# 71 Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico
28/05/2026
# 71 Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico
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PILARES DA FÉ REFORMADA
Teologia Dogmática ao alcance de todos
O desafio da Primeira Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia é que continuemos a caminhada na preservação da doutrina e na aplicação das verdades bíblicas aos novos desafios de nossa geração. Integrando-nos à nobre sucessão dos que amam a Deus e sua Palavra e que buscam entendê-la e aplicá-la, em submissão ao Espírito, à vida da Igreja. D. M. Lloyd-Jones diz:
“Toda a doutrina cristã visa levar, e foi destinada a levar a um bom resultado prático. […] A doutrina visa levar-nos a Deus, e a isso foi destinada. Seu propósito é ser prática […] a nossa vida cristã nunca será rica, se não conhecermos e não aprendermos a doutrina. Você não poderá ser santo se não conhecer bem a doutrina. Doutrina é a ligação direta que leva à santidade. É somente quando compreendemos essas verdades fundamentais que podemos atender ao apelo lógico para a conduta e o comportamento agradáveis a Deus”.
Diante disso, uma tradição saudável tem compromisso com o passado na geração do futuro. Portanto, “o conservadorismo criativo utiliza-se da tradição, não como autoridade final ou absoluta, mas como recurso importante colocado a nossa disposição pela providência de Deus, a fim de nos ajudar a entender o que a Escritura está nos dizendo sobre quem é Deus, quem somos nós, o que é o mundo ao nosso redor e o que fomos chamados para fazer aqui e agora”. J.I. Packer nos ajuda nessa compreensão:
“A tradição nos permite ficar sobre os ombros de muitos gigantes que pensaram sobre a Bíblia antes de nós. Podemos concluir pelo consenso do maior e mais amplo corpo de pensadores cristãos, desde os primeiros Pais até o presente, como recurso valioso para compreender a Bíblia com responsabilidade. Contudo, tais interpretações (tradições) jamais serão finais; precisam sempre ser submetidas às Escrituras para mais revisão”.
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461 (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO
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Legendas automáticas:
do sol até o poente. Portanto, ó Deus, nós estamos cobertos, ó Pai, com a tua fidelidade, com a tua misericórdia, ó Deus. E, portanto, ó Pai, nós temos sempre, ó Deus, aquilo que é necessário, ó Deus, para nossa vida e para glorificar ao Senhor através dos nossos atos. Portanto, ó Deus, nos abençoe nesse sentido. Ajuda-nos, ó Deus, a ver a vida na perspectiva, ó Deus, do evangelho de Cristo Jesus, ó Deus, para que nós possamos sempre manter o nosso olhar para o alto e não, ó Deus, para baixo ou para a terra, Senhor. Abençoe-nos, ó Deus, a todos aqueles que estão aqui presentes e a tantos outros, ó Deus, que nos acompanham à distância. Que a bênção do Senhor esteja, ó Deus, sobre a vida de cada um. É a nossa oração em nome de Jesus. Amém. Abra comigo, por favor, em Atos. Atos capítulo 3, verso 22, a partir do verso 22. Atos capítulo 3 e diz: "Disse na verdade Moisés, o Senhor Deus vos suscitará dentre vossos irmãos um profeta semelhante a mim. A ele ouvire em tudo quanto vos disser. Acontecerá que toda alma que não ouvir a esse profeta será exterminada do medo do povo. E todos os profetas, a começar com Samuel, assim como todos quantos depois falaram, também anunciaram esses dias: "Vós sois os filhos dos profetas e da aliança que Deus estabeleceu com vossos pais, dizendo a Abraão: "Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra". Eh, ainda, por favor, lá em Hebreus, capítulo 1, Hebreus capítulo 1, a partir do verso 1, diz: "Havendo Deus outrora falado muitas vezes e de muitas maneiras aos pais pelos profetas, nesses últimos dias nos falou pelo filho, a quem constituiu o herdeiro de todas as coisas, pelo do qual também fez o universo. Portanto, irmãos, nós estamos dentro daquilo que são os ofícios de Cristo Jesus. A palavra de Deus, ela vai nos mostrar esta ordem desde o Antigo Testamento e mostrando sempre eh figuras que eram, né, eh pessoas que Deus levantava para que pudesse desempenhar esse ofício. Portanto, a quando a gente vê a permissão de Deus para o povo de Israel ter um rei, ele já tinha falado a respeito disso, né? Mas a eles precisavam e Deus permitiu que eles tivessem uma figura humana como rei ali para que eles pudessem também atentar que nenhum reinado terreno eh de fato daria a eles aquilo que eles achavam que teriam, né? Eles achavam que um rei iria protegê-los, iria tornar eles uma nação eh forte. Eles olhavam para as nações pagãs e eles entendiam que se tivesse uma figura humana ali, eh, eles seriam eh seria mais fácil de conduzir. A gente vê isso na transição, eh, do ministério profético, né, de Samuel. Eles chegam para Samuel e eles dizem: "Olha, é OK até aqui você como juiz, né? Ele era profeta, juiz, mas seus filhos não seguem aquilo que você eh está eh eh fazendo diante de Deus. Os filhos de Samuel, eh é assim, é emblemático isso na história, porque lembra que Samuel substitui Eli, os filhos de Eli, eles morreram diante do Senhor. A palavra de Deus fala que eles eram levianos. de Samuel não chega a ter essa eh esse julgamento, mas a o texto fala que os filhos de Samuel não estavam eh não seriam também o substituto adequado. Então eles pedem o rei. É interessante notar a escolha do rei, né? Eles escolhem o rei e a gente vai perceber que a a humanidade ela caminha do mesmo jeito sempre, né? Eh, se a gente olha paraa história de de Saul, né, Saul está lá procurando lá, né, eh, os animais que perderam e tal, e aí tá lá na o povo reunido. E quando ele, eh, levanta, né, o povo vê, né, o cara grande, o cara, né, que era bonito e tudo. Fala, esse é o rei, né? Então, a escolha externa, né, na padrão externo. E Deus já tinha falado, né, que eles vem apenas o externo. Deus vê o coração. Quando Deus escolhe Davi, né, a gente vai perceber o oposto, né, que tanto é que eles mantém o mesmo padrão. Traz os filhos guerreiros, traz todos aqueles que que poderiam. Tanto é que não apresenta o Davi. Falou não aquele lá não tem como nem apresentar, né? Não tem jeito. Só que era aquele que Deus tinha escolhido. E a gente vai olhando pros paralelos. Lembre dos paralelos de tudo isso. Nada na palavra de Deus é aleatório. Então vem Davi era alguém que não tinha o tipo, né, de de um rei de porte, né, e se torna um grande rei Israel. Eh, e aí a gente vai caminhando na história. Quando a profecia aponta para Cristo, a gente lembra que a palavra de Deus fala que, eh, que não nele não havia beleza e tal, né? Eh, eu sei que a as pinturas, né, sempre gostam de pintar Jesus assim extremamente belo, né, a beleza perfeita. Só que a própria palavra de Deus diz que isso não era assim. Verdade não era assim. Tanto é que ele foi desprezado. As pessoas ao olharem cumpre a profecia de Isaías, né, dele ser desprezado, né, porque não tinha esse porte de que as pessoas elas entendiam que deveria ser. continua sendo algo externo. Mas aí a gente vai ter o paralelo com Davi, lembrando que Jesus é chamado eh nessa ordem, né, filho de Davi, né? E da mesma maneira, então a o todos esses aspectos estão eh mostrando e apontando para esse ofício real também eh de Cristo Jesus. Mas olhando paraa história, então nós temos essa evolução tríplice na na história da teologia. Quando a gente olha para essa distinção agora, dos três ofícios, profeta, sacerdote e rei, eh de fato é sistematizado por João Calvino, tá nas institutas, eh pegando eh eh até aqui a gente tinha na teologia, sim, o entendimento de Jesus como profeta, como sacerdote, como rei, mas isso sistematizado vem na teologia de Calvino, eh, basicamente ali nas institutas, quando ele está falando a respeito de Cristo Jesus, os teólogos luteranos aqui, eles desenvolvem a doutrina, se é um dos proponentes dele, né, com TED e outros, eles se opuseram argumentando que a divisão é artificial, preferindo então unir o profético ao sacerdotal. A teologia luterana ela junta as duas coisas. Eles entendem que o ofício de profeta e de sacerdote seria uma junção, né? Ah, lembre-se sempre, ah, eh, Lutero, ele foi extremamente importante na reforma protestante, mas a partir da do luteranismo, que não foi ele que estabelece, são os seus seguidores, há uma uma o caminho ele vai se distanciando da teologia reformada, tá? Então, luteranismo não é a mesma coisa de teologia reformada, tá? Então, o luteranismo ele pega uma via e ele vai para outra via. Se a gente for perceber ao longo da história, ela quase, eles quase fizeram um retorno. Eles estão quase topando, fazendo um retorno mesmo, né? Pega as últimas coisas do luterianismo, eles estão, né? Tanto é que há um tempo atrás a Igreja Católica até aceitou a desescomungar Lutero. Lembre-se disso, né? Que Lutero foi escomungado. Portanto, o ser escomungado é você ser ser jogado pro inferno, né? A escomunhão. Como é que eles vão lá retirar ele? As coisas, né? As coisas da história aí não foi não. Vamos tirar sair todo sa pecado, mas vamos. né? Porque a teologia ela tá fazendo essa volta, sabe? Eh, e a gente vai vendo que é muito próximo. Scinianos. Sociniano é de um cara chamado falso de 700 alguma coisa. Ele, na verdade, é o precursor dessa ideia do unitarismo, tá? Então, eles defendiam que não existia trindade. Na verdade, são só nomes diferentes pro mesmo Deus. Eh, então reconhece apenas dois ofícios do tempo. Cristo agiu como profeta na terra e agora age como rei no céu, subordinando a obra sacerdotal a real. Então já é diferente do outro lá, né? Mas essa é uma das eh heresias que também ainda dominam no nosso tempo, no nosso meio. Tem vários movimentos que as pessoas falam assim: "Ah, nossos irmãos são evangélicos, né? Eh, eles são unitaristas, tá?" Então, é eh diretamente contra a doutrina da trindade, eh escola liberal, então vem o liberalismo que basicamente a gente tem na 1960 paraa frente e que toma maior corpo, né? Eles rejeitam os três ofícios. Teologia liberal recusa então a ideia de uma personalidade oficial, preferindo ver Cristo apenas como o homem ideal. Então você vai ver em vários escritos liberais aquelas coisas em busca do Jesus histórico. A ideia é essa de que Jesus apenas ele recebeu uma ah potencialidade de ser o o homem ideal. Nada além do que isso, certo? Nada mais do que isso. Então essa é raízes aqui da teologia liberal, tá bom? Mas olhando pro Antigo Testamento e o Novo, na questão aqui agora do ofício profético, palavra de Deus lá no Antigo Testamento, ela usa esses termos na, tá? Eh, alguém que vem com uma mensagem da parte de Deus para o povo. Eh, é interessante notar as raízes da das palavras, porque aí a gente entende o que é profecia e o que é o ofício profético na palavra de Deus. também diferente do imaginário de vários movimentos também evangélicos, que quando se fala em profecia a pessoa já tem uma ideia de que é uma revelação extraíblica, tá? Roé aquele que recebe revelação de Deus ouvidente. Samuel era sempre chamado assim. Se a gente vai olhar lá em Samuel, Samuel ele era chamado de ouvidente, tá? Ele era o profeta. ali naquela época e que é o que recebe visões divinas usada de forma intercambiável também com Roé. Então, outros designativos aqui incluem homem de Deus, mensageiro do Senhor e vigia, né, que a palavra de Deus coloca lá de sentinela e tudo isso. Tudo está dentro desse ofício profético para que a gente entenda dentro da palavra, dos termos, qual que era de fato o ofício, o que que um profeta faz, que que esse profeta faz. Então, eh, no Novo Testamento, profetez é composto de pro e femi. Proposição é que a preposição não é temporal e não significa falar de de antemão, prever, mas sim proferir. Profeta é aquele que fala estritamente da parte de Deus. Eh, se a gente fizer um apanhado geral de todo o Antigo Testamento, eh, e também do Novo Testamento, a gente vai perceber que a porcentagem de profecias preditivas, mas é muito menor, é tipo assim, em torno de uns 20% eh daquilo que são as profecias que diziam assim diz o Senhor, falando da lei do Senhor, daquilo que Deus já tinha revelado. A função do profeta era fazer com que o povo lembrasse daquilo que Deus já tinha dito. Portanto, o profeta, ele tinha que dizer assim: "Diz o Senhor". Era a palavra do Senhor. Eh, a gente vê alguns embates no Antigo Testamento, Micaías e tal, e profetas que, eh, em nome de Deus falava assim: "Paz, paz, pode ir paraa guerra que tá tudo certo, vai que Deus tá contigo, né? Era os coach da época. Coach não, né? Não existiu só de agora não. Daquela época fal, Deus é contigo, né? Você é muito bom, né? Já existia naquela época os reis contratavam eh esses tipos de profeta para que que eles pudessem falar coisas boas. Lembra que ele chega pro profeta, né? Fala assim: "Ah, você você só fala coisa ruim, né? Toda vez que é >> você só fala coisa ruim. né? A gente chama você para falar um negócio bom, você vem que fala um trem ruim pra gente, né? Mas era o povo completamente fora da vontade de Deus, né? E eles queriam ouvir coisas boas, tá? Então, gente, a gente olha pra história da da eh cristã aí, né? a gente vai perceber que a palavra de Deus nos mostra eh e nos alerta sempre, porque isso são coisas que acontecem no nosso tempo e vem acontecendo ao longo da história. Ao longo da história tudo isso aconteceu. Então assim, o profeta verdadeiro era aquele que falava exatamente o que a palavra de Deus tinha dito. Então a dinâmica interna aqui da função era essa. Ou seja, o elemento passivo, que era o receptivo, profeta recebe a revelação divina, podia ser por sonhos, visões, comunicações verbais. Então, este elemento governante. O profeta não pode dar mais do que recebe. Isso era eh aquilo que tivesse falado. E lembra que a palavra de Deus sempre repetia por alguma vez que fala exatamente aquilo que eu ordenei, tá? Não inventa não, não aumenta não, né? Eh, essa era, esse foi o já lá no começo, na queda, aquilo que aconteceu, né, que Deus tinha falado, não é para comer. Fala, não, não é para comer e nem tocar. Falei: "Quem que falou que não é para tocar?" Eh, já inventou alguma coisinha a mais, né? Então assim, da da essa esse é normalmente uma faz parte, né, da natureza humana, mas aquilo que a palavra de Deus fala a respeito do ofício profético é exatamente isso. O elementativo produtivo é a vocação divina. Então, a ordem estrita para comunicar a revelação recebida a outros. Apenas receber a revelação não faz de alguém um profeta. Certo? A gente tem faraó. Deus falou com faraó sonhos. A gente tem Nabuco Donozor na Bíblia. Tanto que Nabuco Donozor faz uma oração linda, gente. É interessante aqui lá. Ele fala, né, falando a respeito de Deus, né, eh, da exaltação a Deus, né, depois de tudo que aconteceu. Mas nem por isso ele é se torna um profeta, tá? Nem por isso o dever. Então, diante desses dois elementos, dever profético, o resultado é a transmissão da vontade de Deus. manifesta-se como instrução, admoestação, promessas de graça, censuras severas contra o formalismo e o pecado. Isso vem acontecendo ao longo das Escrituras, Antigo e Novo Testamento, mas o padrão sempre era o mesmo, falar aquilo que Deus tinha determinado para que o povo pudesse viver, tá? Então, escopro aqui cronológico da obra profética de Cristo, chegando a Cristo, a refutação erroiniano que limitava sua profecia ao ministério público. Aqui, eh, antes da encarnação, a gente vai perceber que a palavra de Deus já mostra a manifestação de Cristo Jesus. Nós já falamos sobre isso, sobre teofanias, né, que era a manifestação de Cristo pré-encarnado no Novo, no Antigo Testamento, certo? era manifestação de Cristo no Antigo Testamento. A gente vê isso, né, em algumas vezes ali, eh se revelando ali. Aí eh emblemático ver Jesus eh com Josué na transição do ministério de Moisés para para Josué, tá? Lembra o peso que era de Moisés? Aí o próximo líder ser Josué. Aí a há uma manifestação de Cristo ali como parênça de guerreiro e mostra para Josué que na verdade quem está liderando o povo é ele. Aquilo que ele requer do de Josué como líder aqui terreno era só que ele fosse fiel. Lembra? Não cesse de meditar na lei do Senhor, né? Não se desvie nem pela direita, nem para a esquerda. ser forte, corajoso, né? Porque eu sou contigo. Agiu como espírito de revelação nos ensinos dos profetas. Pedro vai falar isso, que era a ação de Cristo na vida de todos esses profetas, personificado como a sabedoria, ensinando os filhos dos homens. Lá em Provérbios, o capítulo 8, se lê o texto, a gente vai perceber que a sabedoria ela se torna eh ali é descrita como pessoa, tá? Deixa eu ler só uma parte aqui pra gente lembrar. Provérbios capítulo 8 fala assim: "Não chama, não clama porventura a sabedoria. O entendimento não faz ouvir a sua voz. No cím das alturas, junto ao caminho, nas encruzilhadas das veredas, ela se coloca junto às portas, à entrada da cidade, a entrada das portas está gritando a vós outros, ó homens, clamo, e a minha voz se dirige aos filhos dos homens. Entendei, ó simples, a prudência e vós nécios, entendei a sabedoria. Ouvi, pois, falarei coisas excelentes, os meus lábios proferirão coisas retas e assim vai. Portanto, há uma personificação da sabedoria. Nós estamos falando da obra de Cristo antes dele eh encarnar. Instruiu mediante tipo cerimônia, direção providencial de Israel. A gente vai lembrar que todas as festas de Israel, toda a lei cerimonial de Israel, tudo isso teve o cumprimento em Cristo. Então nós temos a divisão da lei, lei civil, né? a lei moral e a lei cerimonial, tá? Quando a palavra de Deus nos fala a respeito da lei, ela tá abarcada nessas três, certo? Por isso que há uma confusão. De vez em quando as pessoas falam assim: "Ah, que a gente vem falando sobre alguma coisa contundente que a palavra de Deus estabelece, isso tá dentro da lei moral". Aí a pessoa pega e saca lá de Levítico, fala assim: "Mas lá em Levítico fala para não misturar dois panos. Você tiver uma coxa de retalho aí, você tá pecando, né? Se tiver uma roupa que você pega pano diferente, emenda um no outro, você tá pecando. Também lá vai dizer para você não comer carne de porco, não comer camarão, né? Esses negócios tudo aí. Eh, aí pega isso tudo estava dentro da lei cerimonial e era uma preservação para o povo. Havia uma preservação de Deus ao povo. Quando Deus eh agora assim, vocês sabem que a gente mantém sempre uma uma pouquinho de legalismo na vida da gente, né? Eh, eu eu sei que isso fazia parte tá lá, mas se me chamar não me chamo para isso. Eh, havia a proibição de comer sangue sera pro povo de Israel também tá dentro aí. Mas eu continuo sendo proibido de comer sangue porque eu não vou gostar mesmo. Então, para mim tá proibido, né, o tal do churiz, essas coisas. Não me chame, né? Então assim, ah, essas leis todas elas estavam ali dentro, então elas apontam para Cristo, eram sombra, como Hebreus fala, quando chega Cristo, elas elas se cumpriram. Leis cerimoniais se cumprem em Cristo Jesus, mas todas elas eh estão mostrando eh eh alguma coisa da obra de Cristo Jesus, tá? Então, antes da encarnação, aquelas festas, elas todas eram uma profecia a respeito de Cristo Jesus, né? Então, se vocês quiserem até ter um livro chamar Encontrei Jesus em uma festa em Israel do João Sitema. Eh, muito bom. Depois da encarnação, eh, ele operou através de seus ensinos verbais e milagres terrenos. ensina de forma factual pelos eventos da encarnação, morte, expiatória e ressurreição. E prossegue, então, a sua obra hoje desde os céus, mediante a a operação do Espírito Santo e a pregação eh dos ministros aqui da eh da palavra. Então, os modos de operação do ofício profético é a operação imediata, que a definição aqui é atuação direta e pessoal de Cristo sem intermediários humanos, tá? No Antigo Testamento como anjo do Senhor e no Novo Testamento como o Senhor encarnado ensinando diretamente pelas suas palavras e pelo seu exemplo moral e obediência. Interessante notar essa perspectiva de João, o evangelho de João, que Jesus ele fala, ele vai repetindo, ele fala: "Eu não vim de moto próprio, eh, eu vim para fazer a vontade do meu pai". Eh, ele ele mostra que todas as suas palavras e os seus atos, na verdade, ele vem em cumprimento, portanto, ele não desvia, ele não fala, né? Eh, vamos dizer dele mesmo, mas da parte do pai. Isso está estabelecido como profeta perfeito, né? E a obra de Cristo foi perfeita no ofício profético, né? Indo até o fim. Quando sempre falo lá naquele do dia que Jesus grita lá até telestar está consumado lá na cruz está feito. Era tudo isso. Tudo isso está feito e completamente feito na obra de Cristo. A operação imediata é atuação através de agentes e me instituídos. Então, exatamente externamente através dos profetas do Antigo Testamento, dos apóstolos e atualmente pela instrumentalidade eh do ministro do Evangelho ou de pessoas que estão eh falando a respeito também de Cristo, internamente pela operação subjetiva do Espírito Santo, que é o espírito de Cristo habitando e iluminando os crentes. Então, todos esses modos são operações aqui do ofício profético. Ainda a gente chega de novo a alguns ataques aqui, tá? Da que são modernos e que chega também até nós nosso tempo. Redução do mediador a apenas um revelador. A visão liberal, eh, nós temos um liberalismo que é um pouco mais antigo e um mais recente. Eh, o liberalismo antigo, ele foca exclusivamente na importância dos ensinos de Jesus, ignorando sua obra redentora. Cristo é apenas um grande mestre. Todas as vezes que você pegar escritos, eh, que sempre fica numa repetição, o meu grande mestre, né, o grande mestre Jesus, o grande mestre, ele não fala de obra redentora eh eh de do senhorio dele, pode saber que é é liberalismo e muitos deles vêm encapado numa coisa, né, bonita e as pessoas acham bonito isso. o grande mestre, meu grande mestre. Sim, ele era mestre, mas é interessante notar que em algumas vezes ele rechaça isso, né? quando é o jovem rico lá quer fazer graça, né, falando, né, a respeito, né, e a gente vai vendo que em alguns momentos aqueles que de fato seguiam a Jesus, eles até usavam outra terminologia muito mais íntima, né, eh, se referindo a Cristo Jesus. Mas isso são raízes do liberalismo. Também o recente exalta a personalidade única de Jesus como homem ideal, irmão mais velho, temendo que considerá-lo eh o funcionário mediatório formal possa desumanizá-lo. Nós sabemos que as duas coisas são importantes, divindade e humanidade. O problema aqui é exatamente esse, é estabelecer algo, um critério, falar assim: "Olha, eh, só da humanidade de Cristo Jesus". E o liberalismo ele traz muito isso. O liberalismo mais recente, ele fala muito de eh pega Jesus como um modelo de homem, modelo de homem ideal. OK? É, mas não é só isso. Não é só isso. Isso diz respeito apenas à questão da humanidade de Cristo Jesus. Mas a palavra de Deus também aponta para algo maior. De vez em quando a gente pega isso em muitas músicas, principalmente música gospel, que gosta de eh trazer Jesus, se eu posso falar aí, trazer mais para perto da gente, né? Aí você há um tempo atrás, acho que era anos 2000, tinha umas músicas que falavam de Jesus, eh, que eu quero vestir sua camisa, eu quero calçar o seu sapato, né, deitar no seu ombro. As pessoas até chamavam isso de pop gospel romântico, né? Era, o povo disse que era isso aí. Você não sabia se tava cantando uma música, você não sabia muito bem ali aquele negócio, né? Isso foi uma vertente que que veio pro Brasil também, não foi criada aqui. Aí eu lembro que Michael Horton, ele escreve um livro chamado Cristianismo sem Cristo e aí ele fala abertamente a respeito disso. Falou: "Olha, a gente tem que tomar cuidado sim com Deus, Cristo Jesus, eh pela adoção de fato, ele é nosso irmão, mas cuidado que continua sendo Deus. Portanto, Deus como pai, ele continua sendo Deus. Tá? E santo, portanto, não vai de qualquer jeito, não. Não é de qualquer jeito. Então, essa tentativa, né, de humanização, né, e de tentar colocar mais próximo a nós, isso é um movimento da teologia liberal. Por mais que pareça piedoso, teologia liberal, não é assim tão de piedade, não. A correção ortodoxa, nota sobre a teologia, né? Embora Cbart Bruner, Emil Bruner, né, enfatizem o mediador predominantemente como revelador, afirmando que a revelação é a reconciliação, eles ainda mantém a centralidade da cruz da obra expriatória, diferindo do modernismo puro. Eu sei que e Bart ele chega, ele ele tá bem na linha, ele vai na linha ali muito tênue, mas no final das contas também nega a plena divindade de Cristo, né? e aquilo que a palavra de Deus nos mostra e aquilo que eh eh nós cremos, né, de maneira ortodoxa. Introdução ao ofício real de Cristo. Então, a gente viu a questão profética. Tudo isso se aplica a Cristo Jesus como profeta perfeito. A introdução então ao ofício real de Cristo. Eh, a distinção então fundamental da da autoridade soberana, realeza então original, pertence a Cristo por direito original como a segunda pessoa da trindade e domínio natural sobre todas as suas criaturas. E a palavra de Deus fala: "O seu trono está estabelecido nos céus e domina sobre o universo inteiro". Nós temos vários salmos, principalmente salmos de Davi, que ele como profeta, ele falava em partes dele, mas a boa parte do salmo, ele tá se aplicando a Cristo Jesus e não ao reinado davídico, mas se aplicando a Cristo Jesus. Salmo 110 também quando fala: "Assenta-te à minha direita até que ponha seus inimigos sobre estrato dos seus pés". A gente vê lá em Hebreus. Então chega Hebreus e traduz isso pra gente que está falando de Cristo e não era de Davi, tá? E não era de um reinado terreno, mas está se aplicando a Cristo. A distinção então fundamental da autoridade soberana, realeza mediatória, tá? Eh, Cristo Jesus como rei mediador. Realeza outorgada e econômica. Quando fala isso é por causa da questão da própria trindade, tá? A gente chama isso de economia da trindade, que é a essa relação pai, filho e espírito santo, tá? Não como hierarquia, né? Exercido não meramente em sua natureza divina, mas como Deus homem, tá? não é uma nova esfera fora do seu domínio original, mas é a sua autoridade originária revestida de forma como a nova aparência eh administrada para o novo fim, ou seja, a salvação. Então se divide nessas duas esferas aqui, tá? Essa realeza mediatória vai se dividindo ao longo da palavra de Deus nos mostra. Isso. É o seu poder primeiro oficial de governar todas as coisas para a glória de Deus. E a execução do seu propósito de salvação divide-se então nesses dois reinados. É o reinado espiritual que é o governo real direto imediatamente sobre o seu povo e a sua igreja. Isso aqui é um uma um dos lados. Nós sabemos que Cristo Jesus já governa sobre a sua igreja. Ele é o cabeça da igreja, não apenas como uma questão eh orgânica, mas é que nós estamos falando do reinado eh de Cristo Jesus. E o reinado é sobre o universo, é o reino de poder, que é administração providencial e judicial de todas as coisas, indivíduos, nações, história, tá? No interesse exclusivo de sua igreja. Por mais que isso aqui, normalmente nós temos uma uma luta imensa de olhar pro mundo, paraas coisas que acontecem pelo mundo afora, e a gente fica perguntando eh Deus tá vendo tudo isso? Eh, qual que é o propósito de Deus permitir isso? Nós sabemos bem que a igreja a igreja é eh é o grupo mais perseguido pelo mundo afora. É o grupo mais perseguido. Nós temos em várias partes do mundo eh perseguições violentas aí, né, e mortes simplesmente por serem cristãos. né? Mas isso não foge ao governo reinado de poder, porque da mesma maneira parece que a gente vai ter a mentalidade dos discípulos lá quando Jesus é crucificado. Ele poderia, ele diz que poderia mandar uma legião de anjos acabar com aquele povo tudinho, né? Seria nosso, a gente pensa assim, nossa, a gente do lado de cá a gente pensa, parece que a gente tá em quadrinhos, né? desenho f assim nossa Jesus podia ter mandado um monte de anjo lá que que par todo mundo, né? Judas era o primeiro. É, >> pois é. A palavra de Deus fala que pelo sopo da boca poderia que que é o que fala depois lá em Apocalipse, mas a questão era exatamente eh o poder estava também aí dele eh permitir que tudo acontecesse para que nós tivéssemos redenção, senão nós não teríamos redenção. Então ele eh vai humilhado, humilhado até a morte de cruz. E aí depois a gente eh fala a respeito da exaltação, né, de Cristo por causa de toda a sua obra, mas essas coisas não estão eh, vamos dizer escondidas de Deus. Deus está vendo tudo isso. Deus está vendo. Palavra de Deus, ela nos garante isso, tá? Reinado então espiritual versus cabeça versus rei. Com os dois conceitos aqui, os dois conceitos se relacionam organicamente lá em Efésios capítulo 1, né, ele fala isso. Mas nós vamos ler Colossenses no capítulo 1 verso, a partir do verso 18. Colossenses 1 verso 18, que ele diz: "Ele é a cabeça do corpo da igreja. Ele é o princípio primogênito entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia. Porque aprove a Deus que nele residisse toda a plenitude e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus, e a vós outros também, que outrora eres estranhos inimigos no entendimento, pelas vossas obras malignas. Agora, porém, vos reconciliou no corpo de sua carne, mediante a sua morte, para apresentar-vos perante ele santos inculpáveis e irrepreensíveis. Tá? Então, Cristo como cabeça na esfera que pertence a essa esfera do ser, ele é o cabeça da igreja como rei. Isso aqui é a esfera judicial. a gente vai entender, então, indica que lado de cá ser cabeça, essa união mística. E aqui a gente precisa até fazer uma sintonia fina. Eh, essa teologia que ter união mística é a união eh da trindade com a igreja, união mística. Palavra de Deus também, ela fala de algo ainda numa sintonia mais fina ainda, união com Cristo. Se você pegar depois faça um exercício na sua casa, pega o livro de Efésios e conta quantas vezes a palavra nele, nele, nele se repete. Depois você me fala quantas vezes ela se repetiu, tá? eh falando exatamente da da dessa união de Cristo com a igreja, tá? Há uma repetição sempre falando literalmente de Cristo. Então, sim, numa numa ideia maior, Berkof, ele trata disso como união mística, eh, mas uma ideia maior. Eh, mas há uma sintonia mais fina ainda falando da união de Cristo com a o corpo ou com a igreja, sendo cabeça, como Colossenses, Paulo está falando aqui aos Colossenses, sendo cabeça dessa igreja. como rei indica que ele está revestido de autoridade para governar, tá? Eh, aí Filipenses vai dizer, né, que eh depois de toda a sua humilhação, ele foi exaltado, né? Aí no final ele fala: "Olha, para que todo o joelho se dobre, toda linha confesse, toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor." Há um erro do pré-milenista aqui quando fala a respeito disso, porque eles, deixa desligar aqui, reconhece como Cristo como cabeça, mas frequentemente negam que ele seja o rei atual da igreja, ou seja, eh rejeitando o seu governo autorizado, ativo no presente. O problema do pré-milenismo é esse. Eles entendem que Jesus não está governando nesse tempo, né? Que é um problema escatológico. Fundamentos então do reino da graça. Eh, o fundamento é esse, baseado na redenção. Não se originou na criação, mas na graça redentora. Ninguém é cidadão em virtude da humanidade, apenas os redimidos pelos resgate de Cristo pertence a esse reino. Isso é claro. Palavra de Deus fala de criatura e de filhos de Deus, tá? Vamos corrigir aí nossas conversas. Povo fala para nós assim: "Ah, mas todo mundo é filho de Deus, né?" Você fala: "Opa, eu sei que você não vai ser tão chato assim para ficar corrigindo as pessoas, mas pelo menos se corrija dentro de você. Não concorde com isso, né? Filho de Deus não. Se são criaturas, são criaturas. Filhos de Deus são aqueles que foram adotados em Cristo Jesus, por meio da obra de Cristo Jesus. Esses sim são filhos de Deus. Totalmente espiritual, não é administrado pela força externa, mas pela palavra e pelo espírito centrado no coração e na vida dos crentes. Isso aqui tá a gente precisa entender, viu? que tem alguns crentes que acha que se eles se juntassem aí, né, pela força aí, vamos juntar que nós vamos, né, e quem passar na nossa frente a gente passa por cima, tá? O questão o reino é espiritual, por isso que às vezes a gente tem umas frustrações, né? Eh, não vou entrar aqui em questões políticas não, mas já entrando. Eh, normalmente, sabe, lá foi década de 60 que começou uma ideia de bancada evangélica. Essa ideia, se a gente for só crente como governante, o mundo vai virar o céu. Da onde tirar esse da onde tirar esse negócio? Eh, é uma ideia, é por não eh, na verdade, eu acho que são raízes de incredulidade, de entender que tem quem tá governando é Cristo. Ele sabe, Deus sabe o que ele faz. Fala assim: "Mãe, nós vamos dar uma forcinha, vamos dar uma forcinha. Nós vamos eleger só crente". Aí você põe lá os caras faz que é crente, aí depois eles, né? Tá passando vergonha aí orando, né? Agradecendo a Deus pelas propinas, né? Então, eh essa esse foi o ideário do isso começou a partir da década de 60. As igrejas falam assim: "Vamos pôr, vamos pôr crente lá". Eu não sou claro que eu sou eh, reformado. Portanto, eu entendo que se um crente ele tem vocação para a política, OK, é vocação para a política. Mas sempre eu pergunto: "Você estudou? Você você sabe o que que é administração pública? Você você tem se preparado para isso? Você tem uma boa teologia para isso? Você já leu alguma coisa? Fala: "Não, não li nada, não sei nada, né? Eu só vou lá para prometer a mesma coisa pela saúde, pela educação, pela segurança. Inspirado no de Platão, a República do Rei >> República de Platão. Isso. Então nós vamos rei sábado. Então nós vamos colocar os evangélicos >> a classe, né? Se gente sempre entende que que a gente é melhor, aí se a gente dominar vai ser melhor para todo mundo. Fim espiritual. Seu propósito direto imediato é a salvação, reunião, proteção e perfeição do povo e o contraste antigo versus novo, que no até era simbolizado pelo reino nacional teocrático de Israel. O reino de Israel apontava para isso e lembra de novo que era uma sombra. Tanto é que foi completamente imperfeito, gente. Se a gente olha paraa história de Israel na sua monarquia, v um desastre. É um desastre, tá? Eh, e aí a gente vai perceber que, de fato, esse reino precisa ser celestial. No Novo Testamento, as sombras desvaneceram-se e a realidade espiritual assumiu existência. Então, a dimensão escatológica aqui do reino, tá? O reino da graça é uma realidade presente, uma realidade e uma esperança futura. Então a gente tem o reino aqui presente, tá? Que é a realidade espiritual já existente no coração e na vida dos homens, né? E cresce gradualmente. Isso falando a na perspectiva da igreja, Cristo Jesus, ele já reina, tá? Ele reina e ele tem eh separado um povo para ele, né? Isso já a realidade em nós, né? quando nós eh e nós cantamos isso, reina em mim, ele já reina em nós. Se de fato eh já houve uma ação de Deus na nossa vida, ele reina sobre nós. Nós sabemos que agora nós obedecemos não a nós mesmos, mas ao nosso rei. A ruptura. Então, o reino presente não evolui imperceptivelmente para o futuro. Eh, a passagem será marcada por grandes mudanças cataclísmicas. A palavra de Deus fala, Mateus 24, falando dessa desse caminhar para o final, para esse eh para o grande dia, né, para nós agora, esse grande dia de Cristo Jesus, ele eh retornando e, portanto, agora de uma vez por todas e mostrando que, de fato, o reino pertence a ele, não pertence a impérios, nações, né? Impérios já subiram e desceram ao longo da história da humanidade, continuam crescendo e caindo, né? Mas o reinado de Cristo permanece para sempre. E a fase escatológica e proeminente, o reconhecimento do governo de Deus será aperfeiçoado, consumado no reino visível e majestoso, tá? Então, o reino de Deus é a igreja visível. Reino de Deus aqui, eh, cidadania coextensiva com a igreja invisível. Seu campo de operação é mais amplo, pois vis o domínio sobre a vida em todas as suas manifestações e esferas sociais. Lá na frente nós vamos estudar sobre isso, entrando eh em algumas questões da teologia, eh principalmente de Kiper, Doiver, falando a respeito da nossa vida agora como cidadão do reino dos céus, mas vivendo na terra. A igreja visível, a organização externa mais importante do reino e a única instituída divinamente, é o meio primordial para a propagação do reino na terra. De novo, uma nota que contralinha eh premilenismo, que Israel era a igreja do Antigo Testamento e em sua essência espiritual constitui uma unidade inseparável com a igreja do Novo Testamento. Quando a palavra de Deus ela mostra essa transição, isso é claro na palavra de Deus. Eu sei que eh para Israel foi eh a palavra, própria palavra de Deus fala, eles são eh privilegiados. Revelação veio por meio deles, né, preservada por meio deles, mas há uma transição. E aí na linguagem de Pedro nós somos chamados como Israel de Deus, tá? Então povo de Deus, separado por Deus. Isso já estava previsto antes, que isso abriria o leque de povos de todas as línguas, nações. Isso já acontecia em partes no Antigo Testamento. Eh, quando a gente estuda a história das missões, a gente fala de algo, eu sempre eu sempre erro a rotação. Centrífugo é assim, né? Centrípeta é assim, certo? Centrípeta joga, não, centrífica joga para fora e a centrípeta joga para dentro. Certo? Então, a missão ali para muitos acha que Israel só deveria propagar o a o reino e tudo para dentro, não era? Você vai vendo, eh, aquela história da rainha de Sabá, você vai vendo eh pessoas pagãs entrando na linhagem e até na linhagem de Cristo Jesus. E aí a gente vai pros salmos missionários, que fala assim que na prosperidade de Israel os povos pudessem conhecer a Deus e adorá-lo. Então, eh, essa ação sempre foi para atingir povos, nações e raças, que é aquilo que vai culminar, como Apocalipse diz lá, que no dia de Cristo Jesus, que estarão diante do cordeiro, todos os povos, línguas, povos, nações, raças, estarão diante do cordeiro, tá? Não, apenas eh Israel como nação. Essa esse é uma das notas então contra o pré-milenismo, que ele sempre entende que vai haver um tempo ainda de Israel e tal. Quem tiver do lado de Israel vai vencer a guerra, todas essas coisas eh bem do imaginário do próprio americano também. duração do reinado espiritual, a designação recebeu a a designação como rei nas profundezas da eternidade. Começou a agir como tal imediatamente após a queda. Inauguração formal, assumiu pública e formalmente o seu trono, inaugurou o seu reino espiritual somente após a ascensão e elevação à desça de Deus, como Atos vai dizer, e o reinado sobre a sua igreja continuará eternamente. Cristo jamais deixará de ser cabeça do seu corpo. Isso aqui está expresso no catecismo de Heidelberg, na confissão belga, que é um dos dos catecismos e confissões reformadas que nós temos, tá? Ainda então falando desse reino de poder, a definição então eh o domínio absoluto do Deus homem Jesus Cristo sobre o universo inteiro, a sua administração providencial, judicial, né, e todas as coisas aqui exercida estritamente no interesse da sua igreja. É esse reino de poder e controle histórico. Guia os destinos dos indivíduos, sociedades, nações. Proteção ativa protege os redimidos dos perigos do mundo hostil. Justiça executiva vinga a justiça divina com a sujeição e destruição de todos os inimigos do seu povo. O governo do mundo, então, como garantia de proteção para o reino espiritual, Deus Pai aqui, autoridade suprema. né? Sempre subseviência aqui do poder à graça, né? Cristo, o rei ungido e as forças do universo, inimigos, né? Eh, reprime a hostilidade de um mundo caído, forçando até a ir humana a louvar a Deus. Eh, a gente, se a gente parar um pouco para pensar, se não houver uma ação de Deus de fato sobre a terra, gente, a maldade do ser humano e a aquilo que o ser humano é capaz de fazer, eh, a vida na Terra já seria impraticável. Nós sabemos disso. A gente em alguns momentos, em alguns impérios, a gente sempre olha pro nosso tempo hoje, a gente sempre pensa que tá pior do que a gente sempre acha assim, antes tá muito pior, né? A gente fala assim: "Ah, estamos no fim do mundo." É fim sim. Desde que Cristo Jesus subiu ao céu, nós estamos no fim do mundo. Se a gente lembrar que Abacu ele leva um susto quando ele clama a Deus, pede a misericórdia de Deus para livrar. E aí Deus fala assim: "Eu tô enviando aí os caldeus". Bacuk fala o quê? Fala: "Senhor, o caldeu". os caldeus naquela época, né? Eh, eles eh eles vão naquela no já naquela transição, eles eram tão violentos e basta estudar história, história mesmo secular, tão violentos que que teve um tempo que disse que faltava madeira para eles empalar a gente. É quando acontece aqueles negócios de Nero beber pessoas com cera para tocar fogo, para iluminar jardim, isso já era prática dos caldeus. Ele não inventou aquilo lá, não. Era prática dos caldeus. Então, a gente vai vendo que essa maldade do ser humano eh eh há uma repressão de Deus. Deus segura isso. Se não segurasse, eh, a vida na terra seria impraticável. Ser humano é capaz de de atrocidades. Nós sabemos disso. Então, a igreja, o reino espiritual cresce protegido, pacificado sobre a providência universal de Cristo, né? Eh, depois de terminar de cortar o som aqui, só vou contar uma história para vocês. Duração limitada do reino, reinado universal, né? O ponto de partida aqui, a exaltação, é investido formalmente ao seu ser exaltado a desça de Deus, uma recompensa prometida pelos seus labores, né? A natureza humana passou a participar da glória dessa autoridade. Isso aqui está falando que Jesus quando ele sobe agora, ele sobe na figura humana. Cristo Jesus está no céu em figura humana. Figura humana. Quando ele foi glorificado ali depois da sua morte e ressurreição, por mais que a gente vai perceber que há algumas coisas que a palavra de Deus ela não fala exatamente como aconteceu, mas o povo tá dentro de uma sala fechada, Jesus aparece lá dentro. Onde ele passou? da onde ele passou aqui. Eh, só que ao mesmo tempo a palavra de Deus fala que Jesus ele se alimenta depois da sua ressurreição. Ele come. Ele come. Ah, então assim, ah, Jesus sobe aos céus também nessa agora nessa natureza humana, prefigurando aquilo que vai acontecer conosco. Então, vem a consumação. Se nada durará estritamente ao completar essa vitória sobre os inimigos até que a morte seja abolida, tá? E aqui chegando ao quase ao final, as duas esferas então se dividem assim: domínio, povo eh redimido, a Igreja e os corações do crente, o reino de poder, o universo inteiro, todas as nações, criaturas, indivíduos e nações. Natureza do governo é espiritual, mediado pela palavra e pelo espírito. Aqui é o reino de poder providencial, judicial, operando sobre forças naturais e históricas. Propósito central é salvação, purificação, perfeição do povo eleito. Propósito central daqui é proteção da igreja, destruição dos inimigos e forças opositoras e a duração ali eterno, Cristo eternamente cabeça. Aqui o reino de poder é temporário até a morte ser abolida e a consumação ocorrer, porque aqui não haverá mais eh não teria mais eh o porquê, né? Então, por fim, aqui nós temos as duas vertentes, tá? A palavra e o cetro, unidade divisível. Aqui do lado de cá, a palavra, através do ofício profético, Cristo dissipa a ignorância humana, iluminando o mundo com o autêntico conhecimento de Deus. Ele não apenas entrega a palavra, ele é a revelação. Do lado de cá, o rei como o cetro, através do ofício real, Cristo reverte a rebelião do pecado. Ele governa o cosmo para garantir a segurança da igreja e governa os corações para aplicar a redenção conquistada, tá? Então isso tudo diz respeito a essa redenção consumada que é a obra mediatória invariavelmente realizada pela pessoa completa de Cristo. Sua iluminação profética é o meio pelo qual ele estabelece seu reinado espiritual, culminando na restauração do domínio original do homem e na glória de Deus. Tudo isso são as duas vertentes aqui de ofícios relacionados aqui a Cristo Jesus, tá? Como eu falei, deixa eu tirar aqui um pouquinho, um pouco uma das coisas que me eh chama atenção hoje eh é como o evangelho cresce em alguns países de perseguição externa. Nós estamos missionários desses países. Essa é impensável que tá acontecendo, que ao mesmo tempo é ameaça de todos os lados. Só que ao mesmo tempo a igreja cada vez cresce mais da igreja. Então assim, eh quando a gente eh alguns trabalhos ali do próprio Oriente Médio, onde a pessoa vai pra igreja, não tem um, o governo permite, tem um sniper em cima da igreja, que ameaça para de de outros quererem ir lá e enquanto os irmãos estiverem reunidos e fazer massagem. Só que aí a pergunta minha para nós, você trouxe hoje para uma igreja M.