A graça leva à libertinagem? BTPapo 106
19/03/2026
A graça leva à libertinagem? BTPapo 106
Bibo e Cacau conversam sobre a liberdade da graça.
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BTDay Minas Gerais https://www.sympla.com.br/evento/btday-minas-gerais-2026/3347864
Fonte: Bibotalk
Legendas automáticas:
É. Oi, tudo bem? Estamos ao vivo. É sobre isso daquele jeito. >> Tudo bem? Já tem gente aqui ao vivo já. Ó, >> já tem, já tem. Acho que já tem umas pessoas aí. Já tem. Ele começa, é ao vivo, mas começa com os aleatórios, né? Aliás, eu quero >> teologia sem açúcar. [risadas] >> Letícia Matoso. >> A Letícia Matoso aluna da IBT. Aluna da IBT. Eu acho que é curitibana. Outra, cara, a Letícia, se é quem eu tô pensando, ela trabalha com coisa de coluna. O Instagram dela é bem legal. Coisa de coluna. >> É, ela só tem gente com coluna torta na na Se é a Letícia que eu tô achando que é. Tá bom. Ela trabalha entortando coluna. >> Ela não, ela desentorta. Acho que ela é tipo, ô Letícia, me ajuda aqui. Se vai que tu é outra Letícia. Eu tô achando que tu é a Letícia que que foi no meu lançamento do meu livro infantil lá em Curitiba e eu sei que trabalha com, eu acho que é auxiliar de enfermagem ou é médica, não sei. E ela só tem foto de coluna torta na e eu acho que é casada com jogador de futebol. Meu, é isso que eu li. Eu >> é isso que eu li. >> Você fez a descrição da pessoa inteira. Ela faz um comentário no vídeo. >> Exato. Foi mal. >> Ela mora no endereço tal. Ela >> Exato. O teu áudio tá dando uma estralada para mim, Cacau. Não sei se pro pessoal >> Mas aqui eu tô no eu tô ouvindo umas estraladas também. >> É, gente, esse áudio tá dá estralada quando eu falo ou é só quando o Cacau fala? Por favor, me ajudem aí a equalizar os áudios. Vou entrar aqui no teu microfone, Cacau. Eu vou botar o teu. Ó, eu botei o teu automático, Cacau, e vou cancelar o eco. Fala aí comigo agora, Cacau. Deixa eu ver. >> O seu tá instalando mais agora para mim. >> Eita. É, o que que aconteceu? Vamos lá. Deixa eu ver. >> Acho que é conexão, cara. Acho que é conexão esses estos. Será que é a minha conexão? Hum, >> não pode ser a minha. O meu Wi-Fi tava meio ruim aqui. Vamos lá, deixa eu perguntar pro pessoal aqui da Sultec. >> Já, já falaram aqui no falaram que é o meu. >> É o teu, né? >> Mas eu eu não sei o que fazer. Eu também não. O que que a gente faz? Deixa eu ver aqui. Eh, su, como é o nome dele? Se >> eu abaixar aqui o volume. >> Abaixa um pouco para ver, cara. Aí, deixa eu perguntar aqui. Internet tudo OK? Internet OK? >> Tô em live. >> É, mas eu acho que é tu mesmo, cara. Mas pode ser a minha internet que tá danificando a tua conexão e tá dando umas engasgadas. E tá dando umas Tuá baixando algum filme aí, Cacau? Não, claro que claro que não, >> cara. Eu baixei muito, velho. Eu baixei muito filme. Sério, eu vou te falar, Lost, eu vi em RMVB a última temporada. Acho que a galera nem sabe, né, mano? O que que é RMVB? Eu vi e foi uma qualidade horrível, porque era o que tinha para baixar, entendeu? Pode ser a bateria fraca do microfone do Cacau, mas não, cara. Não tem bateria não. >> Não. E o fone dele é de fio, galera. Mas pode ser, ô Fernando, às vezes pode ser uma, tá? O som do cacau tá mais alto, tá? Deixa eu equalizar o som. >> Já baixei aqui. >> Já baixou. Como é? Cacau baixando no torrent. É brincadeira. Não, mas eu baixei muito, velho. Baixei muito. Baixei muito. Enfim, galera, enquanto enquanto regula aí a internet do Cacau, deixa eu dizer para vocês que eu e o Cacau nós estaremos aqui em Lisboa, tá? Olha só que delícia, Rafael. ano Cacau Marques e Rodrigo Bibo em Lisboa, Portugal, tá bom? O link tá aqui na descrição já. A igreja perfeita será o tema. E gente, vai ser muito legal. E ó, provavelmente vai ter um pregador surpresa que não tá aparecendo aqui no banner. Nico, confirma para nós aí no >> Nem tu sabe, Cacau. É que talvez uma pessoa muito querida estará lá na mesma data >> no >> entendeu? Então assim, e aí se essa pessoa querida estiver lá na mesma data, é bem provável que a gente põe ele no rolo para pregar junto também, entendeu, Cacau? Então a gente vai fazer esse movimento, tá? Se essa pessoa querida. E atenção, você que é de Minas Gerais, não. Opa, Minas Gerais é aqui, ó. Eu, Cacau e Vítor também lá em Governador Valadares, tá bom? No dia 30 de maio, aberto ao público. É gratuito esse BTD, inclusive a igreja vai bancar tudo, tá? Então cola lá, galera, tá bom? Link também aqui na descrição deste betpapo. Eu e Cacau Marques lá. O Cacau Marques não vai estar, mas se você quiser vir para Joinville na conferência teológica, estaremos lá também. Olha esse time aí, Rodrigo, Alex, Víor e Nunes falando sobre o Cristo completo, conferência teológica EBT aqui em Joinville e Santa Catarina. Tem aí, tá gente? E hoje à tarde essa live com essas moças aqui, ó, falando sobre ficção cristã. Então você tem aí já, né? E claro, vai comprar na Amazon, compra pelo nosso link. >> E tem BTD no fim de semana, cara. >> Não, cara, já tá esgotado, mano. Nem fala esgotado. Tem, tem. Estaremos você não, se você não fez inscrição, >> já era 170 pessoas, foi até 20 a mais do que a gente tinha programado. Então, eh, vai ser legal também o BT sempre o BTD lá no Cuca sempre é legal, né? Sempre legal o BTD no Cuca. Mas Cacau, qual é o nosso assunto aleatório nos próximos 5 minutos? Nossa, não é assim, a gente tá assim, ó, tá totalmente aleatório. >> Aleatório. É porque eu ia falar o seguinte, eu vou numa festa de uma empresa, não vou fazer propaganda aqui, tá, Cacau? Juro para ti, mas eu vou tem um patrocinador aqui do Bibotalk, um patrocinador que eu não vou falar o nome, >> que eu fiquei de cara que a gente vai para uma festa deles e tem que alugar a roupa, porque a roupa não é que é da do patrocínio. Eu eu achei isso meio caído, entendeu? Aí eu tive que alugar um smoke pela primeira vez na >> Eu vou te falar que todo mundo sabe do que você tá falando. >> É claro, porque só tem um patrocinador aqui. Mas ó, aqui ó, eu aluguei um smoke, Cacau. Eu fiquei bonito de smoke, hein, Cacau. Eu fiquei bonito, fiquei charmoso de smoke, entendeu? Eu tive que alugar um smoke porque é bom que eu vou para duas festas em São Paulo, dessa empresa patrocinadora e do IBEST que a gente, eu fiquei lá entre os 20 influencers e religião. Paulo também estará lá e eu acho que o Iago também vai est, se não me engano. E >> você vai usar o mesmo smoke. >> O mesmo smoke, gente, foi mal, eu não tenho dinheiro para alugar dois smoke. Eu vou estar em São Paulo, velho. Como é que eu vou fazer? Não tem como. Aí eu aluguei o mesmo smoke e Deus abençoe para que eu não suje, né? Enfim, vou sair depois talvez com a Lara Santana, influencer querida da galera aí. E eu não posso derramar molho na minha camisa ou no meu negócio. Então orem por mim porque olha, é difícil, velho. É difícil. Caca Marques, para encerrar aqui, ó. Ó Oscar, ó Oscar, tudo achou que peca o Michael B. Jordan como melhor ator, >> cara, eu eu só assisti um filme nesse Oscar até agora foi valor sentimental. >> Valor Valente. E tu gostou bastante, né? >> Gostei, gostei bastante. >> Cara, trabalha a paternidade, né? Trabalha a paternidade. >> É, mas não não tanto assim, >> não é? O negócio era sobre a ausência da paternidade e tal. É, é sim. Não, sim. É, mas como o foco tá mais na Ah, acho que sim, mas é que o que me chamou atenção foram outras coisas, mas eu gostei muito. >> É, o pessoal falou, o pessoal falou, >> ganhou, né? Ganhou do do agente secreto que eu não assisti ainda. Preciso assistir também, cara. O pessoal fala que >> e agora tá tudo disponível no streaming, né? Eu tenho acesso a todos eles e não vi nada. >> Sério? Que legal. Valor sentimental tá onde? Eu quero ver valor sentimental tá no Eu vi no Mub, mas eu acho que tá em outro. >> Eu vi no Mub. Eu eu não vou pagar mub, né, mano? Não dá, não dá. >> Mas deve tá em outro. >> Só uma pausa aqui. Parabéns, Cacau. Fez aniversário domingo. Obrigado. Domingo >> em pleno domingo, cara. Ou seja, que tu gan de presente da igreja. Vai, quero saber o que que a igreja. >> Eu ganhei um tênis de academia para eu manter minha minha rotina que eu preciso retomar, na verdade. >> Que da hora. [risadas] Cacau ganhou, cara. Muito legal. Legal, gente. Legal, né? Eu tô usando uma xícara com o meu nome, mas não é autopromoção, não. >> É, >> eu ganhei de um casal que eu que eu >> fiz o casamento deles e no convite eles mandaram uma chicrinha com meu. >> Sério, mano? Que da hora. Gente, a Letícia ficou Ah, não é ela mesmo. Tá, então tá bom. Ela a Letícia é a mesma pessoa que eu [risadas] falei, então tá certo. Ela mexe com coluna e é casada com jogador, tá? Ah, galera, é o seguinte, parabéns pro >> mexe com coluna. É muito engraçado porque ela pode ser pedreira, né? Que ela mexe com coluna. >> É, ela pode ser. Mas eu, cara, eu não sei se ela é médica ou se ela é auxiliar, >> arquiteta, né? faz, mexe com coluna também, >> mexe com coluna e tal. Nossa, mano, >> ela pode trabalhar com planilha de Excel, mexe com coluna, >> pode, pode. Olha quem apareceu, Cacau do nada. Nosso amigo Vilibaldo. >> Vilibaldo, olha aí, ó. Pô, professor de história, inclusive tem um módulo do Vilibaldo na nossa escola de teologia. >> Inclusive, eu tive a honra de escrever o prefácio do livro do Vilibalde, Igreja do cansaço. >> É boa. Inclusive livro esse que ele se inspirou na nossa série de podcasts aí, né, Cacau? Olha aí, Aí eu já não sei. Eu sei que o livro é muito bom. Confirma velado. Se eu não me engano, >> eu acho que você tá se dando muita importância. >> Eu eu acho, >> eu acho que ele leu só leu o mesmo livro. >> É, não, [risadas] cara, eu acho que a gente influenciou ele sim. Vilibaldo, a gente teve [risadas] uma certa influência no lançamento do teu livro. Não, porque lá na Fabapar, antes da gente fazer essa série, vou te falar lá, antes da gente fazer essa série, >> Hum, >> lá na Fabar, que o Vibal dá aula na Fabar, ou dava, mas acho que ainda dá, >> eu não sei. >> O professor Reginaldo também trabalhava esse assunto do cansaço e do descanso. Tanto que teve um podcast, teve no BTCast com ele, né? >> Teve um betcast com o Reginaldo sobre descanso. Sei o senhor, o nosso descanso, tal. >> Então, às vezes, a influência foi mais desse desses debates de lá, né, da FAB par do que do nosso podcast. >> Ah, pode ser, pode ser. Mas enfim, a gente influenciou o Marcelo Bert, isso é fato. Ele tem que agradecer inclusive. Pronto, tá tudo certo. >> Um beijo pro Marcelo Bert. >> Um beijo. Um beijo. Vamos lá. Então, vamos falar do do que que a gente tá aqui para falar. É proibido proibir. Faz o que tu queres, pois é tudo da lei. Exato. Mas primeiro, já que a gente fez o o Já, cadê? Cadê? Já que a gente fez o aleatório, vamos lá pra abertura. [música] >> Vivalka apresenta BT Papo, uma conversa regada Bíblia, teologia e risadas. Ai, ó, voltou esse preto. Vou pro Rafa cortar que tem ficou. >> É, viu? Deixa eu te falar. Me escreveram hoje aqui um uma um comentário no Instagram no >> Oi. >> reagindo ao Story, dizendo que gostou muito dessa charge. Nossa, porque quando eu rio de fato eu fecho o olho. [risadas] Olha, acabou de fazer, acabou de fazer. É, foi isso aí. Foi desenho do M. Foi show de bola. Foi show de bola. E eu agora meu nome tá certo. Pelo menos na outra abertura o meu nome tava Rorigo. >> Era o meu nome era o meu nome Naruto. Meu nome, sei lá, meu nome de anime, Rorigo, entendeu? Rodorigo. >> Esse o nome do Japão seria Rodorigo. >> Rodorigo. Boa. Tu já explicou esse betpapo, Cacau. No último betepo a gente falou sobre a, >> eu acho, né? Não sei, não falo japonês. >> É, a gente falou sobre a questão da Ah, a gente falou sobre o que semana passada retrasada? Sobre tudo é puro, né? Tudo é puro pros impuros. São puras para os puros. >> Exato. Falamos um pouquinho dos judaisantes que estavam ali e tal, trabalhando. Inclusive, alguém comentou no betpapo: "Ah, então tá legalizado usar elementos judaicos". Cara, a gente nem fala sobre isso no betpapo e é óbvio que a gente não vi perguntaram isso, cara. Eu tô ruim de de acompanhar os comentários dos BTP. >> É, não, eu tô dando uma olhada agora. E alguém comentou: "Ah, então tá liberada a judaização do culto, alguma coisa assim". comentári >> não. Claro que não. Não, a gente, primeiro que a gente nem toca nesse assunto. E outra, e a gente fala contra a galera que quer judaizar os cristãos. A gente fala contra, entende? Sobre o o sobre o uso de elementos judaicos no culto cristão. Leia a Paixão por Israel de André Daniel Hein tá bom? O último livro que ele lançou. >> Eu já recebi, mas não li ainda. >> É, eu tenho só um panorama, tem um podcast aqui, mas ele fala de desse dessa utilização e tal. Enfim. >> Ah, sabe por que eu não li os comentários do último betapo? Porque no dia seguinte sai um BT Não, no dia seguinte saiu um BTC. Ah, tá. Isso >> não, não tá em ao vivo. Ele tá no vídeos também. >> Tá no vídeos também. Ah, então deve ter ido lá. Não sei também. Mas enfim, depois acompanha lá. E >> e de forma alguma, galera. É, como é que ele comenta? Ele comenta alguma coisa assim, né? Comentário >> que ele viajou no comentário. Não, >> gente, não faz o menor sentido. A gente disse o contrário, inclusive. >> Exato. É, então é. E cara, mas aí Cacau, a gente entra aquilo que a gente tem conversado lá num grupo, né? Eh, a gente realmente eh tem que tomar e eh o se comunicar hoje é um baita desafio. Nós trabalhamos com comunicação, a gente tem está cada vez mais ciente disso. >> A galera não ouve direito, >> tem algo a falar sobre isso. >> É, a galera não ouve direito, a galera não presta atenção. >> E gente, e às vezes assim, a gente é bem claro no que a gente tá falando, só que as pessoas elas têm uma elas tm umaze. Lado de cá é claro, esse lado de cá é escuro, ó. É escoro. É, você, [risadas] você é Yangyang, né? Você é Yangyang Yangyang? Yangang, né? Como é que é aquela coisa lá? >> Não, é que no último betpapo eu fiquei com tanta luz na cara que eu tô reluzente. >> Então eu vim aqui para uma penumbra assim, ficar um pouco mais >> boa. Afinal a gente tem um tem as partes cinzas da vida que são inevitáveis. Mas assim, Cacau, o que eu quero dizer é o seguinte, >> é que eh a gente lida muito com isso, tá? Tem uma timidez cognitiva muito forte hoje em dia, né? Então assim, e a galera tá cada vez, sabe? Tipo, e eu me preocupo até inclusive com a geração da minha filha, né, que tem essa questão da é uma geração que tá vindo com um Q mais baixo também do que a geração acho que seja esse o problema. Eu não acho que seja essa semana me convencido. O analfabetismo funcional é altísimo. >> Não, eu também não acho que seja esse. Eu não acho que seja esse o problema também. >> Vou, cara, vou lançar uma das grandes. >> Não, mas não, tudo bem, mas não é esse o problema, >> tá? >> Não é esse. >> Porque analfabetismo funcional em geral não é o que toca essa galera, >> tá? Não, essa galera escreve bem, não. Essa galera escreve bem, conversa bem com a gente, se expressa inscrita. Eles não são analfabetes funcionais. A questão é outra que toca essa galera que vem, não, não essa pessoa desse comentário, gente, por favor, tá? Eu tô, na verdade, tô me baseando muito mais numa outra reação que eu vou explicar agora. Essa semana saiu um corte meu do Fé Pública no meu Instagram que a Jennifer postou lá e em que eu falo >> Fé pública. O que que é fé pública? o podc, o meu outro podcast que eu faço junto com o Thiago Melo, que a gente fala sobre fé, cultura, política, sociedade e coisas desse tipo. E aí no lá eu falei eh eh três imprecisões sobre a questão, a visão de um de um jornalista e influencer aí que é o o Peninha, né, sobre a questão dos evangélicos e o voto e e a relação dos pastores com a política. E eu falo três coisas lá. E eu falo que eh porque ele fala: "Ah, se evangélico não vota no pastor, não devia votar para presidente". Eu falo: "Não, muitos evangélicos votam para pastor. Eu mesmo sou um pastor eleito pela minha igreja e eu posso ser destituído do cargo." A segunda coisa que eu falei é que eh não são só evangélicos que não votam nos seus clérigos. Claro, a maior parte das igrejas evangélicas não votam, mas não são só evangélicos que fazem isso. A maior parte das religiões não votam nos seus clérigos. Isso não significa que elas não devem votar. Mas a terceira coisa que eu falei foi que a gente acha que pastor, >> vocês ainda ouvem o Peninha, cara? Meu Deus. Não, assiste lá o programa que você vai ver que a gente não tá debatendo exatamente com ele. >> Mas a terceira coisa que eu falei foi >> eh que vocês acham às vezes que pastores falam e a igreja vai atrás, mas em muitos sentidos o que acontece é o contrário. Pastores são sensíveis a para onde a congregação e os evangélicos em geral estão indo e embarcam nessa onda e aí reforçam o discurso. Isso aí já é muito estudado e tal. Só que quando eu falei isso, eu falei que eu falei o Malafaia não aderiu à extrema, não puxou as pessoas paraa extrema direita. Ele foi pra extrema direita e a maior evidência disso é que antes ele apoiava a esquerda. Foi isso que eu falei. >> Que que as pessoas falaram? Você chama a direita de extrema e não chama a esquerda de Eu não falei nada disso. Eu falei do Marafaia. >> [risadas] >> O assunto não era sobre esse. E cara, foi tudo sobre isso, como se eu tivesse falando que não existe extrema esquerda e como se eu tivesse falando que toda direita é extrema. E eu não falei nada disso. >> Aí eu fiquei pensando da onde vem isso? >> Da onde? >> Aí eu cheguei a pensar que era incapacidade das pessoas entenderem, mas eu falei: "Não pode ser, porque as pessoas estão escrevendo bem, elas entendem a codificação da linguagem". >> Hum. >> E aí que vem a questão, cara, >> nós temos uma incompreensão afetiva do que a gente ouve. Não é cognitivo. >> Concordo. Concordo. >> O que impede a gente de entender o outro é que a gente tá cheio de raiva. E aí quando a gente tá cheio de raiva, a gente quer encaixar rapidamente o outro dentro das categorias que nós estabelecemos na nossa raiva. Então ele tem que tá ou na direita ou na esquerda. Eu não tava falando só que só existe extrema direita, que a esquerda não é extrema. Não falei nada disso. >> Nossa, >> mas as pessoas que estão tão, eu e na verdade todo o meu discurso eu tô apoiando [risadas] os evangélicos, mas as pessoas acharam que eu tava sendo esquerdista por causa disso, entendeu? >> Cara, >> e aí que que acontece? Esses dias eu eu eu fiz uma série de mensagens na igreja sobre Jonas e eu comecei falando Jonas quando Deus tá furioso, ele tá dormindo porque é confortável o ódio. O ódio é confortável. É >> o que Jonas detesta é acordar e perceber que Deus é misericordioso. Ele odeia isso. E tod E aí Jonas acorda duas vezes na Bíblia na na Bíblia e as duas vezes que ele acorda, ele pede para morrer [risadas] >> e ele encara Deus misericordioso nas duas vezes, entendeu? O ódio é confortável, gente. O amor é que exige que a gente leve o outro em consideração, que a gente considere nuances, que a gente dê dê, como é que é? >> Benefício da dúvida. O amor é muito mais complexo, o ódio é muito simples, ele é muito confortável, você é uma pessoa que não merece seu ouvido, então fica do lado de lá. É, >> as pessoas não entendem por uma questão afetiva, não é por uma questão cognitiva. E é isso. >> Concordo. Concordo, Cacau. Eu concordo. Eu eu eu não descarto a primeira opção, mas eu acho que essa tua >> ela existe, mas não nesses não tanto nesses âmbitos que a gente convive, não tanto. Por exemplo, as pessoas não entenderam a Vamos puxar o de novo. Não é porque elas são burras, que agora todo mundo que não entende é burro. Não, quem falou isso não tá certo, não. As pessoas não são burras, cara. é que a gente tá organizando o mundo com base nos nossos afetos. E tudo bem, a gente sempre fez isso, a gente sempre fez isso, só que o evangelho pede que nós tenhamos afetos mais amplos, >> com certeza. >> Então, a gente precisa se esforçar como exercício da graça para entender o outro. Gente, eu vou fazer um vídeo aqui no canal, vou queimar a pauta um pouquinho aqui no betepo porque tem muito a ver, mas eu vou fazer um vídeo meu sozinho à parte disso, um solos bíbos aqui. >> É porque ele não quer que eu interrompa ele, gente. >> Não, eu quero inclusive que tu me dô brincando, tô brincando. >> Eu [risadas] quero que tu me dê, eu quero que tu me dê insites para >> Isso. Foi uma interpretação e maldosa, pouco afetuosa do que você. [risadas] >> Pouco afetiva. Exato. Não, eu quero que tu me dê insites para eu usar no meu vídeo e ainda colocar no meu nome. >> Eu te dou insites, você me dá insiders. Inclusive essa aqui você que me deu. >> Exatamente. Aí o que acontece, [risadas] cara? Olha só. O Maurício, o Maurício Meirelles, um comediante. Mano, o áudio do baixo está cacau do cacau que tá muito pô. O meu tá baixo ainda, galera. >> Gente, eu abaixei mais. Eu abaixo mais aqui. >> Eu vou aumentar o meu. Não, não. Se o teu tá bom, >> eu tô falando meio alto, galera. Eu tô um pouco empolgado aqui. Deixa eu abaixar. >> Deixa eu ver se eu consigo mexer no meu aqui. Não, não. Deixa eu mexer no meu também. Pera aí. Pior que o meu acho que já tá no máximo, galera. Ó, aumentei o meu agu tá o máximo agora, tá? >> Eh, vamos lá. É, o áudio do Bibo tá meio baixo. O Bibo, seu áudio tá e baixou do nada agora, gente, que aconteceu? E agora como é que tá? >> Não, acho que eles estão comparando com o meu. O meu eu tô falando alto, eu tô gritando aqui, na verdade. Eu vou falar assim um pouco mais. >> Pera aí, eu vou resolver isso aí agora. Como é que tá o meu áudio? >> Ah, lá vai o microfone vermelho. >> É, eu vou vou tirar esse aqui porque esse aqui me dá mobilo. Sabe da onde o Bib trouxe esse microfone vermelho? Da bate caverna. >> Da bate caverna. Do >> da bate caverna não, do da delegacia, né? >> Tá. >> Onde que era o microfone? O telefone vermelho que brilhava era na era o comissário Gord ou era o Batman que tinha isso? >> Nossa, aí tu me pegou, irmão. Microfone agora como é que eu tô, galera? Ficou bom o meu áudio agora? Tá. E aí, agora ficou, como é que tá o meu áudio? Me diz aí. Vamos lá. >> Mais alto, >> tá mais alto. A voz do cacau pá. O bibo tá baixinho. Meu Deus, eu tava muito baixinho mesmo. Pelo >> Não, e agora? Agora acho que tá bom, né? >> Agora como é que tá, galera? Agora eu troquei de microfone. Agora tem que tá bom, entendeu? >> Eu não tô baixinho, eu sou baixinho. É outra questão. >> Exato. É uma questão de Vamos lá. Boa agora. Boa. Não sei se é por causa do áudio ou do alguma coisa que o Cacau falou. Enfim, pessoal, agora às vezes a pessoa também tá 10 minutos atrasado no no vídeo. >> Ex. Ó, agora eu mudei. Continua baixo. Ô, gente, meu Deus, não dá para agradar todo mundo, né? Aí não dá para agradar todo mundo. Pera aí, meu microfone como é que tá? >> Do Bibo tá bom, do cacau tá muito. Gente, vocês decidem. >> É, vamos lá. >> Eu vou baixar mais. Vou baixar mais. >> Por isso que tem que ter edição, viu? Cliente tudo é regulado na edição. Vamos lá. O meu tá no máximo, galera. Eu não tenho o que fazer, tá? O meu está no máximo, tá? O meu está no máximo. Enfim, vou continuar. >> Pronto. Vamos lá. Eu vou. E é que eu vou continuar porque eu não quero ficar. Vamos lá. O Maurício Meirelles, o comediante, ele fez um um vídeo que eu achei excelente. Cara, não, eu não gosto muito da É, eu não gosto muito da Ela gosta do Maurício Meles. Gente, eu não tenho nada contra, eu não tenho nada contra o Maurício Meleles, não. >> Não, eu acompanho ele. Eu par não acho ele da geração dele. Ele não é o cara mais engraçado que eu não, não. Eu também não acho. Camila adora. Camila adora. É, ela curte os achismos e tal, mas cara, eu não acho ele muito engraçado, para ser sincero assim, eu nem sei por que eu sigo ele. Me importa muito, né? Me importa muito. >> Enfim, mas cara, ele fala umas coisas, >> ele falou outro dia que a galera adora o Thiago Ventura e eu não acho tão engraçado. >> Nossa, ele é muito ruim. Nossa, eu acho ele muito ruim. >> Não, mas nós não, às vezes não é pra gente, cara. Às vezes não é pra gente. >> É isso que eu entendi, cara. E e outra, quando a pessoa ouve falar que eu acho ruim, ela não deve se ofender. Mano, eu acho ruim. Tudo bem tu achar ótimo. Tá ótimo. >> Mas a Camila é fã. Maurício, se esse vídeo jogar em você, manda um beijo pra Camila. É, Camila é fã. Mas cara, vamos lá. Mas eu sigo ele porque às vezes ele fala umas coisas muito legais usando o humor e eu gosto desse humor em que ele passa uma mensagem, cara. E ele tá falando que nós aprendemos a celebrar os fracassos, tá ligado? Que ele começou a falar, né, da galera da direita que comemorou o Wagner Moura a não ter ganho o Óscar e tal, porque ah, Wagner Moura, esquerda, blá blá blá blá. Aí ele pergou, mas agora o pessoal da esquerda tá comemorando porque o Neymar não foi convocado pra COP. ele usa isso, né, que de fato aconteceu. Teve uma parcela de pessoas que comemoraram uma coisa e outra. Vamos lá. E aí ele usa esse esse esse trampolim para trazer o seguinte assunto, cara. A gente se especializou, a gente se acostumou a celebrar fracasso, tá ligado? Então assim, a gente não quer mais celebrar vitórias, né? Não importa, tipo, ah, não, ainda bem que ele não ganhou o Oscar, pô, mas o Oscar seria para o Brasil, entendeu? Independente se o cara é de esquerda ou de direita. Ah, o cara não foi pra seleção, pô. Mas até onde dizem é um bom jogador, né? Seria bom que ele tivesse aquela coisa toda. E a gente celebra, entendeu? Então assim, e e aí vendo vindo pro lance das igrejas, é isso. A gente às vezes tem uns prazeres meio mórbos. Ah, aquele pessoal lá caiu, pá. Sabia, mano. É, é, é. Sabe, é tudo, é tudo ligado pelo afeto de o que vem s o afeto, entendeu? >> Pior que eu vi, o pior que eu vi foi agora, >> hum, >> no Twitter agora, meia hora atrás. Ah, >> a pessoa botou a foto, um vídeo de uma mulher assim com fogos atrás dela. Fogos de artifício. Ah, >> só que eu não sei se o vídeo tava ao contrário, não sei, mas o o parecia que os fogos estavam caindo assim, sabe? >> Hum. >> Aí escreveu assim: "O brasileiro quando a Argentina começar a ser bombardeado, entendeu? Porque os fogos são contrários, né? >> É. >> Ou ou às vezes os fogos estavam para cima mesmo. Eu que não reparei, né? A gente tá vendo tanto vídeo de de míssil que a gente eu posso ter confundido focos com míssil, mas o texto era esse. >> Eu falo: "Cara, pelo amor de Deus, vocês estão maluco. Os argentinis nem do ponto de vista humano, que já seria um absurdo, mas vamos falar do ponto de vista geopolítico. Os gentistas são nossos parceiros >> total. >> Nós temos governos em rivalidade agora, mas tirando isso, cara, historicamente somos parceiros da Argentina. A quebradeira da Argentina é horrível pra gente, horrível para todo mundo. É o bloco mais forte quando ela tá mais forte. Mas nem isso, tipo, nem no lance racional faz sentido. No lance afetivo também não faz, mas a gente, né? >> É, mas eu acho que o ponto tu levanta é isso. Muito julgamento. >> Ah, é verdade. O Marco Aurélio destacou aqui. Aquele aquele vídeo tá muito legal. O víor fontana, né? É literalmente o melhor vídeo do canal porque finalmente tem alguém inteligente. [risadas] >> Exato. Exato. Porque aqui a nossa inteligência é limitada, né, Cacau? Opa, esse é outro podcast ilimitado. [risadas] >> Exato. Esse é outro podcast. Mas é isso, galera. Mas é muito legal isso aí, a gente julgando as coisas pelo afeto, sabe? Isso realmente prejudica bastante a a o nosso julgamento e eu concordo muito contigo, mas acredito, tem uma questão aí de Qi também baixo e de timidez cognitiva que ajuda bastante a galera. >> Mas você que fala da geração e tal, mas a galera que comenta aqui não é dessa geração que tem que ir mais baixo com os pais não, viu? É isso que eu tô falando. >> Exato. Exato. É o pessoal que só não lê direito ou não ouve direito mesmo. Mas enfim, Cacau, aí vem esse lance, né? A gente falou sobre a graça, aquele texto maravilhoso de Tito 21 a 14, né? para mim um texto maravilhoso sobre a graça de Deus. Falamos sobre a graça, >> uma carta maravilhosa contida num livro maravilhoso chamado Bíblia Sagrada. >> Maravosa. Exato. E aí a gente vem então para esse a gente explorar um pouco mais esse lado, tá? Mas então a graça ela é permissiva, tipo eh eh já que onde abunda o pecado vai superabundar a graça e por isso então ei de pecar mais e mais, né? Para citar aí >> que texto maravilhoso. Outro texto maravilhoso. >> É para citar um pensador. >> Maravilhoso. Apóstolo Paulo em Romanos. da antiguidade, né? Então assim, é isso, né? Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém. Como é que a gente entende inclusive até essa orientação de Paulo aos Coríntios, ah, lá o capítulo 6, se não me falha a memória, ah, onde Paulo tá, né, levantando uma série de questões eh eh problemáticas na igreja e tal. >> Mas e aí, Cacau, a graça é permissiva? Tipo, >> então eu acho que a gente tem que abordar uma questão aqui antes de mais nada, >> anterior, uma questão anterior. Não, >> não, não, não, não. A questão é essa, a questão não, não, não vou abordar uma questão antes de mais nada, não. A questão é essa. Mas a a um problema que você já me disse muito tempo atrás, que enfrentou uma época, eu acho que não sei se você continua enfrentando, que você antigamente ia pregar em algumas igrejas que tinha uma doutrina muito legalista. Eu lembro você me contando isso e que você ia falar da graça e do evangelho e aí depois vim alguém repregar para pôr limites na sua na sua mensagem. Sim, mas veja bem, né? Como se a graça levasse à libertinagem. Exato. >> Que a Bíblia fala rapidamente sobre esse risco. Quando ela fala, quando Judas na sua epístola fala sobre os falsos mestres, ele nem deixa muito claro. A maior parte das denúncias que Judas levanta contra os falsos mestres são denúncias do ponto de vista do comportamento deles. Mas ele rapidamente fala que eles eh usam da graça para libertinagem, se eu não me engano assim que ele coloca lá em Judas ou eh levam a graça liber ou ensinam que a graça leva libertinagem, alguma coisa assim, né? Abusam da graça para libertinagem, alguma coisa assim, né? E aí eles eh eh e esse risco, então assim existe, certo? No nosso tempo existe, que é doutrina da hipergraça que apaga o pecado e tal, né? Mas nós temos alguns problemas nisso. Inclusive essa visão também é uma negação da graça. Essa visão da hipergraça também é uma negação da graça. Mas eu já falo sobre isso também. Eh, em geral, o que Paulo tá fazendo na no Novo Testamento é mostrando que você não precisa de uma visão legalista da do comportamento para garantir a retidão, que nós deveríamos ser movidos única e exclusivamente pelo constrangimento que a graça nos causa, certo? E ele vai fazer isso de várias maneiras. Uma delas é dizendo que eh nós somos constrangidos pelo amor de Cristo. Em segunda Coríntios, ele vai falar isso. Mas essa nem é a maior ênfase dele. Uma ênfase que ele dá muito grande e ele e ele dá isso também em Tito. A gente até falou isso, né, que ele fala: "Olha, assim como vocês receberam a graça, Tito capítulo 3, sejam bondosos para com todas as pessoas". Então é uma forma um pouco de constrangimento. Deus foi gracioso com você, seja com os outros, assim como Jesus na parábola do criedor incompassivo faz também. Mas tem uma outra maneira que Paulo usa que eu acho maravilhosa, que é nesse texto que você citou aí do que diremos, pois continuaríamos pecando para que a graça aumente. Ele fala assim: Como que eu vou voltar pra vida paraa qual eu morri? Então, olha só, ele não tá falando sobre uma escolha a respeito de como eu vou viver, entendeu? Bom, Deus te salvou. Agora, eh, cabe a você viver, escolher sempre viver da maneira correta. Não é isso que ele fala. Ele fala: "Cristo morreu carregando essa velha vida". E essa é uma grande ênfase de Paulo para falar da santificação. A santificação como a graça da ressurreição de Cristo. Cristo vive realmente, não simbolicamente. Cristo vive realmente espiritualmente entre nós e através de nós. Então ele vai falar isso em Romanos capítulo 6. Ele fala assim, ó, eh, que diremos, então, continuaríos pecando para que a graça aumente? Porque antes ele falou, onde abundou o pecado, supir abundou a graça, né? E ele fala: "De maneira nenhuma, nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele?" Ou vocês não sabem que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus, fomos batizados na sua morte, portanto, fomos sepultados com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova. Então, para Paulo essa escolha não existe. Ah, então ah, então a questão é essa, Paulo. Sempre que eu pego tem mais graça, tem mais perdão. Então vou pecar mais, vou continuar pecando, vou viver na libertinagem, porque sempre tem mais graça. E você não tá entendendo que a santidade é uma graça da ressurreição de Cristo, entendeu? Porque é ele vivendo através de você. Isso ele fala aqui eh em Romanos. E em Gálatas, ele vai dizer: "Eu fui crucificado com Cristo, que é a mesma ideia, e vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim." E agora vida que agora eu vivo na carne, vivo pela fé no filho de Deus que me amou e se entregou por mim. Então agora é Cristo vivendo em mim. Em Primeira Coríntios, capítulo 15, ele diz: eh, se se não há ressurreição, Cristo não não se ressuscitou. Se Cristo não ressuscitou, nós permanecemos nos nossos pecados. Cara, eu acho incrível isso, porque isso não faz muito sentido da forma como a gente costuma pregar sobre pecado e sobre perdão e sobre a graça de Deus. A gente concentra toda ela na questão da cruz, na morte de Cristo. Cristo morreu. Ao morrer, pagou a nosso, pagou a nossa a nossa dívida e nos resgatou do império das trevas, certo? Então, a dívida tá paga. O diabo não tem mais direito, não tem mais, né? Não que ele tivesse direito antes, né? Aqui eu já tô caindo numa questão de Cristus Victor, mas [risadas] ele pagou o pecado. Então assim, a gente tá liberto da condenação. O pecado não tem mais essa força contra nós. Mas em Primeira Coríntios 15 não é a morte de Cristo que nos livra do pecado, é ressurreição de Cristo. O que que significa isso? É como se eu tivesse dizendo assim: "Se Cristo não ressuscitou, não tem Cristo vivendo através de nós. Então o que que sobra para nós? Sobra continuar pecando, porque é a única maneira que a gente vive. Então, a santidade é uma graça da ressurreição de Cristo através de nós. E quando eu pego e falo: "Não, mas veja bem, eu não posso falar dessa maneira que tem perdão de Cristo, que todas as coisas são puras para os puros, eu preciso colocar certos limites, eu tô olhando apenas para aspectos negativos da santidade e não para aspecto positivo, afirmativo dela, que é Cristo de fato agindo através de nós espiritualmente. É ele vivendo através de nós, entendeu? Bom, esse teu argumento todo aí, toda essa construção teológica que tu tá fazendo, se encaixa também de alguma forma em Primeira Coríntios 6, a partir do versículo 12, né? Por ele começa a falar, né? Ele vai falar de uma série de, ele tá tratando uma série de pecados >> da igreja de Corinto, inclusive assim coisas abomináveis, né? O caso do capítulo 5 e tal. >> E ele trata com seriedade o pecado. O apóstolo da graça trata com seriedade o pecado. Sim. >> E ele vai começar no capítulo 6, a partir do versículo 12. Essa lance, cara, foge da porneia, né? Talvez o texto áure ali, né? O couro ou o texto em destaque, não sei é como é que é o ah, esqueci a palavra assim, tipo o texto chave, né? O versículo chave é fugir da porneia, né? Foge, tipo, foge, tipo. E ele explica isso. E aí ele começa, ele usa o argumento da ressurreição também. Se eu vê se eu tô, se eu tô enganado. Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas eu não me deixarei eh que nada me domine. Ou seja, tudo me é permitido era ali, né, o o slogan dos pneumaticos que se consideravam super espirituais, mas fazia uma separação muito eh muito errada, né, do corpo e e da vida espiritual e tal, cara. Meio que o que eu faço com o meu corpo não tem a ver com a minha vida com Deus, com a minha vida espiritual. Então, tudo bem ter o caso com a madraça, tudo bem eu ter um caso com a prostituição, com a prostituta, porque isso não interfere na minha realidade espiritual, da minha vida com Cristo. E Paulo tá dizendo: "Cara, tu tá louco? Não, tudo é permitido, mas nem tudo convém. Ou seja, a graça me dá liberdade de viver, mas tem coisas que não me convém, entende? Tudo é permitido, mas não, tu não se deixa dominar, né? Você não vai deixar que essas coisas te dominem. Os alimentos foram feitos para o estômago, o estômago para os alimentos. É, mas Deus destruirá ambos. O corpo, porém, não é para imoralidade. Ou seja, cara, o que tu faz com o teu corpo não é igual. O que tu faz com a prostituta não é comer uma comida que você tá comendo. Beleza. Paulo até não vai ter problema com a comida ali do templo em última análise, né, cara, né? Ele vai traz isso no capítulo 10, né? Evita se der, mas aqui tem uma questão com a comida, assim, eu eu Mas eu fala eu já Mas o não é central. Não é central. É o contraponto que eu vejo aqui, cara. Não, tu não pode comparar a alimentação, mesmo que cútica, com a prostituição cústica, tipo, não dá, entendeu? Deus destruirá ambos. O corpo, porém, não é para a imoralidade, mas para o Senhor e o Senhor para o corpo. Por seu poder, Deus ressuscitou o Senhor e também nos ressuscitará. Vocês não sabem que seus corpos são membros de Cristo? Tomarei eu os membros de Cristo e os unirei a uma prostituta? de novo Paulo com essa ênfase, né, de modo nenhum, né, megnoito, eu lembro que eu decorei isso no grego, ou seja, que é uma parada assim, tipo, eh, não é porque é uma, eh, Paulo usa também em Romano 6, tipo assim, é, é o absurdo, é como se, se fosse numa linguagem de hoje, é, tu tá de sacanagem, entendeu? Tipo, não, no Rio ele não falaria isso porque sacanagem lá é muito pesado, mas assim, tu tá de cara de forma Rio é aí cariocas, no Rio é pesado, sacanagem. Tem lugares que, tipo assim, eu uso muito sacanagem, tipo, ah, só vejo carioca falando isso. >> Não, mas é, é, tem conotação bem bem sexual, assim, por exemplo, no Rio, né? Tanto que eu falei uma vez na igreja do alcino e depois vieram me dar um toque, cara, só evita falar sacanagem e tal. A gente sabe como tu tá usando, mas pro nosso contexto aqui é uma palavra meio pesada e tal. Enfim, eh, moral da história, eh, cara, Paulo tá falando de forma alguma, tipo, não, cara, tu tá maluco e não mistura as coisa, não ache que comer a comida sacrificada ao ídolo ou qualquer outro tipo de comida e não é a mesma coisa, cara. Não é porque eu eu acredito que você possa comer qualquer coisa que tiver no mercado que isso quer dizer que você possa comer a prostituta para ser um português. [risadas] Bem claro, desculpa a gente. >> Mas aqui e aqui tem um lance louco que é esse negócio da destruição do corpo. >> Exato. >> Que depois ele vai trazer o aspecto do da ressurreição, né? Ambos serão destruídos. Aí eh eh Cristo ressuscitou e restaurará. Que que que por que que ele traz essa questão de ambos serão destruídos? Não faz não faz sentido, porque tudo vai ser destruído. Então não faço nada. né? [risadas] Ah, eu vou cantar louvores a Deus. Ah, mas minha boca vai ser destruída, então não vou cantar. Não é essa questão. [risadas] >> O que o Paulo tá dizendo é que às vezes nós centramos a nossa vida em coisas passageiras ao invés de nos apegar mais e mais ao que é eterno. >> Uhum. >> Aquela frase que não é do apóstolo Paulo, mas é muito citada, né? Eh, tudo que não é eterno é eternamente inútil. >> [risadas] >> Exato. É do do >> Ela encapsula, ela encapsula muito bem a a ideia, uma das ideias do apóstolo Paulo, que é essa de um mundo que tá sendo substituído por outro. >> Uhum. >> E se você se apega ao mundo que vai para que ele domine sobre sua vida, são os tais rudimentos do mundo que você se apega e ele te leva embora. Mas se você se apega ao mundo que está vindo, que é o da eternidade, todas essas coisas são colocadas em e eh relatividade em relação a elas, né? relatividade em relação, né? Sendo relativizadas. Então, eh, os al e aqui que era o lance da comida que eu ia te falar, [ __ ] que o os alimentos são feitos por estômagos, estômago alimentos, né? Que era uma também uma fala para as pessoas comerem tudo que elas quiserem, para elas gastarem a sua e eh o seu prazer ali comendo as coisas. E o que leva ao pecado da gula, que não é bem o que a gente entende hoje de comer desenfreado e tal, né? Eh, a não ser em casos muito raros se apegaria a isso. Mas o pecado da gula, ele tem muito a ver com a cara. Ah, eu eu vou entrar porque eu tô doido para falar sobre isso, mas fala, mano. >> Mas o pecado da gula hoje ele tem muito a ver com a transformação do alimento em tantas outras coisas separados do aspecto da função do alimento, da própria nutrição. Eu tava pensando nisso, assistindo um filme que eu assisti atrasado, mas que eu gostei muito, muito, muito mesmo, que é o filme O Menu, >> é, o Erlan falou para eu assistir esse filme. Um abraço pro Erlan, grande amigo nosso, >> mano. O Erlan falou, cara, o Hernan me contou um pouco. As pessoas podem assistir e achar que é só um gore, um negócio assim, mas esse filme é uma crítica muito contundente à cultura furi, né? Esse essa coisa de não é o alimento, não sei que lá, em que a comida ela vai se tornando mais e mais uma questão de status, de experiências e menos comer, entendeu? num mundo em que pessoas não têm acesso à alimentação para viver. E eu tô transformando a comida e pensando naquelas todas, não, porque isso aqui foi produzido não sei onde, com sei que lá e tal e tal, mas para chegar nisso, para agradar uma parcela ínfima da população mundial que tem questão de consegue pagar isso, o que acontece com o resto, entendeu? Então quando isso toca bem mais o que era a gula no primeiro século, que tinha a ver com essa galera que podia comer de tudo enquanto a fome era muito, muito, muito mais séria do que a hoje, porque hoje a gente produz alimento a rodo, né? Hoje o problema é todo distribuição. Na época não era, na época também era produção, dependendo do clima e de uma série de coisas. Então, a gula tinha a ver com isso, essa falta de amor, essa falta de cuidado com o outro, essa falta de percepção da comida como graça e não como status, como eu consigo comer isso, eu, né? Não, eu já comi tal coisa, né? Então, talvez um cântico que você possa cantar domingo na igreja, é, você sabe o que é caveiar, nunca vi nem com falar. [risadas] Então, essa coisa e Paulo tá falando, cara, vocês estão se apegando a essas coisas que passam, como elas dão sentido paraa sua vida. ao invés de você pegar o que eterno. E o pecado em muito sentido é isso, em que a gente coloca uma série de de a gente centraliza a nossa vida em práticas que tem um sentido muito efêmero ao invés de olhar para as coisas que são eternas. E a mera graça da ressurreição de Cristo na nossa vida já teria deveria colocar todas essas coisas sobre suspeit. Porque se Cristo não foi vencido pela morte, eu também não serei. Se eu não seerei vencido pela morte, como eu me submeto às leis da morte para fazer qualquer coisa? Por que que eu tenho que aproveitar tudo nessa vida? Porque essa é a única vida que eu tenho. Não é a única vida que eu tenho. Mas outras coisas também, por que que eu preciso o meu pirão primeiro em relação ao meu irmão com quando a farinha é pouca? Se e eu tenho essa graça de Deus na minha vida, se a morte não me pressiona, sabe? Então eu não sei se eu saí um pouco do tema aqui, mas eu acho que eu saí. Mas de qualquer forma é isso, entendeu? >> Eu acho que acho que [risadas] foi legal. Acho que foi legal. Foi legal. Foi legal. A gente não precisa ficar o tempo todo pensando que o o medo do juízo de Deus é que nos mantém na linha. >> É a realidade da vida de Cristo em nós que nos mantém tomados pela vida dele. >> O meu arrependimento, então, não vem porque Deus odeia o pecado. Claro que ele odeia o pecado, >> mas o meu arrependimento vem porque eu sou absolutamente atraído pela graça de Deus. E cada segundo perdido em aproveitar dessa graça da ressurreição, é um segundo perdido diante da eternidade, né? É, é uma eternidade em um segundo perdido, >> entendeu? >> Então eu preciso eh eh me encantar com a graça de Deus. Esses dias eu eu preguei na igreja, ainda pregando em Jonas, né, e falando sobre a experiência de Jonas no ventre do grande peixe, né, ou da baleia. E aí eu falei lá, o doido é que Jonas diante da morte ele desespera e vai a Deus. E o doido é que a gente faz isso também. E o pior é que a gente fala isso sem nenhum constrangimento de pensar que nós não deveríamos chegar a esse ponto para ir a Deus, que nós não deveriam chegar esse ponto de desespero diante da morte, falar: "Eita, deu ruim para ir a Deus". A gente deveria estar absolutamente desesperado para ter mais de Deus. Então, quando a gente se contenta com a mediocridade, ficar pondo medo no povo por causa da lei, a gente não tá, a gente tá perdendo a a a chance de conectar pessoas com a graça transformadora de Deus. E Paulo já falou que isso é impossível. A única coisa que você cria tentando uma santidade com base na lei é pecador e hipócrita. Você só cria isso. Você não cria um santo. Quando você prega >> essa frase é boa. Essa frase é boa. Como é que é? prega retidão com base na lei. Você só cria pecador e hipócrita. >> Hipócrit. >> Você só cria transgressor e hipócrita. Você não cria nenhum santo. >> A santidade é uma graça de Deus através da vida ressurreta de Cristo em nós. >> Entendeu? Então não adianta nada. Agora, >> por que que a hiper graça também não é graça? Porque a graça de Deus, ela é manifestada num favor imerecido. Então eu preciso reconhecer meu imerecimento e eu só reconheço o meu imerecimento encarando a minha culpa ou encarando, para se não quiser usar uma palavra tão, né, pesada quanto culpa, encarando a minha indignidade. Encarando a minha indignidade. E essa indignidade, ela tem nome, tem origem, é pecado. >> É. Então, quando você tira o pecado da equação, você tira a possibilidade de uma graça salvadora. >> É, >> então você pode começar pregando, não, tudo me l, você pode começar pregando, não, não existe pecado, você pode falar o que você quiser. Em algum momento esse discurso vai cair num legalismo, numa violência, porque você vai pelo menos olhar pros outros esperando que algum haja alguma justiça e alguma coisa contra eles. Quando você olha pro outro e fala assim: "Cara, eu sou tão pecador quanto ele". A justiça continua de pé. Porque ele é pecador, mas eu também sou. >> E a graça de Deus está sobre nós dois. Então nós estamos abertos para viver de maneira graciosa com os outros também, entendeu? >> É esse lance da hipergia eu fico meio quieto porque de fato teve acho que essa eh hoje tem alguns expositores da hipergácia que falam em pecado e tal. É não, e que falam em pecado. Acho que ela tem uma um reposicionamento teológico e tal. Eu vi até um cara no Instagram falando umas coisas assim que eu isso até eu concordo e tal. É que daí eu não, eu não vejo por usar o termo hipergraça. Eu acho que daí erra nisso, sabe? É só graça mim quando eu crio uma outra tentar explicar a coisa, mano. E quando tu fala sobre que o legalismo, né, aqui a gente traz nosso amigo Pedro Pamplona, né, que lançou um livro recente sobre legalismo, a Francine Walsh lançou um livro recente sobre legalismo, inclusive com prefácio do Guilherme Nunes. Eh, o legalismo ele gera isso, realmente, hipócritas e pessoas culpadas, né? E é incrível, cara, como eu fui criado de alguma forma espiritualmente num ambiente legalista, né? E ele e ele funciona em alguma medida. E aqui com várias aspas, você que não tá, né, e que não tá olhando pra tela agora, eu tô fazendo aspas aqui imaginárias, porque ele parece botar uma ordem no caos. E aqui eu tô falando de experiência própria e de coisas que eu vivi, né? Então o o o legalismo, né, esse >> falso evangelho, a verdade é essa, isso é um falso evangelho, né? Então esse falso evangelho que te apresenta regras, né? Os podes e não podes, os toques e não toques, ele tem realmente uma cara de santidade e ele põe uma ordem no caos. Então, é muito comum você ouvir pessoas com a vida completamente imoral, desvirtuada, cheia de vícios, drogas e coisaras, que de repente vai para uma igreja dessa e se endireita, entendeu? Se endireita, >> não bebe mais, não fuma mais, não, não, né? Não aposta mais no tigrinho, não consome mais isso ou aquilo, não vai mais naquele lugar. >> É impressionante, cara. Só que aí tu vai ver, beleza, tirou ele de um caos, de fato, de uma vida repleta de pecados e coisas que desagradam a Deus e fazem mal para ele e para o próximo. Só que aí você vai ver, você tira a libertinagem e põe o legalismo. >> É, >> você só troca, só só muda o espectro, entendeu? >> É, >> não, não fica no evangelho, entendeu? Porque >> a pessoa vai trocar, beleza? para aquela pessoa. Gente, fá, eu vi famílias sendo transformadas por causa disso, porque o pai abandonou a bebida, porque o pai abandonou as drogas e a família se recuperou. Só que de repente o pai ele pegou outros vícios religiosos que podem ser tão danosos pra família quanto o das drogas, infelizmente, né? É o que o que acontece, isso é uma coisa que a gente falou no nosso podcast aqui, o nosso betpapo mais cancelado da história, que é o sobre o >> qual é o mais sacerdócio, >> sacerdócio do lar. Eh, ali eu começo dizendo assim, eu não quero ignorar que pessoas que não tinham estrutura familiar encontraram um modelo fechado e e e vamos dizer assim, pregado como único nas igrejas e não organizaram a sua casa. Eu não quero ignorar isso. Houve frutos e tem pessoas que são, vamos dizer assim, muito gratas a esse tipo de visão e por isso elas têm bastante resistência às vezes de ouvir algumas coisas que a gente fala. Exato. Exato. >> E eu falo e eu não ignoro que isso foi uma bção na sua vida e que há pastores que estão bem intencionados fazendo isso, justamente porque eles sabem que isso tem esse poder de ajudar muitas pessoas e eles ajudam muitos, mas acaba que exclui algumas outras que não tm acesso a esse tipo de organização. E a gente precisa falar da graça de Deus familiar para essas famílias de outras formas também. E era esse meu ponto que essa parte todo mundo ignorou, todo mundo foi pro resto. Mas aí é a mesma coisa que os afetos determinando os afetos [risadas] determinando interpretação. >> A mesma coisa que entra aqui nesse nesse nosso papo. Eh, teve gente que foi resgatada de uma linguagem mais por uma linguagem mais dura e que inclusive repassam isso paraos seus filhos pensando: "Eu não tive isso na infância e quase que eu quebrei a cara. Eu tô mantendo meus filhos na linha porque eu sei o que é estar naquele risco todo. E pode ser que algum momento os filhos vão entender isso e vai ser bção, mas eles também vão saber colocar as as os pontos ali eh eh também de reler aquilo para um outro momento da vida. E tudo bem, isso pode acontecer porque nenhum pai acerta tudo, nenhuma mãe acerta tudo, nenhuma igreja acerta tudo, certo? Agora você basear uma igreja inteira nisso, entendeu? Paulo é muito duro em alguns momentos, gente. Paulo vai chegar a falar assim: "É, é, é por essas coisas que vem a ira de Deus sobre os da desobediência. Parece até que Paulo tá falando ou tá vendo? Olha aí, vai vir aí de mas não é isso que ele tá falando, tá falando sobre os da desobediência. >> Exato. >> Como é que vocês que não estão na desobediência, a ira de Deus não vem contra vocês, vocês estão seguindo a mesma coisa deles, >> entendeu? Não é para vocês a ira de Deus. >> É, >> é não. O cara de o cara de Primeira Coríntios 5, ele manda entregar Satanás. Exatamente. Mas ali como ali como exercício de graça, né? Para quem >> é, ou seja, vamos tirar o cara daqui para quem sabe o cara se arrependa e volte e provavelmente ele volta. >> Cara, ser bem sincero, eu não sei, eu não sei se é quem sabe não, tá, >> cara. Acredito na segurança do Santos. >> Aham. >> Eu não, eu não sei se é quem sabe ele se arrepende. Não, eu acho que é para que ele seja salvo mesmo. >> É, ou seja, ele tá garantindo, mas ele precisa desse choque de realidade para viver a realidade que ele é em Cristo. Pode ser. É uma possibilidade. >> Tá errado também. Não, mas eu acho que dentro da segurança dos santos, ou seja, uma vez salvo, sendo salvo, estando em Cristo, você está salvo. >> É, é, mas também pode ter gente da segurança dos Santos que não interpreta dessa maneira, porque pode pensar que esse cara sequer é salvo. >> Exato. Exato. Mas eu acredito que é ele que Paulo tá falandoem na segunda carta, receba com amor e tal. que esse cara é, eu gosto de que esse cara tá que esse cara tá se reconciliando com a comunidade e tal, mas Paulo, ou seja, entregar a Satanás é uma disciplina severa. Acho que isso todo mundo concorda. Não é assim, tipo, ô gente, pô, pera lá, não, mano. É Paulo trata o pecado como uma coisa muito e eh mano, Romanos 5, ele, né, tipo, um pecado vou dar, eu vou dar um exemplo para você, vou dar um exemplo bem prático para você. Não, aqui eu quo a gente também vai para quem tá ouvindo a gente tambm. >> Talvez aqui eu toque algumas sensibilidades e e assim, com todo o amor no meu coração, não é problema meu. [risadas] >> Meu Deus. >> Mas vamos lá. Uma vez eu conversei com uma pessoa que frequentava uma igreja em que os namoros eram decididos pelo pastor. Não decididos, aprovados. Decididos é muito poder, né? eram aprovados pelo pastor. Antes de namorar, as pessoas iam até o pastor perguntar se podiam namorar aquela pessoa com aquela outra pessoa. E isso era uma situação que eu considero bem pouco saudável, né? Bem insalubre. >> Eu também. Mas ela disse assim, ela vindo de uma família cristã e, né, e aí frequentando essa igreja, ela fala assim: "Olha, essa coisa, isso causa estranheza para mim, mas considerando a realidade ali dos irmãos, eu acho que isso é muito importante e tal". Eu fiquei meio quieto, né? Fiquei meio quieto. Eh, mas pouco tempo depois mostrou-se que essa prática era uma prática terrível acontecendo dentro da igreja. Pergunta: Pessoas que se casaram com esse namoro sob essa orientação problemática, podem colher bênção desse casamento? É claro que podem. >> Hum. >> Não é? É claro que podem. Só que o problema é que às vezes a pessoa foi negada duas vezes namoros anteriores e aí da o terceiro foi aprovado. Aí quando ela cai a venda dos olhos dela, ela fica pensando assim: "Caramba, velho, se eu tivesse casado com o primeiro lá que eu e aí começa a comparação, entendeu?" [risadas] >> É o famoso EC, né? E EC >> é essa menina que que falou comigo, ela nem namorava na época, depois ela namorou, casou, tal. Eh, eu acho que ela não chegou a passar pela experiência de ter negado nada. >> [risadas] >> Mas o lance é claro que pode ter bênção e pode ter gente que fala: "Meu, tava tudo errado, mas de fato isso me levou até o casamento correto". Mas também pode fazer pensar, cara, tava tudo errado, isso me evitou um casamento correto lá atrás. O que o que seria um problema muito sério, porque é Deus que tá guiando e obviamente você vai tirar graça daí da onde você tá caminhando, entendeu? Então são essas coisas que as pessoas não calculam. Elas começam a entrar numa onda de poder que vai garantir as pessoas na na linha, num controle e não ignor e e não e não encaram a realidade de que os pastores são profundamente falhos e eles precisam ter essa consciência >> ao lidar com um poder tão grande de falar e as pessoas acharem que ele tá falando parte por parte de Deus, quando na verdade ele precisa pregar uma graça que encaminha na retidão. E a retidão como graça. A retidão é graça de Deus, entendeu? E e esse que é o lance. >> Boa. Ó, gente, cadê o super chat? Só o Felipe deu um super chat aqui. [risadas] Muito obrigado, Felipe. A gente não vai para BH, Felipe, mas a gente vai estar >> é por essa, é é pela falta de de super chat que a ira de Deus. Tô brincando, galera. Tô brincando. >> Exato, exato. Ó, [risadas] é, ó, ó, ó. Não é BH, mas é Minas Gerais. Tá bom. Ô, Felipe, caramba de BH, viu, velho. É longe. Ah, mas então, desculpa. Foi mal, Cacau. A pessoal botou essa pergunta aqui. Deixa eu ver se eu entendi ela. Queria até fazer uma exegese dessa pergunta. Pera aí. Cadê? Deixa eu, cadê? Tirar aqui. Pera aí. Aqui. Vamos lá. Eh, mas esse caso dos vícios, o legalismo é uma ajuda. Imagino que um novo convertido com problemas com álcool sabe que na igreja ele pode beber. Ele vai voltar à igreja por causa da liberação ou Jesus. Eu consigo entender. Vamos lá. Lesle. É o Lesle. É figurinha carimbada aqui dos nossos comentários >> que a gente nunca sabe se é um homem ou uma mulher, né? Mas acho que é um homem. Homem não. Ele já explicou isso ano passado. >> É, mas eu não lembro. Eu não lembro. Desculpa. Desculpa. >> É que você lida com muitas pessoas. Eu lido com menos, eu lembro um pouquinho. >> É, mas acho que aqui descreveu melhor. Pera aí, ó. Mas nesse caso isso legalismo é uma ajuda. Imagino que o novo convertido com problemas com álcool sabe que na igreja ele pode beber. Ele vai e volta à igreja por causa da liberação. Eu não sei se entendi o que ele fala. Então vamos lá. Eu estou com afetos comprometidos aqui da pergunta do Lester. >> Não, você que você foi selecionar a redação melhor e você selecionou de novo a mesma. >> Não, mano. É, é. Ó, essa aqui ele escreve ajuda, certo? Aqui ele escreve ajuda. Não, eu que eu que li errado. Vai, vamos lá. É, é o seguinte, galera, presta atenção, >> meu. Tu entendeu a pergunta dele? Que massa. Professor, né, mano? Professor, >> mas essa pessoa não pode beber. Essa pessoa não pode beber. Ela não pode, é, >> é simples. É tipo, é simples. Isso não é legalismo. Isso não é legalismo. Isso é cuidadoção. Saúde. Não, não, mas até de um ponto de vista espiritual, >> para deixar de fora a questão da doença do do alcoolismo, que é uma doença, né? >> E vamos falar da parte espiritual mesmo. >> É, esse limite imposto a ela é amor. Da mesma maneira que alguém que tem problema roubando, você não vai dar ela o car o cargo de tesoureiro, entendeu? bar esse cargo ou uma pessoa que tem problemas às vezes e tantos outros tem funções que você não vai colocar ela para fazer e você vai exercer inclusive alguns tipos de >> de cuidado mais próximo dela em determinadas áreas. >> Uhum. Uhum. >> E é isso, gente. E é isso. Agora, eh, o problema é esse também, né? A gente quer facilitar a nossa condução pastoral, estabelecendo uma regra que vai ser uma regra escrita em pedra para todo mundo. E na verdade esses princípios são princípios, alguns deles muito claros, muito estabelecidos, mas que exigem a escuta, a orientação, a ponderação que coloca cada caso um caso. >> Exato. >> Eh, lembra lá, olha que coisa doida, né, cara? Lembra lá quando Moisés recebia as pessoas lá para julgar os casos e tal? Não lembro exatamente, mas eu tô ligado na cidade conte é no contexto ali da lei de Deus, do êxodo, né? Eles já tinham a lei, né? Uma parte dessa história contada em Números, né? >> E a lei já tava dada, né? A parte legal, caso das irmãs lá, que tu sempre conta, né? O caso das irmãs lá >> também. Mas eu tô falando um e eh quando Moisés vai a Deus e fala: "Você me odeia porque me coloca como juiz desse povo". Deus fala: "Não, vou tirar do seu espírito para dar para 70 pessoas e tal". >> Ah, legal. Legal. >> Por que que era tão difícil para Moisés julgar isso? Porque ele tinha que receber todo mundo, exercer sabedoria, ouvir, ponderar. Não adiantava só ter lei, só ter regra. Precisava ter gente ali lidando com as pessoas em si, sabe? E cheio do espírito. É o primeiro Pentecostes, número 11. Número 11. Isso é pentecostes. Lindo esse texto. Inclusive, eu eu é maravilhoso que Moisés fala, é, quisera eu que todas as pessoas profetizassem, né? Quando profetizam dois no acampamento e vão lá falar: "Moisés, não deixa tal". Ele fala: "Eu queria que todos tivessem um espírito". Exato. >> E então essa essa realidade ela é uma ela ela é imposta a nossa função pastoral de líderes da igreja. >> Tem que ouvir ponderar. E há pessoas que você tem que ser mais mais ali próximos dela, né? E há outras que não. Mas isso tem a ver com e a outra a outra coisa também, a gente acha que disciplina sempre é exclusão. Então, ninguém é excluído por bebê, mas esse vai ser excluído por bebê. Não, não é isso. Você tá ali para restaurá-lo, para cuidar dele, entendeu? Agora, para isso, eu não preciso mentir. Não preciso chegar para ele e falar: "O vinho de Jesus era sem álcool". Não. Eu não tô acreditando no poder do evangelho escrito na Bíblia. Eu tenho que distorcer o que a Bíblia fala para salvar o cara. Entendeu? [risadas] >> Palmas. Não, porque o lance da bebida, eu acho que ele, para encerrar esse assunto, ele a gente já falou muito sobre bebida. Marcelo Bert tem um livro incrível sobre o cristão pode beber. >> E o, e tem um texto que eu amo, que eu acho que não está mais disponível, do Sandro Bajo, que chama Crentes cachaceiros. que ele fala assim: "Beber não é pecado". Ele faz três afirmações. Um, beber pecado. Mas dois, >> para alguns beber é pecado. >> Uhum. >> E três, por isso, muitas vezes o melhor é não beber. >> E aí, esse não beber para todos, tanto para o que tem essa fraqueza quanto para o que não tem essa fraqueza, mas por amor do irmão o poupa disso, entendeu? Exato. Exato. Agora, se ele também não quer e exercer esse tipo de amor e ele no privado dele continuar bebendo a bebida dele, que assim eu faça, entende? E tá tudo bem. >> Agora, quem teve problema com álcool, é óbvio. É claro que é mais fácil numa igreja eu criar a ordem. Galera, aqui nessa igreja é proibido beber. Eu não concordo com isso, porque eu acho que não é assim que resolve o problema. você mascara, né, uma uma você mascara o problema, porque quem vai ter problema com álcool vai tá lidando com isso. E aí quem não tem, que poderia beber é privado por causa de uma lei que é imposta. Legalismo. Eu não acho que seja saudável. >> Por quê? Porque a graça vai transformar nesse sentido, entendeu? Cara, você teve o problema com álcool? Eu não tive, não vou beber na sua frente agora, entende? Porque é esse lance, é uma coisa mais individualizada. Igrejas legalistas, ela é mais fácil você lidar, porque, galera, é todo mundo com essa mesma roupa, é todo mundo com essa mesma regra, é todo mundo tem que ser assim, ou seja, é mais fácil você controlar o povo nesse sentido, só que não é o caminho do evangelho, simples assim, né? Não é o caminho do evangelho. >> Exato. Exato. >> Gente, é isso. Obrigado pelos super chats, galera. Deu aqui. Muito obrigado. [risadas] Eh, ó, o Alex, ele colocou uma coisa aqui, tá bom? Eu não sei o que que é. Vou pegar a última aqui. Não foi super chat, mas a gente tá dando uma colhetin chinha aqui. Mas cacau, se eu esbarrar o cargo de tesouriro para um, Se eu barrar o cargo de tesouro para um irmão, já teve problemas com roubar. Fica a minha fé na capacidade transformadora do evangelho, cara. >> É, não foi isso que eu falei, tá? Primeiro, eu não, eu não especifiquei se era na vida sem Cristo, porque Paulo escrevendo para uma igreja fala: "Aquele que roubava não roube mais". Né? Então assim, [risadas] >> é, >> então provavelmente alguém ali que roubava. >> Não é essa questão, não é a questão mesmo da fraqueza com o roubo, entendeu? Da >> Exato. É uma Por que tu vai tentar o cara nesse sentido, entendeu? Tipo assim, vamos lá. Você tem problema com você é um você, né? Você é um cleptomaníaco, tá bom? >> Aí você para encontra Cristo, sabe que roubar é pecado. Você, né? Você só Só que o seguinte, dependendo da sua kleptomania, >> cara, vou pegar outra coisa. Tira a cleptomania, CR. Tira cleptomania. Você é um cara que tem vício com o jogo, porque viciado sempre é viciado, mesmo quando tá em abstin, quando tá, você é viciado em jogo, você perdeu tudo da sua família, se recuperou, foi no jogola tras anônimos, que eu não sei qual que é o nome, [risadas] você foi lá no jogola três anônimos, se recuperou, tá 30 anos sem jogar, mas você ainda é um viciado e você pode cair nessa e tendo acesso aos recursos da igreja, aos recursos de alguém, você pode gastar tudo. Até na administração da sua casa você precisa ter cuidado. Talvez você vai ter que ter uma uma vai ter que depositar seu salário na conta da sua esposa, >> ex. >> Entendeu? >> Uhum. >> Para garantir a sua, que você não vai di é claro que a gente cria na transformação, Alex, do evangelho, mas algumas coisas elas estão na gente enquanto um problema ali, sabe que tá que a gente não pode dar corda para isso, porque, mano, é isso, né? A tentação ela tá ali. Cristo não nos livra da tentação. E se você no passado já teve só, né? E se no passado você já teve, por exemplo, você foi uma pessoa e que frequentava, sei lá, prostíbulos, prostituição e por aí, mano. Aí a igreja, você tá em Cristo há tempos você não faz isso, cara. Talvez você não seja a melhor pessoa para fazer um evangelismo para esse determinado grupo social em algum momento da igreja, porque pode ter gatilho, pode ser naquela semana você tá num momento fraco, você teve um problema no seu casamento naquela semana, aí naquela semana eu evangelizo para essa galera. Talvez não seja o melhor caminho. É o que eu sempre falo, né? Tem o João, o João lá do céu na terra movimento, ele faz vários trabalhos em boates e coisa erada e tal. Mano, não é todo mundo que pode fazer o que o João faz lá, entendeu? Para algumas pessoas pode ser um gatilho para alguma coisa pior, entendeu? Então tem que ser bem treinado, tem que ser bem saber onde e tem uma outra coisa também na transformação do evangelho. A transformação do evangelho não é passe de mágica, nem nunca foi. >> Exato. >> Ela é na prática. E na prática que envolve o absterço do pecado e o e o praticar as boas obras do evangelho. Essas coisas todas elas vão se manifestando. >> É parte da transformação do evangelho esse tipo de zelo? É parte da edificação do discipulado dessa pessoa, entendeu? >> Ex. Digo mais, pode entrar até questões terapêuticas muitas vezes no no processo, entendeu? Pode entrar até questões terapêuticas para trabalhar isso, para tratar isso, >> entende? Porque é punk, é punk. Tá bom, gente? É isso. Obrigado pelos super chats, pelo carinho de vocês. Tá aqui, ó, super chat da gratidão. Deus abençoe vocês. Sou fã do betpapo. Os assuntos que são abordados aqui é teologia na prática. Acho que nós como igreja precisamos mais disso. Obrigado. Valeu, Mr. VH Fox. VH Fox. É o Felipe Venâncio quando e Governador Valadares? É agora fim do mês, né? 27 28 >> não é 30, né? Vou botar aqui. Pera aí. Acho que 30 é segunda-feira, né? >> Ó, é 30 de maio o BTD em Governadores Valadares. >> Ah, é verdade. Eu tô confundindo. Não >> é sábado, 30 de maio. Tá aqui, ó. >> Exatamente. Quem disse que não é? Tá completamente errada a minha confusão. É 30 de maio >> tranquilo. Você tá no calendário [risadas] ou do futuro ou do passado. Beleza? Tá aí, gente. O link tá santos de um BTD. Eh, cara, a gente não tem plano de um BTD porque quando fecha o BTD a gente avisa vocês já. >> Exato. >> Então, os planos que a gente tem é o que a gente tá falando. Quando a gente não fala é porque não tem plano. >> Exatamente. É porque assim, galera, só para entender um pouquinho isso aí, né? Eh, cadê aqui? Btd. Btdi. Algum plano? Campinas no futuro? Não, gente, é o seguinte. Eh, não vamos para o Rio de Janeiro esse ano, pelo menos eu tenho, eu pessoalmente tenho umas três agendas no Rio, mas galera, é o seguinte, eu não organizo mais BTDI, não financio mais. Então, a igreja que quer entra em contato com a gente, a gente passa a dinâmica e a igreja ela financia, então ela paga, né, os nossos a a a os nossos aéreos, os custos todos, entendeu? >> Então o que acontece a igreja que quer bancar isso entra em contato com a gente. Para esse ano não tem mais agenda. Eu não tenho mais agenda esse ano. Então se você quiserem ano que vem fomentar aí você tem que entrar em contato com a gente no [email protected]. Lembrando, se você é só uma pessoa que gosta da gente, mas na igreja você não tem poder algum, nem manda e-mail, conversa primeiro com a sua liderança pra gente poder organizar. Senão você fica mandando, a gente fica organizando o dato, você fala: "Beleza, agora eu vou conversar com quem manda e tem poder para autorizar isso aí". Aí, né? Por favor, economize o nosso tempo em relação a isso. Tá bom? É tipo o de Portugal foi assim, o Nico conversou com a gente lá em Londres, a gente passou para ele mais ou menos, aí ele foi conversar com a liderança que alguma mensagem aqui para nós. É, é, é, é, é, é ouvinte. >> Ah, ele falou da ilustração do negócio de Moisés no Promis. >> O que que tem? Não sei. >> Eu não assisti essa série. >> É uma série. >> É, não, não assisto. Não vi. Gente, beijo. Deus abençoe todos vocês. Até o próximo betpapo. Daqui a 15 dias a gente volta com mais uma pergunta, com mais interação, com mais teologia, com mais isadas. Deus abençoe todos você. >> Vocês estão gostando aí desse ao vivo, dessa interação assim, ó, escrevendo, >> é, tirando como é, >> acho que é legal que participa ao vivo aqui, né? >> Exato. A gente consegue reagir e tal. Maringá perto de vocês. É, tem que gente quem convida é paga. Essa é a é a regra. [risadas] É, às vezes a gente não a gente não fala isso, mas quando você ouviu o Iago falando, qualquer influencer, hoje vem pra minha cidade, vem pro meu país, ele sempre vai responder assim, é só convidar que a gente vai. Ou seja, o que que a gente tá dizendo das entrelinhas? Se você pagar, >> me dá um jeito de eu chegar aí. É isso. >> Exatamente. Entendeu? É isso. Beijo. Tchau. Tchau, galera.