AÍ QUANDO EU FALO DA DUNAMIS VOCÊS ACHAM QUE EU IMPLICO DEMAIS…
27/04/2026
AÍ QUANDO EU FALO DA DUNAMIS VOCÊS ACHAM QUE EU IMPLICO DEMAIS…
Aprender novas habilidades digitais deixou de ser “diferencial” e virou parte do básico pra crescer na carreira. Se você quer ganhar tempo, se organizar melhor e abrir novas oportunidades, esse pode ser um ótimo próximo passo.
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Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
Por saudade de jogar um RPG. Eita, rapaz. Mas sabe o negócio muito triste de você crescer é que você descobre que você não gosta mais tanto das coisas que você acha que gosta e você tem que descobrir o que é que você gosta. Eu sempre amei RPG, adorava RPG de mesa. Aí pensei: "Caraca, irmão, quero muito jogar um RPG". Na pandemia eu joguei um RPG, até que foi legal, mas aí hoje fico, fui tentar acompanhar aquele critical hole, chama paia. Os Nerdcast RPG eu ainda acho legal, ainda consigo ouvir que é bem editado, é, eu acho legal. Aí eu tentei ver aquele negócio do cel também, é 1 milhão de horas, como é que consegue ver aquele negócio todo? Aí eu não sei não. Eu acho que eu só tô parando de gostar das coisas que eu sempre gostei. É a cina da vida adulta. Gabriel T. Jogar um D20 aqui pr ver se é isso mesmo. Cadê meu D20? Tá aqui. Bora ver. Bora ver. Tirei 12. Acho que eu passo um teste de D3 aqui. Pá, tirei 20, hein. Ah, 20 natural. Ó aí. Saudade, saudade. Tem até uma rodadinha de RPG aqui. Um dia eu volto. Um dia, quem sabe jogar com meus filhos. Onde é que eu tava? Acho que eu nem comecei ainda. Seja muito bem-vindo ao Dois Dedos de Teologia. Eu sou o pastor Iago Martins. Você está no meu, no seu, no nosso, teólogos do Twitter. [roncando] Twitter. Este programinha Chuchu Beleza, onde a gente reage que é a nossa primeira impressão, primeiro react as coisas que estão viralizando sobre Deus na internet. Se você quiser mandar seus vídeos aí do teólogos do Twitter para mim, eu criei o Instagram, os teólogos do Twitter, @osteólogos do Twitter, porque @teólogos do Twitter já tinha alguém, alguém tomou isso aí. Então é @osteólogos do Twitter. Você quer que eu reaja a alguma coisa? Manda lá que a equipe vai pegar lá e mandar para mim, entendeu? Fala aí @osteólogos do Twitter. Dito isso, simbora. para o vídeo de hoje. A feminista desocupada, tá entendendo? Carente de atenção, que inventou que mulher não tem que estar em casa. Não, porque eu vou falar pelas mulheres. Cale a boca. Eu não quero que você fale por mim. Não quero. Eu não queria. Você falou por mim, eu fiquei sem direito de falar, porque quando chegou na minha vez, eu tenho que trabalhar, eu tenho que ter meu dinheiro. Ah, por que, Emily, tu tá dizendo isso? Porque chega lá no no paraíso, Eva é castigada com dor e Adão é castigada porque vai ter que trabalhar para comer do sual do seu trabalho. Aí vem a feminista, o que já tava ruim. Ela chega lá e diz: "Não, porque mulher não foi feita, apenas para gerar, fazer bolo à tarde e ser mandada pelo marido. Eu fui, eu nasci para isso. É o meu objetivo de vida é esse. Você acabou de descrever o meu sonho de princesa. >> Eu vou dizer, tá? Eu eu eu poderia gostar desse vídeo porque eu adoro zoar feminista também. E existe uma verdade aqui neste vídeo, que existe uma uma divisão de papéis e de ênfases na vida das pessoas. A maldição que foi colocada sobre sobre Adão era uma maldição mesmo voltada para o trabalho. A maldição que é colocada sobre a mulher é uma maldição voltada pra fecundidade. Agora, para Adão, o trabalho seria difícil. Ele ia ter que suar a testa para ter o que comer. A mulher agora ia ter dores para poder parir. Ah, porque fala da ênfase principal de atuação familiar dos dois. O homem trabalha no campo, a mulher trabalha na domesticidade. O homem traz de fora para dentro, a mulher trabalha naquilo que está dentro. É a ênfase principal ali de ambos. Isso tá certo? Mas eu não gosto desse finalzinho, tá ligado? Não gosto desse finalzinho de que, ah, eu queria era era fazer bola tarde, ser mandada pelo marido, não sei o quê. Ah, ah não. Então você não quer complementarismo bíblico, então você quer vida boa. Você quer vida boa. Você quer ser ser sustentada por alguém, entendeu? Quer viver uma vida boa. Ei, complementarismo bíblico não é isso não, tá? Provérbio 31 tem uma mulher que rala, rala, cuida de casa, trabalha, trabalha na vida doméstica, trabalha conseguindo lucro, comprando coisas e vendendo coisas para dar lucro para casa, faz a roupa dos filhos de noite lá com a lamparina acesa para ser uma esposa presente na vida familiar e e sexual. É, é uma mulher que tá trabalhando e se desgastando. Essa ideia de que a visão bíblica sobre família é um homem que sai para trabalhar duro e ganhar o mundo e não sei o quê. E a mulher que fica fazendo bolo em casa e dormindo de tarde, depois da novela, isso não é bíblico não, tá? Isso não é bíblico não. Isso não é teologia bíblica, não. Parem com essa conversinha de que de que o modelo bíblico de família é esposa troféu, entendeu? Isso não existe. Não existe. O modelo bíblico de família é um homem ou mulher onde ambos trabalham, ambos se dedicam, ambos se cansam, ambos suam a camisa, mas de formas diferentes. Essa descrição de que eu quero ficar sendo mandado pelo marido fazendo bolo de tarde, isso não é uma descrição bíblica de casamento, não é uma descrição bíblica de família. Então não, aí você não culpa o feminismo, é a sua preguiça. Aí você é preguiçosa. Claro que é um vídeo de humor, quando tô dizendo que essa mulher é preguiçosa. Tô aqui. Esse personagem que ela está montando, que não é ela, não é ela, não é essa pessoa, mas essa personagem que ela tá montando aqui meio humoristicamente, não é um personagem que representa, nem acho que ela, não sei nem se ela é crente nem nada, só mandar para mim, mas não representa aquilo que a gente acredita sobre família. É bom dizer isso porque muitos acham que é isso, acham que modelo bíblico de família é isso aí, certo? Não é. Não caiam nesta esparrela que isso está errado. Lá no meu livro Igrejas que calam mulheres tem um capítulo inteiro sobre trabalho. Vale a pena vocês darem uma olhada lá se vocês quiserem. E eu vou dizer, tá? Dependendo da quantidade de filhos que você tenha, vou deixa eu vou quero complexicar isso aqui agora. Agora me pegou isso aqui. Ah, eu falo lá no capítulo que eu indiquei, eu falo, falo mais sobre isso, né? Ah, com mais detalhe. Vamos dizer o seguinte, ó. Você é uma jovem recém-casada, que não tem filhos? Eu vou dizer: "Você vai fazer o que da sua vida? Vai ficar em casa fazendo bolo mesmo?" É isso aí. Você acredita que Deus te fez desde a eternidade? te de uma alma, uma consciência, dons e talentos para você gastar a sua vida inteira acordando tarde e comendo bolo. Sabe bolo na padaria três 50 ali, tem um bolo formigueiro, você compra ali um bolinho barato, dá para comprar uma torta muito legal da padaria com dinheiro do salário do seu marido. É, é, é isso. Sua vida é isso. Resume. É isso. Você acha que é essa dignidade que Deus lhe deu? Resumir, sua vida foi um bolinho, entendeu? Eu não tô falando da da domesticidade de forma geral. Se Deus lhe deu um chamado para domesticidade, principalmente, irmão, é se dedicar a isso como um emprego. É se dedicar a isso como um serviço, como uma profissão, como um trabalho. Se você não tem filhos para criar, vou falar aqui com muita tranquilidade, tá? Você não tem que ficar indo pegar água no poço porque você tem água encanada. Você não tem que ir pro rio lavar suas roupas. Minha mãe teve que lavar roupa em rio. Você não tá lavando roupa em rio que você tem máquina de lavar louça, tem um tanquinho pelo menos. Você não tem que catar lenha e então fazer uma um fugareiro, porque você tem gás na sua casa com fogão. Você não tem que ficar dando jeito de salgar a carne para não estragar e tal, porque você tem geladeira. Você não precisa fazer a roupa do seus filhos, do seu marido e pegar o que não precisa nada disso. Você vai na na Shopee, vai na Shen e compra as coisas. Vou falar as facilidades do mundo moderno tornaram a vida doméstica muito mais fácil, muit, vou repetir, muito mais fácil. E olha que a cultura brasileira é uma cultura anormal do que diz respeito à domesticidade. A quantidade de vezes que mulheres brasileiras lavam casa, lavam banheiro, lavam tudo, limpam tudo, tiram po de tudo, meu irmão, é anormal, tá? Vá pr os Estados Unidos, vai perceber que é uma loucura o modo como as mulheres no Brasil se dedicam à limpeza doméstica. Então, se se você se a gente sair do contexto brasileiro e ir para outro tipo de contexto, meu irmão, você é uma, se você é uma mulher recém casada, sem filhos, vou falar aqui, ó, vou falar aqui e você talvez seja odiado, certo? Talvez seja diado, mas vou dizer aqui, se você é uma mulher jovem, recém-cada, sem filhos, vou cuidar só da minha casa, você não tem o que fazer, minha filha. Entendeu? Se você tem gás, você tem gás, geladeira, máquina de lavar, você tem a roupa de duas pessoas para lavar, você tem uma casa para duas pessoas para limpar, você tem comida para duas pessoas para fazer. Me irmão, compare com 8 horas de trabalho, você estará desocupado na sua vida. Desculpa aí se eu ofendo os corações, a galera mais doméstica. Nasceu o primeiro menino, muda tudo. Muda tudo. Nasceu o primeiro menino, muda tudo. Que agora você tem uma vida para cuidar. E aí, meu irmão, é outro trabalho, certo? Por isso que normalmente mulheres que casam, né? Hoje em dia é muito comum, não é? Um casal recém- casado vai ter os dois trabalhando fora. Quando é que a mulher vai parar de trabalhar fora? Quando ela engravida, quando ela tá tentando engravidar. E aí normalmente, normalmente quando a família pode e tem condições, e é o ideal mesmo, a mulher para de trabalhar fora, passa a focar em casa. Agora esses meninos crescem, tá? Em algum momento eles crescem, vai ter dois, três, quatro, cinco, sei se lá quantos filhos, um dia eles vão crescer. Aí você vai fazer o que da sua vida também? Seu marido vai sair cedo para trabalhar, vai voltar à tarde para trabalhar, vai acordar à tarde e fazer bolo e ser mandado pelo marido. É isso. É, é para isso que te fez, não é? Sei não. Ah, eu acho essa uma visão pouquíssimo bíblica. Agora assim, é muito complicado porque o contexto de trabalho moderno é diferente do contexto de trabalho do mundo bíblico, porque antes você trabalhava próximo de casa, né? Todo o trabalho se dava em casa, nos arredores de casa. Os filhos participavam do trabalho com os pais, não é? A mulher podia ver o marido no trabalho quando quisesse, porque o trabalho era muito feito no campo, não era muito trabalho no campo. Você não tinha o contexto hoje de uma economia de mercado em que você sai da sua casa, vai para um um escritório, vai ficar lá trancado por 8 horas, depois volta e tudo mais. Antigamente você ia para um campo, seus filhos, a partir do momento que pudessem pegar numa enchada ou sentar no lombo de um jumento, iam estar contigo trabalhando, entendeu? Existia uma presença doméstica muito mais forte, as mulheres trabalhavam muito, não é? Tinha que pegar trigo para fazer pão, tinha que pegar lã para fazer roupa, tinha que pegar lenha para fazer, ia no pegar água no poço. Era uma vida muito mais difícil e isso cobrava um esforço muito maior das mulheres que trabalhavam dentro dessa desse contexto de domesticidade, cuidando principalmente dos filhos e tal. Hoje a gente tem uma estrutura social completamente diferente, completamente diferente. E aí, meu irmão, a gente tem um problema que ou é tudo ou nada, né? É muito difícil as mulheres conseguirem ter um ambiente de trabalho, como havia no mundo bíblico, que elas não trabalhavam tanto tempo, não era um trabalho tão fisicamente desgastante às vezes como trabalho do marido. E elas tinham uma presença doméstica muito mais forte. A mulher de Provérbio 31, ela tá comprando terreno, vendendo terreno e tal, isso não tira ela da presença doméstica dela. Ali tem 8 horas de trabalho por dia, entendeu? Para fazer. O que é muito diferente do contexto moderno. Então, ou a mulher sai para ficar 8 horas fora e aí é uma presença doméstica às vezes deficitária. Aí realmente você arrumar uma casa depois que volta de 8 horas de trabalho é muito difícil, é muito mais cansativo. Se tem filho, vai ter que ficar em creche, ter que ficar em casa de avó, de tia, o que é um cenário absolutamente ruim, mas às vezes é o que sobra, né, para famílias pobres, é o que dá para fazer. Então assim, a vida moderna é muito difícil. Uma coisa que é assim maravilhoso é quando mulheres conseguem trabalhar em casa e às vezes tem um trabalho de meio período, né, que conseguem trabalhar em casa. Nos Estados Unidos é muito comum, né, mães terem trabalhos de meio período, mães cristãs, elas trabalham só pela manhã ou só pela tarde, né? E isso funcionava funciona muito bem em muitas famílias cristãs, muito conservadoras tradicionais lá lá nas Américas do Norte, né? Então assim, a sociedade de mercado atual gera novas complexidades e aí a gente tem que conseguir adaptar os princípios bíblicos a essa essa realidade diferente do mundo agrário, do mundo bíblico, né, dos tempos bíblicos. Então essa essa essa transposição é muito importante ser feita. Eu tento fazê-la com cuidado lá no igrejas que calam [música] mulheres. Agora assim, eu acho acho muito legal as mulheres que eu conheço, que são mães, né, que possuem empregos ou de meio período, o que é muito melor, o que é muito bom para elas, o que é muito bom para elas, ou então trabalham de casa, né? Eu tenho amigas que trabalham de casa e aí conseguem se organizar com o marido e tal, trabalham às vezes no contraturno que o marido chega e aí ela consegue complementar a renda da família, às vezes tem uma ajuda ali, às vezes é o horário que as crianças estão na escola e aí funciona muito bem dentro da estrutura doméstica deles esse tipo de situação quando a esposa às vezes a trabalhar. E trabalhar não é só ganhar dinheiro, né? Trabalhar também é servir a sociedade, construir alguma coisa boa pro mundo. Quando homens trabalham em casa também, eu acho isso maravilhoso, né? Eu eu trabalho muito em casa hoje com doutorado, mais ainda que eu quase não saio para fazer coisa da igreja mais. Dou aceliliamento aqui, é acular. A igreja permite que eu esteja focado na nas coisas do doutorado. Então fico lendo, escrevendo o dia todo, mas eu tô sempre por perto da família. Eu gosto gosto muito disso. Trabalhar de casa é um privilégio. E existem muitas formas de você conseguir trabalhar de casa. Uma delas é aprendendo a programar em Python. Sabia disso? Eu tenho muitos amigos programadores que trabalham na própria casa. E #treinamento, talvez seja o melhor caminho para você aprender a trabalhar do seu lar. Quem sabe na jornada Python você consegue abrir essa porta. A jornada Python da #Tinamentos é um evento de 4 dias, onde ao longo de quatro aulas você vai poder construir quatro projetos completos em Python para aprender a como usar Python e se destacar no mercado de trabalho. Python é atualmente uma das linguagens de programação mais usada, é valorizada por empresas no mundo inteiro e pode ser aplicado a qualquer área. Esse é um evento gratuito. Você não é menino, você não é menino. Você sabe que a #rinamentos quer te vender alguma coisa. Eles querem que você compre os cursos, obviamente, mas qual é a melhor forma deles te convencerem a comprar os cursos, senão lhe dando um conteúdo de qualidade gratuitamente? Então, ó, é um ganha ganha, eles te dão uma aula gratuita, você aprende de graça. Se você quiser mais, você vai pro curso. Se você achar que é o bastante para você, você não perdeu nada, só adquire o conhecimento de graça. Olha que maravilha. E é um evento sem nenhum pré-requisito, porque todos os projetos vão ser construídos do zero passo a passo, linha a linha de código, tudo explicado de forma muito didática. São projetos nas áreas mais valorizadas do mercado, como automação de tarefas, análise de dados e até chatbot com inteligência artificial em tempo real. Inclusive, tem apostila completa com suporte a dúvidas e certificado de participação. Se você quer aprender a programar e conseguir crescer na sua carreira e quem sabe trabalhar de casa, a próxima edição vai acontecer dos dias 4 a 7 de maio, tá bem aí. E qualquer pessoa pode participar, independente do seu nível atual de conhecimento. Você só tem que garantir uma vaga no site oficial. E para isso basta acessar o link na descrição ou escanear o QRcode que tá aí na tela. Vai aqui na descrição, eu pego esse celular, ó, aponto aqui no QRcode que tá tá em algum lugar aí, Gabriel. Tá aqui o QRcode, tá aqui, tá aqui o QR code. Tá aqui o QR code. Tá aqui, tá aqui o QR code, tá? Tá aqui o QR code. Tá aqui. Tá aqui, tá aqui o QRode. Pronto, acertei. Vai lá no QR code e aproveita que #treinamentos é uma parceiraça aqui do nosso canal. Vocês têm adorado participar dos treinamentos, me dado excelentes feedbacks. Eu fico muito feliz de divulgar uma empresa tão reconhecida e que vocês têm gostado tanto. Python é na #reinamentos, link é na descrição ou no K aqui na tela. >> Curiosidades bíblicas em outros idiomãas. Vamos ver. >> Curiosidades bíblicas em outros idiomas. Você sabia que existe um povo que não pode amar a Deus de todo coração? Em Papua [música] Nova Guiné existe um povo que não entende que o coração seja o centro das emoções e o [música] centro das decisões. >> Se eu te disser que nem na Bíblia é sempre quando a Bíblia fala que, ah, amo de todo o coração, o coração, na verdade literalmente no grego você vai encontrar as tripas, o o o ventre, não é? O o busho. Quando Paulo diz que tá enviando para Fileon Onésimo, nas nossas Bíblias, em português diz: "Eu envio o meu coração", né? Na verdade, ele tá ele diz: "Envio as entranhas". Porque na cultura grega a sede das emoções não era o peito, a sede das emoções era o bucho. Isso é bem legal nas traduções que a gente tem da da escritura. >> Assim, quando os missionários chegaram lá e disseram: "Ame o Senhor de todo seu coração", [música] eles não conseguiram entender o significado daquilo? Então, os tradutores tiveram que achar um equivalente que demonstrasse a mesma intimidade [música] e afeição que o coração tem para nós. E ali, naquela cultura, foi encontrado o fígado. Para eles, o fígado era o centro das emoções e das afeições de [música] alguém. Assim, o versículo foi reescrito para Ameo. Legal, né? >> Acho legal. Acho legal. Acho acho acho isso muito divertido. Com certeza foi só a tradução da volta aí. Foi. Bora pra próxima. Será que o verdadeiro idólatra não é o católico, mas o protestante que acaba adorando a si mesmo. Hum. Vamos ver. >> Eu costumo só me confessar com Deus. Eu não tenho que ficar >> porque você é um idólatra. Porque você não compreendeu que Cristo deixou a igreja visível como intermédio entre o espiritual e o material. E você, sendo um idólatra acha que você está no lugar de Deus. Eu confesso diretamente com Deus, você é um idólatra, além de ser um grande egoísta, você acha que confessa diante de Deus quando na verdade você é apenas um egoísta que não sabe controlar o seu ego a ponto de achar que tem merecimento suficiente para chegar direto a Deus, você e ele, tete a tete. >> Caraca, que heresiada. Ele acha, o cara acha que porque a gente vai direto a Deus é por merecimento e não por Cristo. Ei, meu patrão, meu patrão. Ô, ô, caraca, vem um católico chamando alguém de idólatra é muito doido, viu? É muito legal. A gente chega diretamente a Deus, não é porque a gente é bonzão, não é porque a gente tem merecimento, porque a lógica do catolicismo romano é uma lógica de merecimento. Terrível, né? É porque Cristo mereceu. E é pelos méritos de Cristo que a gente se aproxima de Deus. A gente vai diretamente a Deus no sentido que por meio de Jesus a gente tem acesso ao Pai, porque Jesus é o caminho, a verdade, a vida. Ele é o único intermediário entre Deus e homem. Escute, escute, padrezinho. Você não ouviu Paulo direito. O único intermediário entre Deus e os homens não é a igreja, é Jesus. Certo? O intermediário entre Deus e os homens não é a igreja, é Jesus. Jesus é a única ligação entre os homens e Deus. O que é a igreja? É o ajuntamento desses homens encontrando em Jesus o caminho pro Pai. Vai lá, lava a boca com sabão antes de chamar qualquer um de dólar, viu, meu patrão? Que vergonha. Mandaram aqui que mais um. Esse é do veio do Twitter, agora vem aqui mais um do Twitter. É aqui de uma igreja cristã, né? Igreja Geleade Tibau, Congregação da Gelead Russas. Aí o Bruno Barreto, que é um jornalista de Mossoró, comentou o seguinte: "Só quem leu o livro ou assistiu a série O conto da Aia sabe a gravidade dessa imagem". Ai meu senhor Deus, os caras tão doidão, gente. Olha, tá aqui top comentários malucos que eu já vi na internet, viu? O cara realmente acredita, o cara realmente acredita que o nome da igrecia é Gileadia, porque no livro O conto da Aia há uma teocracia cristã que parece muito mais com o islamismo do que com o cristianismo, mas vamos lá. E um e eles chamam de Gileade, aquele país, né? Aí veja só, o nome é Gileade porque é o nome bíblico, tá? Gileade é o nome bíblico muito conhecido, tem denominação chamada Gileades desde antes de existir o conto da Aia. Eu tenho o conto da Aia. Tá bem aqui, ó. E ali o conto da Aia. Tem os dois livros. Contra da Aia e o e a sequência. Cara, agora que você cantar há um bálsamo em gileade. Ai, meu senhor amado. Caramba, gente. Gilead foi filho de Maquir, neto de Manassés, bisneto de José. Gileade também é o nome do pai de Jefité, tá na Bíblia. A mulher criou lá a teocracia Geleade porque pegou o termo bíblico. Existem várias igrejas chamad Geleade no mundo. Não é o contrário, não. Não é que essa é a igreja teocrata da do conto da Aia, não. Tá bom, Bruno Barreto. Vamos se informar mais. Você quer ser jornalista? Vamos fazer um trabalho melhor. Não é trabalho de jornalista não, gente. Pelo amor de Jesus Cristo. É um desconhecimento do mundo evangélico tão grande, cara, que sabe, o diálogo é quase impossível, cara. O diálogo é quase impossível nesse nível de desconhecimento, de desinformação do mundo evangélico, viu? Puxa, vamos, vamos não saber das coisas assim. Ai, ai, próxima. Bora pra próxima. Eita, mandaram agora aqui do Nick Morete. Vamos ver, vamos ver o que vem aqui. Vamos ver o que que deu, deu ser pra gente hoje aqui. >> Paulo tá olhando para Corinthians falando assim: "Meu irmão, eu espero que você seja maromba. Não, no corpo, no espírito. Não é um body builder, é um spiritual builder. É aqui, ó, no supino do espírito. Ora mais uma, ora [música] mais duas. >> Ele falou supino do espírito e mete uma remada curvada unilateral. Supino do espírito seria para malhar peito espiritual. Que ele tá tentando malhar as costas, que é a lateral das costas unilateral ainda. Tá, mas aqui é um preciosismo na minha parte. [risadas] Com põ Jesus na Grof aí para vocês aí do time maromba. É, desculpa aí. Nada a ver. Tem nada a ver. Nada a ver. Aqui tô me tô me passando, entendeu? Eu tô me passando completamente. Tem nada a ver aqui, nenhuma necessidade de corrigir isso, entendeu? Aí o pessoal me zoa, aí pode me zoar, aí o pessoal fica pensando: "Iago pega no pé". Entendeu? Sou um ridículo. Sou um ridículo. Sou um canalha de ficar pegando no pé com no pobo da ilustração do cara. Nada a ver. Nada a ver. Vamos lá aqui. >> Hum. Hora mais quatro. Hora da dieta. Qual é a dieta? [música] Não vou comer nada porque estou em jejum. Meu irmão, eu vim de uma época quando eu era adolescente que a gente jejuava 180, 200 dias no ano. Se você tem menos de 25, posso rasgar com você? Você me permite? Vou dizer, tá? Jejuar tudo isso por ano é uma busca espiritual muito intensa. Não é normal. Repeti, não é normal, tá? É uma busca espiritual muito intensa. O jejum na escritura não aparece como uma coisa normal. O jejum está atrelado a momentos particulares e especiais de luto, certo? De lamento ou de busca espiritual. E é aquela coisa, a gente banalizou muito o jejum, né? Jejum é uma parada que você faz aqui aculará e tal. Aí você faz jejum enquanto trabalha, faz jejum. Na escritura, o jejum sempre esteve esteve atrelado à oração. Não existe jejuar sem orar. na escritura, certo? Então, o que era jejuar? Era um período de oração. Quando Jesus ia jejuar 40 dias, Jesus não tava andando com os amigos. Jesus estava no deserto orando e jejuando. Então, quando o Nick Moret diz que passava, a gente ficava 180 dias por ano jejuando, ele tá me dizendo que 180 dias por ano ele tava em oração e jejum, certo? Essa ideia estranha de eu vou jejuar e vou pro trabalho, eu vou jejuar e vou pra escola, eu vou jejuar e vou sair com os amigos, isso é esquisito dentro da teologia bíblica. O normal é eu vou jejuar e eu estarei orando enquanto jejumo. Quando eu termino esse tempo de consagração, de leitura de jejum, aí eu termino o meu jejum assim que eu termino meu tempo de oração, tá? Eu acho muito que esquisita essa coisa meu neopentecostal, aqui não é uma prática neopentecostal, né? É muito comum em muitos ambientes, né? De um jejum que você pratica no no dia a dia normal. Para mim isso é muito estranho, tá? Tem um vídeo inteiro aqui no canal sobre jejum. Você pode ir lá, você tem uma teologia do jejum discutindo melhor isso aí se você quiser. >> Não me permitiu muito não. Você me permite sim ou não? Você me permite, bispo? Então vou embora. Meu irmão, você tá com menos de 25 anos já era para você ter desmaiado pelo menos uma vez, João. >> Como é, mano? Primeiro que olha, eu eu acho que eu já li a minha Bíblia algumas vezes na vida, sabe? Já li ela inteira várias vezes. Eu nunca vi em nenhum lugar da escritura que a gente deveria desmaiar jejuando, certo? Que a gente deveria, quer dizer, que a gente deveria desmaiar jejuando. Não tá na Bíblia, em canto nenhum. Em segundo lugar, será que deveria? Será que isso é uma coisa boa? Será que jejuar até desmaiar é uma coisa que Deus espera da gente? Eu não acho que Deus espera da gente, que a gente jejue até desmaiar. Eu acho que desmaio por jejum não é uma disciplina espiritual, tá? Não é disciplina. Quando que a gente disser assim, ó, irmãos, quer falar, posso? Você me permite vocês aí, Gabriel Tuller, você me permite? Você me permite? Fala aqui, ó. Tem menos de 25 anos, você já tinha que ter sangrado já teu joelho orando já. Tem menos de 25 anos, tinha que ter apanhado na rua evangelizando já. Por que que não apanhou na rua? Assim, Deus quer que você saja um joelho sangrando. Se Deus quer que você apanhe na rua necessariamente, você desmaiou porque passou dos limites no jejum, ok, acontece, foi um erro, foi um vacilo. Você deveria ter parado de jejuar antes de desmaiar, entendeu? Desmaiou, foi um vacilo, mas você deveria, cara, sei não, viu? É, é tratar a vida espiritual como fosse um tipo de catolicismo romano, como é que é? Alto, alto flagelo. É isso. É alto flagelo espiritual. Estranho, viu? Não acho que essa é academia do Espírito do Espírito Santo, não. >> Eu tô falando sério. Você não tem nada para fazer com menos de 25. Jejua. >> Uma pergunta. Por quê? Por quê? Por quê? Por >> meu irmão, você não tem nada para fazer com menos de 25. Aí quando a gente diz por aí que o Dunamis, que o pessoal descende é neopentecostalismo playboy, eles ficam chateados quando a gente diz que é uma religião baseada na experiência dopaminérgica de Mauricinho, certo? Como canta nosso querido Ordonei, Ordonai, não sei nem como pronuncia. Vários pastores [música] milionários comprando jatos, tirando dinheiro de fi otário. Lá vem a Dunamis mais uma vez enchendo estáos rol de playbário. >> É rolê de playboy travestido de missionário, entendeu? O cara viio me dizer num país igual o Brasil que com menos de 25 anos você não tem nada para fazer. Meu patrão, eu comecei a trabalhar com 16. Com 16 anos eu tava colocando dinheiro dentro de casa. Com 16 anos eu ajudava a pagar a conta de luz de internet da minha casa, entendeu? Com 16 anos eu ajudava a pagar a conta de luz. Com 16 anos ajudava a pagar internet. Com 18 anos eu tava pagando dívida dos meus pais, entendeu? Com 18 anos, 18 anos eu fiz 18 anos. Dia 1 de junho. No fim de junho, eu ajudei meu pai a pagar uma dívida grande que ele tinha, entendeu? Trabalhando feito um condenado para ajudar a minha família. Aí um caba re me dizer com o microfone na mão que com 25 anos você não tem nada para fazer. Num país igual ao Brasil, meu patrão. Na minha igreja, pelo amor de Deus. A negada com 18 anos já tem carteira profissional. O negada com 18 anos já é tudo trabalhando, tudo na feira, tudo dando um jeito para viver. Deu 18 anos, a galera tá trabalhando, meu irmão, até com 25 anos, meu irmão, tem negada com 7 anos de experiência na minha na minha igreja. Pô, você vi me dizer que com 25 anos você não tem 7 anos de experiência profissional, você não tem pelo menos no meu irmão, a maioria tem 9 anos de experiência profissional. É porque é sem carteira assinada. E aí você vem, ah, meu irmão, mas que papim de playboy, hein? Falar que papim de de mauricinho da fé, viu? Você é muito doido, cara. Porque sabe qual é a parada? É o meu problema com legendários. Au auor, a [música] honra, a unidade legendário. >> Tenho vários problemas teológicos com legendários, mas eu tenho um problema social com legendários. É que legendários é rolê para quem nunca teve problema na vida, entendeu? Nunca teve problema na vida. Os caras tem que ir na montanha para achar masculinidade. Meu irmão, se você tivesse que passar um ano pegando a Topique 05 para ir, sair da Itaoca, faz 20 segundos de caminhada para parada de ônibus, aí pega topic 05, aí você fica 1 hora 20 na 05, aí você vai lá pras cas pras cajazeiras, entendeu? Você vai lá pr pra Sabiaguaba aí você vai lá, trabalha feito um cão o dia todinho, aí quando dá 6 da tarde, 6:30 vai pegar 05 também, mas 1 hora20, aí você chega em casa tarde cansado para repetir no outro dia do mesmo jeito, entendeu? Aí meu irmão, quando alguém vi negócio, aí vamos legendário ficar na montanha apanhando lá, aí você manda o cara catar coquinho, entendeu? Que eu quero de acho disso na minha vida, meu irmão. Quando eu escuto o esses caras do descend porque com 25 anos você não tem nada para fazer. Eu acho isso uma humilhação, uma pessoa dizer uma coisa dessa no microfone, entendeu? É, é. Olha, sei não, viu? Vocês vees que vocês vees que que gostam desse aí, vocês merecem também. Vocês merecem isso aí. Vocês merecem. Vocês devem ser tudo mã de mauricin também. Papai e mamãe deram tudo na boquinha de vocês. Só, só pode ser que você aceitar um caba subindo um públito para exerc até 25 anos você não tem nada para fazer. Tá meu irmão, desculpa aí. E mesmo quem não é pobre lascado, desculpa nós aqui. Vem cá, vem cá, vem cá, vem cá aqui no cantinho aqui. Mesmo você não é pobre lascado, porque eu falo num contexto de quem vem de de muita pobreza, pastorei no lugar pobre. Mesmo que não, nasci em bercinho de ouro. Uh, tudo me foi dado. Não é de mão beijada. Você tinha que est maluco, estudando numa faculdade, aprendendo o terceiro idioma, tá ligado? Aprendendo a administrar as empresinas do seu pai, fazendo um curso numa universidade, cara, estudando nos Estados Unidos. Você tinha que estar fazendo uma parada grande com a sua vida. Se Deus lhe deu, se Deus lhe deu a bênção, você é uma pessoa que que recebeu beço de ouro com oportunidade, meu irmão, eu cheguei onde eu cheguei, minha mãe vendendo Natura, entendeu? Meu pai é jardineiro. Eu eu cheguei onde eu cheguei com o meu esforço, meu trabalho, muita graça do Senhor. Se tu nasceu acho de um beço de ouro, com plano de saúde, com comida boa na mesa, com passeio, com carro, com com casa boa, num bairro que não estão matando ninguém na tua porta, entendeu? Porque eu cresci com gente esfaqueada na porta da minha casa. Se tu cresceu num lugar de boa, irmão, tu tem a obrigação, seu caba safado, entendeu? De est usando a tua vida para uma coisa maior, para fazer coisas grandes, entendeu? Porque Deus te deu oportunidade, você tem que usar isso paraa glória de Deus. Então você não tinha que est, ah, porque eu não tenho nada para fazer com 25 anos. Até você não veio da miséria, você tinha que estar fazendo alguma coisa com 25 anos, entendeu? Eu não sei que decho de vida é essa que esse pessoal tá tá vivendo aí com 25 anos nada para fazer. Que loucura. Ah, não, pastor, mas eu quero ser missionário. Eu eu eu quero ser pastor de igreja. É beleza. Aí você tá também gastando seu tempo, mas você tem que est num tipo de serviço de vida pra igreja anormal mesmo. Mas vim com esse papo de ah meu irmão, qual é? Com 25 anos eu tava tendo filho, pô. Com 25 anos eu estava casada há 4 anos. Com 25 anos eu tava terminando, tava no no meu mestrado em teologia, eu tava terminando minha pós-graduação. Então eu tava fazendo pós-mestrado ao mesmo tempo. Tava para ter meu meu meu meu meu primeiro filho, tava pastoreando igreja já há há 3 anos com 25 anos. Mas que diabo de conversa estranha é essa aí, meu irmão. Com 25 anos eu já trabalhava há 9 anos, entendeu? Eu não sei não que que mundo é esse que esse povo vive não. >> Mas jejua meu irmão, com desespero pela presença, meu irmão. Pelo amor de Deus. Tem gente que falou assim: "Eu tô fazendo um jejum de coca". Sabe Nick, mano, meu, esse jejum 21 dias sem Instagram. Tá maluco, eu tô ficando louco, Nick. Nesse jejum, eu vou eu vou vou pegar pesado. Tirei carne vermelha sem churras. Tá maluco, meu irmão. Posso fazer um conselho? 2026. Vai jejuar na água. Jejua no líquido, caldo, sopa e suco. Vai fazer um Daniel Mas um Daniel de verdade não vai comer batata frita do MEC, pelo amor de Deus. Que tem uns filhos tem fator em Daniel aparece com uma batata frita do mec, fala assim: "Capa Babilônia não era fácil assim não, irmão. Vai num Daniel de verdade. É, é legume, fruta e poucas, porque senão a gente tá começando a entrar num lugar perigoso, igreja. Nós cantamos músicas de avivamento que nós nem acreditamos. Nós fazemos orações que nós não acreditamos. >> É jejum, não é isso não, gente. Não é assim que faz jejum, tá? Não é isso, tá bom? Jejum não é não é magia, sabe? Jejum não é não é isso não, cara. Jejum é um momento especial de contrição e de procura pelo Senhor que você vai ter em um período específico da sua vida, em momentos específicos que você vai jejuar enquanto ora. Aí você pode passar o dia inteiro orando em busca a Deus por uma causa, batendo na porta, pedindo crescimento espiritual. Show de bola. Mas o jejum não é um tipo, não é, não é a sala do templo do Dragon Ball Z, entendeu? A fé não é um ki quantitá que você sabe, não é um que, não é, não é um chakra, entendeu? A fé é uma confiança no Senhor. O poder espiritual, o crescimento espiritual é descrito na escritura como um exercício na santidade, em que você pela vida e pela experiência sabe diferir o certo do errado. E você, sabe, vence os pecados e cria um caráter sóbrio, não é? Não é esse negócio meio meio super Saadin, meu Dragon Ball, meio meu desenho, entendeu? Parece cor de desenho animado isso aqui, pô. Parece cor de desenho animado. Não parece parece parece cor de de Bíblia. Parece um tipo de fé muito mais baseado em, sabe, em desenho japonês do que, sabe, isso é cor de otaco, né? Cor de crente. Estranho demais para mim. Bom, este é o teor do Twitter de hoje. Se você quer aprender Python, vai na #trinamentos aqui na descrição. E não deixa de se inscrever no canal e assinar as notificações para ficar sabendo sempre que houver vídeo novo. cheiro no seu cangote e até a próxima.