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A fé vem pelo ouvir

Jesus ensina a orar – Culto Matutino – Rev. Allison Kayter – 29-03-26

Jesus ensina a orar – Culto Matutino – Rev. Allison Kayter – 29-03-26

Jesus ensina a orar – Culto Matutino – Rev. Allison Kayter – 29-03-26

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
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Legendas automáticas:

Meus queridos irmãos, graça e paz. Deus
abençoe a vida de todos que aqui estão.
Abra a sua Bíblia, por favor, comigo
no Evangelho de Mateus,
no capítulo de número 6 e o versículo de
número 9. Nossa leitura nesta manhã é do
verso 9 até o versículo de número 15.
Lembrando algumas coisas que nós já
tratamos neste capítulo, nós vimos que o
Senhor Jesus está fazendo correções
quanto a três assuntos que eram de suma
importância para os judeus. Para que
você fosse um homem piedoso, você
precisava ser um homem que dava esmolas.
Você precisava ser um homem caridoso, no
caso, precisava das orações e também do
jejum. No sermão passado, nós falamos a
a respeito da correção que o Senhor
traz.
sobre a oração, porque haviam orações
que eram mais performance do que de fato
adoração ao nome do Senhor, além do que
muit das vezes repetições de palavras
como um verdadeiro blá blá blá, não é?
Mas a partir do versículo de número no 5
ao Jesus fala como não orar. No nosso
texto dessa manhã, o Senhor Jesus vai
ensinar para nós, então, uma oração
modelo, como nós devemos orar. Mateus,
no capítulo 6, no versículo de número 9,
diz assim: "Portanto, vós orareis assim:
Pai nosso que estás nos céus,
santificado seja o teu nome, venha o teu
reino, faça-se a tua vontade, assim na
terra como no céu. O pão nosso de cada
dia dai-nos hoje. E perdoa-nos as nossas
dívidas, assim como nós temos perdoado
aos nossos devedores. E não nos deixes
cair em tentação, mas livra-nos do mal.
Pois teu é o reino, o poder e a glória
para sempre. Amém. Porque se perdoardes
aos homens as suas ofensas, também vosso
Pai celeste vos perdoará. Se, porém, não
perdoardes aos homens as suas ofensas,
tampouco vosso Pai vos perdoará as
vossas ofensas. Senhor Jesus, nós te
louvamos, Pai. Tu és digno, merecedor de
toda honra e toda glória. O teu povo se
reúne neste lugar para adorar ao Senhor.
Tu és, Pai, a quem a nossa alma se
curva, a quem nós nos rendemos. Cantamos
louvores ao teu santo nome e agora,
Senhor, nos assentamos para ouvir a
exposição da tua palavra. Tenha
misericórdia de mim como ministro, do
teu povo que escuta, para que não
sejamos apenas ouvintes, mas praticantes
da tua palavra. Senhor, nós te amamos e
pedimos que o Senhor fale conosco. É a
oração que fazemos no nome de Jesus.
Amém. Eu gostaria que você se imaginasse
diante do Senhor Jesus, tendo o direito
a fazer um pedido para ele. Qualquer
pedido, o que você pediria pro Senhor?
Você pode fazer um pedido ao Senhor.
Qualquer pedido, o que que você pediria?
A oração do Pai Nosso é uma resposta a
um pedido. Os discípulos viam no
ministério do nosso Senhor a respeito da
da oração, quanto que o ministério do
Senhor é recheado de oração. E eles
fazem, Lucas, no capítulo de número 11
vai ensinar isso para nós. Eles vão
fazer esse pedido ao Senhor. Senhor,
ensina-nos a orar. E eu fico pensando na
quantidade de coisas que eles poderiam
pedir ao Senhor. Às vezes, Senhor,
ensina-nos a fazer milagres. ensinem-nos
a isso e aquilo outro, mas não. Eles
pedem aquilo que é de melhor. Eles pedem
para que a sua intimidade com o Pai
aumente, que a oração fosse
aperfeiçoada. Espedido, como eu disse
pros irmãos, provavelmente surgiu deles
olharem para a vida de Jesus e pro
ministério do nosso Senhor, da percepção
de que Cristo orava continuamente e de
que a oração não era um mero detalhe na
vida do nosso Senhor, mas sim de fato
algo que permeava todo o ministério, a
vida do de Cristo Jesus é marcado pela
oração. Quando os discípulos fazem esse
pedido para Jesus, inclusive Jesus
estava havia ido orar. Eles pedem bem e
eles pedem corretamente. Se você olhar
pro texto junto comigo e eu peço que
você mantenha sua Bíblia aberta, eles
fazem um pedido. Ensina-nos a orar e não
ensina-nos uma oração. Não é um pedido.
Senhor, ensina-nos uma oração, mas
ensina-nos a orar. O Pai Nosso, irmãos,
é uma oração modelo. E eu quero que isso
fique no seu coração. Jesus não nos deu
a oração do Pai Nosso para ser
memorizada, para ser recitada
determinado número de vezes. Olha, faça
cinco Pai Nossos, não, 10 pais, não,
não. Pelo contrário, Jesus nos deu essa
oração, irmãos, justamente para evitar
de que nós usássemos vãs repetições.
Lembra que a oração do Pai Nosso, ela tá
dentro de um contexto. Primeiro o Senhor
ensina como não orar e depois ele ensina
como orar. Nós vimos no sermão passado
Jesus corrigindo aquela visão equivocada
que os homens tinham sobre a oração. E
Jesus denuncia dois erros. O primeiro
deles era a oração exibicionista dos
fariseus. E nós falamos que ele se
colocava a esperava o relógio chegar a
determinado horário porque sabia que
iria trocar ali naquela vigília e iria
para determinados pontos só para que
quando o relógio tocasse, quando soasse
a sirene, eles pudessem estar nos
lugares de melhor destaque. Jesus fala:
"Não, não é esse tipo de oração
exibicionista que que o Pai espera de
vocês". Ou muito menos a oração mecânica
dos gentios, porque ele também condena.
A palavra vai do Senhor vai dizer,
versículo de número sete, e orando, não
useis de vãs repetições, como os
gentios, porque presumem que pelo seu
muito falar serão ouvidos. Então, o
Senhor está trazendo essa correção para
nós. E aqui o Senhor vai dizer: "Não
orem". O que o Senhor diz não não é não
orem com essas palavras, mas o Senhor
fala: "Orem desta forma". Ou seja, usem
essa oração como um modelo, não uma
fórmula para repetir. E há, irmãos, um
porquê do nosso Senhor falar isso.
Porque nós corremos o risco, queridos,
de repetir a oração do Pai Nosso como se
fosse um mantra. Podemos rezar o Pai
Nosso, coisa que ele condena em
versículos anteriores. Nós podemos,
irmãos, fazer a oração do Pai Nosso e
simplesmente não aplicar o nosso
coração. Orações que já sabemos como
realizá-las, elas podem facilmente se
tornar uma reza, pois nós estamos tão
acostumados a fazer aquele tipo de
oração. Sabe aquela oração quando você
vai dormir em que você fala normalmente
a mesma coisa? Todos nós temos esse tipo
de oração. Todos nós. E, irmãos, há uma
grande facilidade de nós transformarmos
essa oração que é comum em uma grande
reza. Quando isso acontece? Quando eu
não estou atento ao que eu estou
falando. Não é que eu não possa recitar
o Pai Nosso, não é esse não é um
problema. É uma oração modelo e ela pode
ser facilmente recitada. O grande
problema é quando eu uso, eu uso dessa
oração para entrar no meu estado
mecânico. E você sabe do que eu estou
falando. O Dr. Robert Cook, um pastor
americano, ele diz que dizia que todos
nós temos uma oração rotineira a qual
nós sempre voltamos. E é só quando nós
nos livramos dela é que nós podemos
realmente orar de fato, orar
verdadeiramente. Você tem uma oração
assim em que você repete com constância
as mesmas palavras? pode ter certeza que
há uma grande possibilidade de você não
estar orando de verdade, não está
orando. Chamada oração do Pai Nosso. Não
é uma, não é apenas uma oração a ser
decorada, mas ela é, irmãos, uma
estrutura, como eu disse pros irmãos, um
modelo que nos ensina como orar. São
três verdades fundamentais que Jesus nos
ensina por meio dessa oração. A primeira
delas é de que a quem nós oramos. A
primeira delas é a quem nós oramos. A
segunda é o que nós devemos priorizar e
terceiro, como nós vivemos, devemos
viver à luz dessa oração. E é o que eu
gostaria com a graça do Senhor de
brevemente, irmãos, destrinchar essa
oração do Pai Nosso por meio daquilo que
o Senhor Jesus nos ensina. Eu digo pros
irmãos que talvez caberia uma um sermão
para cada sentença dessa oração. É
verdade. Mas com a graça do Senhor,
vamos meditar. Primeiramente, irmãos, eu
quero que você olhe comigo pro texto.
Primeira coisa que se destaca é a quem
nós oramos. A quem nós oramos. O texto
bíblico diz, portanto, versículo 9, vós
orareis assim: Pai nosso que estás nos
céus, santificado seja o teu nome. Três
coisas saltam aqui desse versículo. A
primeira coisa que Jesus nos ensina não
é como pedir. Perceba que a oração ela
não começa como pedido, com um pedido,
mas ela começa a quem nos dirigimos. Ele
ensina a quem nós dirigimos a nossa
oração. Jesus nos ensina, e é
maravilhoso aqui, porque ele nos ensina
a chamar Deus de pai. E talvez isso para
nós, do lado de cada graça, seja uma
coisa comum, mas isso, irmãos, é
revolucionário. Não é que Jesus, que
Deus não tenha sido chamado de pai no
Antigo Testamento, mas, irmãos,
pouquíssimas vezes em que se usa a
palavra pai foi usado de forma pessoal,
falando de maneira pessoal, não. Ele é o
pai de Israel. Ele é o pai daquela
nação. Mas o Senhor, irmãos, traz os
seus discípulos e ensina nós, que somos
seus discípulos, a uma intimidade e um
chamado a uma intimidade profunda. É
isso que ele é para nós. Eu não sei como
era ou era o seu pai terreno. Talvez
você tenha até dificuldade com a palavra
pai por algo que o seu fez durante
enquanto estava nessa vida. Talvez seja
uma dificuldade para você o termo pai,
mas é assim que o Senhor se apresenta. É
assim que Jesus nos ensina a nos dirigir
ao nosso Deus. Não se trata de um pai
distante. Nós somos pais falhos. Não se
trata de um pai indiferente, um pai
severo. Mas o pai das escrituras, o
nosso pai, é um pai amoroso, é um pai
acessível, é um pai pessoal, é quem nós
dirigimos como um pai verdadeiro. É
assim que Deus é. E nessa oração, a
segunda coisa é que Jesus ensina que não
é apenas o meu pai. Não é assim. Se você
for olhar paraa oração do Pai Nosso, ela
tá no plural. Ela tá sempre se referindo
a outras pessoas. E aí o texto diz: "Pai
nosso". Toda essa oração, ela tá no
plural. Isso porque, irmãos, a oração
cristã, ela nunca é individualista. Nós
sempre fazemos oração pensando em um
corpo, orando dentro de uma família. Ela
nasce, a nossa oração e Jesus tá
ensinando isso para nós, ela já nasce
dentro de um contexto familiar. Quando
nós oramos, nós lembramos que fazemos
parte de um povo. Nós oramos, Pai nosso,
é o nosso pai, de fato, por mais que
seja o seu pai de maneira pessoal,
individual, nossa oração, da maneira
como Jesus ensina, é uma oração
coletiva, é uma oração que inclui toda a
sua família. Então, guarde isso. Se você
está em Cristo, você não ora como um
estranho tentando convencer a Deus. Você
ora como um filho falando com seu pai. E
aí eu quero que a sua oração, se que
você analise as orações que você tem
feito para ver se é assim que você tem
sechegado diante do Senhor. É com
intimidade ou ele é alguém que está
completamente distante da sua realidade.
Às vezes, irmãos, nós podemos fazer
orações assim. Tanto é que é a
continuação do nosso texto vai dizer:
"Pai nosso que estás nos céus", olha a
importância dessa expressão aqui,
irmãos. Essa essa expressão ela
equilibra ao mesmo tempo a intimidade
com a reverência. Em que sentido,
pastor? Deus é pai, é verdade, e isso
implica intimidade, mas ele não é igual
a nós, irmãos. Ele está nos céus. E
repetir isso, Jesus ter colocado isso
dentro dessa oração é crucial para nos
implicar, irmãos, para nos levar a um
respeito.
Por quê? Nós temos dois problemas sendo
corrigidos aqui quando a gente coloca o
estás nos céus. Primeiro, é uma
familiaridade irreverente. E talvez você
tenha caído nesse pecado. Ou muitas
vezes a gente escuta isso de outros,
principalmente de ímpios, quando as
pessoas chegam e diz assim: "Ah, o cara
lá de cima". Não, nosso paaizinho, nosso
pai não é o cara lá de cima. Não é assim
que nós nos referimos ao nosso Senhor.
Cuidado com a sua familiaridade
irreverente. Ele é de fato o seu pai.
Isso gera intimidade. É verdade. Mas
você não pode se esquecer de que ele é o
Deus altíssimo, de que ele é o Deus
soberano. Isso implica em temor da nossa
parte, irmãos, para não nos dirigirmos a
Deus como um brother. E aí, meu brother?
Não, ele não é o seu brother, ele é o
seu senhor. Ele é o seu pai, mas ele é
também o seu senhor. E por outro lado,
estás nos céus também.
Ele ele tira de nós aquele medo
paralisante. Por quê? Porque o Pai nosso
que estás no céu, muit das vezes,
irmãos, quantas são as pessoas que tem
medo de ir a Deus, que tem medo de de
falar com o Senhor? Não, eu não eu não
tenho coragem de orar a Deus, Pai. Não é
assim. Não é assim. Esse texto em
específico, essa sentença estás no céu,
ela mostra isso para nós, que Deus é
próximo, mas Deus não é comum. E cuidado
com as suas orações para que você não
trate Deus como se fosse um qualquer,
como se fosse um igual, porque ele não
é. Ele não é. Na continuação aqui do
nosso texto, ainda nessa parte que nos
ensina a respeito de quem nós oramos,
nós temos o primeiro pedido, porque o
texto vai dizer: "Santificado seja o teu
nome." O primeiro pedido, irmãos, e o
primeiro pedido que se faz numa oração
não é sobre nós. E isso tem muito a nos
ensinar. Na oração que Jesus ensina, o
primeiro pedido não é sobre nós.
Santificar o nome de Deus significa
reconheccê-lo como santo, como único,
como digno de honra. O nome sempre
representa aquilo que a pessoa é. Tanto
que é muito comum no Antigo Testamento,
toda vez que há uma mudança drástica na
vida de uma pessoa, há uma mudança de
nome. Há uma mudança de nome. Então você
não é Jacó mais. Você não é mais
enganador, você é Israel, porque lutaste
com Deus e prevaleceste. O nome é
importante. E nós rogarmos ao Senhor
falando para que o seu nome seja
santificado, irmãos, é algo crucial, é
um respeito ao nosso Senhor. Esse verso
de número nove, início da oração modelo,
irmãos, ele deixa claro para nós que a
oração ela começa com Deus no centro,
com Deus sendo alvo e não com as nossas
necessidades. E amados, ah, já
antecipando coisas que vou falar mais
pra frente, que facilidade que nós
temos, queridos, de começar as nossas
orações, competições. Senhor, diante da
tua presença, nós estamos e queremos te
pedir. E nós não começamos, irmãos,
pedindo para que o teu nome seja
santificado. Nós não começamos olhando,
né, para para aquilo que vem a seguir,
que é o que nós devemos priorizar, que é
a agenda do reino. O versículo de número
10, ele vai falar: "Venha o teu reino,
faça-se a tua vontade, assim na terra
como nos céus". O segundo dos pontos, o
que devemos priorizar, que é a agenda do
reino. Olha como o Senhor está nos
ensinando. Primeiro, venha o teu reino.
E aí eu não preciso explicar muito,
porque você sabe, o reino de Deus é o
governo de Deus. E como que nós
almejamos? Se almeja que o reino do
Senhor venha, que o que que ele que se
aposte, que nós nos aposemos de tudo
aquilo que o Senhor prometeu para nós?
Nós incluímos isso nas nossas orações.
Orar por sua vinda é desejar que ele
reine em nossos corações, na igreja, no
mundo. Ao mesmo tempo, irmãos, é também
algo que Hendrix comenta, um clamor
missionário e escatológico. Nós queremos
que vidas sejam transformadas. Nós
queremos que o pecado seja derrotado,
extirpado, que o mal suma da presença do
nosso Deus e e de nossa presença também,
de que Cristo seja exaltado. Quando a
gente ora, irmãos, venha ao teu reino,
nós estamos pedindo que o Senhor Deus se
manifeste à humanidade. Se manifeste,
Senhor, que todos conheçam a sua
palavra, que todos conheçam o seu amor.
É um pedido evangelístico. Se nós formos
olhar, nós somos embaixadores de Cristo.
Isso nos torna, irmãos, responsáveis
pela expansão do reino, pelo
conhecimento de Deus. Nós precisamos,
sim, orar pelas nações, orar para que o
reino do Senhor venha, pedir que com
logo Deus traga o seu reino e se
manifeste sobre nós. Orar pelo reino,
irmãos, é alinhar os nossos desejos com
os de Deus. Não é pedir para que Deus
abençoe os nossos planos, mas que nós
participemos dos planos dele. E você,
por mais que nós vamos ver a terceira
parte, que são os nossos pedidos
pessoais, todos nós, todos nós, irmãos,
devemos primeiro alinhar a a nossa
vontade com a vontade do nosso Senhor.
Primeiro é venha ao teu reino, depois
seja feita a tua vontade. E esse é um
dos pedidos difíceis de se fazer nessa
oração, tá? ao mesmo tempo, que também é
um dos mais importantes. A vontade de
Deus, irmãos, não é algo que nós apenas
aceitamos, mas é algo que nós desejamos.
É mais do que a sua aceitação. É um
desejo do nosso coração,
um desejo de nós nos deleitarmos de que
a vontade de Deus seja feita. Jesus nos
ensina a orar para que a vontade de Deus
seja feita assim na terra como ela é
feita no céu. Ou seja, com perfeição,
com prontidão, com alegria, com
rendição. O próprio Senhor Jesus no
Getsêmone, ele ora dessa maneira: "Não
seja como eu quero, mas como tu queres".
É a vontade do Pai. Primeiramente, o
Senhor não ensina, irmãos, a a Ele não
apenas ensina essa essa oração, como o
Senhor Jesus de fato viveu essa oração.
Orar assim não significa abrir, perdão,
orar assim significa abrir mão do
controle. É dizer: Deus, eu confio mais
na tua vontade do que na minha. a
determinado problema que você tá
enfrentando, determinada situação na sua
vida, você tem essa confiança ou você
quer que Deus faça exatamente como você
tem pedido? Deixa eu te falar, do jeito
de Deus é sempre melhor.
E uma das demonstrações que nós temos da
humildade do nosso coração ao noschegar
diante do Senhor, irmãos, é pedindo para
que a vontade dele seja feita. Eu não
sei qual que é a vontade, se a minha
vontade é boa, se a minha vontade é
agradável, se a minha vontade é
perfeita, mas eu sei que a do Senhor é
na nossa oração, na oração modelo que o
Senhor ensina para nós, que não apenas
falou, mas viveu, Jesus nos ensina,
primeiramente, irmãos, que nós temos que
ter em vista a agenda do nosso Deus. Por
fim, no terceiro e último dos pontos
aqui para nós, diante da sequência do
nosso texto, nós vimos primeiramente
aqui de que a nossa oração, primeiro
Jesus começa falando a quem nós oramos.
Ele começa com uma adoração a Deus Pai.
Depois, nesse segundo ponto, o que que
nós devemos priorizar na nossa oração e
nos nossos desejos de que a vontade dele
seja feita assim na terra, de que o teu
reino venha. Mas, irmãos, perceba que o
Senhor não deixa de fora também as
nossas petições particulares. E o que é
o que se apresenta para nós no versículo
de número 11 a 13, que vai dizer: "O pão
nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoas
as nossas dívidas, assim como nós temos
perdoado aos nossos devedores. E não nos
deixes cair em tentação, mas livra-nos
do mal." Depois de focar em Deus, em seu
reino, Jesus agora, irmãos, nos ensina a
apresentar sim as nossas necessidades. E
isso nos mostra, irmãos, que Deus se
importa com cada área da nossa vida.
Você não precisa esconder as suas
petições, as suas angústias. você deve
sim apresentar diante do Senhor. E o
primeiro das das apresentações que Jesus
traz para nós é a nossa provisão diária.
O texto no versículo de número 11 começa
com o pão nosso de cada dia dai-nos
hoje. Sabe o que que esse pedido revela
para nós? Revela para nós, irmãos,
dependência.
Dependência. Pão aqui é mais do que
alimento físico. É também alimento, mas
é mais do que alimento físico. Pão aqui,
irmãos, representa tudo o que é
necessário paraa nossa vida. Refere-se
às nossas demandas naturais. São as
necessidades básicas da nossa
existência, da nossa vida. Perceba,
irmãos, que a oração ela ela não é uma
oração de ostentação. Aqui o Senhor não
pede o pudim de cada dia, mas ele pede o
pão de cada dia. Ele não pede os reinos
da terra, os tesouros da terra. Ele pede
o suficiente. O suficiente dentro
daquilo que Deus projetou para as nossas
vidas. E não é o pão da semana,
Senhor, que nessa semana o Senhor
providencie todo o pão. Ah, irmãos, algo
que para nós é uma grande dificuldade
viver o dia de hoje. Mais para frente a
gente vai ver isso quando a gente olhar
os versos finais do capítulo 6. Mas,
irmãos, a nossa ansiedade ela não deixa
o Senhor ansioso. Nós somos chamados,
irmãos, a viver um dia de cada vez.
Inclusive nas nossas petições, você
acorda e você fala: "Senhor, o pão de
hoje Senhor, me dá? E ele fala: "Dou, eu
dou o pão nosso de cada dia". Aqui o
Senhor nos ensina, irmãos, a viver com
confiança diária.
Não ansiedade pelo futuro, mas confiança
diária. Cada um de nós, irmãos, nós
temos demandas, necessidades diferentes.
E o Senhor conhece cada uma delas. Ele
vai dizer isso no versículo de número
oito. Não vos assemelheis, pois a eles,
porque Deus, o vosso pai, sabe o que
tendes necessidades antes que lhe
peçais. Ou seja, o Senhor sabe, ele
conhece cada uma delas. Portanto, se
você tem muitas ou poucas necessidades
diárias, Deus cuida de todas elas, desde
que elas sejam necessárias. Pode ser que
o Senhor te dê algo que nem necessário
era, é um bônus. Amém. Amém. Mas não é o
que a oração tá nos ensinando. Tudo
aquilo que nos é necessário. Ah, há um
pedido da nossa parte. Senhor, supre as
minhas necessidades e dá-me
contentamento com aquilo que o Senhor
tem apresentar a mim. Mas não apenas
isso. Fizemos o pedido sobre as suas as
nossas necessidades, o pão físico, o
cuidado de maneira geral com as nossas
na nossa vida, as portas que precisam
ser abertas, as coisas que nós
precisamos fazer, mas nós também fazemos
o pedido pelo perdão dos nossos pecados.
Ah, pastor, não, mas eu já fiz. Aí
quando eu me converti, eu fiz o pedido
de perdão pelos meus pecados e eles
foram perdoados. foram mesmo. Mas você
deixou de pecar ou tem alguém aqui que
já deixou de pecar, né? Porque só
estende a mão que o Senhor puxa, que
santo tá no céu. Todos nós, irmãos,
pecamos. Todos nós somos falhos. E o
Senhor nos ensina de que a oração pelo
perdão, irmãos, ela é uma oração
contínua.
Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como
nós temos perdoado aos nossos devedores.
Jesus usa a linguagem de dívida para
poder falar sobre o pecado. Pecar é
dever algo ao nosso Deus. é falhar em
cumprir a sua lei. Mas o pedido de
perdão, irmãos, ele vem acompanhado de
um compromisso. Nós vamos falar isso
mais no versículo 14, 15, mas vem
acompanhado de um compromisso. E eu
quero que você veja isso dentro da
oração do Pai Nosso. Qual que é o
compromisso que estar aqui diante de
nós, queridos? Perdoe-nos. Assim como
nós o quê? Temos perdoado aos nossos
devedores, aqueles que pecam, aqueles
que falham contra nós. A condição aqui,
irmãos, é de perdoar uns aos outros. Vem
acompanhado desse compromisso. É uma via
de mão dupla. Nós devemos pedir perdão a
Deus todos os dias e nós devemos liberar
perdão todos os dias para quem nos
ofendeu. Já falo sobre isso. Na
continuação do nosso versículo, irmãos,
o que nós temos é também uma proteção
espiritual, que o texto bíblico vai
falar para nós. E não nos deixes cair em
tentação, mas livra-nos do mal. Eis,
irmãos, um reconhecimento da nossa
fraqueza. Nós não estamos pedindo para
que nunca se sejamos tentados. Não, não
é sobre isso, mas para sermos
preservados em meio à tentação.
Para sermos preservados em meio à
tentação. É um clamor por santidade.
Livra-nos do mal. pode ser também
entendido como livra-nos do maligno. E
aqui há algo que às vezes,
principalmente talvez no meio reformado,
uma dificuldade que pode se existir.
Primeiro, irmãos, se nós temos em outras
confissões, em outras linhas teológicas,
uma supervalorização do mal, então o
diabo é o que comanda tudo. Se a tudo
que acontece na minha vida é o diabo.
Muit das vezes no nosso meio, irmãos, o
diabo é como se fosse um nada. E o
apóstolo Paulo ensina isso em segunda
Coríntios, que nós não lhe subestimamos
os desígnios. Ou seja, irmãos, nós não
podemos de maneira alguma ignorar.
Entenda, irmãos, que é Jesus quem tá nos
ensinando isso, para que nós roguemos ao
Pai para nos livrar do maligno. Não
superestimamos o nosso adversário, mas
também nós não podemos subestimá-lo.
Ele é terrível e, se possível, como um
leão nos devoraria. Então, o que que nós
precisamos? Clamar ao Senhor para que
ele nos livre do maligno, entendendo que
nossa luta não é contra sangue, não é
contra pessoas. É uma guerra espiritual,
como Efésios 6:12 vai nos ensinar. O
texto ainda termina entre entre
colchetes. E é comum aqui, irmãos,
sustentar que uma vez que essas palavras
estão ausentes aqui dos principais
manuscritos, quando aparece entre
colchetes assim, irmãos, significa que
está ausente dos principais manuscritos,
tá? Mas essa, mas não é algo, se a gente
for olhar pros mais antigos, nós vamos
encontrar esses termos. Não à toa eles
se apresentam nas nossas escrituras. A
gente pode ter aqui, isso aqui é uma
outra discussão para um outro dia a
respeito de manuscritologia, mas eu
quero que você entenda que, por exemplo,
você vê na Didaque, no ensino dos 12
apóstolos ali a a presença desse verso
final, sempre levando a glória ao
Senhor, que vai terminar para nós com
uma doxologia, pois teu é o reino, o
poder e a glória para sempre. Amém. Nós
temos isso e devemos sim, porque a gente
encerra com adoração. Lembra a oração do
Pai Nosso? É do verso de número 9 até o
versículo de número 13. Nós começamos
com adoração, nós fizemos petições e nós
encerramos com adoração. Suas orações
são assim? Você adora o Senhor do início
ao fim? Hã, uma pergunta para você. E aí
o nosso texto então vai terminar no
versículo de número 14, 15. a com a
evidência de um coração transformado.
Para nós encerrarmos, porque se
perdoardes aos homens as suas ofensas,
também vosso Pai celeste vos perdoará.
Se porém, não perdoardes aos homens,
tampouco vosso pai vos perdoará. Jesus,
irmãos, termina com uma ênfase
surpreendente, que é o perdão.
E a pergunta é: por quê? Por quê?
Porque, irmãos, o perdão ele evidencia,
é uma evidência visível de um coração
que foi alcançado pela graça.
Só quem foi perdoado, irmãos, pode de
fato perdoar.
Só quem, irmãos, foi abraçado pela
misericórdia do Senhor e que reconheceu,
lembra? Isso não está isolado, é o
sermão do monte. Então, você lembra de
todas as bem-aventuranças, lembra de que
a gente começa reconhecendo os nossos
pecados? Lembra que a gente começa
chorando por causa disso? Nós
lamentamos, nós nos entristecemos,
porque nós somos completamente
insuficientes de nos achegar diante do
Senhor. Você precisa lembrar de que você
foi perdoado por Cristo Jesus. O perdão
é uma evidência visível de um coração
que foi alcançado pela graça. E não
perdoar revela um coração endurecido,
que não compreendeu, irmãos, o que é
verdadeiramente o evangelho. Eu quero
que você entenda que não se trata de
mérito. Ah, pastor, então se sou eu,
não, não, não, não é de mérito. Você não
tem mérito e e para que possamos ser
perdoados. Mas é porque, irmãos, se
Cristo Jesus de fato habita em nós, se o
Espírito está em nós, todos nós temos a
capacidade de perdoar.
Não, você não sabe o que que ele me fez.
Se o senhor soubesse que fulano fez
comigo, o Senhor não tava falando isso.
Eu não te conheço. Eu não preciso de
conhecer. Isso não é palavra de pastor.
Isso é a palavra do Senhor Jesus. E ele
vai dizer para nós, irmãos, que se o
espírito está em nós, se somos novas
criaturas verdadeiramente,
então, irmãos, nós temos sim condição de
perdoar. Tô falando que é fácil,
eu estou falando que condição nós temos,
porque afinal nosso coração não é o
coração de pedra.
Nosso coração não é mais o mesmo. Nós
não somos mais os homens duros que
éramos no passado, mas agora o espírito
está em nós. E aí nós chegamos então a
uma conclusão.
Nós não perdoamos, irmãos, ou porque
resistimos a esse perdão ou então porque
nós não nascemos de novo. Entenda isso.
Se você tá aqui hoje e você não perdoou,
você tá endurecido no seu coração com
relação a isso. Das duas, uma.
ou você não nasceu de novo, não conheceu
o evangelho, não sabe e aí eu só lamento
por você e não vai conseguir perdoar
mesmo, porque não é uma coisa natural
para nós. Ou então o mais provável é que
você tá resistindo ao perdão.
Resistindo a ao perdão. Um um cristão,
irmãos, nascido de novo, ele pode dizer
assim: "Eu não consigo amar". Você vai
falar assim: "Não é a marca de um
cristão é um é um amor. Nós somos
chamados pelo amor". Não é com amor você
concorda, mas com perdão você discorda.
Você consegue sim.
Você consegue sim. Em nome de Jesus,
perdoe.
Esse perdão que você libera é o perdão
que mostra que, de fato, você entendeu o
que que o evangelho é. Você entendeu a
obra de Cristo Jesus.
Se você nasceu de novo, você não tem
direito a não perdoar. Se você é crente
de verdade, sabe o que Jesus fez, o quão
terrível são as nossas ofensas. Guardar
ira, guardar rancor, só produzirá
malefícios, tristezas, além de ser um
indicativo de que talvez você não tenha
nascido de novo. Ser cristão, irmãos,
não é apenas chegar e dizer: "Ah, a
partir de hoje eu sou cristão, cadê as
bênçãos?" Não, não, não, não. Há pessoas
que que querem viver o cristianismo aos
seus moldes. Eu não vou perdoar. E ponto
final. Eu pergunto, você nasceu de novo?
Sim. Ama Jesus? Amo. Você quer de fato
que a vontade dele seja feita? Quero.
Então você precisa perdoar.
Rogue ao Senhor. Rogue ao Espírito Santo
de Deus. Porque não como uma
condicional, mas como uma marca de que
de fato você nasceu de novo, você vai
perdoar. Você vai perdoar. Permita-me
concluir, queridos.
Essa oração que o Senhor Jesus ensina,
ela só faz sentido à luz de Cristo.
Pastor João, é só a luz de Cristo pra
gente entender essa oração. Você sabe
por quê? Primeiro, nós só podemos chamar
Deus de pai porque nós somos adotados.
E nós somos adotados por meio de quem?
Ele. Só podemos pedir perdão porque
Cristo pagou a nossa dívida na cruz. Nós
só podemos viver a vontade de Deus
porque Cristo nos capacita. Nós só
podemos vencer o mal porque Cristo já
venceu. Toda a nossa oração, irmãos, ela
só faz sentido e tanto é que ela é
direcionada a ele. Jesus não apenas
ensinou a orar, irmãos. Ele é o mediador
da nossa oração. Quem? Você sabe o que
que Deus tá Jesus tá fazendo agora lá no
céu? Tá assistindo tudo. Passou sentado
na nuvem tomando Coca-Cola. Não, ele
está à direita de Deus Pai intercedendo
por mim e por você, orando por nós. Ele
é o mediador da nossa oração. É o
verdadeiro filho que nos dá acesso ao
nosso pai. E por isso, como aplicação,
reavalia a sua vida de oração. Faça
isso. Você tem orado com entendimento?
Seja sincero, por favor. Você tem orado
com entendimento? Hum? Você tá prestando
atenção no que você tá orando ou você tá
recitando palavras, hein, André? É isso
que você tá fazendo? Você, tô só
repetindo palavras aqui que eu aprendi.
Por favor, não faça isso. Vai assistir
televisão, vai fazer outra coisa.
E palavras vãs pro Senhor, irmãos, é
coisa de gentil, é coisa de quem não
conhece, é coisa de pagão.
Se você vai para diante do Senhor, vai
de coração.
Ah, eu não consigo fazer a oração de
Lutero que orava não sei quantas horas
por dia. Meu irmão, você não foi nem
chamado para fazer, não é, não é, não é
nem sobre horas. Nós falamos a respeito
disso já, mas é sobre a aplicação do
nosso coração. Podem ser segundos, podem
ser minutos, podem ser horas, desde que
de fato, irmãos, nós tenhamos, estejamos
aplicando o nosso coração. Reavalie a
sua vida de oração, como tem sido as
suas orações. Segundo, coloque Deus no
centro. Antes de você pedir, você já
sabe o que você deve fazer. Começa com
adoração. Começa bendizendo o nome do
Senhor. Comece fazendo, alinhando a sua
vontade com a vontade de Deus. orando
com submissão e não com exigências,
Senhor, né? Eu já disse isso tantas
vezes aqui, parece a gente tá numa
feira, né? Senhor, pega para mim, por
favor, 3 kg. Você não tá, irmãos, não é
Papai Noel, é o Papai do Céu. Papai Noel
não é. Por fim, viva a independência
diária do nosso Senhor e, óbvio,
pratique também o perdão. O perdão.
Liberte os outros.
Como Cristo Jesus libertou você, liberte
os outros. Vamos orar ao nosso Senhor.
Por favor, fique de pé.
Você já parou para pensar que talvez
você está orando o Pai Nosso como uma
sentença contra a sua vida?
Você não quer que a vontade do Senhor
seja feita.
Você não tá interessado em perdoar?
Cuidado.
Ó, que tristeza. Eu tenho que falar
cuidado com as suas orações.
Mas, irmãos, nós temos uma bênção, é de
que o Senhor Jesus Cristo, ele pensava
também nas nossas durezas quando morreu
na cruz. A ele toda honra e toda glória.
O Senhor pensava nos nossos nãos, nas
nossas angústias.
Alessandro, de fato, ele é o nosso
redentor.
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