem. >> O que que seria a definição bíblica para um homem próspero? Então assim, todos nós queremos ser prósperos. >> Eu, para mim é o contexto, >> tá, >> de Paulo ao escrever para Timóteo, não tem melhor conceito de prosperidade que isso aqui. Olha aqui, ele diz assim: "De fato, grande fonte de lucro é a piedade com contentamento." >> Piedade com contentamento, cara. Aprofunda nisso pra gente. >> Sim. O, já começamos bem. Pera aí, você já volta aqui, Hernand, espera aí. Como dizemos, o mantra neste canal, texto fora de contexto é pretexto. Repita comigo. Texto, fora de contexto é pretexto. Então aqui, como é que a gente consegue prosperidade? Qual o conselho bíblico? Aí vem herdantes. O que Paulo diz a Timóteo e solta a frase: "Piedade e contentamento é grande fonte de lucro". Aí, Gimo Rico para dar aquela escada para Hernandes falar: "Meu Deus, que frase profunda, que que ensinamento que eu sou incapaz de compreender." Explica mais pra gente aí, aprofunda nesse pires. E aí Hernandes vai fazer aquilo que todo pastor é treinado a fazer, me dá muita raiva, que é da definição de palavras, já utilizando um versículo contexto, fora de contexto como pretexto para dar um significado para aquela palavra, para quando você ouvir esse texto fora de contexto, pretexto, não ter o sentido dentro do texto, mas pelas palavras soltas. Então ele vai dar uma definição do que é piedade, uma definição do que é contentamento. E aí olha que aprofundamento. Mas a frase piedade e contentamento são fontes de grande fortuna, né? Então são fonte de lucro, se você quiser, inclusive são fontes de ganhos. Será que é isso que Paulo queria dizer mesmo? Tava incentivando o pessoal a seja piedoso, seja contente, né? Se contente aí com o que você tem, que é uma grande fonte de lucros aqui. O caminho da prosperidade. Ó aí o Paulo dando dica para Timóteo. O caminho da prosperidade. Será que é isso? Ah, meus queridos. Ah, meus queridos. Da mesma série. Se crente pode, se comunista pode ter iPhone. Exatamente. Gabriel, aprofunda nisso aí pra gente. [risadas] Exatamente. Aprofunda. Vou usar aqui no canal. Aprofunda pra gente, Bruno. É, vamos aprofundar nesse pires, mas vamos voltar lá, né? E daqui a pouco, obviamente, a gente vai ler o texto, tá, que o o Hernandes tá citando, pra gente ver o texto no contexto. Só isso, sem muito esforço, pra gente ver, né, se a dica é sobre prosperidade mesmo. Mas volta, volta, Hernandinho, aprofunda pra gente. >> O que que é piedade? >> Que que é? Nós temos que distinguir piedade de eh reputação no sentido de ahã moralidade. Piedade é a sua relação com Deus, >> tá? >> Piedade é a sua intimidade com Deus. Piedade é aquilo que Deus vê e outras pessoas não conseguem ver. Piedade é aquilo que você é com a porta do quarto trancada, com a luz apagada. >> Uhum. >> Piedade é aquilo que é na essência. sua relação com Deus. >> Sacaram? Sacaram? Espero que sim. >> Contentamento significa que eu sou feliz independentemente o quanto eu tenho. Isso não significa conformismo, não significa que eu não queira mais, que eu não mais, que não trabalhe por mais, mas que eu não vou ser feliz na hora que eu tiver o que eu quero. Eu sou feliz hoje já na busca. Isso é contentamento. >> Uhum. >> Ou seja, se no almoço hoje eu tiver arroz, feijão e ovo frito, eu vou comer com contentamento. Se eu for na fogo de chão e comer um churrasco de caprichado, eu tô contente. >> Espero que a fogo de chão esteja com a públa em dia, pagando arduamente aí o nosso coitado. Ou ele fez uma propaganda completamente gratuita, né? Mas sim, sim. A, ele está baseando na o que que ele tá se baseando nessas definições? Na vontade dele. Eh, só isso. Ele decidiu que ele vai definir piedade assim e contentamento assim. Por quê? Porque sim. Porque texto fora de contexto é pretexto para você dizer o que você quiser, né? Em vez dele, né? Mas é o caminho da prosperidade. Então você vai se contentar aí com seu ovinho frito, tal. É isso. Não é que eu não quero mais, é que eu tô feliz. Estou feliz aqui de estar comendo meu vinho frito e não no fogo de chão. Mas quando tiver no fogo de chão também vou est feliz comendo uma boa churrascada. E o primo rico com Aham. Uhum. É, tá anotando ali. Tá, tá tomando nota. Aulas, aulas. Mas vamos lá. Vamos lá. Vamos lá que já já a gente vai pro texto. >> Uhum. >> Do mesmo jeito. >> Ou seja, eu não dependo de coisas externas para ser feliz, porque a minha felicidade não está nas coisas. A minha felicidade tá em Deus. >> Uhum. E aí isso levou o Rockfeller, voltando a ele, dizer o seguinte, que o homem mais feliz que ele conhecia era o homem que chegava em casa cheirando gracha. >> Pronto, agora a gente conseguiu saltar da dica de Paulo para Rockfeller. Então isso me lembra o que Rockfeller disse. [risadas] Obrigado, Deus por essa oportunidade. O homem feliz, Rockfeller. Rockfeller. Ok. O homem que chega em casa [risadas] cheirando graxa. Aí eu não sei se é porque a pessoa está suja de graxa e fede a graxa ou se é porque ele está cheirando uma latinha cheia de graxa, que pode ser também que ele esteja então fazendo o uso muito comum nos anos 90, que era o uso do xera cola. Eu já tô em dúvida agora qual que é o dos os níveis que nós estamos atingindo aqui na nossa nosso salto de Paulo para Rockfeller para dar a dica de prosperidade, né? Então a conexão ela ela depende muito da sua boa vontade, né? Você tem que você tem que ser uma pessoa muito entregue e aceita para você ir no flow. E que que uma coisa tem a ver com a outra? O que que é piedade tem a ver com contentamento que tem a ver com homem chegando em casa cheio de sujo de gracha ou fedendo a gracha que o Rockfeller disse? Sabe, são conexões que apenas para quem tá com muita boa vontade, sem sacanagem, sem você tem que estar com muita boa vontade para falar: "Não, não, pode crer, pode crer." Esse homem aqui tá sendo bíblico, Rockfeller, né? Em Rockfellerícios 3:16. Tá escrito isso, com certeza. Pelo amor de Deus, like, galera. Ajuda aí, como disse Gabriel. [risadas] Fala, Kevin. Bom dia, meu querido. Chegando atrasado, mas deixando like. Tamos junto. Chega deixando like. Tá tudo junto. Tudo junto. Diz Rubens. E eu não entendi o que tem a ver com a frase inicial ainda, mas parece que a gente tá já tá em outra parte do argumento. É isso, Rubens. Não tem conexão. Ele quis porque ele quis. Ele fez o salto porque ele quis. Só isso. Exatamente como diria Rockfeller. Feliz o homem que cheirou cola, que chega cheir não que fede a cola, não sei. Cheira a cola, troca por carvão, cheiro por fora e por dentro do pulmão. Esse sim era feliz. Exato. Pô, Borduna. O feliz é a pessoa que depois de trabalhar 16 horas num carvoaria chega em casa torcindo. Olha que pessoa alegre. Rockfellery diz Rubens, né? Rockfeller e Paulo de Tarso entram num bar em São Paulo, entram no na churrascaria, no fogo de chão. Que que será que sai daí? Rockf é um dos maiores magnatas da história falando isso aí. É fácil. Exato. Olha, mas também tá conversando com o Primo Rico, né? Então, pouco importa qual que vai ser a sua referência, porque provavelmente o Rockfler era um grande trabalhador, um exaustivo, acordava todas as manhãs, às 4 da manhã, tava tomava um banho gelado, ia fazer sua corrida matinal, fazia seu skincare, ia pra academia, voltava para casa, tomava mais um banho, mais uma skincare, vestia sua gravata, colocava o seu terno, ia para o escritório, fazia uma reunião com acionistas, voltava para casa discutindo alguma coisa dentro do carro, já com celular no bolso, acelerado, fazendo coisas aleatórias, gravando vídeos para postar os filhos no Instagram para poder dar dicas de coach pra galera. Depois ele ia direto para o almoço no fogo de chão, comia alguma coisa muito gostosa, um churrasco provavelmente. Depois saía do fogo de chão, ia diretamente para um estúdio, tirar fotos para sua nova propaganda e também para a revista que vai sair da Forbes nova indicando os bilionários. E a gente vai falar um pouco sobre sua rotina, sobre como ele gosta de coisas simples da vida, como ver o pôr do sol. E aí ele volta para casa, tem uma janta muito gostosa que ele pede pelo iFood, depois ele vai dormir muito alegre, feliz e contente assistindo uma série na Netflix. Aí está a trajetória de Rockfeller, um cara muito trabalhador. Café high steaks. Aí estamos nós. Mas vamos lá. De segundo as palavras de Rockfeller, junto com Paulo de Tarso, vamos lá falar sobre prosperidade na Bíblia. >> Comi um bom prato de arroz e feijão. Não é verdade? Porque a cultura americana de arroz com feijão e dormiam a noite toda bem dormida. >> Uhum. Pró. >> Gostoso. Muito. >> Ele dorme, bota a cabeça dorme. >> Isso daí é uma coisa muito difícil para mim, sabe? >> Não é porque você não trabalha. A gente deita e dorme de cansaço mesmo. Não é nem em paz. Aí você não, você não trabalha. Deve ser difícil mesmo você chegar em paz, deitar e dormir. Já não tem mais o que fazer porque a gente já tá podre. Então é o que resta. Então eu fica a dica aí. [risadas] mesmo. Eh, porque assim, eh, eu entendo, né, que a gente precisa ter fé em todos os momentos, acreditar que tudo que tá acontecendo tá nas mãos de Deus e assim a gente viver com contentamento, né? Só que tem situaçõ fogo de chão, não tem um tem coisas que são muito difíceis. Por exemplo, cara, você vai botar a sua criança para estudar numa escola, cara, pública muito perigosa. E aí, cara, você tá sofrendo ameaça do vizinho e tal. Pô, tem coisas que é difícil, né? ter que botar a crença na escola pública. Quanto será da população brasileira que utiliza o serviço público, né? Eh, quantidade proporção proporçãoção brasileira. A rede pública de ensino atende cerca de 80% dos alunos da educação básica do Brasil. 80%. Dados de 2024 mostram que 60 66.9% das crianças de 0 a 3 anos em creches estão na rede pública. Isso inclui a minha criança, por exemplo. Beleza? Então, minha criança até os 4 anos de idade foi na creche, mesma fita e tendo um problema danado que era organização de horários, porque a gente já vai falar um pouquinho sobre escola pública. A educação infantil paraa escola tem 94% de acesso e o ensino médio tem 72.6% dos estudantes na rede pública. É, acho que não dá para ser contente assim, né? A gente precisa aí de uma rede privada, a gente precisa garantir que o pessoal esteja estudando escolas, tal. A gente já falou sobre escola aqui, certa feita e comentamos sobre a busca de escolas particulares que aconteceu aqui em casa. Tem inclusive é o vídeo mais assistido no Instagram lá quando eu comentei sobre isso, comentei sobre as escolas eh privadas, né? Como é que funciona? Pá, dito isso, imagina que louco, imagina que ideia inovadora, que mundo diferente seria. Olha que coisa aqui, ó. Ninguém nunca pensou, hein? Coisa nova. Coisa nova. Imagina ao invés, brainstorm aqui, coisa doida. Ao invés da gente ficar cada um lutando para conseguir pagar uma escola, a classe média de 20% da população brasileira, pagar a escola particular para as crianças, pros adolescentes. Ao invés da gente ficar brigando nesses 20%, sendo que elite paga muito caro escola para criança, para adolescente, a galera gasta uma grana bala. Ao invés da gente ter um ensino precarizado, inclusive nas escolas de bairro, de periferia, que são particular, mas que, mano, é só por causa dos horários, que a grande vantagem é essa, é o horário de funcionamento em relação à pública. Muitas vezes tem integral, essas paradas tod. Ao invés da gente fazer isso, imagina que mundo maluco seria se nós investissíssemos em educação pública, gratuita e de qualidade. Imagina que louco, imagina que doideira, doideira todo mundo poder acessar a escola básica infantil, ensino mé todo mundo poderia acessar, todo mundo poder frequentar. Escola bacana. Imagina que mundo maluco seria esse. Hum. Ideia inovadora, né? Deve ter alguns países que fazem isso. Não sei. Deve ter alguns países que fazem isso. E nem falo só de países comunistas, socialistas, países capitalistas que fazem isso. Garantem o acesso à escola para crianças e adolescentes. Educação básica, educação pública de qualidade, com integral. com as pessoas conseguindo ir paraa escola, voltar da escola, né? Os horários não serem insanos como os nossos, que é para tentar adequar a chegada do horário no horário comercial dos trabalhadores, das trabalhadoras em casa. [risadas] Perdão, cara. A escola partido infantil, ela para de ter integral em muitas unidades, né? Perdão. A pública e os horários são horários difíceis. A escola no Brasil começa muito cedo por para garantir que a classe trabalhadora consiga chegar no horário comercial no trabalho e deixar a criança na escola, tal, porque não tem nenhum planejamento de educação, de cidade, de organização social para garantir que tem unidades escolares próximas para todo mundo com acesso fácil e tal, não sei o que lá. E nem um cálculo da jornada de trabalho, de deslocamento, essa coisa, porque a gente tem a dignidade e tempo em casa, né? Então, eh, imagina que louco seria se ao invés da gente achar que prosperidade é eu conseguir pagar uma escola para uma pessoa e a gente pensar que a gente junto garante a escola para todo mundo junto. Doideira, doideira assim. Ah, Bruno, mas não tem dinheiro. Mas pelo amor de Deus, pelo amor de Deus. Não vou nem entrar nesse papo. [risadas] Mas imagina que louco, né? Se já que a gente tá preocupado, falando, pô, eu queria que a gente prosperasse, né? né? Eu queria que a gente, imagina que louco a prosperidade que a gente garantisse que não fosse uma escolinha para cada um, que fosse escolas públicas que garantisse acesso ensino pra galera. Fala: "Não, BR, mas e aí?" E aí que investimento inclusive para todo mundo, todo mundo ser educado, todo mundo garantir uma qualificação bacana, a sociedade ganha. É um investimento social para todo mundo ganhar daqui um uma duas geração. Imagina que mundo maluco. Doideira, hein? Não sei se já pensaram sobre isso. Uma coisa que surgiu na minha cabeça. Doideira, doideira. E nem é verdade que e dorme. É um pobre metafórico feliz em ser fund. [risadas] Ele tem isso também, né? Me parece que o senhor Bruno está indignado. É muito, mas não é pouco. Eu tô bem [risadas] indignado. Jesus Cristo. Hoje o autocontrole está sendo testado. Muito, muito. Eu tô me respirando aqui. Deve ser uns 80%. Acertou o Kevin. Se você tivesse jogado na bet da escola nacional, você tinha conseguido aí uma grana. [risadas] Kevin no alvo. Exatamente. Aí ele já tinha visto os dados, ele tinha informações privilegiadas. [risadas] Doideira, né? Doideira. Você pensar numa escola pública pra galera. É muito comunista. Muito comunista. Ruben, você tem toda a razão. Toda a razão. Imagina uma sociedade que realmente tivessem eh tivesse bem-estar das crianças como norma. Imagina que loucura, né? Que loucura. Imagina que loucura a gente tivesse um programa social, ó. Loucura. Loucura também. Lou insano. Um programa social. Imagina que doideira que garantisse renda, garantisse renda pras famílias. Olha a doideira. Doideira, doideira. garantisse uma renda mínima para as famílias mais necessitadas, estão na linha da pobreza ali, garantisse uma renda e que a contrapartida fosse que a criança estivesse matriculada na escola, ela tem que estudar e que ela tivesse que fazer idas regulares na UBS para acompanhar o peso dessa criança, se ela tá sendo bem alimentada, se tá tendo ali uma nutrição adequada, se ela tá se desenvolvendo bem. Imagina que programa maluco seria esse? Tipo uma bolsa assim pra família, sabe? uma bolsa pra família, um valor que chega na família, preferencialmente para as mães da família que gerem esse uma loucura, uma bolsa pra família que preferencialmente que as mães gerem e que aí como contrapartida, a criança tem que estar na escola e vai ser acompanhada na OBS para ver se ela tá se desenvolvendo com saúde bacana. Doideira essa ideia que eu tive também, hein? Doideira. Não sei se vocês já pensaram sobre isso. Diz Thaago, a creche de um dos meus sobrinhos começa 7:30 e a criança tem um ano. É isso aí, Thaago. Mas isso é por causa do horário de trabalho, cara. A gente tem um horário de trabalho maluco, a gente tem distâncias insanas pra gente poder percorrer nas cidades. Aí a adaptação foi começar a escola super cedo. Mas assim, é um horário muito nosso. Loucura, tá? Loucura, de verdade. Eu é idiota você ter que despertar uma criança super cedo. Ela eh para ir paraa escola. Voltei. Foi mal. A internet aqui tá instável. Ela se desenvolve mal essa criança. Se ela tem que acordar super cedo, ela se desenvolve mal. Ela tem vai ter dificuldades eh eh de crescimento mesmo. Dormir bem, comer bem faz com que você cresça bem, que você se desenvolva bem, que o cérebro assente, assimile as informações que ela aprendeu durante o dia. É muito intenso. Crianças, por isso que crianças menores dormem mais, inclusive ali na primeira primeira fase da infância. Pode acordar mais vezes à noite, mas ela tem sonos mais longos e ela tá se preparando, ela tá se formando ali. Então ela precisa dormir. A gente desperta a criança 5 horas da manhã, 6 horas da manhã, 7 horas da manhã. para ir para pr pra escola. Insano, é insano. Essa criança tem que dormir bem, ela tem que descansar, ela tem que acordar, se preparar para poder ir pra escola, saca? Eu vou ler um livro para vocês nesse momento aqui, já que a gente tá nesse momento aqui, eu vou ler um livro para vocês, muito importante. Mas antes diz, Felipe, muito radical isso aí. Doideira, né, a ideia da bolsa. Uma bolsa pra família. Loucura. Pense aí num bagulho aqui inovador. Caramba, em quem eu voto para ter esse programa aí? Quem será que teve uma ideia aí de uma bolsa pra família? Fica a dica aí. É uma ideia boa, hein? Que a criança tem que estar na escola e tem que ser acompanhada para ver se ela tá se desenvolvendo bem de saúde. Loucura. Mas espera que eu vou contar um negócio para vocês. Vou ler um livro para vocês. Um livro da da minha cria, minha criança. minutinho, um segundo. Ja. Inclusive já fica Recomendação aqui, né, de livros para você educar adultos, né? Educar adultos que vivem no mundo paralelo. Ixe. Ah, pronto. Educar adultos que vivem no mundo paralelo. É importante esse tipo de de literatura. Fica a dica aqui desse livrinho aqui, ó. Chama aqui e aqui desse camarada. Cadê? Cara, eu sou lesado com essas coisas de câmera que me deixa invertido. Caio Zero. Caio Zero, autor de livros infantis, infant juvenis. Maravilhoso, maravilhoso. Aqui, aqui, Caio Zero. O Caio é filho de Bangu, Rio de Janeiro. E aí ele conta uma história aqui aparentemente baseada em sua biografia muito bonita. Eu quero ler para vocês. Ele agradece na, eu vou ler até a dedicatóriazinha aqui, Tenho uma dedicatória logo no início, que é a minha mãe, que desde sempre instigou em minha curiosidade e a imaginação, a querida Luzimar, que me acolhi em sua casa, onde pude viver esta afetiva história, ao meu bairro Bangu, que quando eu ainda era pequeno me trouxe indagações sobre suas casas, suas ruas e sua história. Se liga, isso aqui, sério, isso aqui é muito importante. primo Rico e e Fernandinho. Prestem atenção nessa história. A fotinha para vocês verem. Tem imagem. Quando eu era pequeno, existia um grande mistério. Como eu podia dormir aqui e acordar aqui, como podia dormir aqui. Opa, per aqui e acordar aqui. Todo dia era assim. Eu dormia aqui e acordava aqui. Dormia aqui e acordava aqui. Decidido, fui em busca da solução do enigma. Primeiro, pensei que eu fosse sonâmbulo. Depois imaginei que minha cama fosse um portal para a casa de Luzimar ou até que eles entravam nas casas da de madrugada e trocavam as crianças de lugar. Menino, para com isso já. Não pude concluir a minha investigação. [risadas] Pintar a parede não é agradável. No fim do dia, eu comecei a procurar a resposta em outros lugares. Primeiro tentei com o preguiçoso, mas ele Aí, aí, travou no preguiçoso. Voltamos, voltamos. Calma aí, calma aí. É que o preguiçoso tava dormindo. Cadê? Posso tava dormindo, tava dormindo. É, tadinho dele. Depois eu fui até o língua, só que ele não me levou muito a sério. Por fim, apelei para o alto escalão. Eu não acredito. O moleque fazer uma zona em casa, a mãe ficou fura da vida, mas não deu muito certo. Já pra cama. Aí tem que dormir. Pensei que o mistério fosse grande demais para mim. dormiu. No entanto, minha vontade de investigar foi maior e eu não resisti. Acordei no meio do trajeto e mesmo com muito sono, pude sentir o que me carregava. Era algo quentinho e confortável. E foi aí que eu descobri a verdade. Agora, prestem muita atenção. Na verdade, você que tá ouvindo esse áudio, essa audio live, se der para dar uma paradinha para olhar as imagens, vai ser importante. Não era portal nem nada do tipo. O que me trazia até aqui? Era mágica, cara. A primeira vez que eu li esse livro para pra minha criança, eu chorei, mas segurando para não não quebrar totalmente. E ela tá tudo bem aí, pai? Falei: "Tá, tá tudo bem. Te pula 5 horas da manhã, vai voltar tarde, depois o dia inteiro de trabalho. E como isso aqui a gente já teve que fazer uma ou outra vez e eh você tem que deixar a criança em alguém com em um lugar, né? No caso aqui era a vizinha, a Luzimar. Mas em vários lugares no bairro, vários lugares você tem uma senhora, alguém que bota as crianças lá para dentro e ela vai até receber uma grana por isso. improvisa lá um um espaço de recreação em casa ou de ficar cuidando, porque é isso, tem que trampar, tem que tá fora, tem que tá na correria e a vida toda sendo roubada, né, de por trabalho, essa coisa o tempo para estar com a criança, para estar em casa, essa coisa toda. Mas como disse Rockfeller, de acordo com o nosso querido Hernandinho, feliz é o humaninho que tá chegando fedendo a gracha em casa, não é? Que é o trabalho, né? Eu trabalho, pô. Tem que trabalhar, tem que fazer o o mundo acontecer, não é isso? Tem que tem que fazer, tem tem que trabalhar, tem que valer a pena, né? No no essa coisa. Tem que fazer fazer a correria, tem que tal e pá e pá e pá e pá. Aí o outro vem: "Ah, mas não dá para se contentar, né? Você tem que botar a criança na na escola pública, 80% da população assim é um mundo paralelo, tá ligado, que esses caras vive. Aí, óbvio que eu fico indignado, eu fico puto, fico puto com moralismoinho barato, uma gargantada sem vergonha. E ainda vem com autoridade espiritual, com texto fora de contexto, como pretexto para falar qualquer grosélia, qualquer groselha. Aprofunda mais isso aí. Aprofunda em quê, mano? Esses caras tão de sacanagem, tá ligado? [ __ ] Mas nós temos muita sabedoria ainda. Temos muita sabedoria para para aprender, né, com o que que eles estão dizendo. Perdemos o Bruno. [risadas] Voltamos. Estamos vivos. Estamos vivos. Só porque eu queria saber o desfecho da história. [risadas] Chegamos ao desfecho. Mais 10 likes ele volta com a parte dois. Pronto. Eu devia ter feito isso, né, Felipe? Mete já a gente volta aí. A parte, próxima parte só para membro. Vocês são malandro também. Bom demais. Bom demais, né, Homes? Pô, agora estou emocionado, pô. Quebra a gente, né, Thaago? Quebra muito, cara. Porque isso, pô. É isso. História sensacional, Kevin. Você tem todas as Esse livro, nossa, ele derruba a gente em muitos pedacinhos. [risadas] A gente fica tocado, tá ligado? Porque isso é um é uma simplicidade. Mas todo mundo aqui tá ligado o que que é isso. Espero ou espero não. Talvez. E caso seja, você se conecta com isso, você entende o que que é isso, tá ligado? E aí? E [ __ ] que pariu. E aí o maluco mete uma do Esses caras conversa como se fosse um objeto o trabalho, como se fosse uma coisa só moral, como se fosse um uma coisa simples de ser feito, comparações dos incomparáveis. É, é. Não tem como não ficar bravo, não tem como não ficar indignado. Ai, final forte e bonito. É bonito, cara. É bonito e mexe com a gente, pô. Não tem como. Não tem como. E aí quebra muito a gente, pô. Exato. O Exato, Ris. O discurso tem impacto real na vida das pessoas. E o cara tá falando ali como se fosse uma parada ainda com autoridade espiritual, tá ligado? Isso é sério. Aí quando surgiu esse esse bagulho aí os cara não, mas ele tá dando a opinião dele. Um grande danse para isso. Não é questão de opinião, meu irmão. Não é questão de opinião. Olha dado, conheça o programa, para de falar de cima do do da da altivez de um púlpito com a gravatinha bacana. Para, pô, para. Então tem que, [ __ ] mas vamos lá, pelo menos espero que esse tipo de literatura eduque adultos, né? Eduque adultoso. Vamos lá, vamos voltar ali pro para essa grande ideia, né, da gente ter um uma escola para todos. Imagina que que ideia incrível. Que ideia incrível. Só ideias incríveis. Ai, ai, voltemo. Tá aberto aqui. Visualiz aqui. Pronto. Ad block para YouTube, né? Não tem ad block. Vamos lá. Ai, meu coraçãozinho. Deixa eu abrir um pouquinho. E 1 2 3 pá. Cadê? Cadê? Cadê? Foi. >> Você precisa, né? Se você tem fé de você precisa realmente manifestar essa fé, o contentamento desse momento. Mas é muito difícil eu dizer que se eu não tivesse um dinheirinha mais para ter segurança aqui, uma escola boa, não seria um pouco mais feliz? >> Mais feliz. Exatamente. Concordo plenamente com você. E a luz da Bíblia também. >> É. >> E a luz da Bíblia também. O que o que eu quero dizer com isso é o seguinte. Imagine que chega uma hora que por reveses da vida ou por ataques externos de alguém que saqueou meus bens, eu me dei uma pernada e eu vá pra lona, >> tá? >> Caso de Jó. Perdeu tudo, >> cara. Jó é loucura, >> perdeu tudo. E qual foi a reação dele? Porque a tese de Satanás é a hora que o Senhor tocar no que ele tem, >> Uhum. >> Ele vai blasfemar. Ou seja, essa fé que ele diz que ter no Senhor é porque o Senhor tá abençoando a vida dele, é porque ele tem prosperidade, porque tem riqueza, mas se tirar ele vai blasfemar. E o Jó não blasfemou. O Senhor Deus deu, o Senhor Deus tomou. >> Então, hipoteticamente, né, o que que é aqui esse contentamento? É, hipoteticamente você perdeu, você não vai sofrer, você vai tá de boa, né? Hipoteticamente o os saltos lógicos desse bagulho, eu acho uma insanidade, né? E é isso, [risadas] cara. Jó é loucura. Sabe o que é mais louco do livro de Jó? É que ele é uma poesia. Poesia. Só que essa leitura bíblica, ah, nem comecei. Já vou ter que fechar de novo esse bagulho aqui. Jó é uma poesia. Poesia. Ponto. É uma poesia. É uma poesia. Nesta poesia, pessoal que lê a Bíblia de maneira literal, tal qual Hernandinho, é incapaz de entender o texto. Incapaz. Incapaz. Pior ainda, estraga o texto. Estraga a beleza do texto e os conflitos que ele traz. Estraga. É incapaz de aprender a mensagem profunda do texto porque trata ele como literal. Só que aí, qual que é o problema que eles têm que enfrentar? Aqui no texto literalmente começa assim: "Tá Deus e as entidades da terra, né? As entidades divina subdivinas, que seja as entidades se reúnem nos céus, né? Deus faz uma grande reunião e entre eles está Satanás, que tem livre circulação aparentemente nessa história. Satanás que significa o acusador, né? Então, entre eles tá o acusador e essa entidade acusadora entre elas tá passando por lá e ela tá de boa, ela só tá lá, tá de boa. Aí Deus chega no no acusador e fala assim: "E aí acusador, de boas, onde é que você tava?" Aí ele era de passear e rodear por aí, pô. Fico andando na terra. Aí ele manda um: "Você viu o meu servo Jó?" Deus manda. Você viu meu servo Jó? Ele: "Hum, ele é muito bom. Ele é bala. Ele não blasfema, ele é um cara legal. Ele é justo. Olha que cara legal, ó. Ó o Jó, ó o Jó que legal. Ó, ó, ó, ó. Aí o o acusador fala: "É, mas também tem tudo, né? Aí é fácil. Aí Deus fala: "Ã quer fazer uma aposta? [risadas] Pô, vamos ver. Aí rola uma aposta. Aposta bet, bet bet celestial. Aí na Bed Celestial é, vamos ver se o Jó blasfema ou não. Vamos ver se o Jó E aí que acontece? E essa informação Jó não tem e nenhum personagem da peça de teatro que é essa poesia, ninguém tem essa informação. Quem tem? Os espectadores, tá? Então, provavelmente é uma poesia, é, não, é uma poesia que provavelmente era encenada. você conta essa história. E aí imagina você assistindo como espectador dessa peça e você vê no âmbito celestial divino uma aposta superérflua, superérflua, uma aposta entre Deus e o acusador. Aí você fica, meu Deus do céu, o que vai acontecer daqui? E aí o coitado Jó começa a perder as coisas, perde família, perde dinheiro, perde que depois perde saúde, depois fica lascado, tal, não sei o que lá. Aí a grande preocupação nossa que tá assistindo essa peça é: "Mas ele não merece, por que que ele tá sofrendo?" E aí isso é os primeiros dois capítulos do do raio do da da do livro, o primeiro trechinho da poesia. Mãe, por que que tá fazendo isso? Essa aposta superérfl não fazia sentido. Esse homem não merece sofrer isso. Por que que ele tá sofrendo? Aí vem os amigos do Jó visitar ele e todo o livro é a discussão entre os amigos e Jó. Por que tentando entender porque que ele tá sofrendo. E aí os amigos fica dizendo que é porque ele desobedeceu a Deus, que é porque ele é pecador, que é por causa disso, que é por causa daquilo. E o jovens eu não, mano. E mesmo se fosse Dani se não mereço, tá aqui. Eu fiz tudo direitinho, mas mesmo assim, pô. E aí ele fica em crise. E aí a grande discussão do livro não é se você perder tudo, você não perder tudo, não é se J tem dinheiro, não tem dinheiro, você tem riqueza, não tem riqueza. A discussão é por pessoas boas sofrem. É isso. Elas não têm controle sobre seu destino. Ninguém tem. Então, a própria frasezinha aí do piedade, contentamento para ter prosperidade não tem sentido. Por quê? Porque você não tem controle. Porque ter ser piedoso ou ser contente não vai te trazer prosperidade, nem nada do tipo, nada. Você não tem controle. É isso. Mas tudo bem. Como a gente pode sair soltando história por aí? Jó é loucura, Jó é doideira. Jó é doideira. [risadas] Vamos lá. Eu fico indignado. Bendito seja o nome do Senhor. Eu não trouxe nada. Eu não vou levar nada. No entrei, no saí. Bendito seja o nome do Senhor. Ou seja, esse homem não tem a sua fé fundamentada no que ele tem, mas esse homem é fundamentado no que ele é. Ele não adora a Deus por aquilo que Deus dá. Ele adora a Deus por quem Deus é. Então esse é viu, Thago que travou o último segundinho aqui, né? Pera aí. volta aqui. >> Então esse esse é o ponto. Agora é óbvio, Thago, que nós não podemos usar esse contentamento para dormir em berço esplêndido. Eu eu gosto de citar o exemplo do Brasil porque eu vejo isso todo dia, toda hora, do camarada que recebe uma bolsa família e se acomoda. Ele não quer estudar, ele não quer trabalhar, ele não quer crescer, ele se acomodou. E se ele tá dizendo que essa bolsa família é uma bênção na vida dele, pode ser um problema, uma maldição. Eh, tava escutando o Ronaldo Reagan há poucos dias, ele disse: "Você quer saber se um um trabalho social do governo é bom? Veja, não quantas pessoas estão incluídas, mas quantas pessoas não precisam mais. Porque se eu faço de uma ajuda, de um socorro, então vamos ver aqui, excelentíssimo Hernandes Dias Lopes, de acordo com o sábio Ronald Reagan, né, a gente só tá tendo aqui nível alto. Rockfeller, Ronald Reagan, né? Só gente de referência. É exatamente. [risadas] Grandes citações, gigantes citações. Só gente, né? Fonte Arial 14. Exato. Vamos aqui fazer uma Google. Google, me diga aqui resultados do programa Bolsa Família. Entre 2023 e 2024, cerca de 8.6 milhões de pessoas saíram da linha da pobreza. Nós não estamos falando aqui de alguém que tá enriquecendo, que tá recebendo um [ __ ] de um salário, que tá vivendo aqui, ó, de rede, deitado em berço esplêndido, no ar condicionado de sua residência. Nós estamos falando de uma pessoa ou de 8.6 6 milhões que saíram da linha da pobreza. Tá falando de miséria, desgraça, de evitar fome, evitar fome. Ah, Bruno, mas ele disse que o importante é quem sai do programa, OK? 2 milhões, mais de 2 milhões de famílias, 2 milhões de famílias, mais de 2 milhões de famílias deixaram o programa voluntariamente ou pelo aumento de renda em 2025. Só no ano passado, querido Hernandes Dias Lopes, dois milhões de famílias, mais de 2 milhões de famílias saíram do programa voluntariamente ou porque atingiram um nível de renda que não precisa mais. Olha que incrível. O Bron Real deve estar contente com isso, certo? Imagino eu que começa uma alegria de Ronald Reagan. Mais uma citação incrível. O fortalecimento do programa do Bolsa Família contribuiu para que o Brasil saísse novamente do mapa da fome em 2024. Em 12 anos, quase metade dos jovens, cujas famílias recebiam benefício, atingiram autonomia financeira e não dependem mais do CAD único, do cadastro Único Nacional. Eu vou eu vou repetir. No período de 12 anos, é quase metade, cara, é um número elevado de jovens que não precisam do programa. A família, a mãe recebeu, o filho não precisa mais. O programa é para garantir que uma próxima geração esteja na escola, estude e tenha alimentação adequada, consiga ter nutriente para crescer, para se desenvolver minimamente. É mínimo, no mínimo. Ah, mas eu ouvi falar do fulano de tal que ele nem vai trabalha porque recebe bolsa família. Gane-se, porque a gente tá falando de números grandes. Nós estamos falando aqui de transformação na população. Isso me traz um caso, dois caso. A exceção do fulano de tal, Dane-se. Nós estamos falando de projeto nacional, de programas com grandes volumes de pessoas. Na massa, no grosso, no valendo. O programa é um sucesso. A melhorou a escolaridade do país. Jovens não precisam mais do programa, certo? A galera saiu do mapa da fome. Nós estamos avançando como sociedade, civilização humanitariamente por causa do programa. Mas pro bonito ali que gosta do fogo de chão. Ah, não, é porque o pessoal acomoda e aí fica em berço esplêndido. Vai, né? E isso biblicamente, né? Porque ele citou já o o a carta de Paulo, mete agora um um Jó para dizer que você, né? E agora não. O pessoal também ele não pode se contentar. Isso não significa que você se contentar, você vai se acomodar. Agora tem um ajuste, né? Olha, a piedade e o contentamento eles trazem para você prosperidade, mas contentamento não é ficar sentado aí no no Bolsa Família, como se isso fosse a renda que que que pagasse aluguel, que garante tudo pra pessoa, que ela tá vivendo no bem bom, tá numa qualidade maravilhosa de vida, um pro Ah, aí tem um adendo, né? Porque o contentamento é só pro rico, pro pobre não tem contentamento. O pobre ele tem que carregar culpa, tem que carregar chaga, tem que ser humilhado. E se ele depende de Bolsa Família, o pastor tem que dizer: "Você aí é um incompleto, porque você ainda depende desse programa aí, biblicamente falando, canalha". Exato. A famosa história anedótica, né? O hipotético pobre. Hum. Exato. Sempre vai ter porcentagem. Exato. Em qualquer coisa, em qualquer programa. Mas aí os incentivos paraa igreja, né? Porque aí o Bolsa Família não pode, quer acomodar, mas igreja pagar, não pagar imposto, tá de boa. Certão? Certão. Tá de boa. Aí não é acomodar, porque afinal a igreja tá uma da devolutiva, né? Ela cumpre um papel social. Qual o papel social? Ah, não, não. Ela faz ações, ações aí de caridade. A caridade pode pontual, né? Você ir lá uma vez por ano no Natal, levar comida uma vez por ano, levar brinquedo numa quebrada no dia das crianças ou uns ovinhos de chocolate, sei lá, numa Páscoa para fazer evangelismo de Jesus, dizer que Jesus morreu para as crianças. Aí pode, aí você pode fazer caridade, aí a pessoa aí tá tudo bem, a igreja pode aí ela pode até seis de imposto. Agora, um programa nacional que garante renda, que tem projeto médio longo prazo, que tem tido resultado, aí não pode. Aí você não tem que se contentar com isso. Hipocrisia, quem pode, entendeu? A migalha que a igreja dá pode. Aí vai vir aqui as obras. Aí tá de boa, a caridade pode, o programa não, o projeto nacional não pode, distribuição de renda não pode, mas a caridade da igreja pode. Aí a igreja pode até não pagar imposto, que aí não é acomodar, né? Aí ela tá simplesmente cumprindo seu papel. Aí depois é dizer, é que a gente tá fazendo aquilo que o estado não faz, né? Ó que legal, ó que ciclo bacana. Tá sempre jogando no easy. Tá fácil aqui, ó. Tá de boa. Tá fácil. Easy, easy, easy. Facinho. Só joga aqui no modo fácil. Por quê? Se o estado não faz, não tá fazendo, a igreja compra. O estado faz. Ah, tá deixando o pessoal preso aí. Não pode, hein? Não pode, hein? Mas a minha caridade pode. E aí a minha caridade que pode inclusive isenta a minha instituição de pagar imposto. Mamata, hein, pô? Tá fácil, tá fácil ou não tá fácil? Tá fácil. Pô, o Felipe tinha botado uma mensagem aqui que era importante. Tem um estudo da FGV que diz que em 10 anos 60% dos beneficiários deixaram o programa. Normal, se vocês não entendem que isso é um sucesso, é sacanagem. Incrível. É, exatamente. É caridade. Dá um votinho. É, dá um votinho pro candidato, né? Não fala nada. Mas vamos sofrer mais um pouquinho. É, é uma, uma torna essa pessoa dependente, em vez de ensinar ele a pescar, eu tô dando peixe todo dia, um peixinho para eu comer. >> Jesus, já falei pro senhor parar de ficar multiplicando comida por aí também. Essa mania que Jesus tem de ficar distribuindo peixe e pão pro pessoal, em vez de ensinar a pescar é complicado. Andava com um monte de pescador e em vez de fazer o pessoal ensinar os outros a pescar, né? montar ali uma escola de empreendedorismo, cada um ir lá montar sua escolinha para ensinar a pessoa a cortar cabelo, fazer a unha, montar sua barbearia e também ir pescar. Tinha que ensinar isso. Os pescadores ali não tava fazendo isso. Tava o quê? Tudo andando atrás do Jesus perrapado e ele arranjando comida pr os cara. Aí é fácil. Aí é fácil. Jesus aí não tá seguindo o conselho de ensinar pescar pô. Isso é um problema social gravíssimo, porque isso vai levar a nação à miséria, a pobreza, vai levar aquela família a uma um conformismo com a miséria, com a pobreza. >> O amigo meu, >> aí a gente olha o raio dos dados que a gente acabou de falar, exatamente o contrário. Hum. Mas é opinião, né? Pode opinião, né? Pode dar opinião, pode falar qualquer porcaria, né? A pastor, inclusive, é, pode falar qualquer porcaria, não tem problema, né? Exatamente. Em vez [risadas] de ensinar pescar, ficava andando sobre água. Aí, aí é fácil. Aí é fácil. Multiplicando vinho, multiplicando p e peixe. Ah, te contar em vez de ensinar o pessoal a ir trabalhar. Mano, é sempre as mesmas histórias. O cara não consegue nem se reventar nas mentiras. Mas é, é, é o WhatsApp em forma de pastor, né? O tiozão do WhatsApp aqui com autoridade. Aí ele pode ficar falando as grosélia aí o o usuário hipotético da Bolsa Família, né? Essa coisa, o usuário hipotético, né? suposto, a suposta família que tá na dependência, que não quer sair e a gente olha os dados e o contrário, ó, que legal. Ah, ah, mas é que ele não sabia. Se não sabe, fica quieto. >> Eu que vendi água na praia, o Rick Rick Chester, ele fala que quando você ajuda alguém a ver vez, você socorre novo, você ajuda. E quando você ajuda a terceira vez, você atrapalha. >> Atrapalha. É isso. É isso. Então, um cristão não pode se conformar, ele precisa crescer. E outra coisa, é preciso estudar, >> viu, cristão, você não pode se conformar. Cristão usando Bolsa Família, você tem que crescer, que é exatamente para isso que o programa serve. Aí ele tem que estudar. Então, querido senhor de cabelos grisalhos, o programa exige que a criança esteja na escola. Se não tiver essa renda em casa, a criança tem que ir trabalhar, tem que vender bala. Na porta da minha casa, porta da minha casa, desiste esses tempos, passa a criança vendendo bala. Na porta da minha casa tem um um uma família que se junta para poder vender fruta que traz lá da caixa prego aqui. Aí elas ficam fazendo revesamento na na na no bairro aqui para poder vender. Aí esses dias eu passei à noite, a criança deitada debaixo da caixa de de debaixo do negó do do da mesinha da feira, deitada na caixa, dormindo, cansada, quebrada, tava com cara de exausto acompanhando. Sempre sua família, a criança tem que trabalhar, meu irmão. Mas vocês não estão preocupado com isso, tá? Com esse moralismo de garganta. É muito fácil. E ainda metendo Bíblia, falando que o cristão não pode isso, o cristão não pode aquilo. Ah, se liga, mano. Se liga, se liga, doido. Crianças, os nossos adolescentes, os nossos jovens a estudarem. Pera aí. Ó a frase agora do bendito. >> Outra coisa, é preciso estudar. Nós precisamos e e motivar as nossas crianças, os nossos adolescentes, os nossos jovens a estudarem. >> É exatamente isso que o programa faz, criatura. Vai conhecer antes de falar. >> Para se qualificarem melhor, para ter um salário melhor, para ter uma condição melhor, como você disse. >> É, só que aí se a família não tem renda, sabe o que acontece? Todo mundo tem que trabalhar, né? Você vai estudar quando? Eu dava aula numa escola. Dava aula numa escola na no Eliópolis e e aí ensino médio, né, noturno, aliás, ensino médio noturno, uma coisa bem, né, de escola pública, porque eu uma galera que tem que trabalhar, fazer menor aprendiz durante o dia, né? Aí eu dava aula numa escola, ensino médio, e uma vez eu entrei na sala e o moleque tava, ele tava assistindo aula assim, daqui a pouco ele fechou o olho assim, ó, começou a cair, tipo, tava na primeira carteira, ele sentava na primeira carteira, bonebinho para trás, tal, ele começou a, tipo, ele tava muito cansado, ele tava pescando. Aí eu tava dando a hora, eu parei assim, olhei, falei: "Mano, foi puxado hoje, trabalhou muito?" Ele: "Pô, velho, tu tu trampa onde?" Ah, e era aqueles baros que tem xerox, né, copiador e não sei que lá. Aí o cara tal misturas que só encontramos em determinados lugares específicos na cidade. E aí, isso faz muitos anos também, né? E aí, eu falei: "Pô, fecha o olho aí, mano. Relaxa, não se preocupa, não, descansa. Pelo menos na próxima aula você tá inteiro, uma acochilada". Aí ele olhou para mim, tipo, sério, fô, não vai adiantar nada. Você tá se matando aqui, vai ficar se quebrando direto para, pô. Respira um pouco, relaxa. Eu não aguentava olhar pro mano dormindo, quebrado. Ele tava exausto. Vai estudar comant, tem que trabalhar, mano. Entendeu? Agora, se ele tem uma renda que garante que ele não precisa ficar trabalhando ali naquele período ou que a família consegue minimamente se sustentar e que ele vai poder então se dedicar para estudo, olha que incrível que acontece. Porque não sei se você sabe, não dá para começar do nada, né? A gente tem que começar de algum lugar. Algum lugar a gente tem que começar. A a família não enriquece da noite pro dia. A pessoa que faz três jornadas de empreendedora, vendendo coisa, fazendo doméstico, fazendo sei o que lá, tudo ao mesmo tempo. Não, não vira, mano. Não vira, pô. Aí vai, vai. Como que as crianças vai ter garantia de que vai poder estudar? Vai ter tempo. Tá falando de um país desigual para caramba. E não é desigual porque as pessoas escolheram. É, tem história de escravização, de exclusão, de marginalização, falta de planejamento das cidades, falta de planejamento do crescimento econômico, do desenvolvimento industrial e crescimento econômico do país. Tudo isso defasado. Aí a culpa é da família, [ __ ] Eh, é muito, eu fico imaginando o que que é um pai botar um filho numa escola de vulnerabilidade, de violência, o coração dele. Então é >> de 80% da população, Hernandes, >> é possível que esse pai melhore o seu sua capacitação, melhore o seu salário, melhore a sua condição e melhore a escola para onde seu filho vai estudar >> pela vontade dele, né? Socialmente não tem nada que tem que ser mexido, é na vontade dele. Esse pai chega sujo de graxa em casa que isso vai acontecer magicamente. Beleza, paizão? É assim que funciona. Você rala, rala, rala, rala, rala e magicamente vai ter a escola boa pro seu filho. E assim, o teu filho, ele não vai crescer nesse período, né? Nesses 15 anos que você ficou ralando, o teu filho ficou parado no 1 ano e meio, tá bom? esses 15 anos que você foi, o filho ficou estacionado aqui. Ele não, ele não foi paraa adolescência, ele ficou aguardando. Aí quando você consegue agora pagar uma escola para ele, ele já não tá em outra fase da vida, não. >> Humum. >> Esse eu acho que é o grande projeto da vida cristã. >> Ah, da vida cristã. Ai, vida cristã. Mas aqui o pessoal foi malando que eles tiraram a parte mais tensa da fala, né? que eu vou recuperar ela aqui antes da gente ler os textos que dá para piorar. Nada ruim que não possa piorar. A gente vai ler os textos que Hernandes citou, um deles, né? Ai, Jeová, é complicado. Ah, não tem como ficar indignado. Desculpa, gente. Eu perco a linha mesmo. Eu fico estressado. Perdão aí, tô pegando aqui o trecho mais complicadinho que não foi pro corte, sabe? Convenientemente não tá no corte. Porque repercute mal. Aí o pessoal tem que ser esperto, né? Pera, tô quase, tô quase lá. Quase, quase. Caraca, mano, você posta muita coisa. Eu tinha salvado aqui que o mano tinha falado, mas o mano já postou 700 milhões de coisas depois disso. Aí me quebra. Deixa eu ir no outro mano aqui que o outro mano posta menos. [risadas] Ai ai aji. M. aqui aí o pessoal, né? Dá aquela cortada boa. Ah, abre aqui. Não, não, pera aí. Ser aqui é aqui. Ai ai ai. Achei. Aí vem, né? Complicado isso aqui. O cristão pode viver de boas família? Frasezinha sem vergonha. Preparai-vos. 3 2 1. >> Um chamado Bolsa Família. E eu conheço centenas de pessoas que ao receberem essa ajuda do governo não querem trabalhar. Elas foram conformadas à aquele patamar de miséria. Não querem trabalhar, mexer, não trabalham para crescer. Então essa mentalidade é uma mentalidade de miséria. Nós não somos nem a favor da teologia da miséria, nem a favor da teologia da prosperidade. Deus não só quer, Deus ordena, tá lá nos 10 mandamentos, que você precisa trabalhar seis dias e descansar num. Tem gente querendo descansar em seis dias e trabalhar num. Nós não podemos usar esse contentamento para dormir em beas. Eu gosto de citar o exemplo do Brasil, porque eu vejo isso todo dia, toda hora. do camarada que recebe uma bolsa família e se acomoda. Ele não quer estudar, ele não quer trabalhar. E se ele tá dizendo que essa bolsa família é uma bênção na vida dele, pode ser um problema, uma maldição. Você quer saber se um trabalho social do governo é bom? Veja não quantas pessoas estão incluídas, mas quantas pessoas não precisam mais. Porque se eu faço de uma ajuda e de um socorro, tornar essa pessoa dependente, em vez de ensinar ele a pescar, eu tô dando peixe todo dia, um peixinho para ele comer. Isso é um problema, vai levar aquela família um conformismo com a miséria e com a pobreza. Um amigo meu que vendia água na praia. Conheço centenas. Eu truco. Mas mentira é feio, viu, pastor? Nossa, mentira é feio. Eu truco, mas eu truco assim. Muito fácil. Muito fácil. Lorota. Mentira. Além do pânico moral, né, além da dessa invenção biroleib dentro desse contexto e de tudo que a gente já comentou. Isso é canalice, cara. Não pode, não pode. E com a Bíblia debaixo do braço da autoridade de pastor falando do cristão, o que o cristão deve ou não deve fazer. Você pode ter o maior respeito do mundo pela vida do Hernandes. Ah, ouvi uma vez, eu ouvi ele pregar e eu achei super legal. Não tem problema. Pode achar super bacana, pode se sentir, né? Ah, pô, foi importante eu ver ele pregar. Ele não fez mais que a obrigação dele e o serviço dele, que o serviço dele é esse. Se é bom ser bom pregador, vai pregar bem, tá bom? Mas não fica falando grosélia por aí com autoridade espiritual. Isso não é seu serviço, não. Isso é desse serviço. Vai ser pastor em vez de ser opnólogo. E ainda mais eu recomendo consideravelmente que essas centenas de pessoas que você conhece que você então integre elas em algum outro programa, porque é muito fácil dizer que o cara tá um acomodado, que não sei o que lá, não sei que lá, não sei que lá, que é mentira. inventou esse hipotético da cabeça aí e a igreja não tá trabalhando aparentemente para salvar esse maluco aí não, né? Nem exortou e nem trouxe para alguma outra coisa. Cara, é muito triste, mano. E eu fico muito bravo porque o cara se arroga do da posição de pastor, né? O que que você não pode, não pode fazer. E a galera segue pastor como se o pastor fosse oráculo, como se ele pudesse falar o bagulho. E a gente tem que aceitar. Não tem que aceitar, mano. Não tem que aceitar. Tá errado. Tem que levantar e falar: "Tá errado." Não é porque o cara uma vez fez uma coisa legal, cumprindo o serviço dele com o pastor que agora também não vai receber crítica e também a gente não tem que falar: "Mano, para, parou, pô. Eu fiz isso com os caras que que me influenciaram. Se tá errado, tem que dizer tá errado. E tá errado. Tá completamente equivocado. Não pode. Tá errado. Tá errado. Não dá. Não dá. Mas vamos lá, né? A gente terminar nosso papo. Ai ai. O Hernandes, ele citou a carta de Timóteo para começar a conversa antes de ir para Rock Feller e Ronald Reagan, né? grandes citações. Ele começou com a carta de Timóteo e a gente tem aqui no canal uma playlist sobre a carta de Timóteo que a gente lê o livro Las lutas del poder e os orígenes del cristianismo da da Elsatamis, que é uma leitura linha a linha de Timóteo de maneira crítica, brilhante, que a carta de Timóteo é uma carta muito complicada porque ela fala coisas bem bem bem bem erradas. Você tem direto aqui falar bem claro que o escravo tem que se submeter, que a mulher tem que ficar calada, um monte de coisa tá nessa carta. E aí a Elsa, ela não foge de discutir com a carta e de fazer discussões muito boas. Aí se você quiser ver, tem que ser membro do canal, tem que ser da membresia aqui, porque vai ver o livro que é as lutas de poder nas origens do cristianismo. Livraço, mano. Bom, bom demais, sem sacanagem. É muito bom. E a gente lê lá linha a linha e tal. Então fica a recomendação que a gente tá tá aqui tendo essa referência, acompanhando a gente. E a carta de Timóteo, que é uma carta inclusive que ele falou como Paulo escreveu, mas é uma carta deopaulina, que é uma carta que há dúvidas, na verdade quem estuda de maneira decente a Bíblia sabe que não foi Paulo que escreveu. É uma carta posterior, provavelmente de discípulos de Paulo ou de alguém que atribui a Paulo a carta com referência. E foi uma carta que teve algum impacto na igreja primitiva nos inícios ali, mas é uma carta posterior, né? Póstuma. Muito comum fazer isso antigamente, ter textos que você eh reeva autoria para outras pessoas, né? Ele citou a carta de de Timóteo, como ali aquela grande referência, ai Jesus Cristo, de de [música] caminho da prosperidade. Então vamos ler com contexto. Vamos ler com contexto. É o capítulo 6 de Timóteo. Texto que o Hernandes citou foi esse aqui, ó. Olha, ó, olha que carta complicada, velho. Todos os que estão sobo de escravidão devem considerar seus senhores como dignos de todo o respeito para que o nome de Deus, nosso ensino, não sejam blasfemados. Aqui já é um monte de problema que a gente tem que discutir e debater, porque é complicado sustentar isso daí. E na verdade a gente tem que ler de maneira crítica. Eu não vou avançar nisso, vou deixar que a Elsa faça. E aí se você quiser ou acompanhar a nossa leitura linha em linha do texto da Elsa, você vira membro, membreia do canal, ou você procura o texto que tem PDF na internet. Os que tm senhores crentes não devem ter por eles menos respeito pelo fato de ser irmãos, pelo contrário, devem servi-los ainda melhor. Falando de escravidão, tá? Aliás, uma vez eu tive uma treta no seminário, história doideira. Eu tinha um professor no seminário, era um um professor antigo no seminário de teologia, que numa das primeiras aulas que ele foi dar pra gente e era teologia pastoral, ele citou esse texto aqui e falou sobre escravização. Eu ainda não sabia sustentar de maneira adequada, porque eu não tinha lido o texto, o texto da Elsa, eu ainda não tinha critérios hermenêuticos suficientes, mas eu falei: "Não, mas isso tá errado". Aí falou: "Não, mas foi Paulo que escreveu". Eu falei: "Danis, isso tá errado?" Como assim? Eu vou dizer que o escravo tem que submeter, tá errado. Esse texto aí eu vou usar para quê? Para dizer que escravidão foi legítima durante 300 anos. Aí rolou uma treta lá na sala. Aí discussão porque metade da sala veio comigo, metade da sala com o professor. Começou aquela confusão, a aula não terminou bem, mas aí seguiu o semestre. No final do semestre [risadas] o diretor me chamou lá, diretor do seminário me chamou na sala dele. Bruno, vem cá. Falei: "Bruno, o que que aconteceu esse semestre?" Falei, não sei por quê. Por que o professor Flando de tal falou que ele percebeu que é melhor ele não dar mais aulas? Mas por que que aconteceu? Não sei. Ele falou, ele falou que tem uma nova geração aí que faz questionamentos que ele não sabe responder e que ele considerou mais interessante sair. E no caso da nova geração era eu e outros dois coleguinhas na sala que acabávamos causando o porco quando a gente faz esse tipo de questionamento. Como assim eu vou sustentar escravização com esse bagulho? Tá doido, tá errado. Bom, mas a gente não vai avançar nesse momento. Se alguém ensina falsas doutrinas e não concorda com a doutrina de nosso Senhor Jesus Cristo e como o ensino é segundo a piedade, né? é orgulhoso e nada entende. Esse tal mostra um interesse doentil por controvérsias e contendas acerca de palavras que resultam em invejas, brigas, difamações, suspeitas malignas e atritos constantes entre as pessoas que têm a mente corrompida e que são privados da verdade, os quais pensam que a piedade é fonte de lucro. Veja as pessoas que ranjam inveja de brigas, difamações, suspeitas malignas, atritos entre as pessoas e não sei o quê, não sei o que, não sei o quê, que estão ensinando falsas doutrinas que durante o texto o pessoal da a a o Timóteo vai indicando e dando dicas de quem são essas pessoas, de uma galera que tá chegando na comunidade e que não tá aceitando dividir os bens, que não tá aceitando eh uma série de de organizações da comunidade que traz outras paradas, que para de falar sobre a necessidade do bem, do cuidado da vida, como integralidade começa a falar umas doutrinas meio aleatória, que é bem abstrata e ele vai dando essas dicas. E a Elsa trabalha isso muito bem. Então vou ficar indicando que tem que ler o texto da Elsa, porque eu não vou aprofundar nisso. Mas em última instância essa galera também arranjava uma grana como fonte de lucro. A piedade como fonte de lucro. Veja o problema dessa galera, além de tudo das tretas que tá arranjando ali, é porque eles consideram a piedade fonte de lucro. E no caso lucro ou prosperidade, né, ganho o mesmo. Então, considerando que com a piedade eles vão ganhar, ensinando essas falsas doutrinas. E aí vem a frase: "De fato, piedade com contentamento é grande fonte de lucro, pois nada trouxemos para esse mundo e dele nada podemos levar. Por isso, veja o que que é o veja o que que é a fonte de lucro. tendo o que comer e com que se vestir, estejamos com isso satisfeitos. Contra o pessoal que queria fazer lucro com a piedade, aqui o humano tá dizendo realmente não é fonte de lucro. Tá comendo, tá vestindo, tá show de bola. Seja contente, não vai querer mais. Aí vai falar: "Não, não, não, mas a gente tem que continuar buscando riquezas, tem que continuar buscando ganhos. Vamos continuar lendo o texto. Os que ficarem ricos, o que os que querem ficar ricos, os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição. Pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Essa parte eu acho que o Hernandes não iria se eh citar [música] no Primo Rico Cast, né? ou no Primocast, a raiz, o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males, que inclusive, que inclusive era um ditado muito comum à época, tá? Não é uma um texto da cabeça do autor desse desse texto aqui, não. Era um ditado comum. Vários eh filósofos históricos e também da tradição latina traziam esse lance do o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Então não ama dinheiro não, cara. Dinheiro é problema. E no caso aqui, dinheiro problema mesmo, porque não é uma economia totalmente monetarizada como é a nossa. A época o dinheiro não era bem visto. Desde Aristóteles, mesmo na tradição semita, o dinheiro não é bem visto, porque o dinheiro ele dá falsa sensação de enriquecimento ou da riqueza que não produz nada. E as pessoas tinham essa noção material de separar, por exemplo, no pensamento de Aristóteles, o que é crematística, que é contabilidade, né, em moeda e o que é economia, que é a economia real, que é o cuidado da vida, da casa, para sobreviver, para subsistir. E o dinheiro é um problema, porque o dinheiro ele vai aumentando seus valores sem produzir nada. A galera tinha essa noção, tá? A galera tinha essa noção. Então, o dinheiro ele é o problema, ele é raí de todos os Não tem amor ao dinheiro. Dinheiro engana. Uma falsa riqueza que tá aí. Mas é lógico que a gente não vai ler essa parte no Ricocast lá, né? Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram a si mesmos com muitos sofrimentos. Aí vamos ver a dica pro autor, né? Você, porém, homem de Deus, fuja de tudo isso. Fuja do dinheiro, fuja da busca por lucro, fuja fuja da dessa busca por ganhos, fuja disso. O que que você tem que fazer? Busque a justiça, a piedade, a fé, o amor, a perseverança e a mansidão. Combata o bom combate. Tome posse da vida eterna para a qual você foi chamado e fez boa confissão na presença de muitas testemunhas. diante de Deus que tudo da e que há tudo da vida e de que Jesus que por diante de Pôcio Pilatos fez boa confissão, eu lhe recomendo, guarde este mandamento imaculado, irrepreensível até a manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo. Aí lá para baixo, tá? Eu vou pular aqui que é essa grande bênção bonitinha. Ordene aos ricos que no presente mundo que não sejam arrogantes, nem ponham sua esperança na incerteza da riqueza, mas em Deus que tudo nos provê ricamente para a nossa satisfação. A nossa satisfação tem que comer, tem o que vestir, tá de boa. Fechou? Esse é o contexto. Ordene-lhes aos ricos que pratiquem o bem. Sejam ricos em boas obras, generosos e prontos para repartir. Esta parte eu acho que também esqueceu de ler, né? É essa ordenança. Eu não lembro de diante do primo rico Hernandes meter essa aí. Rapaz, você tem que dividir, ó. Eu não queria ser chato não. Você vai ter que ser generoso, rico em obras e tem que repartir. Começa a dividir o bagulho aí. Você é rico, pô. Divide. >> [risadas] >> Dessa forma, eles acumularão tesouro para si mesmos, um firme fundamento para que a era que há de vir, assim alcançarão a verdadeira vida. Acho que essa parte aí pessoal pulou, né? Texto fora de contexto não é um pretexto maravilhoso para você falar qual que é grosélia. Aí dá definição de piedade, definição de contentamento, definição de prosperidade com Rockfeller, Ronald Reagan e não sei quem. E esquece de falar dos ricos, a ordenança para os ricos. Esquece de falar que tem que repartir, tem que ser generoso, tem que dividir naquele contexto o que que tá acontecendo. Esquece de falar da crítica ao dinheiro. Esquece de falar que não tem que ficar pegado em moeda, não. Ah, essa parte não. Essa parte, essa parte não fala sobre a prosperidade do cristão. Essa parte não. que importa é a parte que a gente vai falar mal de pobre, vai falar mal de programa social, de projeto que nem chamamos de programa social, projeto nacional para auxiliar as pessoas a desenvolverem as suas vidas como investimento no futuro do potencial produtivo desse país. Porque se você tem mão de obra qualificada, você aumenta o seu potencial de produção, de ganhos, de poder gerar riqueza para todo mundo. Mas essa parte a gente não vai falar, porque o que importa é você fazer o curso do Primo Rico para investir bem, para fazer dinheiro com nada, para sentar a bunda no sofá e dizer: "Deixa o seu dinheiro trabalhar por você". Então vai te lascar com essa hipocrisia, [ __ ] velho. Ah, mano, é muito fácil, é muito fácil a vida desses malucos, porque eles podem falar qualquer grosélia e na autoridade do do do da autoridade espiritual para falar pro cristão. Ah, de ódio com raiva. A última coisa que a gente vai ler. Parábolazinha, né? Para fechar a parábolazinha do primo rico e de Lázaro, quer dizer, do rico e de Lázaro. Ato Fábio, sem querer. Havia um homem rico que se vestia de púrpura e de linho fino e vivia no luxo todos os dias. Esse texto tá em Lucas, capítulo 16, a partir do versículo 19. Evangelho de Lucas, palavra da salvação. Havia um homem rico que se vestia de púrpura e de linho fino e vivia no luxo todos os dias. Diante do seu portão fora deixado um mendigo chamado Lázaro, coberto de chagas, todo doente, todo machucado. Este ansiava comer o que caía da mesa do rico. Em vez disso, os cães vinham lamber as suas feridas. Um rico, muito rico. Na porta da casa dele tem um pobre, muito pobre, um miserável chamado Lázaro, cheio de doença. E o pobre só queria comer a migalha que caía da mesa do rico. Mas aí os cães ainda vinham e lambiam as feridas das chagas de Lázaro. Chegou o dia em que o mendigo morreu e os anjos o levaram para junto de Abraão. O rico. Eu gosto do da tradução que é para o seio de Abraão. Eu acho engraçado. Coisa coisa minha. O rico também morreu e foi sepultado no Ades ou no Cheol ou no inferno, ou na perdição, ou nas profundezas, sei lá que nome você vai querer dar, onde estava sendo atormentado, o rico olhou para cima e viu Abraão de longe com Lázaro ao seu lado. Então chamou: "Pai Abraão, tem misericórdia de mim e manda que Lázaro molhe a ponta do dedo na água e refresque a minha língua, porque Opa, cadê? Cadê? Perdão, perdão, perdão. Uh, refresque a minha língua, porque estou sofrendo muito nesse fogo. Mas Abraão respondeu: "Filho, lembre-se que durante sua vida você recebeu coisas boas, enquanto que Lázaro recebeu coisas más. Agora, porém, ele está sendo consolado aqui e você está em sofrimento. E além disso, entre vocês e nós há um grande abismo, de forma que os que desejam passar do nosso lado para o seu ou do seu para o nosso não conseguem. Ele respondeu: "Então eu suplico, pai, manda Lázaro ir à casa do meu pai, pois tenho cinco irmãos. Deixa que ele os avise, a fim de que eles não venham também para este lugar de tormento. Abraão respondeu: Eles, né, os seus familiares, tem Moisés e os profetas, que eles os ouçam. Escuta então os Moisés e os profetas. Aparentemente aqui a mensagem dos de Moisés e dos profetas falam para que o rico faça algo com o pobre, não é? Mas de acordo com o nosso Hernandinho, não foi isso que aconteceu. Parece que há um sobrejugo, né? Um sobrepeso sobre as costas do pobre. E o rico não, o rico tá tá bem, né? Não, pai Abraão, disse ele. Mas se alguém entre os mortos fosse até eles, eles se arrependeriam. E Abraão respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco se deixarão convencer. Ainda que ressuscite alguém dentre os mortos. Essa é aquela parábola que acho que o pessoal não gosta muito de contar, né? Especialmente igreja aí de classe média, classe média alta. Melhor não falar sobre isso. O que o rico deve fazer? Que que ele tem que fazer? Que que o rico tem que fazer? Jesus tá dando uma série de parábolas aqui, uma série que envolve questões sobre por meio de mensagens, né? Essas parábolas, né? Jesus tá contando essas parábolas para falar sobre o reino, sobre conduta de vida, sobre o que tem mais valor e o que não. E aqui é simplesmente para dar uma paradinha bem importante. A orientação da vida de vocês tem que ser para que as pessoas que não t tenham. Cara tá doente, tá na miséria, tá na porta da sua casa, tá sendo lambido por cachorro, ele precisa ter. Se ele não tá tendo, é um problema porque alguém não fez por ele. É simples assim. Não é só ele. Alguém não fez por ele. Ah, mas aí é o pai dele, é o vô dele. Não, não, não. Sociedade. A gente não vive isolado. A Bíblia não tem a ideia de indivíduos isolados que vem sua força de trabalho. Isso não existe. É comunidade, é unidade familiar, são grupos, são povos, são pessoas que tm que se auxiliar. Se há miséria entre vocês, é porque tá errado o modo de vida. Isso é uma denúncia desde Moisés e os profetas. Você tem uma lei que era a lei do jubileu, de perdoar todas as dívidas, liberar todas as pessoas que estão sendo escravizadas, eh, de de você repartir aquilo que tem, de reorganizar a terra, de não ficar com terra por sempre. Tem uma série de instituições que é para garantir que todo mundo tem a condição de viver, porque a orientação tem que ser essa, partir o que tem. Mas aí não. Por quê? Porque aí se ajudou uma vez, tudo bem, ajudou duas não dá. Terceira, tá atrapalhando, né? A vida do crente rico é muito fácil, [música] especialmente quando não tem quando tem outro pastor rico ou pastor de classe média para ficar lá lambendo a bota e dizendo: "Não, não, tá bom, tá bom, faz mais investimento aí, brinca mais de Bitcoin, brinca mais aí de de fazer riqueza em cima do trabalho dos outros, achando que o dinheiro tá trabalhando por você, porque não tá? Pensa aí só em você, na sua família, e qualquer outra coisa que escapar disso aí, esquerdismo, comunismo, socialismo. É perigo, hein? Perigo, hein? Foge disso. Ai, ai. Mas era isso, minha gente. Até foi um pouquinho mais do que eu deveria, cara. Eu tô muito indignado, de [risadas] verdade. Acho que deu para perceber, né? É que eu acho muita sacanagem, cara, tem a posição de pastor, tá ligado? de autoridade espiritual, que é uma posição, na verdade, de instituição, de organização da instituição. Eu acho muito importante ter pastores. Eu não existe organização de igreja sem o papel do pastor, dos presbíteros, essa parada toda. Tem que ter uma uma divisão do trabalho ali, tem que ter uma organização, mas é um cargo, é uma função, é um serviço desempenhar serviço. Esses caras não são respeitados pelo serviço, são respeitados por uma áurea de aparência espiritual. E aí se arrogam disso e são intocáveis. Ninguém critica, ninguém, né? Tá errado, pô. Tá errado. Tá. E a crítica não tem que ser de outro pastor, tá? Porque eu também acho muito, muito bobo isso. Ah, o outro, você viu que o outro pastor disse? E esse aqui pastor disse, que que a membresia tá fazendo? tá assistindo e que a gente, enquanto pessoas que não somos lideranças institucional institucionalmente estabelecidas, mas como protestante evangélico que sou o sacerdócio universal de todos os santos, de todo crente, de toda pessoa que pode ler a Bíblia, não tem nenhum mediador entre nós e Deus viu que tá errado, bota o dedo. Tá errado, meu irmão, parou ou não dá, entendeu? Não, não podemos ser subservientes. Não, não. Respeita, respeita a autoridade, respeita a posição que desempenha, mas mete uma dessa, tá errado. E tem que ser criticado, sim. Tem que ser criticado. É porque é bíblico e meteu bíblia ainda. Ah, te lascar. Rock feller e bíblia. [risadas] Ai, que raiva. A gente perde a linha. Eu tenho muito apreço pelo texto bíblico, assim, de verdade. Ele, eu já contei aqui, última frase, última história. Eu por muito tempo foi liderança de louvor em alguns lugares assim, né? Cantar, organizar o grupo para cantar e tal. E foi nesse lugar tocando e cantando, que eu percebi o papel que desempenha o púlpito, né? Monopólio da palavra. Uma vez eu tava junto com jovens em um acampamento organizando um grupo. Eu contei essa história uma vez, vou contar de novo. E aí, cara, o era uma molecada adolescente, então eu tava liderando um grupo de adolescentes. Uns estavam aprendendo a tocar um instrumento ainda, assim, tavam aprendendo a tocar baixo, aprendendo a bateria, coitado do menino da bateria, apanhando para caramba da bateria. E era engraçado porque assim, eu tenho um mínimo de mínimo mínimo mínimo básico de introdução a diferentes instrumentos. Mas o básico s não sou um excelente música, ao contrário, sou bem ruim, sou bem média para baixo, mas aquele pouquinho de tudo, né? E que acaba tendo um mínimo de noção de organização da música, da do grupo, essa coisa. E aí por uma série de acidentes fortuitos, eu tava de passagem nesse momento, era um encontro de uma reunião, uma semana, né, de de jovens, um retiro de jovens. E aí eu cheguei lá, ia passar só uma semana, depois ia voltar para casa. Era um mês que a galera ficava lá com atividades, eu ia ficar só um tempinho e voltar para casa, tava só visitando. E aí o mano machucou o dedo lá, o mano que era responsável pelo líder do louvor e não ia poder organizar o louvor. Aí os caras, pô, Bruno, você tá aí, será não faria isso essa semana? O cara era tecladista, quebrou o dedo, ficou o dia fora porque ele foi para cuidar no no OBS lá do dedo, tal. Você não faria o bagulho? Faleia: "Fácilço, façil, acompanha aí." Não tem que eles não. Aí a molecada tava super desmotivada, que tinha sido uma semana ruim, não sei o quê, não sei o que, não sei o quê. E aí eu falei pr para eles, para eles, para eles, não, gente, relaxa, vocês não precisam ser músicos brilhantes, a gente tá aqui se ajudando, a gente vai se organizar, fazer uma coisa gostosa, que seja que a gente possa desfrutar, que a gente possa se divertir. Aqui é um momento pra gente se soltar, pra gente curtir o momento do louvor. Não é para você se sentir pesado, responsável, que você tem que ser o o o Henrique Linder, né, tocando baixo. Você tem que ser, sei lá, o o como é que é o nome do o Eloi Casagrande tocando bateria. Você não tem não, mano. Você tem que ser tem que curtir aqui dentro do que a gente consegue fazer. E a gente se organizou, tal, se ajeitou. Organizei a molecada, eles tinham entre 14 e 17 anos, tá? fizemos uns ensaios à tarde, deixei eles bem, tipo, mais mais à vontade, mais confiantes, né, mais confortáveis ali para para fazer isso. E aí a gente foi o louvor e aí começou e foi muito legal, criando a música, orientando e criamos criamos uma sinergia muito gostosa. E a sinergia é aquele lance, você não precisa falar nada, você faz um gesto, bate um olho, a pessoa te entende. E eu adoro quando isso acontece na música, quando a gente tá tocando junto, ou mesmo quando vai jogar bola, que você tem um uma sinergia legal com o time, mesmo que seja a primeira vez, que só de olhar, só você já se entende muito rápido, uma delícia. E a gente vai fazer e a música propicia isso. E esse momento de extravazar, de louvor, é muito importante. E aí teve essa sinergia muito bacana. Tava conseguindo conversar com os meninos só pelo olhar, por poucos gestos com as mãos. a gente foi entendendo e no que a gente tava cantando, a gente puxou uma música lá que o coral veio, o coral veio forte, a galera que tava cantando na na como plateia, né, assim, mas participando do louvor, coral veio muito forte e tava muito bonito. E aí eu falei: "Cara, isso tá muito bom, isso tá muito bonito, tava ouvindo, mas as pessoas não estavam se ouvindo, mas elas estavam ouvindo." E aí eu virei pro mano da bateria, dei um sinal para ele ir crescendo, pra gente parar. Ele sacou a galera da banda também. Então a gente fez aquele crescendo e tal. Na hora que chegou no refrão, máximo, fez um pré-refrão crescendo, na hora que chega no clímax do refrão, a gente parou instrumental e veio só as vozes. E as vozes estav realmente estavam muito bonitas, no ambiente fechado, então encheu a sala assim, coral show. E aí tinha uma galerinha que sabia abrir voz, aquela coisa toda. Então ficou lindo, ficou muito emocionante e eu desfrutei muito desse momento. Mas no que está acontecendo, eu parei e falei: "Cara, olha o poder disso aqui". me deu um estalo naquele momento que eu respirei e falei: "Eu tô organizando esse negócio." Isso é uma experiência coletiva. Essa é uma vivência comunitária. Ela só é possível pelo envolvimento de todas as pessoas, mas eu sabia, eu sabia o efeito que ia causar a gente fazer o crescendo e interrompendo o clímax para ter essa catar-se. Eu sabia disso. Foi a primeira vez que eu me dei conta do poder que tem um púlpito, do poder que tem a palavra, do poder que tem a construção da música. E ela é conscientemente construída para acontecer isso. Isso elimina a experiência espiritual? De maneira nenhuma. Amo ter esse tipo de experiência. Acho que nesses possibilidades que a gente se libera, que a gente entra na catá, que a gente participa do movimento com a comunidade, é onde a gente se expressa, onde a gente sente o que quem é religioso considera como movimento do espírito. Tudo isso, assim como um cara que tá conduzindo uma pregação, ele sabe os gatilhos, ele sabe a hora de de fazer uma inserção, ele sabe a hora de potencializar a voz e a hora de suavizar. Sabe, a gente sabe, você aprende isso. Tem um curso de homilética no seminário que é para você aprender a fazer a pregação e desempenhar uma performance. a gente aprende esse bagulho. Tem uma galera que às vezes cai de para-quedas aqui no canal para assistir uns vídeos de política, uns bagulhos assim, tem uns comentários engraçados às vezes que assim, esse cara fala parece um pastor, cuidado com ele. É lógico, eu fui treinado para isso, pô. Então assim, a gente sabe e sabendo disso, a gente tem que ficar mais crítico, a gente tem que ficar mais atento, eu tenho que ficar mais esperto, eu quero vivenciar essas esses movimentos de comunidade, eu quero vivenciar a música, eu quero ter um momento espiritual, eu quero, só que eu tenho que ficar mais esperto. E aí eu não vou aceitar qualquer autoridade falando qualquer grosélia, não. E nem performando qualquer coisa. Isso tá errado. E quando o cara tiver errado, ele tem que táar falando que ele tá errado, que ele tem que estar ali para fazer um serviço. E ele não se torna uma autoridade melhor que os outros, porque tá conseguindo desfrutar de todo esse ambiente e de toda essa estrutura. Ao contrário, a gente sabe que ele tá desempenhando ma serviço no cuidado dele com as ovelhas. No cuidado como pastor tem ovelha, né? Então no cuidado com a membresia da igreja, como é que ele tá acompanhando a galera? Tá sendo cuidadoso, sabe o nome da galera, tá acompanhando as famílias? Participa do dia a dia ali. É isso que importa. pregação e música faz parte do nosso teatro, faz parte da nossa performance, faz parte do momento de culto que a gente escolhe para isso, mas conscientemente, porque do contrário a gente não pode ficar aí com ingenuidade, né? Então espero aí que o testemunho tenha auxiliado de alguma maneira pra gente poder fazer críticas e apontamentos. Exatamente. Os gatilhos de luz, de música, é construído. A gente constrói isso, gente, pelo amor de Deus. A gente constrói isso. Tem que ter consciência. Tanto que eu comecei a fazer uma vez por outras louvores, né, que eu começava e avisava isso pra galera. Eu falava: "Gente, é o seguinte, a gente vai fazer um negócio aqui, a gente tá fazendo, mas é importante, vocês saibam, a gente tá construindo esse momento, é nosso, é pensado, tá ligado? Isso aqui é pensado. A gente tá aqui pouquinho a pouquinho. A gente vai se soltando, vai construindo um bagulho coletivo aqui. Mas tem temos consciência. É um momento que a gente reservou para isso, que é construído, que é pensado, que tá sendo planejado, que a gente tá desenvolvendo. Ninguém aqui tem poder mágico, nem nada do tipo. O que acontecer entre nós é outra fita, né? E quando falo entre nós é entre uma pessoa e outra, que o que a gente considera como de espírito passa e só para onde quer entre a gente aqui tá de boa. Mas toda essa organização, essa coisa a gente produz, a gente organiza. Tá bom? Ai ai. [risadas] O comunista mais fraco. O Bruno é bacana, mas sinto que ele é crente. É tipo isso. E o crente mais fraco. O Bruno é crente, mas ele é comunista. Ai, viver em mundos é muito complicado. Os multimundos. Isso. Quantos anos pedindo pro pastor um clube do Ah, perdão aí, mas não tá dando tempo, carapa. Em algum momento isso vai acontecer. Em algum momento. Mas é isso, minha gente. Eu já tô atrasado. Vou tomar um pchão de orelha. Sigamos aqui. Sigamos aqui. É uma quinta-feira próximo do fim de semana. Estamos bem mais próximos, né? Muito mais próximos do fim de semana. Então, nesse quase fim de semana, desfrutem da vida, aproveitem ao máximo, de catar, de espiritualidade aí que vocês acharem, considerarem mais bacanas, desfrutem da melhor maneira, curtamos juntos e juntas dia a dia. E quarta-feira que vem tem [música] live às 9:30 da manhã ou 9:15 da manhã, horário normal. Contudo, eu não estarei [música] nesse cenário aqui. Eu estarei em viagem a trabalho e a gente vai trocar ideia num cenário completamente diferente, bem bonito, espero eu, e que a internet esteja estável, porque estarei isolado do país. Não, brincadeira, estarei isolado do ambiente urbano, na cidade, mas estarei dentro do nosso país. Tudo bem, minha gente? É isso, nós seguimos ativos, sempre espertos por aqui. Como é que é? [música] Todo dia útil até a vitória final. Seguimos trazendo boa nova todo [música] dia útil >> até a vitória final. [música] >> Valeu minha gente. Fiquem bem. Deus abençoe. Um grande tchau, um grande beijo e se cuidem. Não esquece de curtir esse vídeo, comentar já a palavra por aí e a gente vai trocando ideia dia a dia. Amém. É nós. Valeu. Falou. Jo. [música]