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A fé vem pelo ouvir

UM LIVRO QUE ME ENCORAJOU A SER UM CRISTÃO MELHOR

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Legendas automáticas:

A a mais na verdade é que eu acho que o
meu livro Você é o ponto fraco de Deus e
outras mentiras da teologia do coaching.
Olha, finalmente eu acho minha minha
achigmatismo acabou acabou. Olha aí eu
usava esse óculos tud pro computador
basicamente assim para lugar com muita
luz. Mas agora eu tô achando que olha
nem isso mais, nem isso mais. Olha que
beleza. Acho que eu estou completamente
livre dos óculos. Finalmente. Olha aí,
fiz a cirurgia da da miopia. Eu acho que
agora tô estou estou livrinho. Livrinho
dos óculos definitiva. Legal demais.
Onde é que eu tava mesmo? Assim, eu acho
que o meu livro Você é o ponto fraco de
Deus e outras mentiras da teologia do
coach, que é um livro que eu escrevi
junto com o Guilherme Nunes e o Pedro
Pamplona, é uma é uma grande cópia do
não é [roncando] uma cópia, né? Deixa eu
de falar assim, porque depois sabe como
é que é, o pessoal o pessoal dos cortes
é implacável.
Mas a talvez a maior influência, não
influência em termos de conteúdo, mas de
talvez de espírito, não é? É um livro
muito clássico chamado Discipulado do
Dietriz Banhofer. A tradução discipulado
é uma tradução complicada, né?
discipulado é uma tradução que eu acho
não é acho que é sei lá acho que é é a
melhor escolha, talvez seja a melhor
escolha, foi a tradução dos americanos,
né? O livro foi publicado em inglês como
The Cost of Discipleship, né? O custo do
discipulado. Mas o título original em
alemão, que a linguagem não é original
do livro, eu não falo alemão, leio
porcamente alemão, é Narf. Narfal,
tradução, desculpa aí você que pronuncia
alemão direito. Narfal é literalmente
seguir adiante. Seguir após. Lembra de
Mateus, não é? Quando Jesus chama aquele
que quiser vir após mim, tome a sua cruz
e siga-me, é justamente seguir após,
literalmente o título original em
alemão. Seguir após talvez não seja um
título, sei lá, de livro que vai chamar
muita atenção, né? E a galera traduziu
como curso discipulado em inglês,
traduziu como discipulado em português e
é de longe o principal livro da história
da igreja contra o conceito de graça
barata. É um termo que passou a ser
muito usado, graça barata, uma graça de
Deus que no fim das contas não gera
nenhuma transformação e não cobra
nenhuma mudança. E é de longe aquilo que
a gente critica, né, no você é o ponto
fraco de Deus e outras mentiras da
teologia do coaching. É a ideia de uma
hiper graça. Hoje em dia a gente chama o
conceito de graça barata de hipergraça.
Eu descobri recentemente, inclusive que
por mais que dentro do ambiente
acadêmico o termo hipergraça seja usado
como um xingamento, não é? Alguns grupos
começaram a assumir para si hipergraça
como um termo teológico, né? Mas aí é
tema para outros vídeos. É como se
tivesse, como se tivessem grupos se
chamando de neopentecostal. Nós somos
neopentecostais, né? Ah, é tão absurdo
quanto. Mas, mas bom, a gente vai falar
disso em outro momento aqui no canal.
Mas a ideia de graça barata, não é a
ideia de hiper graça. É justamente a
ideia verdadeira de que nós somos salvos
exclusivamente pela graça de Deus sem
fazermos nada, mas associada à ideia
falsa de que uma vez que somos salvos
sem fazermos nada, isso gera um tipo de
vida em que ou o pecado não existe, como
diz alguns membros da da teologia da
hipergraça, de que uma vez que Jesus
morreu, ela ele acabou com o pecado. Não
não existe mais pecado porque Jesus
acabou com o pecado. ou então de que não
existe um progresso de santificação
necessária como efeito da vida de
salvação. E aí você tem uma vida em que
a luta contra o pecado não é a mesma
coisa que a gente encontra no novo
tachamento. De longe, discipulado de Jan
Hoofer é o principal livro clássico
sobre isso. Eu quero te dar cinco
motivos para ler discipulado, para ler o
Nash Hawk. Desculpa aí, desculpa,
desculpa, tem que parar de falar idiomas
que eu não que eu não conheço. Se é sua
primeira vez aqui nesse canal, este é o
review, é o programa de resenhas de
livros aqui do Dois Dedos de Teologia.
Eu sou o Iago Martins, sou um pastor
batista aqui no Ceará, doutorando em
teologia e há mais de 11 anos produzo
conteúdo aqui de popularização teológica
no YouTube. Nós temos vídeos em vários
formatos aqui nesse canal. Exegese de
textos originais do Antigo, do Novo
Testamento, resenhas de livros, resenhas
de filmes, reacts a coisas que estão
viralizando sobre Deus na internet, se
esse é o tipo de conteúdo que você tá
procurando, não deixa de se inscrever no
canal e assinar as notificações para
ficar sabendo sempre que houver vídeo
novo. Vamos lá. Cinco motivos para você
ler discipulado de Drish Banrefa. Um
clássico que muita gente, muita gente
não leu ainda, tá? Ler os clássicos é
muito bom. Primeiro é um livro pastoral.
Com isso, não tô querendo dizer que é um
livro que somente pastores devem ler,
tá? Ou para pessoas envolvidas com algum
tipo de ministério pastoral, pequeno
grupo, evangelismo, aluma coisa assim.
Não é, não é esse sentido de pastoral
que tô aplicando aqui, não. É um livro
que é fruto da vida pastoral do Bonrofa,
Bonfer. Bonreifa, como é que o pessoal
pronuncia Bonifa? Eu acho que é Bonrifa
que pronuncia Bonifa. O ponto aqui é que
o livro vem da vida pastoral dele. O que
torna tudo mais interessante é saber que
o Morrefa ele foi pastor durante o
período assim mais intenso do nazismo.
Durante a ascensão de Hitler ao poder.
Ainda nos anos 30 a Igreja Protestante
Alemã foi fortemente influenciada pelos
ideais nacionalistas e então começou a
ser coptada pelo nazismo. Em 1933, um
grupo chamado Cristãos Alemães começou a
promover a nazificação do protestantismo
através da igreja do Hite. Eles
disseminaram o antissemitismo ensinando
que os judeus não poderiam se tornar
membros dessa igreja ariana e negando o
batismo aos judeus. Foi nesse contexto
de terrível deturpação do evangelho que
o Monrofe, Borreifa, B, vou ficar
trocando aqui, tá? Borreifa, Bonfer,
como é quero falar certo o nome dis como
é que eu falo?
É fé.
>> Não, aqui tá pronúncia americana.
Pronúncia alemã.
>> Tá certo. É bonifa.
É meio meio
banhfa.
>> Banrifa. Vai ser o melhor que eu posso
dar para vocês, tá? Vai ser diri banifa.
É, é o melhor que o que o cearense
consegue dar. Nem inglês fala direito ou
agora ten que falar alemão direito, Deus
me livre. Mas foi neste nessa deturpação
horrorosa do evangelho que o Dietriz
Banrifa atuou ali na Alemanha, né, se
opondo profundamente a essas ideias, né,
fastas e nazistas que estavam entrando
na igreja. Em contraste com os cristãos
alemães, ele foi pastor da igreja
confessante, a igreja que se opôs à
igreja do Ha, chegando a ser preso e
morto em abril de 1945, cerca de apenas
um mês antes da rendição da Alemanha.
Espera um mês o caba tinha vivido, mas
morreu como mártir, talvez um grandes
mártires protestantes. As vivências
pastorais, o conhecimento teológico, o
amor pelo evangelho e a coragem paraa
fidelidade ao Senhor que o Bonrefa teve
na sua vida aparecem em cada página
desse livro. Ele não é somente um livro
sobre discipulado, é um livro de um
homem que convocou ousadamente outros
homens e mulheres a negarem a sinagoga
de Satanás estatal que estava se
formando para então amarem a Cristo e
amarem aos outros verdadeiramente. Esse
é um livro de quem sabe o que fala e que
viveu o que fala. E por isso é um livro
extremamente pastoral que inspira, não
é, através do exemplo para que a gente
aprenda o custo de obedecer ao Senhor.
Pro Bonrefa custou tudo e deveria custar
tudo em certo sentido para todos nós
também. Em segundo lugar, é um livro de
linguagem muito acessível e muito
reflexivo. A tradução que a Mundo
Cristão propõe pra gente é uma tradução
muito simples de ser lida. E olha que
traduzir bem do alemão não é fácil.
Inclusive, se você quiser comprar a
versão da Mundo Cristão, que é quem tá
patrocinando esse vídeo, vai ter o
melhor link aí na descrição para você ir
lá.
>> Resenha patrocinada e agora isso aí vai
falar só bem do livro mesmo.
>> Sou eu que escolho os livros que eu vou
falar, certo? A editora patrocina os
vídeos, eu escolho o livro da editora
para falar. Então escolho os livros que
eu gosto, tá? Não vai achar que o
pessoal consegue comprar minha opinião?
Não. Eu eu sempre digo isso, eu vendo
espaço publicitário, não se vende
opinião. Eu não vou divulgar aqui um
livro porcaria para depois vocês, né?
Depois depois você ficar dizendo: "Não,
livro é um lixo só porque pagaram.
>> Cria vergonha. [risadas]
Mundo Cristão é uma parceira aqui desse
canal, tem patrocinado aqui a resenha de
alguns livros deles, mas quem escolhe os
livros que eu vou resenhar sou eu, tá?
Sempre sou eu, sempre sou eu que
escolho, só escolho os que eu gosto
muito. Se a Mundo Cristão não tivesse no
catálogo dela um monte de livro que eu
concordo e que eu gosto, não tinha como
ser parceira da Mundo Cristão, né? Tem
editoras aí, Iago, sou da editora. Quero
patrocinar o seu canal para você
divulgar os nossos livros aí. Não tem
como, né? Editora que não tem como,
infelizmente. Não importa. Não importa,
não dá, não tem, não tem liga. Agora,
Mundo Cristo, é uma editora parceira,
publica os meus livros, publica muita
coisa boa e graças a Deus sempre tem
coisa boa para escolher por lá. E faz um
trabalho muito bom. Então, ó, link na
descrição para você ir lá, se você
quiser conhecer o livro do Bom Reifa na
excelente edição da Mundo Cristão. Tem
um link aí embaixo. O livro é legal
porque ele não é nem o teologês erudito
que você vai encontrar, por exemplo,
alguns textos de ética do refa que são
um pouco mais difíceis, nem aqueles
livrin bobim, bobim, sabe? Livrinho,
bobinho. O cara passa duas horas
contando a história de uma viagem de
carro que ele fez com a família para no
final dar uma ilustraçãozinha no ponto
doutrinário. A linguagem no borrefa é
para qualquer cristão sem ignorar,
certo, sua cabeça. É uma escrita que te
faz ficar pensativo sem ficar confuso. É
o que o Bonreifa consegue no
discipulado. Várias vezes eu já me
peguei, eu já sabia do que que ele ia
falar ali, mas a forma como ele faz isso
te pega de um jeito diferente. Eu sei
que rapaz, eu eu acho que eu não tinha
pensado assim, não, tá? Então, rapaz,
que que forma bonita de se expressar?
Muito legal ver essas implicações aqui
na vida do crente. Várias vezes a gente
precisa disso, sabe? Primeiro, a gente
aprende a suportar as aflições do
sofrimento, mas é preciso que a gente
saiba que o sofrimento suportado com
disposição é mais forte que o mal. É a
morte do mal, como ele escreve. Olha que
forma bonita de colocar as coisas, né? A
gente aprende que Cristo habita na vida
dos seus discípulos, mas é preciso saber
que não existe mais para seus discípulos
a possibilidade de relações sem o
mediador, quer sejam naturais e
históricas, quer sejam cotidianas. As
implicações disso são muito boas paraa
nossa vida cristã. Esses
desenvolvimentos doutrinários do Bonfa
ajudam o leitor a refletir sobre as
implicações da vida do discipulado. Não
se trata de saber um postulado ou ou
entender um ponto doutrinário, mas sim
perceber como isso tem repercussões e
influência na vida daquele que crê. Por
isso que em terceiro lugar é um livro
cheio de reflexões para a prática. Não
daquele jeito, né? Lista, né? Ponto
1.2.3.4. Aquela lista de coisas para
fazer. Dicas de cinco dicas de como
melhorar a sua vida. É, há momentos que
a gente precisa disso. Não vou dizer que
isso é totalmente descartável, mas o
Morfer nos leva a querer praticar o que
ele desenvolveu, porque ele mesmo nos
levou a pensar sobre esse ou aquele
ponto. O livro nos mostra pela ótica do
Monrefa o que é que significa, o que é
que tá no âmago, o que que a Bíblia diz
sobre o indivíduo e sobre a sua vida em
comunidade como discípulo do Senhor. Ou
seja, nós temos uma reflexão a partir de
uma linguagem acessível que nos leva a
agir. O bom reifa nos motiva a nos
empenharmos em ser discípulos fiéis de
Cristo. É encorajador, é exortativo, é
consolador, é orientador. O quarto lugar
é um livro muito interessante em definir
o relacionamento de Cristo com a pessoa,
com o indivíduo. Deixa eu explicar isso
direito. O livro é dividido em duas
partes. Na primeira parte, ele foca no
discípulo como um indivíduo, como uma
pessoa. Ele fala sobre o poder da graça
que salva, o chamado a seguir a Cristo e
a resposta pessoal, né? Obediência
voluntária, obediência amorosa, o
sofrimento que faz parte do chamado, a
mediação de Cristo na vida da pessoa e
do discípulo. Ah, e ainda há uma
aplicação dos três capítulos de Mateus
que relatam ali o sermão do monte. É, ao
falar sobre a graça que atua na pessoa
para sua salvação, logo nas primeiras
páginas que Berhefer traz sua famosa
citação do que é graça barata e do que é
a graça preciosa. É bem provável que já
tenha ouvido sobre isso. É, é o trecho
mais famoso do livro. Separei aqui para
vocês ouvirem porque é bonito. Diz
assim, ó: "A graça barata é graça como
resto de estoque." Perdão barateado,
consolo barateado, sacramento barateado.
É graça como riqueza inesgotável da
igreja. Graça que mãos levianas gastam
sem vacilo nem limite é graça sem preço,
sem custo. A essência da graça seria
justamente esta: a fatura paga
antecipadamente para sempre. Se a fatura
já está paga, pode se obter tudo
gratuitamente, porque o custo é muito
alto. Também são incontáveis as
possibilidades de uso e desperdício. O
que seria a graça [música] se não
barata? O Brefa começa o seu livro
falando que tudo começa pela graça e que
se não pregarmos e vivermos essa graça,
não viveremos o discipulado bíblico. Se
nós pregarmos uma graça que não ensina o
arrependimento e que não ensina o que
custou para Deus a salvação de cada
indivíduo, is é uma graça banalizada,
barateada e, claro, deturpada. E aí,
conforme ele desenvolve seus capítulos,
ele conecta tudo isso com uma série de
argumentações que deixam um gancho
sempre pro próximo capítulo, até então
que ele vai pra parte seguinte e ele vai
falar sobre discipulado em comunidade. E
aqui é o quinto ponto alto do livro. é
um livro muito competente em encaixar o
disciplado numa vida comunitária. Jesus
morre por pessoas individualmente para
que elas possam então viver em
comunidade. O discipulado não nos torna
como eremitas, monges que vivem
isolados, nem desigrejados que pensam
que podem ser igreja sozinhos. Por isso
que na segunda parte do livro, esse
aspecto comunitário é enfatizado e é
mostrado como o discipulado se expressa
no corpo de Jesus, que é a igreja. Um
ponto bastante interessante é que ele
mostra que o chamado ao discipulado
continua, mesmo que as fases, né, de
desenvolvimento histórico da igreja
sejam cada vez mais diferentes. Por
exemplo, os primeiros discípulos foram
chamados a abandonar suas atividades
para seguir a Cristo, né? Levi, Pedro,
Tiago, João, eles eles largaram seus
empregos para ir até Jesus. No entanto,
Paulo já fala de glorificarmos a Deus em
tudo que fazemos e de trabalharmos
enquanto ele não volta, né? O chamado
mudou? Não, o que mudou foi a resposta
de fidelidade no contexto do chamado. Na
encarnação de Cristo, era necessário o
abandono para viver o máximo de anos
possíveis ao lado de Jesus, que estava
em carne, para que esses homens fossem
propagadores do evangelho. A partir de
Atos, a igreja vive as consequências do
que os apóstolos aprenderam e ensinaram.
Pessoal não tá mais largando seus
empregos para ir seguir Jesus, né? Eles
estão vivendo a vida da fé no seu dia a
dia. Ou seja, isso eu lembro quando eu
li isso no seminário, porque já deve ser
a terceira vez que eu leio o discipulado
do MEFA. Li a primeira vez no seminário
teológico, li uma segunda vez durante o
mestrado e voltei pro livro agora uma
terceira vez. Eu lembro quando eu li a
primeira vez no no seminário teológico,
quase 10 anos atrás, eu fui muito
impactado por isso, né, de que hoje a
igreja tem implicações diferentes de
como viver o discipulado. Alguns vão
abandonar seus empregos para virarem
missionários, sim, mas alguns vão levar
o evangelho enquanto trabalham, enquanto
pegam o Uber, em um ônibus, em uma coisa
assim, sabe? O Brefa nos ajuda a
entender as implicações do discipulado.
Hoje separei outra citação aqui do livro
que diz o seguinte: "É bastante claro
que não podemos mais afirmar que as
histórias de chamado dos primeiros
discípulos sejam totalmente diferentes
de outras experiências de chamado
discipulado hoje." Não se trata de
exigir que sejamos iguais aos primeiros
discípulos ou a outros personagens do
Novo Tchamento. O que importa é que
Jesus Cristo e seus chamados são os
mesmos ontem e hoje. Sua palavra é única
e a mesma. quer tenha sido proferida em
sua vida na terra, quer seja proferida
hoje, dirigida tanto aos discípulos como
ao paralítico. Laiká é o chamado da
graça para o seu reino e poder. A
questão sobre se devo me comparar com o
discípulo ou com o paralítico não só é
mal formulada, mas também perigosa. Não
devo me comparar a nenhum deles. A única
coisa que devo fazer é ouvir e praticar
a palavra e a vontade de Cristo, seja
qual for o testemunho pelo qual recebo o
chamado. As escrituras não apresentam
vários tipos de cristãos aos quais
devemos imitar conforme nossa escolha,
mas sim pregar em todas as situações o
mesmo Jesus Cristo. Só ele devolver. Ele
é o mesmo e o único em todo lugar. Mas
Iago, o livro é perfeito. Você concorda
com tudo? Não, eu não concordo com tudo,
nem comigo mesmo. Aí com com os outros,
né? Eu vou discordar de algumas coisas,
como por exemplo, da doutrina
sacramental do Brefa. Eu não sou
luterano, ele era luterano. Então o
entendimento dele sobre batismo e seia é
diferente de qualquer batista. Vai ser
diferente do de vocês que sejam
reformados, né? vai ser um pouco
diferente. A te eclesiologia luterana e
eclesiologia calvinista tem lá suas
divergências. Ele vai afirmar, por
exemplo, que o batismo na morte de
Cristo produz perdão de pecados e
justificação, que é basicamente visão de
regeneração batismal, eu acho. O que eu
como batista, né, não vou concordar com
o ideal de regeneração batismal. Agora
mesmo assim, tá, a gente tem que ser
maduro na leitura dos textos históricos.
Se só se você viver na sua bolha de só
concordar, só ler quem você concorda com
tudo, meu irmão, aí desculpa. É uma vida
muito triste, né? Mesmo mesmo não
concordando com a doutrina sacramental
do Morrefa, eu gosto do modo como ele
coloca que o batismo não deveria ser
negado a ninguém. Ele tá preocupado com
o fato de judeus estarem sendo excluídos
do batismo, né? As igrejas nazistas da
Alemanha. Perceba só, tá? A igreja
oficial está negando batismo aos judeus.
E nesse período, Morifa vai dizer o
seguinte, ó: "A igreja é um. Todos os
batizados são um em Cristo. A igreja é
ser humano, é o novo ser humano, Cainos
antropos." Assim sendo, a igreja foi
criada pela morte de Cristo na cruz.
Nela, a inimizade entre judeus e gentios
foi abolida. A inimizade que separava a
humanidade para que dos dois criassem si
mesmo novo homem. O novo ser humano é um
e não muitos. Fora da igreja, fora do
novo ser humano, há apenas o velho, o
ser humano dividido. Ou seja, o Banfa,
ele não somente se opõe à igreja do
Hight, a igreja nazista, mas diz que, na
verdade, ela não é igreja coisa nenhuma,
mas sim um ser humano dividido, porque
não promove a união entre todos os que
creem. Se ele teve coragem de dizer isso
em um estado que poderia matá-lo e que
de fato o matou, por que que a gente não
pode ser igualmente ousado em levar o
evangelho a qualquer um que se arrependa
de seus pecados, onde quer que ele
esteja? A coragem do Merefa, uma coragem
que ele selou com o seu próprio sangue,
é uma coragem que deveria ser nossa, uma
coragem a ser aplicada no nosso próprio
discipulado. Se essa pequena
apresentação da obra te deu vontade de
ler o livro, que é um livro excelente,
uma excelente obra da história da igreja
que precisa ser resgatada hoje em dia,
vai ter um link na descrição para você
ir pro melhor link para ter acesso a
ela. Você já leu Nashfog do Barfa?
[risadas] Você fala alemão, você fala
alemão, deixa um comentário aí embaixo.
Não deixa de continuar conversando, né?
Você que já leu o livro, deixa aí seu,
qual foi seu relacionamento com esse
livro? Deixa o comentário embaixo. Eu
leio todos os comentários, tá? Não dá
para responder todo mundo, mas eu sempre
leio todos os comentários. Então, deixa
o comentário embaixo, deixa a seu
comentário, deixa a sua contribuição. Se
você tem uma história com esse livro,
comenta aí, eu gostaria de ouvir. Não
deixa de clicar em gostei se você gostou
desse tipo de vídeo para que a
plataforma leve essa resenha para mais
pessoas e para você poder limpar aí
também sua timeline, porque aí o YouTube
vai entender que você gosta de de
material de teologia, certo? Se inscreve
no canal e assina as notificações também
se você puder. Um cheiro no seu cangote
e até a próxima. M.

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