PASTOR DEVIA TER CAMARIM? UMA VAGA PRÓPRIA? FURAR A FILA?
20/04/2026
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Índice
Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
Seja muito bem-vindo, tu tu tururu. [música] Tem candidato que canta, tem outros candidatos que cantam e dançam. E aí tem outros candidatos que usam outros truques para tentar conquistar os nossos jurados. visitante, seja bem-vindo. [música] Sua presença é um prazer. Turum tururum. Com Jesus estamos dizendo turum, essa igreja ama você. Como vai, visitante? Como vai? A sua simpatia nos atrai. Faremos o possível para sermos bons amigos. Como vai, visitante? Como vai? >> Cantando, cara. Não me convenceu. >> Mas essa coisa toda teatral, eu acho que não funciona. Você devia se concentrar mais na na voz, cantar só, entendeu? Cantar e cantar bem. >> Oi pessoal, tudo bem? Tenho que falar uma coisa, tenho que falar duas coisas, Gabriel. A gente começar esse vídeo rapidão, rapidão. Preciso dizer que o vídeo começa no tal, não. Voltei de Londres. Parece que faz um mês que eu não gravo vídeo. E é verdade, faz um mês que eu não gravo vídeo, porque o último um mês de vídeo eu gravei em uma semana para eu poder ir para Londres em paz. Então assim, aqui é trabalho, viu? que a gente passa 10 dias, 11 dias em Londres com a mulher e não falta vídeo no canal, viu? Funcionário do mês, minha própria empresa. E aí, que foi que eu fiz? Gravei nove, nove teologia na estrada lá em Londres. Vai ter um monte de vídeo em Londres. Vai, vou falar sobre martírio, sobre igreja anglicana, John Stot, escravidão. Vou falar de G, fui onde onde torturaram o V de Vingança. Fui no túmulo do John Bania, meu irmão, fiz fiz a festa lá em Londres. Eago, tu sai para passear com tua mulher, 10 dias com tua mulher passeando, aí tu tu vai gravar vídeo, é, no tempinho livre dá certo, tá bom? Vê quando a gente para ali e tal, tá na fila do negócio, para para gravar, acordo mais cedo, saiu lá, gravo uma coisinha e volto, atrapalhou em nada minhas férias, já eram lugares que a gente queria conhecer mesmo, então só gravei nos lugares que a gente queria muito conhecer, ficou muito bom, vocês vão gostar muito do teologia na estrada em Londres, assistam, vale muito a pena. E aí eu cheguei no Brasil no sábado e aí no domingo eu fiz isso aqui, ó. Isso aqui no domingo, tudo. Mostra o povo aí, ó. No domingo eu fiz isso aqui, ó. Corri minha primeira meia maratona 21 km. Amor, mas deixa aqui registrado agora que sou meio maratonista. Dito tudo isso, seja muito bem-vindo ao dois deus de teologia. Sou pastor Iago Martins, sou pastor Batista aqui no Ceará, sou um meio maratonista. >> Cadê outra metade, Iago? >> Calma aí, meu filho. Calma aí. Uma cor cada vez. Certo? E este é o Teólogos do Twitter, o programa em que a gente reage a tudo aquilo que está viralizando sobre Deus na internet, onde eu entro aqui num grupo no Telegram onde o pessoal mandou para mim tudo que tá viralizando e eu vou ter minha primeira reação a tudo isso. Se você gosta deste programa, não deixa de se inscrever no canal e assinar as notificações para ficar sabendo sempre que houver vídeo novo. Mas nesse canal tem outros tipos de programa, tá? Tem exegés do novo tachamento, tem grego bíblico, tem aula de teologia, tem resenhas de filmes da perspectiva cristã, tem resenha de livro, tem de tudo. Então não deixa de conferir aí. Tem mais de 1000 vídeos aí nesse canal, mais de 12 anos produzindo conteúdo aqui. Muita coisa boa pra sua edificação. Dito isso, simbora. >> Os pastores aqui, né? >> Vou te falar um negócio, [música] pastor. Lá na sua igreja, você tem um camarim para você? Fecha. Você tem uma sá? >> Tenho não. Tenho não. Queria, queria ter um. Ele mandou fechar. Eu queria ter um um lugar para tomar um café e comer comidas. É muito engraçado a vida do do pastor, da vida da igreja local e a vida da pregação itinerante, né? Sempre que eu viajo para pregar em algumas igrejas, nossa, meu, é um luxo inacreditável assim, é um é camarim com um monte de comidas pr pegar, tem energético, tem não sei o quê, mas aí na na minha igreja não tem nem gabinete. Vale, camarim. Um dia vai mudar isso aí. Um dia teremos todo o luxo do mundo. Não, não. Eu quer ir na salinha para dar aconselhamento. Você dá aconselhamento debaixo da mangueira. A gente dá aconselhamento debaixo da mangueira, gente. Debaixo da mangueira. A gente senta ali e dá aconselhamento na nossa igreja. >> A salinha lá onde você fica enquanto as pessoas [música] chegam. Eu não tenho. >> É muito, é muito sem futuro. Isso. Falando, falando sério, cara, o pastor tem que sair, tem que participar da vida da igreja. Eu lembro quando eu ouvi o Rise and Fall of March Hill, que é o podcast do Mike Cosper lá no Christianity Today, onde ele fala sobre a ascensão e a queda da igreja do do Mark Disk. Inclusive, a gente tem uma entrevista com ele aqui nesse canal. Cara, o Drisk ele sabe, e não só o Drisko, né, vários pastores famosos faziam muito isso, que para mim foi uma coisa muito chocante de ouvir, de que o Mark Drisco e vários outros pastores, né, faziam muito isso, de os caras simplesmente entravam por uma porta separada, entravam na igreja para um outro lugar, saíam do púlpito para direto para uma salinha, coisas assim. Cara, para mim isso é muito absurdo. Se uma igreja fica grande o bastante pro pastor ter que viver assim, entendeu? Para mim é uma coisa muito triste, cara. Se a igreja fica grande bastante pro pastor ter que fazer isso, é uma coisa muito triste, muito triste mesmo. Assim, divide essa igreja aí, man, multiplica, planta em outro lugar. Tem, não tem como viver com o pastor sendo celebridade da própria comunidade, não. Isso é loucura. >> Você tem um café só para você? Você tem uma irmã que fica lá perguntando se você quer bolo, se você quer água. Você tá ensinando que o puxa-sco prospera, porque é ela que vem reclamar da igreja. Você sabia, pastor, que o fulano falou de não sei quem? Porque você cria a comunidade que te bajula. >> Ih, tome, tome. Tem igreja que despreza praticamente, pastor, né? Tem igreja que pastor é tratado igual lixo, né? E tem que tomar cuidado para isso não acabar criando criando o extremo oposto também. E vamos lá, deixa eu tentar complexificar aqui. Eu não quero ser advogado do diabo, não. Tem uma paz ser advogado do diabo, né? Eu eu não quero ser advogado do diabo não. Mas fico pensando aqui em algumas circunstâncias específicas de que talvez, por exemplo, o pastor ele vai fazer uma coisa que outras pessoas não fazem, ele vai pregar, ele vai ficar uma hora lá em pé falando, né? Quando acabar aquele tempo, ele vai est lá dando aconselhamento, coisas assim. Então, se tiver gente de uma equipe da igreja, equipe de produção, alguma coisa que, por exemplo, pessoas me levam água quando eu vou pregar. Então, quando eu vou pregar, não só para mim, mas qualquer um que vai ser o pregador da noite, eu vou lá pregar e alguém vai subir, vai colocar uma água lá para mim e ninguém vai colocar água para mais ninguém na igreja. Por quê? Porque eu tô fazendo uma coisa que mais ninguém tá fazendo. O pastor às vezes, às vezes a igreja tem vários cultos, né? Tem três, quatro cultos em sequência, pastor fica o tempo todo lá. Alguém pode ser responsável por trazer uma refeição, trazer um pedaço de bolo, sei lá. Tô tentando. Eu sei que não é disso que o o Zé Bruno tá falando, eu sei que não é disso, mas só quero assim adicionar algumas complexidades ao que ele tá colocando, que eu acho que é útil a gente lembrar que tem muitas igrejas em muitos cenários, não é? Então esses cenários mais específicos, há de desconsiderar. O cara que vai est ali pregando, se desgastando no ensino várias vezes, não é estranho que haja algum, algum nível de cuidado com aquela pessoa que tá ali. Mas claro que isso não pode virar uma cultura de bajulação, uma cultura de servilismo, de essa o termo que eu odeio, cultura da honra, né? Cultura da honra, minhas ventas, minhas ventas. Isso aí, isso é cultura de bajulação mesmo. Uma pena que isso que existe tanto cultura de bajulação em muitas igrejas, mas no sentido geral aqui, Zé Bruno tem toda a razão. >> Tem domingo que eu paro o meu carro lá perto do posto de gasolina porque dentro do do estacionamento [música] não tem vaga. Pessoal pega no meu pé, Zé, a gente deixa uma vaga para você. Eu tomo café na cantina da igreja. >> Pô, eu acho isso do dele tomar café na cantina da igreja excelente. A questão da vaga também pode virar um problema, né? Imagina se o pregador da noite se atrasa, não consegue chegar, não consegue achar uma vaga. Eu não tenho vaga na minha igreja também. Na minha igreja não tenho vaga. Nenhum pregador tem vaga lá na igreja. A única pessoa que tem vaga lá na igreja é uma irmã idosa, que ela já é, já tem dificuldade de locomoção. E a gente deixa um espaço lá na igreja para ela estacionar. Mas todo mundo estaciona de dá. Muitas vezes eu estaciono, eu eu tenho, eu estaciono igual a todo mundo, assim como os outros pastores da igreja estacionam igual todo mundo. Ninguém tem ter uma vaga particular, não. Mas eu não acho que seria ruim ter, entendeu? Eu não acho que, entendeu? Eu acho que a gente tem que ter um nível de de bom senso. O pastor tomar café na cantina da igreja, eu acho excelente, porque a vida da comunidade acontecendo ali. Por que que o pastor precisaria de um espaço separado da vida da comunidade para viver sua vida? Agora, algumas facilidades com relação à logística de igreja. O pastor tem uma vaga para ele colocar ali o carro já às vezes mais perto, alguma coisa assim, para poder ele ir se locomover com mais facilidade a dentro da estrutura da vida da comunidade, eu não veria mal, não veria como coisa ruim necessariamente, sabe? Não acho que precisa ter, ó, mas na minha igreja não tem, inclusive, né? Mas eu não acho que seria uma coisa ruim, não. Agora eu entendo o o Zé Bruno tá montando um grande cenário específico, né? Eu tô olhando para pequenos pequenas vicissitudes aqui, pequenas particularidades para tentar complexificar um pouco o pensamento. >> E eu pego a fila como todo mundo e compro o meu ticket e sou parte da igreja. >> Ah, isso é legal isso aí de pegar a fila como todo mundo. Às vezes quando tem pregador visitante, a gente passa na frente da fila assim, né? Chega, chega um visitante, o missionário visitante, o pregador visitante, não, não, vamos aqui e tal, tal. A gente já dá ali a comida dele e tal. Às vezes acontece. Agora no dia a dia da igreja, a gente pega fila, os pastores pegam fila como todo mundo, ninguém passa na frente da fila não. Bom, fica o cara, a não ser assim, por exemplo, o pastor tá ali no momento que ele vai ficar dando alguns aconselhamentos, ele tem que dar um aconselhamento naquele momento. E aí às vezes pode informar alguém, gente, eu preciso dar um aconselhamento aqui antes do culto, mas se alguém puder pegar para mim ali depois, não sei o quê, entendeu? Às vezes você tem que essa parada que eu não quero é que pareça o seguinte, o que Zé Bruno tá falando tá totalmente certo. Totalmente certo. Mas tem, eu adicionaria só notinha de rodapé assim embaixo de que o pastor ele é um membro da comunidade que tem que tá integrado na comunidade, mas que ele está fazendo várias coisas que ninguém mais da comunidade tá fazendo. Então, como ele está fazendo várias coisas que ninguém mais da comunidade está fazendo, em alguns momentos a igreja vai ter que entender que existem algumas, eu não vou usar o nome benefícios, que eu acho que sou a mal, mas alguns cuidados que podem ser tidos para poder facilitar a vida logística para que aquele homem possa servir melhor a igreja. Inclusive bem >> eu falando isso e ganhando cafezinho com leite e pãozinho francês na mão da minha esposinha. Ô corra boa que eu ganhei essa caneca na na Coreia do Sul, na Shongin University. Eu, ó, você aí que me acompanha, eu fiz um vídeo mostrando a Coreia do Sul, fui na na Shank University, mostrei o evangelho na Coreia do Sul e foi o maior flop da história desse canal. Foi o vídeo menos visto em muito tempo da história desse canal. Nosso vídeo mostrando na Coreia do Sul, eu tomando chá com gosto de morte, eu mostrando o evangelho na Coreia do Sul. Vamos lá. Você aí, você que me acompanha aí, ó, você só tá aqui pelo teólogos do Twitter, vai ver lá o nosso vídeo na Coreia do Sul que eu eu, ó, prometo, tem um conteúdo decente lá, viu? Tem coisa de viagem, eu mostrei museu, mostrei comida coreana, provando comida coreana, tem tem esses entretenimentozinhos, mas também tem coisas sobre o evangelho na Coreia do Sul. Vai lá, dar uma olhada lá, dá essa moral aí pro vídeo do seu do seu amiguinho que deu maior trabalho de fazer. Pobre do TER quase morreu de de editar um monte de conteúdo. Para pouco a gente ver. Vamos ver lá. Vamos ver lá, por favor. Do nada eu sujando minha roupa aqui. Não, >> ainda bem que tô usando minha gaola polo grafen edition da Insider, que aí eu passo uma aguinha às vezes aqui, ó. Melei essa blusa ontem, fui no banheiro, ó, passei só uma aguinha assim, ó. Na hora saiu essa com essa roupinha maravilhosa aqui que eu estou vestindo grafeno. Você tá ligado que eu tô vestindo grafeno nesse momento? Deixa eu mostrar. Vou lhe mostrar a parte interna da minha roupa. Trouxe até outra aqui, ó, pr ele mostrar aqui, ó. Chega assim para você, ó, dentro de uma caixinha. Camiseta Polo Grafen Edition, que é uma masculina. Olha aqui, ó. É a mesma mininha que tô usando, tá? Olha como é que é dentro dessa roupa. Vou mostrar aqui o avesso. É o reverso da medalha, hein. Olha aqui. Olha aqui. Olha como é que é por dentro. Tud. Vê se dá pr pegar direitinho aí, ó. Será que dá pr ver? Na minha telinha não dá pr ver direito não. Mas olha isso aqui. Olha, olha como é que é por dentro isso aqui. Sabe o que é isso aqui? Olha aqui, ó. Olha aqui. Olha aqui. Olha aqui dentro. D, tá dando pra ver agora, né? Sabe o que é isso aqui? Essa, essa essa pigmentação aqui que você vê, isso aqui é tipo um tingimento de grafeno. Grafeno? É isso. Por quê? Porque isso aqui, ó, encostando na sua pele, baixa a temperatura do seu corpo. Não, não. Você, você, você não entendeu, não. Sim, isso aqui deixa o toque do tecido mais agradável. Eu estou usando essa camiseta aqui de grafeno. Faz quatro dias que eu não tiro ela do corpo. Já fui na minha obra. Você não sabe, sabe como é que é calor de obra de reforma de casa? com minha casinha nova em obras e meu irmão não tem um suorzinho pingando no meu corpo. Porque ó, que a tecnologia da Insider é quar magia, é quar magia a tecnologia disso aqui. Eu fui pra Londres agora e minha mala só tinha Insider. Você vai ver, vai no meu Instagram. Todo dia lá fazia postagem no Instagram, mostrando nos stories lá todos os dias estava usando minha Insider. Minha mala só tinha Insider, minha mulher praticamente só tinha roupa da Insider também. E ó, abril traz um dos momentos favoritos, tá? Você que vive em grandes cidades que nem eu, que é o feriado prolongado, talvez você faça aí umas viagenzinhas curtas, saia para explorar a cidade, vai caminhar mais, vai fazer um passeio, vai sair com os amigos, vai fazer uma viagenzinha. Meu patrão, Insider é roupa para toda hora. Peças que funcionam bem aí pro seu feriado, porque não incomodam depois de horas de uso, te acompanham, seja em caminhada, seja em deslocamento, seja em aeroluk, seja para ir pra academia, depois de ir pra academia e para outro lugar. Funcionam em diferentes ambientes ao longo do dia, mantém conforto mesmo quando a temperatura muda, porque Insider é roupa que acompanha o seu movimento. Peças leves, confortáveis, peças versáteis para aquele dia que pode começar num café da manhã, pode passar por academia, corrida, terminar num jantar romântico, tudo isso sem precisar trocar de roupa no meio do caminho se você não quiser. E ó, até amanhã, até amanhã. O cupom teologia te dá o seu descontaço usual, mas pagando no Pix, você tem ainda 5% a mais de desconto, uma oportunidade para aproveitar o feriado para atualizar seu guarda-roupa. Vem pro grafeno para baixar a temperatura do seu corpo e você, ó, ter esse toque geladinho aí nas suas roupas. Vem pra techir, vem pros motion shorts e tudo aquilo que a Insider nos dá de tecnologia do vestuário. Cupom teologia, link na descrição. Aproveita. Do nada tô parando o vídeo do Zé Bruno para falar de outros vídeos do canal. Vamos ver. E quando tem alguma festa, você tem uma mesa do pastor, você tá errado. Essa aqui é a mesa do pastor. A mesa do pastor não tem richu. Eles servem para você. Você é um pachá. Você não é um pastor. Essas minha doença me atrapalha. Eu falo coisas que eu não deveria falar e depois eu tenho que aguentar os hater na internet. Mas é mais forte do que eu. Você tá errado. Tem um lugar para você. Tem alguém abanando com uma folha de bananeira. Você tem alguém lá só para te dar e a mesa que você senta e o lugar específico. Tem a sua área VIP e tem o seu sexo de seguidores que te bajula. Amanhã sabota se autossapota, mete o pé nisso e acaba com tudo. [música] Acaba com essa porcaria. E o que o Saludiba falou isso aí. Bate-papo com as pessoas, anda no meio do povo e vive como gente normal, tipo homo sapiens sapiens. Leve-me ao seu líder, [música] né? Não é teoria, é vida. >> É que a gente não gosta, é que o projeto é institucional, né? É, é o empreendimento da fé. >> É isso aí mesmo. Estou 100% com o Zé Bruno. Adicionei algumas complexidadezinhas aqui, não é? Eu acho que o Zé Bruno concordaria, não sei se ele discordaria, mas 100% é isso aí. Certíssimo. Certíssimo. Suprema Corte da Finlândia condena a deputada por opinião religiosa. >> Tá em inglês, gente. É, desculpem aí você que tá lavando os pratos, vou tentar fazer aqui uma dublagem. Ele perguntou porque que ela foi acusada criminalmente. Ele disse aqui: "Obrigado". Foi do livro de Romanos, capítulo 1, versículo 24 a 27. Ok. Você poderia me explicar por escolheu exatamente essa passagem para apostar? Ela vai responder. O apóstolo Paulo de Tarso ensina nesse versículos, nesses versículos sobre o casamento e sobre relações entre pessoas do mesmo sexo. Eu podia fazer aquelas vozes de narrador de documentário do Scor Chan, né? Nem sei como é que faz. Elas as define como pecaminosas e vergonhosas. E qual mensagem você queria transmitir com isso? Ele pergunta: "Eu queria deixar claro que se a liderança da igreja está apoiando o evento do orgulho LGBT, isso está em contradição com a sua base, que é a Bíblia". Não é assim que o pessoal do descovery fala, mas melhor que eu posso fazer. Aí o cara é o rapaz que pergunta o senhor aqui. Entendo. E depois que você postou este versículo, se compreendi corretamente, você foi acusada com a com base na lei da Finlândia de crimes de guerra e crimes contra a humanidade? Rapaz, que loucura. Sim, nessa sessão da lei temos uma legislação sobre agravamento contra minorias. Uau! O cara diz bem, como um pastor há 37 anos, não sei quem as pessoas, deixar registrado aqui. Pensar que alguém pode ser criminalmente acusado por postar um versículo bíblico em um país da União Europeia e da OTAN me preocupa profundamente. E como você já ouviu nesse painel hoje, que Deus te abençoe. Deus te abençoe por estar aqui hoje compartilhando sua história. E a minha oração é que isso leve as pessoas a despertarem para as ameaças que enfrentamos por parte daqueles que buscam minar nosso direito dado por Deus a liberdade de expressão. É, rapaz, aqui é a parlamentar finlandesa Piv Hansanen, esse é o nome, hein? É. E o pessoal acha que liberdade de expressão, né, é um direito garantido sempre, né, aquela velha coisa, o preço da liberdade é eterna vigilância. O preço da liberdade é eterna vigilância. A gente tem que estar o tempo todo vigilante contra as forças que tentam destruir a liberdade de expressão no Brasil. Por isso que Alexandre Moraes é hoje o maior inimigo, o maior inimigo do evangelho no Brasil hoje em termos sociais, econômicos e políticos, se chama Alexandre Moraes. É o STF. Não sei a galera mais de esquerda que me acompanha aqui, ah, galera que pensa em bloco, né? Tem uns blocos, tem galera de esquerda, direita e o bloco, tem que pensar unido. Gente, o que o STF está fazendo no Brasil é um absurdo, é uma de totalitarismo, de tanto ataque contra liberdade de expressão desse país. É horrível, horrível. E não deve, sabe? E sempre existe um esforço para que isso passe para outros países, né? Sempre existe um esforço muito forte. Ora, não é o que tá acontecendo com os psicólogos no Brasil hoje? O STF tá aí julgando aquela aquela loucura do Conselho Federal de Psicologia que quer impedir pessoas de se descreverem como psicólogos que são também cristãos. O STF quer proibir. Eu quero não, gente, eu sou um cristão, sou psicólogo. Se você é cristão, gostaria de fazer terapia, eu vou respeitar a sua fé. Não pode mais. Vai ser, vai ser que vai virar crime, você vai perder seu direito de ser, de ser psicólogo. É um absurdo, cara. É um absurdo que tá acontecendo nesse país também. Tem tanta gente com medo de, de se expressar em questões básicas, fundamentais e muita gente tratando isso como se fosse uma coisa normal, né? as coisas normal, horrível para ver mais. Esse aqui, meu filho, é um anjo bíblico. Bíblia para crianças. Miguel era um anjinho muito forte, um tantão assim, responsáveis por muitos feitos importantes da Bíblia. Que legal, papai. Feitos tipo curar as pessoas e espalhar gentileza. Consigo ver isso vindo. Não. Feitos do tipo exterminar 185.000 soldados assírios em território palestino durante o cerco contra Jerusalém em uma única noite. A cara do povo menino. Segunda Rei 19 357. Ah, e também foi o anjo que anunciou o nascimento de Jesus para Maria e José. [risadas] Excelente. Excelente. Galera acha que Deus é piada, meu irmão? Acho que Deus é palhaçada. A escatologia bíblica tá aí para deixar muito, muito, muito claro de que esse Papai Noel, que o pessoal chama de Deus, meu irmão, não é o Deus da Bíblia, nem a pau. Um dia, um dia ele vai voltar e vai exterminar de novo. Um dia ele virá e exterminará de novo. Quem não estiver preparado debaixo do sangue do cordeiro, vai conhecer a mão da destruição. Vamos ver o próximo aqui. >> Não cai nessa mentira. Olha, falar uma coisa para você, crente [música] que fica o tempo todo querendo só entender as coisas, gente complexa, [música] tu tem um argumento, ele vem aqui pro culto, ele tá analisando a minha exegese, >> fala: "Meu Deus". Mas aí vamos lá, ele ainda vai complexificar um pouco mais aí o assunto, obviamente, mas deixa eu pegar só esse esse trechinho totalmente fora de contexto aqui. Você ir pro culto com um espírito exageradamente crítico, sem deixar nada passar, entendeu? esse negócio todo é horrível, obviamente. Mas analisar a exegese é uma coisa importante, não é? Você perceber o que é um exegese, né? Não é se você vai lá querendo, preocupado com toda a análise técnica da exegese do pastor, se ele vai estar fazendo aquele showof, né? Aprendi o termo novo, se ele vai est farmando aura com o grego bíblico dele, só tá aqui um grego aqui para farmar aura no sermão, não é? Six7, sei lá como é que é esse negócio que o jovem, essa besteira que o jovem faz. É bobagem mesmo. Cor de de mongoloide. Pode falar, pode falar mongoloide na internet hoje em dia ainda. Ô, Gabriel, tudo cor de de bocó, de abestado. Pronto, os termos cearenses não caíram ainda no politicamente correto, não. É cor de abestado, entendeu? Cor de abestado. Você ficar com negócio de ficar aqui não sei o quê. Aí eu chamo isso de degustador de teologia. O cara vai pro culto para degustar a teologia. Fi lá. Hum. Faltou um salzinho aqui, hein? Hum. Podia ter. Agora é claro que você precisa avaliar o que tá sendo pregado. O cara prega qualquer coisa, prega qualquer besteira, uma coisa incompreensível. claramente errada. E pro culto, ouvir o sermão envolve um processo de avaliação do que tá sendo dito. Não era por isso que os bereanos eram superiores, os bereanos eram mais dignos, porque eles conferiam na escritura se aquilo que tava sendo dito era verdade ou não. E aí eu acho ruim que o pregador que está sendo avaliado fique pregando contra avaliação, entendeu? Porque ele vai ser avaliado mesmo ou quer que o pessoal só engula o que ele dá. É muito ruim. Eu quero que as pessoas tem que pensar, tem que raciocinar, tem que ver se é aquilo mesmo. Mas assim, não sei. Vamos lá. Eu peguei uma frasezinha aqui bem bem cortada. Vamos ver o todo da argumentação dele aqui. >> Ele não tá comendo porque ele tá mais preocupado com a minha teologia. Isso não é bem assim. Tem que ler o contexto para interpretar o texto. >> Ué, mas não tem não. Não tem que ler o contexto não para interpretar o texto. Não sei, viu? Não tem que tá preocupado com a teologia dele. Ele diz, ele não tá comendo, tá muito preocupado com a teologia. Uma coisa não ignora a outra, tá? Você pode estar preocupado com a teologia, recebendo uma boa teologia, avaliando os contextos e recebendo daquele sermão. Agora, a responsabilidade de quem prega é ter uma pregação que respeita os contextos bíblicos. do que tá escrito ali. O tom que ele usa aqui não me agrada muito não, sabe? Não que eu seja, né, a pedra de toque da verdade, mas eu eu pessoalmente acho estranho. >> Isso é tudo gente seca. >> Eita >> esturricada. Analisa a laranja, mas nunca toma o suco. >> A crítica é válida. É o cara que analisa a laranja, mas não toma o suco. A crítica é válida. Mas se chega um suco de laranja com cheiro de fezes na sua mesa, você toma. Se chega um suco de laranja vermelho na tua mesa, tu vai, tu não vai olhar assim, dar uma olhadinha, cheirada, ver e chamar o gç aqui mesmo, é o suco tá, tá esquisitaço, entendeu? Chega o suco de laranja na tua mesa e tem, tem um monte de rato, tem mosca, tem larva na, no suco, aí tu faz o quê? Eu tomo suco, não quero ser o cara que tá analisando, quero ser gente, não quero ser seco esturricado, vou tomar o suco. Entendeu? Se você pega uma comida, uma refeição na tua mesa e não tá direito, né, tá tá claramente estragado, tá podre, você não toma aquele negócio. E pra única forma de saber é você olhar, olhar, avaliar, entendeu? Uma coisa é você ser um enólogo, enólogo da fé, fica, uh, cosp, né? Nunca se nutre daquilo que você tá provando, que é só avaliando as notas do do sermão. Outra coisa, você ser um cristão que quer receber da palavra, quer ser transformado pela palavra e tá avaliando o que tá sendo dito porque não vai acreditar em qualquer coisa, porque não vai concordar com qualquer coisa que tá sendo dito. Isso não te faz necessariamente a pessoa ser que esturricada, >> fica discutindo o bife, mas não come. >> Então, mas você tem que discutir o bife para não comer porcaria, né? Uma vez eu comprei uma picanha, uma picanha num supermercado aqui perto, fui assar a picanha, doido pr comer, tava estragado a picanha. Eu devia ter cheirado a picanha antes de botar n, mas peguei a picanha, cortei tal, tal, botei pr selar. Quando fui fui cortar a picanha, eu vi que a bicho estava estragada. Fui lá devolver. Era para eu ter comido a picanha. Se você não come uma boa comida, você fica desnutrido, mas se você come uma comida ruim, você ganha infecção. O que ele tá propondo aqui de novo, isso é um corte, é um trecho, pode ter mais contextos aqui diferentes, ele pode dizer outras coisas em outros momentos, mas esse corte está no perfil dele. Então ele escolheu esse corte para colocar. Então a responsabilidade do do contexto suficiente é dele, seja no vídeo ou no texto que ele complemente. Aqui não tem nenhum texto complementando, mas a única coisa que ele tá propondo para resolver a desnutrição é a infecção. É você comer comida fora do prazo de validade que você não vai gerar a comida. Não pode ser assim, tá? Não sei se é isso que ele tá querendo dizer, certo? Você tem uma postura um pouco mais submissa diante do que tá sendo dito, mas o o que ele está dizendo de fato é isso. É ruim. Não não não dá para concordar, não >> é desnutrido. [música] Deus não é para ser entendido, é para ser provado. >> E aí aí aí esta frase em si eu discordo plenamente, tá? Porque Deus também é para ser entendido, porque Deus é revelado. Algo é revelado acerca de Deus. Então a gente entende Deus, a gente entende alguma coisa sobre Deus, não em sua completude, obviamente, porque somos mentes humanas, com a revelação, né, pela qual nós vemos ele como por um espelho, mas nos é revelado o suficiente. A gente tem que conhecer a palavra, conhecer a palavra cognosco, não é? No novo testamento, é usado constantemente para falar do relacionamento com Deus. Paulo tá constantemente preocupado com as pessoas compreendendo errado o evangelho. Por exemplo, a gente não recebeu simplesmente uma experiência alimentar, não é? Uma experiência relacional. A gente também recebeu uma experiência intelectiva por meio da escritura. É por isso que Paulo vai dizer em Primeiro Coríntios que uma vez que nós recebemos o Espírito Santo, nós recebemos a mente de Cristo. Agora, há uma mentalidade que é transformada dentro de nós. Então, a gente também conhece a Deus. a velha fé em busca de entendimento. Não é o entendimento que leva a fé, mas é a fé que leva ao entendimento. Uma vez que eu crio e creio às vezes sem nem entender completamente, uma vez que eu creio e recebo, eu busco compreender. Porque a fé, ela também faz sentido intelectivamente. Ela não é uma coisa que nos deixa alheias a ao mundo à nossa volta, tendo que simplesmente receber o que que a pessoa me fala. Isso aí isso é catolicismo romano, tá? É catolicismo romano em que existe um magistério. O magistério vai me ensinar as coisas, vai me pregar as coisas. Eu tenho que aceitar o que o magistério diz, mesmo que eu não concorde. Por quê? Porque o magistério sabe mais do que eu. Isso é catolicismo romano. Quer dizer, o texto bíblico diz uma coisa, o magistério tá me dizendo que o texto, na verdade, diz outra. Eu tenho que aceitar o magistério porque o magistério é o interprete oficial e eu tenho que acreditar no magistério e não nos meus próprios olhos. É isso é catolicismo romano. O que ele tá propondo aqui vai contra tudo que a fé protestante já ensinou, que é a possibilidade de livre exame. >> Não fica andando com esse tipo de gente não. >> Vixe. É, você vai ter que se desinscrever aqui desse canal, tá? Que a gente tá aqui para avaliar e pensar. Não conhece esse pastor, pode ser um homem de Deus, um pregador excelente, pode ter, ele pode estar preocupado com alguma coisa muito específica e por isso tá usando, usando essa ênfase toda. Mas do jeito que é colocado aqui, com esse corte, com essa, com essa escolha, não é, de ênfase, eu acho complicadíssimo. Eu acho complicadíssimo, tá? E mandaram aqui Luana Piovani e os evangélicos. Gente, quem é Luana Piovani? Eu sei que ela é famosa, vocês vão me zoar, vão dizer: >> "Ah, mas o Iago fica fingindo que não conhece ninguém, porque o Iago se acha melhor que gente". Eu não sei de nada. Eu sei, sei que ela é famosa, sei que ela é atriz da Globo, sei lá uma coisa assim. Luana Piovan, quero lembrar quem. É atriz, é apresentadora de alguma coisa? É apresentador, ela não é atriz, apresentadora. É, amor. A Luana Piovani fez o que da vida? Aí minha mulher, se minha mulher não sabe é porque não é famosa não. Ela era atriz ou apresentadora só? Mora em Portugal, mas ela era atriz de novela, essas coisas. Novela, né? Coisa assim, né? Toda informação que eu tenho sobre Luovani recebi da minha sogra agora aqui. Quer botei o nome dela aqui só parece que ela é trentadora e tem um monte de notícia estranha dela aqui aqui no na Wikipedia. Ah, carreira. Tem cor demais aqui. Carnaval. Beleza. Agenda Glob aqui. L PV sobre evangélicos é o que há de pior no ser humano. Virou protótipo de um ser desprezível de alguém que não respeita uma diferença. A maioria dos evangélicos hoje de tudo que a gente vê na televisão é uma raça e de amor e de Deus não tem nada, rapaz. Vamos ver aqui, hein? Você acha que há um preconceito com [música] evangélicos? Você acha que ele tem fundamento? >> Uai, como não tem fundamento? Olha o que a gente tá vendo de evangélico hoje. Eu digo que a minha avó deve est dando voltas no no caixão. >> Por quê? Porque o evangélico de hoje é o que há de pior no ser humano. Virou protótipo de um ser desprezível, de alguém que não respeita uma diferença, de quem que de quem de alguém que não respeita um viés diferente do mesmo amor, >> que se apropria da fé do outro para >> não que não respeita a fé do outro e que virou agora uma indústria política que não tem nada a ver. Então, a minha avó deve estar chorando lágrimas de sangue, deve estar muito orgulhosa de mim, que tem um senso crítico, que tô vendo que isso não é nada do que eu aprendi com a minha avó e dentro da igreja e que faz muito mais sentido nós estarmos, nós, no caso, eu e todas as eus aqui dentro de dentro, estarmos eh reverenciando e e celebrando algo que faça sentido, que respeite a natureza, os seres humanos. adversidade e que pregue o amor, que para mim religião é isso. Deus para mim é amor, seja os diferentes nome de nomes que ele possa ter. >> Mas aí acho que você tá generalizando um pouquinho todos os evangélicos. Talvez seja algumas correntes, né? >> A mulher, a mulher ficou nervosa aqui com a Lona Piovani, foi passou do limite até o Globo, até o Globo achou, achou demais a Luna Piovani aqui. Deixa eu parar aqui antes do do sei lá como é que vai ser, ela vai responder aqui ao tipo ideal que ela criou, né? É um tipo ideal weberiano do evangelho. Pessoal de Vey aí, um abraço aí, pessoal do Vaber. Vamos lá, né? Vamos, deixa eu ver. Primeiro, primeiro, primeiro, antes de tudo, é muito, é muito notável o ódio, né? A mulher tá falando de amor, falando a preocupação dela sobre o amor com um discurso altamente odioso. Falando de amor com discurso altamente odioso, o que é uma coisa que chama chama atenção de fato. Como é que um discurso tão odioso pode ser o discurso que defende o amor, né? Tudo bem, já tem uma contradição muito forte aí. Em segundo lugar, é isso que o evangelho médio é. É isso que o evangelho, que o evangélico no Brasil é. Ela tá tomando uma característica muito comum da sociedade de forma geral, não é? E aplicando isso como se fosse culpa de um movimento religioso. Que eu quero dizer com isso? Existe intolerância pra caramba no Brasil? Existe. As pessoas no Brasil, não Brasil, mas muitos lugares do mundo, tendem a a desprezar tudo que é diferente. Isso isso é uma característica do evangélico? Não, isso é uma característica do indivíduo. Se você largar os evangélicos, né, esqueça os evangélicos, vai conversar com um monte de ateu, um monte de descrente. Cara, existe um esforço constante de desprezo, de intolerância por tudo que é diferente. Discorde, por exemplo, dos padrões de esquerda que são tão comuns na nas altas cúpulas, não é, dos ambientes de mídia no Brasil. Você vai sofrer muita intolerância. A Luana, o que é a Luana Piovani nesse momento? Se não alguém que tá praticando intolerância contra um grupo. Se um grupo eles, ah, eles não respeitam, eles não respeitam. O que é respeitar para ela? É concordar, é validar. é achar bom, porque assim, eu sou pastor de igreja evangélica, eu viajo o Brasil, falo em muitas igrejas evangélicas, sou um educador, tô tô em diálogo com a igreja e com líderes religiosos de muitas vertentes. E vou dizer, tá, existe sim problemas, não é, na fenomenologia evangélica de pessoas que são intolerantes, grosseiras e tal, mas vou garantir, isso não é um demográfico muito diferente do que você tem no cenário comum do Brasil. Pessoas são intolerantes. A esquerda é intolerante com com a direita, os progressistas são intolerantes com os conservadores. O movimento LGBTQ e APN+, se eu já lembro, se eu ainda lembro como é que é o a sigla completa, muitos deles são intolerantes com conservadores, com pessoas que não querem promover nenhum tipo de violência contra eles, mas que não acham que é um comportamento normal. E isso não é intolerância, porque eu não tô sendo intolerante, eu tolero o que eu Sabe o que é tolerância? Tolerância é você tolerar. Tolerar aquilo que você não gosta. Tolerar, porque se eu gosto não é tolerância, né? Se eu gosto não é tolerância. Tolerância é aqu é aquilo que eu não gosto, não concordo, não acho que deveria ser daquele jeito, mas amém, viva sua vida aí e tal, que Deus que Deus lhe cuide de você, lhe proteja, que os direitos civis sejam uma garantia para você viver sua vida de forma justa e honesta na sociedade. Tolerar seria a Lona Piovani, dizer: "Mas evangélica aí, eu acho eles um bando de maluco, doido, que que odeia os outros e tal, mas tudo bem, não é? Eles têm o direito deles e que vivam suas vidas com isso é ser tolerante de alguma forma. Eu não sou, eu não vou, eu não deixo de ser tolerante com o indivíduo por eu achar que o, que a vida dele é pecaminosa, que ele escolheu uma vida que desagrada a Deus. Eu não sou intolerante contra outra fé por dizer que aquela fé tá errada, que que é uma fé falsa, que leva pro inferno, que é que é do demônio, entendeu? Para mim, eu posso dizer, cara, é a fé, essa fé particular é do demônio. A grande questão é como é que eu lido com pessoas que estão em uma religião do demônio, que eu posso dizer claramente que é do demônio com amor, com graça, com paciência, com tolerância. Eu tolero aquele indivíduo, eu aceito aquele indivíduo como parte da vida social, eu quero pregar para ele, eu quero até dependendo do caso, às vezes fazer parcerias pelo bem comum. É o que o Fran Chefer chamava de cobeligerância, não é? Posso me relacionar, não é, com pessoas que eu não concordo com a vida de fé delas, com a prática de vida delas, até pro bem social. Não é isso que a gente tem na causa antiaborto no Brasil, por exemplo. Católicos, protestantes, espíritas, muitas vezes pessoas de linhas de fé bem diferentes juntas para um bem comum, né? Eu posso dizer que a fé do espírita é uma fé do demônio. Eu posso dizer que o judaísmo, não como raça, mas como religião, como expressão religiosa, é uma religião do demônio, porque rejeita Cristo Jesus como salvador. Posso falar isso do islamismo, é uma religião do demônio, porque rejeita Jesus como Deus. Mas ainda assim eu posso acreditar em uma sociedade em que judeus, muçulmanos, protestantes, católicos, espíritas, gente de religião afro, todo mundo pode conviver em paz, em harmonia e em tolerância, mesmo que a gente esteja o tempo inteiro tentando converter um ao outro. Lauro, eu não posso ver um muçulmano que eu tento converter o muçulmano. Eu tava em Londres agora com a minha esposa, tinha lá os caras distribuindo alcorão na rua. Será que aqui meu alcorão? Nem nem tirei do do pacote ainda. Eu ganhei um alcorão sagrado, que para mim não é nada sagrado, mas ganhei lá. Chegou aqui em casa, não tirei nem do pacote do e uns livrin aqui da mensagem do Dr. Agi Arfá, o Xerife Abdel Aim, a a mulher, a mulher a mulher no islã. A preocupação dos cabos aqui. Tudo em português, tá? Tava entregando em Londres, tinha vários idiomas lá. Parei para evangelizar o muçulmano, vai est tudo no vídeo aí que a gente gravou lá em Londres. Sai, sai essa semana já esse vídeo, se Deus quiser. Ora, vi, não, vi lá o musulmano entregando. Ô, me, ô, meu irmão, é uma oportunidade muito boa. Fui lá, pedi um alcorão e tal, comecei a conversar com ele, falei que eu era cristão do Brasil. Ficamos lá uns uns bons minutos lá conversando sobre fé, tentando apresentar a trindade para ele, tentando apresentar que Jesus é Deus e tal, ele tentando me contrapô. Com muito respeito, com respeito, é o indivíduo ter a liberdade de viver a fé dele. E quando eu quero ter liberdade de viver a minha fé e poder tentar convencê-lo do contrário. Então, assim, é muito triste, eu acho muito paia. e um ato de intolerância da Luana Piovani contra os evangélicos ao nos tratar como isso. Mas ela deve ter o direito civil de fazê-lo, mas ela devia ser presa por isso. Não, eu ainda creio em liberdade de expressão. Defender liberdade de expressão é defender a possibilidade das pessoas falarem as idiotices delas. Eu acho isso aqui é uma coisa, uma fala idiota. Mas eu não quero ter o meu direito de falar o que eu quiser minado, né? Também não quero que ela o direito dela seja minado por isso, não. Quando ela não tiver dizendo que a gente deve perder direitos civis, que a gente deve ser excluído da sociedade, que a gente deve, sei lá, ser morto alguma coisa assim, ela tem o direito dela. Vamos ver como é que ela responde aqui a ao fado. Ela tá generalizando sobre os evangélicos, né? É mais radicais. >> É lá vem o povo falando: "Ai, mas ela está generalizando." Gente, quando a gente generaliza, normalmente, se a pessoa que tá falando não é uma pessoa leviana, eu não sou, >> eu não sei. A fala é leviana. A fala é profundamente leviana, então sua generalização é perigosa. >> A pessoa tá falando de dados de BGE, né? Ai, porque os homens são todos uns desgraçados. Não tô falando do nosso amigo aqui, né? Mas quando você olha os dados, a gente tá falando da maioria, então a gente pode generalizar. Ah, isso é, isso é a coisa mais ah, Gabriel Tú, eu dizer, eu ia ia ia dizer que essa foi uma das coisas mais jumentas que eu vi na minha vida, mas eu não estou dizendo, eu só ia passou aqui uma vontade de dizer que esta é uma imbecilidade imensa, mas não estou dizendo isso. Deus me livre dizer o negócio desse e o Senhor me livre, me livre de de dizer uma coisa tão tão grave. Mas olha, eu vou dizer, viu? Ô, [grito] desgraça, >> não, né? A gente não generaliza. Que tal? Que tal não generalizar? Que tal? Que tal o diz que é a maioria, pô. Você diz que a maioria, pelo menos, você tá qualificando com um pouco mais de precisão sua linguagem. Tô até babando aqui. Acho diz que é a maioria. Aí, pronto, aí você entende que tá falando a maioria, o que já é absurdo, né? Falar que é uma maioria de uma coisa. Qual é o dado do IBGE que você tem, ô Lona Piovan, sobre o que você tá dizendo aqui acerca dos evangélicos? Que coisa horrorosa, coisa, é mentiroso, inclusive leviano, inclusive. E aí você mostra aí a fala é profundamente leviana mesmo, >> porque enquanto for a maioria, enquanto os números forem a maioria, a gente pode generalizar. Pode não, pode não, porque se eu pegar coisas sobre a maioria, eu posso atacar você, Luana Piovani, particularmente generalizar sobre mulheres. Tem coisas que é a maioria sobre atores da Globo, sobre pessoas da alta cúpula, né, do poder no no mundo. Dá para dá para generalizar muitas coisas sobre a Lona Piovani. Farei isso, não sou leviana igual a Lona Piovani, mas é uma forma muito terrível de se comunicar. Muito, é muito ruim mesmo, muito ruim. E a maioria dos evangélicos hoje, de tudo que a gente vê na televisão, é uma raça que de amor, de Deus, de Jesus Cristo, não tem nada. >> Eu acho muito estranho que seja a Luana Piovani o paradigma do que realmente nós temos como como fé genuína, não é? Evangélica. Uma pessoa que claramente não se expressa de forma amorosa, não expressa nenhum amor, não é a ninguém. Claramente não é a primeira vez que eu sei que a gente vê esse tipo de coisa aí na grande mídia. Não vai ser a última, né? Não vai ser a última nem a pau. >> E caguei pr vocês. >> E caguei pr Olha. Ih, caguei. Ela tá brigando com os evangélicos pela falta de amor dos evangélicos. Aí, Jesus não tem nada. Aí, caguei para você. Eu eu não acho. Eu não sei se a vozinha dela ia ficar orgulhosa dela, como ela tá dizendo que ficaria. Não, >> eu tenho lugar de fala. Eu sou evangélica. Achou ruim, come menos. >> Eu sou evangélica. É claramente é evangélica. Pense claramente. E eu sou um shake. Shake cabe do labal direto do do islamismo. Sou. Sou sim. Uma fala recheada de ódio, de agressividade, de amargura até. Triste. Deus tem misericórdia. Aluno Povan. Um dia ela vai encontrar o Deus dos evangélicos. Vai ser muito triste se não houver arrependimento disso. Mandaram aqui batismo diferente. Vamos ver aqui. Batismo de Raqueli. [música] [canto] >> Ah, que legal. Tá rolando aqui um novo canto aqui no fundo. Eu tô tirando aqui a música porque senão vai dar ruim. Mas olha isso. Ah, batismo em Libras. Ah, gente, não. Isso é incrível. Isso é inclusão. Isso é isso. Nossa, que massa. [música] Não, não, não. Ah, que coisa linda. Coisa linda. Coisa linda, gente. O pastor que se prepara para isso. Eu não sei se o pastor realmente se comunica em Libras ou se ele só ensaiou, né, para esse para esse momento. Nos dois cenários. É maravilhoso. Nos dois cenários é maravilhoso. Se ele sabe Libras mesmo, acho realmente sabe Libras. É excelente, não é? um pastor que tem essa capacidade técnica, né, de poder alcançar essa comunidade. Excelente. O grupo de pessoas com dificuldade, né, com problemas auditivos. É um grupo não evangelizado no Brasil. A gente tem na nossa igreja uma missionária que trabalha com essa população e é um trabalho muito difícil, muito difícil. Agora, se ele não sabe Libras e ensaiou para esse momento, é também muito bonito, né? Porque é um respeito muito grande por aquela pessoa que tá vindo a a Cristo expressando sua fé no batismo. É uma coisa muito bonita, muito lindo, muito lindo, muito lindo. Que beleza. Glória a Deus. Vou vou encerrar esse vídeo no alto astral aqui, tá? no alto astral, porque eu acho que precisa de um alto astral nesse vídeo aqui. Vê um pastor batizando alguém da igreja que tem dificuldade auditiva usando Libras para isso. É uma coisa que nos faz E aí, Luana Peovani, não é para Lona Povani é esse povo aqui é terrível, né? Povo que não que não ama, né? Lana Peovani odeia esse pessoal aqui, né? Infeliz, aparentemente eu quer quer que o pastor coma menos, né? O chegamento da Luno Peovani no fim das contas, cara, por mais que a mídia nos odeie, por mais que o mundo nos odeie, por mais que a gente seja desprezado pelos poderosos, é igreja é isso aqui, cara. É o dia a dia de serviço, de amor, de graça, de alcançar pessoas que muitas vezes a Luna Povan não alcança, né? Não olha, não se preocupa. É a igreja que tá lá servindo e amando. Não, ninguém se deixa bater por essas bobagens que falam sobre nós na internet. Não somos bem-aventurados quando o mundo nos odeia. O mundo nos odeia e continuamos fazendo aquilo que é bom. Amém. Deus abençoe esse pastor. É o Davi. Boa sorte é o nome aqui. Não sei qual é a igreja dele. Não, não, não tá aparecendo aqui, mas Deus abençoe. Deus o encha de graça e use aí pro serviço do evangelho. Bom, não deixa de se inscrever no canal, não deixa de usar o cupom teologia lá na Insider e continuar com a gente aqui nessa jornada de aprendizado teológico. cheiro no seu cangote e até a próxima.