Celebração Especial de Páscoa – 05/04/2026 | Luiz Sayão | IBNU
02/04/2026
Celebração Especial de Páscoa – 05/04/2026 | Luiz Sayão | IBNU
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Fonte: Com IBNU
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[música] Páscoa, ressurreição. Assim estavam os israelitas correndo apressadamente, fugindo do Egito na época da primeira Páscoa. E eu preciso ver aqui, será que esse pão tem fermento? Hum. Tá cheio de fermento na grande ocasião da libertação de Israel, quando a lei foi dada. Vamos entender um pouquinho mais sobre a tão extraordinária Páscoa. O que que é a Páscoa? É interessante ver na Bíblia que a gente canta, né? Coelhinho da Páscoa que trazes para mim. Mas na verdade é cordeirinho da Páscoa que ensinas a mim o que que a gente aprende. A gente descobre que esse povo israelita escravo no Egito, vai ser libertado pelo grande Deus. E aí nós temos a identidade desse povo que consegue descobrir quem é. é um povo com em aliança [música] com o Deus todo- poderoso, Senhor do universo, que nessa libertação descobre [música] a sua identidade que vai dar condição de toda a sua caminhada na história. E é interessante porque a gente sempre entende diferente, né? Veja que Deus define a identidade do povo e lhes dá liberdade, libertação, sem exigir nada em troca, pela graça, pela bondade, pela ação da sua mão libertadora. E depois disso, Deus lhes dá a sua lei, as diretrizes, como é que a gente pode caminhar numa vida que seja abençoada e extraordinária. E quando a gente caminha e vamos depressa lá na frente, nós vamos descobrir que no Novo Testamento, na nova aliança, com a chegada do Messias Jesus, nós descobrimos a nova Páscoa. E essa nova Páscoa, lembrando da Páscoa antiga, é a Páscoa 2.0. É uma re, um realinhamento, uma retomada dessa Páscoa. Jesus [música] diz: "Olha, assim como houve a Páscoa, eles estavam comemorando essa pessar, essa lembrança especial. E ele então inicia a o elemento prático dessa nova aliança, dizendo: "Vocês agora quando tomam do pão e do vinho vão estar lembrando da grande libertação. Libertação pro futuro que eu dou para vocês." E eles ganham a sua identidade na nova aliança. E aí a gente vai ver que a Páscoa respondeu muitas perguntas sobre opressão, identidade, vida, liberdade. [música] Mas as perguntas vão mais além. Os dramas da vida não se restringe o que acontece aqui. [música] O problema é que acontecerá depois da morte. A morte é o fim de todo discurso, é o desfecho de toda inquietação e discussão. Por isso é interessante ver que na nova Páscoa, na Páscoa que tem identidade e libertação, é a Páscoa da ressurreição, a Páscoa que fala do futuro. Por isso, nós celebramos com grande alegria, agora com a mesma [música] pressa que os discípulos correram para o túbulo para descobrir que ele estava vazio, porque a ressurreição é garantia do futuro. É saber que nas mãos do Deus que salva, nós estamos totalmente seguros. Feliz Páscoa. Deus abençoe você. >> [música] >> Seja muito bem-vindo a mais uma celebração online IBNU. Você é nosso convidado a prestar bastante [música] atenção na mensagem que será ministrada hoje aqui. Também cantar conosco louvores ao nosso Deus, [música] conhecer um pouco dos projetos que a IBNU tem apoiado aqui no Brasil em vários lugares do mundo, [música] e também colocar os seus pedidos diante dele, ouvir uma palavra de gratidão [música] a respeito do que Deus tem feito na vida das pessoas. E por isso eu queria te convidar a ser nosso parceiro nesse momento. Pega esse link aqui, divulgue nos seus grupos [música] do WhatsApp, divulgue para os seus amigos. Se você tá com a sua família na sua casa, chama todo mundo para estar junto aqui. Vamos louvar e [música] adorar ao nosso Deus hoje. >> [música] [música] >> Te adoramos. Nos volamos [música] a ti, a ti, Senhor. [música][canto] A esperança [música] [canto] vai surgir em ti, [música] em teu amor. [música] Pois quando vemos, temos força [canto] para viver. Nossos [música] medos são levados por sua [música] mão. [canto] Por sua mão. [música] Hosana. Hosana. [música] Tu és o Deus que salva, [música] digno de todo louvor. [música] Hosana, hosana. [música] Seja bem-vindo aqui. Queremos ver o teu [música] agir. Nossos corações [canto] se rompam [música] a ti, a ti, Senhor, [música] no teu reino, como tudo [música] se faz. Sim, se refaz. Pois quando temos, [música] temos força para viver. [música] Nossos medos são levados [canto] por sua mão. [música] Por sua mão. Hosana. [música] Hosana. [canto] Tu és o Deus que [música][canto] salva, digno de todo louvor. Hosana, [música][canto] hosana. [música] Seja bem-vindo aqui. agir. [música] [música] Hosana. [música] Tu és o Deus que salva, [canto] digno de todo louvor. [música] Hosana, hosana. [música] [canto] Seja bem-vindo aqui. Queremos ver [música] o teu agir. [música] Pois quando vemos, temos força [canto] para viver. [música] Nossos medos são levados [canto] [música] por sua mão. Por sua mão. Hosana. [música] Tu és um Deus que [canto] salva, [música] digno de todo louvor. Hosana, [música] hosana. [música][canto] Seja bem-vindo aqui. Queremos ver o teu agir. [música] Hosana, hosana, [canto] hosana. [música] Hosana. [música] [música] H. >> [música] >> Antes da cruz estava [canto] condenado, eu carregava [música] o peso do pecado. Até que Deus [música][canto] me concedeu a chance de ser regenerado. [música][canto] Antes da cruz estava separado, [música] o vé [canto] ainda não tinha se rasgado. De um lado [canto] eu, do outro [música] Deus. Mas pela [canto] cruz fomos [música] aproximados. Depois da [canto] cruz do Salvador, [música] mudou a história [canto] de um pecador. [música] Quem era eu [canto] de Deus, [música] mas pela graça salvação concedeu depois da cruz do Salvador. [música] Os sonhos mortos de um sonhador [canto][música] que era eu, longe [música][canto] de Deus, mas pelo seu favor meus sonhos reviver. [música] >> [música] [música] >> Antes [música] da cruz estava condenado, eu carregava [música][canto] o peso do pecado. Até que Deus me [música][canto] concedeu a chance de ser regenerado. Antes da cruz estava [música][canto] separado. O vé ainda não tinha [canto][música] se rasgado. De um lado eu, do outro [canto] Deus. [música] Mas pela cruz fomos aproximados. Depois a cruz do Salvador [música][canto] mudou a história de um pecador [canto] que [música] era eu, longe de Deus, mas que [música][canto] a graça salvação concedeu depois da cruz salvador. >> [música] >> Sonhos mortos de um sonhador que é [música][canto] longe de Deus, mas [música] pelo seu favor. Quando ele morreu, eu também [música][canto] morri. Quando ele reviveu, eu também revivi. [música] Oh, oh. >> [música] >> Quando ele venceu, [música] eu também venci. Ele sumiu ao céu. [música] Eu também vou subir. [música] Eu vou, eu vou subir. [música] Tempo do Salvador [música] mudou a história [canto] de um pecador que era eu. Não [música] deus. Mas pela graça [música] salvação. [canto] >> [música] [música] >> Agora eu convido você para esse momento de intercessão. Vamos colocar [música] diante do Senhor todas as nossas petições e tudo aquilo que está no nosso coração. [música] Pai amado, obrigada por mais esse momento em comunidade diante da tua família, Senhor, para que a [música] gente possa colocar o nosso coração e tudo aquilo que está nos nossos pensamentos, na [música] nossa cabeça. Os dias passam tão rápido, Pai, [música] e a gente em nenhum momento pode esquecer de quem é o [música] Senhor e quem nós somos. para que a gente não viva cada dia ao sabor do vento, mas que a gente possa estar [música] próximo do Senhor a cada momento. E essa é a minha oração, Pai, para que todos que estão aqui junto [música] comigo orando, falando com o Senhor, que possam lembrar disso, [música] Senhor, que não é só num domingo parar para ouvir a palavra, mas [música] que é viver a palavra a cada dia, Senhor. Cada um vive uma realidade. Não [música] sei das questões de trabalho, das questões de saúde, das questões familiares. Sei, Senhor, [música] que cada um vive a sua luta. E eu coloco diante do Senhor a vida de todos que [música] estão aqui junto comigo neste momento de intercessão, Pai, pedindo para que o Senhor possa alcançar com a sua mão [música] forte a vida de cada pessoa, trazendo toda a paz, aquela que excede [música] todo o nosso entendimento, para que pessoas que tenham em suas famílias, [música] pessoas que ainda não conhecem ao Senhor, que o Senhor venha alcançar a vida dessas pessoas, [música] problemas financeiros, Pai, questões de saúde, de doenças. [música] Colocamos tudo diante do Senhor para que o Senhor dê o direcionamento e faça a sua vontade e acima de tudo para que o Senhor possa eh resplandecer a sua glória, [música] para que a sua glória seja vista através de todas as situações, mesmo que nós não entendamos porque nós [música] estamos passando por determinada situação, mas que a gente possa confiar que o Senhor é o Deus [música] soberano que cuida de tudo, Pai, em nome de Jesus. Amém. >> [música] [música] >> Deus me sondas. [música] Conheces mesmo quando falho, [música] eu [música] sei minha alma. [música] Estás presente a me [música] cercar em todo o [música][canto] tempo. Eu sei [música] min. >> [música] >> que me amas. Diante [música] da cruz, vejo o sangue de Jesus. Nunca houve amor [música][canto] assim. Sobre a morte já venceu [música] sua glória ao céu encheu. Nada irá me [música] separar. >> [música] [música] >> Tu és meu guia, [música] meu protetor. [música] Tua mão [canto] me firma. [música] É Deus sei me [música] ama. [canto] [música] Sei minha amas. [música] Mostro-me diante da cruz. Vejo o sangue [música] de Jesus. Nunca houve amor [canto] assim. Sobre a [música] morte já venceu. Sua glória, [canto] o céu encheu. Nada [música] ira me separar. Ou rasgou, o caminho abriu, [música] tudo consumado [música][canto] está. O cão rou, o caminho [música] abriu, [canto] tudo consumado [música] está. [canto] E quando [música] tu se [música] acabar, [música] estarei seguro, [música] que me [música] ama. [canto] me [música] ama. Mostro-me diante [canto] da cruz. Vejo o sangue [música] de Jesus. Nunca houve amores. [canto] [música] Sobre a [canto] morte já venceu. Sua glória o céu encheu. [música] Nada [canto] irá me separar. [música] Pronto, diante da cruz. Vejo o sangue [música] de Jesus. Nunca [canto] houve amor assim. Sobre a [música] morte já venceu. Sua glória. O céu encheu. Nada irá [música][canto] me separar. >> [música] [música] >> Feliz. Páscoa. Louvado seja Deus pela ressurreição do Salvador Jesus. [roncando] Hoje é dia de alegria e de muita comemoração pela verdade da ressurreição. E agora chegou o momento de pensar sobre esta verdade a partir da palavra de Deus. E vamos então refletir sobre a melhor Páscoa será no céu. Olhando para essa realidade que hoje milhões e certamente mais do que milhões, bilhões de pessoas no mundo estão hoje lembrando ou celebrando ou até mesmo festejando a ressurreição de Jesus, a pessoa mais importante de toda a trajetória humana. a pessoa mais relevante, mais marcante e que é absolutamente emblemática quando se fala da nossa relação com o criador a partir da perspectiva da fé. E olhando para o livro de Mateus, no primeiro evangelho, começando aí no capítulo 28, verso 1, nós lemos o seguinte: Depois do sábado, tendo começado o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. >> [suspirando] >> E eis que sobreveio um grande terremoto, pois o anjo do Senhor desceu dos céus e chegando ao sepulcro, rolou a pedra da entrada e assentou-se sobre ela. Sua aparência era como um relâmpago e suas vestes eram brancas como a neve. Os guardas tremeram de medo e ficaram como mortos. O anjo disse às mulheres: "Não tenham medo. Sei que vocês estão procurando Jesus que foi crucificado. Ele não está que ressuscitou como tinha dito. Venham ver o lugar onde ele jazia. Vão depressa e digam aos discípulos dele: Ele ressuscitou dentre os mortos e está indo adiante de vocês para Galileia. Lá vocês o verão. Notem que eu avisei vocês. As mulheres saíram depressa do sepulcro, amedrontadas e cheias de alegria, e foram correndo anunciá-lo aos discípulos de Jesus. De repente, Jesus as encontrou e disse: "Salve". Elas se aproximaram dele, abraçaram-lhes lhe os pés e o adoraram. Então Jesus lhes disse: "Não tenham medo. Vão dizer a meus irmãos que se dirijam para Galileia, lá eles me verão." Aqui nós temos o Evangelho de Mateus, né? Além do tudo aquilo que temos sobre a ressurreição de Jesus. nas cartas de Paulo e nas outras cartas do Novo Testamento, nós temos com bastante clareza a o detalhamento nos quatro evangelhos, relatórios daqueles que foram testemunhas oculares e que nos falam diretamente de como aconteceu a ressurreição, que é detalhada, mostrando para nós o que sucedeu No momento mais importante da história humana. A gente sabe muito bem que se existe algo que marca um tom assim difícil demais da gente digerir, da gente lidar com ele, que é a realidade da sombra da morte sobre a experiência humana. A gente sabe, né, que por mais que isso seja uma constatação previsível, por mais que isso seja algo que biologicamente é inquestionável, existe um anseio, um desejo, uma um sonho, uma disposição no coração humano de enfrentar a morte. E através da história, nós temos visto na literatura, na expressão da cultura, na maneira de, vamos dizer, organizar as emoções, o pensamento através da arte e da expressão cultural. ou a gente vê uma atitude assim, vamos dizer, de de entrega diante da morte, dizendo: "Olha, essa é a realidade e a morte adquire assim um dom meio macabro. Há uma espécie de fascinação tanto quanto estranha e e bastante pouco, vamos dizer, promissora em relação à morte, né? quando a gente vê, né, um ambiente assim quase que de uma eh pretensa sedução da morte que está presente muito da experiência humana. Do outro lado, você vê o enfrentamento quando o belo, né, a poesia, a expressão de fé tenta, vamos dizer, de alguma maneira enganar a morte, né? Tenta de alguma maneira dizer: "Não, olha, é possível a gente ultrapassar isso". É possível de alguma maneira deixar uma marca perene que consiga vencer o tempo e a realidade ligada à morte. Por isso que essa questão que nós encontramos nas narrativas bíblicas a respeito de Jesus, além de ser o ponto vital da história em toda a tradição cristã, é algo assim poderoso, fascinante, assim que atinge o coração, talvez da maior angústia existencial, [roncando] espiritual e física que o ser humano tem diante disso. E é muito claro quando a gente observa, você pode imaginar comigo do jeito que o Novo Testamento fala a respeito de Jesus, ele nos diz, né, quando é o momento da sua morte na crucificação na sexta-feira ali debaixo da condenação romana sobatos e a morte de crucificação que o império romano trazia sobre os seus condenados, nós vemos ali uma coisa impressionante, né, que eh você tem terremotos, né? A gente tem aí sinais que envolvem o céu, o sol, né? Quer dizer, toda a criação de alguma maneira mostra ali uma participação de fundo nesse cenário. E Jesus passa, né, desde o final daquela sexta-feira, durante todo o período do Shabat, até que ele ressuscita no primeiro dia da semana, no domingo, que no Novo Testamento irá celebrar a ressurreição e essa chamada nova criação, teologicamente falando. E aí nós vemos o que que começou o primeiro dia da semana, que é destacado aqui. Marcos 16:9 é bastante mais explícito dizendo: "Jesus ressuscitou no primeiro dia da semana". E isso é mais ou menos claro, porque você imagina, né? Nós temos o final do Shabat, na verdade acontecendo no sábado à noite, né? E nós vemos ver que Maria Madalena e a outra Maria vão ao sepulcro e vão ao sepulcro. Ah, claro que é domingo de manhã, porque elas não vão depois do pôr do sol do sábado, elas têm que ir necessariamente no próprio domingo e no domingo no despertar do dia quando o sol está nascendo. E aí essa ideia que nós vamos ver aqui, né, de que toda a criação participa pra gente não imaginar que o que acontece com Jesus é uma coisa que está restrita ao mundo dos homens, né, da ação antropológica visível no texto, não diz que houve ali um grande terremoto e um anjo do Senhor desceu dos céus. Aqui é muito interessante essa questão que os céus fisicamente participam dessa ressurreição e essa dimensão que envolve uma uma condição diferenciada de estar diante de Deus, que a Bíblia chama de céus, esse anjo do Senhor desce dos céus, chega ao sepulcro e faz aquilo que a gente consegue agora entender, né? Como é que Jesus sai do túmulo? Ele rolou a pedra da entrada, uma pedra grande, uma pedra que muitos estimam com duas toneladas. Por isso que é impossível pensar em Jesus como alguém que conseguiu tirar a pedra para sair depois de ter sido espancado, torturado, né, pelos seus algozes ali. Eh, isso era absolutamente impossível. Então, eh, quando nós temos a descrição desse anjo, a sua aparência era como um relâmpago, vestes brancas como a neve e os guardas ficam apavorados, amedrontados. É tão interessante a a convicção da narrativa da Páscoa de que isso é verdade, porque o anjo eh vai dizer às mulheres, né? Olhando para um cenário da época, nesse contexto de cultura religiosa, muito determinado pelos fariseus e pelos saduceus, você apresentar um relato dizendo que quem foi protagonista como testemunha disso foram as mulheres. Isso de modo nenhum iria dar a credibilidade ao texto, né? Por isso, o texto não pode ter sido inventado ou criado. E aí, eh, nós vamos ver que a pessoa de destaque e maior destaque ainda em outros evangelhos é exatamente Maria Madalena. E aí então é dito seis que vocês estão procurando, né, o anjo diz, não tenham medo para vocês estão procurando Jesus que foi crucificado. Ele não está aqui, ele ressuscitou. Então, eh, elas são convidadas a ver o lugar onde ele estava. Ele não está mais. E aí, junto com a verdade da ressurreição, imediatamente aparece o elemento distinto daquilo que envolve a fé cristã primitiva, que é a proclamação, a missão de anunciar isso. Vão depressa e digo aos seus discípulos, ah, e diga que ele ressuscitou dos mortos e que irá encontrá-los lá na Galileia. E elas são então avisadas, advertidas a esse respeito. As mulheres então saem, imagina só a situação, né? Para quem viu tudo que aconteceu na sexta-feira, passou o Shabat em descanso, num luto, num sofrimento, numa dor enorme, agora cheias de medo e de alegria. Curioso, né? foram correndo a anunciar aos discípulos e de repente elas encontram com o próprio Jesus que ali faz a sua saudação. E aí acontece outra coisa muito interessante, né? Você vê a confirmação da realidade da ressurreição, que é a grande celebração da Páscoa, a o convite, a missão, ao anúncio, a proclamação dessa verdade. Quando, né, elas encontram o Senhor ressurreto, o texto diz que elas abraçaram os pés de Jesus e, olha só, e o adoraram. Então veja que o caminho daquilo que envolve a Páscoa, a verdade da ressurreição, é o caminho da adoração. E Jesus então confirma dizendo, não tenham medo. Frase muito importante que, claro, o medo sempre foi amigo da morte. Então, quando a morte é vencida, a palavra forte é: "Deixe o medo de lado". E digam, né, aos meus irmãos que se dirijam para a Galileia e lá eles verão. Quando a gente observa isso e vê essa realidade toda, a gente vai observar no texto bíblico que Jesus vai dar várias provas, momentos diferentes da ressurreição. Ele vai aparecer aos discípulos no caminho de Emaús. Nós vimos aqui o relato de eh aparecer para as mulheres, aparecer para os 12, vai aparecer na Galileia depois de ressurreto, onde ele vai restaurar Pedro na ocasião da pesca maravilhosa. Paulo lá na carta aos Coríntios vai dizer que ele apareceu a mais de 500 irmãos. Então, nós temos diversos relatos e esses relatos são tão assim determinantes e eles nos ajudam a entender por esses discípulos que foram tão medrosos, que foram tão assim incapazes de seguir realmente o ensinamento do mestre, apesar de ver milagres, apesar de ver coisas extraordinárias, eles agora são as pessoas mais corajosas do mundo. Eles agora não têm temor de nada. o que fez com que esses discípulos tivessem tal coragem, saíssem anunciando a verdade do evangelho e [roncando] se arriscando diante de da possibilidade de sofrer forte retalhação e hostilidade das autoridades religiosas de Jerusalém e claro também dos invasores romanos que dominavam a terra. não queriam qualquer burburinho, qualquer movimento social, religioso, que de alguma maneira pudesse prejudicar a o seu domínio na região. Então a gente percebe que alguma coisa extraordinária realmente aconteceu. Mesmo que alguém diga: "Ah, eu não acredito na ressurreição, isso não é possível. Não tem lógica. Isso é coisa meramente de fé. Não tem nada a ver com a realidade objetiva. Mínimo. Essa pessoa deve entender que os discípulos só fizeram o que eles fizeram e plantaram as sementes que mudou a história da região, ah, do mundo romano, da Europa, da civilização judaico-cristã e de toda a história da civilização, porque eles tinham plena convicção de que Jesus realmente havia ressuscitado dos mortos, ressuscitado com o corpo glorificado. [roncando] E aí quando a gente olha isso, é interessante que Jesus vai fazer tudo isso. E você olha, por exemplo, no livro de Lucas, é interessante no final de Lucas, e ainda com mais detalhe, olhando no começo de Atos, a gente vai encontrar, né, depois que Lucas descreve os detalhes com o seu próprio enfoque sobre a ressurreição, inclusive ali apresentando o, ah, vamos dizer, o relato único do caminho de Emaús. que quando Jesus aparece com os pros discípulos, no final, no desfecho do seu evangelho, nós vemos o seguinte, versículo 50. Tendo levado até as proximidades de Betânia, Jesus ergueu as mãos e os abençoou. Estando ainda abençoados, ele os deixou e foi elevado ao céu. Então eles o adoraram e voltaram para Jerusalém com grande alegria e permaneciam constantemente no templo louvando a Deus. a região de Betânia, aqui é perto do monte das oliveiras, que é exatamente o monte que tá ligado a toda a tradição messiânica que vem desde o Antigo Testamento. E aqui você vê Jesus abençoa a eles, é elevado ao céu. E essa expectativa do céu, ela é mais uma vez enfatizada por Lucas mesmo no começo de Atos, quando ele diz que quando Jesus acabou de dizer que eles deveriam permanecer em Jerusalém até serem cheios do espírito para dar início à grande missão que aparece na grande comissão, ele foi elevado às alturas. Atos 19. Enquanto eles [roncando] olhavam, uma nuvem os encobriu. E eles ficaram olhandoos ali, olhando para cima, né? De repente viram dois homens vestido de branco e disseram: "Galileus, porque vocês estão olhando pro céu? Esse mesmo Jesus que dentre vocês foi elevado aos céus voltará da mesma forma como o viram subir." E aí então a gente começa a olhar e pensar: "Pera aí, ó Saiel, entende? Jesus morreu por nós a sua morte. Conforme as escrituras, conforme a previsão de Isaías 53, dos nossos pecados caírem sobre esse Messias sofredor, a [roncando] ideia nítida discutida por Paulo, que essa morte e ressurreição de Jesus envolve, né, o sacrifício em favor dos nossos pecados. Ele é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Nas palavras do evangelho de João, no capítulo 1. Então, ele morreu para o nosso perdão e ressuscitou, provando que ele havia feito aquilo que era a exigência de Deus para dar fim aos pecados. E agora todo aquele que se arrepende dos pecados, que nele crê, deposita a sua fé, tem salvação, tem vida eterna. Mas o que acontece esse domingo de Páscoa que celebra a ressurreição? Qual é o desdobramento disso? O desdobramento é muito interessante, é ver elevado aos céus. E nesse momento da sua ressurreição, você vê assim indícios dessa realidade do céu presente nesse momento da ressurreição. A gente vê um anjo dos céus, aparece lá na descrição de Mateus, capítulo 28, e ele é resplandescente, reluzente. E a gente então fica pensando, né, que história é essa dessa realidade do céu? Como é que a gente entende o que Jesus conquistou e para onde Jesus foi depois daquilo que significou esse grande domingo de Páscoa que envolve a ressurreição. É interessante, a gente olha na própria crucificação. Jesus está lá no livro de Lucas, no capítulo 23, quando Jesus está crucificado. nós lemos ali diante, né, dos famosos, famoso caso ali do ladrão ou os dois ladrões que estão do lado dele. E aí o que que nós lemos? O famoso texto de Lucas 23, nós temos ali a partir do verso 39, o seguinte, né? Estava a acusação sobre Jesus. Este é o rei dos judeus. Se você precisa entender que que é essa acusação, então quando se coloca uma acusação, esse é o rei dos judeus, quer dizer que ele é alguém que se tá sendo acusado de se apresentar como um líder de uma revolta contra Roma para tomar o poder, vamos dizer, em eh numa atitude de rebelião contra o domínio romano. E isso é é a razão da sua condenação por Roma ah de acordo com a pretensão do grande império da antiguidade. Então quando ele tá lá, um dos criminosos, verso 39, que ali estavam dependendurados, lançava-lhe insultos. Você não é o Cristo, salve-se a si mesmo e a nós. Você, você não é o Messias, você não é o grande rei libertador, então vamos lá, né? salve-se. E também ajude a gente aqui. Mas o outro criminoso repreendeu, dizendo: "Você não teme a Deus, nem estamos sob a mesma sentença. Nós estamos sendo punidos com justiça, porque estamos recebendo o que os nossos atos merecem". Mas este homem nem não cometeu nenhum mal. Então ele disse: "Jesus, lembra-te mim quando entrares no teu reino". E Jesus então responde e respondeu: "Eu lhe garanto, hoje você estará comigo no paraíso." Então, o que que nós temos de convicção lendo a palavra de Deus? E quando Jesus deixa, né, este momento de sofrimento, ele vai para aquilo que a Bíblia chama de paraíso e que tem a ver com o mundo dos mortos. É interessante a descrição, por exemplo, que nós temos de Jesus, eh, envolvendo essa realidade do mundo após a realidade da morte. E no Apocalipse capítulo primeiro, por exemplo, quando nós temos uma descrição para nos revelar quem é Jesus, diz o texto, né? João tem a grande experiência, visão na ilha de Pátimos, no verso 17, ele diz: "Quando eu vi, eu caí aos seus pés como morto." Então ele colocou sua mão direita sobre mim e disse: "Não tenha medo. Eu sou o primeiro e o último. Sou aquele que vive. Estive morto, mas agora estou vivo para todo sempre. que tem as chaves da morte e do ades. Essa palavra ades é uma referência a toda a realidade do mundo, a da dimensão pósm. Então Jesus vai para essa realidade. E olhando para o texto bíblico, né, é muito difícil imaginar que a dimensão que envolve Ades ou mesmo céu seja simplesmente uma descrição geográfica. Essas realidades, elas são descritas na Bíblia de maneira metafórica, ela ultrapassa a nossa compreensão. Então você tem o que a gente pode chamar da dimensão dos mortos ou o ambiente, a dimensão onde estão os mortos que estão de fato ou numa situação de bem-aventurança diante de Deus ou estão numa situação entregues aos seus próprios descaminhos e os desdobramentos dos seus próprios pecados debaixo do juízo divino. Então, nesse sentido, olhando pra dimensão pós-made sofrimento e de juízo e condenação e uma realidade de bem-aventurança e de felicidade e de gratidão e adoração. Então, é claro, aquele criminoso arrependido, que reconhece Jesus como Jesus deve ser reconhecido, ele depois da sua morte estará, esteve, né, passou a estar com o Senhor no paraíso, na dimensão dessa realidade. Mas Jesus, Jesus é o Senhor. Jesus, ele é, né, o Messias, o profeta, o Emanuel, o Deus conosco. Quando ele tá lá, essa sua presença envolve a sua presença diante dos bem-aventurados, como por exemplo, a gente vê na história lá do rico e do Lázaro, quando ele está ali junto de Lázaro. Lázaro está naquele ambiente que é chamado, né, o lado de Abraão, enquanto que o rico condenado está em sofrimento. E e da mesma maneira aqui você vai ver que existe uma presença divina, uma presença do próprio Senhor, ah, diante daqueles condenados, só que uma presença que traz juízo. Ou seja, o Senhor Deus é aquele que está presente completamente no mundo dos mortos, só que de maneira afável, de maneira ligada à bem-aventurança para aqueles que obtiveram salvação e foram atingidos pela graça e salvos por Deus. Aqueles que estão na sua situação de distanciamento e rebelião estão diante de Deus da mesma maneira, só que numa condição diferente. Então você percebe, não existe um lugar onde é o reino do diabo que ele domina e outro lugar que é o reino de Deus onde ele faz a parte dele. Não. Deus é o Senhor de toda a realidade do mundo pósmão, dessa dimensão, dessa realidade que é chamada de Xol ou de Ades. Esse esse esse mundo dos mortos, essa dimensão onde estão aqueles que vieram a falecer. E essa realidade está presente até que a gente venha ter no futuro o desdobramento da ressurreição de Jesus. Na linguagem de Paulo em Primeira Coríntios, quando a gente lê, você tem um capítulo inteiro falando sobre isso. Primeiro Coríntios, capítulo 15, Paulo vai falar que a ressurreição é a nossa grande esperança. Cristo Jesus, ele ressuscitou por nós. E essa sua ressurreição, ela é a garantia da nossa ressurreição. Primeira parte de Primeira Coríntios 15 dá todos os detalhes, né? Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, no versículo 3, foi sepultado, ressuscitou no terceiro dia, apareceu a Pedro, depois aos 12, a mais de 500 irmãos de uma só vez. Depois a Tiago, aos apóstolos, apareceu a mim. Paulo disse, né? Eu sou o menor dos apóstolos. E ele então vai dizer o seguinte: "Se não há ressurreição dos mortos, nem Cristo ressuscitou". Verso 13. Se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também inútil a fé que vocês têm. Por isso ele vai afirmar com clareza que a ressurreição é uma verdade e a garantia da nossa ressurreição. Por isso ele diz no verso 20: "Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dentre aqueles que dormiram. Visto que a morte veio por meio de um só homem, também a ressurreição dos mortos veio por meio de um só de um só homem. Pois da mesma forma como em Adão todos morrem, em Cristo todos serão vivificados. Ou seja, a realidade é que quando alguém parte dessa vida, ele vai para essa dimensão do mundo dos mortos. Inclusive, primeira Pedro vai dizer que Cristo anunciou, proclamou, né, naquele ambiente chamado dos espíritos em prisão que aguardavam a um anúncio da parte de Deus desde os tempos de Noé. Ele proclamou a sua vitória, anunciando o que ele tinha conquistado com a obra da redenção feita em nosso favor. E, portanto, alguém quando sai dessa vida vai estar ou numa situação de sofrimento ou numa situação de bem-aventurança. Mas isso em espírito, até que chegue o momento que Paulo tá dizendo, em Primeira Coríntios 15, quando nós vamos ter essa dimensão da ressurreição dos mortos. do espírito aí volta a se unir com o corpo agora glorificado, ressurreta semelhança do corpo de Jesus para a gente ter o que podemos chamar assim do desfecho daquilo que é chamado a vida eterna que vamos ter na presença de Deus. E aí quando a gente chega a essa compreensão e lê o que aparece no texto bíblico, você pensa mais então que bom sai gostei. A gente foi perdoado dos pecados. Cristo morreu em nosso favor. O amor de Deus se derramou. Então, nós somos, vamos dizer, eh, limpamos a nossa consciência, temos a nossa situação acertada diante de Deus e a gente vai para a realidade da bem-aventurança e vai pra vida eterna. E a gente já desfruta isso depois da morte, depois da ressurreição. Então, nós temos a dimensão completa, né? a gente tem a a restauração, a purificação de toda a criação. Mas a pergunta é: o que é que a gente vai fazer no céu? [suspirando] E qual é a razão porque alguém gostaria de ir pro céu? Porque, aliás, eu tenho visto pessoas tá dizendo, eu acho melhor que quando a gente passou por essa vida, a gente melhor virar fumacinha, desaparecer e não ser mais nada. Qual é o sentido de tudo isso? Por, né, a gente precisa da redenção, anseia e no final das contas vai passar essa eternidade naquilo que chamamos de céus, que mais uma vez a gente diz, nós temos muitas metáforas na Bíblia, a gente não tem como compreender essa realidade de uma maneira que eh seja tão fácil de escrever. Por isso a Bíblia, né, fala de maneira muito simbólica e muito metafórica a respeito dessa realidade. E aí quando a gente conversa sobre as pessoas a respeito do céu, eu acho curioso [roncando] que parece meio estranho, né? Porque eu vejo gente dizendo o seguinte: "Não, quando eu chegar no céu, a gente vai, né, ter tal [suspirando] desdobramento, a gente vai ganhar tal coisa". Inclusive, eu já vi até uns cânticos, uns hinos dizendo que há mansões celestiais no céu. E eu gente pensou pensando o seguinte: "Olha, quando eu vivi aqui na minha vida, eu tive uma casinha assim, sabe, mais ou menos uma casa meio simples, talvez um apartamento pequeno e aí quando eu chegar no céu, meu amigo, aí eu vou tá num num ambiente assim muito bom, né? Inclusive, eu vejo pessoas até falando assim: "Num céu, é o seguinte, se você teve uma vida muito legal, assim, você foi uma pessoa muito ativa, serviu a Deus, fez muito bem, né? A a sua vida teve desdobramentos, você vai ganhar assim uma uma mansão assim sem tamanho, né? Eu pergunto, será que vai ter empregado na mansão celestial, né? Inclusive, até porque o pessoal andou lendo certos textos do apocalipse que eu acho eu acho que eles não entenderam. que esses textos têm uma assim uma perspectiva de ser algo que não tem a intenção de ser absolutamente literalista. E como em alguns lugares nós temos uma referência e que essa cidade tinha muita coisa de ouro, e aí eu vejo gente pensando o seguinte: "Olha, eu quero ir para a Jerusalém, a nova Jerusalém, eh, de ouro, porque lá, né, eu vou viver assim." Sabe aquela história do rei Midas, né, que o indivíduo tudo que ele toca vira ouro e a coisa fica dessa maneira. Então o pessoal pensa assim numa espécie, como é que eu diria assim, de sonho quase assim consumista da eternidade quando a pessoa vai para um ambiente assim que é o prêmio da sua vida. Então eu passei apertado, eu servi a Deus, eu me dediquei como cristão ministerialmente, aí eu vou conseguindo muita coisa. Então, por exemplo, a pessoa olha aqui pra descrição da Nova Jerusalém, que é uma figura da própria igreja de Cristo, é uma figura do povo de Deus, né? E uma figura da dessa união onde desaparece a separação entre céu e terra. E aí a pessoa lê o seguinte, né? Ah, por exemplo, que o anjo que tá medindo a cidade, no verso 15, ele falava comigo e tinha como medida uma vara feita de ouro para medir a cidade, as suas portas e os seus muros. E ele faz, e tudo lá era feito de pedras preciosas. As 12 portas eram 12 pérolas. A rua principal da cidade, diz o verso 21, era de ouro puro como vidro. transparente. Então, que que a gente vai querer? Ir pro céu para achar um monte de ouro. Nada de bandeirantes, nada de corrida de ouro [suspirando] da Califórnia, nada das minas de ouro da África do Sul ou de lugares do mundo assim ou de diamantes. Não, nós vamos lá porque tem muito pedra precioso e um monte de ouro. Vamos começar a estudar mineralogia para poder ir pro céu. Pessoal, que coisa. Aí é tão importante a gente entender a linguagem bíblica para compreender principalmente que o livro de Apocalipse fala de uma realidade que ultrapassa o nosso entendimento e constrói todo uma descrição nessa literatura assim simbólica, forte, como é chamado a literatura apocalíptica, para falar de realidades indisíveis, extraordinárias. Mas é claro que ninguém deve imaginar que o seu desejo, a sua disposição de ir para o céu, de ter essa essa esse desdobramento de tudo que significou a ressurreição da Páscoa, simplesmente para morar num lugar cheio de pedras preciosas e ouro e minério raro em abundância. Será que nós estamos pensando que o céu é um Dubai 2.0 ou alguma coisa desse tipo? Certamente que não. Por isso é tão interessante quando a gente olha o que que tá por trás de toda essa descrição bíblica. Apocalipse capítulo 5, [roncando] quando a gente lê o que tinha acontecido, porque o que foi dito sobre esse Cristo Jesus é que no capítulo 5 verso 6 diz que ele é um cordeiro que parecia ter estado morto em pé no centro do trono, cercado pelos quatro seres viventes e pelos anciãos. Esse cordeiro que parecia ter estado morto é uma linguagem que expressa como Jesus está vivo e ressurreto para aquela comunidade cristã primitiva que sofre debaixo de tanta intolerância e perseguição. E aí o que que acontece? Ahã. O verso 8 diz que ao recebê-lo, os quatro seres viventes e os 24 anciãos prostraram-se diante do cordeiro. Cada um deles tinha uma arpa e taças de ouro cheio de incensos, que são as orações dos santos. Eles cantavam um cântico novo. Tu és digno de receber o livro e de abrir os seus selos, pois foste morto e com teu sangue compraste para Deus gente de toda tribo, língua, povo e nação. Tu os constituíste reino e sacerdotes para o nosso Deus, e eles reinarão sobre a terra. Então olhei e ouvi a voz de muitos anjos, milhares de milhares e milhões de milhões. Eles rodeavam o trono, bem como seres viventes, os anciãos, e cantava em alta voz: Digno é o cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor. E mais adiante, quando nós lemos o Apocalipse capítulo 21, nós vemos no verso 3 que ouvi uma forte voz que vinha do trono e dizia: "Agora o tabernáculo de Deus está com os homens com os quais ele viverá. Eles serão os seus povos. O próprio Deus estará com eles. Ele será o seu Deus. Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou. Que que a gente pretende no céu? Qual é a nossa motivação? fazer uma série de coisas que foram ordens, talvez aleatórias de Deus para que a gente ganhe um prêmio e lá então consiga várias pedras preciosas e uma espécie de habitação de ouro. Meus queridos, é tão interessante que aquilo que a gente viu lá em Mateus 28, que [roncando] essa verdade da ressurreição, ela desemboca na missão que logo chega na adoração, a gente descobre que o céu é o lugar da, vamos dizer, Páscoa definitiva, porque é o grande momento de uma festa e de uma celebração de adoração. Por quê? O coração humano até deseja algumas coisas que eu diria assim que são substitutivas da nossa necessidade maior. Então, a gente acha importante, né, ter uns objetos mais bonitos, que tal comprar uma roupa melhor ou ter um carro que seja bem visto socialmente, morar num lugar mais aprasível, com uma casa X, adquirir essas coisas que simbolizam a nossa posição social, a gente faz essa coisa maluca, né, de às vezes tentar construir toda uma imagem de nós mesmos para poder ser, né, para que a gente possa ser bem visto, bem recebido, amado diante das outras pessoas. Nossa necessidade profunda tem a ver com amor, tem a ver com a nossa posição diante do criador e a nossa conexão com ele. No fundo, no fundo, o âmago da dor que está na nossa vida é uma espécie de saudade daquilo que a gente nunca teve, uma espécie de saudade no céu. interessante, né, que os [roncando] antigos, muitos descobriram isso, né, quando eles cantavam que eles estavam longe da linda pátria e que um dia eles estariam lá. E o desejo deles não era simplesmente adquirir uma série de coisas que pudesse ser símbolos de status e posição social. Eles queriam estar diante de Deus, eles queriam estar na presença de Deus. Eles queriam ter diante de Deus todo o seu sofrimento, a sua lágrimas, as suas dores, todos os seus desencontro agora diante do Senhor, para que eles pudessem ser, né, realmente povo de Deus recebido no aconchego do Criador para desfrutar de fato que é comunhão eterna. E quando isso acontece, a gente encontra o nosso lugar no universo, a gente encontra o ponto fundamental da razão de ser na nossa vida. E por isso a gente prorrompe em adoração em festa. Por isso que o apocalipse é um livro de comemoração. É um livro assim muito estranho, porque ele tá falando de sofrimento, dor, perseguição, de algo difícil demais de suportar. E ele vem com um cântico após o outro. Ele vem com cântico após o outro. E aí a gente entende, né? A gente entende por um dia um homem como Georg Philip Hendell, depois de fazer, né, aquilo que seria a maior obra de arte da história musical dedicada ao Messias Jesus, o Salvador, ele começa a cantar, ele entra num um estado assim pré celestial, né, quando ele vai falar, vai trazer para nós o Messias de Hendel, né, quando ele canta, né, forever and never. Aleluia! Aleluia! E ele reinará para todo sempre. E é por isso que termina nessa grande festa, nessa grande celebração. Você sabe que a gente faz espetáculos esportivos, a gente faz momentos de prêmios, a gente faz shows assim que são muitas vezes mirabolantes e altamente holofóticos. É tudo uma tentativa assim de tocar como as cegas. um negócio glorioso que parece fazer falta no nosso coração. Por isso que em Apocalipse 5 a gente vê o que a gente viu aqui. Você viu que coisa impressionante? A festa, a celebração tão impressionante, tão extraordinária, ela aparece aqui dizendo: "Olhei e ouvi a voz de muitos anjos, milhares e milhares, milhões de milhões, rodeavam o trono com os seres viventes dos anciãos e cantavam em alta voz: Digno é o cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor, adorando O Senhor para todo sempre. Então, hoje, hoje é dia de cantar. Jesus ressuscitou. Hoje é dia de celebrar. A Páscoa é verdadeira. Hoje em dia, na verdade, de ensaiar. Nós vamos só fazer uma pequena Páscoa aqui. E muito além do brilho do ouro ou dos possíveis benefícios que a gente receba em função da nossa caminhada cristã, a verdadeira Páscoa, ela termina em adoração. Adoração que não tem fim, que é o lugar onde o nosso coração deseja descansar por fim. Deus abençoe você. Boa festa. Boa celebração, boa antecipação da glória final. Boa Páscoa. [música] Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. [canto] Aleluia. Alleluja alleluja [canto] alleluja [música] alleluja [música] alleluja alleluja [canto] alleluja alleluja [música] alleluja alleluja Aleluia! Aleluia! [música] Aleluia! Noite! [canto][música] >> [música][canto] [música] >> ist [canto] [música] >> [música] [música] [canto] [música] >> Aleluia. [música] Aleluia. [música] Aleluia. Aleluia. [canto] [música] >> [música] [música] >> Kem [música] >> [música] >> Korš [canto] [música] [canto] [música] [música] allu aleluja aleluja [música] aleluja Alleluja. [música] Bom dia a todos. Nessa manhã tão [música] preciosa, a gente chegou a um momento especial de oferta. A gente tá na IBNIL com uma campanha especial [música] por causa de algumas necessidades nesse dia de Páscoa, de ressurreição, de eh [música] momento de alegria e adoração a Deus. Também nós pedimos que você adore suas ofertas e dízimos. [música] a gente tem essa campanha que vai ajudar a dar uma restaurada na parte interna, externa, eh, principalmente com a pintura, [música] com os telões que vão e também continuar a ajudar a com trabalhos humanitários [música] e todas as os projetos que a IBNU apoia, eh, tanto em São Paulo quanto eh no Brasil e [música] todo lugar do mundo. Então você pode fazer parte disso e adorar a Deus. [música] Faça isso nesse momento como eh esse ato de entrega, adoração [música] e também de festejar com a gente. Vamos orar. Senhor Deus, muito obrigada [música] por esse tempo tão precioso, principalmente que podemos eh [música] viver isso junto com o Senhor de da ressurreição que é maravilhosa e que nos traz [música] essa vida, Senhor. Muito obrigada porque nós temos essa mensagem de vida e nós podemos realmente fazer isso [música] todos os dias, viver eh plenamente por causa de do Senhor. Nós também colocamos nesse momento [música] as nossas ofertas, nossos dízimos e tudo que o Senhor já nos deu como um ato de agradecimento, [música] como um ato de gratidão, como um ato de realmente adoração a [música] ti por tudo que o Senhor é, tudo que o Senhor fez e tudo que o Senhor nos deu. [música] Nós louvamos agradecendo em nome de Jesus. Amém. [música] No próximo domingo, no dia 5 de abril, será uma celebração especial de Páscoa, uma programação especial a partir das 16 horas na IBNU presencial, espaço IBNU, rua Tianguá [música] 25, pertinho do aeroporto de Congonhas. Não teremos celebração [música] na parte da manhã, nem culto, nem às 9, nem às [música] 11 horas, somente às 4 da tarde, num momento especial de celebração com arte teatral [música] e também muita música ali falando sobre a mesa da Páscoa. você, meu convidado, esteja conosco neste dia [música] especial de comemoração da ressurreição de Jesus. >> Mais uma celebração que está encerrando. Foi muito bom ter você aqui com a gente e eu quero convidar você agora a fazer o quê? Compartilhar [música] essa celebração com o maior número de pessoas que você pode, tanto pros seus amigos quanto também pros seus inimigos. Compartilha para todo mundo, para que todo mundo possa ser abençoado por essa mensagem, por tudo aquilo que nós aprendemos hoje. Se [música] você não segue a IBu nas redes sociais, procura aí Instagram, Facebook e também aqui no YouTube. O que você ainda não segue a gente aqui? Clica no seguir aí, ativa o sininho, vai ser uma grande alegria estarmos juntos de novo. Tchau. [música] Aleluia. [canto] Aleluia. Alleluia. Aleluia. [música] Aleluia, aleluia. [canto] [música][canto] Alleluja [música] [canto] alleluja alleluja alleluja. [canto] Alleluja alleluja [música] alleluja allelujaeluja [música] [canto] >> [canto][música] [música][canto] [música] [canto] [música] [canto] [música] [canto] [música] >> Alleluja >> [música] >> Aleluia. [música] [canto] [música] Aleluia. [música] >> [música] [música] [canto] >> amor [música][canto] [música] aleluia [música] Alleluja alleluja aleluja. Alleluja. [música] [música] >> [música] [música] >> M.