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A fé vem pelo ouvir

A LIÇÃO BÍBLICA DE CAVALEIRO DOS SETE REINOS

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Legendas automáticas:

Eu não sei o que é que você faz em voo,
quando você tem que fazer algum voo
longo, coisa do tipo. Eu fui paraa
Coreia do Sul semana passada e para
poder ocupar as 2.000 horas de voo que
eu tive que fazer, eu eu baixei todos os
seriados que estavam atrasados. Eu
baixei para poder assistir offline Dunk
and Egg, conhecido oficialmente como
cavaleiro, um cavaleiro dos sete reinos.
E deixa eu falar, tá? Olha que
maravilha, hein? Game of Thrones estava
devendo uma dessa pra gente. Eu lembrei
um dos meus um dos meus filmes favoritos
quando era criança, eu sei que de muitos
de vocês também era Coração de
Cavaleiro. Você lembra do Vou quebrar
tudo aqui.
Cara, aquele começo épico ao som de We
Will Rock. É a história de um escudeiro
que passa a fingir ser um cavaleiro para
tentar ganhar mais dinheiro, lutando nas
justas. E claro, a atuação do Rifled ali
muito antes de ser o Coringa, é o tipo
de coisa fica gravada na memória de
qualquer um que assiste esses filmes
quando criança. E não tem como não
reparar na semelhança da história de um
cavaleiro de sete reinos com coração de
cavaleiro. Cavaleiro dos sete reinos é
uma série derivada de alguns contos, o
George a Martin, que nos mostra o que é
ser alguém que tem de fato um coração de
cavaleiro. Então, celem seus cavalos,
peguem suas lanças e estejam apostos
para esse mundo cópia sobre honra,
amizade e o significado de ser uma
pessoa comum.
Ah, voltei na Coreia meio quebrado.
Cópia é um programa de resenhas cristãs.
Então, a gente tá sempre procurando a
mensagem aí, o modo como a gente pode
encontrar ali pontos de contato, até
alguns pontos de divergência com a
mensagem dos seriados e dos filmes. Se
você gosta desse tipo de conteúdo, não
deixa de se inscrever no canal e assinar
as notificações para ficar sabendo
sempre que houver vídeo novo. Esse
programa chega até você graças a Grove
Suplementos, usando o cupom Jesus na
Grove Suplementos. Você conta pro
pessoal da Grove que você tá cuidando da
sua saúde pra glória do Deus vivo. E
conta para si mesmo também. Você se
lembra de que ir pra academia, de que
cuidar do seu corpo é pra glória de
Deus, não é para outra coisa, senão para
servir com o seu corpo e com a sua vida.
A Grove possui tudo que você precisa, de
pré-treino, de creatina, deprem, de
roupa para treino. Estão investindo
bastante em roupa agora, tá? Então vai
no link na descrição e aproveita o uso
do nosso cupom. Dito isso, simbora pro
vídeo de hoje. Os eventos que dão início
às aventuras de Dunk e Egg se passam
cerca de 80 anos depois dos eventos de A
casa do Dragão, House of the Dragon, e
cerca de 100 anos antes do primeiro
episódio de Game of Thrones. Para quem
tem uma boa memória, os nomes dos
personagens aqui de Dunkeneg, um
cavaleiro dos sete reinos, não são nomes
completamente desconhecidos. Você deve
lembrar de Joffrey, o desgraçado, não é?
Que menciona um certo Sir Duncan, o
alto, ao foliar ali o livro dos irmãos,
livro que registra os grandes feitos de
cavaleiros da Guarda Real, se
surpreendendo por ele ter quatro páginas
dedicadas a ele. O James chega a dizer
que é deve ter sido muito importante,
né, por ter para ter quatro páginas
sobre ele. Eg é citado mais de uma vez
também pelo grande mestre da muralha. E
aqui já vai um spoiler. Se você não
assistiu ainda, você vai pegar um
spoiler. Então, você não viu ainda, vai
lá assistir Dunkeneg. Depois você você
volta aqui se você não quiser nenhum
spoiler, tá? Você foi avisado. Mas Eg é
citado pelo seu irmão, que é o grande
mestre da muralha, o Emon Targar. Os
seus últimos suspiros, o mestre Amon
Delira chamando Egg como se estivesse
lembrando do que viveram juntos. No
atual momento da série, o Sir Duncan, ou
melhor, o Dunk, é apenas um escudeiro de
um outro Sir Sir Allan de Penetrate. E a
história começa com Dunk enterrando o
seu tutor, meio sem sabe muito o que
fazer e decidindo participar de uma
disputa de justas que aconteceria na
Campina de Valfrecho, região sob o poder
da casa as ford. Deve lembrar o que é
uma justa, né? Ficar no cavalo lá tu tu
no cavalo e pau aquelas lanças zona no
peito, tals. Justo é isso, tá? que você
não não tá ligado aí na nas linguagens
medieval. No caminho para lá, já
pertinho, ele encontra um jovem careca
em um estábulo que se oferece para ser o
seu escudeiro e depois ele vai aceitar
ser escudeiro dele. O jovem Neg, como
seria revelado posteriormente, era
simplesmente Aon Targaren, filho de Myar
Targaren e neto de Diamond Targaren II,
que é o atual rei dos sete reinos. Não
confunda esse Daeron com o Darion da
Casa do Dragão, né, que é filho de
Alicent e Viseres, tá? Não é o mesmo
não. O Daeron, filho de Alicent, não se
casou e nem teve filhos. O Daron II é
descendente da relação incestuosa dos
outros filhos da Alice. A grande questão
que a gente vê nesse nessa primeira
temporada de Dunkeneg é basicamente os
livros. Cara, eu nunca vi o pessoal ser
tão assim, ó. é uma adaptação muito fiel
ao texto original do Martin e nos fala
sobre o valor da honra, o valor da
nobreza e a grandeza da justiça. A
primeira temporada encerra sem a gente
saber exatamente se de fato o Sir Arl
ungiu Dank como cavaleiro ou não. Que me
pareceu que ele não fez isso pelo fato
dele não saber quais palavras usar para
ungir ali o colega dele lá na no meio da
do tribunal do set, do julgamento do
set. Ele não sabia quais eram as
palavras para usar, para ungir o colega
dele cavaleiro. No flashback, o ser
simplesmente faz um nh um um negócio
para ele assim, sem ser muito claro. Ele
chega a perguntar: "Por é que você não
me consagrou o cavaleiro?" E aí o cara
conta a história e morre, né?
Aparentemente ele morreu antes de
consagrar o cavaleiro. Então ele não foi
consagrado nada. Ele tava fingindo que
foi, porque ele seria em algum momento.
Ele não é um cavaleiro de verdade em um
sentido formal, mas ele é muito mais
cavaleiro de verdade do que aqueles que
são formalmente ungidos cavaleiros, mas
não vivem com os valores da cavalaria.
Nesse sentido, ele carrega os valores
que o imaginário comum já atribui à
classe, que são geramentados na
mitologia dos sete deuses no mundo de
Game of Thrones. Duncan é um cavaleiro
que não precisa de um título. Ele é
cavaleiro por honra. Ele é cavaleiro não
porque isso lhe foi colocado por alguém,
ele é um cavaleiro porque ele demonstra
isso no seu caráter. Duncan é o
contraste com aqueles que são
geramentados cavaleiros, mas que não
seguem os valores da cavalaria. Enquanto
ainda era criança, vivendo na Baixada
das Pugas, ele tinha que recorrer à
mendicância ou a recolher os espolos
indesejados, pegando coisa de gente
morta em guerra para conseguir alguns
trocados ali com a sua amiga Raf. E
desde essa idade eles já vivenciavam a
hipocrisia dos cavaleiros ao serem
explorados por aqueles que usavam
armaduras, mas que pisavam sobre os
pobres. E isso não se limita apenas ao
danca. Um cavaleiro de sete reinos é um
seriado que nos mostra quem paga o preço
das guerras grandiosas que a gente vê e
que a gente ouve falar. Quem paga o
preço por essas guerras são aqueles que
lutam, são aqueles que morrem, são até
aqueles que sobrevivem. A condição na
baixada das pugas é o oposto do que nós
vemos em Harenha ou em High Garden. O
reino tinha acabado de passar pela
primeira revolução Black Friday, que foi
a primeira revolta dos bastardos Targar
em reivindicação ao trono. Meu amigo
tinha tanto filho fora do casamento que
deu para formar uma casa inteira, que
foi os Black Fire, que estruturaram o
exército inteiro e fizeram uma guerra
pelo trono de tanto filho bastardo que
tinha. Daí era o segundo é quem ganha
essa briga, mas as mazelas ficam ali no
campo de batalha e naqueles que
sobrevivem. Os nobres voltam para seus
aposentos suntuosos. Os cavaleiros, os
soldados e os buchas voltam muitas vezes
mutilados para condições extremamente
precárias. O próprio Sir Arlan lutou em
nome do Lord Hford, que foi mão do rei
durante a revolução, mas ele sequer é
lembrado. O Dan fica lá procurando
alguém que lembre do caba e ninguém
lembra. Durante a batalha do capim
vermelho, que recebe esse nome por haver
sangue suficiente para atingir todo o
capim, o seu escudeiro e o sobrinho
Roger foram mortos. O Sir Allen também
já havia disputado justas e vencido
tanto o príncipe Bayor, o primeiro na
sucessão ao trono, quanto o Daim
Lanister, que era aliado aos Stargaren,
mas ele foi lembrado. Ninguém não,
ninguém lembrava do caba. A busca do
Dunk por alguém que lembrasse do Sir, do
lartáveis
por pessoas que muitas vezes damos a
vida para que nos honrem ou valorize.
Ali na Baixada das Pugas, o Sir Arland
passava o dia consolando suas mágoas no
álcool. Se não lembram de um cavaleiro,
por que dariam algum valor a um
escudeiro supostamente recém juramentado
como Duncan? Duncan é um cavaleiro sem
reconhecimento, sem fama, sem mérito, ao
que tudo indica não oficial, tipo
imigrante, né? Ele não tá ilegal, ele tá
fora de status, não é? Tô com o
documento vencido, né? Ele é ele é um
cavaleiro não oficial, não é? Cavaleiro
de jeito nenhum. Aqui na minha opinião
deixa tudo muito mais interessante na
série. Se Duncan de fato não foi
juramentado, mas decidiu ser cavaleiro
só para não morrer de fome, mas
demonstra os valores do juramento, isso
torna a história ainda melhor. Tal qual
Alonso Quindiano, você deve conhecê-lo
como Elenioso Hidalgo Don Quijote de La
Mancha. Esse é meu portunhol, tá?
Portunhol de primeira categoria, tá?
Portunhol. E quem pergunta quanto custa
la água
é o famoso Donky Shot. Linda essa edição
aqui de shot que tem aqui em casa do
Miguel de Cervantes. Capa dura. Vem com
os desenhinhos. Vale a pena, tá? Leiam,
leiam o Shot. É, é um, é um clássico
maravilhoso. Não sei se sabe da
história. O Alonso Quinano, o Don K
Shot, ele decidiu ser cavaleiro mesmo
sem sê-lo. Na história do Miguel de
Cervantes, o Alonso, de tanto ler sobre
cavaleiros e as suas histórias em nome
da honra, decidiu se tornar um cavaleiro
e adotou o nome de Don Quishot. Ele é um
idealista que luta por um mundo melhor,
por um mundo onde os valores da justiça
e da honra reinam, mas ele acaba vivendo
em um mundo em que as pessoas se
aproveitam dele, se aproveitam da sua
honra. Ele era um louco, não é? Ele via
nos moinhos de vento, né, os dragões a
serem derrotados, mas enquanto lutava
contra de vento, os seus ideais eram
ideais honrados. A ironia de Cervantes
era que o louco tinha mais razão em seus
valores do que os racionais que zombavam
dele. Como canta uma das minhas músicas
favoritas do dinheiros do Havaí? Por
amor às causas perdidas, até pode ser
que dragões sejam moinhos de vento, mas
tudo bem, seja o que for, seja por amor
das causas perdidas que são consideradas
perdidas. Vale a pena lutar contra mão
de vento quando essas lutas, né, são
baseadas em valores corretos? Dar morro
em ponta de faca, lutar por quem te
despreza, continuar sendo bom em um
mundo onde vale a pena ser mau. Dunk é o
cavaleiro das causas perdidas de Weros.
É um donk shot escrito não observantes,
mas pelo Jorge Martin. Afinal, quem
seria louco de bater em um príncipe para
defender um oprimido? Só Duncan, o alto.
É fazer o bem por causa da sua honra,
mesmo que isso lhe curte a vida. Quando
o príncipe Arion, filho de Mecar, agride
Tancelli, uma atriz de teatro, pelo
simples fato de ela encenar uma peça em
que o dragão é vencido, Duncan é o
honrado e o justo que sobrepuja a
hierarquia, mesmo sabendo das
consequências disso, para esmurrar e
chutar o Iron em defesa de Tené, é quem
luta contra o poderoso na defesa de
alguém que não podia lhe dar nada em
troca. Quantas vezes já vi isso na minha
vida? pastores defendendo pessoas mais
fracas, mais pobres, com menos capital
social, simplesmente porque era o certo
diante de pessoas que às vezes eram até
mais bem respeitadas em uma comunidade
religiosa, mas que estavam errados
naquele momento. Quantas vezes a gente
tem que lutar pela defesa de pessoas que
não vão ter como nos recompensar? Muitas
vezes as custas dos nossos próprios
relacionamentos, as custas das nossas
amizades, as custas do nosso capital
social, às vezes as custas da nossa
saúde financeira, mas simplesmente
porque é o certo, porque é isso que um
cavaleiro faria. Aon, que era
juramentado, cavaleiro, quebrou todos os
seus votos e ninguém quis fazer nada
porque fim das contas ele era o
príncipe. Dunk provavelmente nunca foi
consagrado cavaleiro, mas ele vive de
acordo com o juramento que provavelmente
ele nunca fez. O juramento dos
cavaleiros deos era o seguinte: Em nome
do guerreiro, eu te ordeno a ser bravo.
Em nome do pai, eu te ordeno a ser
justo. Em nome da mãe, eu te ordeno a
defender os jovens e inocentes. Em nome
da donzela, eu te ordeno a proteger
todas as mulheres. Duncan, que já tinha
visto e vivido tanta injustiça na sua
infância, rompeu com a hierarquia. Ele
quebra os dentes deon, mas não quebra os
valores que ele jurou seguir. E por isso
ele seria julgado. Ele poderia perder a
mão ou o pé que ele usou para agredir o
Eron. E o que Eron perderia por ter
agredido a pobre Tancell? Nada. O
problema que pro perder a mão e o pé era
perder tudo que lhe faria um cavaleiro.
E como nós já conhecemos de Game of
Thrones, quem tá sendo julgado pode
apelar pro famoso julgamento por
combate, no qual se acredita que os
deuses favorecem o lado vitorioso. Se
Duncan vencesseon em um combate, isso
significaria que ele seria inocentado
pelos deuses. Logo, os homens não teriam
como condená-lo. Se ele perdesse, bem,
olha o tamanho do Danca, né? Ele não
provavelmente não perderia pro Hério e a
gente não tinha visto ele lutar até
então ali no seriado, então a gente nem
sabe se ele seria um bom combatente ou
não. Fica aquela dúvida ali pra rondando
a gente. É por isso que o príncipe
covarde apela para um julgamento por
sete. Sete combatentes do lado de Aéon,
sete combatentes do lado de Dunkan. Aéon
facilmente junta seu set, inclusive por
meio do suborno, ofereceu o título de
nobre a um dos homens que inicialmente
lutariam pelo Dunkan. E a gente tem um
discurso maravilhoso do Dunkan. A
coragem abandonou as nobres casas de
Westeros. Dankan clama isso em desespero
por alguém que lutasse ao seu lado para
completar o seu time de sete, já que ele
perdeu um dos que seria do seu time.
Ainda existe bravura para desafiar os
injustos. Ainda existe justiça para se
opor à opressão. Ainda existe ousadia
para defender os que não têm forças para
isso. Ainda existe quem proteja as
mulheres ao invés de abusá-las? Os
efeitos da ousadia de Duncan e da
covardia de Aon teriam repercussões que
mudariam o curso de Westeros. Sim, ainda
existem alguns assim. Raymond Fosway
assume o lugar do seu primo Stephan, que
virou a casaca um pouco antes da luta em
troca de um título de nobreza. O que é
chocante é que o Raymond era um simples
escuteiro, assim como Danky o era, que
conheceu o Dunk e que compartilhava os
valores do Dank. Ele é um cheio do
cavaleiro ali mesmo, mas ainda faltava
mais um para completar o set do lado do
Dunk. É aí que Bayor Targaren, o filho
de Don e sucessor do trono, surpreende
ao tomar partido de Duncan e preencher o
lugar da ouvir a casaca do Judas ali da
história. Isso significa que Bayor,
considerado um homem justo e sensato,
estaria em oposição a seu sobrinho e ao
seu irmão Maekar. Em suas palavras, esse
homem protegeu fraco, como todo
verdadeiro cavaleiro deveria fazer. Mas
Byor é morto no torneio pelas mãos do
seu irmão e é o próprio Mecar quem vai
assumir o trono depois da morte de Deron
II. Isso vai impactar diretamente a
linhagem de sucessão real de Westros. O
próprio Mecar conhece que seu irmão
tinha uma competência muito maior do que
a dele para assumir o trono. E quando
algo desse errado no seu reinado, o povo
diria: "Se Bay estivesse vivo, seria
diferente." Além disso, agora a linhagem
real iria para Maakar, o que fará com
que Eg assuma o trono anos depois. O
outro irmão que poderia assumir o trono
seria Emon, mas ele recusou o trono a
decidir ir pra muralha com grande
mestro. EG, que preteriu a vida de
príncipe para ser um simples escudeiro
de um cavaleiro andante, por uma ironia
do destino, assumirá o trono em seu
reinado. E a gente sabe disso porque já
tá escrito nos livros, ele vai enfrentar
a oposição da nobreza. E por quê? Porque
ele viveu boa parte da sua vida como
andarilho, compartilhando a vida com
Dunkan, onde ele aprende que honra não
tem classe social. Mas calma, isso está
muito longe de acontecer ainda, tá? Vai
levar cerca de 27 anos para que Egon V
assuma o trono. Por hora, ele ainda é o
Eg, o jovem que não faz questão da
realeza. O jovem que podendo comer das
melhores comidas escolhe fazer um
sanduíche de pão seco com carne salgada
e ovos fritos em uma panela improvisada.
O nobre por herança que poderia dormir
em camas confortáveis tá ao lado de
Duncan. Se senta no chão se reclinando
em árvores para se proteger da chuva.
Árvore que é um elemento visual muito
importante nessa primeira temporada. É
sobre uma árvore que o Sir Arlan morre e
é enterrado. É sobre uma árvore que
Duncan toma várias suas decisões. É
sobre uma árvore que Duncan se escora
depois do desafio do set ao lado de
Leonel Barafian. Sir Arland é chamado de
penetry, o que em português seria algo
parecido com o árvore dos centavos,
porque ele conta que cavaleiros tinham o
costume de fixar um pene, um centavo e
uma árvore antes de irem pro embade.
Quando voltassem, eles pegariam o
centavo de volta. No entanto, a situação
era tal que havia árvores que não tinham
mais espaços para colocar alguma moeda
lá de tantos cavaleiros que morreram em
batalha. E por isso era a árvore dos
centavos, né, de tantos centavos
pregados ali na árvore, o que
representava a morte e muitas pessoas em
guerra. Uma ironia que é muito marcante,
né? Os que lutam são tratados como
centavos. Os que morrem são inúmeros,
mas não chegam a somar grandes quantias.
Os que lidam com ouro ficam em seus
palácios e tronos. Eg escolhe a vida de
centavos. Ele escolhe uma vida inferior
porque ele escolhe ser um escudeiro. Ele
tá abaixo do do penaviro é. Se os
cavaleiros eram esquecidos, escudeiros
sequer eram mencionados. Aquele que
tinha por sobrenome Targarien, que tinha
os cabelos brancos que significavam
pureza, é alguém que rejeita o seu nome,
rejeita o seu símbolo ao raspar o seu
cabelo, troca as roupas de realeza por
meros trapos. A cena final da temporada
é uma cena muito bonita. E Duncan
cavalgam lentamente, lado a lado,
conversando sobre o sete ou seriam nove
reino. Sir Arland é mostrado cavalgando
ao lado deles e em determinado ponto o
cavalo sai da trilha e cavalga sozinho.
O caminho daqui pra frente não seria
mais vivido à sombra de quem foi Sir
Arl. A história agora seria escrita
pelas aventuras que o cavaleiro sem
título e o príncipe escudeiro viveria. É
maravilhoso ver essa história longe dos
tronos e das disputas dos nobres. Logo
no primeiro episódio, quando a música
Temo vai crescendo, já nos preparando
para aquele estilo de abertura
grandioso, nós somos surpreendidos por,
como é que eu digo isso? Por algo
inesperado. Quero agradecer já aqui o
meu querido amigo Edson Castro, meu
melhor amigo da internet, por ter por
ter me avisado, tá? Que aí quando o
negócio começou, já até a mão na tela
aqui, ó. T, quando começou t, j até a
mão na tela aqui do iPad aqui, ó. E aí
quando aparece o caba soltando um
barrão, né? Eu não não tive que ver est
no Barrão. Ele também me avisou, me
avisaram que no episódio tinha um uma um
órgão, um falo gigante também. Aí eu já
não tive que me submeter a isso.
Consegui assistir sem ver falos e sem
ver fezes. Muito obrigado, Edson Castro.
Você é meu grande amigo. O que é uma
quebra incrível de expectativa, não é? O
que é uma história que geralmente se
iniciaria como um grande épico. Na
verdade é a história de pessoas que sabe
que fazem suas necessidades físicas do
mato. É uma história do dos pequenos,
dos rejeitados, dos comuns, mas é
justamente do barro, do pó, do do do dos
centavos que essa história é construída.
Nós não precisamos viver em busca de
títulos, em busca de renome, em busca de
reconhecimento para sermos nobres no
caráter. Não precisamos ser lembrados
para sermos honrados. E essa é
justamente a lógica de um de algo que
absolutamente tá longe do mundo de Game
of Thrones. É a lógica da fé cristã. O
cristianismo é inversão da lógica do
mundo. É inversão do do mundo de Game of
Thrones. Aquilo que o mundo trata como
glória e de onde é esperado algo
grandioso, o cristianismo trata como
nada, como bobagem, como pequeno. Como
não vê a história de Duncan e não
lembrar do apóstolo Paulo. Paulo ensina
que nós não devemos procurar qualquer
vanglória humana, procurar glórias
vazias, mas considerar os outros como
superiores a nós mesmos, tendo em nós o
mesmo sentimento, o mesmo pensamento, o
mesmo alvo que houve Cristo. Paulo não
nos chama a ter um tipo de pensamento
que fica só na cabeça, mas sim um tipo
de pensamento que gera uma ação e um
comportamento tal qual do nosso Senhor,
que abriu mão dos palácios reais para
andar na terra comum como nós, que se
despiu de sua glória para nos alcançar.
Ele é quem realmente tinha toda a
glória. Se esvaziou dessa glória, se
fazendo servo, encarnando como homem. A
encarnação do Senhor é é um despojado de
vestes reais. Jesus é esse cavaleiro que
foi desprezado pelos seus. Ele é o
Senhor que se fez de escudeiro. Ele
encarna na Baixada da Galileia, sendo o
Messias, lava os pés dos seus
discípulos, que era algo que o escravo
faria. Ele abandona sua realeza, decide
viver entre os desprezados, entre os
pecadores, entre os cansados, no meio
dos sobrecarregados, os que o odiariam e
o matariam, nos ensinando que a glória
do cristão não está no louvor do seu
nome, mas no imitar do seu Senhor. É o
que Paulo nos ensina. Jesus, subsistindo
em forma de Deus, não julgou como
usurpação ser igual a Deus antes. A si
mesmo se esvaziou, assumindo a forma de
servo, tornando-se semelhante de homens
e reconhecido em figura humana, a si
mesmo se humilhou, tornando-se obediente
até a morte, à morte de cruz. Pelo que
também Deus o exaltou sobre maneira. Ele
deu o nome que está acima de todo nome,
para que ao nome de Jesus se dobre todo
joelho nos céus, na terra e debaixo da
terra. E toda língua confesse que Jesus
Cristo é Senhor para a glória de Deus.
Mas Cristo, Cristo não é como Sir Arl.
Ele não toma um desvio para que
trilhemos sozinhos nossos caminhos, não.
Ele promete que estará conosco até a
consumação dos séculos. Cristo não é
como Eg, que seria Egon V qu improvável.
Ele é, na verdade, o rei rejeitado, mas
que continua rei dos reis. Cristo não é
como Dancan, que depende de homens para
defender o que é a vontade de Deus. Ele
cumpre a vontade do pai de forma plena
em si. Sir Arlan, Aegon V são são
pequenas sombras de valores que nós
percebemos muito mais destacados e muito
mais bem estabelecidos naquele que é rei
para além da literatura, para aquele que
é rei do mundo em que vivemos. Cristo
foi transfixado como se nada valesse no
madeiro, feito centavos em uma árvore. E
ali ele morre pelos pecados dos seus.
Ele ressuscita se assentando ao lado do
pai. Felizes são aqueles que tm o Senhor
dos senhores como seu cavaleiro e o Rei
dos Reis como seu escudeiro. A honra que
Dank possui não é nada comparada com
aquela que está disposta a todo aquele
que crê em Cristo como seu senhor. E
você, que lições você tirou para você aí
de Daneneg, um cavaleiro dos sete
reinos? Que história gostosa? Comenta
aqui embaixo, deixa aí sua contribuição
para essa conversa. Usa o cupom Jesus lá
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inscrever no canal e assinar as
notificações para ficar sabendo sempre
que houver vídeo novo. Um cheiro no seu
cangote e até a próxima.
Yeah.

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