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A fé vem pelo ouvir

TEM LIÇÃO CRISTÃ NO SUPERMAN COMUNISTA?

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Legendas automáticas:

É comum que a gente se pergunte como as
coisas seriam diferentes se as
circunstâncias pelas quais a gente
passasse fossem outras. Quem nunca se
imaginou tomando uma decisão diferente
numa situação, então criando um tipo de
linha do tempo alternativa em que a
gente fica pensando o que é que seria se
algo diferente tivesse acontecido? Não é
raro que a gente também imagine
situações assim na Bíblia, né? E se Adão
não tivesse pecado? Como escuto. E se as
pessoas tivessem dado ouvido para Noé? E
si, né? Bem, são muitos. E se tem um
ditado antigo que diz que se e se fossem
feijões, ninguém morria de fome, mas
isso é entrega a idade quando quando
lembra de um ditado desse. Bom, a gente
não pode dar um reboot nem na vida e nem
na Bíblia. E não há nenhuma vantagem em
ficar imaginando como é que as coisas
serão diferentes em circunstâncias que a
gente não pode voltar para resolver,
porque nossa visão de mundo é sempre
limitada, é sempre parcial, é sempre
cheia de pressupostos. Você deve lembrar
daquele filme Efeito Borboleta, em que
você muda um pequeno detalhe no passado
e você não sabe o que vai acontecer
depois. A gente não tem como saber todas
as repercussões das decisões que a gente
toma. O futuro do pretérito é o tempo
verbal das possibilidades e não das
certezas. Agora, trabalhar
possibilidades é muito mais fácil nas
histórias em quadrinhos. Nelas, os
reboots, os as retificações de
continuidade, muitas vezes nós vemos
versões diferentes de personagens que já
estão no imaginário popular. E uma HQ
bastante conhecida com essa temática,
talvez uma das HQs mais conhecidas nessa
temática aí pelos nerds de quadrinhos, é
a chamada Flash Point ou ponto de
ignição, na qual o personagem da DC, o
Flash, rompe a barreira do espaço tempo
para tentar salvar a sua mãe. Mas essa
pequena ação cria uma versão dos outros
heróis da Liga da Justiça bastante
diferentes, então ele se vê forçado a
ter que desfazer tudo. É dentro desse
grupo de HQs que a gente tem HQ Superman
entre a foice e o martelo, também
conhecida como Redson, o filho vermelho,
criada por Mark Miller. O que
aconteceria se o homem de aço fosse um
comunista?
Petralhada, [grito]
faz o L.
Calma aí, [limpando a garganta]
exagerei. Foi mal, foi mal, foi. Passei
do limite, Gabriel Tuller. Bom, no vídeo
de hoje a gente vai fazer uma resenha
cristã, como sempre aqui no mundo cópia,
dessa versão alternativa do Superhomem.
Você gosta desse tipo de conteúdo aqui
no canal? Não deixa de se inscrever,
assinar as notificações. Você sabe o que
fazer para apoiar o tipo de conteúdo que
você gosta. O mundo cópia é um programa
de resenhas cristãs, de filmes, seriados
também histórias em quadrinho. Um
programa que chega até você graças aos
patrocinadores aqui do canal, como o
Instituto Chefer de Teologia e Cultura,
nosso Instituto de Estudos Teológicos.
Você pode estudar teologia com a gente
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você ainda dá um apoio pra produção
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uma das mais reconhecidas empresas de
suplementação, não é, aqui no Brasil e a
nossa queridinha, tem o E prote, barra
de proteína, roupa de treino, tudo lá.
Usa o cupom Jesus para apoiar o que a
gente tá produzindo aqui e simbora pro
vídeo de hoje. Ah, o vídeo de hoje tem
spoilers do livro. É muito difícil fazer
uma resenha aqui da HQ sem falar de
alguns detalhes centrais, principalmente
do final da HQ. Então, se você pretende
ler e pretende ter a surpresa, você vai
ter que pular esse vídeo aqui. Se você
não é de ler HQ, que é só uma boa lição
de uma boa história, vem com a gente.
Na história original de 1938, Kalel foi
enviado à Terra pelo seu pai, Jorel, na
eminência de Crypton ser destruída. Sua
nave cai em uma fazenda do Kansas de um
casal pacato e simples, Marta e Jonathan
Kent. Ali ele cresce como o famoso Clark
Kent, descobre os seus superpereres
graças ao nosso sol amarelo e estreia
numa série famosa no SBT e faz a jornada
dupla de jornalista CLT e salvador da
humanidade. Essa é a
[limpando a garganta] história que a
gente conhece. Porém, e se e se ó os
feijões aí em vez de ter caído na
fazenda pacata dos quentes, o nosso
querido Superhomem tivesse caído em
outro lugar. E se ele tivesse caído numa
fazenda coletiva na União Soviética na
época da Guerra Fria, criada em 2003,
essa história imagina o superhomem
criado debaixo dos ideais socialistas de
Stalin. Ele teria caído na Ucrânia em
1930 e vivido como superhomem, o filho
vermelho no início dos anos 50. A
corrida espacial é substituída por um
tipo de corrida de superhumanos. A União
Soviética então apresenta o superhomem
como a sua grande arma e os Estados
Unidos correm para tentar acompanhar. Do
lado americano, Lex Luthor não é somente
um homem influente e rico. Ele é super
inteligente, desenvolve tecnologias pro
governo enquanto joga simultaneamente
sem partidas de xadrez e lê um livro ao
mesmo tempo. Além disso, é o Lex Lutor,
que é casado com Luis Lane. A primeira
parte da história, o amanhecer, o
superhomem, se mostra bastante heróico,
fazendo os resgates que a gente já tá
acostumado a ver, salvando inclusive
cidadãos americanos, quando o lutor
provoca a queda de um satélite russo que
faria inúmeras vítimas. Superhomem é sim
comunista nessa história, mas ele ainda
é pintado como um herói e principalmente
um herói que se importa com vidas
humanas, algo que não parece muito
próprio do comunismo, não é mesmo? Mas a
gente já tem muito vídeo sobre isso aqui
nesse canal. Aparentemente, nascer em um
regime político diferente não teria
mudado os ideais heróicos do Superhomem.
ou no caso foram os ideais de igualdade
e comunidades socialistas que levaram
ele a esse tipo de atitude. Nós temos um
superhomem bom, seja ele caindo no
principal país capitalista, seja ele
caindo no principal comunista, a bondade
parecia ser muito mais intrínseca à sua
natureza do que as circunstâncias que
lhe rodeavam. Nesse ponto, a HQ nos
desafia a pensar sobre os aspectos
morais que a gente carrega inatamente e
recebe da cultura que a gente vive. Na
história, do lado americano, o Lex Lutor
não poupa esforços para derrotar o
Superhomem. Ele é tão protagonista na
história quanto o homem de aço ao fazer
frente a ele. Quando Stalin morre, o
Superhomem assume o seu lugar como líder
da União Soviética, com a promessa de
erradicar a fome, a pobreza e a
desigualdade no mundo inteiro. E com o
poder de superhomem, gradativamente, ele
aumenta a sua influência. Até mesmo a
Diana, a Mulher Maravilha, passa a
apoiar o seu comunismo e tudo parece
muito bom. Superhomem tá controlando a
criminalidade, tá fazendo salvamentos,
tá mantendo a justiça e a ordem. Mas
assim como na vida real, a utopia
comunista só é boa para aqueles que
baixam a cabeça em subserviência.
Superhomem não mata, mas ele transforma
qualquer um que se opõe ao seu governo
em corpo sem liberdade. Como é que
alguém pode se esconder de quem tem
super audição, tem visão de rahas? Voa a
super velocidade? Jonathan Hyde propõe
que existem cinco alicerces morais da
política e esses alicerces fundamentam
as nossas decisões e as nossas
preferências. Elas são, primeiro cuidado
bar dano. Ele nos torna sensíveis a
sinais de sofrimento e necessidade. Nos
faz desprezar a crueldade e querer
cuidar daqueles que estão sofrendo. Em
segundo lugar, a gente tem a ideia de
justiça e trapaça. É o ideal que nos
torna sensíveis a indícios de que outras
pessoas provavelmente seriam bons ou
maus parceiros para colaboração. Fala
sobre aluísmo recíproco, o que nos faz
querer evitar os trapasseiros e também
puni-los. tem a ideia de lealdade e
traição, né, que nos torna sensíveis a
sinais de que outra pessoa é ou não é um
trabalhador em equipe. Ele nos faz
confiar e recompensar essas pessoas e
nos faz querer ferir, marginalizar ou
até mesmo matar aqueles que nos traem ou
traem o nosso grupo. Em quarto lugar, a
gente tem a ideia de autoridade e
subversão, o que nos torna sensíveis a
sinais de posição ou status e a sinais
de que outras pessoas estão ou não estão
se comportando adequadamente, dada a sua
posição. E por fim, a ideia de pureza e
degradação, o que possibilita as pessoas
atribuírem valores irracionais e
extremos políticos e negativos a objetos
que não são importantes para unir os
grupos, né? Vê, vê comigo como é que
isso funciona, porque is isso é muito
interessante. Qual a ajuda correta para
morador de rua? Pergunta um. Pergunta
dois, qual a punição devida por um
abusador? Pensa aí comigo. Pergunta
três, qual é o limite da assistência
social? Pergunta quatro, o veganismo é a
resposta aos maus tratos aos animais na
indústria? A questão a ser refletida
aqui com essas várias perguntas um pouco
difíceis, umas mais difícil, outas mais
fáceis, não é dizer qual é a resposta
certa aqui. Eu eu tenho minhas minhas
respostas certas da minha cabeça, mas é
fazer você pensar exatamente o que você
pensou aqui. As respostas que você dá a
questões como essas e há tantas outras
estão sob os alicerces que o Hdeide
propõe. As respostas que você dá te
fazem ter inclinações mais à direita ou
mais à esquerda dentro do espectro
político, mas todas elas são baseadas
nesses cinco alicces morais da política.
O modo que você enxerga cuidado e dano,
justiça e trapaça, lealdade e traição,
autoridade e subversão, pureza e
degradação, isso vai afetar
profundamente. Todo juízo moral, todo
juízo social e todo juízo político.
Sobre esses mesmos aliceces, o
superhomem toma suas decisões nessa
nesse mundo alternativo. Matar, ele acha
imoral, submeter a campos de
concentração também. Então, por que não
transformar em servos úteis para a
utopia? Em oposição ao filho vermelho, a
gente tem um anarquista, a gente tem o
Batman. Ele também tem os seus alicerces
morais. diferentes dos alic morais do
superhomem, assim como nós também temos
os nossos alicces. Nós também seguimos,
apoiamos, curtimos, gostamos e amamos
aqueles que apresentam valores parecidos
com os nossos. Nós também rejeitamos,
discordamos, cancelamos, reprovamos
aqueles que possuem outros aliceces.
Muitos estão até mesmo dispostos a
atentados e a homicídios por causa dos
seus ideais. Mas é aí que a gente tem o
desfecho da HQ. O lutor consegue
prolongar a sua vida por meio da ciência
e então tem a última carta na manga, o
que que é literalmente uma carta, tá?
Luz a entrega pro super homem e ele
surta. E nela tem uma simples pergunta.
Por que você simplesmente não põe o
mundo inteiro numa garrafa Superman? A
grande frustração aqui do Superhomem e
até então sua única derrota foi que o
vilão Breniac reduziu a cidade de estado
em grado com todos os seus habitantes a
ficar do tamanho de um jarro e não
conseguiu desfazer isso porque não tinha
as informações necessárias para voltar
atrás, não é? O superhomem achou que
havia conseguido subjulgar o Brenat, só
que como diz o profeta,
>> achou errado otário.
>> O superhomem, o grande salvador, não
conseguiu reverter aquela situação.
Superhomem, o todooderoso, não tinha
poder para fazer que as pessoas
voltassem ao tamanho normal. Lutor sabia
disso e usa isso contra o superhomem.
Afinal, o que o Superhomem fez foi o
mesmo que o Brainc fez ao viajar pra
órbita terrestre para observá-la de fora
e e manter a ordem, isso não era nem um
pouco diferente do que o que o Brenc
queria fazer, reduzindo cidades ao
tamanho de jarros. A fome, os crimes, a
miséria se foram, mas também se foi a
liberdade. Valeu realmente a pena.
Quanta liberdade estamos dispostos a
trocar para que um papai super poderoso
tente prover tudo pra gente? No fim, a
criptonita desse superhomem alternativo
foi uma carta, uma carta que o fez
perceber a sua disson cognitiva. Ele
dizia: "Está fazendo bem, mas os seus
meios, seus meios eram uma grande
maldade." Frustrado, ele ataca o
Brainhack com toda sua raiva, enquanto o
vilão ameaça se autodestruir, levando
tudo consigo no raio de 25 milhões de
km. O superhomem então salva o mundo
novamente, voando para longe, para bem
longe, com o cabeção do Brenc e com o
superhomem fora de atuação, o Lex Lutor
é quem domina o mundo com a sua
inteligência. O mundo então conhece a
estabilidade, então o câncer, a aides e
todas as doenças antimortais encontram a
cura. O sistema solar agora é totalmente
colonizado, um governo mundial é criado.
Tudo passa a ficar perfeito sem o
superhomem. No entanto, a verdade, mais
spoiler aqui é que o Superhomem havia
conseguido voltar sem ser notado e viver
o resto da sua vida como ser humano
comum. Os descendentes do lutor adotaram
seu sobrenome por gerações e gerações,
sendo todos brilhantes, né, como o
primeiro Lex lutor. Até que em um dado
momento eles reduzem o sobrenome para
simplesmente L, como se o nome lutor
fosse uma memória já um tanto esquecida.
Claro, chega a era em que um dos seus
descendentes, o Geor, enfrenta uma crise
política, porque ninguém quer dar para
ele o crédito por alegar que o Sol, que
havia se tornado vermelho, iria destruir
a Terra. E como último ato, ele envia o
seu filho Carl L Carl L Carl L Carl L ao
passado, aos tempos em que o sol tinha
raios amarelos. Então ele se torna super
poderoso para ser o salvador da
humanidade, criando assim o famoso
paradoxo do Bootstrap. Já lembra? Lembra
desse que viu Dark?
[música]
Espero que o Tud não tenha deixado meu
tenha colocado a imagem mesmo do do
Dark. [risadas]
O Superhomem é descendente de Lutor e ao
mesmo tempo a causa de Luther tem
prendido tanto esforço para salvar o
mundo do alienígena. É o é o iu paradoxo
do Boot Trap. Ele manda para trás aquilo
que causou a sua própria existência. Mas
aí o que é que fez com que pela primeira
vez existisse? Ah, é o paradoxo da
viagem do tempo. Por isso que não existe
viagem no tempo. Bom, do nosso lado da
história, a gente não tem Superhomem,
não tem Lex Lutor, não tem Diana, não
tem Batman, porém temos vários que
pensam como eles em questão de como
criar um mundo ideal pra gente viver. é
um governo mundial coercitivo que traz
isso. Esse superhomem era ativo 247. Se
esforçava totalmente para salvar a todos
com a mesma proatividade de lobotomizar
aqueles que eram discordantes. Vale a
pena uma paz sem voz? Lutor acreditava
num progresso através da ciência e até
conseguiu por um tempo, mas a humanidade
voltou a entrar em crise. Batman criou
uma liberdade extrema por meio da
anarquia, mas a liberdade foi vencida
pela força. O fim de entre a foice e o
martelo, na verdade, não é uma
conclusão, é só um paradoxo, um ciclo
sem fim. Afinal, liberdade e segurança
são muitas vezes forças paradoxais e
parece que a gente quer sempre abrir mão
de um em nome de outro. Afinal, o
superhomem não era totalmente outro, né?
Ele era apenas uma elevação dos ideais,
dos potenciais, das capacidades humanas.
No fim, ele ainda era uma tentativa
humana de salvar a si mesma da
destruição. Justamente porque toda
tentativa humana de salvar a si mesmo é
é totalmente paradoxal. Estaremos sempre
num ciclo sem fim de super homens que
alegam ser salvadores, mas cuja salvação
nunca é eterna e cujo preço dessa
salvação sempre será a vida daqueles que
desejam ser salvos. Toda utopia humana
de paraíso é limitada e falível, acaba
se tornando um inferno. Toda tentativa
humana de utopia termina sendo só mais
uma desculpa para a opressão. Essa é uma
história em quadrinho que lembra uma
profunda verdade bíblica de que a
humanidade busca com todas as suas
forças uma salvação. Uma salvação que
ela muitas vezes tenta encontrar em si
mesma e que sempre gera resultados
terríveis porque ninguém pode salvar a
si mesmo. A verdade é que a escritura
nos ensina que Jesus invadiu o nosso
mundo. O que parece ser um paradoxo.
Como é que pode ele ser Deus e homem ao
mesmo tempo? Esse paradoxo é a razão de
sermos salvos. O superhomem tá sempre
tentando salvar a humanidade dos perigos
externos e daquilo que ameaça suas vidas
externamente. Mas a verdade é que a
morte é a consequência de um mal
interno. Nossos problemas não vêm
simplesmente de fora, nascem no nosso
coração. Não importa quantas lobotomias
Superhomem fizesse, ele não era super ao
ponto de transformar o mal do coração
humano em uma coisa finalmente boa, como
Deus faz com a gente. Tudo que ele
poderia fazer era salvar as pessoas das
consequências de suas ações, mas não
tinha poder para transformar suas
vontades e mudar suas ações ao ponto de
deixá-las verdadeiramente livres. É o
tipo de transformação que apenas um
encontro real com Cristo Jesus pode dar.
É muito curioso. Os salvamentos da HQ
sempre são grandiosos na sua aparência,
mas muito limitados na sua extensão, na
sua durabilidade. A salvação real, no
entanto, a salvação que a gente precisa
é oposta a isso. Ela foi vergonhosa na
sua aparência. Afinal, quem sã
consciência veria um homem pelado?
sofrido, sangrando numa cruz e diria que
ali a humanidade estava sendo salva, mas
ela foi eficaz e foi duradora em seus
efeitos. A salvação foi aplicada a todo
aquele que crê por meio de um ato que
não gerou aplausos, mas certamente foi a
garantia de vida eterna. A história da
Bíblia não termina num ciclo sem fim,
mas sim numa história sem fim. O
apocalipse é o fim dessa realidade que
nós conhecemos para adentrarmos
finalmente os novos céus e a nova terra
que Deus dará pra gente. Nenhum homem,
nenhuma outra pessoa, apenas o Senhor.
Estaremos seguros, seguros para sempre,
porque seremos livres de nós mesmos. Não
precisaremos estar dentro de uma garrafa
com algum homem poderoso nos céus
olhando para nós, mas estaremos com o
próprio Deus em um mundo de total
justiça, equidade, segurança e
liberdade, crendo no seu poder glorioso,
completamente transformados pelo seu
poder glorioso. Isso poder político
nenhum pode nos dar nessa terra. E você
gosta de quadrinho? Que lições você
tiraria também da leitura dessa história
alternativa do Superhomem? Deixe os
comentários aqui embaixo. Vai conhecer o
Instituto Chef, Astologia e Cultura. Vai
usar o Cupom Jesus lá na Gruf. Vai se
inscrever no canal, assinar as
notificações, mandar esse vídeo para
seus amigos, né? E a gente se [música]
encontra no próximo vídeo aqui no Dois
Dedos de Teologia. Um cheiro no seu
cangote e até a próxima.

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