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A fé vem pelo ouvir

O HUMOR DUVIDOSO DE CORAM DÓI E CHÁ REVELAÇÃO!

O HUMOR DUVIDOSO DE CORAM DÓI E CHÁ REVELAÇÃO!

O HUMOR DUVIDOSO DE CORAM DÓI E CHÁ REVELAÇÃO!

Vamos finalmente descobrir quem é a pessoa por trás dá página de humor mais legal dos últimos tempos do Instagram.

Adquira Tuco semicrente – Uma história em quadrinhos dodoísta e muito engraçada https://amzn.to/4b13qMv

Legendas automáticas:

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compartilho também.
>> [música]
[música]
>> Muito bem, muito bem, muito bem.
Bem-vindos a mais uma live aqui neste
canal, o canal do Bibotalk, o canal que
tem Bíblia, teologia e também um pouco
de humor aqui. E hoje nós vamos ter um
chá revelação. Vamos bater um papo com o
senhor Cor ou Senhora. Hã, já se
perguntaram que poderia ser uma mulher,
o Corandói, mas é um homem, tá? Mas
poderia ser uma mulher, por que não? E
eu estava aqui agora nos bastidores
conversando com o Corandói. Hoje vocês
vão saber o nome dele, inclusive. E aí
já foi um assunto que já deixou a gente,
os crentes deixam a gente irritado. Às
vezes os crentes deixam a gente
irritado. Mas hoje, galera, pega esse
link aqui, tá? Corandói, já te mandei no
teu WhatsApp já semana passada o link
dessa live. Então o senhor trate de
entrar agora no seu Instagram, senhor
Corandói, e colocar o link lá da nossa
live que eu já tinha mandado para você.
É que agora o WhatsApp quando você manda
link, ele não fica em forma de link, né?
Ele fica, aparece a figurinha e tal. E
você que gosta de humor, você que
acompanha o Cor andandoy, já joga lá no
seu Instagram, gente. Tá rolando live do
Cor andandoy com o Bibo lá no Bibotalk.
Live essa que ficará salva aqui no canal
para você poder e assistir depois,
recomendar pra galera, tá bom? Ah, vou,
o Corandói, ele já está aqui nessa live,
vocês vão tão a gente vai, vou chamar
aqui. Alô, alô, Som. Corandó está na
linha ou não?
>> Alô, alô. Corandói tá falando.
>> Caramba. Olha aí. Essa é a voz. Vocês
estão ouvindo, gente? Porque eu nunca
fiz esse esquema de só parar a imagem e
ouvir. Vocês estão ouvindo o áudio do
Corandy? Fala aí, Corandy. Quero ver.
>> Alô, gente. Eu estou falando nesse exato
momento. Vocês estão me ouvindo?
>> Ó, nesse exato momento, ó. Viu,
Corandói, falei para ti que tinha que
fazer o desenho. Já estão pedindo. Vai
ter o emoji no rosto, certeza. Ou só a
voz.
>> Cara, então é porque as pessoas estão,
as pessoas duvidaram de mim. As pessoas
realmente não estão botando muita fé em
na minha palavra, porque eu já eu já
arreguei já. Eu já falei que ia mostrar
o rosto algumas vezes, arreguei, já dei
pé atrás e tudo mais.
>> Ah, tá.
>> Então é por isso que eu até te chamei,
porque eu tinha que envolver outra
pessoa, porque senão eu já ia arregar,
já ia pôar.
>> Ok. Mas cara, da onde que veio essa
ideia de de se esconder, né, atrás de um
de um avatar, por assim dizer, né? Da
onde veio essa ideia de preservar tua
identidade? Eh, eu acho bacana e tal,
mas mano, parabéns. Tu tá quanto tempo?
Tu tá quanto tempo assim sem mostrar o
rosto? E por que tu tomou essa
iniciativa do Corandóy não ter um rosto,
mas só um avatar?
>> Então, eu tô, vai fazer uns 3 anos que
eu tô escondendo o rosto e algumas vezes
eu já dei alguns moles. Por exemplo,
esse, acho que ano passado eu fui lá em
Joinville e o Davi lá acabou vazando meu
rosto sem querer. Aí eu não, meu Deus,
Davi, não faz isso e tal. Já mandei
mensagem para ele, ele: "Putz, não
sabia, irmão apagou e tals."
>> Aí já teve esses vazamentos e tudo mais.
>> Só que, cara, eu comecei escondendo o
rosto muito realmente pela covardia,
porque eu sou alguém que eu tenho muito
medo de começar as coisas, mas mais do
que medo de começar as coisas, eu tenho
medo que as pessoas me vejam começando.
>> Então, qual que era a minha parada? Eu
vou fazer uma página e vai, tipo, eu vou
puxar mais opiniões, eu vou fazer as
gracinhas, só que ninguém vai saber que
que sou eu, porque
tipo, se flopar, se mano realmente der
ruim e tudo mais, ninguém vai saber que
eu fracassei. Então aí eu fui tipo não
mostrando rosto porque, cara, e era
engraçado porque os meus amigos, eles
viam os cultores da página falavam,
cara, isso é muito humor tipo desse de
mim e tals. Aí eu é mano, realmente
tals, não sou eu. Haha. E depois que
descobriu, caraca, é você. Então era
legal também esse joguinho da do char
revelação da pessoa, tipo, caraca, é
você e tudo mais,
>> mas realmente foi por conta disso, foi
porque eu tinha medo que as pessoas me
vissem realmente começando a parada e
dando errado e me frustrando. Então para
evitar essa vergonha eu acabei nem
mostrando o rosto mesmo. Mas
escalonando, escalonou, cara. Ô, ô, eu
tô Olha só, a gente tá com 100 pessoas
aqui na live, ô Coran, e tem um pessoal
dizendo para tu não revelar, velho. Eu
tô começando a
>> Cara, existe, existe esse movimento
contra contra revelação, porque, tipo,
tem muitas pessoas que sabem, já viram
meu rosto e quando a pessoa vê meu
rosto, ela,
cara, realmente tem gente que, tipo, tem
a teoria que eu sou feio para caraca e
tals, mas tem
>> é bem apessoado até,
>> cara. Muito obrigado. É,
>> o lance é que, tipo, quando a pessoa
sabe meu rosto, ela tem como se fosse
uma vantagem, tipo, ela tem: "Caraca,
mano, eu sei o segredo" e os outros não
sabem. Então, tipo, tem muita gente que
realmente conta isso porque já sabe que
eu que sou eu.
>> E, tipo, velho, eu não quero perder isso
que só eu tenho, sabe? Então, obviamente
não é muita, né, grande coisa e tal, mas
é legal. Aí tem gente que realmente
lutou por isso, tipo, que batalhou, que
foi atrás, [risadas]
as pessoas me contavam a estratégia.
Não, eu fui atir esse perfil aí. O
Guinedes, por exemplo, é um cara que
sabem que me conhece pessoalmente, aí
foi no perfil dele, viram quem ele
seguia, quem eh ele seguia e tudo mais.
Aí, pô, caçaram, caçavam, caçavam.
Enfim, aí agora acho que vou ser só mais
uma.
>> Aham. Mano, o Guines é um cara, eu
conheci ele ano passado, ele fez um
vídeo do meu livro, se eu não me engano,
do Deus que Destrói sonhos. E, mano, que
cara sensacional, né? Eu nunca tinha
ouvido falar nele e tal. Eh, eu sou um
cara que eu ouço pouca música, mas,
mano, ele é muito talentoso, né, maluco?
>> Não, ele é muito talentoso, de verdade.
Ele tem um uma direção de arte bizarra.
Direção de arte e referências bizarras,
sabe?
>> É, mano, ele fez o Eu vi o clipe dele,
eu só vi um clipe dele agora que eu acho
que é do Salmo 91, se não me falha a
memória, que foi premiado até o YouTube.
O YouTube botou lá numa lista, o cara
ganhou prêmio, tudo e, mano, o cara fez
tudo aquilo na IA, velho.
>> Sim.
>> E, cara, assim, ó. Não, na moral, gente,
é, vou procurar aqui. Eu, ô, tu que é
mais amigo dele, tinha que saber, né,
mano? Mas eu acho que é Salmo 91.
>> É Salmo 91.
>> É Salmo 91. Mano, que clipe sinistro,
velho. É, tem uma pegada meio Team
Burton, tá ligado? É muito bom aquilo,
cara. Salmo 91
é o vale, o que é o Vale dos Aços Secos,
que é que é tipoão, é mais uma pegada
tipo High School e tudo mais. É, mas o
Salmo 91 também tem um ônibus aqui,
mano. A maquiagem do cara é sensacional,
gente. O assunto aqui é o Corandói, mas
o Kigineres é um carinha também. É o
estilo musical que ele toca, eu não sei
explicar que estilo musical.
>> É um pop. É um pop. Ele tá puxando mais
pop e tal. É, mano, o cara é muito
talentoso. Guiner sal 91. Mano, aquilo
ali é uma mistura de maquiagem, efeito
prático e i, mano, na moral. Parabéns.
Parabéns, Guiné. Mas enfim, é isso,
mano. Ô, ô, ô. Agora ô Coran, será que a
gente te revela ou tu abaixa um pouco a
câmera e fica aparecendo só do nariz
para baixo? Agora eu fiquei um pouco,
>> eu fiquei um pouco preocupado agora com,
com a mística. Eu gosto de preservar a
mística, entendeu?
>> Não é, eu também gosto, mas eu acho que
depois de um tempo enjô realmente essa
parada,
>> vamos revelar, não vamos revelar. Se
você não quiser saber a cara do
Corandói, você fica só no áudio, é, você
fica, vira a tela do seu celular, do seu
computador, entendeu? Vai ter a
revelação agora. Corandoi. Olha só, se
tu ligar a câmera, deixa eu até mudar
aqui. Ah, não tem como eu mudar. Se tu
ligar a câmera, Corandai, tu vai
aparecer na tela aqui. É só tu ligar a
câmera que vai ter o chá revelação
agora. Tá bom? É isso.
>> Corandói na tela do Bibotalk com vocês,
>> gente. Eh, licença, vou vou entrar aqui
nessa telinha de vocês.
>> Entra. Olha aí. Que que é isso? Ó aí,
gente. Esse é o Corandói. Olha aí.
Jovem, jovem. Muito.
>> Quantos anos podia ser mais? Podia ser
26
>> quantos anos? 26 anos. Gente, esse é o
qu [risadas]
na tela é muito
>> só tu na tela. Isso. Vou até tirar aqui
a minha marca.
>> Não. Nossa. E ainda te dou Não é? Enfim.
>> É. Ó, eu quero revelar que você tem um
poster lá atrás do quê? Quem é aquele
cantor lá? É o Jean Char é o forears. É,
>> não sei o que que é isso. As tuas
referências e me escap.
>> Não, pô. Tu sabe. É aquela do Everybody
wants to the world, sabe?
Não, mano, eu só ouço image de Dragons,
velho. Pô, mas é
porque eu não vou cantar, mas tipo,
cara, é música famosinha, padrãozinha e
tals e tipo, é do meu,
>> é do meu amigo de quarto, é do meu amigo
de casa e tals e também é do meu pai que
>> ele é maior fã da banda e tals. E eu
tenho o pôster do tigrinho porque
>> porque tu tu aposta aí, né, tu ex já uma
renda legal. Exa legal. Então, pô, fui
fazer essa homenagem aqui. Agora, agora
eu quero saber que tigre que é esse.
Alguma parada chinesa. Que que é?
>> Não, é um tigre que eu desenhei. Pô, eu
>> é tipo
>> ô ainda bem que tu não tá de cueca,
hein, mano? Porque já pensou se tu
esquece que tá de cueca.
>> Sim. Não, não. Sou, eu sou meio baixo,
então não vou conseguir aguentar. Vou
>> não. Fica. Tá bonito, tá bonito, tá
bonito, tá bonito. Mas, mano, então, 26
anos.
>> 26 anos.
>> E o teu nome, a gente pode falar o teu
nome,
>> cara? Pode, só não me pesc porque tu não
vai me achar porque tá privado. Mas é
Thiago Melo, tá
>> Thiago? Ô Thiago Melo, pô. O segundo
Thiago Melo que eu conheço. É com th,
não é com th?
>> É com TH.
>> Pronto. É segundo Thiago Melo que eu
conheço. Um é o editor da Thomas.
>> Pai botou H no nome, tipo,
>> ah, porque cara é chique, né, mano? Ó, o
que eu já, ó, tem a minha amiga Cíntia
que tem o nome com várias também
consoantes ali no meio e tal.
>> Alternativas, né? Alterações.
>> É, tem. É quando quando eu vou muito pro
Norte, nordeste, os nomes t bastante
também consoantes e tal e e três duas
com três consoantes e tal para depois ir
o nome. Gente, esse é o Corandói. É
isso. Desculpa aí que você que não
queria, tá? Eh, o Bibo não conhece Tears
for Farce? Não, não conheço. Foi mal,
cara.
>> Cara, mas acho que você conhece Bibo. Eu
acho que você conhece. Ó, ele cantou com
John Mayer. Ó, John Mayyer. Eu só sei
que o John Mayer é um cara que toca
violão, viaja muito pelo mundo
>> e namora muito.
>> E fez uma E fez uma Ele namora muito,
não sei.
>> Namora bastante, namora legal.
>> É, mas ele é um cara bonito, né? Ele é
um cara bonito,
>> cara. Ele é só que ele tem um molho.
>> E se até hoje não teve nenhum escândalo,
é porque ele certo ele namora certinho e
tal, né? Não, não, não. Ele é meio
babaqu, ele é meio babaquinha, mas o
pessoal passa um pano, tá ligado? É
tipo, só que é porque ele namorou muita
gente. Ele namorou muita gente. Então,
tipo, realmente tem o histórico da
história mundial só de namoros do do
John Meia, tipo, quem tava namorando em
alguns momentos da históricos e tals.
>> Caramba, ó, eu só sabia que ele toca
violão, que ele fez uma uma apresentação
com a lixa aqui maravilhosa num lá no na
no na Time Square. Eu só sei isso dele,
tá? Mas enfim. É isso, gente. Ó, esse é
o Coran. A gente vai falar um pouquinho
o que que é aí. Oso Taylor Swift. Ele é
Ô mano, a Taylor Swift eu conheço,
entendeu?
>> Mas ele é um dos ele é ela também é mega
namoradeira e tals, mas ele ele é um dos
ex dela.
>> Tá. A voz não combina com o rosto.
Adorei. Isso é de ti,
>> mano. Não, não combina [risadas] porque
a minha vo a minha voz eu acho que ela
parou um pouco na puberdade, tipo, sei
lá, noss 17, 16 anos, então ficou uma
voz extremamente jovial.
>> Mas tu tem a língua presa ou é o teu
sotaque? Ah, tem a língua. É língua
presa ou língua? É o língua preguiçosa,
>> cara. Agora eu não sei. [risadas]
>> Ah, olha aí. Sei
>> então, porque às vezes é só língua
preguiçosa, mano. Às vezes uma às vezes
assim, tipo, eh, você deixar de ser
solteiro já ajuda a destravar a língua.
Mentira. Deixar solteiro.
>> É deixar de ser solteiro. Ou tu tá
namorando. Pera aí. Isso a gente não
combinou. Não vamos falar sobre isso.
Vamos, vamos falar. A gente não combinou
sobre o Tuco. Eu sei que quer namorar. O
Tuco. Eu sei que quer namorar, né? Mas o
Thiago Melo a gente não vai entrar
nesse. Não vai, não é tanta intimidade
assim. Calma, você se segura aí.
segurei. Não, mas falando sério sobre a
língua, porque é um assunto que toca lá
em casa, porque a minha filha tinha a
língua presa, a gente não sabia. A
dentista dela que descobriu, olha, a
Mileninha tem a língua presa. Aí fizemos
a cirurgia, destravou a língua. O Calé
quando nasceu,
>> de destravar a língua.
>> É, não é? Você corta o você corta aquilo
tipo freinha, né?
>> Mas dá, mas dá mas dá piorar, pô. Dá
piorar e destravar a língua dos anjos.
Aí ele
>> também dá para destravar. É, por
exemplo, quando uma pessoa ela é
qual é o jeito certo de falar que uma
pessoa é gaga?
Pode falar gagueira. Tem gagueira?
>> É gagueira. Tá certo? Ou é a parada que
não pode mais falar que é politicamente
correto?
>> Pô, pior que eu pior que eu realmente
não não tô a parra do desculpa, mas é a
pessoa gaga no diog.
>> É, eu também. A pessoa gaga, será que
quando ela fala em línguas, ela também
gagueja falando em línguas? É, fica a
dúvida aí,
>> né? Fica a dúvida.
>> Porque ele pregando não fica. Eu eu já
conheci gagos, gente. Se não for Gagos,
juro, eu não quero sacar ninguém, mas eu
não sei o jeito certo de falar gagueira.
Se alguém aí é mais educado que nós
dois, por favor, corrija a gente nos
comentários.
>> Realmente perdão as gagos, de verdade.
>> É, mas é, eu conheci dois gagos que,
mano, quando vão pregar é
impressionante. É impressionante assim,
os caras conversando contigo, eles
travam, né?
>> E mas pregando, mano, é é assim, é uma
coisa impressionante assim,
>> aproveitar, né? Tipo, já que, pô, mano,
já que Deus destrava no púlpito, podia
destravar também na vida real, né? Mas
enfim, o meu filho quando nasceu já foi,
cara pediatra que pegou, ele faz os
procedimentos quando sai da barriga e já
cortou a linguinha dele, já viu que tava
presa. Cara, sensacional, porque depois
de fazer a cirurgia, no caso da minha
filha, foi um pouco mais complicado, né?
>> Então, mano, é, às vezes é isso, né,
mano? Mas às vezes também pode ser o teu
charme também, né, cara?
>> Cara, eu não, eu não sei porque as
pessoas às vezes não entendem muito o
que eu falo. Às vez as pessoas falam
tipo: "Mano, preciso de um fonodiólogo e
tudo mais aí". Mas como também a tua
comunicação é mais visual, talvez não
sei se precisa, né? Não sei.
>> Ah, não sei que uma coisa te incomode.
Agora tu quer falar sobre isso aqui
nessa live, se isso te incomoda ou não?
Não, não, não, não me incomoda. É
porque, tipo, eu eu considero tipo muito
essa parada do
eu tenho toque, eu tenho sou
diagnosticado com toque e tals, então eu
tenho um pensamento muito acelerado.
Então o meu pensamento, a minha fala ela
meio que vai na velocidade do meu
pensamento. Então se eu tô falando muito
rápido é porque eu tô pensando muito
rápido. Então se eu falo devagar eu meio
que, cara, minha meu pensamento tá na
frente e tudo mais. Então eu meio que
meio que assumo que seria isso, sabe?
Mas não sei também. Eu nunca fui atrás.
Exato. Mas vamos lá. O assunto aqui já
virou terapia, né? Pessoal tá falando
aqui biboterapia.
>> Gente, desculpa, não tô eu não tô
conseguindo terapia e eu tô aproveitando
toda a oportunidade.
>> Exato. Não, e eu quis ser psicólogo
também. Aliás, um eu sei que o assunto
aqui não sou eu, mas eu passei no
vestibular de psicologia, mas não tinha
dinheiro para fazer o curso.
>> Boa. Ô Bibo, mas não passou nem pra
públicazinha, nem pro não. Aí eu não
tinha aí não. Acho que não tinha na
pública também, pelo menos não aqui na
região, né? E aí como eu também não
tinha, nunca fui criado nesse ambiente
de ir para fora estudar, né? Não tinha
essa ideia da minha família, não vai
tentar alguma coisa fora, sabe? Não
também, não sei se existe também
psicologia em faculdade pública, nunca
fui atrás.
>> E aí, mano, eu fui fazer teologia porque
era barato, era R$ 90 na época.
>> Na época a psicologia era R$ 300 e
poucos reais, gente. Isso há 20 e poucos
anos atrás era muita grana, né?
>> Então assim, aí e teologia era 90 pila.
Aí, pô, 90 pila eu consigo pagar. Vendia
colchão. É, vendia colchão nas colchões
cantares.
>> Olha aí. Olha que nome sugestivo. Loja
de crente colchões cantares, né? Sim.
>> E e por falar em Cantares, vamos lá. Ô,
ô, não, antes de falar um pouquinho do
tuco, cara, vamos lá. Nasce o Corandóy?
Como é que nasceu o Corandoy? Então,
essa é duas perguntas que eu quero fazer
para ti. Como é que nasce o Corandoi e
qual o desafio de fazer humor para
crente?
>> Perfeito, perfeito.
>> Cara, duas perguntas. Geralmente você é
bom nisso, Bibo, de verdade. É, eu faço
isso há 16 anos, personalizar, né, e
tals.
>> Cara, o Corandói nasce de Acho muito
brega falar, ah, Corandói nasce de um
coração inquieto e tudo [risadas] mais.
Aquele aquele padrão de, aquele padrão
de ministero. Nossa,
>> não, pera, pera, mano. Mano, sabe o que
que eu odeio, mano? Não vou. Ô, Cora, e
eu sei que a gente tá junto nessa.
>> Sabe o que que eu não que eu não
suporto, cara? É quando nasce uma nova
igreja.
Perfeito.
>> Todo mundo sabe que foi por briga,
entendeu?
>> Todo mundo sabe que foi porque se
desentenderam, porque um queria fazer
uma coisa, outro queria fazer outra e
era uma briga de poder lá dentro. Chega
uma hora que um sai, aí o mano vem na
rede social dizer: "Não, porque Deus deu
uma nova direção". Mentira,
mentira. É ego. É ego, é busca por
poder. Às vezes pode ser questão
doutrinária séria mesmo, né? Tem gente
que sai da igreja porque negóci, mas
muitas vezes é picuinha. É pic.
>> Não, mas aí que tá, mas o pessoal, cara,
então fala, gente, a gente saiu de lá
porque eles estavam indo por um caminho
teológico complicado. E aí, mano? Não, o
pessoal quer espiritualizar. Aconteceu
recentemente aí, né? Saiu um pastor de
uma grande igreja, né? Todo um papinho
de que ia pelo mundo fazer missão. Abriu
uma baita igreja em São Paulo lá agora.
Mas o que ele deixa que o crente cai
nessas coias de Deus e não é e não é não
é sincero, pô. Não é honesto. Ao invés
de tipo falar, poxa, houve houve alguns
desentendimentos ou tipo, pô, eu sei, ô,
cara, você pode até ser um
>> mentir um pouquinho melhor, tipo, eu
senti que não era, eu senti que não era
muito para eu estar lá, cara. Se sentiu
que não era para est lá, beleza mano,
sai agora, pô. Quer meter um Deus, tipo,
ai, não é porque Deus revelou para mim
que tal igreja não, mano. Não, não, mas
vai lá, continua agora. Continua. É
engraçado porque Deus revelou para ele,
abriu a igreja aonde, pô? No interior,
no chique Xque Bahia. Não, ab igreja é
São Paulo, como se realmente não São
Paulo isso, o pessoal só precisasse dar
a visão dele lá, né?
>> Exato. Exato. Mas vai falar como é que
nasceu o Corandóy e daí já emenda também
porque o que significa corandóy? Estão
perguntando aí o que significa. Já faz
esse bem bolado, quando surgiu porque
esse nome e o fazer humor para crente.
Vamos lá,
>> cara. É porque eu sou crente de berço,
né? Sempre fui crentezinho, sempre
cresci na igreja e tudo mais. Aí, e
assim como qualquer pessoa da geração Z,
eu sou alguém que consume conteúdo o dia
todo 24 horas por dia, sabe? E cara,
sempre foi uma parada que eu consumi,
sempre, tipo, acompanhava, sei lá, via
muito YouTube de Minecraft, tava no
Instagram o tempo todo e tudo mais, até
o momento que aconteceram, tipo, algumas
paradas comigo. Uma delas foi um vídeo
do Luca Martini que ele tava falando
sobre Felipe Neto, ele tava falando
sobre o Felipe Neto e tudo mais. Ele
falou tipo: "Cara, em vez da gente
reclamar do Felipe Neto, por que que a
gente, cadê as pessoas que são cristãos
e estão produzindo conteúdo?" Tipo,
também estão realmente indo atrás, se
popularizando. Aí eu, cara, real, Luca,
de verdade, mano. Tipo, aí eu fiz alguns
vídeos, falei, mandei mensagem para ele,
ele me ignorou e tudo bem também. Mas
aí eu aí aí eu fiquei tipo um pouco com
isso na cara realmente tipo havia uma
escassez de cristão criando conteúdo
assim que fosse legal de se assistir
porque cara cristão criando conteúdo
sempre teve tipo eu sempre acompanhava
pô sou da época da Fabula Melo, eh
Douglas Gonçalves, eu escolhi eh eu
escolhi esperar Roberta Vicente e tals.
Então, mano, realmente consumia real
esse pessoal, só que depois de um tempo
eu fui meio que cansando um pouco porque
era tipo, era só papo de crente. E
beleza, mano, tem todo, tem totalmente o
seu lugar, tem totalmente o seu seu
espaço e tals. Só que eu passava o dia
todo consumindo conteúdo. Então, só
alguns moment
o humor que tu consumia, porque eu
lembro só do desconfin, eu lembro do Era
um cara paródia, era um cara que fazia
Frank.
>> Isso, Fran.
também consumia. Então
>> é o que eu lembro só. E eu acho que o
Vini tô solto. Acho que ele também tava
meio que bombandinho nessa época. Não
tinha vistosão e tal. Acho que hoje tá
maisado. É verdade. O pe na época,
>> mas eu consumia também um pouco disso.
Mas enfim, aí tinha essa parada comigo.
Aí teve um belo dia, eu tava trabalhando
e tudo mais. Aí eu tava voltando o
trabalho, eu pensei, cara, se existe
essa demanda, tipo, se realmente, tipo,
eu sou uma pessoa que consume conteúdo o
tempo todo e eu não, Sim, tem a ver com
com a Arandel. Eh, mas se eu sou uma
pessoa que consume conteúdo o tempo todo
e cara, foi foi mal, me perdi. Se eu sou
alguém que consume conteúdo o tempo
todo, [risadas]
>> fica tranquilo, eu tô sendo medicado,
tá, cara? Liberdia. Vai, vem com o
psiquiatra aí, ajuda você.
>> Vai lá, continua. Tá tudo bem aqui ao
vivo aqui? Tá tudo certo. Vamos lá. É
igual teus traços, eles são imperfeitos.
Vamos lá.
>> É isso. Show. Se eu consumo muito
conteúdo e eu sou crente, cara, por que
que então eu não consumo mais conteúdo
crente? Será que eu sou menos crente
agora e tals? E depois do tempo também
havia um pouco desse aspecto. Mas é
porque eu não achava os conteúdos
crentes legais. Tipo, não era uma parada
voltada pro entretenimento, era
realmente uma parada muito devocional,
era muito para edificar, era muito para,
mano, vamos crescer mais em Deus. E
realmente tem esse espaço. Só que, tipo,
eu me lembro de uma fala do Rodolfo,
Rodolfo Abrante nesse sentido, cara, tem
dias que, tipo, que você só quer chegar
em casa e ver botar um Bob Esponja para
ver, sabe? Tipo, você quer, você
realmente quer entretenimento. E eu não
conseguia encontrar entretenimento que
eu curtisse. Eu achava as paradas
cristãs muito bregas. Então eu fiquei
andando, voltando no trabalho, eu
pensei, cara, se existe essa demanda que
eu pelo menos uma demanda pessoal e eu
tenho arcabolso teórico, eu tenho
referências, eu sou formal em cinema e
tudo mais, eu tenho algum referencial de
vida, por que que eu não posso fazer
alguma coisa? Aí a partir daí surgiu
essa ideia. Aí eu pensei, pô, mas que
que eu vou fazer? Vou fazer vídeo? Pô,
não quero me expor, não quero mostrar o
rosto e fracassar, então vou fazer
desenhos. Só que eu não sei desenhar. Aí
que que eu vou fazer? Eu vou desenhar
feio. E nisso eu fiquei muito inspirado
no Too Cavaco, que ele tem esse uma
página também de desenhos feios chamado
desenhos desastres. E cara, eu ach eu
sempre achei muito radical, sempre achei
muito irado. E ele tinha, sei lá, tipo,
na época 700 seguidores quando eu
acompanhava. Eu ficava, cara, pelo menos
700 pessoas gostam desse negócio. Então
o que que eu vou fazer? Eu vou criar uma
página de desenho feio, não vou mostrar
meu rosto, eu vou poder, tipo, falar
minhas opiniões das formas mais
polêmicas possíveis. E não precisa ser
bonito, porque o Thago Cavaco também
consegue fazer isso e ter umas pessoas.
Então na minha cabeça eu só ia chegar
até 700 pessoas. Esse era o máximo de
seguidores que eu ia conseguir porque é
só só tem esse público. Então nessa
volta, pô, foi uma volta de trabalho
longa na minha vida. Aí voltando
trabalho, pensei em 10 desenhos assim na
hora. Fui pensando, pensando, pensando,
pô, beleza, show. Sentei na frente do
PC, fiz os 10 desenhos de pente mesmo e
postei lá. postei. Aí foi aí eu fui
seguindo as
>> Mas isso já tinha tu já tinha criado o
perfil Corandoy? Já tinha essa ideia?
>> Não, eu criei na noite.
>> Na noite. Ah,
>> nesse mesmo, nessa mesma noite eu criei,
já postei. Aí que que eu fiz? Eu fui, eu
também fui um pouco safado, né? Eu
coloquei a minha bio é no efeito prijama
para fazer desenho bonito. Então
>> isso eu acho que eu te conheci. Isso foi
quando foi há três anos atrás.
>> Foi três. Foi foi começo de 2023. Não,
final de 2023.
Nossa, que depois a Covid fica tudo meio
zoado. Mas eu lembro dessa tua legenda
aí. Ela tá até hoje? Não, tá
>> até hoje não. Tá até hoje.
>> Ah, tá, tá, tá, tá. Então tá, porque eu
não, eu não, eu acho que eu te conhecia
no passado e eu lembro que foi
exatamente assim. Tu parecia um
contraponto do efeito Prisma no primeiro
momento. Parecia isso
>> ex porque, tipo, tem muito essa beleza e
tals e eu queria, mano, e o contrário
deles,
>> esse é o lance. E e foi legal porque
tipo aí o que que eu fiz aí eu aí eu
segui todas as pessoas que seguiam Thago
Cavaco lá naquele naquele perfil de
desenho porque essas pessoas já gostavam
e também segui um monte de gente do
efeito Prisma porque cara eu ver meu
perfil falar pô que é isso calma aí até
essa brincadeirinha e eu me seguir aí eu
fui conseguindo seguidor seguidor aí foi
tipo irritando um pouquinho no Twitter
até que
>> deu no que deu aí mar oi
>> irritand
>> não gostanditand irritando, tipo o
pessoal curtindo
>> irritando, irritando, criando os hits.
Ok, ok. Exatamente isso aí. Aí, cara,
>> Iago Martins, que que tem o Iago
Martins?
>> Então, é, aí depois dele, ele me, ele me
impulsionou. Ele, tipo, eu tava com
5.000 seguidores, aí ele me divulgou lá,
ganhei mais 5.000 no mesmo dia. Aí eu
fiquei tipo: "Caraca, mano, isso tá
muito sério". Tudo mais.
>> Só que porque não teve um lance, porque
não teve um lance, desculpa te cortar,
Thaago,
>> é que teve um lance que como tu não
tinha, tu o pessoal começou a especular,
né? Tipo, meu, será que o Iago é o
Corandói, n? Por exemplo, o próprio Víor
Fontana já teve um pouco, já até acharam
que eu era o Corandói. Já me perguntam,
cara, tu é o Corandói? Eu acho até que
foi assim que eu te descobri,
>> que me perguntaram na minha caixinha:
"Ô, é tu que está por trás do corandóy?"
Aí eu falei: "Neu, nem sei o que que é
isso". Entendeu? Aí eu fui atrás, tal,
eu achei legal, fim, acho que eu comecei
a seguir e tal, foi alguma coisa nesse
sentido.
>> Caramba,
>> então todo mundo, todo mundo achava que
era uma pessoa mais talentosa que eu
para para fazer o corandói. Aí era tipo,
e eu achava engraçado as pessoas ficarem
cogitando essas coisas porque, mano,
você Iago Martins Vor faltando, mano,
casco, sei lá, mano, maior tempão de de
vida de igreja, pai de família e tals,
eu postava dois desenhos por dia. Então,
pô, vocês iam estar mai desocupado. Se
vocês estivessem fazendo corandó, eu ia
ficar bolado se tivesse fazendo
>> olha mano, vamos lá. Eu assim, eu não
consigo porque eu não tenho competência,
mas o Iago e o Víor, se quisessem, eles
fariam tudo isso, porque também são
pastores de igreja, produzem conteúdo,
cuidam da família, eu não sei como eles
conseguem, eles devem ser doentes,
provavelmente, né? Mas assim, é porque,
mano, eu fico impressionado com a
capacidade do Vittor e do Iago de
gerenciar tanta coisa assim,
>> tá ligado? Porque os caras são pastor de
igreja, mano. E não são pastor ruim, tá?
São pastores que eu já ouvi elogios de
membros da igreja deles, né? Tipo assim,
são que estão lá, que tem cheiro de
ovelha e tal, então eles dariam conta,
tá, mano? E deixa eu te dizer, eu não
conheço muito bem o humor do Iago, eu
não tenho tanta intimidade com o Iago,
ainda que a gente seja amigo e tal, mas
eu tenho intimidade com o Víor Fontana
de de irmão mesmo assim, né? O Víor sabe
coisas da minha vida
>> e vice-versa e tal.
>> E e o Vittor, mano, ele tem um humor que
não aparece muito na internet,
>> tá? Então assim, o Víor ele tem o humor,
quem convive com o Víor conhece um pouco
esse. O Víor, ele é um cara que ele tem
um humor muito ácido, lembra um pouco o
teu humor em algumas coisas,
>> né? Então assim, então eh ele
>> ele não, ele essa veia dele aparece às
vezes nos podcasts que a gente grava,
né? Ele faz uma outra piada e tal, mas o
Vittor tem um humor muito forte, cara. O
Víor tem um humor muito forte, muito
inteligente também, né? Muito cara, ele
tem caza parada. Ah, ele tem ele tem ele
que assim ele ele a persona dele na
internet é a persona mais teológica, né?
>> Sem sombra de dúvida. Um dos maiores
teólogos que eu conheço é o Víor
Fontana. E, aliás, se você não segue o
canal dele, pelo amor de Deus, né? Vai
lá.
>> Ele é ele é um dos meus papas, pô. Tudo
que ele fala, eu concordo.
>> Ai, cara, eu acho que eu nunca disordei
dele também mano, porque até o
calvinismo dele, tipo, não é um
ele é muito, é, ele é muito, ele é
muito, o calvinismo dele e eu discordo,
obviamente da tese central, mas isso
porque ele, isso nem é big deal para
ele, né, em última análise. Então, é, o
Víor é o Víor é sensacional. Enfim,
então assim, cara, que eh tá, começou, o
Iago Martins te pulsionou e a coisa foi
começou a crescer, a ganhar proporções e
aí tu manteve esse aí, tipo assim, vamos
lá e dá e e como é que é isso aí, mano?
Porque tu faz o humor, tu já sofreu
assim por tipo assim, qual é o tipo de
hate, né? Tu fala em hit, quero falar do
hate,
>> né?
>> Porque fazer humor é uma coisa
complicada. A gente vê aí vários, né,
casos no Brasil e tal. E aí fazer humor
para cristão, assim, qual dificuldade
você enfrenta? Porque o cristão ou o
crente, né, para ficar mais dentro da
tua vibe, parece que é contra o senso de
humor, né? O crente às vezes ele não
parece que Jesus era só meio cisudo e
não, né? E tipo crente não ri, né? Uma
coisa meio idade média assim, meio nome
da rosa, tá ligado?
>> Sim. Cara, eu acho que realmente é
desafiador fazer humor nesse sentido
mais cristão e tal, principalmente o que
eu faço, que é pegar personagens da
Bíblia e meio que brincar com eles,
porque o humor tem essa tendência
caótica e que ela tem essa ela tem essa
tendência a realmente
é também é tem essa tendência de da
liberdade total, sabe? Então o humor
realmente tem essa vibe, tipo, mano,
vamos ir extrapolando, extrapolando,
extrapolando até o momento que, tipo,
ficar totalmente estapolado e você
realmente ri, sabe?
>> E isso no cristianismo não tem como
rolar, porque a gente tem claramente um
delimitador, a Bíblia que é o
delimitador moral, sabe? Então o humor o
é porque eu não gosto, não gosto da
palavra gospel, mas tipo, o humor
gospel, ele não tem esse lance da
liberdade de expressão, porque a gente
realmente a gente é limitado pela
palavra. Então, realmente acaba sendo
complicado porque é muito fácil a gente
fazer uma parada totalmente brega e
genérica para respeitar tipo a Bíblia e
tals, mas também é muito fácil a gente
fazer um negócio muito
extremamente tipo qu é quase uma
blasfêmia e tudo mais para para
realmente conseguir arrancar essa
risada. E de fato, às vezes a gente até
ri, mas a gente tem essa risada meio do
desconforto,
mas para realmente fazer o humor
cristão, fazer minhas piadas e tudo
mais, eu tenho algumas regras. Eu eu
tipo, eu tenho algumas regrinhas e tals
que eu sigo e tipo, por exemplo, eu não
faço brincadeira com Jesus raramente,
tipo, você vai ver nos meus posts eu
fazendo alguma brincadeira que envolva o
nome de Jesus, porque eu acho que eu
tenho um pouco essa reverência, porque
eu acho que facilmente eu poderia acabar
me passando. Eu eu tenho a a facilidade
muito em me passar, em acabar falando
besteira sem querer e tudo mais. Então,
para evitar isso, eu acabo me podando.
Então, você não vai me ver tipo fazendo
brincadeira com o Deus Pai, Jesus,
Espírito Santo, tipo, realment essas
paradas, mas aí com personagens da
Bíblia que são falhos, que erram e tudo
mais, que a gente não precisa, que a
gente não realmente em Deus esses
personagens, aí eu, mano, eu tiro onda.
Aí às vezes, tipo, às vezes passa um
pouco dos limites e tals, aí o pessoal
fal
>> tu consegue lembrar, tu consegue lembrar
uma passada de limite assim que tu vem
na tua cabeça agora,
>> cara?
Mano, eh, uma das vezes que,
>> por exemplo, eu acho muito legal
resolver as coisas como Davi na pedrada.
Essa foi uma piada tua ou foi um meme
que eu vi fora?
>> Não. Ah, tá. Por exemplo, uma
passadinha, um um um que o pessoal
realmente falou: "Pô, aí tu se passou
foi é um que era o po, pô, hoje eu tô tá
personagem da Bíblia". Aí dava
característica, aí tinha lá, hoje eu tô
meio João Batista sem cabeça, sabe? Aí,
aí, aí, aí, aí o pessoal ficou tipo, pô,
aí tu se passou aí também foi na mesma
vibe. Pô, mano, eh, cara, eu tenho muita
piada de que Estevan ele é um
especialista em pedras. A piada que
Estevan, mano, é só pedr, ele gosta de
metal pesadão, sabe? Só pedrada. E o
pessoal fala: "Pô, [risadas] tu se passa
nesse". O pessoal fala: "Pô, tu se passa
nesse sentido, tu se passa",
>> cara. E que tá, né, mano? O crente, pô.
Ah, mano.
>> Então, mas não, mas eu entendo o
desconforto da pessoa. Eu entendo o
desconforto dela, porque, pô, de fato,
são mártires da Bíblia, a gente tá
zoando. Mas esse esse é o lance aí
realmente não foi, cara, mano. A gente
usa a cabeça, mano. Eu perdi a Quando
você quando você estora numa discussão,
você usa a expressão perdi a cabeça. É
claro, João perdeu literalmente. Mas
poxa, né? Olha, cara. E esse, ó aqui. Ô,
ô, ô, ô. Tuco. Não, ô ô, ô. Corago.
>> E Thago. É. Ô, Thaago. Aqui a gente vê,
né? Ó, o Jonathan ele acha que foi
embaçado, mas beleza, né? Tá na risada.
Já outra pessoa acha que foi excelente.
E esse é o desafio de lidar, né, com com
o público, né, e ainda mais o público
crente, assim, porque uns vão achar
engraçado e vão levar no humor, outros
vão achar, pô, aí você tá zoando o
Estevão que morreu, né, foi um mártir e
tal. Mas cara, né? Examente. É, mano.
Então, é é realmente um limite que eu
sempre tenho que andar um, eu tenho que
andar um pouco na corda bamba, porque
>> é que se tu não testar também, né, cara,
aí tu cai na mes no mesmo, né? Essa é
uma parada boa de não mostrar o rosto,
porque eu conseguia tipo, mano, errar,
sabe? É par que eu não tinha medo de
errar porque primeiro que se eu errasse,
pô, falasse maor besteira e tudo mais,
mano, ninguém sabe o meu rosto, então
tipo, ah, ninguém vai me associar a um
erro assim.
>> E segundo que, tipo,
>> e esse é o lance de não também se levar
tão a sério, sabe? Eu não é o pai da
minha página é que hoje é meu trabalho e
tudo mais, mas eu não levo ela tão a
sério assim a ponto tipo: "Pô, meu Deus
do céu, eu errei, agora acabou, agora
acabou minha vida e tal, per não mano,
eu não tenho muito isso, até porque é
uma das lutas que eu tenho mais
internas, é tipo, pô, a página é uma das
maiores conquistas da minha vida. Ai, a
página, pô, conseguindo notoriedade,
tudo mais." Não, cara, tipo, se um dia,
mano, eu perder a página e tudo mais, se
um dia acabar rolando uma parada ruim,
velho, a vida continua, sabe? Tipo, eu
tenho algo que é muito mais valioso, que
é Deus e tals. Então, tipo, o evangelho
sobre mim realmente é minha maior
conquista, não é a página. Então, isso
também me faz um pouco mais de
liberdade, porque, tipo, pô, eu posso
fazer, eu posso me passar, eu posso até
errar. Se errar eu, pô, galera, foi mal,
me passei, pedir desculpa e tudo mais e
bola pra frente, sabe? Até mesmo: "Ah,
gente, errei, não vou mais fazer a
página", mano. Beleza, é a vida, sabe?
Tipo, a minha vida não tá concentrada
nisso.
>> Beleza. Agora vamos lá, pegando aqui o
gancho da Lucy, né? Eh, a questão de
escandalizar, olha assim, gente,
escandalizar na Bíblia é você desviar
alguém do caminho do Senhor, né? Se a
pessoa se desvia, se a pessoa se
escandaliza com uma piada, isso não é
escandalizar, ela pode não gostar e tal,
mas dificilmente uma piada vai tirar
alguém do evangelho, né? Então eu acho
que esse risco o corandó não corre, tá?
Agora escandalizar, gente, se a gente
for, se a gente for deixar a ditadura do
fraco guiar a igreja, a gente não vai no
cinema, a gente não joga bola, porque
tem gente que escandaliza com cinema,
com bola, né? Então não dá, então assim,
escandalizar é uma coisa um pouco mais
séria, biblicamente falando, né?
>> É pessoal meio que que confunde
escandalizar com chocar, tipo, o cliente
não pode ser chocado, sabe? Se ele
chocass surpreendido é escandalização
que não, mano. É Paulo falou tipo assim
no contexto que cara se você fizer isso
e o cara tiver um passado naquilo, ele
pode voltar à prática e tudo mais. Tipo,
cara, é, são algumas que a gente acaba
banalizando muito, tipo, ai, tatuagem,
escandaliza, cara. Ninguém vai, cara,
ninguém vai, é, eu também, tipo, ninguém
vai, ninguém vai pecar.
Ninguém vai tipo, ai meu Deus do céu, e
esses tatuagem. Cuidado. Agora, ô Cora,
aí vem o lance assim que eu quero te
perguntar, né? São duas coisas que eu
acho que é importante a gente trazer
aqui para essa conversa. A primeira é a
seguinte: o teu humor ele pressupõe um
conhecimento bíblico, né? Tem piadas que
você faz que quem não tem algum embas,
quando você resume os livros da Bíblia
lá e tal, você faz, né, numa frase, numa
palavra, você traz um conceito lá. A
pessoa tem que entender um pouquinho do
que tá rolando lá. Exatamente.
>> O Thaago estuda teologia, já estudou, é
aluno de escola dominical. O Thago,
Igreja Local, Teologia, como é que isso
hoje se configura na tua vida e como é
que isso te ajuda na produção do teu
conteúdo, do teu humor?
>> Então, eu gosto muito de ter essa
vertente do desse tipo de humor, porque
o pessoal até fala: "Mano, me força a
ler a Bíblia para entender as piadas".
Tipo, se eu fosse, sei lá, soltar uma
piada de Jael, que, pô, deu uma
martelada na cabeça do cara e tudo mais,
cara, se você não saber, não tiver lido
juízes nunca na vida, tu não vai saber.
Até se você tiver lido juízes, tu não
vai ler mais da Jael, sabe? Então é bom
porque meio que força a pessoa a ter
esse conhecimento, porque que que que eu
faço? Hoje em dia tá muito em alta o
lance do fomo, né? Tipo você ter medo de
ficar por fora. Então a pessoa ela tem
medo de não entender a piada, aí ela vai
no Google, pô, né? que ela vai no
Google, pesquisa, aprende Bíblia e tudo
mais, edificado. Então eu meio que forço
a pessoa a ter esse fomo para ela
realment aprender mais de Bíblia. Mas
quanto à minha desenvoltura assim
teológica, cara, como eu falei, eu
sempre fui crente, então, sempre fui
crente, então sempre cresci na escolinha
bíblica dominical e tals. A minha igreja
sempre teve isso, só que aos poucos eu
fui meio que ficando um pouco
desconfortável com o nível da minha
igreja nesse sentido teológico, porque
eu senti que era realmente muito raso.
Então o que que eu fiz? Eu e um amigo
meu que é o Mateus, a gente começou uma
jornada de uma jornada teológica meio
que solo, eu e ele, tipo, a gente aí
nesse momento começou Iago Martins no
talo, começou tipo a ler Ericsen, essas
paradas e tudo mais. E aí foi a famosa
fase da do do reformado de jaula que eu
fiquei extremamente chato.
>> Teve, tu teve a fase do reformado na
jaula? Muito muito forte. E nessa e
nessa época eu só ouvia, sabe o quê?
Projeto sola. Eu só eu eu era totalmente
apaixonado por sola, porque para mim só
essa música é bíblica e tudo mais e mais
nada, worship, nada a ver e tudo mais.
Mas tu sabe que o projeto Sola, aliás,
estão perguntando aqui porque tu odeia o
projeto Sola, isso procede? Não.
>> Então, então não é porque eu não odeio,
é implicância. Eu eu sou implicante, eu
souamente implicante. Então é mais ou
menos assim.
>> Mas tu sabe que o projeto Sola sofreu um
rate dos reformados de Jaula, né, com
uma música linda deles que é a Salmo
126. Se sair a semear
e a lágrima. Então os reformados de
Jaula odiaram essa música aí, sofreram
ma. Mas é porque eles gostam de odiar,
né? É, é o hobby deles. É o hobby deles
odiar.
>> Mas cara, então tu teve essa fase, me
fala dessa fase aí, porque olha,
>> cara, foi foi uma fase tipo, cara, eu só
eu era extremamente hipercalvinista. E
para mim o auge, o auge dessa fase para
mim foi quando a minha minha mãe me
botou para fazer uma pregação de de
culto doméstico, culto domésticozinho lá
em casa e tals. Aí eu tenho eu, meu pai,
minha mãe, meus dois irmãos. Aí ela me
botou para pregar. Aí eu, mano, com a
minha pompa de, cara, eu sei muita
teologia e agora que vai ser, eu comecei
a pregar o evangelho lá paraa minha
família, todo mundo crente, mas comecei
a pegar o evangelho. E teve um momento
que eu meti que criança vai pro inferno.
Eu comecei a argumentar que criança ia
pro inferno, sendo que a minha irmã, ela
tinha, sei lá, 6 anos na época. Cara, a
minha irmã começou a chorar, a minha
irmã começou o Jonath Edwards ali,
>> cara. Não, totalmente. Foi realmente na
mão de desirado. Aí cara, eu comecei a
pregar, pegar minha irmã, não, não, não.
Aí a e a minha mãe, tipo, abçou minha
irmã Thaago para eu, mano, ela tem que
ouvir a verdade, é isso. Eu vou já me
machucar mesmo e tudo mais. Deus já não
tem pena não. Aí nesse momento eu fiquei
tipo, cara, o que que eu tô fazendo com
a minha vida, velho? [risadas]
E a pregação foi muito ruim. Nossa, eu
pregava muito ruim. Aí eu tive muito
essa fase de jaula, porque eu achava que
de fato a teologia reformada era a única
teologia, sabe? Então, nossa, eu
acompanhava muito no Facebook,
calvinismo da Depressão, aquelas paras
tipi e de zoar Miniano no talo e que a
menina às vezes nem crente é já, tipo,
já é mais para esse e pô
complementarista no talo também. Tudo,
todo o pacotinho do reformado na jaula
eu tinha até o momento que eu fui e fui
e cara bizarro porque eu era reformador
de aula, mas eu fui fazer jokum, eu fui
ser missionário na Jocum. É, exatamente.
Eu não sei. Ah, não, eu sei que na minha
cabeça. Eu namorava uma menina que era
Jocumeira. Então,
>> nada como amor, né? Nada como amor.
>> Aí ela meio que me convenceu. É isso. Aí
eu fui na Jocum e tals. Na Jokum, cara,
eu tive umas paradas que que eu
discordava e tudo mais, algumas aulas
que eu realmente, como eu tava reformado
reformado de aula, eu contestava muito e
eu sempre fui com alguém muito
contestador. Então eu, pô, batia, pô,
não, mano, não é possível, tal,
publicamente é errado. Mas na Jokum eu
tive a o privilégio de servir muitas
igrejas, então todo domingo a gente ia
para igreja diferente. Então, mano, eu
fui pra assembleia no interior, eu fui
pra Metodista, eu fui para muitas
igrejas mesmo nesse período da Jocum. Aí
depois a gente fez um prático no
Uruguai. No Uruguai também, cara, até
neopentecostal a gente foi e tal, a
gente ficou duas semanas na
neopentecostal sendo extremamente bem
acolhidos pelo pessoal e tudo mais. Aí
nesse momento eu fiquei tipo, cara, eu
acho que a vida é mais do que uma
teologia do Millard Ericson, sabe? Eu
acho que tem, eu acho que tem tipo mais
do que um gruden gruden na vida. Aí
nessa eu comecei a abrir, ampliar um
pouco mais os legs. Aí comecei a estudar
mais teologia mesmo. Então eu comprei o
curso do IAGO e tal, eu tenho curso do
Iago de teologia básica e eu fui tipo,
cara, de verdade existem outras
vertentes, existem outras visões e não,
a minha não é a única. Então a partir
desse momento, eu considero que foi a
minha,
sei lá, a o meu novo nascimento nesse
sentido. Isso foi na época da pandemia.
Então, na pandemia que eu fui
>> cara pandemia, pandemia, todo mundo
trancado em casa, consumindo aí e eu est
e eu estudando no talo, estudando e meio
que tipo me libertando um pouco dessas
amarras das de aula. Aí até que hoje
hoje eu sou infelizmente reformado. A
minha igreja,
>> mas não tenho, meus amigos são tudo
reformado, mas eu gosto de zoar aqui. Eu
sou, infelizmente reformado porque
reformado é chato. Aí eu infelizmente
sou reformado, sabe?
>> A parte a parte chata é a parte
reformada. É a parte
>> é não, exatamente. Muita coisa. Mas eu
sou de igreja, eu sou de igreja
carismática hoje em dia. Eu sou da meta
aqui de Bané Camboru que é a igreja, pô,
pessoal fala em línguas, worshipzão, no
talo, parede preta. Isso, Thiago, de
antigamente, mano, na igreja era. Na
igreja era, mas Deus age, né? Deus, Deus
também age no dia formado de jaulo.
Então é só ter paciência.
Cara, muito legal, muito legal, porque
então tá, tem esse histórico para você
estudou então teologia e tal e é normal
quando você eh ainda hoje, eu acho,
mesmo com a pulverização de mais
conteúdos, o bibotalk ele vem nessa
esteira de ser uma alternativa à
teologia reformada na internet, ainda
que o próprio começo do bibotal que é
bem reformado, né? Nicodemos, Franklin
Ferreira, Jonas Madureira, Wilson Porte,
Leandro Lima fazem parte da nossa
história, né? Só que até mesmo
conhecendo o Víor Fontana, entre outros,
eu percebi, mano, a teologia bíblica é
muito maior que a teologia reformada,
né? Então, apesar de já ter já ter uma
teologia luterana e tal, cara, muito
legal, muito legal mesmo. Então, tem
teologia teologia reformada, ela é uma
ela é uma, é meio que sistemática, né? E
a sistemática tá
>> Exato, exato, exato. Só que eles povoam
tanto a internet e até com a ideia, por
exemplo, os os reformados que ajudam a
popularizar o termo teologia bíblica,
cosmovisão cristã. E aí as pessoas
acabou achando já com as movisão, com as
movisão cristã já deu, já já teve a sua
época para mim.
>> Mas vamos lá. Então você tem esse todo
esse essa essa bagagem cultural
evangélica, né, esse trânsito até
teológico, por assim dizer. E isso então
reverbera na na eh na no humor que você
faz. E tu entende o teu humor como um
humor crítico, um humor que no fundo
quer ensinar alguma coisa. Ou tu tá ali
só pelo humor, pelo humor, é para rir,
não é para pensar. Ou tu tenta mesclar
as duas coisas, como é que tenta
mesclar. Eu gosto muito do humor
pastelão. Eu gosto muito do humor que só
você, tipo, eu gosto de postar meio-dia
porque aí, pô, mano, eh, o pessoal tá no
almoço, vai passando, vai rindo, ha,
bobinho e passou. Eu não tenho nenhum
problema em ser esse humor pastelãozão,
não. Mas eu também considero que eu sou
alguém crítico. Só que a eu sou um
crítico que eu eu vou admitir, tipo, não
sou um crítico que muito propõe ideias
para resolver. Tipo, eu só eu sempre
meio que crescer sendo uma pessoa que
aponta os problemas, só que, ah, como é
que faz para resolver, mano? Não sei. Aí
aí tu me deixa de bigode. Mas eu eu
gosto de apontar, tipo, os eu gosto, pô,
mano, isso daqui tá errado. Mas como é
que a gente faz, pô? P aí eu, mano, não
sei. Eu acho que tem gente que consegue
resolver. Eu que não sou essa pessoa. Eu
não me proponho a essa pessoa que vai
resolver os problemas da igreja. Eu não,
eu não, não tenho essa pressuposição.
>> Tu levanta, levanta, pensem aí, pensem
aí.
>> Cara, vocês são mais gente que eu. Vocês
são mais gente. Então, tipo, mano, eu
vou tá aqui,
>> tá aqui e tals, mas [risadas]
>> quem quiser resolver, tem pastor, tem
gente que é formado em teologia, tem
gente que é formada em psicologia e
tals, gente muito melhor que eu. Mas
assim, eu considero que eu tenho um
humor crítico e não é nem tão crítico
quanto eu gostaria de ser, tá? Porque eu
no meu pessoal e tal, o Daniel aqui mora
comigo, ele sabe, cara, eu sou muito
mais crítico, eu sou muito mais
revoltado. ter essa persona mais
revoltada da vida, mais irritadíssima um
pouco,
>> mas mas eu tento dar uma baixada de bola
pra página e tals e realmente me podar,
até porque eu acho que se eu me podar um
pouquinho mais, eu consigo assim ainda
assim fazer a crítica, mas abarcar um
pouco mais de pessoas, porque tem coisa
que, mano, se eu eu sei que se eu for
falar, mano, já lima, pô, boa parte dos
meus seguidores e tal, a vai, pô, mano,
nada a ver e tudo mais e mete o pé e
assim meio que
>> impede o poder de crític, fazer outras
críticas melhores que essa, entendi.
>> Enfim, mas tem essa essa crítica sim.
Legal. Ah, por que corandói?
>> Cara, corandói é simples, né, gente? Eh,
tem o o sentido lá de corandelu, que
aparelho da que reformado ama falar
corandelêu, corandelu a corandelu,
trabalhar corandelá, lavar louça
corandeliturgiador ordinário. E eu
peguei essa essa temática do corandelu e
falei: "Mano, beleza, só que eu quero de
virtuar um pouco". Então, Coran dói é
que meus são tão feios que dói. Ou tipo
precisa de uma mente dodói e tals.
Então, dói,
>> boa. Ou seja, eu já sabe quando eu vi a
primeira vez eu pensei assim, Coran dói.
Cara, é que tá diante de Deus dói mesmo.
>> Ah, nossa, muito crente, né?
>> Muito crente né mano? Poxa vida. Aí, ó,
estar diante de Deus dói. É, é o
Corandel, né, gente? É o diante de Deus,
né? É uma teologia bem forte em Lutero,
por exemplo. Então, o Corandel, né?
estar diante de Deus, fazer a vida
diante de Deus. Isso e diante de Deus
dói. Mas o sentido não era esse, é
porque o desenho dele é dói mesmo. Vamos
lá. Por falar, é, por falar em desenho,
cara, a gente tem aqui ah, você, né, fez
uma migração de mídia, por assim dizer.
Ah, você sai então aí da das redes
sociais. A tua rede social forte é o
Instagram ou no no TikTok também?
Instagramão,
mas é tipo Instagram. Legal. Legal.
Então, Instagram é tua redista social
principal. E aí surgiu, cara, essa ideia
aqui de contarmos uma história, né? A o
do Corandóy Tuco Semicrente. Uma
história dodoísta. Primeira coisa que eu
quero te perguntar é o que que é esse
dodo mano? Até inclusive aqui, ó, você
tem já na, né, na na folha de rosto do
seu livro Manifesto Dodoísta contra o
perfeccionismo cristão. Fala um pouco
sobre isso aqui, cara, né? Sobre o que
que é o dodo né? ou esse dodoísta,
melhor dizendo. E depois, qual é o teu
problema com perfeccionismo cristão?
Depois a gente fala da obra aqui.
>> O dadoísmo é uma paródia que eu faço do
dadaísmo, né, gente? Obviamente a gente
que estudou isso na escolinha, mas
realmente é porque o
>> eu não faço nem ideia o que que é o
dadaísmo, só para eu acho que tem uma
música.
>> Então é o dadaísmo de dadaismo de de
Berlim, eu acho. É
>> que que é isso aí,
>> cara? Não, dadaísmo, tipo, é o é o
movimento de questionar a própria arte.
Então, aí é o o cara que é mais famoso,
se é o Duan. Aí ele pegou uma eh um
bidê, é, não sei se é privador, um bidê
assim, colocou numa de arte e tipo para
questionar, pô, isso isso poderia ser
considerado arte ou não? Então,
realmente é uma é um movimento de
questionamento sobre o que que é arte e
isso e cara sempre tem movimento assim,
mas era foi mais famoso naquela época.
Aí eu peguei esse espírito questionador
da arte e eu eu meio que transpus isso
um pouco para o âmbito cristão. Então o
que acontece, eu sempre questionei
porque que a arte cristã ela é tão
limpinha, é uma arte tão
ou muitas vezes, tipo, ela é iá, ela é
tipo, o pessoal quer pegar um iazão da
vida e tal, um leão e botar ou cara, por
que que ela é tão pobre? Sabe? Essa essa
é sempre tipo muitas vezes a minha
questão. Por que que a arte cristã ela
precisa ser tão expositiva? Ela precisa
ser tão muitas vezes eh puramente com
foco evangelístico, sabe?
>> Cara, eu nunca fui surpreendido,
>> isso não quer dizer muita coisa também,
quero deixar claro, mas eu nunca fui
surpreendido
>> com uma arte diferente num culto. Volta
e meia, eu prego pelo Brasil inteiro.
Volta e meia tem aqueles a galera que
fica fazendo pintura durante o culto,
né? Durante, não. Exatamente.
>> É, mano, é sempre a mesma coisa. Vou
dizer para vocês. Calvário, eh,
cruz, eh, cruz, leão, cordeiro,
>> barco, barco, barco tem muito também.
>> Barco eu nunca vi, velho. Barco eu nunca
vi.
Barco tem tipo ondinha e tals, barco.
>> É, mas assim, cara, sempre assim, é
metade leão, metade cordeiro, é o
cordeiro, é coroa, é coroa de espinhos
com lenço vermelho, é o calvário, é
sempre a mesma coisa, mano. Eu realmente
assim,
>> eu inclusive até eu peço para parar de
desenhar durante a pregação. Eu já
oriento a organização, mano. Porque a
primeira vez que isso aconteceu, mano,
eu pregando a mulher desenhando lá,
tipo, não dá, mano. Quero saber o que
ela tá desenhando até para poder
criticar depois.
>> Tu também fica com fome, tipo de saber.
>> Eu fico exato. Não, não, eu fico
agoniado. Eu tô falando a mulher
pintando lá, pelo amor de Deus, para.
Não, já é pinta na hora do louvor.
Então, já que você acha isso que é, eu
particularmente não vejo muito sentido e
tal, mas enfim também. Mas eu de fato é
é muito simplista, né? A que seja de
coração.
>> Não é de coração, mas tipo, mas eu acho
que é muito delimitador pro potencial da
arte em si, sabe? Então eu realmente
questiono, por exemplo, sei lá, uma
coisa que eu não gosto mesmo é filme
cristão. Eu não gosto de filme.
Então,
>> tu conhece o Érico Rodrigues?
>> Rodrigues conheço.
>> Ele é bom. Ele tem un desenho bem
maluco. Eu tinha até um quadro com
desenho dele na minha antiga sala. É
verdade, o bispo é legal. Mas fala,
vamos falar mal de filme cristão. Tô
contigo. Vamos.
>> Aí, cara. Aí é isso, tipo, por que que o
filme cristão, o protagonista sempre tem
que ser ou tipo, ou ele é perfeitinho o
filme todo, não tem nenhuma nuance, não
tem nenhum defeito, não tem, ou um
pecado é um pecado muito limpinho, ou
porque que é sempre tipo protagonista
que é, pô, um cara,
ele é um cara que é meio que do mundo e
tals, depois no final ele é cristão,
porque sempre no final do filme cristão
tem que ter uma de salvação, tem que ter
uma conversão e tals, porque tipo, por
que que a gente não usa arte para
transpor e pintar de fato o que é a
realidade? Cara, na realidade nem sempre
a pessoa se converte. A realidade o
cristão pode fazer coisa muito pior do
que você imagina, sabe? Então, tipo, por
que que a gente não coloca isso nos
filmes cristãos? Porque que a gente não
faz às vezes uma arte realmente mais
suja, sabe? Nesse sentido, cara, o
pessoal às vezes critica os personagens
evangélicos da novela da Globo, né?
>> Sim.
>> Acontece, eu conheço o cara que tá por
trás disso, né? É um pastor teólogo,
entendeu? E, mano, e às vezes é isso
mesmo, mostra o lado feio do evangélico,
porque a gente tem o lado feio, galera,
>> entendeu? Então assim, às vezes é isso
que o o Thago tá falando, às vez tudo
muito limpo, né? Tipo, o crente é o
certinho, o ateu é o errado, né? O
malvadão.
>> Não, gente, às vezes o evangélico é o
malvadão e o ateu é o é o bonzinho, tá?
Na vida real é assim, de fato. Falta um
pouco isso mesmo, né? Tanto que a gente
consegue fazer, a gente consegue fazer
leituras mais evangélicas de outros
filmes do que dos filmes gospel mesmo.
>> É, exatamente. E tipo, e essa parada eu
vejo que muitas vezes, cara, pregações
são uma parada muito mais são paradas
muito profundas e tipo, e ele quer meio
que através das pregações que a gente vê
todo domingo e tals, conversar com a
realidade da gente, sabe? Então, por que
que os filmes não fazem isso? Por que
que as artes não fazem isso? Sabe por
que que as artes não não falam sobre as
injustiças tipo que as pessoas realmente
sofrem, sabe? Porque realmente são
coisas muito mais brandas, são coisas
muito mais limpinhas. Então o dudu
doismo realmente veio contra esse
perfeccionismo cristão, sabe? A gente
querer fazer as coisas muito limpas,
porque a gente acha que se fizer as
coisas direitinho assim, a gente vai
agradar a Deus. Então meio que vai um
pouco pro mérito. Se eu fizer algo
muito, se eu fizer algo muito bonitinho,
algo muito perfeitinho, Deus vai se
agradar. Então dessa forma, se eu agir,
se eu viver uma vida muito perfeita,
>> Deus vai se agradar de mim, sabe? Então,
realmente eu meio que associo essa esse
essa luta contra o perfeccionismo
cristão com o lance da graça. Então, a
arte dodoísta é uma arte graciosa, é uma
arte que não se preocupa em expor seus
erros, em expor seus fracassos, em expor
suas imperfeições e ainda assim ser
amado por Deus, sabe? Então, é uma arte
e é uma arte feia que Deus aceita e Deus
se agrada, sabe? Também. Então,
basicamente o movimento dodoísta é isso.
>> Tá faltando deprovação total na arte.
[risadas] Sim,
>> é tipo isso. Estão falando de uma
comédia romântica que você ia fazer com
o Guines. Como é que é isso,
>> cara? Eu me esqueci, gente. Foi mal. É,
>> foi mal. Então não, não vai rolar,
galera. Não vai rolar, mano. Muito
legal. E aí surge então o tuco, tuco
semicrente, uma história dodoísta. Que
livro que é esse aqui? O que que a gente
vai encontrar aqui nesse que é um livro,
mas na verdade é um quadrinho, né? Você
tem aqui uma história. O que que a gente
vai encontrar sem spoilers? Obviamente.
Qual é a ideia desse manifesto e o que
que é a história do Tuco
>> e da Sara Maria? O nome dela?
>> Sara Maria. Sara Maria.
>> Sara Maria. O que que o que que a gente
vai qual Qual é a ideia? O que que tá
por trás aqui do Tuco semicrente dessa
história dodoísta?
>> Então, basicamente Tuco ele é um guri de
faculdade e tals. Ele estudou na UF,
estuda história na UF e ele não é
crente, só que lá ele tem um encontro
com a Sara Maria e ele meio que é a
primeira vista. ele se apaixonando por
ela e tals, ele fica totalmente
fissurada nela e aos poucos ele vai
descobrindo que na verdade ela é crente,
pô. Ele descobre isso quando ela faz,
ela tá fazendo o um piquenque, é
>> é um canalzinho de faculdade de
universitária, sabe? Aí,
>> aliás, eu passei amanhã cantando essa
música que é aquela canta seguristos
braços que a música é mal, desculpa que
essa música é bonita, cara. Mano, a
interpretação
>> tá já deu. Tudo bem, tudo bem. Tá, tá,
tá, tá, tá.
>> Deixa eu ouvir a música faz tempo,
porque eu gosto muito do, é, acho que se
eu não me engano, o Baru, que fez uma
versão com a, nossa, esqueci o nome
dela, Sorgelles. Laura Sorges.
>> Existe, existe. Eh, mano, tem uma versão
que ela canta num show do Baruk,
>> mano. É lindo esse show do Baruk. Tá o
Baruk assim e tem uma iluminação assim
neon. A, o neon tá no teclado e tal, tá
ao redor do palco. Tá lindo esse esse
apresentação do Baru. Aí eu lembrei e a
música que a Sara Maria gosta, mano. Eu
curti a música. Eu passei a manhã
cantando hoje aqui.
>> E aí, mano? Aí ele ele ele só tem a
catequese, né? O Tuco só tem a
catequese.
>> É, então essa parada. Ele só tem a
catequese quando ele tinha 13 anos. E
ele se embrenha num lance de, cara, eu
vou conquistar essa mulher, mas para
conquistar essa mulher, que que eu vou
precisar? Vou precisar fingir ser
crente. Então ele meio que vai entrando
e se embando na Aí tá Sara Maria
>> vai falando, vai falando, vai falando.
>> Aí ele vai meio que seand,
>> se concentra na tua fala, não em mim. Se
concentra na tua fala, nãoador e tudo
mais, ele vai entendendo o que é a
igreja, sabe? E ele vai dessa forma
tentando fingir que fingir costume,
fingir que tá tudo certinho, mas ele tá
tipo no fundo, mano, isso aqui é muito
esquisito. Por que que as pessoas
levantam as a a mão no culto? Por que
que eu preciso levantar a mão no culto?
Tipo, como é que eu levanto a mão no
culto? Por que que as pessoas são assim?
o que que as pessoas fazem o que fazem,
sabe? Então ele começa a questionar a
igreja, eh, sendo, tipo, meio que se
penetra lá, sabe? Então, e ele vai
conhecendo a igreja por fora. Então, é
algo que realmente para mim eu vejo como
um
um realmente um retrato de amor meu pela
igreja, falando dela como alguém, tipo,
nesse caso, alguém de fora. O Tuco é
alguém de fora, meio que vendo a igreja,
vendo as imperfeições dela, mas a mesma
t vendo as belezas dela, sabe? Então,
então realmente, tipo, é, é um livro que
eu criei de amor à igreja mesmo.
>> Caramba. E aí, utilizando o humor,
utilizando um pouco essa essa essa que é
algo que todo jovem cristão passa, esse
lance também do namoro e tal, né? Então,
vai ter vai discutir, vai ficar no lance
mais assim
>> do do do ser crente ou vai ou tem alguma
coisa sobre namor também? Alguma
reflexão sobre namor?
>> Não, tem tem, mas é, tipo, eu quero
falar mais sobre ser crente em si.
Então, tipo, no volume dois que já tô
fazendo também tem tipo esse lance.
>> Opa, como é que é? Como é que é? Volume
dois.
>> Já tô escrevendo o volume dois. Já, já
tô escrevendo.
>> Que isso, rapaz? Que isso?
>> É, mano. É porque eu não posso pagar,
não posso não pagar conta, não. Tem que
pagar conta. Tem que pagar con.
>> Exato. Que legal, cara. E aí, tu
recomenda esse livro aqui para que
assim? Tipo, tu acha que ele é um ele é
esse livro aqui, tu qual é a faixa
etária que tu acha que pode ter?
>> 14 anos para cima tá ótimo. 14 anos para
cima tá bom e tudo mais. Tá, tá muito
tranquilo mesmo de consumir, tá? Tipo,
tá, são piadinhas que você vai entender,
mas também eu não me passo muito, busco
não me passar, então tá muito de boa.
>> Ah, que legal, mano. Pô, parabéns,
gente. Ó, de fato, falta literatura. Até
tá conversando com as meninas da ficção
cristã. Eh, temos poucos homens
produzindo, né, ficção cristã. Assim,
isso aqui de alguma forma é ficção
cristã, tá? Por mais que talvez tu devo
odiar títulos, né, senhor Thaago. Mas
isso aqui é uma ficção cristã. E é
legal, é uma opção, uma opção. Eh,
porque o pessoal às vezes pede
literatura, né? E é quadrinho, é fácil
de ler. E mano, vou te falar, é
>> muito rápido, tu lê rapidinho e tals. É
bem legal. É bem e tipo, você lê já
querendo mais, tá ligado? Tipo, mano,
preciso ler mais, eu preciso saber mais
essas histórias. Os personagens também
são muito bons.
>> Pois é. Tu levou, tem algum spinoff
rolando no teu Instagram, alguma coisa
assim? Não, não. Às vezes eu faço tipo
tirinhas assim, tipo, ah, uma historinha
dele do tuco e tals, mas às vezes tem
solto umas umas padinhas dessa.
>> Cara, inclusive, gente, nessa live aqui
que vai ficar salva no canal, vocês
sabem mais do Thiago do que tem no livro
dele. Corandoy. [risadas]
>> Corandy é um boneco de pente, cara. Tu
faz o pente mesmo? Como é que é isso
agora?
>> Agora é Photoshop. Agora é Photoshop.
>> Photoshop, né?
>> E aí, mas aí tu não vai perder a
essência, mano, indo assim pro
Photoshop. Como é que é? Não, já perdi
já há muito tempo. Eu já já fiquei no
tela, já acabou já. Não tem mais. Já tô
mostrando o rosto, amigo. Então, mano,
já perdi a oi, caramba. Pode crer. Mas,
mano, parabéns, cara. Parabéns aqui pela
história. Eu acho que a gente precisa
desse tipo de humor, dessa crítica. Eh,
eu acho que esse lance aqui, a gente
pode encerrar falando sobre esse
perfeccionismo cristão, né? Não só na
arte, né? Mas às vezes tem também algum
um tipo de um jeito de ser crente, né?
legalista, eh, complicadíssimo e tal,
que você inclusive foi esse cara
legalista, né? Essa tua fase da jaula,
ela era marcada com certeza por um
legalismo, né?
>> Um legalismo teológico.
>> E é legal a gente utilizar o humor, né,
para eh pra gente eh poder, tipo, sabe,
eh ensinar alguma coisa, não só por meio
de algo didático, como um livro, mas
utilizar o humor, utilizar essa essa tua
arte também para ensinar. Porque tem
coisa, mano, que é o seguinte, a música
vai ensinar,
>> por isso que a música precisa ser
bíblica, porque ela é a primeira
professora de teologia da comunidade,
né?
>> Outras coisas são os livros, são os
sermões e a gente às vezes menospreza
mesmo o poder da arte, né, de de poder
ensinar alguma coisa. Daí a gente fica
só naquele, sabe, naquele feijão com
arroz clássico que já não comunica mais
nada, né, gente? Eu eu não sei tu, né?
Eu não sou contra The Chosen, pô. Façam
várias. Não, não sou também não. Não sou
não.
>> Eu acho que e para mim, The Chosen tem
que ser fiel à Bíblia mesmo. Nada de
inventar, né? Eh, quer fazer história de
Moisés, faz história de Moisés fiel à
Bíblia. Quer fazer a história, seja fiel
ao material original. Mas eu penso que
às vezes a gente tem que olhar um pouco,
cara, como é que eu vou fazer um filme
que vai comunicar também uma coisa
legal? Porque às vezes até quando eles
fazem um filme cristão com algum tema um
pouco da ideologia política, que eu não
quero nem citar o nome do filme aqui na
e tal, mas pô, fica um pouco propaganda
política, entendeu? meio envieszado que
também prejudica para caramba assim, né?
Então,
eh, eu lamento, nós temos ter mais
pessoas, né, pensando, produzindo, que
tem esse, sabe, esse viés cristão. Mas,
cara, é isso, sua palavra final, então,
sobre o tuco, seu incentivo pra galera
ler, comprar ou seu manifesto esses
minutos aí. Vamos lá,
>> gente. Gente, o meu incentivo para vocês
comprarem tuco é porque baló é bem caro.
Eu moro em Banola, Cambod, é bem caro,
eu preciso me sustentar. Então não,
brincadeira, realmente, gente. Eh, cara,
eu acho que a gente às vezes tem essa
carência muito grande de conteúdos
cristãos legais de produtos cristãos,
tipo, que realmente são bacanas. Essa
parada que eu quero tipo meio que
vender. O tu realmente a história é uma
história legal, é uma história que você
realmente vai se divertir. Tipo, não é
uma parada que você vai sair
extremamente edificado, mas você vai
tipo cara vai dar risadinha. Você é
tipo, cara, eu realmente viv isso na
minha igreja, no tucu tem a sen do
coque, no tucu tem tipo o pessoal que
falta culto para ir pro jogo de futebol
e tudo mais. Então, mano, tem muitas
coisas que você vai se identificar com a
sua jornada de crente através do livro e
também então realmente é uma parada que
você consegue tipo gastar passar tempo
lendo, se divertindo e curtindo. E tem
também o Thomas Nelson e o CS curtiram.
Então é um livro que realmente eles
recomendam.
>> Achei isso aqui muito bom.
>> CSU stop.
Não, mas é o que ele falaria se ele l.
Enfim, então gente, leiam Tuco
semicrente, comprem e aguardem porque
também vem mais coisa.
>> Muito bom gente. É isso, galera. Como eu
sempre falo aqui no Bibotal, que
valorizem autores nacionais. Não é fácil
viver, né, da própria arte, né? Então,
para que ele não vá na praia, né, na
praia de BC, vender a própria arte, né?
Eh, então valoriza mesmo, galera. Não tá
um, tá um preço legal, tá? Tá um preço
legal. É material qualidade Thomas
Nelson, tá bom? Vai ter sequência, então
para ter sequência é legal que esse
realmente dê certo e tal. Então
parabéns, cara. Parabéns pelo humor,
parabéns pela coragem em mostrar o rosto
agora, né? É claro que na página mantém
aí o anonimato, mas parabéns pelo teu
trabalho. Sei que não é fácil criativ
porque é postagem todo dia, né, mano?
>> Todo dia você tá postando.
>> Engraçagem todo dia é difícil.
>> Exato, cara. Porque e quando você não tá
engraçado, né, mano? Porque a tua vida
não é perfeita. repost, aí eu reposto
coisa antiga, aí eu pego tipo coisa, aí
eu vou no Instagram, ah, a ideia é
boazinha, aí eu passo pro lado cristão,
eu eu tenho eu tenho que fazer alguma
coisa todo dia, então eu também tenho
toque. Então o toque meio que ajuda a eu
fazer, cara, eu ten que fazer, eu tenho
que ser disciplinado.
>> Que legal, cara. Que legal, gente. É
isso. Muito obrigado, Thago, Melo,
Corandói. Obrigado a vocês que numa
manhã de terça-feira estão com a gente
aí, uma audiência legal aqui pra nossa
live. Essa live ficará salva no canal. O
link para você comprar tu semicrente tá
aqui na descrição dessa live, beleza?
Mas você encontra nas principais
livrarias da sua cidade. Com certeza a
distribuição da Thomas Nelson é
maravilhosa. Tem na internet, na Amazon,
deve ter na Plenitude, na Ebenezer, na
Cordeiro, enfim, nessas distribuidoras
cristãs aí. Tá bom? Então, gente, ajude
aí, ajude o Tuco a Será que será que o
Tuco vai se converter de verdade, cara?
Será que é isso? Não sabemos, hein? Eu
sei.
>> Será que vai rolar? Porque não dá para
fingir ser crente a todo momento, né,
cara?
>> Não, tem momento que a máscara cai.
>> Momento a máscara cai. Sensacional,
mano. Eu já tive o cabelo igual do tuco,
sabia? Olha, se não fosse pelo
bigodinho, diria que foi inspirado,
>> mas ele tem mais pelo no peito do que eu
também. É muito bom, gente. Parabéns,
Thiago. Galera, valorize autor nacional,
compartilhe essa live, tá bom? Espalhe
aí a palavra. A gente volta amanhã com
BTC, eh, especial mês do Dia da Mulher,
bem legal, sobre a arqueologia e as
mulheres. Onde é que são as mulheres? A
história da igreja, um resgate
arqueológico muito legal que a gente fez
com uma cientista, uma arqueóloga
sensacional. Amanhã às 11 horas sai aqui
nesse canal, tá bom? Beijo, fiquem todos
na paz do Senhor Jesus e sejam menos
chatos e deem risada, tá bom, gente?
Jesus tinha senso de humor. A propósito,
Jesus tinha senso de humor. Ô tuco, mas
ô ô Thaago, tá aí uma coisa que eu quero
deixar como desafio para ti, cara. Acho
que tu tinha que destravar Jesus aí,
mano.
>> Ah, não sei.
>> Eu acho que tu não vai blasfemar. Eu
acho que isso aí é uma herança reformada
tua aí.
>> Não, eu acho que é uma herança. Ah, tá.
Não, aí tu te conhece um pouquinho
melhor do que eu, né?
>> Mas eu acho que, cara, é porque eu olho
aquela página o criador que já foi
engraçada no passado.
>> Uhum. Mano, e às vezes eu dou umas
risadas muito legais daquela página, O
Criador na época acho que era no
Twitter, né, mano? Tinha umas coisas e
tinha umas críticas que eu achavam muito
boas assim, sabe?
>> Então ali eu não sei se se o nome de
Deus estava sendo usado em vão, sabe?
>> Porque eu via como uma pregação,
entendeu? Vou te dar o meu meu ponto de
vista, é só que eu também ele não tem
muita reflexão, tá bom, Thaago? Então,
leva eh eu não parei para pensar muito
bem direito, mas assim, se tu usasse
Jesus na tua arte, eu entenderia
exatamente como eu citando Jesus na
minha pregação.
>> Não, perfeito. Dá para fazer. Só que,
tipo, é porque o lance é que as minhas
piadas elas têm esse tom mais de zoar a
pessoa. Então, tipo, vou fazer uma pedra
de Davi, eu vou tá zoando Davi. Aí,
tipo, é,
>> mas sabe o que tu faz? Não, não. Daí tu
não vai não. Daí tu, eu acho que a ideia
que tu poderia seguir é, mano, Jesus
zoava os fariseus,
>> não? Sim. Sim, sim. Dá para dá começar a
criar um boa.
>> Eu acho que dá para tu criar um diálogo
de Jesus com cria um personagem bem
fariseu, entendeu?
>> E põe Jesus dando nas mãos dele,
entendeu? Nos dedos. Que Jesus dava alta
nos dedos, entendeu?
>> Eu acho que de repente fica aí uma forma
de tu destravar aí um quem sabe tá
segurando uma parada aí, tu pode
destravar isso aí. Eu acho que na minha
opinião
>> segurando Jesus aqui, meu Deus.
>> Exato. Solta Jesus, mano. Entendeu? Eu
acho que isso aí é uma herança reformada
que tu pode abrir mão, entendeu?
>> Tá bom.
Jesus na minha pregação. Tu pode ser
citar Jesus na tua pregação. Mas maso
não pode fazer imagem, mano.
>> Então é, cara, abandone isso aí, mano.
Se não pode fazer imagem de Deus, a
gente nem poderia escrever Deus, porque
a escrita é uma imagem.
>> Exatamente.
>> Cada cada letra é uma imagem.
>> E se não pode imagem de Deus, tipo, o
que Jesus é, senão a própria imagem de
Deus.
>> Exato. Entendeu? Cara, pessoal vai dizer
que Jesus pode e tal, mas cara, é
absurdo o pessoal dizer que não pode
desenhar Jesus que fere o segundo
mandamento. Cara, isso é é um argumento
teológico muito fraco, muito fraco,
muito fraco mesmo. Pode desenhar Jesus
mesmo, só não usa Jesus,
>> desenha Jesus. Só não usa, só não usa
desenho no lugar errado, não usa o
desenho para amaldiçoar as pessoas,
entendeu? Agora Jesus tirando uma palha,
Jesus sendo sarcástico, entendeu, mano?
Isso aí é o Jesus dos evangelhos, pô.
>> Perfeito.
>> Entendeu? Eu acho que pode Jesus dando
na mão de sabe Pedro, mano. Olha, Pedro,
João e Thiago merece ser.
>> Ah, não, mas esse esse daí esse daí eu
já fiz momentos que os discípulos foram
tipo totalmente sem noção, tá ligado?
>> É, entendeu? Aí põe Jesus ali, mano.
Pronto. Aí foi uma faixinha vermelha e
tá tudo certo.
>> Eu eu gosto de fazer ele negro e com
roupinha roxa e tal, porque esquece aí
aí tu aí tu avacalha. Tu precisa fazer
ele branco de cabelo louro. Mas daí nego
aí. Não, eu faço, eu faço ele occasião,
eu faço ele tipo, pô,
>> faz ele bronzeado, tal, entendeu?
>> Eu acho que ele não era negro, gente. Eu
não sou contra fazer Jesus negro, mas eu
acho que não, ele não era negro. Faz ele
um homem judeu. Não dá fazer ele
retinto, retinto,
>> exato. Faz ele um homem judeu, bronzeado
sol, provavelmente essas paradas d
>> alguma coisa assim. Exato. Agora negro
não. Daí eu acho que o pessoal quer
forçar uma ideologia e tal. A, entendeu?
Acho que não. Aí não. Eu particularmente
não acho legal. Mas também o que eu
acho, eu acho mais legal. Eu acho mais
legal que Jesus europeu de cabelo longo
e olho azul.
>> Como não fica fica mais é até mais
próximo provavelmente, né? Porque o
Jesus o Jesus europeu Jesus europeu é
muito engraçado. Jesus muito engraçado.
Esses dias, cara, esses tempos eu vi um
quadro desse das antigas mesmo de
infância, tá ligado? Eh, tipo, mano, é
muito maluco. É Jesus de olho azul.
Maluco.
>> É Jesus de olho azul,
>> cara. Jesus lo é um é o único, é o único
filho de Deus. O único loiro da de
Israel lá era Jesus, pô. Porque era
filho de Deus.
>> É. Então assim, mano, é sensacional. Ó,
estão pod fazer o Jesus carioca,
entendeu? Que regata do Flamengo. É tipo
isso, né?
>> Tu é qual time, mano? Tu é Vasco?
>> Vasco da Gama. Eu sou eu sou o time da
Cruz. O time da Cruz de Malta.
>> Boa. Boa. Boa. É, mas é que o time do
Rio é o Flamengo, não é assim, tipo,
mais
>> então, mas essa parada. Só que, cara, só
que esse é o lance, porque tipo Jesus
nunca foi com a maioria.
Ele nunca foi, ele nunca foi com a
maioria, mano. Então,
>> ah, então ele seria, mas ele seria
Vasco, então, né?
>> É, porque ele é o segundo na trindade e
tal.
>> O Vasco é tipo, é o cara que vai contra
o Vasco é o cara que vai contra o time
da hegemonia. Então, Jesus é assim,
tipo, o pessoal,
cara, Jesus. Eu, eu biblicamente
falando, teologicamente falando, Jesus
seria bota fogo, porque ele que vai
batizar com Espírito Santo e com fogo.
Então, ele bota fogo, entendeu? Mas a,
mas aí se aí se a gente for, aí se a
gente for nessa, Bibo, Jesus é Santos
também.
>> Jesus é Santos. Jesus também tem um
lance lá do pô o Vasco seu primeiro time
que tipo possibilitou negros a jogarem e
tudo mais e tals. Então,
>> ah, Jesus era inclusivo, claro.
>> Jesus era muito. Então, cara, facilmente
Jesus seria Vasco, sabe? E também a cruz
de malta muito bonita, sabe? Pô,
>> pode ser, pode ser. Jesus gostava de
barco e tal.
>> Jesus gostava de barco e tal. Jesus era
marceneiro, fazia barquinho também.
Exato.
>> Sabe Jesus não, eu acho que Jesus não
gostaria deub. Então eu tenho uma lista
de argumentos porque Jesus não seria
flamenguista.
>> Bom, tá bom, então tá bom. É isso, então
pode ser. Então gente, é isso. Beijo.
Fiquem todos na paz do Senhor Jesus. Até
a próxima. Valeu, galera.

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