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A fé vem pelo ouvir

🔴 Culto Matutino | 10/05/2026 (9h) – Rev. Marcos Rogério

🔴 Culto Matutino | 10/05/2026 (9h) – Rev. Marcos Rogério

🔴 Culto Matutino | 10/05/2026 (9h) – Rev. Marcos Rogério

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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)

Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001

Legendas automáticas:

[música]
เฮ [música]
[música]
>> [música]
[música]
>> Bom dia, meus irmãos. Sejam bem-vindos a
mais um culto na Igreja Presbiteriana de
Santo Amaro. É sempre bom quando nós
chegamos na casa de alguém. É importante
as palavras com as quais nós saudamos as
pessoas na casa de quem visitamos.
Quando nós nos achegamos à casa de Deus,
quais são as palavras que você dirigiria
ao Deus, Senhor dos céus e da terra? Eis
aqui um exemplo que o salmista nos dá no
Salmo 23. Ele nos diz: "O Senhor é o meu
pastor e nada me faltará. Ele me faz
repousar em pastos verdejantes.
Leva-me para junto das águas de
descanso, refrigera minha alma. Guia-me
pelas veredas da justiça, por amor do
seu nome. Ainda que eu ande pelo vale da
sombra da morte, não temerei mal nenhum.
Porque tu estás comigo, o teu bordão e o
teu cajado me consolam. Preparas-me uma
mesa na presença dos meus adversários e
unges a minha cabeça com óleo e o meu
cálice transborda. Vamos ler junto o
último versículo desse salmo. Bondade e
misericórdia certamente me seguirão
todos os dias da minha vida e habitarei
na casa do Senhor para todo sempre. Essa
é a expectativa que temos. Isso é
verdadeiro nos dias de Davi e ainda mais
nos dias de hoje. Coloquem-nos de pé,
então, e louvemos esse Deus que é o
nosso pastor e tem cuidado de nós.
[música]
em Deus Pai [canto]
todo [música] poderoso,
Deus que criou [música][canto]
o céu,
criador
da terra [música]
e de todas as coisas visíveis, [canto]
invisíveis.
Pela fé somos feitos [música][canto]
teus filhos, povo santo do Senhor.
Sem a fé [música] não há como [canto]
alcançar.
Paz com nosso [música] criador.
Desconhece [música][canto]
o povo caído,
revelando [música]
o teu [canto] amor.
Este fé ao [música]
homem pecador.
Cremos [música] em [canto] Jesus,
poderoso
Cristo, [música]
filho de [canto] Deus Pai.
Esse peregrino
[música]
habitou [canto]
entre nós e nos deu a própria vida.
[música][canto]
Pela fé somos feitos teus filhos, povo
santo do [música] Senhor.
Sem a [música] fé não há [canto] como
alcançar.
Faz com nosso [música] criador.
Desconhece um povo caído,
[música][canto]
revelando o seu amor. [música]
fé ao [canto] homem pecador.
[música]
Temos no [música][canto] santo
espírito
divino. [música][canto]
Sua essência
vem [música][canto] do pai do filho.
A igreja [música]
do Deus verdadeiro [canto]
congregamos
pela fé. [música] Somos feitos [canto]
teus filhos, povo santo do Senhor.
[música]
Sem a fé não há [canto] como alcançar,
[música]
mas com nosso criador
escolheste o [música]
povo caído, [canto]
revelando
o seu [música] amor.
ao [canto] homem pecador.
[música]
Pai celeste, tu és de fato o nosso
pastor, é aquele que nos guia, tem
guiado desde os tempos mais remotos, os
quais a tua palavra nos faz conhecer.
e pela experiência que temos, não só
lendo a tua palavra, mas aquilo que o
Senhor continua fazendo em nossos dias,
nós cantamos e nós reafirmamos aquilo
que a tua palavra nos diz, que o Senhor
é o nosso pastor e que certamente, ó
Deus, temos visto a bondade e a
misericórdia tua nos seguindo e nos
levando até a morada celestial. Obrigado
por isso, a Deus. E hoje é mais um
desses dias que o Senhor usa para poder
nos preparar, não apenas para viver a
nossa vida e a nossa lida diária, mas
acima de tudo preparar-nos
espiritualmente para vivermos contigo
para sempre. Portanto, agradecemos pelo
privilégio e pedimos que o Senhor use
este dia, esta manhã, em tudo o que
faremos aqui para moldar-nos, ó Deus,
conforme a tua boa vontade. Oramos em
nome do teu filho Jesus. Amém. Os irmãos
podem se assentar.
Meus irmãos, acredito que todos nós aqui
concordamos que somos privilegiados. Que
grande bênção que é nós estarmos diante
de Deus para lhe prestar culto, ouvirmos
a sua palavra, sermos edificados.
Mas a vida cristã também é feita de
responsabilidades e de compromisso.
Nesse sentido, qual seria o dever que
nós temos diante de Deus? Qual é o dever
que Deus requer do homem? Essa foi a
pergunta feita pelos teólogos de
Westminster, que oferecem como resposta
no catecismo maior, que o dever que Deus
requer do homem é obediência à sua
vontade revelada. Obediência. E ao mesmo
tempo, as escrituras Sagradas também nos
exortam com muitos textos, trazendo uma
série de exortações de eh o que nós
devemos fazer, o que Deus requer nós.
Primeira Tessalonicenses, capítulo 5,
nos diz: "Também exortamos vocês,
irmãos, a que admoestem os que vivem de
forma desordenada, consolem os
desanimados, amparem os fracos e sejam
pacientes com todos. Tenham cuidado para
que ninguém retribua aos outros mal por
mal. Pelo contrário, procurem sempre o
bem uns dos outros e o bem de todos.
Estejam sempre alegres, orem sem cessar.
Em tudo deem graças, porque esta é a
vontade de Deus para vocês em Cristo
Jesus. Não apaguem o Espírito, não
desprezem as profecias, examinem todas
as coisas, retenham o que é bom.
Abstenham-se de toda forma de mal, o
mesmo Deus da paz o santifique em tudo.
E que o espírito, a alma e o corpo de
vocês sejam conservados íntegros e
irrepreensíveis
na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.
Fiel aquele que o chama, o qual também o
fará. Nós entendemos que tudo começa e
tudo termina em Deus. Mesmo que sejamos
apresentados a uma série de
responsabilidades que precisamos assumir
e não conseguimos fazer estas coisas
sozinhos, confiamos na graça daquele que
nos chamou e daquele que tem nos
sustentado. Por isso, quero convidar os
irmãos para que façamos todos uma oração
silenciosa,
confessando a Deus o nosso pecado e
entendendo que nele está o nosso perdão,
a nossa restauração. Oremos, meus
irmãos.
Pai amado, a tua palavra nos diz que nós
fomos escolhidos não porque nós somos
bons, não porque nós somos perfeitos,
não porque nós não temos erros e
obedecemos de maneira plena a tua
vontade, mas fomos escolhidos porque o
Senhor, pela tua graça, pelo teu plano
eterno, nos amou. mesmo nós sendo tão a
quem daquilo que tu desejas, Pai. Por
isso, o nosso coração se alegra e se
tranquiliza no fato de que nós estamos
com o Senhor, não por aquilo que somos,
mas por aquilo que tu és, não por aquilo
que nós fizemos, mas por aquilo que o
Senhor fez. O Senhor, nosso Deus, enviou
o seu filho amado a este mundo para
morrer em nosso lugar, para derramar o
seu sangue precioso e nos perdoar os
pecados. O Senhor, pela tua graça,
entrou em uma aliança eterna conosco.
Não porque nós somos capazes de cumprir
nossa parte, mas porque o Senhor é capaz
de permanecer nesta aliança e levá-la a
cabo. Por isso, Pai, nós queremos louvar
ao Senhor em primeiro lugar. Queremos
engrandecer o teu nome, a tua graça, a
tua firmeza, a tua fidelidade, a tua
aliança. Queremos louvar ao Senhor
porque o Senhor é perfeito, o Senhor é
bom, o Senhor é gracioso. E porque o
Senhor é tudo isso, nós queremos neste
momento pedir perdão pelos nossos
pecados.
O Senhor é fiel e justo para perdoar os
pecados que nós colocamos diante do
Senhor. Nós confessamos aqui, Pai, que
nós temos falhado. Confessamos que o
nosso coração muitas vezes deseja coisas
que não são tuas, que não são do Senhor.
Muitas vezes, Pai, nós queremos fazer
aquilo que desagrada a ti. Muitas vezes,
nossos pensamentos vão para longe do
Senhor. E por isso, Pai, nós queremos
rogar ao Senhor: perdoa os nossos
pecados.
Purifica-nos, Pai, de nossas impurezas e
dê-nos a graça, Pai, de sermos cada vez
mais parecidos com o teu filho Jesus. A
verdade, Pai, é que nós somos falhos,
mas nosso desejo, Pai, enquanto
cristãos, é sermos cada vez mais
santificados e purificados,
aperfeiçoados por ti. Então, trabalha,
Pai, em nossas vidas, dê-nos a graça de
sermos parecidos com Jesus. é o que nós
pedimos, confiando não nos nossos
méritos, mas na tua mão graciosa, a tua
mão de amor que trabalha em nossas
vidas. Isso tudo nós fazemos no nome do
Senhor Jesus. Amém. Queridos, nós somos
perdoados pelos pecados que nós
cometemos. Isso não vem de nós. Isso
tudo é dom de Deus, assim como a fé que
nós temos. Por isso, nos coloquemos de
pé e adoremos ao nosso Deus, aquele que
nos perdoa, apesar de quem nós somos.
>> [música]
[música]
>> Enquanto
eu [canto] calei
o meu [música] pecado, [canto]
envelhece, [música]
[canto]
eu sei,
de tão [música]
cansado,
porque [música]
a [canto] sua mã
Ex
[canto]
mim
e o [música] meu vigor [canto]
chegou
ao fim.
>> [música]
>> O [canto] meu pecado
então [música]
eu não mais [canto] ocupo
[música]
[canto] Senhor
e [música] Rei.
>> [música]
>> Assim eu confessei [música][canto]
o meu [música][canto] pecado
e pelo sangue
de Jesus. Eu [música]
fui lavado,
[música]
porque a sua mão
[música] pesada [canto]
sobre mim.
[música] E o meu vigor [canto]
chegou
ao fim.
>> [música]
>> O meu pecado
então
eu não mais [música]
do teu senhor [música]
e
rei.
>> [música]
[música]
>> Nunca
meus [canto] lábios
cessarã, [música]
ó Cristo,
de bendizer-te,
[música][canto]
de cantar-te
glória,
pois guardo [música][canto]
na alma,
teu amor
imenso.
>> [música]
>> memória [canto]
[música]
quando
perdido
[canto]
aflito
[música]
em [canto]
dessas trevas
meu anda seguir.
>> [música]
[canto]
>> Tu me buscaste
[música]
lá [canto] dos céus mandando
dos que me guia.
[música]
Quando
oprimido [canto]
por mundano [música]
julgo,
em [música] maus [canto] caminhos,
eu me angustiava, [música]
[canto]
eu me descanso,
tua [canto]
voz [música] tão
terna
e me chamava. [música]
[canto]
Aos [música] fortes [canto]
braços
eu [música] corri [canto]
confiante.
Bro
bondoso, [música][canto]
não me recusaste
em [música]
teu imenso.
amor tão puro [música]
que
[canto] alha
ó [música]
nunca, nunca
[canto] cessarão [cantoria] meus lábios
de [música] bendizerte.
de cantar-te [canto]
a glória,
pois em minha alma, [canto]
[cantoria]
tu és sempre, ó Cristo,
grada [canto]
[música]
memória.
[canto]
[música]
Amém.
>> [música]
>> Os irmãos podem se assentar. Nós teremos
agora um batismo.
Queria convidar
o José Wesley e a Laura para que tragam
o pequeno José Pedro Jean Muniz.
Nessa ocasião ah convidamos, né,
[roncando] o reverendo Jean, que ele é
pastor na Igreja Presbiteriana, a
segunda presbiteriana de Interlagos. Ele
é o pai da Laura e ele é quem ministrará
o batismo. Então, seja bem-vindo,
reverendo Jean. Deus abençoe. O
microfone desse.
Bom dia a todos. Parabéns às mães e
[roncando] agora minha filhota
batizando, apresentando seu filho ao
batismo, comemorando seu primeiro dia
das mães.
Obrigado, reverendo Daniel, por essa
oportunidade
muito importante na nossa família.
Eu, primeiro convertido de uma família
de umbandistas no Rio de Janeiro,
trouxe com a graça de Deus meus filhos
ao conhecimento do Senhor, a fé. E agora
minha filha trazendo o seu filho, o meu
primeiro neto, Jean Pedro,
José Pedro Jean Muniz.
grande sabedoria de vocês darem esse
nome a ele.
Eu quero usar o nosso manual litúrgico
porque aqui tem uma instrução muito
bonita
que eu não teria capacidade de
memorizar.
diz que a aliança contraída entre vocês
e Deus pelo batismo compreende também a
posteridade
e concede a vocês o privilégio de trazer
ao Senhor seus filhos.
Nosso Senhor Jesus Cristo instituiu este
sacramento para ser o rito de iniciação
na sua igreja.
E ele significa para nós que nascendo
como nascem todos os homens em pecado,
necessitamos ser purificados pelo seu
sangue e pelo poder do Espírito Santo.
Mas o fato de vocês dedicarem seus
filhos a Deus envolve também o
reconhecimento de certos deveres para
com ele e para com a igreja em
referência a esta criança. O que vocês,
pais, devem responder com sinceridade
as seguintes perguntas que lhes farei:
Prometem que se Deus conservar a vida
desta criança até a idade própria, vocês
a educarão na crença do Pai, do Filho e
do Espírito Santo e na fé cristã, como é
ensinada nas Escrituras do Antigo e Novo
Testamento.
prometem encaminhá-la pela santa vereda
da cruz, servir vocês mesmos de exemplo
de piedade e fazer todos os esforços
para livrá-las das más companhias e de
maus exemplos. Ensinar-lhes a Bíblia e
trazê-las com vocês à igreja
regularmente.
Ensiná-las a adorar o Senhor com
reverência e a estimar como irmão os
demais membros da igreja.
prometem orar com ela e por ela, dar a
ela ou providenciar que alguém dê a
instrução e a educação que vocês
puderem,
criando-a na disciplina e na correção do
Senhor.
prometem
fazer com que José Pedro,
Jean, ande sempre pelas veredas do
Senhor e pelo caminho direito e da
direita.
A Bíblia sempre fala de dois caminhos
e o caminho da direita é sempre o
caminho mais correto.
Que Zézinho, Pedrinho, O Jeanzinho e
carinhosamente por nós lá em casa,
Tiquinho,
seja batizado nessa manhã,
apresentando ele ao Senhor por meio do
batismo.
Eu,
como ministro do Evangelho
e o seu avô, privilégio a mim dado nessa
manhã, eu te batizo em nome do Pai, do
Filho e do Espírito Santo de Deus, para
que você cresça nos caminhos do Senhor e
entre na aliança dada a nós
pela minha vida, através da minha vida e
agora dos seus pais, em nome de Jesus.
Amém.
Que Deus os abençoe
e que essa criança, meu neto, cresça nos
caminhos do Senhor e saiba que vovô
estará sempre aqui para apresentar o
Senhor a você, se assim não for possível
pelos seus pais, mas eu creio que será,
porque vocês conhecem o caminho do
Senhor. Muito bem, Deus abençoe.
>> Te abençoa. Glória a Deus.
>> Obrigado, reverendo. Ações. Obrigado.
>> Deus abençoe essa igreja mais e mais.
>> Obrigado, reverendo.
Irmãos, está também conosco o reverendo
Marcos Rogério. Ele é professor lá no
seminário de Teresina, o seminário
presbiteriano em Teresina. e ele já foi
meu aluno aqui no JMC e já teve
oportunidade de caminhar juntos em
outras ocasiões. E ele está conosco hoje
aqui. É um prazer recebê-lo, reverendo
Marcos. E ele será o pregador desta
manhã. Que Deus use a sua vida para
tanto.
>> Amém.
>> Você vai usar isso aqui.
Amados irmãos, para mim é
uma alegria imensa estar aqui para
servir os irmãos no ministério da
palavra.
uma alegria por poder servir nesta
igreja em que o meu mestre, tanto do
período do seminário quanto da
pós-graduação,
né, que ensinou tantas coisas boas a
respeito da verdade da escritura e do
ensino dela, mas eu confesso que também
é uma grande responsabilidade, uma
alegria, mas também um grande peso por
ser este então o meu mestre, o meu
professor de exegese e de hermenêutica.
Eu escapo só da omilética, mas talvez
não por muito.
De fato, irmãos, é um privilégio fazer
isso, estar aqui adorando o Senhor com
os irmãos. E para isto, então, eu
gostaria de convidar os amados irmãos
que abrissem as Escrituras Sagradas na
primeira carta que o apóstolo Paulo
escreveu à igreja de Tessalônica. Eu vou
ler com os irmãos o capítulo 2, apenas
os 12 primeiros versículos
deste texto.
Diz assim então a palavra do Senhor
nosso Deus em Primeira Tessalonicenses,
capítulo 2, versos 1 a 12. Irmãos, vocês
sabem muito bem que a nossa chegada no
meio de vocês não foi em vão. Pelo
contrário, apesar de maltratados e
insultados em Filipos, como vocês sabem,
tivemos ousada confiança em nosso Deus
para anunciar a vocês o evangelho de
Deus em meio a muita luta.
Pois a nossa exortação não procede de
erro ou de intenção, de intenções
impuras, nem se baseia no engano. Pelo
contrário, visto que fomos aprovados por
Deus a ponto de ele nos confiar o
evangelho, assim falamos, não para
agradar as pessoas, e sim para agradar a
Deus que prova o nosso coração.
A verdade, como vocês sabem, é que nunca
usamos de linguagem de bajulação,
nem de pretextos gananciosos.
Deus é testemunha disso. Também jamais
andamos buscando elogios das pessoas,
nem de vocês, nem de outros. Embora como
apóstolos de Cristo pudéssemos ter feito
exigências, preferimos ser carinhosos
quando estivemos aí com vocês. Assim
como uma mãe que acarecia os próprios
filhos, assim, com muito afeto,
estávamos prontos a lhe oferecer não
somente o evangelho de Deus, mas até
mesmo a própria vida.
Porque vocês se tornaram muito amados de
nós, pois vocês com certeza se lembram,
irmãos, do nosso esforço e fadiga e de
como trabalhando de noite e de dia, para
não vivermos à custa de nenhum de vocês,
proclamamos a vocês o evangelho de Deus.
Vocês
e Deus são testemunhas de como nos
portamos de maneira piedosa, justa e
irrepreensível em relação a vocês, os
que creem. E vocês sabem muito bem que
tratamos cada um de vocês como um pai
trata seus filhos, exortando, consolando
e admoestando vocês a viverem de uma
maneira digna de Deus que os chama para
o seu reino e para a sua
glória. Vamos orar mais uma vez, amados
irmãos, ao Senhor. Ó Pai bendito, muito
obrigado pelo privilégio gracioso que
nós temos.
de receber a palavra do Senhor,
sermos graciosamente convocados para
esta santa adoração,
onde já cantamos louvores, oramos,
confessamos o nosso pecado, presenciamos
e participamos do sacramento. E agora
Deus, na continuidade deste culto, com
toda a devoção da nossa mente e coração,
vamos ouvir a instrução da palavra do
Senhor, a fior e verdadeira palavra do
Senhor que o Senhor nos deu para
conhecer o Senhor e andarmos nos teus
caminhos pela tua graça. O teu servo que
irá pregar a tua palavra nesta noite,
tenha compaixão da igreja e do teu
servo, ó Deus, para que todos nós, pela
compaixão e graça do Senhor,
sejamos edificados e nutridos,
fortalecidos na fé para viver para o
Senhor e desfrutar da graça da vida na
tua presença. No nome de Jesus, assim
oramos. Amém.
Amados irmãos, existe uma crise
generalizada de autoridade no cenário
evangélico dos nossos dias.
E dentre tantos motivos
que levam a isso, nós podemos considerar
alguns.
É innegável que péssimos exemplos
públicos de pastores estão aí a toda
hora. Isso é inegável. É visível também,
irmãos, que o padrão de referência para
se estabelecer liderança evangélica tem
sido deplorável em nosso tempo.
Crianças excêntricas são chamadas de
pastores. Pior ainda, homens que são que
são notoriamente imorais seguem no
ministério pastoral.
É fato ainda, irmãos, que nós vivemos um
tempo de desprezo generalizado por
autoridade constituída.
Isso envolve as coisas que eu já falei,
mas é fato que o quinto mandamento
perdeu o valor para nós em grande
medida. é próprio do nosso tempo. Mas
ainda, irmãos, há um fator que nós não
deveríamos jamais descartar. Se nós
quisermos então avaliar esta crise no
nosso tempo, que é este: servos fiéis de
Cristo, servos dedicados ao ministério,
sofrem duras perseguições dos ímpios e
do próprio Satanás.
E quais são os efeitos então, amados
irmãos, desta realidade
na nossa vida como igreja?
Um deles, os crentes perderam de vista
que pastores fiéis são uma dádiva de
Deus, uma provisão graciosa do Senhor
para o cuidado da sua igreja.
Eles perderam ou t perdido de vista que
o Senhor concede pastores fiéis para
apentar seu rebanho. Outro efeito, os
crentes não valorizam nem honram o
ministério de tais homens fiéis, como é
biblicamente devido. Outro ainda,
irmãos, inconsequente disso, por fim, é
os crentes não usufruírem desta provisão
graciosa, deixando de contar com o
auxílio de pastores para a sua caminhada
cristã, difícil caminhada cristã. Que
que eu posso dizer isso com clareza?
Vocês conhecem os desigrejados?
[roncando] Não nasceram hoje. É um
fenômeno antigo, mas eles são uma prova
disso. Nós não precisamos de pastores
para nos ajudar na nossa caminhada.
Ou seja, meus irmãos, o Senhor concede
como uma provisão graciosa pastores
fiéis para apacentar seu rebanho.
Todavia, a igreja de Cristo está em
franco risco de não reconhecer, honrar e
usufruir desta dádiva graciosa. Por que
que eu estou dizendo isso? Porque a
passagem que eu li para os irmãos agora
a pouco que lemos de Primeira
Tessalonicenses, capítulo 2, versos 1 a
12, nos ajuda a refletir seriamente
sobre esta questão. É uma passagem que
está instruindo, corrigindo e
fortalecendo, então, o povo de Deus no
entendimento da graça de Deus que
concede pastores fiéis para apacentar
seu rebanho.
Nos ajuda a entender isso e como lidar
com isso com clareza. Há pouco. É
verdade que eu mencionei que péssimos
exemplos e padrão baixo de referência
são uma realidade do nosso tempo, mas
não exclusivamente. Isto é verdade.
Paulo já tem que lidar com isso no
contexto da plantação da igreja em
Tessalônica.
E uma das coisas que eu gostaria de
ajudar os irmãos a consolidar na
compreensão é que por vezes nós temos
uma visão do ministério
missionário dos apóstolos e
particularmente do apóstolo Paulo, como
se o cenário fosse fácil para realizar
este ministério e que no máximo tinha as
perseguições ali por onde passavam. Mas
não é conhecido, irmãos, na história
fora das Escrituras, péssimos exemplos
daqueles que são chamados de pregadores
ou os filósofos itinerantes dos dias de
Paulo. Sabe, irmãos, sair com uma
comitiva, entrar numa cidade e levar uma
nova mensagem não é algo exclusivo do
cristianismo daqueles dias. Muitos
faziam a mesma coisa, só que o faziam de
uma maneira absolutamente deplorável.
Um filósofo do primeiro século chamado
Dio Crisóstomo ou Dio da Prussa, que
viveu aí em torno do ano 40, 120, em
torno então do período paulino, é alguém
que que criticamente que eh severamente
critica os seus pares, vários dos
grupos, mas especialmente um deles, que
eram os conhecidos filósofos cínicos
itinerantes, que iam de cidade em
cidade, então pregando suas fantasias
ilusórias, enganando as pessoas.
pessoas. Eu vou ler as palavras do
Dióstomo para este quadro difícil.
Ele diz que os cínicos itinerantes eram
homens bastardos e nóis, por assim
dizer, sem conhecimento, mas necessitado
de pão. Ele se reúne nas esquinas das
praças ou nas esquinas das ruas, nos
becos e nos portões dos templos,
enganando garotos, marinheiros e uma
multidão desse tipo, ao juntar
zombarias, inúmeras conversas inúteis e
respostas triviais de mercado. No
entanto, diz Crisóstomo, não produzem
bem algum, mas o mal mais evidente. Qual
é o mal mais evidente? Acostumando-os os
ignorantes a ridicularizar os filósofos,
assim como alguém habituaria criança a
desprezarem os mestres. Veja só qual era
a imagem de alguém que ia de cidade em
cidade pregando uma nova mensagem por
conta desta
situação generalizada dos itinerantes
cínicos, que de maneira deplorável então
desprezava os verdadeiros mestres. Isso
é um pagão falando. Agora, é claro, né?
As escrituras também nos deixa evidente,
irmãos, que as coisas não eram boa
mesmo. Inclusive dentro da igreja, da
esfera cristã, Jesus diz que a a
respeito dos fariseus que eles iam longe
para fazer prosélitos, fazendo os filhos
do inferno duas vezes mais.
Também Pedro vai dizer que surgiriam
falsos mestres, muitos seguiriam suas
práticas libertinas.
E eles, diz Pedro no capítulo, na
segunda epístola, no capítulo 2, verso
3, movidos por avareza, explorariam as
pessoas com palavras fictícias.
João não fica em silêncio e diz: "Muitos
profetas têm saído pelo mundo aa". E o
próprio Paulo, escrevendo para Tito, no
capítulo 1, verso 10 e 11, lembra que
existem muitos que enganam as pessoas.
Eles andam pervertendo casas inteiras. E
observemos, né, com a intenção
vergonhosa de ganhar dinheiro. Irmãos,
foi nesse contexto que Paulo se dispôs a
sair de cidade em cidade pregando o
evangelho. É com essa imagem então de
alguém que tem uma notícia nova para
levar, que o apóstolo com a sua comitiva
empreendeu a sua obra.
E Lucas nos conta então isso em Atos 16,
que Paulo na sua segunda viagem
missionária, depois de ter sido preso e
sofrido humilhação, sofrimento em
Filipos, chega com seus companheiros na
cidade de Tessalônica, prega naquela
igreja por um período curto, menor que
um mês, três sábados de uma sinagoga,
mas um período curto. sofre perseguição
ali junto com os recém-convertidos
daquela cidade, tanto dos judeus como
dos seus compatriotas.
E especialmente Paulo precisa deixar
aquela cidade rapidamente. Um novo
mensageiro que chega, prega uma mensagem
e diante da primeira oposição precisa ir
embora rapidamente. É assim que ele foi
visto por alguns pelos inimigos do
evangelho. É claro que Paulo, assim que
recebe a notícia da situação daquela
nova igreja por meio de Timóteo, quando
está em Coríntios, escreve esta carta
para tratar das necessidades daquela
daquela igreja nova, daqueles irmãos
recém-convertidos. E uma destas
necessidades
destacadas aqui nesse texto é que a
igreja de Tessalônica estava sendo
atacada pelos inimigos do evangelho, que
estão buscando desqualificar o
ministério do apóstolo Paulo e de seus
companheiros ali com uma intenção
específica,
desacreditar a mensagem do evangelho
proclamada por eles e com isso
enfraquecer ou destruir a fé daqueles
irmãos. Então, vejam, Paulo foi pregou,
rapidamente, surgiu uma perseguição. Com
pouco tempo ele foi embora. E os
inimigos do evangelho que ficaram ali
estavam dizendo aqueles novos crentes,
mais um pregador, charlatão, itinerante,
que trouxe mais uma mensagem nova e
fantasiosa e na primeira oposição foi
embora. Ele veio aqui pegar o dinheiro
de vocês. O caráter dele é reprovado. O
que eles vieram fazer aqui não tem fruto
nenhum. Tanto é que já foram embora. E
adiante então desta acusação severa
feita pelos inimigos do evangelho, com o
propósito de então desqualificando o
ministério de Paulo e os seus
companheiros de missão, tendo êxito
nisso, eles desqualificariam aquela nova
mensagem que chegou ali, atingiu o
coração dos irmãos. E tendo êxito nisso,
então o evangelho mesmo seria dissipado,
destruído naquele lugar. Este era o
plano satânico.
Por isso, então, irmãos, Paulo tratando
de várias necessidades da igreja,
particularmente essa no capítulo dois,
faz uma defesa do seu ministério
apostólico.
Ele defende, se defende das acusações
que recebeu e demonstra então para
aquela igreja, não pros inimigos, ele
não fala com os inimigos, ele fala com a
igreja que está sendo atacada pelos
inimigos, que de maneira nenhuma o
trabalho que ele realizou ali foi
infrutífero, não foi. Nós vemos isso no
verso 1 e dois, que o apelo dele, à
exortação, aquilo que ele os chamou a
viver à luz do evangelho foi sincero.
Versos 3 e 4. Que a motivação genuína e
amorosa deles era algo evidente. E ele
prova isso nos versos 5 a 8. E que o
comportamento deles
era um comportamento piedoso. O restante
do texto, dos versos 9 a 12 nos mostra
isso, irmãos. Nossa defesa, então, como
palavra de Deus paraa igreja de Cristo
de todas as épocas, estabelece um ensino
importante para nós que estamos aqui
hoje, a saber que o Senhor Deus concede
pastores fiéis para apacentar o seu
rebanho. E a igreja do Senhor, portanto,
deve reconhecer o trabalho frutífero
desses servos do Senhor. Deve reconhecer
também que o apelo deles é um apelo
sincero.
deve reconhecer neles uma motivação
genuína e amorosa pelo rebanho e bem
como o comportamento piedoso que eles
têm contra todo esse quadro dramático e
generalizado da desvalorização
do ministério pastoral por conta daquilo
que eu já apresentei para os irmãos no
início. Irmãos, é isso que nós vamos ver
nesse texto com isso em mente, é
compreender como Paulo faz essa defesa,
que é um paradigma, é uma defesa
paradigmática para todos aqueles que
estão no ministério e pra igreja do
Senhor compreender isso. Veja que então
o Senhor concede pastores fiéis para
apentar seu rebanho. Portanto, nós
devemos reconhecer seu trabalho
frutífero. versos 1 e do Paulo diz aí
nesse texto que ele fazendo sua primeira
defesa, então contra as acusações de que
a entrada deles em Tessalônica tinha
sido infrutífera, ele demonstra que ao
contrário disso, eles tiverem tiveram
coragem em Deus para pregar o evangelho,
ainda que em meio a muito sofrimento.
Veja, irmãos, que Paulo começa lembrando
aquela igreja que existe um testemunho
incontestável.
Se vocês observarem comigo no texto, e
eu peço que façam isso por gentileza, ao
longo de todos esses 12 versículos, nós
encontramos seis ocasiões em que o
apóstolo Paulo apela para o testemunho
pessoal daqueles irmãos em relação ao
caráter e o ministério apostólico. Veja
que no verso um, a igreja de Tessalônica
sabia
que a entrada dos missionários não tinha
sido em vão ou em frutífera. Nos versos
dois, nós lemos, no verso dois nós lemos
que a igreja sabia do sofrimento que
eles tinham experimentado para chegar
até ali, mas mesmo assim tinha ido.
Nossa, a igreja sabia no verso 5 que
eles não eram bajuladores de ninguém.
Sabia também e por isso se lembrava,
este é o verbo, do trabalho ádo que eles
realizaram ali. Verso 9. sabia como
testemunhas pessoais que estes eram
homens piedosos. Verso 10. E sabia
aquela igreja do cuidado amoroso de
Paulo e seus companheiros para com
aqueles irmãos. Verso 11. Veja então que
a nossa tradução Nova Almeida Atualizada
interpreta esse versículo quando o
traduz e diz assim: "Irmãos, vocês sabem
muito bem". A nossa antiga revista
atualizada dizia: "Irmãos, vocês sabem
ou vós sabeis pessoalmente?" A ideia
aqui, de fato, é que há na igreja um
testemunho pessoal contra as acusações
dos inimigos de que a vida daqueles
irmãos e o ministério deles, então, no
caso aqui particularmente não tinha sido
em frutífero. E de fato, a ideia aí de
eh uma entrada ou uma chegada em
Tessalônica, que não foi em vão ou não
foi em frutífera eh combina muito bem
com o contexto do primeiro século.
Um comentarista bíblico vai dizer assim
que em uma época em que filósofos,
itinerantes e oradores frequentemente
chegavam a uma cidade com pompa
extravagante e motivos egoístas para
obter o louvor e o dinheiro dos seus
cidadãos,
as pessoas por toda a Macedônia e acaia
e até a lei reconheceram que a visita da
missão fundadora de Paula Tessalônica,
não exibiu nenhuma dessas práticas vãs e
desonestas. Era mais ou menos assim.
Quando charlatães iam chegar numa nova
cidade, eles criavam todo um cenário,
mandava os seus pupilos, contratava
gente da cidade e preparava todo
um público que não era legítimo, mas um
público preparava toda a entrada
cerimonial deles para quando eles
chegassem naquela nova cidade, é como se
tivesse chegando alguém importante.
Esse é um termo, então, que é comumente
usado na literatura do primeiro século,
mesmo entre os pagãos, para se referir a
isso. Só que quando eles entravam na
cidade, o resultado do que eles
ofereciam era nada, porque não tinha
nada para apresentar. Logo, isso jamais
geraria qualquer resultado na vida da
igreja. Eu fiquei feliz quando eu li a
Nova Almeida Atualizada, que corrigiu a
revista atualizada aqui trocando o termo
estada por entrada, porque exatamente
isso que Paulo está dizendo, então que a
nossa entrada na cidade para levar a
mensagem do evangelho não foi em vão.
vão aqui, compreendo eu, tem mais a ver
não com uma mensagem que é vazia, mas
com um resultado, podendo então ser
entendido como a nossa entrada aí não
foi sem frutos ou não foi infrutífera.
Porque no capítulo um, quando Paulo dá
graças a Deus pela vida daquela igreja,
um dos elementos da gratidão que ele
apresenta naquela igreja é exatamente o
evangelho produziu fruto, está
frutificando no meio de vocês. Então a
nossa entrada não foi vão, pelo
contrário, diz ele, apesar de todo o
sofrimento que nós experimentamos
previamente, maltratados e insultados,
nós tivemos ousada confiança em nosso
Deus para pregar o evangelho em meio a
muitas lutas. Uma característica dos
falsos mestres, tanto dos falsos eh
mestres no contexto pagão da filosofia,
como nos falsos mestres no contexto da
igreja, é que eles jamais iam sofrer por
aquilo que eles não acreditavam. Então,
diante das primeiras adversidades que
enfrentavam no seu caminho, eles
simplesmente mudavam a direção, porque
não vale sofrer por aquilo que você
finalmente não acredita, mas só usa como
benefício próprio. E Paulo então toma
conta disso e diz: "Nós não fomos aí à
toa porque nós tínhamos motivos para
deixar o caminho. O sofrimento foi
duro." Lembra o que acontece em Filipos?
Mas nós fomos mesmo assim e tivemos
ousadia, coragem, intrepidez para,
apesar das perseguições, anunciar para
vocês o evangelho de Deus, ainda que em
meio de grande sofrimento, coragem de
pregar o evangelho de Deus. Irmãos,
o Senhor concede pastores fiéis para
cuidar do seu rebanho e o ministério
deles é frutífero. Esta é uma verdade
importante aqui para nós. Paulo quando
escreve aos Colossenses faz um elogio
devido a Epáfras, o pastor daquela
igreja, quando diz para aqueles irmãos:
"O evangelho está produzindo fruto e
crescendo no meio de vocês". E aí Paulo
acrescenta desde que vocês ouviram a
graça da verdade e conclui então:
"Segundo fostes instruídos por Epáfras".
A pergunta para nós aqui, irmãos, é
se em meio a tudo isso, nós que somos
eh ensinados pela pregação fiel,
aconselhados, corrigidos, exortados,
repreendidos, consolados em outros
momentos, segundo as escrituras, por
pastores fiéis, se nós estamos
enxergando o quanto isso é frutífero na
nossa vida,
Nós corremos o risco, irmãos, de nos
acostumar com o que é bom.
E ao fazer isso distraídamente, nós
perdemos
a o nível de atenção
para com aquilo que de bom nós temos.
Saia para jantar e coma um prato
especial um dia. Agora saia para comer
aquele mesmo prato especial.
Daqui a pouco ele se torna comum para
você.
E ao fazer isso, nós corremos o risco de
usufruir deste ensino verdadeiro e
entender que ele está nos sendo
oferecido pela graça de Deus para o
nosso crescimento espiritual. Então, a
pergunta aqui para todos nós é: nós que
temos pastores fiéis, que pregam
fielmente a escritura,
nos ensina aquilo que gera fruto. Esse
fruto tem sido percebido na sua vida?
A sua esposa percebe esse fruto na sua
vida? Os seus pais percebem e em vocês
esse fruto?
A sua mulher quando olha para você,
homem, depois de um domingo de culto, na
segunda-feira, vê que um coração adubado
pelo evangelho está dando frutos novos.
Porque esse deveria ser, deveria ser a
maneira pela qual nós usufruímos de
pastores fiéis dado pelo Senhor para nos
ensinar a palavra frutífera de Deus.
Irmãos, em segundo lugar,
esse texto nos ensina que pastores fiéis
do rebanho, que Deus concede pastores
fiéis para apentar seu rebanho e que nós
devemos perceber neles um apelo sincero.
a nossa tradução eh coloca aí exortação.
E eu chamei de apelo porque aqui
imediatamente não é o contexto de
exortação no sentido pastoral, de chamar
um crente e seja para consolá-lo, para
adverti-lo, para ensiná-lo, pastorear o
seu coração como um aconselhamento
pastoral. Imediatamente no contexto, a
palavra aqui, que embora possa ser
traduzida por exortação, tem a ver com
aquele apelo a fé em Cristo, a pelo
abandono do caminho mal e o chamado a
voltar-se então dos ídolos para Deus,
que eh chama os seus servos, então,
chama aqueles seus escolhidos ali em
Tessalônica para uma nova vida. que
Paulo está dizendo, então, nesse caso é
que este esta mensagem, esta exortação,
podemos chamar assim, mas este apelo que
nós fizemos aí para vocês em relação a
Deus, não é um apelo que tem como
motivação
enganar ninguém,
não procede do erro, não tem como
intenção impura, não está baseado em
intenção impuras ou não tem como
objetivo, né, não está motivado por
intenção impuras, mas também não se
baseia no engano ou no doolo.
E aí
o apóstolo vai afirmar depois disso que
não é assim. E não é assim, irmãos,
porque há um Deus que os chamou para
esta missão.
Ele diz: "Pelo contrário, visto que nós
fomos
aprovados por Deus, essa é uma linguagem
bastante interessante usada por Paulo,
onde ele diz que Deus e esse termo tem
esse sentido de um exame bastante
criterioso feito por Deus. e um exame
bastante criterioso feito por Deus, que
tem como resultado a aprovação.
E esta aprovação da parte de Deus
gerou em Deus a disposição de confiar a
eles o evangelho de Deus.
Veja, Deus chama os seus servos, os
avalia criteriosamente,
os aprova e depois de aprovados lhes
confia o evangelho para eles pregarem no
mundo. Como é que alguém que passa por
isso diante de Deus pode então estar
fazendo isso por motivações impuras, por
motivações dolosas ou então e envolto em
engano como faziam os falsos mestres?
Não é
também, irmãos, eles são confiados para
pregar este evangelho
e
por isso eles não podem agradar os
homens.
Eles falam não para agradar os homens,
diz a palavra do Senhor aqui nesse texto
para nós.
Nós
não temos interesse
em agradar pessoas, mas agradar quem?
Ora, aquele que nos chamou, nos confiou
o evangelho e nos deu a tarefa de pregar
a sua palavra. É a esse que nós devemos
prestar contas, portanto, agradá-lo.
E de modo interessante ainda, irmãos,
Paulo não se esquece de dizer que essa
chancela para o chamado missionário,
pregação da palavra, ministério da
palavra, é um chamado que Deus dá e
depois
não pode ser de maneira nenhuma
reavaliado, porque Paulo mesmo diz que o
Deus que nos avaliou, nos considerou
aprovados, nos confiou o evangelho, nos
chamou a pregá-lo e também por isso nós
somos chamados agradar a Deus e não as
pessoas com a mensagem que pregamos. Ele
termina dizendo que esse Deus continua,
é a melhor maneira de traduzir isso
aqui, continua provando os nossos
corações.
Isso aqui é bastante assustador para mim
como pastor que já fui ordenado pelo meu
presbitério,
já tenho a minha carteira de ministro,
já pastoreio, mas eu não posso me
esquecer. O mesmo Deus que me ordenou é
o Deus que continua julgando o meu
ministério.
Nesse sentido, irmãos, o julgamento que
a igreja faz de um pastor
é pequeno aos olhos do Senhor, porque a
igreja vê a aparência,
embora isso seja necessário avaliar, mas
há um Deus que vê o profundo do coração
dos seus servos e os avalia seriamente.
Isso deveria dar uma tranquilidade para
nós como igreja do Senhor, sabendo que
os nossos pastores, nesse sentido,
portanto, não estão livres, mas eles tem
que agradar o Senhor. E é por isso que
eles fazem isso contra toda vontade
daqueles que querem ser agradados e
bajulados por pastores, que Deus os
chamou e continua chamando e
positivamente continua aprovando
ministérios fiéis. Vocês conhecem a
história de Mica e os ídolos em
juízes?
Camarada, rouba a mãe, faz um ídolo,
conta pra mãe, rouba a mãe, pega o
dinheiro, conta pra mãe, a mãe consagra
esse dinheiro, faz um ídolo, ele se
torna ídolo. De repente vem um
sacerdote, um levita, e ele diz: "Vem
ser meu sacerdote". O levita gosta disso
e vai ser sacerdote. Daí a pouco vem
então os hã
a a tribo de Dan e toma o levita para si
junto com o ídolo. E a Bíblia não deixa
de dizer que o levita fica contente
com isso.
[risadas] Veja, irmãos, sacerdotes
particulares
de rebanho particular apartado de Deus.
É uma combinação trágica,
mas não é isso que está acontecendo aqui
e não é o que acontece na verdadeira
igreja de Cristo.
Por isso, irmãos, nós deveríamos
seriamente
olhar para os pastores fiéis que Deus
nos concede e entender que eles têm uma
mensagem sincera para transmitir, porque
esta mensagem pertence ao Deus que os
chamou para fazer isso e há um Deus que
os julga para fazer isso. a um Deus a
quem eles querem agradar em tudo que
falam, ainda que isso doa em nós, porque
para nos tratar o coração precisa limpar
as feridas por meio deste apelo, desta
exortação da palavra de Deus.
Em terceiro lugar, irmãos, este
texto nos ensina que o Senhor concede
pastores fiéis para apentar o seu
rebanho. E estes devem reconhecer,
então, nestes pastores uma motivação
genuína e amorosa. Veja que Paulo aqui
nesta passagem que vai dos versos 5,
então a oito,
diz que foi paraa Tessalônica e lá ele
não usou de linguagem de bajulação. Ele
estava sendo acusado disso. Ele não foi
lá para ganhar dinheiro, não é isso que
ele foi fazer e Deus era testemunha
disso. Eles também não foram lá para
ganhar elogio de ninguém. Verso 6 vai
nos afirmar isso, de ninguém.
E ele acrescenta dizendo, irmãos, que
embora como apóstolos de Cristo, eles
pudessem ter feito exigências ali
naquela cidade como apóstolos de Cristo,
eles preferiram então ser
crianças quando estiveram
com eles.
Veja então que Paulo usa duas metáforas
aqui para falar do seu ministério eh
amoroso com aquela igreja, sua motivação
então genuína e amorosa para com aquela
igreja. A primeira imagem que ele usa no
texto é a imagem de uma criança.
Há uma questão aqui que evidentemente
não é o lugar para tratarmos. eh que
onde nós lemos na nossa Bíblia traduzido
como eh carinhosos,
a tradução mais específica desse termo
deveria ser crianças ou infantes. É uma
questão de variante textual. Se você tem
a sua Bíblia eh novamente atualizada com
alguma nota, você vai encontrar escrito
nela aí que eh alguns manuscritos trazem
crianças. Talvez você encontre isso em
uma Bíblia sua. E na verdade não são
alguns manuscritos. O peso desses
manuscritos é um peso bastante
substancial e isso já é provado por eh
estudiosos sobre o assunto. E eu assumo
isso aqui pros irmãos, que a ideia que
Paulo está trazendo aqui é que embora
ele pudesse exigir daqueles irmãos o que
é próprio da autoridade de um
ministério, ele se comportou como se
fosse criança no meio deles
para provar o quanto então ele era
alguém disposto a servir aquele rebanho.
Jamais por motivações então enganosas e
torpes. Mas para levar o verdadeiro
evangelho.
Assim, esta primeira parte desse
capítulo, desse versículo 5 a oito, e
Paulo está fazendo a seguinte afirmação.
Ele nunca foi lá com linguagem de
bajulação. A igreja testemunha.
Verso 5 ainda. Eles não foram como
pretexto de ganância, foram como
objetivo de lucro. Deus é testemunha
disso.
No verso 6 agora ele vai dizer: "Nem
fomos buscando glória de ninguém,
embora nós pudéssemos exigir como
apóstolos de Cristo." E aí ele conclui,
então, pelo contrário, nós preferimos
ser crianças no meio de vocês.
Inclusive, a pontuação precisa ser aqui
no texto, porque agora nós temos uma
segunda metáfora, que é a metáfora do
amor, onde Paulo vai mostrar aqui que
ele amava tanto aquela igreja,
assim como estava desprovido de
motivações impuras, ele amava tanto
aquela igreja que ele se compara como
uma mãe que cuida dos seus próprios
filhos,
muito mais do que cuida de um filho de
lei. Essa é a linguagem que Paulo usa.
Então, final do verso 7, verso 8, nos
diz assim: "Como uma mãe que acaricia os
próprios filhos, assim com muito afeto,
estávamos prontos a lhes oferecer não
somente o evangelho, mas a própria vida,
como vocês se tornaram muito amados de
nós." A imagem é simples. As mães de
leite do mundo antigo cuidavam dos seus
pupilozinhos com muito amor. Tanto é que
muitas inscrições antigas há tributos à
amas de leite nas lápides dos, né,
nobres, onde eles reconhecem então esse
cuidado tão amoroso da parte delas, onde
elas inclusive não apenas, né, os
amamentavam, mas livrava das das dos
excessos dos pais, protegia, cuidava, os
amava profundamente. Só que a imagem que
Paulo está usando não é de uma ama de
leite para com os seus filhos. É mais
ainda que em tese, se ela cuida tão bem
de um filho que não é dela,
em tese, cuidaria muito mais do seu.
Percebe a imagem? Exatamente essa imagem
que Paulo está apelando. Nós fomos
assim. Nós somos então inocentes como
criança, desprovido de malícia.
E nós fomos então carinhosos com vocês,
como uma ama que cuida dos seus filhos.
Essa linguagem doméstica perpassa essa
escritura. E nós veremos mais uma dela
para terna. O ponto aqui, irmãos, é que
servos do Senhor
estão dispostos a sofrer por amor ao
rebanho,
sendo amável com esse rebanho, cuidando
dele, embora tenham autoridade do
ministério, verdadeiros servos do Senhor
não eh vivem em função de se autenticar
e exigir do seu rebanho aquilo que eles
até tinham direito.
Mas eles, sabendo da sua autoridade, da
sua grande responsabilidade com o
rebanho, se coloca então como crianças
no meio deles, ou seja, inocentes,
desprovidos de malícia. Não que criança
não seja pecadora, mas é o que Paulo
diz, que na malícia nós devemos ser como
crianças. E eles também são carinhosos
com o rebanho,
tratam como filhos amados e cuida deles
com carinho. A pergunta é se você
experimenta e percebe isso na vida, na
sua vida. Você que tem pastores fiéis
para cuidar de você
ou nesse momento você tá aí achando que
seu pastor é muito duro
ou não te ama,
[roncando]
tá? Porque ele te chamou mesmo, né? Com
a varinha, corrigiu você,
João.
Não tá bom. Como você tá tratando a sua
esposa.
Não sei se é você, João. Por favor,
Maria,
o João tá reclamando que o seu trato não
tá adequado. Não é isso que a escritura
ensina. Não sei se é você, Maria.
André,
o seu filho está excessivamente triste e
eu conversei com ele. É a sua dureza.
Não é isso que a escritura ensina para
você.
Talvez. E evidentemente que isso
acontece e deve acontecer, mas isso tá
gerando o quê em você? a compreensão de
que este pastor fiel te ama
e que é o seu bem e por isso te conduz o
ensino da escritura ou agora ele se
tornou um casco para você, alguém que é
autoritário
e é duro.
Eu espero em Deus, irmãos, que de fato,
tendo vocês pastores fiéis como tem, que
vocês percebam isso. Por fim, nesse
texto, o tempo avança. E eu quero
terminar de maneira breve esta breve
exposição,
que o Senhor concede pastores fiéis para
apentar seu rebanho e, portanto, nós
deverem devemos reconhecer o
comportamento piedoso deles. Essa era a
quarta grande acusação que Paulo estava
sofrendo. Vocês vieram aqui, mas foram
imorais no meio desta igreja.
Como eram então os falsos mestres, seja
no contexto pagão ou mesmo no contexto
da igreja, como Pedro, Judas, João
condenam severamente. E nesta passagem,
então, irmãos, o que nós encontramos é
Paulo dizendo mais uma vez que vocês têm
certeza
que com certeza se lembram que nós não
fomos aí para viver imoralmente. Pelo
contrário, nós trabalhamos duro, dia e
noite, para não vivermos à custas de
nenhum de vocês. E vocês também são
testemunhas da nossa vida piedosa. E
vocês são testemunhas de como nós
ensinamos a piedade para vocês. Esta
esta era a acusação que eles estavam
sofrendo de que eles foram lá, mas o
comportamento deles não era piedoso.
Foram lá para arrancar dinheiro e
viveram dissolutamente, ensinando
inclusive dissoluções àqueles irmãos.
Paulo diz: "Não, não é assim que nós
vivemos entre vocês. Primeiro, vocês
mesmos sabem que nós trabalhamos duro
entre vocês, em labor e fadiga dia e
noite, para não viver as custas de
nenhum de vocês." O contexto aqui é
importante, sim. É muito importante
entender o contexto para não distorcer o
texto. O que os filósofos itinerantes e
os falsos mestres faziam quando iam às
igrejas? Buscar dinheiro. Buscar
dinheiro. Iam, ensinavam fantasias.
pegava o dinheiro das pessoas, vivia
absolutamente entre eles e na primeira
situação iam embora.
Paulo, iluminado pelo Senhor, embora
tivesse o direito de sustento, ele
sabiamente,
e um comentarista B vai dizer como Paulo
foi sábio em ter a perspicácia de
perceber isso, que era lícito, mas o
contexto poderia permitir que isso fosse
usada contra ele. Ele não aceitou um
centavo daquela igreja que ele estava
plantando, como nossos missionários
fazem normalmente. Outras igrejas os
ajudam. E quando Paulo escreve a
Filipos, ele vai dizer que a igreja de
Filipos enviou pelo menos duas vezes
dinheiro para ele em Tessalônica. Então
não é que os pastores não devem ter
sustento, mas o contexto aqui é se Paulo
aceitasse o recurso daquela igreja
nascente que não estava solidificada e
definida, isso seria então ruína para
ele. E é provável aqui, irmãos, que
alguma [limpando a garganta] coisa tenha
acontecido, especialmente o recurso
tenha acabado e Paulo teve que trabalhar
com as próprias mãos para sustentar.
Veja, ele tinha duas opções.
Ou ele pedia dinheiro paraa igreja, o
que era lícito, quero continuar pregando
e preciso de liberdade para isso, ou ele
ia trabalhar
dioturnamente para conseguir recurso. A
gente pensa que a o trabalho de
artesanato, né, trabalho artesanal
exercido por Paulo era muito lucrativo,
mas não é não, porque se fosse tão
lucrativo, ele não precisava de muito
trabalho. Um pouco de trabalho fazia uma
tenda, vendia por e R$ 20.000, R$ 1.000,
né? E lá no Nordeste tem rede de R$ 300,
mas tem rede de 2, 3, 4.000. Aí tem para
todo gosto, né? O o trabalho de manual
que Paulo fazia não era tão rentável,
mas ele precisava sustentar ele e seus
companheiros. Então ele trabalhava dia e
noite, pregava na sinagoga, pregou por
três semanas, mas trabalhava dia e
noite. Enquanto ele trabalhava, ele
pregava o evangelho. O ponto aqui é que
ele está provando que não foi lá de
maneira imoral. Porque o dinheiro não é
o centro de um pastor fiel. Ainda que
ele possa ter o direito, há ocasiões
onde que ele abre mão disso para o seu
próprio bem. Agora, prestem atenção,
essa não é uma questão de pastores
locais especificamente precisa ser
sustentado pelo seu rebanho. Aqui é um
contexto muito específico e os irmãos
entendem esta mensagem com clareza.
Paulo também, irmãos, diz aqui no texto
que tanto viveu como ensinou piedade.
Tanto viveu como ensinou. É possível que
nós, como ovelhas,
gostemos que os nossos pastores sejam
homens ilibados, íntegros, fiéis,
mas eles
deixa a gente viver do nosso jeito,
desde que eles sejam fiéis.
Não é engraçado, né? Mas não é verdade.
Por vezes, pelo menos, ou não?
Infelizmente,
posso pelo menos falar por mim.
E Paulo diz: "Nós não fomos imorais,
porque nós tanto vivemos a piedade
como nós instamos vocês para uma vida
piedosa." Está aí no seu texto. Vocês e
Deus são testemunhas
da maneira piedosa, justa e
irrepreensivelmente
a irrepreensível em relação a vocês. Nós
vivemos assim. A nossa vida diante de
vocês e de Deus foi elibada. E nós
ensinamos a piedade. Vocês sabem ainda,
diz o verso 11, de que maneira como um
pai a seus filhos, a cada um de vocês. A
cada um de vocês é o pai que ensina
filho por filho. Nós exortamos vocês,
ou seja, apelamos para que vocês vivam
piedosamente.
Nós consolamos vocês, ou seja, fomos ao
encontro de vocês nas suas aflições para
suportarem a adversidade, se reanimarem
no Senhor. E nós admoestamos vocês,
fomos solenes em dizer para vocês qual é
o padrão que Deus nos chama para viver
de maneira digna dele,
no seu reino,
paraa sua glória, porque é para isso que
ele nos chama.
Irmãos,
eu como professor do seminário,
lido com muitos irmãos que eh deixam
tudo, tudo
deixam bons empregos,
[roncando] profissões
de valor econômico bastante
significativo.
jovens que embora não chegam muito
jovens,
mas jovens inteligentes que se seguem
teria um futuro, né, próspero
profissional e econômico muito bem
sucedido.
Seguramente aqueles que deixam a riqueza
para ir pro ministério e lá tem vários,
como tem no nosso seminário aqui, como
talvez alguns dos irmãos pastores
tiveram que fazer isso. Estes nunca mais
vão ganhar como ganhavam,
nunca mais vão galgar os caminhos que
poderiam galgar no estado social, mesmo
de maneira lista, como muitos irmãos
fazem, porque abriram mão pelo
evangelho.
Eles não estão, irmãos, decididamente
atrás
de dinheiro. Os fiéis não, eles não
estão atrás de títulos e notoriedades.
Eles abriram mão de tudo isso. Sabe para
quê?
para nos servir como igreja do Senhor.
Eles abriram mão, inclusive
assumindo uma grande demanda para sua
alma, que é esmurrar o seu próprio
corpo, lutar duramente contra o pecado,
sim, para serem exemplo pros demais
irmãos na vida piedosa,
mas eles fizeram isso por amor ao
Senhor. Homens piedosos do Senhor que
for são um presente para a igreja de
Cristo. Tanto, irmãos, uma vez que o
Senhor concede pastores fiéis pro seu
rebanho, a igreja deve reconhecer esses
homens fiéis, devem perceber o trabalho
deles frutífero na vida da igreja, deve
aceitar o seu apelo sincero, a sua
exortação, deve enxergar neles essa
motivação genuína e amorosa e também ver
o seu comportamento piedoso para ele e
para você que é chamado por ele para
seguir os caminhos do seu redentor que
te conduz pro reino e glória.
as palavras paraos pastores aqui. É
claro que esse texto nos constrange,
irmãos.
É claro que nós somos fracos e falhos,
como já confessamos aqui. Esse texto nos
constrange, mas também nos anima.
E se eu tivesse pregando no presbitério,
inverteria as ênfases, mas aqui não é
essa, porque há pastores fiéis aqui,
homens de Deus, de Deus, dedicados ao
ministério. E o apelo que esse texto faz
para esses homens de Deus é: continuem
cumprindo o chamado gracioso do Senhor
pra vida de vocês contra tudo e todos.
Sondando o coração de vocês, é fato, mas
contra tudo e todos. Sigam fiéis.
Suportem as aflições, façam o trabalho
pastoral e descansem
naquele que os chamou para o seu reino e
glória, no supremo pastor Jesus, que os
chamou para serem pastores auxiliares do
rebanho dele e que quando voltar dará a
vocês um prêmio gracioso,
uma coroa de glória
para o deleite eterno do Senhor. Irmãos,
eu deixo esta mensagem da palavra do
Senhor para a igreja, rogando que, de
fato, esta igreja ame seus pastores
fiéis. Sirva-os, dediquem-se, submetam
biblicamente a eles e usufruam sobretudo
deste privilégio gracioso que é ter
pastores fiéis diante de um cenário tão
trágico do nosso tempo. E eu apelo então
à luz desse texto aos pastores fiéis que
perseverem suportando com alegria e
suportando então esse ministério tão
gracioso que Deus chamou para fazer.
Amém. Reverendo Daniel,
devolva a palavra. Os 15 minutos
passados, irmãos, é culpa exclusivamente
minha. Bom,
vamos orar. Ó Deus bendito,
dê graças a Deus a todos nós pastores e
também a nós que somos ovelhas.
E todos nós, ó Deus, em uma certa medida
somos ovelhas do grande pastor. E
obrigado porque o Senhor guia-nos
>> por meio de pastores e por meio, ó Deus,
de diversas formas que o Senhor usa para
isso. Obrigado pela vida do teu servo,
reverendo Marcos. abençoe ele e sua
família em seu ministério e que
possamos, ó Deus, ainda a olhar para ele
e ver o bom fruto do resultado que o
Senhor tem feito na vida dele. Oramos em
nome de Jesus. Amém. Irmãos,
coloquem-nos de pé e louvemos esse Deus.
Essa é a oportunidade que nós teremos
também para trazer a Deus os nossos
dízimos e ofertas.
E se você quiser fazer isso agora, você
pode vir até aqui à frente. O
gasofilácio estará aqui para que você
faça isso.
[música]
Vem a Jesus, [canto]
óito. [música]
Vem [canto] abatido e provai.
[música]
Ne. Consolo [canto]
o perfeito [música]
amor.
Vem descanse [canto] em sua
paz.
>> [música]
>> A bondade,
bondade [canto]
de Cristo
[música] satisfaz.
Ele é tudo para mim.
Aconteça [música]
o que for, sempre vou descansar
na bondade [música][canto]
de Cristo.
[música]
Encontre [música][canto]
plena
alegria
que jamais o [música] mundo dará.
[música] Prov [canto] água viva,
sede nunca mais.
Vem descansem sua
paz. [música]
Ó bondade,
bondade [música]
de Cristo
satisfaz.
[música] Ele é tudo para mim.
Aconteça [música][canto] o que for,
sempre vou descansar
na bondade [canto]
de Cristo.
[música]
Tem pois em [música][canto] Jesus a
esperança.
Ele é tudo que nos prometeu. [música]
Graça transbordante [canto]
fui [música] do Salvador.
Vem, descanse em [música][canto] sua
paz.
Ó bondade, [música] bondade [canto]
de Cristo,
santifaz. [música]
Ele é tudo para mim.
>> [música]
>> Aconteça
o que for, sempre [canto]
cansar [música] na bondade
de Cristo.
A bondade, [música]
bondade [canto]
de Cristo
satisfaz. [música]
Ele é tudo para mim.
Aonça [música]
ao que for, sempre vou descansar
na bondade
de Cristo. [música]
Contest
for, sempre [música][canto] vou
descansar
na bondade
de Cristo.
>> Vamos orar, irmãos, dedicando a Deus os
nossos dízimos e ofertas. Ó Deus
bendito,
aqui estão os dízimos e as ofertas do
teu povo.
Sabemos que o Senhor é o dono de todo
ouro e de toda prata, e o Senhor não
precisa de nada do que temos. Pelo
contrário, somos nós quem precisamos de
ti. Mas obrigado pelo privilégio de
poder cooperar com aquilo que o Senhor
mesmo faz. faria muito melhor sem a
nossa ajuda. Mas porque o Senhor é
bondoso, o Senhor nos dá o privilégio de
participar
desta obra que é grandiosa, que vai
muito além daquilo que os nossos
recursos podem proporcionar. Pedimos que
o Senhor então consagre todos esses
recursos para a expansão do teu reino e
a manutenção da tua casa neste lugar. E
agora, irmãos, que a graça do nosso
Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus, o
Pai e a comunhão do Espírito Santo
repouse sobre cada um de vós hoje e para
todo sempre. Amém. Assentemonos-nos,
irmãos, eamos o pós-lúdico.
>> [música]
[música]
>> เ M.
[música]
เฮ
[música]
Meus irmãos, nós caminhamos para o fim,
mas antes de nos movimentarmos,
especialmente pessoal aí no salão
social, vamos atentar aqui para alguns
pedidos de oração. Olha, a dona Vanda, a
mãe do Léo, ela voltou a ficar
internada.
Eh, a mãe também da Renata, ela mora em
Goiânia, ela estava para fazer uma
cirurgia de eh catarata, mas a teve uma
uma pressão, subiu e ela não pôde fazer
cirurgia. Vamos lembrar de orar por ela,
dona Cleusa,
também ao seu João Borges, a Keila Cout,
eh, o se José Gomes e o Sir Lei. São
pessoas que estão ou passando por
cirurgia ou fizeram recente, estão
recuperando. Vamos orar então por esses
motivos. Ó Deus bendito, aqui estão
alguns daqueles que precisam da tua da
tua atenção. Sabemos, ó Deus, que o
Senhor conhece todas as nossas
necessidades, mais do que nós
imaginamos. Porém, nós somos homens e
mulheres falhos e limitados e nós nos
angustiamos com essas coisas. E trazemos
aqui diante de ti, não para lembrar-te,
mas para que mostremos o nosso amor e o
nosso empenho para com esses nossos
irmãos, parentes e amigos. Tenha
misericórdia de Deus deles e ajude-os
neste momento. É a nossa oração em nome
de Jesus. Amém.
Irmãos, eu sei que tá cheio lá, mas hoje
vai ter agora uma ah apresentação da do
IPSA Kides. Eles vão fazer alguma
coisas. Então, antes de movimentarmos
muito a alguns avisos, [roncando]
começando pelos nossos visitantes, está
conosco a Lídia Aleixo com o pai e a
mãe, dona Vera e o seu Gilberto. Onde
estão vocês aqui entre nós?
Eh,
eu não estou vendo. Será que eles já
foram? OK. São bem-vindos por terem
passado por aqui, mas eh não estão aqui.
A Márcia também está com o filho Davi.
Onde estão vocês? Ah, está ali a dona
Márcia. Seja bem-vinda. Deus abençoe a
sua vida.
Temos também a Larissa Muniz. É, eu acho
que é a irmã do Zé, né? Onde está você,
Larissa? Ah, está lá atrás. Seja
bem-vinda. Ah,
Daniel. Ah, o o OK. O a Milton já
cumprimentou ela aí, né? Temos também a
o Víctor Rosalém. Onde está você,
Víctor? Entre nós. Ah, está lá atrás
também. Tá junto com a Laura,
não, né? Sim. OK. Seja bem-vindo,
Hilton. Muito obrigado.
Ah, temos também a família do reverendo
Jean. está com eles. Eles já estiveram
aqui outras vezes, mas eu vou pedir que
levante a família do reverendo Jean, a
esposa, a filha e
filho, filho Nora, né? Sejam bem-vindos
também. A família, o pai e a mãe do Zé
estão aqui. Por favor, se levantem para
que a igreja possa saudá-los. Sejam
bem-vindos. Vou pedir ali que os irmãos
cumprimentem em meu nome. Eles vieram
para o batismo.
>> Deus.
>> O irmão do Zé também.
>> Ah, o irmão do Zé. [risadas]
Ah, bom. Tá escondido aí, né? Seja
bem-vindo. Deus abençoe a vida dos
irmãos. OK, irmãos.
O pastor Jean, ele é da da igreja lá de
da segunda de Interlagos, ainda vai
pregar lá, irmão. Se o irmão quiser, né,
fica à vontade para vamos ter algumas
atividades aqui, mas fica à vontade, tá
bom?
Ah, alguns avisos agora paraa nossa
rotina. Hoje à noite nós temos a posse e
a ordenação daqueles que foram eleitos
há duas semanas atrás, diáconos e
presbíteros. Presbíteros não teremos
nenhum que será eh que será ordenado, já
são todos presbíteros, mas à noite então
será a posse e ordenação de quem
precisar, tá bom? Domingo, hoje à noite.
Então, lembre-se disso. As nossas salas
estão funcionando todas, como vocês
estão vendo aí. Tá? Então, normalmente,
se você está nos visitando, essas são as
salas que nós temos aqui no templo.
Funciona uma sala, no salão social,
fecha a porta, tem uma outra sala e no
primeiro andar temos sala para as
crianças, que é o próximo slide.
Então, eh, tem sala para todas as
idades. Se você precisar de ajuda para
saber em qual sala colocar o seu filho,
temos monitores lá prontos para receber
vocês com todas as informações, tá bom?
Essa semana é a semana também que os
homens se reúnem aqui a quinta-feira,
19:30, para o estudo que eles fazem.
Então, você está convidadíssimo, tá bom?
participe. É um momento não só de
estudo, mas tem a comunhão, tem a uma
atividade depois. Então, venha, homens,
e participem, né, desta reunião. Irmãos,
sábado que vem, tá vendo aí esse eh Alen
Porto estará na nossa igreja. Alen
Porto. Ele é professor no Andrew Jumper
e ele é muito conhecido. Ele já falou no
Congresso da Fiel, ele estará conosco
aqui no sábado à noite. Essa é uma
programação voltada para quem tá nessa,
como esse jovem diz, né, nessa vibe, né?
Eu nem sei o que significa isso, mas
eles falam muito isso.
Jovens que estão em faculdade, que estão
em eh no contexto, né? Então aqui ele
vai usar a arte, né? Arte em geral para
você comunicar o evangelho. Então a
relação entre cristianismo com a arte,
excelente oportunidade para você trazer
pessoas, colegas ou de faculdade ou de
trabalho para ouvir essa palestra. Então
eu recomendo muitíssimo, tá bom? Toda a
igreja, se você tem filho, se você tem
genro, né? Vá lá. Ele é uma pessoa que
tem uma linguagem boa para comunicar-se
com quem não é crente, tá bom? Então,
esse é o é o momento, tá bom? E ele
mesmo também pregará no dia no dia
seguinte, no domingo pela manhã, no
domingo que vem. Então, fique aí o
convite, né? A programação da UMP no
sábado às 16:30 começa com algumas
atividades e ele deve falar em algum
momento aí depois desse horário, tá bom?
E eu também vou falar nesse dia, né? Só
que é mais cedo. Ah, eu vou falar eh na
parte da manhã, né? É uma palestra sobre
sabedoria bíblica na gestão familiar.
Então eu quero mostrar como usar o livro
de Provérbios para resolver pipinos na
vida familiar, não necessariamente
conjugal, mas na vida familiar. Então
essa é uma programação do Coisa Nossa,
né? e tem inscrições porque envolve
alimentação, envolve cuidado com
crianças. Se você tem criança, você pode
trazer, mas tem que planejar, senão não
tem como a gente saber quantas crianças
virão. Ah,
será no domingo que vem às 9, sábado que
vem às 9 horas.
Eu vi que o Ah, ok. Se que vai falar,
né? Junqueira entrou, mas saiu. É você,
então, né, [risadas]
>> meus irmãos? Eh, só então reforçando
esse primeiro comunicado que o reverendo
Daniel já deu sobre o Coisa Nossa.
sábado que vem, às 9 horas da manhã.
Creio que todos aqueles que estiveram
aqui na primeira palestra que foi
oferecida para a igreja sobre
discipulado familiar, sabem como é que
funciona. Então, nós vamos ter um café
da manhã às 9 horas e depois teremos uma
parte de reflexão muito importante. Eu
não preciso me estender muito para dizer
para os irmãos como que nós somos
abençoados nas ministrações que o
reverendo Daniel faz, conforme nós
ouvimos hoje também na mensagem que foi
pregada. Então, eh, falar sobre
sabedoria familiar é algo muito
importante para todas as famílias.
Casais é uma programação completamente
aberta, tá? Completamente aberta. Então,
solteiros, pessoas que planejam
casamento, pessoas que venham de fora,
podem participar também, além, claro,
das famílias, dos irmãos que já são
membros da igreja de Santo Amaro. Eh, lá
tem um Qcode. Se o Qcode falar, falhar,
eh, nós enviamos o link, tá bom? Então,
façam as inscrições o quanto antes, ao
longo dessa semana, o quanto antes
mesmo, para que a gente tenha melhores
condições de preparo da atividade.
Agora, falando sobre o encontro de
casais, o acampamento de casais, não é,
que acontece todo todos os anos, eh,
será dessa vez, irmãos, do dia 11 ao dia
13 de setembro, portanto, sexta, sábado
e domingo. Nós temos algumas informações
preliminares. mais importante,
concentre-se aí na data, tá? Já agende
essa data. Eh, porque nós ainda não
disponibilizamos QRC, nem link de
inscrição, mas faremos isso ainda essa
semana. Ainda essa semana isso será
feito e aí já será divulgado nos grupos.
É importante que aqueles que porventura
tenham melhores condições já agilizem as
suas inscrições, porque a igreja, os
tesoureiros sempre nos ajudam
antecipando alguns pagamentos. de sinal,
inclusive, tá? Então, e depois isso vai
sendo reposto pelo eh pela pelo
parcelamento que os irmãos também terão
acesso e será possível pagar até o final
do ano, tá bom? Então, até o mês de
dezembro, pelo que nós já eh conversamos
aí. Então, planejem essa data. Um
detalhe, Hotel Fazenda Floresta Negra,
Monte Verde, Minas Gerais. Monteverde é
uma cidade muito agradável, né? O hotel
não fica exatamente na cidade. Aliás,
prestem bem atenção na palavra fazenda.
É fazenda mesmo, é hotel fazenda, tá
bom? Então, tem muito verde, é uma área
muito bonita,
mas não tem assim, vamos dizer, as
facilidades eh com as quais nós estamos
acostumados naqueles hotéis, né, que
ficam mais
no contexto urbano, tá bom? Então depois
a gente vai detalhar um pouco melhor
isso. Alguns valores já estão lá, porque
há chalés e apartamentos que estão
envolvidos nesse pacote. Ah, e existem
condições diferentes para um e para
outro, mas depois a gente vai informando
para os irmãos. Eh, nesse ano estamos
abrindo a possibilidade daqueles que têm
crianças pequenas, crianças bem pequenas
até 5 anos, se quiserem levarem eh os
seus filhos. O ideal, isso foi pedido
para que a gente reforçasse, é que você,
se você tiver rede de apoio,
possibilidade de deixar seus filhos com
parentes, eh, é para isso que servem
sogros e sogras e assim por diante, tá?
Se você tiver condições, eh, deixem, eh,
nas mãos de pessoas confiáveis,
familiares, porque a a palavra e o
momento é muito voltado para os casais.
ão, diferente da palestra da semana que
vem, que é totalmente aberta para todas
as para as todos os os familiares, esse
encontro de casais, esse acampamento é
de fato voltado para os casais, para que
eles tenham um momento e um período ali
de reflexão, de conexão importante, tá
bom? Então, se for possível de por de
preferência vá somente com o seu
cônjuge, mas se não tiver condições,
crianças até 5 anos de idade poderão ser
também eh inscritas e levadas a ao
acampamento. Creio que é isso. A comida
é muito boa, já fui informado também,
comida mineira muito boa, tá bom? Então
não vai ter problema em relação a isso.
Eh, e o espaço, a estrutura, a estrutura
é muito boa também, tá, irmãos? O hotel
é uma referência na região. Então, todas
essas informações nós já temos, já
colhemos e depois a gente vai
especificando. Mas já salve a data, já
vá se planejando. Deus abençoe.
Eh, e também à noite reverendo Guilherme
irá continuar a série dele, tá bom?
Irmãos Ipsequides? Ah,
mais um microfone.
>> Bom dia, meus irmãos. Vem, Rafael. Eh,
hoje é um dia muito especial, que é o
dia das mães, né? E nós preparamos, o
departamento infantil preparou um mimo
para as mães para lembrá-las de como o
amor materno é doce e acalenta as nossas
crianças. é é tão importante para nós.
Eu já quero chamar as crianças aqui à
frente, ah, porque elas vão distribuir
para vocês, as crianças podem vir e a
Ana e o Rafael vão ler um texto para as
mães. Eh, enquanto elas vêm, podem vir
aqui à frente as crianças.
Eh, nesse tempo, meus irmãos, em que a
maternidade tem sido desconstruída na
nossa sociedade, é muito importante que
nós ensinemos as nossas crianças, pode
ficar aqui embaixo, tá? Fica aqui
embaixo. Ensinemos as nossas crianças
que a maternidade é um privilégio que
Deus deu a as mulheres, deu a elas essas
essa habilidade e elas precisam
valorizar isso e lembrar disso como uma
bênção. Ah, e um tempo em que olha pra
maternidade como um peso. Então,
enquanto as crianças se posicionam aqui,
a Ana e o Rafael vão ler Provérbios 31.
Pode lender.
>> Mulher virtuosa, quem a achará? O seu
valor muito excede de finas joias.
O coração do seu marido confia nela e
não haverá falta de ganho. Ela lhe faz
bem e não mal todos os dias da sua vida.
Busca lã e linho e de bom grado trabalha
com as mãos.
É como navio mercante
de longe traz o seu pão
e ainda noite e ela já se levanta e dá
mantimento à sua casa e tarefa a suas
servas. Ela examina uma propriedade e
adquirira,
>> planta uma vinha com a renda do seu
trabalho, cinge os lombos com a força e
fortalece os seus braços.
Ela ela percebe o seu ganho é bom. A sua
lâmpada não se apaga de noite. Estende
as mãos ao fuso, mãos que pegam na roca.
Abre a mão aos aflitos e ainda estende
aos necessitados.
Quanto à sua casa, não teme a neve, pois
todos andam vestido de lã escarlate. Faz
para si cobertas, vestete de linho fino
e de púrpura. Seu marido é estimado
entre juízes quando se assenta aos
anciãos da terra. Ela faz roupas de
linho fino e as vende. Ela fornece
cintas aos comerciantes.
A força e a dignidade são seus vestidos
e quanto ao dia de amanhã, não tem
preocupações. Fala com sabedoria e a
restão da bondade está na sua língua.
Cuida do bom andamento da sua casa e não
come o pão da preguiça. Seus filhos se
levantam e a chamam de bem-aventurada.
Seu marido a louva, dizendo: "Muitas
mulheres são virtuosas no que fazem, mas
você supera todas elas. Enganosa é a
graça e vã é a formosura, mas a mulher
que teme ao Senhor, essa será louvada.
De a ela o fruto das suas mãos e que dê
público as suas obras a louvem."
>> Então eu peço que todas as mães fiquem
de pé. Ah, eu peço que o pastor Daniel
faça uma oração pelas mães, por favor, e
depois as mães de pé vão receber um
presente de cada criança, tá? Então,
todas as mães fiquem de pé, pastor
Daniel vai orar por vocês. E aí depois,
crianças, ó, todas as mães têm que
receber um presente, tá bom? Vamos orar,
então.
Ó Deus bendito, quando o Senhor criou a
mulher, o Senhor disse que o homem
precisava de uma auxiliadora.
E esse é o maior de todos e aquilo que
sem a mulher é impossível de acontecer,
a maternidade.
Obrigado porque o Senhor deu às mulheres
a esse grande privilégio e podemos ver
nisso, ó Deus, a tua boa mão. E oramos
pela vida de cada uma delas, rogando que
o Senhor use essa bênção que é a
maternidade, para que possa também com
ela mostrar do teu amor, muitas vezes
comparado nas Escrituras como o amor da
mãe para com seus filhos. Oramos, ó
Deus, assim pedindo que o Senhor
abençoe, guarde e dirija cada uma dessas
mães hoje aqui representadas. Oramos em
nome de Jesus. Amém. Deus abençoe,
irmãs.

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