Culto – Manhã de Domingo 08 de Março de 2026 em Jardim de Luz
09/03/2026
Culto – Manhã de Domingo 08 de Março de 2026 em Jardim de Luz
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Fonte: Josemar Bessa
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Vamos começar esse momento de adoração. Já meditamos junto na palavra hoje, não é? Que bom. Vou pedir João que ora ao Senhor. Senhor Deus, nós te agradecemos, Pai, como agradecemos todas as semanas e de fato, meu Deus, agradeceremos para sempre, meu Deus, todas as vezes que nos reunirmos, Pai, porque foi a tua boa mão, foi a tua graça, meu Deus, que nos reuniu num povo, que nos reuniu num corpo, meu Deus, e que constantemente, meu Deus, guiou a nossa vida para nos trazer aqui até esse lugar, meu Deus, até esse momento. que nós possamos desfrutar, meu Deus, do culto dessa manhã, Deus, desfrutar da tua presença, desfrutar, meu Deus, dessa oportunidade de te adorar junto com os irmãos, de meditar na tua palavra junto com os irmãos, meu Deus. que o teu Espírito Santo possa alimentar os nossos corações, meu Deus, incendiar os nossos corações com afetos santos, meu Deus, com desejo santo, meu Deus, de te honrar, de fazer a tua vontade para que a nossa semana seja vivida, meu Deus, debaixo da influência, meu Deus, do culto desse domingo, meu Deus, que a tua misericórdia esteja conosco, que tu tenhas, meu Deus, a liberdade de de falar a tua palavra aos nossos corações, de transformar as nossas vidas, meu Deus, de nos santificar, de regenerar, meu Deus, aqueles que te ouvirem hoje, meu Deus, ainda com coração endurecido. Enfim, que esse culto meu Deus, este seja para tua glória, seja pro nosso crescimento. Nós sejamos abençoados por ele em nome de Jesus. Amém. Amém. Primeira Pedro 18. Pedro diz para uma igreja que a gente pode dizer que a primeira carta de Pedro, a primeira e segunda carta de Pedro sendo escrita para uma igreja na fornalha. As pessoas estavam sendo presas, mortas, perdendo seus bens. E Pedro diz algo incrível no verso 8 da primeiro capítulo da primeira carta, que eles nunca tinham visto Cristo e que eles não viam Cristo agora, mas no entanto eles se alegravam em Cristo com uma alegria indisível e cheia de glória. Ou seja, havia uma alegria neles que não tinha nenhuma conexão com o que acontece no mundo com eles. As perseguições, a morte. havia uma alegria perene que o sustentava. E essas palavras, né, indisível, é que como elas não são como o que nós normalmente chamamos de alegria, ligado a um fato ou a ao algo acontecendo no nosso corpo, à nossa volta, então ela era inexplicável, ou seja, não há eh eh ponto, não é, de explicação paraa alegria que eles sentiam em Cristo. E ela é cheia de glória porque ela não tem nada de natural. Eu sei que hoje, infelizmente, os cristãos realmente falam sobre suas alegrias, mesmo quando estamos falando em Cristo sobre processos químicos, mas é exatamente esse cheio de glória, tá dizendo exatamente o oposto de tudo isso, porque é a alegria de Deus, por isso que é cheia de glória. Como você sabe, Deus não tem cérebro, não tem química. Não tem corpo, não tem nada físico. Todas as afeições de Deus são afeições espirituais que sempre existiram antes que a matéria fosse criada por ele. E quando ele diz que essa alegria é cheia de glória, ela tá, ele tá dizendo que essa alegria está vindo de Deus para nós. Sabe quando João diz assim: "E vimos sua glória como a do unigênito do Pai e da sua plenitude recebemos glória sobre glória". Então, uma dessas glórias que fluem de Cristo é a alegria dele. É essa alegria que Pedro está dizendo. Agora, por que que tantas vezes os cristãos estão no mesmo eh na mesma linha de fundo do mundo? Sua alegria realmente não tem nada de dessa alegria e ela ficar então variando sem fim, dependendo das coisas que acontecerem. Porque nós fomos expulsos há muito tempo do Éden. A gente vive ao leste do Éden e não é difícil criaturas caídas como nós querer uma alegria sem Deus, apesar dela não existir. Então nós desde que fomos expulsos queremos voltar para o paraíso. Em Gênesis 3:24, a Bíblia diz que Deus colocou querubins eh no paraíso e espadas para que o homem nunca mais voltasse. Mas a rebelião do nosso coração, ela é fica clara até no que parece ser melhor em nós, na busca pela felicidade. A gente quer voltar pro paraíso sem Deus, não é? Então, a gente tenta, a gente tenta voltar para o paraíso, o casamento, achando que o casamento vai ser a nossa alegria indisível, mas o casamento falha. Deus não deixa ninguém mais voltar. Aí a gente acha que vai ter o paraíso amizade, o paraíso filhos, o paraíso carreira, o paraíso saúde. E a gente descobre que a gente ainda dá está a leste do Éden, estamos fora e que esses paraísos são falsos. Não podem nos dar uma alegria indisível e cheia de glória, porque estamos na parte amaldiçoada do mundo, fora do paraíso. Nada fora dele nos dá a verdadeira alegria. Então, a gente quando encontra lá o paraíso, o casamento, pensamos: "Agora estamos, agora a alegria e as coisas estão aqui." E a gente descobre depois que o casamento é bom. é algo feito por Deus, mas não é o paraíso. E eh trabalhar é bom e ter saúde é bom, mas não é o paraíso. A gente continua no mesmo lugar, a leste do Édenem. E a gente continua tentando voltar para o paraíso sem Deus, querendo encontrar nas coisas uma alegria que seria indisível e cheia de glória, porque seria algo que viria de Cristo para nós. Nós em Cristo agora podemos eh finalmente ter o que Pedro estava dizendo, uma alegria indisível, ou seja, sem explicação ligada ao mundo natural caído e cheia de glória. seja parte daquela plenitude que nós temos recebido de Cristo, glória sobre glória. E uma dessas glórias é essa alegria indisível da Trindade Santa. É para esse lugar, é nesse lugar que nós devemos habitar em Cristo pelo Espírito diante do Pai. Esse é o paraíso que experimentamos na terra. Fora disso, tudo está a leste do Édenem e debaixo da maldição. Então, que nossos cânticos sejam mais do que cânticos, sejam realmente expressão de pessoas que, apesar de casarem, terem filhos, viverem, não estão querendo o paraíso, casamento, o paraíso igreja. E muitas pessoas pensam: "Ah, quando eu entrei pra igreja, eu pensei, então pensava no paraíso igreja. Não, não existe. Não existe paraíso casamento, não existe paraíso romance, não existe. Mas quando nós vamos para aquele lugar onde aqueles cristãos estavam, então eles perderam tudo. Família, bens, dinheiro, poder, como Lutero coloca no hino, né? E embora a vida vá por nós, Jesus está e nos dará seu reino. Eles acharam o paraíso ainda aqui a leste do Édem. pelo menos uma prova suficiente, um penhor suficiente para uma alegria indisível e cheia de glória em Cristo. Nós só experimentamos mais disso quando abandonamos a o pecado de buscar qualquer paraíso, eh, tentando voltar para o Éden sem Deus. Vamos louvar esse Cristo que é realmente a fonte da alegria indisível e cheia de glória. Ja. >> [música] [música] >> Só proclamarei É Jesus [música] Cristo para cada mente, coração, porque a paz só flui em sua presença. Jesus Cristo. [música] [música] Só o nome de Jesus proc. Só nele todo [música] vício seis vai. Só nele a esperança e liberdade. [música] Jesus Cristo. Seu nome [música] salva. Seu nome salva. para a vida [música] dar. Quebra cadeias, brilha [música] nas trevas, nos dá paz. [música] Solcionarei a [música] Jesus Cristo sobre a vida de o medo. [música] Para toda mente. Sobe depressão. [música] Jesus Cristo. [música] Seu nome salva, seu nome [música] sara a vida dá. [música] Quebra [música] cadeias, brilha nas trevas, [música] nos dá paz. >> [música] >> Seu nome salva, seu [música] nome sara a vida da [música] quebra as cadeias, >> quebra cadeiras, brilha [música] nas trevas, nos dá paz. Sim [música] Cristo nas montanhas e nos vales. [música] Cristo na escuridão e cada dor aqui. Cristo [música] pro meu lar. Seu nome santo é Cristo. [música] [música] Sim, Cristo nas montanhas e nos ves. Cristo na escuridão [música] em cada dor aqui. Cristo pro meu lar, seu nome [música] santo é. Cristo, [música] seu nome salva, [música] seu nome sara a vir andar. [música] Quebra cadeias, brilha nas trevas, [música] nos dá paz. >> [música] >> de Cristo. Seu nome salva, seu nome sala [música] a vida. Quebra as cadeiras, [música] >> quebra cadeiras, brilha [música] nas trevas, nos dá paz. [música] Só proclamarei a Jesus Cristo para cada mente, coração, [música] porque a paz só flui em sua presença. >> [música] >> Jesus Cristo. [música] Cristo [música] nas montanhas e nos vales. Cristo na [música] escuridão e car aqui. [música] Cristo pro meu lar. Seu nome [música] santo é Cristo. [música] Se Cristo nas monas [música] e nos vales. Cristo na escuridão [música] e cada dor aqui. Cristo pro meu lar, seu [música] nome santo é. Cristo. [música] Sim. Cristo nas montanhas e nos [música] Cristo da escuridão e cada dor aqui. Cada [música] dor aqui. >> Cristo pro meu lar. Seu nome santo é Cristo. [música] Cristo. [música] >> Aleluia. Ele é a única fonte de alegria indisível e cheia de glória que nos liberta da escravidão a de um mundo caído à nossa volta e de esperar dele ser uma fonte de gozo e alegria em nossos corações. Era [música] trevas sem ter paz. >> [música] >> Só pecar eu amei. Deus do trono levantou. Deus desceu, se esvaziou [música] e cumpriu a lei profetas. Sua glória encobriu. [música] Pela cruz deixou a glória. Minha morte abraçou. >> [música] >> Louve ao Pai, [música] a Jesus, ao [música] Espírito de Deus, [música] Deus da glória, grande [música] eu sou. Ao Deus trino de todo [música] louvor. [música] Com seu sangue derramado, meu pecado [música] espiou. Redmiu, comprou para sempre os eleitos de [música] Deus Pai. E rasou seu corpo, dando [música] acesso a Deus Pai. Preço infinito pago sobre a morte que [música] o [música] louv ao pai a Jesus [música] ao Espírito [música] de Deus, Deus A glória. [música] Grande eu sou. Ao Deus de todo louvor. [música] Como a tumba [música] vai deterdeiro [música] ressurgio reinando está. Nele mais que vencedor. [música] Nele eu perfeito sou. Nele eu agora [música] estou. À direita de Deus Pai, os remidos [música] reinarão, sem fim a Deus. Só os Cristos bradarão, [música] só cruz cantarão. Se seu sangue nos salvou. Graças soberana [música] é o amor do rei Jesus transmontou. Vu [música] cruz. [música] Glória ao Pai, a [música] Jesus, ao Espírito de [música] Deus, Deus da glória, [música] grande eu sou. Ao Deus trino [música] de todo louvor. Ao [música] Deus trino de todo louvor. [música] Céu, na terra, [aplausos] pai, filho, espírito santo. >> Amém. Pega a sua oferta, seu dízimo nesta manhã. Vamos agradecer a Deus. Ah, a vida corre tão rápido e nossas vidas estão, como Moisés diz, como uma neblina se dissipando. Já estamos em março, ah, começamos um ano, um dia desse, não podemos voltar atrás. Nunca vamos poder pedir a Deus tempo para fazermos o que não fizemos. Vamos pedir então que a gente viva cada dia e tudo que somos e fazemos seja para sua glória. Obrigado, Deus por sustentar, Senhor Deus, nossas vidas. Nós, Senhor Pai, precisamos de 1 acontecimentos durante um dia, Senhor Deus, para, Senhor Deus, que nossas vidas sejam preservadas no mundo, onde, Senhor Deus, somos totalmente frágeis, Senhor Pai, e a vida tem mil maneiras, Senhor Pai, de nos destruir, mas é a providência, Senhor Deus, que nos conduz. Não vamos ficar, Senhor Pai, neste mundo nemhum dia mais pela perícia dos médicos, mas também não vamos, Senhor Pai, partir antes por causa da malícia de Satanás. Nós confiamos nossa vida a ti, Senhor Pai, toda ela não parte dela, Senhor Pai. Por isso, Senhor Deus, vendo todas as coisas fluindo da tua mão, nós agradecemos, ó Deus, e sabemos que não merecemos de ti nada senão a morte e a ira. Então, recebemos o copo d'água que bebemos com ações de graças e o pão. Então, fazemos isso para a sua glória e todas as coisas, Senhor Deus. Cada respiração sabemos que é o teu ar, Senhor Deus. cada beleza que a luz nos mostra. Nós sabemos que tanto a luz quanto as coisas, ó Deus, são todas pertencentes a ti. Que nós vivamos, Senhor Pai, de maneira clara, que mostra que nós, ó Deus, pertencemos a ti de coração, corpo e alma, em nome de Jesus. Amém. Amém. Vamos ofertar. Vamos cantar. Enquanto ofertamos ao Senhor, Ja. >> [música] >> Deus se revelou plenamente em Jesus, [música] a expressão do Pai, o princípio [música] e o fim. Glória velada [música] foi quando andou entre nós. [música] Hem de dores [música] foi hoje em glória está. [música] Aleluia. Deus espírito abriu meu coração, [música] me fez enxergar a glória de Jesus. [música] >> Meus olhos são indignos de contemplar, [música] mas graça soberan tocou. Aleluia. [música] Aleluia. Meu rei, [música] o pai me levou sem [música] haver em seu filho. Só em Cristo [música] vejo o trino [música] Deus. Deus espírito abriu [música] o meu coração, me fez enxergar a glória de [música] Jesus. Meus olhos são [música] dignos de contemplar, mas [música] graça soberana me tocou. Aleluia. [música] Aleluia. [música] Aleluia, meu Deus. Aleluia! [música] Aleluia! Meu rei! [música] [música] >> [música] [música] >> Hoje eu [música] sei, pois eu vi. Eu [música] não conheço mais ou [música] novo sou e serei. [música] Pois verei em breve a face do rei. Deus, Deus, meu espírito [música] abriu o meu coração, me fez [música] enxergar a glória de Jesus. Senhor, [música] >> meus olhos são indignos de contemplar. [música] As graças soberano e aleluia. [música] Aleluia! [música] Aleluia! Meu rei! Aleluia! [música] Aleluia! [música] Aleluia! Meu Deus! Aleluia! [música] Aleluia! Aleluia, [música] meu Deus. Aleluia, aleluia, [música] aleluia, meu Deus. [música] Aleluia. Aleluia, [música] aleluia. >> [música] >> nossas vontades, afeições e desejos. Obrigado, Deus. Obrigado. Amém. Os irmãos podem se assentar. Bom dia, irmãos. Bom dia. >> Hoje eu gostaria de falar com vocês sobre um problema que muitas vezes é silencioso, mas que ele adoece a vida espiritual de muita gente no nosso mundo. E esse problema nem sempre aparece, eu poderia dizer, no eh primeiramente no comportamento às vezes da pessoa. Ele aparece antes no pensamento de que cada um tem. Aparece geralmente na maneira que a pessoa enxerga a Deus. Porque no final das contas ninguém vive acima da visão que a pessoa tem de Deus. Se alguém enxerga Deus de uma forma pequena, adivinha só? A sua fé vai ser pequena. Se alguém enxerga Deus de forma superficial, não tem como a sua adoração não ser superficial. Se alguém enxerga Deus como uma forma de ajuda emocional a ele a viver nesse mundo, como apoio nos dias difíceis, como uma presença útil para resolver as suas crises, mas não como um Senhor santo, sábio, glorioso, amoroso, como a Escritura revela. Então, toda a sua visão cristã será deformada por essa visão reduzida que ela tem. Esse é um dos grandes dramas da nossa época. Há muita linguagem sobre Deus. Muitas pessoas vão usar uma linguagem que você poderia dizer assim: "Essa parece uma linguagem cristã, mas pouco conhecimento que eles têm de Deus. Há muita familiaridade com termos cristãos, mas há pouca reverência a eles. Há muita opinião sobre Deus, sobre quem Deus é e sobre o que que Deus devia fazer na sua vida e no mundo. Mas pouca submissão ao que ele disse sobre si mesmo na palavra e a pessoa seguir a ele. E quando isso acontece, o homem passa a construir em sua mente uma visão confortável de Deus para ele, uma visão muito reduzida de Deus. Um Deus você acha que confronta ele? É óbvio que não. Esse Deus nunca confronta ele. Um Deus que nunca vai assustar a ele. Um Deus que nunca vai expor o pecado dele, dos outros. provavelmente um Deus que existe para aliviar as tensões que ele tem no dia a dia, confirmar os desejos dele e sustentar os projetos pessoais que essa pessoa tem. Mas esse Deus pequeno não é o Deus das Escrituras. E aqui está o ponto que precisamos sentir logo no início agora aqui dessa mensagem. Pensar errado sobre Deus nunca é um erro pequeno, porque tudo muda quando Deus é visto de uma maneira errada. O pecado parece mais leve. A santidade você quase vai pensar que ela parece um exagero. A a adoração a Deus vira o gosto pessoal. Como que eu gosto? A obediência começa a se tornar negociável com seus pecados favoritos. O arrependimento perde a urgência. A cruz de Cristo perde completamente a profundidade do que ela significa. Quando Deus é diminuído em nossa mente, toda a vida cristã que você tem vai encolher junto. Por isso, nossa necessidade mais urgente não é apenas aprender algumas informações religiosas pra gente poder viver nesse mundo e saber algumas coisas. Nossa necessidade é contemplar a Deus como ele se revelou na sua palavra. Não como a cultura imagina que ela acha que deveria ser. Não como o coração caído preferia que ele fosse. Não como os nossos sentimentos o interpretam em dias bons ou em dias ruins. Precisamos deixar que a Bíblia corrija a nossa imaginação, quebrante eh o nosso orgulho e levante os nossos olhos paraa grandeza do Senhor. Porque Deus não é uma ideia que pode ser ajustada pelo homem. Deus é o Senhor, eh, pelo qual diante o homem precisa se curvar sempre. Quando começamos a vê-lo de acordo com sua própria revelação, nós começamos a entender a sua glória, começamos entender a sua sabedoria, sua santidade e seu amor. E vemos que tudo isso não são temas separados, nem conceitos soltos, nem conceitos soltos a ponto de você poder escolher qual é o seu preferido, mas as perfeições do único Deus vivo. E é justamente aqui que começa a verdadeira transformação de cada um de nós, quando deixamos de olhar para Deus como uma projeção do desejo que nós temos e passamos a contemplar ele do jeito que ele é. E quando falamos dessas perfeições de Deus, estamos tentando responder a uma pergunta essencial. Quem Deus é? É isso que nós estamos começando a estudar, por exemplo, na escola dominical nesse tempo. Quem é Deus? E já no começo precisamos cuidar da maneira como pensamos nisso, porque existe um perigo muito comum aqui. Às vezes a pessoa imagina que os atributos de Deus como se fossem partes separadas de Deus, como se fosse de como se Deus fosse montado por diferentes componentes e você vai montando aos poucos, cada um separado um do outro, como se uma parte dele fosse o amor, outra santidade, outra sabedoria e outra fosse a glória. Mas não é assim. A Bíblia nos apresenta o nosso Senhor e ela não apresenta dessa forma separada. Deus não é uma soma de qualidades. Deus é simples em seu ser, pleno em sua perfeição, indivisível em sua natureza. Quando as escrituras falam dos atributos de Deus, ele está descrevendo as perfeições do único Deus vivo, revelado a nós de muitos ângulos quem ele é através das escrituras. Quando dizemos que Deus é santo, não estamos dizendo que Deus é apena, que Deus apenas possui a santidade. Estamos dizendo que ele é santo em tudo o que ele é. Quando dizemos que Deus é amor, não estamos afirmando somente que ele pratica atos amorosos. Estamos dizendo que não há nele dureza pecaminosa, instabilidade moral, egoísmo, carência ou sombra de maldade. Seu amor é perfeito, porque tudo o que Deus é perfeito. Isso significa que nunca podemos estudar as perfeições de Deus, os atributos dele isolados uns dos outros. A glória de Deus não existe sem sua santidade. Por exemplo, a santidade de Deus não age contra o seu amor. O amor de Deus não cancela a sua justiça. A sabedoria de Deus nunca entra em conflito com a bondade de Deus. Em Deus não há contradição, não há uma tensão moral, não há o desequilíbrio nele. Nós, ao contrário, somos assim. Nós amamos, mas de maneira impura. Nós julgamos sem sabedoria. Nós nos exaltamos sem santidade. Mas em Deus tudo é perfeito, harmonioso, puro e completo. Esse ponto é muito importante, porque o coração humano sempre tenta construir um Deus seletivo. Um um o pecador quer um Deus que seja o quê? de amor, mas que não tem a santidade ali no meio. Um Deus que vai acolher ele em qualquer situação, mas com a verdade não. Que era um Deus eh um Deus de glória, mas sem governar sobre a sua vida, que ele possa viver a vida do jeito que ele quiser e que Deus governe a vida de todos de acordo com a sua própria vontade. era um Deus gracioso, mas não um Deus eh pelo qual diante dele ele tem que se arrepender. Outros vão cair no extremo oposto. Eles vão falar de santidade, mas aí eles não têm ternura nenhuma. Eles falam da verdade de Deus, mas eles falam sem misericórdia nenhuma com quem tá escutando. Eles falam da soberania de Deus, mas sem beleza nenhuma nessa soberania. Em ambos os casos, o resultado final vai ser o mesmo. Um Deus mutilado à preferência da pessoa que está falando. Mas o Deus da Bíblia não pode ser editado. Ele não pode ser reduzido de jeito nenhum. Nós não podemos reorganizar ele para caber ele no gosto de qualquer pessoa, nem da nossa. Ele deve ser recebido como ele diz que ele é, como está nas escrituras. E conhecer a Deus não é um luxo para quem gosta de estudar teologia. É necessidade vital para qualquer cristão que vá a Deus. Porque ninguém pode adorá-lo verdadeiramente e corretamente, sem conhecer ele. Ninguém pode servir ele com fidelidade se você não conhece ele. Ninguém pode confiar nele de verdade sem conhecer ele. Quanto mais nós conhecemos de Deus como ele se revelou na Bíblia, mais a nossa eh adoração vai ganhar reverência, mais a nossa obediência vai ganhar firmeza na hora de decidir o que fazer. Mas a nossa confiança ganha descanso ali. E é por isso que antes de olharmos cada uma dessas perfeições, cada uma dessas qualidades, eh, cada um dos atributos de Deus, precisamos firmar o nosso coração nessa verdade. Estamos tratando do próprio Deus, o Deus vivo, o Deus santo, o Deus que se revelou para ser conhecido através da Bíblia. E por isso ele deve ser adorado e obedecido. E se é verdade que os atributos de Deus não são partes separadas, mas as perfeições do único Deus vivo, então a pergunta que sobra agora é: por onde nós vamos começar a contemplar quem Deus é? E eu gostaria de começar essa mensagem pela glória de Deus, porque a glória de Deus é a manifestação da beleza de tudo o que ele é. É a expressão da majestade do seu ser. É o resplendor da sua santidade, da sua sabedoria, do seu poder, da sua justiça, do seu amor. Falar da glória de Deus é falar da excelência divina tornada evidente ali. É olhar Deus não apenas como aquele que existe, mas aquele que é infinitamente digno de honra, temor, adoração e louvor pela nossa parte. E isso é importante porque a glória de Deus não é apenas mais um tema da vida cristã. Na verdade, ela é o centro dessa realidade. Ela nos ajuda a entender por que o mundo existe, por que a história acontece, porque a salvação foi realizada e porque a vida humana só vai encontrar sentido quando ela se volta para o criador. A grande tragédia do homem não é apenas que ele peca, é que ele peca contra a glória de Deus. E a grande restauração da vida não acontece quando o homem melhora um pouco o seu comportamento de alguma maneira, mas quando ele volta a reconhecer que Deus é simplesmente o centro de tudo. Quando a Bíblia fala da glória de Deus, ela está nos levando exatamente para esse ponto, não para os detalhes, eh, um detalhe, eh, específico que você pode deixar de lado na fé cristã, mas a referência suprema de toda a nossa realidade. Em uma linguagem simples, a glória de Deus é a manifestação da grandeza de tudo o que Deus é. É a beleza das perfeições de Deus colocada diante de nós. É a majestade do seu ser. É o peso da sua importância. É a excelência absoluta da nossa natureza. É aquilo que faz Deus ser infinitamente digno da honra, do louvor, do temor e da adoração da nossa parte. Às vezes a palavra glória na Bíblia carrega a ideia de peso, de algo real, tão grandioso, tão cheio de valor, que não pode ser tratado com Levisa. Deus é grandioso, não é? E não há ninguém como ele. Sua glória é a expressão da sua santidade, da sua sabedoria, do seu poder, da sua vontade, justiça e amor. Quando Deus manifesta a sua glória, o que está sendo mostrado é a beleza incomparável de quem ele é. E isso já nos ajuda a eh e já nos leva a uma verdade que confronta profundamente o coração humano. Deus age para a sua própria glória. Essa afirmação incomoda incomoda o homem natural, porque o homem caído quer ser o centro de tudo. O pecador não se importa que Deus nos ajude. Ele acha ótimo que Deus nos ajude. O que ele não vai suportar é um Deus pelo qual, diante do qual ele precisa se curvar. Mas a escritura não pede eh desculpa por isso. Ela mostra repetidamente que Deus faz tudo para a glória do seu nome. Ele criou todas as coisas paraa sua glória. Ele governa todas as coisas para sua glória. Ele salva pecadores para sua glória e pela sua graça. Ele julga o mal para a sua glória e a glória da sua justiça. Ele sustenta a história de modo que no fim fique claro eh que dele, por meio dele e para ele são todas as coisas. A grande questão do universo não é a exaltação do homem, é a exaltação de Deus. Veja, por exemplo, como isso aparece na criação. No Salmo 19 diz que os céus declaram a glória de Deus. A criação não fala com palavras audíveis, mas ela prega sem parar. Nós vimos isso, o sol, a lua, as estrelas, a ordem da do mundo, a beleza, a força do mar, a regularidade do dia e da noite, tudo isso aponta para fora dessas próprias coisas. A criação é o imenso público, eh, púlpito de Deus. Ela não chama atenção para si mesma, ela aponta pro criador. Em Romanos 1, Paulo mostra que aquilo eh aquilo que de Deus se pode conhecer se manifesta na criação, de modo que os homens que olham são indesculpáveis. Isso significa que o universo não é neutro em momento algum. O mundo criado está carregando, carregado desse testemunho. Há sinais da glória divina por toda parte, onde quer que nós olhamos. Mas não é só a criação que revela a glória de Deus. A providência dele também revela. A providência é o governo contínuo de Deus sobre tudo que existe. Não apenas que Deus fez o mundo, Deus sustenta o mundo. Deus não apenas deu o início, a história, deu start a história e deixou com a história e indo sem ele. Não, ele conduz a história. Nada escapa da sua mão. Nada surpreende sua sabedoria. Nada vai frustrar o seu propósito. Reis vão ser levantados. e vão cair. Nações florescem e se desfazem. Portas se abrem e se fecham. Alegria chega e dores chegam logo atrás. E sobre tudo isso, a mão de Deus continua soberana, cuidando de cada eh situação. Quando olhamos para as providências de Deus, mesmo sem entender todos os detalhes, somos chamados a reconhecer que ele está escrevendo a história maior do que nós seríamos capazes de escrever a nossa própria história. Uma história em que sua glória não concorre com o bem do seu povo. Pelo contrário, é justamente porque Deus busca a sua glória que seu povo vai encontrar segurança. Porque Deus governa tudo para a glória do seu nome e nunca perde o controle do que acontece com aqueles que lhe pertencem. Mas a glória de Deus brilha de modo ainda mais eh a gente pode dizer claro na redenção. Porque se na criação nós podemos ver o poder de Deus, a providência nós vemos o governo de Deus, na redenção, nós vemos a glória da graça de Deus. O pecador não precisa apenas de instruções para ele melhorar a sua situação. Ele precisa de muito mais do que isso. Ele precisa do resgate. Ele não precisa apenas de uma melhora, ele precisa de uma salvação completa para ele. E Deus, em sua misericórdia, decidiu salvar o seu povo para o louvor da glória da sua graça. Isso significa que a salvação não existe em primeiro lugar para exaltar a dignidade do homem que está sendo salvo, mas para exaltar a grandeza da graça de Deus. Quanto mais profundo, profundamente nós entendemos o pecado, mais brilhante se torna a glória de Deus em Cristo. A cruz não engrandece o homem. A cruz engrandece a santidade, a justiça, a sabedoria e o amor do nosso Deus no ato de salvar pecadores sem comprometer a sua própria perfeição. E é exatamente nesse ponto que nós conseguimos entender a gravidade do pecado. O pecado não é apenas uma quebra de regras. O pecado é a troca da glória de Deus. Romanos 1 diz que os homens, tendo conhecido Deus, não glorificaram como Deus, nem lhe deram graça. Antes trocaram a glória de Deus, do Deus incorruptível, por imagens. Essa é a essência da idolatria. O homem olha pra glória de Deus, rejeita essa glória como sendo da sua vida e coloca outra coisa no lugar. O que que ele vai colocar no lugar? Pode ser um ídolo de madeira, pode ser o dinheiro, pode ser o prazer, pode ser a sua reputação, o sucesso que você deseja, o romance que você almeja, a autonomia que você quer ter, ou pode ser você próprio. No fundo, a idolatria sempre é isso. Tira o Deus do centro e coloca a criatura no trono. Aqui está a raiz mais profunda da idolatria. O homem quer ocupar o centro. Ele quer definir a verdade. Ele quer escolher o bem. Ele quer estabelecer o sentido. Ele quer governar a própria essência sem prestar contas ao criador. Foi assim desde o começo. O coração humano não quer apenas alguns presentes de Deus. Ele quer a posição de Deus. E é por isso que a glória divina confronta tanto o nosso pecado, porque a glória de Deus declara algo que o homem natural odeia ouvir. Você não é o centro. Sua vontade não é soberana. Seus sentimentos não são medida da verdade do que está acontecendo ao seu redor. Sua satisfação não é o alvo supremo do universo e das pessoas que estão ao seu redor. Deus é o centro de tudo. Isso tem aplicações muito diretas a nós. Primeiro, a vida não gira em torno de nós. Essa parece uma verdade simples, mas ela precisa entrar fundo na nossa alma. Porque muito do nosso desânimo que nós temos, muito da nossa frustração, da nossa rebeldia, quando eh é quando nós imaginamos que a vida deveria se organizar ao nosso redor e dentro das nossas expectativas. Quantas pessoas falam que estão deprimidas só porque elas percebem, só porque elas acham que o mundo deveria girar ao seu redor, acham que a história precisa fazer sentido para nós o tempo todo. Acha que Deus precisa explicar cada detalhe para você do que que vai acontecer contigo. acha que as nossas preferências devem ser tratadas como prioridade final. Mas a maturidade espiritual começa quando o coração aprende a dizer: "Eu não sou centro, Deus é. Não estou vivendo para construir um pequeno reino pessoal em que todas as minhas vontades vão ser satisfeitas. Estou vivendo diante do Senhor." Segundo, o culto não é centrado no homem. Isso é uma coisa muito importante diante de grande confusão que tem eh em dias como o nosso. O culto não existe para entreter as pessoas. Vocês não vieram aqui para serem entretidas. O culto não existe para massagear a emoção das pessoas. O culto não existe para confirmar os seus gostos pessoais. O culto é a resposta reverente do povo à glória de Deus. Quando a glória do Senhor é perdida de vista, a adoração pode se tornar apenas um espetáculo, um consumo, uma preferência, um ambiente ou uma performance. Mas quando a igreja volta a enxergar a glória de Deus, o centro volta a ser a palavra, a reverência, a verdade, a santidade e a exaltação de Cristo. Terceiro, a maturidade cristã é viver para a glória de Deus. Em primeiro Coríntios 10:31, Paulo diz: "Quer vocês comam, quer vocês bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo pra glória pra glória de Deus". Isso significa que o centro eh deve ser a glória de Deus. E isso não pertence apenas aos grandes momentos de vida espiritual. Ele deve governar coisas pequenas do seu dia a dia. Seu trabalho, Deus deve estar lá. E a glória de Deus deve ser aonde você almeja. Na sua casa, o que que você fala, suas decisões, seus relacionamentos, a generosidade que você vai ter, a pureza, sofrimento, descanso, tudo deve ser colocado debaixo da pergunta. Isso glorifica a Deus? O cristão maduro não é apenas alguém que evita certos pecados, obviamente, sempre de preferência, não humildimação. É alguém cuja vida vai sendo reorganizada em torno da grandeza de Deus. Quando isso acontece, algo precioso começa a mudar. O homem deixa de usar Deus para si e começa a viver para Deus. Deixa de medir tudo pelo próprio conforto e passa a medir pela glória de Deus. Deixa de buscar uma fé centrada em seus benefícios e passa a buscar uma vida centrada na adoração. É assim que a glória de Deus nos cura da tirania do eu. É assim que ele nos livra da superficialidade. É assim que ela põe todas as coisas no lugar que elas deveriam estar. Porque no fim a verdade mais libertadora que existe não é de que nós somos grandes, é que Deus é grande. E quando ele ocupa o centro, tudo mais começa finalmente a encontrar o lugar correto na nossa vida. E depois de vermos a glória de Deus, eh, e como ela coloca todas as coisas em seu devido lugar, a pergunta que surge quase naturalmente a esta é como o Deus glorioso conduz tudo o que que ele faz? A resposta das Escrituras é clara. Ele o faz com sabedoria perfeita, não apenas com poder, não apenas com autoridade, não apenas com conhecimento, mas ele age com sabedoria. Isso significa que tudo eh que tudo o que ele conhece, ele também vai ordenar de modo perfeito. Tudo que ele declara ele conduz sem erro algum. Tudo que ele faz tem sentido um propósito, uma coerência, uma perfeição moral. E aqui é importante a gente fazer uma distinção simples entre conhecimento e sabedoria. Conhecimento é você saber das coisas. Sabedoria é você saber a coisa e saber o que que você vai fazer com o que você sabe. Conhecimento diz respeito à plenitude da informação que você tem. Sabedoria diz respeito ao uso perfeito dessa verdade que chegou em você. Nós, como criaturas, muitas vezes sabemos algumas coisas, mas nós não sabemos aplicar elas muito bem. Outras vezes entendemos parte de uma situação, mas não temos clareza de como devemos agir diante daquela situação. Em muitos momentos, nós acabamos fazendo o quê? Agindo com impulso, sem pensar muito bem no que que vai fazer. E é isso. Agindo por impulso, nós devemos fazer o quê? Depois nós temos que corrigir decisões. Nós devemos voltar atrás e tentar de novo, porque a nossa compreensão é limitada daquele conhecimento que nós temos. Mas com Deus não é assim que funciona. Deus nunca vai aprender algo novo. Deus nunca descobre um dado que ele não conhecia antes. Deus nunca reavalia o plano porque ele percebeu alguma coisa que tava escapando no início. Deus nunca improvisa, Deus nunca corrige uma rota. Tudo que ele faz procede da sua sabedoria perfeita. Isso precisa entrar fundo no nosso coração, porque muitas vezes nós até aceitamos que Deus sabe tudo, mas vivemos como se ele nem sempre soubesse o que tá fazendo. Afirmamos sua onisciência com os lábios, mas duvidamos a sua sabedoria com o nosso coração. Quando a vida nos confunde, quando a oração parece sem resposta, quando a dor se prolonga, quando os caminhos de Deus parecem escuros, o que entra em crise é, não é só a nossa paciência, muitas vezes é a nossa confiança na sabedoria de Deus. E é exatamente aqui que a doutrina precisa se tornar um consolo para nós. O Deus que conhece todas as coisas, que ordenou todas as coisas, também ordena todas as coisas perfeitamente. Vemos essa sabedoria na criação. O mundo não é um amunto caótico de elementos sem direção. a uma ordem, uma estrutura, uma proporção, uma coerência, uma dependência entre as coisas. A regularidade no curso da criação, há uma beleza na formação da vida, há uma complexidade que humilha o orgulho humano. Mas a sabedoria não aparece apenas no que ele fez no princípio, ela também aparece na história. Quando olhamos a narrativa bíblica, vemos que Deus nunca perdeu o controle. O que parecia atraso era uma preparação. O que parecia o silêncio de Deus era Deus governando perfeitamente a situação. O que parecia uma derrota no fim é o caminho da vitória. José foi vendido, ele foi humilhado, ele foi esquecido e ainda assim Deus estava escrevendo uma história maior ali através dele. Israel passou pelo deserto, enfrentou a disciplina de Deus. experimentou a provisão e em tudo isso, Deus estava conduzindo o seu povo. A história da redenção não avança aos tropeços, ela avança pela sabedoria de Deus. E o mesmo vale para a providência. Deus não apenas criou o universo em sabedoria. Ele sustenta toda a vida com essa sabedoria. Ele governa as circunstâncias. Ele que vai abrir e fechar as portas para você. Ele que permite e restringe. Ele que dá e tira. Ele que consola e confronta você. Embora nós eh raramente enxergamos o quadro inteiro das situações que estão ao nosso redor, Deus sempre está vendo. Essa é uma das grandes lições que nós podemos ver em Romanos 11:33. Ó profundidade da riqueza e da sabedoria. e do conhecimento de Deus. Quão insondáveis são os seus juízos, inescrutáveis os seus caminhos. Paulo não diz isso como quem está frustrado, mas como alguém que está maravilhado com o que está acontecendo. Há um ponto em que a mente humana precisa se curvar, não porque Deus é irracional, mas porque a sua sabedoria é alta demais para nós, como nós vimos nas últimas mensagens dessa sequência que estou fazendo. Esse é um ponto muito importante. O limite da nossa mente não é um defeito no governo de Deus. é uma marca da nossa condição de ser uma criatura. Nós queremos respostas completas, linhas retas, explicações imediatas. Queremos entender agora o que que Deus está fazendo, mas muitas vezes o que o Senhor está fazendo e ele não dá, não nos dá explicações detalhadas, ele nos dá apenas a si mesmo. Ele nos chama a confiar em seu caráter. Jó, a gente viu no na sequência que nós fizemos há pouco tempo atrás, aprendeu isso de uma forma muito dolorosa. Ele não recebeu um mapa completo do sofrimento que ele estava passando. Ele recebeu uma revelação da grandeza de Deus. E isso foi o suficiente para humilhá-lo e para sustentar ele. A fé madura não é a fé que vai entender todos os assuntos completamente e saber o que que Deus está fazendo em cada situação. É a que aprende a descansar em Deus, que Deus entende tudo. Então eu posso ficar descansado. onde a sabedoria de Deus brilha de uma forma mais, a gente pode dizer suprema é em Cristo. Porque na cruz o que parecia loucura para o mundo se tornou salvação para nós. Como a salvação poderia vir por meio de tamanho humilhação, sofrimento e morte. Mas foi exatamente ali que a sabedoria de Deus resplandeceu. Na cruz, Deus não ignorou o pecado, nem destruiu o pecador que ele decidiu salvar. Na cruz, ele preservou a sua justiça e derramou a sua graça. Na cruz, o pecado foi julgado e o pecador salvo. Por isso Paulo diz em Primeira Coríntios que Cristo é o poder de Deus e a sabedoria de Deus. O evangelho humilha a arrogância humana porque mostra um caminho de salvação que nenhum homem seria capaz de inventar. Então, quais são as explicações, as aplicações disso para nós? Primeiro, devemos confiar mesmo quando nós não entendemos. Nós devemos também descansar na providência de Deus. Nada chega à nossa vida sem passar pelas mãos do nosso Deus. O nosso Deus é sábio em tudo que ele faz. Nós devemos também rejeitar a arrogância de julgar Deus. Criaturas finitas como nós não estão em posição de colocar o criador no banco dos réus. Além disso, nós devemos buscar sabedoria em submissão à palavra de Deus. O homem sábio não é o que confia no próprio coração, é o que curva a sua mente diante da verdade de Deus. E quando mais vemos isso, mais somos levados a a reconhecer que Deus é sábio e que ele nunca erra. Agora, se a glória de Deus mostra que ele é o centro de tudo e a sabedoria de Deus nos mostra que ele nunca erra no que que ele faz, agora chegamos a um ponto em que a alma não pode permanecer eh analisando. Agora, ela precisa tremer diante de Deus. Porque quando as escrituras nos conduz a santidade de Deus, ela não está apenas ampliando o nosso conhecimento, ela está nos colocando na posição diante da perfeição moral absoluta de Deus. A palavra eh santidade carrega a ideia de separação, pureza e eh transcendência moral. Dizer que Deus é santo é dizer que ele é absolutamente distinto de tudo o que é criado, absolutamente eh puro em tudo o que ele é. Ele não apenas está acima de nós em poder. Ele não apenas está eh além do nosso conhecimento, ele é moralmente eh perfeito de um modo que a nossa mente mal consegue abarcar. Em Deus não há sombra do mal, não há mistura, não há corrupção, não há inclinação torta, não há impureza escondida, ambiguidade moral, oscilação ética ou qualquer defeito. Tudo o que ele é puro. Tudo que ele ama, ele ama de forma pura. Tudo que ele julga, ele julga de forma pura. Tudo que ele faz, ele faz com absoluta perfeição moral. E precisamos nós hoje aqui sentir o peso disso. Porque às vezes quando ouvimos que Deus é santo, pensamos apenas o quê? Ah, Deus é muito elevado. Isso não é mentira, é verdade. Mas ainda não é o suficiente. A santidade de Deus não fala apenas da distância em relação à criatura, fala da pureza absoluta dele. Fala da beleza moral dele, fala da perfeição que resplandece do ser de Deus. É por isso que muitos teólogos falaram da santidade de Deus como a um esplendor moral de tudo o que Deus é. Sua glória é santa, seu amor é santo, sua justiça é santa, sua sabedoria é santa e seu poder é santo. A santidade não é apenas um atributo à parte dos outros. Em certo eh em certo sentido, ela colore tudo o que Deus é. Ela nos mostra que nele não existe grandeza sem pureza, poder sem retidão, amor sem verdade, governo sem justiça. Por isso Deus é totalmente distinto da criação. Toda criatura é limitada, é dependente, ela é mutável. E mais do que isso, toda criatura caída está tocada pelo pecado. Mas Deus não. Deus não evolui. Deus não amadurece. Deus não melhora. Deus não corrige falhas. Ele não luta contra tendências eternas e erradas que ele tem. Ele é eternamente perfeito e perfeitamente santo. A pureza de Deus não é conquistada. é a essência do ser dele. Ele não apenas escolhe o bem, ele é a própria medida suprema do que que é bom. Quando a Bíblia nos mostra, homens entrando em contato com essa santidade, a reação nunca é casual quando eles estão diante da santidade de Deus. Ninguém encontra a santidade de Deus e permanece leve. Em Isaías 6, quando o profeta vê o Senhor eh alto e exaltado, ele ouve os serafins cantando: Santo, santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos. A terra inteira está cheia da sua glória. A resposta dele não é uma mera eh admiração. Que que acontece com ele? É um quebrantamento. Ele fala: "Ai de mim, estou perdido porque sou um homem de lábios impuros. Vivo no meio do povo de lábios impuros. E os meus olhos viram o rei, o Senhor dos exércitos. Essa é a reação de um homem quando a santidade de Deus rasga as suas ilusões do coração. O mesmo acontece em outros momentos. Quando Pedro percebe quem Cristo é, ele cai aos pés de Cristo e diz: "Afasta de mim, Senhor, porque sou um homem pecador". Quando João lá em Apocalipse vê a glória de Cristo ressurreto, ele cai morto. Quando Moisés se aproxima na sarça ardente, o chão é um local santo. Em todos esses casos, a presença de Deus não produz mera trivialidade. Ele produz o temor, a reverência e a consciência de indignidade. Isso porque a santidade divina não é não apenas revela quem Deus é, ela também revela quem nós somos. E aqui está uma das razões pelos quais um homem natural foge tanto da verdadeira doutrina de Deus. Porque a santidade do Senhor destrói a nossa autoimagem infada que nós temos nós mesmos. Ela mostra que nosso maior problema não é a nossa falta de autoestima, como muitas pessoas gostam de dizer. Mas o excesso de confiança que nós, de autoconfiança que nós temos diante de um Deus santo, ela mostra que o pecado não é algo pequeno, nem apenas uma falha social que está ali, nem apenas uma imperfeição inevitável. Pecado é uma ofensa moral contra o Deus infinitamente puro. O pecado é a rebelião contra a santidade desse Deus. Pecado é preferir a criatura ao criador, a própria vontade à vontade de Deus. É por isso que só entendemos a gravidade do nosso pecado quando enxergamos a santidade divina. Quando Deus é reduzido, adivinha só? O pecado também é reduzido. Quando Deus é banalizado, você vai ver que a situação do pecado daquela pessoa, ela começa a parecer mais leve, ela começa a relativizar o seu pecado. Quando a santidade de Deus desaparece da consciência, o arrependimento perde a sua profundidade. E a cruz de Cristo vira mero símbolo de amor e não necessidade de expiação que nós temos. Mas quando começamos a ver Deus que é santo, então o pecado começa a aparecer um detalhe que está ali, um pecado que você não consegue administrar, que não é nós que conseguimos administrar. Ele passa a ser visto como aquilo que ele de fato é uma afronta terrível contra a pureza e majestade do Senhor. Isso expõe um problema muito sério do nosso tempo. Vivemos em dias que banalizaram Deus. E como eles banalizaram Deus, o que que acontece? Eles banalizam o pecado. Deus é tratado com leveza, como se fosse apenas uma referência religiosa disponível para consumo espiritual da sua parte. Seu nome é usado sem temor. Sua verdade é adaptada sem temor. Sua presença é presumida sem reverência. Ao mesmo tempo, o pecado é tratado como o quê? com uma como uma fraqueza simpática que você tem, como uma expressão pessoal, como uma liberdade individual que você tenha. Mas a Bíblia não nos permite essa superficialidade. O Deus das Escrituras é santo. Então, a única resposta é que o pecado é realmente pecaminoso. Talvez uma das evidências mais claras dessa banalização esteja no modo como muitos querem eh um relacionamento com Deus. sem precisar se arrepender, sem eh com consolo, mas sem santidade, com graça, mas sem a verdade. Aceitação por parte de Deus, mas sem transformação de quem você é. Querem um Deus que acolha, mas não confronte você, que perdoe, mas não governe. Mas adivinha só, esse Deus que você tanto gostaria de ter não existe. O Deus vivo é santo. E justamente por ele ser santo, ele não vai negociar com o mal. Ele não vai relativizar a impureza. Ele não trata a rebelião como algo pequeno. Ao mesmo tempo, a santidade de Deus não deve nos empurrar para o desespero sem saída, mas para a humildade verdadeira. Porque quando a santidade de Deus nos humilha, ela nos coloca no lugar certo onde nós deveríamos estar. Ela arranca todas as nossas desculpas. Ela desmonta a nossa posse. Ela nos ensina a parar de nos comparar com os outros pecadores e começar a nos enxergar diante de um Deus santo. Ninguém ama profundamente a cruz se ainda não tremeu diante da santidade de Deus. Por isso, esta verdade precisa atingir o coração de forma pessoal para cada um de nós. Deus é santo no culto e por isso não podemos adorar quando viermos aqui ou em qualquer lugar que você esteja, adorá-lo com irreverência. Deus é santo em sua palavra e por isso não podemos ouvi-la com descuido de quem escuta um discurso muitas vezes achando chato. Deus é santo em seu caráter e por isso não podemos brincar com o pecado. Quanto mais a igreja perde a visão da santidade de Deus, mais perde a seriedade do pecado, a profundidade da graça de Deus e a beleza da salvação. Mas quanto mais ela se volta a contemplar a santidade de Deus, mais aprende a abaixar a cabeça, a confessar o pecado e a desejar uma vida limpa diante dele. Porque Deus é santo e diante dele toda máscara cai, toda desculpa enfraquece e toda a soberba se desfaz. Se a santidade de Deus nos leva a abaixar a cabeça, agora precisamos tomar cuidado para não concluir a coisa errada. Porque alguém poderia ouvir tudo isso e pensar em apenas um Deus distante, severo, inacessível, mas a Bíblia não permite pensar assim. O mesmo Deus que é infinitamente santo também é infinitamente amoroso. E aqui precisamos caminhar com reverência, porque poucas verdades foram tão repetidas e ao mesmo tempo tão distorcidas quanto esta. Muita gente fala do amor de Deus. Mas nem sempre está falando do amor que Deus revela nas Escrituras. O amor de Deus não é uma permissividade, não é uma disposição sentimental a aceitar tudo do seu jeito, do jeito que você é, aprovar tudo e tratar o pecado como algo pequeno. O amor de Deus não significa que ele deixou de ser santo. Ele é as duas coisas perfeitamente. Não significa que ele abriu mão da sua justiça. Não significa que ele resolveu ignorar a rebelião humana para manter uma relação mais confortável com o pecador. Pelo contrário, justamente porque o amor de Deus é verdadeiro, ele não é superficial. Justamente porque Deus ama de forma perfeita, ele não ama como nós, de maneira instável, confusa e egoísta de grande parte do tempo. O amor de Deus nunca é cúmplice-se com o mal. A Bíblia nos mostra o amor de Deus que é santo, justo, fiel e soberano. Ele é santo porque não existe nenhuma impureza afetiva, nenhum egoísmo escondido, nenhuma paixão desordenada ali. Deus eh não ama porque que porque ele é carente, como nós vimos na última mensagem. Deus não ama porque precisa de algo fora de si. Deus ama de acordo com a perfeição do seu próprio ser. Seu amor é justo porque nunca contradiz sua retidão. Ele não demonstra bondade às custas da verdade. Ele não exerce misericórdia às custas da justiça. Seu amor é fiel porque não oscila como o nosso. Nós mudamos, nós recuamos, prometemos, nós falhamos, mas o amor de Deus é constante, perfeito e firme. Seu amor é soberano porque brota da liberdade do próprio Deus. Ele não ama porque encontrou o mérito no pecador, mas porque quis amar segundo o propósito da sua vontade. A escritura também nos mostra uma bondade eh de Deus derramada amplamente na criação. Ele sustenta a vida. Ele envia a chuva sobre justos e injustos. Ele concede dons. Ele preserva a ordem do mundo e enche a existência humana de sinais. de sinais da sua paciência. Isso revela que Deus é bom até mesmo quando com o mundo rebelde. Mas a Bíblia também fala de um amor redentor, salvador, pelo qual Deus decide resgatar pecadores, trazendo eles para si. Esse amor não é apenas um cuidado providencial, é a graça de Deus que salva, é misericórdia que perdoa, é compaixão que reconcilia, é amor que não apenas eh sustenta a criatura no mundo, mas arranca a condenação e conduz essa criatura a vida à vida eterna. Aqui precisamos um eh corrigir um erro muito comum. Muitos colocam o amor e a santidade em oposição, como se precisasse enfraquecer um para prevalecer o outro ou enfraquecer um para que o outro pudesse aparecer, como se um Deus santo fosse menos amoroso e como se um Deus amoroso fosse menos santo. Mas isso é pensar em Deus como se ele fosse dividido. E nós já vimos, ele não é. Seu amor. O amor de Deus é santo e a santidade de Deus é amorosa. Na verdade, só porque Deus é santo, o seu amor é puro. E só porque Deus ama sua santidade, ela não é fria, nem árida. Se separarmos essas duas coisas, criaremos ou um Deus sentimental que acolhe sem purificar, ou um Deus severo que governa sem misericórdia. Mas o Deus vivo não é nenhum desses dois ídolos que você pode criar para sua vida. É por isso que a revelação suprema do amor de Deus não está em frases genéricas de aceitação, mas na entrega do seu filho. João 3:16 diz: "Porque Deus tanto amou ao mundo que deu seu filho unigênito para para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna." Em Romanos 5:8, ele diz: "Mas Deus não demonstra o seu amor por nós. Eh, Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores." Veja bem, o amor de Deus não é abstrato. Ele não é uma abstração, não é um discurso sem custo, não é uma emoção sem ação. O amor de Deus se torna visível para nós no Calvário. É justamente na cruz que vemos o amor de Deus. Ela quer, ele não é uma permissividade. Se o pecado pudesse ser simplesmente ignorado, a cruz era desnecessária. Se a santidade de Deus pudesse ser deixada de lado, o filho não precisava sofrer. Mas a cruz nos mostra o exato contrário. O pecado é tão grave, a justiça divina é tão inviolável e a e a santidade de Deus é tão perfeita que a salvação só poderia vir por meio da entrega do seu próprio filho. E ao mesmo tempo, o amor de Deus é tão profundo, tão livre e tão glorioso, que ele fez exatamente isso. E isso muda toda a situação. Porque agora entendemos que o amor de Deus não é uma ideia doce inventada para consolar pessoas inseguras. É uma perfeição santa, soberana e redentora, revelada de forma suprema em Cristo. Esse amor humilha o orgulhoso porque mostra que ele precisa ser salvo. Esse amor consola o quebrantado porque mostra que é a graça real para pecadores reais. Esse amor corrige a superficialidade porque mostra que o perdão custou o sangue de Cristo. E esse amor dá segurança ao crente porque Deus amou Cristo. Eh, que amou em Cristo continua sendo santo, fiel e imutável. E é exatamente aqui no Calvário que tudo o que vimos ao longo aqui dessa mensagem se encontra de maneira perfeita. Porque se alguém perguntar onde a glória de Deus pode ser vista com mais clareza, onde a sabedoria de Deus pode resplandecer com mais força, onde a santidade de Deus aparece com mais seriedade e onde o amor de Deus se revela com mais profundidade, a resposta cristã é só uma. Na cruz de Cristo, na cruz a glória de Deus é manifestada. Não, a glória é do homem que o homem natural esperaria, cercada de apusos, poder visível e triunfo imediato. Mas a glória de Deus age de modo tão alto, tão puro e tão santo, que até a redenção dos pecadores se torna palco para exibição da sua grandeza. Na cruz, Deus mostra quem ele é. Ele mostra todos os seus atributos. Na cruz, a sabedoria de Deus vence a loucura do mundo. O mundo não teria inventado uma salvação assim. A mente humana ia buscar o quê? A força, o mérito, a conquista e exaltação. Mas Deus salva por meio do filho que foi humilhado, ferido e crucificado. Aquilo que parece fraqueza aos olhos do homem é, na verdade, a mais alta sabedoria de Deus. Na cruz, a santidade de Deus julga o pecado. O Calvário nos impede de tratar o mal com leveza. Se o filho de Deus precisou sofrer e morrer, então o pecado não pode ser pequeno. Deus não relativizou o pecado. Deus não ignorou o pecado. Deus julgou o pecado. A cruz é a prova que a santidade divina permanece intacta e ao mesmo tempo na cruz o amor de Deus salva pecadores. O Deus santo não abandona o seu povo a condenação merecida. Ele entregou o seu próprio filho. O justo morreu pelos injustos. O pastor deu a vida pelas suas ovelhas. O amor de Deus não ficou sem palavras. Ele se derramou em sangue, em dor, em entrega e em redenção. Por isso, o Calvário é o lugar onde as perfeições divinas, onde os atributos de Deus brilham sem contradição. Ali a glória não apaga o amor. O amor não vai enfraquecer a santidade. A santidade não não cancela a graça. A sabedoria sustenta tudo em perfeita harmonia. E por isso a vida cristã termina sempre aqui, aos pés da cruz, porque ali o pecador vê a si mesmo, vê em verdade, vê Deus com clareza, encontra a Cristo, o único Salvador digno de toda fé, toda rendição e toda adoração. Amém, irmãos. Deus, nós te agradecemos por esse dia, por podermos estar aqui e ver, primeiramente na Escola Dominical o início do estudo dos seus atributos. E aqui mais uma vez dando uma pincelada sobre seus atributos, meu Deus, que nós possamos ver a perfeição de tudo, meu Deus, o como tudo, eh, todos os seus atributos agem não separados uns dos outros, mas com perfeita harmonia, que nós podemos ver perfeitamente na cruz do teu filho. Meu Deus, revela isso na nossa mente. Abre o nosso coração para isso, para vermos que tu tens amor, mas tu também és santo, tu também és sábio, tu também é todoeroso. que nós possamos ver a beleza dos seus atributos, meu Deus. Que nós possamos nos maravilhar e que isso nos leve a uma verdadeira adoração a Ti. Pois não há verdadeira adoração sem conhecer a ti, meu Deus. Que nós possamos contemplar todos os seus atributos e ver a tua beleza, meu Deus. ver como isso tudo mostra o quanto foi a que nos mostra a sabedoria que aconteceu ali no calvário para nossa salvação. Que nós possamos ver o seu amor ali, que possamos ver a sua sabedoria e possamos ver a sua santidade tudo agindo com perfeita harmonia. Meu Deus, esse é o nosso desejo hoje, que isso esteja verdadeiramente enraizado em nossos corações para que nós possamos nos voltar a ti mais e mais, meu Deus, com mais certeza e com mais temor diante de ti, pois tu és nosso Deus, o nosso grande Deus de beleza infinita e perfeito, meu Deus. É isso que nós te agradecemos hoje em nome de Jesus. Amém. Amém. Vamos ficar de pé, queridos. Pai, nós te agradecemos. Não precisamos, Senhor Pai, de mais nada a não ser do que tivemos nesta manhã, o pão do céu. Ó Deus, a maior necessidade dos nossos corações é sermos completamente centrados em ti, Senhor Deus. E, Senhor, ó Pai, estamos no lugar exatamente oposto em nossa geração. A igreja Senão Pai tem abraçado de todas as formas o humanismo secular e colocado o homem como a medida das coisas. Ó Deus, todas as doutrinas, Senhor Pai, que revelaste, ó Deus, para mostrar a tua glória, Senhor Pai, tem sido diminuídas, diminuídas para que o homem seja aumentado. Ó Deus, as pessoas têm dificuldades com a doutrina da depravação total, tem porque acham que o homem não é tão mau quanto ele é em seu pecado, queda e inimizade contra ti. Temos, Senhor, meu pai, em nossos dias uma grande dificuldade com a tua soberania infinita. Porque o homem, ser um pai se diz livre quando na verdade é escravo da corrupção. Ó Deus, cada dificuldade, Senhor Pai, é porque de alguma maneira o homem é colocado no lugar, ó Deus, usurpador da sua glória, dos seus atributos, da sua beleza, quando na verdade o homem foi feito não para admirar a si mesmo no espelho, mas para olhar para a tua beleza encantado, Senhor, pai, ó Deus, responder a isso, Senhor Deus, com um ó profundidade das riquezas, como o apóstolo Paulo, maravilhado, Deus diante de uma grandeza, Senhor, Pai, tão sem fim, que a eternidade inteira, Senhor, Pai, será um contínuo aprendizado, Senhor Pai, e um contínuo encantamento cada vez maior de quem tu és. Que nós como igreja, Senhor Pai, individualmente, Senhor Pai, possamos, Senhor Deus, ter o cuidado, Senhor Deus, de medir todas as coisas, Senhor Pai, ó Deus, de formar, Senhor Pai, opinião sobre todas as coisas, levando em consideração, Senhor Pai, quem tu és, levando em consideração, Senhor Pai, o nada que somos, ó Deus, para que eh possamos estar exatamente naquele lugar onde disseste, Senhor Pai, ó Deus, que tu escolhiste, Senão Pai, aqueles que nada para que ninguém se glorie diante de ti. Que nós possamos nos alegrar, Senhor Pai, porque o nosso nada não fica vazio, é preenchido pelo tudo que teu filho é. E não precisamos de mais nada, Senhor Pai, a não ser sermos transformados na mesma imagem do teu filho. E essa é a grande promessa da aliança, uma obra tua e não nossa. Nós descansamos, Senhor Pai, eh olhando paraa tua beleza agora. Não precisamos temer mais como Moisés, porque olhamos para tua glória na face de Cristo. Deus homem, Senhor Pai, ó Deus, a nossa propiciação, que nós possamos, Senhor Pai, então como igreja expressar, Senhor Pai, ó Deus, e ver cada problema, Senhor Pai, no mundo e em nossas vidas, como centralmente, Senhor, Pai, estando eh eh localizado, Senhor, ó Pai, no humanismo natural, pecaminoso que temos, Senhor, Pai, de ver o homem, ó Deus, num lugar, Senhor Deus, que definitivamente ele não ocupa, mas que ao vermos, Senhor, Pai, a totalidade de quem tu és, ó Deus, realmente percebamos com o coração e contemplemos com os olhos do coração, Senhor Pai, que temos tudo que precisamos quando olhamos apenas para ti, em nome de Jesus. Amém. Amém. Hoje à noite vamos estar aqui, né, em culto adorando a Deus. Faça planos de estar. Na nossa vida praticamente nada acontece sem fazer planos. Não é? Se pessoas hoje vão estar no Maracanã, é porque elas fizeram planos de estar lá. Elas não deixaram para ver se elas iam estar lá. Elas tiveram que ligar, fazer, comprar sem planos. Se a gente deixar a coisa acontecer, nada de realmente centrado em Deus acontece em nossas vidas. Nós realmente buscamos a face de Deus, fazemos planos de estar diante dele. Faça isso e vem adorar a Deus conosco esta noite. Vamos cantar encerrando esse momento maravilhoso de escola dominical e culto ao Senhor. [música] Quero me entregar a ti, [música] tua força conhecer. Só me acho [música] em meio às tuas promessas. [música] Tua morte sobre a cruz. Minhas maldições venceu. [música] Me fez novo, novo só para ti. Só tu és [música] meu Deus. O sol que me ilumina, a escuridão se foi. Para sempre [música] tu me guias. Sonhos hoje são verdades. [música] Tua graça já venceu. E agora em Cristo [música] eu pertenço a ti, Deus. Tua glória [música] eu vejo e em temor humilde hoje eu venho [música] ante a ti. Vida és em mim. [música] E [música] outro Deus não há. Eu sei. O meu ego rejeitei a mão arm. Não vou voltar [música] atrás o morrer de Cristo. Eu vou sim para sempre aqui [música] levar e sua glória ao mundo mostrarei. Vida [música] e muito mais e abundante graça. [música] Eu já encontrei a [música] busca terminou de os sonhos hoje são verdades. [música] Tua graça já venceu e agora em Cristo eu pertenço [música] a ti, Deus. Tua glória eu vejo [música] e em temor humilde hoje eu venho ante a ti. Viraris [música] em mim. Meu deleite está em ti, meu [música] Deus e rei. Estou em ti. >> Quando o céu passar, meu Deus, [música] estarei ainda em ti. [música] Sonhos hoje são verdades. Tua graça [música] já venceu. Ó Cristo, eu tenho [música] a ti, Deus tua glória eu vejo. [música] Em temor humilde, hoje eu venho a ti. Vida [música] reis em mim. [música] Vida reis em mim. >> [música] >> Quero me entregar [música] a ti tua força conhecer. >> Seria tudo em todos. Leve-nos na tua paz, Deus. Que nossos corações, Senhor Pai, sejam alargados pelo Teu [música] Espírito para, Senhor Pai, cada vez mais, Senhor Pai, serem preenchidos pela tua beleza, em nome de Jesus. Amém. Amém. Que os irmãos sigam na paz do Senhor. Amém.