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A fé vem pelo ouvir

A Alegria Floresce

A Alegria Floresce

A Alegria Floresce

Atos 8.8

Legendas automáticas:

Bom dia, graça e a paz.
>> Amém.
>> Sempre uma bênção estarmos juntos, uma
alegria.
E o nosso
tema hoje é Atos dos Apóstolos,
capítulo 8, versículo 8.
Atos dos Apóstolos, capítulo 8,
versículo 8, que diz: "E havia grande
alegria naquela cidade". E havia grande
alegria naquela cidade.
Imagine uma cidade antiga,
é ruas estreitas, pedras quentes, o sol
do Oriente ali constante
e
uma cidade que respirava religião.
O som das orações se misturava
ao cheiro de incenso,
uma cidade marcada pela sua fé.
Mas naqueles dias o ar estava pesado.
Uma sombra escura de medo havia coberto
as casas de um grupo bem específico de
pessoas.
Tudo começou com um jovem,
um jovem chamado Estevão.
Ele não era um dos líderes mais antigos,
não era um dos 12 apóstolos.
É os apóstolos que andaram com o mestre
desde o início. Não, ele não era.
Estevão era de fora.
Era um judeu que falava grego,
mas que tinha o coração em chamas.
E ele olhava para o grande templo de
pedra,
majestoso,
e dizia
e dizia em voz alta para todo mundo
ouvir:
"Deus é grande demais para morar em
caixas feitas por mãos humanas.
O amor dele não cabe nas nossas
tradições".
E todo mundo ouvia.
Para os poderosos da cidade, isso não
era apenas uma opinião diferente,
era uma ofensa
imperdoável.
E por isso a fúria desabou sobre
Estevão.
Ele foi arrastado para fora dos muros da
cidade e apedrejado até a morte.
Enquanto as pedras voavam, ele não
amaldiçoou os seus agressores, não.
Seguindo o seu mestre Jesus Cristo,
ele olhou para o céu,
viu a glória de Cristo
e pediu que essas pessoas fossem
perdoadas.
A morte de Estevão foi o Estopim.
Uma
tempestade perseguição varreu a cidade.
Mas não foi uma tempestade cega, não.
Ela tinha um alvo claro.
os amigos de Estevão,
aqueles
e aquelas que pensavam como ele,
que falavam grego, que acreditavam que a
mensagem era para todo o mundo, para
todos os povos indiscriminadamente,
que não estavam mais
atados
a uma etnia.
que entenderam que Cristo era o redentor
do mundo todo.
Em único dia, portas foram derrubadas.
Famílias inteiras foram forçadas a
deixar tudo para trás
com as roupas do corpo e o coração
partido.
Deixaram tudo para trás e caminharam por
estradas poeirentas. Olhando para trás
uma última vez,
vendo a cidade que amavam se distanciar
no horizonte,
se tornaram refugiados,
se tornaram
marginalizados,
foram tornados
marginalizados.
Mas aqui é um detalhe fascinante.
Os apóstolos,
os líderes mais antigos, não fugiram.
Não fugiram.
Ninguém mexou com eles.
Eles ficaram na cidade
e eles eram como os pais daquele
movimento.
E os que fugiam eram como os filhos.
Poderia ter sido o fim do movimento.
Poderia ter sido o fim daquele
movimento.
A distância e o medo poderiam ter
cortado os laços.
Os filhos poderiam ter pensado: "Nossos
pais nos abandonaram".
E os pais poderiam ter pensado: "Os
filhos foram longe demais".
Mas isso não aconteceu.
A jornada daqueles filhos fugitivos
os levou a várias regiões e
principalmente
para uma região vizinha.
uma cidade de samaritanos. Curiosamente,
lá no mundo dos samaritanos, na região
dos samaritanos,
foi o lugar onde Jesus Cristo se
apresentou a uma mulher
e pela primeira vez
se apresentou como Cristo.
E isso aconteceu antes de Jesus começar
o seu ministério entre os judeus.
A gente lê aquele encontro de Jesus com
a mulher de Samaria e a gente encaixa
aquilo no ministério de Jesus. Mas na
verdade o ministério de Jesus não tinha
começado.
Jesus estava ajudando João às margens do
rio Jordão, anunciando a mesma mensagem
de João. Arrependei-vos, porque é
chegado o reino dos céus. Quando os
fariseus começaram a notar que Jesus
atraía mais pessoas do que João,
quando Jesus percebeu que os fariseus
estavam prestando demais atenção nele,
decidiu ir para Galileia. Vamos sair
daqui, vamos para Galileia, porque os
fariseus já estão notando que há uma
diferença entre mim e o João.
E aí Deus fez uma agenda para Jesus
e disse para ele que ele tinha de passar
por Samaria. O pai disse isso para ele,
passe por Samaria. Os judeus evitavam
esse caminho, mas Jesus foi e lá ele
teve esse encontro com essa mulher
desprezada pelo seu próprio povo.
E a essa mulher foi a primeira vez que
Jesus disse: "Eu sou o Cristo."
>> Eu sou o Cristo aliás, foi a primeira
vez. E ele só voltaria a dizer isso no
final do ministério dele,
3 anos depois.
E essa mulher foi a primeira
missionária, a primeira apóstola, porque
ela desceu paraa sua comunidade e trouxe
todas as pessoas da comunidade para
ouvirem Jesus.
Então, curiosamente,
aqueles que começaram a fugir foram
justamente
para a cidade, uma cidade dos
samaritanos, onde Cristo foi pela
primeira vez
e pela primeira vez se apresentou como o
Cristo. Bastante curioso, né?
Então Jesus
o inspirou
e o levou paraa cidade que ele também
primeiro visitou
antes mesmo de se anunciar aos judeus.
Uma terra que por séculos
havia sido considerada impura.
Havia um ódio antigo entre a cidade de
onde aqueles irmãos e irmãs fugiram.
e a cidade onde chegaram.
Um muro invisível de preconceito de mais
de 700 anos.
Mas a dor
tem o poder de mudar a visão da gente.
Felipe, fugitivo como os demais,
rejeitado por seu próprio povo,
não olhou para os samaritanos com os
olhos do preconceito,
mas com os olhos da graça.
Ele sabia agora o que era ser
marginalizado.
E ali ele encontrou
uma região de marginalizados,
marginalizados h cerca de 700 anos, sete
séculos de marginalização.
E em vez de se esconder em silêncio,
o Felipe simplesmente começou a falar.
Não falou de religião,
não falou de regras, não falou de
templos, falou de uma pessoa.
Ele apresentou Jesus Cristo.
E quando os samaritanos conheceram o
Cristo, algo extraordinário aconteceu.
Não foi apenas uma mudança de crença,
foi um encontro que transformou a alma
deles.
Imagine o peso de séculos de rejeição.
Séculos de rejeição caindo por terra.
Imagine ouvir a vida inteira que você
não é digno de Deus,
que Deus não tem nada para você,
que Deus não reconhece você.
que Deus não sabe de vocês
e de repente
descobrir que o próprio filho de Deus
morreu e ressuscitou
por você.
Um encontro com Cristo trouxe uma
alegria indescritível.
Não era uma felicidade passageira,
não. Não era essa felicidade que depende
do dinheiro ou que depende de dias
fáceis. Não. Era uma alegria profunda
que vem de dentro para fora.
E mais, milagres começaram a acontecer.
Onde havia doença, a cura começou a
brotar. Onde havia opressão, a paz se
instalou.
Pessoas que viviam atormentadas
agora sorriam com os olhos brilhando de
esperança.
A cidade inteira foi tomada por essa
celebração de liberdade.
Como diz as escrituras,
houve grande alegria naquela cidade,
mas a história
não estaria completa sem o que aconteceu
a seguir. Lá na primeira cidade,
Jerusalém,
os pais,
os apóstolos ouviram falar do que estava
acontecendo na região de Samaria.
Eles poderiam ter
sentido ciúmes,
poderiam ter dito isso não é válido,
hein? Nós não estávamos lá,
não foi com a gente. Mas o que eles
fizeram? Eles viajaram até a cidade dos
samaritanos.
E quando os pais chegaram, eles não
foram para controlar ou repreender, não.
Eles foram para abraçar.
Eles impuseram as mãos sobre aqueles
novos irmãos e irmãs e oraram.
Então o Espírito Santo, a ruach,
a rua doch, como diz a
Cidinha,
veio
e ela não desceu como uma força
impessoal, não,
ou como uma energia distante, não. Ela
veio como ela é, a consoladora,
a presença viva do próprio Deus.
A manifestação da maternidade na
triunidade.
A Rua Cad abraçou aquela cidade.
Ela selou o coração de cada samaritano,
sussurrando em seus espíritos que eles
agora eram filhos amados de Deus.
E ela uniu pais e os filhos.
Ela quebrou as últimas barreiras que
restavam.
Agora não havia mais judeus e
samaritanos,
não havia mais fugitivos e líderes,
havia apenas uma grande família habitada
e guiada pela mesma pessoa divina.
A perseguição tentou espalhar e
destruir,
mas a ruaca do plantou e uniu.
E para coroar essa história,
com a maior de todas as ironias divinas,
precisamos olhar para o homem que
segurou as roupas daqueles que
apedrejaram Estevan.
O homem que liderou a perseguição,
o homem que invadiu as casas
e que provocou toda aquela dor.
O nome dele era Saulo.
E Saulo significa exaltado.
Ele achava que estava pagando um
incêndio,
mas ele estava panas e tão somente
espalhando as brasas.
Ele achava que estava destruindo a
mensagem,
mas foi ele quem forçou a semente a sair
da caixa e voar pelo mundo.
E sabe o que é o mais curioso?
Não muito tempo depois, esse mesmo Saulo
seria surpreendido por uma luz
ofuscante.
Ele teria o seu próprio encontro com o
Cristo.
O perseguidor implacável
seria transformado pelo amor, pelo amor,
o mesmo amor que ele tentou destruir.
E aí ele mudaria o seu nome para Paulo,
que significa o pequeno.
Olha que interessante.
E se tornaria o maior propagador daquela
mensagem.
O homem que expulsou a igreja de sua
cidade natal
seria o homem que levaria essa igreja
para os confins do mundo conhecido.Ó.
Porque no fim das contas é assim que a
história divina funciona.
A dor vira semente,
os muros viram pontes.
Um encontro com Cristo transforma o
choro na mais profunda alegria.
Os pais e os filhos se encontram no
abraço da rua Cadocho.
que os guia como uma família
e até mesmo o pior dos inimigos
pode se tornar o maior dos mensageiros.
E no meio de tudo isso,
a verdadeira alegria sempre encontra um
caminho para florescer.
Amém.
>> E é isso que a gente deve guardar no
coração.
Não importam as circunstâncias,
não importam os desafios,
não importam as dificuldades
de quaisquer naturezas, não importa.
A alegria do Cristo, a alegria que vem
com Cristo, a alegria mantida pela rua
Cado,
sempre encontra um caminho para
florescer.
E esse caminho é um caminho de perdão.
Esse caminho
é um caminho de
vitória sobre si,
porque mais vitorioso é alguém que vence
a si mesmo do que alguém que conquista
uma cidade.
Então, esse é um caminho de vitória
sobre si e esse é um caminho que nos
ajuda a relativizar as circunstâncias,
porque depois da ressurreição do Cristo,
tudo, absolutamente tudo, é apenas uma
questão de tempo.
Porque o Cristo reina, porque o Cristo
venceu, porque o Cristo está no seu
povo.
>> Aleluia. com cada uma, com cada um dos
seus,
guardado no coração do seu povo pela
presença viva da Rua Kad,
a maternidade da triunidade, o espírito
que pairava sobre o planeta Terra no
início da criação.
Não importam quais sejam as
circunstâncias,
não importam quais sejam as notícias,
por mais preocupantes, dolorosas,
angustiantes, não importa.
A alegria do Senhor, que é a nossa
força,
sempre acha um caminho para florescer em
nós, por nós e através de nós.
Amém.
>> Amém.
>> Amém. Glória a Deus. Esta seja a nossa
confissão de fé
e que esta alegria seja sedimentada pela
nossa comunhão com a triunidade
e uns com os outros.
Porque nesta comunhão fraterna
somos os intercessores e somos as
respostas de toda a oração também,
porque o Senhor sempre conta com o seu
povo para atuar na história de cada um e
de todos nós. Amém.
>> Amém. Amém. Glória.
>> Que a graça de nosso Senhor e Salvador
Jesus Cristo,
que a unidade da triunidade,
que a presença gloriosa
do Cristo,
com a sua cura, com a sua libertação,
seja com cada um dos irmãos, com cada
uma das irmãs, com todo o povo de Deus e
que alcance toda a humanidade
como
Yahé prometeu a Abraão.
Amém.
>> Amém.
>> Deus nos abençoe, pessoal da internet.
Deus abençoe.
>> Com licença.
Aleluias. Vamos
puar nesse cântico novamente,
porque só existe o nome que é capaz de
fazer

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