O que são trapos de imundícia? BTPapo 107
03/04/2026
O que são trapos de imundícia? BTPapo 107
Bibo e Cacau conversam sobre as nossas obras impurezas e a graça de Deus!
Fonte: Bibotalk
Legendas automáticas:
เฮ [música] >> [música] [música] >> Muito bem, muito bem, muito bem. Seja bem-vindo a mais uma live aqui neste canal. Bem-vindo a mais um Bibo Talk. Meu, o quando a gente começou há 16 anos atrás, o nome era Bibo Talk Show. Terrível, né? Mas era na época tava em alta, né? Os talk shows e tal. Então era a ideia seria, como eu sempre ia entrevistar alguém, era o Bibo Talk Show, depois mudou para Bibocast e depois virou BTC, né? Aí Bibotal ficou o nome, né, do site Bibo Talk, né? O Bibo que fala, conversa e tal, explana, explica. Mas depois o BTC, que era o podcast do Bibotalk, ele veio. Galera, é o seguinte, a internet do Cacau, ela não vai voltar por agora, tá bom? Ela não vai voltar por agora. Eh, talvez o Cacau entre com o pacote de dados mesmo aqui, só pra gente conversar um pouquinho sobre o o tema dele, tá bom? O tema que a gente tinha escolhido sobre trapo de imundícia. Eu não vou me arriscar a falar sobre esse tema, tá bom? Né? O Cacau tinha, porque o Cacau é um cara que gosta da carta de Paulo aos Romanos. Eu imagino que ele iria costurar Isaías com Romanos. Ia ser uma coisa linda. Não estou apto no momento para fazer isso, tá bom? Mas já que você está aqui, já que estamos com 37 pessoas, já quero avisar, talvez o Cacau apareça, talvez ele não apareça. Então, se você sempre tá aqui pelo Cacau, você pode ir embora, porque eu não posso te dar certeza se ele vem ou não, tá bom? Mas já que você está aqui e eu estou aqui, eu quero conversar um pouquinho com vocês. Finge que esse é o papo aleatório. Agora eu ia puxar esse papo com o Cacau, inclusive. Galera, hoje dia 2 de abril é o dia mundial da conscientização do autismo. Vocês sabiam, né? É o dia mundial da conscientização do autismo. Ah, eu acho interessante esses dias eles fazem, né, a sociedade pensar sobre determinado tema, né? Tem os meses, né? Tem o maio, laranja, tem o outubro rosa, o novembro azul, setembro amarelo. Eu sei que todos os meses tem eh acho até que janeiro é janeiro. É janeiro o quê? O, qual que é a cor de abril? É abril azul, que é a cor da saúde mental? Não, isso é setembro amarelo, né? Enfim, eu sei que é legal esses dias, né? O dia da conscientização disso, daquilo e tal. Ah, você teve eh você tem alguns dias assim ao longo do ano que trazem essa conscientização. E eu acho legal falar eh falar sobre isso e você pensar. Para quem não sabe, eu sou um pai atípico e, né? Ou seja, eu tenho filho, meu filho Calel. Ah, e a gente desde muito cedo. E aqui, galera, é é sobre isso que eu quero trocar essa ideia com vocês. Porque que essa essa conscientização do autismo é tão, é tão importante? Primeiro, ah, você tem muito mais diagnóstico hoje em dia, por isso que você tem tantas pessoas que se dizem autista ou, né, pais que falam que tem filhos autistas, porque de fato, eh, você o quê? Você eh você tem muito mais diagnóstico. E a questão do estudo, né, do da TEA, né, do transtorno do espectro autista. ele ainda de alguma forma é novo, né? Então, por isso que eh às vezes você vai ver até especialistas não concordando em uma outra nomenclatura, eh algumas nomenclaturas que a gente acaba usando ou alguns especialistas falam que talvez não seja a melhor coisa porque é um estudo que é novo ainda, né? É um estudo que é novo. Tem várias teorias, né, do por também se aumentou o número de pessoas ah no espectro autista. Mas grosso modo, é porque se aumentou também o número de diagnósticos. Antes não se investigava isso. E aqui vem o meu primeiro ponto que eu quero eh trocar com vocês, que é ouça o seu pediatra, a sua pediatra. Tá bom? Ah, pera aí, pessoal. Ó, o setembro amarelo é prevenção ao suicídio e janeiro branco, saúde mental, se não me engano. Legal. Alguém pode confirmar, gente, essa informação do Thiago? Eu sei que tem um lance, né, de de do de janeiro ser branco, tal. Eu achei que era por causa da paz, tá ligado? Vamos pintar uma unha de branco pela paz mundial. Alguém depois confirma para mim, a Sara tá falando que o Thiago tá certo, mas se alguém puder dar uma pesquisada, não que eu duvide você, Sara e Thiago, mas às vezes a gente ouve falar e não vai atrás, né? E a gente acaba não, né, não popularizando, né, e passando adiante uma informação que não é verdadeira, tá? Acontece muito isso, tá, gente? A gente ouviu falar até de gente, né, grande e tal, e a gente acha que é verdade, não é? Então, se alguém puder eh consultar aí sobre cada mês, qual é a cor de cada mês e o que cada mês quer tratar e tal, beleza, gente? É, vai ser um betpapo, monólogo, desculpa, gente, foi mal. Talvez o Cacau apareça aqui. Vamos ver se ele vai querer usar o pacote de dados dele. Seria muito bom. Cacau, aparece aí pra gente. Mas, galera, vamos lá. O primeiro ponto que eu quero é abordar com vocês, tá? Ah, tá bom, então. Tá bom. Trabalha no SUS, então o cara manja de saúde, né? Trabalho no SUS e o que o Thiago falou, tá certo. Obrigado, Ismael. Valeu por essa informação, galera. Primeiro ponto, tá? Primeiro ponto, acontece, Bíblia, é a vida. Primeiro ponto, ah, ouça o seu pediatra, ouça sua pediatra. Ah, muitas vezes os pais não querem aceitar determinadas coisas e aí acha que não, isso é frescura, tá? Isso é frescura. Desculpa, Sara. Foi mal, foi mal. Não sabia, né? Foi mal. Tá bom, vamos lá. Isso é frescura. Meu filho, minha filha não tem isso não. Ah, daqui a pouco isso desenrola, né? Daqui a pouco começa a falar, daqui a pouco isso passa. Ah, isso é só uma mania, isso é só um trejeito. Daqui a pouco esse trjeito passa. É muito importante que vocês pais, ou você que é tio, né? Ah, você que é ligado a uma criança que apresenta algum comportamento, alguma estereotipia, alguma coisa que, mano, é um pouco diferente isso, né? Então, às vezes, esse diferente ele pode ser um indicativo e é importante investigar. Então, ouça o seu médico, ouça sua pediatra ou seu pediatra, ouça pessoas que talvez já tiveram contato, né, com crianças, o espectro autista. E só que aí tem um outro ponto, né? Por exemplo, às vezes eu e a minha esposa, a gente percebe, mas a minha esposa ela é muito mais ligada nesse universo do que eu. Então, o que acontece? Às vezes é muito delicado você falar para um pai: "Olha, você já foi investigar eh essa esse, né, esse trejeito, esse atraso, entende? Porque não é normal, né, nessa idade ainda não falar, entende? Então assim, você tem que ter muito cuidado para quem você fala isso e da forma que você fala, porque a pessoa pode facilmente se ofender. O qu tá chamando meu filho de louco, tá dizendo que o meu filho não é normal. Ninguém quer ouvir isso. Ninguém quer ouvir isso. Tanto que quando a pediatra levantou, né, a possibilidade, o Calel tinha eh um ano e meio mais ou menos. Eu não lembro exatamente qual era, mas era um ano e era menos de 1 ano e 8 meses, se eu não me engano. Era 1 ano e meio. Enfim. Eu lembro que quando a Xanda chegou em casa da consulta e falou, eu falei: "Nossa, sério? Mas tão tão pequeno e tal". É porque ela foi me fazendo uma série de perguntas, eu fui respondendo e conforme as minhas respostas, ela falou: "Olha, mãe, é bom investigar". E aí nós começamos a investigar, mas eu desde o começo, cético, não, nada a ver. Daqui a pouco não, isso é coisa de criança. Aí vai passando o tempo, não tá falando ainda algumas coisas ou um, né, um um ponto, falava algumas coisas e de repente não fala mais. normal. Porque daí sabe o que que é, gente? Nós que é das antigas, a gente ouve esse negócio assim, ó. Não, isso aí é normal. Ah, o filho do meu amigo é sempre uma história assim, o filho do meu amigo começou a falar com 4 anos, cara, tá aí, ó, mega inteligente, tal, tá, tal. A gente ouve falar essas histórias. Aí a gente não quer admitir que o nosso filho possa ter alguma coisa. Mas o que acontece? Chega uma hora que a realidade bate na tua porta. Detalhe, gente, vamos lá, para deixar bem claro, eu achei que era frescura da médica, joia? Mas em nenhum momento eu eh impedi que o meu filho fizesse algum tratamento, né? Graças a Deus a gente poôde pagar e tal, até o plano de saúde cobrir, enfim. Eh, e essa parte tem que tomar muito cuidado também, porque dependendo como for, eh, vão querer te enfiar um monte de coisa e você tá sensível. Aí, então é bom você ter pessoas experientes se você puder. Geralmente tem as comunidades, né, de pais, grupos de pais que se ajudam a você, né, achar um equilíbrio ali nos tratamentos e tal. O que acontece, gente, depois eu leio os comentários, tá bom? Só para eu não perder a linha de raciocínio aqui. Cara, o que acontece? Então, eu nunca impedi o meu filho de fazer qualquer tipo de tratamento e tal. Eh, mas sempre questionava: "Pô, mas será que precisa tudo isso? Nossa, tantas horas assim. Até que uma hora eu eu realmente não tive, né? Eu eu vi a minha esposa eh eh eh desmoronar na minha frente, assim, quando realmente veio, né, ali com 3 anos de idade, veio o laudo, veio o diagnóstico, né, autismo e tal, autista, nível de suporte um, enfim, que era como se falava antigamente, ainda hoje se usa, né, alguns questionam essa nomenclatura, enfim, mas a princípio nível de suporte um e tá lá o diagnóstico e tal, né, autista, carteirinha, né, de autista, né, e aí tipo assim, mano, agora não é mais uma especulação, né, agora tem um laudo, tá, né, tá diagnosticado. E aí o teu filho ideal morre, né? Ou seja, é a morte do filho ideal. É a morte do filho ideal. E todo pai idealiza um filho. Todo pai ele ele quer que o seu filho seja a criança perfeita, né? Que seja melhor em tudo, que não tenha nenhum problema, que vá bem na escola, que seja um bom atleta, que seja, né? Enfim, bom em tudo. A gente quer, né? a gente vai idealizando o filho perfeito, só que quando vem o diagnóstico, esse filho perfeito ele ele morre, por assim dizer. E todo filho, na verdade, esse filho perfeito, ele precisa morrer em algum momento, né? Agora, quando tem um laudo, um diagnóstico, realmente o meu filho, ele é diferente de outras crianças, né? O meu filho vai precisar de tratamento, o meu filho precisa de um tratamento especial, de uma compreensão é especial. Hoje o meu filho, gente, eh hoje o meu filho ele tem, eh se anos, vai fazer sete esse mês, esse mês é o mês do Calé. Não, o Calé depois ele começou a falar. Mas assim, galera, é aquela coisa, o Rodrigo do de antigamente vai dizer que ele começou a falar por quê? Por causa da interação com a Amana. Eu tenho uma filha que hoje tem 11 anos, né? Mas na minha cabeça ele começou a falar por quê? Porque ele tem interação com a Mani por causa de alguns videozinhos no YouTube que ele assiste, né? Eh, então táando na minha cabeça, ah, isso aí foi porque foi galinha pintadinha e tal, mas bobiça da minha parte, né? É claro, por é claro que ele começou a falar muito por causa do tratamento com fone audióloga desde muito cedo, entendeu? Desde muito cedo, ou seja, desde que veio ali já a suspeita, a gente começou com terapia ocupacional, psicóloga, fonoaudióloga, entende? Tentamos até nutricionista porque vem a questão da seletividade alimentar, enfim. Então, hoje ele fala bastante, a comunicação dele melhorou. O meu filho, eh, ele é super simpático, então ele não tem um problema de sociabilidade, ele é uma criança super curiosa, super simpática, tanto que as pessoas até falam assim: "Mas ele é mesmo, né, tipo autista e tal". Eh, e por quê? Porque ele é super simpático. Na convivência você percebe, né, algumas coisas, né? Então, é na convivência. Então, o fato é assim, gente, que quando veio, né, esse diagnóstico, eh, aí cai a real. Eu vi a minha mulher, né, né, desmoronar na frente, na minha frente, tal, né, choramos e tal. E aí eu falei: "Mano, é real, né? Não é bobiça. Eh, o meu filho, ele é ele ele é autista, né? Então não é mais uma suspeita. Eu não posso tratar isso como uma coisa tipo, não, daqui a pouco isso passa". Não, ele, né? Que bom, né? E aí eu levantei a mão pro céu e falei: "Que bom que eu ouvi a ciência, que bom que eu ouvi os médicos". E aí, gente, esse é o primeiro alerta que eu gostaria de fazer nesse dia mundial da conscientização autista. Eh, eu fico pensando quem tá entrando na live agora e tipo, mano, o que que tem a ver trápo de imundícia com autismo? Autícia é trápo de imundícia. Não, pelo amor de Deus, gente. É, o tema da live era se o Cacau entrasse, tá bom? Como o Cacau não entrou, eu vou fazer só um assunto aleatório aqui, que é um assunto aleatório é muito importante, tá? Ó, gente, o Cacau vai entrar, tá? Eu vou encerrar esse assunto e o Cacau vai entrar. Ele deve estar acompanhando a live aqui. Cacau, se quiser entrar na sala aqui, eu já te deixo aqui na sala e já te coloco. Então, primeira coisa que eu queria alertar, galera, ouça os médicos, tá bom? Ouça os ouça os sinais, nem tudo é normal, tá bom? Se tá atrasado com alguma coisa, investiga, tá bom? E se alguém falar isso pro teu, falar do teu filho, eh, não leve a mal, talvez a pessoa queira te ajudar, entendeu? Então assim, eh, e às vezes ele realmente tá e quanto mais cedo, tem um lance ali da poda neural, entendeu? tem umas podas neurais que a criança vai passando. Então é muito importante que a criança tenha tratamento desde cedo. E pelo que eu sei aí o carinha do SUS ali pode me ajudar. Eh, talvez o SUS, até onde eu sei, tem melhorado um pouco, né, o atendimento em relação à à questão autista ainda não é ideal, porque até no até no particular, galera, ou melhor, no plano de saúde ainda tá longe de ser o ideal, tá? Mas enfim, se você não tem condições do particular, vai, né, pro, né, vê pelo vê pelo ou pelo plano de saúde ou ah, pela, pelo Sistema Único de Saúde e tal. É, a Sara tá falando, é, nem tudo é, cada um tem o seu tempo, não é isso, gente. Tem que ser investigado, tá? Tem que ser investigado. Agora, aquela coisa, gente, primeiro primeira coisa que eu queria dizer é isso. Fique atento aos sinais, tá bom? Ouça as pessoas que querem o teu bem, os médicos do seu filho, da sua filha. Ouça e não negue tratamento. Por quê? Porque às vezes vai crescendo e a coisa vai vai ficando pior porque não tem suporte, não tem entendimento. Aí quantas brigas, né, poderiam ser evitadas e não foram. Aí você vai criando uma criança traumatizada, estressada e aí quando vê já tá um adolesc. Adolescência já não é uma coisa simples, né? Essa transição da da infância para adolescência já não é uma coisa simples. Uma criança sem terra, imagine uma criança, né, eh, com terra e tal. Então, quanto mais cedo tratar, melhor, porque eu conheço casos que só na adolescência foi: "Ô, é verdade, hein? É mesmo." E aí, cara, quanta coisa, né? Poderia ter sido evitada. Quanta coisa, sabe? Quanta coisa poderia ter sido evitada. Então, preste atenção do seu médico nas pessoas. Segunda coisa, galera, ter um filho autista não é o fim do mundo, é o começo de um novo. Então, não é o fim do mundo. É possível eh encontrar vida. É. possível aprender com isso. Vai exigir ser pai, galera, ser mãe, ser um cuidador exige muito do ser humano, muito, muito, muito mesmo. Cuidar de outro indivíduo completamente dependente de ti é uma grande escola para mim mesmo, gente. Eu sou uma pessoa egoísta, por assim dizer. Talvez esteja, sabe, o alcólatra, ele é alcólatra pro resto da vida, mas ele tá há 10 anos sem ser alcólatra, sem beber álcool. Então eu acho que eu sou um egoísta assim, entendeu? Um egoísta tratado. Porque de fato ter filho eh melhorou muito essa questão em mim, muito demais. Gente, o cacau vai entrar daqui a pouco, aguarde, aguarde, tá bom? Aguarde. E então ter filhos me tratou muito o meu egoísmo, entendeu, cara? Então, esse é o ponto. Ter um filho autista não é o fim do mundo. Vai exigir mais de ti, vai exigir mais dos cuidadores, dos pais. Compreensão, paciência. Para vocês terem uma ideia, coisas que às vezes são simples para uma criança lidar com uma diferença de ambiente, de volume. Para uma criança autista é uma crise, entende? Para uma criança autista não é uma coisa boba. Por exemplo, gente, eu desculpa fazer o jabá aqui, eu não gosto de ficar falando disso para fazer jabá, mas é que eu escrevi um livro sobre isso junto com o Felipe, justamente contando um episódio que envolve o meu filho. O meu filho tinha uma beluga, né? A beluga, aquela baleia branca, testuda, sabe? Tem no Dory, no Dori, né? Eh, procurando Dori. Meu filho tinha uma beluga, ele perdeu aquela beluga. E, cara, é só um ursinho de pelúcia, entendeu? Mas não, para ele era algo mais, era a amiga dele, era a segurança dele, ele não saía de casa sem ela e a gente não sabia onde estava essa beluga. E, mano, foi um strress assim, foi um strress, um stress. Ele fica nervoso, ele fica estressado. E não é bobiça, não é frescura, não é terrible to. É uma crise de uma criança autista e você precisa saber lidar com isso. E isso desgasta, desgasta a mãe, desgasta o pai, né? Ah, geralmente são as mães, né? Geralmente não é uma regra, OK, gente? Mas geralmente são as mães que andam mais com os filhos para cima e para baixo nas terapias e tal. Então, pode ter certeza, por trás de uma família atípica, há uma família cansada, há uma família com certo estress e, sem sombra de dúvida, uma mãe muito cansada e que muitas vezes deixa de cuidar de si para cuidar do filho. Então, saiba disso. Por isso, seja suporte, seja apoio, né? Então, vai, uma família atípica precisa de suporte. Talvez a sua igreja tenha uma família atípica que precisa de um suporte. Talvez o esse pai, essa mãe ou essa mãe ou esse pai, enfim, depende a realidade dali. Precisa que às vezes, cara, você, ele precisa que você fique, né, que a sua família acolha essa criança por uma noite para eles poderem ficar em casa assistindo o último episódio de Pitt que passa hoje, por sinal, o último episódio da segunda temporada de Depit. Talvez é isso. Você vai ficar 3 horas com essa criança só para aquele pai, para aquela mãe poder respirar, entende? Então fique de olho se na sua família, se na sua igreja não tem uma família que não tem rede de apoio. Galera, eu, um dos motivos pelos quais eu nunca me mudei de Joinville é por causa, aliás, o único motivo, não é nem um dos, é o único motivo pelo qual eu não me mudei de Joinville, é porque a minha esposa é muito ligada à família dela, né? Eh, Bibo, você não é você não é ligado à sua família? Não, eu amo os meus irmãos, minha mãe já morreu, enfim, meu pai, você que acompanha o betapo já sabe. Então, assim, eu amo meus irmãos, mas a gente não é tão ligado de se encontrar final de semana e tal. Já a minha esposa com a família dela são extremamente integrados e tal. Graças a Deus, a família da minha esposa é uma bção. É uma bção porque, nossa, a minha sogra, a minha cunhada, meu cunhado são pessoas incríveis. Principalmente a minha minha sogra e a minha cunhada, que é onde nós temos mais relacionamentos e tal, são pessoas incríveis. E cara, é uma baita a rede de suporte e todo mundo se ajuda e não dá. E eu não quero privar os meus filhos de ter a casa da avó, de brincar com os primos, as primas, entendeu? Isso é maravilhoso. Mas talvez a sua igreja tenha uma família que não tem essa rede de apoio, cara. E se eles são pais atípicos, eles estão precisando muito da ajuda de vocês. Então, assim, tem a empatia. Ah, aqui a gente relata quando o Hugo perde a sua baleia, a crise de uma criança autista. Eh, esse livro aqui quer mostrar que não é frescura, quer mostrar que é algo real. Ah, a gente precisa ter paciência. Eu era aquele tipo de cara que olhava uma criança dando piti e falava: "Cadê o pai dessa criança? Isso é falta de chinelo. Eu era esse tipo de babaca, entendeu? Que vi uma criança da Piti achava que era falta de educação, que era falta de chinelo. Por quê? Porque eu fui criado na porrada. Eu fui criado na base da chinelada. E quando eu digo porrada não tô exagerando, tá bom? Então assim, aí a gente acha que é isso, né? Isso é, isso é manhã de criança. Isso é falta de chinelo. Se isso é falta de chinelo. Ah, o chinelo resolvia até eu ter uma filha, né? E quando a Milena deu o primeiro piti dela, uma criança normal, né? Mas ali com aqueles dois anos, né? O chamo, o famoso terrible to, até que a Milena deu um piti, falei: "Meu Deus, que aconteceu?" E eu educo também, né? Tem dou educação. É a beleza, é a vida real, né? Calando o meu preconceito, tá? Então, assim, é relato de um ex-babá que é tipo isso. E aí o que acontece? É, cara, não é p, não é falta de educação. Pode ser uma criança autista tendo uma crise. E o que essa mãe precisa, o que esse pai precisa, o que essa família precisa, não é de um babaca com olhar julgador, mas é de pessoas que oferecem, né, talvez um olhar de ternura, eh, umas pessoas que talvez ofereça uma ajuda, entende? sem julgamento. Faça a melhor cara de simpático que você puder. Se não consegue, levanta a cabeça e segue o teu caminho, entendeu? Se não sabe fazer cara de simpático, uma voz simpática, nem se mete, só vai embora, entendeu? Mas uma família típica provavelmente precisa da sua ajuda, tá bom? Então assim, e aqui é o livro que eu escrevi junto com o Felipe, tentando mostrar um pouco de empatia, né? Ensinar empatia até para conversar com as crianças. Olha, pode ter um amiguinho na sala que é diferente, que exige mais atenção, né? Ah, enfim, essa a ideia do o dia em que o Hugo perdeu a sua baleia. É isso. Se você é autista, tá? Eh, ah, eu sei, talvez e você é um adulto autista, sei das dificuldades que você eh deve estar passando, respeito, me solidarizo com isso. Que bom que talvez você esteja procurando, né, esteja fazendo terapia, já esteja mais regulado, sabe lidar, né, sabe identificar as suas crises, consegue anteceder a crise e com isso se autorregular. Eh, o grande desafio do autista é isso, ele aprender a se autorregular, mas quando é uma criança precisa do ajudo, ajuda dos adultos. E para mim é o grande desafio, né? Como é que eu vou regular se às vezes eu já tô desregulado, já tô nervoso? E aí tu precisa pensar, dar três passos para trás, segura, respira e, né, a repetição, cara. Enfim, outro dia eu conto vários detalhes aqui, né? Um pouco, eu não gosto de ficar expondo muito, muito meu filho, né? Mas assim, a rotina às vezes é bem cansativa pelo comportamento rígido, por mudanças que na nossa cabeça são bobas, mas para ele, tipo, meu, mudou a textura da panquequinha, já não vai comer. Aí tu tem que para ele, ele até come, mas a gente tem que fazer toda uma ginástica. E, mano, e tem hora assim, tu fala, quer saber? Não come. Então, né? Às vezes a vontade é essa, mas não, tu respira, não é importante ele comer isso e tal. Ah, gente, tem. E cara, e ó, assim, ó, o caso do meu filho é não é um caso tão grave. Claro que a gente sente a nossa dor, é a nossa luta e ninguém pode diminuir o que eu e minha esposa passamos. para nós, né? Foi doloroso, é cansativo, mas a gente sabe que, né, ou seja, é a nossa história é a nossa história e a gente sente a nossa dor e a gente fala da nossa dor como a gente quiser e ninguém tem nada a ver com isso. Ponto. Agora, eu e ela temos consciência que, mano, tem casos muito mais graves que o do meu filho. Muito mais graves. muito mais graves assim que a gente só de eu começar a pensar e dá até assim uma uma emocionada porque cara, pô, velho, tem cada caso que é tipo assim, como é que vai ser, sabe? E com certeza essa família típica passa por muitas dúvidas, muitos questionamentos e precisa da sua ajuda o máximo que você puder. Tá bom, gente? É isso. É, Deus abençoe. Eu tenho TDH, eu tenho e tô tratando, hein? Certo? Tô medicado, inclusive, viu? Ó, eu abri parênteses aqui e voltei, né? Vou e volto. Tô medicado. Liberdia tá fazendo, tá fazendo sucesso. Minha luta é explicar paraa minha mãe que Deus não precisa curar meu sobrinho. Pois é, precisa de tratamento. Ah, tem esse lance aí também, né, gente? Não, o autismo a gente cura com oração. É punk, é, tem igreja, já conheço histórias assim, tá? Enfim, galera, obrigado por me ouvirem até aqui essa meia hora aí que a gente falou, tá bom? É isso. Deus abençoe a todos vocês aí que são autistas, você que tem autista na família, algum amigo. Eh, é isso. Tá bom. Depois eu dou uma olhada aqui. Cacau Marques, não quero gastar todos os dados dele. Obrigado, Cacau, por ter gastado nossos seus dados móveis. É claro. O que que é vivo, Tinho. O que que é? >> Você tá me ouvindo bem aí? >> Eu tô te ouvindo. Tá um pouco mais, tá baixo, mas eu tô te ouvindo. Tá. Manda bala porque agora eu tô aqui nesse, entendeu? >> Tô. Tá. Eu vou ver se eu consigo aumentar o teu microfone aqui. Pera aí. Configurações do microfone. Eu vou tirar. Eu, ó, eu vou. Fala aí, Cacau. Vamos lá. >> Falando aí. Um, dois. >> Beleza. Aumentou um pouco mais. Beleza. >> Cacau. Vamos lá. Obrigado por ter vindo aí. Já fizemos, já fiz o aleatório sozinho hoje, Cacau. Foi mal. >> Eu vi, eu vi, eu vi. >> Mas e aí, Cacau, trapo de imundícia. Falei aqui pro pessoal que eu acho que tu ia estudar Isaías com Romanos, né? Mas não sei, >> eu recebi esse, eu recebi essa pergunta no Instagram, né, para falar mais sobre isso. Falei, acho que a gente nunca falou sobre isso e vamos tratar aí, né? Calma aí, Cacau. Eu acho que eu fiz alguma coisa com o teu microfone que piorou. Fala aí. Eu não tô te ouvindo agora, Cacau. Gente, acho que a gente não tá ouvindo. Cacau >> é >> voltou. Acho que meus dados aqui estão muito ruins aqui, cara. >> Hoje nós estamos naando perdade das da pedra aqui. >> Cara, eu acho que a nave que tá levando a galera pra rua tá passando bem na frente do satélite assim. Aí tá impactando o sinal. Vamos lá, Cacau, vê se você consegue falar um pouquinho para nós sobre trapo de imundícia, a pergunta que você recebeu no seu Instagram. Vamos lá. >> Isso aí. Então, eh, o texto lá de Isaías 64, né, que fala sobre esse, sobre esse assunto e diz assim, né? Somos como o impuro. Todos nós, todos os nossos atos de justiça como trapo imundo. Murchamos como folhas e como vento. As iniquidades de todos nós arrastam-se para longe, né? Só que antes, no versículo eh no versículos anteriores, né, ele tá exaltando a santidade e a grandeza de Deus, né? >> Ele até fala no versículo 4ro: "Desde os tempos antigos ninguém ouviu, nenhum ouvido percebeu, olho nenhum viu outro Deus além de ti que trabalha para aqueles que me desesperam, né? Vens ajudar aqueles que praticam a justiça com alegria, que se lembram de ti, dos teus caminhos. Contudo, ao prosseguirmos em pecado, tu tiraste, como então seremos salvos, né? Então, a ideia aqui é dessa de que nós, mesmo quando nós nos dedicamos a fazer o que é bom, né, mesmo quando nós nos dedicamos a realizar o que é justo, eh ainda assim nós não conseguimos nada além do que esses trapos imundos, né? Eh, essas que que não deixa de ser algo que eh algo que atua na purificação, né? A ideia aqui é trapos mesmo usado para purificação, né? >> Mas que ele >> fala, >> não é? É que eu ia trazer, porque, né, eu aprendi já no passado que é esse trapo da imundícia aqui, o trapos imundos, tava ligado à questão do período menstrual da mulher. E por isso até que alguns comentaristas fazem até um trocadilho, um trocadilho não, né? Eu eu vi barbichas ontem, já tô pensando em trocadilho. Fazem um paralelo com levítico e tal, porque a mulher ela fica é impura, né, no período menstrual e tal, >> cerimonialmente impuro. É, >> cerimonialmente impura. Só um parêntese, galera. O Cacau não tá, ele tá, não é que ele tá para baixo, gente. Eu tô aqui meia hora falando da minha família, autismo, um tema pesado. Aí o Cacau entra na live, Cacau fala de trapo de >> Não é só isso não, cara. Hã, >> é que eu tô doente também. [risadas] >> Eitaqueira. Não, então o cacau tá para baixo mesmo. Tu tá certo? Ô, ô, >> tava, eu tava reinando agora até 2 minutos atrás. >> Eita nós nesse nível, Cacau. Então vamos apurar porque isso aí não avisa quando vem, né? Tu não pode sair na hora. Mas Cacau, só para eu entender. Então, eu sempre [risadas] entendi. É porque isso aí quando vem, meu irmão, não é mais rápido do que a velocidade da luz. Não dá nem tempo de acender a luz às vezes. Ô Cacau, eh, como é que fica assim? É porque eu sempre associei, né, trapo de imundícia ao trapo eh utilizado no período menstrual que deixa a mulher cerimonialmente impura. E aí até o cara fazia uma parada assim, ó. Olha, >> a mulher ela não é uma pecadora porque ela tem esse período menstrual. Não é isso, não tem a ver com isso. Mas ela fica cerimonialmente impura. Tá? Então, o que acontece? O que esse texto de Isaías tá falando o seguinte, é mesmo Israel eh eh podendo estar fazendo coisas certas, se ele não está em contato com Deus, as obras dele acabam sendo trapo de imundícia, entendeu? Mais ou menos essa vibe? >> Ideia, é também. E a ideia também é o seguinte. O que que acontece no Antigo Testamento? Quando há algo que tá impuro e ele entra em contato com algo puro, eh, não se transmite pureza, o que se transmite é impureza, né? Então, as nossas obras de justiça, mesmo obras justas, elas não deixam de estar marcados por essa nossa impureza, né? Por isso que ele usa essa referência destes trapos que ainda que eles atuem na purificação, eles se tornam impuros, né? Então, as nossas obras de justiça, elas vêm marcadas por essa impureza, né? Eh, e isso é é uma declaração de humildade do profeta, vamos dizer assim, né? Ele tá declarando como ele reconhece que a nossa condição de realizar o que é certo não é não é pleno, né? Não é pleno, né? Quando você falou lá de Romanos, Romanos fala isso também, né? Daqueles que não tendo a lei fazem o que a lei pede, né? Eh, mas isso não resolve o problema deles serem desculpáveis, né? Porque eles têm a lei no coração, ou mesmo aqueles que têm a lei e pecam nela também, né? >> Uhum. >> Então, que uma coisa não resolve em relação à outra, né? >> Uhum. >> Mas isso é interessante, em Isaías mesmo nós temos um exemplo de algo puro que transmite pureza, que não existia até então, né? Que é Isaías capítulo 6. Quando o anjo tira uma brasa viva e o e o o profeta fala: "Eu sou homem de lábios impuros. Habito no meio de um povo de puros lábios. Meus olhos viram o Senhor e aí ele pega a o anjo pega a brasa viva e toca na boca dele e fala: "Agora seus lábios foram purificados, né? E isso não acontece. Não tem nenhum dispositivo da lei que você tocando em alguma coisa você fique por a a purificação, ela envolvia um banho, ela não envolvia tocar em alguma coisa, né? E ali vem esse toque purificador, né? Então o que nos faz pensar que as nossas obras de justiça elas continuam mesmo impuras e elas são marcadas pela nossa impureza, mas Deus é que atua, como ele fala no versículo 5, né? Vens ajudar aqueles que praticam a justiça com alegria, né? É ele mesmo que resolve purificar e agir através de nós, né? E isso a gente entende em Jesus Cristo, que Jesus tem esse mesmo tipo de ação, né? Quando passa lá o jovem morto, né? Lembra desse? Você sabe essa história de qual que é o instrumento que Jesus toca? >> Eh, desculpa, eh, ele tocou no skif do cara lá. Não é isso? Não é [risadas] >> é o skif. O skif. É o skif. É >> que é de pastor clássica, né? Isso Jesus toca. Ele toca skif, né? O cara passando, ele toca o esqu. [risadas] >> Boa, boa, cara. Muito louco. >> Ou seja, é, aliás, isso acontece com o, desculpa te cortar que acaba, que agora e eu achei muito legal essa, eu achei muito legal esse paralelo que tu traz, né? De fato, na lei, naquilo que é humano, eh, o impuro sobrepõe o puro, >> né? Então, assim, mesmo se a mulher tá transmite, é, ou seja, é o mal meio que parece que vence o bem, né? O impuro é e é o puro, o impuro ele eh tira pureza, né? Agora só quando Deus age é que a pureza purifica a impureza. E aí, mano, tem um lance de Jesus tocando o esquif. Cara, a mulher com fluxo de sangue >> é a mesma coisa. Mesma coisa. >> Mesma coisa. Claro que ali é um é um ato um pouco contrário, né? Porque pela fé ela toca e em Jesus, mas ou seja, Jesus não foi eh não se tornou impuro, né? Pelo contrário, Jesus a purifica. Cara, isso é sensacional, né? Exatamente. Essa inclusive é um é um paralelo muito melhor até do que a ressurreição, né? Porque é de fato é a mesma mesmo sentido de impureza, né? Era um fluxo que ela tinha 12 anos e não e não passava, né? É isso mesmo. E isso mostra pra gente a nossa dependência de Deus, né? Às vezes a gente cai nesse moralismo, não vou fazer o que é certo, vamos realizar e tal. E não depende de Deus, né? Não vai a Deus em oração, não vai a Deus para se santificar. Não adianta, gente, se você acha que você vai resolver os problemas do pecado simplesmente não pecando, né, [risadas] você vai falhar, né? Você tem que ir a Deus e clamar eh eh para que ele atue, ele aja e ele de fato realize as obras que ele quer realizar através da sua vida, né? É mais ou menos por aí, eu acho. Não é não é muito complicado não, mas >> tá. Então, o trapo de imundiça, né? Ele era um trapo descartável, né? geralmente utilizado eh em atos de que tornava a pessoa impura, né? Por exemplo, né? Pode ser até o trapo que o leproso utilizava e ele também é uma pessoa impura, né? Tem que ser retirado do acampamento e tal. Então, o trapo de imundícia é isso. Ou seja, cara, as obras de justiça de vocês, >> se vocês não estão conectados em Deus, elas são imundas. É tipo isso que Deus tá dizendo. Tem uma leitura até, eu não sei se foi Lutero que fez, mas eu aprendi na faculdade luterana. Não sei se foi Lutéo, mas eu aprendi lá que fazia até muito essa associação, né? As nossas obras são como trapo de imundícia, né? Elas não salvam, né? >> Então tinha muito essa correlação também do trapo de imundícia com as nossas obras de justiça, né? Agora é muito legal a gente pensar isso, que isso não invalida as boas obras, né? Tem uma coisa que a gente fala já há 16 anos aqui de podcast, é que as nossas obras são extremamente importantes, né? São extremamente não pra gente fazer moral com Deus, mas para promover o bem no mundo, né? Então elas são e elas são purificadas >> por Deus. Isso é maravilhoso. >> E é como uma extensão da obra de Cristo mesmo, né? É Cristo mesmo através de nós. Eh, isso é uma coisa interessante. A a visão de santidade de Paulo não é simplesmente que agora eu não peco mais, é que agora Cristo ressurreto vive em mim. Não são mais as minhas obras, são as obras dele em mim. Então é outro outro esquema, outra outra caminhada, >> cara. E e sabe o que eu vou escrever sobre isso? vai ser o terceiro capítulo do meu livro que roupou usar sobre o e que que roupou usar para o fim do mundo. Ou vai ser o terceiro ou o quarto. Ainda não sei como é que vai ser o desenvolvimento de do segundo capítulo e tal. Talvez eu tenha que desdobrar em três, em dois, em duas partes. Eh, mas cara, é, ó, gente, ó, spoiler do livro que eu vou lançar ano que vem. Eh, que roupa usar para o fim do mundo? A de Cristo, entendeu? [risadas] Se revestir de Cristo. E isso é muito louco, cara. É, é muito louco você e é é uma sensação que a fico pensando, cara, é muito forte o que Paulo, até eu falo lá no no Betque sobre o reino de Deus, é muito louco pensar sobre isso, que eu, um pecador sou revestido de Cristo. É quase como colocar uma roupa limpa sobre uma pele suja, tá ligado? Assim, é meio que uma, é, às vezes eu tenho essa sensação assim, porque eu ainda peco, né, cara? Eu tenho pensamentos ruins, eu sabe, eu eu ainda magou os meus irmãos, eu ainda pecoes, contra Deus, né? E aí, mano, mas eu sou revestido de Cristo, sabe? É, é um pouco essa sensação roupa nova em em tipo assim, cheguei da academia, vou pro trabalho, só troquei a roupa, tá ligado? Às vezes eu tenho um pouco essa sensação com esse lance de estar vestido de Cristo, né? Né? Assentado com Cristo nas regiões celestiais. Pô, Paulo, aí tu me pega, não é? É muito poderoso isso, cara. Acho que é tão poderoso que me escapa, tipo, me escapa assim, tipo, mano, >> como é que tu vê isso aí, Cacau, porque é poderoso isso aí, não é, mano? >> É que a gente é transformado por Jesus, né? E na verdade eu vejo de outra maneira, né? Que Cristo que é a nossa vida, né? Quando fala lá em Colossenses, quando Cristo que a sua vida se manifestar, vós sereis manifestados com ele, né? A nossa vida agora é ele, é ele em nós, né? E as roupas que a gente usa, elas têm que condizer a quem nós somos em Cristo. Então, na verdade, é o contrário, né? Eh, nós é que estamos bonitinho, mas estamos usando roupa suja quando a gente peca, né? E em Cristo nós somos uma nova criatura. Então, não é assim, eu ainda sou aquele cara, mas só tenho uma roupa de Jesus. Não, o contrário. Eu sou absolutamente transformado por Cristo, mas de vez em quando ainda boto uma roupa que não corresponde a essa nova vida que eu tenho nele. Isso é >> é o teu exemplo. Ele estraga a minha analogia que eu achava tão boa. [risadas] É, mas tudo tá certo. >> É porque eu tava muito no lance muito, né, muito da roupa de maneira muito literal mesmo, entendeu? O o aquilo que vai por cima do corpo e tal. Mas é claro que o revestir-se de Cristo é uma parada, ou seja, é a circuncisão do coração, né? Não é algo externo. Se fosse externo, seria só a circuncisão, né? Mas não é a do coração. Então é uma parada muito interna que me muda de dentro para fora, né? É muito bom isso, cara. É muito bom. Poxa, é isso. Então, os nossos as nossas obras elas não passam de trapo de imundícia, ou seja, elas são descartáveis se eu não estou em Cristo. Agora, se eu estou em Cristo, elas não só têm uma utilidade para o reino, como também contarão naquele dia, né? as nossas obras não são descartáveis se eu estou em Cristo. Elas serão julgadas, [limpando a garganta] né? E enfim, vai ser julgado também de acordo com a fé e com a vida, é, que eu levei aqui e tal. Então, elas são importantes, elas não garantem salvação, mas são importantes naquele grande dia e tal. Por isso, esteja conectado em Cristo, porque se não tiver conectado, são só obras que um monte de pessoa faz. Porque a obra do impuro, ela até pode ter uma utilidade terrena, né? Por exemplo, um impuro que faz boas obras, com certeza, né? Ele ajuda pessoas, né? E e é bom para quem tá sendo ajudado, né? >> Agora isso não tem peso eterno, né? Não tem peso eterno. >> Muito bom. É isso, gente. Alguma pergunta? Deixa eu ver se o pessoal colocou aqui. Obrigado, Cacau, por usar um pouco dos seus dados. Por isso, eu creio que a proposta do evangelho não é mudança de comportamento meramente, mas eh uma nova natureza, um ser humano inédito. É um novo ser humano, uma nova criação, né? Como Paulo fala, né? Eu prefiro nova criação do que nova criatura. Acho mais eh mais global. Ouvi que na nova aliança nossas obras são trpos de eh não são trapos de imundícia, uma vez que somos habitação do Espírito Santo. É, >> não não sou, não é, né? Mas é porque a gente tá em Cristo. Se a gente elas podem virar, tá? Na nova aliança, elas podem virar. >> Eh, tem muita gente que tem roupa de crente só mesmo, né? E tipo, e até pode fazer boas obras, mas no fundo >> e nem tão nessa aliança >> como >> e às vezes não tão nessa aliança, né? Só aparece não estão nessa aliança, só aparece e tal. Aliás, o eu tô lendo um livro do meu amigo que vai ser lançado ainda esse semestre pela mundo cristão, o nosso amigo Digo, pastor Digo lá da ponte. Mano, que livro gostoso de ler, mano. Ele mesclou, ele fez meio que em forma poética, não é uma poesia, não é um poema, mas tem um pouco um jeito, uma cara de poema. Então tu vai lendo em estrofes assim, mano, boa teologia, boa sacada. E ele fala justamente sobre isso, né? Como a gente pode ter uma uma casca, uma roupa e no fundo ser só eh religiosidade vazia, barata. Tá bom? E é isso. Tem pessoas Cacau, nos aguardando no BTD em Governador Valadares. Caramba, estaremos lá em Cacau. Eu, você e quem? Tô meio perdido nos BTD hoje. Víor Fontana. >> Vittor Fontana. Olha aqui, ó. Ó, eu, Cacau e Víor Fontana lá em Governador Valadares, dia 30 de maio. Cola lá. Pelo que eu sei, a entrada é gratuita, mas tem que se inscrever, tá bom? O link tá na minha bill do Instagram ou em qualquer outro vídeo aqui do YouTube que não seja esse, porque eu esqueci de colocar. E se você é da Europa, cola lá com a gente, né, Lisboa. Eu, Cacau e Rafael Ciano estaremos lá para falarmos também sobre esse tema maravilhoso. Aliás, estou ansioso para ouvir o Cacau sobre esse tema, né? Vai ser a primeira vez que eu vou ouvir ele lá em Governador Valadares. Já sei o que o Víor vai falar. Maravilhosa a palavra do Víor. E como sempre, né, Cacau, o melhor, o melhor encerrador de programação que eu conheço é o Víor. Todo evento que eu fizer, o Víor será o último, né? Porque ele encerra muito bem o evento. Maravilhoso. E é isso. Então, gente. Esperamos vocês nos BTDs aí de Governador Valadares, é de Belém. Belém, eh, de Lisboa e dia 5 de dezembro em Belém, né? Já tá, já tá avançada as organizações aí. Tá bom. Já podemos considerar a nova camisa da seleção azul como trapo de imundícia. Cacau, essa é contigo. Futebol não é o meu forte. >> Achei horrível. Achei horrível aquela camisa completamente [risadas] fora de proporção. Tá, tá horrível. Nossa, >> caramba. É, eu eu só vi, aliás, descobri a camisa da seleção brasileira por causa dos crentes, né, que adoram ver diabo em tudo. Precisam ver aquele nosso cara, mas sério, eu acho que isso aí é mais uma piada do que porque eu só vi o povo criticando isso, >> não vi ninguém falando sério. >> Não, eu vi Cacau, Cacau, assim, deixa Cacau, deixa eu te falar uma coisa. Desde o início de março, Cacau, eu entrei num universo crente muito, muito preocupante, que é o pessoal realmente os escatomaníacos, o pessoal fissurado, obsecado pelo fim do tempo. E esse pessoal é aquela galera que realmente vê vê besta em tudo, vê diabo em tudo. E tem um cara que ele é gigante no Instagram e ele falando, fazendo análise, mano, né? mesclando as telas, bafomete, coisa. Eu só vi coisa do Dragon Ball mesmo. Acho até o Saulo Daniel viu a mesma coisa que eu. Eu vi Dragon Ball naquela camiseta. O Saulo Daniel viu também. Agora assim, eh, não tem gente, é gente grande falando sobre isso, entendeu? Eh, porque para esse pessoal, Cacau, só para tu entender, já que tu é um cara leigo nesse assunto do universo, maluco, crente, graças a Deus, né, Caca? tua igreja não precisa de um negócio desse. Mas é que por causa do meu livro eu tive que entrar nesse universo. Para eles, cara, tudo é um sinal que já tá alertando para algo que vai acontecer. Então, por exemplo, para esse pessoal, a capa do Economist em dezembro é o relógio, é o sinal profético do que vai acontecer nesse ano. Então, eles estão pegando a capa do Dec, cada parte, ó, aqui tá a guerra, ó, já lá em novembro, dezembro já apontaram pra guerra. Campeão da Copa vai ser Portugal, porque é um cara de vermelho aqui chutando a bola, entendeu? Que e é o que é o Cristiano Ronaldo, ó. Sabe quem tá preso e não sei o que, ó, tá aqui, ó. Eu achava que era o Lula, mas agora tô vendo que é outro cara. É isso. Os caras ficam fazendo. Então tudo para esses caras o que a grande mídia solta, o que os grandes conglomerados soltam, já é aviso sobre alguma coisa que vai acontecer no mundo. O grande reset, o grande esquema, o grande isso, o grande aquilo, entendeu? Então para essa galera é real mesmo, mano. Galera viu o demônio mesmo, entendeu? É isso, cacau nunca entra nesse universo porque ele é horroroso. Tá bom? Beijo, gente. Deus abençoe todos vocês. Obrigado por mais esse betpapo. Vai entrar no Spotify, tá bom? Semana que vem todos os betpapos que nós já fizemos entrarão no Spotify. Você que ouve por lá aguarde. >> Beijo. Cacau. Vai lá e toma um estro germina. E é nós. Estamos junto. Deus abençoe, galera. Ciao. Co?