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A fé vem pelo ouvir

PASTOR DEVIA TER CAMARIM? UMA VAGA PRÓPRIA? FURAR A FILA?

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Índice

Legendas automáticas:

Seja muito bem-vindo, tu tu tururu.
[música]
Tem candidato que canta, tem outros
candidatos que cantam e dançam. E aí tem
outros candidatos que usam outros
truques para tentar conquistar os nossos
jurados. visitante, seja bem-vindo.
[música] Sua presença é um prazer. Turum
tururum. Com Jesus estamos dizendo
turum, essa igreja ama você. Como vai,
visitante? Como vai? A sua simpatia nos
atrai. Faremos o possível para sermos
bons amigos. Como vai, visitante? Como
vai?
>> Cantando, cara.
Não me convenceu.
>> Mas essa coisa toda teatral, eu acho que
não funciona. Você devia se concentrar
mais na na voz, cantar só, entendeu?
Cantar e cantar bem.
>> Oi pessoal, tudo bem? Tenho que falar
uma coisa, tenho que falar duas coisas,
Gabriel. A gente começar esse vídeo
rapidão, rapidão. Preciso dizer que o
vídeo começa no tal, não. Voltei de
Londres. Parece que faz um mês que eu
não gravo vídeo. E é verdade, faz um mês
que eu não gravo vídeo, porque o último
um mês de vídeo eu gravei em uma semana
para eu poder ir para Londres em paz.
Então assim, aqui é trabalho, viu? que a
gente passa 10 dias, 11 dias em Londres
com a mulher e não falta vídeo no canal,
viu?
Funcionário do mês, minha própria
empresa. E aí, que foi que eu fiz?
Gravei nove, nove teologia na estrada lá
em Londres. Vai ter um monte de vídeo em
Londres. Vai, vou falar sobre martírio,
sobre igreja anglicana, John Stot,
escravidão. Vou falar de G, fui onde
onde torturaram o V de Vingança. Fui no
túmulo do John Bania, meu irmão, fiz fiz
a festa lá em Londres. Eago, tu sai para
passear com tua mulher, 10 dias com tua
mulher passeando, aí tu tu vai gravar
vídeo, é, no tempinho livre dá certo, tá
bom? Vê quando a gente para ali e tal,
tá na fila do negócio, para para gravar,
acordo mais cedo, saiu lá, gravo uma
coisinha e volto, atrapalhou em nada
minhas férias, já eram lugares que a
gente queria conhecer mesmo, então só
gravei nos lugares que a gente queria
muito conhecer, ficou muito bom, vocês
vão gostar muito do teologia na estrada
em Londres, assistam, vale muito a pena.
E aí eu cheguei no Brasil no sábado e aí
no domingo eu fiz isso aqui, ó. Isso
aqui no domingo, tudo. Mostra o povo aí,
ó. No domingo eu fiz isso aqui, ó. Corri
minha primeira meia maratona 21 km.
Amor, mas deixa aqui registrado agora
que sou meio maratonista. Dito tudo
isso, seja muito bem-vindo ao dois deus
de teologia. Sou pastor Iago Martins,
sou pastor Batista aqui no Ceará, sou um
meio maratonista.
>> Cadê outra metade, Iago?
>> Calma aí, meu filho. Calma aí. Uma cor
cada vez. Certo? E este é o Teólogos do
Twitter, o programa em que a gente reage
a tudo aquilo que está viralizando sobre
Deus na internet, onde eu entro aqui num
grupo no Telegram onde o pessoal mandou
para mim tudo que tá viralizando e eu
vou ter minha primeira reação a tudo
isso. Se você gosta deste programa, não
deixa de se inscrever no canal e assinar
as notificações para ficar sabendo
sempre que houver vídeo novo. Mas nesse
canal tem outros tipos de programa, tá?
Tem exegés do novo tachamento, tem grego
bíblico, tem aula de teologia, tem
resenhas de filmes da perspectiva
cristã, tem resenha de livro, tem de
tudo. Então não deixa de conferir aí.
Tem mais de 1000 vídeos aí nesse canal,
mais de 12 anos produzindo conteúdo
aqui. Muita coisa boa pra sua
edificação. Dito isso, simbora.
>> Os pastores aqui, né?
>> Vou te falar um negócio, [música]
pastor. Lá na sua igreja, você tem um
camarim para você? Fecha. Você tem uma
sá?
>> Tenho não. Tenho não. Queria, queria ter
um. Ele mandou fechar. Eu queria ter um
um lugar para tomar um café e comer
comidas. É muito engraçado a vida do do
pastor, da vida da igreja local e a vida
da pregação itinerante, né? Sempre que
eu viajo para pregar em algumas igrejas,
nossa, meu, é um luxo inacreditável
assim, é um é camarim com um monte de
comidas pr pegar, tem energético, tem
não sei o quê, mas aí na na minha igreja
não tem nem gabinete. Vale, camarim. Um
dia vai mudar isso aí. Um dia teremos
todo o luxo do mundo. Não, não. Eu quer
ir na salinha para dar aconselhamento.
Você dá aconselhamento debaixo da
mangueira. A gente dá aconselhamento
debaixo da mangueira, gente. Debaixo da
mangueira. A gente senta ali e dá
aconselhamento na nossa igreja.
>> A salinha lá onde você fica enquanto as
pessoas [música] chegam. Eu não tenho.
>> É muito, é muito sem futuro. Isso.
Falando, falando sério, cara, o pastor
tem que sair, tem que participar da vida
da igreja. Eu lembro quando eu ouvi o
Rise and Fall of March Hill, que é o
podcast do Mike Cosper lá no
Christianity Today, onde ele fala sobre
a ascensão e a queda da igreja do do
Mark Disk. Inclusive, a gente tem uma
entrevista com ele aqui nesse canal.
Cara, o Drisk ele sabe, e não só o
Drisko, né, vários pastores famosos
faziam muito isso, que para mim foi uma
coisa muito chocante de ouvir, de que o
Mark Drisco e vários outros pastores,
né, faziam muito isso, de os caras
simplesmente entravam por uma porta
separada, entravam na igreja para um
outro lugar, saíam do púlpito para
direto para uma salinha, coisas assim.
Cara, para mim isso é muito absurdo. Se
uma igreja fica grande o bastante pro
pastor ter que viver assim, entendeu?
Para mim é uma coisa muito triste, cara.
Se a igreja fica grande bastante pro
pastor ter que fazer isso, é uma coisa
muito triste, muito triste mesmo. Assim,
divide essa igreja aí, man, multiplica,
planta em outro lugar. Tem, não tem como
viver com o pastor sendo celebridade da
própria comunidade, não. Isso é loucura.
>> Você tem um café só para você? Você tem
uma irmã que fica lá perguntando se você
quer bolo, se você quer água. Você tá
ensinando que o puxa-sco prospera,
porque é ela que vem reclamar da igreja.
Você sabia, pastor, que o fulano falou
de não sei quem? Porque você cria a
comunidade que te bajula.
>> Ih, tome, tome. Tem igreja que despreza
praticamente, pastor, né? Tem igreja que
pastor é tratado igual lixo, né? E tem
que tomar cuidado para isso não acabar
criando criando o extremo oposto também.
E vamos lá, deixa eu tentar
complexificar aqui. Eu não quero ser
advogado do diabo, não. Tem uma paz ser
advogado do diabo, né? Eu eu não quero
ser advogado do diabo não. Mas fico
pensando aqui em algumas circunstâncias
específicas de que talvez, por exemplo,
o pastor ele vai fazer uma coisa que
outras pessoas não fazem, ele vai
pregar, ele vai ficar uma hora lá em pé
falando, né? Quando acabar aquele tempo,
ele vai est lá dando aconselhamento,
coisas assim. Então, se tiver gente de
uma equipe da igreja, equipe de
produção, alguma coisa que, por exemplo,
pessoas me levam água quando eu vou
pregar. Então, quando eu vou pregar, não
só para mim, mas qualquer um que vai ser
o pregador da noite, eu vou lá pregar e
alguém vai subir, vai colocar uma água
lá para mim e ninguém vai colocar água
para mais ninguém na igreja. Por quê?
Porque eu tô fazendo uma coisa que mais
ninguém tá fazendo. O pastor às vezes,
às vezes a igreja tem vários cultos, né?
Tem três, quatro cultos em sequência,
pastor fica o tempo todo lá. Alguém pode
ser responsável por trazer uma refeição,
trazer um pedaço de bolo, sei lá. Tô
tentando. Eu sei que não é disso que o o
Zé Bruno tá falando, eu sei que não é
disso, mas só quero assim adicionar
algumas complexidades ao que ele tá
colocando, que eu acho que é útil a
gente lembrar que tem muitas igrejas em
muitos cenários, não é? Então esses
cenários mais específicos, há de
desconsiderar. O cara que vai est ali
pregando, se desgastando no ensino
várias vezes, não é estranho que haja
algum, algum nível de cuidado com aquela
pessoa que tá ali. Mas claro que isso
não pode virar uma cultura de bajulação,
uma cultura de servilismo, de essa o
termo que eu odeio, cultura da honra,
né? Cultura da honra, minhas ventas,
minhas ventas. Isso aí, isso é cultura
de bajulação mesmo. Uma pena que isso
que existe tanto cultura de bajulação em
muitas igrejas, mas no sentido geral
aqui, Zé Bruno tem toda a razão.
>> Tem domingo que eu paro o meu carro lá
perto do posto de gasolina porque dentro
do do estacionamento [música]
não tem vaga. Pessoal pega no meu pé,
Zé, a gente deixa uma vaga para você. Eu
tomo café na cantina da igreja.
>> Pô, eu acho isso do dele tomar café na
cantina da igreja excelente. A questão
da vaga também pode virar um problema,
né? Imagina se o pregador da noite se
atrasa, não consegue chegar, não
consegue achar uma vaga. Eu não tenho
vaga na minha igreja também. Na minha
igreja não tenho vaga. Nenhum pregador
tem vaga lá na igreja. A única pessoa
que tem vaga lá na igreja é uma irmã
idosa, que ela já é, já tem dificuldade
de locomoção. E a gente deixa um espaço
lá na igreja para ela estacionar. Mas
todo mundo estaciona de dá. Muitas vezes
eu estaciono, eu eu tenho, eu estaciono
igual a todo mundo, assim como os outros
pastores da igreja estacionam igual todo
mundo. Ninguém tem ter uma vaga
particular, não. Mas eu não acho que
seria ruim ter, entendeu? Eu não acho
que, entendeu? Eu acho que a gente tem
que ter um nível de de bom senso. O
pastor tomar café na cantina da igreja,
eu acho excelente, porque a vida da
comunidade acontecendo ali. Por que que
o pastor precisaria de um espaço
separado da vida da comunidade para
viver sua vida? Agora, algumas
facilidades com relação à logística de
igreja. O pastor tem uma vaga para ele
colocar ali o carro já às vezes mais
perto, alguma coisa assim, para poder
ele ir se locomover com mais facilidade
a dentro da estrutura da vida da
comunidade, eu não veria mal, não veria
como coisa ruim necessariamente, sabe?
Não acho que precisa ter, ó, mas na
minha igreja não tem, inclusive, né? Mas
eu não acho que seria uma coisa ruim,
não. Agora eu entendo o o Zé Bruno tá
montando um grande cenário específico,
né? Eu tô olhando para pequenos pequenas
vicissitudes aqui, pequenas
particularidades para tentar
complexificar um pouco o pensamento.
>> E eu pego a fila como todo mundo e
compro o meu ticket e sou parte da
igreja.
>> Ah, isso é legal isso aí de pegar a fila
como todo mundo. Às vezes quando tem
pregador visitante, a gente passa na
frente da fila assim, né? Chega, chega
um visitante, o missionário visitante, o
pregador visitante, não, não, vamos aqui
e tal, tal. A gente já dá ali a comida
dele e tal. Às vezes acontece. Agora no
dia a dia da igreja, a gente pega fila,
os pastores pegam fila como todo mundo,
ninguém passa na frente da fila não.
Bom, fica o cara, a não ser assim, por
exemplo, o pastor tá ali no momento que
ele vai ficar dando alguns
aconselhamentos, ele tem que dar um
aconselhamento naquele momento. E aí às
vezes pode informar alguém, gente, eu
preciso dar um aconselhamento aqui antes
do culto, mas se alguém puder pegar para
mim ali depois, não sei o quê, entendeu?
Às vezes você tem que essa parada que eu
não quero é que pareça o seguinte, o que
Zé Bruno tá falando tá totalmente certo.
Totalmente certo. Mas tem, eu
adicionaria só notinha de rodapé assim
embaixo de que o pastor ele é um membro
da comunidade que tem que tá integrado
na comunidade, mas que ele está fazendo
várias coisas que ninguém mais da
comunidade tá fazendo. Então, como ele
está fazendo várias coisas que ninguém
mais da comunidade está fazendo, em
alguns momentos a igreja vai ter que
entender que existem algumas, eu não vou
usar o nome benefícios, que eu acho que
sou a mal, mas alguns cuidados que podem
ser tidos para poder facilitar a vida
logística para que aquele homem possa
servir melhor a igreja. Inclusive bem
>> eu falando isso e ganhando cafezinho com
leite e pãozinho francês na mão da minha
esposinha. Ô corra boa que eu ganhei
essa caneca na na Coreia do Sul, na
Shongin University. Eu, ó, você aí que
me acompanha, eu fiz um vídeo mostrando
a Coreia do Sul, fui na na Shank
University, mostrei o evangelho na
Coreia do Sul e foi o maior flop da
história desse canal. Foi o vídeo menos
visto em muito tempo da história desse
canal. Nosso vídeo mostrando na Coreia
do Sul, eu tomando chá com gosto de
morte, eu mostrando o evangelho na
Coreia do Sul. Vamos lá. Você aí, você
que me acompanha aí, ó, você só tá aqui
pelo teólogos do Twitter, vai ver lá o
nosso vídeo na Coreia do Sul que eu eu,
ó, prometo, tem um conteúdo decente lá,
viu? Tem coisa de viagem, eu mostrei
museu, mostrei comida coreana, provando
comida coreana, tem tem esses
entretenimentozinhos, mas também tem
coisas sobre o evangelho na Coreia do
Sul. Vai lá, dar uma olhada lá, dá essa
moral aí pro vídeo do seu do seu
amiguinho que deu maior trabalho de
fazer. Pobre do TER quase morreu de de
editar um monte de conteúdo. Para pouco
a gente ver. Vamos ver lá. Vamos ver lá,
por favor. Do nada eu sujando minha
roupa aqui. Não,
>> ainda bem que tô usando minha gaola polo
grafen edition da Insider, que aí eu
passo uma aguinha às vezes aqui, ó.
Melei essa blusa ontem, fui no banheiro,
ó, passei só uma aguinha assim, ó. Na
hora saiu essa com essa roupinha
maravilhosa aqui que eu estou vestindo
grafeno. Você tá ligado que eu tô
vestindo grafeno nesse momento? Deixa eu
mostrar. Vou lhe mostrar a parte interna
da minha roupa. Trouxe até outra aqui,
ó, pr ele mostrar aqui, ó. Chega assim
para você, ó, dentro de uma caixinha.
Camiseta Polo Grafen Edition, que é uma
masculina. Olha aqui, ó. É a mesma
mininha que tô usando, tá? Olha como é
que é dentro dessa roupa. Vou mostrar
aqui o avesso. É o reverso da medalha,
hein. Olha aqui. Olha aqui. Olha como é
que é por dentro. Tud. Vê se dá pr pegar
direitinho aí, ó. Será que dá pr ver? Na
minha telinha não dá pr ver direito não.
Mas olha isso aqui. Olha, olha como é
que é por dentro isso aqui. Sabe o que é
isso aqui? Olha aqui, ó. Olha aqui. Olha
aqui. Olha aqui dentro. D, tá dando pra
ver agora, né? Sabe o que é isso aqui?
Essa, essa essa pigmentação aqui que
você vê, isso aqui é tipo um tingimento
de grafeno. Grafeno? É isso. Por quê?
Porque isso aqui, ó, encostando na sua
pele, baixa a temperatura do seu corpo.
Não, não. Você, você, você não entendeu,
não. Sim, isso aqui deixa o toque do
tecido
mais agradável. Eu estou usando essa
camiseta aqui de grafeno. Faz quatro
dias que eu não tiro ela do corpo. Já
fui na minha obra. Você não sabe, sabe
como é que é calor de obra de reforma de
casa? com minha casinha nova em obras e
meu irmão não tem um suorzinho pingando
no meu corpo. Porque ó, que a tecnologia
da Insider é quar magia, é quar magia a
tecnologia disso aqui. Eu fui pra
Londres agora e minha mala só tinha
Insider. Você vai ver, vai no meu
Instagram. Todo dia lá fazia postagem no
Instagram, mostrando nos stories lá
todos os dias estava usando minha
Insider. Minha mala só tinha Insider,
minha mulher praticamente só tinha roupa
da Insider também. E ó, abril traz um
dos momentos favoritos, tá? Você que
vive em grandes cidades que nem eu, que
é o feriado prolongado, talvez você faça
aí umas viagenzinhas curtas, saia para
explorar a cidade, vai caminhar mais,
vai fazer um passeio, vai sair com os
amigos, vai fazer uma viagenzinha. Meu
patrão, Insider é roupa para toda hora.
Peças que funcionam bem aí pro seu
feriado, porque não incomodam depois de
horas de uso, te acompanham, seja em
caminhada, seja em deslocamento, seja em
aeroluk, seja para ir pra academia,
depois de ir pra academia e para outro
lugar. Funcionam em diferentes ambientes
ao longo do dia, mantém conforto mesmo
quando a temperatura muda, porque
Insider é roupa que acompanha o seu
movimento. Peças leves, confortáveis,
peças versáteis para aquele dia que pode
começar num café da manhã, pode passar
por academia, corrida, terminar num
jantar romântico, tudo isso sem precisar
trocar de roupa no meio do caminho se
você não quiser. E ó, até amanhã, até
amanhã. O cupom teologia te dá o seu
descontaço usual, mas pagando no Pix,
você tem ainda 5% a mais de desconto,
uma oportunidade para aproveitar o
feriado para atualizar seu guarda-roupa.
Vem pro grafeno para baixar a
temperatura do seu corpo e você, ó, ter
esse toque geladinho aí nas suas roupas.
Vem pra techir, vem pros motion shorts e
tudo aquilo que a Insider nos dá de
tecnologia do vestuário. Cupom teologia,
link na descrição. Aproveita. Do nada tô
parando o vídeo do Zé Bruno para falar
de outros vídeos do canal. Vamos ver. E
quando tem alguma festa, você tem uma
mesa do pastor, você tá errado. Essa
aqui é a mesa do pastor. A mesa do
pastor não tem richu. Eles servem para
você. Você é um pachá. Você não é um
pastor. Essas minha doença me atrapalha.
Eu falo coisas que eu não deveria falar
e depois eu tenho que aguentar os hater
na internet.
Mas é mais forte do que eu. Você tá
errado.
Tem um lugar para você. Tem alguém
abanando com uma folha de bananeira.
Você tem alguém lá só para te dar e a
mesa que você senta e o lugar
específico.
Tem a sua área VIP e tem o seu sexo de
seguidores que te bajula. Amanhã sabota
se autossapota, mete o pé nisso e acaba
com tudo. [música]
Acaba com essa porcaria.
E o que o Saludiba falou isso aí.
Bate-papo com as pessoas, anda no meio
do povo e vive como gente normal, tipo
homo sapiens sapiens. Leve-me ao seu
líder, [música]
né?
Não é teoria, é vida.
>> É que a gente não gosta, é que o projeto
é institucional, né? É, é o
empreendimento da fé.
>> É isso aí mesmo. Estou 100% com o Zé
Bruno. Adicionei algumas
complexidadezinhas aqui, não é? Eu acho
que o Zé Bruno concordaria, não sei se
ele discordaria, mas 100% é isso aí.
Certíssimo. Certíssimo. Suprema Corte da
Finlândia condena a deputada por opinião
religiosa.
>> Tá em inglês, gente. É, desculpem aí
você que tá lavando os pratos, vou
tentar fazer aqui uma dublagem. Ele
perguntou porque que ela foi acusada
criminalmente. Ele disse aqui:
"Obrigado". Foi do livro de Romanos,
capítulo 1, versículo 24 a 27.
Ok.
Você poderia me explicar por escolheu
exatamente essa passagem para apostar?
Ela vai responder. O apóstolo Paulo de
Tarso ensina nesse versículos, nesses
versículos sobre o casamento e sobre
relações entre pessoas do mesmo sexo. Eu
podia fazer aquelas vozes de narrador de
documentário do Scor Chan, né? Nem sei
como é que faz. Elas as define como
pecaminosas e vergonhosas. E qual
mensagem você queria transmitir com
isso? Ele pergunta: "Eu queria deixar
claro que se a liderança da igreja está
apoiando o evento do orgulho LGBT, isso
está em contradição com a sua base, que
é a Bíblia". Não é assim que o pessoal
do descovery fala, mas melhor que eu
posso fazer. Aí o cara é o rapaz que
pergunta o senhor aqui. Entendo. E
depois que você postou este versículo,
se compreendi corretamente, você foi
acusada com a com base na lei da
Finlândia de crimes de guerra e crimes
contra a humanidade? Rapaz, que loucura.
Sim, nessa sessão da lei temos uma
legislação sobre agravamento contra
minorias. Uau! O cara diz bem, como um
pastor há 37 anos, não sei quem as
pessoas, deixar registrado aqui. Pensar
que alguém pode ser criminalmente
acusado por postar um versículo bíblico
em um país da União Europeia e da OTAN
me preocupa profundamente. E como você
já ouviu nesse painel hoje, que Deus te
abençoe. Deus te abençoe por estar aqui
hoje compartilhando sua história. E a
minha oração é que isso leve as pessoas
a despertarem para as ameaças que
enfrentamos por parte daqueles que
buscam minar nosso direito dado por Deus
a liberdade de expressão. É, rapaz, aqui
é a parlamentar finlandesa Piv Hansanen,
esse é o nome, hein? É. E o pessoal acha
que liberdade de expressão, né, é um
direito garantido sempre, né, aquela
velha coisa, o preço da liberdade é
eterna vigilância. O preço da liberdade
é eterna vigilância. A gente tem que
estar o tempo todo vigilante contra as
forças que tentam destruir a liberdade
de expressão no Brasil. Por isso que
Alexandre Moraes é hoje o maior inimigo,
o maior inimigo do evangelho no Brasil
hoje em termos sociais, econômicos e
políticos, se chama Alexandre Moraes. É
o STF. Não sei a galera mais de esquerda
que me acompanha aqui, ah, galera que
pensa em bloco, né? Tem uns blocos, tem
galera de esquerda, direita e o bloco,
tem que pensar unido. Gente, o que o STF
está fazendo no Brasil é um absurdo, é
uma de totalitarismo, de tanto ataque
contra liberdade de expressão desse
país. É horrível, horrível. E não deve,
sabe? E sempre existe um esforço para
que isso passe para outros países, né?
Sempre existe um esforço muito forte.
Ora, não é o que tá acontecendo com os
psicólogos no Brasil hoje? O STF tá aí
julgando aquela aquela loucura do
Conselho Federal de Psicologia que quer
impedir pessoas de se descreverem como
psicólogos que são também cristãos. O
STF quer proibir. Eu quero não, gente,
eu sou um cristão, sou psicólogo. Se
você é cristão, gostaria de fazer
terapia, eu vou respeitar a sua fé. Não
pode mais. Vai ser, vai ser que vai
virar crime, você vai perder seu direito
de ser, de ser psicólogo. É um absurdo,
cara. É um absurdo que tá acontecendo
nesse país também. Tem tanta gente com
medo de, de se expressar em questões
básicas, fundamentais e muita gente
tratando isso como se fosse uma coisa
normal, né? as coisas normal, horrível
para ver mais. Esse aqui, meu filho, é
um anjo bíblico. Bíblia para crianças.
Miguel era um anjinho muito forte, um
tantão assim, responsáveis por muitos
feitos importantes da Bíblia. Que legal,
papai. Feitos tipo curar as pessoas e
espalhar gentileza. Consigo ver isso
vindo. Não. Feitos do tipo exterminar
185.000 soldados assírios em território
palestino durante o cerco contra
Jerusalém em uma única noite. A cara do
povo menino. Segunda Rei 19 357.
Ah, e também foi o anjo que anunciou o
nascimento de Jesus para Maria e José.
[risadas]
Excelente. Excelente. Galera acha que
Deus é piada, meu irmão? Acho que Deus é
palhaçada. A escatologia bíblica tá aí
para deixar muito, muito, muito claro de
que esse Papai Noel, que o pessoal chama
de Deus, meu irmão, não é o Deus da
Bíblia, nem a pau. Um dia, um dia ele
vai voltar e vai exterminar de novo. Um
dia ele virá e exterminará de novo. Quem
não estiver preparado debaixo do sangue
do cordeiro, vai conhecer a mão da
destruição. Vamos ver o próximo aqui.
>> Não cai nessa mentira. Olha, falar uma
coisa para você, crente [música] que
fica o tempo todo querendo só entender
as coisas, gente complexa, [música] tu
tem um argumento, ele vem aqui pro
culto, ele tá analisando a minha
exegese,
>> fala: "Meu Deus". Mas aí vamos lá, ele
ainda vai complexificar um pouco mais aí
o assunto, obviamente, mas deixa eu
pegar só esse esse trechinho totalmente
fora de contexto aqui. Você ir pro culto
com um espírito exageradamente crítico,
sem deixar nada passar, entendeu? esse
negócio todo é horrível, obviamente. Mas
analisar a exegese é uma coisa
importante, não é? Você perceber o que é
um exegese, né? Não é se você vai lá
querendo, preocupado com toda a análise
técnica da exegese do pastor, se ele vai
estar fazendo aquele showof, né? Aprendi
o termo novo, se ele vai est farmando
aura com o grego bíblico dele, só tá
aqui um grego aqui para farmar aura no
sermão, não é? Six7, sei lá como é que é
esse negócio que o jovem, essa besteira
que o jovem faz. É bobagem mesmo. Cor de
de mongoloide. Pode falar, pode falar
mongoloide na internet hoje em dia
ainda. Ô, Gabriel, tudo cor de de bocó,
de abestado. Pronto, os termos cearenses
não caíram ainda no politicamente
correto, não. É cor de abestado,
entendeu? Cor de abestado. Você ficar
com negócio de ficar aqui não sei o quê.
Aí eu chamo isso de degustador de
teologia. O cara vai pro culto para
degustar a teologia. Fi lá. Hum. Faltou
um salzinho aqui, hein? Hum. Podia ter.
Agora é claro que você precisa avaliar o
que tá sendo pregado. O cara prega
qualquer coisa, prega qualquer besteira,
uma coisa incompreensível. claramente
errada. E pro culto, ouvir o sermão
envolve um processo de avaliação do que
tá sendo dito. Não era por isso que os
bereanos eram superiores, os bereanos
eram mais dignos, porque eles conferiam
na escritura se aquilo que tava sendo
dito era verdade ou não. E aí eu acho
ruim que o pregador que está sendo
avaliado fique pregando contra
avaliação, entendeu? Porque ele vai ser
avaliado mesmo ou quer que o pessoal só
engula o que ele dá. É muito ruim. Eu
quero que as pessoas tem que pensar, tem
que raciocinar, tem que ver se é aquilo
mesmo. Mas assim, não sei. Vamos lá. Eu
peguei uma frasezinha aqui bem bem
cortada. Vamos ver o todo da
argumentação dele aqui.
>> Ele não tá comendo porque ele tá mais
preocupado com a minha teologia.
Isso não é bem assim. Tem que ler o
contexto para interpretar o texto.
>> Ué, mas não tem não. Não tem que ler o
contexto não para interpretar o texto.
Não sei, viu? Não tem que tá preocupado
com a teologia dele. Ele diz, ele não tá
comendo, tá muito preocupado com a
teologia. Uma coisa não ignora a outra,
tá? Você pode estar preocupado com a
teologia, recebendo uma boa teologia,
avaliando os contextos e recebendo
daquele sermão. Agora, a
responsabilidade de quem prega é ter uma
pregação que respeita os contextos
bíblicos. do que tá escrito ali. O tom
que ele usa aqui não me agrada muito
não, sabe? Não que eu seja, né, a pedra
de toque da verdade, mas eu eu
pessoalmente acho estranho.
>> Isso é tudo gente seca.
>> Eita
>> esturricada.
Analisa a laranja, mas nunca toma o
suco.
>> A crítica é válida. É o cara que analisa
a laranja, mas não toma o suco. A
crítica é válida. Mas se chega um suco
de laranja com cheiro de fezes na sua
mesa, você toma. Se chega um suco de
laranja vermelho na tua mesa, tu vai, tu
não vai olhar assim, dar uma olhadinha,
cheirada, ver e chamar o gç aqui mesmo,
é o suco tá, tá esquisitaço, entendeu?
Chega o suco de laranja na tua mesa e
tem, tem um monte de rato, tem mosca,
tem larva na, no suco, aí tu faz o quê?
Eu tomo suco, não quero ser o cara que
tá analisando, quero ser gente, não
quero ser seco esturricado, vou tomar o
suco. Entendeu? Se você pega uma comida,
uma refeição na tua mesa e não tá
direito, né, tá tá claramente estragado,
tá podre, você não toma aquele negócio.
E pra única forma de saber é você olhar,
olhar, avaliar, entendeu? Uma coisa é
você ser um enólogo, enólogo da fé,
fica, uh, cosp, né? Nunca se nutre
daquilo que você tá provando, que é só
avaliando as notas do do sermão. Outra
coisa, você ser um cristão que quer
receber da palavra, quer ser
transformado pela palavra e tá avaliando
o que tá sendo dito porque não vai
acreditar em qualquer coisa, porque não
vai concordar com qualquer coisa que tá
sendo dito. Isso não te faz
necessariamente a pessoa ser que
esturricada,
>> fica discutindo o bife, mas não come.
>> Então, mas você tem que discutir o bife
para não comer porcaria, né? Uma vez eu
comprei uma picanha, uma picanha num
supermercado aqui perto, fui assar a
picanha, doido pr comer, tava estragado
a picanha. Eu devia ter cheirado a
picanha antes de botar n, mas peguei a
picanha, cortei tal, tal, botei pr
selar. Quando fui fui cortar a picanha,
eu vi que a bicho estava estragada. Fui
lá devolver. Era para eu ter comido a
picanha. Se você não come uma boa
comida, você fica desnutrido, mas se
você come uma comida ruim, você ganha
infecção. O que ele tá propondo aqui de
novo, isso é um corte, é um trecho, pode
ter mais contextos aqui diferentes, ele
pode dizer outras coisas em outros
momentos, mas esse corte está no perfil
dele. Então ele escolheu esse corte para
colocar. Então a responsabilidade do do
contexto suficiente é dele, seja no
vídeo ou no texto que ele complemente.
Aqui não tem nenhum texto
complementando, mas a única coisa que
ele tá propondo para resolver a
desnutrição é a infecção. É você comer
comida fora do prazo de validade que
você não vai gerar a comida. Não pode
ser assim, tá? Não sei se é isso que ele
tá querendo dizer, certo? Você tem uma
postura um pouco mais submissa diante do
que tá sendo dito, mas o o que ele está
dizendo de fato é isso. É ruim. Não não
não dá para concordar, não
>> é desnutrido.
[música] Deus não é para ser entendido,
é para ser provado.
>> E aí aí aí esta frase em si eu discordo
plenamente, tá? Porque Deus também é
para ser entendido, porque Deus é
revelado. Algo é revelado acerca de
Deus. Então a gente entende Deus, a
gente entende alguma coisa sobre Deus,
não em sua completude, obviamente,
porque somos mentes humanas, com a
revelação, né, pela qual nós vemos ele
como por um espelho, mas nos é revelado
o suficiente. A gente tem que conhecer a
palavra, conhecer a palavra cognosco,
não é? No novo testamento, é usado
constantemente para falar do
relacionamento com Deus. Paulo tá
constantemente preocupado com as pessoas
compreendendo errado o evangelho. Por
exemplo, a gente não recebeu
simplesmente uma experiência alimentar,
não é? Uma experiência relacional. A
gente também recebeu uma experiência
intelectiva por meio da escritura. É por
isso que Paulo vai dizer em Primeiro
Coríntios que uma vez que nós recebemos
o Espírito Santo, nós recebemos a mente
de Cristo. Agora, há uma mentalidade que
é transformada dentro de nós. Então, a
gente também conhece a Deus. a velha fé
em busca de entendimento. Não é o
entendimento que leva a fé, mas é a fé
que leva ao entendimento. Uma vez que eu
crio e creio às vezes sem nem entender
completamente, uma vez que eu creio e
recebo, eu busco compreender. Porque a
fé, ela também faz sentido
intelectivamente. Ela não é uma coisa
que nos deixa alheias a ao mundo à nossa
volta, tendo que simplesmente receber o
que que a pessoa me fala. Isso aí isso é
catolicismo romano, tá? É catolicismo
romano em que existe um magistério. O
magistério vai me ensinar as coisas, vai
me pregar as coisas. Eu tenho que
aceitar o que o magistério diz, mesmo
que eu não concorde. Por quê? Porque o
magistério sabe mais do que eu. Isso é
catolicismo romano. Quer dizer, o texto
bíblico diz uma coisa, o magistério tá
me dizendo que o texto, na verdade, diz
outra. Eu tenho que aceitar o magistério
porque o magistério é o interprete
oficial e eu tenho que acreditar no
magistério e não nos meus próprios
olhos. É isso é catolicismo romano. O
que ele tá propondo aqui vai contra tudo
que a fé protestante já ensinou, que é a
possibilidade de livre exame.
>> Não fica andando com esse tipo de gente
não.
>> Vixe. É, você vai ter que se
desinscrever aqui desse canal, tá? Que a
gente tá aqui para avaliar e pensar. Não
conhece esse pastor, pode ser um homem
de Deus, um pregador excelente, pode
ter, ele pode estar preocupado com
alguma coisa muito específica e por isso
tá usando, usando essa ênfase toda. Mas
do jeito que é colocado aqui, com esse
corte, com essa, com essa escolha, não
é, de ênfase, eu acho complicadíssimo.
Eu acho complicadíssimo, tá? E mandaram
aqui Luana Piovani e os evangélicos.
Gente, quem é Luana Piovani? Eu sei que
ela é famosa, vocês vão me zoar, vão
dizer:
>> "Ah, mas o Iago fica fingindo que não
conhece ninguém, porque o Iago se acha
melhor que gente". Eu não sei de nada.
Eu sei, sei que ela é famosa, sei que
ela é atriz da Globo, sei lá uma coisa
assim. Luana Piovan, quero lembrar quem.
É atriz, é apresentadora de alguma
coisa? É apresentador, ela não é atriz,
apresentadora. É, amor. A Luana Piovani
fez o que da vida? Aí minha mulher, se
minha mulher não sabe é porque não é
famosa não. Ela era atriz ou
apresentadora só? Mora em Portugal, mas
ela era atriz de novela, essas coisas.
Novela, né? Coisa assim, né? Toda
informação que eu tenho sobre Luovani
recebi da minha sogra agora aqui. Quer
botei o nome dela aqui só parece que ela
é trentadora e tem um monte de notícia
estranha dela aqui aqui no na Wikipedia.
Ah, carreira. Tem cor demais aqui.
Carnaval. Beleza. Agenda Glob aqui. L PV
sobre evangélicos é o que há de pior no
ser humano. Virou protótipo de um ser
desprezível de alguém que não respeita
uma diferença. A maioria dos evangélicos
hoje de tudo que a gente vê na televisão
é uma raça e de amor e de Deus não tem
nada, rapaz. Vamos ver aqui, hein? Você
acha que há um preconceito com [música]
evangélicos? Você acha que ele tem
fundamento?
>> Uai, como não tem fundamento? Olha o que
a gente tá vendo de evangélico hoje. Eu
digo que a minha avó deve est dando
voltas no no caixão.
>> Por quê? Porque o evangélico de hoje é o
que há de pior no ser humano. Virou
protótipo de um ser desprezível, de
alguém que não respeita uma diferença,
de quem que de quem de alguém que não
respeita um viés diferente do mesmo
amor,
>> que se apropria da fé do outro para
>> não que não respeita a fé do outro e que
virou agora uma indústria política
que não tem nada a ver. Então, a minha
avó deve estar chorando lágrimas de
sangue, deve estar muito orgulhosa de
mim, que tem um senso crítico, que tô
vendo que isso não é nada do que eu
aprendi com a minha avó e dentro da
igreja
e que faz muito mais sentido nós
estarmos, nós, no caso, eu e todas as
eus aqui dentro de dentro, estarmos eh
reverenciando e e
celebrando algo que faça sentido, que
respeite a natureza, os seres humanos.
adversidade
e que pregue o amor, que para mim
religião é isso. Deus para mim é amor,
seja os diferentes nome de nomes que ele
possa ter.
>> Mas aí acho que você tá generalizando um
pouquinho todos os evangélicos. Talvez
seja algumas correntes, né?
>> A mulher, a mulher ficou nervosa aqui
com a Lona Piovani, foi passou do limite
até o Globo, até o Globo achou, achou
demais a Luna Piovani aqui. Deixa eu
parar aqui antes do do sei lá como é que
vai ser, ela vai responder aqui ao tipo
ideal que ela criou, né? É um tipo ideal
weberiano do evangelho. Pessoal de Vey
aí, um abraço aí, pessoal do Vaber.
Vamos lá, né? Vamos, deixa eu ver.
Primeiro, primeiro, primeiro, antes de
tudo, é muito, é muito notável o ódio,
né? A mulher tá falando de amor, falando
a preocupação dela sobre o amor com um
discurso altamente odioso. Falando de
amor com discurso altamente odioso, o
que é uma coisa que chama chama atenção
de fato. Como é que um discurso tão
odioso pode ser o discurso que defende o
amor, né? Tudo bem, já tem uma
contradição muito forte aí. Em segundo
lugar, é isso que o evangelho médio é. É
isso que o evangelho, que o evangélico
no Brasil é. Ela tá tomando uma
característica muito comum da sociedade
de forma geral, não é? E aplicando isso
como se fosse culpa de um movimento
religioso. Que eu quero dizer com isso?
Existe intolerância pra caramba no
Brasil? Existe. As pessoas no Brasil,
não Brasil, mas muitos lugares do mundo,
tendem a a desprezar tudo que é
diferente. Isso isso é uma
característica do evangélico? Não, isso
é uma característica do indivíduo. Se
você largar os evangélicos, né, esqueça
os evangélicos, vai conversar com um
monte de ateu, um monte de descrente.
Cara, existe um esforço constante de
desprezo, de intolerância por tudo que é
diferente. Discorde, por exemplo, dos
padrões de esquerda que são tão comuns
na nas altas cúpulas, não é, dos
ambientes de mídia no Brasil. Você vai
sofrer muita intolerância. A Luana, o
que é a Luana Piovani nesse momento? Se
não alguém que tá praticando
intolerância contra um grupo. Se um
grupo eles, ah, eles não respeitam, eles
não respeitam. O que é respeitar para
ela? É concordar, é validar. é achar
bom, porque assim, eu sou pastor de
igreja evangélica, eu viajo o Brasil,
falo em muitas igrejas evangélicas, sou
um educador, tô tô em diálogo com a
igreja e com líderes religiosos de
muitas vertentes. E vou dizer, tá,
existe sim problemas, não é, na
fenomenologia evangélica de pessoas que
são intolerantes, grosseiras e tal, mas
vou garantir, isso não é um demográfico
muito diferente do que você tem no
cenário comum do Brasil. Pessoas são
intolerantes. A esquerda é intolerante
com com a direita, os progressistas são
intolerantes com os conservadores. O
movimento LGBTQ e APN+, se eu já lembro,
se eu ainda lembro como é que é o a
sigla completa, muitos deles são
intolerantes com conservadores, com
pessoas que não querem promover nenhum
tipo de violência contra eles, mas que
não acham que é um comportamento normal.
E isso não é intolerância, porque eu não
tô sendo intolerante, eu tolero o que eu
Sabe o que é tolerância? Tolerância é
você tolerar. Tolerar aquilo que você
não gosta. Tolerar, porque se eu gosto
não é tolerância, né? Se eu gosto não é
tolerância. Tolerância é aqu é aquilo
que eu não gosto, não concordo, não acho
que deveria ser daquele jeito, mas amém,
viva sua vida aí e tal, que Deus que
Deus lhe cuide de você, lhe proteja, que
os direitos civis sejam uma garantia
para você viver sua vida de forma justa
e honesta na sociedade. Tolerar seria a
Lona Piovani, dizer: "Mas evangélica aí,
eu acho eles um bando de maluco, doido,
que que odeia os outros e tal, mas tudo
bem, não é? Eles têm o direito deles e
que vivam suas vidas com isso é ser
tolerante de alguma forma. Eu não sou,
eu não vou, eu não deixo de ser
tolerante com o indivíduo por eu achar
que o, que a vida dele é pecaminosa, que
ele escolheu uma vida que desagrada a
Deus. Eu não sou intolerante contra
outra fé por dizer que aquela fé tá
errada, que que é uma fé falsa, que leva
pro inferno, que é que é do demônio,
entendeu? Para mim, eu posso dizer,
cara, é a fé, essa fé particular é do
demônio. A grande questão é como é que
eu lido com pessoas que estão em uma
religião do demônio, que eu posso dizer
claramente que é do demônio com amor,
com graça, com paciência, com
tolerância. Eu tolero aquele indivíduo,
eu aceito aquele indivíduo como parte da
vida social, eu quero pregar para ele,
eu quero até dependendo do caso, às
vezes fazer parcerias pelo bem comum. É
o que o Fran Chefer chamava de
cobeligerância, não é? Posso me
relacionar, não é, com pessoas que eu
não concordo com a vida de fé delas, com
a prática de vida delas, até pro bem
social. Não é isso que a gente tem na
causa antiaborto no Brasil, por exemplo.
Católicos, protestantes, espíritas,
muitas vezes pessoas de linhas de fé bem
diferentes juntas para um bem comum, né?
Eu posso dizer que a fé do espírita é
uma fé do demônio. Eu posso dizer que o
judaísmo, não como raça, mas como
religião, como expressão religiosa, é
uma religião do demônio, porque rejeita
Cristo Jesus como salvador. Posso falar
isso do islamismo, é uma religião do
demônio, porque rejeita Jesus como Deus.
Mas ainda assim eu posso acreditar em
uma sociedade em que judeus, muçulmanos,
protestantes, católicos, espíritas,
gente de religião afro, todo mundo pode
conviver em paz, em harmonia e em
tolerância, mesmo que a gente esteja o
tempo inteiro tentando converter um ao
outro. Lauro, eu não posso ver um
muçulmano que eu tento converter o
muçulmano. Eu tava em Londres agora com
a minha esposa, tinha lá os caras
distribuindo alcorão na rua. Será que
aqui meu alcorão? Nem nem tirei do do
pacote ainda. Eu ganhei um alcorão
sagrado, que para mim não é nada
sagrado, mas ganhei lá. Chegou aqui em
casa, não tirei nem do pacote do e uns
livrin aqui da mensagem do Dr. Agi Arfá,
o Xerife Abdel Aim, a a mulher, a mulher
a mulher no islã. A preocupação dos
cabos aqui. Tudo em português, tá? Tava
entregando em Londres, tinha vários
idiomas lá. Parei para evangelizar o
muçulmano, vai est tudo no vídeo aí que
a gente gravou lá em Londres. Sai, sai
essa semana já esse vídeo, se Deus
quiser. Ora, vi, não, vi lá o musulmano
entregando. Ô, me, ô, meu irmão, é uma
oportunidade muito boa. Fui lá, pedi um
alcorão e tal, comecei a conversar com
ele, falei que eu era cristão do Brasil.
Ficamos lá uns uns bons minutos lá
conversando sobre fé, tentando
apresentar a trindade para ele, tentando
apresentar que Jesus é Deus e tal, ele
tentando me contrapô. Com muito
respeito, com respeito, é o indivíduo
ter a liberdade de viver a fé dele. E
quando eu quero ter liberdade de viver a
minha fé e poder tentar convencê-lo do
contrário. Então, assim, é muito triste,
eu acho muito paia. e um ato de
intolerância da Luana Piovani contra os
evangélicos ao nos tratar como isso. Mas
ela deve ter o direito civil de fazê-lo,
mas ela devia ser presa por isso. Não,
eu ainda creio em liberdade de
expressão. Defender liberdade de
expressão é defender a possibilidade das
pessoas falarem as idiotices delas. Eu
acho isso aqui é uma coisa, uma fala
idiota. Mas eu não quero ter o meu
direito de falar o que eu quiser minado,
né? Também não quero que ela o direito
dela seja minado por isso, não. Quando
ela não tiver dizendo que a gente deve
perder direitos civis, que a gente deve
ser excluído da sociedade, que a gente
deve, sei lá, ser morto alguma coisa
assim, ela tem o direito dela. Vamos ver
como é que ela responde aqui a ao fado.
Ela tá generalizando sobre os
evangélicos, né? É mais radicais.
>> É lá vem o povo falando: "Ai, mas ela
está generalizando." Gente, quando a
gente generaliza, normalmente, se a
pessoa que tá falando não é uma pessoa
leviana, eu não sou,
>> eu não sei. A fala é leviana. A fala é
profundamente leviana, então sua
generalização é perigosa.
>> A pessoa tá falando de dados de BGE, né?
Ai, porque os homens são todos uns
desgraçados. Não tô falando do nosso
amigo aqui, né? Mas quando você olha os
dados, a gente tá falando da maioria,
então a gente pode generalizar. Ah, isso
é, isso é a coisa mais ah, Gabriel Tú,
eu dizer, eu ia ia ia dizer que essa foi
uma das coisas mais jumentas que eu vi
na minha vida, mas eu não estou dizendo,
eu só ia passou aqui uma vontade de
dizer que esta é uma imbecilidade
imensa, mas não estou dizendo isso. Deus
me livre dizer o negócio desse e o
Senhor me livre, me livre de de dizer
uma coisa tão tão grave. Mas olha, eu
vou dizer, viu? Ô,
[grito]
desgraça,
>> não, né? A gente não generaliza. Que
tal? Que tal não generalizar? Que tal?
Que tal o diz que é a maioria, pô. Você
diz que a maioria, pelo menos, você tá
qualificando com um pouco mais de
precisão sua linguagem. Tô até babando
aqui. Acho diz que é a maioria. Aí,
pronto, aí você entende que tá falando a
maioria, o que já é absurdo, né? Falar
que é uma maioria de uma coisa. Qual é o
dado do IBGE que você tem, ô Lona
Piovan, sobre o que você tá dizendo aqui
acerca dos evangélicos? Que coisa
horrorosa, coisa, é mentiroso, inclusive
leviano, inclusive. E aí você mostra aí
a fala é profundamente leviana mesmo,
>> porque enquanto for a maioria, enquanto
os números forem a maioria, a gente pode
generalizar. Pode não, pode não, porque
se eu pegar coisas sobre a maioria, eu
posso atacar você, Luana Piovani,
particularmente generalizar sobre
mulheres. Tem coisas que é a maioria
sobre atores da Globo, sobre pessoas da
alta cúpula, né, do poder no no mundo.
Dá para dá para generalizar muitas
coisas sobre a Lona Piovani. Farei isso,
não sou leviana igual a Lona Piovani,
mas é uma forma muito terrível de se
comunicar. Muito, é muito ruim mesmo,
muito ruim. E a maioria dos evangélicos
hoje, de tudo que a gente vê na
televisão, é uma raça que de amor, de
Deus, de Jesus Cristo, não tem nada.
>> Eu acho muito estranho que seja a Luana
Piovani o paradigma do que realmente nós
temos como como fé genuína, não é?
Evangélica. Uma pessoa que claramente
não se expressa de forma amorosa, não
expressa nenhum amor, não é a ninguém.
Claramente não é a primeira vez que eu
sei que a gente vê esse tipo de coisa aí
na grande mídia. Não vai ser a última,
né? Não vai ser a última nem a pau.
>> E caguei pr vocês.
>> E caguei pr Olha. Ih, caguei. Ela tá
brigando com os evangélicos pela falta
de amor dos evangélicos. Aí, Jesus não
tem nada. Aí, caguei para você. Eu eu
não acho. Eu não sei se a vozinha dela
ia ficar orgulhosa dela, como ela tá
dizendo que ficaria. Não,
>> eu tenho lugar de fala. Eu sou
evangélica. Achou ruim, come menos.
>> Eu sou evangélica. É claramente é
evangélica. Pense claramente. E eu sou
um shake. Shake cabe do labal direto do
do islamismo. Sou. Sou sim. Uma fala
recheada de ódio, de agressividade, de
amargura até. Triste. Deus tem
misericórdia. Aluno Povan. Um dia ela
vai encontrar o Deus dos evangélicos.
Vai ser muito triste se não houver
arrependimento disso. Mandaram aqui
batismo diferente. Vamos ver aqui.
Batismo de Raqueli.
[música]
[canto]
>> Ah, que legal. Tá rolando aqui um novo
canto aqui no fundo. Eu tô tirando aqui
a música porque senão vai dar ruim. Mas
olha isso. Ah, batismo em Libras. Ah,
gente, não. Isso é incrível. Isso é
inclusão. Isso é isso. Nossa, que massa.
[música]
Não, não, não.
Ah, que coisa linda. Coisa linda. Coisa
linda, gente. O pastor que se prepara
para isso. Eu não sei se o pastor
realmente se comunica em Libras ou se
ele só ensaiou, né, para esse para esse
momento. Nos dois cenários. É
maravilhoso. Nos dois cenários é
maravilhoso. Se ele sabe Libras mesmo,
acho realmente sabe Libras. É excelente,
não é? um pastor que tem essa capacidade
técnica, né, de poder alcançar essa
comunidade. Excelente. O grupo de
pessoas com dificuldade, né, com
problemas auditivos. É um grupo não
evangelizado no Brasil. A gente tem na
nossa igreja uma missionária que
trabalha com essa população e é um
trabalho muito difícil, muito difícil.
Agora, se ele não sabe Libras e ensaiou
para esse momento, é também muito
bonito, né? Porque é um respeito muito
grande por aquela pessoa que tá vindo a
a Cristo expressando sua fé no batismo.
É uma coisa muito bonita, muito lindo,
muito lindo, muito lindo. Que beleza.
Glória a Deus. Vou vou encerrar esse
vídeo no alto astral aqui, tá? no alto
astral, porque eu acho que precisa de um
alto astral nesse vídeo aqui. Vê um
pastor batizando alguém da igreja que
tem dificuldade auditiva usando Libras
para isso. É uma coisa que nos faz E aí,
Luana Peovani, não é para Lona Povani é
esse povo aqui é terrível, né? Povo que
não que não ama, né? Lana Peovani odeia
esse pessoal aqui, né? Infeliz,
aparentemente eu quer quer que o pastor
coma menos, né? O chegamento da Luno
Peovani no fim das contas, cara, por
mais que a mídia nos odeie, por mais que
o mundo nos odeie, por mais que a gente
seja desprezado pelos poderosos, é
igreja é isso aqui, cara. É o dia a dia
de serviço, de amor, de graça, de
alcançar pessoas que muitas vezes a Luna
Povan não alcança, né? Não olha, não se
preocupa. É a igreja que tá lá servindo
e amando. Não, ninguém se deixa bater
por essas bobagens que falam sobre nós
na internet. Não somos bem-aventurados
quando o mundo nos odeia. O mundo nos
odeia e continuamos fazendo aquilo que é
bom. Amém. Deus abençoe esse pastor. É o
Davi. Boa sorte é o nome aqui. Não sei
qual é a igreja dele. Não, não, não tá
aparecendo aqui, mas Deus abençoe. Deus
o encha de graça e use aí pro serviço do
evangelho. Bom, não deixa de se
inscrever no canal, não deixa de usar o
cupom teologia lá na Insider e continuar
com a gente aqui nessa jornada de
aprendizado teológico. cheiro no seu
cangote e até a próxima.

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