TEM LIÇÃO CRISTÃ NO SUPERMAN COMUNISTA?
21/04/2026
TEM LIÇÃO CRISTÃ NO SUPERMAN COMUNISTA?
Compre na Growth e use o cupom JESUS:
https://www.gsuplementos.com.br/
Receba nossas reflexões no Substack do Mundo Cópia – https://mundocopia.substack.com/
ESTUDE CONOSCO!
– TODOS OS CURSOS (60% off): https://institutoschaeffer.com/cursos/
– ESCOLA DE TEOLOGIA: https://institutoschaeffer.com/edt
– SIMPLIFICANDO O GREGO BÍBLICO: https://institutoschaeffer.com/sgb
– TEOLOGIA DESCOMPLICADA: https://institutoschaeffer.com/td
– ACADEMIA DE MISSIONÁRIOS: https://institutoschaeffer.com/am
Seja membro e mande perguntas para os vídeos: https://www.youtube.com/channel/UCzGwyAyWLB2Si6VDFpq8rjw/join
NOSSAS REDES
– Twitter: https://twitter.com/doisdedosdeteo
– Facebook: https://www.facebook.com/doisdedosdeteologia/
– Instagram: https://www.instagram.com/doisdedosdeteologia/
PROGRAMAS DO CANAL
– DOIS DEDOS DE TEOLOGIA: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8Qkipu-tZcL-LBe516QbiUM
– DE OLHO NO TEXTO: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8SElIzT9AnnbzqSyoP6cUrY
– PERGUNTE AO PASTOR: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8RiYOvgtthDIqG_74kNNBOy
– MUNDO CÓPIA: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8QMOQrmpdZ8PemDcEt99N4p
– PODCAST: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8SdjEdBT40Ij_ZcosEF565H
Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
É comum que a gente se pergunte como as coisas seriam diferentes se as circunstâncias pelas quais a gente passasse fossem outras. Quem nunca se imaginou tomando uma decisão diferente numa situação, então criando um tipo de linha do tempo alternativa em que a gente fica pensando o que é que seria se algo diferente tivesse acontecido? Não é raro que a gente também imagine situações assim na Bíblia, né? E se Adão não tivesse pecado? Como escuto. E se as pessoas tivessem dado ouvido para Noé? E si, né? Bem, são muitos. E se tem um ditado antigo que diz que se e se fossem feijões, ninguém morria de fome, mas isso é entrega a idade quando quando lembra de um ditado desse. Bom, a gente não pode dar um reboot nem na vida e nem na Bíblia. E não há nenhuma vantagem em ficar imaginando como é que as coisas serão diferentes em circunstâncias que a gente não pode voltar para resolver, porque nossa visão de mundo é sempre limitada, é sempre parcial, é sempre cheia de pressupostos. Você deve lembrar daquele filme Efeito Borboleta, em que você muda um pequeno detalhe no passado e você não sabe o que vai acontecer depois. A gente não tem como saber todas as repercussões das decisões que a gente toma. O futuro do pretérito é o tempo verbal das possibilidades e não das certezas. Agora, trabalhar possibilidades é muito mais fácil nas histórias em quadrinhos. Nelas, os reboots, os as retificações de continuidade, muitas vezes nós vemos versões diferentes de personagens que já estão no imaginário popular. E uma HQ bastante conhecida com essa temática, talvez uma das HQs mais conhecidas nessa temática aí pelos nerds de quadrinhos, é a chamada Flash Point ou ponto de ignição, na qual o personagem da DC, o Flash, rompe a barreira do espaço tempo para tentar salvar a sua mãe. Mas essa pequena ação cria uma versão dos outros heróis da Liga da Justiça bastante diferentes, então ele se vê forçado a ter que desfazer tudo. É dentro desse grupo de HQs que a gente tem HQ Superman entre a foice e o martelo, também conhecida como Redson, o filho vermelho, criada por Mark Miller. O que aconteceria se o homem de aço fosse um comunista? Petralhada, [grito] faz o L. Calma aí, [limpando a garganta] exagerei. Foi mal, foi mal, foi. Passei do limite, Gabriel Tuller. Bom, no vídeo de hoje a gente vai fazer uma resenha cristã, como sempre aqui no mundo cópia, dessa versão alternativa do Superhomem. Você gosta desse tipo de conteúdo aqui no canal? Não deixa de se inscrever, assinar as notificações. Você sabe o que fazer para apoiar o tipo de conteúdo que você gosta. O mundo cópia é um programa de resenhas cristãs, de filmes, seriados também histórias em quadrinho. Um programa que chega até você graças aos patrocinadores aqui do canal, como o Instituto Chefer de Teologia e Cultura, nosso Instituto de Estudos Teológicos. Você pode estudar teologia com a gente no Instituto Shafer, vai ter links aí na descrição. E também a Grove Suplementos, que com o cupom Jesus te dá um desconto nas suas compras, atrelado aos vários outros descontos que já estão no site e você ainda dá um apoio pra produção teológica aqui no nosso canal. A GRF é uma das mais reconhecidas empresas de suplementação, não é, aqui no Brasil e a nossa queridinha, tem o E prote, barra de proteína, roupa de treino, tudo lá. Usa o cupom Jesus para apoiar o que a gente tá produzindo aqui e simbora pro vídeo de hoje. Ah, o vídeo de hoje tem spoilers do livro. É muito difícil fazer uma resenha aqui da HQ sem falar de alguns detalhes centrais, principalmente do final da HQ. Então, se você pretende ler e pretende ter a surpresa, você vai ter que pular esse vídeo aqui. Se você não é de ler HQ, que é só uma boa lição de uma boa história, vem com a gente. Na história original de 1938, Kalel foi enviado à Terra pelo seu pai, Jorel, na eminência de Crypton ser destruída. Sua nave cai em uma fazenda do Kansas de um casal pacato e simples, Marta e Jonathan Kent. Ali ele cresce como o famoso Clark Kent, descobre os seus superpereres graças ao nosso sol amarelo e estreia numa série famosa no SBT e faz a jornada dupla de jornalista CLT e salvador da humanidade. Essa é a [limpando a garganta] história que a gente conhece. Porém, e se e se ó os feijões aí em vez de ter caído na fazenda pacata dos quentes, o nosso querido Superhomem tivesse caído em outro lugar. E se ele tivesse caído numa fazenda coletiva na União Soviética na época da Guerra Fria, criada em 2003, essa história imagina o superhomem criado debaixo dos ideais socialistas de Stalin. Ele teria caído na Ucrânia em 1930 e vivido como superhomem, o filho vermelho no início dos anos 50. A corrida espacial é substituída por um tipo de corrida de superhumanos. A União Soviética então apresenta o superhomem como a sua grande arma e os Estados Unidos correm para tentar acompanhar. Do lado americano, Lex Luthor não é somente um homem influente e rico. Ele é super inteligente, desenvolve tecnologias pro governo enquanto joga simultaneamente sem partidas de xadrez e lê um livro ao mesmo tempo. Além disso, é o Lex Lutor, que é casado com Luis Lane. A primeira parte da história, o amanhecer, o superhomem, se mostra bastante heróico, fazendo os resgates que a gente já tá acostumado a ver, salvando inclusive cidadãos americanos, quando o lutor provoca a queda de um satélite russo que faria inúmeras vítimas. Superhomem é sim comunista nessa história, mas ele ainda é pintado como um herói e principalmente um herói que se importa com vidas humanas, algo que não parece muito próprio do comunismo, não é mesmo? Mas a gente já tem muito vídeo sobre isso aqui nesse canal. Aparentemente, nascer em um regime político diferente não teria mudado os ideais heróicos do Superhomem. ou no caso foram os ideais de igualdade e comunidades socialistas que levaram ele a esse tipo de atitude. Nós temos um superhomem bom, seja ele caindo no principal país capitalista, seja ele caindo no principal comunista, a bondade parecia ser muito mais intrínseca à sua natureza do que as circunstâncias que lhe rodeavam. Nesse ponto, a HQ nos desafia a pensar sobre os aspectos morais que a gente carrega inatamente e recebe da cultura que a gente vive. Na história, do lado americano, o Lex Lutor não poupa esforços para derrotar o Superhomem. Ele é tão protagonista na história quanto o homem de aço ao fazer frente a ele. Quando Stalin morre, o Superhomem assume o seu lugar como líder da União Soviética, com a promessa de erradicar a fome, a pobreza e a desigualdade no mundo inteiro. E com o poder de superhomem, gradativamente, ele aumenta a sua influência. Até mesmo a Diana, a Mulher Maravilha, passa a apoiar o seu comunismo e tudo parece muito bom. Superhomem tá controlando a criminalidade, tá fazendo salvamentos, tá mantendo a justiça e a ordem. Mas assim como na vida real, a utopia comunista só é boa para aqueles que baixam a cabeça em subserviência. Superhomem não mata, mas ele transforma qualquer um que se opõe ao seu governo em corpo sem liberdade. Como é que alguém pode se esconder de quem tem super audição, tem visão de rahas? Voa a super velocidade? Jonathan Hyde propõe que existem cinco alicerces morais da política e esses alicerces fundamentam as nossas decisões e as nossas preferências. Elas são, primeiro cuidado bar dano. Ele nos torna sensíveis a sinais de sofrimento e necessidade. Nos faz desprezar a crueldade e querer cuidar daqueles que estão sofrendo. Em segundo lugar, a gente tem a ideia de justiça e trapaça. É o ideal que nos torna sensíveis a indícios de que outras pessoas provavelmente seriam bons ou maus parceiros para colaboração. Fala sobre aluísmo recíproco, o que nos faz querer evitar os trapasseiros e também puni-los. tem a ideia de lealdade e traição, né, que nos torna sensíveis a sinais de que outra pessoa é ou não é um trabalhador em equipe. Ele nos faz confiar e recompensar essas pessoas e nos faz querer ferir, marginalizar ou até mesmo matar aqueles que nos traem ou traem o nosso grupo. Em quarto lugar, a gente tem a ideia de autoridade e subversão, o que nos torna sensíveis a sinais de posição ou status e a sinais de que outras pessoas estão ou não estão se comportando adequadamente, dada a sua posição. E por fim, a ideia de pureza e degradação, o que possibilita as pessoas atribuírem valores irracionais e extremos políticos e negativos a objetos que não são importantes para unir os grupos, né? Vê, vê comigo como é que isso funciona, porque is isso é muito interessante. Qual a ajuda correta para morador de rua? Pergunta um. Pergunta dois, qual a punição devida por um abusador? Pensa aí comigo. Pergunta três, qual é o limite da assistência social? Pergunta quatro, o veganismo é a resposta aos maus tratos aos animais na indústria? A questão a ser refletida aqui com essas várias perguntas um pouco difíceis, umas mais difícil, outas mais fáceis, não é dizer qual é a resposta certa aqui. Eu eu tenho minhas minhas respostas certas da minha cabeça, mas é fazer você pensar exatamente o que você pensou aqui. As respostas que você dá a questões como essas e há tantas outras estão sob os alicerces que o Hdeide propõe. As respostas que você dá te fazem ter inclinações mais à direita ou mais à esquerda dentro do espectro político, mas todas elas são baseadas nesses cinco alicces morais da política. O modo que você enxerga cuidado e dano, justiça e trapaça, lealdade e traição, autoridade e subversão, pureza e degradação, isso vai afetar profundamente. Todo juízo moral, todo juízo social e todo juízo político. Sobre esses mesmos aliceces, o superhomem toma suas decisões nessa nesse mundo alternativo. Matar, ele acha imoral, submeter a campos de concentração também. Então, por que não transformar em servos úteis para a utopia? Em oposição ao filho vermelho, a gente tem um anarquista, a gente tem o Batman. Ele também tem os seus alicerces morais. diferentes dos alic morais do superhomem, assim como nós também temos os nossos alicces. Nós também seguimos, apoiamos, curtimos, gostamos e amamos aqueles que apresentam valores parecidos com os nossos. Nós também rejeitamos, discordamos, cancelamos, reprovamos aqueles que possuem outros aliceces. Muitos estão até mesmo dispostos a atentados e a homicídios por causa dos seus ideais. Mas é aí que a gente tem o desfecho da HQ. O lutor consegue prolongar a sua vida por meio da ciência e então tem a última carta na manga, o que que é literalmente uma carta, tá? Luz a entrega pro super homem e ele surta. E nela tem uma simples pergunta. Por que você simplesmente não põe o mundo inteiro numa garrafa Superman? A grande frustração aqui do Superhomem e até então sua única derrota foi que o vilão Breniac reduziu a cidade de estado em grado com todos os seus habitantes a ficar do tamanho de um jarro e não conseguiu desfazer isso porque não tinha as informações necessárias para voltar atrás, não é? O superhomem achou que havia conseguido subjulgar o Brenat, só que como diz o profeta, >> achou errado otário. >> O superhomem, o grande salvador, não conseguiu reverter aquela situação. Superhomem, o todooderoso, não tinha poder para fazer que as pessoas voltassem ao tamanho normal. Lutor sabia disso e usa isso contra o superhomem. Afinal, o que o Superhomem fez foi o mesmo que o Brainc fez ao viajar pra órbita terrestre para observá-la de fora e e manter a ordem, isso não era nem um pouco diferente do que o que o Brenc queria fazer, reduzindo cidades ao tamanho de jarros. A fome, os crimes, a miséria se foram, mas também se foi a liberdade. Valeu realmente a pena. Quanta liberdade estamos dispostos a trocar para que um papai super poderoso tente prover tudo pra gente? No fim, a criptonita desse superhomem alternativo foi uma carta, uma carta que o fez perceber a sua disson cognitiva. Ele dizia: "Está fazendo bem, mas os seus meios, seus meios eram uma grande maldade." Frustrado, ele ataca o Brainhack com toda sua raiva, enquanto o vilão ameaça se autodestruir, levando tudo consigo no raio de 25 milhões de km. O superhomem então salva o mundo novamente, voando para longe, para bem longe, com o cabeção do Brenc e com o superhomem fora de atuação, o Lex Lutor é quem domina o mundo com a sua inteligência. O mundo então conhece a estabilidade, então o câncer, a aides e todas as doenças antimortais encontram a cura. O sistema solar agora é totalmente colonizado, um governo mundial é criado. Tudo passa a ficar perfeito sem o superhomem. No entanto, a verdade, mais spoiler aqui é que o Superhomem havia conseguido voltar sem ser notado e viver o resto da sua vida como ser humano comum. Os descendentes do lutor adotaram seu sobrenome por gerações e gerações, sendo todos brilhantes, né, como o primeiro Lex lutor. Até que em um dado momento eles reduzem o sobrenome para simplesmente L, como se o nome lutor fosse uma memória já um tanto esquecida. Claro, chega a era em que um dos seus descendentes, o Geor, enfrenta uma crise política, porque ninguém quer dar para ele o crédito por alegar que o Sol, que havia se tornado vermelho, iria destruir a Terra. E como último ato, ele envia o seu filho Carl L Carl L Carl L Carl L ao passado, aos tempos em que o sol tinha raios amarelos. Então ele se torna super poderoso para ser o salvador da humanidade, criando assim o famoso paradoxo do Bootstrap. Já lembra? Lembra desse que viu Dark? [música] Espero que o Tud não tenha deixado meu tenha colocado a imagem mesmo do do Dark. [risadas] O Superhomem é descendente de Lutor e ao mesmo tempo a causa de Luther tem prendido tanto esforço para salvar o mundo do alienígena. É o é o iu paradoxo do Boot Trap. Ele manda para trás aquilo que causou a sua própria existência. Mas aí o que é que fez com que pela primeira vez existisse? Ah, é o paradoxo da viagem do tempo. Por isso que não existe viagem no tempo. Bom, do nosso lado da história, a gente não tem Superhomem, não tem Lex Lutor, não tem Diana, não tem Batman, porém temos vários que pensam como eles em questão de como criar um mundo ideal pra gente viver. é um governo mundial coercitivo que traz isso. Esse superhomem era ativo 247. Se esforçava totalmente para salvar a todos com a mesma proatividade de lobotomizar aqueles que eram discordantes. Vale a pena uma paz sem voz? Lutor acreditava num progresso através da ciência e até conseguiu por um tempo, mas a humanidade voltou a entrar em crise. Batman criou uma liberdade extrema por meio da anarquia, mas a liberdade foi vencida pela força. O fim de entre a foice e o martelo, na verdade, não é uma conclusão, é só um paradoxo, um ciclo sem fim. Afinal, liberdade e segurança são muitas vezes forças paradoxais e parece que a gente quer sempre abrir mão de um em nome de outro. Afinal, o superhomem não era totalmente outro, né? Ele era apenas uma elevação dos ideais, dos potenciais, das capacidades humanas. No fim, ele ainda era uma tentativa humana de salvar a si mesma da destruição. Justamente porque toda tentativa humana de salvar a si mesmo é é totalmente paradoxal. Estaremos sempre num ciclo sem fim de super homens que alegam ser salvadores, mas cuja salvação nunca é eterna e cujo preço dessa salvação sempre será a vida daqueles que desejam ser salvos. Toda utopia humana de paraíso é limitada e falível, acaba se tornando um inferno. Toda tentativa humana de utopia termina sendo só mais uma desculpa para a opressão. Essa é uma história em quadrinho que lembra uma profunda verdade bíblica de que a humanidade busca com todas as suas forças uma salvação. Uma salvação que ela muitas vezes tenta encontrar em si mesma e que sempre gera resultados terríveis porque ninguém pode salvar a si mesmo. A verdade é que a escritura nos ensina que Jesus invadiu o nosso mundo. O que parece ser um paradoxo. Como é que pode ele ser Deus e homem ao mesmo tempo? Esse paradoxo é a razão de sermos salvos. O superhomem tá sempre tentando salvar a humanidade dos perigos externos e daquilo que ameaça suas vidas externamente. Mas a verdade é que a morte é a consequência de um mal interno. Nossos problemas não vêm simplesmente de fora, nascem no nosso coração. Não importa quantas lobotomias Superhomem fizesse, ele não era super ao ponto de transformar o mal do coração humano em uma coisa finalmente boa, como Deus faz com a gente. Tudo que ele poderia fazer era salvar as pessoas das consequências de suas ações, mas não tinha poder para transformar suas vontades e mudar suas ações ao ponto de deixá-las verdadeiramente livres. É o tipo de transformação que apenas um encontro real com Cristo Jesus pode dar. É muito curioso. Os salvamentos da HQ sempre são grandiosos na sua aparência, mas muito limitados na sua extensão, na sua durabilidade. A salvação real, no entanto, a salvação que a gente precisa é oposta a isso. Ela foi vergonhosa na sua aparência. Afinal, quem sã consciência veria um homem pelado? sofrido, sangrando numa cruz e diria que ali a humanidade estava sendo salva, mas ela foi eficaz e foi duradora em seus efeitos. A salvação foi aplicada a todo aquele que crê por meio de um ato que não gerou aplausos, mas certamente foi a garantia de vida eterna. A história da Bíblia não termina num ciclo sem fim, mas sim numa história sem fim. O apocalipse é o fim dessa realidade que nós conhecemos para adentrarmos finalmente os novos céus e a nova terra que Deus dará pra gente. Nenhum homem, nenhuma outra pessoa, apenas o Senhor. Estaremos seguros, seguros para sempre, porque seremos livres de nós mesmos. Não precisaremos estar dentro de uma garrafa com algum homem poderoso nos céus olhando para nós, mas estaremos com o próprio Deus em um mundo de total justiça, equidade, segurança e liberdade, crendo no seu poder glorioso, completamente transformados pelo seu poder glorioso. Isso poder político nenhum pode nos dar nessa terra. E você gosta de quadrinho? Que lições você tiraria também da leitura dessa história alternativa do Superhomem? Deixe os comentários aqui embaixo. Vai conhecer o Instituto Chef, Astologia e Cultura. Vai usar o Cupom Jesus lá na Gruf. Vai se inscrever no canal, assinar as notificações, mandar esse vídeo para seus amigos, né? E a gente se [música] encontra no próximo vídeo aqui no Dois Dedos de Teologia. Um cheiro no seu cangote e até a próxima.