Culto – Manhã de Domingo 29 de Março de 2026 em Jardim de Luz
30/03/2026
Culto – Manhã de Domingo 29 de Março de 2026 em Jardim de Luz
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Fonte: Josemar Bessa
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Bom dia, queridos. Graça e paz. Vamos ficar de pé. Que Deus nos abençoe, nos conduz aqui, irmãos aí espalhados por todos os lugares na internet, né? Que bom estarmos juntos. Vamos, vamos orar. João, ora senhor. [roncando] >> Senhor Deus, nós estamos aqui novamente na tua presença, Pai. E que coisa maravilhosa, que coisa inesperada, Pai. esperado, meu Deus, ele que por causa dos nossos pecados, por causa das nossas constantes falhas, por causa, meu Deus, do nosso coração, por causa de tudo que nós somos, meu Deus, que tu jamais tivesse nos dado atenção. Esse era esperado, meu Deus, mas em vez disso, eis nós aqui debaixo da tua graça, debaixo do teu amor. Eis nós aqui, meu Deus, chamados teus filhos, meu Deus. Eis nós aqui, eh, convocados, meu Deus, a tua presença para todo sempre. E o esperado, meu Deus, era que por causa depois do nosso chamado, por causa de tantas falhas ainda, tanta imperfeição, tantas dificuldades, tanta lentidão, que de alguma maneira, meu Deus, tu perdesses a paciência conosco, tu desistisses de nós, mas ainda assim eis aí, meu Deus, a tua graça, a tua misericórdia, não somente nos perdoando, mas nos guiando, meu Deus, no caminho do crescimento, meu Deus, nos conduzindo em santidade, nos moldando a imagem de Cristo. E nós somos gratos, Pai. Somos gratos porque não existe nenhum momento de culto nosso, seja aqui reunidos, meu Deus, seja sozinho nos nossos lares, não existe nenhum momento de culto, meu Deus, que não seja algo extraordinário, maravilhoso. Não por causa daquilo que nós te oferecemos, que é sempre pouco, sempre imperfeito, mas por causa da grande surpresa, meu Deus, da grande maravilha que é o Senhor nos amar, o Senhor, meu Deus, ter prazer naquilo que nós fazemos, o Senhor se agradar de nós, o Senhor nos chamar de filhos, nos chamar de amigos, meu Deus, que nós possamos nessa manhã celebrar esse grande privilégio, meu Deus, essa grande alegria que é recebermos a tua graça. Pai, nos abençoa nessa manhã com a tua presença. Nos abençoa, meu Deus, nessa manhã com arrependimento, com restauração, com cura, meu Deus, com todas as coisas que nós precisamos. Vem nos abençoar. Que nós possamos beber, meu Deus, avidamente da fonte da tua graça, da tua glória, da tua beleza nessa manhã, em nome de Jesus. Amém. >> Amém. Amém. Nossa vida espiritual é ela é na maioria das vezes, o fracasso da nossa vida espiritual está ligado a pequenas coisas. Nós queríamos fazer grandes coisas e achamos que eh honrar a Deus seria se Deus nos chamasse para ser uma espécie de apóstolo Paulo. E isso mostra um problema enorme no coração em relação ao amor a Deus mesmo, né? Eu lembro que há muitos anos atrás eu li um livro do Thomas Menton, que é um puritano famoso, excelente, que devia ter umas 17 páginas só a respeito de Romanos 11, Romanos 11, Hebreus 11, né, que são os heróis da fé. É uma série de sermões que ele pregou e que é uma série enorme, apesar de ser só sobre o capítulo 11 ali de Hebreus. E você vê ali tantas pessoas diferentes naquela lista, mas algumas são surpreendentes, exatamente porque eh de alguma maneira elas nos expõem mais, né? Porque algumas pessoas eh fecharam bocas de leões, não é? Aí pela fé Noé construiu uma arca e você vai lendo coisas assim. Mas tem pessoas que expõe eh como a ideia de realmente viver paraa glória de Deus, de muitas pessoas está deslocada do propósito de Deus mesmo, né? Por exemplo, em Josué, Josué 2:21 diz: "Raabe colocou a a fita eh escarlate na janela. Ela é uma heroína da fé. E o que ela fez? Ela não construiu uma arca. Ela amarrou uma uma fitinha numa janela. Nós pensamos, isso não é uma grande coisa, não é? Eu acho que a maior parte das vezes que nós deshonramos Deus é porque nós achamos não temos uma alegria de fazer aquilo que nós achamos pequeno. O que é colocar uma fita numa janela? em como isso pode ser algo grandioso que glorifica a Deus, que caracteriza os dos heróis da fé. Não, nós somos mais parecidos como Naam que quando falou pula sete vezes no rio, ah, eu não. Quem não pode fazer? Qualquer um pode fazer isso. Que que importância há em pular? Quando na verdade eh a vida diária nossa com Deus, o quê? constitui-se de meditação na sua palavra séria, não é oração, mas nós começamos a achar essas coisas muito pequenas, não é? A vida de fé seria outra coisa, mas primeiro o Raabe creu em Deus. Eu acho que uma das coisas mais difíceis de crer em Deus de todo coração é crer nele naquilo que parece pequeno, naquilo que parece que não vai fazer nenhuma diferença. Mas se nós não somos pessoas que obedecem, Jesus disse, né? Quem não é fiel no pouco, não é no muito. Se nós achamos que há coisas que Deus falou que nós devíamos viver, alegrai-vos sempre no Senhor. Aquele o é feliz, aquele que medita em sua palavra de dia todos os dias tem antes tem seu prazer na lei do Senhor, né? Ela medita. Meditar na palavra, a vida de oração, a vida comum, parece aquela fita. Eu acredito que essas pequenas coisas e essas coisas comuns da vida glorificam e exaltam a Cristo quando eu obedeço com coisas que as pessoas não vêm ou se elas vêm elas vão achar insignificantes. E daí não é R botou lá fita. Alguém podia dizer que fita é essa? Olha, Deus falou os os mensageiros eram espiões. Eu falei outro dia que tem pessoas que te dizem claramente como se não fosse pecado. Diz assim: "Eu não consigo confiar em Deus". A Bíblia fala isso sobre ansiedade, a Bíblia fala isso sobre aquilo, mas eu não consigo confiar como se isso não fosse ofensivo. Quando na verdade os seres humanos, uma das coisas mais ofensivas é alguém dizer que não confia em nós, que não somos ah santos, mas dizer que não confia em Deus é a coisa mais banal. As pessoas não estão pedindo perdão a Deus por isso. Raab confiou. Coloque a fita. Se alguém passasse perguntasse que fita é essa? Então ela diria, nós pensamos, se eu falar isso, as pessoas vão achar que eu sou tolo. Ah, se eu falar sobre eh Cristo este crucificado, que isso é toda a minha vida e nós vivemos entre o mar morto dos nossos pecados e a Jerusalém das nossas esperanças. E entre essas duas coisas, nós somos chamados a todo dia fazer essas pequenas coisas. Ninguém vê, ninguém sabe. Ninguém sabe. Nossa vida de meditação na palavra, nossa vida de oração, nossa vida de confissão. É só um fiozinho preso em algum lugar onde ninguém nota. Não importamos. Sabemos que Deus vê e é isso que faz toda a diferença. Eu já disse que eh Michelangel pintando a capela assistindo, ele pinta coisas incríveis, mas é muito alto. Quase ninguém vê os detalhes. E depois dele ficar anos, anos, anos, anos pintando, alguém falou para ele assim: "Por que que você gastou tanto tempo fazendo aquela coisa lá naquele cantinho? Não dá nem para ver que que é aquilo. Por que que você ficou tanto tempo ali fez aquela coisa quando você subia nos andames? você conseguia ver. Por que que você fez com essa cuidado todo? Ninguém vê. Ele disse: Deus vê. É isso. Raab colocou uma fita. Ela é uma das heroínas da fé. Confiar em Deus é isso. Parece insignificante. E nós costumamos a não obedecer no que parece insignificante. O que orar sem cessar parece insignificante. Ninguém vê, ninguém sabe, ninguém vai me achar grandemente espiritual. Então eu tenho uma vida assim relaxada, eu não boto a fita lá. Eu acho que meditar é importante, mas não nem tanto, porque qualquer um pode ler. Eh, é só saber, não é algo grande. Eu queria que Deus fizesse algo grande na minha vida. E Raabe é um grande testemunho para nós. Faça aquelas coisas menores que Deus falou para nós. Faça. Faça para ele. Obedeça. Ele está vendo. E mesmo quando você não conseguir ver a grande e eh ver o que que aquilo está fazendo de verdade, não importa. Lá no Egito, o anjo passava e via o sangue pintado na porta. Quem tava dentro da casa não via o sangue. O importante é que o anjo via. O importante é que Deus vê via nossos corações dedicados a ele, tanto para construir uma arca. Mas se Deus nos pedir, coloque um fio na janela, a gente não vai dizer assim: "Isso é ridículo, isso não serve para nada". Nós pensamos que obedecer a Deus construindo uma arca e colocando um fio é a mesma coisa. Deus nos mandou fazer aquilo. E é por isso que a gente faz. E é isso que faz nós realmente termos uma vida incrível no mundo, uma vida paraa glória de Deus. Na maior parte do tempo, tudo que vamos fazer é colocar fitinhas em janelas. Não parece um ato heróico. O diabo vai dizer para nós: "Isso aí é insignificante". Nós mesmos vamos querer dizer para nós: "Eu queria algo muito maior". Mas a única coisa que importa é: nós vamos a Deus. Ninguém está vendo. Parece pequeno, mas é o que Deus nos mandou fazer. E isso é grande. Se Deus em seu filho se dignou habitar em mim, falar a mim e falar que eu devo fazer algo, isso é muito importante. Nada poderia ser mais importante do que honrá-lo assim. Foi o que Rab fez. É o que nós devemos fazer. Por isso, escutamos cada sermão com cuidado. Muitas coisas são só fitas na janela, mas nós vamos colocar, vamos louvá-lo. Aleluia. >> [música] >> O pão partido foi. Foi pregado numa cruz. A morte se entregou. Sua vida [canto] deu por mim. [música] O [canto] vinho derramou. Seu sangue [canto] verteu em propicição [canto] [música] nova [canto] aliança fez. [música] [canto] Aleluia. Eu vou [música][canto] viver para honrar a ti. >> Aleluia. [canto] A minha esperança [música] és. Me deste salvação. [canto] Em ti caminharei. [canto] Te dou meu coração. [canto] >> Mão de [música] teu filho em mim. Aleluia. [canto] Eu [música] vou viver [canto] para honrar a ti. [música] >> Aleluia. [canto] A minha [música] esperança és perdido em meu [música][canto] caminho. Andei, mas tua graça me alcançou. [música] O preço [canto] lá na cruz pagou. Aleluia. [canto] Para sempre. Me lembrarei. [música] [canto] Deus. [música] [música] Deus, tu és tão bom para mim. [canto] Deus, tu és tão bom [música] para mim. Onde [música] eu irei sentir? És meu Senhor, és [música] meu amor. Deus, tu [música] és tão bom para mim. >> Deus, tu és tão [música][canto] bom para mim. Onde é o ii [música] sem ti. [canto] És meu Senhor, [música] és meu amor. Deus, tu és [música][canto] tão bom para mim. >> Deus, [música] tu és tão bom para mim. Onde eu irei [música] sentir? És meu Senhor, [música] és meu amor. >> Nos altos céus te [música][canto] encontrarei. Tua forte mão me guiará. Tua graça [música][canto] me sustentará. Tua face [música] [canto] eu contemplarei minha corrida. Vou [canto] vencer [música] comigo. Estás até o fim. [canto] >> Aleluia. >> Aleluia. [canto] >> [canto] >> Aleluia! [música] Para [canto] sempre me lembrei. [música] [canto] >> Aleluia! Aleluia! A gente cantou que vai honrá-lo. Vai honrá-lo, que não vamos esquecer. Então faça isso, sabe? Acorde de manhã, lembre de Raab, as coisas pequenas da vida, coloque a fita lá, faça para a glória de Cristo as menores coisas. Quando for responder alguém, pense em Raabe, será pequeno aqui se eu responder de maneira que Deus não seja honrado, mas não será colocar a fita, não será fazer aquelas coisas pequenas que o exaltam, que ele deixou tão claro para mim. E assim a gente pode passar realmente um dia, podendo dizer: "Para sempre eu me lembrarei. Eu vou me lembrar o tempo todo e todas as pequenas coisas serão feitas para tua glória. >> [música] [música] [canto] >> Aqui [música] prostrado aos teus pés. Rendido [música][canto] estou. Rendido [canto] [música] estou. Venho a [canto] ti. Sedento estou, [música] Senhor. Anseio [canto] por ti. Anseio [canto] [música] por ti. Eu me rendo, [música] [música] meu. Deixa-me [canto] [música] tua graça e o teu amor. Sacia [música] [canto] meu ser, >> sacia [música] meu ser. Envolva, [música][canto] escute o meu [canto] clamor. [música] Quero te ouvir. [canto] [música] >> Quero te ouvir. Eu [música][canto] me rendo. Eu [canto] me [música] rei para [canto] conhecer-te mais. [música] Para conhecer-te [canto] mais. Eu me rendo. [música] [canto] Eu me reo para conhecer-te [música] mais. [canto] para conhecer-te [música] mais. [canto] >> Eu quero conhecer-te [canto] mais, muito [canto] mais. Vem com teu [música] poder. [canto] Mode o meu viver. [canto] Faz [música] teu querer, faz teu querer [canto] em mim. >> [canto] >> Como [música] venda se [música][canto] movendo em mim. Faz seu querer, faz seu [canto] querer. [música] Vem em mim. Vem [música][canto] com teu poder. Morde o [música][canto] meu viver. Faz teu [canto] querer, faz teu querer [música] em mim. [canto] Como [música] venda [canto] se movendo em mim, [canto] faz [música] seu querer, faz seu querer em mim. [canto] [música] [canto] >> [música] >> quer faz teu [música][canto] querer, faz teu querer em mim, vem em mim. [música] Vem com [canto] teu poder. Morde [canto] o meu [música] viver. Faz seu [canto] querer, faz seu querer [música] em [canto] mim. >> Como venda [música] se [canto] movendo [música] em mim, faz teu querer, [música] faz teu [canto] querer em mim. Amém. Então vamos meditar, né, queridos, dia e noite, todo dia. Não há por nós orarmos a Deus para fazer o querer dele e depois não nos interessarmos em descobrir cada dia na sua palavra o seu querer. Pega sua oferta e diz esta manhã. Ah, a gente tava falando sobre reconhecer Deus em todos os caminhos, não é? Quando Israel saiu do Egito, a Bíblia diz que eles estavam levando as amassadeiras no ombro e tinham pouca pouca massa para pão, não é? Ia durar o quê? Um dia, dois, três. Nós sabemos, eles ficaram 40 anos no deserto. Mas então, logo quando a comida acabou, começou a cair um maná do céu e não parou de cair durante 40 anos. tudo que o corpo precisava, todos os nutrientes. A Bíblia diz que os pés deles não incharam, sabe? Era a comida perfeita. 40 anos. Eles acordavam de manhã e eles tinham que pegar. Apesar de Deus dar, não caía lá na na vasilha deles. Eles tinham que acordar de manhã e ir pegar um maná, onde não havia nenhum meio de subsistência verdadeiro. Essa é a providência de Deus. Mas exatamente no dia que eles entraram na terra prometida, nunca mais caiu um maná. Agora eles tiveram que plantar a semente, trabalhar no chão e fazer as colheitas. Mas Deus disse para eles: "Não esqueçam, não esqueçam que da mesma maneira que eu dei o maná, é eu que dou a vocês o que vocês estão tirando do chão. Eu dou a vocês o poder, a capacidade de os músculos funcionarem, a mente, o corpo, para adquirir o que vocês precisam. Nunca pensem quando vocês entrarem lá, Moisés disse: "Nunca esqueçam que o mesmo Deus que deu maná a vocês é o que está dando a vocês. Tudo que vocês estiverem lá vem das minhas mãos tão maravilhosamente quanto maná vinha. Que Deus nos dê um coração para nós esquecermos essa lição. Pai, nós te agradecemos pelo teu cuidado. Tu sustentas este lugar. Tu sustenta as nossas vidas. Tu sustenta, Senhor Pai, ó Deus, não só no nosso dia a dia, Senhor Pai, onde todos ganham o pão com seu, eh, com a força que tu dá para trabalhar, mas também, Senhor, Pai, ô Deus, de nada valeria, Senhor Deus, eh nosso trabalho. E tu nos dá capacidade, Senhor Pai, de adquirir, Senhor Deus, o sustento. Se nossos corpos, Senhor, Pai, não tivessem sendo, Senhor, Pai, também guiados pela tua providência para digerir nossos alimentos, todos os processos acontecerem, Senhor Pai. E tu, Senhor Deus, como aqueles 40 anos no deserto tem sustentado nossas vidas muitas vezes por muito mais que 40 anos, 40, 50, 60, 70. Os mais fortes vivem mais, mas cada dia, ser um pai não pode ser atribuído às nossas próprias capacidades. Viver neste mundo 20 anos é um dom da tua graça. Viver 90 também é. Ó Deus, nenhum de nós merece um dia de vida. Somos pecadores e o salário do pecado é a morte. E tu, Senhor Pai, pacientemente, Senhor Deus, nos susteve até nos chamar eficazmente e vai nos sustentar, Senhor Pai, [música] até o dia, Senhor Deus, que quiseres nos chamar para Ti. Não porque tu precisas de tempo para nos preparar, mas porque tu queres, Senhor Pai, que nós vivamos neste mundo e neste contexto, de uma maneira que o teu filho seja honrado em todas as coisas grandes e pequenas, como vimos. Que nós possamos realmente, Senhor Pai, ver aquelas pequenas coisas como colocar, ó Deus, a fita de Raabe ou construir uma arca como Noé, como a mesma coisa Deus mandou. Eu sou grato a ele. Eu o amo e então nossos corações possam responder, Senhor Pai, de igual modo, no pequeno e no grande, ô Deus, no dia bom e no dia mau, possamos realmente viver para tua glória, em nome de Jesus. Amém. Amém. Vamos ofertar. Vamos cantar enquanto ofertamos ao Senhor. >> [música] [música] >> เ A tua [canto] graça se vence o meu [canto] fracasso. [música] A tua [canto] voz, Deus se encala ao meu temor. [música] Mesmo a dor [música][canto] escuridão certam para o meu bem. Deus [canto] me faz mais [música] como teu filho. Pela cruz [canto] livre [música] sou. A tua [canto] mão molda mim. >> [música] >> A [canto] tua voz, Deus, fala e eu [música] tenho paz. >> Nada [canto] sou, [música] tudo és. Teu [canto] amor basta [música] para mim. Eu descanso. És meu Deus, [música][canto] és meu pastor. [música] Em todo tempo, tu [música][canto] imutável és Deus. Cada momento [música] tua paz reinando [canto] está. >> Cristo, [música][canto] a rocha eterna é. >> Jamais [música] serei [canto] abalado. Jamais serei [música] abalado. Pela [canto] cruz livre sou. A [música] tua mão mim. [canto] A tua [música] voz, Deus fala aí. Eu tenho [música][canto] paz. >> E eu nada sou. >> Nada [música][canto] sou. Tudo és. Pelo amor basta para mim. [música][canto] Eu descanso. És meu Deus. És meu pastor, [música][canto] Senhor. Teu amor [canto] va para mim, [música] pois tu és fiel. Tu és fiel. Oh, [música][canto] tua vontade [música][canto] para sempre. Pai, tu farás, eu descanso [música][canto] em ti. Teu é o reino para sempre. Mostre, Senhor, [música] que só tu [canto] és Deus. Tua [música] vontade para sempre. Pai, tu farás. [música] Eu descanso em ti. [canto] Teu é o reino para sempre. Mostre, [música][canto] Senhor, que só tu és Deus. Tua [canto] vontade [música] para sempre. Pai, tu farás. [música] Eu descanso em ti. [canto] Teu é o reino para sempre. Mostre, Senhor, [canto] [música] que só tu és Deus. [música] Deus só [música] tu és Deus. [música] Só tu és Deus. [música] Pela [canto] cruz livre so. A tua amor moda [canto] mim. A tua voz, Deus fala [canto] e eu tenho paz. [música] Nada sou, Senhor. [canto] Nada sou. Tudo és teu amor para mim. Eu [canto] descanso. [música] És meu Deus. És meu pastor. [canto] Eu descanso em ti. Eu [música] descanso. És meu Deus. És meu pastor. >> Aleluia. Deus soberano, exaltado, mas também aquele que nos conduz pela vida, pelo vale, até chegarmos em casa. Obrigado, Deus. Amém. Os irmãos podem se assentar. Só que estávamos falando, não é? Eh, sobre Raab no início. Isso é importante em nossos dias, não é? Cada vez mais as pessoas falam: "Vem para cá, vem para cá, fica ali perto do João. João tem cara de brabo assim, mas ele é bonzinho. Eh, e a gente vive cada vez mais numa época que cada um acha que eh muitas coisas não são importantes, porque a nossa era é uma era do individualismo, né? Nós estamos falando que Deus falou para Rab, >> coloca coloca uma fita na janela. Imagina se Rab fala assim: "Para quê? Qual o sentido disso? Por que que tem que ter essa fita? Ah, [roncando] a obediência a Deus é uma coisa que nos destaca do nosso mundo. E é um destaque tão grande que você pode estar exatamente no lugar da destruição e você está seguro. Por incrível que pareça, a Raabe morava não em qualquer lugar de Jericó, ela morava nas muralhas, aquelas muralhas que caíram. Então ela não morreu, foi destruída exatamente as muralhas onde estava a casa dela, mas não a casa dela. Isso mostra que nós estamos no meio da mesma coisa do mundo, sabe? Nós fazemos parte dessa muralha de de 8 bilhões de pessoas. O que nos diferencia não é onde estamos, não é? como ela estava ali na muralha que caiu, é que nós estamos ligados de tal maneira ao coração de Deus que tudo tudo é importante. Por exemplo, Deus disse para nós nos batizarmos. Você podia pensar assim: "O bato salva?" É óbvio que não. O que salva é o que Jesus fez. Mas o problema é que ele mandou, entende? Botar uma fita na janela salva. É óbvio que não. Quem salva é Deus. fitas não salvam. Pintar um pouco de sangue na porta salva impede lá o anjo da morte de entrar na sua casa. É óbvio que não. Quem faz isso é o sangue de Jesus. Mas Jesus mandou. Deus mandou. Para nós. A única coisa que importa não é o que nossas mentes podem dizer: "Eu não tô vendo lógic. Por que que eu Por que que eu tenho que me batizar? Porque tomar da Santa Ceia, nós podemos, a princípio, se quisermos, vermos os princípios envolvidos e como isso nos abençoa, mas se não vísemos, não há nenhuma diferença. Não obedecemos a Deus baseado nem no que nossa cultura pensa, não é? Se Raab pedisse para as pessoas e perguntasse o que que a cultura dela achava de botar aquela fita lá, iam achar que era uma perda de tempo, que aquilo não fazia sentido. Nós obedecemos a Deus e nós então somos batizados. Nós cremos, nós seiamos, nós nos membramos numa igreja. Ah, essas coisas salvam? Não salvam, mas é o que Deus nos mandou fazer. Nós fazemos porque nós sabemos que mesmo quando não entendemos, certamente o que Deus mandou fazer é bom, porque ele é bom. O que ele nos mandou fazer é santo, porque ele é santo. E obedecer a Deus é a coisa mais importante para nós. Não importa o que é. Cada vez mais as pessoas pensam: "Eu posso ser um cristão sozinho porque Deus vai me ouvir no meu quarto". É óbvio que vai. Não é? O sangue de Jesus não depende de Deus estar eh unido a irmãos. Eh, não depende. Mas ele mandou lá. E então nós alegremente desfrutamos o que Deus nos ordenou. Não só colocamos a fita, colocamos com alegria. Não só nos batizamos, achamos que isso é uma das coisas mais maravilhosas na nossa vida. Estamos honrando aquilo que Deus falou claramente para nós. Somos membros de um lugar cheio de de irmãos imperfeitos. É óbvio, não estamos no céu. Ah, nenhum dos nossos irmãos foram salvos pelo mérito. Não esperamos que eles sejam pessoas perfeitas. Sabemos que Deus salva pecadores, dos quais cada um de nós devia dizer no coração: "Eu sou o principal". e uma reunião de pecadores salvos pela graça soberana, que não estão sendo santificados e que só vão ser salvos pela justiça de outra pessoa, pela bondade de outra pessoa. Não é a reunião do grupo mais maravilhoso do mundo. É capaz, se Deus realmente chama os piores, eh de ser diferente disso, bem diferente. Mas Deus nos mandou. Nós fazemos isso com alegria. E quando obedecemos a Deus, mesmo sem entendermos, nós começamos desfrutar aquilo que ele opera através desses meios. Nós somos salvos pela pregação de outras pessoas que são pecadoras como nós. Imagine se falássemos: "Só vou crer no evangelho se um alguém perfeito pregar para mim". Então, ou você está na época de Jesus no mundo, ou você está perdido. Sempre é um pecador que está pregando, nunca é alguém perfeito. Nos reunimos em comunidade sabendo que não são de pessoas perfeitas. Nos batizamos sabendo que a água em si não faz nada. Tomamos a ceia e sabemos que não é o elemento em si, o pão e o vinho, que realmente eh fizeram o que era necessário, mas cada uma dessas coisas é uma ordem de Deus para nós. Então nós obedecemos. Se não obedecemos, aí nós vamos obedecer só naquilo que a gente, na nossa mente faça muito sentido, o que fica evidente que nunca obedecemos a Deus. Porque quando eu faço só o que paraa minha mente faz todo sentido, eu sigo a minha mente e não a de Deus. Então hoje nós podemos dizer: "Ah, pintar lá a porta falava da cruz". Mas eles não sabiam. Eles não sabiam. Na verdade, eles não sabiam. E alguns sabiam até mais do que muitos hoje. Davi diz: "Sangue de animais não apagam pecados". E se alguém perguntasse a ele assim, então o que apaga? Ele ia dizer Deus, mas como ele vai fazer isso? Davi ia dizer, não sei. Ninguém entendeu exatamente a cruz antes. Eram sombras. Você tinha que confiar no que Deus disse. Eu vou prover o sacrifício perfeito. E é assim que nós vivemos, queridos. Nós obedecemos a Deus. E grande parte das coisas muit das vezes parece não ter nenhum efeito prático para nós como colocar aquela fita lá, mas nós obedecemos com alegria. Deus mandou. Nós precisamos nos arriscar, por exemplo, ir pelo mundo, os discípulos e pregar o evangelho, quando Deus vai chamar soberanamente quem ele quiser. Sim, ele mandou. Deus já sabe todos aqueles que ele escolheu na eternidade. Sim, mas ele mandou nós pregarmos para todo mundo. Então nós pregamos para todo mundo. Nós simplesmente obedecemos. E essa é a nossa alegria, nosso pão, nosso prazer. Então, é assim que a Els e o Geovani e eh fazem parte desse corpo. É assim que Deus quis que a sua igreja vivesse, vivêsemos juntos exaltando a ele, sendo batizados, seiando, ouvindo juntos a palavra. Como é diferente meditar em nossas casas e ouvir um sermão. [tosse] Por quê? Porque cada uma dessas coisas tem um propósito diferente e todas elas foram dadas como meios por Deus. Mas quem opera tudo em todos é Deus mesmo. Essas coisas em si não tem nenhum poder. Um sermão salva alguém sentado num banco e o quem tá do lado não é salvo. Para um é cheiro de vida, para outro é cheiro de morte. Não sabemos em quem vai ser cheiro de vida. E cheiro de morte nós pregamos, nós deixamos tudo com Deus. Nós nos deleitamos em obedecê-lo. É assim que vivemos como a igreja de Cristo. Vou pedir que João ore. >> Amém. Vamos orar, irmãos. Senhor Deus, nós sabemos, Pai, porque lemos na tua palavra, meu Deus, que um dia toda a tua igreja vai estar reunida e haverá, meu Deus, cultos com toda a igreja presente, meu Deus. Todos os eleitos, todos os salvos, meu Deus, cultuando juntos a ti na eternidade futura, Pai. depois da nossa redenção. Mas aqui nesse mundo, meu Deus, nós nos reunimos em comunidades menores, né, conforme tu nos concedes, meu Deus, e sabemos que o teu desejo é esse, meu Deus, que nós estejamos reunidos. Teu desejo para nós não é que enfrentemos, meu Deus, as lutas da vida cristã e nem que desfrutemos, meu Deus, das alegrias da nossa salvação de maneira isolada, meu Deus, simplesmente nos nossos lares, mas em comunidade, Pai. Então, sabendo, meu Deus, que tu és sábio, sabendo que tu és bom, nós sabemos que isso é o melhor para nós. O melhor é que estejamos reunidos, é que tenhamos companheiros nessa viagem, nessa caminhada. E que coisa boa, meu Deus, é poder receber irmãos aqui nessa comunidade local, meu Deus, aqui em Jardim da Luz. Te agradeço, meu Deus, porque o Senhor tem nos abençoado com a tua palavra, tem nos abençoado, meu Deus, eh, com a verdade. E te agradecemos, meu Deus, por cada pessoa que se aproxima de nós aqui, que se junta a essa comunidade, para juntos, meu Deus, nós continuarmos submissos à tua verdade, submissos à tua palavra e crescendo, meu Deus, no conhecimento, no amor do Senhor. Abençoa, meu Deus, a vida do Giovani, da Elsa, como já tem abençoado, meu Deus, as nossas vidas aqui por tantos anos. que eles possam junto conosco, meu Deus, eh entrar nessa caminhada e sermos abençoados por ti, meu Deus, até aquele dia em que toda a igreja vai estar reunida, né, eh, completa, meu Deus, mas que nesse meio tempo eles estejam aqui conosco caminhando até aquele dia, Pai. Obrigado pela tua graça da vida deles. Obrigado pela tua graça na nossa vida e continua nos abençoando, abençoando essa comunidade em nome de Jesus. Amém. Bom dia, irmãos. >> Bom, nesse mundo onde nós estamos, sempre há perguntas que a gente pode dizer que elas nunca desaparecem. Não importa o quão eh, eu diria, evoluído, nós achamos que nós somos. Elas vão atravessar séculos, vai mudar o nosso cenário, vai trocar a nossa linguagem. Elas entram nos livros, nas universidades, nos púlpitos, nas conversas íntimas que nós temos, nas crises pessoais que as pessoas têm e muitas vezes nos debates públicos, mas elas continuam no coração humano com a mesma força. E uma dessas perguntas é esta que nós vamos avaliar hoje. Afinal, o que que é o homem? Quem somos nós de fato? Que que você responderia quando você escuta uma pergunta dessas? A verdade é que nós não somos apenas o que nós fazemos ou talvez o que nós sentimos. Não apenas a nossa imagem que nós projetamos para os outros vem, mas o que somos em nossa essência não é nenhuma dessas coisas. E essa é uma das perguntas principais que as pessoas fazem e que geralmente as pessoas não vão ter resposta. E se elas procurarem no mundo, essa resposta não vem. Essa pergunta acompanha toda a história humana porque um homem vive cercado de sinais de grandeza e ao mesmo tempo ele tem vários sinais de desorientação. Ele vai construir uma cultura, ele formula filosofias, ele vai produzir artes, avançar na ciência, organização política dos eh da onde ele estiver, estrutura de religiões, eles vão interpretar o universo. Mas ele continua sem saber interpretar a si mesmo de maneira correta. O ser humano é capaz de decifrar partes da criação. Ele vai conseguir investigar e descobrir várias coisas sobre a criação. E ainda assim ele vai se perder diante do espelho que ele olha si mesmo. Ele consegue estudar a matéria, medir as distâncias eh onde eles estão. Ele consegue catalogar os fenônimos e prever o que que vai acontecer. Ele pode analisar os organismos, mapear processos, criar sistemas complexos para explicar as coisas mais difíceis que a gente pode pensar. Mas ele tropeça quando ele tenta responder com clareza a pergunta mais básica sobre a própria identidade dele. E isso revela algo profundo sobre o ser humano. O homem não é um problema simples para resolvermos. Ele não é algo que possa ser explicado exaustivamente por meio de uma única lente que você bote sobre ele. Ele não cabe inteiro em definições curtas, em slogans culturais que a cultura adora empurrar pra gente ou em respostas emocionais para você falar. Toda vez que o homem tenta reduzir a si mesmo, algo dentro dele continua protestando sobre aquilo. E talvez eh quando o homem tenta exaltar a si mesmo eh acima do que ele é, a realidade começa a voltar para desmentir ele. Ao longo da história, a resposta humana sobre o homem normalmente cai em reduções. Há quem trate o homem, por exemplo, como apenas uma matéria, como se ele fosse apenas o corpo aqui, apenas a química que nós temos, apenas com uma mecânica um pouco mais sofisticada do que outras coisas. Há quem trate ele como apenas a consciência que ele tem, como se o interior fosse a única realidade decisiva para ele. Há quem explique, principalmente como um produto do meio, como se as estruturas sociais e históricas pudessem dizer tudo sobre ele, o que o nosso, a nossa cultura hoje em dia adora falar. Há quem também vejo ele como um ser autônomo, como se a sua liberdade fosse completamente absoluta e sua vontade fosse a autoridade final. para tudo. E há ainda eh que veja a tenta, que tem a tentação de colocar o homem como centro de todas as coisas, como se ele fosse a medida do sentido de tudo, toda a moralidade e toda a verdade desse mundo. Em todas essas situações aqui existentes, há uma semelhança fundamental. Elas tentam entender o homem começando pelo próprio homem. Esse é o ponto que precisamos ser muitos claros aqui. O problema não está na pergunta. A pergunta é certa de ser feita. A pergunta é legítima. Ela é, eu diria até inevitável. A pergunta é parte da própria essência do homem. O problema está no ponto de partida que as pessoas têm. Quando o homem tenta se explicar sem Deus, ele não alcança a verdade plena sobre si mesmo. A criatura não consegue interpretar a si mesmo claramente ignorando completamente o criador. O homem não é autoexlicado. Ele não é a sua própria imagem. Ele não é a sua própria luz. Ele não é o fundamento do seu próprio sentido. No final das contas, ele não consegue surgir de si mesmo. Ele não sustenta por si mesmo. Ele não existe para si mesmo. Por isso, toda a definição da natureza humana que exclui Deus será de algum modo falsa, amputada ou distorcida. E normalmente essa distorção assume dois extremos completamente opostos. Ou o homem vai se diminuir demais, ou ele vai se exaltar demais, ou ele se reduz a menos do que ele realmente é, ou ele se torna algo tão maior quanto ele é realmente chamado a ser. Em um caso, ele perde completamente a dignidade que ele tem. Em outros, ele perde os limites que ele tem. Em um caso, ele torna-se apenas uma máquina nesse mundo. Em outro, ele tenta usurpar o lugar de Deus. Em um caso, ele se trata como um pó sem significado algum. Em outro, ele se trata como um soberano que sabe de tudo que deve acontecer no mundo. A escritura rejeita os dois, esses dois erros ela rejeita. A Bíblia não permite que o homem seja tratado como banalidade, mas também não permite que ele seja tratado como uma divindade. O homem não é Deus, mas ele também não é descartável. O homem não é absoluto, mas ele também não é insignificante. O homem tem valor real, mas esse valor não nasce dele mesmo, ele nasce de Deus. Por isso, precisamos começar onde a revelação começa aqui. A Bíblia não abre eh com o homem tentando interpretar a si mesmo. Ela abre com Deus criando tudo, como a gente leu nas duas últimas mensagens. No princípio, Deus criou o céu e a terra. E isso muda completamente a nossa visão. Porque se a realidade começa de Deus, então a definição do homem também precisa começar de Deus. Não é o homem que vai iluminar a Deus. É Deus que ilumina o homem. Não é a criatura que explica o criador, é o criador que explica a criatura. O ser humano só pode ser compreendido corretamente quando ele é visto diante daquele que o fez. Essa verdade para nós é completamente libertadora. Se a criatura não é uma humilhação destrutiva, como as pessoas gostam de dizer hoje em dia, a gente pode ver aqui o contexto da verdade significa, de acordo com as escrituras que há origem, há um propósito, há uma ordem, um significado e uma responsabilidade pro ser humano. Significa que não precisamos inventar nada é de nós para nós. O que que significa nós mesmos? significa que existe uma verdade anterior aos nossos sentimentos, aos nossos desejos, às nossas crises e aos nossos discursos. Significa também que a nossa dignidade não depende da aprovação das outras pessoas, da nossa performance ou da nossa produtividade ou da nossa capacidade de nos afirmar. Nossa eh dignidade está vinculada ao fato de que fomos feitos por Deus. Portanto, o primeiro passo dessa mensagem precisa ser esse. Quando o homem tenta definir a si mesmo sem Deus, ele sempre vai terminar ou se diminuindo ou se idolatrando. Mas quando ele olha para Deus, ele começa finalmente a ver e entender quem ele realmente é. E essa inquietação humana não é algo acidental. O ser humano não apenas vive, ele consegue refletir sobre a vida. Ele não apenas sente, ele consegue interpretar o que que ele sente. Ele não apenas sofre, ele pergunta: "Por que que eu estou sofrendo aqui?" Ele não vai apenas envelhecer. Ele percebe o envelhecimento e procura dar um sentido do porquê do envelhecimento. O homem pergunta: "De onde que eu vim? Por que que eu existo? O que que está certo? Por que que está certo? Porque a maldade em mim e ao meu redor. O que que acontece depois da nossa morte? Porque eu desejo justiça e ao mesmo tempo eu pratico injustiça? Porque eu carrego a sede da plenitude em um mundo cheio de frustrações? Essas perguntas não são detalhes laterais da nossa experiência humana. Elas fazem parte da própria condição humana que nós temos. O homem é o tipo de criatura que não consegue viver por muito tempo sem interpretar a sua própria existência. Isso já mostra que ele não pode ser reduzido ao mundo material, como eu disse que a nossa cultura adora fazer. Nós vemos, por exemplo, uma pedra. A pedra existe, mas ela não interroga porque ela existe. Um animal reage, mas ele não formula questões sobre o sentido da vida, do por que aquilo tá acontecendo. O homem, porém, o que que ele faz? Ele consegue contemplar, comparar, lembrar, esperar, projetar, temer, julgar, se culpar, se justificar e perguntar. Há nele uma consciência, um senso de moral, uma percepção da transcendência e uma sede de sentido do que que está acontecendo aqui. O Salmo 8 nos coloca diante dessa tensão profunda e um profundo assombro que a gente pode ver nela. O salmista contempla a grandeza do céu. Então ele pergunta assim: "Quem é o homem para que com ele te importes?" A pergunta não diminuiu o homem até o ponto da insignificância. mas também não exalta ele indevidamente. Ele reconhece ao mesmo tempo a sua pequenez dentro da criação e sua dignidade eh diante do Criador. O homem é pequeno em escala, mas ele não é pequeno a ponto de ser sem significado. Há algo nele que não pode ser tratado como um banal. Em Eclesiastes 3:11, lança a luz sobre uma dimensão ainda mais profunda dessa inquietação. Diz assim: "Também pôs no coração do homem o anseio pela eternidade". Essa essa frase aqui explica muito, eu diria, do drama humano. O homem vive no tempo, mas ele não cabe no tempo. Ele nasce, ele cresce, ele trabalha, ele perde, ele celebra, ele adoece, ele envelhece, por fim, ele morre. E mesmo assim ele carrega dentro de si uma inquietação que nenhuma sucessão de dias consegue resolver na vida dele. Ele sente que há algo além do imediato que ele tá sentindo aqui. Nem sempre ele sabe nomear corretamente esse anseio, mas ele carrega isso o tempo inteiro. Deseja permanência em um mundo que ele percebe que é de transitoriedade. Ele busca algo que ultrapassa o visível. A eternidade foi colocada em seu coração. Ele anseia pela eternidade e por isso ele não consegue se acomodar completamente e tranquilamente no finito. Não é surpresa, então, que ao longo da história tantos pensadores tenham tentado responder a pergunta sobre o que que é o homem. Alguns definiram principalmente como um ser racional, outros o entenderam como um ser político, moral, eh desejante, social, trágico ou autoconsciente. Houve quem visse o homem como medidas eh medida das coisas. Houve quem o visse como um prisioneiro da ignorância. Houve quem visse o homem como ser marcado pela grandeza e ao mesmo tempo pela miséria. Houve quem tentasse explicar por sua mente, por sua liberdade, através da sua história, da sua sexualidade, da sua economia, da sua luta por poder ou por ser corpo. Todos nós já encontramos pessoas que definiram o mundo inteiro por uma dessas coisas. Tudo isso mostra que a pergunta nunca morreu nesse mundo, porque o problema nunca foi superficial. Sócrates, por exemplo, chama atenção pra necessidade de autoexame que nós temos. Platão. Platão falou do anseio que está acima do sensível. Aristóteles percebeu as dimensões racionais e sociais da natureza humana. Agostinho captou com profundidade a inquietação do coração. Pascoal viu, talvez, como poucos, a tensão entre a grandeza e a miséria do homem. Quinkarden expôs o drama interior do eu. E em termos mais recentes, surgiu a corrente que procura reduzir o homem à matéria, à economia, ao desejo que ele tem, ao inconsciente ou autonomia. radical. O ponto de lembrar isso não é dar autoridade final para esses filósofos que fizeram todas essas perguntas, mas perceber que até os maiores observadores da condição humana reconhecem que o homem é de algum modo um enigma para si mesmo. Eles tocaram em aspectos reais. Eles viram fragmentos, nomearam tensões, descreveram sintomas, mas eles não chegaram por si mesmos. A explicação correta é completa. Eles fizeram várias perguntas, eles chegaram à conclusão, mas a conclusão final nenhum deles chegou. A filosofia consegue identificar o drama desse mundo, mas a revelação vai nos mostrar o quadro inteiro. A razão humana consegue perceber as rachaduras que tem nesse mundo, mas não consegue eh reconduzir e reconstruir sozinha a estrutura da verdade. Sem Deus, o homem formula perguntas profundas, mas as respostas são sempre insuficientes. Isso explica por que a cultura contemporânea continua obserada pela identidade deles, pelo pertencimento que eles querem ter, pela autenticidade, pelo significado e pelo propósito que eles ficam procurando em qualquer lugar nesse mundo. E ele, ela continua perguntando porque a pergunta está gravada na própria existência humana, mas frequentemente eh geralmente as pessoas acabam respondendo com categorias quebradas. Porque é a única coisa que o homem tem sem as escrituras, tratando o homem ora como um simples produto biológico, ora como um projeto limitado de autoccriação. E aqui precisamos reconhecer duas faces da realidade humana, a grandeza e a miséria. Há no homem uma grandeza que nenhuma visão materialista que das pessoas que gostam desse ver esse mundo, apenas como átomos espalhados, consegue explicar plenamente. Ele, o ser humano, é levado demais para ser tratado como uma simples máquina. Há nele linguagem, uma consciência, arte, adoração, fome de justiça, capacidade de contemplação, senso de beleza e desejo por eternidade, onde você não vai ver em nenhum lugar mais da criação. Mas há também uma miséria nele que nenhum otimista humanista consegue curar. O homem é caído demais para ser tratado como a medida final da verdade. Ele sabe o que que é certo, mas ele escolhe o errado. Ele deseja justiça, mas ele pratica injustiça. Quer ser amado, mas ele fere o outro. Ele procura a pureza, mas ele mas ele sempre se contamina. Ele sonha por um sentido, mas ele foge do que realmente dá sentido para ele. Portanto, essa inquietação não desaparece e ela não é um defeito acidental. É uma evidência de que fomos feitos para mais do que o visível. Rejeitar Deus não elimina a pergunta sobre quem nós somos. Apenas vai distorcer a resposta final. O homem continua inquieto porque foi feito para mais do que a sobrevivência, consumo, prazer ou realização pessoal. O descanso da pergunta sobre a natureza humana só começa quando o homem se volta para Deus que o criou por fim. E se queremos realmente compreender a essência da natureza humana, precisamos reconhecer que o eixo central da identidade humana é a sua relação com Deus. O homem é criatura, ele não é criador. Ele é imagem, ele não é origem das coisas. Ele depende, ele não é autônomo. Aqui Gênesis 1: 26 e 27 nos dá um dos fundamentos mais preciosos de toda a antropologia bíblica. Diz assim: "Então disse Deus: "Façamos o homem a nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Criou Deus, o homem a sua imagem. A imagem de Deus o criou. O homem e a mulher os criou." E Gênesis 2:7 acrescenta o seguinte: "Então o Senhor Deus formou o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego de vida, e o homem se tornou um ser vivente." Esse texto eh não eh se detalha em detalhes periféricos. Eles são a base para entender quem nós somos. O homem não é autoexistente. Ele não é eterno em si mesmo. Ele não é um acidente. Ele não é fruto de forças impessoais. Ele recebeu vida e existe por conta da vontade divina e pertence a esse criador. Ele vive diante de Deus e para Deus. Isso significa que o homem não inventa a sua própria essência, ele recebe ela. O fato de a modernidade insentir na autodefinição não altera essa realidade. Por fim, o ser humano pode tentar se redefinir, ele pode tentar se reinterpretar, como fazem durante anos e anos em cada sociedade. E ele pode até se rebelar contra a sua condição, mas ele não consegue desfazer da verdade de que ele foi criado. E ser criado significa que existe uma verdade anterior a nós. Nossa humanidade não é um projeto autônomo que você tem. Você acordou nesse mundo e abriu os olhos nesse mundo. Você não definiu que você queria que isso acontecesse. É um dom, é um chamado, é uma vocação. A criatura não é autora de si mesma. E essa verdade, longe de ser opressiva, é profundamente libertadora para nós, porque nos livra da tirania de ter que fabricar o próprio sentido por nós mesmos. O significado da vida humana não está suspenso no vazio da autoafirmação que tantas pessoas gostam de fazer nesse mundo. Está enraizada no próprio criador. Agora, o que que significa ser eh ter sido criado a imagem desse criador? A imagem de Deus, em primeiro lugar, significa a dignidade humana. O valor do homem não nasce na sua performance, no seu intelecto, na sua beleza, na sua utilidade pessoal, no seu status, na sua força nesse mundo, na sua influência ou na aprovação pública das pessoas ao seu redor. O valor humano nasce do fato de que o homem foi criado à imagem de Deus. E isso significa que a dignidade não é conquistada por nós, ela é recebida de Deus. Ela não é produzida, ela é dada a nós. E isso, obviamente tem implicações imensas. O bebê na barriga da mãe tem dignidade. O idoso fragilizado tem dignidade. O pobre tem dignidade, o doente tem dignidade, o deficiente tem dignidade, o anônimo também tem. O estrangeiro tem dignidade. O homem não vale porque que porque ele impressiona os outros. Ele vale porque ele foi criado por Deus. Em segundo lugar, a imagem de Deus envolve a racionalidade que nós temos. O homem é foi criado com a capacidade de pensar, compreender, comunicar, interpretar, nomear as coisas, refletir e deliberar sobre o que está acontecendo. Isso não significa, obviamente, que a razão humana seja perfeita ou autônoma em si mesmo, mas significa que ela faz parte na maneira singular como o homem foi criado. O ser humano não apenas recebe os estímulos, ele interpreta os estímulos que ele tá recebendo. Ele não apenas vive nesse mundo, ele constrói linguagem sobre a sobre a vida. Ele não apenas reage às coisas que estão acontecendo ao seu redor. Ele tem capacidade de discernir o que que está acontecendo. Essa racionalidade, porém, não pode ser e nem deve ser idolatrada. Ela é um dom de Deus. Ela não é a divindade. Ela serve a verdade de Deus. Ela não substitui Deus. A linguagem de Deus também envolve uma consciência moral. O homem vive como um agente moral. Ele sabe ainda de que a gente pode dizer de modo distorcido pelo seu pecado, que existe o que que é certo e o que que é errado. Ele, por exemplo, mesmo se ele não souber de nada, ele sente culpa. Ele busca se justificar porque que aquilo aconteceu. Ele condena a injustiça quando a sofre, ainda que ele pratique ela contra os outros. Há nele um senso de obrigação moral que aponta para o fato de que ele não foi criado como um ser amoral. Ele vive diante de uma ordem moral estabelecida por Deus e colocado no nosso código final. Além disso, a imagem de Deus eh inclui a capacidade relacional que nós temos. O homem foi criado para relação com Deus e com o próximo. Ele entra em aliança, comunica-se, ama, sofre, serve, coopera e cuida dos outros. Há uma dimensão relacional na estrutura humana que reflete de modo, obviamente, na do modo de criatura do ser humano, algo da riqueza do próprio Deus. Há ainda uma dimensão de representatividade. O homem foi posto na criação com uma vocação, uma responsabilidade e uma mordomia. Ele não é o soberano absoluto na criação, mas ele também não é um elemento neutro na criação. Ele foi chamado a refletir no modo de criatura dele algo do caráter e do governo de Deus no exercício da sua vida no mundo. Em outras palavras, o ser humano foi criado para viver de modo que a glória de Deus se tornasse visível na forma como ele pensa, ama, governa, cuida, obedece e serve. Mas é muito importante também dizer que a imagem de Deus não significa, porque as pessoas adoram falar coisas que a imagem de Deus falando do ser humano, que na verdade não significa aquilo. Não significa, obviamente, que o homem seja divino. Não significa que ele compartilhe a essência de Deus. Não significa que ele é independente de Deus. Não significa que o ser humano tem uma igualdade de Deus, com Deus. não significa que ele tem licença para redefinir a sua própria natureza. A imagem de Deus eleva a dignidade da criatura, mas não apaga a distinção entre o criador e a criatura. Essa distinção é essencial para nós. Grande parte da rebelião humana nasce exatamente da recusa em permanecer no local de criatura que nós somos. O homem quer a glória, mas ele não quer submissão. Ele quer significado, mas ele não quer depender de ninguém. Ele quer dignidade, mas santidade ele não quer. Ele quer liberdade, mas ele não quer a verdade de Deus. Ele quer um valor, mas ele não quer ficar debaixo do senhorio de Deus. A verdade é a verdadeira dignidade humana não nasce da autoestima dele, mas da criação divina. O verdadeiro valor do homem não está em sua autonomia, mas em sua origem. O homem só entende a sua humanidade quando ele se submete ao Deus que o fez. Toda a vida humana é vivida diante da face de Deus. Não há uma área neutra. Nossas escolhas, pensamentos, afetos, palavras, relações e caminhos se desenrolam diante do nosso Deus. O ser humano é responsável moralmente perante o Criador. Ele não vive apenas diante da sociedade, não apenas diante da sua própria consciência, nem apenas diante da história que vai contar o que que você fez. Ele vive diante de Deus e isso muda tudo. Sem Deus, a dignidade humana perde fundamento. Porque se o homem é apenas matéria, por que que ele teria um valor intrínseco? Se Deus, sem Deus completamente, a liberdade que você acha que você deveria ter vira só uma rebelião. Porque a a liberdade passa a ser entendida não como viver corretamente sobre o senhorio de Deus, mas como a capacidade de negar a própria ordem da criação. Sem Deus, a identidade vira uma invenção. Porque as pessoas passam a imaginar que podem fazer a si mesmas sem referência a qualquer verdade anterior. Sem Deus, a moralidade vira uma construção, no final das contas, instável, sujeita ao poder que está sobre você, ao consenso, à cultura, ao interesse e ao desejo das pessoas que estão ao seu redor. Por isso, a glória do homem não está na sua independência de Deus, mas em ter sido criado para refletir esse Deus. E isso confronta profundamente o espírito do nosso tempo. O que que o nosso mundo diz? Torna-se livro de livre de qualquer autoridade para você finalmente contemplar a você mesmo. E o que que a escritura diz? Você só é verdadeiramente humano quando vive reconciliado com Deus que o criou. O mundo diz: "A dignidade está na sua autonomia". A palavra diz o seguinte: "A dignidade está em ser criado e ser criado e ser feito à imagem de Deus. O mundo eu defino a realidade." A Bíblia diz: "Deus define o homem". E a beleza nisso tudo. Ver-se como criatura não é cair em desespero, é ser resgatado de mentiras mais cruéis ali. Mentiras de que nós somos apenas química. Mentira de que precisamos inventar o nosso valor no nada que existe nesse mundo. Mentira de que devemos ser soberanos para ter dignidade. Mentira de que a nossa vida é um acidente. Em Deus, o homem aprende que ele é criatura. E exatamente por isso ele descobre que ele tem uma origem. E com isso ele descobre que ele tem propósito, responsabilidade e um valor real. fora de Deus, ele vai ele vai oscilar entre duas coisas: orgulho e vazio. Diante de Deus, ele aprende a verdade de Deus e sobre a si mesmo. Mas o homem não vive apenas em relação a Deus, como a gente viu nesse ponto. Ele vive também em relação a si mesmo. E aqui entramos numa dimensão muito importante da natureza humana. O homem possui uma vida interior profunda. Ele pensa, ele tem capacidade de projetar, ele teme, deseja, ama, odeia, sonha, fantasia, se culpa, se defende, se acusa e se justifica. A Bíblia fala de um homem interior em termos como um coração, como a mente, a consciência, a vontade e as afeições que nós temos. Isso significa que o ser humano não é apenas o exterior, ele não é apenas o comportamento observável pelas pessoas, ele não é apenas o corpo visível que você tá vendo. Há uma interioridade nele, há uma profundidade, há um mundo interno, há um drama invisível ali. E isso é um dom de Deus. A autoconsciência não é um acidente, é parte da maneira como nós fomos criados. O homem, ele sabe que existe, ele sabe interpretar a sua existência, ele sabe que seus desejos e decisões tem um peso. Ele não apenas sente, ele sabe o que que ele sente. Ele não vai apenas sofrer nesse mundo. Ele percebe que ele sofre. Ele não apenas falha. Ele reconhece em alguma medida que ele falhou. Essa capacidade de voltar-se sobre si mesmo faz parte da grandeza humana. O problema, portanto, não está em olhar para dentro. O problema começa quando o homem transforma o próprio interior em autoridade final, quando o se torna o trono nosso, quando o coração deixa de ser algo a ser examinado diante de Deus e passa a ser tratado como a voz suprema da verdade. A cultura atual do nosso tempo reforça esse erro o tempo inteiro. Siga o seu coração. Os seus desejos definem quem você é por fim. Ser fiel a si mesmo é a forma mais alta de verdade. A nossa cultura adora falar isso. Essas ideias parecem libertadoras, mas na prática elas vão ser completamente destrutivas para nós, porque entregam ao homem um peso que ele não foi criado para carregar. O coração humano não é infalível. A escritura não trata assim. O coração é profundo, mas ele também é enganoso. Nossos sentimentos são reais, mas eles não são soberanos para o que nós devemos fazer. Nossos desejos são intensos, mas eles não são autoridade final. A identidade não nasce da autoafirmação, ela nasce da criação e do chamado de Deus. Isso não significa desprezar o mundo interior, não significa tratar emoções como se elas fossem completamente relevantes, nem esmagar a complexidade da alma. Pelo contrário, significa levar a sério a alma o suficiente para não entregá-la às ilusões que nós somos tentados a ter. Há pessoas hoje que olham muito para dentro, mas nunca olham para cima. Ela examina os traumas da vida dela, as feridas. os impulsos, as carências, as frustrações, os sonhos, os medos, mas nunca os colocam sob a luz da palavra de Deus. E por isso elas vivem confusas, porque a introspecção sem a revelação de Deus só produz confusão no fim. O homem olha para dentro e encontra reflexo quebrado dentro dele. Ele encontra contradição, ele encontra impulsos bons e maus. misturados. É difícil de só você conseguir ver o que que é bom e o que que é ruim. encontra uma sede de amor e orgulho, de carência e rebelião, de culpa e autodefesa. Autoconhecimento sem arrependimento só vai produzir uma ilusão. A pessoa pode aprender a nomear os seus sentimentos, a organizar narrativas, reconhecer padrões, mas ainda assim ela é uma prisioneira do seu próprio ego. pode até conseguir uma um vocabulário sofisticado para falar de si próprio, mas sem a verdadeira transformação. Ele pode interpretar dores sem confessar o seu pecado. Pode falar muito de identidade e pouco de santidade. Pode se comprometer psicologicamente e continuar rebelde espiritualmente. Identidade sem Deus produz uma idolatria do eu. No final, a alma humana é profunda, mas ela não é soberana. É por isso que o homem não foi criado para interpretar a si mesmo de um modo autônomo. Seu interior precisa ser lido à luz da verdade de Deus. O coração precisa ser sondado por Deus, corrigido por Deus, consolado por Deus e governado por Ele. Quando a pessoa olha para dentro, ela corre o risco de fazer a própria alma um labirinto sem saída. Mas quando olhar para dentro, quando ele olha para dentro com a palavra de Deus aberta diante dele, ele encontra finalmente o discernimento. Aprender a distinguir entre a convicção e o autoengano, entre o afeto legítimo e o desejo corrompido, entre a dor real e a rebelião da idolatria, entre a identidade recebida e a persona construída. Ao mesmo tempo, a Bíblia também nos protege do outro extremo, que é desprezar completamente o que é interior. Não somos chamados para viver na superfície desse mundo. Não somos chamados a fingir que o nosso coração não existe. O homem interior importa. Deus vê o nosso coração. Deus pesa o espírito. Deus chama o seu povo a guardar o coração, a renovar a sua mente, a purificar as suas afeições, a mortificar os seus desejos pecaminosos e amar com sinceridade. O problema não é ter uma interioridade, é adorar ela. O problema não é você sentir, é canonizar o seu sentimento como a única coisa que importa pro que você vai fazer. O problema não é perceber o seu desejo, é entronizar o seu desejo a ponto de que ele que vai te conduzir nesse mundo. Sem Deus, o homem ou é uma eh um consumo pela autoacusação, ou ele se protege o com a autojustificação. Ora, ele está afundado em culpa e sem esperança alguma. Ora, ele se exalta com orgulho, sem arrependimento, mas diante de Deus, ele aprende a verdade completa. Ele foi criado com dignidade. Ele carrega a imagem de Deus, mas ele está profundamente desfigurado pelo pecado. Ele tem um valor real, mas ele não é a sua própria salvação. Ele tem uma interioridade real, mas ele precisa da iluminação de Deus. Ele tem uma alma profunda, mas ele precisa da redenção que só Deus dá. E assim a relação do homem consigo mesmo começa a encontrar uma ordem. O autoconhecimento sem Deus não produz luz suficiente. Ele produz um espelho quebrado. Somos diante de Deus e e somente ali com Deus que o homem pode se reconhecer sem se perder em si mesmo. Mas o homem também vive em relação ao próximo. Ele não foi criado para o isolamento. A relacionabilidade humana faz parte da estrutura da criação, está profundamente ligada à responsabilidade moral do ser humano. Gênesis 2 deixa isso muito claro quando Deus diz o seguinte: "Não é bom que o homem esteja só". Essa palavra não é apenas uma observação sobre uma carência afetiva que o homem tinha. É uma revelação sobre a estrutura humana. O homem foi feito para a convivência, para a comunicação, para a aliança, para o cuidado, para o serviço e responsabilidade e amor. O outro não é um detalhe da experiência humana. O próximo não é uma interrupção acidental do seu projeto de vida. O próximo faz parte do cenário em que a minha própria humanidade se manifesta. E isso aparece em todas as dimensões da existência humana. Na sua família, na sua amizade, na sua comunidade, no seu trabalho, na sua linguagem, no seu cuidado, na sua responsabilidade mútua, no seu serviço sacrificial. O homem amadurece em relação, sofre em relação, aprende em relação, peca em relação e também pode servir, amar, reconciliar, edificar em relação. A própria linguagem nos mostra isso. Fomos feitos para falar, ouvir, responder, prometer, consolar, exortar e ensinar as outras pessoas. A relacionabilidade não é um adorno na vida humana, é parte da sua constituição. Mateus 12, do 29 ao 31 nos mostra que o amor ao próximo está ligado inevitavelmente ao amor de Deus. Não existe verdadeira espiritualidade que trate as pessoas como se fosse relevante. O outro deve ser visto com dignidade porque também carrega a imagem de Deus. Isso significa que usar as outras pessoas, desprezar elas, manipular elas ou desumanizar elas é atacar a ordem criacional. O próximo não é um recurso para você usar, não é um objeto para o seu consumo, não é uma ferramenta para os seus fins, não é uma peça para o meu projeto de poder, ele é uma criatura de Deus. E esse fato exige uma resposta moral, existe respeito, verdade, justiça, compaixão e responsabilidade da sua parte. Mas aqui é preciso fazer uma correção importante, porque muitos dos discursos cristãos quando vão falar do amor ao próximo, dessa acaba falando de uma maneira rasa e às vezes até prejudicial. No final das contas, o amor ao próximo não significa uma ausência de discernimento do que está acontecendo. Não significa chamar todo o acesso relacional como saudável. Não significa se tornar um refém emocional ou espiritual ou moral que seja de pessoas perversas, manipuladoras ou destruidoras. não significa abolir a prudência, os limites, o confronto, eh um o confronto, a repreensão ou afastamento necessário em certas situações. Em um mundo caído como nós estamos, o amor e o discernimento não se opõem. Eles têm que andar unidos. O amor bíblico não é um sentimento ingênuo, não é uma aceitação passiva de qualquer dinâmica humana, não é negar a realidade de que o mal existe nesse mundo. E da e muitas vezes ele aparece com uma aparência de bondade. Há situações que a forma mais amorosa de você agir não é uma proximidade restrita, mas um limite justo, a verdade clara e a recusa em participar do pecado. E isso é muito importante porque existem pessoas esmagadas por uma falsa culpa, como se estabelecer uma distância de vínculos abusivos, que seja, fosse uma prova de uma falta de amor. Não é. O amor bíblico não é a cumplicidade com o pecado, nem uma submissão ao mal, nem uma permanência cega em estruturas que vão destruir a sua alma. Há relações em que a mentira se instalou, em que a manipulação domina, em que o a violência corrói e que a maldade exige não apenas paciência, mas discernimento, verdade. Em certos casos, até o afastamento. Amar não significa alimentar. É o que desfigura a imagem de Deus no outro e destrói a própria eh integridade moral. Isso não significa dizer, é óbvio que amor cristão é frio, calculista e autocentrado. Muito pelo contrário, quer dizer apenas que o amor bíblico é santo, mas ele não é apenas emocional. É um amor que inclui misericórdia, mas também a verdade. Compaixão, mas também sabedoria. Perdão, mas não negação da realidade. Paciência, mas não participação no mal. Às vezes amar vai significar acolher com ternura a pessoa. Às vezes significa confrontar com firmeza como um pai disciplinando seu filho. Às vezes significa ajudar de perto. Às vezes significa negar-se a reforçar uma uma dinâmica perversa que só vai fazer mal para todo mundo ao redor. Às vezes significa abrir uma porta, às vezes fechar ela para que o pecado, para aquele pecado que viia sendo usado, eh, que pode causar destruição final. O amor bíblico nunca é indiferente, mas ele também não é ingênuo. A verdade bíblica não nos autoriza a nos tornar pessoas fechadas ao outro, arrogante, indiferente ao sofrimento dos outros ou dispostos a descartar o próximo com facilidade. O padrão continua sendo este: amar a Deus e ao próximo. O outro continua sendo alguém a ser visto com dignidade. Continua sendo alguém cuja humanidade não deve ser desprezada ou instrumentalizada. continua sendo alguém diante do qual eu devo agir com justiça e verdade. Vivemos num mundo que transforma pessoas em números, plateias, mercadorias, degraus, obstáculos ou apenas uma utilidade. O pecado sempre vai instrumentalizar o próximo, mas o chamado de Deus é para a humanidade. Para a humanidade vai na direção completamente oposta. A relação humana só encontra a ordem verdadeira na lei de Deus. Isso significa que a imagem de Deus no próximo existe respeito por nós. Exige que eu não minta para expolar ele. Não o manipule para o meu benefício. Não humilhe para me exaltar. Não use para o meu prazer. Não despreze porque que ele é porque ele é fraco, diferente ou incomum ou incapaz de me servir. Amar biblicamente ao próximo não é romantizar vínculos doentes, mas agir diante das pessoas com verdade, justiça, misericórdia e sabedoria. Portanto, eh quando nós desumanizamos o próximo, nós acabamos esquecendo que ele não é um recurso, nem um obstáculo para nós, mas uma criatura de Deus. Amar essa criatura não é alimentar o mal, mas responder a ela segundo a verdade de Deus. Às vezes com proximidade, às vezes com confronto, às vezes com um cuidado direto e às vezes com limites necessários. em todos os casos, com o temor de Deus, integridade moral e a lembrança de que a nossa humanidade também se revela na forma como nós tratamos os outros. Além disso, o homem também é um ser ordenado. Ele foi criado com estrutura, vocação, limite e governo. A ordem de Deus não é uma opressão, é bondade criacional. O homem não foi criado para o caos. Deus deu a ele um lugar, uma função, uma responsabilidade e limites. Desde o princípio, eh, a vida humana aparece na Escritura dentro de uma moldura sábia que a gente pode ver. Corpo e alma, trabalho e descanso, adoração e obediência, domínio responsável e sujeição a Deus, liberdade sob a autoridade de Deus. O homem foi chamado a cultivar, guardar, governar e servir sob o senhor senhorio de Deus. Não foi criado como uma energia solta nesse mundo, sem direção, sem forma, sem responsabilidade alguma. E isso é importante porque o nosso tempo aprendeu a suspeitar da ordem. Qualquer limite é visto como uma prisão. Qualquer estrutura dada por Deus é vista como uma ameaça, a autonomia. Qualquer autoridade acima do eu é interpretada com opressão. Mas a Bíblia nos ensina o contrário. Os limites de Deus protegem a criatura. A orda criada por Deus não diminui o homem. Ela o protege de ser de se perder em si mesmo. Uma vida humana sem referência à ordem divina não a torna mais plena, torna ela confusa. Quando o homem abandona a estrutura dada por Deus, ele não se torna mais humano, mas ele se torna mais, a gente pode dizer, desintegrado. Pense nisso. Liberdade sem verdade não é liberdade verdadeira, é só uma desorientação que você está. Desejo sem governo não é a plenitude, é a escravidão do seu eu que você está aí. Vida sem limites não é abundância, é a ruína do homem. O homem foi criado para florescer no lugar, no local para qual ele foi feito. E isso inclui aceitar que ele não é Deus. inclui aceitar que existe um ritmo, uma estrutura, uma ordem moral, uma vocação e um chamado para ele. O ser humano desordenado não é mais livre, ele é mais escravo do que ele era. A bo e boa parte do sofrimento moderno vem exatamente dessa tentativa de de eh reinventar o homem contra o criador. A paz não nasce da quebra da ordem criada, mas da harmonização da vida ao propósito de Deus. Reinventar um homem sem Deus só produz uma ruína com a com aparência de emancipação do homem. E o homem vive ainda hoje em dia em relação ao tempo. Ele nasce, ele cresce, envelhece, perde, recorda, espera e por fim ele morre. Ele sabe que a sua vida é breve. Ele sente o peso do tempo no seu corpo. Ele não Ele não apenas vive os dias, ele tenta interpretar os dias que eles estão vivendo. Há algo, a gente pode dizer profundamente humano na consciência da passagem do tempo. O homem sabe que o ontem já passou, não tem mais o que ele fazer. O hoje está escorrendo entre as mãos. que está passando. O amanhã vem carregado de esperanças, mas de temor também. Eclesiastes 3:11 nos ajuda a entender por essa experiência é tão intensa. Deus colocou a eternidade no coração do homem. Diz ali, "Vivemos presos ao relógio, mas com um coração inquieto diante da eternidade. Isso explica a nostalgia que nós sentimos, o temor da morte, a busca por um legado, o desejo de permanência, as perguntas sobre juízo e eternidade. O homem é finito, mas não consegue viver satisfeito apenas com o tempo finito que nós temos aqui. Tenta vencer o tempo por meio de obras. memórias, influências, filhos, patrimônios, fama, imagem, projetos, qualquer coisa que possa falar sobre ele na eternidade nesse mundo. Mas nada disso aquiieta completamente a sua alma. O coração humano tem sede de algo que o tempo não pode entregar para ele. A consciência do tempo deveria produzir humildade e sabedoria. Deveria nos ensinar a contar os nossos dias. Deveria nos lembrar que a vida não pode ser vivida como se ela fosse infinita aqui. Viver bem viver consciente da brevidade da nossa vida. O tempo não deve ser idolatrado nem desperdiçado. A finitude humana deve conduzir cada um de nós a dependência de Deus. Só Deus pode ensinar o homem a interpretar corretamente o passado, o presente e o futuro. Só nele a memória não vira prisão. O presente não vai virar o desespero e o futuro não vive, não vira um terror absoluto para nós. E aqui nós xingamos então ao último ponto dessa reflexão. A essência da natureza humana só é corretamente entendida quando o homem é visto em relação ao criador. O homem pergunta: "Quem eu sou?" E ele possui interioridade. Ele vive em relação ao próximo. Ele foi criado em ordem. Ele vive no tempo, mas ele carrega uma sede de eternidade. Toda tentativa de defini-lo sem Deus fracassa, porque arranca a criatura da fonte do seu significado. O homem foi criado com dignidade, mas essa dignidade foi completamente desfigurada pelo pecado. Por isso, a humanidade eh a humanidade concreta que vemos hoje não corresponde plenamente a humanidade para a qual e como ela foi criada. Há ainda imagem, mas há uma distorção. Há grandeza, mas com o pecado também há ruína. Agora há consciência, mas há culpa em você. Há valor, mas há rebelião. E é por isso que não basta entender a estrutura do homem. Precisamos ter a necessidade da redenção. Em Cristo vemos a verdadeira humanidade sem distorção. Obediência, santidade, amor, submissão, verdade e perfeita comunhão com o Pai. O que o homem deveria ser e ali em Cristo está plenamente ali na cruz. Nós vemos ao mesmo tempo a gravidade do pecado humano e o amor redentor de Deus. Na cruz fica clara, claro, que o homem não pode salvar a si mesmo. Na cruz fica claro que a restauração da humanidade não vem da autoexpressão nossa, mas da redenção vinda da cruz. No calvário, Cristo toma sobre si a culpa do homem caído para reconciliação com pecadores diante de Deus. A verdadeira humanidade não é encontrada na autonomia, mas na reconciliação com o criador por meio do filho. O homem só entende quem é verdadeiramente quando ele olha para Deus e só é restaurado verdadeiramente quando quando ele vem para Cristo crucificado, que morreu por nós. Amém, irmãos. Deus, nós te agradecemos por esse dia, que essa mensagem sobre a natureza do homem, sobre como nós somos, sobre como nós somos caídos e aonde está a nossa verdadeiro significado, aquela pergunta do início, meu Deus, o que que é o homem? Nós, só encontramos plenamente a resposta em ti. As pessoas podem pensar, as perguntas, pessoas podem procurar o significado nesse mundo, em qualquer lugar, mas no final elas só encontram desilusão, frustração e que o que realmente ela precisava, ela não encontra, que é a ti. A gente só encontra isso na tua palavra, no no teu filho crucificado. Só quando nós contemplamos a ti, nós encontramos o nosso verdadeiro significado. Só quando nós olhamos para ti, nós olhamos a verdadeira dignidade que o homem tem. Porque a única dignidade que nós temos é porque nós fomos criados por ti, meu Deus. Fomos feitos à tua imagem. E esse é a dignidade que nós temos por conta de ti. E por isso nós desejamos cada vez mais nos voltarmos para ti, para que assim nós possamos contemplar eternamente, que é o nosso desejo mais profundo, eternamente observar a ti, meu Deus, adorar a ti e meditar em ti eternamente, em nome de Jesus. Amém. Uh. Amém. Irmãos. Vamos ficar de pé. Nada é mais necessário do que uma visão correta do coração humano. O problema hoje e sempre foi, mas cada vez aumenta, né? é que a antropologia bíblica, a sociologia bíblica, a psicologia bíblica está num extremo oposto a humanista secular e os diagnósticos são muito diferentes e você não pode tentar juntar as duas coisas, queridos. O problema é que quando nós perguntamos a um cristão hoje sobre seus problemas, quase sempre ele vai dizer que os seus problemas são e ele vai dar o diagnóstico que o mundo dá. Ele vai usar exatamente eh aquilo que é oposto ao que Deus diz. Certa vez Josué e também Elias chamou Israel e disse: "Vocês devem decidir quem vocês vão seguir?" Elias, por exemplo, diz: "Se vocês querem seguir Baal, então sigam. Se vocês querem seguir a Deus, o sigam. Chega de andarem cocheando entre dois caminhos. Deus diz como é sua alma. Ou o mundo diz. Josué disse: "Eu não sei o que que vocês vão fazer, mas eu e minha casa serviremos ao Senhor. Cada um de nós está nesse lugar nos dias atuais. Quando olhamos problemas dentro da nossa coração, nossa alma, nossa sociedade num homem, ou nós vamos ficar com diagnóstico de Deus ou do homem, nada mais destrutivo do que tentar misturá-los, do que explicar parte de nós pelo que o mundo diz, o humanismo secular e parte pelo que Deus diz. Você fica no pior dos mundos. Você fica realmente coxeando entre dois caminhos. Você não pode abraçar aquilo que Deus fez na cruz definitivamente. O diagnóstico de Deus diz que não há não há nada bom e não diz que aquilo que não é bom em nós é por causa dos nossos ambientes ou dos nossos da nossa bioquímica que não funciona direito ou eh de nenhuma das coisas que nós gostamos nos agarrar é um diagnóstico terrível. diz que nós devemos abraçar toda a culpa e não há nada em nós redentor. Portanto, se nós somos salvos, eu vou pedir que os irmãos entreguem os elementos da Santa Ceia. Se nós somos salvos, 100% a nossa salvação tem que estar sobre a obra de Cristo. E 100% é 100%, queridos. Nada pode ser atribuído a nós, porque não há nada em nós redentor. Cada coisa tem que ser atribuída aquilo que Jesus fez por nós e aquilo que Jesus comprou para nós. Se você atribuir 0,01% da salvação de um homem ao que ele fez, então você perdeu a salvação de Deus. Porque você pode pensar assim, por que que alguém eh atribuiria a si mesmo 0,01%, isso seria um problema, porque o ego humano usaria exatamente isso para comparar com os outros. E no final, aquilo que definiu quem eu sou agora e na eternidade é o que eu fiz e não o que Deus fez. Você não pode coxear entre dois caminhos, nem que você queira dar muito para Deus e pouco para o mundo. Não é o que acontece hoje, não é? As pessoas dão muito para a sabedoria do mundo, muito pouco para de Deus. Às vezes que fosse um pouquinho, a pessoa teria perdido a verdade. Paulo disse: "Nada me propus saber entre vós, a não ser Cristo e este crucificado." Aí está o único caminho da salvação do homem, que leva o homem para o lugar para o qual Deus o fez. É por isso que nós celebramos a Santa Ceia. Quando tomamos o cálice, comemos o pão, estamos dizendo que não nem sequer nos perturba as definições que o homem quer dar de si mesmo. A mente humana é inimiga de Deus. O coração do homem é a coisa mais enganosa que existe, segundo a Bíblia, porque nós a ouviríamos. Porque nós ouviríamos uma mente que é inimiga de Deus, a mente natural, ou o coração do homem que é totalmente corrupto, porque nós pegaríamos uma porcentagem disso para misturar com a clara revelação de Deus sobre quem somos, como somos transformados. Quando tomamos da ceia e não abraçamos tudo que Deus diz sobre nós fora de Cristo e em Cristo, não estamos discernindo aquilo que eh ele fez. E nós devemos tomar da Santa Ceia. Tem cristãos que eles acham que a vida deles não tá muito boa, então eles não tomam. Mas tomar da seia é uma ordem. A própria decisão de não tomar da ceia, porque ele acha que, né, ele não quer consertar alguma coisa, sei lá o quê, é uma nova desobediência. Porque a Bíblia não diz assim: "Examinai vós mesmos e então não tomem ou então tomem". Diz assim: "Examinai vós mesmos e tomem. Examinem-se. Coloquem-se diante de Deus. Coloquem diante dele aquilo que não está de acordo com o que ele diz e então tomem. Vocês não podem deixar parte da vida de vocês fora daquilo que ele diz. Então, quando nós estamos no corpo de Cristo, nós não temos escolha, não é? Nós temos que nos examinar para ver o que não está honrando Deus e então colocar diante dele a realidade disso e tomar da Santa Ceia e não tomar achando que isso é um ato correto, quando na verdade estamos desobedecendo o que ele ordenou para nós. que nós venhamos não só a abraçar 100% do diagnóstico de Deus da nossa alma, da nossa sociedade, nós fazermos isso com alegria, porque nós quando olhamos para o que Deus diz, como disse para nós essa manhã, nós falamos ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria quanto do conhecimento de Deus. Quão insondáveis são seus caminhos, quão impenetráveis. Quem conheceu a mente do nosso Deus? Quem primeiro deu a ele para depois receber? Porque dele, por ele, e para ele são todas as coisas. Glória, pois sejam dadas a ele eternamente. Amém. Vamos cantar. Vamos cantar enquanto os irmãos estão distribuindo os elementos da ceia. Vem, Deus. Aleluia. Deus mostrar em nós teu viver. Mostra, [canto] Jesus por graça. Quebraste os nossos grilhões, Pai, e livres [canto] somos para sempre. Quem vai [canto] nos separar do teu amor? Soberano [música][canto] e eterno és o Senhor, és o poder. [canto] Tu és a luz [música] que não louvará a ti, Senhor, [canto] pois só tu [música] és eterno Deus. A [canto] vida [música] tens em ti nada debes tudo [canto] das nós [música] somos os vasos de tua graça. [canto] Só [música] em Cristo, tu nos amaste, nos chamaste para [música][canto] ti. Santo Deus, soberano e eterno, és o Senhor, [música][canto] és o poder. Tu és a [canto] luz quem [música] não louvará a ti, Senhor, [canto] pois só tu és eterno [música] Deus. Para sempre nós vamos cantar quem tu és. [música] >> Cantar tua beleza [canto] sem fim. cantar [música] teus atributos, ó Deus e [canto] rei. [música] Sim, Deus, vamos cantar quem tu és. Cantar tua [canto][música] beleza sem fim. Cantar teus atributos, [música][canto] ó Deus. >> [música] >> Só na cruz, [canto] Deus vamos nos gloriar. Nela [canto] temos paz. Cruz [música] onde teu filho morreu. [canto] Fez expiação por teu povo. [música] >> Abastou toda [canto] a ira. e pagou o pecado, [música] nos levando [canto] a ti, [música] Deus Pai soberano e eterno. És o Senhor, [música][canto] és o poder. Tu és a luz [música][canto] quem não louvará a ti, Senhor, [canto] pois só tu [música] és eterno [canto] Deus e eterno. [música] És o Senhor, [canto] és o poder. Tu és a [música] luz queem não [canto] louvará a ti, Senhor, [música] pois só tu és eterno [canto] Deus soberano e eterno. És o Senhor, [música][canto] és o poder. Tu és a luz quem não louvará a ti, Senhor, [música][canto] >> pois só tu és eterno Deus. [canto] Cantarei teu amor, Senhor [canto] Deus és o poder. Tu és a luz [canto] que não lou cantarei [música] tua beleza sem fim, pois só tu és [canto] eterno Deus. Cantarei com a bondade de Deus. Bondade e misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida. Se um dia a bondade e a misericórdia nos deixasse, ah, queridos, seria o dia da nossa da nossa perdição, sem nenhuma chance. Então, a ideia de que nós perseveramos para alguma coisa em nós é ficar completamente cego para a bondade e a misericórdia de Deus que nos seguem todos os dias. Começou a obra e irá terminar. tão somente pelos méritos de Cristo. Nós te agradecemos, Deus. É desesperador Deus vermos o diagnóstico sobre o coração, a mente, a alma humana sem o evangelho. Ó Deus, mas quando nós ouvimos, Senhor Deus, o diagnóstico tão terrível, podemos ter, Senhor Pai, o pano de fundo onde vemos brilhar a tua graça, Senhor Pai, a glória da tua graça. E aí, Senhor Pai, compreendemos em parte porque, Senhor Pai, o Teu plano eterno, Senhor Deus, visou glorificar, Senhor Pai, colocar no lugar, ó Deus, que brilhasse mais teu caráter, a sua graça. Então, Senhor Deus, ela está sobre esse pano de fundo tão escuro que é, Senhor, Pai, o homem morto em delitos e pecados. Sabemos que só temos uma fonte de vida e ela está em seu filho. Sabemos, Senhor Pai, que só, Senhor, Pai, temos uma fonte de alimento e ela está no pão da vida. Sabemos que há só uma fonte, Senhor Pai, de saciedade para sede, Senhor, Pai, sem fim das nossas almas. E ela está em Teu filho, que é a água da vida. Que nós possamos, Senhor Pai, sempre, sempre, Senhor Pai, saber que todas essas coisas fluem apenas do Calvário. Em nome de Jesus, comamos todos do pão, queridos. >> Mortos, Deus, mortos em delitos e pecados. O que mortos fazem? Mortos precisam ser pai de uma voz soberana, que os tire da sepultura. Mas como tirar, Senhor Pai, mortos da sepultura que merecem estar lá? Entregue as suas próprias paixões e concupiscência, Senhor Deus, como ser justo e justificador. Quem poderia, Senhor Pai, pensar, Senhor Deus, que algo assim seria possível? E quando Senhor Pai, a tua sabedoria se manifestou na cruz, ô Deus, ela era maravilhosa e terrível, maravilhosa, Senhor, Pai, porque realmente era um meio, Senhor Pai, pelo qual tu podias ser justo e justificador, ô Deus, tu podias, Senhor, ó Pai, a justiça e aí a misericórdia podiam se beijar realmente, Senhor Deus, mas, Senhor Deus, é terrível, porque senão Pai, o preço, Senhor Deus, é inimaginável para nós. Nunca vamos, Senhor Pai, sequer arranhar o conhecimento das profundezas, ó Deus, das misérias que o teu filho experimentou. Ninguém, Senhor Pai, podia pensar num plano em que o próprio Deus, Senhor Pai, se despise de glória, Senhor Deus, e nu e desprezado e cuspido, fosse preso no madeiro, amaldiçoado, Senhor, Pai, e por fim debaixo da sua ira infinita. Mas, Senhor Pai, o que mais poderia mostrar uma graça maior, ó Deus, uma glória maior, Senhor Deus, obrigado. Que nós possamos realmente, Senhor Pai, não ter nada, Senhor Deus, para nós, a não ser Cristo e crucificado. E nada para pregar ao mundo, a não ser Cristo e crucificado, agora e sempre, em nome de Jesus. Amém. Tomemos todos do cálice, queridos. Obrigado, Deus, que todas essas coisas, a palavra pregada, Senhor Pai, ó Deus, a comunhão dos santos na Santa Ceia possam pregar aos nossos corações. E nós, Senhor Pai, não só achamos que isso é suficiente, mas que isso, Senhor Pai, faz transbordar o nosso cálice, de tal maneira que não tem lugar nele para mais nada, senão Pai, que o mundo queira colocar ali. O nosso cálice transborda em Cristo, em nome de Jesus. Amém. Vamos cantar. Vamos cantar encerrando esse momento. Vamos estar aqui hoje à noite, se Deus quiser, meditando na palavra, nos alegrando em nosso Deus. P [canto] [música] onde eu me [canto] esconderia da tua presença, meu Meu Senhor. E mesmo que trevas me encontrem, tua luz brilhará [canto] ao meu redor. Cristo, minha força, [canto] >> força. >> Senhor, >> tu és fiel, és fiel a [canto] mim. Cristo, libertador, [música] libertador, >> protetor, protetor em todo tempo. [canto][música] Deus é tão bom. [música] >> Quem me ama [canto] como Jesus morreu por mim [música][canto] numa cruz. Quem me ama como Jesus. [música] >> [canto] >> morreu por [música] mim numa cruz. [canto] No [música] ventre eu fui formado. Tua graça me deu olhos para ver. [canto] E no tempo eu fui chamado. Na eternidade Deus me amou. [música][canto] Cristo minha força. >> Força [canto] >> Senhor, >> tu és fiel. [música] >> És fiel a mim. [canto] Cristo, libertador, [música] >> libertador, >> protetor, >> protetor >> em todo tempo. Deus é tão bom. [canto][música] >> Quem me ama como Jesus [música][canto] morreu por mim numa cruz. >> Quem [música] me ama [canto] como Jesus. morreu [canto] por mim numa cruz. Quem me ama como [música] Jesus morreu por mim numa cruzia. [música] >> Quem me [canto] ama como Jesusu por [canto] uma cruz. Tu és tão bom, Deus. Sim. >> Inabalável, incomparável. Fico maravilhado. [música] >> Tu és tão bom Deus, inabalável, [canto] incomparável. [música] >> Fico maravilhado, [canto] maravilhado. >> Tu és tão bom, Deus. Inabalável, incomparável, [música][canto] maravilhado, >> maravilhado. Tu és [música] tão bom [canto] Deus, inabalável, incomparável. Eu fico maravilhado, [música][canto] >> maravilhado. >> Fico maravilhado, >> maravilhado, >> maravilhado, [canto] >> maravilhado, [música] >> maravilhado. >> Fico maravilhado, >> maravilhado, >> fico maravilhado, >> maravilhado, [música] >> maravilhado, [canto] >> maravilhado, >> maravilhado. >> Fico maravilhado quem me ama [música] como Jesus. >> [canto] >> ama morreu por uma cruz. >> [canto] >> Quem me ama como [música] Jesus morreu por mim numa cruz [música] me [canto] ama como Jesus [música] >> morreu por mim uma cruz [canto] >> que me [música] ama como Jesus morreu por [canto][música] outro cruz. >> Aleluia. Amém. Amém. Nunca interprete teu dia para tentar pensar no amor de Deus. No dia muito escuro, muito mal, sinta o amor de Deus. No dia bom. Sinta o amor de Deus. Não porque eu disse: "Tá bom". A Bíblia diz assim: Deus prova o seu amor para conosco. Prova no presente em que Cristo morreu por nós. Tá no passado, tá vendo? Então, todo dia ele nos prova o seu amor porque o seu filho morreu e não pelo que está acontecendo naquele dia. Então, sinta assim o amor de Deus todo dia, independente do dia. Então, você vai ter o suficiente para enfrentar todos os dias. Leve-nos na tua paz, Deus. nos deseram, pai, cada vez mais a tua graça. A tua graça nos trouxe, a tua graça nos instruiu, Senhor Pai. Nós sabemos que precisamos dela, Senhor Pai, para aplicação diária disso aos nossos corações, nos santificando. Faça isso por amor do teu filho, pelo poder do teu espírito e pelo grande amor com que tu tem nos amado, em nome de Jesus. Amém. Que os irmãos sigam na paz do Senhor. Amém.