Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Culto – Manhã de Domingo 29 de Março de 2026 em Jardim de Luz

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Culto – Manhã de Domingo 29 de Março de 2026 em Jardim de Luz

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Legendas automáticas:

Bom dia, queridos. Graça e paz. Vamos
ficar de pé. Que Deus nos abençoe, nos
conduz aqui, irmãos aí espalhados
por todos os lugares na internet, né?
Que bom estarmos juntos. Vamos, vamos
orar. João, ora senhor. [roncando]
>> Senhor Deus, nós estamos aqui novamente
na tua presença, Pai. E que coisa
maravilhosa, que coisa inesperada, Pai.
esperado, meu Deus, ele que por causa
dos nossos pecados, por causa das nossas
constantes falhas, por causa, meu Deus,
do nosso coração, por causa de tudo que
nós somos, meu Deus, que tu jamais
tivesse nos dado atenção.
Esse era esperado, meu Deus, mas em vez
disso, eis nós aqui debaixo da tua
graça, debaixo do teu amor. Eis nós
aqui, meu Deus, chamados teus filhos,
meu Deus. Eis nós aqui, eh, convocados,
meu Deus, a tua presença para todo
sempre. E o esperado, meu Deus, era que
por causa depois do nosso chamado, por
causa de tantas falhas ainda, tanta
imperfeição, tantas dificuldades, tanta
lentidão, que de alguma maneira, meu
Deus, tu perdesses a paciência conosco,
tu desistisses de nós, mas ainda assim
eis aí, meu Deus, a tua graça, a tua
misericórdia, não somente nos perdoando,
mas nos guiando, meu Deus, no caminho do
crescimento, meu Deus, nos conduzindo em
santidade, nos moldando a imagem de
Cristo. E nós somos gratos, Pai. Somos
gratos porque não existe nenhum momento
de culto nosso, seja aqui reunidos, meu
Deus, seja sozinho nos nossos lares, não
existe nenhum momento de culto, meu
Deus, que não seja algo extraordinário,
maravilhoso. Não por causa daquilo que
nós te oferecemos, que é sempre pouco,
sempre imperfeito, mas por causa da
grande surpresa, meu Deus, da grande
maravilha que é o Senhor nos amar, o
Senhor, meu Deus, ter prazer naquilo que
nós fazemos, o Senhor se agradar de nós,
o Senhor nos chamar de filhos, nos
chamar de amigos, meu Deus, que nós
possamos nessa manhã celebrar esse
grande privilégio, meu Deus, essa grande
alegria que é recebermos a tua graça.
Pai, nos abençoa nessa manhã com a tua
presença. Nos abençoa, meu Deus, nessa
manhã com arrependimento, com
restauração, com cura, meu Deus, com
todas as coisas que nós precisamos. Vem
nos abençoar. Que nós possamos beber,
meu Deus, avidamente da fonte da tua
graça, da tua glória, da tua beleza
nessa manhã, em nome de Jesus. Amém.
>> Amém. Amém.
Nossa vida espiritual é
ela é na maioria das vezes, o fracasso
da nossa vida espiritual está ligado a
pequenas coisas.
Nós queríamos fazer grandes coisas e
achamos que eh honrar a Deus seria se
Deus nos chamasse para ser uma espécie
de apóstolo Paulo. E isso mostra um
problema enorme no coração em relação ao
amor a Deus mesmo, né? Eu lembro que
há muitos anos atrás eu li um livro do
Thomas Menton, que é um puritano famoso,
excelente,
que devia ter umas 17 páginas só a
respeito de Romanos 11, Romanos 11,
Hebreus 11, né, que são os heróis da fé.
É uma série de sermões que ele pregou e
que é uma série enorme,
apesar de ser só sobre o capítulo 11 ali
de Hebreus.
E você vê ali tantas pessoas diferentes
naquela lista, mas algumas são
surpreendentes, exatamente porque
eh de alguma maneira elas nos expõem
mais, né? Porque algumas pessoas eh
fecharam bocas de leões, não é? Aí pela
fé Noé construiu uma arca e você vai
lendo coisas assim. Mas tem pessoas que
expõe eh como a ideia de realmente viver
paraa glória de Deus, de muitas pessoas
está deslocada do propósito de Deus
mesmo, né?
Por exemplo, em Josué, Josué 2:21 diz:
"Raabe
colocou a a fita eh escarlate na janela.
Ela é uma heroína da fé. E o que ela
fez? Ela não construiu uma arca.
Ela amarrou uma uma fitinha numa janela.
Nós pensamos, isso não é uma grande
coisa, não é? Eu acho que a maior parte
das vezes que nós deshonramos Deus é
porque nós achamos
não temos uma alegria de fazer aquilo
que nós achamos pequeno. O que é colocar
uma fita numa janela?
em como isso pode ser algo grandioso que
glorifica a Deus, que caracteriza os dos
heróis da fé.
Não, nós somos mais parecidos como Naam
que quando falou pula sete vezes no rio,
ah, eu não. Quem não pode fazer?
Qualquer um pode fazer isso. Que que
importância há em pular? Quando na
verdade eh a vida diária nossa com Deus,
o quê? constitui-se de meditação na sua
palavra séria, não é oração, mas nós
começamos a achar essas coisas muito
pequenas,
não é? A vida de fé seria outra coisa,
mas primeiro o Raabe creu em Deus. Eu
acho que uma das coisas mais difíceis de
crer em Deus de todo coração é crer nele
naquilo que parece pequeno, naquilo que
parece que não vai fazer nenhuma
diferença. Mas se nós não somos pessoas
que obedecem, Jesus disse, né? Quem não
é fiel no pouco, não é no muito. Se nós
achamos que há coisas que Deus falou que
nós devíamos viver, alegrai-vos sempre
no Senhor.
Aquele o é feliz, aquele que medita em
sua palavra de dia todos os dias tem
antes tem seu prazer na lei do Senhor,
né? Ela medita. Meditar na palavra, a
vida de oração, a vida comum, parece
aquela fita. Eu acredito que essas
pequenas coisas e essas coisas comuns da
vida glorificam e exaltam a Cristo
quando eu obedeço com coisas que as
pessoas não vêm ou se elas vêm elas vão
achar insignificantes. E daí não é R
botou lá fita. Alguém podia dizer que
fita é essa? Olha, Deus falou os os
mensageiros eram espiões. Eu falei outro
dia que tem pessoas que te dizem
claramente como se não fosse pecado. Diz
assim: "Eu não consigo confiar em Deus".
A Bíblia fala isso sobre ansiedade, a
Bíblia fala isso sobre aquilo, mas eu
não consigo confiar como se isso não
fosse ofensivo. Quando na verdade os
seres humanos, uma das coisas mais
ofensivas é alguém dizer que não confia
em nós, que não somos ah santos,
mas dizer que não confia em Deus é a
coisa mais banal. As pessoas não estão
pedindo perdão a Deus por isso. Raab
confiou. Coloque a fita.
Se alguém passasse perguntasse que fita
é essa? Então ela diria,
nós pensamos, se eu falar isso, as
pessoas vão achar que eu sou tolo. Ah,
se eu falar sobre eh Cristo este
crucificado, que isso é toda a minha
vida e nós vivemos entre o mar morto dos
nossos pecados e a Jerusalém das nossas
esperanças. E entre essas duas coisas,
nós somos chamados a todo dia fazer
essas pequenas coisas. Ninguém vê,
ninguém sabe. Ninguém sabe. Nossa vida
de meditação na palavra, nossa vida de
oração, nossa vida de confissão. É só um
fiozinho preso em algum lugar onde
ninguém nota. Não importamos. Sabemos
que Deus vê e é isso que faz toda a
diferença.
Eu já disse que eh Michelangel pintando
a capela assistindo, ele pinta coisas
incríveis, mas é muito alto. Quase
ninguém vê os detalhes. E depois dele
ficar anos, anos, anos, anos pintando,
alguém falou para ele assim: "Por que
que você gastou tanto tempo fazendo
aquela coisa lá naquele cantinho? Não dá
nem para ver que que é aquilo. Por que
que você ficou tanto tempo ali fez
aquela coisa quando você subia nos
andames? você conseguia ver. Por que que
você fez com essa cuidado todo? Ninguém
vê. Ele disse: Deus vê.
É isso. Raab colocou uma fita. Ela é uma
das heroínas da fé. Confiar em Deus é
isso. Parece insignificante. E nós
costumamos a não obedecer no que parece
insignificante. O que orar sem cessar
parece insignificante. Ninguém vê,
ninguém sabe, ninguém vai me achar
grandemente espiritual. Então eu tenho
uma vida assim relaxada, eu não boto a
fita lá. Eu acho que meditar é
importante, mas não nem tanto, porque
qualquer um pode ler. Eh, é só saber,
não é algo grande. Eu queria que Deus
fizesse algo grande na minha vida.
E Raabe é um grande testemunho para nós.
Faça aquelas coisas menores que Deus
falou para nós. Faça. Faça para ele.
Obedeça. Ele está vendo. E mesmo quando
você não conseguir ver a grande e eh ver
o que que aquilo está fazendo de
verdade, não importa. Lá no Egito, o
anjo passava e via o sangue pintado na
porta. Quem tava dentro da casa não via
o sangue. O importante é que o anjo via.
O importante é que Deus vê via nossos
corações dedicados a ele, tanto para
construir uma arca. Mas se Deus nos
pedir, coloque um fio na janela, a gente
não vai dizer assim: "Isso é ridículo,
isso não serve para nada".
Nós pensamos que obedecer a Deus
construindo uma arca e colocando um fio
é a mesma coisa. Deus nos mandou fazer
aquilo. E é por isso que a gente faz.
E é isso que faz nós realmente termos
uma vida incrível no mundo, uma vida
paraa glória de Deus. Na maior parte do
tempo, tudo que vamos fazer é colocar
fitinhas em janelas.
Não parece um ato heróico.
O diabo vai dizer para nós: "Isso aí é
insignificante".
Nós mesmos vamos querer dizer para nós:
"Eu queria algo muito maior". Mas a
única coisa que importa é: nós vamos a
Deus. Ninguém está vendo. Parece
pequeno, mas é o que Deus nos mandou
fazer. E isso é grande. Se Deus em seu
filho se dignou habitar em mim, falar a
mim e falar que eu devo fazer algo, isso
é muito importante. Nada poderia ser
mais importante do que honrá-lo assim.
Foi o que Rab fez. É o que nós devemos
fazer. Por isso, escutamos cada sermão
com cuidado. Muitas coisas são só fitas
na janela, mas nós vamos colocar, vamos
louvá-lo.
Aleluia.
>> [música]
>> O pão partido foi. Foi
pregado numa cruz.
A morte se entregou.
Sua vida [canto] deu por mim.
[música]
O [canto] vinho derramou.
Seu sangue [canto]
verteu
em propicição [canto]
[música]
nova [canto] aliança fez.
[música]
[canto] Aleluia.
Eu
vou [música][canto] viver para honrar a
ti.
>> Aleluia. [canto]
A minha esperança
[música] és.
Me deste salvação. [canto]
Em ti caminharei. [canto]
Te dou meu coração. [canto]
>> Mão de [música] teu filho em mim.
Aleluia. [canto]
Eu
[música] vou viver [canto]
para honrar a ti.
[música]
>> Aleluia. [canto]
A minha [música] esperança
és
perdido em meu [música][canto] caminho.
Andei, mas tua graça me alcançou.
[música]
O preço [canto]
lá na cruz pagou.
Aleluia.
[canto]
Para sempre. Me lembrarei. [música]
[canto]
Deus.
[música]
[música] Deus, tu és tão bom para mim.
[canto]
Deus, tu és tão bom [música]
para mim.
Onde
[música] eu irei
sentir?
És meu Senhor,
és [música] meu amor.
Deus, tu [música] és tão bom para mim.
>> Deus, tu és tão [música][canto] bom para
mim.
Onde
é o ii [música]
sem ti. [canto]
És meu Senhor, [música]
és meu amor.
Deus, tu és [música][canto] tão bom para
mim.
>> Deus, [música] tu és tão bom para mim.
Onde
eu irei [música]
sentir?
És meu Senhor, [música]
és meu amor.
>> Nos altos céus te [música][canto]
encontrarei. Tua forte mão me guiará.
Tua graça [música][canto] me sustentará.
Tua face [música]
[canto] eu contemplarei minha corrida.
Vou [canto] vencer [música]
comigo. Estás até o fim. [canto]
>> Aleluia.
>> Aleluia. [canto]
>> [canto]
>> Aleluia!
[música]
Para [canto] sempre me lembrei.
[música]
[canto]
>> Aleluia! Aleluia! A gente cantou que vai
honrá-lo. Vai honrá-lo, que não vamos
esquecer. Então faça isso, sabe? Acorde
de manhã, lembre de Raab, as coisas
pequenas da vida, coloque a fita lá,
faça para a glória de Cristo as menores
coisas. Quando for responder alguém,
pense em Raabe, será pequeno aqui se eu
responder de maneira que Deus não seja
honrado, mas não será colocar a fita,
não será fazer aquelas coisas pequenas
que o exaltam, que ele deixou tão claro
para mim. E assim a gente pode passar
realmente um dia, podendo dizer: "Para
sempre eu me lembrarei. Eu vou me
lembrar o tempo todo e todas as pequenas
coisas serão feitas
para tua glória.
>> [música]
[música]
[canto]
>> Aqui [música]
prostrado aos teus pés. Rendido
[música][canto]
estou.
Rendido [canto]
[música]
estou.
Venho a [canto]
ti. Sedento estou, [música]
Senhor.
Anseio [canto]
por ti.
Anseio [canto]
[música] por ti.
Eu me rendo, [música]
[música]
meu.
Deixa-me [canto]
[música]
tua graça e o teu amor.
Sacia [música]
[canto] meu ser,
>> sacia [música]
meu ser.
Envolva, [música][canto]
escute o meu [canto]
clamor. [música]
Quero te ouvir. [canto]
[música]
>> Quero te ouvir.
Eu [música][canto]
me rendo.
Eu [canto] me [música] rei
para [canto] conhecer-te
mais. [música]
Para conhecer-te [canto]
mais. Eu me rendo.
[música]
[canto]
Eu me reo
para conhecer-te [música]
mais. [canto]
para conhecer-te
[música]
mais.
[canto]
>> Eu quero conhecer-te [canto]
mais,
muito [canto]
mais.
Vem com teu [música]
poder. [canto]
Mode o meu viver. [canto]
Faz [música] teu querer, faz teu querer
[canto]
em mim.
>> [canto]
>> Como [música] venda
se [música][canto] movendo
em mim.
Faz seu querer,
faz seu [canto] querer. [música]
Vem em mim.
Vem [música][canto] com teu poder.
Morde o [música][canto] meu viver.
Faz teu [canto] querer,
faz teu querer [música] em mim. [canto]
Como [música] venda
[canto]
se movendo
em mim, [canto]
faz [música] seu querer,
faz seu querer
em mim. [canto]
[música]
[canto]
>> [música]
>> quer
faz teu [música][canto] querer,
faz teu querer
em mim, vem em mim. [música]
Vem com [canto] teu poder.
Morde [canto] o meu [música]
viver.
Faz seu [canto] querer,
faz seu querer [música]
em [canto]
mim.
>> Como venda [música]
se [canto] movendo [música]
em mim, faz teu querer, [música]
faz teu [canto] querer
em mim.
Amém. Então vamos meditar, né, queridos,
dia e noite, todo dia. Não há por nós
orarmos a Deus para fazer o querer dele
e depois não nos interessarmos
em descobrir cada dia na sua palavra o
seu querer.
Pega sua oferta e diz esta manhã.
Ah, a gente tava falando sobre
reconhecer Deus em todos os caminhos,
não é? Quando Israel saiu do Egito, a
Bíblia diz que eles estavam levando as
amassadeiras no ombro e tinham pouca
pouca massa para pão, não é? Ia durar o
quê? Um dia, dois, três. Nós sabemos,
eles ficaram 40 anos no deserto.
Mas então,
logo quando a comida acabou, começou a
cair um maná do céu e não parou de cair
durante 40 anos.
tudo que o corpo precisava, todos os
nutrientes. A Bíblia diz que
os pés deles não incharam, sabe? Era a
comida perfeita.
40 anos. Eles acordavam de manhã e eles
tinham que pegar. Apesar de Deus dar,
não caía lá na na vasilha deles. Eles
tinham que acordar de manhã e ir pegar
um maná, onde não havia nenhum meio de
subsistência verdadeiro. Essa é a
providência de Deus.
Mas exatamente no dia que eles entraram
na terra prometida, nunca mais caiu um
maná. Agora eles tiveram que plantar a
semente,
trabalhar no chão e fazer as colheitas.
Mas Deus disse para eles: "Não esqueçam,
não esqueçam que da mesma maneira que eu
dei o maná, é eu que dou a vocês o que
vocês estão tirando do chão. Eu dou a
vocês o poder, a capacidade de os
músculos funcionarem, a mente, o corpo,
para adquirir o que vocês precisam.
Nunca pensem quando vocês entrarem lá,
Moisés disse: "Nunca esqueçam que o
mesmo Deus que deu maná a vocês é o que
está dando a vocês. Tudo que vocês
estiverem lá vem das minhas mãos tão
maravilhosamente quanto maná vinha.
Que Deus nos dê um coração para nós
esquecermos essa lição. Pai, nós te
agradecemos pelo teu cuidado. Tu
sustentas este lugar. Tu sustenta as
nossas vidas.
Tu sustenta, Senhor Pai, ó Deus, não só
no nosso dia a dia, Senhor Pai, onde
todos ganham o pão com seu, eh, com a
força que tu dá para trabalhar, mas
também, Senhor, Pai, ô Deus, de nada
valeria, Senhor Deus, eh nosso trabalho.
E tu nos dá capacidade, Senhor Pai, de
adquirir, Senhor Deus, o sustento. Se
nossos corpos, Senhor, Pai, não tivessem
sendo, Senhor, Pai, também guiados pela
tua providência para digerir nossos
alimentos, todos os processos
acontecerem, Senhor Pai. E tu, Senhor
Deus, como aqueles 40 anos no deserto
tem sustentado nossas vidas muitas vezes
por muito mais que 40 anos, 40, 50, 60,
70.
Os mais fortes vivem mais, mas cada dia,
ser um pai não pode ser atribuído às
nossas próprias capacidades.
Viver neste mundo 20 anos é um dom da
tua graça.
Viver 90 também é. Ó Deus, nenhum de nós
merece um dia de vida. Somos pecadores e
o salário do pecado é a morte.
E tu, Senhor Pai, pacientemente, Senhor
Deus, nos susteve até nos chamar
eficazmente e vai nos sustentar, Senhor
Pai, [música] até o dia, Senhor Deus,
que quiseres nos chamar para Ti. Não
porque tu precisas de tempo para nos
preparar, mas porque tu queres, Senhor
Pai, que nós vivamos neste mundo e neste
contexto, de uma maneira que o teu filho
seja honrado em todas as coisas grandes
e pequenas, como vimos. Que nós possamos
realmente, Senhor Pai, ver aquelas
pequenas coisas como colocar, ó Deus, a
fita de Raabe ou construir uma arca como
Noé, como a mesma coisa Deus mandou.
Eu sou grato a ele. Eu o amo e então
nossos corações possam responder, Senhor
Pai, de igual modo, no pequeno e no
grande, ô Deus, no dia bom e no dia mau,
possamos realmente viver para tua
glória, em nome de Jesus. Amém. Amém.
Vamos ofertar.
Vamos cantar enquanto ofertamos ao
Senhor.
>> [música]
[música]
>> เ
A tua [canto] graça
se vence o meu [canto] fracasso.
[música]
A tua [canto] voz, Deus
se encala ao meu temor. [música]
Mesmo a dor [música][canto] escuridão
certam para o meu bem. Deus [canto]
me faz mais [música] como teu filho.
Pela cruz [canto]
livre [música] sou.
A tua [canto] mão molda mim.
>> [música]
>> A [canto] tua voz, Deus, fala e eu
[música] tenho paz.
>> Nada [canto] sou, [música]
tudo és.
Teu [canto] amor basta [música] para
mim. Eu descanso.
És meu Deus, [música][canto] és meu
pastor.
[música]
Em todo tempo,
tu [música][canto] imutável
és Deus.
Cada momento [música]
tua paz reinando [canto]
está.
>> Cristo, [música][canto] a rocha eterna
é.
>> Jamais [música] serei [canto]
abalado.
Jamais serei [música]
abalado.
Pela [canto] cruz
livre sou.
A [música] tua mão mim. [canto]
A tua [música] voz, Deus fala aí. Eu
tenho [música][canto] paz.
>> E eu nada sou.
>> Nada [música][canto] sou.
Tudo és.
Pelo amor
basta para mim. [música][canto]
Eu descanso.
És meu Deus. És meu pastor,
[música][canto]
Senhor.
Teu amor [canto]
va para mim,
[música]
pois tu és fiel. Tu és fiel.
Oh, [música][canto]
tua vontade [música][canto] para sempre.
Pai, tu farás,
eu descanso [música][canto]
em ti. Teu é o reino para sempre.
Mostre, Senhor, [música]
que só tu [canto] és Deus. Tua [música]
vontade para sempre. Pai, tu farás.
[música] Eu descanso em ti. [canto]
Teu é o reino para sempre. Mostre,
[música][canto] Senhor,
que só tu és Deus. Tua [canto] vontade
[música]
para sempre. Pai, tu farás.
[música] Eu descanso em ti. [canto]
Teu é o reino para sempre. Mostre,
Senhor, [canto]
[música]
que só tu és Deus.
[música]
Deus
só [música] tu és Deus.
[música]
Só tu és Deus.
[música]
Pela [canto] cruz
livre so.
A tua amor moda [canto]
mim.
A tua voz, Deus fala [canto] e eu tenho
paz. [música]
Nada sou, Senhor. [canto]
Nada sou.
Tudo és
teu amor
para mim.
Eu [canto] descanso. [música]
És meu Deus. És meu pastor. [canto]
Eu descanso em ti. Eu [música] descanso.
És meu Deus. És meu pastor.
>> Aleluia.
Deus soberano,
exaltado, mas também aquele que nos
conduz pela vida, pelo vale, até
chegarmos em casa. Obrigado, Deus. Amém.
Os irmãos podem se assentar.
Só
que estávamos falando, não é? Eh, sobre
Raab no início.
Isso é importante em nossos dias, não é?
Cada vez mais
as pessoas falam: "Vem para cá, vem para
cá, fica ali perto do João. João tem
cara de brabo assim, mas ele é bonzinho.
Eh,
e a gente vive cada vez mais numa época
que cada um acha que eh muitas coisas
não são importantes,
porque a nossa era é uma era do
individualismo, né? Nós estamos falando
que Deus falou para Rab,
>> coloca coloca uma fita na janela.
Imagina se Rab fala assim: "Para quê?
Qual o sentido disso? Por que que tem
que ter essa fita? Ah, [roncando] a
obediência a Deus é uma coisa que nos
destaca do nosso mundo. E é um destaque
tão grande que você pode estar
exatamente no lugar da destruição
e você está seguro. Por incrível que
pareça, a Raabe morava não em qualquer
lugar de Jericó, ela morava nas
muralhas, aquelas muralhas que caíram.
Então ela não morreu,
foi destruída exatamente as muralhas
onde estava a casa dela, mas não a casa
dela.
Isso mostra que nós estamos no meio da
mesma coisa do mundo, sabe? Nós fazemos
parte dessa muralha de de 8 bilhões de
pessoas. O que nos diferencia não é onde
estamos, não é? como ela estava ali na
muralha que caiu, é que nós estamos
ligados de tal maneira ao coração de
Deus que tudo tudo é importante. Por
exemplo, Deus disse para nós nos
batizarmos.
Você podia pensar assim: "O bato salva?"
É óbvio que não. O que salva é o que
Jesus fez. Mas o problema é que ele
mandou,
entende? Botar uma fita na janela salva.
É óbvio que não. Quem salva é Deus.
fitas não salvam.
Pintar um pouco de sangue na porta salva
impede lá o anjo da morte de entrar na
sua casa. É óbvio que não. Quem faz isso
é o sangue de Jesus. Mas Jesus mandou.
Deus mandou. Para nós. A única coisa que
importa não é o que nossas mentes podem
dizer: "Eu não tô vendo lógic. Por que
que eu Por que que eu tenho que me
batizar? Porque tomar da Santa Ceia, nós
podemos, a princípio, se quisermos,
vermos os princípios envolvidos e como
isso nos abençoa, mas se não vísemos,
não há nenhuma diferença.
Não obedecemos a Deus baseado nem no que
nossa cultura pensa, não é? Se Raab
pedisse para as pessoas e perguntasse o
que que a cultura dela achava de botar
aquela fita lá, iam achar que era uma
perda de tempo, que aquilo não fazia
sentido.
Nós obedecemos a Deus
e nós então somos batizados.
Nós cremos, nós seiamos, nós nos
membramos numa igreja. Ah, essas coisas
salvam? Não salvam, mas é o que Deus nos
mandou fazer.
Nós fazemos
porque nós sabemos que mesmo quando não
entendemos, certamente o que Deus mandou
fazer é bom, porque ele é bom. O que ele
nos mandou fazer é santo, porque ele é
santo. E obedecer a Deus é a coisa mais
importante para nós. Não importa o que
é. Cada vez mais as pessoas pensam: "Eu
posso ser um cristão sozinho
porque Deus vai me ouvir no meu quarto".
É óbvio que vai. Não é? O sangue de
Jesus não depende de Deus estar eh unido
a irmãos. Eh, não depende. Mas ele
mandou lá. E então nós alegremente
desfrutamos o que Deus nos ordenou. Não
só colocamos a fita, colocamos com
alegria. Não só nos batizamos, achamos
que isso é uma das coisas mais
maravilhosas na nossa vida. Estamos
honrando aquilo que Deus falou
claramente para nós. Somos membros de um
lugar cheio de de irmãos imperfeitos. É
óbvio, não estamos no céu. Ah, nenhum
dos nossos irmãos foram salvos pelo
mérito. Não esperamos que eles sejam
pessoas perfeitas. Sabemos que Deus
salva pecadores, dos quais cada um de
nós devia dizer no coração: "Eu sou o
principal". e uma reunião de pecadores
salvos pela graça soberana, que não
estão sendo santificados
e que só vão ser salvos pela justiça de
outra pessoa, pela bondade de outra
pessoa. Não é a reunião do grupo mais
maravilhoso do mundo. É capaz, se Deus
realmente chama os piores, eh de ser
diferente disso, bem diferente. Mas Deus
nos mandou. Nós fazemos isso com
alegria. E quando obedecemos a Deus,
mesmo sem entendermos, nós começamos
desfrutar aquilo que ele opera através
desses meios.
Nós somos salvos pela pregação de outras
pessoas que são pecadoras como nós.
Imagine se falássemos: "Só vou crer no
evangelho se um alguém perfeito pregar
para mim". Então, ou você está na época
de Jesus no mundo, ou você está perdido.
Sempre é um pecador que está pregando,
nunca é alguém perfeito.
Nos reunimos em comunidade sabendo que
não são de pessoas perfeitas. Nos
batizamos sabendo que a água em si não
faz nada.
Tomamos a ceia e sabemos que não é o
elemento em si, o pão e o vinho, que
realmente eh fizeram o que era
necessário,
mas cada uma dessas coisas é uma ordem
de Deus para nós. Então nós obedecemos.
Se não obedecemos, aí nós vamos obedecer
só naquilo que a gente, na nossa mente
faça muito sentido, o que fica evidente
que nunca obedecemos a Deus. Porque
quando eu faço só o que paraa minha
mente faz todo sentido, eu sigo a minha
mente e não a de Deus.
Então hoje nós podemos dizer: "Ah,
pintar lá a porta falava da cruz". Mas
eles não sabiam. Eles não sabiam. Na
verdade, eles não sabiam. E alguns
sabiam até mais do que muitos hoje. Davi
diz: "Sangue de animais não apagam
pecados". E se alguém perguntasse a ele
assim, então o que apaga? Ele ia dizer
Deus, mas como ele vai fazer isso? Davi
ia dizer, não sei.
Ninguém entendeu exatamente a cruz
antes. Eram sombras. Você tinha que
confiar no que Deus disse. Eu vou prover
o sacrifício perfeito.
E é assim que nós vivemos, queridos. Nós
obedecemos a Deus.
E grande parte das coisas muit das vezes
parece não ter nenhum efeito prático
para nós como colocar aquela fita lá,
mas nós obedecemos com alegria. Deus
mandou.
Nós precisamos nos arriscar, por
exemplo, ir pelo mundo, os discípulos e
pregar o evangelho, quando Deus vai
chamar soberanamente quem ele quiser.
Sim, ele mandou.
Deus já sabe todos aqueles que ele
escolheu na eternidade. Sim, mas ele
mandou nós pregarmos para todo mundo.
Então nós pregamos para todo mundo.
Nós simplesmente obedecemos. E essa é a
nossa alegria, nosso pão, nosso prazer.
Então, é assim que a Els e o Geovani
e eh
fazem parte desse corpo. É assim que
Deus quis que a sua igreja vivesse,
vivêsemos juntos exaltando a ele, sendo
batizados,
seiando, ouvindo juntos a palavra.
Como é diferente meditar em nossas casas
e ouvir um sermão. [tosse]
Por quê? Porque cada uma dessas coisas
tem um propósito diferente e todas elas
foram dadas como meios
por Deus. Mas quem opera tudo em todos é
Deus mesmo. Essas coisas em si não tem
nenhum poder. Um sermão salva alguém
sentado num banco e o quem tá do lado
não é salvo. Para um é cheiro de vida,
para outro é cheiro de morte.
Não sabemos em quem vai ser cheiro de
vida. E cheiro de morte nós pregamos,
nós deixamos tudo com Deus. Nós nos
deleitamos em obedecê-lo. É assim que
vivemos como a igreja de Cristo. Vou
pedir que João ore.
>> Amém.
Vamos orar, irmãos.
Senhor Deus, nós sabemos, Pai, porque
lemos na tua palavra, meu Deus, que um
dia toda a tua igreja vai estar reunida
e haverá, meu Deus, cultos com toda a
igreja presente, meu Deus. Todos os
eleitos, todos os salvos, meu Deus,
cultuando juntos a ti na eternidade
futura, Pai. depois da nossa redenção.
Mas aqui nesse mundo, meu Deus, nós nos
reunimos em comunidades menores, né,
conforme tu nos concedes, meu Deus, e
sabemos que o teu desejo é esse, meu
Deus, que nós estejamos reunidos. Teu
desejo para nós não é que enfrentemos,
meu Deus, as lutas da vida cristã e nem
que desfrutemos, meu Deus, das alegrias
da nossa salvação de maneira isolada,
meu Deus, simplesmente nos nossos lares,
mas em comunidade, Pai. Então, sabendo,
meu Deus, que tu és sábio, sabendo que
tu és bom, nós sabemos que isso é o
melhor para nós. O melhor é que
estejamos reunidos, é que tenhamos
companheiros nessa viagem, nessa
caminhada. E que coisa boa, meu Deus, é
poder receber irmãos aqui nessa
comunidade local, meu Deus, aqui em
Jardim da Luz. Te agradeço, meu Deus,
porque o Senhor tem nos abençoado com a
tua palavra, tem nos abençoado, meu
Deus, eh, com a verdade. E te
agradecemos, meu Deus, por cada pessoa
que se aproxima de nós aqui, que se
junta a essa comunidade, para juntos,
meu Deus, nós continuarmos submissos à
tua verdade, submissos à tua palavra e
crescendo, meu Deus, no conhecimento, no
amor do Senhor. Abençoa, meu Deus, a
vida do Giovani, da Elsa, como já tem
abençoado, meu Deus, as nossas vidas
aqui por tantos anos. que eles possam
junto conosco, meu Deus, eh entrar nessa
caminhada e sermos abençoados por ti,
meu Deus, até aquele dia em que toda a
igreja vai estar reunida, né, eh,
completa, meu Deus, mas que nesse meio
tempo eles estejam aqui conosco
caminhando até aquele dia, Pai. Obrigado
pela tua graça da vida deles. Obrigado
pela tua graça na nossa vida e continua
nos abençoando, abençoando essa
comunidade em nome de Jesus. Amém.
Bom dia, irmãos.
>> Bom, nesse mundo onde nós estamos,
sempre há perguntas que a gente pode
dizer que elas nunca desaparecem. Não
importa o quão eh, eu diria, evoluído,
nós achamos que nós somos. Elas vão
atravessar séculos, vai mudar o nosso
cenário, vai trocar a nossa linguagem.
Elas entram nos livros, nas
universidades, nos púlpitos, nas
conversas íntimas que nós temos, nas
crises pessoais que as pessoas têm e
muitas vezes nos debates públicos, mas
elas continuam no coração humano com a
mesma força. E uma dessas perguntas é
esta que nós vamos avaliar hoje. Afinal,
o que que é o homem? Quem somos nós de
fato? Que que você responderia quando
você escuta uma pergunta dessas?
A verdade é que nós não somos apenas o
que nós fazemos ou talvez o que nós
sentimos. Não apenas a nossa imagem que
nós projetamos para os outros vem,
mas o que somos em nossa essência não é
nenhuma dessas coisas. E essa é uma das
perguntas principais que as pessoas
fazem e que geralmente as pessoas não
vão ter resposta. E se elas procurarem
no mundo, essa resposta não vem. Essa
pergunta acompanha toda a história
humana porque um homem vive cercado de
sinais de grandeza e ao mesmo tempo ele
tem vários sinais de desorientação.
Ele vai construir uma cultura,
ele formula filosofias, ele vai produzir
artes, avançar na ciência, organização
política dos eh da onde ele estiver,
estrutura de religiões, eles vão
interpretar o universo. Mas ele continua
sem saber interpretar a si mesmo de
maneira correta. O ser humano é capaz de
decifrar partes da criação. Ele vai
conseguir investigar e descobrir várias
coisas sobre a criação. E ainda assim
ele vai se perder diante do espelho que
ele olha si mesmo. Ele consegue estudar
a matéria, medir as distâncias eh onde
eles estão. Ele consegue catalogar os
fenônimos e prever o que que vai
acontecer. Ele pode analisar os
organismos, mapear processos, criar
sistemas complexos para explicar as
coisas mais difíceis que a gente pode
pensar. Mas ele tropeça quando ele tenta
responder com clareza a pergunta mais
básica sobre a própria identidade dele.
E isso revela algo profundo sobre o ser
humano. O homem não é um problema
simples para resolvermos. Ele não é algo
que possa ser explicado exaustivamente
por meio de uma única lente que você
bote sobre ele. Ele não cabe inteiro em
definições curtas, em slogans culturais
que a cultura adora empurrar pra gente
ou em respostas emocionais para você
falar. Toda vez que o homem tenta
reduzir a si mesmo, algo dentro dele
continua protestando sobre aquilo. E
talvez eh
quando o homem tenta exaltar a si mesmo
eh acima do que ele é, a realidade
começa a voltar para desmentir ele. Ao
longo da história, a resposta humana
sobre o homem normalmente cai em
reduções.
Há quem trate o homem, por exemplo, como
apenas uma matéria, como se ele fosse
apenas o corpo aqui, apenas a química
que nós temos, apenas com uma mecânica
um pouco mais sofisticada do que outras
coisas. Há quem trate ele como apenas a
consciência que ele tem, como se o
interior fosse a única realidade
decisiva para ele. Há quem explique,
principalmente como um produto do meio,
como se as estruturas sociais e
históricas pudessem dizer tudo sobre
ele, o que o nosso, a nossa cultura hoje
em dia adora falar.
Há quem também vejo ele como um ser
autônomo, como se a sua liberdade fosse
completamente absoluta e sua vontade
fosse a autoridade final. para tudo. E
há ainda eh que veja a tenta, que tem a
tentação de colocar o homem como centro
de todas as coisas, como se ele fosse a
medida do sentido de tudo, toda a
moralidade e toda a verdade desse mundo.
Em todas essas situações aqui
existentes, há uma semelhança
fundamental.
Elas tentam entender o homem começando
pelo próprio homem.
Esse é o ponto que precisamos ser muitos
claros aqui. O problema não está na
pergunta. A pergunta é certa de ser
feita. A pergunta é legítima. Ela é, eu
diria até inevitável. A pergunta é parte
da própria essência do homem. O problema
está no ponto de partida que as pessoas
têm. Quando o homem tenta se explicar
sem Deus, ele não alcança a verdade
plena sobre si mesmo. A criatura não
consegue interpretar a si mesmo
claramente ignorando completamente o
criador. O homem não é autoexlicado.
Ele não é a sua própria imagem. Ele não
é a sua própria luz. Ele não é o
fundamento do seu próprio sentido. No
final das contas, ele não consegue
surgir de si mesmo. Ele não sustenta por
si mesmo. Ele não existe para si mesmo.
Por isso, toda a definição da natureza
humana que exclui Deus será de algum
modo falsa, amputada ou distorcida. E
normalmente essa distorção assume dois
extremos completamente opostos. Ou o
homem vai se diminuir demais, ou ele vai
se exaltar demais, ou ele se reduz a
menos do que ele realmente é, ou ele se
torna algo tão maior quanto ele é
realmente chamado a ser. Em um caso, ele
perde completamente a dignidade que ele
tem. Em outros, ele perde os limites que
ele tem. Em um caso, ele torna-se apenas
uma máquina nesse mundo. Em outro, ele
tenta usurpar o lugar de Deus. Em um
caso, ele se trata como um pó sem
significado algum. Em outro, ele se
trata como um soberano que sabe de tudo
que deve acontecer no mundo. A escritura
rejeita os dois, esses dois erros ela
rejeita. A Bíblia não permite que o
homem seja tratado como banalidade,
mas também não permite que ele seja
tratado como uma divindade. O homem não
é Deus, mas ele também não é
descartável. O homem não é absoluto, mas
ele também não é insignificante. O homem
tem valor real, mas esse valor não nasce
dele mesmo, ele nasce de Deus. Por isso,
precisamos começar onde a revelação
começa aqui. A Bíblia não abre eh com o
homem tentando interpretar a si mesmo.
Ela abre com Deus criando tudo, como a
gente leu nas duas últimas mensagens. No
princípio, Deus criou o céu e a terra. E
isso muda completamente a nossa visão.
Porque se a realidade começa de Deus,
então a definição do homem também
precisa começar de Deus. Não é o homem
que vai iluminar a Deus. É Deus que
ilumina o homem. Não é a criatura que
explica o criador, é o criador que
explica a criatura. O ser humano só pode
ser compreendido corretamente quando ele
é visto diante daquele que o fez. Essa
verdade para nós é completamente
libertadora. Se a criatura não é uma
humilhação destrutiva, como as pessoas
gostam de dizer hoje em dia,
a gente pode ver aqui o contexto da
verdade significa, de acordo com as
escrituras que há origem, há um
propósito, há uma ordem, um significado
e uma responsabilidade pro ser humano.
Significa que não precisamos inventar
nada é de nós para nós. O que que
significa nós mesmos? significa que
existe uma verdade anterior aos nossos
sentimentos, aos nossos desejos, às
nossas crises e aos nossos discursos.
Significa também que a nossa dignidade
não depende da aprovação das outras
pessoas, da nossa performance ou da
nossa produtividade ou da nossa
capacidade de nos afirmar. Nossa eh
dignidade está vinculada ao fato de que
fomos feitos por Deus. Portanto, o
primeiro passo dessa mensagem precisa
ser esse. Quando o homem tenta definir a
si mesmo sem Deus, ele sempre vai
terminar ou se diminuindo ou se
idolatrando. Mas quando ele olha para
Deus, ele começa finalmente a ver e
entender quem ele realmente é. E essa
inquietação humana não é algo acidental.
O ser humano não apenas vive, ele
consegue refletir sobre a vida. Ele não
apenas sente, ele consegue interpretar o
que que ele sente. Ele não apenas sofre,
ele pergunta: "Por que que eu estou
sofrendo aqui?" Ele não vai apenas
envelhecer. Ele percebe o envelhecimento
e procura dar um sentido do porquê do
envelhecimento. O homem pergunta: "De
onde que eu vim? Por que que eu existo?
O que que está certo? Por que que está
certo? Porque a maldade em mim e ao meu
redor. O que que acontece depois da
nossa morte? Porque eu desejo justiça e
ao mesmo tempo eu pratico injustiça?
Porque eu carrego a sede da plenitude em
um mundo cheio de frustrações?
Essas perguntas não são detalhes
laterais da nossa experiência humana.
Elas fazem parte da própria condição
humana que nós temos. O homem é o tipo
de criatura que não consegue viver por
muito tempo sem interpretar a sua
própria existência. Isso já mostra que
ele não pode ser reduzido ao mundo
material, como eu disse que a nossa
cultura adora fazer.
Nós vemos, por exemplo, uma pedra.
A pedra existe, mas ela não interroga
porque ela existe. Um animal reage, mas
ele não formula questões sobre o sentido
da vida, do por que aquilo tá
acontecendo. O homem, porém, o que que
ele faz? Ele consegue contemplar,
comparar, lembrar, esperar, projetar,
temer, julgar, se culpar, se justificar
e perguntar. Há nele uma consciência, um
senso de moral, uma percepção da
transcendência e uma sede de sentido do
que que está acontecendo aqui. O Salmo 8
nos coloca diante dessa tensão profunda
e um profundo assombro que a gente pode
ver nela. O salmista contempla a
grandeza do céu. Então ele pergunta
assim: "Quem é o homem para que com ele
te importes?" A pergunta não diminuiu o
homem até o ponto da insignificância.
mas também não exalta ele indevidamente.
Ele reconhece ao mesmo tempo a sua
pequenez dentro da criação e sua
dignidade eh diante do Criador. O homem
é pequeno em escala, mas ele não é
pequeno a ponto de ser sem significado.
Há algo nele que não pode ser tratado
como um banal. Em Eclesiastes 3:11,
lança a luz sobre uma dimensão ainda
mais profunda dessa inquietação. Diz
assim: "Também pôs no coração do homem o
anseio pela eternidade". Essa essa frase
aqui explica muito, eu diria, do drama
humano. O homem vive no tempo, mas ele
não cabe no tempo. Ele nasce, ele
cresce, ele trabalha, ele perde, ele
celebra, ele adoece, ele envelhece, por
fim, ele morre. E mesmo assim ele
carrega dentro de si uma inquietação que
nenhuma sucessão de dias consegue
resolver na vida dele. Ele sente que há
algo além do imediato que ele tá
sentindo aqui. Nem sempre ele sabe
nomear corretamente esse anseio, mas ele
carrega isso o tempo inteiro. Deseja
permanência em um mundo que ele percebe
que é de transitoriedade.
Ele busca algo que ultrapassa o visível.
A eternidade foi colocada em seu
coração. Ele anseia pela eternidade e
por isso ele não consegue se acomodar
completamente e tranquilamente no
finito. Não é surpresa, então, que ao
longo da história tantos pensadores
tenham tentado responder a pergunta
sobre o que que é o homem.
Alguns definiram principalmente como um
ser racional, outros o entenderam como
um ser político, moral, eh desejante,
social, trágico ou autoconsciente.
Houve quem visse o homem como medidas eh
medida das coisas. Houve quem o visse
como um prisioneiro da ignorância. Houve
quem visse o homem como ser marcado pela
grandeza e ao mesmo tempo pela miséria.
Houve quem tentasse explicar por sua
mente, por sua liberdade, através da sua
história, da sua sexualidade, da sua
economia, da sua luta por poder ou por
ser corpo. Todos nós já encontramos
pessoas que definiram o mundo inteiro
por uma dessas coisas. Tudo isso mostra
que a pergunta nunca morreu nesse mundo,
porque o problema nunca foi superficial.
Sócrates, por exemplo, chama atenção pra
necessidade de autoexame que nós temos.
Platão. Platão falou do anseio que está
acima do sensível. Aristóteles percebeu
as dimensões racionais e sociais da
natureza humana. Agostinho captou com
profundidade a inquietação do coração.
Pascoal viu, talvez, como poucos, a
tensão entre a grandeza e a miséria do
homem. Quinkarden expôs o drama interior
do eu. E em termos mais recentes, surgiu
a corrente que procura reduzir o homem à
matéria, à economia, ao desejo que ele
tem, ao inconsciente ou autonomia.
radical.
O ponto de lembrar isso não é dar
autoridade final para esses filósofos
que fizeram todas essas perguntas, mas
perceber que até os maiores observadores
da condição humana reconhecem que o
homem é de algum modo um enigma para si
mesmo. Eles tocaram em aspectos reais.
Eles viram fragmentos, nomearam tensões,
descreveram sintomas, mas eles não
chegaram por si mesmos. A explicação
correta é completa. Eles fizeram várias
perguntas, eles chegaram à conclusão,
mas a conclusão final nenhum deles
chegou. A filosofia consegue identificar
o drama desse mundo, mas a revelação vai
nos mostrar o quadro inteiro. A razão
humana consegue perceber as rachaduras
que tem nesse mundo, mas não consegue eh
reconduzir e reconstruir sozinha a
estrutura da verdade. Sem Deus, o homem
formula perguntas profundas,
mas as respostas são sempre
insuficientes.
Isso explica por que a cultura
contemporânea continua obserada pela
identidade deles, pelo pertencimento que
eles querem ter, pela autenticidade,
pelo significado e pelo propósito que
eles ficam procurando em qualquer lugar
nesse mundo. E ele, ela continua
perguntando porque a pergunta está
gravada na própria existência humana,
mas frequentemente eh
geralmente as pessoas acabam respondendo
com categorias
quebradas. Porque é a única coisa que o
homem tem sem as escrituras, tratando o
homem ora como um simples produto
biológico, ora como um projeto limitado
de autoccriação. E aqui precisamos
reconhecer duas faces da realidade
humana, a grandeza e a miséria. Há no
homem uma grandeza que nenhuma visão
materialista que das pessoas que gostam
desse ver esse mundo, apenas como átomos
espalhados, consegue explicar
plenamente.
Ele, o ser humano, é levado demais para
ser tratado como uma simples máquina. Há
nele linguagem, uma consciência, arte,
adoração, fome de justiça, capacidade de
contemplação, senso de beleza e desejo
por eternidade, onde você não vai ver em
nenhum lugar mais da criação. Mas há
também uma miséria nele que nenhum
otimista humanista consegue curar. O
homem é caído demais para ser tratado
como a medida final da verdade. Ele sabe
o que que é certo, mas ele escolhe o
errado. Ele deseja justiça, mas ele
pratica injustiça. Quer ser amado, mas
ele fere o outro. Ele procura a pureza,
mas ele mas ele sempre se contamina. Ele
sonha por um sentido, mas ele foge do
que realmente dá sentido para ele.
Portanto, essa inquietação não
desaparece e ela não é um defeito
acidental. É uma evidência de que fomos
feitos para mais do que o visível.
Rejeitar Deus não elimina a pergunta
sobre quem nós somos. Apenas vai
distorcer a resposta final. O homem
continua inquieto porque foi feito para
mais do que a sobrevivência, consumo,
prazer ou realização pessoal.
O descanso da pergunta sobre a natureza
humana só começa quando o homem se volta
para Deus que o criou por fim. E se
queremos realmente compreender a
essência da natureza humana, precisamos
reconhecer que o eixo central da
identidade humana é a sua relação com
Deus.
O homem é criatura, ele não é criador.
Ele é imagem, ele não é origem das
coisas. Ele depende, ele não é autônomo.
Aqui Gênesis 1: 26 e 27 nos dá um dos
fundamentos mais preciosos de toda a
antropologia bíblica. Diz assim: "Então
disse Deus: "Façamos o homem a nossa
imagem, conforme a nossa semelhança.
Criou Deus, o homem a sua imagem. A
imagem de Deus o criou. O homem e a
mulher os criou." E Gênesis 2:7
acrescenta o seguinte: "Então o Senhor
Deus formou o homem do pó da terra
e soprou em suas narinas o fôlego de
vida, e o homem se tornou um ser
vivente." Esse texto eh não eh se
detalha em detalhes periféricos. Eles
são a base para entender quem nós somos.
O homem não é autoexistente. Ele não é
eterno em si mesmo. Ele não é um
acidente. Ele não é fruto de forças
impessoais. Ele recebeu vida e existe
por conta da vontade divina e pertence a
esse criador. Ele vive diante de Deus e
para Deus. Isso significa que o homem
não inventa a sua própria essência, ele
recebe ela. O fato de a modernidade
insentir na autodefinição
não altera essa realidade. Por fim, o
ser humano pode tentar se redefinir, ele
pode tentar se reinterpretar, como fazem
durante anos e anos em cada sociedade. E
ele pode até se rebelar contra a sua
condição, mas ele não consegue desfazer
da verdade de que ele foi criado. E ser
criado significa que existe uma verdade
anterior a nós. Nossa humanidade não é
um projeto autônomo que você tem. Você
acordou nesse mundo e abriu os olhos
nesse mundo. Você não definiu que você
queria que isso acontecesse. É um dom, é
um chamado, é uma vocação. A criatura
não é autora de si mesma. E essa
verdade, longe de ser opressiva, é
profundamente libertadora para nós,
porque nos livra da tirania de ter que
fabricar o próprio sentido por nós
mesmos. O significado da vida humana não
está suspenso no vazio da autoafirmação
que tantas pessoas gostam de fazer nesse
mundo. Está enraizada no próprio
criador. Agora, o que que significa ser
eh ter sido criado a imagem desse
criador? A imagem de Deus, em primeiro
lugar, significa a dignidade humana. O
valor do homem não nasce na sua
performance, no seu intelecto, na sua
beleza, na sua utilidade pessoal, no seu
status, na sua força nesse mundo, na sua
influência ou na aprovação pública das
pessoas ao seu redor. O valor humano
nasce do fato de que o homem foi criado
à imagem de Deus. E isso significa que a
dignidade não é conquistada por nós, ela
é recebida de Deus. Ela não é produzida,
ela é dada a nós. E isso, obviamente tem
implicações imensas. O bebê na barriga
da mãe tem dignidade. O idoso
fragilizado tem dignidade. O pobre tem
dignidade, o doente tem dignidade, o
deficiente tem dignidade, o anônimo
também tem. O estrangeiro tem dignidade.
O homem não vale porque que porque ele
impressiona os outros. Ele vale porque
ele foi criado por Deus. Em segundo
lugar, a imagem de Deus envolve a
racionalidade que nós temos. O homem é
foi criado com a capacidade de pensar,
compreender, comunicar, interpretar,
nomear as coisas, refletir e deliberar
sobre o que está acontecendo. Isso não
significa, obviamente, que a razão
humana seja perfeita ou autônoma em si
mesmo, mas significa que ela faz parte
na maneira singular como o homem foi
criado. O ser humano não apenas recebe
os estímulos, ele interpreta os
estímulos que ele tá recebendo. Ele não
apenas vive nesse mundo, ele constrói
linguagem sobre a sobre a vida. Ele não
apenas reage às coisas que estão
acontecendo ao seu redor. Ele tem
capacidade de discernir o que que está
acontecendo. Essa racionalidade, porém,
não pode ser e nem deve ser idolatrada.
Ela é um dom de Deus. Ela não é a
divindade. Ela serve a verdade de Deus.
Ela não substitui Deus. A linguagem de
Deus também envolve uma consciência
moral. O homem vive como um agente
moral. Ele sabe ainda de que a gente
pode dizer de modo distorcido pelo seu
pecado, que existe o que que é certo e o
que que é errado. Ele, por exemplo,
mesmo se ele não souber de nada, ele
sente culpa. Ele busca se justificar
porque que aquilo aconteceu. Ele condena
a injustiça quando a sofre, ainda que
ele pratique ela contra os outros. Há
nele um senso de obrigação moral que
aponta para o fato de que ele não foi
criado como um ser amoral.
Ele vive diante de uma ordem moral
estabelecida por Deus e colocado no
nosso código final. Além disso, a imagem
de Deus eh inclui a capacidade
relacional que nós temos. O homem foi
criado para relação com Deus e com o
próximo. Ele entra em aliança,
comunica-se, ama, sofre, serve, coopera
e cuida dos outros. Há uma dimensão
relacional na estrutura humana que
reflete de modo, obviamente, na do modo
de criatura do ser humano, algo da
riqueza do próprio Deus. Há ainda uma
dimensão de representatividade.
O homem foi posto na criação com uma
vocação, uma responsabilidade e uma
mordomia. Ele não é o soberano absoluto
na criação, mas ele também não é um
elemento neutro na criação. Ele foi
chamado a refletir no modo de criatura
dele algo do caráter e do governo de
Deus no exercício da sua vida no mundo.
Em outras palavras, o ser humano foi
criado para viver de modo que a glória
de Deus se tornasse visível na forma
como ele pensa, ama, governa, cuida,
obedece e serve. Mas é muito importante
também dizer
que a imagem de Deus não significa,
porque as pessoas adoram falar coisas
que a imagem de Deus falando do ser
humano, que na verdade não significa
aquilo. Não significa, obviamente, que o
homem seja divino. Não significa que ele
compartilhe a essência de Deus. Não
significa que ele é independente de
Deus.
Não significa que o ser humano tem uma
igualdade de Deus, com Deus. não
significa que ele tem licença para
redefinir a sua própria natureza. A
imagem de Deus eleva a dignidade da
criatura, mas não apaga a distinção
entre o criador e a criatura. Essa
distinção é essencial para nós. Grande
parte da rebelião humana nasce
exatamente da recusa em permanecer no
local de criatura que nós somos. O homem
quer a glória, mas ele não quer
submissão. Ele quer significado, mas ele
não quer depender de ninguém. Ele quer
dignidade, mas santidade ele não quer.
Ele quer liberdade, mas ele não quer a
verdade de Deus. Ele quer um valor, mas
ele não quer ficar debaixo do senhorio
de Deus. A verdade é a verdadeira
dignidade humana não nasce da autoestima
dele, mas da criação divina. O
verdadeiro valor do homem não está em
sua autonomia, mas em sua origem. O
homem só entende a sua humanidade quando
ele se submete ao Deus que o fez.
Toda a vida humana é vivida diante da
face de Deus. Não há uma área neutra.
Nossas escolhas, pensamentos, afetos,
palavras, relações e caminhos se
desenrolam diante do nosso Deus. O ser
humano é responsável moralmente perante
o Criador. Ele não vive apenas diante da
sociedade, não apenas diante da sua
própria consciência, nem apenas diante
da história que vai contar o que que
você fez. Ele vive diante de Deus e isso
muda tudo. Sem Deus, a dignidade humana
perde fundamento. Porque se o homem é
apenas matéria, por que que ele teria um
valor intrínseco?
Se Deus, sem Deus completamente, a
liberdade que você acha que você deveria
ter vira só uma rebelião. Porque a a
liberdade passa a ser entendida não como
viver corretamente sobre o senhorio de
Deus, mas como a capacidade de negar a
própria ordem da criação. Sem Deus, a
identidade vira uma invenção. Porque as
pessoas passam a imaginar que podem
fazer a si mesmas sem referência a
qualquer verdade anterior. Sem Deus, a
moralidade vira uma construção, no final
das contas, instável, sujeita ao poder
que está sobre você, ao consenso, à
cultura, ao interesse e ao desejo das
pessoas que estão ao seu redor. Por
isso, a glória do homem não está na sua
independência de Deus, mas em ter sido
criado para refletir esse Deus. E isso
confronta profundamente o espírito do
nosso tempo. O que que o nosso mundo
diz? Torna-se livro de livre de qualquer
autoridade para você finalmente
contemplar a você mesmo. E o que que a
escritura diz? Você só é verdadeiramente
humano quando vive reconciliado com Deus
que o criou. O mundo diz: "A dignidade
está na sua autonomia". A palavra diz o
seguinte: "A dignidade está em ser
criado e ser criado e ser feito à imagem
de Deus. O mundo eu defino a realidade."
A Bíblia diz: "Deus define o homem". E a
beleza nisso tudo. Ver-se como criatura
não é cair em desespero, é ser resgatado
de mentiras mais cruéis ali. Mentiras de
que nós somos apenas química. Mentira de
que precisamos inventar o nosso valor no
nada que existe nesse mundo. Mentira de
que devemos ser soberanos para ter
dignidade. Mentira de que a nossa vida é
um acidente. Em Deus, o homem aprende
que ele é criatura. E exatamente por
isso ele descobre que ele tem uma
origem. E com isso ele descobre que ele
tem propósito, responsabilidade e um
valor real. fora de Deus, ele vai ele
vai oscilar entre duas coisas: orgulho e
vazio. Diante de Deus, ele aprende a
verdade de Deus e sobre a si mesmo. Mas
o homem
não vive apenas em relação a Deus, como
a gente viu nesse ponto.
Ele vive também em relação a si mesmo. E
aqui entramos numa dimensão muito
importante da natureza humana. O homem
possui uma vida interior profunda. Ele
pensa, ele tem capacidade de projetar,
ele teme, deseja, ama, odeia, sonha,
fantasia, se culpa, se defende, se acusa
e se justifica. A Bíblia fala de um
homem interior em termos como um
coração, como a mente, a consciência, a
vontade e as afeições que nós temos.
Isso significa que o ser humano não é
apenas o exterior, ele não é apenas o
comportamento observável pelas pessoas,
ele não é apenas o corpo visível que
você tá vendo. Há uma interioridade
nele, há uma profundidade, há um mundo
interno, há um drama invisível ali. E
isso é um dom de Deus. A autoconsciência
não é um acidente, é parte da maneira
como nós fomos criados. O homem, ele
sabe que existe, ele sabe interpretar a
sua existência, ele sabe que seus
desejos e decisões tem um peso. Ele não
apenas sente, ele sabe o que que ele
sente. Ele não vai apenas sofrer nesse
mundo. Ele percebe que ele sofre. Ele
não apenas falha. Ele reconhece em
alguma medida que ele falhou. Essa
capacidade de voltar-se sobre si mesmo
faz parte da grandeza humana. O
problema, portanto, não está em olhar
para dentro. O problema começa quando o
homem transforma o próprio interior em
autoridade final, quando o se torna o
trono nosso, quando o coração deixa de
ser algo a ser examinado diante de Deus
e passa a ser tratado como a voz suprema
da verdade. A cultura atual do nosso
tempo reforça esse erro o tempo inteiro.
Siga o seu coração. Os seus desejos
definem quem você é por fim. Ser fiel a
si mesmo é a forma mais alta de verdade.
A nossa cultura adora falar isso. Essas
ideias parecem libertadoras, mas na
prática elas vão ser completamente
destrutivas para nós, porque entregam ao
homem um peso que ele não foi criado
para carregar. O coração humano não é
infalível.
A escritura não trata assim. O coração é
profundo, mas ele também é enganoso.
Nossos sentimentos são reais, mas eles
não são soberanos para o que nós devemos
fazer. Nossos desejos são intensos, mas
eles não são autoridade final. A
identidade não nasce da autoafirmação,
ela nasce da criação e do chamado de
Deus. Isso não significa desprezar o
mundo interior, não significa tratar
emoções como se elas fossem
completamente relevantes, nem esmagar a
complexidade da alma. Pelo contrário,
significa levar a sério a alma o
suficiente para não entregá-la às
ilusões que nós somos tentados a ter. Há
pessoas hoje que olham muito para
dentro, mas nunca olham para cima. Ela
examina os traumas da vida dela, as
feridas. os impulsos, as carências, as
frustrações, os sonhos, os medos, mas
nunca os colocam sob a luz da palavra de
Deus. E por isso elas vivem confusas,
porque a introspecção sem a revelação de
Deus só produz confusão no fim. O homem
olha para dentro e encontra reflexo
quebrado dentro dele. Ele encontra
contradição, ele encontra impulsos bons
e maus. misturados. É difícil de só você
conseguir ver o que que é bom e o que
que é ruim. encontra uma sede de amor e
orgulho, de carência e rebelião, de
culpa e autodefesa. Autoconhecimento sem
arrependimento só vai produzir uma
ilusão. A pessoa pode aprender a nomear
os seus sentimentos, a organizar
narrativas, reconhecer padrões, mas
ainda assim ela é uma prisioneira do seu
próprio ego. pode até conseguir uma um
vocabulário sofisticado para falar de si
próprio, mas sem a verdadeira
transformação. Ele pode interpretar
dores sem confessar o seu pecado. Pode
falar muito de identidade e pouco de
santidade. Pode se comprometer
psicologicamente e continuar rebelde
espiritualmente. Identidade sem Deus
produz uma idolatria do eu. No final, a
alma humana é profunda, mas ela não é
soberana. É por isso que o homem não foi
criado para interpretar a si mesmo de um
modo autônomo.
Seu interior precisa ser lido à luz da
verdade de Deus. O coração precisa ser
sondado por Deus, corrigido por Deus,
consolado por Deus e governado por Ele.
Quando a pessoa olha para dentro, ela
corre o risco de fazer a própria alma um
labirinto sem saída. Mas quando olhar
para dentro, quando ele olha para dentro
com a palavra de Deus aberta diante
dele, ele encontra finalmente o
discernimento.
Aprender a distinguir entre a convicção
e o autoengano, entre o afeto legítimo e
o desejo corrompido, entre a dor real e
a rebelião da idolatria, entre a
identidade recebida e a persona
construída. Ao mesmo tempo, a Bíblia
também nos protege do outro extremo, que
é desprezar completamente
o que é interior. Não somos chamados
para viver na superfície desse mundo.
Não somos chamados a fingir que o nosso
coração não existe. O homem interior
importa. Deus vê o nosso coração. Deus
pesa o espírito. Deus chama o seu povo a
guardar o coração, a renovar a sua
mente, a purificar as suas afeições, a
mortificar os seus desejos pecaminosos e
amar com sinceridade. O problema não é
ter uma interioridade, é adorar ela. O
problema não é você sentir, é canonizar
o seu sentimento como a única coisa que
importa pro que você vai fazer. O
problema não é perceber o seu desejo, é
entronizar o seu desejo a ponto de que
ele que vai te conduzir nesse mundo. Sem
Deus, o homem ou é uma eh um consumo
pela autoacusação,
ou ele se protege o com a
autojustificação.
Ora, ele está afundado em culpa e sem
esperança alguma.
Ora, ele se exalta com orgulho, sem
arrependimento, mas diante de Deus, ele
aprende a verdade completa. Ele foi
criado com dignidade. Ele carrega a
imagem de Deus, mas ele está
profundamente desfigurado pelo pecado.
Ele tem um valor real, mas ele não é a
sua própria salvação. Ele tem uma
interioridade real, mas ele precisa da
iluminação de Deus. Ele tem uma alma
profunda, mas ele precisa da redenção
que só Deus dá. E assim a relação do
homem consigo mesmo começa a encontrar
uma ordem. O autoconhecimento sem Deus
não produz luz suficiente. Ele produz um
espelho quebrado. Somos diante de Deus e
e somente ali com Deus que o homem pode
se reconhecer sem se perder em si mesmo.
Mas o homem também vive em relação ao
próximo. Ele não foi criado para o
isolamento.
A relacionabilidade humana faz parte da
estrutura da criação, está profundamente
ligada à responsabilidade moral do ser
humano. Gênesis 2 deixa isso muito claro
quando Deus diz o seguinte:
"Não é bom que o homem esteja só".
Essa palavra não é apenas uma observação
sobre uma carência afetiva que o homem
tinha. É uma revelação sobre a estrutura
humana. O homem foi feito para a
convivência, para a comunicação, para a
aliança, para o cuidado, para o serviço
e responsabilidade e amor. O outro não é
um detalhe da experiência humana. O
próximo não é uma interrupção acidental
do seu projeto de vida. O próximo faz
parte do cenário em que a minha própria
humanidade se manifesta. E isso aparece
em todas as dimensões da existência
humana. Na sua família, na sua amizade,
na sua comunidade, no seu trabalho, na
sua linguagem, no seu cuidado, na sua
responsabilidade mútua, no seu serviço
sacrificial. O homem amadurece em
relação, sofre em relação, aprende em
relação, peca em relação e também pode
servir, amar, reconciliar, edificar em
relação. A própria linguagem nos mostra
isso. Fomos feitos para falar, ouvir,
responder, prometer, consolar, exortar e
ensinar as outras pessoas.
A relacionabilidade não é um adorno na
vida humana, é parte da sua
constituição. Mateus 12, do 29 ao 31 nos
mostra que o amor ao próximo está ligado
inevitavelmente ao amor de Deus. Não
existe verdadeira espiritualidade que
trate as pessoas como se fosse
relevante. O outro deve ser visto com
dignidade porque também carrega a imagem
de Deus. Isso significa que usar as
outras pessoas, desprezar elas,
manipular elas ou desumanizar elas é
atacar a ordem criacional. O próximo não
é um recurso para você usar, não é um
objeto para o seu consumo, não é uma
ferramenta para os seus fins, não é uma
peça para o meu projeto de poder, ele é
uma criatura de Deus. E esse fato exige
uma resposta moral, existe respeito,
verdade, justiça, compaixão e
responsabilidade da sua parte. Mas aqui
é preciso fazer uma correção importante,
porque muitos dos discursos cristãos
quando vão falar do amor ao próximo,
dessa acaba falando de uma maneira rasa
e às vezes até prejudicial.
No final das contas, o amor ao próximo
não significa uma ausência de
discernimento do que está acontecendo.
Não significa chamar todo o acesso
relacional como saudável. Não significa
se tornar um refém emocional ou
espiritual ou moral que seja de pessoas
perversas, manipuladoras ou
destruidoras. não significa abolir a
prudência, os limites, o confronto, eh
um o confronto, a repreensão ou
afastamento necessário em certas
situações. Em um mundo caído como nós
estamos, o amor e o discernimento não se
opõem. Eles têm que andar unidos. O amor
bíblico não é um sentimento ingênuo, não
é uma aceitação passiva de qualquer
dinâmica humana, não é negar a realidade
de que o mal existe nesse mundo. E da e
muitas vezes ele aparece com uma
aparência de bondade. Há situações que a
forma mais amorosa de você agir não é
uma proximidade restrita, mas um limite
justo, a verdade clara e a recusa em
participar do pecado. E isso é muito
importante porque existem pessoas
esmagadas por uma falsa culpa, como se
estabelecer uma distância de vínculos
abusivos, que seja, fosse uma prova de
uma falta de amor. Não é. O amor bíblico
não é a cumplicidade com o pecado, nem
uma submissão ao mal, nem uma
permanência cega em estruturas que vão
destruir a sua alma. Há relações em que
a mentira se instalou, em que a
manipulação domina, em que o a violência
corrói e que a maldade exige não apenas
paciência, mas discernimento, verdade.
Em certos casos, até o afastamento. Amar
não significa alimentar. É o que
desfigura a imagem de Deus no outro e
destrói a própria eh integridade moral.
Isso não significa dizer, é óbvio que
amor cristão é frio, calculista e
autocentrado. Muito pelo contrário, quer
dizer apenas que o amor bíblico é santo,
mas ele não é apenas emocional. É um
amor que inclui misericórdia, mas também
a verdade. Compaixão, mas também
sabedoria. Perdão, mas não negação da
realidade. Paciência, mas não
participação no mal. Às vezes amar vai
significar acolher com ternura a pessoa.
Às vezes significa confrontar com
firmeza como um pai disciplinando seu
filho. Às vezes significa ajudar de
perto. Às vezes significa negar-se a
reforçar uma uma dinâmica perversa que
só vai fazer mal para todo mundo ao
redor. Às vezes significa abrir uma
porta, às vezes fechar ela
para que o pecado, para aquele pecado
que viia sendo usado, eh, que pode
causar destruição final. O amor bíblico
nunca é indiferente, mas ele também não
é ingênuo. A verdade bíblica não nos
autoriza a nos tornar pessoas fechadas
ao outro, arrogante, indiferente ao
sofrimento dos outros ou dispostos a
descartar o próximo com facilidade. O
padrão continua sendo este: amar a Deus
e ao próximo. O outro continua sendo
alguém a ser visto com dignidade.
Continua sendo alguém cuja humanidade
não deve ser desprezada ou
instrumentalizada.
continua sendo alguém diante do qual eu
devo agir com justiça e verdade. Vivemos
num mundo que transforma pessoas em
números, plateias, mercadorias, degraus,
obstáculos ou apenas uma utilidade. O
pecado sempre vai instrumentalizar o
próximo, mas o chamado de Deus é para a
humanidade. Para a humanidade vai na
direção completamente oposta. A relação
humana só encontra a ordem verdadeira na
lei de Deus. Isso significa que a imagem
de Deus no próximo existe respeito por
nós. Exige que eu não minta para expolar
ele. Não o manipule para o meu
benefício. Não humilhe para me exaltar.
Não use para o meu prazer. Não despreze
porque que ele é porque ele é fraco,
diferente ou incomum ou incapaz de me
servir. Amar biblicamente ao próximo não
é romantizar vínculos doentes, mas agir
diante das pessoas com verdade, justiça,
misericórdia e sabedoria. Portanto, eh
quando nós desumanizamos o próximo, nós
acabamos esquecendo que ele não é um
recurso, nem um obstáculo para nós, mas
uma criatura de Deus. Amar essa criatura
não é alimentar o mal, mas responder a
ela segundo a verdade de Deus. Às vezes
com proximidade, às vezes com confronto,
às vezes com um cuidado direto e às
vezes com limites necessários. em todos
os casos, com o temor de Deus,
integridade moral e a lembrança de que a
nossa humanidade também se revela na
forma como nós tratamos os outros. Além
disso, o homem também é um ser ordenado.
Ele foi criado com estrutura, vocação,
limite e governo. A ordem de Deus não é
uma opressão, é bondade criacional. O
homem não foi criado para o caos. Deus
deu a ele um lugar, uma função, uma
responsabilidade e limites. Desde o
princípio, eh, a vida humana aparece na
Escritura dentro de uma moldura sábia
que a gente pode ver. Corpo e alma,
trabalho e descanso, adoração e
obediência, domínio responsável e
sujeição a Deus, liberdade sob a
autoridade de Deus. O homem foi chamado
a cultivar, guardar, governar e servir
sob o senhor senhorio de Deus. Não foi
criado como uma energia solta nesse
mundo, sem direção, sem forma, sem
responsabilidade alguma. E isso é
importante porque o nosso tempo aprendeu
a suspeitar da ordem. Qualquer limite é
visto como uma prisão. Qualquer
estrutura dada por Deus é vista como uma
ameaça, a autonomia. Qualquer autoridade
acima do eu é interpretada com opressão.
Mas a Bíblia nos ensina o contrário. Os
limites de Deus protegem a criatura. A
orda criada por Deus não diminui o
homem. Ela o protege de ser de se perder
em si mesmo. Uma vida humana sem
referência à ordem divina não a torna
mais plena, torna ela confusa. Quando o
homem abandona a estrutura dada por
Deus, ele não se torna mais humano, mas
ele se torna mais, a gente pode dizer,
desintegrado.
Pense nisso. Liberdade sem verdade não é
liberdade verdadeira, é só uma
desorientação que você está. Desejo sem
governo não é a plenitude, é a
escravidão do seu eu que você está aí.
Vida sem limites não é abundância, é a
ruína do homem. O homem foi criado para
florescer no lugar, no local para qual
ele foi feito. E isso inclui aceitar que
ele não é Deus. inclui aceitar que
existe um ritmo, uma estrutura, uma
ordem moral, uma vocação e um chamado
para ele. O ser humano desordenado não é
mais livre, ele é mais escravo do que
ele era. A bo e boa parte do sofrimento
moderno vem exatamente dessa tentativa
de de eh reinventar o homem contra o
criador. A paz não nasce da quebra da
ordem criada, mas da harmonização da
vida ao propósito de Deus. Reinventar um
homem sem Deus só produz uma ruína com a
com aparência de emancipação do homem. E
o homem vive ainda hoje em dia em
relação ao tempo. Ele nasce, ele cresce,
envelhece, perde, recorda, espera e por
fim ele morre. Ele sabe que a sua vida é
breve. Ele sente o peso do tempo no seu
corpo. Ele não Ele não apenas vive os
dias, ele tenta interpretar os dias que
eles estão vivendo.
Há algo, a gente pode dizer
profundamente humano na consciência
da passagem do tempo. O homem sabe que o
ontem já passou, não tem mais o que ele
fazer. O hoje está escorrendo entre as
mãos. que está passando. O amanhã vem
carregado de esperanças, mas de temor
também. Eclesiastes 3:11 nos ajuda a
entender por essa experiência é tão
intensa. Deus colocou a eternidade no
coração do homem. Diz ali, "Vivemos
presos ao relógio, mas com um coração
inquieto diante da eternidade. Isso
explica a nostalgia que nós sentimos, o
temor da morte, a busca por um legado, o
desejo de permanência, as perguntas
sobre juízo e eternidade. O homem é
finito, mas não consegue viver
satisfeito apenas com o tempo finito que
nós temos aqui. Tenta vencer o tempo por
meio de obras. memórias, influências,
filhos, patrimônios, fama, imagem,
projetos, qualquer coisa que possa falar
sobre ele na eternidade nesse mundo. Mas
nada disso aquiieta completamente a sua
alma. O coração humano tem sede de algo
que o tempo não pode entregar para ele.
A consciência do tempo deveria produzir
humildade e sabedoria. Deveria nos
ensinar a contar os nossos dias. Deveria
nos lembrar que a vida não pode ser
vivida como se ela fosse infinita aqui.
Viver bem viver consciente da brevidade
da nossa vida. O tempo não deve ser
idolatrado nem desperdiçado. A finitude
humana deve conduzir cada um de nós a
dependência de Deus. Só Deus pode
ensinar o homem a interpretar
corretamente o passado, o presente e o
futuro. Só nele a memória não vira
prisão. O presente não vai virar o
desespero e o futuro não vive, não vira
um terror absoluto para nós. E aqui nós
xingamos então ao último ponto dessa
reflexão. A essência da natureza humana
só é corretamente entendida quando o
homem é visto em relação ao criador. O
homem pergunta: "Quem eu sou?"
E ele possui interioridade. Ele vive em
relação ao próximo. Ele foi criado em
ordem. Ele vive no tempo, mas ele
carrega uma sede de eternidade. Toda
tentativa de defini-lo sem Deus
fracassa, porque arranca a criatura da
fonte do seu significado. O homem foi
criado com dignidade, mas essa dignidade
foi completamente desfigurada pelo
pecado. Por isso, a humanidade eh a
humanidade concreta que vemos hoje não
corresponde plenamente a humanidade para
a qual e como ela foi criada. Há ainda
imagem, mas há uma distorção. Há
grandeza, mas com o pecado também há
ruína. Agora há consciência, mas há
culpa em você. Há valor, mas há
rebelião. E é por isso que não basta
entender a estrutura do homem.
Precisamos ter a necessidade da
redenção. Em Cristo vemos a verdadeira
humanidade sem distorção. Obediência,
santidade, amor, submissão, verdade e
perfeita comunhão com o Pai. O que o
homem deveria ser e ali em Cristo está
plenamente ali na cruz. Nós vemos ao
mesmo tempo a gravidade do pecado humano
e o amor redentor de Deus. Na cruz fica
clara, claro, que o homem não pode
salvar a si mesmo. Na cruz fica claro
que a restauração da humanidade não vem
da autoexpressão nossa, mas da redenção
vinda da cruz. No calvário, Cristo toma
sobre si a culpa do homem caído para
reconciliação
com pecadores diante de Deus. A
verdadeira humanidade não é encontrada
na autonomia, mas na reconciliação com o
criador por meio do filho. O homem só
entende quem é verdadeiramente quando
ele olha para Deus e só é restaurado
verdadeiramente quando quando ele vem
para Cristo crucificado, que morreu por
nós. Amém, irmãos. Deus, nós te
agradecemos por esse dia, que essa
mensagem sobre a natureza do homem,
sobre como nós somos, sobre como nós
somos caídos e aonde está a nossa
verdadeiro significado, aquela pergunta
do início, meu Deus, o que que é o
homem? Nós, só encontramos plenamente a
resposta em ti. As pessoas podem pensar,
as perguntas, pessoas podem procurar o
significado nesse mundo, em qualquer
lugar, mas no final elas só encontram
desilusão, frustração
e que o que realmente ela precisava, ela
não encontra, que é a ti. A gente só
encontra isso na tua palavra, no no teu
filho crucificado. Só quando nós
contemplamos a ti, nós encontramos o
nosso verdadeiro significado. Só quando
nós olhamos para ti, nós olhamos a
verdadeira dignidade que o homem tem.
Porque a única dignidade que nós temos é
porque nós fomos criados por ti, meu
Deus. Fomos feitos à tua imagem. E esse
é a dignidade que nós temos por conta de
ti. E por isso nós desejamos cada vez
mais nos voltarmos para ti, para que
assim nós possamos contemplar
eternamente, que é o nosso desejo mais
profundo, eternamente observar a ti, meu
Deus, adorar a ti e meditar em ti
eternamente, em nome de Jesus. Amém.
Uh.
Amém. Irmãos. Vamos ficar de pé.
Nada é mais necessário do que uma visão
correta
do coração humano.
O problema hoje e sempre foi, mas cada
vez aumenta, né?
é que a antropologia bíblica, a
sociologia bíblica, a psicologia bíblica
está num extremo oposto
a humanista secular
e
os diagnósticos são muito diferentes
e você não pode tentar juntar as duas
coisas, queridos. O problema é que
quando nós perguntamos a um cristão hoje
sobre seus problemas, quase sempre ele
vai dizer que os seus problemas são e
ele vai dar o diagnóstico que o mundo
dá.
Ele vai usar exatamente
eh
aquilo que é oposto ao que Deus diz.
Certa vez Josué e também Elias chamou
Israel e disse: "Vocês devem decidir
quem vocês vão seguir?"
Elias, por exemplo, diz: "Se vocês
querem seguir Baal, então sigam.
Se vocês querem seguir a Deus, o sigam.
Chega de andarem cocheando entre dois
caminhos.
Deus diz como é sua alma.
Ou o mundo diz.
Josué disse: "Eu não sei o que que vocês
vão fazer, mas eu e minha casa
serviremos ao Senhor. Cada um de nós
está nesse lugar
nos dias atuais.
Quando olhamos problemas dentro da nossa
coração, nossa alma, nossa sociedade
num homem, ou nós vamos ficar com
diagnóstico de Deus ou do homem,
nada mais destrutivo do que tentar
misturá-los,
do que explicar parte de nós pelo que o
mundo diz, o humanismo secular e parte
pelo que Deus diz. Você fica no pior dos
mundos. Você fica realmente coxeando
entre dois caminhos. Você não pode
abraçar aquilo que Deus fez na cruz
definitivamente.
O diagnóstico de Deus diz que não há não
há nada bom e não diz que aquilo que não
é bom em nós é por causa dos nossos
ambientes
ou dos nossos da nossa bioquímica que
não funciona direito ou eh
de nenhuma das coisas que nós gostamos
nos agarrar
é um diagnóstico terrível. diz que nós
devemos abraçar toda a culpa e não há
nada em nós redentor.
Portanto, se nós somos salvos, eu vou
pedir que os irmãos entreguem os
elementos da Santa Ceia. Se nós somos
salvos, 100% a nossa salvação tem que
estar sobre a obra de Cristo. E 100% é
100%, queridos.
Nada pode ser atribuído a nós, porque
não há nada em nós redentor.
Cada coisa tem que ser atribuída aquilo
que Jesus fez por nós e aquilo que Jesus
comprou para nós. Se você atribuir 0,01%
da salvação de um homem ao que ele fez,
então você perdeu a salvação de Deus.
Porque
você pode pensar assim, por que que
alguém eh atribuiria a si mesmo 0,01%,
isso seria um problema, porque o ego
humano usaria exatamente isso para
comparar com os outros.
E no final, aquilo que definiu
quem eu sou agora e na eternidade é o
que eu fiz e não o que Deus fez. Você
não pode coxear entre dois caminhos, nem
que você queira dar muito para Deus e
pouco para o mundo. Não é o que acontece
hoje, não é? As pessoas dão muito para a
sabedoria do mundo, muito pouco para de
Deus. Às vezes que fosse um pouquinho,
a pessoa teria perdido a verdade. Paulo
disse: "Nada me propus saber entre vós,
a não ser Cristo e este crucificado."
Aí está o único caminho da salvação do
homem, que leva o homem para o lugar
para o qual Deus o fez.
É por isso que nós celebramos a Santa
Ceia. Quando tomamos o cálice, comemos o
pão, estamos dizendo que não
nem sequer nos perturba as definições
que o homem quer dar de si mesmo. A
mente humana
é inimiga de Deus. O coração do homem é
a coisa mais enganosa que existe,
segundo a Bíblia, porque nós a
ouviríamos. Porque nós ouviríamos uma
mente que é inimiga de Deus, a mente
natural, ou o coração do homem que é
totalmente corrupto, porque nós
pegaríamos uma porcentagem disso para
misturar com a clara revelação de Deus
sobre quem somos,
como somos transformados.
Quando tomamos da ceia e não abraçamos
tudo que Deus diz sobre nós fora de
Cristo e em Cristo, não estamos
discernindo
aquilo que eh ele fez. E nós devemos
tomar da Santa Ceia. Tem cristãos que
eles acham que a vida deles não tá muito
boa, então eles não tomam. Mas tomar da
seia é uma ordem.
A própria decisão de não tomar da ceia,
porque ele acha que, né, ele não quer
consertar alguma coisa, sei lá o quê, é
uma nova desobediência. Porque a Bíblia
não diz assim: "Examinai vós mesmos
e então não tomem ou então tomem". Diz
assim: "Examinai vós mesmos e tomem.
Examinem-se. Coloquem-se diante de Deus.
Coloquem diante dele aquilo que não está
de acordo com o que ele diz e então
tomem. Vocês não podem deixar parte da
vida de vocês fora daquilo que ele diz.
Então, quando nós estamos no corpo de
Cristo, nós não temos escolha,
não é? Nós temos que nos examinar para
ver o que não está honrando Deus e então
colocar diante dele a realidade disso e
tomar da Santa Ceia
e não tomar achando que isso é um ato
correto, quando na verdade estamos
desobedecendo o que ele ordenou para
nós.
que nós venhamos não só a abraçar 100%
do diagnóstico de Deus da nossa alma, da
nossa sociedade, nós fazermos isso com
alegria, porque nós quando olhamos para
o que Deus diz, como disse para nós essa
manhã, nós falamos ó profundidade das
riquezas,
tanto da sabedoria quanto do
conhecimento de Deus. Quão insondáveis
são seus caminhos, quão impenetráveis.
Quem conheceu a mente do nosso Deus?
Quem primeiro deu a ele para depois
receber?
Porque dele, por ele, e para ele são
todas as coisas. Glória, pois sejam
dadas a ele eternamente. Amém. Vamos
cantar.
Vamos cantar enquanto os irmãos estão
distribuindo os elementos da ceia.
Vem, Deus.
Aleluia.
Deus mostrar em nós teu viver.
Mostra,
[canto] Jesus por graça.
Quebraste os nossos grilhões,
Pai, e livres [canto]
somos para sempre.
Quem vai [canto]
nos separar
do teu amor?
Soberano [música][canto]
e eterno és o Senhor,
és o poder. [canto]
Tu és a luz [música]
que não louvará
a ti, Senhor, [canto]
pois só tu [música] és
eterno Deus.
A [canto] vida [música]
tens em ti nada debes
tudo [canto] das nós [música] somos
os vasos de tua graça. [canto]
Só [música] em Cristo, tu nos amaste,
nos chamaste para [música][canto] ti.
Santo Deus, soberano e eterno, és o
Senhor, [música][canto]
és o poder.
Tu és a [canto] luz quem [música] não
louvará
a ti, Senhor, [canto]
pois só tu és
eterno [música] Deus.
Para sempre nós vamos cantar quem tu és.
[música]
>> Cantar tua beleza [canto]
sem fim.
cantar [música] teus atributos,
ó Deus e [canto]
rei.
[música]
Sim, Deus, vamos cantar quem tu és.
Cantar tua [canto][música] beleza sem
fim.
Cantar teus atributos, [música][canto]
ó Deus.
>> [música]
>> Só na cruz, [canto]
Deus vamos nos gloriar.
Nela [canto]
temos paz. Cruz [música] onde
teu filho morreu. [canto] Fez expiação
por teu povo. [música]
>> Abastou toda [canto] a ira.
e pagou o pecado, [música]
nos levando [canto]
a ti, [música]
Deus Pai soberano e eterno. És o Senhor,
[música][canto]
és o poder.
Tu és a luz [música][canto]
quem não louvará
a ti, Senhor, [canto]
pois só tu [música] és
eterno [canto] Deus
e eterno. [música] És o Senhor, [canto]
és o poder.
Tu és a [música] luz queem não [canto]
louvará
a ti, Senhor, [música]
pois só tu és
eterno [canto] Deus soberano e eterno.
És o Senhor, [música][canto]
és o poder.
Tu és a luz quem não louvará
a ti, Senhor, [música][canto]
>> pois só tu és
eterno Deus. [canto]
Cantarei teu amor, Senhor [canto]
Deus és o poder.
Tu és a luz [canto]
que não lou cantarei [música] tua beleza
sem fim, pois só tu és [canto]
eterno Deus.
Cantarei
com a bondade de Deus.
Bondade e misericórdia me seguirão todos
os dias da minha vida.
Se um dia a bondade e a misericórdia nos
deixasse,
ah, queridos, seria o dia da nossa da
nossa perdição, sem
nenhuma
chance. Então, a ideia de que nós
perseveramos para alguma coisa em nós é
ficar completamente cego para a bondade
e a misericórdia de Deus que nos seguem
todos os dias. Começou a obra e irá
terminar. tão somente pelos méritos de
Cristo. Nós te agradecemos, Deus.
É desesperador Deus vermos o diagnóstico
sobre o coração, a mente, a alma humana
sem o evangelho.
Ó Deus, mas quando nós ouvimos, Senhor
Deus, o diagnóstico tão terrível,
podemos ter, Senhor Pai, o pano de fundo
onde vemos brilhar a tua graça, Senhor
Pai, a glória da tua graça. E aí, Senhor
Pai, compreendemos em parte porque,
Senhor Pai, o Teu plano eterno, Senhor
Deus, visou glorificar, Senhor Pai,
colocar no lugar, ó Deus, que brilhasse
mais teu caráter, a sua graça. Então,
Senhor Deus, ela está sobre esse pano de
fundo tão escuro que é, Senhor, Pai, o
homem morto em delitos e pecados.
Sabemos que só temos uma fonte de vida e
ela está em seu filho. Sabemos, Senhor
Pai, que só, Senhor, Pai, temos uma
fonte de alimento e ela está no pão da
vida. Sabemos que há só uma fonte,
Senhor Pai, de saciedade para sede,
Senhor, Pai, sem fim das nossas almas. E
ela está em Teu filho, que é a água da
vida. Que nós possamos, Senhor Pai,
sempre, sempre, Senhor Pai, saber que
todas essas coisas fluem apenas do
Calvário. Em nome de Jesus, comamos
todos do pão, queridos.
>> Mortos, Deus, mortos em delitos e
pecados. O que mortos fazem? Mortos
precisam ser pai de uma voz soberana,
que os tire da sepultura.
Mas como tirar, Senhor Pai, mortos da
sepultura que merecem estar lá? Entregue
as suas próprias paixões
e concupiscência, Senhor Deus, como ser
justo e justificador.
Quem poderia, Senhor Pai, pensar, Senhor
Deus, que algo assim seria possível?
E quando Senhor Pai, a tua sabedoria se
manifestou na cruz, ô Deus, ela era
maravilhosa e terrível, maravilhosa,
Senhor, Pai, porque realmente era um
meio, Senhor Pai, pelo qual tu podias
ser justo e justificador,
ô Deus, tu podias, Senhor, ó Pai, a
justiça e aí a misericórdia podiam se
beijar realmente, Senhor Deus, mas,
Senhor Deus, é terrível, porque senão
Pai, o preço, Senhor Deus, é
inimaginável para nós. Nunca vamos,
Senhor Pai, sequer arranhar o
conhecimento das profundezas,
ó Deus, das misérias que o teu filho
experimentou.
Ninguém, Senhor Pai, podia pensar num
plano em que o próprio Deus, Senhor Pai,
se despise de glória, Senhor Deus, e nu
e desprezado e cuspido, fosse preso no
madeiro, amaldiçoado, Senhor, Pai, e por
fim debaixo da sua ira infinita.
Mas, Senhor Pai, o que mais poderia
mostrar uma graça maior, ó Deus, uma
glória maior, Senhor Deus, obrigado. Que
nós possamos realmente, Senhor Pai, não
ter nada, Senhor Deus, para nós, a não
ser Cristo e crucificado. E nada para
pregar ao mundo, a não ser Cristo e
crucificado, agora e sempre, em nome de
Jesus. Amém. Tomemos todos do cálice,
queridos.
Obrigado, Deus,
que todas essas coisas, a palavra
pregada, Senhor Pai, ó Deus, a comunhão
dos santos na Santa Ceia possam pregar
aos nossos corações. E nós, Senhor Pai,
não só achamos que isso é suficiente,
mas que isso, Senhor Pai, faz
transbordar o nosso cálice, de tal
maneira que não tem lugar nele para mais
nada, senão Pai, que o mundo queira
colocar ali. O nosso cálice transborda
em Cristo, em nome de Jesus.
Amém. Vamos cantar. Vamos cantar
encerrando esse momento. Vamos estar
aqui hoje à noite, se Deus quiser,
meditando na palavra, nos alegrando em
nosso Deus.
P
[canto]
[música]
onde eu me [canto]
esconderia
da tua presença, meu Meu Senhor.
E mesmo que trevas me encontrem, tua luz
brilhará [canto] ao meu redor.
Cristo, minha força, [canto]
>> força.
>> Senhor,
>> tu és fiel,
és fiel a [canto] mim.
Cristo, libertador, [música] libertador,
>> protetor, protetor em todo tempo.
[canto][música]
Deus é tão bom.
[música]
>> Quem me ama [canto] como Jesus
morreu por mim [música][canto] numa
cruz.
Quem me ama como Jesus. [música]
>> [canto]
>> morreu por [música] mim numa cruz.
[canto]
No [música] ventre eu fui formado.
Tua graça me deu olhos para ver. [canto]
E no tempo eu fui chamado.
Na eternidade
Deus me amou. [música][canto]
Cristo minha força.
>> Força
[canto]
>> Senhor,
>> tu és fiel. [música]
>> És fiel a mim. [canto]
Cristo, libertador, [música]
>> libertador,
>> protetor,
>> protetor
>> em todo tempo.
Deus é tão bom. [canto][música]
>> Quem me ama como Jesus [música][canto]
morreu por mim numa cruz.
>> Quem [música] me ama [canto]
como Jesus.
morreu [canto] por mim numa cruz.
Quem me ama como [música] Jesus
morreu por mim numa cruzia. [música]
>> Quem me [canto] ama como Jesusu
por [canto] uma cruz. Tu és tão bom,
Deus. Sim.
>> Inabalável,
incomparável.
Fico maravilhado.
[música]
>> Tu és tão bom Deus, inabalável, [canto]
incomparável. [música]
>> Fico maravilhado, [canto]
maravilhado.
>> Tu és tão bom, Deus. Inabalável,
incomparável, [música][canto]
maravilhado,
>> maravilhado.
Tu és [música] tão bom [canto] Deus,
inabalável,
incomparável.
Eu fico maravilhado, [música][canto]
>> maravilhado.
>> Fico maravilhado,
>> maravilhado,
>> maravilhado, [canto]
>> maravilhado, [música]
>> maravilhado.
>> Fico maravilhado,
>> maravilhado,
>> fico maravilhado,
>> maravilhado, [música]
>> maravilhado, [canto]
>> maravilhado,
>> maravilhado.
>> Fico maravilhado
quem me ama [música]
como Jesus.
>> [canto]
>> ama morreu por uma cruz.
>> [canto]
>> Quem me ama como [música] Jesus
morreu por mim numa cruz
[música]
me [canto] ama como Jesus
[música]
>> morreu por mim uma cruz
[canto]
>> que me [música] ama como Jesus
morreu por [canto][música]
outro cruz.
>> Aleluia.
Amém. Amém. Nunca interprete teu dia
para tentar pensar no amor de Deus. No
dia muito escuro, muito mal, sinta o
amor de Deus. No dia bom. Sinta o amor
de Deus. Não porque eu disse: "Tá bom".
A Bíblia diz assim: Deus prova o seu
amor para conosco. Prova no presente em
que Cristo morreu por nós. Tá no
passado, tá vendo? Então, todo dia ele
nos prova o seu amor porque o seu filho
morreu e não pelo que está acontecendo
naquele dia. Então, sinta assim o amor
de Deus todo dia, independente do dia.
Então, você vai ter o suficiente para
enfrentar todos os dias. Leve-nos na tua
paz, Deus. nos deseram, pai, cada vez
mais a tua graça. A tua graça nos
trouxe, a tua graça nos instruiu, Senhor
Pai. Nós sabemos que precisamos dela,
Senhor Pai, para aplicação diária disso
aos nossos corações, nos santificando.
Faça isso por amor do teu filho, pelo
poder do teu espírito e pelo grande amor
com que tu tem nos amado, em nome de
Jesus. Amém. Que os irmãos sigam na paz
do Senhor. Amém.

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