A Alegria Floresce
23/03/2026
Atos 8.8
Fonte: Missão na Íntegra
Legendas automáticas:
Bom dia, graça e a paz. >> Amém. >> Sempre uma bênção estarmos juntos, uma alegria. E o nosso tema hoje é Atos dos Apóstolos, capítulo 8, versículo 8. Atos dos Apóstolos, capítulo 8, versículo 8, que diz: "E havia grande alegria naquela cidade". E havia grande alegria naquela cidade. Imagine uma cidade antiga, é ruas estreitas, pedras quentes, o sol do Oriente ali constante e uma cidade que respirava religião. O som das orações se misturava ao cheiro de incenso, uma cidade marcada pela sua fé. Mas naqueles dias o ar estava pesado. Uma sombra escura de medo havia coberto as casas de um grupo bem específico de pessoas. Tudo começou com um jovem, um jovem chamado Estevão. Ele não era um dos líderes mais antigos, não era um dos 12 apóstolos. É os apóstolos que andaram com o mestre desde o início. Não, ele não era. Estevão era de fora. Era um judeu que falava grego, mas que tinha o coração em chamas. E ele olhava para o grande templo de pedra, majestoso, e dizia e dizia em voz alta para todo mundo ouvir: "Deus é grande demais para morar em caixas feitas por mãos humanas. O amor dele não cabe nas nossas tradições". E todo mundo ouvia. Para os poderosos da cidade, isso não era apenas uma opinião diferente, era uma ofensa imperdoável. E por isso a fúria desabou sobre Estevão. Ele foi arrastado para fora dos muros da cidade e apedrejado até a morte. Enquanto as pedras voavam, ele não amaldiçoou os seus agressores, não. Seguindo o seu mestre Jesus Cristo, ele olhou para o céu, viu a glória de Cristo e pediu que essas pessoas fossem perdoadas. A morte de Estevão foi o Estopim. Uma tempestade perseguição varreu a cidade. Mas não foi uma tempestade cega, não. Ela tinha um alvo claro. os amigos de Estevão, aqueles e aquelas que pensavam como ele, que falavam grego, que acreditavam que a mensagem era para todo o mundo, para todos os povos indiscriminadamente, que não estavam mais atados a uma etnia. que entenderam que Cristo era o redentor do mundo todo. Em único dia, portas foram derrubadas. Famílias inteiras foram forçadas a deixar tudo para trás com as roupas do corpo e o coração partido. Deixaram tudo para trás e caminharam por estradas poeirentas. Olhando para trás uma última vez, vendo a cidade que amavam se distanciar no horizonte, se tornaram refugiados, se tornaram marginalizados, foram tornados marginalizados. Mas aqui é um detalhe fascinante. Os apóstolos, os líderes mais antigos, não fugiram. Não fugiram. Ninguém mexou com eles. Eles ficaram na cidade e eles eram como os pais daquele movimento. E os que fugiam eram como os filhos. Poderia ter sido o fim do movimento. Poderia ter sido o fim daquele movimento. A distância e o medo poderiam ter cortado os laços. Os filhos poderiam ter pensado: "Nossos pais nos abandonaram". E os pais poderiam ter pensado: "Os filhos foram longe demais". Mas isso não aconteceu. A jornada daqueles filhos fugitivos os levou a várias regiões e principalmente para uma região vizinha. uma cidade de samaritanos. Curiosamente, lá no mundo dos samaritanos, na região dos samaritanos, foi o lugar onde Jesus Cristo se apresentou a uma mulher e pela primeira vez se apresentou como Cristo. E isso aconteceu antes de Jesus começar o seu ministério entre os judeus. A gente lê aquele encontro de Jesus com a mulher de Samaria e a gente encaixa aquilo no ministério de Jesus. Mas na verdade o ministério de Jesus não tinha começado. Jesus estava ajudando João às margens do rio Jordão, anunciando a mesma mensagem de João. Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus. Quando os fariseus começaram a notar que Jesus atraía mais pessoas do que João, quando Jesus percebeu que os fariseus estavam prestando demais atenção nele, decidiu ir para Galileia. Vamos sair daqui, vamos para Galileia, porque os fariseus já estão notando que há uma diferença entre mim e o João. E aí Deus fez uma agenda para Jesus e disse para ele que ele tinha de passar por Samaria. O pai disse isso para ele, passe por Samaria. Os judeus evitavam esse caminho, mas Jesus foi e lá ele teve esse encontro com essa mulher desprezada pelo seu próprio povo. E a essa mulher foi a primeira vez que Jesus disse: "Eu sou o Cristo." >> Eu sou o Cristo aliás, foi a primeira vez. E ele só voltaria a dizer isso no final do ministério dele, 3 anos depois. E essa mulher foi a primeira missionária, a primeira apóstola, porque ela desceu paraa sua comunidade e trouxe todas as pessoas da comunidade para ouvirem Jesus. Então, curiosamente, aqueles que começaram a fugir foram justamente para a cidade, uma cidade dos samaritanos, onde Cristo foi pela primeira vez e pela primeira vez se apresentou como o Cristo. Bastante curioso, né? Então Jesus o inspirou e o levou paraa cidade que ele também primeiro visitou antes mesmo de se anunciar aos judeus. Uma terra que por séculos havia sido considerada impura. Havia um ódio antigo entre a cidade de onde aqueles irmãos e irmãs fugiram. e a cidade onde chegaram. Um muro invisível de preconceito de mais de 700 anos. Mas a dor tem o poder de mudar a visão da gente. Felipe, fugitivo como os demais, rejeitado por seu próprio povo, não olhou para os samaritanos com os olhos do preconceito, mas com os olhos da graça. Ele sabia agora o que era ser marginalizado. E ali ele encontrou uma região de marginalizados, marginalizados h cerca de 700 anos, sete séculos de marginalização. E em vez de se esconder em silêncio, o Felipe simplesmente começou a falar. Não falou de religião, não falou de regras, não falou de templos, falou de uma pessoa. Ele apresentou Jesus Cristo. E quando os samaritanos conheceram o Cristo, algo extraordinário aconteceu. Não foi apenas uma mudança de crença, foi um encontro que transformou a alma deles. Imagine o peso de séculos de rejeição. Séculos de rejeição caindo por terra. Imagine ouvir a vida inteira que você não é digno de Deus, que Deus não tem nada para você, que Deus não reconhece você. que Deus não sabe de vocês e de repente descobrir que o próprio filho de Deus morreu e ressuscitou por você. Um encontro com Cristo trouxe uma alegria indescritível. Não era uma felicidade passageira, não. Não era essa felicidade que depende do dinheiro ou que depende de dias fáceis. Não. Era uma alegria profunda que vem de dentro para fora. E mais, milagres começaram a acontecer. Onde havia doença, a cura começou a brotar. Onde havia opressão, a paz se instalou. Pessoas que viviam atormentadas agora sorriam com os olhos brilhando de esperança. A cidade inteira foi tomada por essa celebração de liberdade. Como diz as escrituras, houve grande alegria naquela cidade, mas a história não estaria completa sem o que aconteceu a seguir. Lá na primeira cidade, Jerusalém, os pais, os apóstolos ouviram falar do que estava acontecendo na região de Samaria. Eles poderiam ter sentido ciúmes, poderiam ter dito isso não é válido, hein? Nós não estávamos lá, não foi com a gente. Mas o que eles fizeram? Eles viajaram até a cidade dos samaritanos. E quando os pais chegaram, eles não foram para controlar ou repreender, não. Eles foram para abraçar. Eles impuseram as mãos sobre aqueles novos irmãos e irmãs e oraram. Então o Espírito Santo, a ruach, a rua doch, como diz a Cidinha, veio e ela não desceu como uma força impessoal, não, ou como uma energia distante, não. Ela veio como ela é, a consoladora, a presença viva do próprio Deus. A manifestação da maternidade na triunidade. A Rua Cad abraçou aquela cidade. Ela selou o coração de cada samaritano, sussurrando em seus espíritos que eles agora eram filhos amados de Deus. E ela uniu pais e os filhos. Ela quebrou as últimas barreiras que restavam. Agora não havia mais judeus e samaritanos, não havia mais fugitivos e líderes, havia apenas uma grande família habitada e guiada pela mesma pessoa divina. A perseguição tentou espalhar e destruir, mas a ruaca do plantou e uniu. E para coroar essa história, com a maior de todas as ironias divinas, precisamos olhar para o homem que segurou as roupas daqueles que apedrejaram Estevan. O homem que liderou a perseguição, o homem que invadiu as casas e que provocou toda aquela dor. O nome dele era Saulo. E Saulo significa exaltado. Ele achava que estava pagando um incêndio, mas ele estava panas e tão somente espalhando as brasas. Ele achava que estava destruindo a mensagem, mas foi ele quem forçou a semente a sair da caixa e voar pelo mundo. E sabe o que é o mais curioso? Não muito tempo depois, esse mesmo Saulo seria surpreendido por uma luz ofuscante. Ele teria o seu próprio encontro com o Cristo. O perseguidor implacável seria transformado pelo amor, pelo amor, o mesmo amor que ele tentou destruir. E aí ele mudaria o seu nome para Paulo, que significa o pequeno. Olha que interessante. E se tornaria o maior propagador daquela mensagem. O homem que expulsou a igreja de sua cidade natal seria o homem que levaria essa igreja para os confins do mundo conhecido.Ó. Porque no fim das contas é assim que a história divina funciona. A dor vira semente, os muros viram pontes. Um encontro com Cristo transforma o choro na mais profunda alegria. Os pais e os filhos se encontram no abraço da rua Cadocho. que os guia como uma família e até mesmo o pior dos inimigos pode se tornar o maior dos mensageiros. E no meio de tudo isso, a verdadeira alegria sempre encontra um caminho para florescer. Amém. >> E é isso que a gente deve guardar no coração. Não importam as circunstâncias, não importam os desafios, não importam as dificuldades de quaisquer naturezas, não importa. A alegria do Cristo, a alegria que vem com Cristo, a alegria mantida pela rua Cado, sempre encontra um caminho para florescer. E esse caminho é um caminho de perdão. Esse caminho é um caminho de vitória sobre si, porque mais vitorioso é alguém que vence a si mesmo do que alguém que conquista uma cidade. Então, esse é um caminho de vitória sobre si e esse é um caminho que nos ajuda a relativizar as circunstâncias, porque depois da ressurreição do Cristo, tudo, absolutamente tudo, é apenas uma questão de tempo. Porque o Cristo reina, porque o Cristo venceu, porque o Cristo está no seu povo. >> Aleluia. com cada uma, com cada um dos seus, guardado no coração do seu povo pela presença viva da Rua Kad, a maternidade da triunidade, o espírito que pairava sobre o planeta Terra no início da criação. Não importam quais sejam as circunstâncias, não importam quais sejam as notícias, por mais preocupantes, dolorosas, angustiantes, não importa. A alegria do Senhor, que é a nossa força, sempre acha um caminho para florescer em nós, por nós e através de nós. Amém. >> Amém. >> Amém. Glória a Deus. Esta seja a nossa confissão de fé e que esta alegria seja sedimentada pela nossa comunhão com a triunidade e uns com os outros. Porque nesta comunhão fraterna somos os intercessores e somos as respostas de toda a oração também, porque o Senhor sempre conta com o seu povo para atuar na história de cada um e de todos nós. Amém. >> Amém. Amém. Glória. >> Que a graça de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que a unidade da triunidade, que a presença gloriosa do Cristo, com a sua cura, com a sua libertação, seja com cada um dos irmãos, com cada uma das irmãs, com todo o povo de Deus e que alcance toda a humanidade como Yahé prometeu a Abraão. Amém. >> Amém. >> Deus nos abençoe, pessoal da internet. Deus abençoe. >> Com licença. Aleluias. Vamos puar nesse cântico novamente, porque só existe o nome que é capaz de fazer