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A fé vem pelo ouvir

A Igreja Perfeita – BTCast 640

A Igreja Perfeita – BTCast 640

A Igreja Perfeita – BTCast 640

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Muito bem, muito bem, muito bem! Está no ar mais um BTCast! Neste episódio, Bibo, Victor Fontana, Guilherme Nunes, Alcino e Cynthia Muniz se reúnem para encarar uma questão tão comum quanto perigosa: afinal, existe mesmo uma igreja perfeita? Em um tempo marcado por expectativas irreais, frustrações constantes e uma busca quase utópica por comunidades ideais, o que a Bíblia realmente nos ensina sobre a natureza da igreja? Dê o play e venha refletir sobre o que significa, de fato, fazer parte da igreja de Cristo.

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– Série Gigantes: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAK7V6Bz-YUuESPPiCi6Gy2B
– Série Os Outros: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALUz4ZnUbe1id7GI4BVDs-O
– Série Aliança: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALKeBBgfaSYx_7eWJWPKN3k
– Série Parábolas: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALmTOownlMJJ_SGOsn1R0Mr
– Série Origens Cristãs: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALjBXZp2y9551ayHWhdKBS5
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– BTPapo: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAIbR1ZXQYUseXslZ75CGud9

Legendas automáticas:

Começa agora o BTC.
Teologia é nosso esporte.
>> Muito bem, muito bem, muito bem. Começa
mais um BTC de número
>> 640.
>> Eu sou Rodrigo Bibo. Igreja perfeita é
uma igreja madura, mas se amadurecer
demais pode cair,
entendeu? É. É. Ah, gente, vai, pô. É 7
horas da noite, eu tô com fome. Vai.
>> Eu sou Víor Fontana e a igreja perfeita.
Não precisa do PC Baruk, mas ajuda.
>> Boa, boa. Inclusive, a sua mensagem foi
gravada e talvez essa a gente consiga
disponibilizar paraas mais pessoas.
Infelizmente na acho de vocês a gente
não tinha ligado a câmera ainda, não é
nenhum, né? É porque a gente não ia
filmar as pregações. Como ia filmar o
BTQ? É o patriarcado, C. É isso. Sobre
isso. É sobre isso.
Eu sou Alcino Júnior e dou graças a Deus
porque as minhas imperfeições não
diminuem a perfeição da igreja. Nossa,
mano, muito bom. [aplausos]
Muito bom.
>> É tu? Aham. [risadas]
Eh, bem, eu me chamo Guilherme Nunes e
uma igreja perfeita, ela confessa os
seus pecados.
>> Muito bom. Eu te amo, mano. Ficou
excelente. Foi.
>> Eu tô nervoso. Ele tá me deixando
nervoso.
>> Não brinca. A minha fama é de não deixar
as pessoas nervosas.
>> Mas eu tô ficando.
>> Então, fica de boa. A sua pregação foi
ótima e foi sobre isso. Igreja, a igreja
perfeita lida com seus problemas, não,
né? Não empurra para debaixo do tapete
ou não joga a carne no lixeiro e
esquece, né? Ou seja, a igreja perfeita
lida com seus problemas. de mim.
>> Não, eu eu posso citar várias outras
coisas que você falou aqui, se você
quiser.
>> Ah, que que a par foi a parte que eu
achei engraçado e tal, enfim, mas vai
lá, Cíntia.
Não, agora depois de tudo que aconteceu,
C só vai. Estamos no flow, não, no
bibotalk.
>> Aqui é a Cíntia e uma igreja perfeita é
aquela que persevera no mundo
imperfeito.
>> Muito bom, gente. Estamos ao vivo
aqui no BTD ecc. A galera curtiu?
Curtiu. [aplausos][grito]
>> Sensacional. Muito obrigado a todos
vocês que se locomoveram para estar
aqui. Gente que veio de longe, gente
veio de perto. Obrigado a ICC, Igreja
Cristã Conselheira, uma igreja perfeita
aqui na na cidade de São Paulo que nos
acolhe. Gente, se você vai entender
hoje, perfeito, se você como assim
igreja perfeita? Você tinha que ter
vindo no BTD. Aí você entendeu um pouco
mais o que que é uma igreja perfeita,
mas é uma igreja que nos acolhe aqui já
pelo quarto ano seguido. E é um BTD
muito legal, tá todo mundo aqui, a gente
come bem, a gente tem comunhão, a gente
pensa, a igreja é confrontado, é
confortável e isso é o BTD. Então, muito
obrigado. Uma salve de palmas para toda
a equipe da ICC aqui. Muito [aplausos]
obrigado.
Obrigado, pastor Cuca e toda essa equipe
maravilhosa. Olha, banheiro. Fui agora
no banheiro, tava limpo. Impressionante.
Vocês foram no banheiro agora, tava
limpo o banheiro. Sensacional. Isso para
mim eu acho muito legal. Eu acho um
cuidado. Cuidado. Um pessoal que tá
cuidando, entendeu? Não largou assim,
tipo, ah, banheiro, a gente limpa no
final. Não, o pessoal tava se
preocupando. Não precisou sair correndo
para ir comprar produto de limpeza,
estragar a casa dos outros. Isso
>> não precisei que tem lembrado disso,
mano. [risadas]
Ainda bem que foi lá em Londres, né, que
aí estraguei lá só. Pô, mano, é que o
pessoal também, né? Eu acho que homens
tem que fazer xixi sentado. É isso. É a
regra. [risadas]
Homens,
>> eu também acho. Eu também.
>> É sobre fez em pé, sujou. É ponto final.
Aí eu vou usar o vaso sanitário. Tá
sujo, mano. Eu vou limpar. Só que eu
passei um produto que manchou tudo, a
porcelana e tal.
Mas é para limpar bem, né?
>> Exato. Enfim, é, enfim, deixa perfeita,
>> isso é uma igreja perfeita, lida com os
seus defeitos, entendeu? A gente não vai
citar quem foi a pessoa, entendeu? É, a
[risadas] gente não vai citar quem foi a
pessoa porque não
>> Masida usando o produto certo, né?
Exato, exato, exato. Mas
>> mas, mas usa a sunga
>> o Nossa, só os antigos vão saber quem é
agora. Assim como discípulos não nascem
prontos, igrejas não nascem prontas, a
Insider também não nasceu pronta. Sim. A
Insider tá de aniversário, 9 anos. E,
cara, sabe uma coisa que me chama
atenção na Insider? A preocupação que
ela tem com a tua rotina. Abril, tua
rotina já tá um pouco estabelecida. Se
ainda não tá, te atenta, porque tá aí,
né? Abril já, cara. Abril, mês quatro.
Então, assim, a Insider tá pronta para
te acompanhar na tua rotina. E o que que
é legal? São 9 anos que a Insider tá no
mercado sempre fazendo o seguinte,
testando, ajustando, repetindo e
validando, né? Tá aqui o briefing que
eles mandaram. E eu achei isso aqui
sensacional. Por quê? Como é que é a
validação? Eles testam antes. É uma
coisa, cara, isso aqui funciona no mundo
real e funciona. E eu posso dizer como
um cliente da Insider, eu sou tão
cliente da Insider que você não me vê de
Insider só quando eu faço publicidade
aqui. Sim ou não? Se eu for pregar na
sua igreja, eu vou estar de Insider. C,
eu vou estar em outro vídeo aqui, eu vou
estar de Insider. Eu tava na festa da
Insider, eu tava de, eu tava com smoke
bonitão. Segui lá, né, o dress code. Põe
na tela aí, Rafa. Tava bonitão, velho.
Mas o que que eu tinha por baixo? Eu
tinha uma, eu tinha uma Tech T-shirt da
Insider por baixo e tal, porque eu ia
usar aquele, aquela roupa em outro
evento, não queria cheiro de axila.
Então, na minha camisa, que que eu fiz?
Botei uma insider por dentro. Que
acontece? Regulação térmica, tudo certo,
tecnologia antiodor, velho. Cueca era
Insider, meia era Insider. É isso. Ela
me acompanha na rotina. Sério, você tem
que ter uma insider. B, mas eu vou pagar
mais de 100 pila numa camiseta. Vai,
porque você vai ter camiseta para mais
de 5 anos. Não vai desbotar, entendeu?
Tem tecnologia, vai respirar bem, só tem
vantagens, cara. Não vai laciar. Se você
cuidar bem da sua peça, é para mais de 5
anos. Eu tenho camisetas da Insider de 2
anos atrás que eu não sei qual que eu
comprei semana passada, qual que eu
comprei há dois anos, porque não
desbota, entendeu? Tecnologia, gente,
fora que todo o processo, como as
camisetas são feitas, né? Cuidado com a
natureza, enfim, 9 anos no mercado. E
outra, tem muita gente falando da
Insider, você tá vendo, né? E a gente
não quer se queimar com vocês falando de
um produto que não é bom. Então, sério,
tá aqui o meu QRcode ou o meu link
rastreável, é só você clicar nele, meu
cupom bibotal que tá dando 15% de
desconto. Se você nunca comprou na
Insider, quer testar, vem então 15% de
desconto para você. Se esse CPF nunca
foi utilizado no site, 15% de desconto
ou 10%, se você é cliente recorrente, já
experimentou, sabe que é bom. Sério,
homens e mulheres, tem peças para vocês
lá no Insider que vão acompanhar a
rotina de vocês. Meu QR code tá aqui, o
link está na descrição ou no primeiro
comentário fixado, você não vai se
arrepender. Volte aqui para me agradecer
depois. E parabéns, Insider, vida longa
a essa empresa maravilhosa com produtos
maravilhosos. E gente, estamos aqui
neste BTD onde nós falamos sobre o tema
da igreja perfeita. A Cíntia nos trouxe
uma palavra falando sobre perseverança
com base no texto em Pedro. quer
resumir, Cintia, num tweet a sua
mensagem para quem não esteve aqui no
BTD e perdeu esse evento maravilhoso
aqui.
>> Ah, se perdeu, eu sinto muito. Obrigado.
[risadas]
>> Eu já tô sem carisma para ficar
repetindo o que eu falei.
Hã, eu usei o texto da primeira carta de
Pedro porque ele lida com uma igreja que
está passando por dificuldades, que está
num mundo imperfeito, mas que precisa
ser lembrada de quem eles são, de quem
eles representam e para manterem a sua
fidelidade nesse mundo.
>> Eu vou te lançar uma pergunta agora,
Cintia, eh, que tá aqui dentro das
perguntas que nós recebemos. Então eu já
aproveito pra gente, né, nem chamei
recado paroquial nada, já vamos começar
começando. Mas na tua opinião, né, do
tempo que tu tem de igreja, né, como uma
estudante de teologia hoje, né, pastora
numa comunidade, onde tu acha que essa
nossa falar de perda de identidade é bem
coisa de também retiro de jovem, né? A C
até virou o olho agora per identidade,
né? Mas é tipo congresso geração eleita
assim. Mas onde tu acha que a igreja
evangélica, na, eu sei, eu não gosto
muito dessa generalização, mas grosso
modo das bolhas que tu observa, né,
daquilo que tu consegue eh observar, né,
dentro do teu ponto de vista, onde a
gente mais tem perdido identidade e esse
texto de Pedro deveria ecoar mais e e
estar mais inculcado dentro de nós?
Assim,
>> eu não tenho como falar sem ser
tendenciosa, porque é a minha área, é a
teologia bíblica e o Víor vai me
entender perfeitamente. Mas é
>> só o Víor, o resto não [risadas] vai.
Tudo bem, gente. Deixa ela conversar com
conversa com o Víor aí, tá tudo certo.
[risadas]
>> É que eu ainda sou orientador dela. Ela
fica com medo de falar.
>> Ah, entendi. Claro, claro.
>> Existe, existe uma uma um interesse, né?
Não, mas é [risadas]
é que eu acho que a gente se perde
justamente no no mais simples. E a
mensagem do evangelho como um todo. A
gente se perde em discussões menores, a
gente se perde em aspectos eh mais
isolados e a gente se esquece de algo
muito simples, que é simplesmente o
nosso próprio chamado como povo de Deus.
E quem é o nosso Deus e o que significa
sermos filhos de Deus. Então eu acho que
a a Bíblia ela resolve bastante desses
conflitos.
>> Essa ideia que tu falou na tua mensagem,
né? A gente se esquece que tá dentro de
uma grande história, né? E ainda no
mundo individualizado, onde todo mundo,
não é a minha história, eu e Deus, a
gente perde essa dimensão do todo assim,
né?
>> Sim. E isso é algo que tá totalmente
presente na Bíblia, né? Tudo ali é é um
é história de um povo, é história de uma
família, Deus construindo uma família,
né?
>> Muito bom. Nunes, você poderia resumir,
por gentileza, um pouco a sua mensagem
para nós? Bom, a minha mensagem foi
sobre uma igreja perfeita também passa
por crises e eu meio que coloquei três
grandes crises que foi a crise de
conteúdo, a crise de conduta e a crise
de comunidade. E que essas três grandes
crises elas vão aparecer em toda a
igreja e de uma forma ou de outra. Na de
João apareceu no sentido de vida dupla,
de eles estarem afirmando certas coisas
sobre Deus e vivendo uma vida de pecado
ali. E a solução que João dá para isso
é, em primeiro lugar, é a confissão dos
pecados. Para ele tudo começa, a solução
começa eh confessando os seus pecados.
>> Muito bom. Eu até anotei uma parada
aqui. Eu até postei aqui. Deixa eu ver
onde é que tá aqui na minha, eu tinha
que postar uma coisa no meu grupo hoje
do do WhatsApp. Aí eu postei aqui, ó,
igrejas perfeitas, isso é, saudáveis e
maduras, possuem problemas, mas os
enfrentam. Eu fui te parafraseando,
entendeu? O pecado não passa
desapercebido, ele é confessado e a
comunhão da graça restaura o pecador.
Você falou desse lance, como a comunhão,
né, é importante para lidar também com
eh eh com a questão do pecado. E aí eu
queria te perguntar, parece que hoje
assim nas comunidades a gente sente cada
vez a gente se sente cada vez menos
confortável em confessar os nossos
pecados na comunidade, né? Porque como é
que a gente cria uma comunidade? Eu sei
que não é uma resposta simples, mas
talvez quais caminhos tu pudesse
apontar? Como a gente pode criar uma
comunidade onde a confissão do pecado
ela se torna uma coisa até normal, por
assim dizer, entende? Ela se torna, eu
tenho confiança de abrir aqui o meu
coração, porque parece que hoje tá tudo
tão assim, eh, espetaculoso que já não
se tem mais esse lance de uma uma
segurança de confessar o meu pecado. E
aí muitas vezes eu marco uma terapia que
daí eu confesso pro meu terapeuta que
não vai me julgar, vai entender isso,
né? que você falou assim, né, desse
lance de cuidado com quem você vai se
confessar, né? Na hora eu pensei no
terapeuta, que é um caminho que eu vou
colocar para fora, mas ele não vai
tratar da categoria de pecado, né? Não,
nem existe isso, né?
>> O Dietrist, ele faz a seguinte pergunta:
"A quem devemos confessar os nossos
pecados?" Aí ele diz: "Bom, a qualquer
irmão". Mas aí vem a pergunta: "A
qualquer irmão? Mas será que não vai ter
alguns irmãos que estarão muito acima da
sua conduta e não saberão entender
alguns pecados? Será que ele não vai ser
tão santo, tão piedoso, que vai acabar
não te entendendo? Ele faz essa
pergunta.
E aí ele diz assim: "Então, pois quem,
que tipo de irmão devemos confessar os
nossos pecados?" Aí ele diz, aqueles que
tiveram a experiência da cruz, que viram
seus próprios pecados na sua pior
impiedade e receberam da graça, da fonte
da graça.
Então, a ideia de a quem devemos
confessar os nossos pecados é irmãos que
tiveram a experiência da cruz. E a gente
só vai saber que tipo de irmão é esse se
tivermos comunhão e contato. É no
contato que vamos aprender se aquele
irmão teve uma experiência com a cruz.
e, portanto, está apto para ouvir a
minha confissão. Tá bom?
>> Muito bom.
>> Segundo ponto,
alguns pecados,
alguns, algumas falhas, elas exigirão
você ter um pouquinho mais de
discernimento e talvez levar para os
seus líderes e além desse desse de um
irmão. Por quê?
Porque pode ser que esse pecado seja um
pecado de consequências muito graves e
consequências
que envolvam mais do que você, que
envolvam outra pessoa e que vai envolver
talvez uma família, como por exemplo o
pecado de abuso sexual. Um pecado de
abuso sexual não é só chegar para irmão
e dizer: "Olha, eu pequei e tudo mais e
tal, tô arrependido, beleza, é OK, vai,
avança, agora você tá perdoado." Não,
não, não é só isso.
Por quê? Porque tem consequências.
E as consequências elas precisam ser
abraçadas.
Uma vez uma pessoa chegou para mim na
época que eu pastoreava e confessou os
pecados. Era um pecado de abuso sexual.
E disse assim: "E aí, pastor, agora já
tá tudo bem, né?" Disse assim: "Não,
não, agora tem algumas consequências".
Aí ele disse: "Não, mas eu não confessei
sua confissão só vai ser verdadeira se
você abraçar as consequências,
tá? Então tem cer tem certos pecados que
por causa das consequências
vai esses pecados exigirão ir para
liderança, ir para um lugar aonde ele
vai ser tratado de uma forma ali mais
sábio. Nesse caso, cadeia, né, desse
[risadas]
nesse caso, sai pu.
>> Nesse caso, o que eu disse para ele foi
a gente vai contratar um advogado,
você vai, a gente vai pra cadeia, vai,
vai, a gente vai pra delegacia,
>> depois pra cadeia.
Ele não quis falar cadeia para não
assustar o cara ainda.
>> A gente vai praegacia.
Eh, eu vou perguntar a sua esposa e a
sua filha, que no caso foi
se como eles vão tentar tratar isso, se
é como é que ela vai, ela vai querer ir,
se ela não vai, ela não quis. A gente
foi pra delegacia, ele tava muito, ele
pelo jeito dele tava arrependido, mas
ele abraçou todas as consequências e e
aí rolou todo um processo que é bem
extenso, né? E aí ele acabou preso e a
gente ia lá evangelizar ele toda semana.
Ele não foi desamparado lá nesse
sentido. Por quê?
>> Que a grande pergunta que a gente tinha
é: será que ele tá arrependido
realmente? Porque se ele tiver e a gente
só por algum tipo de justiça própria
não amparar, a gente é que vai est
errado.
>> Boa. Muito bom. Víor Fontana,
>> diga, meu querido.
>> Vaiá lá. Um, como é que você resumiria
um pouco da sua pregação? Salada de
fruta, como você mesmo intitulou,
>> salada de versículo.
>> Salada de versículo. Mas olha, se toda
salada de versículo fosse assim, meu
amigo, sensacional. Saímos a Eu nunca vi
salada alimentar como hoje. É, você tá
vendo só? Você fica com preconceito com
os veganos.
[risadas]
Até na pizza tem que colocar filé min.
Mas
>> não, né? É que as pizzas de Joinville
tem muita carne assim. Aqui a gente foi
numa pizzaria em São Paulo. A melhor de
São Paulo. Horror, entendeu? Tinha um
salame lá, sei lá, um um pedaço negócio
parecia pele de Dead. Não, Joinville tem
de strogonof, tem pizza de filé minon
com pepedação, entendeu?
>> Gente, gente, era presunto de Parma, tá?
>> É isso aí, ó. Pele de The Walking Dead,
isso aí tá louco. Não, para, [risadas]
para, não. Pizza é a de Joinville, mano.
Pode ir lá, galera. Vai lá, ó. Pizaiolo,
pode pedir. Tem de carne, strogonof
alcatra, entendeu? [risadas]
Não, para. Ai, salaminho. Ah, para. Não,
que amassa. Ah, para. [risadas]
>> 110 pila aquela pizza que, meu Deus.
>> Quem nunca foi numa pizzaria com Bibo
não sabe o que é emoção.
>> Não é que é passar fome no caso.
Olha, eu como carioca tenho que dizer,
tu não tem noção do tamanho da briga que
você tá comprando.
>> Falando mal da viza de São Paulo aqui.
Sério? Só isso que eu te falo,
>> tá? Desculpa, é só a minha opinião.
>> E ela e ela pode ela pode estar errada,
equivocada. Cínio, olha, eu como
paulista posso te dizer, ele pode falar
isso, não tem problema. Se ele não
colocar ketchup, tá tudo certo.
>> Ah, então,
>> ah, isso eu não coloco. Isso eu não
coloco.
>> Problema é o ketchup, então.
>> Ah, entendi. Pronto, entendemos.
[risadas] Entendemos.
Ai, ai.
A igreja perfeita também tem senso de
humor, cara.
>> Boa. Muito bom. É isso.
>> Mas eh aí ah [roncando] um resumo seria
o seguinte: a gente estraga a igreja
perfeita quando a gente confunde
atividades meio com atividades fim. A
igreja perfeita não precisa ter o melhor
louvor. A igreja perfeita não precisa
ter o pregador com maior habilidade
comunicacional. A igreja perfeita não
precisa ter o melhor ministério de
crianças. Essas coisas todas são meio
para coisas muito boas. Mas se o que a
gente sonha que a igreja seja, é a
igreja com o melhor pregador, com a
melhor música, com o melhor ministério
de crianças e por aí vai para todos os
outros ministérios que a gente quiser
pensar, a gente acaba estragando
o aquilo que a gente encontra de melhor
em comunidades às vezes que não tem nada
disso.
Gente sendo discipulada por Jesus
Cristo.
>> Muito bom. Muito bom. Aí tem uma
pergunta que fizeram aqui, Víor, já
emendo para fazer para você e achei bem
interessante essa pergunta no sentido,
cara, beleza, atividades meio, atividade
fim, a finalidade da igreja é formar o
caráter de Cristo, é ajudar as pessoas,
né? Até você fez uma uma declaração bem
ousada,
>> fazer discípulos, tanto no sentido de
conversão quanto de formação.
>> Exato. E aí a e um discípulo de Jesus
vai ajudar o outro, né? Aí você faz um
paralelo do bom samaritano, teologia
ruim, mas a ação correta. E depois de
Maria que tava lá com a teologia.
>> Tem que consertar teologia. Exato. Muito
legal. Mas eu achei essa tua declaração
bem bem ousada assim, né? Uma igreja
perfeita às vezes não tem uma uma
teologia toda redonda,
>> né?
>> Sim. Você encontra em igrejas com uma
teologia bagunçada,
gente que tem fruto do espírito.
>> É
>> gente que vive de acordo com as
bem-aventuranças.
Então, a teologia
ela é também meio.
A teologia em si, ela é também meio
paraa formação
de gente discípulo de Jesus.
Agora, a formação do discípulo de Jesus,
ela não ocorre. Isso eu acho que é muito
difícil pro teólogo entender que a gente
é muito em si mesmado, a gente é muito
orgulhoso.
A formação da pessoa no caráter de
Cristo, quem dá não é a teologia.
A boa teologia vai dizer isso, porque a
boa teologia que é bíblica, que aceita o
texto bíblico como norma normata
para falar diálogo de teólogo aí,
dialético, teológico, aí a boa teologia
vai dizer que quem convence de pecado,
justiça e juízo
são as institutas. Não vai dizer que é o
espírito,
né? Vai dizer que é o Espírito Santo de
Deus.
Então, às vezes existem elementos
da compreensão que aquela pessoa tem a
respeito de Deus, da compreensão ou
mesmo da articulação
correta de determinados princípios de
fé. Você vai lá e pergunta pro cara que
tá super discípulo de Jesus para ele
explicar para você a união hipostática e
ele não sabe explicar aquilo. E eu vou
falar para ele assim, ele é um
pacificador? É, tá, tá ótimo. Agora,
[roncando]
às vezes, o cara que tem perfeição
na explicação
do cédo apostólico, dos concílios
ecumênicos da igreja, o que o cara tá
fazendo é promover guerra na internet em
vez de ser um pacificador. Então, e,
aliás, essa semana foi o que a gente
viu.
Eh, irmãos amados e queridos,
por causa de articulação teológica,
estão produzindo escárnio,
lacração,
>> divisão,
>> divisão na internet. Eh, eh,
não, eu vou fazer um videozinho
engraçado tripudiando do outro,
cara. Não é por aí. Muito bem, muito
bem. Obrigado, Alo. Você não palestrou
aqui no evento, mas é um amigo querido,
fez um esforço relacional para estar
aqui com a gente, vai voltar ainda hoje
para o Rio de Janeiro. Veja só, muito
obrigado, Alino, por isso.
>> Se você fosse palestrar num BTD com esse
tema, você iria mais ou menos para qual
caminho? Olha, eu pegando um gancho no
que o Vittor falou a respeito do fato de
que problemas teológicos não podem ser
suficientes para tirar a perfeição da
igreja, eu gosto muito daquela imagem
que aparece no início de Apocalipse,
quando João tem a visão do Cristo
glorificado
e ele vê Jesus no meio das sete igrejas
e Jesus pede para que ele escreva cartas
para as sete igrejas.
E nessas cartas, se você
>> são fases da história da igreja.
Mentira, tô brincando. Não vou não vamos
entrar nesse mérito, [risadas]
>> não. Não são, mas tudo bem. É, [risadas]
>> mas também tem dispensacionalista que
faz a coisa certa.
>> Tem, tem, tem também tem. Eu sou
dispensacionalista e não vou nessa aí.
Mas enfim, voltando aqui,
>> dispensa o comentários.
>> Dispensa esse comentário. Perfeito. Ele
ele manda cartas paraas sete igrejas. E
aí, se você tira Smirna em Filadélfia,
todas as outras têm problemas
graves, problemas graves. Mas Jesus tá
no meio das sete.
Ele tá no meio das sete. E todas as
cartas que ele manda, ele manda com a
seguinte motivação. Eu não desisti de
vocês.
Ele só manda aquelas cartas porque,
apesar dos problemas, ele continua
reconhecendo aquelas igrejas como
igrejas.
Então isso mostra pra gente que aqueles
problemas,
o fato de Jesus apontar aqueles
problemas naquele momento mostram que a
existência daqueles problemas não é
motivo suficiente para que aquelas
igrejas deixem de ser igrejas para
Jesus. a não ser que ao receber o alerta
dele, elas não tratem os problemas.
Aí é outra conversa. Mas a existência do
problema em si não esvazia o ser igreja
daquelas comunidades. Então isso mostra,
tem a ver com o que o Víor falou, porque
às vezes a gente vê uma igreja com um
problema que não chega nem perto dos
problemas que aquelas sete igrejas
tinham e a gente já se vê no direito de
condenar aquilo como sendo uma não
igreja, porque não passa no meu critério
do que é ser igreja. Só que o meu
critério muitas vezes é mais rigoroso do
que o critério de Jesus.
E o dono da igreja é Jesus e não eu.
Amém.
>> Então eu iria por essa linha. Não, agora
eu quero uma pregação completa disso aí.
Agora a gente pode fazer, a gente fica
aqui quieto e o BTC e o BTC pode ser a
continuação da tua fala. Sensacional.
Sensacional. Muito bom. Eu acho que
aproveitando um pouco da tua fala que é
sensacional ass e aí lincando um pouco
com o que o Víor fala e a e acab eu
acabei não fazendo a pergunta, né, para
ti. É, não, não, o erro foi meu. O erro
foi meu. Mas como é que a gente pode
discernir, né, se estamos realmente
cumprindo a atividade fim ou apenas
sendo eficientes nas atividades meio,
tipo, como discernir. E aí eu quero
emendar um pouquinho também com o que o
Alcoo falou no sentido e aí todos podem
responder também, tá? Mas no sentido de
que assim, cara, eh, qual que é o,
beleza, o meu critério pode ser mais
alto que o de Jesus, mas você fala em
pecados graves, assim, como é que é,
como é, qual é o discernimento também?
Porque então não tem mais heresia, é
tudo erro teológico, entende? Então,
acho que são duas coisas que a gente tem
que discernir aqui, mano. Como é que eu
sei na minha igreja se a gente tá dando
ênfase demais ao meio e esquecendo do
fim? E como é que eu posso, mano?
Beleza? Então, não tem mais erro assim,
tipo, tudo a gente, Jesus tá no meio
independente dos erros, então não tem
mais um, sabe, um critério teológico e
tal.
>> Mas, mas veja bem, Jesus tá ali.
>> É, vejam só, no caso, o outro.
>> Ah, tá. Mas vejam só, tudo bem. Vejam
só. Eh, Jesus, ele tá, ele tá mostrando
o erro. Perceba, Jesus não está
ignorando o erro.
>> Não tá passando pano. Ele tá dizendo:
"Olha, eu conheço as tuas obras. é o
refrão de todas as cartas. Eu conheço as
tuas obras, eu sei o que tá acontecendo
de errado aí, mas eu estou dando a vocês
a oportunidade de corrigir.
A questão é que o rigor teológico
não pode se sobrepor à misericórdia,
>> meu. É, é isso. Pronto. Nossa, muito
bom. Eu acho que tem algumas coisas a
serem colocadas aqui. A primeira coisa é
se essa pessoa que diz uma heresia, ela
diz a heresia num contexto de ensino
ou se ela é uma pessoa que está
aprendendo e precisa ter a sua teologia
corrigida. São duas coisas completamente
diferentes.
Então, alguém que está ensinando
heresias, o Novo Testamento é duro com
esse tipo de contexto, com esse tipo de
eh prática, tá? Então, isso é uma coisa.
Outra coisa completamente diferente é
uma pessoa que no exercício da sua fé
eventualmente
não tem a teologia muito bem
fundamentada,
mas é discípula de Jesus fiel.
Então o discernimento tem que estar
nessas coisas.
No que diz respeito a discernir o que
que é um foco exagerado em atividade e
meio e o que é simplesmente ser
eficiente nas tarefas que nós fomos
chamados para sermos excelentes, porque
a gente foi chamado para fazer com
excelência. Também tem isso, tá?
Eh, esse discernimento, eu diria que de
maneira prática, é você se perguntar se
nas suas reuniões de liderança, no
momento em que você planeja, o quanto o
fim aparece e quanto o meio tá
aparecendo. Então, nas nossas reuniões
ministeriais,
a gente está de fato preocupado com as
pessoas, o quanto que as pessoas estão
aparecendo e o quanto que estão
aparecendo discussões a respeito da
marca do PA, se a gente vai comprar BW
ou se a gente vai comprar BOS.
E isso, evidentemente, é uma discussão
de igreja bastante elitizada,
tá? Então, de maneira muito prática, é
isso. Se você quiser uma fundamentação
hã um pouco mais teórica para entender
isso, eu indico um livro do Paul Scott
Wilson, no qual ele fala sobre pregação.
Eh, eu qu
>> Não é as quatro páginas, é o outro.
>> Pregando como poesia.
>> Pregando como poesia. Isso.
>> Isso. Exatamente.
>> Da Thomas, por sinal.
>> É, acho que é da Thomas. Ora
maravilhosa, impressionante.
>> Eh, e ali o que ele fala sobre pregação
serve para todas as outras atividades
ministeriais.
Ele basicamente vai falar sobre três
eixos que compõem excelência, tá? Então,
não basta
ser belo,
precisa ser bom, tá? Ah, tanto. E não
basta ser belo e bom, precisa ser
verdadeiro.
>> Achei que era barato.
Desculpa.
>> Triplo B.
>> BBB. Bom,
bom, bonito e barato.
>> Qual que é o terceiro que eu acho?
verdadeiro,
>> verdadeiro,
>> verdadeiro. Então, quando a gente vai
falar em excelência, porque precisa ter
excelência, a gente percebe se a gente
tá concentrado mais no fim do que
simplesmente naquela atividade meio
quando a gente está concentrado em
produzir algo que não seja apenas belo,
nem apenas eticamente bom e nem apenas
verdadeiro ou falso. E geralmente a
gente separa, divorcia essas coisas. No
campo da teologia eh eh e da e do ensino
é só se é verdadeiro ou se é falso.
No campo da música é só se tá bonito ou
se tá feio.
E no campo, de repente, da missão ou da
ação social é só se é eticamente bom ou
não. As três coisas precisam estar
presentes num sermão,
assim como as três coisas precisam estar
presentes nas ações missionárias da
igreja
ou no louvor. falou com ele para ele
escrever um livro sobre isso, porque
essa ideia tua é muito legal, essa
aplicação. Ele ou ele faz isso no livro
também?
>> Não, ele faz isso só com pregação.
>> Mas você ficou bem, eu gostei mais do
que tu falou.
Vou explicar isso na prática, no louvor,
para ficar claro, tá? Eh, você precisa
ter sim boa música. A comunidade
perfeita, ela pode ter música que não é
boa, mas a gente tem que trabalhar para
ela ser boa, né? E a gente vai falar em
beleza
e vai falar em treinamento dos músicos
para que ah os músicos toquem bem. A
gente vai falar em para isso acontecer,
para fazer com excelência, os músicos
têm que chegar no horário do ensaio. Não
é por aí é a conversa que a gente faz.
Só que é o seguinte, isso é na história
do belo, na história do bom, eu tenho
que estar preocupado.
Se pro cara chegar no horário do ensaio,
ele tá sacrificando a família, não. Bom,
isso é preocupação dentro da atividade
meio com o fim
dele passar tempo com os filhos, dele
passar tempo com a esposa,
certo? Então tem que ser belo, mas tem
que ser eticamente bom, tá? E tem que
ser verdadeiro.
Se a vida do cara é um lixo e ele tá
aqui na frente todo bonitão, não é
verdadeiro.
Se a letra do que a gente tá cantando
nos emociona, mas ela não é bíblica, não
é verdadeiro.
Então, na medida em que a gente se
preocupa com esses três eixos,
ah, e aqui eu tô tentando aplicar uma
coisa assim um pouco mais teórica que
serve para tudo, mas se a gente tá
preocupado com esses três eixos, o
indicativo é que a gente vai estar
preocupado com o fim.
>> Eu quero um livro disso, Os três eixos
de uma igreja perfeita. Você quer um,
>> meu mano, que livraço.
É sério, meu. Eu sei que tu tem uns
quatro que tu tá me devendo, [risadas]
mas assim, cara, que esse é muito, é
porque o da cultura da honra é muito
bom, mas parece que passou o hype assim,
né? Agora se a gente é isso mesmo.
Fontana para todos.
>> É Vitor Fontana para todos. [risadas]
Muito bom, cara. Muito bom. uma coleção
só com livro teu, mano. Não, mas é que
não, falando, aliás, eu tô falando
sério, tudo que eu falei agora foi
sério. Mas, cara, é, eu achei, eu gosto
de três coisas para uma coisa que e
muito bom isso, entendeu? Tu pegar esses
três eixos dele e aplicar em várias,
igual tu falou aqui agora do louvor, eu
não posso falar muito, mas eu eu vou eu
vou passar isso aqui para um amigo meu,
porque tu profetizou na vida dele, ele
nem sabe ainda. Ele vai, quando ele vê o
BTC, ele vai saber, caraca, mano, é o
que a gente conversou semana passada. É
isso aí, né?
>> Ah, é, pode. Como é que é?
Não, com certeza eu vou pegar. Mas
imagina um livro inteiro sobre isso.
Claro que eu vou jogar isso aí no meu
livro. Não, eu pego tudo de vocês, meu.
Eu prometo não citar o cacau no próximo,
porque eu cito muito cacau nos meus
livros, mas nesse próximo eu vou tentar
não citar. É, vou tentar citar o, vou
citar o Víor agora no próximo.
Sensacional, Víor. Muito bom. Enfim.
Nossa. Ô, Cinntia, a pessoa, ela
perguntou, a tua a pergunta vai um
pouco, é de encontro ou ao encontro?
>> Depende. Se é contra,
>> não vai, vai a favor. A favor. Há um
encontro,
>> ao encontro, ao encontro dedo que o
Alco, o português é difícil, o encontro,
>> o encontro que o Alcoo já falou um
pouco, mas eu vou perguntar para ti
porque acho que tu pode somar com alguma
coisa. A pessoa perguntou o seguinte,
referente à pregação da Cíntia, escreveu
certo teu nome, achei surpreendente.
Como uma igreja pode ser amorosa e firme
ao mesmo tempo ao pregar a mensagem?
Pessoa colocou a mensagem com letra
maiúscula. Fortin Peterson. para não
cair nos extremos de ser uma igreja
raivosa ao defender a fé ou não ser uma
igreja frouxa que não prega a mensagem
com integridade. Como é que a gente, né,
enfim, eh eh equilibra isso?
>> A resposta tá na própria pessoa de
Jesus.
Eh, quando o Alcino falou, por exemplo,
né, a gente tava nessa nessa nesse
embate, né, ai vamos julgar as igrejas,
vamos dizer quais igrejas são bíblicas,
não são. E muitas vezes a gente percebe
que o nosso corte, né, a nossa nota de
corte é maior do que aquilo que Deus
mesmo está fazendo. Eu acho que a gente
tem que entender
nosso lugar nessa história toda, né, na
e o que que a gente tá fazendo na
igreja. Ah, não se trata sobre mim, não
se trata sobre o meu julgamento das
pessoas. Então, acho que o púlpito ele
precisa ser um lugar tratado com muita
reverência
para que você não incorra nesses erros.
E aqui puxando, já que você falou que eu
sou litúrgica, eh uma das coisas que eu
mais gosto de pregar em leionário é que
eu nunca escolho o texto que eu vou
pregar. Eu nunca corro o risco de querer
usar o púlpito para dar indiretinha de
alguma coisa. Então, eu tenho que
mergulhar no texto que tá lá e eu tenho
que fazer o meu melhor e transmitir a a
a mensagem do evangelho pra comunidade.
Então, é você colocar realmente o teu
coração nisso, um coração pastoral. Você
não tá ali para massacrar pessoas, para
apontar o pecado de ninguém de forma
direta, de forma intencional, mas a
palavra é poderosa por si só. E se você
tá pregando a palavra, você vai alcançar
o efeito que você precisa.
>> Muito bom. Muito bom. É o conselho velho
de Paulo a Timóteo, né, Nunes, você
agora dentro da pregação do Nunes, como
ler e entender a consciência baseado em
Primeira João 3:182?
Tu sabe o que tá lá em Primeira João
3:182? Sei, eu acho que eu sei.
>> Vou abrir aqui,
[risadas]
>> mano. Quando tu abre o aplicativo da
Bíblia, aí ele pede para tu avaliar, daí
eu não quero avaliar. Ele pergunta:
"Você gosta do aplicativo da Bíblia?"
Não, porque Mas eu amo.
>> Só falta ele falar assim: "Se você odeia
a Bíblia, clica no Não."
>> Exato. Mas é que eu não quero responder
a pesquisa. Eu tenho dizer que não gosto
do aplicativo, mano. Mas eu gosto. Só
que eu não quero responder pesquisa
agora. Mas vamos lá.
>> Se Se acredita em Deus, só olha. Sen não
>> é [risadas] muito bom. Vai lá. É
Primeira João 3 18 a 22. Vamos ler o
texto porque tu sabe de cor, mas nós
não, né? Lá 3 18 a 22. Filhinhos, não
nos limitemos a dizer que amamos uns aos
outros. Demonstremos a verdade por meio
das nossas ações. Com isso, saberemos
que pertencemos à verdade e nos
tranquilizaremos quando estivermos
diante de Deus. E ainda que a
consciência nos conden, Deus é maior que
nossa consciência e sabe todas as
coisas. Amados, ele fala até quanto?
Desculpa que 22. Obrigado. Amados. 21.
Se a consciência não nos condena,
podemos ir a Deus com total confiança e
dele recebemos tudo que pedirmos, pois
lhe lhe obedecemos e fazemos o que lhe
agrada. 23. Daí é só até o 22. OK?
Contexto muito bom. E este é o seu
mandamento, que creamos o nome de seu
filho Jesus Cristo e amemos uns aos
outros conforme ele nos ordenou. Aquele
que aqueles que obedecem a seus
mandamentos e permanecem nele, e ele
permanece neles. E sabemos que ele
permanece em nós, porque o espírito que
ele nos deu permanece em nós. Eloía
Rosa, acabou daí.
É que eu amo essa canção dela que ela
canta. Desculpa. Eu vou pegar esse
capítulo três e vou logo também incluir
o quatro, porque tem uma coisa muito
importante aqui.
O texto está falando sobre a certeza da
salvação. Como é que eu sei que de fato
eu sou salvo? E aí ele vai dizer: "Olha,
tem um momento onde a minha consciência
vai dizer: Você não é salvo".
E aí depois ele vai dizer: "Olha, mas
Deus é maior do que a sua consciência.
Então você tem que saber a quem
escolher.
ou a Deus ou a sua consciência. Mas aí
fica a questão,
como é que eu vou saber quando é a minha
consciência e quando é Deus?
Então, João tá lidando com esse emblema
aí eh de de exegético. Só que quando a
gente entra no quatro, ele vai dizer o
seguinte.
Ele vai dizer que o perfeito amor lança
fora todo o medo.
E aí a pergunta agora é: por que que no
final de tudo ele diz que o perfeito
amor lança fora todo medo? Que medo? Aí
vamos lá, acompanha meu raciocínio. O
medo de não ser salvo.
Lembra? O meu medo é se a minha
consciência me condenar, beleza? maior é
Deus, eu vou confiar em Deus, mas mesmo
assim eu tenho medo de não ser salvo. Aí
ele diz, existe uma coisa que pode
expulsar esse medo de não ser salvo. Que
medo é esse?
O perfeito amor, não é isso? O perfeito
amor lança fora todo medo. Que perfeito
amor é esse?
A ideia de perfeito aí é a ideia de amor
que alcançou o seu alvo. Vou explicar o
seu telos.
A ideia é o perfeito amor é o amor que
encontrou seus resultados.
De novo, perfeito amor é quando o amor
tem os seus resultados. E que resultados
são esses? O resultado de amar.
O que é o perfeito amor? Então, é amar o
outro, porque esse é o alvo do amor.
Perfeito amor, alvo do amor. Qual é o
alvo do amor? Qual é o perfeito amor? Ou
seja, quando é que o perfeito amor
alcança o seu alvo? No contexto do
capítulo 4, quando eu amo o outro.
Acompanhando que eu terminei o meu não.
O que é que lança fora todo medo?
E o amor encontrar o seu alvo. Qual é o
alvo do amor? Amar o próximo. Beleza?
Quando é que eu posso deixar o meu medo
de lado de que de que eu não sou salvo
quando eu amo o meu irmão?
Tá? Eu vou repetir já já.
Quando eu amo o meu irmão, eu posso
deixar de lado o meu medo, porque amar o
irmão é o amor ter encontrado o seu
alvo.
Qual é a ideia de João aí? A ideia de
João é, em vez de você procurar nas suas
emoções se você é salvo ou não, procure
o quanto você ama o seu irmão, que aí
você vai encontrar se você é salvo ou
não.
>> Não é isso que ele tá falando.
É mesmo.
Esse menino é bom.
Acabou. Vamos acabar. Vamos acabar. Não
pode. Podemos acabar. Alguém quer falar
alguma coisa que gostaria de falar?
falou
>> só uma coisa com relação a essa questão
de uma igreja verdadeira, eh, falsa,
etc. A igreja cristã, o decorrer da
história, foi fazendo o seu círculo
sobre o que é importante e o que não é.
Então, é muito importante que uma igreja
tenha os seus círculos, o que é
importante, o que não é. Por exemplo,
aquilo em termos doutrinário,
doutrinários, existe algo no círculo
central que é importante. A gente sempre
diz isso, as 10 doutrinas ali não é
doutrinas que os cristãos vão saber
articular, como o Víor falou muito bem,
como se fosse, sei lá, um ET. A ideia é
que ele tenha ciência de que, por
exemplo, Jesus que ele adora é Deus.
Agora, a explicação de tudo da união
hipostática e tudo mais, isso não
importa tanto, mas que ele saiba que
Jesus é Deus. Existem, existem 10
doutrinas
que o cristão pode não saber explicar
tudo com detalhes, mas ele precisa ser
ser introduzido isso através de algo que
a igreja deve fazer com todo cristão
chamado catequese.
Na igreja primitiva, eles gastavam,
segundo eh segundo Stalin Pecker,
gastavam 3 anos com catequese com as
pessoas.
Então isso é importante para estabelecer
uma igreja verdadeira. Tem a catequese,
ensina também quais são os
comportamentos essenciais para ser um
cristão. Qual é um comportamento
essencial para ser um cristão?
Arrependimento. É um comportamento
essencial. Então tem doutrinas
essenciais para ser uma igreja e tem
comportamentos essenciais para ser uma
igreja. Agora, serão comportamentos
perfeitos? Serão doutrinas completamente
extremamente bem articuladas? Não, mas
elas estão lá. Elas estão lá sendo
regadas e sendo nutridas.
>> Quando fala nessas 10 doutrinas, tu tem
em mente o credo nisseno Constantino
Apolitano?
>> Perfeito. De 381.
>> Tá muito bom. Pesquis.
>> É aquela, é aquela ideia de você, você
aprende que o Víor, que o Víor falou,
você aprende e esquece depois, né?
>> Isso. Perfeito.
>> É Thaago, né? É muito bom. V fala bom
também
muito bom o livro disso
>> é porque é é é é o seguinte. Se você
aprende união hipostática, você aprende
união hipostática.
Você não precisa saber depois explicar a
união hipostática, mas você nunca mais
vai negar a dupla natureza de Jesus.
>> Isso.
>> Ele é homem e ele é Deus.
>> Isso é união hipostática para quem não
tava sabendo até agora. Muito bom, meu.
Cara, aqui eu sou tão feliz de ser amigo
de vocês. Romos aí não. Aí aí complica,
complica.
>> Eu queria falar só mais uma, só mais
uma.
>> Pode, mano. Encerra então, Alino, esse
BTC para nós, já que você não pôde, você
veio tão longe, não palestrou, mas agora
você se encerra esse BTC para nós, por
gentileza.
>> Não, não, não.
>> Eu não, eu quero você de pé aqui.
>> Não, não faça isso, por favor.
Pentecostal a pose da garça. Vamos.
[risadas]
É, é porque a gente falou muito aqui
sobre a questão dos critérios, né? E
hoje em dia, às vezes, a gente tem
critério,
além de distorcidos, que vão na
contramão que a Bíblia mostra pra gente.
Por exemplo,
é claro que o nosso dever é pregar o
evangelho, porque a gente quer que mais
pessoas
conheçam a palavra e confessem a Cristo
como Salvador. A gente hoje tem uma
lógica de que a igreja que dá certo é o
templo que cresce.
Muitas vezes a gente tem essa ideia. E
aí quando a gente olha, vou pegar o
exemplo do templo de Jerusalém, o templo
de Jerusalém, tá? Salomão constrói o
templo. O templo que Salomão constrói,
se eu não me engano, tinha 9 m por 27,
era pequeno, tá?
Esse templo é destruído.
Esse templo é reconstruído lá na época
do Zorobabel, Esdras. OK? E o templo é
reconstruído também humilde.
Depois Herodes vem e amplia o templo.
Quando o templo está ampliado, a gente
entra no Novo Testamento.
E um detalhe que muitas vezes a gente
não se dá conta é que o templo ampliado
está sendo liderado por Anais e Caifás.
Então o que que isso mostra pra gente? É
errado o templo ser grandioso? Não, mas
isso mostra pra gente que o fato do
templo crescer não significa que o que
está acontecendo ali é algo saudável
diante de Deus.
>> Aí a parábola, a maldição da figueira,
no caso, né, que não é parábola, é a
maldição da figueira.
>> E aí a gente volta paraas sete igrejas
para encerrar, porque nas sete igrejas,
na maior parte delas, Jesus tem críticas
e elogios.
A única que ele só critica é Laudissaia,
que é a mais rica.
E é por que que eu tô falando isso? Pra
gente prestar atenção em quais os
critérios que a gente tá adotando para
definir o que é uma igreja saudável e o
que não é. Porque o nosso critério tem
que ser baseado no que a Bíblia nos
apresenta e não no que o espírito do
nosso tempo, o Zitgast nos apresenta,
né? E e sobre esse essa questão dos
critérios, sobre o que eu ia falar das
dos círculos, o John Piper faz uma coisa
na igreja dele que é muito interessante,
a ideia de que
a o ciclo é o seguinte, existe um ciclo
menor onde somente são onde doutrinas,
tem certas doutrinas que os pastores são
obrigados a acreditar, por exemplo, só
os pastores, calvinismo ou armenianismo.
Daí o John Pipe ele aumenta mais o
ciclo, onde os presbíteros, por exemplo,
os diáconos já não precisam mais
acreditar somente no calvinismo. Eles
podem escolher armenianismo em outras
coisas. Aí ele abre mais ainda o leque,
onde os membros da igreja não precisam
escolher mais nada sobre disso, porque
isso não é importante. A ideia do John
Piper é existe um ciclo menor, um pouco
maior de doutrinas e um pouco maior de
doutrinas para poder fazer o quê? Para
proteger a igreja, pra igreja não ter
alguém no púlbito pregando várias coisas
diferentes, etc, etc, etc. A aplicação
disso, obviamente, vai ser diferente de
igreja para igreja, obviamente.
Mas o meu ponto aqui é como pensar essas
coisas que tem gente que eu já vi em
igreja exigindo que o membro, né, ele
seja, sei lá, abrace um calvinismo de
cinco pontos, disse aquilo, o membro da
igreja, né? E aí,
>> subscreva a confissão de fé de
vestimento.
>> Subscreva uma confissão de fé, o membro
da igreja, né? E o cara tá ali só
querendo adorar o Senhor, né? tá ali
tranquilo na dele. Porém, paraa igreja é
importante que o pastor concorde com o
outro sobre alguns outros assuntos. É
por isso que a igreja nunca teve medo de
estabelecer os seus limites
doutrinários. Agora vem uma coisa para
terminar. A igreja nunca usou doutrina
primeiramente para articular
filosoficamente, foi sempre para
confessar em adoração. Vou dar um
exemplo. Quando a igreja fala que Jesus
é Deus,
muitos crentes da igreja primitiva
talvez não soubessem articular tudo que
aquilo significava, mas eles adoravam
Jesus como Deus, porque o foco era
confessar e não uma articulação
filosófica daquilo.
Então, a igreja sempre foi confessante
do início ao fim. Doutrina tem a sua
importância para uma igreja que
confessa.
Para todos. Todos podem confessar uma
doutrina, ainda que não saiba articular
toda essa doutrina, tá? Então, eh,
pensem sobre isso, porque isso ajuda a
gente estabelecer os limites, o que é
uma igreja saudável ou não.
>> É isso. Obrigadão,
Gui.
Esse é o meu podcast, mas pode ser um
pouco seu também.
[risadas]
>> Muito bom. Muito bom. Sensacional.
Ah, gente, ó, você que não veio no BTD,
eu saí porque eu tava impossível e aí eu
>> É, então muita coisa foi cortada desse
podcast que você não, você não veio, mas
quem veio tá orando pelo pessoal do
Bibotalk. Mais ainda percebeu que temos
problemas, né, e preconceitos. Mas é
isso, gente. Muito obrigado pela
presença de vocês aqui nesse BTD, tá?
Valeu demais. E é isso, tá? Terminamos
mais um BTC. Voltamos a semana que vem,
se Deus quiser, sem permitir. Fiquem
todos na paz do Senhor Jesus. É nós.
[aplausos]

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