🔴 Culto Matutino | 17/05/2026 (9h) – Rev. Allen Porto
16/05/2026
🔴 Culto Matutino | 17/05/2026 (9h) – Rev. Allen Porto
MAIS INFORMAÇÕES
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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)
Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001
Legendas automáticas:
Ah! >> [música] [música] >> Ah! Ah! >> [música] >> Ah! Ah! >> [música] >> Ah! Ah! >> [música] >> Ah! Ah! >> [música] >> Ah! Ah! >> [música] >> Ah! Ah! >> [música] >> Ah! Ah! >> [música] >> Ah! Ah! >> [música] >> Ah! Ah! >> [música] >> Ah! Ah! >> [música] >> Ah! Ah! >> [música] >> Ah! Ah! >> [música] >> Ah! Ah! >> [música] >> Ah! Ah! >> [música] >> Ah! Ah! >> [música] >> Ah! Ah! >> [música] >> Ah! Ah! >> [música] [música] >> Bom dia meus irmãos, sejam bem-vindos a mais um culto da Igreja Presbiteriana de Santo Amaro. É bom estar na casa de Deus, é bom estar em paz com Deus, nem todos que estão na casa de Deus estão em paz com Deus por diversas razões mas acima de tudo é importante sermos lembrados do motivo porque estamos aqui do motivo porque Deus nos quer aqui. Vejam só as palavras do Salmo 135 e eu convido os irmãos para que leiam de forma responsiva comigo eu lerei os versículos ímpares e na sequência os irmãos lerão os versículos pares. Diz assim a palavra de Deus: Aleluia! Louvem o nome do Senhor. Louvem-no vocês servos do Senhor. Louvem o Senhor porque o Senhor é bom. Cantem louvores ao seu nome, porque é agradável. De fato, eu sei que o Senhor é grande e que o nosso Deus está acima de todos os deuses. Faz subir as nuvens dos confins da terra, faz os relâmpagos da chuva, faz sair o vento dos seus reservatórios. É isso que o Senhor faz e tem feito ao longo dos séculos, por isso ele é digno da nossa adoração. Coloquemo-nos de pé então, meus irmãos, e louvemos esse Deus que tem cuidado de nós e é digno da nossa adoração. Cantai ao Senhor [canto] um cântico [música] novo, cantai [canto] ao Senhor todas as [canto] terras, cantai ao Senhor, [música] bendizei o seu [canto] nome, proclamai a sua salvação, >> [música] >> anunciai entre as nações [música][canto] a sua glória, entre [canto] todos os povos, as suas maravilhas. >> [música][canto] >> Porque grande é o Senhor e muito digno de ser [música][canto] louvado, mais temível do que falsos [música][canto] deuses. Glória e majestade estão diante dele, [música] força e formosura [canto] no seu santuário. [música] Glória e majestade estão diante [canto] dele, força e >> [música] >> formosura no seu santuário. >> [música] [música] >> Cantai [canto] ao Senhor um cântico novo, [música] cantai [canto] ao Senhor todas [música] as terras, cantai >> [canto] >> ao Senhor, bem dizei o seu nome, >> [música] >> proclamai a [canto] sua salvação. Anunciai entre as nações >> [música] >> a sua glória, entre todos os povos, as suas [música] maravilhas. Porque grande é o Senhor e muito digno de ser louvado, >> [música] >> mais temível do que falsos deuses. Glória e majestade >> [música] [canto] [música] [canto] [música] [canto] >> Ó Deus bendito, o Senhor é quem nos faz cantarmos um cântico novo a cada manhã, porque o Senhor renova as tuas misericórdias e o fato de estarmos aqui nesta manhã é fruto da tua misericórdia, da tua bondade. O Senhor nos concede vida, o Senhor nos guia em teus caminhos, o Senhor também nos repreende quando afastamo-nos dos teus caminhos, o Senhor nos sustenta, o Senhor nos perdoa e tudo isso, ó Deus, não somente conosco. A tua palavra nos mostra que o Senhor tem feito isso com o teu povo ao ao longo dos séculos e a história também tem nos mostrado que o Senhor tem feito grandes coisas ao longo dos nossos dias. Portanto, hoje pela manhã, quando nos reunimos aqui como povo teu, queremos que a nossa adoração chegue até a tua presença, ó Deus, como um motivo genuíno da do nosso reconhecimento de quem tu és, daquilo que o Senhor faz e acima de tudo por aquilo que o Senhor teu filho fez e é por meio daquilo que ele fez que temos acesso a ti, temos paz contigo, ó pai. Portanto, ajude-nos a neste momento de culto sermos transformados pela tua palavra, por tudo o que faremos e falaremos aqui nesta manhã. Nós oramos e fazemos todas essas coisas em nome do teu filho Jesus. Amém. Os irmãos podem se assentar. Meus irmãos, a palavra de Deus diz que, de forma inequívoca, todos nós somos pecadores. E não pecamos assim apenas de um modo pontual, casual. À luz da interpretação mais profunda que é oferecida pelo Catecismo Maior de Westminster, nós podemos perceber que quebramos todos, absolutamente todos os mandamentos da lei de Deus. Justamente porque pecamos por pensamentos, palavras, ações, omissões, intenções. E para ilustrar isso, a pergunta 119 do nosso Catecismo traz uma referência ao quarto mandamento do Decálogo e diz: "Quais são os pecados cometidos, proibidos no quarto mandamento? Quais são os pecados proibidos no quarto mandamento?" E a resposta que nos é oferecida ali, vejam bem, é: "Os pecados proibidos no quarto mandamento são: toda omissão dos deveres exigidos. Toda realização descuidosa, negligente e sem proveito. E o ficar cansado deles. Toda profanação desse dia por ociosidade e por fazer aquilo que é em si pecaminoso. E por todas as obras, palavras e pensamentos desnecessários acerca de nossas ocupações e recreios seculares. E só para deixar claro a aos termos desse mandamento que se refere o catecismo, Êxodo capítulo 20, do verso 8 ao verso 11, traz então: "Lembre-se do dia de sábado para o santificar. Seis dias você trabalhará e fará toda sua obra, mas o sétimo dia é o sábado dedicado ao Senhor seu Deus. Não faça nenhum trabalho nesse dia, nem você, nem o seu filho, nem a sua filha, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu animal, nem o estrangeiro das suas portas para dentro. Porque em seis dias o Senhor fez os céus e a terra, o mar e tudo que neles há. E ao sétimo dia descansou. Por isso o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou. Nada mais apropriado do que trazermos esta lembrança no dia do Senhor, no domingo, em que nós somos chamados, convidados a descansar em Deus, em Cristo. E agora, meus irmãos, nós também teremos a oportunidade de confessar as nossas faltas, as nossas transgressões diante Deus, recebendo o seu cuidado restaurador. Convido os irmãos então para que façamos orações eh silenciosas. No devido momento eu também quebrarei o silêncio. Oremos. Senhor, a tua palavra nos informa que tu és o grande Deus sobre a face da terra, o Senhor todo-poderoso, santo, perfeito, que nos concede tudo o que é necessário. Nós, entretanto, ó Pai, mesmo tendo sido criados à imagem e semelhança do Senhor, transgredimos a tua lei, desobedecemos à tua vontade revelada, sofremos, então, as consequências do nosso próprio pecado e somos conclamados pela tua palavra a nos arrependermos e a colocarmos diante do Senhor, não apenas, ó Pai, a sujeira do nosso coração, mas também expressarmos a confiança no caminho, na solução que o Senhor nos apresenta, que não são as nossas soluções. Nós cremos, ó Pai, que em Cristo Jesus podemos e temos sido perdoados pelo Senhor. Em Cristo Jesus temos recebido a tua misericórdia, o toque transformador que, de fato modifica o nosso caráter, a nossa cosmovisão, a nossa vida. Nós pedimos que o senhor manifeste a tua graça nesse momento sobre cada servo teu que aqui se encontra. Que o senhor ouça as nossas orações, as nossas súplicas. Que o senhor nos atenda, estenda a tua mão bondosa e nos santifique, nos faça andar no caminho da retidão, nos faça dizer não ao pecado, ó pai, em meio às tentações que nós sofremos. E que nós sejamos livres, inclusive da tentação de buscar solução em nós mesmos. Que nós venhamos a entender, ó pai, que somente em Jesus Cristo temos o nosso descanso perfeito. Que assim, ó pai, então entreguemos as nossas vidas aos teus cuidados. Com a esperança de que o senhor faz tudo aquilo que nós não podemos por nós mesmos realizar. Obrigado pelo privilégio de estar na tua casa. Obrigado pelo pelo privilégio de guardar o domingo do senhor, de nos reunir como povo teu em torno da tua palavra, de sermos edificados pelo senhor. Certamente o senhor haverá de fazer isso mais uma vez. Por isso nós agradecemos e oramos em nome e para glória de Jesus Cristo, nosso único e suficiente senhor, salvador e mediador diante do pai. Amém. Vamos ficar de pé, irmãos. Vamos continuar louvando o senhor e agora já com a certeza do seu perdão. >> [música] [música] >> Firme >> [música] >> seja minha alma e [música][canto] sem temor, ainda que haja >> [música][canto] >> ventos amanhã. Deus contigo está [música][canto] e toda >> [música] >> lágrima >> [canto] >> se tornará mais bela em seu >> [música] >> lugar. Deus, tu és [música] meu Deus e certo estou de encontrar >> [canto] >> nos [música] braços teus. Dá-me >> [música][canto] >> tua paz >> [canto] >> e o meu espírito descansará >> [música] >> somente [música][canto] em ti. >> [música] [música] >> Vem >> [música] >> semear >> [canto] >> minha alma e não te negues >> [música] >> a dor [canto] que ainda possa acontecer. Enche >> [música] >> de esperança, amor e fé [música] a habitação de um coração vazio. >> [música] >> Deus, tu >> [canto] >> és meu Deus >> [música] >> e certo estou de encontrar [canto] nos >> [música] >> braços teus, >> [música] >> dá-me tua paz >> [música] >> e o meu >> [canto] >> espírito descansará. Somente [música][canto] em ti. Firme >> [música] >> em minha [canto] alma e sem deixar o ensino [música][canto] dos caminhos do Senhor, dá-me >> [música] >> a esperança em seu amor. Enfim, minha vida sem o meu Jesus. >> [música] >> Tu és meu Deus e certo >> [música] >> estou de me encontrar nos braços >> [música][canto] >> teus, dá-me >> [música] >> tua paz e o meu [canto] espírito descansará. >> [música] >> Deus, >> [canto] >> tu és meu Deus e certo estou de [canto] me encontrar nos braços >> [música] >> teus, dá-me >> [canto] >> tua paz >> [música] >> e o meu espírito descansará. [canto] >> [música] >> Somente em ti. >> [música] [música] >> Um pendão [canto] real vos entregou o rei, a vós soldados seus. Corajosos, [música][canto] pois em tudo defender, marchando >> [música][canto] >> para os céus. Com valor, sem temor, por [música] Cristo prontos [canto] a sofrer. Vede ao guerreiro seu pendão, firme >> [canto][música] >> sempre até morrer. Espalmados a [música][canto] ferir e desatar nós do grande usurpador. Revelai-vos [música][canto] hoje grandes campeões, avante >> [canto] >> sem temor. Com valor, sem [música][canto] temor, por Cristo prontos a sofrer. Vede >> [música][canto] >> ao guerreiro seu pendão, firme sempre até [música][canto] morrer. Quem receio sente no seu coração, que fraco >> [música] >> se mostrar, não receberá o eterno galardão que Cristo tem que dar. >> [música] >> Com valor, [canto] sem temor, >> [música] [canto] [música][canto] [música] [canto] [música] [canto] [música] [canto] [música] [canto] [música] >> Amém. Os irmãos podem se assentar. Está conosco hoje, irmãos, o reverendo Allen Porto. Ele falou para a mocidade ontem. Allen é um grande amigo e eu estive na igreja dele em Barretos ainda esse semestre, né? Foi esse semestre, né? Ah, e ele é colega no lá no centro de pós-graduação Andrew Jumper lá no Mackenzie. Eu já conheço o Allen desde quando ele morava ainda em São Luís do Maranhão. É um prazer tê-lo conosco aqui e que Deus abençoe, Allen, a sua palavra aqui entre nós. Bom dia, irmãos. Deixa eu ver se está tudo ligado aqui. Acredito que sim. Quero convidar vocês a abrir a palavra do Senhor em Gênesis, capítulo 2. >> [roncando] >> Enquanto você abre, eu quero agradecer o convite e a oportunidade de estar aqui com vocês. Para mim é uma honra, reverenda, a podermos desfrutar desse tempo juntos na adoração ao nosso Deus e meditando na palavra do Senhor. Nós vamos ler Gênesis, eh, capítulo 2 do versículo 1º até o versículo 3. E a palavra do Senhor nos diz assim, Gênesis 2, do verso 1º até o verso 3. Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E havendo Deus terminado no dia 7º a sua obra que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia 7º e o santificou, porque nele descansou de toda a obra que, como criador, fizera. Essa é a palavra do Senhor. Vamos orar? Ó Deus bendito, te agradecemos porque na tua infinita bondade o Senhor nos permite ser reunidos e congregados como teu povo para responder à tua santa convocação e nesse dia ouvirmos a tua palavra, a tua voz e vermos a aliança renovada diante de nós. Senhor, agora com a tua palavra aberta diante de nós, suplicamos graça para que não apenas a tua palavra esteja aberta, mas o nosso coração também. E para que assim, ó Deus, sejamos tratados e pastoreados pelo Senhor. Fala conosco por amor do teu nome. Edifica-nos, transforma-nos, direciona-nos, reorienta os nossos desejos e a nossa direção e assim glorifica o teu nome no meio do teu povo. Nós pedimos em nome de Jesus. Amém. Quando foi a última vez que você verdadeiramente descansou? Não estou falando aqui de simplesmente parar um pouquinho, 5 minutinhos para respirar ali enquanto você está aguardando o metrô ou o o elevador. E nem estou falando daquela ocasião em que você senta no sofá, ah, abre o celular e fica girando a tela, eh, para cima. Estou falando de uma experiência de descanso real, coração quieto, sem culpa, sem uma lista mental de pendências e sem aquela sensação opressora de você tinha que estar fazendo alguma outra coisa. Quando foi a última vez que você experimentou isso? Para muita gente essa é uma pergunta difícil de responder. Nós estamos em uma cultura que confunde produção com valor, performance com identidade. E assim, se você não está ocupado com alguma coisa, você está errado. O descanso virou ou um luxo ou uma fraqueza ou um privilégio para poucos. E quando nós finalmente paramos, nós não sabemos muito bem o que fazer e nem sabemos como responder a isso. No entanto, Gênesis, capítulo 2, especialmente nesse trechinho que nós lemos, nos leva a uma descoberta e uma percepção surpreendente em vários sentidos. Antes de qualquer lei, antes do Sinai, antes dos mandamentos, antes de tudo isso, Deus fez algo que a nossa cultura mal consegue imitar. O nosso Deus descansou. E ele não apenas descansou, como abençoou esse descanso e o declarou como um descanso santo. Mas o que é que isso significa? O que é que Deus está dizendo para nós aqui? E de que formas essas verdades tocam o nosso coração e reorientam a nossa vida e as nossas escolhas no dia a dia? Nós vamos descobrir aqui que esse texto não é uma mera nota de rodapé no final de semana da criação. É uma chave para entender o próprio plano de Deus para o seu povo, para a vida humana. E para entender como é que o próprio Deus define trabalho, tempo, adoração e o descanso que o nosso coração tanto busca. Mas para você entender bem o que está acontecendo aqui, você precisa lembrar qual é o contexto. Gênesis 2, de 1 a 3, está trazendo para a gente uma espécie de cena final no relato da criação que inicia no capítulo primeiro. E nós vimos ali como é que o Senhor estrutura a realidade e preenche a realidade com a sua graça, com a sua glória e com a sua beleza. Deus prepara os ambientes nos dias 1, 2 e 3 e Deus preenche os ambientes nos dias 4, 5 e 6. E algo interessante de perceber no relato ah desta criação é que o Senhor Deus estabelece um ritmo próprio e uma postura própria diante do seu trabalho. Ao final de cada dia, com exceção do segundo dia, nós temos a descrição e viu o Deus que era bom. Interessante notar isso. Após um dia de trabalho, o Senhor Deus para, contempla e desfruta. Essa já é uma primeira pista e um primeiro desafio para nós, que muitas vezes não conseguimos simplesmente parar, contemplar e desfrutar. Tem sempre um novo projeto, uma nova demanda, uma nova crítica e mais alguma coisa para fazer. Deus cria o mundo com sabedoria, com beleza, com criatividade, com graça. Mas ao final desse relato, agora entrando no sétimo dia, o texto nos diz que o Senhor Deus contemplou que tudo que havia feito era muito bom e entrando no sétimo dia, ele descansa da sua obra e abençoa o sétimo dia e santifica. A descrição do que Deus faz agora no sétimo dia não é uma descrição aleatória para dizer simplesmente acabou. O modo como Moisés registra e nos apresenta a decisão de Deus ao final do seu movimento criacional é também um ensino teológico precioso que eu e você precisamos entender, assimilar e modelar em muitos sentidos. Se você deseja resumir o ensino desse texto em uma frase, a gente pode resumir da seguinte forma: Ao descansar no sétimo dia, Deus nos ensina a estrutura, o modelo e o propósito do nosso próprio descanso. Ao descansar no sétimo dia, Deus nos ensina a estrutura, o modelo e o propósito do nosso próprio descanso. E em tudo isso, ele está apontando para nós o fato de que o descanso maior só pode ser encontrado nele. Mas eu quero trabalhar com vocês, então, essa estrutura, eh, nesses três blocos. Quando Deus descansa no sétimo dia, ele nos ensina a estrutura, modelo e propósito para o nosso descanso. Eu quero olhar com vocês, então, o sábado como estrutura, o sábado como modelo e o sábado como um chamado ou como uma, como uma vocação que nós devemos atender. Observe comigo, então, esses três pontos. Primeiramente, o sábado como estrutura. Gênesis 2, 1 e 2 nos diz: "Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E havendo Deus terminado no sétimo dia sua obra que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito". O sábado apresenta aqui uma consagração do modo como Deus estruturou o tempo e o trabalho. Se você olha esse relato criacional, você vai perceber que Deus está estruturando o tempo e estruturando o trabalho em ciclos. O tempo é dinâmico, ele não é estático. E ele foi planejado por Deus para compor períodos distintos que demandam respostas distintas. Observe, por exemplo, as estações do ano. O Senhor Deus estabelece o verão. E o verão traz o calor. E ele traz certas demandas e certas respostas adequadas para esse momento específico. O inverno traz o frio. E traz outras respostas. Roupas, ah, mais grossas e uma espécie de proteção necessária para a temperatura à nossa volta. Deus estrutura as estações do ano para que elas aconteçam coordenadamente. Não só isso, Deus estrutura dia e noite. O próprio Deus trabalha durante o dia, mas à noite nós temos a descrição do encerramento do trabalho diário. Por isso, cada sessão no relato criacional termina com "houve tarde e manhã". O primeiro dia, o segundo dia, o terceiro dia e assim por diante. E a palavra que é traduzida na Almeida Revista e Atualizada para tarde pode ser traduzida como noite. Anoitecer. Deus estrutura o tempo. Estações do ano. O dia. Mas o sábado, aqui com o nosso foco, apresenta para a gente uma estrutura máxima dessa dinâmica do ciclo trabalho e pausa, trabalho e descanso. Após seis dias de trabalho, o nosso Deus descansa. E daí nós temos essa palavrinha que já passou a ser um pouco mais comum no nosso círculo cristão, não é? O shabbat. Deus estruturou o mundo em ciclos distintos. E esses ciclos envolvem a variação entre trabalho e descanso. E eu e você precisamos contemplar a obra criacional de Deus, identificar essa estrutura, o modo como Deus estrutura a realidade, para que nós abracemos e aceitemos o modo como Deus configurou o mundo, a vida, o trabalho e o tempo. Porque sempre que nós lutamos contra as estruturas de Deus ou tentamos rompê-las, nós sofremos as consequências disso. Essa estrutura, por exemplo, é acompanhada de outras manifestações na criação. Os estudiosos da área da saúde, por exemplo, falam do ritmo circadiano do corpo. Ou o que é comumente chamado de relógio biológico. Você já parou para pensar que a estrutura que Deus deu para a realidade, para o tempo e para o trabalho envolve o seu próprio corpo? Por exemplo, no nosso ritmo circadiano, o nosso corpo, durante o dia ou pela manhã, produz uma substância chamada cortisol. E o cortisol, de certa forma, é aquilo responsável por nos dar um ritmo de, ah, engajamento, aceleração, intensidade, preparação para o trabalho que será desempenhado. Você não escolheu produzir cortisol. O modo como Deus configurou a realidade direciona o seu corpo, conectado ao tempo, para que durante o dia o seu corpo responda, a fim de que você se dedique aos estudos, ao trabalho, ao cuidado da casa ou a outros chamados que Deus concedeu a você. Mas quando a noite se aproxima, o dia para o trabalho, a noite é para o descanso. Deus estruturou a realidade e o seu corpo responde produzindo outra substância que em vez de engajar você, vai relaxar você e prepará-lo para o sono. O seu corpo produz melatonina. Interessante perceber, Deus estruturou leis. Ou a palavra de Deus governa a realidade de uma forma tal que o seu corpo responde ao tempo e responde ao trabalho de acordo com a estruturação desenhada pelo Senhor. O problema é que nós queremos romper isso, não é? E aí pesquisas em psicologia do trabalho tem demonstrado que os trabalhadores que não respeitam o ritmo de descanso tem uma queda significativa de produtividade, uma queda significativa de criatividade, uma queda importante de saúde emocional após esses períodos prolongados de trabalho contínuo. O nosso país é o segundo país em uma escala mundial ah, em taxas de burnout, de esgotamento. A gente só perde para o Japão. Mas é curioso pensar que aquilo que a ciência está descobrindo aí com alguma dificuldade, Deus já havia instalado na criação desde o princípio. O sábado é uma estrutura dada por Deus para o tempo. E aí você deveríamos contemplar o relato criacional, perceber essa estrutura e e e abraçá-la intencionalmente. Nós vivemos em uma cultura que descansa ou que olha o descanso como um problema, como um inimigo. O lema das pessoas à nossa volta é: "Trabalhe enquanto eles dormem". Quem descansa à toa é preguiçoso, quem para é fraco. Quem tira folga precisa se justificar. Mas o texto nos aponta uma realidade diferente. Ignorar o ritmo que Deus nos deu, o ritmo que Deus instalou, configurou na realidade, não é heroísmo, é desobediência. Tentar viver sem dormir, que você não tem tempo para isso, que dormir é um luxo, é uma tentativa de romper as estruturas providenciadas por Deus. E o seu corpo sofre, a sua alma sofre. Por isso nós precisamos aprender a considerar a estrutura, respeitar a estrutura e nos adequar à estrutura. Trabalho é bom e honroso, mas o descanso também é. Eu e você deveríamos caminhar assim. Sábado é uma estrutura dada por Deus, mas o sábado também é um modelo providenciado por Deus. Gênesis 2:1-2: "Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E havendo Deus terminado no sétimo dia sua obra que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito". Relato da criação não apenas apresenta uma configuração que Deus estabeleceu para a realidade, mas revela também um modelo praticado pelo próprio Senhor. Talvez eu e você conseguíssemos perceber a estrutura. Olhando para o nosso corpo, mais energizado pela manhã e mais cansado à noite. Talvez olhando para nossa experiência ao final de uma semana inteira de trabalho e a gente se sentindo, não é, mais, ah, mais cansado. Talvez a gente conseguisse perceber que existe uma lógica no mundo, segundo a qual ciclos de trabalho devem ser intercalados por ciclos de descanso. Mas des- Deus decidiu fazer mais do que apenas estruturar o tempo e o trabalho. Deus decidiu providenciar para nós um modelo visível, palpável, um modelo real. E assim o próprio Deus, tendo concluído o seu trabalho ao final do sexto dia, para no sétimo. Curioso pensar sobre isso, não é? Deus parando. E isso primeiramente apresenta para a gente um modelo deixado para seguirmos. Antes que a lei fosse promulgada lá em Êxodo, capítulo 20, nós já temos a realidade do descanso apresentada pelo exemplo do nosso Deus. Certamente eu e você não temos mais energia, mais força e nem mais capacidade do que o nosso criador. E por isso eu e você devemos seguir o seu modelo. Mas lembre-se, Deus não descansou porque ele estava cansado ao final de uma semana intensa. Deus não se cansa como nós. Deus poderia continuar trabalhando. Aqui ele está anunciando que a sua obra está completa. Ele está demonstrando que o descanso não está condicionado à falta, ah, de trabalho, porque em um sentido, nosso Deus depois continuou trabalhando, não é? Jesus nos diz em João 5:17: "Meu pai trabalha até agora e eu trabalho também". Deus ainda veria de sustentar o mundo pela palavra do seu poder, governar as coisas pela sua providência. Mas ele decide descansar e deixar para mim e para você um modelo. Pense em um arquiteto que projeta um edifício durante meses. E aí finalmente, quando a obra tá concluída, o último cômodo está pintado, o último parafuso foi apertado, ele não vai embora ou envergonhado, ou consumido já pelo próximo projeto que ele precisa realizar. Ele para, recua um pouco, olha o edifício e ele consegue dizer: "Tá pronto". Existe um prazer legítimo na conclusão, um desfrute daquilo que ele realizou. E foi algo parecido que o nosso Deus fez. Nosso Deus parou. E ele nos modela, ou ele nos apresenta o modelo para isso. Mas aqui novamente nós encontramos uma dificuldade. Porque nós vivemos com a sensação de que >> [roncando] >> a gente nunca terminou o trabalho, não é? Cuidado dos filhos nunca tá pronto, o projeto que você entrega nunca tá pronto, tem sempre um novo concurso para fazer, uma nova prova, uma nova posição no serviço para galgar. Ou mesmo quando você conclui alguma coisa, ela sempre vem acompanhada de críticas e críticas e reavaliações constantes de como você deveria fazer diferente. Há em nós então uma incapacidade ou uma indisposição em muitos sentidos de simplesmente entregar e de seguir o modelo do nosso criador. Uma indisposição de parar e dizer: "Tá feito". Uma recusa de seguir o modelo divino. E essa é uma forma de ansiedade disfarçada de responsabilidade. Eu só quero fazer o melhor. Eu só quero que saia perfeito. Eu só quero que saia bem executado. Nosso Deus parou. E ele modelou para nós uma postura em que nós realizamos um trabalho mas nós aprendemos a pausar também. Trabalho não é algo que fazemos quando nós não temos mais nada para fazer, irmãos. Trabalho não é algo que a gente faz quando sobra tempo. Trabalho é uma disciplina que nós seguimos de acordo com o modelo do nosso Deus. Sempre haverá demandas. Sempre haverá trabalho. Mas a pausa é uma obediência àquilo que o nosso Deus apresentou para nós. Tem uma dimensão espiritual do que a gente precisa perceber aqui também. Porque quando eu e você não paramos, não descansamos, não pausamos de certa forma nós estamos assumindo uma crença ou anunciando, ainda que não verbalmente que nós somos indispensáveis. Nós dizemos: "Se nós pararmos, o mundo para". O pastor que não consegue pausar no dia de folga e justifica dizendo: "A obra do Senhor não pode parar". Está crendo que ele é essencial e que a igreja não pode funcionar sem ele. A dona de casa ou mãe de família que diz: "Eu não posso parar em momento nenhum". "Porque senão a casa fica de cabeça para baixo". Está dizendo que sem ela, a casa não existe. O chefe de família, o pai que não pausa porque diz: "Se eu pausar, eu corro o risco de perder a posição no trabalho ou de desagradar o meu chefe, não ter o salário, não sustentar a minha casa". Está afirmando uma crença não explicitamente verbalizada de que sem ele a sua família não pode ah subsistir. Isso pode ser bem intencionado. Mas isso é um orgulho velado. O descanso é um ato de humildade. Nós reconhecemos que quem governa e sustenta o mundo é o nosso Deus e não nós. O sábado é uma estrutura providenciada pelo nosso Senhor. O tempo foi formatado e o trabalho foi desenhado por ele em ciclos. Ciclos de trabalho, ciclos de repouso. Manhã e noite. Seis dias e um dia. O sábado é uma é um ah modelo apresentado pelo nosso Senhor. O O Deus que não precisava descansar parou ao sétimo dia. Ele que não estava cansado, parou ao sétimo dia. Isso nos ensina que há um modelo a ser seguido em que eu e você podemos e devemos pausar, aprender a descansar, para perceber que o mundo gira quando nós paramos, para perceber que quem sustenta a realidade é o nosso Deus e não nós. Entender que o descanso não é um luxo ou ah aquilo que nós fazemos com o que sobra de tempo, mas é uma disciplina para o nosso coração. Mas tem um terceiro elemento para nós percebermos aqui. E um elemento do qual todos os outros decorrem, que é a percepção do sábado como uma vocação. O sábado é um chamado. Gênesis 2, versículo 3, nos diz assim: "E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou, porque nele descansou de toda obra que como criador fizera". Esse último aspecto é observar o sábado como um chamado do Senhor. Ele é estrutura, ele é modelo, mas ele é um chamado também. Alguns autores, como Peter Leithart, observam o relato da criação como a preparação do reino para a habitação do rei. Toda a sequência dos dias e obras indica essa dinâmica, segundo ele. No primeiro dia Deus prepara o ambiente de luz e trevas e no quarto dia Deus preenche esse ambiente com aqueles que vão reinar sobre as luzes e as trevas, as luzes e as trevas, os astros. No segundo dia Deus prepara o ambiente do firmamento e as águas de cima e de baixo. E no quinto dia Deus preenche esse ambiente com aqueles que reinarão sobre águas e céus, animais aquáticos e aves. No terceiro dia Deus prepara o ambiente da terra e do mar junto às plantas. E no sexto dia Deus preenche esse ambiente com aqueles que vão reinar sobre esse cenário. Os animais terrestres. Mas o sexto dia traz ainda uma habitação especial. Porque Deus preenche todo o ambiente da criação com aquele que carrega a sua imagem e aquele que dominará sobre a criação, o homem. Agora nós temos o universo preparado. Toda obra tá concluída e então chega o sétimo dia. Quando o verdadeiro e último rei se assenta sobre o trono da sua criação. E esse assentar é um descanso. Nele nós temos não apenas um modelo, como nós vimos anteriormente, mas nós temos também uma vocação. O texto bíblico aponta para nós o fato de que Deus abençoou o sétimo dia e Deus santificou o sétimo dia. Já parou para pensar sobre o que que significa isso? O dia santificado é um dia separado. Isso aponta para o fato de que esse dia é diferente de todos os outros. Esse dia representa conclusão. Representa também celebração. Representa governo e domínio. Deus o santifica porque ele é um dia próprio, um dia separado. Mas a realidade de abençoar e santificar também dão a esse dia um caráter teológico próprio, Ainda mais significativo, autores como o O. Palmer Robertson destacam para a gente que essa é a aliança de Deus com o homem. Então, talvez você já tenha ouvido falar em como nós, na tradição reformada, identificamos no pacto que Deus estabelece com o homem na criação, três mandatos criacionais. Nós temos um mandato chamado cultural. É o mandato pelo qual Deus cria o homem para dominar a terra. Ou Gênesis 2:15 nos diz, Deus coloca o homem no jardim para o cultivar e guardar. E o Palmer Robertson diz para a gente que esse mandato, ele é plasmado, não é? Ele fica concretizado na figura do trabalho. Nós temos também um mandato social. Deus cria o homem para que ele seja um ser relacional, comunitário. E isso fica plasmado, segundo o Palmer Robertson, ah, na figura do casamento. Deus cria Adão, cria Eva, estabelece o casamento entre eles. Mas nós temos também aqui um mandato chamado de mandato espiritual. O homem foi criado para se relacionar com o seu criador. Isso já está presente no fato do homem ter sido criado à imagem e semelhança do seu criador. Mas isso se torna concretizado e plasmado, segundo o Palmer Robertson, na figura do sábado. O sábado é um símbolo e uma manifestação concreta da direção espiritual que o homem segue ou que foi criado para seguir. O sábado é um símbolo do mandato de que o homem se relacione com o seu criador. Significa então, irmãos, que a natureza do sábado é uma natureza doxológica. O foco desse dia é comunhão com Deus. O foco desse dia é descanso em Deus. E o foco desse dia é adoração a Deus. O sábado é um chamado para nós contemplarmos o Senhor, descansarmos o Senhor e adorarmos ao Senhor. O rei preparou todo o universo, se assentou sobre o trono do universo e agora, nesse dia, o homem o contempla, o adora e dele desfruta. Isso também revela algo importante sobre a nossa própria experiência de descanso. Foi Agostinho que disse que nós fomos criados para Deus e o nosso coração não encontrará descanso enquanto não estiver em Deus. O sábado aponta para essa realidade. Descanso nenhum sem adoração conseguirá trazer aquela paz verdadeira ao nosso coração. Às vezes você acha que descanso é pura e simplesmente deitar na rede ou no sofá, abrir o Netflix ou alguma coisa parecida ou talvez fazer uma viagem até o litoral e conseguir colocar o pé na areia. E veja, todas essas coisas são ótimas e são bênçãos de Deus. Mas existe uma dimensão do descanso que só pode ser obtida quando nós estamos diante do nosso criador. Talvez todos vocês já tenham experimentado algo nesse sentido. Você está muito cansado de um ano inteiro de trabalho e você diz: "Eu preciso tirar férias". E então você planeja uma viagem de férias com a sua família. Vocês vão para o litoral, sei lá, Ubatuba, Praia Grande, aquilo que funciona melhor para você, Riviera, né? Ah. E então organiza toda a família e vai todo mundo e vocês conseguem passar alguns dias lá. Mas o que você esperava como a sua grande fonte de descanso não sai exatamente como esperado. Porque você retorna com a sua família e parece que você está mais cansado do que quando você saiu. E aí você retorna de férias precisando tirar férias das férias. Mães e pais de filhos pequenos sabem que férias, férias, nesse sentido completo, você não tem, não é? É que o nosso descanso não está simplesmente em conseguir esticar as pernas. Tem algo conectado ao nosso coração que diz respeito a esse chamado do sábado que aponta para um descanso mais profundo quando nós desfrutamos do nosso criador. Aliás, é aqui que nós precisamos fazer uma conexão teológica importante na lógica e na história da redenção. Os adventistas, por exemplo, insistem que o dia de descanso obrigatório é o sábado. Eles confundem o termo shabbat com o nome do dia. Eles estão presos ao nome do dia e assim eles perdem a lógica na história da redenção. Na antiga ordem, nós trabalhávamos seis dias esperando pelo dia de descanso. Então, talvez, se você quiser colocar nos termos da discussão contemporânea, a lógica da antiga aliança era a escala seis por um. Seis dias de trabalho para um dia de descanso. Mas então chegou a plenitude dos tempos. Na plenitude dos tempos, nós temos a obra da redenção. Ou a recriação estabelecida pelo nosso Deus por meio de Cristo Jesus. Jesus realiza a obra perfeita no lugar do seu povo. Jesus afirma: "Está consumado". E agora com a conclusão da sua obra perfeita, Jesus nos faz entrar no descanso do seu pai, como Hebreus 4 nos ensina. Cristo ressuscita no primeiro dia da semana. E agora esse dia passa a ser o dia separado para comunhão, desfrute, celebração e descanso no Senhor. O povo de Deus passa a se reunir no primeiro dia da semana, é o que a Bíblia nos diz em Atos capítulo 20 versículo 7 ou em 1 Coríntios capítulo 16 versículo 2. E agora a lógica muda. A nossa escala de trabalho, teologicamente falando, não é mais seis por um, agora nossa escala é um para seis. Nós entramos no descanso providenciado pelo nosso Salvador. E agora nós somos chamados para seis dias servindo a Deus a partir daquilo que recebemos dele em sua graça bendita. Mas o ponto fundamental aqui, irmãos, é que o centro do dia do Senhor é o descanso em Cristo. E o centro desse descanso em Cristo é a adoração ao Senhor. Imagina que você foi convidado para um banquete. Você chega no lugar da festa, a mesa tá preparada, o anfitrião está presente, a comida é farta. Mas enquanto estão todos ali em torno da mesa desfrutando daquele banquete, você pega um pratinho, prepara ali a sua comida, e você vai para um corredor isolado. Você vai comer ali pensando nas reuniões da segunda-feira, nos boletos que você tem que pagar na terça, nos e-mails que você tem que responder, nos projetos que você tem que a encaminhar e tocar. Você está tecnicamente presente na festa, mas você não tá realmente presente ali. Você não está desfrutando, você não está em comunhão, você não está em celebração real. E muitas vezes, irmãos, é isso que nós fazemos no dia do Senhor. Nós estamos aqui, tecnicamente presentes, mas a nossa mente está em outro lugar. Tá no boleto, no projeto, no e-mail, no Enem, no concurso. O culto vira uma obrigação cumprida, mas deixa de ser um banquete desfrutado. E infelizmente, nós saímos tão exaustos quanto entramos, porque nós não desfrutamos do descanso preparado por Deus para nós. O sábado é um chamado, é um convite do nosso criador para nós contemplarmos a sua beleza, adorarmos o seu santo nome e termos o nosso coração descansado das suas angústias e tensões aos pés daquele que realizou todas as coisas segundo a sua bondade e que nos livrou da condenação eterna. O centro do descanso é adoração e por isso nada é mais importante do que o culto público. Nenhum projeto, nenhum e-mail, nenhuma tarefa adicional, nenhum jogo de futebol, nenhuma soneca, nenhum aniversário, nada pode competir com a adoração ao rei do universo. E o dia do Senhor não é simplesmente ir à igreja, é um ritmo semanal de reorientação, deixar o mundo de lado e lembrar quem você é, de quem você é, para onde você está indo. O dia do Senhor e o descanso do Senhor é um antídoto contra a correria que nos consome. Sábado é estrutura. Sábado é modelo. Sábado é vocação. Gênesis 2 foi escrito para um mundo que se cansava de uma forma diferente. Trabalho era na terra e no gado. Mas ele fala com igual clareza para o nosso mundo. O O que se cansa com e-mails, reuniões, prazos, notificações, performance constante. O esgotamento na nossa época tem um nome clínico, né? Burnout. Mas ele tem uma causa mais antiga. E essa recusa de viver dentro da estrutura de Deus. Quando nós tratamos o tempo como tempo somente de produção, quando nós não pausamos, quando nós descansamos, ah, não na realidade, mas apenas, é, fingindo que descansamos, continuando estimulando, ah, o nosso cérebro e a nossa mente, nós quebramos algo fundamental na ordem estruturada por Deus. Muitos de nós não conseguem descansar porque no fundo não confiam. Não confiam que Deus cuida. Não confiam que o mundo funciona sem, ah, nossa presença constante. E assim vivemos de ansiedade em ansiedade, embora nós tenhamos dado outro nome para isso, responsabilidade, perfeccionismo, preocupação ou algo assim. Mas o dia do Senhor é um ato de fé semanal. É dizer com corpo e com coração: "Eu paro porque Deus continua. Eu descanso porque Deus governa. Eu adoro porque Deus é Senhor e Ele é digno". Por isso eu quero desafiar você, irmão, ah, observando o relato da criação, reconsiderar os seus caminhos e pensar em algumas decisões práticas para sua semana. Talvez você precise responder para si mesmo. Você tem descansado de verdade? De verdade? Não só dormido aqui e ali. Mas você tem aprendido a parar? Com o coração quieto, sem culpa, sem lista mental. Nós estamos em uma sociedade tão corrida que hoje em dia a gente nem sabe mais como é que se descansa. Então se você deseja uma dica, eu vou trazer para você algo que uma vez eu ouvi o pastor Tim Keller falando e achei muito interessante. Ele diz o seguinte: No nosso tempo de descanso, pelo menos três coisas a gente poderia fazer que vão vão trazer bem a nossa alma. A primeira delas é adoração. Porque o significado último do descanso é o nosso descanso em Cristo Jesus. Então no seu dia de descanso e no seu tempo de pausa, separe um tempo para estar na presença de Deus. Levar a Deus o seu cansaço, levar a Deus as suas preocupações, levar a Deus as suas angústias. Mas também agradecer a Deus por aquilo que foi realizado. Entregar a Deus o trabalho das suas mãos. E descansar em Deus, adorando ao Senhor, porque ele sustenta o mundo quando você para. Mas além da adoração, Tim Keller diz: Nós precisamos aprender a fazer ah fazer nada. O termo que ele dá lá em inglês para isso é inactive, né? É ficar é na inação. E muitas vezes, simplesmente não ter agenda, simplesmente esticar os pés, deitar numa rede, sentar na cadeira de praia, sem agenda, sem projeto, sem cronômetro, pode trazer um senso de calma e paz pro seu coração. Eu tenho que confessar o meu próprio pecado, por vezes pra mim é muito difícil encarar isso como uma disciplina. Adoração e inação. E um terceiro movimento que o Tim Keller sugere e assim a gente também pode combinar isso com algo que o que o ah, David Murray fala pra gente, é que nós podemos fazer algo fora da nossa vocação no nosso tempo de descanso. O David Murray coloca nesses termos: aqueles que trabalham com a mente podem descansar com o corpo. E aqueles que trabalham com o corpo podem descansar com a mente. Então, se o seu trabalho é braçal e aí durante a semana você faz um trabalho intenso com o seu corpo, talvez no seu dia de descanso você possa pegar um livro pra ler ou assistir um filme, ou ter algum outro tipo de ah, desfrute nesse sentido, dando o devido descanso pro seu corpo. Se o seu trabalho é mental ao longo da semana, lendo materiais, preparando relatórios, participando de reuniões e coisas assim, então talvez no seu tempo de descanso você possa descansar com o corpo. Homens podem brincar de marcenaria, ah, mulheres podem, ah, desfrutar artes plásticas e outras coisas assim, ah, exercícios em culinária sempre podem ser feitos, cuidar, eh, do seu jardim, ah, ou de plantas, todas essas são atividades braçais que podem trazer um descanso para nossa mente. Você tem descansado de verdade? Não sei como descansar, tá aí uma dica de três movimentos possíveis. Além disso, o dia do Senhor tem sido o dia do Senhor para você? Ou ele é só mais um dia como todos os outros para você realizar as coisas da sua vida sem parar? No máximo você vem até a igreja no domingo pela manhã, bate o seu ponto e aí quando você sai da igreja, você já sai com uma lista de atividades para realizar. Os mesmos e-mails que você tinha que responder durante a semana, os mesmos contatos profissionais, as as mesmas atividades dentro da casa, as mesmas demandas. O dia do Senhor é um dia de deleite, de descanso, de celebração, de comunhão e de pausa. É dia do Senhor ou é seu dia? Que que você precisa reorganizar na sua semana para honrar o ritmo que Deus criou? Muitas vezes a nossa correria é resultado da nossa falta de planejamento. Nós não conseguimos estabelecer tempos sabáticos durante a semana e nem conseguimos descansar no dia do Senhor porque nós planejamos mal. E assim acumulamos tarefas e vivemos então apagando incêndios porque assumimos mais coisas do que deveríamos ter assumido ou porque não a organizamos adequadamente o nosso tempo e porque também ficamos nas redes sociais e distrações quando deveríamos estar trabalhando. Talvez a reorganização da sua rotina pode permitir que você tenha os devidos ciclos respeitados, trabalho e descanso. Você consegue dizer "Está feito" "E isso é bom" sobre o seu trabalho? Ou a ansiedade prende você em um ciclo constante de avaliação, crítica e uma demanda constante que nunca permite que você se desapegue daquilo que está fazendo? Finalmente, o culto é para você um banquete ou é uma obrigação? E se é uma mera obrigação, o que é que está faltando? O que é que pode ser feito em termos de preparação do seu coração, reorganização do seu imaginário, para que você esteja aqui no dia do Senhor, junto ao povo do Senhor, entendendo que você está desfrutando do banquete do cordeiro, do descanso que Cristo providenciou, entrando na semana, ah, habitando o descanso conquistado por Jesus, para então poder servir ao Senhor, não para conquistar qualquer coisa, mas porque ele foi oferecido por Deus essa realidade. Existe uma pergunta que esse texto levanta. Quando a gente contrasta isso com a nossa vida. Se o descanso é tão fundamental, por que é que é difícil encontrar e experimentar? Isso está entre o que aconteceu de Gênesis 2 para Gênesis 3. O homem foi criado para descansar em Deus, mas ele escolheu se afastar do Senhor. E desde então o descanso verdadeiro escapa de nós. Nós buscamos essa plenitude, esse descanso da alma em diversas coisas da ordem criada. Buscamos no trabalho, mas ele não é suficiente. Buscamos nas férias e então voltamos tão cansados quanto fomos. Nós buscamos na diversão, nas redes sociais, na acumulação, no sucesso, no dinheiro, mas o coração continua irrequieto. Agostinho sabia disso há séculos. E talvez você saiba disso também. Mas Gênesis 2 aponta para algo além de si. Aponta para alguém. De certa forma, existe um outro sétimo dia na Bíblia. Não em Gênesis, mas nos evangelhos. O dia em que Cristo, depois de ter realizado a obra que o pai lhe dera, depois de ter suportado a cruz, depois de ter suportado o abandono, depois de ter experimentado, eh, a humilhação pública e agora, diante da morte, descansa no túmulo. A obra estava concluída. "Está consumado", foram suas últimas palavras. E então nós temos o silêncio do sábado. Mas nós chegamos ao primeiro dia da semana. O dia que a tradição cristã chama de o dia do Senhor. E no primeiro dia da semana, Jesus ressuscita. Com a sua redenção, ele inaugura um novo começo e uma nova criação. E ele nos convida para um descanso que nenhum sábado de Gênesis poderia dar plenamente. O descanso do pecado que foi perdoado, da morte que foi vencida, o descanso do coração que é reconciliado com Deus. E agora é o Senhor Jesus quem nos convida e diz: "Venham a mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei". Esse é o convite do dia do Senhor, irmãos. Não é um convite simplesmente para você cumprir meros rituais e obrigações da religião. É um convite para habitar o tempo com intencionalidade na presença do Senhor. Descansar diante de Cristo. Se você ainda não conhece esse descanso, ele tá disponível. Não pelo seu esforço. Não pela sua correria ou pela sua performance, mas pela obra completa de Cristo. Venha até Cristo. Esse é o sábado que o coração humano sempre necessitou. E para você que já conhece Jesus, esse é um lembrete para que você considere o fato de que você já foi comprado, já foi liberto e você é chamado para descansar no rei. Esse é um convite e uma antecipação do descanso eterno que nos aguarda, quando finalmente na nova criação o rei reinará sobre tudo e nós o contemplaremos face a face, sem pressa, sem ansiedade, sem lista de tarefas, sem correria. Até que esse dia chegue, nós continuamos convidados a desfrutar do descanso do Senhor e trabalhar na obra do Senhor para a glória do Senhor, com o coração descansado e aliviado em Deus. Que o Senhor Deus nos nos conceda esse coração que aprendeu a pausar e descansar nele. Vamos orar? Ó Deus bendito, queremos te agradecer porque o Senhor providencia um dia para que o teu povo tenha comunhão contigo e veja o pacto renovado. Um dia que nos lembra, ó Deus, que não é a nossa performance que garante a nossa identidade, o nosso lugar, o nosso sucesso, a nossa segurança. Um dia que nós somos lembrados, ó pai, que quando nós paramos, o Senhor continua fazendo o mundo girar. Um dia em que nós somos lembrados que o propósito último da nossa existência não é atingir o nosso sucesso ou viver para nós mesmos, mas glorificar ao Senhor. E é assim que nós queremos contemplar essas realidades e pedir a tua graça para entendermos, ó Deus, o sábado como estrutura e assim aceitarmos e abraçarmos essa estrutura com intencionalidade. Entendermos o sábado como modelo e assim olhando para o nosso criador, nós também aprendermos a pausar. E acima de tudo, olharmos para o dia do Senhor, olharmos para o sábado como um chamado. Um chamado para vida contigo, para o deleite no Senhor e para o descanso no Senhor. Ó Deus, o Senhor sabe quantos aqui tem uma rotina de vida e um coração que anda esgotado, ansioso, dominado pelas preocupações e pela correria. Quantas mães aqui estão esgotadas e cansadas no cuidado dos seus filhos e da sua família. Quantos chefes de família e pais andam preocupados e cansados porque pensam que não podem parar senão a sua família ficará descoberta, desprovida. Mas então nós contemplamos o Senhor, o amado da nossa alma e o sustentador da nossa vida. E nós queremos pedir ao Senhor que se revele a nós, abrindo os olhos do nosso entendimento e do nosso coração para percebermos que existe paz na tua presença e que nós podemos e devemos pausar diante do Senhor, porque o Senhor cuida de nós. Entendendo que a nossa identidade não está na nossa performance, mas no fato de termos sido amados pelo Senhor e chamados pelo Senhor de filhos. Assim suplicamos ao Senhor, ó Deus, reorienta o nosso senso de identidade e o nosso senso de propósito. E ao fazer isso, reorienta o nosso senso de ritmo para aprendermos a andar mais e correr menos e para aprendermos a pausar, especialmente no dia do Senhor para celebrarmos aos teus pés e renovarmos o nosso coração na tua presença. Restaura-nos a todos nós que andamos cansados e esgotados na certeza da tua salvação, da tua justificação, da tua adoção. E assim glorifico o teu nome em permitir que vivamos com saúde e com alegria diante do Senhor, no meio do mundo. Nós pedimos em nome de Jesus. Amém. Meus irmãos, nós vamos agora trazer os nossos dízimos e ofertas enquanto cantamos esse cântico. É, isso lembrando, esse cântico, né, que é hã, primeira Crônicas 29. Eu já falei sobre isso aqui, mas eu queria falar sobre um outro detalhe desse episódio. Já falei que quando esse cântico ou a letra desse cântico foi composta por Davi, o povo de Israel havia acabado de trazer 170 toneladas de ouro e 340 toneladas de prata. Eles haviam colocado ali diante do altar. E aí no versículo nove, olha só o que diz versículo nove. É dito que o povo se alegrou com tudo o que fez voluntariamente porque de coração íntegro fizeram ofertas voluntárias ao Senhor também o rei Davi se alegrou com grande júbilo. Acho interessante ao relato bíblico falar isso, eles se alegraram porque fizeram isso de maneira voluntária. Às vezes eu vejo as crianças vindo aqui ao gazofilácio e eu vejo a alegria delas colocando a oferta aí e é, irmãos, de fato, algo que devemos nos alegrar. A oportunidade que Deus nos dá, as condições que ele nos dá para cooperarmos com aquilo que ele faz e especialmente a saúde que ele nos dá para trabalhar e cuidar da nossa própria vida e também a honrar a ele com os nossos dízimos e ofertas. Portanto, coloquemo-nos de pé e vamos louvar a Deus com esse cântico e aqueles que vieram preparados para isso vamos usar esse momento para, como diz o texto, alegrarmo-nos com o privilégio de poder a trazer ao Senhor os nossos dízimos e ofertas. >> [música] >> Tua, [canto] Senhor, [música] é a grandeza e o poder. [música] A honra, a vitória [música] e a majestade. [canto] O que teu é [música] tudo quanto há nos céus e na terra, teu Senhor é [música] o reino e tu te exaltaste por seres sobre [canto] tudo. >> [música] >> Tua, Senhor, é a >> [música] >> grandeza e o [canto] poder, >> [música] >> a honra, a vitória [canto] e a majestade. Porque teu é tudo >> [música] >> quanto há no céu e na terra, >> [música] >> teu Senhor é o reino e tu te exaltaste [canto] por seres sobre tudo. >> [música] >> Riquezas [canto] e glórias vêm de ti, >> [música] >> tu dominas sobre [canto] tudo, da tua mão [música] a força e o poder, contigo está >> [música][canto] >> o engrandecer e a tudo dá força. >> [música] >> Riquezas [música][canto] e glórias vêm de ti, tu dominas [música][canto] sobre tudo, da tua mão a força e poder. >> [música] >> Contigo está o engrandecer >> [música] >> e a tudo dar força. >> [canto] >> Agora pois, [música] ó >> [canto] >> nosso Deus, [música] graças te damos e louvamos [música][canto] o teu glorioso nome. Graças te damos e louvamos [canto] o teu >> [música] >> glorioso nome. Vamos orar. Ó Deus bendito, receba nossos dízimos e ofertas, testemunho da nossa fidelidade e também da nossa generosidade. Abençoe, ó Deus, as mãos e as mentes que irão administrar esses recursos para que traga glória para o teu reino, expansão para a tua causa aqui na terra. E agora, irmãos, que a graça do nosso Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus o Pai e a comunhão bendita do Espírito Santo repouse sobre cada um de vós hoje e para todo sempre. Amém. Assentemo-nos, irmãos, vamos ouvir o pós-lúdio. Tá passando o tempo, né? >> [música] [música] >> Bem, meus irmãos, ah, sejam todos, eh, bem-vindos a mais um dia. Ah, nós temos agora a nossa Escola Dominical. Os professores, eh, já podem começar a [limpando a garganta] seguir para lá. Enquanto isso, vamos conhecer as pessoas que estão nos visitando. Chegou ao meu conhecimento aqui, a nossa equipe, eh, identificou a Karina. Está nos visitando hoje. Onde está você, Karina? Entre nós, só para que nós, ah, ali está a Karina. Seja bem-vinda, Karina. Receba os cumprimentos aí, os nossos irmãos ao seu lado. Temos também o Marcos Vinícius Brandão Bastos. Onde está o Marcos Vinícius? Ah, está ali. Seja bem-vindo Marcos. Deus abençoe a sua vida. Receba os cumprimentos aí dos irmãos que estão ao seu lado. Temos o Pedro também. Pedro, onde está você Pedro? Ah, está lá o Pedro, do lado aí do Igor. Seja bem-vindo Pedro. E temos também a Gláucia Barros. A Gláucia Barros. Ela está aqui ainda dentro ainda? Ah, está ali. Seja bem-vinda Gláucia. Atrás de você Igor. E temos também a Maria Tatiane com o filho Miguel Santana. Onde estão vocês entre nós aqui? Ah, estão lá atrás. Sejam bem-vindos. Deus abençoe e receba os cumprimentos aí do presbítero Welly Eduardo. >> [limpando a garganta] >> Muito bem irmãos, alguns avisos da do nosso expediente aqui. Então hoje teremos todas as salas funcionando normalmente. Você que está nos visitando, ao sair daqui, saindo pela direita, você sobe a escada, tem temos todas essas salas aí. Então aqui no templo funciona uma sala de Bíblia, no salão social, sala modular, como sempre acontece. E no segundo andar temos essas salas aí de sexto e sétimo anos, oitavo e nono. Temos novos membros, ensino médio e os jovens. Hoje o irmão Leandro Allen vai falar na sala de jovens. Então a quem quiser pode também participar lá. Não sei se vai caber todo mundo que quiser, né? Mas enfim, está avisado. No primeiro andar temos a sala das crianças, né? O Ibsa Kids, com salas aí para praticamente todas as idades a partir de 7 anos. Chegando lá você pode, nós temos monitores que podem informar onde melhor conduzir a sua criança, tá certo? Ah, o PH, essa semana, eles vão fazer os estudos, que é, acontece uma quinta sim, uma quinta não. E essa quinta é a quinta Ah, esse aqui não é na quinta-feira não, esse aqui é no sábado. Eu tô acostumado com o encontro da UPH no, na quinta, mas esse aqui é um estudo interativo com perguntas e reflexões, será no sábado, dia 23, às 9:00 aqui na igreja, o presbítero Márcio é quem vai falar. Desculpe aí a, eu já tô acostumado naquilo. Então, dia 23, aqui na igreja. E a SAF também, eh, lembra, né, as sócias eh, da departamental que acontece nos lares e nessa ocasião, a dona Elizabeth Camargo, ah, será no dia 23 também, 23 de maio, às 15:00 na casa da dona Bete Camargo, tá? Irmãos, eh, o Ibsa Kids geralmente tem, eh, esse expediente, né, pra, preparando-se para a EBF que acontece no mês de julho. Então, agora é o momento de recrutar voluntários, tá? Quem já participou sabe, aqui voluntários passa de 100 pessoas, tá? Quando as crianças estão aqui, dobra o número, então, é isso aqui vira, né, um santo caos aqui, né? Então, eles precisam de ajuda e a, a EBE, a escola bíblica acontecerá de 2 a 5 de julho, mas agora você pode se inscrever, tá? E a, esse QR code aí é tanto pra inscrição, eu imagino também para se inscrever as crianças, tá bom? Mas eu queria desafiar a igreja de Santo Amaro, você que é está aqui na igreja há um bom tempo e nunca se envolveu com nada. Olha, talvez seja essa uma boa oportunidade, tá? Eu acho que tem espaço para todos, até para você ficar em pé só mostrando onde é o banheiro, onde é para ir, para Então, isso você pode fazer isso se você tiver uma mão e conseguir levantá-la, né? Pronto, então é a direção, tá? Na rua eles inventaram aquele boneco inflável que fica mexendo com a mão agora, assim. Vocês viram aquilo? Então, nós não vamos contratar aquilo porque aquilo tem que estar cheio de irmãos aqui que podem fazer isso também, né? Ficar lá falando: "Vamos entrar para cá, vamos entrar para lá". Mas certamente tem muitas coisas para serem feitas, tá bom? Então, eu queria desafiar a igreja a é envolver-se com esse trabalho para que tenhamos voluntários suficientes aí para esse projeto. E o Encontro de Casais que será no segundo semestre, mas já preparem-se, né? Especialmente financeiramente, se você vai precisar ajuda. Então, é importante que você guarde a data, que você prepare-se, inscreva-se, para que a partir disso, então, ah, várias coisas aconteçam, tá bom? É, só lembrando que Encontro de Casais não é para casais que estão com problema, em crise, prontos para separar. Não, não. O Encontro de Casais é uma oportunidade para que você aprenda, para que você é tenha comunhão com o seu cônjuge. Isso aqui não é um acampamento onde dormem várias pessoas socadas em cima de um beliche. Não, isso aqui cada casal fica ou, vocês viram aí? Ou num chalé ou num apartamento, mas é só o casal em cada local. É, eu creio que é isso, né, Reverendo? Tem mais alguma informação aí? Só um detalhe adicional. Pastor Daniel já falou tudo que é essencial. Irmão, só um detalhe. É, tivemos um imprevisto e ainda não disponibilizamos o link para inscrição, tá? Então isso ainda não é possível, mas nos próximos dias isso será providenciado. Você já tem pelo menos a possibilidade de se planejar em termos logísticos, porque já temos a data, vai ser em Monte Verde, Hotel Fazenda Floresta Negra, em Minas Gerais, e também você pode se planejar financeiramente. Além da inscrição, haverá a alternativa dos irmãos se se inscreverem aqui na igreja, não é? Nas nossas atividades aqui no pós-culto. Então nós teremos irmãos que irão ajudar você, se você também precisar, utilizando as maquininhas e do jeito mais tradicional, tá bom? Então é só para fazer esse adendo. No resto, os irmãos já conseguem aí se planejar. Participe, vai ser com certeza uma bênção. É um momento em que nós vamos conviver de forma mais intensa e em que temas muito apropriados para o seu casamento e para sua família serão ali abordados. Isso. É, não tem ainda uma divulgação, mas o Pastor Gabriel pediu para lembrar que no dia 30, nós teremos o Day Camp com todos os PGs, ah, então ele vai enviar o link para inscrição na no nos WhatsApp da da igreja. Ele já anuncia aqui que será R$ 30 por pessoa e 50 por família. Isso envolve, irmãos, é comida, né? Envolve despesa para Tem muitas coisas acontecendo. É um um dia inteiro, tem palestras e tem ah, diversas atividades para os PGs que se reúnem, tá bom? Então dia 30, é, agora e teremos o dia inteiro, né? Então esse é o valor, tá bom? Ele vai mandar mais informações no WhatsApp. E hoje à noite é, nós teremos aqui o pastor Previdi dando continuidade à sua série. Eu estarei pregando na congregação nossa no Grajaú, tá bom? Irmãos, tenham todos uma boa escola dominical e que Deus nos traga aqui logo mais à noite.