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A fé vem pelo ouvir

Celebração Especial de Páscoa – 05/04/2026 | Luiz Sayão | IBNU

Celebração Especial de Páscoa – 05/04/2026 | Luiz Sayão | IBNU

Celebração Especial de Páscoa – 05/04/2026 | Luiz Sayão | IBNU

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Legendas automáticas:

[música]
Páscoa, ressurreição.
Assim estavam os israelitas correndo
apressadamente,
fugindo do Egito na época da primeira
Páscoa. E eu preciso ver aqui, será que
esse pão tem fermento? Hum.
Tá cheio de fermento na grande ocasião
da libertação de Israel, quando a lei
foi dada. Vamos entender um pouquinho
mais sobre a tão extraordinária Páscoa.
O que que é a Páscoa? É interessante ver
na Bíblia que a gente canta, né?
Coelhinho da Páscoa que trazes para mim.
Mas na verdade é cordeirinho da Páscoa
que ensinas a mim o que que a gente
aprende. A gente descobre que esse povo
israelita escravo no Egito, vai ser
libertado pelo grande Deus. E aí nós
temos a identidade desse povo que
consegue descobrir quem é. é um povo com
em aliança [música]
com o Deus todo- poderoso, Senhor do
universo, que nessa libertação descobre
[música] a sua identidade que vai dar
condição de toda a sua caminhada
na história. E é interessante porque a
gente sempre entende diferente, né? Veja
que Deus define a identidade do povo e
lhes dá liberdade, libertação, sem
exigir nada em troca, pela graça, pela
bondade, pela ação da sua mão
libertadora. E depois disso, Deus lhes
dá a sua lei, as diretrizes, como é que
a gente pode caminhar numa vida que seja
abençoada e extraordinária. E quando a
gente caminha e vamos depressa lá na
frente, nós vamos descobrir que no Novo
Testamento, na nova aliança, com a
chegada do Messias Jesus, nós
descobrimos a nova Páscoa. E essa nova
Páscoa, lembrando da Páscoa antiga, é a
Páscoa 2.0.
É uma re, um realinhamento, uma retomada
dessa Páscoa. Jesus [música] diz: "Olha,
assim como houve a Páscoa, eles estavam
comemorando essa pessar, essa lembrança
especial. E ele então inicia
a o elemento prático dessa nova aliança,
dizendo: "Vocês agora quando tomam do
pão e do vinho vão estar lembrando da
grande libertação. Libertação
pro futuro que eu dou para vocês." E
eles ganham a sua identidade na nova
aliança. E aí a gente vai ver que a
Páscoa respondeu muitas perguntas sobre
opressão, identidade,
vida, liberdade. [música] Mas as
perguntas vão mais além. Os dramas da
vida não se restringe o que acontece
aqui. [música] O problema é que
acontecerá depois da morte. A morte é o
fim de todo discurso, é o desfecho de
toda inquietação e discussão. Por isso é
interessante ver que na nova Páscoa,
na Páscoa que tem identidade e
libertação, é a Páscoa da ressurreição,
a Páscoa que fala do futuro. Por isso,
nós celebramos com grande alegria, agora
com a mesma [música] pressa que os
discípulos correram para o túbulo para
descobrir que ele estava vazio, porque a
ressurreição é garantia do futuro. É
saber que nas mãos do Deus que salva,
nós estamos totalmente seguros. Feliz
Páscoa. Deus abençoe você.
>> [música]
>> Seja muito bem-vindo a mais uma
celebração online IBNU. Você é nosso
convidado a prestar bastante [música]
atenção na mensagem que será ministrada
hoje aqui. Também cantar conosco
louvores ao nosso Deus, [música]
conhecer um pouco dos projetos que a
IBNU tem apoiado aqui no Brasil em
vários lugares do mundo, [música] e
também colocar os seus pedidos diante
dele, ouvir uma palavra de gratidão
[música] a respeito do que Deus tem
feito na vida das pessoas. E por isso eu
queria te convidar a ser nosso parceiro
nesse momento. Pega esse link aqui,
divulgue nos seus grupos [música] do
WhatsApp, divulgue para os seus amigos.
Se você tá com a sua família na sua
casa, chama todo mundo para estar junto
aqui. Vamos louvar e [música] adorar ao
nosso Deus hoje.
>> [música]
[música]
>> Te adoramos.
Nos volamos [música]
a ti,
a ti, Senhor. [música][canto]
A esperança [música]
[canto] vai surgir
em ti,
[música]
em teu amor.
[música]
Pois quando vemos, temos força [canto]
para viver.
Nossos [música]
medos são levados
por sua [música] mão. [canto]
Por sua mão.
[música]
Hosana.
Hosana. [música]
Tu és o Deus que salva, [música]
digno de todo louvor.
[música]
Hosana,
hosana.
[música]
Seja bem-vindo
aqui.
Queremos ver o teu [música] agir.
Nossos
corações [canto]
se rompam [música]
a ti,
a ti, Senhor,
[música]
no teu reino,
como
tudo [música]
se faz.
Sim, se refaz.
Pois quando temos, [música]
temos força para viver.
[música]
Nossos medos são levados [canto]
por sua mão. [música]
Por sua mão.
Hosana. [música]
Hosana. [canto]
Tu és o Deus que [música][canto] salva,
digno de todo
louvor.
Hosana,
[música][canto]
hosana.
[música]
Seja bem-vindo
aqui.
agir. [música]
[música]
Hosana.
[música]
Tu és o Deus que salva, [canto]
digno de todo louvor. [música]
Hosana,
hosana. [música]
[canto]
Seja bem-vindo
aqui.
Queremos ver [música]
o teu agir.
[música]
Pois quando vemos, temos força [canto]
para viver.
[música]
Nossos medos são levados [canto]
[música] por sua mão. Por sua mão.
Hosana.
[música]
Tu és um Deus que [canto] salva,
[música] digno de todo louvor.
Hosana,
[música]
hosana.
[música][canto]
Seja bem-vindo
aqui.
Queremos ver o teu agir. [música]
Hosana,
hosana,
[canto]
hosana. [música]
Hosana. [música]
[música]
H.
>> [música]
>> Antes da cruz estava [canto]
condenado,
eu carregava [música]
o peso do pecado.
Até que Deus [música][canto]
me concedeu
a chance de ser regenerado.
[música][canto] Antes da cruz estava
separado,
[música]
o vé [canto] ainda não tinha se rasgado.
De um lado [canto] eu,
do outro [música] Deus.
Mas pela [canto] cruz
fomos [música] aproximados.
Depois da [canto] cruz
do Salvador,
[música] mudou a história [canto]
de um pecador. [música]
Quem era eu [canto]
de Deus, [música]
mas pela graça
salvação concedeu
depois da cruz
do Salvador. [música]
Os sonhos mortos de um sonhador
[canto][música]
que era eu,
longe [música][canto] de Deus,
mas pelo seu favor meus sonhos reviver.
[música]
>> [música]
[música]
>> Antes [música] da cruz estava condenado,
eu carregava [música][canto]
o peso do pecado.
Até que Deus
me [música][canto] concedeu
a chance de ser regenerado.
Antes da cruz estava [música][canto]
separado.
O vé ainda não tinha [canto][música] se
rasgado.
De um lado eu,
do outro [canto] Deus. [música]
Mas pela cruz
fomos aproximados.
Depois a cruz
do Salvador [música][canto]
mudou a história
de um pecador [canto]
que [música] era eu,
longe de Deus,
mas que [música][canto] a graça
salvação concedeu
depois da cruz
salvador.
>> [música]
>> Sonhos mortos de um sonhador
que é [música][canto]
longe de Deus, mas [música] pelo seu
favor.
Quando ele morreu,
eu também [música][canto] morri.
Quando ele reviveu, eu também revivi.
[música]
Oh,
oh.
>> [música]
>> Quando ele venceu, [música]
eu também venci.
Ele sumiu ao céu. [música] Eu também vou
subir.
[música]
Eu vou, eu vou subir.
[música]
Tempo
do Salvador [música]
mudou a história [canto]
de um pecador
que era eu.
Não [música] deus.
Mas pela graça [música] salvação.
[canto]
>> [música]
[música]
>> Agora eu convido você para esse momento
de intercessão.
Vamos colocar [música] diante do Senhor
todas as nossas petições e tudo aquilo
que está no nosso coração.
[música] Pai amado, obrigada por mais
esse momento em comunidade diante da tua
família, Senhor, para que a [música]
gente possa colocar o nosso coração e
tudo aquilo que está nos nossos
pensamentos, na [música] nossa cabeça.
Os dias passam tão rápido, Pai, [música]
e a gente em nenhum momento pode
esquecer de quem é o [música] Senhor e
quem nós somos. para que a gente não
viva cada dia
ao sabor do vento, mas que a gente possa
estar [música] próximo do Senhor a cada
momento. E essa é a minha oração, Pai,
para que todos que estão aqui junto
[música] comigo orando, falando com o
Senhor, que possam lembrar disso,
[música] Senhor, que não é só num
domingo parar para ouvir a palavra, mas
[música] que é viver a palavra a cada
dia, Senhor. Cada um vive uma realidade.
Não [música] sei das questões de
trabalho, das questões de saúde,
das questões familiares.
Sei, Senhor, [música] que cada um vive a
sua luta. E eu coloco diante do Senhor a
vida de todos que [música] estão aqui
junto comigo neste momento de
intercessão, Pai, pedindo para que o
Senhor possa alcançar com a sua mão
[música] forte a vida de cada pessoa,
trazendo toda a paz, aquela que excede
[música] todo o nosso entendimento, para
que pessoas que tenham em suas famílias,
[música] pessoas que ainda não conhecem
ao Senhor, que o Senhor venha alcançar a
vida dessas pessoas, [música]
problemas financeiros, Pai, questões de
saúde, de doenças. [música] Colocamos
tudo diante do Senhor para que o Senhor
dê o direcionamento e faça a sua vontade
e acima de tudo para que o Senhor possa
eh resplandecer a sua glória, [música]
para que a sua glória seja vista através
de todas as situações, mesmo que nós não
entendamos porque nós [música] estamos
passando por determinada situação, mas
que a gente possa confiar que o Senhor é
o Deus [música] soberano que cuida de
tudo, Pai, em nome de Jesus. Amém.
>> [música]
[música]
>> Deus me sondas.
[música] Conheces
mesmo quando
falho, [música]
eu [música] sei minha alma.
[música]
Estás
presente
a me [música]
cercar
em todo o [música][canto] tempo.
Eu sei [música]
min.
>> [música]
>> que me amas.
Diante [música] da cruz, vejo o sangue
de Jesus. Nunca houve amor
[música][canto] assim.
Sobre a morte já venceu [música] sua
glória ao céu encheu. Nada irá me
[música] separar.
>> [música]
[música]
>> Tu és meu guia,
[música]
meu protetor.
[música]
Tua mão [canto]
me firma.
[música]
É Deus sei me [música] ama. [canto]
[música]
Sei minha amas.
[música]
Mostro-me diante da cruz. Vejo o sangue
[música] de Jesus. Nunca houve amor
[canto]
assim.
Sobre a [música] morte já venceu. Sua
glória, [canto] o céu encheu. Nada
[música] ira me separar.
Ou rasgou,
o caminho abriu, [música]
tudo consumado
[música][canto] está.
O cão rou,
o caminho [música]
abriu, [canto]
tudo consumado [música]
está. [canto]
E quando [música]
tu
se [música]
acabar,
[música]
estarei
seguro,
[música]
que me [música] ama. [canto]
me [música] ama.
Mostro-me diante [canto] da cruz. Vejo o
sangue [música] de Jesus. Nunca houve
amores. [canto]
[música]
Sobre a [canto] morte já venceu. Sua
glória o céu encheu. [música] Nada
[canto] irá me separar.
[música] Pronto, diante da cruz. Vejo o
sangue [música] de Jesus. Nunca [canto]
houve amor assim.
Sobre a [música] morte já venceu. Sua
glória. O céu encheu. Nada irá
[música][canto]
me separar.
>> [música]
[música]
>> Feliz.
Páscoa. Louvado seja Deus pela
ressurreição do Salvador
Jesus. [roncando]
Hoje é dia de alegria e de muita
comemoração pela verdade da
ressurreição.
E agora chegou o momento de pensar sobre
esta verdade a partir da palavra de
Deus. E vamos então refletir sobre a
melhor Páscoa será no céu. Olhando para
essa realidade que hoje milhões e
certamente mais do que milhões, bilhões
de pessoas no mundo estão hoje lembrando
ou celebrando ou até mesmo festejando a
ressurreição de Jesus, a pessoa mais
importante de toda a trajetória humana.
a pessoa mais relevante, mais marcante e
que é absolutamente emblemática quando
se fala da nossa relação com o criador a
partir da perspectiva da fé. E olhando
para o livro de Mateus, no primeiro
evangelho, começando aí no capítulo 28,
verso 1, nós lemos o seguinte: Depois do
sábado, tendo começado o primeiro dia da
semana, Maria Madalena e a outra Maria
foram ver o sepulcro.
>> [suspirando]
>> E eis que sobreveio um grande terremoto,
pois o anjo do Senhor desceu dos céus e
chegando ao sepulcro,
rolou a pedra da entrada e assentou-se
sobre ela. Sua aparência era como um
relâmpago e suas vestes eram brancas
como a neve. Os guardas tremeram de medo
e ficaram como mortos. O anjo disse às
mulheres: "Não tenham medo. Sei que
vocês estão procurando Jesus que foi
crucificado.
Ele não está que ressuscitou como tinha
dito. Venham ver o lugar onde ele jazia.
Vão depressa e digam aos discípulos
dele: Ele ressuscitou dentre os mortos e
está indo adiante de vocês para
Galileia. Lá vocês o verão. Notem que eu
avisei vocês. As mulheres saíram
depressa do sepulcro,
amedrontadas e cheias de alegria, e
foram correndo anunciá-lo aos discípulos
de Jesus. De repente, Jesus as encontrou
e disse: "Salve". Elas se aproximaram
dele, abraçaram-lhes
lhe os pés e o adoraram. Então Jesus
lhes disse: "Não tenham medo. Vão dizer
a meus irmãos que se dirijam para
Galileia, lá eles me verão." Aqui nós
temos o Evangelho de Mateus, né? Além do
tudo aquilo que temos sobre a
ressurreição de Jesus. nas cartas de
Paulo e nas outras cartas do Novo
Testamento,
nós temos com bastante clareza a o
detalhamento nos quatro evangelhos,
relatórios daqueles que foram
testemunhas oculares e que nos falam
diretamente de como aconteceu a
ressurreição,
que é detalhada, mostrando para nós o
que sucedeu No momento mais importante
da história humana. A gente sabe muito
bem que se existe algo que marca um tom
assim difícil demais da gente digerir,
da gente lidar com ele, que é a
realidade da sombra da morte sobre a
experiência humana. A gente sabe, né,
que por mais que isso seja uma
constatação previsível, por mais que
isso seja algo que biologicamente é
inquestionável, existe um anseio, um
desejo, uma um sonho, uma disposição no
coração humano de enfrentar a morte. E
através da história, nós temos visto na
literatura, na expressão da cultura, na
maneira de, vamos dizer, organizar as
emoções, o pensamento através
da arte e da expressão cultural. ou a
gente vê uma atitude assim, vamos dizer,
de de entrega diante da morte, dizendo:
"Olha, essa é a realidade e a morte
adquire assim um dom meio macabro. Há
uma espécie de fascinação tanto quanto
estranha e e bastante pouco, vamos
dizer, promissora em relação à morte,
né? quando a gente vê, né, um ambiente
assim quase que de uma eh pretensa
sedução da morte que está presente muito
da experiência humana. Do outro lado,
você vê o enfrentamento quando o belo,
né, a poesia, a expressão de fé tenta,
vamos dizer, de alguma maneira enganar a
morte, né? Tenta de alguma maneira
dizer: "Não, olha, é possível a gente
ultrapassar isso". É possível de alguma
maneira deixar uma marca perene que
consiga vencer o tempo e a realidade
ligada à morte. Por isso que essa
questão que nós encontramos nas
narrativas bíblicas a respeito de Jesus,
além de ser o ponto vital da história em
toda a tradição cristã, é algo assim
poderoso, fascinante, assim que atinge o
coração, talvez da maior angústia
existencial,
[roncando] espiritual e física que o ser
humano tem diante disso. E é muito claro
quando a gente observa, você pode
imaginar comigo do jeito que o Novo
Testamento fala a respeito de Jesus, ele
nos diz, né, quando é o momento da sua
morte na crucificação na sexta-feira ali
debaixo da condenação romana sobatos
e a morte de crucificação que o império
romano trazia sobre os seus condenados,
nós vemos ali uma coisa impressionante,
né, que eh você tem terremotos, né? A
gente tem aí sinais que envolvem o céu,
o sol, né? Quer dizer, toda a criação de
alguma maneira mostra ali uma
participação de fundo nesse cenário. E
Jesus passa, né, desde o final daquela
sexta-feira, durante todo o período do
Shabat, até que ele ressuscita no
primeiro dia da semana, no domingo, que
no Novo Testamento irá celebrar a
ressurreição e essa chamada nova
criação, teologicamente falando. E aí
nós vemos o que que começou o primeiro
dia da semana, que é destacado aqui.
Marcos 16:9 é bastante mais explícito
dizendo: "Jesus ressuscitou no primeiro
dia da semana". E isso é mais ou menos
claro, porque você imagina, né? Nós
temos o final do Shabat, na verdade
acontecendo no sábado à noite, né? E nós
vemos ver que Maria Madalena e a outra
Maria vão ao sepulcro e vão ao sepulcro.
Ah, claro que é domingo de manhã, porque
elas não vão depois do pôr do sol do
sábado, elas têm que ir necessariamente
no próprio domingo e no domingo no
despertar
do dia quando o sol está nascendo. E aí
essa ideia que nós vamos ver aqui, né,
de que toda a criação participa pra
gente não imaginar que o que acontece
com Jesus é uma coisa que está restrita
ao mundo dos homens, né, da ação
antropológica visível no texto, não diz
que houve ali um grande terremoto e um
anjo do Senhor desceu dos céus. Aqui é
muito interessante essa questão que os
céus fisicamente participam dessa
ressurreição e essa dimensão que envolve
uma
uma condição diferenciada de estar
diante de Deus, que a Bíblia chama de
céus, esse anjo do Senhor desce dos
céus, chega ao sepulcro e faz aquilo que
a gente consegue agora entender, né?
Como é que Jesus sai do túmulo? Ele
rolou a pedra da entrada, uma pedra
grande, uma pedra que muitos estimam com
duas toneladas. Por isso que é
impossível pensar em Jesus como alguém
que conseguiu tirar a pedra para sair
depois de ter sido espancado, torturado,
né, pelos seus algozes ali. Eh, isso era
absolutamente impossível. Então, eh,
quando nós temos a descrição desse anjo,
a sua aparência era como um relâmpago,
vestes brancas como a neve e os guardas
ficam apavorados, amedrontados. É tão
interessante
a a convicção da narrativa da Páscoa de
que isso é verdade, porque o anjo eh vai
dizer às mulheres, né? Olhando para um
cenário da época, nesse contexto de
cultura religiosa, muito determinado
pelos fariseus e pelos saduceus, você
apresentar um relato dizendo que quem
foi protagonista como testemunha disso
foram as mulheres. Isso de modo nenhum
iria dar a credibilidade ao texto, né?
Por isso, o texto não pode ter sido
inventado ou criado. E aí, eh, nós vamos
ver que a pessoa de destaque e maior
destaque ainda em outros evangelhos é
exatamente Maria Madalena.
E aí então é dito seis que vocês estão
procurando, né, o anjo diz, não tenham
medo para vocês estão procurando Jesus
que foi crucificado. Ele não está aqui,
ele ressuscitou.
Então, eh, elas são convidadas a ver o
lugar onde ele estava. Ele não está
mais. E aí, junto com a verdade da
ressurreição, imediatamente
aparece o elemento
distinto daquilo que envolve a fé cristã
primitiva, que é a proclamação, a missão
de anunciar isso. Vão depressa e digo
aos seus discípulos,
ah, e diga que ele ressuscitou dos
mortos e que irá encontrá-los lá na
Galileia. E elas são então avisadas,
advertidas a esse respeito. As mulheres
então saem, imagina só a situação, né?
Para quem viu tudo que aconteceu na
sexta-feira, passou o Shabat em
descanso, num luto, num sofrimento, numa
dor enorme, agora cheias de medo e de
alegria. Curioso, né? foram correndo a
anunciar aos discípulos e de repente
elas encontram com o próprio Jesus que
ali faz a sua saudação. E aí acontece
outra coisa muito interessante, né? Você
vê a confirmação da realidade da
ressurreição, que é a grande celebração
da Páscoa, a o convite, a missão, ao
anúncio, a proclamação dessa verdade.
Quando, né, elas encontram o Senhor
ressurreto, o texto diz que elas
abraçaram os pés de Jesus e, olha só, e
o adoraram. Então veja que o caminho
daquilo que envolve a Páscoa, a verdade
da ressurreição, é o caminho da
adoração. E Jesus então confirma
dizendo, não tenham medo. Frase muito
importante que, claro, o medo sempre foi
amigo da morte. Então, quando a morte é
vencida, a palavra forte é: "Deixe o
medo de lado". E digam, né, aos meus
irmãos que se dirijam para a Galileia e
lá eles verão. Quando a gente observa
isso e vê essa realidade toda, a gente
vai observar no texto bíblico que Jesus
vai dar várias provas, momentos
diferentes da ressurreição. Ele vai
aparecer aos discípulos no caminho de
Emaús. Nós vimos aqui o relato de eh
aparecer para as mulheres, aparecer para
os 12, vai aparecer na Galileia depois
de ressurreto, onde ele vai restaurar
Pedro na ocasião da pesca maravilhosa.
Paulo lá na carta aos Coríntios vai
dizer que ele apareceu a mais de 500
irmãos. Então, nós temos diversos
relatos e esses relatos são tão assim
determinantes e eles nos ajudam a
entender por
esses discípulos que foram tão medrosos,
que foram tão assim incapazes de seguir
realmente o ensinamento do mestre,
apesar de ver milagres, apesar de ver
coisas extraordinárias,
eles agora são as pessoas mais corajosas
do mundo. Eles agora não têm temor de
nada. o que fez com que esses discípulos
tivessem tal coragem, saíssem anunciando
a verdade do evangelho e [roncando]
se arriscando diante de da possibilidade
de sofrer forte retalhação e hostilidade
das autoridades religiosas de Jerusalém
e claro também dos
invasores romanos que dominavam a terra.
não queriam qualquer burburinho,
qualquer movimento social, religioso,
que de alguma maneira pudesse prejudicar
a o seu domínio na região. Então a gente
percebe que alguma coisa extraordinária
realmente aconteceu. Mesmo que alguém
diga: "Ah, eu não acredito na
ressurreição, isso não é possível. Não
tem lógica. Isso é coisa meramente de
fé. Não tem nada a ver com a realidade
objetiva. Mínimo. Essa pessoa deve
entender que os discípulos só fizeram o
que eles fizeram e plantaram as sementes
que mudou a história da região, ah, do
mundo romano, da Europa, da civilização
judaico-cristã e de toda a história da
civilização, porque eles tinham plena
convicção de que Jesus realmente havia
ressuscitado dos mortos, ressuscitado
com o corpo glorificado. [roncando] E aí
quando a gente olha isso, é interessante
que Jesus vai fazer tudo isso. E você
olha, por exemplo, no livro de Lucas, é
interessante no final de Lucas,
e ainda com mais detalhe, olhando no
começo de Atos, a gente vai encontrar,
né, depois que Lucas descreve os
detalhes com o seu próprio enfoque sobre
a ressurreição, inclusive ali
apresentando o, ah, vamos dizer, o
relato único do caminho de Emaús. que
quando Jesus aparece com os pros
discípulos, no final, no desfecho do seu
evangelho, nós vemos o seguinte,
versículo 50. Tendo levado até as
proximidades de Betânia,
Jesus ergueu as mãos e os abençoou.
Estando ainda abençoados, ele os deixou
e foi elevado ao céu. Então eles o
adoraram e voltaram para Jerusalém com
grande alegria e permaneciam
constantemente no templo louvando a
Deus. a região de Betânia, aqui é perto
do monte das oliveiras, que é exatamente
o monte que tá ligado a toda a tradição
messiânica que vem desde o Antigo
Testamento. E aqui você vê Jesus abençoa
a eles, é elevado ao céu. E essa
expectativa do céu, ela é mais uma vez
enfatizada por Lucas mesmo no começo de
Atos, quando ele diz que quando Jesus
acabou de dizer que eles deveriam
permanecer em Jerusalém até serem cheios
do espírito para dar início à grande
missão que aparece na grande comissão,
ele foi elevado às alturas. Atos 19.
Enquanto eles [roncando] olhavam, uma
nuvem os encobriu. E eles ficaram
olhandoos ali, olhando para cima, né? De
repente viram dois homens vestido de
branco e disseram: "Galileus, porque
vocês estão olhando pro céu? Esse mesmo
Jesus que dentre vocês foi elevado aos
céus voltará da mesma forma como o viram
subir." E aí então a gente começa a
olhar e pensar: "Pera aí, ó Saiel,
entende? Jesus morreu por nós a sua
morte. Conforme as escrituras, conforme
a previsão de Isaías 53, dos nossos
pecados
caírem sobre esse Messias sofredor, a
[roncando] ideia nítida discutida por
Paulo, que essa morte e ressurreição de
Jesus envolve, né, o sacrifício em favor
dos nossos pecados. Ele é o cordeiro de
Deus que tira o pecado do mundo. Nas
palavras do evangelho de João, no
capítulo 1. Então, ele morreu para o
nosso perdão e ressuscitou, provando que
ele havia feito aquilo que era a
exigência de Deus para dar fim aos
pecados. E agora todo aquele que se
arrepende dos pecados, que nele crê,
deposita a sua fé, tem salvação, tem
vida eterna. Mas o que acontece esse
domingo de Páscoa que celebra a
ressurreição? Qual é o desdobramento
disso? O desdobramento é muito
interessante, é ver
elevado aos céus. E nesse momento da sua
ressurreição, você vê assim indícios
dessa realidade do céu presente nesse
momento da ressurreição. A gente vê um
anjo dos céus, aparece lá na descrição
de Mateus, capítulo 28, e ele é
resplandescente, reluzente.
E a gente então fica pensando, né, que
história é essa dessa realidade do céu?
Como é que a gente entende o que Jesus
conquistou e para onde Jesus foi depois
daquilo que significou esse grande
domingo de Páscoa que envolve a
ressurreição. É interessante, a gente
olha na própria crucificação. Jesus está
lá no livro de Lucas, no capítulo 23,
quando Jesus está crucificado.
nós lemos ali diante, né, dos famosos,
famoso caso ali do ladrão ou os dois
ladrões que estão do lado dele. E aí o
que que nós lemos? O famoso texto de
Lucas 23,
nós temos ali a partir do verso 39,
o seguinte, né? Estava a acusação sobre
Jesus. Este é o rei dos judeus. Se você
precisa entender que que é essa
acusação, então quando se coloca uma
acusação, esse é o rei dos judeus, quer
dizer que ele é alguém que se tá sendo
acusado de se apresentar como um líder
de uma revolta contra Roma para tomar o
poder, vamos dizer, em eh numa atitude
de rebelião contra o domínio romano. E
isso é é a razão da sua condenação por
Roma ah de acordo com a pretensão do
grande império da antiguidade. Então
quando ele tá lá, um dos criminosos,
verso 39, que ali estavam
dependendurados, lançava-lhe insultos.
Você não é o Cristo, salve-se a si mesmo
e a nós. Você, você não é o Messias,
você não é o grande rei libertador,
então vamos lá, né? salve-se. E também
ajude a gente aqui. Mas o outro
criminoso repreendeu, dizendo: "Você não
teme a Deus, nem estamos sob a mesma
sentença. Nós estamos sendo punidos com
justiça, porque estamos recebendo o que
os nossos atos merecem". Mas este homem
nem não cometeu nenhum mal. Então ele
disse: "Jesus, lembra-te mim quando
entrares no teu reino". E Jesus então
responde e respondeu: "Eu lhe garanto,
hoje você estará comigo no paraíso."
Então, o que que nós temos de convicção
lendo a palavra de Deus? E quando
Jesus
deixa, né, este momento de sofrimento,
ele vai para aquilo que a Bíblia chama
de paraíso e que tem a ver com o mundo
dos mortos. É interessante a descrição,
por exemplo, que nós temos de Jesus,
eh, envolvendo essa realidade do mundo
após a realidade da morte. E no
Apocalipse capítulo primeiro, por
exemplo, quando nós temos uma descrição
para nos revelar quem é Jesus, diz o
texto, né? João tem a grande
experiência, visão na ilha de Pátimos,
no verso 17, ele diz: "Quando eu vi, eu
caí aos seus pés como morto." Então ele
colocou sua mão direita sobre mim e
disse: "Não tenha medo. Eu sou o
primeiro e o último. Sou aquele que
vive. Estive morto, mas agora estou vivo
para todo sempre. que tem as chaves da
morte e do ades. Essa palavra ades é uma
referência a toda a realidade
do mundo, a da dimensão pósm. Então
Jesus vai para essa realidade. E olhando
para o texto bíblico, né, é muito
difícil imaginar que a dimensão que
envolve Ades ou mesmo céu seja
simplesmente uma descrição geográfica.
Essas realidades, elas são descritas na
Bíblia de maneira metafórica, ela
ultrapassa a nossa compreensão. Então
você tem o que a gente pode chamar da
dimensão dos mortos ou o ambiente, a
dimensão onde estão os mortos que estão
de fato ou numa situação de
bem-aventurança
diante de Deus ou estão numa situação
entregues aos seus próprios descaminhos
e os desdobramentos dos seus próprios
pecados debaixo do juízo divino. Então,
nesse sentido, olhando pra dimensão
pós-made
sofrimento e de juízo e condenação e uma
realidade de bem-aventurança e de
felicidade
e de gratidão e adoração. Então, é
claro, aquele criminoso arrependido, que
reconhece Jesus como Jesus deve ser
reconhecido, ele depois da sua morte
estará, esteve, né, passou a estar com o
Senhor no paraíso, na dimensão dessa
realidade. Mas Jesus, Jesus é o Senhor.
Jesus, ele é, né, o Messias, o profeta,
o Emanuel, o Deus conosco. Quando ele tá
lá, essa sua presença envolve a sua
presença diante dos bem-aventurados,
como por exemplo, a gente vê na história
lá do rico e do Lázaro, quando ele está
ali junto de Lázaro. Lázaro está naquele
ambiente que é chamado, né, o lado de
Abraão, enquanto que o rico condenado
está em sofrimento. E e da mesma maneira
aqui você vai ver que existe uma
presença divina, uma presença do próprio
Senhor, ah, diante daqueles condenados,
só que uma presença que traz juízo. Ou
seja, o Senhor Deus é aquele que está
presente completamente no mundo dos
mortos, só que de maneira afável, de
maneira ligada à bem-aventurança para
aqueles que obtiveram salvação e foram
atingidos pela graça e salvos por Deus.
Aqueles que estão na sua situação de
distanciamento e rebelião estão diante
de Deus da mesma maneira, só que numa
condição diferente. Então você percebe,
não existe um lugar onde é o reino do
diabo que ele domina e outro lugar que é
o reino de Deus onde ele faz a parte
dele. Não. Deus é o Senhor de toda a
realidade do mundo pósmão,
dessa dimensão, dessa realidade que é
chamada de Xol ou de Ades. Esse esse
esse mundo dos mortos, essa dimensão
onde estão aqueles que vieram a falecer.
E essa realidade está presente até que a
gente venha ter no futuro o
desdobramento da ressurreição de Jesus.
Na linguagem de Paulo em Primeira
Coríntios, quando a gente lê, você tem
um capítulo inteiro falando sobre isso.
Primeiro Coríntios, capítulo 15, Paulo
vai falar que a ressurreição é a nossa
grande esperança. Cristo Jesus, ele
ressuscitou por nós. E essa sua
ressurreição, ela é a garantia da nossa
ressurreição. Primeira parte de Primeira
Coríntios 15 dá todos os detalhes, né?
Cristo morreu pelos nossos pecados,
segundo as Escrituras, no versículo 3,
foi sepultado, ressuscitou no terceiro
dia, apareceu a Pedro, depois aos 12, a
mais de 500 irmãos de uma só vez. Depois
a Tiago, aos apóstolos, apareceu a mim.
Paulo disse, né? Eu sou o menor dos
apóstolos. E ele então vai dizer o
seguinte: "Se não há ressurreição dos
mortos, nem Cristo ressuscitou". Verso
13. Se Cristo não ressuscitou, é inútil
a nossa pregação, como também inútil a
fé que vocês têm. Por isso ele vai
afirmar com clareza que a ressurreição é
uma verdade e a garantia da nossa
ressurreição. Por isso ele diz no verso
20: "Mas de fato Cristo ressuscitou
dentre os mortos, sendo ele as primícias
dentre aqueles que dormiram.
Visto que a morte veio por meio de um só
homem, também a ressurreição dos mortos
veio por meio de um só
de um só homem. Pois da mesma forma como
em Adão todos morrem, em Cristo todos
serão vivificados.
Ou seja, a realidade é que quando alguém
parte dessa vida, ele vai para essa
dimensão do mundo dos mortos. Inclusive,
primeira Pedro vai dizer que Cristo
anunciou, proclamou, né, naquele
ambiente chamado dos espíritos em prisão
que aguardavam
a um anúncio da parte de Deus desde os
tempos de Noé.
Ele proclamou a sua vitória, anunciando
o que ele tinha conquistado com a obra
da redenção feita em nosso favor. E,
portanto, alguém quando sai dessa vida
vai estar ou numa situação de sofrimento
ou numa situação de bem-aventurança.
Mas isso em espírito, até que chegue o
momento que Paulo tá dizendo, em
Primeira Coríntios 15, quando nós vamos
ter essa dimensão da ressurreição dos
mortos. do espírito aí volta a se unir
com o corpo agora glorificado,
ressurreta semelhança do corpo de Jesus
para a gente ter o que podemos chamar
assim do desfecho daquilo que é chamado
a vida eterna que vamos ter na presença
de Deus. E aí quando a gente chega a
essa compreensão e lê o que aparece no
texto bíblico, você pensa mais então que
bom sai gostei. A gente foi perdoado dos
pecados. Cristo morreu em nosso favor. O
amor de Deus se derramou. Então, nós
somos, vamos dizer, eh, limpamos a nossa
consciência,
temos a nossa situação acertada diante
de Deus e a gente vai para a realidade
da bem-aventurança
e vai pra vida eterna. E a gente já
desfruta isso depois da morte, depois da
ressurreição. Então, nós temos a
dimensão completa, né? a gente tem a a
restauração,
a purificação de toda a criação. Mas a
pergunta é:
o que é que a gente vai fazer no céu?
[suspirando]
E qual é a razão porque alguém gostaria
de ir pro céu? Porque, aliás, eu tenho
visto pessoas tá dizendo, eu acho melhor
que quando a gente passou por essa vida,
a gente melhor virar fumacinha,
desaparecer e não ser mais nada. Qual é
o sentido de tudo isso? Por, né, a gente
precisa da redenção, anseia e no final
das contas vai passar essa eternidade
naquilo que chamamos de céus, que mais
uma vez a gente diz, nós temos muitas
metáforas na Bíblia, a gente não tem
como compreender essa realidade de uma
maneira que eh seja tão fácil de
escrever. Por isso a Bíblia, né, fala de
maneira muito simbólica e muito
metafórica a respeito dessa realidade. E
aí quando a gente conversa sobre as
pessoas a respeito do céu, eu acho
curioso [roncando]
que parece meio estranho, né? Porque eu
vejo gente dizendo o seguinte: "Não,
quando eu chegar no céu, a gente vai,
né, ter tal [suspirando]
desdobramento, a gente vai ganhar tal
coisa". Inclusive, eu já vi até uns
cânticos, uns hinos dizendo que há
mansões
celestiais no céu. E eu gente pensou
pensando o seguinte: "Olha, quando eu
vivi aqui na minha vida, eu tive uma
casinha assim, sabe, mais ou menos uma
casa meio simples, talvez um apartamento
pequeno e aí quando eu chegar no céu,
meu amigo, aí eu vou tá num num ambiente
assim muito bom, né? Inclusive, eu vejo
pessoas até falando assim: "Num céu, é o
seguinte, se você teve uma vida muito
legal, assim, você foi uma pessoa muito
ativa, serviu a Deus, fez muito bem, né?
A a sua vida teve desdobramentos, você
vai ganhar assim uma uma mansão assim
sem tamanho, né? Eu pergunto, será que
vai ter empregado na mansão celestial,
né? Inclusive, até porque o pessoal
andou lendo certos textos do apocalipse
que eu acho eu acho que eles não
entenderam.
que esses textos têm uma assim uma
perspectiva de ser algo que não tem a
intenção de ser absolutamente
literalista. E como em alguns lugares
nós temos uma referência e que essa
cidade tinha muita coisa de ouro, e aí
eu vejo gente pensando o seguinte:
"Olha, eu quero ir para a Jerusalém, a
nova Jerusalém,
eh, de ouro, porque lá, né, eu vou viver
assim." Sabe aquela história do rei
Midas, né, que o indivíduo tudo que ele
toca vira ouro e a coisa fica dessa
maneira. Então o pessoal pensa assim
numa espécie, como é que eu diria assim,
de sonho quase assim consumista da
eternidade
quando a pessoa vai para um ambiente
assim que é o prêmio da sua vida. Então
eu passei apertado, eu servi a Deus, eu
me dediquei como cristão
ministerialmente, aí eu vou conseguindo
muita coisa. Então, por exemplo, a
pessoa olha aqui pra descrição da Nova
Jerusalém, que é uma figura da própria
igreja de Cristo, é uma figura do povo
de Deus, né? E uma figura da dessa união
onde desaparece a separação entre céu e
terra. E aí a pessoa lê o seguinte, né?
Ah, por exemplo, que o anjo que tá
medindo a cidade, no verso 15, ele
falava comigo e tinha como medida uma
vara feita de ouro para medir a cidade,
as suas portas e os seus muros. E ele
faz, e tudo lá era feito de pedras
preciosas. As 12 portas eram 12 pérolas.
A rua principal da cidade, diz o verso
21, era de ouro puro como vidro.
transparente.
Então, que que a gente vai querer?
Ir pro céu para achar um monte de ouro.
Nada de bandeirantes, nada de corrida de
ouro [suspirando] da Califórnia, nada
das minas de ouro da África do Sul ou de
lugares do mundo assim ou de diamantes.
Não, nós vamos lá porque tem muito pedra
precioso e um monte de ouro. Vamos
começar a estudar mineralogia para poder
ir pro céu. Pessoal, que coisa.
Aí é tão importante a gente entender a
linguagem bíblica para compreender
principalmente que o livro de Apocalipse
fala de uma realidade que ultrapassa o
nosso entendimento e constrói todo uma
descrição nessa literatura assim
simbólica, forte, como é chamado a
literatura apocalíptica, para falar de
realidades indisíveis, extraordinárias.
Mas é claro que ninguém deve imaginar
que o seu desejo, a sua disposição
de ir para o céu, de ter essa essa esse
desdobramento de tudo que significou a
ressurreição da Páscoa, simplesmente
para morar num lugar cheio de pedras
preciosas
e ouro e minério
raro em abundância. Será que nós estamos
pensando que o céu é um Dubai 2.0 ou
alguma coisa desse tipo?
Certamente que não. Por isso é tão
interessante quando a gente olha o que
que tá por trás de toda essa descrição
bíblica. Apocalipse capítulo 5,
[roncando]
quando a gente lê o que tinha
acontecido, porque o que foi dito sobre
esse Cristo Jesus é que no capítulo 5
verso 6 diz que ele é um cordeiro que
parecia ter estado morto em pé no centro
do trono, cercado pelos quatro seres
viventes e pelos anciãos. Esse cordeiro
que parecia ter estado morto é uma
linguagem que expressa como Jesus está
vivo e ressurreto para aquela comunidade
cristã primitiva que sofre debaixo de
tanta intolerância e perseguição. E aí o
que que acontece? Ahã. O verso 8 diz que
ao recebê-lo, os quatro seres viventes e
os 24 anciãos prostraram-se diante do
cordeiro. Cada um deles tinha uma arpa e
taças de ouro cheio de incensos, que são
as orações dos santos. Eles cantavam um
cântico novo. Tu és digno de receber o
livro e de abrir os seus selos, pois
foste morto e com teu sangue compraste
para Deus gente de toda tribo, língua,
povo e nação. Tu os constituíste reino e
sacerdotes para o nosso Deus, e eles
reinarão sobre a terra.
Então olhei e ouvi a voz de muitos
anjos, milhares de milhares e milhões de
milhões. Eles rodeavam o trono, bem como
seres viventes, os anciãos, e cantava em
alta voz: Digno é o cordeiro que foi
morto de receber poder, riqueza,
sabedoria, força, honra, glória e
louvor. E mais adiante, quando nós lemos
o Apocalipse capítulo 21, nós vemos no
verso 3 que ouvi uma forte voz que vinha
do trono e dizia: "Agora o tabernáculo
de Deus está com os homens com os quais
ele viverá. Eles serão os seus povos. O
próprio Deus estará com eles. Ele será o
seu Deus. Ele enxugará dos seus olhos
toda lágrima. Não haverá mais morte, nem
tristeza, nem choro, nem dor, pois a
antiga ordem já passou.
Que que a gente pretende
no céu? Qual é a nossa motivação?
fazer uma série de coisas que foram
ordens, talvez aleatórias de Deus para
que a gente ganhe um prêmio e lá então
consiga várias pedras preciosas e uma
espécie de habitação de ouro. Meus
queridos, é tão interessante que aquilo
que a gente viu lá em Mateus 28, que
[roncando] essa verdade da ressurreição,
ela desemboca na missão que logo chega
na adoração, a gente descobre que o céu
é o lugar da, vamos dizer, Páscoa
definitiva, porque é o grande momento de
uma festa e de uma celebração de
adoração. Por quê?
O coração humano até deseja algumas
coisas que eu diria assim que são
substitutivas
da nossa necessidade maior. Então, a
gente acha importante, né, ter uns
objetos mais bonitos, que tal comprar
uma roupa melhor ou ter um carro que
seja bem visto socialmente, morar num
lugar mais aprasível, com uma casa X,
adquirir essas coisas que simbolizam a
nossa posição
social, a gente faz essa coisa maluca,
né, de às vezes tentar
construir toda uma imagem de nós mesmos
para poder ser, né, para que a gente
possa ser bem visto, bem recebido, amado
diante das outras pessoas. Nossa
necessidade profunda tem a ver com amor,
tem a ver com a nossa posição diante do
criador e a nossa conexão com ele. No
fundo, no fundo, o âmago da dor que está
na nossa vida é uma espécie de saudade
daquilo que a gente nunca teve, uma
espécie de saudade no céu. interessante,
né, que os [roncando] antigos, muitos
descobriram isso, né, quando eles
cantavam que eles estavam longe da linda
pátria e que um dia eles estariam lá. E
o desejo deles não era simplesmente
adquirir uma série de coisas que pudesse
ser símbolos de status e posição social.
Eles queriam estar diante de Deus, eles
queriam estar na presença de Deus. Eles
queriam ter diante de Deus todo o seu
sofrimento, a sua lágrimas, as suas
dores, todos os seus desencontro agora
diante do Senhor, para que eles pudessem
ser, né, realmente povo de Deus recebido
no aconchego do Criador para desfrutar
de fato que é comunhão eterna. E quando
isso acontece, a gente encontra o nosso
lugar no universo, a gente encontra o
ponto fundamental da razão de ser na
nossa vida. E por isso a gente prorrompe
em adoração em festa. Por isso que o
apocalipse é um livro de comemoração. É
um livro assim muito estranho, porque
ele tá falando de sofrimento, dor,
perseguição,
de algo difícil demais de suportar.
E ele vem com um cântico após o outro.
Ele vem com cântico após o outro. E aí a
gente entende, né? A gente entende por
um dia um homem como Georg Philip
Hendell, depois de fazer, né, aquilo que
seria a maior obra de arte da história
musical dedicada ao Messias Jesus, o
Salvador, ele começa a cantar, ele entra
num um estado assim pré celestial, né,
quando ele vai falar, vai trazer para
nós o Messias de Hendel, né, quando ele
canta, né, forever and never. Aleluia!
Aleluia! E ele reinará para todo sempre.
E é por isso que termina nessa grande
festa, nessa grande celebração. Você
sabe que a gente faz espetáculos
esportivos, a gente faz momentos de
prêmios, a gente faz shows assim que são
muitas vezes mirabolantes e altamente
holofóticos. É tudo uma tentativa assim
de tocar como as cegas. um negócio
glorioso que parece fazer falta no nosso
coração. Por isso que em Apocalipse 5 a
gente vê o que a gente viu aqui. Você
viu que coisa impressionante? A festa, a
celebração tão impressionante, tão
extraordinária, ela aparece aqui
dizendo: "Olhei e ouvi a voz de muitos
anjos, milhares e milhares, milhões de
milhões, rodeavam o trono com os seres
viventes dos anciãos e cantavam em alta
voz: Digno é o cordeiro que foi morto de
receber poder, riqueza, sabedoria,
força, honra, glória e louvor, adorando
O Senhor para todo sempre. Então, hoje,
hoje é dia de cantar. Jesus ressuscitou.
Hoje é dia de celebrar. A Páscoa é
verdadeira. Hoje em dia, na verdade, de
ensaiar. Nós vamos só fazer uma pequena
Páscoa aqui. E muito além do brilho do
ouro ou dos possíveis benefícios que a
gente receba em função da nossa
caminhada cristã, a verdadeira Páscoa,
ela termina em adoração. Adoração que
não tem fim, que é o lugar onde o nosso
coração deseja
descansar por fim. Deus abençoe você.
Boa festa. Boa celebração, boa
antecipação da glória final. Boa Páscoa.
[música]
Aleluia.
Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia.
Aleluia. [canto]
Aleluia. Alleluja alleluja [canto]
alleluja [música]
alleluja [música] alleluja alleluja
[canto]
alleluja alleluja [música] alleluja
alleluja
Aleluia! Aleluia!
[música]
Aleluia!
Noite! [canto][música]
>> [música][canto]
[música]
>> ist
[canto]
[música]
>> [música]
[música]
[canto]
[música]
>> Aleluia. [música]
Aleluia. [música] Aleluia.
Aleluia. [canto]
[música]
>> [música]
[música]
>> Kem
[música]
>> [música]
>> Korš [canto]
[música]
[canto]
[música]
[música] allu
aleluja aleluja [música] aleluja
Alleluja.
[música]
Bom dia a todos. Nessa manhã tão
[música] preciosa, a gente chegou a um
momento especial de oferta. A gente tá
na IBNIL com uma campanha especial
[música] por causa de algumas
necessidades
nesse dia de Páscoa, de ressurreição, de
eh [música] momento de alegria e
adoração a Deus. Também nós pedimos que
você adore
suas ofertas e dízimos. [música] a gente
tem essa campanha que vai ajudar a dar
uma restaurada na parte interna,
externa, eh, principalmente com a
pintura, [música] com os telões que vão
e também continuar a ajudar a com
trabalhos humanitários [música] e todas
as os projetos que a IBNU apoia, eh,
tanto em São Paulo quanto eh no Brasil e
[música] todo lugar do mundo. Então você
pode fazer parte disso e adorar a Deus.
[música] Faça isso nesse momento como eh
esse ato de entrega, adoração [música] e
também de festejar com a gente. Vamos
orar. Senhor Deus, muito obrigada
[música] por esse tempo tão precioso,
principalmente que podemos eh [música]
viver isso junto com o Senhor de da
ressurreição que é maravilhosa e que nos
traz [música] essa vida, Senhor. Muito
obrigada porque nós temos essa mensagem
de vida e nós podemos realmente fazer
isso [música] todos os dias, viver eh
plenamente por causa de do Senhor. Nós
também colocamos nesse momento [música]
as nossas ofertas, nossos dízimos e tudo
que o Senhor já nos deu como um ato de
agradecimento, [música] como um ato de
gratidão, como um ato de realmente
adoração a [música] ti por tudo que o
Senhor é, tudo que o Senhor fez e tudo
que o Senhor nos deu. [música]
Nós louvamos agradecendo em nome de
Jesus. Amém.
[música]
No próximo domingo,
no dia 5 de abril, será uma celebração
especial de Páscoa, uma programação
especial
a partir das 16 horas na IBNU
presencial, espaço IBNU, rua Tianguá
[música] 25, pertinho do aeroporto de
Congonhas. Não teremos celebração
[música]
na parte da manhã, nem culto, nem às 9,
nem às [música] 11 horas, somente às 4
da tarde, num momento especial de
celebração com arte teatral [música]
e também muita música ali falando sobre
a mesa da Páscoa. você, meu convidado,
esteja conosco neste dia [música]
especial de comemoração da ressurreição
de Jesus.
>> Mais uma celebração que está encerrando.
Foi muito bom ter você aqui com a gente
e eu quero convidar você agora a fazer o
quê? Compartilhar [música] essa
celebração com o maior número de pessoas
que você pode, tanto pros seus amigos
quanto também pros seus inimigos.
Compartilha para todo mundo, para que
todo mundo possa ser abençoado por essa
mensagem, por tudo aquilo que nós
aprendemos hoje. Se [música] você não
segue a IBu nas redes sociais, procura
aí Instagram, Facebook e também aqui no
YouTube. O que você ainda não segue a
gente aqui? Clica no seguir aí, ativa o
sininho, vai ser uma grande alegria
estarmos juntos de novo. Tchau.
[música]
Aleluia. [canto]
Aleluia. Alleluia. Aleluia. [música]
Aleluia,
aleluia. [canto]
[música][canto]
Alleluja [música]
[canto] alleluja alleluja alleluja.
[canto]
Alleluja alleluja [música] alleluja
allelujaeluja
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>> [canto][música]
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>> [música]
>> Aleluia.
[música]
[canto]
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Aleluia.
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>> [música]
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[música][canto]
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aleluia
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Alleluja alleluja aleluja.
Alleluja. [música]
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