Missão na Íntegra está ao vivo!
16/03/2026
Missão na Íntegra está ao vivo!
Atos 2.46
Fonte: Missão na Íntegra
Legendas automáticas:
Versículo de número 46 e 47. Atos capítulo 2, versos 46 e 47. Todos os dias unidos se reuniam no pátio do templo. E nas suas casas partiam o pão e participavam das refeições com alegria e humildade. Louvavam a Deus por tudo e eram estimado por todos. E cada dia o Senhor juntava-se, juntava ao grupo as pessoas que iam sendo salvas. Todos os dias unidos se reuniam no pátio do templo e nas suas casas partiam o pão e participavam das refeições com alegria e humildade. A gente vai de novo viajar no tempo. A gente não tá mais no século XX. Não tem mais telas brilhando, não há mais zumbido de motores, não há o conforto do ar condicionado, nem do ventilador e também não tem a pressa dos nossos relógios digitais. A gente vai agora pro ano 30 da era de Cristo, do ano da graça de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. O solo acaba de nascer sobre as colinas da Judeia. O céu tá com tons de cobre e ouro. E há uma mistura densa no ar, com um cheiro de poeira seca levantado pelos cascos dos animais, fumaça de lenha queimando nos pátios, o aroma doce do pão recém-assado e o cheiro das especiarias dos mercadores que já começam a montar as suas barracas nas ruas estreitas. A cidade de Jerusalém está acordando e ferve. É uma panela de pressão política a cidade de Jerusalém, política e religiosa. As ruas de pedra estão lotadas de peregrinos que falam dezenas de idiomas diferentes e tem o tilintar metálico das armaduras dos soldados romanos que patrulham as ruas com olhares desconfiados. E você vê também os sacerdotes com as suas vestes longas e franjadas, caminhando apressados. E você vê também o povo comum, os trabalhadores tentando sobreviver mais um dia, mais um dia sob o peso esmagador dos impostos de César e das exigências religiosas dos fariseus, dos escribas e toda a opressão dos saduceus. Não faz muito tempo que essa mesma cidade parou. Há apenas algumas semanas, o céu escureceu ao meio-dia. A terra tremeu de tal forma que as pessoas eh ficaram em crise, as pedras se fenderam, o véu do templo espesso, como a mão de um homem rasgou-se de alto a baixo. A cidade inteira viu, toda a cidade viu, ou pelo menos ouviu falar da crucificação daquele carpinteiro de Nazaré. Jesus. As autoridades acharam que tinham resolvido o problema. Eles levaram as mãos, eles lavaram as mãos, selaram a tumba com uma pedra presada, colocaram guardas e voltaram aos seus negócios. Acabou, pensaram eles, mais um falso Messias morto. Mas então algo inexplicável aconteceu há poucos dias, durante a festa de Pentecostes, um som como de um vento impetuoso varreu uma casa na cidade. Não era vento natural, era um som que vinha do céu. Línguas como de fogo desceram e um grupo de galileus assustados, homens e mulheres, que até então estavam trancados com medo de serem os próximos a ir pra cruz. De repente, de repente saíram para as ruas. Eles não estavam mais com medo. Eles pareciam leões destemidos. Pedro, o mesmo homem que havia negado Jesus para uma moça, dias antes, amedrontado, levantou-se e pregou um sermão que cortou o coração de 3.000 pessoas. E hoje nós vamos caminhar pelas ruas dessa Jerusalém antiga. Ah, vamos ser uma espécie de observadores invisíveis. Vamos seguir esse grupo de pessoas. Eles não usam uniformes. Eles não têm um templo próprio com o nome deles na fachada. Eles não têm dinheiro sobrando, eles não têm influência política nem exércitos, mas eles tem algo que está virando a cidade e logo o mundo inteiro também estará virado de cabeça para baixo. Lucas, o médico e historiador cuidadoso, resumiu a vida deles em uma única frase em Atos 2:46. Diariamente perseveravam unânimes no templo. Diariamente perseveravam unânimes do templo. Partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração. Parece uma frase simples, quase um relatório de rotina, mas dentro destas dessas poucas palavras está o DNA de uma igreja viva. Dentro dessas poucas palavras está o DNA de uma igreja viva. O segredo de um poder que nós, com toda a nossa tecnologia, nossos orçamentos e nossos métodos modernos, muitas vezes lutamos para encontrar. Nessas poucas palavras, nós temos essa esse relatório, esse DNA de uma igreja viva. Vamos, vamos seguir essa gente. Vamos ver como era um dia na vida dessa igreja. Vamos observar quatro marcas inegociáveis que sustentavam essa comunidade. Se nós queremos aprender com eles, nós precisamos observar essas quatro marcas inegociáveis que sustentavam essa comunidade. E quais são as marcas? a praça, a mensagem, a mesa e o coração. As quatro marcas dessa comunidade são a praça, a mensagem, a mesa e o coração. O dia deles começa. Para onde que eles vão? A gente poderia pensar, bom, eles são cristãos agora, eles acabaram de nascer de novo. Eles vão se esconder em uma caverna qualquer, vão construir um mosteiro no deserto, vão alugar um salão bem longe da confusão para fazerem seus cultos em paz e segurança. Não, olhe para eles. Eles estão caminhando em direção ao centro do furacão, ao centro do furacão. Eles estão subindo as imensas escadarias de pedra do grande templo de Herodes. O templo não era apenas uma igreja grande, era o coração pulsante de Israel. Tudo acontecia lá. Era o centro religioso, era o centro econômico, era o centro social de toda a nação. Imagine lugares assim, Vaticano, Wall Street, Times Square, essas coisas que o mundo todo conhece como centros eh econômicos ou religiosos do mundo. Tudo no mesmo lugar. Imagina tudo isso no mesmo lugar. Era assim que era o templo. O templo era esse lugar. Tudo acontecia lá. O barulho é ensurdecedor. Ensurdecedor. Ovelhas balindo para o sacrifício. Pombas arrulhando em gaiolas. Cambistas gritando as taxas de câmbio das moedas romanas para o ciclo do santuário. Mirar milhares de pés arrastando na pedra polida. Mas preste atenção nesse grupo de cristãos. Preste atenção. Eles passam direto pelos altares de sacrifício de bronze, onde o cheiro da carne queimada e o sangue enchuá. Eles não estão trazendo cordeiros. Eles não vão participar disso. Eles não vão trazer cordeiros. Eles vão, eles não vão participar disso. Eles sabem com uma convicção que queima no peito, que o cordeiro definitivo foi imolado. Imolado não precisa mais. O sangue de Jesus na cruz foi o último sacrifício que o universo precisava. Guarda isso no seu coração. Guarda isso no seu coração. O sangue de Jesus foi o último sacrifício que o universo precisava. Nós estamos vivendo numa igreja que fala de sacrifício todo dia. Tem de fazer isso, tem de fazer aquilo, tem de fazer aquilo outro, porque senão não tem bênção, porque senão o Senhor não age, porque senão o Senhor não trabalha. O único, o último sacrifício que o universo precisava aconteceu quando Jesus Cristo subiu à cruz. Ponto. E o véu rasgado provou isso. O véu rasgado provou isso. Então, por que eles estão lá? Eles se dirigem ao pórtico de Salomão. Uma imensa colunata coberta ao lado, no lado leste do complexo do templo. É a grande praça pública. É onde os rabinos ensinam. onde os filósofos debatem, onde o povo se reúne para conversar, fofocar e discutir as notícias do dia. É o nosso lugarzinho do café lá, tá vendo? Nós temos um grupo que fica na colunata e um grupo que fica na no na nave. Então, a colunata era o lugar do café. Eles também tinham esse lugar do café, onde o povo se reúne para conversar, para discutir as notícias do dia. Tudo acontecia lá na na grande praça pública. E lá é que os cabinos ensinavam, >> onde os filósofos debatem, onde o povo se reúne, eh, para conversar. É lá que as coisas acontecem. E eles estão lá. Eles estão lá. Tudo tá misturado. Nós aqui já somos mais organizados, não é? Quando a gente quer conversar, a gente vai lá pro pátio. Quando a gente quer eh tá aqui no no no na turma, a gente vem para cá. Então eles não, eles faziam tudo misturado. Então os rabinos lá ensinavam, os filósofos debatiam, o povo se reunia para tudo. E por que que os cristãos estão lá? Os cristãos estão lá porque é lá que as pessoas estão. Então, por que que os cristãos foram pro pórtico de Salomão? Os cristãos foram pro pórtico de Salomão, porque é lá que as pessoas estão. E Lucas diz que eles diariamente perseveravam no templo. Diariamente perseveravam no templo. A palavra grega é muito forte, é proscarte, é uma palavra forte. Significa continuar com esforço intenso. Significa se agarrar a algo com unhas e dentes. Não desistir mesmo quando é difícil, exaustivo ou perigoso. Não, eles não iam ao templo. Presta atenção nisso, porque essa é a mensagem paraa nossa comunidade. Eles não iam ao templo para um culto de domingo. Eles não iam ao templo para um culto de domingo. Eles iam todos os dias alter, segunda, terça, quarta, quinta, sob o sol escaldante do meio-dia, sob os olhares de ódio dos fariseus que passavam com suas filactérias largas, sob a vigilância armada dos guardas do templo, que tinham as mãos nas espadas, eles não esperavam que o mundo viesse até eles. Presta atenção nisso. Os cristãos todos os dias iam pro templo, passavam por tudo que estava acontecendo no templo e iam pro pórtico de Salomão. Por quê? Porque as pessoas estavam no pórtico de Salomão. Então os cristãos todo dia, todo dia os cristãos iam pro pórtico de Salomão. Todo dia, de segunda a segunda, insistiam, estavam lá o tempo todo. Eles não esperavam que o mundo viesse até eles. Eles iam até o mundo. Eles não esperavam que o mundo viesse até eles. Eles iam até o mundo. A presença deles no templo não era um hábito religioso vazio. A presença deles no templo não era um hábito religioso vazio. Presta atenção. Essa é a mensagem paraa nossa comunidade. A presença deles no templo não era um hábito religioso vazio. Era uma estratégia de evangelização diária e intencional.Ó Glória a Deus. >> Era uma estratégia de evangelização diária e intencional. O templo, para eles, não era um lugar de esconderijo religioso, era a linha de frente, era o campo de batalha onde a luz enfrentava as trevas todos os dias. Então, imagine a cena. O Pedro se aproxima de um grupo de judeus da diáspora que vieram do Egito, estão prestes a voltar para casa. Ele não fala sobre o clima, ele fala sobre a ressurreição. João está conversando com um comerciante local que está pesando moedas. Maria, mãe de Jesus, talvez esteja consolando uma mulher viúva perto do pátio das mulheres, contando a ela como o seu filho venceu a morte. Eles olham nos olhos das pessoas, eles contam o que viram. Eles falam do túmulo vazio. Eles entenderam algo que nós esquecemos. A igreja não existe para si mesma. Eles entenderam algo que nós esquecemos. A igreja não existe para si mesma. A igreja é o barco salvavidas. Não é um cruzeiro de luxo. A igreja é a turma do resgate, não é um clube de campo para santos aposentados. Então vamos ouvir isso e vamos perguntar a nós mesmos onde está o nosso pósco de Salomão? Onde está a nossa praça pública? Onde estão as pessoas que precisam ouvir a mensagem que nós temos? Onde pode ser? A sala de descanso da sua empresa, onde as pessoas reclamam da vida enquanto tomam café. Pode ser o portão da escola dos seus filhos, onde os pais conversam enquanto esperam o sinal bater. Pode ser o grupo de WhatsApp do seu condomínio, pode ser a mesa da faculdade, pode ser o hospital onde você trabalha ou onde você espera. Nós nos acostumamos a abrir as portas das nossas casas de reunião no domingo de manhã, ligar o ventilador ou o ar condicionado ou nada, dependendo do tempo, afinar os instrumentos e esperar que os pecadores entrem, que eles entrem, que eles se sentem nossos bancos e que ouçam. A igreja de Atos 2 não tinha portas para abrir. Eles eram as portas. Glória a Deus. Eles iam onde os necessitados estavam, diariamente, com perseverança. A evangelização não era um departamento da igreja. A evangelização era o batimento cardíaco de cada membro. Se a gente quer ver um impacto de Atos 2, a gente precisa recuperar a coragem de ir para a praça. >> Vamos continuar observando os nos templo. Enquanto a gente caminha entre as imensas colunas de mármore do porco de Salomão ouvindo as conversas, algo impressionante, quase sobrenatural acontece. Se você parasse para ouvir Pedro, se a gente chegasse perto e o Pedro falando no canto do pátio depois de caminhar 50 m até o outro lado para ouvir o João, ou talvez para parar para escutar um cristão anônimo que se converteu no Pentecostes há apenas trs dias, que mal sabe ler, a gente vai notar O que faz a gente ficar arrepiado? Eles dizem exatamente a mesma coisa. O Pedro, o João e o irmãozinho que chegou há três dias, eles dizem exatamente a mesma coisa. Lucas diz que eles perseveravam unânimes. A palavra grega é omotimadom. É uma palavra linda. É uma das palavras mais usadas por Lucas. Omotimadom >> significa unanimidade. E a ideia aqui é essa mesmo. Mesmo e tunos. Homo de mesmo e túmos de mente significa paixão, significa propósito. Eles tinham a mesma mente, eles tinham a mesma paixão. Mas a gente não deve se enganar não. Eles não eram clones não. Eles não sofreram lavagem cerebral que apagou as personalidades deles. Não, não. Aquele grupo era uma mistura improvável e explosiva de pessoas, improvável e explosiva. Pescadores rudes da Galileia que cheiravam a mar, cobradores de impostos que antes roubavam o povo paraa Roma. Zelotes que antes carregavam dagas escondidas para matar romanos. judeus tradicionais e judeus helenistas que falavam grego e tinham costumes diferentes. Eles eram diferentes em cultura, eles eram diferentes em origem social, eles eram diferentes em sotaque, eles eram diferentes em educação. Se você os colocasse numa sala para discutir política, economia ou qual a melhor forma de assar um peixe, eles provavelmente se escordariam em quase tudo. Mas quando eles abriam a boca para falar de Jesus, parecia um único coração a bater. >> A unanimidade deles não era sobre preferências secundárias. Eles eram unânimes na mensagem a ser apresentada sobre o Cristo. Não era fofoca doutrinária, não havia, "Ah, o meu Jesus é diferente do seu". Não, não tinha nada disso. Não havia um grupo dizendo: "Ah, Jesus foi apenas um bom mestre moral ou um revolucionário social" e outro dizendo: "Não, ele é Deus encarnado." Não havia um grupo pregando a ressurreição física e outro dizendo: "Bem, a ressurreição é só uma metáfora espiritual paraa renovação da esperança". Não, eles tinham uma única mensagem afiada como uma espada de dois gumes. Aquele Jesus que vocês crucificaram, Deus o fez Senhor e Cristo. Ele ressuscitou. Nós somos testemunhas. Arrependam-se e creiam. É essa unidade inquebrável, essa mensagem proclamada a uma só voz que fazia os joelhos dos ouvintes tremerem. O mundo não consegue resistir uma igreja que sabe exatamente quem é o seu senhor. Vamos pensar no impacto disso. Os sacerdotes e os fariseus tentando confundir os irmãos. Eles mandavam espiões para fazer perguntas capiciosas. tentavam achar contradições no testemunho deles. Vamos pegar um pescador ali, ele é ignorante, ele vai se contradizer. Mas eles batiam em uma parede de rocha sólida. A mensagem era uma só. O Cristo era um só. A cruz era o centro. Hoje o mundo olha paraa igreja e muitas vezes vê uma confusão ensurdecedora de vozes. Vê igrejas brigando por questões políticas, líderes atacando uns aos outros nas redes sociais. Um evangelho diluído que promete prosperidade financeira e carros importados. Outro que promete apenas conforto psicológico e autoajuda e outro que se perde em ativismo social sem mencionar o sangue de Cristo. >> O mundo fica confuso. O incrédulo olha para nós e pergunta: "Quem é esse Jesus de vocês? Ele é o gênio da lâmpada que realiza desejos. Ele é um psicólogo cósmico, ele é um ativista político. Porque cada um de vocês diz uma coisa diferente. A igreja primitiva tinha poder porque tinha clareza. Eles não negociavam a cruz. Eles não suavizavam a ressurreição para parecerem mais intelectuais. Eles não adaptavam a mensagem para agradar os ouvintes ou para evitar perseguição. Eles eram homotimadom, uma só paixão, um só propósito, um só Cristo. Se queremos ver o poder de Atos 2 nas nossas ruas hoje, temos de voltar paraa mensagem de Atos. Temos de parar de pregar a nós mesmos. Temos de parar de pregar nossas opiniões, nossas ideologias e nossas preferências teológicas secundárias. E temos de voltar a pregar Cristo e Cristo crucificado. A unanimidade, na verdade, é o motor da evangelização eficaz. Quando a igreja fala a uma só voz sobre quem é Jesus, o inferno treme. >> Mas o dia de Jerusalém não termina no templo. O sol começa a se pôr, tingindo as pedras brancas da cidade de um vermelho profundo. sombra se alongam, o barulho do mercado começa a diminuir, os guardas do tempo começam a fechar os pesados portões de bronze, é hora de voltar para casa. Vamos segui-los. Vamos seguir essa turma. Vamos seguir essa gente que passou o dia falando da cruz e da ressurreição. Vamos ver como é que eles deixam a praça. É, eles estão saindo da praça pública. Não, eles não vão cada um pro seu canto, não. Eles não vão cada um para o seu canto trancar as suas portas, ligar as suas telas e viver as suas vidas isoladas. Não, eles não vão fazer isso não. Eles começam a se dividir. Sim. Eles começam a se dividir em grupos menores, entrando por vielas estreitas, subindo escadas externas, entrando nas casas uns dos outros. Lucas nos diz: "Eles partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria. Eles iam para várias casas, era muita gente, 3.000 pessoas não cabe num lugar só". Então eles se dividiam em grupos, mas iam para casa, sempre em grupo, sempre em comunhão, sempre em comunidade. Vamos entrar numa dessas casas. A gente vai ter de abaixar a cabeça para passar, passar pela porta que é baixa. A sala é pequena. As paredes são de barro e pedra, são iluminadas por uma luz bruxoleante, pequenas lamparinas de azeite, o cheiro de peixe assado, pão quente, toma conta do ar. Não tem púlpito, não tem vitrais coloridos e nem tem um corala ensaiado. >> Nada disso. >> Mas provavelmente tinha o >> Ah, não sei não, porque o o Diamonso já foi melhor. [risadas] Já foi melhor, já foi mais evangelista. Mas vamos, vamos pensar que é o dos velhos tempos, tá bom? Tá lá o diamanto. Então, no centro da sala, Diamanto, Raí, >> é o Diamant Raí, no centro da sala tem algo muito mais poderoso. O que é que tem? uma mesa. >> No centro da sala tem uma mesa. Na cultura do antigo Oriente próximo, a mesa não era apenas um móvel onde se colocava comida, era o lugar supremo de aceitação. Presta atenção nisso. Era o lugar supremo de aceitação. A mesa era lugar de aceitação. A mesa era lugar de aliança. A mesa era lugar de intimidade. Sim, porque no Antigo Oriente você não comia com qualquer um, você comia com alguém que tinha significado para você. E você estava dizendo para essa pessoa: "Eu aceito você. Eu sou seu amigo. Minha vida está ligada à sua. Se você for atacado, eu vou defender você." Era aceitação. Ao redor dessa mesa tinha um milagre social absoluto acontecendo. Olha para essas pessoas, vamos olhar. Estão sentadas no chão sobre esteiras. Ali tem um mestre da lei, um fariseu convertido, sentado ombro a ombro com um ex-cobrador de impostos que trabalhava para Roma. Alguns meses, o fariseu não chegaria a 10 m dessa pessoa sem cuspir no chão e murmurar uma maldição. Hoje eles estão dividindo o mesmo pão. Ali tem um rico comerciante de tecidos passando a tigela de azeitonas para uma viúva pobre que até a semana passada mendigava perto do tanque de Betesda. Ali estava um escravo sentado ao lado do seu antigo senhor e ambos chamavam a Deus de pai. >> As barreiras sociais, econômicas, raciais, culturais foram completamente pulverizadas. Nós temos de lembrar isso porque a igreja de hoje é uma igreja elitizadora. A igreja de hoje é uma igreja de raças. A igreja de hoje é uma igreja de nacionalidades. A igreja de hoje é uma igreja de poder econômico. Isso não tem nada a ver com a igreja de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. >> Glória. >> A mesa era o altar da comunhão cristã. A mesa era o altar da comunhão cristã. a coinonia. E preste atenção, vamos prestar atenção no que é que preenche aquela sala. Não é o som de cânticos fúnibres. Não é o som de cânticos fúnebres. Não é o som de pessoas murmurando sobre como a vida é difícil sobre o Império Romano. Não é o som de fofoca sobre o que aconteceu no templo mais cedo. Sabe qual é o som? Gargalhadas, conversas animadas. É o som de uma alegria exuberante. Lucas ou usa a palavra grega a galias. Não é um sorriso amarelo de educação. A Galias não é uma alegria contida e política que às vezes a gente vê nos nossos corredores de igreja, onde a gente diz: "Paz do Senhor, irmão, sem olhar nos olhos do irmão". A Galiases é um júbilo transbordante. Júbilo transbordante. Uma exultação, uma alegria que não cabe no peito e que transborda pelos olhos e pelos lábios. É a alegria de quem encontrou o tesouro escondido no campo. Eles partem o pão duro com as mãos, servem o vinho simples, comem como se estivessem no banquete do próprio rei do universo. E estão estão no banquete do Rei do universo. É onde eles estão, sabe? Eles não têm muito. Muitos deles venderam suas propriedades para ajudar os mais pobres. Eles estão sob ameaça constante de prisão. Eles sabem que mesmo os sacerdotes que mataram Jesus, os mesmos estão de olho neles. Que o império romano, com toda a sua brutalidade para sobre eles como uma sombra escura. Mas a alegria que vibra naquelas paredes de barro faz o palácio de mármore de César em Roma parecer uma tumba fria e triste. Por quê? Porque a alegria deles não dependia das circunstâncias. E hoje, hoje, hoje quando nós vemos a igreja apoiando o que há de pior na história humana, alguém em nome de Cristo Jesus precisa recuperar essa alegria e dizer que a igreja de Cristo não tem nada a ver com esse genocídio, não tem nada a ver com essa loucura. cura. Não tem nada a ver com essa estupidez, não tem nada a ver com os senhores da guerra. >> Era a alegria de quem sabia que a morte havia sido derrotada. Era a alegria quem tinha o Espírito Santo habitando dentro de si. Cada refeição era uma celebração da ressurreição. E nunca, como hoje, nós precisamos celebrar a ressurreição. para que as notícias que tomem conta do nosso coração sejam notícias da vida eterna e não da morte que os loucos satanizados estão espalhando no mundo com apoio de muita gente que se diz seguidora de Cristo. Não era a alegria de quem tinha o Espírito Santo habitando dentro de si. Cada refeição era para celebrar a ressurreição. Cada pedaço de pão lembrava o corpo de Cristo dado por eles. Cada cálice lembrava o sangue da nova aliança. Um cristão sombrio, amargurado, ranzinza, que vive reclamando da vida, é uma contradição viva do evangelho. A igreja primitiva nos ensina que a comunhão à mesa é uma celebração diária da vitória de Cristo. Se eu e você não celebrarmos diariamente a vitória de Cristo, do que é que nós vamos falar? Onde nós vamos buscar a esperança? Onde nós vamos buscar a resiliência para resistir esses loucos? Se nós não celebrarmos a ressurreição, nós vamos pensar que a morte pode vencer e a morte foi derrotada. É da ressurreição que nasce a força, a resiliência, a coragem para dizer não aos senhores da guerra, para dizer não à injustiça, >> para não, para dizer não a esses loucos satanizados que ousam invocar o nome de Jesus enquanto matam. e causam desespero. Quando nós nos reunimos, é para celebrar a vitória de Cristo, porque é vitória de Cristo que nos dá certeza da nossa vitória. A vitória de Cristo é que nos diz qual é a última palavra na história humana. E a última palavra na história humana é a palavra devida. Então, quando nos reunimos, seja para ser do senhor oficial, seja por um churrasco no sábado, seja para tomar um café na padaria da esquina, a alegria, a Galias deve ser a marca registrada do nosso encontro em todo lugar. Aqui na padaria da esquina, no churrasco na nossa casa, a Galias deve ser a marca registrada do nosso encontro. Sabe como é que você derrota Satanás celebrando a ressurreição? Sabe como você derrota a sua raninzice celebrando a ressurreição, lembrando sempre que é a ressurreição que marca a sua história. Porque a ressurreição é a certeza de que a vida triunfou sobre a morte. Glória a Deus. >> Triunfou ontem, triunfa hoje e triunfará amanhã. Alegria, a Galiases deve ser a marca registrada do nosso encontro. Onde nós estivermos. O mundo lá fora tá deprimido e não tem como não estar. O mundo lá fora tá ansioso, o mundo está solitário. Mesmo conectado a milhares de pessoas nas redes sociais, o mundo precisa olhar para as nossas mesas e desejar sentar-se conosco, porque ali a vida, a riso, a esperança verdadeira. >> Glória a Deus. Não tem nenhuma razão pro mundo vir para um bando de gente que vive fazendo as mesmas reclamações, sem nenhuma esperança, sem nenhuma alegria e ainda com o fardo desgraçado da religião. Porque a religião, a religião é um fardo desgraçado. E eu tô usando a palavra desgraçado propositadamente, que é sem a graça de Deus. Desgraçado, privado da graça de Deus. É isso que a religião se tornou. Você vai, são verdadeiros túmulos. Verdadeiros túmulos. onde as pessoas são ameaçadas de manhã, de tarde e de noite, onde elas saem com a sensação de que estão em débito eterno, que precisam viver rastejando mesmo, que são loucos pensando que Deus vai abençoá-los do jeito que eles vivem. É o fardo desgraçado da religião. Os fariseus ganharam sucessores. Os saduceus ganharam sucessores. Os escribas ganharam sucessores. Isso virou uma loucura. É preciso recuperar a esperança verdadeira. É preciso olhar paraas nossas mesas como uma coisa desejável, um lugar onde nós retomamos diariamente a alegria da ressurreição. Porque Cristo ressuscitou, a morte não vai vencer. Então nós podemos nos levantar contra a morte, porque Cristo ressuscitou, a injustiça não vai vencer. Por isso, nós podemos nos levantar contra a injustiça, porque Cristo ressuscitou. Os loucos satanizados não vão vencer, porque Cristo expôs os demônios na praça pública, os despojou. Então, nós podemos nos levantar contra os demônios porque Cristo ressuscitou. Inclusive podemos nos levantar contra o nosso mau humor, porque Cristo ressuscitou. >> Tem de haver um cântico novo, >> tem de haver uma música no nosso coração, tem de haver um louvor na nossa alma. >> Porque Cristo ressuscitou. >> Então vai haver esperança verdadeira. Então, são os as quatro marcas da igreja. Lembra sempre das quatro marcas da igreja. A praça. Eles estavam o tempo todo praego. A mesa. Eles estavam sempre lá o tempo todo. Então, a ideia básica é a alegria. A alegria do Senhor é a nossa força. >> Amém. O quarto, a quarta marca daquela igreja era o coração. O coração deles tinha a singeleza como fundamento. Se a gente se aproximar mais um pouco e olhar pros rostos iluminados pelo fogo da lamparina e a gente perguntar como eles conseguem comer juntos sendo tão diferentes? Como eles conseguem, sem que o rico humilhe o pobre, sem que o judeu tradicional despreze o helenista? como eles evitam que essa comunidade se disfaça em brigas de ego, como acontece em muitas das nossas igrejas, brigas de ego. É uma desgraça. Todo mundo quer ser chefe, ninguém quer ser garçom. E a igreja de Cristo é um lugar de garçons. O próprio Cristo disse, vocês viram aquele banquete onde nós fomos? Vimos quem era o maior lá? Ah, o sujeito que estava sentado à ponta e todo mundo servindo ele. Aí Jesus diz: "Pois eu entre vocês sou o garçom. Se ele é o garçom, por que que você quer ser o chefe? Por que que eu quero ser o chefe? A comunidade de Cristo é uma comunidade de garçons, todo mundo prestando serviço, abençoando o próximo. Então, como eles conseguiam? O versículo da chave. E é uma chave de ouro. O alicerce que sustentava todo o edifício daquela comunidade. É esse versículo. O Lucas diz: "Tomavam suas refeições com alegria e singeleza de coração. A palavra grega aqui é a felez. É uma palavra rara. muito rara, só aparece aqui em todo o Novo Testamento. Ela deriva de uma palavra cuja raiz é sem pedras. Então, a a feles é sem pedras, liso, suave. Um coração singelo, é um coração sem dobras. É um coração sem engano, sem hipocrisia, sem segundas intenções. É a ausência total de orgulho, de vaidade e de agenda oculta. Simples assim. Eu só vim para ver você. Ponto. Eu só vim para ver você. Acabou. Olha lá eles no no no em volta da mesa. Não tem máscara. Ninguém tá tentando parecer mais santo do que realmente é. Ninguém tá competindo para ver quem orou mais alto no templo, nem quem curou mais enfermos. Isso era uma senhora igreja, hein? Que o cara podia ver quem foi de nós que curou mais. Uau! Não, nem isso. Também não estavam lá para ver quem é que tinha doado mais dinheiro paraa caixa dos pobres. Ninguém tava tentando impressionar os apóstolos. Eles são simplesmente eles mesmos, pecadores perdoados, lavados pelo sangue, amando uns aos outros com uma transparência chocante. Vamos prestar atenção nisso, porque esse é o ponto onde muito das nossas igrejas modernas falharam miseravelmente. Sem a singeleza de coração, a verdadeira comunhão se torna absolutamente impossível. Não tem comunhão onde não há singeleza de coração, nem na sua casa. Nem na sua casa. Você tem de levantar para ver a pessoa com quem você vive. Apenas isso. Não para fazer cobranças, não para fazer reclamações, só para vê-la. Eu vim ver você. Eu vim estar com você. Eu vim comer com você. Eu vim tomar café com você. >> É só isso. Singeleza de coração, verdadeira comunhão. Sem singeleza de coração, não tem comunhão possível. Esquece, esquece. Não adianta ficar fazendo elucubrações, não adianta ficar eh lendo eh teses psicológicas ou teológicas, ou seja lá o que for. A diferença, como disse o poeta, está no coração. A diferença, como disse o poeta, está no coração. Ponto. Não dá para ter comunhão com alguém com quem você está competindo. Bota isso no seu coração, irmão e irmã. Não dá para ter comunhão com alguém com quem você tá competindo. >> Eu me lembro que uma vez Eliane e eu fomos visitar um casal que pediu pra gente lá conversar. Eles estavam com problema familiar brabo e tal. a gente não conseguia conversar com ele porque eles estavam competindo o tempo todo. E eu olhava para ali, ali olhava para mim e dizia e eu dizia para ela: "Acho que não tem nada para fazer aqui, porque enquanto um aqui não for declarado campeão, essa porcaria não para. Sim, porque é uma porcaria você viver com uma pessoa e ficar competindo com ela. Você tá doente. Você tá doente. Ficou louco. Você tá o tempo todo com a pessoa que vive com você tentando provar que você é o melhor ou que você é a melhor. Você ficou louco. Você tá doente, mas você tá muito doente. muito doente, porque você vive com essa pessoa. Essa pessoa vive com você, pelo amor de Deus. Tudo que acontecer ali vai acontecer com vocês dois. Se vocês não estiverem lá apenas um para ver o outro, um para estar com o outro, esse negócio vai desmoronar. Não dá para ter comunhão com alguém com quem a gente compete. A competição é uma praga. A fé cristã é a fé da cooperação, não é a fé da competição. Melhor exemplo disso foram duas mães que puseram as filhas para correr. Aí uma menina corria muito mais do que a outra. E a mãe que dessa que corria muito mais do que a outra, já começou a esfregar as mãos vendo a filha cruzar a linha final. A menina que corria muito mais do que a outra olhou para trás e viu a outra com dificuldade. Voltou, pegou na mão da outra e foram juntas para cruzar a linha final. Essa menina ensinou pra mãe o que que significa ser cristã. Ser cristão não é vencer a corrida, é ajudar todo mundo a chegar. >> Nós vamos chegar juntos. Não tem nenhuma alegria em eu chegar primeiro. Para quê? Para quê? Então, não dá para ter comunhão onde tem competição, assim como não dá para ter comunhão onde tem inveja. Não dá. Eu quero o que o outro tem. Não, eu quero abençoar o outro. Assim como não dá para ter comunhão onde tem fofoca, onde as pessoas sorrem pela frente e apunhalam pelas costas. Não dá, não dá, não dá, não dá, não dá. Não dá. Não dá para ter comunhão onde as pessoas usam máscaras de crente para esconder as suas feridas, os seus erros, os seus casamentos em crise e as suas lutas reais. Não dá. Não dá para ter comunhão. Não dá. É preciso orar juntos, é preciso amar uns aos outros. Por isso que a gente não julga, a gente intercede. A gente não julga, pelo amor de Deus, a gente não julga, >> a gente intercede. Vamos orar, irmão. Vamos pedir um milagre de Deus. A ressurreição do Cristo pode vencer qualquer tipo de morte. A ressurreição do Cristo pode vencer qualquer tipo de morte. >> Então, vamos clamar pela ressurreição. A falta de singeleza transforma a mesa da comunhão num campo de batalha silencioso. Não é essa a ideia. Não pode ter. Imagina se naquelas casa em Jerusalém eles estivessem com inveja um do outro. Foi isso que matou Ananês e Safeira. É inveja. Simples assim. Foi isso que o Pedro falou. Vocês mentiram pro Espírito Santo? Aí alguém diz: "Mas como que mente pro Espírito Santo?" Nem mãe não mente pro Espírito Santo. Claro que não mente. Tanto é que o moço vai ficar ali mesmo. >> Vocês estão fazendo isso por quê? Vocês venderam por 1000, querem doar só 500? Tá bom. Ou não querem doar nada? Tá bom. É doação, filho. Doação. Doação. Eu me lembro quando eu pregava por tudo quanto era canto e todo mundo aqui que já pregou para tudo quanto é canto sabe disso. O cara chegava para mim, dava uma oferta e dizia: "Tá bom". Eu dizia: "Você que tem, né? Você que tá ofertando, você que tem de me dizer se tá bom". Não queria saber se essa oferta satisfaz o senhor. É a sua oferta? É. Não, não. Porque o senhor pode ficar chateado. Falei: "Filho, você tá me dando oferta ou tá pedindo que eu dê valor pro meu trabalho? Se você quer que eu dê o valor do meu trabalho, eu vou dar e você não vai gostar. Eu não vim aqui cobrando o meu trabalho. Eu vim aqui para abençoar vocês e você oferta se quiser. E é você que diz se a oferta tá boa ou tá má. Não sou eu. Tá boa. Porque isso é o seu culto a Deus, não é a mim. Você tá me cultuando? Você não tá me cultuando. Eu não vim aqui para ser cultuado. Então você não tá me cultuando, filho. Você que tem me dizer, tá bom ou não tá. É oferta, filho. Agora você tá querendo que eu dê o preço do meu trabalho. Eu vou dar. Eu vou dar. E aí você não vai gostar se eu der. Porque aí, filho, eu vou começar a fazer comparações, eu vou começar a a buscar o meu currículo, eu vou falar dos meus livros, eu vou falar das conferências que eu já fiz e aí vai custar caro, filho. Vai custar caro. Vai custar muito caro. Então você decide o que é que você está fazendo. Não vem pedir para eu decidir por você. É você que tá ofertando. Eu não pedi. É oferta. Tá bom assim? Tá. Para mim tá bom. Então para mim também tá. Obrigado. Louvado seja o nome do Senhor. Porque isso nós fazemos um louvor ao Senhor. Então imagina se lá fosse assim, o pão ia ter gosto de cinza. Se houver hipocrisia, o vinho fica barbo. Se houver orgulho, >> garçom chegou. >> Ô garçom, valeu, hein? Tá ficando melhor isso, hein? Falei: "Caramba, tô pregando aqui a uma hora e os caras não se topam". Ah, que bom. [risadas] Então, o vinho ia ser amargo. Se houvesse orgulho, o silêncio ia ser constrangedor. Porque gente orgulhosa não fala, quer ouvir. Mas por que o Espírito Santo tinha descido como fogo e tinha queimado o egoísmo deles? Eles podiam ser irmãos de verdade porque o Espírito Santo havia descido como fogo. Eles podiam ser vulneráveis, pelo amor de Deus, vulneráveis. Vulneráveis. Simples assim. Eles podiam confessar seus pecados uns aos outros. Eles podiam chorar juntos quando a perseguição apertava e podiam rir juntos quando Deus operava um milagre. Podiam viver. Eu olho para um montão de gente que diz que é crente em Jesus Cristo. Eu olho para eles e digo: "Isso aqui é um amontoado de mentiras. Isso aqui é um amontoado de falsidade. Isso aqui é um amontoado de besteira. Ninguém é desse jeito. Impossível! Esse cara tá escondendo tudo de todos. mentiroso, bandido. E quem que ele pensa que ele tá enganando? Não. Aqui é um lugar de vulnerabilidade, de pedir oração, de orarmos juntos, de chorarmos juntos e de juntos agradecermos a Deus pelos seus milagres que são extraordinários. Hoje mesmo o senhor deu a palavra pra irmã dizendo que já tava fazendo milagre. Eu até falei: "Ah, vou embora então. Já acabou, já tá feito, já tem gente sendo curada, o Espírito Santo já tá trabalhando. Vamos para casa, irmãos". Mas como eu sou pago para pregar, então fiquei para pregar, entendeu? continuar, >> pode continuar, né? Então o amor ali não era fingido, era de verdade. Eu vim aqui para ver você. Singeleza, de coração é solo fértil, onde a semente da comunhão brota e gera a árvore da alegria exuberante. Se a gente quer comunhão, não basta organizar jantar, não basta criar pequenos grupos ou fazer retiros, não tem nada contra isso. a gente mesmo faz, mas a gente precisa cair de joelhos e pedir a Deus que nos dê singeleza de coração, que quando a gente for para encontrar-se com os irmãos, é para encontrar com os irmãos. A gente tem de depor armas, tem de tirar as máscaras, tem de parar de tentar impressionar uns aos outros e até impressionar nós mesmos. A gente tem só de se amar com a simplicidade de Cristo. E assim termina o dia em Jerusalém. As lamparinas se apagam, a cidade dorme, mas no escuro daquelas casas, uma revolução silenciosa tá ganhando força. Uma revolução que o Império Romano não vai conseguir parar com seus leões, nem com as suas fogueiras, nem com as suas cruzes. Porque você pode matar um ser humano, mas você não pode matar uma comunidade que vive assim. A igreja de Atos 246 não é um museu para ser admirado de longe. Não é um conto de fadas religioso para lermos e suspirarmos ah, como era bom naquele tempo. Não é um espelho. Um espelho que Deus coloca diante de nós hoje. É um modelo definitivo do que significa ser corpo de Cristo na terra. Deus nos chama hoje para resgatar esse equilíbrio perfeito. Chama a gente para ser uma igreja com duas asas, a asa do templo e a asa da casa. Primeiro, presta atenção nisso. Ele nos chama para uma evangelização diária e corajosa lá fora. O pórtico de Salomão do nosso dia a dia. A gente precisa sair das quatro paredes e ir onde as pessoas estão. Guarda isso no seu coração. A Eliana e o João, que são evangelistas, vivem me falando isso todo dia. Eu digo: "Isso é com o Espírito Santo, amigo. Calma. Com João ainda posso falar assim. Com a Iliana não adianta. [risadas] Com João de Calma, João, calma, calma. Com a Eliana não adianta falar. Eu digo: "Não, então ora, então ora, ora, eu vou fazer o quê?" Calma, tudo a seu tempo. Então, ouça isso. O Espírito Santo já usou a armadinha para dizer isso milhares de vezes. A igreja precisa sair das quatro paredes e ir onde as pessoas estão. Então, onde as pessoas estão na sua relação? Onde elas estão? Onde? Segundo eles nos chama, o Espírito Santo nos chama rua, nos chama para uma unanimidade inquebrável na proclamação de que Jesus Cristo é o Senhor. Amém. >> Jesus Cristo é o Senhor. Lembre-se sempre disso. Essa é a confissão da igreja. Lembrou disso? Essa é a primeira confessão da igreja, o Senhor Jesus Cristo. Então ele chama a gente para essa unanimidade inquebrável. A gente tem de parar de pregar as opiniões da gente e pregar a cruz e a ressurreição. >> Amém. E ele terceiro nos chama a ruach. Lembre-se, a triunidade é indecifrável, mas quando a triunidade se manifestou a nós e se revelou a nós, a triunidade se revelou como pai, mãe e filho. Tá certo? Na triunidade tem a paternidade, a maternidade e a filialidade. A triunidade se revelou como pai, mãe e filho. Mas não é isso que a triunidade é. O que a triunidade é é um mistério. Mas como a triunidade se revelou? se revelou, porque nós só falamos do que foi revelado. Nós não falamos do que é, nós falamos do que foi dito, do que foi apresentado, porque a criatura não pode falar do criador. Deus, >> tá certo? Então, a rua do nos chama para uma alegria contagiante quando nos reunimos ao redor da mesa. Nossas casas, nossas comunidades precisam ser oases de celebração nesse mundo deprimido que nós estamos vivendo. Gente, pelo amor de Deus, tenha consciência do mundo que nós estamos vivendo agora, que esses loucos satanizados estão reinaugurando. E tá cheio de loucos satanizados, inclusive nos púlpitos. Então é preciso ter um grupo que saiba celebrar a ressurreição. E acima de tudo, a rua Cadeleza de coração que rejeita a hipocrisia, que arranca as máscaras e que abraça o amor sincero e vulnerável. O que que vai acontecer na nossa cidade se a nossa igreja viver assim? O que vai acontecer no nossos nossos bairros? Se a nossa casa for um centro dessa alegria e dessa singeleza, o mundo não vai conseguir ignorar a gente. Eles vão olhar para nós e vão dizer o que disseram dos primeiros cristãos. E sabe o que eles disseram dos primeiros cristãos? Vejam como eles se amam. Que o Senhor nos conceda a graça pelo poder da Rua Cadmos a igreja, a igreja viva, a igreja da praça. Quem gosta muito da praça é o Diamanso. Ele tem toda uma teologia sobre a praça. Um dia ele vai, nós vamos num retiro, ele vai só falar da praça dele. Ele vive me falando dessa praça o tempo todo. De vez em quando eu tenho de dizer para ele, vai pra casa também, meu filho, não fica só na praça, não. Volta pra casa. D medo dele dormir na casa? >> É, não, eu tenho medaço de um dia alguém me ligar e falar: "Ai, pelo amor de Deus, vem tirar o diamante, porque ele agora só dorme no banco da praça". Todo dia que eu oro pelo diamanto, eu penso nisso. Senhor, dá moderação pro Diamanto. >> Então, uma igreja viva é uma igreja de praça e de mesa, uma igreja de testemunho e de coração. Amém. >> Amém. Amém. >> É por isso que agora nós estamos sendo convocados para essa mesa. >> Nós separamos o pão e o vinho do uso comum, o fruto da vite, né? Porque por bom tom a gente não traz o vinho, mas traz o fruto da vida. Ah, pois é. Nem tudo é nem tudo é perfeito. A gente traz o fruto da vida. O fruto da vida e o pão são para todos os que confessam Jesus Cristo como Senhor. Não tem nada a ver com se você teve uma vida perfeita ou imperfeita. Não tem nada a ver se você cometeu um desvio ou não cometeu um desvio. Aqui não é lugar de juízo. Aqui não é lugar de punição e aqui não é lugar de disciplina. >> Entendeu? Glória. >> Aqui é o lugar de comungar com o ressurreto, porque só a vida do ressurreto pode salvar a nossa vida. >> Amém. >> Pode renovar a nossa história, pode corrigir a nossa caminhada e pode limpar o nosso coração e a nossa alma. >> Amém. Glória a Deus. >> Então, em nome de Cristo Jesus, todos os que confessam Jesus Cristo como Senhor são bem-vindos. Venham, tomem do pão que significa o corpo de Cristo que foi moído por amor de nós e tomem do vinho, que significa o sangue de Cristo, que manchou a cruz e que permitiu que ele se tornasse a nova matriz da humanidade, a matriz de cada um de nós que aqui está. Amém. >> Então, sejam bem-vindos. A mesa é nossa.