SEU AMIGO ATEU VAI ODIAR UM DESSES MUSEUS DE LONDRES
23/04/2026
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Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
Seja muito bem-vindo ao Dois Dedos de Teologia. Você tá comigo em Londres, nesse início dessa série do Teologia na Estrada, direto das terras da Rainha. Agora é do rei, né? Rainha morreu, infelizmente. Era mais legal quando era Terra da Rainha. E nesse vídeo a gente vai mostrar para você todos os museus em Londres que a gente foi e quer mostrar como esses museus contribuem pra nossa compreensão do evangelho. Também se eu te disser que descobertas arqueológicas de Nínive foram super recentes e que muitos diziam contigo o tachamento era mentira. E existe aí, ó, em museus londrinos, coisas para você passar na cara daquele seu amigo ateu. Tá curioso? Então vem com a gente que a gente vai aqui, ó, dizer para você quais são os melhores e os piores museus em Londres. Então não deixa, ó, de se inscrever no canal, assinar as notificações, dar gostei aqui no nosso programa, porque eles dão muito trabalho, mas ficam muito legais. Então, simbora pro primeiro Teologia na Estrada em Londres. Nós [música] [música] estamos no British Music. É o museu britânico. Olha que negócio bonito isso aqui. A biblioteca é caraca, que coisa linda. Nossa, aqui é de morrer, viu? Olha que biblioteca linda. Meu Deus do céu. Estou em choque. [música] Roseta Stone aqui. A pedra de Roseta foi descoberta em 1799 e ela data de 196 a de. Cristo, registrando um decreto de Ptolomeu V, escrito em três versões, em hieróglifos, que é a linguagem egípcia, em demótico e em grego antigo, o que permitiu que pesquisadores decifrassem muito da escrita antiga. Fica um abraço aí pro Glossonauta. Olha aí, Glossonauta e para todo amigo que mexe com tradução. Bom demais. Vê a fera de Roseta é um negócio realmente emocionante. Qual um que trabalhe com tradução em qualquer nível da [música] sua vida incrível. Olha o busto de Minotep. Terceiro. Nossa. Como é que pode? Como é que você pode ter um idioma que é um desenhinho, mano? Olha aí, meu. O idioma é um desenhinho. Olha isso. Deseninho desenhado. Idioma. Nossa, é muito massa, muito massa mesmo. [música] Dito aqui do museu, do museu britânico é fora de série. [música] Nossa, portas feitas de cedro foram feitas pro palácio do rei Shamanasser ter. É composto por cedro e bronze. É o fraco. Museu sempre é uma ponte pro passado. Eu gosto muito de vir museu. Esses museu aí com projeção, dá um dá uma agonia. Eu gosto de museu com coisa antiga. Aqui é o busto do Rams I. Será que é mesmo? Deixa eu ver se é. Ah, eu acho que é, viu? Acho que é sim. Rei Ramses segundo. Nossa, olha esse busto gigantesco. Aqui é o bucho segundo. Só essa pecinha sozinha. Essa coitadinha aí tem 7.5 por 5 toneladas. E se eu não me engano, se memória não me falha, se não tiver metendo a fake news aqui, esse foi o busto que inspirou o famoso poema que é o título do penúltimo episódio de Breaking Bad. O melhor melhor episódio já feito na história da televisão mundial. [risadas] Mas cara, fora de série, viu? Incrível isso aqui. Pia de libações. Aqui o pessoal fazia sacrifícios, provavelmente. Ali tem um monte de túmulos. Ovo era enterrado com pompa. Cadê o pessoal que gosta do livro de Jonas? Assíria, rapaz, a Síria era pesada e Nínive era capital da Assíria, tá? Tudo isso aqui veio de lá, viu? Os assírios eram conhecidos pela sua crueldade. O povo era ruim. Eles eram uma verdadeira máquina de guerra. Eram uma galera meio terrorista, super violenta. Isso aqui é tudo representação de guerra, cara. Isso aqui é guerra. Aqui aparece um cara arrancando a cabeça do outro aqui. Aliás, várias pessoas arrancando a cabeça de várias pessoas, tá? Olha isso aqui, ó. Cabeça na mão, ó. E as cabeças que eles estão carregando são bem menores do que as cabeças dos dos personagens que carregam. O que me leva a crer que na verdade são cabeças de crianças, tá? A gente tem registros de que eles não tinham pena nem de criança, viu? Matavam e decaptavam crianças. Era malo que isso. Aí vocês se perguntam porque é que Jonas não queria ir pregar lá, né? Eu explico mais disso no Arruinados pelo amor de Deus. Meu livro sobre o livro de Jonas em Nínive. Cara, muito louco ver isso, pessoalmente. Muito louco mesmo. Parte de Grécia. Nossa, que incrível. Olha o Partenon. Será que dá tempo ver ainda, hein? Essa galeria foi designada para conter as esculturas do Partenon, doado pela família, doado pela família do Lord Vin of Milb. Gente do céu, olha isso tudo. São as esculturas do Partenon de Atenas, né? Era um templo da Grécia antiga que ficava no topo da Acrópole de Atenas, dedicado a Deus Atenas Partenus. Por isso tem esse nome, né? Ela era protetora da cidade. Foi construído ali entre 447 a 432 anes de. Cristo e foi erguido depois das guerras médicas, quando Atenas ganhou dos persas. O estadista Periclis impulsionou o projeto para poder mostrar a glória cívica de Atenas. Conta a história que no interior era brigada a uma estátua monumental de ouro e marfim de Atenas Partons. Uma obra que se perdeu, ninguém sabe onde é que foi parar. Tem maior polêmica aqui porque a Grécia tá pedindo para ser devolvido isso tudo, mas o Museu Britânico argumenta que foi tudo adquirido de forma legal, de acordo com os parâmetros da época e que eles oferecem acesso global, patrimônio. E aqui tem peças que contam a história da humanidade, né? Não só da Grécia. E aí fica brigando aí, né? A Grécia pede de volta, já que as peças foram retiradas no contexto de ocupação otomana. Mas aí é são brigas maiores do que nós. Muito destruído, muito deteriorado. Imagino como seria esse império em toda sua glória. Mas os impérios caem, todo o império cai. Mas cedo mais tarde, todos os reinos dos homens vão ruir. E um dia se tornam apenas memórias do que já foram. Daniel diz isso, né? Daniel diz que todos os reinos humanos estão fadados à destruição. A pedra que era Cristo já acertou, já acertou os pés da estátua. Estamos entre o impacto e a queda. Os reinos humanos já estão todos ruindo. Um dia toda glória e opulência [música] virou nada. Assíria, >> o palácio do rei assírio. Rud. E as culturas nesses espaços aqui capturam capital de Nínive, sabá, nood cavado em 1800 e descoberta continua até hoje. É, muita gente dizia que a Bíblia não era verdade porque Nínive não existia. É o que dizer, o Nínive nunca foi descoberta. E aí dá para 1800 descobriram Níve. Ou seja, foram mais de 1800 anos. E de conhecimento sobre Nínive de fora do texto bíblico. O único contato com o Nínive era o texto bíblico. E demorou 1800 anos, 18 séculos para encontrarem a primeira evidência sobre Nínive. Ah, e hoje a gente tem evidências amplas sobre isso. E aí todos que usaram a ausência de dados arqueológicos como Nínive como argumento de Nínive como argumento contra a historicidade do antigo Tchamento, deram com burros na água, né? E hoje ainda tanto fazer isso. Ah, não tem evidência histórica de que Moisés existiu. Ô, meu querido, a gente não tem evidência histórica de muito do que acontece no mundo antigo. Mas sabe que evidência histórica boa a gente tem? Um documento muito bom e confiável chamado Antigo Testamento. Esse é um documento extremamente confiável. Vale a pena seguir o que ele diz. É o mundo de Alexandre Grande. Imagina a coluna, tudo isso entalhado. [música] Isso aqui é do templo de Artemis em Éfeso. Devia ser muito opulento. Uma religião muito poderosa. É louco como no mundo antigo a religião era poderosa. A religião tinha toda opulência em volta. E usava-se o argumento da opulência da religião para poder mostrar que as religiões helênicas eram verdadeiras. E o cristianismo era falso, porque era uma religião que não tinha nada, não tinha opulência, não tinha grandeza, não tinha templos, não tinha prédios. Parecem muitos argumentos que alguns grupos religiosos usam hoje contra os outros, né? O poderio, [música] a pompa, a riqueza daquela religião contra as religiões que se expressam na simplicidade da adoração do coração, né? era o argumento das religiões helênicas contra o cristianismo do período primitivo. >> Uma coisa que ficou na minha cabeça aqui, a gente passou hoje por uma igreja católica que ficava embaixo de uma loja, negócio bem precário, e acabou de sair de um culto protestante que na badia de Westminster, super litúrgico, prédio centenário, histórico, bonito. Aí eu me pergunto, será que os católicos aqui de Londres ouvem dos protestantes? Ah, a religião de vocês é falsa porque não tem estrutura, porque é mopai, é cadeira de plástico e a nossa tem uns prédios bonitão? Porque no Brasil dizem isso pra gente todos os católicos fica condenando os protestantes porque nossos prédios ah é umas casas adaptadas assembleia de Deus. Aí quando é o oposto, será que a babaqui se oposta também ou ou não? Espero que não, né? Não tem por repetir os erros dos outros. Mas fica aí a reflexioner de que não é porque no Brasil as igrejas protestantes são tudo pequena, feia e pobre, que é assim no mundo inteiro. Nos Estados Unidos as igrejas protestantes são lindas também, prédios maravilhosos. Mas quando a gente olha para só a nossa própria realidade, a gente fica usando esses argumentos toscos, estéticos, ao invés de usar a palavra de Deus para basear o que é o certo, o que é errado. É bom, é bom viajar para dar um pouco mais de perspectiva. Museu britânico vale a visita, mas aquela coisa, melhor forma de visitar museu para mim é o seguinte. Geralmente tem uma ou duas peças que você quer muito ver, assim, é confusão na minha cabeça, né? Tem uma ou duas peças que você quer muito ver e o resto você dá uma passadinha, né? Então o que é que eu faço? Sempre foi no museu, eu jogo agora char GPT é seu amigo, né? Quais são as principais peças do museu tal? Ele vai te dar ali as principais peças, onde é que estão, né? E aí você adiciona ali uma coisa que você talvez saiba que tem naquele museu que você quer muito ver. Ah, eu sabia que aqui tinha Roseta Stone. Queria muito ver Roset Stone e sabia que aqui tinha Ramso, o famoso busto do Ramsy II, né? Era as duas coisas que eu queria ver aqui muito. E aí tinha outras coisas que sabia que tinha, não sabia que tinha Nínive, por exemplo, e tal. Então você vai passando assim meio meio rápido e aí você vai vendo as coisas que te interessam, não é? Você vai vendo outras coisas que você não sabia que tinha ali que abrem o teu interesse. E você vê aquilo que você queria muito ver, você vai já preparar para ver aquilo, porque assim, quem que vai no museu que quero ver todo o museu, não tem muita coisa ali que você não vai nem lembrar, né? Ah, sei lá, a não ser que seja o Luvre, o Luvre tem 30.000 coisas que você quer ver lá, tá tudo lá na história do mundo. Mas aqui tem aquela coisa, tem uma outra coisa que você quer muito ver. Vi tudo que eu queria ver, estou feliz de ter visto. E aí vi outras coisas que não estavam no meu roteiro. Bom demais. Bom demais. Vi museuzinho, dos melhores melhores rolês que tem quando a gente viaja pr pra Europa. Museu na Europa é a parada. É a parada. Desculpa aí. Eu e a Is a gente vai em museu no mundo todo. A gente gosta de museu todo lugar que vai. A gente sempre tem museu. Museu bom. Vai em museu ruim também. A gente sempre se arrepende de museu de arte moderna. Mas entra, se é de graça, a gente entra. Às vezes a gente paga e se arrepende. Mas museu na Europa, olha, é incomparável. Ele parece muito papo de olha a cor mais babaca, né? A cor mais babaca. Mais babaca falei da minha vida já. Museu na Europa muito melhor do que museu de qualquer. >> A gente não foi muito museu lá no Estados Unidos ah não. Museu de história natural é muito bom. Muito bom também. E na museu de arte tem bons em vários lugares. Museu de arte, quadro, né? Coisa assim. Agora museu assim com esculturas, com peças antigas, né? Arqueologia. Isso é a Europa é meio comparável assim na presença de museus com esses. Excelente. Valeu. V vale muita visita. E entramos de graça ainda. Os museu tudo de graça aqui. Show de bola. As igrejas são pagas, mas os museus são de casa. Mas você paga para visitar, paga para visitar, né? Pago para ir pro culto. Já deixei isso claro em outro momento. [música] Estamos agora na National Gallery. Tô em busca de quê? Van Gog, Monetê, Michelângelo, Caravagio e Rembrando. E é claro, aí fico vendo os outros aqui, obviamente, né? Devagarzinho. Essa sala aqui se chama o triunfo de César, o Triunfo dos Césaros. E as pinturas são todas representando o triunfo dos imperadores romanos. Muito bonito. [música] Aqui é o Eugênio de Lacá. é o pintor de um dos meus quadros favoritos que eu consegui ver lá no museu do Luvre ter a liberdade guia no povo depois da Revolução Francesa. Falei sobre esse quadro no Teologia na Estrada antes de ter esse nome sobre como a França tentou matar Deus. Vai p vocês verem lá. Eu falo um pouco sobre esse quadro e mostro ele lá no Luvre na França. Esse que é do Edward Manê. Não confunda com o Monetê. Apesar deles terem sido próximos e amigos, tá? Mas são pintores diferentes. Francisco de Goia. Eu gosto desse bicho aqui. Ele tá pintando o Duque de Wellington. Goia é um cara que eu gosto muito. Tem um livro cuja capa é um quadro dele. É aquele famoso Saturno devorando seu filho. Mas infelizmente Goia não tem tanta coisa aqui não. O Saturno devorando seu filho foi pintado na parede da cozinha do Goia e tá no museu na Espanha. Tá na Espanha não tá aqui não. Queria muito ver Saturno devorando seu filho. Mas tem outras coisas de goia aqui. Bem legal. Bem legal. A arquitetura ali de cima, T ali do teto também é muito bonito. Uma abóbora aqui bem legal. Outra de Goia. Goia pintando aqui do Andrés Del. >> Nossa, olha esse quadro é muito triste. Esse que eu conheço é do P de la Rocha. É o a execução da Lady Jane Grey. A Lady Jane, ela reinou por nove dias como rainha da Inglaterra, depois que o Eduardo VI morreu, mas ela foi deposta por uma por um grupo que apoiava a meia irmã dela, que era também herdeira do Eduardo, né, que era Maria Tudor. Aí ela foi julgada por traição e foi decaptada aos 17 anos. Que coisa horrível. Olha aqui em cima, T, como é bonito o o teto aqui é muito bonito, essa parte aqui superior é fora de série. Uma abóba, um negócio bem lindo. É o tipo de coisa que é difícil perceber pela filmagem, sabe? Olha ali o cara desenhando. Que legal. Muita gente para aqui para desenhar os quadros. Mais duas aqui do Francisco de Goia. Esse da esquerda é o piquenique. Me lembra muito das primeiras pinturas do Goia. Não tenho certeza, tô falando aqui de de orelhada, mas Goia sempre teve pinturas mais felizes no começo da vida. E aqui à direita é uma das bruxas de Goia. Goia pintou muitas bruxas. Essa aqui se chama a lâmpada do diabo. A inquisição espanhola ainda existia nos tempos de Goia e ela durou até do anos antes de Goia morrer. E Goia foi um dos que foram profundamente impactados pela crueldade, não é, da Inquisição. Goia fazia parte do do grupo de pessoas que que clamava, né, por justiça, por reformas políticas e tal. Dizem que entre 1481 e 1808, quase 32.000 pessoas foram queimadas vivas, né, sobre a acusação de heresia de bruxaria na Espanha. Goia pintava bruxas como uma forma de protestar, né, contra o que acontecia na Europa naquela época. Ah, chegamos onde eu estava. Eu estava em busca. Ah, como sempre, ó, pessoal senta aqui para fazer desenhos dos quadros. Muito legal isso. Muito bonito. >> [música] >> Chegamos em Monetê. Que maravilha. O francês que inventou o impressionismo. Olha que pintura bonita aqui. Se você olhar aqui tem o rio Tamsa. Aqui em cima tem a catedral de Westmin ao fundo. Um ótimo exemplo do desse estilo enplenir, não é? A ar livre com esse foco em paisagens cinas da vida cotidiana. Muito legal, muito bonito. Tem bastante monê aqui. >> Eu confesso que eu não sou um cara da pintura, assim, não sou um grande fã de pintura. de ter uma galera aí que me acompanha, que manja muito, deve ver, muita profundidade e muita coisa, mas sou bem menos afeito a à pintura do que a museus de história, assim, geralmente prefiro museus de história, mas eu acho, eu acho muito legal, acho muito bonito, consigo perceber a capacidade técnica que é enorme assim de fazer um umas obras como essas, que às vezes parece que não, mas super difícil de fazer, super difícil pintar. E geralmente são registros [música] de um de um tempo que já não existe mais, né? [música] Atenção, não é isso, não é um teste, não é alarme falso. Estamos em Vanog. Temos aqui o landscape, do lado tem o two Crabs, >> famosa cadeira do Vanog. >> Cara, é muito louco. Como a história do Vanang é impressionante. Provavelmente Vanangog era esquizofrênico, segundo segundo diz, porque ele pintava tudo muito doido, porque ele via tudo, jogava muito doido mesmo. Tem muito mito, muita lenda, né? Tô vendo Van Gog, ele foi completamente desprezado no seu tempo e tratado como um gênio depois do seu tempo. Galera aí que assiste Dr. Hu chora quando vê aquele episódio que o Van Gog vai pro futuro e aí descobre que as pessoas gostam dele, né? Um homem atormentado na sua mente e deixou pra gente obras de arte que participa agora da história mundial de forma intensa. E aqui giraçóis de Vanangogusíssimo. [música] Aí isso aqui é Guido do Ren representando a adoração dos pastores. É a maior pintura que tá aqui na galeria nacional. A maior. É enorme. Olha isso. Muito grande. Muito bonito. Esse é o tipo de pintura que eu gosto mais. Assim, eu acho muito bonito ver essas esse jogo de luz e sombras, algum nível de realismo. Eu eu prefiro, não sou entendido, não sou entendido de história da arte, coisa assim, mas gosto muito, acho bonito. A quantidade de iconografia religiosa também que geralmente se expressa na história da arte é um negócio fascinante. Aqui é Santo Gregório, só teoria de Gregório, a adoração dos três rei magos, que não eram nem três, nem reis, nem magos, mas vocês já sabem, já você acompanha aqui, você já tá ligado. Tem vídeo no canal [música] sobre isso já explicando, mas ó, muito bonito. Caravajo, a seia em Emaús. Aqui é a representação dos discípulos, dos discípulos encontrando Jesus. Então, comendo com ele. É de 1601 também. É cara, recebendo a cabeça de João Batista pintado [música] em 1609, 1610. Aqui é Jesus do sumo sacerdoteado em 1617 [música] por Guerritost. A única vela iluminando tudo. Eu acho que na câmera não vai dar para pegar nem a palma, mas é muito forte jogo de luz aqui. Francisco de Zurbarano contado 1639. Representa São Francisco meditando que seria Jerônimo, pintado por Ruspe de Ribeira 1642. Caramba, olha a pele, eu gosto com a pele é cara duvido que de aparecer direito aí na câmera, não sei, [música] mas muito forte. Lamentação sobre a morte de Cristo também já é do José Ped Ribeira. Jacó com as ovelhas de Labão. São Bartolomeu que já é de 1640 em diante de Bernardo Cavalino. Sacrifício de Isaac 1657 [música] a 59. Juan de Valder Leal. Tá aqui. Esse que é o tipo de quadro que um crente para aqui e fica horas olhando, viu? Porque muito forte, muito pesado, muito duro. Olha o cordeiro ali [música] no canto. [música] Ó aí, Gabriel T. Chegamos em Rembran, hein? Olha que bonito. Olha que bonito aqui. Cadê o Marcos Almeida aí para cantar que a gente fica com a escola de Rembran? Talvez o nome mais importante da arte holandesa um dos maiores da Europa. Alguns dizem que é o maior pintor de todos os tempos. Ele pintou muitos trechos bíblicos. Muito legal. Elderman é sample. Olha só interpretação dele de Paulo. Muito bonito modo como ele joga com o claro e o escuro. É o pessoal desenhando. Sempre legal ver o pessoal fazendo desenho. Isso é muito bonito, cara. É, a arte é uma das coisas que faz a vida ter sentido. Olha o ter bonito, hein? Muito bonito, ó. Lamento pela crucificação. E tem o esse homo em cima. [música] Infelizmente, meu quadro favorito do Rembran não tá aqui, que é a crucificação de Cristo, em que ele se desenha. Ele desenha a si mesmo [música] como um dos crucificadores. E essa talvez ser uma das coisas mais incríveis assim da abertura de Rembrante. E ao invés dele se colocar como um dos discípulos que lamenta no quadro, ele se coloca como um dos que tá levantando Jesus na cruz, né? E nossa, para mim é uma das peças de arte mais mais poderosas, né? E é o tipo de coisa que que a arte comunica de uma forma muito muito muito bonita, muito forte. Quando a gente se torna inimigo, né, da arte, inimigo do belo, inimigo da expressão artística, a gente perde muito da comunicação que Deus nos deu, né? Deus nos fez para nos comunicar oralmente, verbalmente, mas a gente também se comunica por meio de de imagens, né? E perceber a beleza da comunicação das imagens é uma coisa uma coisa magnífica. A gente perdeu muito isso, nem que tudo tem que ser rápido, res do Instagram, [música] TikTok, comunicação expressa e parar para uma coisa totalmente intediante que é um museu. Um museu é altamente intediante. Isso aqui é um tédio, mas é uma beleza. Desde quando o tédio virou xingamento, não é? Teddio também é uma coisa boa. A gente via, a gente via possível, né? É um luxo, né? Ped é um luxo, mas é o tipo de luxo que nos leva muitas vezes para alguma coisa melhor. >> Caraca, meu irmão, essa pintura parece uma foto. É impossível a câmera tá mostrando da forma como como é ver pessoalmente, mas pessoalmente se alguém me dissesse que era uma foto, eu acreditava. E é uma pintura de 1628, pintado pelo Peter Claertz. Você deve lembrar dele como o cara que pintou aquele famoso Steel Life with a School and a Writing Key, não é? Aquele aquela caveira em cima de de uns livros e tal. Essa imagem dele é muito famosa. Ou aquela também do do violino, né, que é o Vanitas with violin and Glass Ball. São quadros bem famosos dele também. [música] Estamos na fila para entrar no Museu de História Natural. E eu espero que seja o melhor museu da história do mundo, porque eu acho que tá com a fila maior do que a que a gente pegou para entrar no Luvre em Paris. Gigante. Tá muito maior, né? Enorme a fila aqui. Compar com as filas da Disney. >> É, acho que a única fila maior do que essa na vida que a gente já pegou foi na Disney. Porque nem no Luvre tinha essa fila aqui. É de graça, né? Aí a gente paga com tempo na fila. Tá bom. É um preço bom de pagar. Mas vamos ver se esse museu não for o melhor, assim, eu tô brincando em ser o melhor museu do mundo, beleza. Mas a frente é linda, ó. É a frente de museu mais bonita que eu já vi. Bonito que palácio. >> Mais bonito que muito palácio aqui. Mais bonito que bug. Olha isso. Lindo. Muito bonito. Vamos ver se dentro vale a pena 1 hora10 da fila aqui, ó. Mas vai ficar a dica aqui para quem é quem quer vir em Londres em algum momento da sua vida, tá? Os museu é tudo de graça, mas este aqui é de graça. Mas você pode pegar um ticket online que você não pega as fila toda. Você pegar um ticket vai melhor. Eu fui me confiar que o museu era tudo de graça. Só vim com a cara e com a coragem. Ainda falta sete voltas pra muralha cair pra gente conseguir entrar. E se tivesse, se eu tivesse, pegue um ticket gratuito online, não teria, né? Pegue essa fila toda. Mas aí tem que pegar menos uma semana contecência que você consegue garantir não pegar essa fila toda, viu? [música] >> [música] >> Entremo. É lindo. Começa olhando pro teto aí, ó. Ó o Ter. Olha que teto lindo, Ter. Olha, olha essas galerias. Que coisa incrível, incrível, incrível, incrível. Inclusive, tá tendo evento de Pokémon, hein? Sei que é do Pokémon, mas já venderam todos os ingressos. Não dá para entrar mais não, infelizmente. Eu vou criar no evento do Pokémon. Será que é por isso que tava lotado? Tá devendo do Pokémon. Será? Sei. Olha girafinha por dentro e por fora. Eu só imagino que os meus meninos i adorar isso aqui. Olha em cima é tem uma baleia, rapaz. Ó o peixe coral. É um elefante da era do gelo. Ó o tamanhão. Tem as estrutura de metais ali, ó, para sustentar a cabeça, rapaz. Ó, ali é uma baleia azul, viu? Tá escrito aqui na parede. Eu dei uma, deu uma pescada aqui. Gigantesca, tá? Gigantesca. Um negócio enorme. Dava para engolir Jonas e a família dele todinha se quisesse. Olha ali o dinossauro. A plaquinha diz aqui que é o dinossauro mais completo já encontrado em todo o Reino Unido. Eu queria fazer uma piada bem quinta série aqui sobre esse osso gigante do bicho aqui, mas esse é o canal de família. Não vou fazer essa piada não, que vocês vocês assistem na sala com os meninos de vocês. Vou vou Mas você sabe a piada que eu faria. Mas o que me chama atenção mesmo essa estrutura de metal aqui, ó. Não sei se dá para ver no vídeo, mas para os ossos ficarem juntos, ele mete uma estrutura de metal aqui que não tá nem um pouco disfarçada. faz ele parecer um negócio, meu meu robô, meu Wolverine, muito legal. Segunda plaquinha aqui, essas partes coloridas aqui na rocha é devido ao aumento dramático de oxigênio na atmosfera. O, segundo eles, foi crítico para a evolução da vida na Terra. Já aqui nós temos meteorito, hein? Classificado aqui como tendo 4.5 bilhões de anos vindo da origem do sistema solar. Eu não vou ficar entrando em polêmica de datação aqui, que eu não sei dessas coras não, mas ó, saber que esse negócio veio do espaço, viu? É muito legal. Olha aí, negada, a gente tá aqui em Londres e tem aqui uma pedrinha tirada de Minas Gerais. É um topázio, um topázio de Minas. Não dá para ver no vídeo, cara, a beleza que é esse negócio pessoalmente aqui. Se eu tivesse uma câmera de cinema, talvez desse, mas com o meu equipamentozinho aqui de viagem, olha, é lindo, lindo, lindo, lindo. Um cheiro pro pessoal de Minas. Minas não é só gente legal e pão de queijo não, hein? Tem, tem pedra bonita. Olha que legal. Tive que vir em Londres para ver uma pedra de Minas. Olha o tamanho dessa baleia, macho. Olha o Olha o tamanho dessa baleia, meu irmão. Eu acho muito engraçado que essas caveira de elefante sempre parece um negócio meio extraterrestre, né? Caraca, olha o tamanho das presas do elefante aqui. Enormes também. Os meninos do Pokémon aqui, ó, tão tão tão encantado aí, viu? [risadas] Os meninos vem jogar Pokémon e acaba no museu. Achei legal. Achei legal. O mundo animal é muito divertido mesmo. Olha o elefante pequenininho aqui. Olha aqui. Tem muito animal empalhado. Tem muita réplica de animal por aqui. Olha. Legal isso aqui, hein? O gigante extinto. É um marsupial extinto. Olha que massa. Como será que era esse bichão, hein? Nossa, parece muito massa, viu? O mundo animal é um negócio incrível. Deus criou um mundo com muita criatividade. Olha a caveira desse bicho aqui. Que coisa massa. Por dentro e por fora. Olha aí. Eita. O que é que faz um mamífero? Olha nós aí. Era, acho que isso é, eu acho que isso é caveira de verdade, viu? Acho que isso aí é o esqueleto de gente mesmo que que viveu e de cavalo que viveu. Acho que não é falso não, sabe? Não é réplica não. Acho que é de verdade isso aqui. A gente é muito massa por dentro. Ó, ainda vou vir me dizer que isso aqui é só evolução natural, sem sem Deus por trás de nada. Eita, olha esse monte de fóssil, meu irmão. Eita, um bocado, hein? Ah, ó o tamanho desse aqui. Ma, meus meninos é gostar disso aqui, viu? Meus meninos é adorar. Pai é um bicho horrível, né? A gente viaja só com a esposa para ficar meno menos no diazinho em pai com a mulher e a só fica imaginando que as crianças ia gostar das coisas que a gente faz. [risadas] Só quem é pai e mãe entende isso aí, viu? Eu acho que pra criança esse museu aqui deve valer a pena, viu? Mas pr para quem é adulto, viu? Sei não, viu? S is tudo não. Aqui dizer alertar, alertar o meu público. Pelo tamanho da fila não vale, viu? O museu, se você não conseguir pegar o ingresso e tiver que pegar a fila grande para entrar, uma horinha para entrar, vai ficar aqui minha opinião, tá? Eu acho que não vale ficar uma hora em pé na fila para entrar nesse aqui. Ele é muito grande, é muito bom, mas eu vou falar com a mais babaca do mundo aqui, tá? Museu de História Natural de Chicago é incomparavelmente melhor, viu? Tem nem comparação. Essa deve ser mais babaca que vai fazer da minha vida, talvez. Mas >> olha, estou aqui educando, alertando meu público. Museu de História Natural de Chicago é muito melhor do que Museu de História Natural Britânico. Olha o aquário que tem lá perto que é fora de série. E sei lá, eu acho que é porque a história natural, comparar museu com museu é mais difícil nesse sentido, né? Porque assim, Museu de Jória Natural e aí dos que a gente foi, Museu de Jória Natural, tem a Galeria Nacional, tem o o Brin Shinon, tem que fazer esses três principalmente, né? E teve o Museu de Oxford. >> Qual, qual ganha? >> A galeria. >> Galeria Nacional. >> Uhum. >> Eu acho >> galeria nacional. Eu acho que compete um pouco com o museu de Oxford, porque era muito bonita a arquitetura do museu. Mas de museu, museu, galeria nacional mesmo é é o lugar. Fica aí minha dica. Tem que escolher uma. É British Fusil e National Gallery. Vai nos dois e até pesta. Esse aqui é mais longe um pouco do centro e não é tão legal quanto quanto os outros. >> Retira o que você disse. >> Ai meu Deus, o que é isso? >> Retire. >> Eu acabei de retirar tudo que eu disse. Estou voltando atrás agora. Neste momento, eu estou calando a minha boquinha. Estou neste momento calando a minha boquita. Era isso >> agora me pegou. >> Ei, legal isso aqui, ó. Ô, legal, legal. Me pegou, me pegou. Achou. Achei uma subida de escada bem interessante. Pô, os caras se esforçaram aqui para dar uma compensada aqui no no esquema. Entramos na sção vulcões e terremotos. Aí tem o que aqui tem um tem um monte de pedra. [risadas] Para quem gosta desse tipo de coisa, beleza e tal. Mas eu eu confesso que para mim num museu para ficar vendo pedra, só pedra e pedra de vulcão, esse tipo de coisa. Não, não me atrai muito não. Aí vasal são pedras vulcânicas. Quase, >> olha aí a roupita que o pessoal usa para poder explorar vulcão e tal. Aguenta 1000ºC só o bichinho. Quada tinha coragem de vestir uma dessa aí e entrar dentro de um vulcão? [música] >> É, eu eu volto que eu disse, foi só não vale a pena, não. É só uma escada legal. >> A escada impressionou, mas o acervo não corroborou. É, a escada impressionou, mas o acervo não estava de acordo não com a parte mais legal do museu é aquela baleia gigante e essa escada legal. Não sei se vale não, sinceramente. Assim, legal também. Tem coisa, o último museu que a gente tá indo, né? A gente já deve estar meio cansado de museu, meio enjoado de museu já. E aí a gente também fica já menos impressionado. Se for o primeiro museu que você vai entrar quando chegar aqui, talvez, talvez vale a pena. Então fica aí minha ordem, tá? De melhores museus de Londres. Piorzinho de todos, mas deve ser bom para criança. Museu de história natural. Segundo melhor, se você gosta de quadro, vai gostar dele como principal é o National Gallery. Tem muito quadro legal. Para mim, melhor de todos, Museu Britânico. Tá fora de série. Para mim é Top One London. E aí, o que que você achou do vídeo de hoje? Tô aqui com a London aqui no fundo, a roda gigante, realmente gigante, famosa aqui de Londres. Se você gostou desse vídeo, se ele, se ele foi interessante de alguma forma, não deixe de se inscrever no canal, compartilha esse vídeo com seus amigos e, ó, se prepara paraa nossa série. Vai ficar muito legal aqui Londres. Um abraço, cheiro do seu gagote e até a próxima.