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A fé vem pelo ouvir

A graça leva à libertinagem? BTPapo 106

A graça leva à libertinagem? BTPapo 106

A graça leva à libertinagem? BTPapo 106

Bibo e Cacau conversam sobre a liberdade da graça.

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BTDay Portugal O site é https://btdaylisboa.com/
BTDay Minas Gerais https://www.sympla.com.br/evento/btday-minas-gerais-2026/3347864

Legendas automáticas:

É. Oi, tudo bem? Estamos ao vivo. É
sobre isso daquele jeito.
>> Tudo bem? Já tem gente aqui ao vivo já.
Ó,
>> já tem, já tem. Acho que já tem umas
pessoas aí. Já tem. Ele começa, é ao
vivo, mas começa com os aleatórios, né?
Aliás, eu quero
>> teologia sem açúcar.
[risadas]
>> Letícia Matoso.
>> A Letícia Matoso aluna da IBT. Aluna da
IBT. Eu acho que é curitibana. Outra,
cara, a Letícia, se é quem eu tô
pensando, ela trabalha com coisa de
coluna. O Instagram dela é bem legal.
Coisa de coluna.
>> É, ela só tem gente com coluna torta na
na Se é a Letícia que eu tô achando que
é. Tá bom. Ela trabalha entortando
coluna.
>> Ela não, ela desentorta. Acho que ela é
tipo, ô Letícia, me ajuda aqui. Se vai
que tu é outra Letícia. Eu tô achando
que tu é a Letícia que que foi no meu
lançamento do meu livro infantil lá em
Curitiba e eu sei que trabalha com, eu
acho que é auxiliar de enfermagem ou é
médica, não sei. E ela só tem foto de
coluna torta na e eu acho que é casada
com jogador de futebol. Meu, é isso que
eu li. Eu
>> é isso que eu li.
>> Você fez a descrição da pessoa inteira.
Ela faz um comentário no vídeo.
>> Exato. Foi mal.
>> Ela mora no endereço tal. Ela
>> Exato. O teu áudio tá dando uma
estralada para mim, Cacau. Não sei se
pro pessoal
>> Mas aqui eu tô no eu tô ouvindo umas
estraladas também.
>> É, gente, esse áudio tá dá estralada
quando eu falo ou é só quando o Cacau
fala? Por favor, me ajudem aí a
equalizar os áudios. Vou entrar aqui no
teu microfone, Cacau. Eu vou botar o
teu. Ó, eu botei o teu automático,
Cacau, e vou cancelar o eco. Fala aí
comigo agora, Cacau. Deixa eu ver.
>> O seu tá instalando mais agora para mim.
>> Eita. É, o que que aconteceu? Vamos lá.
Deixa eu ver.
>> Acho que é conexão, cara. Acho que é
conexão esses estos. Será que é a minha
conexão? Hum,
>> não pode ser a minha. O meu Wi-Fi tava
meio ruim aqui. Vamos lá, deixa eu
perguntar pro pessoal aqui da Sultec.
>> Já, já falaram aqui no falaram que é o
meu.
>> É o teu, né?
>> Mas eu eu não sei o que fazer. Eu também
não. O que que a gente faz? Deixa eu ver
aqui. Eh, su,
como é o nome dele? Se
>> eu abaixar aqui o volume.
>> Abaixa um pouco para ver, cara.
Aí, deixa eu perguntar aqui. Internet
tudo OK? Internet OK?
>> Tô em live.
>> É, mas eu acho que é tu mesmo, cara. Mas
pode ser a minha internet que tá
danificando a tua conexão e tá dando
umas engasgadas.
E tá dando
umas Tuá baixando algum filme aí, Cacau?
Não, claro que claro que não,
>> cara. Eu baixei muito, velho. Eu baixei
muito filme. Sério, eu vou te falar,
Lost, eu vi em RMVB a última temporada.
Acho que a galera nem sabe, né, mano? O
que que é RMVB? Eu vi e foi uma
qualidade horrível, porque era o que
tinha para baixar, entendeu? Pode ser a
bateria fraca do microfone do Cacau, mas
não, cara. Não tem bateria não.
>> Não. E o fone dele é de fio, galera. Mas
pode ser, ô Fernando, às vezes pode ser
uma, tá? O som do cacau tá mais alto,
tá? Deixa eu equalizar o som.
>> Já baixei aqui.
>> Já baixou. Como é? Cacau baixando no
torrent. É brincadeira. Não, mas eu
baixei muito, velho. Baixei muito.
Baixei muito. Enfim, galera, enquanto
enquanto regula aí a internet do Cacau,
deixa eu dizer para vocês que eu e o
Cacau nós estaremos aqui em Lisboa, tá?
Olha só que delícia, Rafael. ano Cacau
Marques e Rodrigo Bibo em Lisboa,
Portugal, tá bom? O link tá aqui na
descrição já. A igreja perfeita será o
tema. E gente, vai ser muito legal. E ó,
provavelmente vai ter um pregador
surpresa que não tá aparecendo aqui no
banner. Nico, confirma para nós aí no
>> Nem tu sabe, Cacau. É que talvez uma
pessoa muito querida estará lá na mesma
data
>> no
>> entendeu? Então assim, e aí se essa
pessoa querida estiver lá na mesma data,
é bem provável que a gente põe ele no
rolo para pregar junto também, entendeu,
Cacau? Então a gente vai fazer esse
movimento, tá? Se essa pessoa querida. E
atenção, você que é de Minas Gerais,
não. Opa, Minas Gerais é aqui, ó. Eu,
Cacau e Vítor também lá em Governador
Valadares, tá bom? No dia 30 de maio,
aberto ao público. É gratuito esse BTD,
inclusive a igreja vai bancar tudo, tá?
Então cola lá, galera, tá bom? Link
também aqui na descrição deste betpapo.
Eu e Cacau Marques lá. O Cacau Marques
não vai estar, mas se você quiser vir
para Joinville na conferência teológica,
estaremos lá também. Olha esse time aí,
Rodrigo, Alex, Víor e Nunes falando
sobre o Cristo completo, conferência
teológica EBT aqui em Joinville e Santa
Catarina. Tem aí, tá gente? E hoje à
tarde essa live com essas moças aqui, ó,
falando sobre ficção cristã. Então você
tem aí já, né? E claro, vai comprar na
Amazon, compra pelo nosso link.
>> E tem BTD no fim de semana, cara.
>> Não, cara, já tá esgotado, mano. Nem
fala esgotado.
Tem, tem. Estaremos você não, se você
não fez inscrição,
>> já era 170 pessoas, foi até 20 a mais do
que a gente tinha programado. Então, eh,
vai ser legal também o BT sempre o BTD
lá no Cuca sempre é legal, né? Sempre
legal o BTD no Cuca. Mas Cacau, qual é o
nosso assunto aleatório nos próximos 5
minutos? Nossa, não é assim, a gente tá
assim, ó, tá totalmente aleatório.
>> Aleatório. É porque eu ia falar o
seguinte, eu vou numa festa de uma
empresa, não vou fazer propaganda aqui,
tá, Cacau? Juro para ti, mas eu vou tem
um patrocinador aqui do Bibotalk, um
patrocinador que eu não vou falar o
nome,
>> que eu fiquei de cara que a gente vai
para uma festa deles e tem que alugar a
roupa, porque a roupa não é que é da do
patrocínio. Eu eu achei isso meio caído,
entendeu? Aí eu tive que alugar um smoke
pela primeira vez na
>> Eu vou te falar que todo mundo sabe do
que você tá falando.
>> É claro, porque só tem um patrocinador
aqui. Mas ó, aqui ó, eu aluguei um
smoke, Cacau. Eu fiquei bonito de smoke,
hein, Cacau. Eu fiquei bonito, fiquei
charmoso de smoke, entendeu? Eu tive que
alugar um smoke porque é bom que eu vou
para duas festas em São Paulo, dessa
empresa patrocinadora e do IBEST que a
gente, eu fiquei lá entre os 20
influencers e religião. Paulo também
estará lá e eu acho que o Iago também
vai est, se não me engano. E
>> você vai usar o mesmo smoke.
>> O mesmo smoke, gente, foi mal, eu não
tenho dinheiro para alugar dois smoke.
Eu vou estar em São Paulo, velho. Como é
que eu vou fazer? Não tem como. Aí eu
aluguei o mesmo smoke e Deus abençoe
para que eu não suje, né? Enfim, vou
sair depois talvez com a Lara Santana,
influencer querida da galera aí. E eu
não posso derramar molho na minha camisa
ou no meu negócio. Então orem por mim
porque olha, é difícil, velho. É
difícil. Caca Marques, para encerrar
aqui, ó. Ó Oscar, ó Oscar, tudo achou
que peca o Michael B. Jordan como melhor
ator,
>> cara, eu eu só assisti um filme nesse
Oscar até agora foi valor sentimental.
>> Valor Valente. E tu gostou bastante, né?
>> Gostei, gostei bastante.
>> Cara, trabalha a paternidade, né?
Trabalha a paternidade.
>> É, mas não não tanto assim,
>> não é? O negócio era sobre a ausência da
paternidade e tal. É, é sim. Não, sim.
É, mas como o foco tá mais na Ah, acho
que sim, mas é que o que me chamou
atenção foram outras coisas, mas eu
gostei muito.
>> É, o pessoal falou, o pessoal falou,
>> ganhou, né? Ganhou do do agente secreto
que eu não assisti ainda. Preciso
assistir também, cara. O pessoal fala
que
>> e agora tá tudo disponível no streaming,
né? Eu tenho acesso a todos eles e não
vi nada.
>> Sério? Que legal. Valor sentimental tá
onde? Eu quero ver valor sentimental tá
no Eu vi no Mub, mas eu acho que tá em
outro.
>> Eu vi no Mub. Eu eu não vou pagar mub,
né, mano? Não dá, não dá.
>> Mas deve tá em outro.
>> Só uma pausa aqui. Parabéns, Cacau. Fez
aniversário domingo. Obrigado. Domingo
>> em pleno domingo, cara. Ou seja, que tu
gan de presente da igreja. Vai, quero
saber o que que a igreja.
>> Eu ganhei um tênis de academia para eu
manter minha minha rotina que eu preciso
retomar, na verdade.
>> Que da hora. [risadas] Cacau ganhou,
cara. Muito legal. Legal, gente. Legal,
né? Eu tô usando uma xícara com o meu
nome, mas não é autopromoção, não.
>> É,
>> eu ganhei de um casal que eu que eu
>> fiz o casamento deles e no convite eles
mandaram uma chicrinha com meu.
>> Sério, mano? Que da hora. Gente, a
Letícia ficou Ah, não é ela mesmo. Tá,
então tá bom. Ela a Letícia é a mesma
pessoa que eu [risadas] falei, então tá
certo. Ela mexe com coluna e é casada
com jogador, tá? Ah, galera, é o
seguinte, parabéns pro
>> mexe com coluna. É muito engraçado
porque ela pode ser pedreira, né? Que
ela mexe com coluna.
>> É, ela pode ser. Mas eu, cara, eu não
sei se ela é médica ou se ela é
auxiliar,
>> arquiteta, né? faz, mexe com coluna
também,
>> mexe com coluna e tal. Nossa, mano,
>> ela pode trabalhar com planilha de
Excel, mexe com coluna,
>> pode, pode. Olha quem apareceu, Cacau do
nada. Nosso amigo Vilibaldo.
>> Vilibaldo, olha aí, ó.
Pô, professor de história, inclusive tem
um módulo do Vilibaldo na nossa escola
de teologia.
>> Inclusive, eu tive a honra de escrever o
prefácio do livro do Vilibalde, Igreja
do cansaço.
>> É boa. Inclusive livro esse que ele se
inspirou na nossa série de podcasts aí,
né, Cacau? Olha aí, Aí eu já não sei. Eu
sei que o livro é muito bom. Confirma
velado. Se eu não me engano,
>> eu acho que você tá se dando muita
importância.
>> Eu eu acho,
>> eu acho que ele leu só leu o mesmo
livro.
>> É, não, [risadas]
cara, eu acho que a gente influenciou
ele sim. Vilibaldo, a gente teve
[risadas] uma certa influência no
lançamento do teu livro. Não, porque lá
na Fabapar, antes da gente fazer essa
série, vou te falar lá, antes da gente
fazer essa série,
>> Hum,
>> lá na Fabar, que o Vibal dá aula na
Fabar, ou dava, mas acho que ainda dá,
>> eu não sei.
>> O professor Reginaldo também trabalhava
esse assunto do cansaço e do descanso.
Tanto que teve um podcast, teve no
BTCast com ele, né?
>> Teve um betcast com o Reginaldo sobre
descanso. Sei o senhor, o nosso
descanso, tal.
>> Então, às vezes, a influência foi mais
desse desses debates de lá, né, da FAB
par do que do nosso podcast.
>> Ah, pode ser, pode ser. Mas enfim, a
gente influenciou o Marcelo Bert, isso é
fato. Ele tem que agradecer inclusive.
Pronto, tá tudo certo.
>> Um beijo pro Marcelo Bert.
>> Um beijo. Um beijo. Vamos lá. Então,
vamos falar do do que que a gente tá
aqui para falar. É proibido proibir. Faz
o que tu queres, pois é tudo da lei.
Exato. Mas primeiro, já que a gente fez
o o Já, cadê? Cadê? Já que a gente fez o
aleatório, vamos lá pra abertura.
[música]
>> Vivalka apresenta BT Papo, uma conversa
regada Bíblia, teologia e risadas.
Ai, ó, voltou esse preto. Vou pro Rafa
cortar que tem ficou.
>> É, viu? Deixa eu te falar. Me escreveram
hoje aqui um uma um comentário no
Instagram no
>> Oi.
>> reagindo ao Story, dizendo que gostou
muito dessa charge. Nossa, porque quando
eu rio de fato eu fecho o olho.
[risadas]
Olha, acabou de fazer, acabou de fazer.
É, foi isso aí. Foi desenho do M. Foi
show de bola. Foi show de bola. E eu
agora meu nome tá certo. Pelo menos na
outra abertura o meu nome tava Rorigo.
>> Era o meu nome era o meu nome Naruto.
Meu nome, sei lá, meu nome de anime,
Rorigo, entendeu? Rodorigo.
>> Esse o nome do Japão seria Rodorigo.
>> Rodorigo. Boa. Tu já explicou esse
betpapo, Cacau. No último betepo a gente
falou sobre a,
>> eu acho, né? Não sei, não falo japonês.
>> É, a gente falou sobre a questão da Ah,
a gente falou sobre o que semana passada
retrasada? Sobre tudo é puro, né? Tudo é
puro pros impuros. São puras para os
puros.
>> Exato. Falamos um pouquinho dos
judaisantes que estavam ali e tal,
trabalhando. Inclusive, alguém comentou
no betpapo: "Ah, então tá legalizado
usar elementos judaicos". Cara, a gente
nem fala sobre isso no betpapo e é óbvio
que a gente não vi perguntaram isso,
cara. Eu tô ruim de de acompanhar os
comentários dos BTP.
>> É, não, eu tô dando uma olhada agora. E
alguém comentou: "Ah, então tá liberada
a judaização do culto, alguma coisa
assim".
comentári
>> não. Claro que não. Não, a gente,
primeiro que a gente nem toca nesse
assunto. E outra, e a gente fala contra
a galera que quer judaizar os cristãos.
A gente fala contra, entende? Sobre o o
sobre o uso de elementos judaicos no
culto cristão. Leia a Paixão por Israel
de André Daniel Hein tá bom? O último
livro que ele lançou.
>> Eu já recebi, mas não li ainda.
>> É, eu tenho só um panorama, tem um
podcast aqui, mas ele fala de desse
dessa utilização e tal. Enfim.
>> Ah, sabe por que eu não li os
comentários do último betapo? Porque no
dia seguinte sai um BT Não, no dia
seguinte saiu um BTC. Ah, tá. Isso
>> não, não tá em ao vivo. Ele tá no vídeos
também.
>> Tá no vídeos também. Ah, então deve ter
ido lá. Não sei também. Mas enfim,
depois acompanha lá. E
>> e de forma alguma, galera. É, como é que
ele comenta? Ele comenta alguma coisa
assim, né? Comentário
>> que ele viajou no comentário. Não,
>> gente, não faz o menor sentido. A gente
disse o contrário, inclusive.
>> Exato. É, então é. E cara, mas aí Cacau,
a gente entra aquilo que a gente tem
conversado lá num grupo, né? Eh, a gente
realmente eh tem que tomar e eh o se
comunicar hoje é um baita desafio. Nós
trabalhamos com comunicação, a gente tem
está cada vez mais ciente disso.
>> A galera não ouve direito,
>> tem algo a falar sobre isso.
>> É, a galera não ouve direito, a galera
não presta atenção.
>> E gente, e às vezes assim, a gente é bem
claro no que a gente tá falando, só que
as pessoas elas têm uma elas tm umaze.
Lado de cá é claro, esse lado de cá é
escuro, ó. É escoro. É, você, [risadas]
você é Yangyang, né? Você é Yangyang
Yangyang? Yangang, né? Como é que é
aquela coisa lá?
>> Não, é que no último betpapo eu fiquei
com tanta luz na cara que eu tô
reluzente.
>> Então eu vim aqui para uma penumbra
assim, ficar um pouco mais
>> boa. Afinal a gente tem um tem as partes
cinzas da vida que são inevitáveis. Mas
assim, Cacau, o que eu quero dizer é o
seguinte,
>> é que eh a gente lida muito com isso,
tá? Tem uma timidez cognitiva muito
forte hoje em dia, né? Então assim, e a
galera tá cada vez, sabe? Tipo, e eu me
preocupo até inclusive com a geração da
minha filha, né, que tem essa questão da
é uma geração que tá vindo com um Q mais
baixo também do que a geração acho que
seja esse o problema. Eu não acho que
seja essa semana me convencido. O
analfabetismo funcional é altísimo.
>> Não, eu também não acho que seja esse.
Eu não acho que seja esse o problema
também.
>> Vou, cara, vou lançar uma das grandes.
>> Não, mas não, tudo bem, mas não é esse o
problema,
>> tá?
>> Não é esse.
>> Porque analfabetismo funcional em geral
não é o que toca essa galera,
>> tá? Não, essa galera escreve bem, não.
Essa galera escreve bem, conversa bem
com a gente, se expressa inscrita. Eles
não são analfabetes funcionais. A
questão é outra que toca essa galera que
vem, não, não essa pessoa desse
comentário, gente, por favor, tá? Eu tô,
na verdade, tô me baseando muito mais
numa outra reação que eu vou explicar
agora. Essa semana saiu um corte meu
do Fé Pública no meu Instagram que a
Jennifer postou lá e em que eu falo
>> Fé pública. O que que é fé pública? o
podc, o meu outro podcast que eu faço
junto com o Thiago Melo, que a gente
fala sobre fé, cultura, política,
sociedade e coisas desse tipo. E aí no
lá eu falei eh eh
três imprecisões sobre a questão, a
visão de um de um
jornalista e influencer aí que é o o
Peninha, né, sobre a questão dos
evangélicos e o voto e e a relação dos
pastores com a política. E eu falo três
coisas lá. E eu falo que
eh porque ele fala: "Ah, se evangélico
não vota no pastor, não devia votar para
presidente". Eu falo: "Não, muitos
evangélicos votam para pastor. Eu mesmo
sou um pastor eleito pela minha igreja e
eu posso ser destituído do cargo." A
segunda coisa que eu falei é que eh não
são só evangélicos que não votam nos
seus clérigos. Claro, a maior parte das
igrejas evangélicas não votam, mas não
são só evangélicos que fazem isso. A
maior parte das religiões não votam nos
seus clérigos. Isso não significa que
elas não devem votar. Mas a terceira
coisa que eu falei foi que a gente acha
que pastor,
>> vocês ainda ouvem o Peninha, cara? Meu
Deus. Não, assiste lá o programa que
você vai ver que a gente não tá
debatendo exatamente com ele.
>> Mas a terceira coisa que eu falei foi
>> eh
que vocês acham às vezes que pastores
falam e a igreja vai atrás, mas em
muitos sentidos o que acontece é o
contrário. Pastores são sensíveis a para
onde a congregação e os evangélicos em
geral estão indo e embarcam nessa onda e
aí reforçam o discurso. Isso aí já é
muito estudado e tal. Só que quando eu
falei isso, eu falei que eu falei o
Malafaia
não aderiu à extrema, não puxou as
pessoas paraa extrema direita. Ele foi
pra extrema direita e a maior evidência
disso é que antes ele apoiava a
esquerda. Foi isso que eu falei.
>> Que que as pessoas falaram? Você chama a
direita de extrema e não chama a
esquerda de Eu não falei nada disso. Eu
falei do Marafaia.
>> [risadas]
>> O assunto não era sobre esse. E cara,
foi tudo sobre isso, como se eu tivesse
falando que não existe extrema esquerda
e como se eu tivesse falando que toda
direita é extrema. E eu não falei nada
disso.
>> Aí eu fiquei pensando da onde vem isso?
>> Da onde?
>> Aí eu cheguei a pensar que era
incapacidade das pessoas entenderem, mas
eu falei: "Não pode ser, porque as
pessoas estão escrevendo bem, elas
entendem a codificação da linguagem".
>> Hum.
>> E aí que vem a questão, cara,
>> nós temos uma incompreensão afetiva do
que a gente ouve. Não é cognitivo.
>> Concordo. Concordo.
>> O que impede a gente de entender o outro
é que a gente tá cheio de raiva. E aí
quando a gente tá cheio de raiva, a
gente quer encaixar rapidamente o outro
dentro das categorias que nós
estabelecemos na nossa raiva. Então ele
tem que tá ou na direita ou na esquerda.
Eu não tava falando só que só existe
extrema direita, que a esquerda não é
extrema. Não falei nada disso.
>> Nossa,
>> mas as pessoas que estão tão, eu e na
verdade todo o meu discurso eu tô
apoiando [risadas] os evangélicos,
mas as pessoas acharam que eu tava sendo
esquerdista por causa disso, entendeu?
>> Cara,
>> e aí que que acontece? Esses dias eu eu
eu fiz uma série de mensagens na igreja
sobre Jonas e eu comecei falando Jonas
quando Deus tá furioso, ele tá dormindo
porque é confortável o ódio. O ódio é
confortável. É
>> o que Jonas detesta é acordar e perceber
que Deus é misericordioso. Ele odeia
isso. E tod E aí Jonas acorda duas vezes
na Bíblia na na Bíblia e as duas vezes
que ele acorda, ele pede para morrer
[risadas]
>> e ele encara Deus misericordioso nas
duas vezes, entendeu? O ódio é
confortável, gente. O amor é que exige
que a gente leve o outro em
consideração, que a gente considere
nuances, que a gente dê dê, como é que
é?
>> Benefício da dúvida. O amor é muito mais
complexo, o ódio é muito simples, ele é
muito confortável, você é uma pessoa que
não merece seu ouvido, então fica do
lado de lá. É,
>> as pessoas não entendem por uma questão
afetiva, não é por uma questão
cognitiva. E é isso.
>> Concordo. Concordo, Cacau. Eu concordo.
Eu eu eu não descarto a primeira opção,
mas eu acho que essa tua
>> ela existe, mas não nesses não tanto
nesses âmbitos que a gente convive, não
tanto. Por exemplo, as pessoas não
entenderam a Vamos puxar o de novo. Não
é porque elas são burras, que agora todo
mundo que não entende é burro. Não, quem
falou isso não tá certo, não. As pessoas
não são burras, cara. é que a gente tá
organizando o mundo com base nos nossos
afetos. E tudo bem, a gente sempre fez
isso, a gente sempre fez isso, só que o
evangelho pede que nós tenhamos afetos
mais amplos,
>> com certeza.
>> Então, a gente precisa se esforçar como
exercício da graça para entender o
outro. Gente, eu vou fazer um vídeo aqui
no canal, vou queimar a pauta um
pouquinho aqui no betepo porque tem
muito a ver, mas eu vou fazer um vídeo
meu sozinho à parte disso, um solos
bíbos aqui.
>> É porque ele não quer que eu interrompa
ele, gente.
>> Não, eu quero inclusive que tu me dô
brincando, tô brincando.
>> Eu [risadas] quero que tu me dê, eu
quero que tu me dê insites para
>> Isso. Foi uma interpretação e maldosa,
pouco afetuosa do que você. [risadas]
>> Pouco afetiva. Exato. Não, eu quero que
tu me dê insites para eu usar no meu
vídeo e ainda colocar no meu nome.
>> Eu te dou insites, você me dá insiders.
Inclusive essa aqui você que me deu.
>> Exatamente. Aí o que acontece, [risadas]
cara? Olha só.
O Maurício, o Maurício Meirelles, um
comediante. Mano, o áudio do baixo está
cacau do cacau que tá muito pô. O meu tá
baixo ainda, galera.
>> Gente, eu abaixei mais. Eu abaixo mais
aqui.
>> Eu vou aumentar o meu. Não, não. Se o
teu tá bom,
>> eu tô falando meio alto, galera. Eu tô
um pouco empolgado aqui. Deixa eu
abaixar.
>> Deixa eu ver se eu consigo mexer no meu
aqui. Não, não. Deixa eu mexer no meu
também. Pera aí. Pior que o meu acho que
já tá no máximo, galera. Ó, aumentei o
meu agu tá o máximo agora, tá?
>> Eh, vamos lá. É, o áudio do Bibo tá meio
baixo. O Bibo, seu áudio tá e baixou do
nada agora, gente, que aconteceu? E
agora como é que tá?
>> Não, acho que eles estão comparando com
o meu. O meu eu tô falando alto, eu tô
gritando aqui, na verdade.
Eu vou falar assim um pouco mais.
>> Pera aí, eu vou resolver isso aí agora.
Como é que tá o meu áudio?
>> Ah, lá vai o microfone vermelho.
>> É, eu vou vou tirar esse aqui porque
esse aqui me dá mobilo. Sabe da onde o
Bib trouxe esse microfone vermelho? Da
bate caverna.
>> Da bate caverna. Do
>> da bate caverna não, do da delegacia,
né?
>> Tá.
>> Onde que era o microfone? O telefone
vermelho que brilhava era na era o
comissário Gord ou era o Batman que
tinha isso?
>> Nossa, aí tu me pegou, irmão. Microfone
agora como é que eu tô, galera? Ficou
bom o meu áudio agora? Tá. E aí, agora
ficou, como é que tá o meu áudio? Me diz
aí. Vamos lá.
>> Mais alto,
>> tá mais alto. A voz do cacau pá. O bibo
tá baixinho. Meu Deus, eu tava muito
baixinho mesmo. Pelo
>> Não, e agora? Agora acho que tá bom, né?
>> Agora como é que tá, galera? Agora eu
troquei de microfone. Agora tem que tá
bom, entendeu?
>> Eu não tô baixinho, eu sou baixinho. É
outra questão.
>> Exato. É uma questão de Vamos lá. Boa
agora. Boa. Não sei se é por causa do
áudio ou do alguma coisa que o Cacau
falou. Enfim, pessoal, agora às vezes a
pessoa também tá 10 minutos atrasado no
no vídeo.
>> Ex. Ó, agora eu mudei. Continua baixo.
Ô, gente, meu Deus, não dá para agradar
todo mundo, né? Aí não dá para agradar
todo mundo. Pera aí, meu microfone como
é que tá?
>> Do Bibo tá bom, do cacau tá muito.
Gente, vocês decidem.
>> É, vamos lá.
>> Eu vou baixar mais. Vou baixar mais.
>> Por isso que tem que ter edição, viu?
Cliente tudo é regulado na edição. Vamos
lá. O meu tá no máximo, galera. Eu não
tenho o que fazer, tá? O meu está no
máximo, tá? O meu está no máximo. Enfim,
vou continuar.
>> Pronto. Vamos lá. Eu vou. E é que eu vou
continuar porque eu não quero ficar.
Vamos lá. O Maurício Meirelles, o
comediante, ele fez um um vídeo que eu
achei excelente. Cara, não, eu não gosto
muito da É, eu não gosto muito da Ela
gosta do Maurício Meles. Gente, eu não
tenho nada contra, eu não tenho nada
contra o Maurício Meleles, não.
>> Não, eu acompanho ele. Eu par não acho
ele da geração dele. Ele não é o cara
mais engraçado que eu não, não. Eu
também não acho. Camila adora. Camila
adora. É, ela curte os achismos e tal,
mas cara, eu não acho ele muito
engraçado, para ser sincero assim, eu
nem sei por que eu sigo ele. Me importa
muito, né? Me importa muito.
>> Enfim, mas cara, ele fala umas coisas,
>> ele falou outro dia que a galera adora o
Thiago Ventura e eu não acho tão
engraçado.
>> Nossa, ele é muito ruim. Nossa, eu acho
ele muito ruim.
>> Não, mas nós não, às vezes não é pra
gente, cara. Às vezes não é pra gente.
>> É isso que eu entendi, cara. E e outra,
quando a pessoa ouve falar que eu acho
ruim, ela não deve se ofender. Mano, eu
acho ruim. Tudo bem tu achar ótimo. Tá
ótimo.
>> Mas a Camila é fã. Maurício, se esse
vídeo jogar em você, manda um beijo pra
Camila. É, Camila é fã. Mas cara, vamos
lá. Mas eu sigo ele porque às vezes ele
fala umas coisas muito legais usando o
humor e eu gosto desse humor em que ele
passa uma mensagem, cara. E ele tá
falando que nós aprendemos a celebrar os
fracassos, tá ligado? Que ele começou a
falar, né, da galera da direita que
comemorou o Wagner Moura a não ter ganho
o Óscar e tal, porque ah, Wagner Moura,
esquerda, blá blá blá blá. Aí ele
pergou, mas agora o pessoal da esquerda
tá comemorando porque o Neymar não foi
convocado pra COP. ele usa isso, né, que
de fato aconteceu. Teve uma parcela de
pessoas que comemoraram uma coisa e
outra. Vamos lá. E aí ele usa esse esse
esse trampolim para trazer o seguinte
assunto, cara. A gente se especializou,
a gente se acostumou a celebrar
fracasso, tá ligado? Então assim, a
gente não quer mais celebrar vitórias,
né? Não importa, tipo, ah, não, ainda
bem que ele não ganhou o Oscar, pô, mas
o Oscar seria para o Brasil, entendeu?
Independente se o cara é de esquerda ou
de direita. Ah, o cara não foi pra
seleção, pô. Mas até onde dizem é um bom
jogador, né? Seria bom que ele tivesse
aquela coisa toda. E a gente celebra,
entendeu? Então assim, e e aí vendo
vindo pro lance das igrejas, é isso. A
gente às vezes tem uns prazeres meio
mórbos. Ah, aquele pessoal lá caiu, pá.
Sabia, mano. É, é, é. Sabe, é tudo, é
tudo ligado pelo afeto de o que vem s o
afeto, entendeu?
>> Pior que eu vi, o pior que eu vi foi
agora,
>> hum,
>> no Twitter agora, meia hora atrás.
Ah,
>> a pessoa botou a foto, um vídeo de uma
mulher assim com fogos atrás dela. Fogos
de artifício. Ah,
>> só que eu não sei se o vídeo tava ao
contrário, não sei, mas o o parecia que
os fogos estavam caindo assim, sabe?
>> Hum.
>> Aí escreveu assim: "O brasileiro
quando a Argentina começar a ser
bombardeado,
entendeu? Porque os fogos são
contrários, né?
>> É.
>> Ou ou às vezes os fogos estavam para
cima mesmo. Eu que não reparei, né? A
gente tá vendo tanto vídeo de de míssil
que a gente eu posso ter confundido
focos com míssil, mas o texto era esse.
>> Eu falo: "Cara, pelo amor de Deus, vocês
estão maluco. Os argentinis nem do ponto
de vista humano, que já seria um
absurdo, mas vamos falar do ponto de
vista geopolítico. Os gentistas são
nossos parceiros
>> total.
>> Nós temos governos em rivalidade agora,
mas tirando isso, cara, historicamente
somos parceiros da Argentina.
A quebradeira da Argentina é horrível
pra gente, horrível para todo mundo. É o
bloco mais forte quando ela tá mais
forte. Mas nem isso, tipo, nem no lance
racional faz sentido. No lance afetivo
também não faz, mas a gente, né?
>> É, mas eu acho que o ponto tu levanta é
isso. Muito julgamento.
>> Ah, é verdade. O Marco Aurélio destacou
aqui. Aquele aquele vídeo tá muito
legal. O víor fontana, né? É
literalmente o melhor vídeo do canal
porque finalmente tem alguém
inteligente. [risadas]
>> Exato. Exato. Porque aqui a nossa
inteligência é limitada, né, Cacau? Opa,
esse é outro podcast ilimitado.
[risadas]
>> Exato. Esse é outro podcast. Mas é isso,
galera. Mas é muito legal isso aí, a
gente julgando as coisas pelo afeto,
sabe? Isso realmente prejudica bastante
a a o nosso julgamento e eu concordo
muito contigo, mas acredito, tem uma
questão aí de Qi também baixo e de
timidez cognitiva que ajuda bastante a
galera.
>> Mas você que fala da geração e tal, mas
a galera que comenta aqui não é dessa
geração que tem que ir mais baixo com os
pais não, viu? É isso que eu tô falando.
>> Exato. Exato. É o pessoal que só não lê
direito ou não ouve direito mesmo. Mas
enfim, Cacau, aí vem esse lance, né? A
gente falou sobre a graça, aquele texto
maravilhoso de Tito 21 a 14, né? para
mim um texto maravilhoso sobre a graça
de Deus. Falamos sobre a graça,
>> uma carta maravilhosa contida num livro
maravilhoso chamado Bíblia Sagrada.
>> Maravosa. Exato. E aí a gente vem então
para esse a gente explorar um pouco mais
esse lado, tá? Mas então a graça ela é
permissiva, tipo eh eh já que onde
abunda o pecado vai superabundar a graça
e por isso então ei de pecar mais e
mais, né? Para citar aí
>> que texto maravilhoso. Outro texto
maravilhoso.
>> É para citar um pensador.
>> Maravilhoso. Apóstolo Paulo em Romanos.
da antiguidade, né? Então assim, é isso,
né? Tudo me é lícito, mas nem tudo me
convém. Como é que a gente entende
inclusive até essa orientação de Paulo
aos Coríntios, ah, lá o capítulo 6, se
não me falha a memória, ah, onde Paulo
tá, né, levantando uma série de questões
eh eh problemáticas na igreja e tal.
>> Mas e aí, Cacau, a graça é permissiva?
Tipo,
>> então eu acho que a gente tem que
abordar uma questão aqui antes de mais
nada,
>> anterior, uma questão anterior. Não,
>> não, não, não, não. A questão é essa, a
questão não, não, não vou abordar uma
questão antes de mais nada, não. A
questão é essa. Mas a a um problema que
você já me disse muito tempo atrás, que
enfrentou uma época, eu acho que não sei
se você continua enfrentando, que você
antigamente ia pregar em algumas igrejas
que tinha uma doutrina muito legalista.
Eu lembro você me contando isso e que
você ia falar da graça e do evangelho e
aí depois vim alguém repregar para pôr
limites na sua na sua mensagem. Sim, mas
veja bem, né? Como se a graça levasse à
libertinagem. Exato.
>> Que a Bíblia fala rapidamente sobre esse
risco. Quando ela fala, quando Judas na
sua epístola fala sobre os falsos
mestres, ele nem deixa muito claro. A
maior parte das denúncias que Judas
levanta contra os falsos mestres são
denúncias do ponto de vista do
comportamento deles. Mas ele rapidamente
fala que eles eh usam da graça para
libertinagem, se eu não me engano assim
que ele coloca lá em Judas ou eh
levam a graça liber ou ensinam que a
graça leva libertinagem, alguma coisa
assim, né? Abusam da graça para
libertinagem, alguma coisa assim, né? E
aí eles
eh eh e esse risco, então assim existe,
certo? No nosso tempo existe, que é
doutrina da hipergraça que apaga o
pecado e tal, né? Mas nós temos alguns
problemas nisso. Inclusive essa visão
também é uma negação da graça. Essa
visão da hipergraça também é uma negação
da graça. Mas eu já falo sobre isso
também.
Eh, em geral, o que Paulo tá fazendo na
no Novo Testamento é mostrando que você
não precisa
de uma visão legalista
da do comportamento para garantir a
retidão, que nós deveríamos ser movidos
única e exclusivamente pelo
constrangimento que a graça nos causa,
certo? E ele vai fazer isso de várias
maneiras. Uma delas é dizendo que eh nós
somos constrangidos pelo amor de Cristo.
Em segunda Coríntios, ele vai falar
isso. Mas essa nem é a maior ênfase
dele. Uma ênfase que ele dá muito grande
e ele e ele dá isso também em Tito. A
gente até falou isso, né, que ele fala:
"Olha, assim como vocês receberam a
graça, Tito capítulo 3, sejam bondosos
para com todas as pessoas". Então é uma
forma um pouco de constrangimento. Deus
foi gracioso com você, seja com os
outros, assim como Jesus na parábola do
criedor incompassivo faz também. Mas tem
uma outra maneira que Paulo usa que eu
acho maravilhosa, que é nesse texto que
você citou aí do que diremos, pois
continuaríamos pecando para que a graça
aumente. Ele fala assim: Como que eu vou
voltar pra vida paraa qual eu morri?
Então, olha só, ele não tá falando sobre
uma escolha a respeito de como eu vou
viver, entendeu? Bom, Deus te salvou.
Agora, eh, cabe a você viver, escolher
sempre viver da maneira correta. Não é
isso que ele fala. Ele fala: "Cristo
morreu carregando essa velha vida".
E essa é uma grande ênfase de Paulo para
falar da santificação. A santificação
como a graça da ressurreição de Cristo.
Cristo vive realmente, não
simbolicamente. Cristo vive realmente
espiritualmente entre nós e através de
nós. Então ele vai falar isso em Romanos
capítulo 6. Ele fala assim, ó, eh, que
diremos, então, continuaríos pecando
para que a graça aumente? Porque antes
ele falou, onde abundou o pecado, supir
abundou a graça, né? E ele fala: "De
maneira nenhuma, nós, os que morremos
para o pecado, como podemos continuar
vivendo nele?" Ou vocês não sabem que
todos nós que fomos batizados em Cristo
Jesus, fomos batizados na sua morte,
portanto, fomos sepultados com ele na
morte por meio do batismo, a fim de que,
assim como Cristo foi ressuscitado dos
mortos mediante a glória do Pai, também
nós vivamos uma vida nova. Então, para
Paulo essa escolha não existe. Ah, então
ah, então a questão é essa, Paulo.
Sempre que eu pego tem mais graça, tem
mais perdão. Então vou pecar mais, vou
continuar pecando, vou viver na
libertinagem, porque sempre tem mais
graça. E você não tá entendendo que a
santidade é uma graça da ressurreição de
Cristo, entendeu? Porque é ele vivendo
através de você. Isso ele fala aqui eh
em Romanos. E em Gálatas, ele vai dizer:
"Eu fui crucificado com Cristo, que é a
mesma ideia, e vivo não mais eu, mas
Cristo vive em mim." E agora vida que
agora eu vivo na carne, vivo pela fé no
filho de Deus que me amou e se entregou
por mim. Então agora é Cristo vivendo em
mim. Em Primeira Coríntios, capítulo 15,
ele diz: eh,
se se não há ressurreição, Cristo não
não se ressuscitou. Se Cristo não
ressuscitou, nós permanecemos nos nossos
pecados.
Cara, eu acho incrível isso, porque isso
não faz muito sentido da forma como a
gente costuma pregar sobre pecado e
sobre perdão e sobre a graça de Deus. A
gente concentra toda ela na questão da
cruz, na morte de Cristo. Cristo morreu.
Ao morrer, pagou a nosso, pagou a nossa
a nossa dívida e nos resgatou do império
das trevas, certo? Então, a dívida tá
paga. O diabo não tem mais direito, não
tem mais, né? Não que ele tivesse
direito antes, né? Aqui eu já tô caindo
numa questão de Cristus Victor, mas
[risadas] ele pagou o pecado. Então
assim, a gente tá liberto da condenação.
O pecado não tem mais essa força contra
nós. Mas em Primeira Coríntios 15 não é
a morte de Cristo que nos livra do
pecado, é ressurreição de Cristo. O que
que significa isso? É como se eu tivesse
dizendo assim: "Se Cristo não
ressuscitou, não tem Cristo vivendo
através de nós. Então o que que sobra
para nós? Sobra continuar pecando,
porque é a única maneira que a gente
vive. Então, a santidade é uma graça da
ressurreição de Cristo através de nós. E
quando eu pego e falo: "Não, mas veja
bem, eu não posso falar dessa maneira
que tem perdão de Cristo, que todas as
coisas são puras para os puros, eu
preciso colocar certos limites, eu tô
olhando apenas para aspectos negativos
da santidade e não para aspecto
positivo, afirmativo dela, que é Cristo
de fato agindo através de nós
espiritualmente. É ele vivendo através
de nós, entendeu? Bom, esse teu
argumento todo aí, toda essa construção
teológica que tu tá fazendo, se encaixa
também de alguma forma em Primeira
Coríntios 6, a partir do versículo 12,
né? Por ele começa a falar, né? Ele vai
falar de uma série de, ele tá tratando
uma série de pecados
>> da igreja de Corinto, inclusive assim
coisas abomináveis, né? O caso do
capítulo 5 e tal.
>> E ele trata com seriedade o pecado. O
apóstolo da graça trata com seriedade o
pecado. Sim.
>> E ele vai começar no capítulo 6, a
partir do versículo 12. Essa lance,
cara, foge da porneia, né? Talvez o
texto áure ali, né? O couro ou o texto
em destaque, não sei é como é que é o
ah, esqueci a palavra assim, tipo o
texto chave, né? O versículo chave é
fugir da porneia, né? Foge, tipo, foge,
tipo. E ele explica isso. E aí ele
começa, ele usa o argumento da
ressurreição também. Se eu vê se eu tô,
se eu tô enganado. Tudo me é permitido,
mas nem tudo convém. Tudo me é
permitido, mas eu não me deixarei eh que
nada me domine. Ou seja, tudo me é
permitido era ali, né, o o slogan dos
pneumaticos que se consideravam super
espirituais, mas fazia uma separação
muito eh muito errada, né, do corpo e e
da vida espiritual e tal, cara. Meio que
o que eu faço com o meu corpo não tem a
ver com a minha vida com Deus, com a
minha vida espiritual. Então, tudo bem
ter o caso com a madraça, tudo bem eu
ter um caso com a prostituição, com a
prostituta, porque isso não interfere na
minha realidade espiritual, da minha
vida com Cristo. E Paulo tá dizendo:
"Cara, tu tá louco? Não, tudo é
permitido, mas nem tudo convém. Ou seja,
a graça me dá liberdade de viver, mas
tem coisas que não me convém, entende?
Tudo é permitido, mas não, tu não se
deixa dominar, né? Você não vai deixar
que essas coisas te dominem. Os
alimentos foram feitos para o estômago,
o estômago para os alimentos.
É, mas Deus destruirá ambos. O corpo,
porém, não é para imoralidade. Ou seja,
cara, o que tu faz com o teu corpo não é
igual. O que tu faz com a prostituta não
é comer uma comida que você tá comendo.
Beleza. Paulo até não vai ter problema
com a comida ali do templo em última
análise, né, cara, né? Ele vai traz isso
no capítulo 10, né? Evita se der, mas
aqui tem uma questão com a comida,
assim, eu eu Mas eu fala eu já Mas o não
é central. Não é central. É o
contraponto que eu vejo aqui, cara. Não,
tu não pode comparar a alimentação,
mesmo que cútica, com a prostituição
cústica, tipo, não dá, entendeu? Deus
destruirá ambos. O corpo, porém, não é
para a imoralidade, mas para o Senhor e
o Senhor para o corpo. Por seu poder,
Deus ressuscitou o Senhor e também nos
ressuscitará. Vocês não sabem que seus
corpos são membros de Cristo? Tomarei eu
os membros de Cristo e os unirei a uma
prostituta? de novo Paulo com essa
ênfase, né, de modo nenhum, né,
megnoito, eu lembro que eu decorei isso
no grego, ou seja, que é uma parada
assim, tipo, eh, não é porque é uma, eh,
Paulo usa também em Romano 6, tipo
assim, é, é o absurdo, é como se, se
fosse numa linguagem de hoje, é, tu tá
de sacanagem, entendeu? Tipo, não, no
Rio ele não falaria isso porque
sacanagem lá é muito pesado, mas assim,
tu tá de cara de forma Rio é aí
cariocas, no Rio é pesado, sacanagem.
Tem lugares que, tipo assim, eu uso
muito sacanagem, tipo, ah, só vejo
carioca falando isso.
>> Não, mas é, é, tem conotação bem bem
sexual, assim, por exemplo, no Rio, né?
Tanto que eu falei uma vez na igreja do
alcino e depois vieram me dar um toque,
cara, só evita falar sacanagem e tal. A
gente sabe como tu tá usando, mas pro
nosso contexto aqui é uma palavra meio
pesada e tal. Enfim, eh, moral da
história, eh, cara, Paulo tá falando de
forma alguma, tipo, não, cara, tu tá
maluco e não mistura as coisa, não ache
que comer a comida sacrificada ao ídolo
ou qualquer outro tipo de comida e não é
a mesma coisa, cara. Não é porque eu eu
acredito que você possa comer qualquer
coisa que tiver no mercado que isso quer
dizer que você possa comer a prostituta
para ser um português. [risadas] Bem
claro, desculpa a gente.
>> Mas aqui e aqui tem um lance louco que é
esse negócio da destruição do corpo.
>> Exato.
>> Que depois ele vai trazer o aspecto do
da ressurreição, né? Ambos serão
destruídos. Aí eh eh Cristo ressuscitou
e restaurará. Que que que por que que
ele traz essa questão de ambos serão
destruídos? Não faz não faz sentido,
porque tudo vai ser destruído. Então não
faço nada. né? [risadas] Ah, eu vou
cantar louvores a Deus. Ah, mas minha
boca vai ser destruída, então não vou
cantar. Não é essa questão. [risadas]
>> O que o Paulo tá dizendo é que às vezes
nós centramos a nossa vida em coisas
passageiras ao invés de nos apegar mais
e mais ao que é eterno.
>> Uhum.
>> Aquela frase que não é do apóstolo
Paulo, mas é muito citada, né? Eh, tudo
que não é eterno é eternamente inútil.
>> [risadas]
>> Exato. É do do
>> Ela encapsula, ela encapsula muito bem a
a ideia, uma das ideias do apóstolo
Paulo, que é essa de um mundo que tá
sendo substituído por outro.
>> Uhum.
>> E se você se apega ao mundo que vai para
que ele domine sobre sua vida, são os
tais rudimentos do mundo que você se
apega e ele te leva embora. Mas se você
se apega ao mundo que está vindo, que é
o da eternidade, todas essas coisas são
colocadas em
e eh relatividade em relação a elas, né?
relatividade em relação, né? Sendo
relativizadas.
Então, eh,
os al e aqui que era o lance da comida
que eu ia te falar, [ __ ] que o os
alimentos são feitos por estômagos,
estômago alimentos, né? Que era uma
também uma fala para as pessoas comerem
tudo que elas quiserem, para elas
gastarem a sua e eh o seu prazer ali
comendo as coisas. E o que leva ao
pecado da gula, que não é bem o que a
gente entende hoje de comer desenfreado
e tal, né? Eh, a não ser em casos muito
raros se apegaria a isso. Mas o pecado
da gula, ele tem muito a ver com a
cara.
Ah, eu eu vou entrar porque eu tô doido
para falar sobre isso, mas fala, mano.
>> Mas o pecado da gula hoje ele tem muito
a ver com a transformação do alimento em
tantas outras coisas separados do
aspecto da função do alimento,
da própria nutrição.
Eu tava pensando nisso, assistindo um
filme que eu assisti atrasado, mas que
eu gostei muito, muito, muito mesmo, que
é o filme O Menu,
>> é, o Erlan falou para eu assistir esse
filme. Um abraço pro Erlan, grande amigo
nosso,
>> mano. O Erlan falou, cara, o Hernan me
contou um pouco. As pessoas podem
assistir e achar que é só um gore, um
negócio assim, mas esse filme é uma
crítica muito contundente
à cultura furi, né?
Esse essa coisa de não é o alimento, não
sei que lá, em que a comida ela vai se
tornando mais e mais uma questão de
status,
de experiências
e menos comer, entendeu? num mundo em
que pessoas não têm acesso à alimentação
para viver.
E eu tô transformando a comida e
pensando naquelas todas, não, porque
isso aqui foi produzido não sei onde,
com sei que lá e tal e tal, mas para
chegar nisso, para agradar uma parcela
ínfima da população mundial que tem
questão de consegue pagar isso, o que
acontece com o resto, entendeu?
Então quando isso toca bem mais o que
era a gula no primeiro século, que tinha
a ver com essa galera que podia comer de
tudo enquanto a fome era muito, muito,
muito mais séria do que a hoje, porque
hoje a gente produz alimento a rodo, né?
Hoje o problema é todo distribuição. Na
época não era, na época também era
produção, dependendo do clima e de uma
série de coisas. Então, a gula tinha a
ver com isso, essa falta de amor, essa
falta de cuidado com o outro, essa falta
de percepção da comida como graça e não
como status, como eu consigo comer isso,
eu, né? Não, eu já comi tal coisa, né?
Então, talvez um cântico que você possa
cantar domingo na igreja, é, você sabe o
que é caveiar, nunca vi nem com falar.
[risadas]
Então, essa coisa e Paulo tá falando,
cara, vocês estão se apegando a essas
coisas que passam, como elas dão sentido
paraa sua vida. ao invés de você pegar o
que eterno. E o pecado em muito sentido
é isso, em que a gente coloca uma série
de de a gente centraliza a nossa vida em
práticas que tem um sentido muito
efêmero ao invés de olhar para as coisas
que são eternas. E a mera graça da
ressurreição de Cristo na nossa vida já
teria deveria colocar todas essas coisas
sobre suspeit. Porque se Cristo não foi
vencido pela morte, eu também não serei.
Se eu não seerei vencido pela morte,
como eu me submeto às leis da morte para
fazer qualquer coisa?
Por que que eu tenho que aproveitar tudo
nessa vida? Porque essa é a única vida
que eu tenho. Não é a única vida que eu
tenho. Mas outras coisas também, por que
que eu preciso o meu pirão primeiro em
relação ao meu irmão com quando a
farinha é pouca? Se e eu tenho essa
graça de Deus na minha vida, se a morte
não me pressiona, sabe? Então eu não sei
se eu saí um pouco do tema aqui, mas eu
acho que eu saí. Mas de qualquer forma é
isso, entendeu?
>> Eu acho que acho que [risadas] foi
legal. Acho que foi legal. Foi legal.
Foi legal. A gente não precisa ficar o
tempo todo pensando que o o medo do
juízo de Deus é que nos mantém na linha.
>> É a realidade da vida de Cristo em nós
que nos mantém tomados pela vida dele.
>> O meu arrependimento, então, não vem
porque Deus odeia o pecado. Claro que
ele odeia o pecado,
>> mas o meu arrependimento vem porque eu
sou absolutamente atraído pela graça de
Deus. E cada segundo perdido em
aproveitar dessa graça da ressurreição,
é um segundo perdido diante da
eternidade, né? É, é uma eternidade em
um segundo perdido,
>> entendeu?
>> Então eu preciso eh eh me encantar com a
graça de Deus. Esses dias eu eu preguei
na igreja, ainda pregando em Jonas, né,
e falando sobre a experiência de Jonas
no ventre do grande peixe, né, ou da
baleia. E aí eu falei lá, o doido é que
Jonas diante da morte ele desespera e
vai a Deus. E o doido é que a gente faz
isso também. E o pior é que a gente fala
isso sem nenhum constrangimento de
pensar que nós não deveríamos chegar a
esse ponto para ir a Deus, que nós não
deveriam chegar esse ponto de desespero
diante da morte, falar: "Eita, deu ruim
para ir a Deus". A gente deveria estar
absolutamente desesperado para ter mais
de Deus. Então, quando a gente se
contenta com a mediocridade, ficar pondo
medo no povo por causa da lei, a gente
não tá, a gente tá perdendo a a a chance
de
conectar
pessoas com a graça transformadora de
Deus. E Paulo já falou que isso é
impossível. A única coisa que você cria
tentando uma santidade com base na lei é
pecador e hipócrita. Você só cria isso.
Você não cria um santo.
Quando você prega
>> essa frase é boa. Essa frase é boa. Como
é que é? prega retidão com base na lei.
Você só cria pecador e hipócrita.
>> Hipócrit.
>> Você só cria transgressor e hipócrita.
Você não cria nenhum santo.
>> A santidade é uma graça de Deus através
da vida ressurreta de Cristo em nós.
>> Entendeu? Então não adianta nada. Agora,
>> por que que a hiper graça também não é
graça?
Porque a graça de Deus, ela é
manifestada num favor imerecido. Então
eu preciso reconhecer meu imerecimento e
eu só reconheço o meu imerecimento
encarando a minha culpa ou encarando,
para se não quiser usar uma palavra tão,
né, pesada quanto culpa, encarando a
minha indignidade.
Encarando a minha indignidade. E essa
indignidade, ela tem nome, tem origem, é
pecado.
>> É. Então, quando você tira o pecado da
equação, você tira a possibilidade de
uma graça salvadora.
>> É,
>> então você pode começar pregando, não,
tudo me l, você pode começar pregando,
não, não existe pecado, você pode falar
o que você quiser. Em algum momento esse
discurso vai cair num legalismo, numa
violência, porque
você vai pelo menos olhar pros outros
esperando que algum haja alguma justiça
e alguma coisa contra eles. Quando você
olha pro outro e fala assim: "Cara, eu
sou tão pecador quanto ele". A justiça
continua de pé. Porque ele é pecador,
mas eu também sou.
>> E a graça de Deus está sobre nós dois.
Então nós estamos abertos para viver de
maneira graciosa com os outros também,
entendeu?
>> É esse lance da hipergia eu fico meio
quieto porque de fato teve acho que essa
eh hoje tem alguns expositores da
hipergácia que falam em pecado e tal. É
não, e que falam em pecado. Acho que ela
tem uma um reposicionamento teológico e
tal. Eu vi até um cara no Instagram
falando umas coisas assim que eu isso
até eu concordo e tal. É que daí eu não,
eu não vejo por usar o termo hipergraça.
Eu acho que daí erra nisso, sabe? É
só graça
mim quando eu crio uma outra tentar
explicar a coisa, mano. E quando tu fala
sobre que o legalismo, né, aqui a gente
traz nosso amigo Pedro Pamplona, né, que
lançou um livro recente sobre legalismo,
a Francine Walsh lançou um livro recente
sobre legalismo, inclusive com prefácio
do Guilherme Nunes. Eh, o legalismo ele
gera isso, realmente, hipócritas e
pessoas culpadas, né? E é incrível,
cara, como eu fui criado de alguma forma
espiritualmente num ambiente legalista,
né? E ele e ele funciona em alguma
medida. E aqui com várias aspas, você
que não tá, né, e que não tá olhando pra
tela agora, eu tô fazendo aspas aqui
imaginárias, porque ele parece botar uma
ordem no caos. E aqui eu tô falando de
experiência própria e de coisas que eu
vivi, né? Então o o o legalismo, né,
esse
>> falso evangelho, a verdade é essa, isso
é um falso evangelho, né? Então esse
falso evangelho que te apresenta regras,
né? Os podes e não podes, os toques e
não toques, ele tem realmente uma cara
de santidade e ele põe uma ordem no
caos. Então, é muito comum você ouvir
pessoas com a vida completamente imoral,
desvirtuada, cheia de vícios, drogas e
coisaras, que de repente vai para uma
igreja dessa e se endireita, entendeu?
Se endireita,
>> não bebe mais, não fuma mais, não, não,
né? Não aposta mais no tigrinho, não
consome mais isso ou aquilo, não vai
mais naquele lugar.
>> É impressionante, cara. Só que aí tu vai
ver, beleza, tirou ele de um caos, de
fato, de uma vida repleta de pecados e
coisas que desagradam a Deus e fazem mal
para ele e para o próximo. Só que aí
você vai ver, você tira a libertinagem e
põe o legalismo.
>> É,
>> você só troca, só só muda o espectro,
entendeu?
>> É,
>> não, não fica no evangelho, entendeu?
Porque
>> a pessoa vai trocar, beleza? para aquela
pessoa. Gente, fá, eu vi famílias sendo
transformadas por causa disso, porque o
pai abandonou a bebida, porque o pai
abandonou as drogas e a família se
recuperou. Só que de repente o pai ele
pegou outros vícios religiosos que podem
ser tão danosos pra família quanto o das
drogas, infelizmente, né? É o que o que
acontece, isso é uma coisa que a gente
falou no nosso podcast aqui, o nosso
betpapo mais cancelado da história, que
é o sobre o
>> qual é o mais sacerdócio,
>> sacerdócio do lar. Eh, ali eu começo
dizendo assim, eu não quero ignorar que
pessoas que não tinham estrutura
familiar encontraram um modelo fechado e
e e vamos dizer assim, pregado como
único nas igrejas e não organizaram a
sua casa. Eu não quero ignorar isso.
Houve frutos e tem pessoas que são,
vamos dizer assim, muito gratas a esse
tipo de visão e por isso elas têm
bastante resistência às vezes de ouvir
algumas coisas que a gente fala. Exato.
Exato.
>> E eu falo e eu não ignoro que isso foi
uma bção na sua vida e que há pastores
que estão bem intencionados fazendo
isso, justamente porque eles sabem que
isso tem esse poder de ajudar muitas
pessoas e eles ajudam muitos, mas acaba
que exclui algumas outras que não tm
acesso a esse tipo de organização. E a
gente precisa falar da graça de Deus
familiar para essas famílias de outras
formas também. E era esse meu ponto que
essa parte todo mundo ignorou, todo
mundo foi pro resto. Mas aí é a mesma
coisa que os afetos determinando os
afetos [risadas] determinando
interpretação.
>> A mesma coisa que entra aqui nesse nesse
nosso papo. Eh, teve gente que foi
resgatada de uma linguagem mais por uma
linguagem mais dura e que inclusive
repassam isso paraos seus filhos
pensando: "Eu não tive isso na infância
e quase que eu quebrei a cara. Eu tô
mantendo meus filhos na linha porque eu
sei o que é estar naquele risco todo. E
pode ser que algum momento os filhos vão
entender isso e vai ser bção, mas eles
também vão saber colocar as as os pontos
ali eh eh também de reler aquilo para um
outro momento da vida. E tudo bem, isso
pode acontecer porque nenhum pai acerta
tudo, nenhuma mãe acerta tudo, nenhuma
igreja acerta tudo, certo? Agora você
basear uma igreja inteira nisso,
entendeu? Paulo é muito duro em alguns
momentos, gente. Paulo vai chegar a
falar assim: "É, é, é por essas coisas
que vem a ira de Deus sobre os da
desobediência.
Parece até que Paulo tá falando ou tá
vendo? Olha aí, vai vir aí de mas não é
isso que ele tá falando, tá falando
sobre os da desobediência.
>> Exato.
>> Como é que vocês que não estão na
desobediência, a ira de Deus não vem
contra vocês, vocês estão seguindo a
mesma coisa deles,
>> entendeu? Não é para vocês a ira de
Deus.
>> É,
>> é não. O cara de o cara de Primeira
Coríntios 5, ele manda entregar Satanás.
Exatamente. Mas ali como ali como
exercício de graça, né? Para quem
>> é, ou seja, vamos tirar o cara daqui
para quem sabe o cara se arrependa e
volte e provavelmente ele volta.
>> Cara, ser bem sincero, eu não sei, eu
não sei se é quem sabe não, tá,
>> cara. Acredito na segurança do Santos.
>> Aham.
>> Eu não, eu não sei se é quem sabe ele se
arrepende. Não, eu acho que é para que
ele seja salvo mesmo.
>> É, ou seja, ele tá garantindo, mas ele
precisa desse choque de realidade para
viver a realidade que ele é em Cristo.
Pode ser. É uma possibilidade.
>> Tá errado também. Não, mas eu acho que
dentro da segurança dos santos, ou seja,
uma vez salvo, sendo salvo, estando em
Cristo, você está salvo.
>> É, é, mas também pode ter gente da
segurança dos Santos que não interpreta
dessa maneira, porque pode pensar que
esse cara sequer é salvo.
>> Exato. Exato. Mas eu acredito que é ele
que Paulo tá falandoem na segunda carta,
receba com amor e tal.
que esse cara é, eu gosto de que esse
cara tá que esse cara tá se
reconciliando com a comunidade e tal,
mas Paulo, ou seja, entregar a Satanás é
uma disciplina severa. Acho que isso
todo mundo concorda. Não é assim, tipo,
ô gente, pô, pera lá, não, mano. É Paulo
trata o pecado como uma coisa muito e eh
mano, Romanos 5, ele, né, tipo, um
pecado vou dar, eu vou dar um exemplo
para você, vou dar um exemplo bem
prático para você. Não, aqui eu quo a
gente também vai para quem tá ouvindo a
gente tambm.
>> Talvez aqui eu toque algumas
sensibilidades e e assim, com todo o
amor no meu coração, não é problema meu.
[risadas]
>> Meu Deus.
>> Mas vamos lá.
Uma vez eu conversei com uma pessoa que
frequentava uma igreja em que os namoros
eram decididos pelo pastor.
Não decididos, aprovados. Decididos é
muito poder, né? eram aprovados pelo
pastor. Antes de namorar, as pessoas iam
até o pastor perguntar se podiam namorar
aquela pessoa com aquela outra pessoa. E
isso era uma situação que eu considero
bem pouco saudável, né? Bem insalubre.
>> Eu também. Mas ela disse assim, ela
vindo de uma família cristã e, né, e aí
frequentando essa igreja, ela fala
assim: "Olha, essa coisa, isso causa
estranheza para mim, mas considerando a
realidade ali dos irmãos, eu acho que
isso é muito importante e tal". Eu
fiquei meio quieto, né? Fiquei meio
quieto. Eh, mas pouco tempo depois
mostrou-se que essa prática era uma
prática terrível acontecendo dentro da
igreja. Pergunta: Pessoas que se casaram
com esse namoro sob essa orientação
problemática,
podem colher bênção desse casamento?
É claro que podem.
>> Hum.
>> Não é? É claro que podem. Só que o
problema é que às vezes a pessoa foi
negada duas vezes namoros anteriores e
aí da o terceiro foi aprovado. Aí quando
ela cai a venda dos olhos dela, ela fica
pensando assim: "Caramba, velho, se eu
tivesse casado com o primeiro lá que eu
e aí começa a comparação, entendeu?"
[risadas]
>> É o famoso EC, né? E EC
>> é essa menina que que falou comigo, ela
nem namorava na época, depois ela
namorou, casou, tal. Eh, eu acho que ela
não chegou a passar pela experiência de
ter negado nada.
>> [risadas]
>> Mas o lance é claro que pode ter bênção
e pode ter gente que fala: "Meu, tava
tudo errado, mas de fato isso me levou
até o casamento correto". Mas também
pode fazer pensar, cara, tava tudo
errado, isso me evitou um casamento
correto lá atrás. O que o que seria um
problema muito sério, porque é Deus que
tá guiando e obviamente você vai tirar
graça daí da onde você tá caminhando,
entendeu? Então são essas coisas que as
pessoas não calculam. Elas começam a
entrar numa onda de poder que vai
garantir as pessoas na na linha, num
controle e não ignor e e não e não
encaram a realidade de que os pastores
são profundamente falhos e eles precisam
ter essa consciência
>> ao lidar com um poder tão grande de
falar e as pessoas acharem que ele tá
falando parte por parte de Deus, quando
na verdade ele precisa pregar uma graça
que encaminha na retidão. E a retidão
como graça. A retidão é graça de Deus,
entendeu? E e esse que é o lance.
>> Boa. Ó, gente, cadê o super chat? Só o
Felipe deu um super chat aqui. [risadas]
Muito obrigado, Felipe. A gente não vai
para BH, Felipe, mas a gente vai estar
>> é por essa, é é pela falta de de super
chat que a ira de Deus. Tô brincando,
galera. Tô brincando.
>> Exato, exato. Ó, [risadas]
é, ó, ó, ó. Não é BH, mas é Minas
Gerais. Tá bom. Ô, Felipe, caramba de
BH, viu, velho. É longe. Ah, mas então,
desculpa. Foi mal, Cacau. A pessoal
botou essa pergunta aqui. Deixa eu ver
se eu entendi ela. Queria até fazer uma
exegese dessa pergunta. Pera aí. Cadê?
Deixa eu, cadê? Tirar aqui. Pera aí.
Aqui. Vamos lá. Eh, mas esse caso dos
vícios, o legalismo é uma ajuda. Imagino
que um novo convertido com problemas com
álcool sabe que na igreja ele pode
beber. Ele vai voltar à igreja por causa
da liberação ou Jesus. Eu consigo
entender. Vamos lá. Lesle. É o Lesle. É
figurinha carimbada aqui dos nossos
comentários
>> que a gente nunca sabe se é um homem ou
uma mulher, né? Mas acho que é um homem.
Homem não. Ele já explicou isso ano
passado.
>> É, mas eu não lembro. Eu não lembro.
Desculpa. Desculpa.
>> É que você lida com muitas pessoas. Eu
lido com menos, eu lembro um pouquinho.
>> É, mas acho que aqui descreveu melhor.
Pera aí, ó. Mas nesse caso isso
legalismo é uma ajuda. Imagino que o
novo convertido com problemas com álcool
sabe que na igreja ele pode beber. Ele
vai e volta à igreja por causa da
liberação. Eu não sei se entendi o que
ele fala. Então vamos lá. Eu estou com
afetos comprometidos aqui da pergunta do
Lester.
>> Não, você que você foi selecionar a
redação melhor e você selecionou de novo
a mesma.
>> Não, mano. É, é. Ó, essa aqui ele
escreve ajuda, certo? Aqui ele escreve
ajuda. Não, eu que eu que li errado.
Vai, vamos lá. É, é o seguinte, galera,
presta atenção,
>> meu. Tu entendeu a pergunta dele? Que
massa. Professor, né, mano? Professor,
>> mas essa pessoa não pode beber. Essa
pessoa não pode beber. Ela não pode, é,
>> é simples. É tipo, é simples. Isso não é
legalismo. Isso não é legalismo. Isso é
cuidadoção.
Saúde. Não, não, mas até de um ponto de
vista espiritual,
>> para deixar de fora a questão da doença
do do alcoolismo, que é uma doença, né?
>> E vamos falar da parte espiritual mesmo.
>> É, esse limite imposto a ela é amor. Da
mesma maneira que alguém que tem
problema roubando, você não vai dar ela
o car o cargo de tesoureiro, entendeu?
bar esse cargo ou uma pessoa que tem
problemas às vezes e
tantos outros tem funções que você não
vai colocar ela para fazer e você vai
exercer inclusive alguns tipos de
>> de
cuidado mais próximo dela em
determinadas áreas.
>> Uhum. Uhum.
>> E é isso, gente. E é isso. Agora, eh, o
problema é esse também, né? A gente quer
facilitar a nossa condução pastoral,
estabelecendo uma regra que vai ser uma
regra escrita em pedra para todo mundo.
E na verdade esses princípios são
princípios, alguns deles muito claros,
muito estabelecidos, mas que exigem a
escuta, a orientação, a ponderação
que coloca cada caso um caso.
>> Exato.
>> Eh, lembra lá, olha que coisa doida, né,
cara? Lembra lá quando Moisés recebia as
pessoas lá para julgar os casos e tal?
Não lembro exatamente, mas eu tô ligado
na cidade conte é no contexto ali da lei
de Deus, do êxodo, né? Eles já tinham a
lei, né? Uma parte dessa história
contada em Números, né?
>> E a lei já tava dada, né? A parte legal,
caso das irmãs lá, que tu sempre conta,
né? O caso das irmãs lá
>> também. Mas eu tô falando um e eh quando
Moisés vai a Deus e fala: "Você me odeia
porque me coloca como juiz desse povo".
Deus fala: "Não, vou tirar do seu
espírito para dar para 70 pessoas e
tal".
>> Ah, legal. Legal.
>> Por que que era tão difícil para Moisés
julgar isso? Porque ele tinha que
receber todo mundo, exercer sabedoria,
ouvir, ponderar. Não adiantava só ter
lei, só ter regra. Precisava ter gente
ali lidando com as pessoas em si, sabe?
E cheio do espírito. É o primeiro
Pentecostes, número 11. Número 11. Isso
é pentecostes. Lindo esse texto.
Inclusive, eu eu é maravilhoso que
Moisés fala, é, quisera eu que todas as
pessoas profetizassem, né? Quando
profetizam dois no acampamento e vão lá
falar: "Moisés, não deixa tal". Ele
fala: "Eu queria que todos tivessem um
espírito". Exato.
>> E então essa essa realidade ela é uma
ela ela é imposta a nossa função
pastoral de líderes da igreja.
>> Tem que ouvir ponderar. E há pessoas que
você tem que ser mais mais ali próximos
dela, né? E há outras que não. Mas isso
tem a ver com e a outra a outra coisa
também, a gente acha que disciplina
sempre é exclusão. Então, ninguém é
excluído por bebê, mas esse vai ser
excluído por bebê. Não, não é isso. Você
tá ali para restaurá-lo, para cuidar
dele, entendeu? Agora, para isso, eu não
preciso mentir. Não preciso chegar para
ele e falar: "O vinho de Jesus era sem
álcool". Não. Eu não tô acreditando no
poder do evangelho escrito na Bíblia. Eu
tenho que distorcer o que a Bíblia fala
para salvar o cara. Entendeu? [risadas]
>> Palmas. Não, porque o lance da bebida,
eu acho que ele, para encerrar esse
assunto, ele a gente já falou muito
sobre bebida. Marcelo Bert tem um livro
incrível sobre o cristão pode beber.
>> E o, e tem um texto que eu amo, que eu
acho que não está mais disponível, do
Sandro Bajo, que chama Crentes
cachaceiros. que ele fala assim: "Beber
não é pecado". Ele faz três afirmações.
Um, beber pecado. Mas dois,
>> para alguns beber é pecado.
>> Uhum.
>> E três, por isso, muitas vezes o melhor
é não beber.
>> E aí, esse não beber para todos, tanto
para o que tem essa fraqueza quanto para
o que não tem essa fraqueza, mas por
amor do irmão o poupa disso, entendeu?
Exato. Exato. Agora, se ele também não
quer e exercer esse tipo de amor e ele
no privado dele continuar bebendo a
bebida dele, que assim eu faça, entende?
E tá tudo bem.
>> Agora, quem teve problema com álcool, é
óbvio. É claro que é mais fácil numa
igreja eu criar a ordem. Galera, aqui
nessa igreja é proibido beber. Eu não
concordo com isso, porque eu acho que
não é assim que resolve o problema. você
mascara, né, uma uma você mascara o
problema, porque quem vai ter problema
com álcool vai tá lidando com isso. E aí
quem não tem, que poderia beber é
privado por causa de uma lei que é
imposta. Legalismo. Eu não acho que seja
saudável.
>> Por quê? Porque a graça vai transformar
nesse sentido, entendeu? Cara, você teve
o problema com álcool? Eu não tive, não
vou beber na sua frente agora, entende?
Porque é esse lance, é uma coisa mais
individualizada. Igrejas legalistas, ela
é mais fácil você lidar, porque, galera,
é todo mundo com essa mesma roupa, é
todo mundo com essa mesma regra, é todo
mundo tem que ser assim, ou seja, é mais
fácil você controlar o povo nesse
sentido, só que não é o caminho do
evangelho, simples assim, né? Não é o
caminho do evangelho.
>> Exato. Exato.
>> Gente, é isso. Obrigado pelos super
chats, galera. Deu aqui. Muito obrigado.
[risadas] Eh, ó, o Alex, ele colocou uma
coisa aqui, tá bom? Eu não sei o que que
é. Vou pegar a última aqui. Não foi
super chat, mas a gente tá dando uma
colhetin chinha aqui. Mas cacau, se eu
esbarrar o cargo de tesouriro para um,
Se eu barrar o cargo de tesouro para um
irmão, já teve problemas com roubar.
Fica a minha fé na capacidade
transformadora do evangelho, cara.
>> É, não foi isso que eu falei, tá?
Primeiro, eu não, eu não especifiquei se
era na vida sem Cristo, porque Paulo
escrevendo para uma igreja fala: "Aquele
que roubava não roube mais". Né? Então
assim, [risadas]
>> é,
>> então provavelmente alguém ali que
roubava.
>> Não é essa questão, não é a questão
mesmo da fraqueza com o roubo, entendeu?
Da
>> Exato. É uma Por que tu vai tentar o
cara nesse sentido, entendeu? Tipo
assim, vamos lá. Você tem problema com
você é um você, né? Você é um
cleptomaníaco, tá bom?
>> Aí você para encontra Cristo, sabe que
roubar é pecado. Você, né? Você só Só
que o seguinte, dependendo da sua
kleptomania,
>> cara, vou pegar outra coisa. Tira a
cleptomania, CR. Tira cleptomania. Você
é um cara que tem vício com o jogo,
porque viciado sempre é viciado, mesmo
quando tá em abstin, quando tá, você é
viciado em jogo, você perdeu tudo da sua
família, se recuperou, foi no jogola
tras anônimos, que eu não sei qual que é
o nome, [risadas] você foi lá no jogola
três anônimos, se recuperou, tá 30 anos
sem jogar,
mas você ainda é um viciado e você pode
cair nessa e tendo acesso aos recursos
da igreja, aos recursos de alguém, você
pode gastar tudo. Até na administração
da sua casa você precisa ter cuidado.
Talvez você vai ter que ter uma uma vai
ter que depositar seu salário na conta
da sua esposa,
>> ex.
>> Entendeu?
>> Uhum.
>> Para garantir a sua, que você não vai di
é claro que a gente cria na
transformação, Alex, do evangelho, mas
algumas coisas elas estão na gente
enquanto um problema ali, sabe que tá
que a gente não pode dar corda para
isso, porque, mano, é isso, né? A
tentação ela tá ali. Cristo não nos
livra da tentação. E se você no passado
já teve só, né? E se no passado você já
teve, por exemplo, você foi uma pessoa e
que frequentava, sei lá, prostíbulos,
prostituição e por aí, mano. Aí a
igreja, você tá em Cristo há tempos você
não faz isso, cara. Talvez você não seja
a melhor pessoa para fazer um
evangelismo para esse determinado grupo
social em algum momento da igreja,
porque pode ter gatilho, pode ser
naquela semana você tá num momento
fraco, você teve um problema no seu
casamento naquela semana, aí naquela
semana eu evangelizo para essa galera.
Talvez não seja o melhor caminho. É o
que eu sempre falo, né? Tem o João, o
João lá do céu na terra movimento, ele
faz vários trabalhos em boates e coisa
erada e tal. Mano, não é todo mundo que
pode fazer o que o João faz lá,
entendeu? Para algumas pessoas pode ser
um gatilho para alguma coisa pior,
entendeu? Então tem que ser bem
treinado, tem que ser bem saber onde e
tem uma outra coisa também na
transformação do evangelho. A
transformação do evangelho não é passe
de mágica, nem nunca foi.
>> Exato.
>> Ela é na prática. E na prática que
envolve o absterço do pecado e o e o
praticar as boas obras do evangelho.
Essas coisas todas elas vão se
manifestando.
>> É parte da transformação do evangelho
esse tipo de zelo? É parte da edificação
do discipulado dessa pessoa, entendeu?
>> Ex. Digo mais, pode entrar até questões
terapêuticas muitas vezes no no
processo, entendeu? Pode entrar até
questões terapêuticas para trabalhar
isso, para tratar isso,
>> entende? Porque é punk, é punk. Tá bom,
gente? É isso. Obrigado pelos super
chats, pelo carinho de vocês. Tá aqui,
ó, super chat da gratidão. Deus abençoe
vocês. Sou fã do betpapo. Os assuntos
que são abordados aqui é teologia na
prática. Acho que nós como igreja
precisamos mais disso. Obrigado. Valeu,
Mr. VH Fox. VH Fox. É o Felipe Venâncio
quando e Governador Valadares? É agora
fim do mês, né? 27 28
>> não é 30, né? Vou botar aqui. Pera aí.
Acho que 30 é segunda-feira, né?
>> Ó, é 30 de maio o BTD em Governadores
Valadares.
>> Ah, é verdade. Eu tô confundindo. Não
>> é sábado, 30 de maio. Tá aqui, ó.
>> Exatamente. Quem disse que não é? Tá
completamente errada a minha confusão. É
30 de maio
>> tranquilo. Você tá no calendário
[risadas] ou do futuro ou do passado.
Beleza? Tá aí, gente. O link tá santos
de um BTD. Eh, cara, a gente não tem
plano de um BTD porque quando fecha o
BTD a gente avisa vocês já.
>> Exato.
>> Então, os planos que a gente tem é o que
a gente tá falando. Quando a gente não
fala é porque não tem plano.
>> Exatamente. É porque assim, galera, só
para entender um pouquinho isso aí, né?
Eh, cadê aqui? Btd. Btdi. Algum plano?
Campinas no futuro? Não, gente, é o
seguinte. Eh, não vamos para o Rio de
Janeiro esse ano, pelo menos eu tenho,
eu pessoalmente tenho umas três agendas
no Rio, mas galera, é o seguinte, eu não
organizo mais BTDI, não financio mais.
Então, a igreja que quer entra em
contato com a gente, a gente passa a
dinâmica e a igreja ela financia, então
ela paga, né, os nossos a a a os nossos
aéreos, os custos todos, entendeu?
>> Então o que acontece a igreja que quer
bancar isso entra em contato com a
gente. Para esse ano não tem mais
agenda. Eu não tenho mais agenda esse
ano. Então se você quiserem ano que vem
fomentar aí você tem que entrar em
contato com a gente no
contato@bibotal.com.
Lembrando, se você é só uma pessoa que
gosta da gente, mas na igreja você não
tem poder algum, nem manda e-mail,
conversa primeiro com a sua liderança
pra gente poder organizar. Senão você
fica mandando, a gente fica organizando
o dato, você fala: "Beleza, agora eu vou
conversar com quem manda e tem poder
para autorizar isso aí". Aí, né? Por
favor, economize o nosso tempo em
relação a isso. Tá bom? É tipo o de
Portugal foi assim, o Nico conversou com
a gente lá em Londres, a gente passou
para ele mais ou menos, aí ele foi
conversar com a liderança que alguma
mensagem aqui para nós. É, é, é, é, é, é
ouvinte.
>> Ah, ele falou da ilustração do negócio
de Moisés no Promis.
>> O que que tem? Não sei.
>> Eu não assisti essa série.
>> É uma série.
>> É, não, não assisto. Não vi. Gente,
beijo. Deus abençoe todos vocês. Até o
próximo betpapo. Daqui a 15 dias a gente
volta com mais uma pergunta, com mais
interação, com mais teologia, com mais
isadas. Deus abençoe todos você.
>> Vocês estão gostando aí desse ao vivo,
dessa interação assim, ó, escrevendo,
>> é, tirando como é,
>> acho que é legal que participa ao vivo
aqui, né?
>> Exato. A gente consegue reagir e tal.
Maringá perto de vocês. É, tem que gente
quem convida é paga. Essa é a é a regra.
[risadas]
É, às vezes a gente não a gente não fala
isso, mas quando você ouviu o Iago
falando, qualquer influencer, hoje vem
pra minha cidade, vem pro meu país, ele
sempre vai responder assim, é só
convidar que a gente vai. Ou seja, o que
que a gente tá dizendo das entrelinhas?
Se você pagar,
>> me dá um jeito de eu chegar aí. É isso.
>> Exatamente. Entendeu? É isso. Beijo.
Tchau. Tchau, galera.

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