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A fé vem pelo ouvir

Como entender as Parábolas? – BTCast 635

Como entender as Parábolas? – BTCast 635

Como entender as Parábolas? – BTCast 635

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Muito bem, muito bem, muito bem! Está no ar mais um encontro da Semana Teológica EBT, e desta vez mergulhamos nas parábolas do Reino — essas histórias provocativas contadas por Jesus Cristo que ao mesmo tempo revelam e confrontam, escondem e transformam. Com a Rodrigo Bibo, Cacau Marques, Erlan Tostes e Paulo Won, a conversa explora como as parábolas não são meras ilustrações morais, mas anúncios subversivos do reinado de Deus que desafiam os valores dos impérios passageiros e redefinem nossa compreensão de vocação, igreja e mundo. O que significa viver hoje sob o senhorio de Cristo? Como as imagens da semente, do fermento e do tesouro escondido continuam desestabilizando nossas certezas e moldando nossa prática? Esta aula é um convite à imaginação teológica e à fidelidade concreta ao Reino — e também uma oportunidade de conhecer a nova turma da Escola Bibotalk de Teologia. Vem estudar com a gente.

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Playlists legais para você maratonar:

– Série Gigantes: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAK7V6Bz-YUuESPPiCi6Gy2B
– Série Os Outros: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALUz4ZnUbe1id7GI4BVDs-O
– Série Aliança: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALKeBBgfaSYx_7eWJWPKN3k
– Série Parábolas: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALmTOownlMJJ_SGOsn1R0Mr
– Série Origens Cristãs: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALjBXZp2y9551ayHWhdKBS5
– BTCasts MC: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAInhfKseQ-DMuNBW1V081oF
– BTCasts ABC2: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAJQRa75AUS1NKO-lWMikCot
– BTPapo: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAIbR1ZXQYUseXslZ75CGud9

Legendas automáticas:

Sejam bem-vindos ao último dia da nossa
semana teológica que chega até você
graças à escola Bibotalque de teologia.
Segunda, terça, quarta, quinta, você
acompanhou eu, Guilherme Nunes e Luiz
falando sobre o reino de Deus. Agora
você vai ter um podcast incrível falando
sobre as parábolas do reino. Então
gente, acompanha esse podcast que eu
tenho certeza que você vai aprender
muito sobre as parábolas do reino de
Deus. Lembrando que você pode estudar
Bíblia e teologia com a turma do Bibotal
que estamos com a turma aberta, com um
baita desconto para você assinar o nosso
plano anual e passar o ano de 2026
estudando Bíblia e teologia com a gente.
Sério, dá uma olhadinha aqui na
descrição dessa aula, desse vídeo aqui
no YouTube, que é bem menos do que você
tá imaginando. Ai, deve ser muito caro
estudar com essa galera. Gente, sério,
cabe no seu bolso e eu tenho certeza que
vai valer cada centavo que você investir
aqui com a gente. Mas simbora pro
podcast. Então, deixa eu explicar para
vocês o que tá acontecendo na escola
Bibotalco de Teologia. Você não sabe,
você não conhece nossa escola. É uma
escola 100% online que tem professores e
professoras que amam a igreja, amam a
Jesus, amam a teologia, a tradição da
igreja e que ensina de forma clara, de
forma transparente numa linguagem
acessível, ao mesmo tempo profunda, os
princípios da teologia de várias
disciplinas teológicas. Você vai ter lá
matérias comigo, com o Cacau Marques,
com o Guilherme Nunes, com o Luiz, ah,
com o Erlan, com o André H. Tem um monte
de gente boa, Paulo, enfim, gente, uma
imensidade. Cíntia Muniz, uma galera de
gente boa, até não tô citando todo mundo
aqui, tá? Tem muita matéria legal na
EBT. São mais de 180 horas de conteúdo
que você tem acesso ao adquirir qualquer
um dos nossos planos. E se liga, nós
estamos fazendo 4 anos de existência. Há
4 anos que nós estamos produzindo
teologia numa linguagem acessível para
você aprender mais sobre esse rico
universo que é a teologia. Então, olha
só, galera, a gente tá dando 40% de
desconto no nosso plano anual. Sim, o
nosso plano anual ele é incrível, ele
tem diferenças em relação ao plano
mensal, tem mais coisas e a gente tá
dando 40% de desconto. Basta você
aplicar esse cupom aqui, ó, Aniver 40.
Selecionou o plano anual, aplicou o
cupom, vai vir esse desconto para você.
Mas é o seguinte, pela primeira vez na
história da IBT, vamos dar descontos no
plano mensal. Sim, 20% de desconto no
plano mensal basta por 6 meses, tá bom?
Por 6 meses. Por 6 meses você tem 20% de
desconto. Basta aplicar aqui a Ner 20 e
você vai ter esse desconto. Tem mais
detalhes aqui na descrição desse vídeo,
desse podcast, se você tiver só ouvindo,
tá bom? em bibotalco.com ou aqui no
YouTube. Sério, gente, vem estudar
Bíblia e teologia com a gente. 4 anos,
ó, sobre o plano anual, vem paraa nossa
turma 06. Vai ter um grupo no WhatsApp
exclusivo para vocês, vai ter monitor,
vai ter clube de leitura, aulas ao vivo
a cada 15 dias. Sério, vem estudar
bíblia e teologia. E detalhe, você vai
passar porque quando você entra no no na
nossa plataforma de ensino, você tem
acesso a tudo que nós já produzimos. E
se você escolheu o plano anual, por
exemplo, ou seja, até fevereiro de 2027,
você vai ter acesso a tudo que nós vamos
postar. O plano mensal é o seguinte:
enquanto você paga, você tem acesso. O
plano anual você pagou, você vai ter
acesso a tudo que nós vamos postar em
2026. Então, sério, gente, assim, e o
valor, gente, na moral, por tudo que a
gente já tá oferecendo, tá um valor
excelente, tá? E ainda mais que vai vir
mais pelo menos mais uns quatro módulos
ainda esse ano. Sério, só vem e você vai
amar estudar bíbl e teologia com a
gente.
Começa agora o BTecast. Teologia é nosso
esporte.
>> Muito bem, muito bem, muito bem. Começa
mais um BTC de número
>> 635.
>> Eu sou Rodrigo Bibo e voltamos com a
série Parábolas. Olha aí, é uma boa
abertura.
>> Ok,
>> né?
>> Justo,
>> justo. Tá valendo.
>> Descritiva, né?
>> Descritiva. É. E eu sou o Cacau Marques
e eu odeio aquela piada do para bola,
sabe? Eu acho.
>> Mas e o tira rede?
>> Acho horrível.
>> É, é que Jesus não gostava de futebol,
né? Que ele manda parar a bola e tira
rede odeio. Eu odeio a piada, ele faz a
viada. Lançar a rede e tirar a trave.
>> Isso. Exato. Lançar rede, tirar trxaud.
>> E olha só que você sabe que eu gosto,
>> sou um grande defensor das piadas de
pastor.
>> O seu pai fazia piadas?
>> Faz ainda.
>> Poxa, que legal.
Tu teve um bom pai?
>> Tive. Eu tenho um bom pai.
>> Tu tem um bom pai? Irlã, fala para mim
que teu pai foi ruim para ti,
>> cara.
>> Irlan, fica comigo nessa. Irlã,
>> eu tô, eu, meu pai foi, meu pai foi, meu
pai foi uma, eu a terapia não é agora,
né?
>> A nós, é nós. Enfim, que deve ser muito
massa ter um pai. Tu já acompanha o
betepo que eu faço com cacau?
Eu não vou, eu não vou te interromper,
mas você tá se afundando nessa. Tá
>> sério?
>> Meu Deus. Verl explica.
Mas é que o Cacau fala também do pai
dele, falou: "Mano, como ser um pai
legal?" Agora o Paulo teve um pai legal
também.
>> É, o meu pai poderia ser melhor.
>> Poderia ser melhor o meu também. Enfim,
mas legal Paulo. E gente, quem é que faz
abertura agora? Vai que é o Paulo. Paul
eu.
>> Vai lá, Paulo, por favor.
>> Eu sou Paulo On e são coisas simples que
nós entendemos das coisas complexas da
vida.
>> Olha aí, Deus usando as coisas loucas.
Eu sou Erlant Tostes e tem joio e trigo
crescendo junto, mas você joio pode se
tornar trigo, só se arrepender.
>> Olha aí, mano. Muito bom, cara.
>> Pode. Pensei que era só arrancar e quem
arranca é o fim dos tempos.
>> Não arrancaram ainda. Não arrancaram
ainda.
>> Será que o joio pode vir a se tornar
trigo, cara? Eu acredito
>> uma mutação pode acontecer
>> uma mutação. Será que
>> não, atualmente eu gostaria mais de
saber quanto tem de caloria no joio ou
no trigo, porque talvez eu troque.
>> Não, aliás, eu aliás quero parabenizar
os dois que estão desse lado da mesa.
Põe a câmera só nos dois aí, Andrezão,
porque aqui, ó, os dois emagreceram
muito. Cacau super magro. Que o cacau é
o seguinte,
>> já que a gente somar, a gente perdeu,
sei lá, uma criança.
>> Eu perdi, eu perdi o meu filho mais
novo. Caramba, inteiro.
>> Sério? 12 kg. 12 kg.
>> Olha aí, 24 kg. Vocês perderam a Milena
quase. Sensacional, gente. Parabéns. E o
cacau não só emagreceu, como também
emagreceu a barba. Foi uma boa
estratégia, né? Deu uma diminuida na
barba e tal. Uma boa,
>> ah, deu uma paradinha aí.
>> É. E às vezes quando eu assisto o vídeo
meu mais antigo com aquela barbona, eu
fico me perguntando por que meu amigo
meu avisou.
>> Olha, cacau. É porque a gente cacau.
Assinte, a gente
>> não tô brincando. Eu sei. Vocês foram
muito
>> Exato. Exato. É. O que a gente,
>> inclusive, eu preciso arrumar minha
barbada. Te avisava, Cacau, é da tua
postura. Quando tu senta, realmente tem
alguns BTDs,
>> cara, mas BTD é aquele negócio, você faz
aqueles negócios sentado no final do
negócio, é maior desgastante.
>> Eita
olhaxe,
>> virou conversa de RH agora.
>> Virou conversa de
>> B que eu acredit, eu disse assim, é
intenso, é super cansativo. Fala a
verdade.
>> E aí a gente grava no final. É verdade.
>> Lembra quando dormir?
>> É verdade. Mas é legal. Vocês querem
cortar então o BTQ?
>> Tem uma figurinha minha dormindo.
>> Exato. Exato. Vocês querem cortar o BT,
o BTQ gravado ao vivo? Isso não. Galera
gosta. Então a gente diminui uma
palestra. Então
>> não precisa. Não é isso que eu tô
dizendo. O que eu tô dizendo. É
exaustivo. Então no final fico meio
desconjuntado. Mas eu mudei. Foi só
aquela,
>> aquela, aquela. Vamos lá. Mas gente, o
tema hoje, o tema hoje é parábolas do
reino. Voltamos com a série parábolas.
Tem vários episódios aqui em bibotal.com
falando sobre as parábolas, inclusive se
eu não me engano, primeiro episódio de
Cacau.
>> Primeiro episódio
>> e vários outros. Foi a parte do Cacau,
foi a falando sobre parábolas. A minha
também. A sua também, né? As 10 virgens.
>> A gente já foi mais bíblico. Cara, esse
podcast é muito bom também.
>> Esse podcast é muito bom. Até hoje ele é
muito bom. Eu ouvi ele, cara, acho que
três meses atrás eu fui pregar sobre
essa parábola, eu ouvi o nosso podcast.
Tá muito legal. Tem bom, bons insightes
lá. B sit. É isso. Então, a série
parábolas, a gente vai analisar algumas
parábolas e hoje parábolas do reino, tá?
Mateus 13, Jesus conta algumas parábolas
que são chamadas de parábolas do reino.
Vamos contextualizá-las, trazê-las aqui
para você e fazer aplicações práticas
para o nosso tempo hoje. Vamos lá. Vamos
começar então, gente. Só lembrando que
tá aqui na tela. Se você que vai comprar
na Amazon, compra pelo link do
Bibbotalk. Sempre que você compra pelo
nosso link, você ajuda este canal a
continuar, a patrocinar o que a gente tá
fazendo aqui. Beleza? Não esquece. Vamos
lá, gente. Mateus 13, parábolas do
reino. Ah, qual é a primeira parábola
que a gente tem? Que umas três ou quatro
parábolas Jesus conta ali, né? Oito
parábolas.
>> Oito parábolas, gente. Por que que eu
contei? Eu só expliquei você parou antes
de terminar.
>> Ah, é porque ele é a mesma coisa quase,
né?
>> Mas são oito parábolas, gente.
>> A partir de qual versículo começa?
>> A partir do versículo um.
Ah, tá gente. Entendi. Entendi. É que
vocês pegam já desde a do semeador. É
que eu pulei a do semeador porque nós já
temos um episódio que sobre
>> Mas você pulou só do semeador.
>> Eu acho que eu pulei só do semeador,
cara. Porque inclusive em algumas
bíblias começam lá parábolas que Deus é
semelhante a listar. Tem a parábola do
semeador de 1 a 23.
>> Parábola do j e trigo.
>> Parábola do grão de mostard. Não, essas
três tem que ir junto.
>> Isso porque são grãos, né? Tem. Não, mas
é verdade. É, também é. Ele riu. Mas
também é também é bon. Mas não é só isso
também tem um problema que ele tá
traçando. É,
>> tem sim. Tem o do fermento que é o
quarto, tem o do tesouro escondido,
quinto, tem a pérola de grande valor,
sexto
>> rede, sétimo e o do escriba instruído,
oitavo.
>> Beleza.
>> Mas o que o que o que me faz olhar para
esse texto com um olhar bem assim atento
é que geralmente a gente entra em crise
com essas parábolas que caem assim meio
que do céu assim. Eh, tipo, tem um tem
um capítulo específico só de parábola.
Então, Jesus, ele parou no momento e só
pregou parábola e todo mundo, né,
registrou de forma linear. fez um bind
listening ouvindo ali.
>> É, mas aqui, cara, se você for ver
assim, ah, essas parábolas, ainda que
sejam meio desconexas, mas existe uma
narrativa por detrás de todas elas que
faz com que todas elas tenham um
sentido, uma progressão. Ou seja, desde
da questão da recepção da palavra, que é
a questão do semeador,
>> até a questão que envolve
juízo, a questão que envolve ah, a como
nós vivemos a partir da palavra semeada.
Nós temos, na verdade, toda a
complexidade da vida exposta de uma
forma muito muito comum, porque as
parábolas se propõem a fazer isso. E
alguns eruditos dividem essas oito
parábolas em alguns movimentos, né? O
primeiro é a parábola do semeador, que
tem a sua explicação. É uma das únicas
parábolas que Jesus faz.
>> Questão de explicar.
de 1 a 23, temos de 24 a 43, que são as
parábolas do jui e do trigo, grão de
mostarda e do fermento.
>> É.
>> Tá. E tem o terceiro ciclo, que é as
parábolas do tesouro escondido, da
pérola da rede. E tem uma conclusão com
uma parábola bem meio que deslocada,
parece que fala da dos escribas, né, do
da questão do escriba. Então, tem uma
lógica por detrás que é uma lógica que a
gente precisa sempre estar atento quando
nós nos deparamos com esse tipo de
texto. Por que que temos um capítulo
específico só de parábola? É um trabalho
editorial do evangelista, pois ele quer
comunicar algo de forma intencional, a
conectar de alguma forma essas
parábolas, essas oito.
>> Uhum.
>> Né? nos mostrando um quadro muito maior
daquilo que Jesus quer ensinar e da
própria pedagogia do Senhor Jesus
>> e até o próprio tema do reino, que é um
tema muito importante, né, para o
público de Mateus, se é um público, né,
de forma eh proeminente de judeus,
>> tanto que ele até evita no lance do
reino de Deus, é mais o reino dos céus e
tal,
>> uma linguagem de Mateus.
>> Uma linguagem de Mateus. Exato. E a
questão do reino de Deus ligado a
pessoas.
>> Olha,
>> porque o reino de Deus não é um conceito
etéreo.
>> Uhum. O reino de Deus está ligado com a
rotina da pessoa que está simples
simples relacionados com movimentos bem
prosaicos, bem ordinários da vida.
Então, o que que Jesus ensinou?
Arrependei-vos, porque o reino de Deus
>> está próximo. É chegado. É chegado de
tal maneira que agora os discípulos de
Jesus, à luz daquilo que Jesus é, já
todos nós podemos viver essa realidade
no aqui e no agora. Por exemplo, a
parábola do joio e do trigo. O joio do
trigo é o que nós estamos vivendo agora.
Essa parábola, se nós pegarmos a nossa
vida, ela não terminou. Uhum.
>> Porque um dia vai chegar o juízo em que
Deus vai separar as duas coisas. Então
nós estamos crescendo ao mesmo tempo.
Trigo e joio é o que nós estamos vivendo
agora. Então a realidade do reino não é
uma realidade para o além,
>> é uma realidade para o agora.
>> Até porque o agora é o próprio Cristo,
né? A gente pode entender que o reino de
Deus não é um lugar, mas é uma pessoa.
Vivemos uma vivemos é e que ou seja, a
presença dele antecipa isso, né? Essa
vivência do reino, né? Agora tem uma
questão legal nessas parábolas ali que o
Snotgress desta destaca essas primeiras
aí até a do fermento, né?
>> Uhum.
>> Que ela fala até do joio, desculpa, até
do joio, que ela fala de eh
atividades ocultas.
>> Uhum. Explica, explica. Atividades
ocultas de de questões ocultas. O
SnordGress propõe, e acho que faz muito
sentido, que a pergunta que meio que
conduz essas primeiras parábolas, esse
capítulo, é por que a gente não vê o
reino irrompendo?
>> Uhum.
>> Entendeu? Num período em que os
discípulos estão ali e se você olhar o
capítulo anterior, é um capítulo em que
Jesus é rejeitado, tem uma série de
questões e os discípulos são meio assim
e ele tá em casa, né? Ele tá bem nesse
lugar, ele vai para casa e ali tem, né?
Na sua terra o profeta não tem honra,
tal. E aí ele vai falar de várias
questões que respondem essa pergunta.
Por exemplo, olha, a mensagem chega em
pessoas e por algum motivo ela não
germina. Ou é porque tá muito preocupado
com as questões da vida, ou porque as
aves tomam, mas quando ela cai no solo,
ela dá fruto e ela dá frutos e e frutos
diferentes. Ou a parábola do joio do
trigo, não, eles crescem juntos,
>> né? Ou do grão de mostarda, ele é uma um
grão pequeno, mas uma hora ela aparece.
ou do fermento. É, se mistura o fermento
na farinha e não se vê como acontece
aquilo, mas acontece, entendeu? Sem que
você veja aquilo tá acontecendo. Então,
a tentativa de responder por que o reino
não tá acontecendo do jeito que a gente
acontecia, isso é uma coisa
absolutamente
eh eh compreensível
se você tem uma mentalidade profética do
Antigo Testamento falando do dia do
Senhor como uma chegada, juízo,
destruição e glória, entendeu? E aí isso
não acontece. Eles começam a ficar meio
como é que que que tá acontecendo? E aí
Jesus conta essas parábolas falando:
"Calma, não é desse jeito que vocês
estão pensando, não.
>> É, e ele vai caminhando por esse
caminho." Então eu acho que pelo menos
essas primeiras elas se conectam com o
sistema, mas elas vão acrescentando
elementos e elas vão se desenvolvendo e
chegando em outros elementos que vai ter
outros aspectos de oculto também, que
nem a a pérola ela tá oculta, ela vai
caminhar por essa questão de estar
oculto também, mas em outro sentido, eh,
no caso da pérola até no mesmo, né? Eh,
você não tá vendo, mas você sabe, então
pela fé você adquire e tal, né? Então,
>> tem ideia da mostarda que vai crescer,
né? Que tá se expandindo e tal. Essa
ideia é muito interessante porque nós
temos Jesus constantemente lidando com
questão de dimensões.
>> Hum.
>> Começa pequeno
>> e vai se alastrando. Então, é um é um é
uma espécie de capilaridade que vai se
formando do reino de Deus. Bonito isso.
>> O reino capilar de Cristo
>> é porque quando brota multiplica, né?
10.
>> Isso porque é uma é uma capilaridade.
>> Oferecimento manual.
Desculpa. Se eu fosse patrocinado, eu ia
enviar agora o jabá. Vai.
>> Mas é uma capilaridade multidimensional,
porque é uma capilaridade que envolve a
profundidade das raízes, a a a copa, né,
da árvore, né? Então, é algo que
efetivamente é contrainttuitivo quando
nós falamos de reino de Deus. Como
assim? O reino de Deus começa com uma
semente, é verdade.
>> Com uma pérola. Por que que um é
importante aqui?
>> E por que que no caso da pérola ela é
uma coisa só, mas tem tanto valor? A
semente que cai na terra boa, o joio, o
trigo, tem muitas individualidades sendo
tratadas e que no final
>> parece que Jesus amarra numa
coletividade muito maior.
>> É, agora isso aí ecoa a linguagem do
Antigo Testamento, né? Que assim, você
tem uma questão no Antigo Testamento que
é uma quase que uma maneira de Deus agir
de partido particular para
>> para elementos maiores, uma pessoa para
>> Uhum. um povo, um povo para todos os
povos, tal, mas até na numa linguagem
profética mesmo, porque a própria visão
de Daniel que que Daniel, ela é uma
pedra que se tá numa montanha, né? Ela
pedra que se desprende.
>> Então essa mensagem também, esse pessoal
tava meio
>> podia ter prestado um pouquinho mais
atenção na sinagoga. Mas veja que esse
crescimento é é interessante você trazer
o Daniel, porque quando nós lemos
Daniel, nós temos a impressão que esse
crescimento é algo sumamente divino.
Assim, a pedra cresce e invade toda a
terra, né?
>> Mas na perspectiva de Jesus, esse
crescimento é também uma missão dos seus
discípulos.
>> É verdade. Cara, né? Então, é o agir de
Deus sobre o povo de Deus que faz com
que, por meio do evangelho, tanto na sua
pregação quanto na sua vivência, na sua
experiência, a experiência do reino de
Deus possa se esparramar.
>> Uhum.
>> Para cumprir a expectativa dos profetas,
a glória do Senhor encher a terra como
as águas cobrem.
>> Tanto que em Mateus 13, na parábola do
semeador, né, a gente entende que a
semente é a palavra de Deus sendo
pregada. Só que mais pra frente os
filhos, né, do reino são a semente, ou
seja, nós também somos as sementes que
ele joga no mundo.
>> Daqui a pouco Jesus é a semente que
precisa morrer.
>> Exato, gente. Vai tendo multidimensões
da mesmo do mesmo item.
>> É verdade. Jesus é a semente. Nós somos
a semente. A palavra é a semente, mas a
palavra através de nós, a palavra de
Cristo, sendo que em Daniel, de fato, a
pedra se desprendeu sem auxílio de mãos,
né? E aí Jesus explicaram, realmente eu
não tinha pensado nisso, né? E o o Cacau
falou uma coisa interessante, falou lá,
o pessoal de na sinagoga deveria ter
prestado mais atenção no no emo foi uma
>> Não, não, mas mas é
>> foi meio, né, maldoso aqui.
>> Não, não é porque porque os apóstolos
chegam até ouvido
>> os discípulos chegam em Jesus que tá lá
no barco falando as parábolas e
perguntam: "Mestre, por que que o senhor
tá falando em parábola?"
>> É. E Jesus, a resposta de Jesus é:
"Olha, vocês receberam capacidade de
compreensão dos mistérios do reino, mas
eles não".
>> Aí ele cita Isaías,
>> que tem um povo que tem ouvido e não
ouve, tem olho e não vê.
>> Temos um betpapo sobre isso. Muito
pouco.
>> Verdade. Verdade.
>> E aí o o grande lance é, eu tô falando
para que haja uma compreensão
eh mascarada e ao mesmo tempo revelada
nessa dimensão dupla, né? é mascarada
porque são metáforas, são símbolos que
são colocados e tem interpretações na
realidade, mas tá revelado porque o
reino de Deus finalmente foi
descrotinado. Ele não é mais uma
expectativa de vitória eh bélica, enfim,
social, política, econômica, conforme
existe uma expectativa do povo que tá
recebendo essa essa mensagem. Veja, esse
povo, eh, a gente tá falando aqui século
eh, talvez os avós dessa galera que tá
recebendo aqui, eles tiveram autonomia
no seu território. Porque se na década
de 60, um pouco antes, o Império Romano
domina, um pouco antes eles eles estavam
vivendo
>> os Macabeus, né? Os Asmoneus estavam ali
autônomos finalmente, né?
>> Então assim, poxa, o meu avô tava livre,
hoje eu sou escravo, meu pai é escravo,
minha mãe é escrava, eu sou escravo de
Roma. Então existe uma expectativa, uma
frustração, obviamente, mas tem uma
expectativa de que o Messias resolva
isso. E Jesus tá falando o seguinte:
"Olha, o reino de Deus é muito maior que
isso. Muito existe uma libertação que é
muito mais política, muito mais que
econômica, social, uma libertação
espiritual plena,
>> uma convicção plena que alcança o
entendimento através de elementos do
cotidiano."
>> Ou seja, Jesus vai mostrar que o pecado
que ele veio destruir, por assim dizer,
é maior, é maior que Roma. Tipo assim, é
um problema maior que que a escravidão
que escravidão não, né? Você acha vocês
acham que tô tendo um problema aqui com
o César? Não, cara, o pecado é muito
pior.
>> Mas esse pecado também é é algo muito
interessante de ser lado aqui,
>> porque imagine, não são todas as pessoas
que tm noção de que o reino chegou.
>> Sim.
>> Por isso,
>> como é que elas teriam essa noção?
>> Porque tem o joio e o trigo
>> crescendo juntos.
>> Crescendo juntos. E o que determina quem
vai ser joio e quem vai ser o trigo é
exatamente a
>> livre sobre eu não tô brincando.
>> É em última análise não que eu não sou
calvinista.
>> Exato. É
>> meu Deus.
>> Não, mas até para armeniano alivio
soberania de dança também corera também
como concorrência. Talvez eu seja
peladiano. Vocês não sabem. Tô
brincando. Esse é esse corte.
>> Eu eu falaria da justamente da percepção
que as pessoas têm sobre a pessoa de
Jesus. Isso que determina o que é joio,
o que é trigo, né? Então é uma
>> a gente a gente quer uma realidade do
evangelho muito limpinha, muito linear,
>> mas o evangelho reflete as complexidades
da nossa vida.
>> Às vezes não tem resposta fácil.
>> Todas as respostas que envolvem a nossa
vida são respostas num nível complexo.
>> Uhum.
>> A realidade do reino era para ser uma
realidade que todos perceberiam.
>> Sim. em resposta às expectativas que nós
temos, os profetas do Antigo Testamento,
mas nem todos têm olhos para ver e nem
todos têm ouvidos para ouvir. É aí que
cai a questão da parábola, porque Jesus
falou de parábolas justamente para que
aqueles que não têm ouvidos para ouvir
não entendam aquilo que está sendo
falado sobre o reino e ao mesmo tempo se
coloquem, por exemplo, na função do
joio. É,
>> então tem esse sabor meio agri doce,
sabe? Meio
>> é Jesus fala que o coração do povo se
tornou insensível para perceber essas
verdades do reino. E isso tá tá numa
parábola, mas comunica com outra quando
fala do coração que é que é duro, que a
semente cai e não brota. Por quê? Porque
tem durezas da sociedade que estão
impedindo de penetrar. A gente tem que
só, cara, a realidade muito maior do que
isso, muito maior do que essa mesa, do
que esse estúdio, do que a internet, do
que o mundo, tem algo muito maior que é
a minha, meu relacionamento com Deus. No
final, Deus quer um relacionamento
conosco.
>> Mas só para ser um pouquinho mais
instigador aqui,
>> se a semente é a palavra de Deus
>> e a palavra de Deus tem o poder que nós
reconhecemos,
>> por que que ela só brota a depender do
coração da pessoa? Cara, o LED vai dizer
o seguinte: "Olha, Jesus com essas
parábolas tá dizendo que o reino de Deus
ele pode ser aceito ou pode ser negado
ou que a realidade é muito mais complexa
>> do que simplesmente você aderir a uma
ideia ou alguma proposta que pode ser de
cunho ideológico ou qualquer coisa
assim.
>> É, existe dimensão intelectual de a
gente concordar ou discordar de uma
ideia, mas tem algo que é sobrenatural.
>> Não, mas tem uma questão
>> tem algo sobrenatural.
>> É, mas tem mais do que algo
sobrenatural. Eu acho que porque para
pegar ficar na parábola do semeador,
eh, essa essa mesma esse solo raso brota
e brota rápido.
>> Sim.
>> Uhum.
>> Se a gente pensar que as pessoas estavam
se perguntando sobre puxa, por que que o
reino não irrompe? Por que que, né? Eh,
pode ser que eles estejam pensando
naqueles que, por exemplo, João fala, se
não estão entre nós, não eram dos
nossos, entendeu? Já estiveram,
rapidamente, responderam e depois se
afastaram. É, pode ser. E aí tem essa e
e isso faz sentido você pensar que
houvesse esse tipo de grupo de alguma
maneira ali para os leitores de Mateus,
né? Talvez não tão
visível no momento em que Jesus tá
ensinando a parábola. Mas pros leitores
de Mateus, décadas depois, com certeza
esse grupo existe dos que receberam o
evangelho e se afastaram. Demas, amor
demais presente século, abandonou Paana.
>> Ex. É, então essas essa
>> Susana
>> é é Nárnia.
Ah, tá boa. Amou, amou os sapatos, né?
Exato. Exato.
>> Então, essas eu acho que que é é uma
coisa que assim aí pega pra gente também
o quão profundo a semente vem para mover
esse solo todo do nosso coração,
entendeu? E aqui, independente da gente
tá falando sobre se essa condição é
mutável ou não, se ela é pré-definida ou
não definida,
>> a questão é que se a gente tá falando de
um poder desse reino, ele envolve um
certo compromisso de transformação
profundo em nós mesmos. É,
>> e a gente tá muito condicionado a essas
condições em que a gente tá inserido
muitas vezes que a gente não deixa esse
tipo de transformação. E aí,
independente também se essa questão é
pessoal ou não, isso aí é mais para uma
para uma análise pessoal do que para
ficar investigando as razões teológicas,
espirituais disso. Entendeu? A gente
gosta de ficar olhando pro outro, falar
assim: "Tem gente que é coração duro,
tem gente que nasce, mas os pássaros
vem". Vamos, vamos internalizar isso.
>> Como tá o meu coração? Como que eu tô
recebendo a palavra de Jesus? Eu tô
absorvendo, eu tô rejeitando? Eu tô
desobedecendo, eu tô me esfriando?
>> Qual minha relação com o presente
século?
>> Caramba,
>> entendeu? Porque no final das contas a
gente tá meio
>> quem define os meus amores, né?
>> E outra, e aí tem até o lance, né? Eu
sou semente de qualidade? Deus tá me
lançando no mundo, né? Como a semente do
seu evangelho, né? Onde? O que que eu tô
representando em relação a isso? No fim
das contas, a última coisa que Jesus
fala, né, na sétima parábola, que é a
parábola da rede, rede,
>> é que essa avaliação final
>> que envolve o compromisso pessoal, que
envolve a autoconsciência,
>> ela é uma avaliação que vai ser feita
dentro da mente de Deus, porque ele é o
>> é os seres celestiais, né, que vão fazer
esse essa
>> isso. E chama os anjos para ajudar nessa
seara. Ele é o que separa, ele é o que
colhe o e lança o joio fora e e guarda o
trigo.
>> Isso. Mas aí vem a pergunta, OK, a
separação do joio e do trigo, ela é uma
separação escatológica, ou seja, é no
frigir dos ovos, é no grande dia que a
gente vai ter essa separação do joio e
do trigo. Enquanto isso, ou seja,
enquanto o mundo tá rolando, eles estão
crescendo. E por isso que a gente é
frustrado muitas vezes, mano, por que
que tem tanto mal no mundo? É, Jesus já
respondeu nessa parábola, gente. O jo e
o trigo tão crescendo junto. Como é que
fica o lance de nós, com as outras
orientações bíblicas de nós julgarmos,
né, o falso profeta, ou seja, as
orientações de Paulo, né, pra gente
ficar de olho. Olha, virão mestres que
vão querer enganar.
>> É, a minha pergunta assim assim, mano.
Beleza, a separação do joio e do trigo,
ela é pro grande dia, certo? Vou usar
uma linguagem mais genérica para pegar
aqui pré-milenistas e amilenistas.
>> É pro grande dia. Pro. Como e como é que
fica o nosso papel de julgar hoje, né,
os falsos profetas?
>> Eu acho que a questão do juízo, ela está
muito mais relacionada aos efeitos do
que à forma, porque o joio e o trigo são
duas plantas que visualmente são muito
parecidas.
>> Muito parecidas.
>> Hum. Agora o trigo alimenta,
>> tem glúten,
>> tem entre outras coisas.
>> O trigo é que vai salvar a gente no
futuro, como eu já disse,
>> mas o milho,
>> o joio faz mal,
>> melhorza,
>> faz mal pra saúde. Não tem um efeito
bom,
>> não faz pão.
>> Não faz pão, cara. Já imaginou ter um
negócio que não faz pão? Já tá errado já
no começo.
>> Pronto.
>> Mas Jesus mesmo também ensinou que é
pelos seus frutos que você julga. Então
aqui Jesus não está falando apenas da
aparência do reino, mas da essência e
uma essência que produz prática e uma
prática que é visível e reconhecida
>> por entre os discípulos e pelos de fora.
>> Uhum.
>> Então nós estamos falando de um grau de
comprometimento, de um grau de
complexidade da vida cristã que está
muito além de você achar que é alguém.
>> Uhum. de você aderir a certas ideias.
Nós estamos falando de uma transformação
que acontece por meio da boa semente,
porque aquilo que faz com que o nosso
coração seja um solo fofo, fértil é a
ação do Espírito Santo.
>> Então, nós temos uma boa mistura entre o
agir de Deus e a nossa responsabilidade
em viver de acordo com aquilo que Deus
faz e em resposta à ação de Deus. Esse
movimento duplo nos faz inclusive termos
um padrão mais refinado de quando
necessário julgar o próximo. E às vezes
é necessário julgar o próximo
>> vendo os efeitos
>> os efeitos que alguém que está numa
posição de joio está fazendo em relação
ao campo.
>> É. E tem uma outra coisa bem prática
nisso também, que os julgamentos que a
gente faz é para em relação a esses
efeitos tudo e não são sentenças finais,
né?
>> A gente não tá fazendo a sentença final,
graças a Deus, né? Boa. É, não
deveríamos, mas a internet está aí para
mostrar que a galera gosta.
>> Tribunal. O tribunal é forte, né?
>> Tribunal é forte. Mas você, se você vai
pro céu, compartilhe, senão só olhe.
Nossa.
Mas você vê como as mídias sociais estão
tornando a nossa vida
rasa.
>> Ah, meu Deus.
>> Rasa, rasa, rasa.
>> Agora eu tô tô me sentindo confrontado
que é de uma estado.
>> Recebe, irmão. Nós estamos com o coração
semelhante à beira da estrada.
>> É
>> por quê? Porque nós estamos perdendo
essa múltipla complexidade que é a vida
cristã.
>> Uhum. e nos apegando apenas a juízos
temerários, que podem ser muito bem ah
juízos de um estereótipo, é,
>> de uma persona, de um avatar,
>> palavras ditas, mas vocês sabem muito
bem, palavras, sentenças que nós
escrevemos muitas vezes ocultam o
coração da pessoa.
>> Nós não temos como saber a intenção da
pessoa por detrás daquilo que ela produz
na internet. Então nós às vezes
avaliamos muito bem uma pessoa pelo tipo
de conteúdo que ela produz, mas na
verdade ela é joio.
>> É.
>> E por isso que só o só o fim dos tempos.
>> Só o fim dos tempos. E o interessante é
que Deus usa o joio às vezes para
abençoar o trigo. Isso.
>> Essa é a dinâmica complexa. Cara, é o
ser humano é muito complexo pra gente
poder ficar julgando as pessoas,
entendeu? Por isso que só mesmo a a
corte celestial vai poder fazer isso.
>> É,
nesse momento aqui, Jesus, Jesus, ele é
o próprio semeador. Nesse primeiro
período aqui, Jesus ele tá pregando e tá
anunciando o reino. Corta para 2025,
estamos nós pregando o evangelho. Então,
eventualmente, eh, culto de domingo,
estão as pessoas eh recebendo eh em seus
solos as palavras que são pregadas eh no
culto público. É, mas veja, a gente tá
num num período em que as pregações não
são apenas restritas ao âmbito
eclesiástico, né, a igreja. Você tem
pregações na internet também. E veja, a
semente já é algo pequeno, né? O Jesus
fala de grão de mostarda que é menor dos
grãos. O que que a gente faz? A gente
corta o grão, mói e pega um pozinho do
grão, joga na internet e a gente agora
alimenta pessoas
>> com exatamente café. 1 démo do grão em
tempo com a geração dos cortes que se
alimenta de corte em corte, a gente vai
plantando de corte em corte um pouquinho
da semente das pessoas
>> e tem gente que tá satisfeita com isso.
>> Infelizmente, como é que vai brotar um
grão pela metade, um grão, um quarto de
grão? Não brota. O grão ele ele é
inteiro. Então por isso que a
necessidade de um relacionamento na
igreja, né, de um de uma congregação ou
>> porque esse reino das pessoas, né? Mas
veja que o reino traz uma história muito
mais ampla. É justamente isso. Pra gente
nós, pra gente ter um grão inteiro que
possa morrer e possa brotar, nós
precisamos ter uma visão de que, né, o
reino ele é proclamado.
O reino cresce em meio à oposição de
várias formas. O reino tem um início
humilde, mas tem um final glorioso. O
reino é algo que vale mais do que
qualquer coisa e que vale dar a vida por
aquilo que parece ser tão pequeno, mas é
como se fosse uma pérola daquela mais
rara que que vale você vender aquilo que
tem e que não tem. Esse reino que vai
culminar
na concretização de toda a história
quando Jesus se assentar para julgar os
vivos e os mortos. E aí sim nós termos
um reino perfeito da qual nós estamos
vivendo apenas uma antecipação e uma
miniatura, algo provisório.
>> Uhum.
>> E esse reino que é unido na pessoa de
Jesus Cristo, a pessoa de Jesus Cristo
faz esse reino ser o reino de Deus.
Então, nós temos uma convergência de
toda a expectativa do Antigo Testamento
para o Novo Testamento, em consonância a
toda complexidade que é a vida do
discípulo de Jesus Cristo.
>> Então, você viver
dia após dia crescendo nessa
complexidade
é algo muito contracultural com aquilo
que nós estamos vivendo. Nós queremos
drops de nós queremos um anestésico,
>> doses, mas nós não queremos ter uma
visão geral de tudo, porque na verdade
isso pro homem moderno não importa.
>> Uhum.
>> Não importa isso para homem moderno. O
homem moderno quer se sentir bem agora.
O depois, o depois ele corre.
>> Pessoas vejam ele se sentindo bem
também.
>> Esse é um ponto também terrível, é um
ponto maligno, porque a gente vive em
função do outro, não em função daquilo
que Deus quer fazer por mim
>> e da dopamina rápido, né? É a dopamina.
>> Tem tudo, tem toda a galera tá
criticando, né, esse mundo.
>> Mas já tem gente falando que estão
criticando demais também. Dopaimina não
é todo esse problema não. Não
>> é todo esse problema não. Mas assim, de
fato assim, essa essa geração dopamina,
essa é tudo estímulos rápidos e tal,
então assim, a galera não consegue mais
se prender num conteúdo mais denso,
porque que é tudo muito já mastigado e e
tipo assim, embalado numa numa embalagem
que me atraia e que vai me dar o que eu
preciso para aquele momento, entendeu?
Então são doses, pílulas, entendeu? E eu
quero tudo assim, tudo fragmentado.
Então não tem como construir algo mais
completo, porque é tudo muito
fragmentado, muito particionado e aí
falta vida de comunidade e a galera
>> E o mais engraçado é que a gente tá
falando tudo isso, mas a gente produz
essas coisas, produz a gente produz
essas coisas,
>> mas não produz só, né?
>> Mas sabe isso que você falou? Eu tava
pensando desde lá, a gente falando do
pequeno que enche, né? E você falando
agora que toda essa questão tá conectada
em Jesus Cristo. É exatamente o que
Paulo fala em Efésios 1, né? Quando ele
fala que
o pai colocou Cristo no trono para ser
cabeça sobre todas as coisas e para que
ele seja o cabeça sobre todas as coisas,
o deu a igreja que é o seu corpo, ou
seja, a igreja é o corpo de Cristo
unido, ok? Isso,
>> mas que é a plenitude daquele que enche
todas as coisas e ele vai, então assim,
para ele ser o cabeça sobre todas as
coisas, ou seja, para que ele tem o
reino sobre tudo, a igreja é o seu corpo
unido que se espalha submetendo todas as
coisas a ele. E e e essa característica
acho que é muito importante nisso tudo,
porque se é a vida de Cristo que nos dá
essa condição de estarmos assentados com
ele em regiões celestiais, que é outra
coisa que ele fala também, né? Que nós
já estamos assentados com ele nas
regiões celestiais, ou seja, que já
estamos nessa posição privilegiada no
reino de alguma maneira, porque já
estamos lá,
>> mas se é essa conexão com Cristo,
>> então ela envolve esse tipo de
radicalidade de transformação, que essa
é a transformação que Jesus Cristo mesmo
opera.
>> Sim. e opera em nós. E aí é loucura,
cara, porque assim, não há limites pro
que pode acontecer aí, porque a
distância entre quem nós somos e quem
Jesus é, ela é gigantesca,
>> entendeu?
>> E fica super quando a gente, por
exemplo, pensa nessa questão, você tava
falando da às vezes não tem vida, né? Às
vezes, literalmente não tem vida.
Literalmente. Como assim literalmente?
John Piper fez aquele vídeo em que ele
manda o chat orar segunda teologia de de
Don Carson. E aí ele diz, ó, aí todo
mundo, nossa, amém, que lindo. Falou, tá
vendo? Não é nem ninguém,
>> não é nem ninguém e fez isso. É muito
fácil fazer isso. Difícil é viver, né?
Então,
>> e é curioso ainda na metáfora da
semente, né? A semente quando cresce as
raízes elas criam, elas são, enfim, elas
crescem por baixo da terra, ninguém tá
vendo. Até começar a sair, já tem uma
uma raiz bem grande se nutrindo eh do
terreno, né? Então isso leva tempo.
Jesus ele quando manda lá o pessoal por
todo mundo, pregar o evangelho, toda
criatura, batizando em nome do pai,
filho, do espírito santo, ele também
manda ensinar
>> a guardar as palavras que eu
>> eu tenho ordenado. Veja, isso é
discipulado.
>> Discipulado leva tempo.
>> Tempo.
>> Então, a gente tá numa sociedade
acelerada que o cara se converte, o
famoso se converte agora, semana que vem
ele já tá pregando. Semana que vem ele
já tá no
>> É que a gente, na verdade, hoje a gente
industrializou o discipulado.
>> Isso. E o discipulado é uma coisa mais
artesanal.
>> Isso. Isso. Manufaturado aqui, ó.
>> Exato. Demora uma vida o discipl. Exato.
Exato. Mas
>> raizão crescendo.
>> A gente faz muito industrializado. Linha
de produção de discípulo. Entendeu? A
gente faz. A gente tira a terra e quer e
quer tirar foto da raiz. Tira foto, tira
selfie da raiz.
>> A raiz crescendo, crescendo. Olha como a
raiz é gigante.
>> Infelizmente é isso. Sociedade de hoje.
>> Nossa, ficou uma bed vibe agora.
Não, mas enquanto vocês estão vendo tudo
isso, o reino está crescendo invisível.
>> Isso que é muito legal também, o lance
de que o e aí tem a questão da soberania
de Deus sem discussão, né? É meio que
independe de nós, né?
>> Você tá falando isso para me agradar?
>> Claro. Sim. Quero que você volte. Quero
que você volte. Não, mas é o armeniano
não tem problema com a soberania de Deus
também, né?
>> Independe de nós, mas Deus se alegra em
nos usar para isso.
Por isso que nós também somos a semente,
>> mas eles estão brincando, viu, cara? Eu
não sou, eu sou calvinista. Calvinista
de 1 ponto e meio, mas sou. Não existe
isso. Existe o Cacau.
>> Perseverança dos Santos.
>> O Cacau quer agradar tanto vocês que ele
não admite que é Arminiano de
>> Perseverança do Santos e a graça quase
não, não, não. É depravação total e meia
perseverança social. Ah,
>> mas depravação. Todo mundo crê na
depravação. Mas não deixa.
>> O Lucas Martins tem um livro assim, né?
>> Mas sabe uma coisa? Eu tava ouvindo o
Iago falando hoje, eu tava vindo para
cá, eu tava, eu queria ver o, o PT, mas
a minha caneca não deixou.
Ai gente,
>> então aí a gente a gente vai ter que
explicar depois, mas o aí eu vim vendo,
ouvindo o vídeo do Iago lá que eu botei
rodando que YouTube premium, você pode,
né?
>> É o YouTube premium é
>> para dizer que eu não tava assistindo,
tá gente?
>> Exato.
>> E aí ele tava falando sobre calvinismo,
tava refutando, ele tava respondendo um
um armiliano tentando refutar o
calvinismo.
>> Meu Deus.
>> E eu ouvindo os dois, eu falei: "Cara,
eu concordo mil vezes mais com o Iago
nessa discussão do que com armirin".
>> É, tem argumento ruim, né? Ruim, né,
mano? Bem que o Vinício ultimamente,
viu?
>> Ah, quer não tô nem aí pros dois, a
verdade é essa. Ah, tem hora que é Deus,
tem hora que é nós. A culpa é sempre
minha.
>> Eu acho assim, não cabe, honestamente
não cabe nas caixinhas bonitinhas.
>> Honestamente não cabe nesse nesse
episódio,
>> nesse episódio. O negócio é o seguinte,
>> eu trouxe uma crise teológica pessoal
para ver.
>> A culpa é sempre minha, isso eu tenho
certeza. A culpa não é de Deus. Deus não
projetou para que eu fizesse isso. A
culpa é totalmente minha e tá tudo
certo. Mas cara, eu acho e o reino de
Deus tá crescendo. Isso tem que alegrar
o coração do crente, sabe? Porque é a
promessa dele, sabe? O reino de Deus vai
se estabelecer de forma plena. Isso deve
motivar os cristãos, entende? Tipo
assim, eu acho que na cabeça dos
discípulos, dos primeiros que ouviram
isso, Jesus pregar, a ressurreição,
>> tipo assim, mano,
>> o cara falou que ia ressuscitar e
ressuscitou, mano. O que que esse cara
falou tudo mais, mano? É verdade. Se ele
falou que o reino de Deus é isso, então
assim, agora a gente vê tudo muito
pequeno, a gente não consegue distinguir
uma coisa da outra, mas o homem Deus que
falou que ia ressuscitar, ressuscitou.
Então a gente deve confiar e a partir
dessa palavra fazer a nossa nossa parte.
>> E a edificação da igreja, ela ela passa
por essa esperança primeiro, certo? Mas
ela também passa por pela o desafio que
é esse compromisso, ele é muito grande.
Então assim, se a gente não tiver junto
um com o outro, lembrando um ao outro
qual que é a nossa o nosso alvo, qual
que é o nosso foco, se a gente não tiver
um junto com o outro apontando de novo
para quem se distrai, qual que é o
caminho, qual que é o fim ali,
>> a gente vai se perder, entendeu? Uhum.
>> E aí esse é um outro problema disso aí
que o Irlan trouxe da questão do
discipulado e da imagem, essas questões
todas, porque elas ela a elas tá num
vazio tão grande que a gente se isola
muito, a gente quer menos possível
interferência dos outros.
>> Sim.
>> As pessoas eh uma das coisas que mais
eh afasta pessoas da igreja é justamente
a exigência de prestar conta.
>> Hum. Você que é visitante levant não é
nem isso. É isso. Até pode ser para
algumas pessoas pode disparar vários
cativilhos, mas mas nem é nem isso. É
assim, cara, o cara passa a vida inteira
eh
pensando, tomando decisões, considerando
outras pessoas, certo? Ele passa a vida
inteira pensa nisso.
>> E aí ele fala uma hora: "Cara, eu me
sinto tão mais livre, tão mais leve
agora que eu tomo as minhas próprias
decisões". Então aí como a igreja
responde a isso? ela passa a deixar um
pouco de lado esse nosso compromisso de
edificar um ao outro.
>> Uhum.
>> Porque puxa, as pessoas, né, elas e eh
elas se se
sentem invadidas com isso e de fato são
invadidas e e então elas se afastam. Mas
o problema é que a gente não parte da
grandeza da glória de Cristo para qual a
gente foi chamado. Uhum.
>> A gente parte de um tipo de modelo que a
gente apresenta e fala: "Entra aqui
nessa caixa". Entendeu? Aí de fato é
muito melhor você tá fora, muito melhor.
Mas se a gente consegue pregar a glória
de Deus de modo que as pessoas desejem
aquela glória
>> Uhum.
>> aí ela fala: "Eu preciso de ajuda para
que eu não". Entendeu? Eu preciso de
ajuda para para olhar para lá, entendeu?
Porque as pessoas elas estão dispostas a
fazer mudanças na vida dela a partir de
outras pessoas.
>> Então eu vejo direto gente falando sobre
nutrição, porque eu quero emagrecer, mas
eu é que quero, eu é que tô olhando para
aquilo e falei: "Eu desejo aquilo".
Então, como que a gente fala para as
pessoas sobre a grandeza desse reino que
a gente deve desejar? Ao ponto delas
falarem: "Eu quero ser disciplado, eu
quero ser apontado para essa direção". E
a gente não faz muito esse processo e aí
até fala: "Cara,
>> cada um, cada um, vamos se afastar um
pouco." E aí a gente torna essa
coletividade de indivíduos que não tem
mais a uma coisa que uma vez tinha um
texto antigo do
>> Ricardo Gin.
>> Ai, cara,
>> não que se é texto antigo é bom.
>> Ô Paulo, se é texto antigo do Ricardo é
bom. Eu acho que é do Eric.
>> Te conheço.
>> Eu não sei se é do Eric Rodrigues ou é
de um outro cara que eu tô esquecendo o
nome dele, cara. Mas sobre Mas acho que
é do Eric Rodriguez. Sim. Sobre a nossa,
como é que é? As coisas que passam água.
>> Cano. Não, não, não,
>> não. Tipo um papel que filtro.
>> Filtro impermeabilidade, permeabilidade
sobre a permeabilidade das pessoas,
sobre nós sermos permeáveis uns aos
outros.
>> Ah, que legal. E isso é uma questão que
a gente tá muito hidrofóbico nesse
sentido, né? Que a gente tá super assim,
bate, não gruda nada bolha, né?
>> E a gente tá igual aquele negócio que o
pessoal vende aqueles spray lá, ó,
permeabilizante, né? Não, de ser
permeável mesmo, um pelo outro, de ser
formado.
>> Imagina o o assim como o ferro com o
ferro se afia, né? Assim o amigo, assim
o amigo ao seu amigo, né? Uma ideia de
de provérbios e tal. E a gente faz isso,
>> assim como o reino de Deus é um fermento
que junto com a massa é uma coisa só e
de repente
>> isso
>> e aí, entendeu? É ali, é naquela.
>> Mas tem uma coisa que eu acho que é de
falar isso é complicado porque tem tem
desdobramentos, mas nós pregamos o
reino. A gente tem aqui várias parábolas
que Jesus tá falando sobre o reino. Ele
tá ensinando sobre o reino. Hoje nós
ensinamos sobre o reino. Só que nós
ensinamos sobre o reino de uma
perspectiva
futura. você vai pro inferno ou vai pro
céu. Salvação ou perdição. Basicamente é
isso. Então, aceite a Jesus porque você
vai viver uma eternidade na Nova
Jerusalém com ele. Legal. Só que tem
desdobramentos
modernos agora que a gente tem, a gente
tem privilégios agora, benefícios agora.
E esse reino aplica na nossa vida uma
mudança para agora, que não é só a
ressurreição. Ressurreição é glória a
Deus, eu vou estar lá, vou morar com
Jesus, maravilha. Só que hoje, 2025,
agora isso me faz bem.
>> Então o reino de Deus é esse tesouro
escondido que eu descobri.
>> E agora, cara, vou fazer uma festa. É, é
agora que Mateus mesmo vai dizer que
>> a cidade tá sobre o monte, mas as
pessoas que estão em trevas olham para
ela.
>> É isso.
>> Então assim, as trevas não acabaram e a
cidade também já tá lá. Então, e vendo
as suas obras, glorificaram o Pai que
está no céu. Então, essa essa essa
simultaneidade ela acontece, né? Então
isso é importante também porque senão a
gente joga tudo lá pra frente, uma hora
vai aparecer. Não, os efeitos dessa
comunidade, os efeitos de sermos corpo
de Cristo, esses efeitos tem que
aparecer agora. E aí vamos lá puxar que
que você vai falar?
>> O fruto do espírito.
>> Não, não era isso.
Se
>> você usar um um chavão nosso aqui,
>> o Já ainda não.
>> Comunidade de contraste.
>> Comunidade de contraste. Um abraço pro
Gorinho. Um abraço pro Gorrinho.
>> Eu traria uma só uma última observação.
Comunidade.
>> Eh, vamos ver quantas vezes Jesus fala
de reino.
>> Os episódios que envolvem Jesus e o
reino. Se nós vermos, por exemplo, a
tentação de Jesus, o diabo mostra para
Jesus todos os reinos da terra
>> e faz uma proposta indecente. Eu te
darei tudo se você me adorar.
>> Se prostrado me adorar.
>> Se prostrado me adorar. Point passando,
cara. como reza as nossas traduções mais
contemporâneas, né? Mas
>> e senti que tem um pouquinho,
>> tem um direto do original aí, né? Mas
>> o que que faz do reino de Deus ser tão
exuberante e tão belo?
E por que que o reino dos homens perde a
beleza?
Por que que todos os reinos serão dados
a Cristo e Cristo devolverá todos os
reinos ao Pai novamente? Eu acho que
essa perspectiva e esse referencial da
pessoa de Jesus Cristo é que faz da
experiência do reino ser aquilo que é a
beleza. O brilho está na pessoa de
Jesus.
>> Porque se a gente espelha essa beleza
para as nossas estruturas, que nós
chamamos de reino, mas Jesus não
chamaria de reino,
>> nós estamos pervertendo algo que
não é para ser assim. aquilo que nós
fazemos, os nossos programas, as nossas
propostas, tudo isso faz parte da
atividade dentro da qual nós podemos,
dentro dos nossos limites, podemos fazer
para Deus. Mas o reino em si é a glória
de Cristo,
>> é o seu senhorio sobre todas as coisas.
E há um senhorio que se esparrama em
todos os âmbitos da nossa vida.
>> Uhum. E quando o texto diz que eles
olharão, as pessoas olharão para nós e
glorificarão a Deus que está no céu, ele
está se referindo justamente a esse
brilho do reino celestial que é
projetado em nós. Então, ouvi uma certa
vez um pregador pentecostal, amigo meu,
falar o seguinte: "Nós não somos
estrelas, né, porque nós não emitimos
luz própria. Nós somos no máximo
satélites. Humum! aparecemos no céu em
reflexo ao brilho de um astro. Eu acho
que essa dinâmica precisa est muito bem
estabelecida. Eu enxergo o discípulo, eu
me enxergo e eu me enxergo toda a minha
rotina à luz da beleza do reino de
Cristo. E é esse reino de Cristo que nós
começamos a viver já aqui e no agora,
>> com a expectativa de que tudo aquilo que
de fazer de legal fazemos para Deus
possa ser ainda mais perfeito, ainda
mais legal no reino por vir. Então isso
nos faz viver com esperança.
>> A gente falou da complexidade da vida e
isso dá um banho de água fria um
pouquinho, né? Porque a gente fala que
não tem resposta fácil, a gente fala que
nós vamos passar por dificuldade mesmo.
Mas tudo isso é plenamente possível ser
administrado quando o nosso olhar está
na glória de Jesus e na esperança do
mundo por vir. Se isso está claro pra
gente, nós vamos viver todos os anos da
nossa vida sofrendo e penando nesse
mundo, mas ainda assim com a boa
perspectiva e com sorriso no rosto de
que tudo vai dar certo e tudo vai
apontar para um lugar que Deus projetou
nós estarmos. Amém. Isso aí. Vocês vocês
falam lá atrás sobre o o grão do joio e
o grão do trigo. O trigo faz pão, o joio
não. Eh,
>> eu acho, eu não sei, não sei fazer pão.
>> É, eu nunca comi pão de joio.
>> Mas hoje acho que dá até para fazer pão,
né? Fazem pão com qualquer coisa, né?
>> Meu Deus.
>> Mas o o o trigo que faz o pão e Jesus
ele parte o pão e ele fala que este é o
meu corpo, né? Ele fala também que a
igreja é o corpo de Cristo. É.
>> Então, nesse sentido, nós fazemos parte
desse desse pão que é partido, né? E e
veja, o sangue,
viajando na metáfora aqui, o sangue fica
dentro do corpo normalmente, né? Para
pessoa saudável, sangue fica dentro do
corpo.
>> Eu acho que sim.
>> Mas, mas quando Jesus ele é torturado
ali, o sangue banha o corpo. O sangue
banha. O o sangue de Cristo é quem está
agora eh na superfície do corpo, né?
>> Nós somos esse corpo que é cuidado,
coberto pelo pelo sangue dele, espiados,
né? E e enfim, pecados espiados e e
redimidos pelo sangue, comprados pelo
sangue. E o joio não, o joio não faz
parte dessa dinâmica. Então, não é que o
joio seja mau, o joio só não faz parte
dessa dinâmica e não tem os benefícios,
né? Obviamente o joio é mal na analogia,
né? nosso quem quem é joio, enfim.
Então, todo mundo é mal também. O trigo
também, né? Só tem um bom que é Deus, é
o pai. Jesus fala isso, Mateus 7. Eh, o
ponto é,
>> nós fazemos parte de um corpo e esse
corpo faz parte de um reino e esse reino
faz parte é é é de um rei,
>> não é sobre nós.
>> E é só o rei, a esse rei que nós
adoramos, né? Esses reis temporais aqui
que nós temos não é um
>> Eu até abro o meu livro com Segunda
Coríntios 4:5, né? que vai bem na na
vibe que o Paulo tava falando antes. Não
pregamos a nós mesmos, mas a Jesus
Cristo, o Senhor, e a nós como escravos
de vocês, por causa de Jesus.
>> Amém. É isso.
>> Segunda Coríntios 4:5. É isso, meus
amigos.
>> Esse é o reino.
>> Esse é o reino. Exatamente. Súditos do
reino. Sempre eterno, firmado em
misericórdia,
justiça e
>> minha música preferida de louvores.
>> Muito boa essa música. Ele tava com
olhar de de meio que decepção.
>> Não, não. Eu tava tentando lembrar que
música é essa.
>> É o nome dela. Você que vocês cantam lá
porque lá os reinos se abalam,
>> os povos se curvam. Ah,
>> ó, ó o dedinho do teclado aqui já.
>> O cara começa.
>> Éô.
>> É, mas como é que é o nome da música?
Cristo.
>> Acho é teu reino.
>> Teu reino. Música é teu reino.
>> Teu reino é sempre eterno. Não lembra
>> não canta mais porque vai dar problema.
Mas o cara é que é igualzinho.
>> Não, mas o cara que comeu ele é é ele
ele é gente boa. Gente boa.
>> Gente, ficamos por aqui com mais um BTC.
Já sabe, né? Aquele seu like, se
inscreve no canal, passa adiante. A
gente tá fazendo isso aqui para edificar
a sua vida, tá bom? O que que você pode
devolver de volta? Se você quiser
comentar, dar o like, passar para
alguém, traga ouvintes novos para o
BTCash. E é claro, vai comprar na
Amazon, compra pelo link do Bibotalk,
não esquece, tá bom? Deus abençoe.
Obrigado, Cacau. Estamos together. É
nós, Paulão, de novo.
>> Valeu,
>> Erlan. É nós. Até o próximo BTQ, se ele
quiser assim permitir. Fiquem todos na
paz do Senhor Jesus.
>> Muito bem. Você viu esse? Você viu, você
ouviu, eu não sei se você está vendo no
YouTube, está ouvindo no Spotify ou
outra plataforma, mas esse podcast tenho
certeza que abençoou demais a sua vida,
clarificou várias parábolas que a gente
pode ler ali em Mateus. E é o seguinte,
você quer aprender mais sobre Bíblia e
teologia? Vem estudar na escola Bibotalk
de teologia. Estamos com as matrículas
abertas. Se é que assim, matrícula é bem
a palavra, né? Mas você pode entrar na
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Espírito Santo, a teologia do apóstolo
Paulo, fé e ciência, Antigo Testamento,
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edificante. Você faz o seu tempo, você
tem acesso por um ano, tá? Se você fizer
o plano anual por um ano, você pode
acessar todo o conteúdo que nós já
postamos, mas olha só, 2026 tá apenas
começando e nós vamos postar muitos
novos conteúdos ainda esse ano, em 2026.
Então, sério, é mais barato do que você
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site bibotalk.com. No Spotify nem sempre
vai, tá? Mas aqui no YouTube é certeza
que o link vai tá aqui. Eu te espero na
Escola Bibotal de Teologia. Vem passar o
ano de 2026 com a gente que eu tenho
certeza que você vai aprender muito para
a glória de Deus. Fiquem todos na paz do
Senhor Jesus. M.

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