A LIÇÃO BÍBLICA DE CAVALEIRO DOS SETE REINOS
10/03/2026
A LIÇÃO BÍBLICA DE CAVALEIRO DOS SETE REINOS
Compre na Growth e use o cupom JESUS:
https://www.gsuplementos.com.br/
Receba nossas reflexões no Substack do Mundo Cópia – https://mundocopia.substack.com/
ESTUDE CONOSCO!
– TODOS OS CURSOS (60% off): https://institutoschaeffer.com/cursos/
– ESCOLA DE TEOLOGIA: https://institutoschaeffer.com/edt
– SIMPLIFICANDO O GREGO BÍBLICO: https://institutoschaeffer.com/sgb
– TEOLOGIA DESCOMPLICADA: https://institutoschaeffer.com/td
– ACADEMIA DE MISSIONÁRIOS: https://institutoschaeffer.com/am
Seja membro e mande perguntas para os vídeos: https://www.youtube.com/channel/UCzGwyAyWLB2Si6VDFpq8rjw/join
NOSSAS REDES
– Twitter: https://twitter.com/doisdedosdeteo
– Facebook: https://www.facebook.com/doisdedosdeteologia/
– Instagram: https://www.instagram.com/doisdedosdeteologia/
PROGRAMAS DO CANAL
– DOIS DEDOS DE TEOLOGIA: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8Qkipu-tZcL-LBe516QbiUM
– DE OLHO NO TEXTO: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8SElIzT9AnnbzqSyoP6cUrY
– PERGUNTE AO PASTOR: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8RiYOvgtthDIqG_74kNNBOy
– MUNDO CÓPIA: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8QMOQrmpdZ8PemDcEt99N4p
– PODCAST: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8SdjEdBT40Ij_ZcosEF565H
Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
Eu não sei o que é que você faz em voo, quando você tem que fazer algum voo longo, coisa do tipo. Eu fui paraa Coreia do Sul semana passada e para poder ocupar as 2.000 horas de voo que eu tive que fazer, eu eu baixei todos os seriados que estavam atrasados. Eu baixei para poder assistir offline Dunk and Egg, conhecido oficialmente como cavaleiro, um cavaleiro dos sete reinos. E deixa eu falar, tá? Olha que maravilha, hein? Game of Thrones estava devendo uma dessa pra gente. Eu lembrei um dos meus um dos meus filmes favoritos quando era criança, eu sei que de muitos de vocês também era Coração de Cavaleiro. Você lembra do Vou quebrar tudo aqui. Cara, aquele começo épico ao som de We Will Rock. É a história de um escudeiro que passa a fingir ser um cavaleiro para tentar ganhar mais dinheiro, lutando nas justas. E claro, a atuação do Rifled ali muito antes de ser o Coringa, é o tipo de coisa fica gravada na memória de qualquer um que assiste esses filmes quando criança. E não tem como não reparar na semelhança da história de um cavaleiro de sete reinos com coração de cavaleiro. Cavaleiro dos sete reinos é uma série derivada de alguns contos, o George a Martin, que nos mostra o que é ser alguém que tem de fato um coração de cavaleiro. Então, celem seus cavalos, peguem suas lanças e estejam apostos para esse mundo cópia sobre honra, amizade e o significado de ser uma pessoa comum. Ah, voltei na Coreia meio quebrado. Cópia é um programa de resenhas cristãs. Então, a gente tá sempre procurando a mensagem aí, o modo como a gente pode encontrar ali pontos de contato, até alguns pontos de divergência com a mensagem dos seriados e dos filmes. Se você gosta desse tipo de conteúdo, não deixa de se inscrever no canal e assinar as notificações para ficar sabendo sempre que houver vídeo novo. Esse programa chega até você graças a Grove Suplementos, usando o cupom Jesus na Grove Suplementos. Você conta pro pessoal da Grove que você tá cuidando da sua saúde pra glória do Deus vivo. E conta para si mesmo também. Você se lembra de que ir pra academia, de que cuidar do seu corpo é pra glória de Deus, não é para outra coisa, senão para servir com o seu corpo e com a sua vida. A Grove possui tudo que você precisa, de pré-treino, de creatina, deprem, de roupa para treino. Estão investindo bastante em roupa agora, tá? Então vai no link na descrição e aproveita o uso do nosso cupom. Dito isso, simbora pro vídeo de hoje. Os eventos que dão início às aventuras de Dunk e Egg se passam cerca de 80 anos depois dos eventos de A casa do Dragão, House of the Dragon, e cerca de 100 anos antes do primeiro episódio de Game of Thrones. Para quem tem uma boa memória, os nomes dos personagens aqui de Dunkeneg, um cavaleiro dos sete reinos, não são nomes completamente desconhecidos. Você deve lembrar de Joffrey, o desgraçado, não é? Que menciona um certo Sir Duncan, o alto, ao foliar ali o livro dos irmãos, livro que registra os grandes feitos de cavaleiros da Guarda Real, se surpreendendo por ele ter quatro páginas dedicadas a ele. O James chega a dizer que é deve ter sido muito importante, né, por ter para ter quatro páginas sobre ele. Eg é citado mais de uma vez também pelo grande mestre da muralha. E aqui já vai um spoiler. Se você não assistiu ainda, você vai pegar um spoiler. Então, você não viu ainda, vai lá assistir Dunkeneg. Depois você você volta aqui se você não quiser nenhum spoiler, tá? Você foi avisado. Mas Eg é citado pelo seu irmão, que é o grande mestre da muralha, o Emon Targar. Os seus últimos suspiros, o mestre Amon Delira chamando Egg como se estivesse lembrando do que viveram juntos. No atual momento da série, o Sir Duncan, ou melhor, o Dunk, é apenas um escudeiro de um outro Sir Sir Allan de Penetrate. E a história começa com Dunk enterrando o seu tutor, meio sem sabe muito o que fazer e decidindo participar de uma disputa de justas que aconteceria na Campina de Valfrecho, região sob o poder da casa as ford. Deve lembrar o que é uma justa, né? Ficar no cavalo lá tu tu no cavalo e pau aquelas lanças zona no peito, tals. Justo é isso, tá? que você não não tá ligado aí na nas linguagens medieval. No caminho para lá, já pertinho, ele encontra um jovem careca em um estábulo que se oferece para ser o seu escudeiro e depois ele vai aceitar ser escudeiro dele. O jovem Neg, como seria revelado posteriormente, era simplesmente Aon Targaren, filho de Myar Targaren e neto de Diamond Targaren II, que é o atual rei dos sete reinos. Não confunda esse Daeron com o Darion da Casa do Dragão, né, que é filho de Alicent e Viseres, tá? Não é o mesmo não. O Daeron, filho de Alicent, não se casou e nem teve filhos. O Daron II é descendente da relação incestuosa dos outros filhos da Alice. A grande questão que a gente vê nesse nessa primeira temporada de Dunkeneg é basicamente os livros. Cara, eu nunca vi o pessoal ser tão assim, ó. é uma adaptação muito fiel ao texto original do Martin e nos fala sobre o valor da honra, o valor da nobreza e a grandeza da justiça. A primeira temporada encerra sem a gente saber exatamente se de fato o Sir Arl ungiu Dank como cavaleiro ou não. Que me pareceu que ele não fez isso pelo fato dele não saber quais palavras usar para ungir ali o colega dele lá na no meio da do tribunal do set, do julgamento do set. Ele não sabia quais eram as palavras para usar, para ungir o colega dele cavaleiro. No flashback, o ser simplesmente faz um nh um um negócio para ele assim, sem ser muito claro. Ele chega a perguntar: "Por é que você não me consagrou o cavaleiro?" E aí o cara conta a história e morre, né? Aparentemente ele morreu antes de consagrar o cavaleiro. Então ele não foi consagrado nada. Ele tava fingindo que foi, porque ele seria em algum momento. Ele não é um cavaleiro de verdade em um sentido formal, mas ele é muito mais cavaleiro de verdade do que aqueles que são formalmente ungidos cavaleiros, mas não vivem com os valores da cavalaria. Nesse sentido, ele carrega os valores que o imaginário comum já atribui à classe, que são geramentados na mitologia dos sete deuses no mundo de Game of Thrones. Duncan é um cavaleiro que não precisa de um título. Ele é cavaleiro por honra. Ele é cavaleiro não porque isso lhe foi colocado por alguém, ele é um cavaleiro porque ele demonstra isso no seu caráter. Duncan é o contraste com aqueles que são geramentados cavaleiros, mas que não seguem os valores da cavalaria. Enquanto ainda era criança, vivendo na Baixada das Pugas, ele tinha que recorrer à mendicância ou a recolher os espolos indesejados, pegando coisa de gente morta em guerra para conseguir alguns trocados ali com a sua amiga Raf. E desde essa idade eles já vivenciavam a hipocrisia dos cavaleiros ao serem explorados por aqueles que usavam armaduras, mas que pisavam sobre os pobres. E isso não se limita apenas ao danca. Um cavaleiro de sete reinos é um seriado que nos mostra quem paga o preço das guerras grandiosas que a gente vê e que a gente ouve falar. Quem paga o preço por essas guerras são aqueles que lutam, são aqueles que morrem, são até aqueles que sobrevivem. A condição na baixada das pugas é o oposto do que nós vemos em Harenha ou em High Garden. O reino tinha acabado de passar pela primeira revolução Black Friday, que foi a primeira revolta dos bastardos Targar em reivindicação ao trono. Meu amigo tinha tanto filho fora do casamento que deu para formar uma casa inteira, que foi os Black Fire, que estruturaram o exército inteiro e fizeram uma guerra pelo trono de tanto filho bastardo que tinha. Daí era o segundo é quem ganha essa briga, mas as mazelas ficam ali no campo de batalha e naqueles que sobrevivem. Os nobres voltam para seus aposentos suntuosos. Os cavaleiros, os soldados e os buchas voltam muitas vezes mutilados para condições extremamente precárias. O próprio Sir Arlan lutou em nome do Lord Hford, que foi mão do rei durante a revolução, mas ele sequer é lembrado. O Dan fica lá procurando alguém que lembre do caba e ninguém lembra. Durante a batalha do capim vermelho, que recebe esse nome por haver sangue suficiente para atingir todo o capim, o seu escudeiro e o sobrinho Roger foram mortos. O Sir Allen também já havia disputado justas e vencido tanto o príncipe Bayor, o primeiro na sucessão ao trono, quanto o Daim Lanister, que era aliado aos Stargaren, mas ele foi lembrado. Ninguém não, ninguém lembrava do caba. A busca do Dunk por alguém que lembrasse do Sir, do lartáveis por pessoas que muitas vezes damos a vida para que nos honrem ou valorize. Ali na Baixada das Pugas, o Sir Arland passava o dia consolando suas mágoas no álcool. Se não lembram de um cavaleiro, por que dariam algum valor a um escudeiro supostamente recém juramentado como Duncan? Duncan é um cavaleiro sem reconhecimento, sem fama, sem mérito, ao que tudo indica não oficial, tipo imigrante, né? Ele não tá ilegal, ele tá fora de status, não é? Tô com o documento vencido, né? Ele é ele é um cavaleiro não oficial, não é? Cavaleiro de jeito nenhum. Aqui na minha opinião deixa tudo muito mais interessante na série. Se Duncan de fato não foi juramentado, mas decidiu ser cavaleiro só para não morrer de fome, mas demonstra os valores do juramento, isso torna a história ainda melhor. Tal qual Alonso Quindiano, você deve conhecê-lo como Elenioso Hidalgo Don Quijote de La Mancha. Esse é meu portunhol, tá? Portunhol de primeira categoria, tá? Portunhol. E quem pergunta quanto custa la água é o famoso Donky Shot. Linda essa edição aqui de shot que tem aqui em casa do Miguel de Cervantes. Capa dura. Vem com os desenhinhos. Vale a pena, tá? Leiam, leiam o Shot. É, é um, é um clássico maravilhoso. Não sei se sabe da história. O Alonso Quinano, o Don K Shot, ele decidiu ser cavaleiro mesmo sem sê-lo. Na história do Miguel de Cervantes, o Alonso, de tanto ler sobre cavaleiros e as suas histórias em nome da honra, decidiu se tornar um cavaleiro e adotou o nome de Don Quishot. Ele é um idealista que luta por um mundo melhor, por um mundo onde os valores da justiça e da honra reinam, mas ele acaba vivendo em um mundo em que as pessoas se aproveitam dele, se aproveitam da sua honra. Ele era um louco, não é? Ele via nos moinhos de vento, né, os dragões a serem derrotados, mas enquanto lutava contra de vento, os seus ideais eram ideais honrados. A ironia de Cervantes era que o louco tinha mais razão em seus valores do que os racionais que zombavam dele. Como canta uma das minhas músicas favoritas do dinheiros do Havaí? Por amor às causas perdidas, até pode ser que dragões sejam moinhos de vento, mas tudo bem, seja o que for, seja por amor das causas perdidas que são consideradas perdidas. Vale a pena lutar contra mão de vento quando essas lutas, né, são baseadas em valores corretos? Dar morro em ponta de faca, lutar por quem te despreza, continuar sendo bom em um mundo onde vale a pena ser mau. Dunk é o cavaleiro das causas perdidas de Weros. É um donk shot escrito não observantes, mas pelo Jorge Martin. Afinal, quem seria louco de bater em um príncipe para defender um oprimido? Só Duncan, o alto. É fazer o bem por causa da sua honra, mesmo que isso lhe curte a vida. Quando o príncipe Arion, filho de Mecar, agride Tancelli, uma atriz de teatro, pelo simples fato de ela encenar uma peça em que o dragão é vencido, Duncan é o honrado e o justo que sobrepuja a hierarquia, mesmo sabendo das consequências disso, para esmurrar e chutar o Iron em defesa de Tené, é quem luta contra o poderoso na defesa de alguém que não podia lhe dar nada em troca. Quantas vezes já vi isso na minha vida? pastores defendendo pessoas mais fracas, mais pobres, com menos capital social, simplesmente porque era o certo diante de pessoas que às vezes eram até mais bem respeitadas em uma comunidade religiosa, mas que estavam errados naquele momento. Quantas vezes a gente tem que lutar pela defesa de pessoas que não vão ter como nos recompensar? Muitas vezes as custas dos nossos próprios relacionamentos, as custas das nossas amizades, as custas do nosso capital social, às vezes as custas da nossa saúde financeira, mas simplesmente porque é o certo, porque é isso que um cavaleiro faria. Aon, que era juramentado, cavaleiro, quebrou todos os seus votos e ninguém quis fazer nada porque fim das contas ele era o príncipe. Dunk provavelmente nunca foi consagrado cavaleiro, mas ele vive de acordo com o juramento que provavelmente ele nunca fez. O juramento dos cavaleiros deos era o seguinte: Em nome do guerreiro, eu te ordeno a ser bravo. Em nome do pai, eu te ordeno a ser justo. Em nome da mãe, eu te ordeno a defender os jovens e inocentes. Em nome da donzela, eu te ordeno a proteger todas as mulheres. Duncan, que já tinha visto e vivido tanta injustiça na sua infância, rompeu com a hierarquia. Ele quebra os dentes deon, mas não quebra os valores que ele jurou seguir. E por isso ele seria julgado. Ele poderia perder a mão ou o pé que ele usou para agredir o Eron. E o que Eron perderia por ter agredido a pobre Tancell? Nada. O problema que pro perder a mão e o pé era perder tudo que lhe faria um cavaleiro. E como nós já conhecemos de Game of Thrones, quem tá sendo julgado pode apelar pro famoso julgamento por combate, no qual se acredita que os deuses favorecem o lado vitorioso. Se Duncan vencesseon em um combate, isso significaria que ele seria inocentado pelos deuses. Logo, os homens não teriam como condená-lo. Se ele perdesse, bem, olha o tamanho do Danca, né? Ele não provavelmente não perderia pro Hério e a gente não tinha visto ele lutar até então ali no seriado, então a gente nem sabe se ele seria um bom combatente ou não. Fica aquela dúvida ali pra rondando a gente. É por isso que o príncipe covarde apela para um julgamento por sete. Sete combatentes do lado de Aéon, sete combatentes do lado de Dunkan. Aéon facilmente junta seu set, inclusive por meio do suborno, ofereceu o título de nobre a um dos homens que inicialmente lutariam pelo Dunkan. E a gente tem um discurso maravilhoso do Dunkan. A coragem abandonou as nobres casas de Westeros. Dankan clama isso em desespero por alguém que lutasse ao seu lado para completar o seu time de sete, já que ele perdeu um dos que seria do seu time. Ainda existe bravura para desafiar os injustos. Ainda existe justiça para se opor à opressão. Ainda existe ousadia para defender os que não têm forças para isso. Ainda existe quem proteja as mulheres ao invés de abusá-las? Os efeitos da ousadia de Duncan e da covardia de Aon teriam repercussões que mudariam o curso de Westeros. Sim, ainda existem alguns assim. Raymond Fosway assume o lugar do seu primo Stephan, que virou a casaca um pouco antes da luta em troca de um título de nobreza. O que é chocante é que o Raymond era um simples escuteiro, assim como Danky o era, que conheceu o Dunk e que compartilhava os valores do Dank. Ele é um cheio do cavaleiro ali mesmo, mas ainda faltava mais um para completar o set do lado do Dunk. É aí que Bayor Targaren, o filho de Don e sucessor do trono, surpreende ao tomar partido de Duncan e preencher o lugar da ouvir a casaca do Judas ali da história. Isso significa que Bayor, considerado um homem justo e sensato, estaria em oposição a seu sobrinho e ao seu irmão Maekar. Em suas palavras, esse homem protegeu fraco, como todo verdadeiro cavaleiro deveria fazer. Mas Byor é morto no torneio pelas mãos do seu irmão e é o próprio Mecar quem vai assumir o trono depois da morte de Deron II. Isso vai impactar diretamente a linhagem de sucessão real de Westros. O próprio Mecar conhece que seu irmão tinha uma competência muito maior do que a dele para assumir o trono. E quando algo desse errado no seu reinado, o povo diria: "Se Bay estivesse vivo, seria diferente." Além disso, agora a linhagem real iria para Maakar, o que fará com que Eg assuma o trono anos depois. O outro irmão que poderia assumir o trono seria Emon, mas ele recusou o trono a decidir ir pra muralha com grande mestro. EG, que preteriu a vida de príncipe para ser um simples escudeiro de um cavaleiro andante, por uma ironia do destino, assumirá o trono em seu reinado. E a gente sabe disso porque já tá escrito nos livros, ele vai enfrentar a oposição da nobreza. E por quê? Porque ele viveu boa parte da sua vida como andarilho, compartilhando a vida com Dunkan, onde ele aprende que honra não tem classe social. Mas calma, isso está muito longe de acontecer ainda, tá? Vai levar cerca de 27 anos para que Egon V assuma o trono. Por hora, ele ainda é o Eg, o jovem que não faz questão da realeza. O jovem que podendo comer das melhores comidas escolhe fazer um sanduíche de pão seco com carne salgada e ovos fritos em uma panela improvisada. O nobre por herança que poderia dormir em camas confortáveis tá ao lado de Duncan. Se senta no chão se reclinando em árvores para se proteger da chuva. Árvore que é um elemento visual muito importante nessa primeira temporada. É sobre uma árvore que o Sir Arlan morre e é enterrado. É sobre uma árvore que Duncan toma várias suas decisões. É sobre uma árvore que Duncan se escora depois do desafio do set ao lado de Leonel Barafian. Sir Arland é chamado de penetry, o que em português seria algo parecido com o árvore dos centavos, porque ele conta que cavaleiros tinham o costume de fixar um pene, um centavo e uma árvore antes de irem pro embade. Quando voltassem, eles pegariam o centavo de volta. No entanto, a situação era tal que havia árvores que não tinham mais espaços para colocar alguma moeda lá de tantos cavaleiros que morreram em batalha. E por isso era a árvore dos centavos, né, de tantos centavos pregados ali na árvore, o que representava a morte e muitas pessoas em guerra. Uma ironia que é muito marcante, né? Os que lutam são tratados como centavos. Os que morrem são inúmeros, mas não chegam a somar grandes quantias. Os que lidam com ouro ficam em seus palácios e tronos. Eg escolhe a vida de centavos. Ele escolhe uma vida inferior porque ele escolhe ser um escudeiro. Ele tá abaixo do do penaviro é. Se os cavaleiros eram esquecidos, escudeiros sequer eram mencionados. Aquele que tinha por sobrenome Targarien, que tinha os cabelos brancos que significavam pureza, é alguém que rejeita o seu nome, rejeita o seu símbolo ao raspar o seu cabelo, troca as roupas de realeza por meros trapos. A cena final da temporada é uma cena muito bonita. E Duncan cavalgam lentamente, lado a lado, conversando sobre o sete ou seriam nove reino. Sir Arland é mostrado cavalgando ao lado deles e em determinado ponto o cavalo sai da trilha e cavalga sozinho. O caminho daqui pra frente não seria mais vivido à sombra de quem foi Sir Arl. A história agora seria escrita pelas aventuras que o cavaleiro sem título e o príncipe escudeiro viveria. É maravilhoso ver essa história longe dos tronos e das disputas dos nobres. Logo no primeiro episódio, quando a música Temo vai crescendo, já nos preparando para aquele estilo de abertura grandioso, nós somos surpreendidos por, como é que eu digo isso? Por algo inesperado. Quero agradecer já aqui o meu querido amigo Edson Castro, meu melhor amigo da internet, por ter por ter me avisado, tá? Que aí quando o negócio começou, já até a mão na tela aqui, ó. T, quando começou t, j até a mão na tela aqui do iPad aqui, ó. E aí quando aparece o caba soltando um barrão, né? Eu não não tive que ver est no Barrão. Ele também me avisou, me avisaram que no episódio tinha um uma um órgão, um falo gigante também. Aí eu já não tive que me submeter a isso. Consegui assistir sem ver falos e sem ver fezes. Muito obrigado, Edson Castro. Você é meu grande amigo. O que é uma quebra incrível de expectativa, não é? O que é uma história que geralmente se iniciaria como um grande épico. Na verdade é a história de pessoas que sabe que fazem suas necessidades físicas do mato. É uma história do dos pequenos, dos rejeitados, dos comuns, mas é justamente do barro, do pó, do do do dos centavos que essa história é construída. Nós não precisamos viver em busca de títulos, em busca de renome, em busca de reconhecimento para sermos nobres no caráter. Não precisamos ser lembrados para sermos honrados. E essa é justamente a lógica de um de algo que absolutamente tá longe do mundo de Game of Thrones. É a lógica da fé cristã. O cristianismo é inversão da lógica do mundo. É inversão do do mundo de Game of Thrones. Aquilo que o mundo trata como glória e de onde é esperado algo grandioso, o cristianismo trata como nada, como bobagem, como pequeno. Como não vê a história de Duncan e não lembrar do apóstolo Paulo. Paulo ensina que nós não devemos procurar qualquer vanglória humana, procurar glórias vazias, mas considerar os outros como superiores a nós mesmos, tendo em nós o mesmo sentimento, o mesmo pensamento, o mesmo alvo que houve Cristo. Paulo não nos chama a ter um tipo de pensamento que fica só na cabeça, mas sim um tipo de pensamento que gera uma ação e um comportamento tal qual do nosso Senhor, que abriu mão dos palácios reais para andar na terra comum como nós, que se despiu de sua glória para nos alcançar. Ele é quem realmente tinha toda a glória. Se esvaziou dessa glória, se fazendo servo, encarnando como homem. A encarnação do Senhor é é um despojado de vestes reais. Jesus é esse cavaleiro que foi desprezado pelos seus. Ele é o Senhor que se fez de escudeiro. Ele encarna na Baixada da Galileia, sendo o Messias, lava os pés dos seus discípulos, que era algo que o escravo faria. Ele abandona sua realeza, decide viver entre os desprezados, entre os pecadores, entre os cansados, no meio dos sobrecarregados, os que o odiariam e o matariam, nos ensinando que a glória do cristão não está no louvor do seu nome, mas no imitar do seu Senhor. É o que Paulo nos ensina. Jesus, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação ser igual a Deus antes. A si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se semelhante de homens e reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte, à morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou sobre maneira. Ele deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho nos céus, na terra e debaixo da terra. E toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus. Mas Cristo, Cristo não é como Sir Arl. Ele não toma um desvio para que trilhemos sozinhos nossos caminhos, não. Ele promete que estará conosco até a consumação dos séculos. Cristo não é como Eg, que seria Egon V qu improvável. Ele é, na verdade, o rei rejeitado, mas que continua rei dos reis. Cristo não é como Dancan, que depende de homens para defender o que é a vontade de Deus. Ele cumpre a vontade do pai de forma plena em si. Sir Arlan, Aegon V são são pequenas sombras de valores que nós percebemos muito mais destacados e muito mais bem estabelecidos naquele que é rei para além da literatura, para aquele que é rei do mundo em que vivemos. Cristo foi transfixado como se nada valesse no madeiro, feito centavos em uma árvore. E ali ele morre pelos pecados dos seus. Ele ressuscita se assentando ao lado do pai. Felizes são aqueles que tm o Senhor dos senhores como seu cavaleiro e o Rei dos Reis como seu escudeiro. A honra que Dank possui não é nada comparada com aquela que está disposta a todo aquele que crê em Cristo como seu senhor. E você, que lições você tirou para você aí de Daneneg, um cavaleiro dos sete reinos? Que história gostosa? Comenta aqui embaixo, deixa aí sua contribuição para essa conversa. Usa o cupom Jesus lá na grupo suplementos e não deixa de se inscrever no canal e assinar as notificações para ficar sabendo sempre que houver vídeo novo. Um cheiro no seu cangote e até a próxima. Yeah.