A Ética do Reino I SEMANA TEOLÓGICA EBT
04/03/2026
A Ética do Reino I SEMANA TEOLÓGICA EBT
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Muito bem, muito bem, muito bem! Está no ar mais um encontro da Semana Teológica EBT! Nesta aula especial, Rodrigo Bibo, Nunes e Luiz Henrique mergulham na ética do Reino de Deus — explorando como os ensinamentos de Jesus subvertem padrões de poder, redefinem justiça e inauguram um modo radicalmente novo de viver no mundo. O que significa amar inimigos, buscar primeiro o Reino e encarnar a justiça que excede a dos religiosos? Como essa ética transforma decisões práticas, relações e vocações hoje? Esta jornada é um convite para pensar teologia com profundidade, sensibilidade e coragem — e também para conhecer a nova turma da Escola Bibotalk de Teologia. Vem estudar com a gente.
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– Série Os Outros: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALUz4ZnUbe1id7GI4BVDs-O
– Série Aliança: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALKeBBgfaSYx_7eWJWPKN3k
– Série Parábolas: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALmTOownlMJJ_SGOsn1R0Mr
– Série Origens Cristãs: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALjBXZp2y9551ayHWhdKBS5
– BTCasts MC: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAInhfKseQ-DMuNBW1V081oF
– BTCasts ABC2: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAJQRa75AUS1NKO-lWMikCot
– BTPapo: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAIbR1ZXQYUseXslZ75CGud9
Fonte: Bibotalk
Legendas automáticas:
Estamos de volta para mais um dia na nossa imersão sobre o reino de Deus. Rodrigo Bibo, Luiz e Guilherme Nunes. Estamos nesse terceiro dia falando sobre o reino de Deus, galera. Muito legal. Obrigado, Gui Nunes. Obrigado, Luís, pelos pelas coisas maravilhosas que vocês já falaram aqui. E se essa sua primeira participação, primeiro vídeo que você tá vendo dessa série de vídeos sobre o reino de Deus, vá aqui na descrição, porque tem mais dois episódios que nós já fizemos e estão muito instrutivo, mas pode ficar aqui que vai ter um conteúdo que vai abençoar sua vida também. E amanhã tem mais, tá bom? Por isso eu já digo, deixe o seu like, o seu comentário, isso ajuda bastante. A gente fez um esforço aqui para estar nesse estúdio gravando esses conteúdos para vocês, tá bom? Vamos lá, galera. A gente deixou a bola quicando no último encontro aqui, que na verdade é o mesmo dia, mas foi o último encontro com a nossa audiência, >> isso >> no YouTube, eh, sobre a ética do reino. Então, nós temos um reino de Deus que ele não é geográfico em última análise, né? Ele está ali entre nós. É a presença de Deus no mundo. É o Emanuel. é Jesus Cristo agindo, regendo o mundo por meio da sua igreja. >> E se entende que se vive, né, as benéces do reino de Deus, quem está debaixo da autoridade desse rei, né? A gente tem falado um pouco sobre isso, tal, mas um reino também ele tem a sua ética, o seu modo de viver. Que qual é a ética do reino de Deus? Existe, a gente pode usar essa palavra inclusive ética, né? seria um anacronismo ou não, porque já tinha a ética anicômago, né? Enfim, como é que a gente entende isso, né? A gente pode falar de uma ética do reino de Deus, um jeito de viver de um súdito do reino de Deus? >> Podemos, podemos, com certeza. Acho que isso tá, é uma marca nos Evangelhos, é uma marca em Paulo, é uma marca nos em todos os autores bíblicos. Então, falar de reino de Deus é falar necessariamente sobre sobre ética. Como você falou, a dificuldade é a gente estabelecer um nome para isso, a gente conseguir descrever bem o que a Bíblia quer. Porque só colocar ética pode se confundir com muitas coisas. Pode confundir com Aristóteles, como você falou, pode confundir com um tipo de ética que é como se fosse uma mera, um mero moralismo, por exemplo. >> Exato. >> Eh, ou um mero uma mera, como é que eu digo isso? uma mera forma de fazer coisas. >> Uhum. >> Então, um dos grandes desafios, a gente falou muito de George Led aqui e de outros autores do Novo Testamento, eh eruditos do Novo Testamento, é antes de falar sobre que ética, quais quais éticas nós temos, é falar o que é uma ética e assim estabelecer. Eu tenho, tenho comigo que quando a gente tá falando sobre ética no Novo Testamento, a melhor forma é a gente ir pr pra lei, usar a palavra lei. Só que mesmo usando a palavra lei, a gente tem que ter cuidado. Então, tá, não vamos usar ética, vamos usar lei. Que que a gente vai fazer com isso? Então, eh, eu diria que quando a gente usa nomos lei, a gente se aproxima mais do termo bíblico, só que ainda assim a gente precisa de uma definição melhor. >> Hum. Eu tenho, por exemplo, muito claro no Antigo Testamento a palavra lei de Cristo. Mas aí vem o desafio. O desafio é e no Novo Testamento, no Novo Testamento eu tenho a palavra lei de Cristo. No antigo novo, no antigo lei de Moisés, perdão, e novo lei de Cristo. Boa >> noostos. E Paulo usa isso. Jesus eh de alguma forma transparece essa lei. E aí vem a pergunta: será que vê se eu tô conseguindo colocar meu raciocínio? >> É que a gente acabou de tomar café, tá galera? Só pra galera explicar aqui. A gente acabou de tomar um cafezão. Comi um pão de queijo com requeijão na saída ou na entrada? >> Na entrada. E aí frita? >> Frita. Comi um pão de queijo na chapa, né? Aqui. Coisa maravilhosa esse pão de queijo na chapa. Foi >> o Guilherme Nes tomou um café com esfirra de carne. >> Acho que foi. >> Achei bem caído o teu café porque são comida com café da tarde. Mas enfim, né? A diabetes é tua. >> E o Luiz comeu um pão na chapa. >> Pão na chapa com requeijão na saída. >> Na saída. >> Isso. >> E na entrada passa de cara, eu acho. >> É na entrada você assa. Na saída é depois da do pão. >> Então o meu é na entrada. O meu, >> o seu era na entrada. Eu falei. >> É, falou, tu falou saída. >> Não, falei entrada. >> Replay, Rafa. Replay. [risadas] Então, a gente acabou tomar um cafezão. A gente tá meio assim slow mocho e tal, mas calma lá que a gente chega lá. Vai lá. >> A questão então é é é bem profunda, porque o erro é sempre o mesmo, assim que eu vejo. As pessoas dizem assim: "A lei de Cristo é igual a lei de Moisés". >> No sentido de que a lei de Cristo não, não a lei em si, >> não, não o que o conteúdo dela. Isso é claro que não é igual. >> Uhum. A questão é, o conceito de lei mosaica é a mesma coisa de o conceito de lei de Cristo? >> Hum, essa pergunta é boa, porque a minha resposta primeira que vem na minha cabeça é: OK. A lei de Moisés, como viver na terra que o Senhor te dará? >> Sim. >> A lei de Cristo, como viver novos céus e nova terra. Mas já aqui >> é é porque, por exemplo, se eu seria mais ou menos isso, eu fico com a lei, meu mesmo conceito de lei e só coloco Moisés na frente ou Jesus na frente. Só que minha questão é, >> mas o conceito de lei mudou? >> Hum. >> Lembra da ressignificação que nós estamos falando aqui a cada episódio de que essa ressignificação do reino de Deus acontece em todas as esférias e até mesmo nas eh terminações, né, das suas formas de se referir. >> Hum. Isso passa pela linguagem, mas isso passa principalmente pelo Ministério Público de Jesus. >> É, com certeza, porque a, por exemplo, Paulo diz lá em Primeira Coríntios, capítulo 9, eu não eh eu vivi como como se eu estivesse debaixo da lei, mas eu não estou debaixo da lei. >> Aliás, eu estou debaixo da lei de Cristo. Então ele faz um paralelo, diz assim: "Eu não estou mais debaixo da lei de Moisés". >> Uhum. Mas estou debaixo da lei de Cristo. Alguns vão dizer: "Tá, lei é tudo igual, só muda agora se for de Cristo ou de Moisés". Não é só isso. Ali em Paulo, o que parece que Paulo está mudando o conceito de lei. Em Gálatas capítulo 6 ou no capítulo 3, Paulo vai dizer assim: "Porque nós não estamos mais debaixo da carne tal. Nós estamos debaixo da lei de Cristo. Ou ele diz lá no cinco, quem ama o seu irmão cumpriu a lei de Cristo. >> Exato. >> A gente tá sempre, a gente tá sempre procurando o desafio, o desafio técnico nas teologias bíblicas é sempre dizer assim: qual o conteúdo da lei de Cristo? Mas existe uma pergunta anterior. >> O que significa lei quando eu estou quando eu estou ligando isso a Cristo? >> O que significa lei? Lei é a mesma porque a mudança ela é radical. E John Barkley, ele tem um livro sobre ética no Novo Testamento, que ele para mim é um dos melhores livros que eu já dei na minha vida. Ele é um livro sobre ética em Gálatas, uma coisa assim, >> não temos em português. >> Eu não sei porque que esse livro não tem em português. É o mesmo do Paulo e o Dom. >> Sei, sei. >> O cara escreve de uma maneira. O foi um dos únicos livros que o Carson fez uma resenha de mais de seis páginas, 10 páginas, uma coisa aí pela grande, ele é bem fininho, >> pela grandeza dele, mas ele vai fazer um estudo muito simples em Gálatas. E a conclusão do estudo dele é eh o conceito de lei mudou em Paulo, apesar dele usar a palavra lei. >> Hum. >> E >> tá, isso quer dizer o quê? Eu tô viajando agora aqui. Vamos lá. Responde a pergunta que tu mesmo levantou. A resposta para isso não é tão, é porque eu não quero ser simplista aqui, já é uma aula, né? Isso. >> Mas em algum momento a gente vai ter que reduzir algumas coisas porque não tem como eh fazer o que, por exemplo, Barklay faz no seu livro. >> Claro, claro, claro. >> Não tem como fazer isso aqui. É um é um podcast, um podcast, >> mas sabe onde dá para fazer nas aulas da escola Bibotal de Teologia, que estão com a turma aberta para você entrar no nosso plano anual com desconto. Mais informações aqui na descrição dessa aula. >> Mas eu posso explicar? >> Claro. Agora, por favor. tá aqui para isso. >> É que se eu não conseguir explicar do jeito pago, inclusive >> é porque se eu não conseguir explicar de um jeito, eu não consigo explicar. >> Vai silêncio. >> Duas esferiras de carne, né? >> Isso. Eh, então, a ideia é que a lei e no sentido de Cristo, ela fica num sentido mais agora para ser simplista de imitação. >> Uhum. Não é tanto aquilo que eu faço, é quem eu imito. Vixe. >> Ah, a ideia de Paulina, quando ele diz assim, se eu amo o meu irmão, eu cumpri a lei de Cristo, >> levei a carga do meu irmão, cumprir a lei de Cristo. >> Lei de Cristo, é porque eu tô claramente imitando Jesus no que ele fez. >> Uhum. >> Logo fica fica evidente, por que que a gente não tem uma lista no Novo Testamento de 10 leis? >> Uhum. >> Nossa, sensacional. >> Porque o conceito de lei mudou. Não é o que eu faço, mas é quem eu imito. Obviamente o que eu vou fazer. Mas o foco forma e não desempenho, né? Isso. E o foco é cristológico, porque o foco mosaico é do povo, no povo. O foco da lei de Moisés é, pode observar, não é no homem, não é antropológica, porque é lei de Cristo ainda, é lei de Deus ainda lá, mas ela é estritamente no povo. No Novo Testamento, quando Paulo vai falar o termo, ele faz uma ligação direta agora com Cristo. Cristo se torna o foco disso. E aí muda muita coisa. Qual é o sentido agora? E o mais profundo é que quando você pega Filipenses, a carta de Filipenses, você vai perceber que Paulo usa Filipenses 2 como um negócio interessante. Diz assim: "Olha, imite Jesus". Ele faz isso em Filipenses capítulo 2 e ele diz assim: "Tende em vós, tenho em vós o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus que embora". Ou seja, vocês tem que vocês têm que imitar isso. >> É uma ancoragem na figura de de Jesus. Só que no capítulo três, ele vai dizer: "Porque eu abandonei tudo, tudo como perda pela excelência do conhecimento de Deus, porque eu queria me ser encontrado nele." >> Uhum. >> O que que eu quero dizer com isso? é que quando Paulo fala que lei de Cristo é imitação de Cristo, ele não está dizendo um mero imitar, ele tá dizendo que é uma consequência de estar ligado a Cristo. O fato de alguém estar ligado a Cristo, a fonte faz com que as coisas que ele faça sejam coisas que se parecem com Cristo. >> Uhum. Então, quando você pega esse quadro todo e o Bárla coloca isso muito bem, FF Bruce falou isso no livro dele sobre graça, eu acho que passou batido porque não reverberou nos outros livros de teologia paulina. A gente precisa entender essa redefinição. É por isso que quando a gente chega agora no Sermão do Monte para entender a ética do reino e tudo mais, a gente não pode simplesmente ler o Sermão do Monte eh, como se fosse uma coisa, >> um checklist >> do que eu vou fazer. >> Uhum. Mas não é agora é é a é a relação daquilo que Jesus falou com o rei. Pode observar que no sermão do monte Jesus começa a mudar o foco. Ele diz o seguinte: "Porque foi dito a vocês, eu porém vos digo, >> isso é um foco de legislação sendo mudado. O novo legislador não é mais Moisés, agora é ele. >> Mas a gente não pode perder o foco." Eu acho que Paulo viu isso assim muito forte. Quando Jesus muda o foco no sermão do monte da lei para ele, eu vos digo, ele tá dizendo mais do tipo: "E eu sou a única forma de vocês fazerem isso que eu tô dizendo." >> Uhum. >> A ideia de imitação também acontecendo ali, que era o que acontecia em contextos de literatura. Eh, eu esqueci agora o nome de o nome desse gênero aí do Sermão do Monte. é um gênero antigo, que era uma ideia de que quem tava falando também se tornava o modelo para ser feito. Jesus não está só falando faça isso. Jesus está dizendo: "Eu estou falando porque eu sou o modelo para que vocês façam isso." Então, a ética do reino ela é uma ética de profundamente cristológica e profundamente profundamente, como você falou, ancorado em Cristo. Ou seja, a gente tá falando aqui sobre ética e tal, e você volta e meia se refere ao sermão do monte, porque a gente teria o quê? No sermão do monte um suprassumo do que seria a ética do reino. Ou seja, no sermão do monte a gente tem aquilo que Jesus está dizendo e vai assim, gente, façam dessa forma, né? Ajam dessa maneira porque eu agi assim. Por que você se por que que tu volta pro sermão do monte na tua fala? Em vários momentos, tu foi pro sermão do monte. É, por isso, por o sermão do monte ser o centro, epicentro ali de do que significa então a lei de Cristo, o novo, o novo legislador e o que significa estar debaixo da nova legislação. Mas eh não é tão simples, né? Lucas eh Jesus fala fala seis leis. Eh em em Mateus Jesus fala quatro leis. Em Mateus, Jesus fala eh seis bem-aventuranças, se eu não me engano, >> e em Lucas somente quatro é três. É pouco, é pouco. O que eu quero dizer é que parece que a forma os evangelistas não estão importando tanto, >> ou seja, não é uma lista realmente, né? Porque se fosse teria, eles teriam mais cuidados até na elaboração final dos evangelhos seria mais cuidados. >> É. E Lucas tá Lucas, por exemplo, Lucas é o sermão da planície. Jesus tá embaixo >> e e há toda uma só que Mateus é mais importante nesse sentido, porque Mateus é o sermão do monte. Mateus tem cinco discursos, né? O livro inteiro como as cinco tábuas da lei. Parece que ele fez essa organização. >> As cinco, os cinco livros da lei. >> Os cinco livros da lei, perdão. >> E aí você tem o sermão do monte ali encabeçando o primeiro, o primeiro grande discurso de Mateus. >> Uhum. >> Ele é o novo legislador. Ainda vai ter mais quatro grandes discursos em Mateus do novo do novo legislador, cada um para uma área da igreja. >> Uhum. Então, eh, eu acredito que o sermão do monte pro cristão, obviamente que a gente tá indo bem devagar, mas eu diria para você, o sermão do monte, ele não quer te dizer tudo que a lei de Cristo é. E aí é onde as pessoas se perdem. >> Aham. >> Ele quer dizer o o que significa Jesus agora mandar em você. Vamos colocar assim. >> Uhum. Não, mas acho que é é assim mesmo. >> É porque se colocarmos em uma comparação da do sermão do monte em Mateus pela sua quantidade em referência a ao Evangelho de Lucas, se fosse uma essa lista exaustiva, propositiva, que nem ah, feita ou pelo menos moldada, que nem na na antiga ordem, que seria a ordem de Moisés, você não teria essas discrepâncias. os sinóticos trariam, o evangelho de João também traria. E aí a essa preocupação e a gente tá falando muito sobre as memórias da das comunidades primitivas. a gente tá falando sobre a memória de Jesus, a qual provavelmente o apóstolo Paulo eh teve um contato ali. Nós estamos falando da precisão e o entendimento que se tem por meio da lei e da sua flexibilidade, enquanto o reino ele acaba recebendo determinadas pessoas de fora daqueles que não estavam dentro eh da desse mecanismo, desse mecanismo. Porque existe algumas coisas, é, principalmente no, no debate da ética, é que às vezes a ética acaba caindo em campos circunstanciais. Existem algumas circunstâncias que faz com que você adote determinadas ações éticas que são contrárias de outros lugares. E aí não dá para negar que a ética do reino, ela também tem implicações missionais. Ela não está única e exclusivamente sendo estruturada em uma mentalidade que tem contato primário com a mentalidade de Moisés, com a mentalidade hebraica, com essa tradição, mas também vai conseguir, por isso que o sermão da planícia é um pouquinho mais reduzido, ah, falar com gentios. E por que o sermão da planícia? Porque o sermão da planícia, alguns estudiosos defendem de que aquele sermão ele foi dito para uma comunidade mais gentílica, uma comunidade que está de fora do povo. >> Uhum. H, do povo de Israel como um todo. Então, eh, entender que a ética ela está ancorada em Cristo, ela é cristológica, faz com que a haja um um desafio para aqueles que recebem Cristo pela mensagem, pelo anúncio da igreja, eh, e na manifestação desse reino e encontrar espaço para que essa ética floreça. >> Uhum. >> Faz sentido isso que eu que que eu disse? Assim, ficou >> sim, >> claro. >> Muito bom, muito bom, muito bom. Bom, >> eh, a a então as b as o o sermão sempre começa com as bravas. >> Uhum. >> E aí vem uma questão que o Led falou que que fala que é importante que o essas bemaventuranças elas são tipo dizendo assim para você eh eh não, eu não tô dizendo você para você fazer para ser feliz. >> Uhum. >> Você vai fazer porque você é feliz. bem-aventurado. Os que fazem isso, eles não estão fazendo para serem bem-aventurados. Eles são bemaventurados, portanto, eles fazem isso. >> Uhum. >> Eles eles >> Essa palavra, na verdade, bemavent ela é meio difícil, né? Uma vez eu tava estudando um pouco assim, >> a gente traduz como bem-aventurado e tal e ficou bem já marcado também no imaginário e nas traduções em português, pelo menos. >> Mas a palavra macário aí acho que ali, né, cara, ela é um pouco mais complicada do que bem-aventurado ou felizes, né? pleno seria uma boa tradução. >> É muito difícil. >> É, é uma vida plena. >> É, galera, só vocês saberem assim, tipo, a Bíblia Sagrada, ela tem vários termos, várias palavras que são de difícil de é difícil de traduzir não só pro português, mas para outros idiomas, porque é como se a gente não e pra gente traduzir é quase um conceito, é uma palavra que no fundo ela não é uma assim, ah, eh, dream, sonho, >> não tem uma equivalência direta. Tem uma equivalência direta, né? É, mai, ma é uma palavra assim, ela ela a tradução é quase um conceito, né? E e é difícil de traduzir, mas é pleno, bem-aventurado, feliz. >> E é o conceito teológico, né? E isso que leva uma uma dificuldade maior de entender, de não fazer essa equivalência direta, porque conceitos teológicos elas se perdem com um tempo, principalmente nós que estamos recebendo essa palavra de outra cultura. >> É igual a interpretação que o Guidá, por exemplo, né? A nossa leitura é assim: bem-aventurado os pacificadores, ou seja, se eu for um pacificador, eu seria um bem-aventurado, não é isso, né? Ou seja, a palavra evoca um estado, né? Um jeito de ser que por você ser assim você >> fará o isso, né? Isso. >> Os pacificadores são bem-aventurados. Exatamente. Seria uma forma melhor de >> É, algumas pessoas se traduziram antigamente, tudo no futuro ou metade no futuro. Sim, >> porque eles eles acreditar acreditavam que tudo que vai acontecer nas bemaventuranças seria aconteceria somente no milênio ou no novo céu e nova terra, que é que Jesus não podia estar falando aquilo no futuro. >> Uhum. Eh, e aí muitos como Led vão olhar e dizer o seguinte: "Não, pera aí, calma. Não é assim não. Tem algumas coisas que parecem futuras, tudo bem, herdarão a terra e tal". >> Mas tem outras coisas que que o foco não está naquilo que você faz para ter, mas como eu falei, naquilo que você já é, então você faz isso. >> Uhum. >> A a ênfase é sempre a mesma. a ênfase de dizer para você no quando a gente tá falando de ética do reino, a gente tá falando de pessoas que foram que estão experimentando o reino inaugurado. >> Sim. >> E, portanto, já atuam como será lá, né? A ideia, a ideia do já ainda não funciona assim. >> Você é bem-aventurado porque você foi atingido pelo reino inaugurado, portanto, as coisas que do já. E viver assim vai te levar a viver como alguém que já pertence ou ainda não, >> como um eco de um reino vindouro. >> Isso. A ideia a é a ética futura, se a gente pode colocar assim, ele ele fala isso, outros autores falam isso, né? O sermão do monte ética futura. Não é para você viver >> como alguém diferente do que você será lá. É você viver exatamente como você vai ser lá. Uhum. >> Obviamente que tem um ainda não, né, em nós que é presença do pecado, >> mas mas essa seria a ideia. Eu diria para vocês que a diferença mais brutal que eu vejo assim na lei mosaica, na lei de Cristo, que não é uma diferença de ah, na lei mosaica não tinha isso, não. Na lei mosaica até tinha, mas o foco da lei de Cristo são as virtudes. >> Uhum. >> São nas virtudes. >> Uhum. Então, bemventurados os pacificadores, os humildes, os E Paulo vai dizer a mesma coisa no fruto do espírito, é o amor, é a paz. Então o foco não é naquilo que eu tenho que fazer necessariamente pragmátic de forma pragmática, mas o foco naquilo que eu devo >> me tornar, né? >> Amar, por exemplo, >> amar, desejar, né? Essa questão. >> Quando eu quando eu estou na igreja, para ser prático, quando eu tô na igreja e eu vejo um irmão ali com confusão com o outro, o que que eu devo fazer? Como é que eu sei o que eu devo fazer? Eu devo focar na virtude da paz. >> Uhum. paz lá em Gálatas 5 não é a paz interior, né? Ali é uma paz entre pessoas que estão entre entre as duas coisas. Então ali é uma paz comunitária, ou seja, quando eu foco na virtude, eu consigo justamente entender o centro do que seria o sermão do monte. Eh, lá onde eu moro, eh, tem um um jardim que tem uma plaquinha assim: "Seja educado, não pise na grama". >> Uhum. >> Uhum. E para mim isso é paulino total, assim, esse irmão do monte total é seja educado, virtude, né? Né? >> Não pis na grama, >> positiva e depois negativa, né? Porque faz sentido o fato: "Ah, se eu ser educado, for educado, eu não vou ter problema em, eu vou achar lógico não pisar na grama". >> Uhum. Sim. >> Então, a ética do reino é a ética nas virtudes e são virtudes do rei que estão ali a a sendo distribuídas, né? >> Uhum. É, eu tô pensando no lance da grama agora. Eu vou problematizar o lance da grama porque, por exemplo, assim, >> seja educado, não pise na grama. Eu acho que não é tão simples assim como tu falou. Eu vou, talvez, eu vou discordar de ti, mas eu acho que tu vai me entender. >> Tu falou assim, ó, porque alguém educado não vai pisar na grama. >> Mas se fosse tão simples assim, não teria o complemento. Não pise na grama. >> Uhum. Sim. Sim. >> Ou seja, isso quer dizer o quê? Onde eu quero chegar? Nós precisamos dessa negativa. >> Uhum. >> Porque nós precisamos dos imperativos. Nós precisamos de orientação, porque às vezes a gente não sabe como é ser educado. >> Sim. no sentido assim, eu estou em Cristo, Cristo está em mim, eu sou uma nova criatura, tá? Mas e aí? Então, eu preciso de coisas à vezes mais diretas, tipo como não pise na grama ou como outras coisas que Paulo vai orientar, né? Paulo tem uma série de orientações, Jesus tem uma série de orientações, né? São três capítulos em Mateus com várias orientações. Olha, não faça isso, não diga isso. >> E de forma muito clara mesmo. E não é moralismo, >> claro, >> entende? Mas é por você ser uma nova criatura, por você estar no rei, você está predisposto a obedecer esse rei. Ah tá. Eu não vou pisar na grama, >> pô. Mas olha, se tu não me dissesse, eu nem sabia que eu não podia pisar aqui. Ah, tá. Eu não posso pisar porque isso faz mal para, né, para essa planta e tal. Entendeu onde eu quero chegar? Porque não é só assim pressupor que as pessoas farão a coisa certa porque estão em Cristo, não. Elas precisam ser orientadas. >> É, eu não, com certeza. Eu acho que eu eu não acho que não seja necessário o a negativa. >> Uhum. Uhum. Eu acho que a negativa se torna lógica se eu focar nas virtudes. >> E ela só faz sentido para quem é virtuoso, porque para quem não é virtuoso é legalismo e pode ser algo muito danoso. >> Exatamente. Então é tanto que do lado tinha uma placa assim, eh, não pise na grama e tava quebrada, [risadas] >> entendeu? Uhum. >> Então assim, e eu não, eu entendo que é necessário as negativos, obviamente, >> mas eu entendo que quando foca na virtude, >> ela se torna agradável de >> Exato. Foca na virtude. Não, isso eu concordo. Agora, o problema é quando eu foco na mera negativa, aí eu entro no legalismo, >> porque eu vou fazer aquilo, não pela virtude em si, mas enfim, pra por ou por orgulho ou por, enfim, alguma coisa assim, >> por um senso de pertencimento, que era justamente aquilo que tava na mitalidade dos judeus da época, Jesus Cristo. Eh, e e eu em uma implicação até mesmo eh na verdade em um em um contexto em que eu vivi eh e o contexto brasileiro geral, muita gente vai se identificar comigo. Quando eu era jovem, adolescente, as implicações negativas, né, as implicações das negativas ou dos imperativos negativos, eh, elas sempre pesaram muito para mim, ao ponto de isso muitas vezes, eh, eh, causar uma deblina à frente de quem Deus realmente era, né? Então, era muito comum determinadas pregações que tinham um grande teor legalista me impedir de ver quem Deus de fato era e de e com isso eh impedir ver a regência de Deus. Então, a às vezes eu entrava em determinadas furadas no sentido de pecado mesmo, porque para mim não havia sentido, porque não havia sido me apresentado a questão da nova criação, da nova humanidade, da união com Cristo, dessa ancoragem em Cristo Jesus. E por isso não ser me ser apresentado, a negativa tinha um aspecto de prazer em se rebelar. em transpassar isso, em falar: "Não, não é isso não, não é isso não". Na verdade, havia todo um cuidado desses líderes em tentar evitar que eu caminhasse por determinados eh caminhos assim, mas por conta da falta de sabedoria de Tata em mostrar que isso na verdade era primeiro fruto dessa nova criação, eu muitas vezes deixei de ver a mão de Deus ou deixei de ver enxergar Deus nessas negativas. E por que eu faço falo isso, né? É porque a nossa sociedade é uma sociedade que gosta muito de falar do não sem dar o o porquê por por conta de todo um um uma história de punitivismo, uma história de escravidão. A gente deve trazer isso para para ler o Brasil, o brasileiro e o brasileiro evangélico, porque ele carrega isso nos seus traços e o não pelo não. o que Jesus faz e o que que ele conserva na memória do Porque não não é resposta. Exato. Mas o que Jesus faz e conserva isso na memória dessas comunidades eh cristãs eh é trabalhar pelo inverso e pelo mais demorado, pela afeição, pelo amor. Quando nós falamos de ética e ética no reino é amor a um rei já estabelecido. Quando nós falamos de ética e ética para com o outro, ética para com a igreja, ética no mundo, nós não estamos falando do que nós deixamos de fazer, mas daquilo que fazemos por amor. >> Uhum. >> E essa é uma das coisas que me foi subtraída durante toda a adolescência. Ninguém nunca veio e perguntou. Depois, posteriormente, no estudo da teologia, encontrando pastores que tinham esse tipo de tato, que eu fui sendo ah eh ensinado na forma de, por que a gente focou aqui mais nas implicações positivas, porque a negativa é é quase que batata você cair em um legalismo, porque você passa tanto tempo falando sobre a negativa e esquece no que essa negativa está ancorada, que é a pessoa de Cristo Jesus. >> Uhum. Quando falamos de ética, nós estamos falando de amor. Nós estamos falando da maior manifestação que o próprio Jesus, eu tô mudando, jogando para ele, está manifestando inclusive para esses que o resumo da lei em última análise é se resume em amar a Deus e o próximo. >> Exato. >> Eh, a a a Torá, se a gente percebe que tinha muitas negativas, né? Uhum. >> Não matarás, não isso, não aquilo. Por isso que eu acho assim >> que não é que não existia ali virtude, porque a o resumo da lei vem de lá, né? >> Exato. Exato. >> Só que a dinâmica e a vivência da lei entre o povo é que tinha que focar pela realidade histórica deles redentiva naquele momento, né? >> Uhum. >> Na negativa. >> Uhum. >> Eh, o sistema levítico tava ali, tinha coisa albara, coisa ali, uma coisa que reunisse e mantesse o povo ali. >> Uhum. Uhum. Só que quando a gente chega no novo testamento, é como eu disse, tem as negativas, mas agora a virtude é como se tivesse só botando a plaquinha assim. Pera aí. Primeiro essa aqui, depois a gente tá. É por isso que Jesus, ele no sermão do monte ele vai falar ali sobre eh adultério, sobre divórcio, sobre homicídio, sobre juramento e sobre o resumo da lei, né? Ele vai falar essa ideia. E a gente percebe, por que que ele escolheu essas leis? Porque envolve o próximo. Uhum. >> E envolve virtudes aí do do adultério, do homicídio. O cara que chega esse Você tava lendo a notícia daí, né? Recente. >> Tem nove tópics aqui. A gente tava lendo. >> Absurda as implicações dessa notícia que por que a pessoa matava, a gente nem sabe tanto. Ou seja, porque tudo isso envolvia um virtudes, não, vícios, né? Isso. >> Uhum. E aí a lei de Cristo vem, o Espírito Santo vem e trata na gente essas virtudes. Primeiro, >> eu costumo dizer o seguinte: tudo aquilo que você é com Jesus, vai ser mais fácil você ser com o próximo. >> Uhum. >> Então, por exemplo, ah, falta amor com o irmão, >> a minha >> alimenta mais teu amor com Jesus, assim. >> Uhum. >> Ah, falta, sei lá, alegria com o irmão, alimenta mais tua alegria com Jesus. É, não tô dizendo que é fácil, tal, mas eu tô dizendo que quando Jesus se coloca como o legislador do reino, ele tá dizendo: "É porque eu tenho as virtudes que você precisa." >> Não é porque vai ser fácil. >> É por isso que ele é o caminho, né? >> Ele é o caminho. E a gente só consegue cumprir a lei na força do espírito, né? No poder do espírito. Não é uma coisa que naturalmente a gente consegue. >> O fruto é do espírito. >> O fruto é do espírito em nós, né? E obviamente que não são coisas simples e fáceis. Mas a gente precisa lembrar do que João Batista falou. Eu batizo com água, mas virá aquele que batizará com quê? >> Com o espírito. >> Então, a a as virtudes elas saem dele e a e são controladas e geradas no povo de Deus nele, independentemente da idade. >> E é muito legal que Jesus ele também ele vai um pouco mais na raiz, assim, por exemplo, eh, na lei você, só se você fosse pego em adultério, você sofreria uma pena. Uhum. >> Jesus falou assim: "Cara, antes mesmo de você fazer, você já olhar, já tem um problema". Então ele já vai um pouco mais até na raiz do problema, entendeu? Tipo assim, olha, é uma coisa muito interna e a gente e eu posso, né, e trabalhar aí dentro por meio do Espírito Santo em nós. Então, não é só o adultério em si, né? Mas, cara, você pensar já é uma coisa mais complicada. Outra coisa, não é só matar o irmão, mano. Você xingar o cara de tolo ou de raca, né? assim já é complicadíssimo. Por porque fere a comunhão, né? Não é só a regência social, mas é regência do dos corações. >> Exato. É, não é algo externo, né? Então assim, por isso que em última análise a lei de Cristo, se a gente for pensar de maneira eh legalista de não faça isso, não faça aquilo, é muito mais difícil que a de Moisés. Jesus, Jesus diz assim: "Eh, se o teu braço esquerdo te faz pecar, arranca fora, porque é melhor você entrar no inferno sem ele do que, enfim, >> é, não é melhor você entrar no céu sem ele, né?" É >> isso. Por que que Jesus tá dizendo isso? Jesus não tá dizendo a solução é a Jesus tá dizendo, cara, se o problema fosse resolvido somente arrancando o braço, olha quão fácil seria. >> Exato. >> Mas não é tão fácil. >> Os eunucos, por exemplo, >> é, é, [risadas] >> é. Se o teu olho esquerdo te fazcar, faz o seguinte, arranca nele, porque tu vai entrar. Ora, qualquer legalista louco, e a gente vê isso em religião, sim, sim. >> Agora eu vou entrar no céu. Só que Jesus, na verdade, ali tá dizendo assim que a galera que você falou, né? O sermão do monte tá apontando um problema mais profundo, >> dizendo: "Não é esse o problema e nunca vai ser isso. >> O problema são os vícios do coração >> que que te levam a esses vícios. E aí eu tô lembrando que você falou que tem coisas no evangelho que a gente fica assim, mano, que loucura é essa? Aí vem o Espírito Santo e troca o meu coração para >> é >> tá tá me tratando com os meus vícios. Eu fico pensando assim, e tem fruto chamado do espírito, cara. Que isso? >> Exato. Não é aquilo que a gente falou num numas aulas anteriores, né? Tem tem umas umas declarações da Bíblia sobre o povo de Deus. >> Uhum. Sim. que são profundas demais, assim que eu fico me perguntando, mano, eu vivo isso assim, tipo, eu entendo a profundidade disso, de me revestir do novo homem, de ser cheio do espírito? Porque para, né, agora a gente vem um pouco de Paulo aqui, mas, né, essa ideia da do Espírito Santo no crente para Paulo, cara, é algo muito escatológico, é a presença da eternidade mesmo, é o selo, é a garantia, entende? De um novo tempo mesmo, que >> é tudo muito gigantesco, gigantesco, entendeu? Porque como é que se aplica em mim? Moro em Joinville, mora lá em Guarulhos, mora sei lá onde mora em São Paulo e tal, se esconde na bate caverna, né? Então assim, velho, é é são coisas muito grandiosas, entendeu? E e poderosas demais, >> não? Que lei de Cristo é essa que ela não tá mais observando o que acontece externamente, mas o que acontece internamente transforma aqueles que fazem parte do reino? Exato. Exato. >> Ah, eu acho que parte da teologia, parte do que é ser um teólogo é é ter o fascínio por aquilo que tá diante de você, certo? >> Muito bom. Muito bom. Vislumbre, né? >> Muito bom. Gente, dúvidas? Você tem dúvidas sobre a ética do reino? Deixa aqui nos comentários que a gente pode voltar depois aí numa live e responder algumas das suas dúvidas ou melhor dúvidas de outros programas que talvez você tenha deixado e tal sobre o reino de Deus nessa semana teológica. você pode deixar aqui nos comentários, tá bom? Voltamos amanhã com nesse mesmo horário falando sobre interpretações equivocadas do reino. Então vem aqui já passa para as pessoas também já tem o link da aula de amanhã aqui na descrição deste episódio. Então deixa eu explicar para vocês o que tá acontecendo na escola Bibotalco de Teologia. Você não sabe, você não conhece nossa escola? É uma escola 100% online que tem professores e professoras que amam a igreja, amam a Jesus, amam a teologia, a tradição da igreja e que ensina de forma clara, de forma transparente numa linguagem acessível, ao mesmo tempo profunda, os princípios da teologia de várias disciplinas teológicas. 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