Jesus ensina a orar – Culto Matutino – Rev. Allison Kayter – 29-03-26
30/03/2026
Jesus ensina a orar – Culto Matutino – Rev. Allison Kayter – 29-03-26
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
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Meus queridos irmãos, graça e paz. Deus abençoe a vida de todos que aqui estão. Abra a sua Bíblia, por favor, comigo no Evangelho de Mateus, no capítulo de número 6 e o versículo de número 9. Nossa leitura nesta manhã é do verso 9 até o versículo de número 15. Lembrando algumas coisas que nós já tratamos neste capítulo, nós vimos que o Senhor Jesus está fazendo correções quanto a três assuntos que eram de suma importância para os judeus. Para que você fosse um homem piedoso, você precisava ser um homem que dava esmolas. Você precisava ser um homem caridoso, no caso, precisava das orações e também do jejum. No sermão passado, nós falamos a a respeito da correção que o Senhor traz. sobre a oração, porque haviam orações que eram mais performance do que de fato adoração ao nome do Senhor, além do que muit das vezes repetições de palavras como um verdadeiro blá blá blá, não é? Mas a partir do versículo de número no 5 ao Jesus fala como não orar. No nosso texto dessa manhã, o Senhor Jesus vai ensinar para nós, então, uma oração modelo, como nós devemos orar. Mateus, no capítulo 6, no versículo de número 9, diz assim: "Portanto, vós orareis assim: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome, venha o teu reino, faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. Pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém. Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará. Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas. Senhor Jesus, nós te louvamos, Pai. Tu és digno, merecedor de toda honra e toda glória. O teu povo se reúne neste lugar para adorar ao Senhor. Tu és, Pai, a quem a nossa alma se curva, a quem nós nos rendemos. Cantamos louvores ao teu santo nome e agora, Senhor, nos assentamos para ouvir a exposição da tua palavra. Tenha misericórdia de mim como ministro, do teu povo que escuta, para que não sejamos apenas ouvintes, mas praticantes da tua palavra. Senhor, nós te amamos e pedimos que o Senhor fale conosco. É a oração que fazemos no nome de Jesus. Amém. Eu gostaria que você se imaginasse diante do Senhor Jesus, tendo o direito a fazer um pedido para ele. Qualquer pedido, o que você pediria pro Senhor? Você pode fazer um pedido ao Senhor. Qualquer pedido, o que que você pediria? A oração do Pai Nosso é uma resposta a um pedido. Os discípulos viam no ministério do nosso Senhor a respeito da da oração, quanto que o ministério do Senhor é recheado de oração. E eles fazem, Lucas, no capítulo de número 11 vai ensinar isso para nós. Eles vão fazer esse pedido ao Senhor. Senhor, ensina-nos a orar. E eu fico pensando na quantidade de coisas que eles poderiam pedir ao Senhor. Às vezes, Senhor, ensina-nos a fazer milagres. ensinem-nos a isso e aquilo outro, mas não. Eles pedem aquilo que é de melhor. Eles pedem para que a sua intimidade com o Pai aumente, que a oração fosse aperfeiçoada. Espedido, como eu disse pros irmãos, provavelmente surgiu deles olharem para a vida de Jesus e pro ministério do nosso Senhor, da percepção de que Cristo orava continuamente e de que a oração não era um mero detalhe na vida do nosso Senhor, mas sim de fato algo que permeava todo o ministério, a vida do de Cristo Jesus é marcado pela oração. Quando os discípulos fazem esse pedido para Jesus, inclusive Jesus estava havia ido orar. Eles pedem bem e eles pedem corretamente. Se você olhar pro texto junto comigo e eu peço que você mantenha sua Bíblia aberta, eles fazem um pedido. Ensina-nos a orar e não ensina-nos uma oração. Não é um pedido. Senhor, ensina-nos uma oração, mas ensina-nos a orar. O Pai Nosso, irmãos, é uma oração modelo. E eu quero que isso fique no seu coração. Jesus não nos deu a oração do Pai Nosso para ser memorizada, para ser recitada determinado número de vezes. Olha, faça cinco Pai Nossos, não, 10 pais, não, não. Pelo contrário, Jesus nos deu essa oração, irmãos, justamente para evitar de que nós usássemos vãs repetições. Lembra que a oração do Pai Nosso, ela tá dentro de um contexto. Primeiro o Senhor ensina como não orar e depois ele ensina como orar. Nós vimos no sermão passado Jesus corrigindo aquela visão equivocada que os homens tinham sobre a oração. E Jesus denuncia dois erros. O primeiro deles era a oração exibicionista dos fariseus. E nós falamos que ele se colocava a esperava o relógio chegar a determinado horário porque sabia que iria trocar ali naquela vigília e iria para determinados pontos só para que quando o relógio tocasse, quando soasse a sirene, eles pudessem estar nos lugares de melhor destaque. Jesus fala: "Não, não é esse tipo de oração exibicionista que que o Pai espera de vocês". Ou muito menos a oração mecânica dos gentios, porque ele também condena. A palavra vai do Senhor vai dizer, versículo de número sete, e orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos. Então, o Senhor está trazendo essa correção para nós. E aqui o Senhor vai dizer: "Não orem". O que o Senhor diz não não é não orem com essas palavras, mas o Senhor fala: "Orem desta forma". Ou seja, usem essa oração como um modelo, não uma fórmula para repetir. E há, irmãos, um porquê do nosso Senhor falar isso. Porque nós corremos o risco, queridos, de repetir a oração do Pai Nosso como se fosse um mantra. Podemos rezar o Pai Nosso, coisa que ele condena em versículos anteriores. Nós podemos, irmãos, fazer a oração do Pai Nosso e simplesmente não aplicar o nosso coração. Orações que já sabemos como realizá-las, elas podem facilmente se tornar uma reza, pois nós estamos tão acostumados a fazer aquele tipo de oração. Sabe aquela oração quando você vai dormir em que você fala normalmente a mesma coisa? Todos nós temos esse tipo de oração. Todos nós. E, irmãos, há uma grande facilidade de nós transformarmos essa oração que é comum em uma grande reza. Quando isso acontece? Quando eu não estou atento ao que eu estou falando. Não é que eu não possa recitar o Pai Nosso, não é esse não é um problema. É uma oração modelo e ela pode ser facilmente recitada. O grande problema é quando eu uso, eu uso dessa oração para entrar no meu estado mecânico. E você sabe do que eu estou falando. O Dr. Robert Cook, um pastor americano, ele diz que dizia que todos nós temos uma oração rotineira a qual nós sempre voltamos. E é só quando nós nos livramos dela é que nós podemos realmente orar de fato, orar verdadeiramente. Você tem uma oração assim em que você repete com constância as mesmas palavras? pode ter certeza que há uma grande possibilidade de você não estar orando de verdade, não está orando. Chamada oração do Pai Nosso. Não é uma, não é apenas uma oração a ser decorada, mas ela é, irmãos, uma estrutura, como eu disse pros irmãos, um modelo que nos ensina como orar. São três verdades fundamentais que Jesus nos ensina por meio dessa oração. A primeira delas é de que a quem nós oramos. A primeira delas é a quem nós oramos. A segunda é o que nós devemos priorizar e terceiro, como nós vivemos, devemos viver à luz dessa oração. E é o que eu gostaria com a graça do Senhor de brevemente, irmãos, destrinchar essa oração do Pai Nosso por meio daquilo que o Senhor Jesus nos ensina. Eu digo pros irmãos que talvez caberia uma um sermão para cada sentença dessa oração. É verdade. Mas com a graça do Senhor, vamos meditar. Primeiramente, irmãos, eu quero que você olhe comigo pro texto. Primeira coisa que se destaca é a quem nós oramos. A quem nós oramos. O texto bíblico diz, portanto, versículo 9, vós orareis assim: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome. Três coisas saltam aqui desse versículo. A primeira coisa que Jesus nos ensina não é como pedir. Perceba que a oração ela não começa como pedido, com um pedido, mas ela começa a quem nos dirigimos. Ele ensina a quem nós dirigimos a nossa oração. Jesus nos ensina, e é maravilhoso aqui, porque ele nos ensina a chamar Deus de pai. E talvez isso para nós, do lado de cada graça, seja uma coisa comum, mas isso, irmãos, é revolucionário. Não é que Jesus, que Deus não tenha sido chamado de pai no Antigo Testamento, mas, irmãos, pouquíssimas vezes em que se usa a palavra pai foi usado de forma pessoal, falando de maneira pessoal, não. Ele é o pai de Israel. Ele é o pai daquela nação. Mas o Senhor, irmãos, traz os seus discípulos e ensina nós, que somos seus discípulos, a uma intimidade e um chamado a uma intimidade profunda. É isso que ele é para nós. Eu não sei como era ou era o seu pai terreno. Talvez você tenha até dificuldade com a palavra pai por algo que o seu fez durante enquanto estava nessa vida. Talvez seja uma dificuldade para você o termo pai, mas é assim que o Senhor se apresenta. É assim que Jesus nos ensina a nos dirigir ao nosso Deus. Não se trata de um pai distante. Nós somos pais falhos. Não se trata de um pai indiferente, um pai severo. Mas o pai das escrituras, o nosso pai, é um pai amoroso, é um pai acessível, é um pai pessoal, é quem nós dirigimos como um pai verdadeiro. É assim que Deus é. E nessa oração, a segunda coisa é que Jesus ensina que não é apenas o meu pai. Não é assim. Se você for olhar paraa oração do Pai Nosso, ela tá no plural. Ela tá sempre se referindo a outras pessoas. E aí o texto diz: "Pai nosso". Toda essa oração, ela tá no plural. Isso porque, irmãos, a oração cristã, ela nunca é individualista. Nós sempre fazemos oração pensando em um corpo, orando dentro de uma família. Ela nasce, a nossa oração e Jesus tá ensinando isso para nós, ela já nasce dentro de um contexto familiar. Quando nós oramos, nós lembramos que fazemos parte de um povo. Nós oramos, Pai nosso, é o nosso pai, de fato, por mais que seja o seu pai de maneira pessoal, individual, nossa oração, da maneira como Jesus ensina, é uma oração coletiva, é uma oração que inclui toda a sua família. Então, guarde isso. Se você está em Cristo, você não ora como um estranho tentando convencer a Deus. Você ora como um filho falando com seu pai. E aí eu quero que a sua oração, se que você analise as orações que você tem feito para ver se é assim que você tem sechegado diante do Senhor. É com intimidade ou ele é alguém que está completamente distante da sua realidade. Às vezes, irmãos, nós podemos fazer orações assim. Tanto é que é a continuação do nosso texto vai dizer: "Pai nosso que estás nos céus", olha a importância dessa expressão aqui, irmãos. Essa essa expressão ela equilibra ao mesmo tempo a intimidade com a reverência. Em que sentido, pastor? Deus é pai, é verdade, e isso implica intimidade, mas ele não é igual a nós, irmãos. Ele está nos céus. E repetir isso, Jesus ter colocado isso dentro dessa oração é crucial para nos implicar, irmãos, para nos levar a um respeito. Por quê? Nós temos dois problemas sendo corrigidos aqui quando a gente coloca o estás nos céus. Primeiro, é uma familiaridade irreverente. E talvez você tenha caído nesse pecado. Ou muitas vezes a gente escuta isso de outros, principalmente de ímpios, quando as pessoas chegam e diz assim: "Ah, o cara lá de cima". Não, nosso paaizinho, nosso pai não é o cara lá de cima. Não é assim que nós nos referimos ao nosso Senhor. Cuidado com a sua familiaridade irreverente. Ele é de fato o seu pai. Isso gera intimidade. É verdade. Mas você não pode se esquecer de que ele é o Deus altíssimo, de que ele é o Deus soberano. Isso implica em temor da nossa parte, irmãos, para não nos dirigirmos a Deus como um brother. E aí, meu brother? Não, ele não é o seu brother, ele é o seu senhor. Ele é o seu pai, mas ele é também o seu senhor. E por outro lado, estás nos céus também. Ele ele tira de nós aquele medo paralisante. Por quê? Porque o Pai nosso que estás no céu, muit das vezes, irmãos, quantas são as pessoas que tem medo de ir a Deus, que tem medo de de falar com o Senhor? Não, eu não eu não tenho coragem de orar a Deus, Pai. Não é assim. Não é assim. Esse texto em específico, essa sentença estás no céu, ela mostra isso para nós, que Deus é próximo, mas Deus não é comum. E cuidado com as suas orações para que você não trate Deus como se fosse um qualquer, como se fosse um igual, porque ele não é. Ele não é. Na continuação aqui do nosso texto, ainda nessa parte que nos ensina a respeito de quem nós oramos, nós temos o primeiro pedido, porque o texto vai dizer: "Santificado seja o teu nome." O primeiro pedido, irmãos, e o primeiro pedido que se faz numa oração não é sobre nós. E isso tem muito a nos ensinar. Na oração que Jesus ensina, o primeiro pedido não é sobre nós. Santificar o nome de Deus significa reconheccê-lo como santo, como único, como digno de honra. O nome sempre representa aquilo que a pessoa é. Tanto que é muito comum no Antigo Testamento, toda vez que há uma mudança drástica na vida de uma pessoa, há uma mudança de nome. Há uma mudança de nome. Então você não é Jacó mais. Você não é mais enganador, você é Israel, porque lutaste com Deus e prevaleceste. O nome é importante. E nós rogarmos ao Senhor falando para que o seu nome seja santificado, irmãos, é algo crucial, é um respeito ao nosso Senhor. Esse verso de número nove, início da oração modelo, irmãos, ele deixa claro para nós que a oração ela começa com Deus no centro, com Deus sendo alvo e não com as nossas necessidades. E amados, ah, já antecipando coisas que vou falar mais pra frente, que facilidade que nós temos, queridos, de começar as nossas orações, competições. Senhor, diante da tua presença, nós estamos e queremos te pedir. E nós não começamos, irmãos, pedindo para que o teu nome seja santificado. Nós não começamos olhando, né, para para aquilo que vem a seguir, que é o que nós devemos priorizar, que é a agenda do reino. O versículo de número 10, ele vai falar: "Venha o teu reino, faça-se a tua vontade, assim na terra como nos céus". O segundo dos pontos, o que devemos priorizar, que é a agenda do reino. Olha como o Senhor está nos ensinando. Primeiro, venha o teu reino. E aí eu não preciso explicar muito, porque você sabe, o reino de Deus é o governo de Deus. E como que nós almejamos? Se almeja que o reino do Senhor venha, que o que que ele que se aposte, que nós nos aposemos de tudo aquilo que o Senhor prometeu para nós? Nós incluímos isso nas nossas orações. Orar por sua vinda é desejar que ele reine em nossos corações, na igreja, no mundo. Ao mesmo tempo, irmãos, é também algo que Hendrix comenta, um clamor missionário e escatológico. Nós queremos que vidas sejam transformadas. Nós queremos que o pecado seja derrotado, extirpado, que o mal suma da presença do nosso Deus e e de nossa presença também, de que Cristo seja exaltado. Quando a gente ora, irmãos, venha ao teu reino, nós estamos pedindo que o Senhor Deus se manifeste à humanidade. Se manifeste, Senhor, que todos conheçam a sua palavra, que todos conheçam o seu amor. É um pedido evangelístico. Se nós formos olhar, nós somos embaixadores de Cristo. Isso nos torna, irmãos, responsáveis pela expansão do reino, pelo conhecimento de Deus. Nós precisamos, sim, orar pelas nações, orar para que o reino do Senhor venha, pedir que com logo Deus traga o seu reino e se manifeste sobre nós. Orar pelo reino, irmãos, é alinhar os nossos desejos com os de Deus. Não é pedir para que Deus abençoe os nossos planos, mas que nós participemos dos planos dele. E você, por mais que nós vamos ver a terceira parte, que são os nossos pedidos pessoais, todos nós, todos nós, irmãos, devemos primeiro alinhar a a nossa vontade com a vontade do nosso Senhor. Primeiro é venha ao teu reino, depois seja feita a tua vontade. E esse é um dos pedidos difíceis de se fazer nessa oração, tá? ao mesmo tempo, que também é um dos mais importantes. A vontade de Deus, irmãos, não é algo que nós apenas aceitamos, mas é algo que nós desejamos. É mais do que a sua aceitação. É um desejo do nosso coração, um desejo de nós nos deleitarmos de que a vontade de Deus seja feita. Jesus nos ensina a orar para que a vontade de Deus seja feita assim na terra como ela é feita no céu. Ou seja, com perfeição, com prontidão, com alegria, com rendição. O próprio Senhor Jesus no Getsêmone, ele ora dessa maneira: "Não seja como eu quero, mas como tu queres". É a vontade do Pai. Primeiramente, o Senhor não ensina, irmãos, a a Ele não apenas ensina essa essa oração, como o Senhor Jesus de fato viveu essa oração. Orar assim não significa abrir, perdão, orar assim significa abrir mão do controle. É dizer: Deus, eu confio mais na tua vontade do que na minha. a determinado problema que você tá enfrentando, determinada situação na sua vida, você tem essa confiança ou você quer que Deus faça exatamente como você tem pedido? Deixa eu te falar, do jeito de Deus é sempre melhor. E uma das demonstrações que nós temos da humildade do nosso coração ao noschegar diante do Senhor, irmãos, é pedindo para que a vontade dele seja feita. Eu não sei qual que é a vontade, se a minha vontade é boa, se a minha vontade é agradável, se a minha vontade é perfeita, mas eu sei que a do Senhor é na nossa oração, na oração modelo que o Senhor ensina para nós, que não apenas falou, mas viveu, Jesus nos ensina, primeiramente, irmãos, que nós temos que ter em vista a agenda do nosso Deus. Por fim, no terceiro e último dos pontos aqui para nós, diante da sequência do nosso texto, nós vimos primeiramente aqui de que a nossa oração, primeiro Jesus começa falando a quem nós oramos. Ele começa com uma adoração a Deus Pai. Depois, nesse segundo ponto, o que que nós devemos priorizar na nossa oração e nos nossos desejos de que a vontade dele seja feita assim na terra, de que o teu reino venha. Mas, irmãos, perceba que o Senhor não deixa de fora também as nossas petições particulares. E o que é o que se apresenta para nós no versículo de número 11 a 13, que vai dizer: "O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoas as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal." Depois de focar em Deus, em seu reino, Jesus agora, irmãos, nos ensina a apresentar sim as nossas necessidades. E isso nos mostra, irmãos, que Deus se importa com cada área da nossa vida. Você não precisa esconder as suas petições, as suas angústias. você deve sim apresentar diante do Senhor. E o primeiro das das apresentações que Jesus traz para nós é a nossa provisão diária. O texto no versículo de número 11 começa com o pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Sabe o que que esse pedido revela para nós? Revela para nós, irmãos, dependência. Dependência. Pão aqui é mais do que alimento físico. É também alimento, mas é mais do que alimento físico. Pão aqui, irmãos, representa tudo o que é necessário paraa nossa vida. Refere-se às nossas demandas naturais. São as necessidades básicas da nossa existência, da nossa vida. Perceba, irmãos, que a oração ela ela não é uma oração de ostentação. Aqui o Senhor não pede o pudim de cada dia, mas ele pede o pão de cada dia. Ele não pede os reinos da terra, os tesouros da terra. Ele pede o suficiente. O suficiente dentro daquilo que Deus projetou para as nossas vidas. E não é o pão da semana, Senhor, que nessa semana o Senhor providencie todo o pão. Ah, irmãos, algo que para nós é uma grande dificuldade viver o dia de hoje. Mais para frente a gente vai ver isso quando a gente olhar os versos finais do capítulo 6. Mas, irmãos, a nossa ansiedade ela não deixa o Senhor ansioso. Nós somos chamados, irmãos, a viver um dia de cada vez. Inclusive nas nossas petições, você acorda e você fala: "Senhor, o pão de hoje Senhor, me dá? E ele fala: "Dou, eu dou o pão nosso de cada dia". Aqui o Senhor nos ensina, irmãos, a viver com confiança diária. Não ansiedade pelo futuro, mas confiança diária. Cada um de nós, irmãos, nós temos demandas, necessidades diferentes. E o Senhor conhece cada uma delas. Ele vai dizer isso no versículo de número oito. Não vos assemelheis, pois a eles, porque Deus, o vosso pai, sabe o que tendes necessidades antes que lhe peçais. Ou seja, o Senhor sabe, ele conhece cada uma delas. Portanto, se você tem muitas ou poucas necessidades diárias, Deus cuida de todas elas, desde que elas sejam necessárias. Pode ser que o Senhor te dê algo que nem necessário era, é um bônus. Amém. Amém. Mas não é o que a oração tá nos ensinando. Tudo aquilo que nos é necessário. Ah, há um pedido da nossa parte. Senhor, supre as minhas necessidades e dá-me contentamento com aquilo que o Senhor tem apresentar a mim. Mas não apenas isso. Fizemos o pedido sobre as suas as nossas necessidades, o pão físico, o cuidado de maneira geral com as nossas na nossa vida, as portas que precisam ser abertas, as coisas que nós precisamos fazer, mas nós também fazemos o pedido pelo perdão dos nossos pecados. Ah, pastor, não, mas eu já fiz. Aí quando eu me converti, eu fiz o pedido de perdão pelos meus pecados e eles foram perdoados. foram mesmo. Mas você deixou de pecar ou tem alguém aqui que já deixou de pecar, né? Porque só estende a mão que o Senhor puxa, que santo tá no céu. Todos nós, irmãos, pecamos. Todos nós somos falhos. E o Senhor nos ensina de que a oração pelo perdão, irmãos, ela é uma oração contínua. Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores. Jesus usa a linguagem de dívida para poder falar sobre o pecado. Pecar é dever algo ao nosso Deus. é falhar em cumprir a sua lei. Mas o pedido de perdão, irmãos, ele vem acompanhado de um compromisso. Nós vamos falar isso mais no versículo 14, 15, mas vem acompanhado de um compromisso. E eu quero que você veja isso dentro da oração do Pai Nosso. Qual que é o compromisso que estar aqui diante de nós, queridos? Perdoe-nos. Assim como nós o quê? Temos perdoado aos nossos devedores, aqueles que pecam, aqueles que falham contra nós. A condição aqui, irmãos, é de perdoar uns aos outros. Vem acompanhado desse compromisso. É uma via de mão dupla. Nós devemos pedir perdão a Deus todos os dias e nós devemos liberar perdão todos os dias para quem nos ofendeu. Já falo sobre isso. Na continuação do nosso versículo, irmãos, o que nós temos é também uma proteção espiritual, que o texto bíblico vai falar para nós. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. Eis, irmãos, um reconhecimento da nossa fraqueza. Nós não estamos pedindo para que nunca se sejamos tentados. Não, não é sobre isso, mas para sermos preservados em meio à tentação. Para sermos preservados em meio à tentação. É um clamor por santidade. Livra-nos do mal. pode ser também entendido como livra-nos do maligno. E aqui há algo que às vezes, principalmente talvez no meio reformado, uma dificuldade que pode se existir. Primeiro, irmãos, se nós temos em outras confissões, em outras linhas teológicas, uma supervalorização do mal, então o diabo é o que comanda tudo. Se a tudo que acontece na minha vida é o diabo. Muit das vezes no nosso meio, irmãos, o diabo é como se fosse um nada. E o apóstolo Paulo ensina isso em segunda Coríntios, que nós não lhe subestimamos os desígnios. Ou seja, irmãos, nós não podemos de maneira alguma ignorar. Entenda, irmãos, que é Jesus quem tá nos ensinando isso, para que nós roguemos ao Pai para nos livrar do maligno. Não superestimamos o nosso adversário, mas também nós não podemos subestimá-lo. Ele é terrível e, se possível, como um leão nos devoraria. Então, o que que nós precisamos? Clamar ao Senhor para que ele nos livre do maligno, entendendo que nossa luta não é contra sangue, não é contra pessoas. É uma guerra espiritual, como Efésios 6:12 vai nos ensinar. O texto ainda termina entre entre colchetes. E é comum aqui, irmãos, sustentar que uma vez que essas palavras estão ausentes aqui dos principais manuscritos, quando aparece entre colchetes assim, irmãos, significa que está ausente dos principais manuscritos, tá? Mas essa, mas não é algo, se a gente for olhar pros mais antigos, nós vamos encontrar esses termos. Não à toa eles se apresentam nas nossas escrituras. A gente pode ter aqui, isso aqui é uma outra discussão para um outro dia a respeito de manuscritologia, mas eu quero que você entenda que, por exemplo, você vê na Didaque, no ensino dos 12 apóstolos ali a a presença desse verso final, sempre levando a glória ao Senhor, que vai terminar para nós com uma doxologia, pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém. Nós temos isso e devemos sim, porque a gente encerra com adoração. Lembra a oração do Pai Nosso? É do verso de número 9 até o versículo de número 13. Nós começamos com adoração, nós fizemos petições e nós encerramos com adoração. Suas orações são assim? Você adora o Senhor do início ao fim? Hã, uma pergunta para você. E aí o nosso texto então vai terminar no versículo de número 14, 15. a com a evidência de um coração transformado. Para nós encerrarmos, porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará. Se porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso pai vos perdoará. Jesus, irmãos, termina com uma ênfase surpreendente, que é o perdão. E a pergunta é: por quê? Por quê? Porque, irmãos, o perdão ele evidencia, é uma evidência visível de um coração que foi alcançado pela graça. Só quem foi perdoado, irmãos, pode de fato perdoar. Só quem, irmãos, foi abraçado pela misericórdia do Senhor e que reconheceu, lembra? Isso não está isolado, é o sermão do monte. Então, você lembra de todas as bem-aventuranças, lembra de que a gente começa reconhecendo os nossos pecados? Lembra que a gente começa chorando por causa disso? Nós lamentamos, nós nos entristecemos, porque nós somos completamente insuficientes de nos achegar diante do Senhor. Você precisa lembrar de que você foi perdoado por Cristo Jesus. O perdão é uma evidência visível de um coração que foi alcançado pela graça. E não perdoar revela um coração endurecido, que não compreendeu, irmãos, o que é verdadeiramente o evangelho. Eu quero que você entenda que não se trata de mérito. Ah, pastor, então se sou eu, não, não, não, não é de mérito. Você não tem mérito e e para que possamos ser perdoados. Mas é porque, irmãos, se Cristo Jesus de fato habita em nós, se o Espírito está em nós, todos nós temos a capacidade de perdoar. Não, você não sabe o que que ele me fez. Se o senhor soubesse que fulano fez comigo, o Senhor não tava falando isso. Eu não te conheço. Eu não preciso de conhecer. Isso não é palavra de pastor. Isso é a palavra do Senhor Jesus. E ele vai dizer para nós, irmãos, que se o espírito está em nós, se somos novas criaturas verdadeiramente, então, irmãos, nós temos sim condição de perdoar. Tô falando que é fácil, eu estou falando que condição nós temos, porque afinal nosso coração não é o coração de pedra. Nosso coração não é mais o mesmo. Nós não somos mais os homens duros que éramos no passado, mas agora o espírito está em nós. E aí nós chegamos então a uma conclusão. Nós não perdoamos, irmãos, ou porque resistimos a esse perdão ou então porque nós não nascemos de novo. Entenda isso. Se você tá aqui hoje e você não perdoou, você tá endurecido no seu coração com relação a isso. Das duas, uma. ou você não nasceu de novo, não conheceu o evangelho, não sabe e aí eu só lamento por você e não vai conseguir perdoar mesmo, porque não é uma coisa natural para nós. Ou então o mais provável é que você tá resistindo ao perdão. Resistindo a ao perdão. Um um cristão, irmãos, nascido de novo, ele pode dizer assim: "Eu não consigo amar". Você vai falar assim: "Não é a marca de um cristão é um é um amor. Nós somos chamados pelo amor". Não é com amor você concorda, mas com perdão você discorda. Você consegue sim. Você consegue sim. Em nome de Jesus, perdoe. Esse perdão que você libera é o perdão que mostra que, de fato, você entendeu o que que o evangelho é. Você entendeu a obra de Cristo Jesus. Se você nasceu de novo, você não tem direito a não perdoar. Se você é crente de verdade, sabe o que Jesus fez, o quão terrível são as nossas ofensas. Guardar ira, guardar rancor, só produzirá malefícios, tristezas, além de ser um indicativo de que talvez você não tenha nascido de novo. Ser cristão, irmãos, não é apenas chegar e dizer: "Ah, a partir de hoje eu sou cristão, cadê as bênçãos?" Não, não, não, não. Há pessoas que que querem viver o cristianismo aos seus moldes. Eu não vou perdoar. E ponto final. Eu pergunto, você nasceu de novo? Sim. Ama Jesus? Amo. Você quer de fato que a vontade dele seja feita? Quero. Então você precisa perdoar. Rogue ao Senhor. Rogue ao Espírito Santo de Deus. Porque não como uma condicional, mas como uma marca de que de fato você nasceu de novo, você vai perdoar. Você vai perdoar. Permita-me concluir, queridos. Essa oração que o Senhor Jesus ensina, ela só faz sentido à luz de Cristo. Pastor João, é só a luz de Cristo pra gente entender essa oração. Você sabe por quê? Primeiro, nós só podemos chamar Deus de pai porque nós somos adotados. E nós somos adotados por meio de quem? Ele. Só podemos pedir perdão porque Cristo pagou a nossa dívida na cruz. Nós só podemos viver a vontade de Deus porque Cristo nos capacita. Nós só podemos vencer o mal porque Cristo já venceu. Toda a nossa oração, irmãos, ela só faz sentido e tanto é que ela é direcionada a ele. Jesus não apenas ensinou a orar, irmãos. Ele é o mediador da nossa oração. Quem? Você sabe o que que Deus tá Jesus tá fazendo agora lá no céu? Tá assistindo tudo. Passou sentado na nuvem tomando Coca-Cola. Não, ele está à direita de Deus Pai intercedendo por mim e por você, orando por nós. Ele é o mediador da nossa oração. É o verdadeiro filho que nos dá acesso ao nosso pai. E por isso, como aplicação, reavalia a sua vida de oração. Faça isso. Você tem orado com entendimento? Seja sincero, por favor. Você tem orado com entendimento? Hum? Você tá prestando atenção no que você tá orando ou você tá recitando palavras, hein, André? É isso que você tá fazendo? Você, tô só repetindo palavras aqui que eu aprendi. Por favor, não faça isso. Vai assistir televisão, vai fazer outra coisa. E palavras vãs pro Senhor, irmãos, é coisa de gentil, é coisa de quem não conhece, é coisa de pagão. Se você vai para diante do Senhor, vai de coração. Ah, eu não consigo fazer a oração de Lutero que orava não sei quantas horas por dia. Meu irmão, você não foi nem chamado para fazer, não é, não é, não é nem sobre horas. Nós falamos a respeito disso já, mas é sobre a aplicação do nosso coração. Podem ser segundos, podem ser minutos, podem ser horas, desde que de fato, irmãos, nós tenhamos, estejamos aplicando o nosso coração. Reavalie a sua vida de oração, como tem sido as suas orações. Segundo, coloque Deus no centro. Antes de você pedir, você já sabe o que você deve fazer. Começa com adoração. Começa bendizendo o nome do Senhor. Comece fazendo, alinhando a sua vontade com a vontade de Deus. orando com submissão e não com exigências, Senhor, né? Eu já disse isso tantas vezes aqui, parece a gente tá numa feira, né? Senhor, pega para mim, por favor, 3 kg. Você não tá, irmãos, não é Papai Noel, é o Papai do Céu. Papai Noel não é. Por fim, viva a independência diária do nosso Senhor e, óbvio, pratique também o perdão. O perdão. Liberte os outros. Como Cristo Jesus libertou você, liberte os outros. Vamos orar ao nosso Senhor. Por favor, fique de pé. Você já parou para pensar que talvez você está orando o Pai Nosso como uma sentença contra a sua vida? Você não quer que a vontade do Senhor seja feita. Você não tá interessado em perdoar? Cuidado. Ó, que tristeza. Eu tenho que falar cuidado com as suas orações. Mas, irmãos, nós temos uma bênção, é de que o Senhor Jesus Cristo, ele pensava também nas nossas durezas quando morreu na cruz. A ele toda honra e toda glória. O Senhor pensava nos nossos nãos, nas nossas angústias. Alessandro, de fato, ele é o nosso redentor. >> [música]