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SEU AMIGO ATEU VAI ODIAR UM DESSES MUSEUS DE LONDRES

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Legendas automáticas:

Seja muito bem-vindo ao Dois Dedos de
Teologia. Você tá comigo em Londres,
nesse início dessa série do Teologia na
Estrada, direto das terras da Rainha.
Agora é do rei, né? Rainha morreu,
infelizmente. Era mais legal quando era
Terra da Rainha. E nesse vídeo a gente
vai mostrar para você todos os museus em
Londres que a gente foi e quer mostrar
como esses museus contribuem pra nossa
compreensão do evangelho. Também se eu
te disser que descobertas arqueológicas
de Nínive foram super recentes e que
muitos diziam contigo o tachamento era
mentira. E existe aí, ó, em museus
londrinos, coisas para você passar na
cara daquele seu amigo ateu. Tá curioso?
Então vem com a gente que a gente vai
aqui, ó, dizer para você quais são os
melhores e os piores museus em Londres.
Então não deixa, ó, de se inscrever no
canal, assinar as notificações, dar
gostei aqui no nosso programa, porque
eles dão muito trabalho, mas ficam muito
legais. Então, simbora pro primeiro
Teologia na Estrada em Londres.
Nós [música]
[música]
estamos no British Music.
É o museu britânico. Olha que negócio
bonito isso aqui.
A biblioteca é caraca, que coisa linda.
Nossa, aqui é de morrer, viu? Olha que
biblioteca linda. Meu Deus do céu.
Estou em choque.
[música]
Roseta Stone aqui. A pedra de Roseta foi
descoberta em 1799 e ela data de 196 a
de. Cristo, registrando um decreto de
Ptolomeu V, escrito em três versões, em
hieróglifos, que é a linguagem egípcia,
em demótico e em grego antigo, o que
permitiu que pesquisadores decifrassem
muito da escrita antiga. Fica um abraço
aí pro Glossonauta. Olha aí, Glossonauta
e para todo amigo que mexe com tradução.
Bom demais. Vê a fera de Roseta é um
negócio realmente emocionante. Qual um
que trabalhe com tradução em qualquer
nível da [música] sua vida incrível.
Olha o busto de Minotep. Terceiro.
Nossa.
Como é que pode? Como é que você pode
ter um idioma que é um desenhinho, mano?
Olha aí, meu. O idioma é um desenhinho.
Olha isso. Deseninho desenhado. Idioma.
Nossa, é muito massa, muito massa mesmo.
[música]
Dito aqui do museu, do museu britânico é
fora de série.
[música]
Nossa, portas feitas de cedro foram
feitas pro palácio do rei Shamanasser
ter. É composto por cedro e bronze. É o
fraco. Museu sempre é uma ponte pro
passado. Eu gosto muito de vir museu.
Esses museu aí com projeção, dá um dá
uma agonia. Eu gosto de museu com coisa
antiga. Aqui é o busto do Rams I. Será
que é mesmo? Deixa eu ver se é. Ah, eu
acho que é, viu? Acho que é sim. Rei
Ramses
segundo. Nossa, olha esse busto
gigantesco.
Aqui é o bucho segundo. Só essa pecinha
sozinha. Essa coitadinha aí tem 7.5 por
5 toneladas.
E se eu não me engano, se memória não me
falha, se não tiver metendo a fake news
aqui, esse foi o busto que inspirou o
famoso poema
que é o título do penúltimo episódio de
Breaking Bad. O melhor melhor episódio
já feito na história da televisão
mundial. [risadas]
Mas cara, fora de série, viu? Incrível
isso aqui. Pia de libações. Aqui o
pessoal fazia sacrifícios,
provavelmente. Ali tem um monte de
túmulos. Ovo era enterrado com pompa.
Cadê o pessoal que gosta do livro de
Jonas? Assíria, rapaz, a Síria era
pesada
e Nínive era capital da Assíria, tá?
Tudo isso aqui veio de lá, viu? Os
assírios eram conhecidos pela sua
crueldade. O povo era ruim. Eles eram
uma verdadeira máquina de guerra. Eram
uma galera meio terrorista, super
violenta. Isso aqui é tudo representação
de guerra, cara. Isso aqui é guerra.
Aqui aparece um cara arrancando a cabeça
do outro aqui. Aliás, várias pessoas
arrancando a cabeça de várias pessoas,
tá? Olha isso aqui, ó. Cabeça na mão, ó.
E as cabeças que eles estão carregando
são bem menores do que as cabeças dos
dos personagens que carregam. O que me
leva a crer que na verdade são cabeças
de crianças, tá? A gente tem registros
de que eles não tinham pena nem de
criança, viu? Matavam e decaptavam
crianças. Era malo que isso. Aí vocês se
perguntam porque é que Jonas não queria
ir pregar lá, né? Eu explico mais disso
no Arruinados pelo amor de Deus. Meu
livro sobre o livro de Jonas em Nínive.
Cara, muito louco ver isso,
pessoalmente. Muito louco mesmo. Parte
de Grécia. Nossa, que incrível. Olha o
Partenon. Será que dá tempo ver ainda,
hein? Essa galeria foi designada para
conter as esculturas do Partenon, doado
pela família, doado pela família do Lord
Vin of Milb. Gente do céu, olha isso
tudo. São as esculturas do Partenon de
Atenas, né? Era um templo da Grécia
antiga que ficava no topo da Acrópole de
Atenas, dedicado a Deus Atenas Partenus.
Por isso tem esse nome, né? Ela era
protetora da cidade. Foi construído ali
entre 447 a 432 anes de. Cristo e foi
erguido depois das guerras médicas,
quando Atenas ganhou dos persas. O
estadista Periclis impulsionou o projeto
para poder mostrar a glória cívica de
Atenas. Conta a história que no interior
era brigada a uma estátua monumental de
ouro e marfim de Atenas Partons. Uma
obra que se perdeu, ninguém sabe onde é
que foi parar. Tem maior polêmica aqui
porque a Grécia tá pedindo para ser
devolvido isso tudo, mas o Museu
Britânico argumenta que foi tudo
adquirido de forma legal, de acordo com
os parâmetros da época e que eles
oferecem acesso global, patrimônio. E
aqui tem peças que contam a história da
humanidade, né? Não só da Grécia. E aí
fica brigando aí, né? A Grécia pede de
volta, já que as peças foram retiradas
no contexto de ocupação otomana. Mas aí
é são brigas maiores do que nós.
Muito destruído, muito deteriorado.
Imagino
como seria esse império em toda sua
glória. Mas os impérios caem, todo o
império cai. Mas cedo mais tarde, todos
os reinos dos homens vão ruir. E um dia
se tornam apenas memórias do que já
foram. Daniel diz isso, né? Daniel diz
que todos os reinos humanos estão
fadados à destruição.
A pedra que era Cristo já acertou, já
acertou os pés da estátua. Estamos entre
o impacto e a queda. Os reinos humanos
já estão todos ruindo. Um dia toda
glória e opulência [música] virou nada.
Assíria,
>> o palácio do rei assírio. Rud. E as
culturas nesses espaços aqui capturam
capital de Nínive, sabá, nood cavado em
1800 e descoberta continua até hoje. É,
muita gente dizia que a Bíblia não era
verdade porque Nínive não existia. É o
que dizer, o Nínive nunca foi
descoberta. E aí dá para 1800
descobriram Níve. Ou seja, foram mais de
1800 anos. E de conhecimento sobre
Nínive de fora do texto bíblico. O único
contato com o Nínive era o texto
bíblico. E demorou 1800 anos, 18 séculos
para encontrarem a primeira evidência
sobre Nínive. Ah, e hoje a gente tem
evidências amplas sobre isso. E aí todos
que usaram a ausência de dados
arqueológicos como Nínive como argumento
de Nínive como argumento contra a
historicidade do antigo Tchamento, deram
com burros na água, né? E hoje ainda
tanto fazer isso. Ah, não tem evidência
histórica de que Moisés existiu. Ô, meu
querido, a gente não tem evidência
histórica de muito do que acontece no
mundo antigo. Mas sabe que evidência
histórica boa a gente tem? Um documento
muito bom e confiável chamado Antigo
Testamento. Esse é um documento
extremamente confiável. Vale a pena
seguir o que ele diz. É o mundo de
Alexandre Grande. Imagina a coluna, tudo
isso entalhado. [música] Isso aqui é do
templo de Artemis em Éfeso.
Devia ser muito opulento. Uma religião
muito poderosa.
É louco como no mundo antigo a religião
era poderosa. A religião tinha toda
opulência em volta. E usava-se o
argumento da opulência da religião para
poder mostrar que as religiões helênicas
eram verdadeiras. E o cristianismo era
falso, porque era uma religião que não
tinha nada, não tinha opulência, não
tinha grandeza, não tinha templos, não
tinha prédios. Parecem muitos argumentos
que alguns grupos religiosos usam hoje
contra os outros, né? O poderio,
[música] a pompa, a riqueza daquela
religião contra as religiões que se
expressam na simplicidade da adoração do
coração, né? era o argumento das
religiões helênicas contra o
cristianismo do período primitivo.
>> Uma coisa que ficou na minha cabeça
aqui, a gente passou hoje por uma igreja
católica que ficava embaixo de uma loja,
negócio bem precário, e acabou de sair
de um culto protestante que na badia de
Westminster, super litúrgico, prédio
centenário, histórico, bonito. Aí eu me
pergunto, será que os católicos aqui de
Londres ouvem dos protestantes? Ah, a
religião de vocês é falsa porque não tem
estrutura, porque é mopai, é cadeira de
plástico e a nossa tem uns prédios
bonitão? Porque no Brasil dizem isso pra
gente todos os católicos fica condenando
os protestantes porque nossos prédios ah
é umas casas adaptadas assembleia de
Deus. Aí quando é o oposto, será que a
babaqui se oposta também ou ou não?
Espero que não, né? Não tem por repetir
os erros dos outros. Mas fica aí a
reflexioner de que não é porque no
Brasil as igrejas protestantes são tudo
pequena, feia e pobre, que é assim no
mundo inteiro. Nos Estados Unidos as
igrejas protestantes são lindas também,
prédios maravilhosos. Mas quando a gente
olha para só a nossa própria realidade,
a gente fica usando esses argumentos
toscos, estéticos, ao invés de usar a
palavra de Deus para basear o que é o
certo, o que é errado. É bom, é bom
viajar para dar um pouco mais de
perspectiva.
Museu britânico vale a visita, mas
aquela coisa, melhor forma de visitar
museu para mim é o seguinte. Geralmente
tem uma ou duas peças que você quer
muito ver, assim, é confusão na minha
cabeça, né? Tem uma ou duas peças que
você quer muito ver e o resto você dá
uma passadinha, né? Então o que é que eu
faço? Sempre foi no museu, eu jogo agora
char GPT é seu amigo, né? Quais são as
principais peças do museu tal? Ele vai
te dar ali as principais peças, onde é
que estão, né? E aí você adiciona ali
uma coisa que você talvez saiba que tem
naquele museu que você quer muito ver.
Ah, eu sabia que aqui tinha Roseta
Stone. Queria muito ver Roset Stone e
sabia que aqui tinha Ramso, o famoso
busto do Ramsy II, né? Era as duas
coisas que eu queria ver aqui muito. E
aí tinha outras coisas que sabia que
tinha, não sabia que tinha Nínive, por
exemplo, e tal. Então você vai passando
assim meio meio rápido e aí você vai
vendo
as coisas que te interessam, não é? Você
vai vendo outras coisas que você não
sabia que tinha ali que abrem o teu
interesse. E você vê aquilo que você
queria muito ver, você vai já preparar
para ver aquilo, porque assim, quem que
vai no museu que quero ver todo o museu,
não tem muita coisa ali que você não vai
nem lembrar, né? Ah, sei lá, a não ser
que seja o Luvre, o Luvre tem 30.000
coisas que você quer ver lá, tá tudo lá
na história do mundo. Mas aqui tem
aquela coisa, tem uma outra coisa que
você quer muito ver. Vi tudo que eu
queria ver, estou feliz de ter visto. E
aí vi outras coisas que não estavam no
meu roteiro. Bom demais. Bom demais. Vi
museuzinho,
dos melhores melhores rolês que tem
quando a gente viaja pr pra Europa.
Museu na Europa é a parada. É a parada.
Desculpa aí. Eu e a Is a gente vai em
museu no mundo todo. A gente gosta de
museu todo lugar que vai. A gente sempre
tem museu. Museu bom. Vai em museu ruim
também. A gente sempre se arrepende de
museu de arte moderna. Mas entra, se é
de graça, a gente entra. Às vezes a
gente paga e se arrepende. Mas museu na
Europa, olha, é incomparável. Ele parece
muito papo de olha a cor mais babaca,
né? A cor mais babaca. Mais babaca falei
da minha vida já. Museu na Europa muito
melhor do que museu de qualquer.
>> A gente não foi muito museu lá no
Estados Unidos ah não. Museu de história
natural é muito bom. Muito bom também. E
na museu de arte tem bons em vários
lugares. Museu de arte, quadro, né?
Coisa assim. Agora museu assim com
esculturas, com peças antigas, né?
Arqueologia. Isso é a Europa é meio
comparável assim na presença de museus
com esses. Excelente. Valeu. V vale
muita visita. E entramos de graça ainda.
Os museu tudo de graça aqui. Show de
bola. As igrejas são pagas, mas os
museus são de casa. Mas você paga para
visitar, paga para visitar, né? Pago
para ir pro culto. Já deixei isso claro
em outro momento.
[música]
Estamos agora na National Gallery. Tô em
busca de quê? Van Gog, Monetê,
Michelângelo, Caravagio e Rembrando. E é
claro, aí fico vendo os outros aqui,
obviamente, né? Devagarzinho.
Essa sala aqui se chama o triunfo de
César, o Triunfo dos Césaros. E as
pinturas são todas representando
o triunfo dos imperadores romanos. Muito
bonito.
[música]
Aqui é o Eugênio de Lacá. é o pintor de
um dos meus quadros favoritos que eu
consegui ver lá no museu do Luvre ter a
liberdade guia no povo depois da
Revolução Francesa. Falei sobre esse
quadro no Teologia na Estrada antes de
ter esse nome sobre como a França tentou
matar Deus. Vai p vocês verem lá. Eu
falo um pouco sobre esse quadro e mostro
ele lá no Luvre na França. Esse que é do
Edward Manê. Não confunda com o Monetê.
Apesar deles terem sido próximos e
amigos, tá? Mas são pintores diferentes.
Francisco de Goia. Eu gosto desse bicho
aqui. Ele tá pintando o Duque de
Wellington. Goia é um cara que eu gosto
muito. Tem um livro cuja capa é um
quadro dele. É aquele famoso Saturno
devorando seu filho. Mas infelizmente
Goia não tem tanta coisa aqui não. O
Saturno devorando seu filho foi pintado
na parede da cozinha do Goia e tá no
museu na Espanha. Tá na Espanha não tá
aqui não. Queria muito ver Saturno
devorando seu filho. Mas tem outras
coisas de goia aqui. Bem legal.
Bem legal. A arquitetura ali de cima, T
ali do teto também é muito bonito. Uma
abóbora aqui bem legal. Outra de Goia.
Goia pintando aqui do Andrés Del.
>> Nossa, olha esse quadro é muito triste.
Esse que eu conheço é do P de la Rocha.
É o a execução da Lady Jane Grey. A Lady
Jane, ela reinou por nove dias como
rainha da Inglaterra, depois que o
Eduardo VI morreu, mas ela foi deposta
por uma por um grupo que apoiava a meia
irmã dela, que era também herdeira do
Eduardo, né, que era Maria Tudor. Aí ela
foi julgada por traição
e foi decaptada aos 17 anos. Que coisa
horrível. Olha aqui em cima, T, como é
bonito o o teto aqui é muito bonito,
essa parte aqui superior é fora de
série. Uma abóba, um negócio bem lindo.
É o tipo de coisa que é difícil perceber
pela filmagem, sabe? Olha ali o cara
desenhando. Que legal. Muita gente para
aqui para desenhar os quadros.
Mais duas aqui do Francisco de Goia.
Esse da esquerda é o piquenique. Me
lembra muito das primeiras pinturas do
Goia. Não tenho certeza, tô falando aqui
de de orelhada, mas Goia sempre teve
pinturas mais felizes no começo da vida.
E aqui à direita é uma das bruxas de
Goia. Goia pintou muitas bruxas. Essa
aqui se chama a lâmpada do diabo. A
inquisição espanhola ainda existia nos
tempos de Goia e ela durou até do anos
antes de Goia morrer. E Goia foi um dos
que foram profundamente impactados pela
crueldade, não é, da Inquisição. Goia
fazia parte do do grupo de pessoas que
que clamava, né, por justiça, por
reformas políticas e tal. Dizem que
entre 1481 e 1808, quase 32.000 pessoas
foram queimadas vivas, né, sobre a
acusação de heresia de bruxaria na
Espanha. Goia pintava bruxas como uma
forma de protestar, né, contra o que
acontecia na Europa naquela época. Ah,
chegamos onde eu estava.
Eu estava em busca.
Ah,
como sempre, ó, pessoal senta aqui para
fazer desenhos dos quadros. Muito legal
isso. Muito bonito.
>> [música]
>> Chegamos em Monetê. Que maravilha. O
francês que inventou o impressionismo.
Olha que pintura bonita aqui. Se você
olhar aqui tem o rio Tamsa. Aqui em cima
tem a catedral de Westmin ao fundo. Um
ótimo exemplo do desse estilo enplenir,
não é? A ar livre com esse foco em
paisagens cinas da vida cotidiana. Muito
legal, muito bonito. Tem bastante monê
aqui.
>> Eu confesso que eu não sou um cara da
pintura, assim, não sou um grande fã de
pintura. de ter uma galera aí que me
acompanha, que manja muito, deve ver,
muita profundidade e muita coisa, mas
sou bem menos afeito a à pintura do que
a museus de história, assim, geralmente
prefiro museus de história, mas eu acho,
eu acho muito legal, acho muito bonito,
consigo perceber a
capacidade técnica que é enorme assim de
fazer um umas obras como essas, que às
vezes parece que não, mas super difícil
de fazer, super difícil pintar. E
geralmente são registros [música] de um
de um tempo que já não existe mais, né?
[música]
Atenção, não é isso, não é um teste, não
é alarme falso. Estamos em Vanog.
Temos aqui o landscape,
do lado tem o two Crabs,
>> famosa cadeira do Vanog.
>> Cara, é muito louco. Como a história do
Vanang é
impressionante. Provavelmente Vanangog
era esquizofrênico, segundo segundo diz,
porque ele pintava tudo muito doido,
porque ele via tudo, jogava muito doido
mesmo. Tem muito mito, muita lenda, né?
Tô vendo Van Gog, ele foi completamente
desprezado no seu tempo e tratado como
um gênio depois do seu tempo. Galera aí
que assiste Dr. Hu chora quando vê
aquele episódio que o Van Gog vai pro
futuro e aí descobre que as pessoas
gostam dele, né? Um homem atormentado na
sua mente e deixou pra gente obras de
arte que
participa agora da história mundial de
forma intensa. E aqui giraçóis de
Vanangogusíssimo.
[música]
Aí isso aqui é Guido do Ren
representando a adoração dos pastores. É
a maior pintura que tá aqui na galeria
nacional. A maior. É enorme. Olha isso.
Muito grande. Muito bonito.
Esse é o tipo de pintura que eu gosto
mais. Assim, eu acho muito bonito ver
essas esse jogo de luz e sombras, algum
nível de realismo. Eu eu prefiro, não
sou entendido, não sou entendido de
história da arte, coisa assim, mas gosto
muito, acho bonito. A quantidade de
iconografia religiosa também que
geralmente se expressa na história da
arte é um negócio fascinante. Aqui é
Santo Gregório, só teoria de Gregório, a
adoração dos três rei magos, que não
eram nem três, nem reis, nem magos, mas
vocês já sabem, já você acompanha aqui,
você já tá ligado. Tem vídeo no canal
[música] sobre isso já explicando, mas
ó, muito bonito. Caravajo,
a seia em Emaús. Aqui é a representação
dos discípulos, dos discípulos
encontrando Jesus. Então, comendo com
ele. É de 1601 também. É cara,
recebendo a cabeça de João Batista
pintado [música] em 1609, 1610. Aqui é
Jesus do sumo sacerdoteado
em 1617 [música] por Guerritost.
A única vela iluminando tudo. Eu acho
que na câmera não vai dar para pegar nem
a palma, mas é muito forte jogo de luz
aqui. Francisco de Zurbarano contado
1639. Representa São Francisco meditando
que seria Jerônimo, pintado por Ruspe de
Ribeira 1642.
Caramba, olha a pele, eu gosto com a
pele é cara duvido que de aparecer
direito aí na câmera, não sei, [música]
mas muito forte. Lamentação sobre a
morte de Cristo também já é do José Ped
Ribeira. Jacó com as ovelhas de Labão.
São Bartolomeu que já é de 1640 em
diante de Bernardo Cavalino. Sacrifício
de Isaac 1657 [música]
a 59. Juan de Valder Leal. Tá aqui. Esse
que é o tipo de quadro que um crente
para aqui e fica horas olhando, viu?
Porque muito forte, muito pesado, muito
duro. Olha o cordeiro ali [música] no
canto.
[música]
Ó aí, Gabriel T. Chegamos em Rembran,
hein? Olha que bonito. Olha que bonito
aqui. Cadê o Marcos Almeida aí para
cantar que a gente fica com a escola de
Rembran? Talvez o nome mais importante
da arte holandesa um dos maiores da
Europa. Alguns dizem que é o maior
pintor de todos os tempos. Ele pintou
muitos trechos bíblicos. Muito legal.
Elderman é sample. Olha só interpretação
dele de Paulo. Muito bonito modo como
ele joga com o claro e o escuro. É o
pessoal desenhando. Sempre legal ver o
pessoal fazendo desenho.
Isso é muito bonito, cara. É, a arte é
uma das coisas que faz a vida ter
sentido.
Olha o ter bonito, hein? Muito bonito,
ó. Lamento pela crucificação. E tem o
esse homo em cima.
[música]
Infelizmente, meu quadro favorito do
Rembran não tá aqui, que é a
crucificação de Cristo, em que ele se
desenha. Ele desenha a si mesmo [música]
como um dos crucificadores.
E essa talvez ser uma das coisas mais
incríveis assim da abertura de
Rembrante. E ao invés dele se colocar
como um dos discípulos que lamenta no
quadro, ele se coloca como um dos que tá
levantando Jesus na cruz, né? E nossa,
para mim é uma das peças de arte mais
mais poderosas, né? E é o tipo de coisa
que que a arte comunica de uma forma
muito muito muito bonita, muito forte.
Quando a gente se torna inimigo, né, da
arte, inimigo do belo, inimigo da
expressão artística, a gente perde muito
da comunicação que Deus nos deu, né?
Deus nos fez para nos comunicar
oralmente, verbalmente, mas a gente
também se comunica por meio de de
imagens, né? E perceber a beleza da
comunicação das imagens é uma coisa uma
coisa magnífica. A gente perdeu muito
isso,
nem que tudo tem que ser rápido, res do
Instagram, [música] TikTok, comunicação
expressa e parar para uma coisa
totalmente intediante que é um museu. Um
museu é altamente intediante. Isso aqui
é um tédio, mas é uma beleza. Desde
quando o tédio virou
xingamento, não é? Teddio também é uma
coisa boa. A gente via, a gente via
possível, né? É um luxo, né? Ped é um
luxo, mas é o tipo de luxo que nos leva
muitas vezes para alguma coisa melhor.
>> Caraca, meu irmão, essa pintura parece
uma foto. É impossível a câmera tá
mostrando da forma como como é ver
pessoalmente, mas pessoalmente se alguém
me dissesse que era uma foto, eu
acreditava. E é uma pintura de 1628,
pintado pelo Peter Claertz. Você deve
lembrar dele como o cara que pintou
aquele famoso Steel Life with a School
and a Writing Key, não é? Aquele aquela
caveira em cima de de uns livros e tal.
Essa imagem dele é muito famosa. Ou
aquela também do do violino, né, que é o
Vanitas with violin and Glass Ball. São
quadros bem famosos dele também.
[música]
Estamos na fila para entrar no Museu de
História Natural. E eu espero que seja o
melhor museu da história do mundo,
porque eu acho que tá com a fila maior
do que a que a gente pegou para entrar
no Luvre em Paris. Gigante. Tá muito
maior, né? Enorme a fila aqui. Compar
com as filas da Disney.
>> É, acho que a única fila maior do que
essa na vida que a gente já pegou foi na
Disney. Porque nem no Luvre tinha essa
fila aqui. É de graça, né? Aí a gente
paga com tempo na fila. Tá bom. É um
preço bom de pagar. Mas vamos ver se
esse museu não for o melhor, assim, eu
tô brincando em ser o melhor museu do
mundo, beleza. Mas a frente é linda, ó.
É a frente de museu mais bonita que eu
já vi. Bonito que palácio.
>> Mais bonito que muito palácio aqui. Mais
bonito que bug. Olha isso. Lindo. Muito
bonito. Vamos ver se dentro vale a pena
1 hora10
da fila aqui, ó. Mas vai ficar a dica
aqui para quem é quem quer vir em
Londres em algum momento da sua vida,
tá? Os museu é tudo de graça, mas este
aqui é de graça. Mas você pode pegar um
ticket online que você não pega as fila
toda. Você pegar um ticket vai melhor.
Eu fui me confiar que o museu era tudo
de graça. Só vim com a cara e com a
coragem. Ainda falta sete voltas pra
muralha cair pra gente conseguir entrar.
E se tivesse, se eu tivesse, pegue um
ticket gratuito online, não teria, né?
Pegue essa fila toda. Mas aí tem que
pegar menos uma semana contecência que
você consegue garantir não pegar essa
fila toda, viu?
[música]
>> [música]
>> Entremo. É lindo. Começa olhando pro
teto aí, ó. Ó o Ter. Olha que teto
lindo, Ter. Olha, olha essas galerias.
Que coisa incrível, incrível, incrível,
incrível. Inclusive, tá tendo evento de
Pokémon, hein? Sei que é do Pokémon, mas
já venderam todos os ingressos. Não dá
para entrar mais não, infelizmente. Eu
vou criar no evento do Pokémon. Será que
é por isso que tava lotado? Tá devendo
do Pokémon. Será? Sei. Olha girafinha
por dentro e por fora.
Eu só imagino que os meus meninos i
adorar isso aqui. Olha em cima é tem uma
baleia,
rapaz.
Ó o peixe
coral.
É um elefante da era do gelo. Ó o
tamanhão. Tem as estrutura de metais
ali, ó, para sustentar a cabeça, rapaz.
Ó, ali é uma baleia azul, viu? Tá
escrito aqui na parede. Eu dei uma, deu
uma pescada aqui. Gigantesca, tá?
Gigantesca. Um negócio enorme. Dava para
engolir Jonas e a família dele todinha
se quisesse. Olha ali o dinossauro. A
plaquinha diz aqui que é o dinossauro
mais completo já encontrado em todo o
Reino Unido. Eu queria fazer uma piada
bem quinta série aqui sobre esse osso
gigante do bicho aqui, mas esse é o
canal de família. Não vou fazer essa
piada não, que vocês vocês assistem na
sala com os meninos de vocês. Vou vou
Mas você sabe a piada que eu faria. Mas
o que me chama atenção mesmo essa
estrutura de metal aqui, ó. Não sei se
dá para ver no vídeo, mas para os ossos
ficarem juntos, ele mete uma estrutura
de metal aqui que não tá nem um pouco
disfarçada. faz ele parecer um negócio,
meu meu robô, meu Wolverine, muito
legal. Segunda plaquinha aqui, essas
partes coloridas aqui na rocha é devido
ao aumento dramático de oxigênio na
atmosfera. O, segundo eles, foi crítico
para a evolução da vida na Terra. Já
aqui nós temos meteorito, hein?
Classificado aqui como tendo 4.5 bilhões
de anos vindo da origem do sistema
solar. Eu não vou ficar entrando em
polêmica de datação aqui, que eu não sei
dessas coras não, mas ó, saber que esse
negócio veio do espaço, viu? É muito
legal. Olha aí, negada, a gente tá aqui
em Londres e tem aqui uma pedrinha
tirada de Minas Gerais. É um topázio, um
topázio de Minas. Não dá para ver no
vídeo, cara, a beleza que é esse negócio
pessoalmente aqui. Se eu tivesse uma
câmera de cinema, talvez desse, mas com
o meu equipamentozinho aqui de viagem,
olha, é lindo, lindo, lindo, lindo. Um
cheiro pro pessoal de Minas. Minas não é
só gente legal e pão de queijo não,
hein? Tem, tem pedra bonita. Olha que
legal. Tive que vir em Londres para ver
uma pedra de Minas. Olha o tamanho dessa
baleia, macho. Olha o Olha o tamanho
dessa baleia, meu irmão. Eu acho muito
engraçado que essas caveira de elefante
sempre parece um negócio meio
extraterrestre, né?
Caraca, olha o tamanho das presas do
elefante aqui. Enormes também. Os
meninos do Pokémon aqui, ó, tão tão tão
encantado aí, viu? [risadas]
Os meninos vem jogar Pokémon e acaba no
museu. Achei legal. Achei legal. O mundo
animal é muito divertido mesmo. Olha o
elefante pequenininho aqui. Olha aqui.
Tem muito animal empalhado. Tem muita
réplica de animal por aqui. Olha. Legal
isso aqui, hein? O gigante extinto. É um
marsupial extinto. Olha que massa. Como
será que era esse bichão, hein? Nossa,
parece muito massa, viu? O mundo animal
é um negócio incrível. Deus criou um
mundo com muita criatividade. Olha a
caveira desse bicho aqui. Que coisa
massa. Por dentro e por fora. Olha aí.
Eita. O que é que faz um mamífero? Olha
nós aí. Era, acho que isso é, eu acho
que isso é caveira de verdade, viu? Acho
que isso aí é o esqueleto de gente mesmo
que que viveu e de cavalo que viveu.
Acho que não é falso não, sabe? Não é
réplica não. Acho que é de verdade isso
aqui. A gente é muito massa por dentro.
Ó, ainda vou vir me dizer que isso aqui
é só evolução natural, sem sem Deus por
trás de nada. Eita, olha esse monte de
fóssil, meu irmão. Eita, um bocado,
hein? Ah, ó o tamanho desse aqui. Ma,
meus meninos é gostar disso aqui, viu?
Meus meninos é adorar. Pai é um bicho
horrível, né? A gente viaja só com a
esposa para ficar meno menos no diazinho
em pai com a mulher e a só fica
imaginando que as crianças ia gostar das
coisas que a gente faz. [risadas]
Só quem é pai e mãe entende isso aí,
viu? Eu acho que pra criança esse museu
aqui deve valer a pena, viu? Mas pr para
quem é adulto, viu? Sei não, viu? S is
tudo não. Aqui dizer alertar,
alertar o meu público. Pelo tamanho da
fila não vale, viu? O museu, se você não
conseguir pegar o ingresso e tiver que
pegar a fila grande para entrar, uma
horinha para entrar, vai ficar aqui
minha opinião, tá? Eu acho que não vale
ficar uma hora em pé na fila para entrar
nesse aqui. Ele é muito grande, é muito
bom,
mas eu vou falar com a mais babaca do
mundo aqui, tá? Museu de História
Natural de Chicago é incomparavelmente
melhor, viu? Tem nem comparação.
Essa deve ser mais babaca que vai fazer
da minha vida, talvez. Mas
>> olha, estou aqui educando,
alertando meu público. Museu de História
Natural de Chicago é muito melhor do que
Museu de História Natural Britânico.
Olha o aquário que tem lá perto que é
fora de série. E sei lá, eu acho que é
porque a história natural, comparar
museu com museu é mais difícil nesse
sentido, né? Porque assim, Museu de
Jória Natural e aí dos que a gente foi,
Museu de Jória Natural, tem a Galeria
Nacional, tem o o Brin Shinon, tem que
fazer esses três principalmente, né? E
teve o Museu de Oxford.
>> Qual, qual ganha?
>> A galeria.
>> Galeria Nacional.
>> Uhum.
>> Eu acho
>> galeria nacional. Eu acho que compete um
pouco com o museu de Oxford, porque era
muito bonita a arquitetura do museu. Mas
de museu, museu, galeria nacional mesmo
é é o lugar. Fica aí minha dica. Tem que
escolher uma. É British Fusil e National
Gallery. Vai nos dois e até pesta. Esse
aqui é mais longe um pouco do centro e
não é tão legal quanto quanto os outros.
>> Retira o que você disse.
>> Ai meu Deus, o que é isso?
>> Retire.
>> Eu acabei de retirar tudo que eu disse.
Estou voltando atrás agora. Neste
momento, eu estou calando a minha
boquinha.
Estou neste momento calando a minha
boquita.
Era isso
>> agora me pegou.
>> Ei, legal isso aqui, ó.
Ô, legal, legal. Me pegou, me pegou.
Achou. Achei uma subida de escada
bem interessante.
Pô, os caras se esforçaram aqui para dar
uma compensada aqui no no esquema.
Entramos na sção vulcões e terremotos.
Aí tem o que aqui tem um tem um monte de
pedra. [risadas]
Para quem gosta desse tipo de coisa,
beleza e tal. Mas eu eu confesso que
para mim num museu para ficar vendo
pedra, só pedra e pedra de vulcão, esse
tipo de coisa. Não, não me atrai muito
não. Aí vasal são pedras vulcânicas.
Quase,
>> olha aí a roupita que o pessoal usa para
poder explorar vulcão e tal. Aguenta
1000ºC só o bichinho. Quada tinha
coragem de vestir uma dessa aí e entrar
dentro de um vulcão?
[música]
>> É, eu eu volto que eu disse, foi só não
vale a pena, não. É só uma escada legal.
>> A escada impressionou, mas o acervo não
corroborou. É, a escada impressionou,
mas o acervo não estava de acordo não
com a parte mais legal do museu é aquela
baleia gigante e essa escada legal.
Não sei se vale não, sinceramente.
Assim, legal também. Tem coisa, o último
museu que a gente tá indo, né? A gente
já deve estar meio cansado de museu,
meio enjoado de museu já. E aí a gente
também fica já menos impressionado. Se
for o primeiro museu que você vai entrar
quando chegar aqui, talvez, talvez vale
a pena. Então fica aí minha ordem, tá?
De melhores museus de Londres. Piorzinho
de todos, mas deve ser bom para criança.
Museu de história natural. Segundo
melhor, se você gosta de quadro, vai
gostar dele como principal é o National
Gallery. Tem muito quadro legal. Para
mim, melhor de todos, Museu Britânico.
Tá fora de série. Para mim é Top One
London.
E aí, o que que você achou do vídeo de
hoje? Tô aqui com a London aqui no
fundo, a roda gigante, realmente
gigante, famosa aqui de Londres. Se você
gostou desse vídeo, se ele, se ele foi
interessante de alguma forma, não deixe
de se inscrever no canal, compartilha
esse vídeo com seus amigos e, ó, se
prepara paraa nossa série. Vai ficar
muito legal aqui Londres. Um abraço,
cheiro do seu gagote e até a próxima.

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