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A fé vem pelo ouvir

A função pastoral de Presbíteros e Diáconos (Tiago 5.13-18) | Rev. Alexander Lemos

A função pastoral de Presbíteros e Diáconos (Tiago 5.13-18) | Rev. Alexander Lemos

A função pastoral de Presbíteros e Diáconos (Tiago 5.13-18) | Rev. Alexander Lemos

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
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Legendas automáticas:

A graça e a paz do nosso único Salvador
Jesus Cristo.
Os irmãos, abram abra a sua Bíblia
na carta de Tiago,
capítulo 5.
Tiago, capítulo 5,
a partir do versículo 13.
Diz assim a palavra do Senhor:
"Alguém está entre vós sofrendo?
Faça oração. Está alguém alegre? Cante
louvores. Está alguém entre vós doente?
Chame os presbíteros da igreja e estes
façam oração sobre ele, ungindo-o com
óleo em nome do Senhor. E a oração da fé
salvará o enfermo, e o Senhor o
levantará. E se houver cometido pecados,
serão perdoados. Confessai, pois, os
vossos pecados. uns aos outros e orai
uns pelos outros para serdes curados.
Muito pode, por sua eficácia a súplica
do justo. Elias era homem semelhante a
nós, sujeito aos mesmos sentimentos, e
orou com instância
para que não chovesse sobre a terra. E
por 3 anos e 6 meses não choveu. E orou
de novo, e os céus e o céu deu chuva, e
a terra fez germinar. seus frutos.
Oremos mais uma vez.
Deus, nós precisamos ouvir a tua voz.
Nós precisamos aprender, ó Deus, qual é
a tua vontade para a nossa vida. Nos
ensine hoje, ó Deus, através da tua
palavra, no nome santo de Jesus. Amém.
Amém. Eh, vocês estão percebendo que os
pastores agora durante a manhã nós
estamos ministrando uma palavra sobre a
a importância dos oficiais, preparando a
igreja para a eleição de presbíteros e
diáconos. Então, é importante esses 30
dias que antecedem a eleição, a igreja
eh relembrar, aprender, né, sobre as
funções, a característica dos oficiais e
e isso faz parte então da nossa eleição.
E hoje nós estaremos focando no aspecto
pastoral, da função pastoral
que o presbítero e o diácono também tem.
E não é só o pastor, né? Aí tem o
presbítero e tem o diácono. Não, todos
os oficiais, eles são chamados por Deus
para exercer o pastoreio.
E eu escolhi esse texto porque esse
texto ele apresenta
qual que é a diferença de um líder e
aquele que pastoreia, né? E e esse texto
aqui ele fica bem claro.
Olha só o que que diz no versículo 13.
Thago está falando, está alguém entre
vós sofrendo? Faça oração. Está alguém
alegre? Cante louvores. Essa frasezinha
e está alguém entre vós? Ela é muito
importante, porque aqui nós somos uma
comunidade. A igreja é uma comunidade,
tem a igreja local, tem a igreja
espalhada sobre a face da terra. Somos
muitos.
Mas aqui o aspecto ele é individual.
Está alguém
pontualmente entre vós sofrendo?
Meus irmãos, a gente tem que reconhecer
que uma igreja que tem muitos membros,
um pastor, ele não consegue fazer esse
tipo de pastoreio.
Ele não consegue enxergar
algum entre vós,
porque ele tem que trabalhar toda a
comunidade. São muitas famílias, muitas
pessoas.
Então, eh, ele é incapaz de um pastor
fazer isso.
Ele consegue pregar para uma multidão,
ele consegue ensinar para uma sala de
aula, mas ele não vai conseguir tratar
pontualmente
e descobrir quem alguém entre nós está
sofrendo.
Então, o pastor, a função do pastor é
ele ter esse olhar para o indivíduo.
Mas como o pastor sozinho não tem
capacidade para fazer isso, é claro que
você deve estar lembrando aí de vários
nomes na sua cabeça. Ah, eu conheci um
pastor que ele conhecia o nome de todo
mundo, que ele sabia onde todo mundo
morava, sabia o número do telefone de
todo mundo. Eu sei, tem gente que é
acima da média, mas a maioria dos
pastores não consegue.
E qual que é a estratégia divina, não só
do Antigo Testamento, mas do Novo
Testamento?
Pessoas são chamadas então por Deus para
auxiliar nesse pastoreio.
Desde o Antigo Testamento, quando
a igreja ainda era patriarcal,
tudo bem, mas quando saiu do Egito já
era uma nação extremamente numerosa.
E Moisés começou a pastorear esse povo,
mas ele não estava conseguindo.
eram filas intermináveis para fazer cada
julgamento, atendimento pessoal,
era impossível. Então, Getro, o seu
sogro, falou assim: "Eh,
Moisés, é o seguinte, você não vai
conseguir não.
Vamos chamar, vamos dividir em grupos,
vamos eleger líderes, escolher líderes
que vamos dividir a tarefa, você não vai
conseguir." Foi essa estratégia que
Jetro passou para o seu para Moisés e
Moisés acatou porque ele viu que ele não
ia conseguir. Então, desde o Antigo
Testamento, depois lá em Números
capítulo 11,
Deus designa 70 homens também,
todos temes, temente a Deus, pessoas
sérias, maduras,
para ajudar. E o texto lá em Números
ainda fala para tirar um pouco do peso
que havia sobre Moisés.
Essa é a estratégia. Depois a gente vai
pro Novo Testamento, logo no começo da
igreja, muitas conversões, milhares de
conversões.
E lá em Atos 6 já é apresentada então a
primeira eleição de oficiais da igreja.
Então, a a gente vê no Antigo Testamento
e no Novo Testamento esse formato que um
pastor não não é chamado para pastorear
todo mundo sozinho, mas que ele precisa
de pessoas ao seu lado para fazer isso.
E é por isso que nós chamamos
presbíteros. Eles são pastores também,
né? E o diácono também, ele exerce esse
papel de pastoreio e ele tem várias
facetas, né? Então, é assim que Deus
escolheu e é por isso que nós fazemos,
então, eleição de presbíteros. É por
isso que existem diáconos para que
pessoas pontualmente possam ser
assistidas,
porque senão vai acontecer de ter viúva
passando necessidade, vai ter outras
pessoas com enfermidade, ninguém vai
ficar sabendo, porque são essas pessoas
com esse olhar pastoral, é observar a
necessidade daquela família, daquela
pessoa. Coisas que em grupo, assim igual
nós estamos aqui, a gente não consegue
perceber.
Mas cada presbítero, cada diácono aí
traz ao conhecimento, né, do pastor, do
conselho. Os diáconos procuram pastor,
tem uma irmã ali que ela está precisando
de ajuda, a gente tinha que ir lá
ajudar. Gente, isso é maravilhoso,
porque não sobrecarrega uma pessoa e
toda a igreja, toda a comunidade passa a
ser assistida.
E e essa essa responsabilidade desse
olhar pastoral, ele é compartilhado
então com os oficiais da igreja.
Então assim, presbítero não é para
administrar só a igreja, administração
financeira, construção,
eh para ter também esse olhar. São
pessoas que Deus já chamou e os
capacitou para ter esse olhar sobre a
comunidade e detectar pontualmente as
necessidades do povo, porque senão a
gente não consegue entender, ó, se há
alguém sofrendo ou se há alguém alegre,
a gente não vai perceber assim na massa.
Tem que ter o olhar pastoral. E esse
primeiro sofrimento aqui, se há alguém
sofrendo,
cacopatel, é a palavra grega,
esse sofrimento aqui é o sofrimento que
provém da fidelidade a Deus. lá, se for
voltar no capítulo 10, eh, ele, Thago
está falando a respeito daqueles que
sofrem, porque eles estão sendo fiéis ao
evangelhos, eles estão firmes no
evangelho e eles estão sofrendo, então,
perseguições, preconceitos. E é esse, é
esse sofrimento, é o sofrimento que é
gerado, que é resultado, porque nós
somos fiéis a Jesus, nós somos fiéis à
palavra de Deus, é esse tipo de
sofrimento aqui que ele está falando.
Então, se há alguém passando por essa
luta, que que nós devemos fazer então?
Orar. orar por essa pessoa. E se há
alguém alegre, alguém celebrando, porque
recebeu uma vitória, porque um filho
nasceu, conseguiu um bom emprego, passou
no vestibular, tá todo mundo alegre,
está alegre também pelo pelo crescimento
do reino de Deus, da obra de Deus aqui
na primeira igreja, está feliz. O que
que nós vamos fazer? Se há alguém feliz,
vamos lá e vamos cantar com ele. Vamos
celebrar a Jesus com ele. Mas nós só
podemos fazer isso se a gente tiver um
olhar pastoral e a gente conseguir
observar individualmente como que estão
as nossas ovelhas.
E o texto continua. E o versículo 14 diz
assim: "Está alguém entre vós doente?
aqui já é doente mesmo, enfermidade,
sofrendo dores.
Se a igreja não tiver esse olhar
pastoral, a gente também, a pessoa passa
pela enfermidade, passa por uma luta
imensa e a gente fica só sabendo depois
que ela volta pra igreja. Ô, você sumiu?
Não, pois é, fiquei doente. A gente não
fica sabendo. Quem deve olhar isso são
os oficiais da igreja, ter esse olhar
pastoral e ter o cuidado para nós
estarmos como igreja cuidando daqueles
que estão doentes. E a enfermidade, ela
é
ela tem um caráter muito importante,
porque alguém que está passando por uma
enfermidade muito grave,
ela, a parte financeira dela também é
arruinada.
As emoções,
a fé às vezes é abalada por causa de uma
enfermidade gravíssima. Aí vem tensão,
vem ansiedade.
Alguém enfermo, todo mundo da família
também de alguma forma adoece também,
porque tem que cuidar, tem que correr
atrás das coisas. Então a enfermidade
ela deve ser sim cuidada. Nós não
tratamos somente do lado espiritual das
pessoas, mas a igreja como comunidade,
ela tem que ser com esse olhar pastoral,
ela tem que observar os enfermos
e e cuidar da melhor forma possível de
cada ovelhinha eh ferida. E agora eu sei
que você leu o texto aí e você tá leu um
negócio de óleo aí, falou assim:
"Pastor, esse negócio de óleo
quando tem alguém enfermo, então Thago
orienta, chame os presbíteros e eles
irão até essa pessoa e eles ungirão com
óleo, farão uma oração da fé".
Então, e tá aqui, tá escrito, ninguém
tirou até hoje. É, tá aqui. Mas esse é
um ponto, existe uma uma controvérsia
assim, uma pensamentos diferentes a
respeito desse assunto. Uns defendem,
não poucos, que esse óleo diz respeito a
óleo medicinal. Os presbíteros vão pegar
o remédio, vão levar um óleo medicinal e
eles vão orar também por essa pessoa. Aí
diz respeito ao cuidado físico e o
cuidado espiritual através da oração.
Muitos defendem essa essa ideia e muitos
também,
inclusive nosso amigo Calvino
defende que é um símbolo, assim como
muitos pensam assim, que é somente um
símbolo diz respeito. Não, aqui nós
estamos consagrando essa pessoa a Deus
por causa dessa enfermidade e faz a
oração. Nós já temos uma direção do
Supremo Concílio a respeito disso. 2014,
o Supremo Concílio já decidiu, proibiu.
Não pode, pastor ungir com óleo no
culto, culto público. Não tem esse
negócio de unção com óleo aqui. Aqui a
oração é na air fryer, é sem óleo.
Então já é uma decisão do Supremo
Conselho, principalmente ungir objetos.
pastor, comprei um carro novo, vai lá
ungir meu carro. Não, pastor, não vai
fazer isso, né? Então, já tem essa
orientação. Agora, de, embora muitos
pensam assim, um pensa uma coisa, outro
pensa outra,
todos falam a mesma coisa, que o óleo
não é importante aqui nessa história. O
óleo aqui não tem valor nenhum aqui no
contexto todo, na palavra de Deus, né?
Não tem nada que reforce essa ideia, que
valorize o óleo como um aspecto que o
óleo curou, que existe um óleo
específico, um óleo ungido.
Interessante, né? óleo ungido, porque o
óleo ele é para ungir e existe também o
óleo ungido. Então assim, a essa é uma
prática que ela não faz diferença
nenhuma, porque o texto que nós lemos
aqui, uma das palavras que mais se
repetem
é oração.
É a oração da fé que cura o enfermo. Por
isso que esse assunto de óleo
não interessa. O que interessa é a
oração. Então, você está enfermo, algum
familiar seu está enfermo, chame os
presbíteros da igreja e os presbíteros
da igreja estarão visitando, estarão
orando.
E o versículo 15 diz: "E a oração da fé
salvará o enfermo."
E aqui diz respeito à cura.
Nós não vivemos mais no nos tempos
apostólicos que existem pessoas com dons
de cura. pessoas que que tocar a pessoa
é curada, né? Não vivemos mais esses
dias, né? Muitos dons eh ficaram no
tempo dos apóstolos para comprovar a
autoridade apostólica daqueles homens.
Mas
ainda assim nós cremos aqui, como Tiago
está orientando, nós cremos que Deus
ainda é poderoso para curar
e que seja através
os presbíteros, os presbíteros orientam
na parte medicinal também, mas eles
orarão e a oração da fé curará um
enfermo. E nós temos que crer que nesse
aspecto pastoral do presbítero, o tanto
que é importante, um presbítero que ora,
um presbítero que ora, é, deve ser uma
pessoa então de oração,
uma pessoa que pode ir na casa de alguém
que está enfermo e ele vai lá e ora por
ela. Nós sabemos que na soberania de
Deus Deus pode curar e Deus não pode
curar. Se fosse algo automático assim,
então Paulo oraria três vezes para ser
curado, pedir para alguém lá ungir,
passar um olho nele e orar. E mas ele
não foi curado. Deus disse: "Não,
mas nós cremos ainda sim que Deus é o
mesmo Deus, o poder dele é o mesmo e que
ele pode curar. E Deus usa quem? os
oficiais da igreja para fazer isso.
Que coisa maravilhosa.
Agora, outro aspecto aqui nessa oração,
vai lá e visita o enfermo.
Outra função pastoral
dos oficiais.
Eles conversam com aquele irmão,
orienta aquele irmão na palavra de Deus
e eles vão falar assim: "Meu irmão, mas
é o seguinte, você sabe que você está em
desobediência à palavra de Deus.
Não que toda a enfermidade tem a ver com
algum pecado específico, mas que pode
ser. Thiago está falando, olha só, e se
havendo esse homem também cometido algum
pecado,
como é que vai descobrir se ele pecou ou
não? é através da orientação do
pastoreio.
O presbítero vai lá orar, mas ele também
fala: "Meu irmão, mas é o seguinte,
eh, você sabe que é isso que você está
falando, isso que você está pensando, a
forma como você está agindo aqui na sua
casa, com a sua família, isso não é de
não está de acordo com a palavra de
Deus."
Então, os presbíteros orientam aquele
irmão, corrigem aquele irmão de acordo
com a palavra de Deus e eles oram para o
perdão de pecados.
Vocês estão vendo o que que é a função
pastoral? Não é lá só orar para curar,
não. Mas ele também o o como está o
coração daquela pessoa. Não é só a
enfermidade.
O problema não é só o sofrimento da
enfermidade. Talvez ela esteja sofrendo
também profundamente, ainda mais ainda
por causa do seu pecado oculto, daquele
pecado escondido, não confessado.
Essa é a função do presbítero também é
orientar o irmão. fala assim: "Meu
irmão, pera aí, você tá errado aqui
nesse ponto. Vamos ler aqui na palavra
de Deus. Olha só o que que a palavra de
Deus diz. Então, essa é a função do
presbítero também.
E olha só o que que o texto diz aqui
agora no versículo 16. Confessai, pois
os vossos pecados uns aos outros e orai
uns pelos outros para serdes curados.
Muito pode, por sua eficácia, a súplica
do justo.
Olha,
está ensinando aqui qual que é um
processo de cura.
Muitas doenças não são curadas porque
falta confissão.
E
pessoas adequadas para qualquer irmão
confessar o seu pecado
são os presbíteros.
Os presbíteros da igreja são pessoas que
podem te orientar,
pessoas que biblicamente poderão te
ajudar.
Porque eu também não recomendaria todo
mundo sair confessando pecado assim para
todo mundo. E a gente tem que ter
responsabilidade também para fazer isso.
Você confessa para pessoas responsáveis
que temem a Deus, que conhecem a palavra
de Deus, que estejam orando por você
em muitos pecados. Se não for um pecado
escandaloso, um pecado que precisa de
disciplina,
aquele pecado pode ficar entre você e o
presbítero. E o presbítero vai pastorear
o seu coração.
Vocês estão entendendo a importância
disso? A importância do papel do
presbítero, dos oficiais da igreja. Você
tem alguém para você olhar, um pastor
que você tem mais afinidade, você vai lá
e fala ass: "Meu irmão, preciso
conversar um negócio com você. Dá você
passar lá em casa hoje".
E ele confessa então o seu pecado e
depois o conselho, aquele presbítero,
ele toma as devidas eh
atitudes.
Mas a gente precisa de pessoas
pastoreando a gente. A gente precisa de
pessoas que a gente possa confiar para
confessar os nossos pecados.
Não é confessar pecado só para ser
punido. Aqui o texto diz que nós
confessamos para sermos curados.
Agora, talvez haja aqui pessoas que até
estão
esperando por esse momento de se
tornarem presbíteros aqui e diáconos
aqui na igreja. Talvez você é
presbítero, está ouvindo aqui a a minha
pregação
e talvez venha aquele sentimento, não,
mas eu eu gosto mais de ensinar a
palavra e eu eu tenho alguma dificuldade
de tratar coisas assim muito pessoais.
Eu eu tenho essa dificuldade, eu acho
que eu não consigo fazer isso. Eu não
tenho esse ânimo para ir e orar por
alguém que está doente. Eu prefiro
mandar outra pessoa. Tem gente que tem
essa dificuldade. E olha só o que que
Thago, então, eh, encerrando essa parte
desse texto, ele diz aqui no versículo
17: "Elias era homem semelhante a nós,
sujeito aos mesmos sentimentos, e orou
com instância, para que não chovesse
sobre a terra, e por 3 anos e 6 meses
não choveu. E orou de novo, e o céu deu
chuva, e a terra fez germinar os seus
frutos".
Sabe por que ele está dizendo isso? Vai
lá, presbítero, ora.
Elias fez isso aqui tudo e ele era comum
como você,
sujeito às mesmas fraquezas, as mesmas
dúvidas.
Ah, meu irmão, como é o resumo disso
tudo aqui? É a oração. Por que que a
oração é o tema aqui? Porque a oração
ela nos mostra que nós dependemos é de
Deus. É Deus quem faz. É Deus quem cura,
é Deus quem orienta, é o Espírito Santo
que convence o pecador, é Deus que nos
fala através da sua palavra. É Deus quem
faz. É por isso que o presbítero, mesmo
ele ainda tendo as suas inseguranças, as
suas imperfeições,
porque de forma alguma
presbítero que nós vamos eleger, ele
deve ser um uma pessoa que ele deve ser
irrepreensível, mas que ele não é
perfeito, como já foi ensinado aqui. Ele
não é perfeito, assim como nenhum de nós
é perfeito.
Mas nós fazemos isso e nós podemos
recorrer a Deus. Assim como Elias orou,
parou de chover, depois ele orou e
choveu de novo. É porque na oração nós
dependemos é da ação de Deus. Por que
que eu posso ir e orar por alguém que
está enfermo? Porque não sou eu que
cura, não é a minha mão que cura.
Quem cura é o poder de Deus. É por isso
que nós podemos ir e orar.
Por isso que podemos confrontar o
pecado, porque não é o que nós achamos.
Nós confundamos o pecado, é por causa da
palavra de Deus que nos autoriza a fazer
isso.
E quem faz tudo, meus irmãos, é Deus. É
Deus. E nós dependemos dele. Então,
obreiros dessa igreja,
ministros,
diáconos
e presbíteros,
ora.
É na oração que vocês vão exercer, né, o
ministério de vocês. Não é pelo seu
poder, mas é será sempre através do
poder de Deus. É por isso que lá em
Atos, quando eram eleitos
os oficiais da igreja, uma frasezinha,
eram cheios do Espírito Santo. Diáconos
e presbíteros cheios do Espírito Santo,
porque é Deus quem faz.
Vamos orar então por isso. Que Deus nos
oriente. Que Deus oriente você. Você que
talvez seja eleito, talvez você não se
sinta, né, a pessoa adequada por causa
disso, mas saiba que o Senhor capacitará
você. E é pelo poder dele, é o poder da
palavra dele, o poder do Espírito Santo
de Deus que você exercerá o seu
ministério.
Vamos orar.
เฮ

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