UM LIVRO QUE ME ENCORAJOU A SER UM CRISTÃO MELHOR
27/03/2026
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Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
A a mais na verdade é que eu acho que o meu livro Você é o ponto fraco de Deus e outras mentiras da teologia do coaching. Olha, finalmente eu acho minha minha achigmatismo acabou acabou. Olha aí eu usava esse óculos tud pro computador basicamente assim para lugar com muita luz. Mas agora eu tô achando que olha nem isso mais, nem isso mais. Olha que beleza. Acho que eu estou completamente livre dos óculos. Finalmente. Olha aí, fiz a cirurgia da da miopia. Eu acho que agora tô estou estou livrinho. Livrinho dos óculos definitiva. Legal demais. Onde é que eu tava mesmo? Assim, eu acho que o meu livro Você é o ponto fraco de Deus e outras mentiras da teologia do coach, que é um livro que eu escrevi junto com o Guilherme Nunes e o Pedro Pamplona, é uma é uma grande cópia do não é [roncando] uma cópia, né? Deixa eu de falar assim, porque depois sabe como é que é, o pessoal o pessoal dos cortes é implacável. Mas a talvez a maior influência, não influência em termos de conteúdo, mas de talvez de espírito, não é? É um livro muito clássico chamado Discipulado do Dietriz Banhofer. A tradução discipulado é uma tradução complicada, né? discipulado é uma tradução que eu acho não é acho que é sei lá acho que é é a melhor escolha, talvez seja a melhor escolha, foi a tradução dos americanos, né? O livro foi publicado em inglês como The Cost of Discipleship, né? O custo do discipulado. Mas o título original em alemão, que a linguagem não é original do livro, eu não falo alemão, leio porcamente alemão, é Narf. Narfal, tradução, desculpa aí você que pronuncia alemão direito. Narfal é literalmente seguir adiante. Seguir após. Lembra de Mateus, não é? Quando Jesus chama aquele que quiser vir após mim, tome a sua cruz e siga-me, é justamente seguir após, literalmente o título original em alemão. Seguir após talvez não seja um título, sei lá, de livro que vai chamar muita atenção, né? E a galera traduziu como curso discipulado em inglês, traduziu como discipulado em português e é de longe o principal livro da história da igreja contra o conceito de graça barata. É um termo que passou a ser muito usado, graça barata, uma graça de Deus que no fim das contas não gera nenhuma transformação e não cobra nenhuma mudança. E é de longe aquilo que a gente critica, né, no você é o ponto fraco de Deus e outras mentiras da teologia do coaching. É a ideia de uma hiper graça. Hoje em dia a gente chama o conceito de graça barata de hipergraça. Eu descobri recentemente, inclusive que por mais que dentro do ambiente acadêmico o termo hipergraça seja usado como um xingamento, não é? Alguns grupos começaram a assumir para si hipergraça como um termo teológico, né? Mas aí é tema para outros vídeos. É como se tivesse, como se tivessem grupos se chamando de neopentecostal. Nós somos neopentecostais, né? Ah, é tão absurdo quanto. Mas, mas bom, a gente vai falar disso em outro momento aqui no canal. Mas a ideia de graça barata, não é a ideia de hiper graça. É justamente a ideia verdadeira de que nós somos salvos exclusivamente pela graça de Deus sem fazermos nada, mas associada à ideia falsa de que uma vez que somos salvos sem fazermos nada, isso gera um tipo de vida em que ou o pecado não existe, como diz alguns membros da da teologia da hipergraça, de que uma vez que Jesus morreu, ela ele acabou com o pecado. Não não existe mais pecado porque Jesus acabou com o pecado. ou então de que não existe um progresso de santificação necessária como efeito da vida de salvação. E aí você tem uma vida em que a luta contra o pecado não é a mesma coisa que a gente encontra no novo tachamento. De longe, discipulado de Jan Hoofer é o principal livro clássico sobre isso. Eu quero te dar cinco motivos para ler discipulado, para ler o Nash Hawk. Desculpa aí, desculpa, desculpa, tem que parar de falar idiomas que eu não que eu não conheço. Se é sua primeira vez aqui nesse canal, este é o review, é o programa de resenhas de livros aqui do Dois Dedos de Teologia. Eu sou o Iago Martins, sou um pastor batista aqui no Ceará, doutorando em teologia e há mais de 11 anos produzo conteúdo aqui de popularização teológica no YouTube. Nós temos vídeos em vários formatos aqui nesse canal. Exegese de textos originais do Antigo, do Novo Testamento, resenhas de livros, resenhas de filmes, reacts a coisas que estão viralizando sobre Deus na internet, se esse é o tipo de conteúdo que você tá procurando, não deixa de se inscrever no canal e assinar as notificações para ficar sabendo sempre que houver vídeo novo. Vamos lá. Cinco motivos para você ler discipulado de Drish Banrefa. Um clássico que muita gente, muita gente não leu ainda, tá? Ler os clássicos é muito bom. Primeiro é um livro pastoral. Com isso, não tô querendo dizer que é um livro que somente pastores devem ler, tá? Ou para pessoas envolvidas com algum tipo de ministério pastoral, pequeno grupo, evangelismo, aluma coisa assim. Não é, não é esse sentido de pastoral que tô aplicando aqui, não. É um livro que é fruto da vida pastoral do Bonrofa, Bonfer. Bonreifa, como é que o pessoal pronuncia Bonifa? Eu acho que é Bonrifa que pronuncia Bonifa. O ponto aqui é que o livro vem da vida pastoral dele. O que torna tudo mais interessante é saber que o Morrefa ele foi pastor durante o período assim mais intenso do nazismo. Durante a ascensão de Hitler ao poder. Ainda nos anos 30 a Igreja Protestante Alemã foi fortemente influenciada pelos ideais nacionalistas e então começou a ser coptada pelo nazismo. Em 1933, um grupo chamado Cristãos Alemães começou a promover a nazificação do protestantismo através da igreja do Hite. Eles disseminaram o antissemitismo ensinando que os judeus não poderiam se tornar membros dessa igreja ariana e negando o batismo aos judeus. Foi nesse contexto de terrível deturpação do evangelho que o Monrofe, Borreifa, B, vou ficar trocando aqui, tá? Borreifa, Bonfer, como é quero falar certo o nome dis como é que eu falo? É fé. >> Não, aqui tá pronúncia americana. Pronúncia alemã. >> Tá certo. É bonifa. É meio meio banhfa. >> Banrifa. Vai ser o melhor que eu posso dar para vocês, tá? Vai ser diri banifa. É, é o melhor que o que o cearense consegue dar. Nem inglês fala direito ou agora ten que falar alemão direito, Deus me livre. Mas foi neste nessa deturpação horrorosa do evangelho que o Dietriz Banrifa atuou ali na Alemanha, né, se opondo profundamente a essas ideias, né, fastas e nazistas que estavam entrando na igreja. Em contraste com os cristãos alemães, ele foi pastor da igreja confessante, a igreja que se opôs à igreja do Ha, chegando a ser preso e morto em abril de 1945, cerca de apenas um mês antes da rendição da Alemanha. Espera um mês o caba tinha vivido, mas morreu como mártir, talvez um grandes mártires protestantes. As vivências pastorais, o conhecimento teológico, o amor pelo evangelho e a coragem paraa fidelidade ao Senhor que o Bonrefa teve na sua vida aparecem em cada página desse livro. Ele não é somente um livro sobre discipulado, é um livro de um homem que convocou ousadamente outros homens e mulheres a negarem a sinagoga de Satanás estatal que estava se formando para então amarem a Cristo e amarem aos outros verdadeiramente. Esse é um livro de quem sabe o que fala e que viveu o que fala. E por isso é um livro extremamente pastoral que inspira, não é, através do exemplo para que a gente aprenda o custo de obedecer ao Senhor. Pro Bonrefa custou tudo e deveria custar tudo em certo sentido para todos nós também. Em segundo lugar, é um livro de linguagem muito acessível e muito reflexivo. A tradução que a Mundo Cristão propõe pra gente é uma tradução muito simples de ser lida. E olha que traduzir bem do alemão não é fácil. Inclusive, se você quiser comprar a versão da Mundo Cristão, que é quem tá patrocinando esse vídeo, vai ter o melhor link aí na descrição para você ir lá. >> Resenha patrocinada e agora isso aí vai falar só bem do livro mesmo. >> Sou eu que escolho os livros que eu vou falar, certo? A editora patrocina os vídeos, eu escolho o livro da editora para falar. Então escolho os livros que eu gosto, tá? Não vai achar que o pessoal consegue comprar minha opinião? Não. Eu eu sempre digo isso, eu vendo espaço publicitário, não se vende opinião. Eu não vou divulgar aqui um livro porcaria para depois vocês, né? Depois depois você ficar dizendo: "Não, livro é um lixo só porque pagaram. >> Cria vergonha. [risadas] Mundo Cristão é uma parceira aqui desse canal, tem patrocinado aqui a resenha de alguns livros deles, mas quem escolhe os livros que eu vou resenhar sou eu, tá? Sempre sou eu, sempre sou eu que escolho, só escolho os que eu gosto muito. Se a Mundo Cristão não tivesse no catálogo dela um monte de livro que eu concordo e que eu gosto, não tinha como ser parceira da Mundo Cristão, né? Tem editoras aí, Iago, sou da editora. Quero patrocinar o seu canal para você divulgar os nossos livros aí. Não tem como, né? Editora que não tem como, infelizmente. Não importa. Não importa, não dá, não tem, não tem liga. Agora, Mundo Cristo, é uma editora parceira, publica os meus livros, publica muita coisa boa e graças a Deus sempre tem coisa boa para escolher por lá. E faz um trabalho muito bom. Então, ó, link na descrição para você ir lá, se você quiser conhecer o livro do Bom Reifa na excelente edição da Mundo Cristão. Tem um link aí embaixo. O livro é legal porque ele não é nem o teologês erudito que você vai encontrar, por exemplo, alguns textos de ética do refa que são um pouco mais difíceis, nem aqueles livrin bobim, bobim, sabe? Livrinho, bobinho. O cara passa duas horas contando a história de uma viagem de carro que ele fez com a família para no final dar uma ilustraçãozinha no ponto doutrinário. A linguagem no borrefa é para qualquer cristão sem ignorar, certo, sua cabeça. É uma escrita que te faz ficar pensativo sem ficar confuso. É o que o Bonreifa consegue no discipulado. Várias vezes eu já me peguei, eu já sabia do que que ele ia falar ali, mas a forma como ele faz isso te pega de um jeito diferente. Eu sei que rapaz, eu eu acho que eu não tinha pensado assim, não, tá? Então, rapaz, que que forma bonita de se expressar? Muito legal ver essas implicações aqui na vida do crente. Várias vezes a gente precisa disso, sabe? Primeiro, a gente aprende a suportar as aflições do sofrimento, mas é preciso que a gente saiba que o sofrimento suportado com disposição é mais forte que o mal. É a morte do mal, como ele escreve. Olha que forma bonita de colocar as coisas, né? A gente aprende que Cristo habita na vida dos seus discípulos, mas é preciso saber que não existe mais para seus discípulos a possibilidade de relações sem o mediador, quer sejam naturais e históricas, quer sejam cotidianas. As implicações disso são muito boas paraa nossa vida cristã. Esses desenvolvimentos doutrinários do Bonfa ajudam o leitor a refletir sobre as implicações da vida do discipulado. Não se trata de saber um postulado ou ou entender um ponto doutrinário, mas sim perceber como isso tem repercussões e influência na vida daquele que crê. Por isso que em terceiro lugar é um livro cheio de reflexões para a prática. Não daquele jeito, né? Lista, né? Ponto 1.2.3.4. Aquela lista de coisas para fazer. Dicas de cinco dicas de como melhorar a sua vida. É, há momentos que a gente precisa disso. Não vou dizer que isso é totalmente descartável, mas o Morfer nos leva a querer praticar o que ele desenvolveu, porque ele mesmo nos levou a pensar sobre esse ou aquele ponto. O livro nos mostra pela ótica do Monrefa o que é que significa, o que é que tá no âmago, o que que a Bíblia diz sobre o indivíduo e sobre a sua vida em comunidade como discípulo do Senhor. Ou seja, nós temos uma reflexão a partir de uma linguagem acessível que nos leva a agir. O bom reifa nos motiva a nos empenharmos em ser discípulos fiéis de Cristo. É encorajador, é exortativo, é consolador, é orientador. O quarto lugar é um livro muito interessante em definir o relacionamento de Cristo com a pessoa, com o indivíduo. Deixa eu explicar isso direito. O livro é dividido em duas partes. Na primeira parte, ele foca no discípulo como um indivíduo, como uma pessoa. Ele fala sobre o poder da graça que salva, o chamado a seguir a Cristo e a resposta pessoal, né? Obediência voluntária, obediência amorosa, o sofrimento que faz parte do chamado, a mediação de Cristo na vida da pessoa e do discípulo. Ah, e ainda há uma aplicação dos três capítulos de Mateus que relatam ali o sermão do monte. É, ao falar sobre a graça que atua na pessoa para sua salvação, logo nas primeiras páginas que Berhefer traz sua famosa citação do que é graça barata e do que é a graça preciosa. É bem provável que já tenha ouvido sobre isso. É, é o trecho mais famoso do livro. Separei aqui para vocês ouvirem porque é bonito. Diz assim, ó: "A graça barata é graça como resto de estoque." Perdão barateado, consolo barateado, sacramento barateado. É graça como riqueza inesgotável da igreja. Graça que mãos levianas gastam sem vacilo nem limite é graça sem preço, sem custo. A essência da graça seria justamente esta: a fatura paga antecipadamente para sempre. Se a fatura já está paga, pode se obter tudo gratuitamente, porque o custo é muito alto. Também são incontáveis as possibilidades de uso e desperdício. O que seria a graça [música] se não barata? O Brefa começa o seu livro falando que tudo começa pela graça e que se não pregarmos e vivermos essa graça, não viveremos o discipulado bíblico. Se nós pregarmos uma graça que não ensina o arrependimento e que não ensina o que custou para Deus a salvação de cada indivíduo, is é uma graça banalizada, barateada e, claro, deturpada. E aí, conforme ele desenvolve seus capítulos, ele conecta tudo isso com uma série de argumentações que deixam um gancho sempre pro próximo capítulo, até então que ele vai pra parte seguinte e ele vai falar sobre discipulado em comunidade. E aqui é o quinto ponto alto do livro. é um livro muito competente em encaixar o disciplado numa vida comunitária. Jesus morre por pessoas individualmente para que elas possam então viver em comunidade. O discipulado não nos torna como eremitas, monges que vivem isolados, nem desigrejados que pensam que podem ser igreja sozinhos. Por isso que na segunda parte do livro, esse aspecto comunitário é enfatizado e é mostrado como o discipulado se expressa no corpo de Jesus, que é a igreja. Um ponto bastante interessante é que ele mostra que o chamado ao discipulado continua, mesmo que as fases, né, de desenvolvimento histórico da igreja sejam cada vez mais diferentes. Por exemplo, os primeiros discípulos foram chamados a abandonar suas atividades para seguir a Cristo, né? Levi, Pedro, Tiago, João, eles eles largaram seus empregos para ir até Jesus. No entanto, Paulo já fala de glorificarmos a Deus em tudo que fazemos e de trabalharmos enquanto ele não volta, né? O chamado mudou? Não, o que mudou foi a resposta de fidelidade no contexto do chamado. Na encarnação de Cristo, era necessário o abandono para viver o máximo de anos possíveis ao lado de Jesus, que estava em carne, para que esses homens fossem propagadores do evangelho. A partir de Atos, a igreja vive as consequências do que os apóstolos aprenderam e ensinaram. Pessoal não tá mais largando seus empregos para ir seguir Jesus, né? Eles estão vivendo a vida da fé no seu dia a dia. Ou seja, isso eu lembro quando eu li isso no seminário, porque já deve ser a terceira vez que eu leio o discipulado do MEFA. Li a primeira vez no seminário teológico, li uma segunda vez durante o mestrado e voltei pro livro agora uma terceira vez. Eu lembro quando eu li a primeira vez no no seminário teológico, quase 10 anos atrás, eu fui muito impactado por isso, né, de que hoje a igreja tem implicações diferentes de como viver o discipulado. Alguns vão abandonar seus empregos para virarem missionários, sim, mas alguns vão levar o evangelho enquanto trabalham, enquanto pegam o Uber, em um ônibus, em uma coisa assim, sabe? O Brefa nos ajuda a entender as implicações do discipulado. Hoje separei outra citação aqui do livro que diz o seguinte: "É bastante claro que não podemos mais afirmar que as histórias de chamado dos primeiros discípulos sejam totalmente diferentes de outras experiências de chamado discipulado hoje." Não se trata de exigir que sejamos iguais aos primeiros discípulos ou a outros personagens do Novo Tchamento. O que importa é que Jesus Cristo e seus chamados são os mesmos ontem e hoje. Sua palavra é única e a mesma. quer tenha sido proferida em sua vida na terra, quer seja proferida hoje, dirigida tanto aos discípulos como ao paralítico. Laiká é o chamado da graça para o seu reino e poder. A questão sobre se devo me comparar com o discípulo ou com o paralítico não só é mal formulada, mas também perigosa. Não devo me comparar a nenhum deles. A única coisa que devo fazer é ouvir e praticar a palavra e a vontade de Cristo, seja qual for o testemunho pelo qual recebo o chamado. As escrituras não apresentam vários tipos de cristãos aos quais devemos imitar conforme nossa escolha, mas sim pregar em todas as situações o mesmo Jesus Cristo. Só ele devolver. Ele é o mesmo e o único em todo lugar. Mas Iago, o livro é perfeito. Você concorda com tudo? Não, eu não concordo com tudo, nem comigo mesmo. Aí com com os outros, né? Eu vou discordar de algumas coisas, como por exemplo, da doutrina sacramental do Brefa. Eu não sou luterano, ele era luterano. Então o entendimento dele sobre batismo e seia é diferente de qualquer batista. Vai ser diferente do de vocês que sejam reformados, né? vai ser um pouco diferente. A te eclesiologia luterana e eclesiologia calvinista tem lá suas divergências. Ele vai afirmar, por exemplo, que o batismo na morte de Cristo produz perdão de pecados e justificação, que é basicamente visão de regeneração batismal, eu acho. O que eu como batista, né, não vou concordar com o ideal de regeneração batismal. Agora mesmo assim, tá, a gente tem que ser maduro na leitura dos textos históricos. Se só se você viver na sua bolha de só concordar, só ler quem você concorda com tudo, meu irmão, aí desculpa. É uma vida muito triste, né? Mesmo mesmo não concordando com a doutrina sacramental do Morrefa, eu gosto do modo como ele coloca que o batismo não deveria ser negado a ninguém. Ele tá preocupado com o fato de judeus estarem sendo excluídos do batismo, né? As igrejas nazistas da Alemanha. Perceba só, tá? A igreja oficial está negando batismo aos judeus. E nesse período, Morifa vai dizer o seguinte, ó: "A igreja é um. Todos os batizados são um em Cristo. A igreja é ser humano, é o novo ser humano, Cainos antropos." Assim sendo, a igreja foi criada pela morte de Cristo na cruz. Nela, a inimizade entre judeus e gentios foi abolida. A inimizade que separava a humanidade para que dos dois criassem si mesmo novo homem. O novo ser humano é um e não muitos. Fora da igreja, fora do novo ser humano, há apenas o velho, o ser humano dividido. Ou seja, o Banfa, ele não somente se opõe à igreja do Hight, a igreja nazista, mas diz que, na verdade, ela não é igreja coisa nenhuma, mas sim um ser humano dividido, porque não promove a união entre todos os que creem. Se ele teve coragem de dizer isso em um estado que poderia matá-lo e que de fato o matou, por que que a gente não pode ser igualmente ousado em levar o evangelho a qualquer um que se arrependa de seus pecados, onde quer que ele esteja? A coragem do Merefa, uma coragem que ele selou com o seu próprio sangue, é uma coragem que deveria ser nossa, uma coragem a ser aplicada no nosso próprio discipulado. Se essa pequena apresentação da obra te deu vontade de ler o livro, que é um livro excelente, uma excelente obra da história da igreja que precisa ser resgatada hoje em dia, vai ter um link na descrição para você ir pro melhor link para ter acesso a ela. Você já leu Nashfog do Barfa? [risadas] Você fala alemão, você fala alemão, deixa um comentário aí embaixo. Não deixa de continuar conversando, né? Você que já leu o livro, deixa aí seu, qual foi seu relacionamento com esse livro? Deixa o comentário embaixo. Eu leio todos os comentários, tá? Não dá para responder todo mundo, mas eu sempre leio todos os comentários. Então, deixa o comentário embaixo, deixa a seu comentário, deixa a sua contribuição. Se você tem uma história com esse livro, comenta aí, eu gostaria de ouvir. Não deixa de clicar em gostei se você gostou desse tipo de vídeo para que a plataforma leve essa resenha para mais pessoas e para você poder limpar aí também sua timeline, porque aí o YouTube vai entender que você gosta de de material de teologia, certo? Se inscreve no canal e assina as notificações também se você puder. Um cheiro no seu cangote e até a próxima. M.