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A fé vem pelo ouvir

Rota 66 Português – Mateus 25 | Luiz Sayão | IBNU

Rota 66 Português – Mateus 25 | Luiz Sayão | IBNU

Rota 66 Português – Mateus 25 | Luiz Sayão | IBNU

Em nossa análise de Mateus 25, mergulhamos nas parábolas das Dez Virgens e dos Talentos, que nos alertam contra a negligência espiritual e a falta de preparo. Não basta apenas esperar; é preciso frutificar enquanto aguardamos o Julgamento Final. O professor Luiz Saião esclarece que a verdadeira fé não é estéril, mas se manifesta em ações concretas de amor ao próximo.

Desmistificamos a ideia de que a salvação vem pelas obras, mostrando que, na verdade, as obras são a evidência inevitável da graça transformadora. No cenário das ovelhas e bodes, vemos que o Julgamento Final trará uma separação definitiva, onde a omissão diante da necessidade do irmão revela a ausência de Cristo no coração. Deus não aceita uma religiosidade passiva ou baseada no medo, como a do servo inútil que enterrou seu talento.

Este estudo é um chamado urgente para que você examine sua lâmpada e seus recursos. Não seja pego de surpresa como as virgens insensatas. Viva com intencionalidade, servindo aos "pequeninos irmãos" e aguardando com esperança o Julgamento Final, onde a justiça de Deus prevalecerá e os fiéis entrarão no gozo do seu Senhor.

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Legendas automáticas:

Bem-vindo à Bíblia [música] de estudo
comentada em áudio.
[música]
Estudo 22, baseado [música] em Mateus,
capítulo 25.
Você
com [música] certeza já ouviu falar do
dia de Mas, mas neste caso não é o dia
de, o dia J. O dia J é o dia de Jesus, o
dia do julgamento, o dia do juízo. Pois
é. Vamos então prestar atenção ao texto
bíblico para ver que dia J é esse que
está chegando. Jesus vai prosseguir este
seu discurso que nós vimos que tem a ver
com o final dos tempos que foi anunciado
ali no capítulo 24 de Mateus. E no
capítulo 25, ele vai dar continuidade e
vai enfatizar a necessidade de prontidão
para esse dia que está chegando. E então
ele vai falar sobre o assunto,
mencionando aqui duas parábolas
importantes sobre o tema. Então, o texto
da NVI nos diz que o reino dos céus será
semelhante a 10 virgens que pegaram suas
candeias e saíram para encontrar-se com
o noivo. Cinco delas eram insensatas e
cinco eram prudentes. As insensatas
pegaram suas candeias, mas não levaram
óleo. As prudentes, porém, levaram óleo
em vasilhas junto com suas candeias. O
noivo demorou a chegar e todas ficaram
com sono e adormeceram. A meia-noite,
ouviu-se um grito. O noivo se aproxima.
Saí, saiam para encontrá-lo. Então,
todas as virgens acordaram e prepararam
suas candeias. As insensatas disseram às
prudentes: "Dei-nos um pouco do seu
óleo, pois as nossas candeias estão se
apagando". Elas responderam: "Não, pois
pode ser que não haja o suficiente para
nós e para vocês. Vão comprar óleo para
vocês." E saindo elas para comprar o
óleo, chegou o noivo. As virgens que
estavam preparadas entraram com ele para
o banquete nupcial e a porta foi
fechada. Mais tarde vieram também as
outras e disseram: "Senhor, Senhor, abra
a porta para nós". Mas ele respondeu: "A
verdade é que não as conheço. Portanto,
vigiem, porque vocês não sabem o dia nem
a hora". Como podemos observar, esta
parábola tem o propósito específico de
enfatizar a necessidade de estar
preparado para a volta de Cristo. Então,
a parábola separa dois grupos de virgens
que estão aguardando o noivo, que vai
chegar à meia-noite. Evidente que
estamos num contexto cultural distinto
do nosso, que precisa ser compreendido
no seu próprio cenário. E elas então
estão aguardando com a sua única fonte
de luz e luminosidade, que são as
candeias aqui alimentadas por óleo,
semelhante às nossas lamparinas
encontradas aí pelo interior do país. E
aqui nós vamos perceber que as que são
chamadas insensatas são aquelas que não
se prepararam adequadamente no devido
tempo. parábola pretende enfatizar que
como nós não podemos prever a volta de
Cristo, como nós não podemos saber o dia
e a hora, é necessário estar preparado,
estar atento, porque o dia de Jesus ou o
dia J vai chegar. Continuando no texto
de Mateus 25, nós lemos que também será
como um homem que ao sair de viagem
chamou seus servos e confiou-lhes os
seus bens. A um deu cinco talentos, a
outro deu dois e a outro um. O ah
senhor, né, destes servos dividiu aí
conforme a a cada um deles e partiu de
viagem. Então o que acontece nessa
famosa parábola dos talentos? O homem
que havia recebido cinco talentos
aplicou estes talentos e ganhou mais
cinco. O outro que tinha recebido dois
talentos fez a mesma coisa e ganhou mais
dois. Mas aquele que tinha recebido um
talento só, preste atenção e veja,
prezado ouvinte a atitude deste homem. E
ele cavou um buraco no chão, escondeu
ali o dinheiro, né, o talento do seu
senhor. Um talento eram a uma peça de
prata grande que pesava cerca de 34 kg.
Então, dá para entender como é que ele
cava um talento, porque alguém fica
imaginando como assim, né? E é
interessante observar que a palavra
talento que nós temos hoje, referindo-se
às nossos dons e capacidades, tem origem
nessa antiga medida bíblica. E depois de
muito tempo, o Senhor daqueles servos
voltou e pediu para acertar contas
daquilo que havia sido dado a eles como
responsabilidade.
E então aquele que tinha recebido cinco
talentos trouxe, né, os outros cinco. E
o Senhor aí aprovou devidamente aquilo
que ele havia conseguido. A resposta do
Senhor diante do que ele havia feito foi
muito bem, servo bom e fiel. Você foi
fiel no pouco e eu o porei sobre o
muito. Venha e participe da alegria do
seu Senhor. O que tinha recebido dois
talentos teve a mesma situação revelada
aqui no texto. Ele ganhou mais dois,
mostrou isso perante o seu Senhor. O
Senhor lhe disse: "Então, muito bem,
servo bom e fiel, você foi fiel no
pouco. Eu o porei sobre muito. Venha e
participe da alegria do seu Senhor." Por
fim, aquele que tinha recebido um só
talento disse: "Eu sabia que o Senhor é
um homem severo que colhe onde não
plantou e junta onde não semeou. Por
isso, tive medo. Saí, escondi o seu
talento no chão. Aqui está o que lhe
pertence." Interessante que sem ter uma
perspectiva positiva e de fé de fazer
com que o talento rendesse, este homem
acusa o Senhor de ser muito exigente.
Ele é dominado pelo medo. Ele age
motivado aí pelo temor e não produz nada
e assim traz a única coisa que tinha
recebido de volta. Diante disso, o texto
diz que o Senhor respondeu: "Servo ma e
negligente. Você sabia que o colho onde
não plantei, junto onde não semei? Não
era esse o pressuposto dele? Então você
devia ter confiado o meu dinheiro aos
banqueiros para que quando eu voltasse o
recebesse de volta com juros. Tirem o
talento dele e entreguem-no ao que tem
10. Pois quem tem mais será dado e terá
em grande quantidade, mas quem não tem
até o que tem lhe será tirado. E lancem
fora o servo inútil nas trevas onde
haverá choro e ranger de tentes. O dia J
está chegando. É o dia também do acerto
de contas. Aqui nós vemos a parábola dos
talentos mostrando que aquilo que nos é
dado da parte de Deus deve produzir
resultados e deve florescer. Aquilo que
não floresce é sinal de que não tem
realidade na vida dessa pessoa. Por
isso, este servo ma é rejeitado pelo seu
senhor. O dia J é dia de julgamento. Por
isso, a partir do verso 31, o texto de
Mateus 25, que fala sobre o final dos
tempos, vai focalizar o julgamento das
nações. Quando o filho do homem vier em
sua glória e se sentar no trono da
glória celestial, todas as nações serão
reunidas diante dele e ele separará uma
das outras, como o pastor separa as
ovelhas dos bodes e colocará as ovelhas
à sua direita e os bodes à sua esquerda.
Fica bem claro, definido no texto, que o
dia do Senhor vem, o dia de Jesus
Cristo, Senhor vem, o dia J está
chegando. É um dia que exige prontidão,
que exige atenção, é um dia de
distinção, de separação entre aqueles
que mostraram o resultado da graça em
suas vidas, produzindo para o reino de
Deus. aqueles que não deram nenhum
retorno em relação a isso. É um dia de
separação entre o bem e o mal. É um dia
de separação entre justificados. O dia
J, sim significa isso. E aqueles que
rejeitaram,
rejeitaram com J também a justificação.
Então, veja só como é que isso acontece.
O rei dirá aos que tiverem à sua
direita: "Venham benditos de meu Pai e
recebam como herança o reino que lhes
foi preparado desde a criação do mundo.
Pois eu tive fome e vocês me deram de
comer. Tive sede e vocês me deram de
beber. Fui estrangeiro e vocês me
acolheram. Necessitei de roupas e vocês
me vestiram. Estive enfermo e vocês
cuidaram de mim. Estive preso e vocês me
visitaram." Então os justos lhe
responderão: "Senhor, quando te vimos
com fome e te demos de comer ou com sede
e te demos de beber? Quando te vimos
como estrangeiros e te acolhemos ou
necessitados de roupas e te vestimos,
quando é que isso aconteceu? Quando é
que o Senhor teve preso e nós fomos
visitar? O rei responderá. Digo-lhes a
verdade, o que vocês fizeram. Alguns dos
meus menores irmãos a mim o fizeram.
Nesta separação, aqueles que são
aprovados por Deus, aqueles que estão em
aliança com Jesus, são aqueles que
transbordaram
a relação da graça que estava em suas
vidas para serem ministros da graça na
vida de outras pessoas necessitadas e
que foram devidamente acolhidas e
abençoadas e beneficiadas.
Todo tipo de boa atitude para com o
próximo e semelhante são destacadas
aqui, especialmente por aqueles que
estavam em situação de necessidade. E é
interessante que estes que sofrem são os
chamados menores irmãos que aparece no
verso 40. Mas os que estiverem à
esquerda, o texto fala de modo duro
sobre a chegada do dia J. Malditos,
apartem-se de mim para o fogo eterno
preparado para o diabo e seus anjos.
Pois eu tive fome e vocês não me deram
de comer. Mesma coisa. Tive sede, não me
deram de beber. Fui estrangeiro, não me
acolheram. Necessitei de roupas e vocês
não me vestiram. Estive enfermo e preso
e vocês não me visitaram. Eles também
responderão: "Senhor, quando te vimos
com fome? Quando é que isso aconteceu?"
Interessante que os primeiros não
lembravam do bem que haviam feito e
estes aqui não lembram do da rejeição da
prática do bem presente em suas vidas.
Ele então responderá: "Digo-lhes a
verdade, o que vocês deixaram de fazer?
Alguns desses mais pequeninos também a
mim deixaram de fazer. Esses irão para o
castigo eterno, mais os justos para a
vida eterna". Então, prezado ouvinte, o
dia J está chegando, o dia que
representa o ponto final da nossa
história. Diante desta grande verdade, é
preciso dar atenção à nossa vida e ver
se esta justiça, esta justificação de
Deus é uma realidade. Como está a sua
vida? Você [música] está preparado?
Cuidado. Extra, extra. O dia J está
chegando.
Chegamos agora com as perguntas depois
da ministração [música]
da aula exposição em Mateus 25 do
professor Luiz Saião. Professor, eu vou
ficando um pouco assustado com essa
história aqui. Quer dizer que metade das
pessoas serão salvas. O que significa a
parábola das 10 virgens?
Pastor Alberto, a questão, sem dúvida,
chama a nossa atenção. Muitas vezes é
até difícil a comentar este trecho
bíblico, porque até mesmo alguns
intérpretes ficam um pouco confusos, né?
Gente, por exemplo, que tenta entender
Mateus 25, mais voltados, mais voltado
para a realidade dos cristãos, tendo a
ver com galardão, com recompensa. Outros
focalizam mais na questão do próprio
julgamento final, né? Não há nenhuma
razão para sairmos fora do foco aqui,
que o assunto é voltado para o dia de
Cristo e o julgamento que está por trás
dele. Não podemos imaginar que o texto
está assim eh voltado pra questão de
galardão, até porque a gente vê que as
virgens reprovadas elas ficam fora, né?
Agora, o texto tá numa continuação de
Mateus 24 que enfatiza que o dia de
Cristo vem, nós não sabemos a hora, o
enfoque é a prontidão. E aqui, pastor
Alberto, tem uma questão extremamente
importante que é fundamental para
entender a Bíblia. Muita gente lê as
parábolas achando que tá, cada detalhe
da parábola tem um significado
específico. Isso não é verdade em
relação à parábola enquanto figura
literária usada nos tempos bíblicos,
porque a parábola tinha a intenção de
transmitir uma única só verdade. Por
exemplo, imaginar que o óleo das
vasilhas significa o Espírito Santo.
imaginar eh que, né, as virgens metade
vai ser salva, outra metade não vai, ou
metade vai ser arrebatada, outra metade
vai ficar. São procedimentos indevidos,
né? Estas estas figuras que aparecem na
parábola fazem parte do ornamento, do
enriquecimento da parábola, mas não tem
intenção específica de significado.
Portanto, o que a parábola das 10
virgens está ensinando é simplesmente
que as virgens, isto é, aqueles, né, que
vão ser salvos, que são os que aguardam
a vinda de Cristo e creem nele, por isso
estão preparados, eles sim vão estar com
o noivo com o Senhor. E aqueles que são
reprovados não esperam isso e acabam
ficando para trás. Por isso que a
palavra é bastante dura. No verso 12, a
verdade é que não as conheço.
>> Desta forma tem muita gente pisando na
parábola, né, professor?
>> Exatamente.
>> Agora, a parábola dos talentos, ela não
ensina uma salvação por produtividade,
um pragmatismo?
Como entender este ensino de Jesus?
>> Pois é, olhando à primeira vista, né,
novamente surge essa discussão. Será que
esse texto tá falando aí de galardão que
a gente vai receber, né? Depois os
salvos vão fazer a contabilidade final
lá na na vida eterna e vamos ver como é
que cada um produziu, né? E então quem
produziu menos vai estar numa situação
mais difícil. Parece que a ideia não é
essa. A ideia é mais dura. Tanto é que o
último servo aí que é eh lançado nas
trevas, onde haverá choro e rangeiro de
dentes, é chamado de servo inútil. Então
parece mais a descrição de alguém que é
reprovado. O que significa isso? Esses
talentos, eles mostram os sinais da
graça de Deus na nossa vida que nos
atinge, Deus nos dá. E essa graça, se é
verdadeira, ela deve transbordar e
mostrar os resultados decorrente dessa
graça. Não é exatamente um pragmatismo
ou uma produtividade no sentido aí
contemporâneo da palavra, mas é um
resultado decorrente de uma realidade
que se mostra em nossa vida. A questão
fundamental da parábola, né, está no
próprio discurso, né, do último servo lá
que é reprovado, porque ele mostra a sua
visão do Senhor, que é uma visão
deturpada de Deus. Ele imagina Deus
severo demais, que exige muito.
Portanto, ele escondeu e tá levando de
volta aquilo que veio. Ele não tem uma
visão do Senhor gracioso, bondoso, tem
uma visão distorcida, o que mostra que
ele está longe do reino de Deus, do
reino de Deus. Portanto, a parábola não
tem essa intenção assim tão pragmática e
puramente produtiva, né, mas mostra o
resultado de uma verdadeira graça
derramada na vida de quem eh conheceu o
reino de Deus por meio de Cristo.
>> Olha que interessante o verso 32,
professor. É a ONU aqui reunida, JNU,
né? Julgamento das Nações Unidas. Como
será o julgamento das nações? Haverá
países condenados, países salvos? Fico
pensando, o que será do nosso Brasil?
>> Eh, pastor Alberto, é necessário prestar
atenção aqui, né? Esse tema do
julgamento das nações já é uma realidade
que vem desde os profetas. Vamos lembrar
lá de Isaías, de Jeremias. Você tem uma
lista de nações que recebem o juízo de
Deus. Agora, pensando sobre o juízo
final aqui, é importante destacar que o
julgamento das nações se refere aos
indivíduos de todas as nações e não as
nações em si, porque não há nenhuma
referência na Bíblia de que na vida
eterna, no por vir, nós vamos ter a
realidade do mundo separada por nações.
E há uma possibilidade muito limitada,
pequena na nossa opinião, que pode ser
uma referência ao milênio e e talvez as
nações recebendo o julgamento conforme o
seu procedimento, mas o sentido não pode
ser esse, porque veja o verso 41, ele
vai dizer aos que tiverem à sua
esquerda, malditos, aparte-se de mim
para o fogo eterno preparado para o
diabo e seus anjos. parece ser o tema da
condenação eh eterna e tem a ver com o
que é feito do reino de Deus. Então, o
julgamento das nações não são países
propriamente ditos. Portanto, o Brasil,
nesse caso, não precisa ser considerado
enquanto nação, mas sim cada um dos
brasileiros vão ter que dar conta a Deus
ah, pela vida que viveram e se eles
responderam adequadamente ao rei das
nações, que é o rei Jesus, que voltará
para o grande dia J. Agora, para
terminarmos aqui as nossas perguntas, os
últimos versículos do capítulo 25, ele
não está ensinando salvação por obras,
caridade, né? Como é que eu posso
entender um texto bíblico deste que
termina falando desta forma?
>> É, pastor Alberto, é interessante. Sabe
que muita gente assim que tá ah, vem de
um contexto, por exemplo, de igreja
evangélica, às vezes assusta, né? Olha,
eu tive fome, vocês me deram de comer,
tive sede, vocês me deram de beber, fui
estrangeiro e vocês me acolheram,
necessitei de roupa, vocês me vestiram,
estive enfermo, me cuidaram de mim,
estive preso. Então, dá a impressão que
se a gente, né, dá comida ao
necessitado, mesmo
>> uma cesta básica, nem que seja que que
se entenda os pequeninos como pessoas da
comunidade da fé, ah, cristãos, né? A
impressão é: "Puxa, quanto mais eu
distribuo, então mais eu ajunto lá em
cima no céu. Quanto mais comida eu
distribuo pros necessitados, mais ah e
prêmio celestial eu ganho. Como é que
funciona isso? Aqui a gente precisa
entender bem a separação das coisas, já
que o assunto inclusive aqui é
separação. Pastor Alberto, quando uma
pessoa faz o bem, socialmente falando,
na esperança de adquirir pontos, fazer
uma espécie de contagem, de milhagem
celestial para que ele receba a
premiação lá em cima, a pessoa tá fora
do foco. Não existe na Bíblia uma
salvação pelas obras, uma salvação pelo
mérito humano. A Bíblia clara em dizer
que pela graça nós somos salvos por meio
da fé. Não vem das obras para que
ninguém se glorie, né? Então, como é que
a gente entende isso? A questão é a
seguinte: se é verdade que a graça de
Deus nos atingiu o favor imerecido, o
amor de Deus no nosso coração, se isso é
fato, isso vai produzir em nós uma ação
graciosa na vida. Então, existem obras
que são decorrentes da salvação. E aqui
é claro que essas obras elas têm a ver
com a sensibilidade
da necessidade do nosso semelhante em
todos os aspectos, os nosso próximo.
Então veja, o que chama atenção é que
quando estes que são salvos, que são
separados para o seu senhor, quando ele
chegam lá e o Senhor diz: "Olha, vocês
fizeram isso, isso, isso e eles". É
mesmo. A gente não tava nem sabendo
quando é que a gente fez isso. Eu eu não
não tenho isso anotado na minha agenda.
Por quê? Porque quem faz para Deus não
contabiliza. Quem faz para Deus não
pensa que merece coisa alguma. Portanto,
a ideia é o resultado da graça em nossa
vida e não uma salvação pelas obras.
Muito interessante, um estudo fantástico
e você agora vai se deliciar com a
aplicação desse estudo.
[música]
No Rota 66 de hoje, você acompanhou
conosco Mateus, capítulo 25. Sim, o tema
foi muito interessante. Falamos sobre
extra.
Chegou o dia J. É verdade, meu prezado
ouvinte, a história transcorre no seu
curso, mas Deus tem o ponto final já
marcado. Quando chegará o dia de Jesus,
o dia do julgamento, [música] o dia do
juízo, o dia J está chegando. E depois
de termos lido e estudado as parábolas e
tudo que está [música] escrito nesse
capítulo, qual é a grande verdade a ser
guardada no coração? [música] Qual é a
grande aplicação?
Depois de termos ouvido tudo, devemos
entender que se Deus
nos salvou de fato, isso precisa
[música]
ficar muito claro e evidente em nossa
[música] vida e nos nossos atos.
[música]
เ

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