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A fé vem pelo ouvir

# 71 Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico

# 71 Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico

# 71 Pilares da Fé Reformada | Estudo Bíblico

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PILARES DA FÉ REFORMADA
Teologia Dogmática ao alcance de todos

O desafio da Primeira Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia é que continuemos a caminhada na preservação da doutrina e na aplicação das verdades bíblicas aos novos desafios de nossa geração. Integrando-nos à nobre sucessão dos que amam a Deus e sua Palavra e que buscam entendê-la e aplicá-la, em submissão ao Espírito, à vida da Igreja. D. M. Lloyd-Jones diz:

“Toda a doutrina cristã visa levar, e foi destinada a levar a um bom resultado prático. […] A doutrina visa levar-nos a Deus, e a isso foi destinada. Seu propósito é ser prática […] a nossa vida cristã nunca será rica, se não conhecermos e não aprendermos a doutrina. Você não poderá ser santo se não conhecer bem a doutrina. Doutrina é a ligação direta que leva à santidade. É somente quando compreendemos essas verdades fundamentais que podemos atender ao apelo lógico para a conduta e o comportamento agradáveis a Deus”.

Diante disso, uma tradição saudável tem compromisso com o passado na geração do futuro. Portanto, “o conservadorismo criativo utiliza-se da tradição, não como autoridade final ou absoluta, mas como recurso importante colocado a nossa disposição pela providência de Deus, a fim de nos ajudar a entender o que a Escritura está nos dizendo sobre quem é Deus, quem somos nós, o que é o mundo ao nosso redor e o que fomos chamados para fazer aqui e agora”. J.I. Packer nos ajuda nessa compreensão:

“A tradição nos permite ficar sobre os ombros de muitos gigantes que pensaram sobre a Bíblia antes de nós. Podemos concluir pelo consenso do maior e mais amplo corpo de pensadores cristãos, desde os primeiros Pais até o presente, como recurso valioso para compreender a Bíblia com responsabilidade. Contudo, tais interpretações (tradições) jamais serão finais; precisam sempre ser submetidas às Escrituras para mais revisão”.

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

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Legendas automáticas:

do sol até o poente. Portanto, ó Deus,
nós estamos cobertos, ó Pai, com a tua
fidelidade, com a tua misericórdia,
ó Deus. E, portanto, ó Pai, nós temos
sempre, ó Deus, aquilo que é necessário,
ó Deus, para nossa vida e para
glorificar ao Senhor através dos nossos
atos. Portanto, ó Deus, nos abençoe
nesse sentido. Ajuda-nos, ó Deus, a ver
a vida na perspectiva, ó Deus, do
evangelho de Cristo Jesus, ó Deus, para
que nós possamos sempre manter o nosso
olhar para o alto e não, ó Deus, para
baixo ou para a terra, Senhor.
Abençoe-nos, ó Deus, a todos aqueles que
estão aqui presentes e a tantos outros,
ó Deus, que nos acompanham à distância.
Que a bênção do Senhor esteja, ó Deus,
sobre a vida de cada um. É a nossa
oração em nome de Jesus. Amém. Abra
comigo, por favor, em Atos.
Atos capítulo 3,
verso 22,
a partir do verso 22. Atos capítulo 3
e diz:
"Disse na verdade Moisés,
o Senhor Deus vos suscitará dentre
vossos irmãos um profeta semelhante a
mim. A ele ouvire em tudo quanto vos
disser.
Acontecerá que toda alma que não ouvir a
esse profeta será exterminada do medo do
povo. E todos os profetas, a começar com
Samuel, assim como todos quantos depois
falaram, também anunciaram esses dias:
"Vós sois os filhos dos profetas e da
aliança que Deus estabeleceu com vossos
pais, dizendo a Abraão: "Na tua
descendência serão abençoadas
todas as nações da terra".
Eh, ainda, por favor, lá em Hebreus,
capítulo 1,
Hebreus capítulo 1, a partir do verso 1,
diz: "Havendo Deus outrora falado muitas
vezes e de muitas maneiras aos pais
pelos profetas,
nesses últimos dias nos falou pelo
filho, a quem constituiu o herdeiro de
todas as coisas, pelo do qual também fez
o universo. Portanto, irmãos, nós
estamos dentro daquilo que são os
ofícios de Cristo Jesus.
A palavra de Deus, ela vai nos mostrar
esta ordem
desde o Antigo Testamento e mostrando
sempre eh figuras que eram, né, eh
pessoas que Deus levantava para que
pudesse desempenhar esse ofício.
Portanto, a quando a gente vê a
permissão de Deus para o povo de Israel
ter um rei, ele já tinha falado a
respeito disso, né? Mas a eles
precisavam e Deus permitiu que eles
tivessem uma figura humana como rei ali
para que eles pudessem também atentar
que nenhum reinado terreno eh de fato
daria a eles aquilo que eles achavam que
teriam, né? Eles achavam que um rei iria
protegê-los, iria tornar eles uma nação
eh forte. Eles olhavam para as nações
pagãs e eles entendiam que se tivesse
uma figura humana ali, eh, eles seriam
eh seria mais fácil de conduzir. A gente
vê isso na transição, eh, do ministério
profético, né, de Samuel. Eles chegam
para Samuel e eles dizem: "Olha, é OK
até aqui você como juiz, né? Ele era
profeta, juiz, mas seus filhos não
seguem aquilo que você eh está eh eh
fazendo diante de Deus. Os filhos de
Samuel, eh é assim, é emblemático isso
na história, porque lembra que Samuel
substitui Eli, os filhos de Eli, eles
morreram diante do Senhor. A palavra de
Deus fala que eles eram levianos. de
Samuel não chega a ter essa eh esse
julgamento, mas a o texto fala que os
filhos de Samuel não estavam eh não
seriam também o substituto adequado.
Então eles pedem o rei. É interessante
notar a escolha do rei, né? Eles
escolhem o rei e a gente vai perceber
que a a humanidade ela caminha do mesmo
jeito sempre, né? Eh, se a gente olha
paraa história de de Saul, né, Saul está
lá procurando lá, né, eh, os animais que
perderam e tal, e aí tá lá na o povo
reunido. E quando ele, eh, levanta, né,
o povo vê, né, o cara grande, o cara,
né, que era bonito e tudo. Fala, esse é
o rei, né? Então, a escolha externa, né,
na padrão externo. E Deus já tinha
falado, né, que eles vem apenas o
externo. Deus vê o coração. Quando Deus
escolhe Davi, né, a gente vai perceber o
oposto, né, que tanto é que eles mantém
o mesmo padrão. Traz os filhos
guerreiros, traz todos aqueles que que
poderiam. Tanto é que não apresenta o
Davi. Falou não aquele lá não tem como
nem apresentar, né? Não tem jeito. Só
que era aquele que Deus tinha escolhido.
E a gente vai olhando pros paralelos.
Lembre dos paralelos de tudo isso. Nada
na palavra de Deus é aleatório. Então
vem Davi era alguém que não tinha o
tipo, né, de de um rei de porte, né, e
se torna um grande rei Israel.
Eh, e aí a gente vai caminhando na
história. Quando a profecia aponta para
Cristo, a gente lembra que a palavra de
Deus fala que, eh, que não nele não
havia beleza e tal, né? Eh, eu sei que a
as pinturas, né, sempre gostam de pintar
Jesus assim extremamente belo, né, a
beleza perfeita. Só que a própria
palavra de Deus diz que isso não era
assim. Verdade não era assim. Tanto é
que ele foi desprezado. As pessoas ao
olharem
cumpre a profecia de Isaías, né, dele
ser desprezado, né, porque não tinha
esse porte de que as pessoas elas
entendiam que deveria ser. continua
sendo algo externo. Mas aí a gente vai
ter o paralelo com Davi, lembrando que
Jesus é chamado eh nessa ordem, né,
filho de Davi,
né? E da mesma maneira, então a o todos
esses aspectos estão eh mostrando e
apontando para esse ofício real também
eh de Cristo Jesus. Mas olhando paraa
história, então nós temos essa evolução
tríplice na na história da teologia.
Quando a gente olha para essa distinção
agora, dos três ofícios, profeta,
sacerdote e rei, eh de fato é
sistematizado por João Calvino, tá nas
institutas, eh pegando eh eh até aqui a
gente tinha na teologia, sim, o
entendimento de Jesus como profeta, como
sacerdote, como rei, mas isso
sistematizado vem na teologia de
Calvino, eh, basicamente ali nas
institutas, quando ele está falando a
respeito de Cristo Jesus, os teólogos
luteranos aqui, eles desenvolvem a
doutrina,
se é um dos proponentes dele, né, com
TED e outros, eles se opuseram
argumentando que a divisão é artificial,
preferindo então unir o profético ao
sacerdotal. A teologia luterana ela
junta as duas coisas. Eles entendem que
o ofício de profeta e de sacerdote seria
uma junção, né? Ah, lembre-se sempre,
ah, eh, Lutero, ele foi extremamente
importante na reforma protestante, mas a
partir da do luteranismo, que não foi
ele que estabelece, são os seus
seguidores, há uma uma o caminho ele vai
se distanciando da teologia reformada,
tá? Então, luteranismo não é a mesma
coisa de teologia reformada, tá? Então,
o luteranismo ele pega uma via e ele vai
para outra via. Se a gente for perceber
ao longo da história, ela quase, eles
quase fizeram um retorno. Eles estão
quase topando, fazendo um retorno mesmo,
né? Pega as últimas coisas do
luterianismo, eles estão, né? Tanto é
que há um tempo atrás a Igreja Católica
até aceitou a desescomungar Lutero.
Lembre-se disso, né? Que Lutero foi
escomungado. Portanto, o ser escomungado
é você ser ser jogado pro inferno, né? A
escomunhão. Como é que eles vão lá
retirar ele? As coisas, né? As coisas da
história aí não foi não. Vamos tirar
sair todo sa pecado, mas vamos. né?
Porque a teologia ela tá fazendo essa
volta, sabe? Eh, e a gente vai vendo que
é muito próximo. Scinianos. Sociniano é
de um cara chamado falso
de 700 alguma coisa. Ele, na verdade, é
o precursor dessa ideia do unitarismo,
tá? Então, eles defendiam que não
existia trindade. Na verdade, são só
nomes diferentes pro mesmo Deus. Eh,
então reconhece apenas dois ofícios do
tempo. Cristo agiu como profeta na terra
e agora age como rei no céu,
subordinando a obra sacerdotal a real.
Então já é diferente do outro lá, né?
Mas essa é uma das eh heresias que
também ainda dominam no nosso tempo, no
nosso meio. Tem vários movimentos que as
pessoas falam assim: "Ah, nossos irmãos
são evangélicos, né? Eh, eles são
unitaristas, tá?" Então, é eh
diretamente contra a doutrina da
trindade,
eh escola liberal, então vem o
liberalismo que basicamente a gente tem
na 1960
paraa frente e que toma maior corpo, né?
Eles rejeitam os três ofícios. Teologia
liberal recusa então a ideia de uma
personalidade oficial, preferindo ver
Cristo apenas como o homem ideal.
Então você vai ver em vários escritos
liberais aquelas coisas em busca do
Jesus histórico.
A ideia é essa de que Jesus apenas ele
recebeu uma ah potencialidade
de ser o o homem ideal.
Nada além do que isso, certo? Nada mais
do que isso. Então essa é raízes aqui da
teologia liberal, tá bom? Mas olhando
pro Antigo Testamento e o Novo, na
questão aqui agora do ofício profético,
palavra de Deus lá no Antigo Testamento,
ela usa esses termos na,
tá? Eh, alguém que vem com uma mensagem
da parte de Deus para o povo. Eh, é
interessante notar as raízes da das
palavras, porque aí a gente entende o
que é profecia e o que é o ofício
profético na palavra de Deus. também
diferente do imaginário de vários
movimentos também evangélicos, que
quando se fala em profecia a pessoa já
tem uma ideia de que é uma revelação
extraíblica,
tá? Roé aquele que recebe revelação de
Deus ouvidente. Samuel era sempre
chamado assim.
Se a gente vai olhar lá em Samuel,
Samuel ele era chamado de ouvidente, tá?
Ele era o profeta. ali naquela época e
que é o que recebe visões divinas usada
de forma intercambiável também com Roé.
Então, outros designativos aqui incluem
homem de Deus, mensageiro do Senhor e
vigia, né, que a palavra de Deus coloca
lá de sentinela e tudo isso. Tudo está
dentro desse ofício profético para que a
gente entenda dentro da palavra, dos
termos, qual que era de fato o ofício, o
que que um profeta faz, que que esse
profeta faz. Então, eh, no Novo
Testamento, profetez é composto de pro e
femi. Proposição é que a preposição não
é temporal
e não significa falar de de antemão,
prever, mas sim proferir.
Profeta é aquele que fala estritamente
da parte de Deus. Eh, se a gente fizer
um apanhado geral de todo o Antigo
Testamento,
eh, e também do Novo Testamento, a gente
vai perceber que a porcentagem de
profecias preditivas,
mas é muito menor, é tipo assim, em
torno de uns 20%
eh daquilo que são as profecias que
diziam assim diz o Senhor, falando da
lei do Senhor, daquilo que Deus já tinha
revelado.
A função do profeta era fazer com que o
povo lembrasse
daquilo que Deus já tinha dito.
Portanto, o profeta, ele tinha que dizer
assim: "Diz o Senhor". Era a palavra do
Senhor. Eh, a gente vê alguns embates no
Antigo Testamento, Micaías e tal, e
profetas que, eh, em nome de Deus falava
assim: "Paz, paz, pode ir paraa guerra
que tá tudo certo, vai que Deus tá
contigo, né? Era os coach da época.
Coach não, né? Não existiu só de agora
não. Daquela época fal, Deus é contigo,
né? Você é muito bom, né? Já existia
naquela época os reis contratavam
eh esses tipos de profeta para que que
eles pudessem falar coisas boas. Lembra
que ele chega pro profeta, né? Fala
assim: "Ah, você você só fala coisa
ruim, né? Toda vez que é
>> você só fala coisa ruim. né? A gente
chama você para falar um negócio bom,
você vem que fala um trem ruim pra
gente, né? Mas era o povo completamente
fora da vontade de Deus, né? E eles
queriam ouvir coisas boas,
tá? Então, gente, a gente olha pra
história da da eh cristã aí, né? a gente
vai perceber que a palavra de Deus nos
mostra eh e nos alerta sempre, porque
isso são coisas que acontecem no nosso
tempo e vem acontecendo ao longo da
história.
Ao longo da história tudo isso
aconteceu. Então assim, o profeta
verdadeiro era aquele que falava
exatamente o que a palavra de Deus tinha
dito. Então a dinâmica interna aqui da
função era essa. Ou seja, o elemento
passivo, que era o receptivo, profeta
recebe a revelação divina, podia ser por
sonhos, visões, comunicações verbais.
Então, este elemento governante. O
profeta não pode dar mais do que recebe.
Isso era eh aquilo que tivesse falado. E
lembra que a palavra de Deus sempre
repetia por alguma vez que fala
exatamente aquilo que eu ordenei, tá?
Não inventa não, não aumenta não, né?
Eh, essa era, esse foi o já lá no
começo, na queda, aquilo que aconteceu,
né, que Deus tinha falado, não é para
comer. Fala, não, não é para comer e nem
tocar. Falei: "Quem que falou que não é
para tocar?" Eh, já inventou alguma
coisinha a mais, né? Então assim, da da
essa esse é normalmente uma faz parte,
né, da natureza humana, mas aquilo que a
palavra de Deus fala a respeito do
ofício profético é exatamente isso. O
elementativo produtivo é a vocação
divina. Então, a ordem estrita para
comunicar a revelação recebida a outros.
Apenas receber a revelação não faz de
alguém um profeta. Certo? A gente tem
faraó.
Deus falou com faraó sonhos.
A gente tem Nabuco Donozor na Bíblia.
Tanto que Nabuco Donozor faz uma oração
linda, gente. É interessante aqui lá.
Ele fala, né, falando a respeito de
Deus, né, eh, da exaltação a Deus, né,
depois de tudo que aconteceu. Mas nem
por isso ele é se torna um profeta, tá?
Nem por isso o dever. Então, diante
desses dois elementos, dever profético,
o resultado é a transmissão da vontade
de Deus.
manifesta-se como instrução,
admoestação, promessas de graça,
censuras severas contra o formalismo e o
pecado. Isso vem acontecendo ao longo
das Escrituras, Antigo e Novo
Testamento, mas o padrão sempre era o
mesmo, falar aquilo que Deus tinha
determinado para que o povo pudesse
viver, tá?
Então, escopro aqui cronológico da obra
profética de Cristo, chegando a Cristo,
a refutação erroiniano que limitava sua
profecia ao ministério público. Aqui,
eh, antes da encarnação, a gente vai
perceber que a palavra de Deus já mostra
a manifestação de Cristo Jesus. Nós já
falamos sobre isso, sobre teofanias, né,
que era a manifestação de Cristo
pré-encarnado no Novo, no Antigo
Testamento,
certo? era manifestação de Cristo no
Antigo Testamento. A gente vê isso, né,
em algumas vezes ali, eh se revelando
ali. Aí eh emblemático ver Jesus eh com
Josué
na transição do ministério de Moisés
para para Josué, tá? Lembra o peso que
era de Moisés? Aí o próximo líder ser
Josué. Aí a há uma manifestação de
Cristo ali como parênça de guerreiro e
mostra para Josué que na verdade quem
está liderando o povo é ele. Aquilo que
ele requer do de Josué como líder aqui
terreno era só que ele fosse fiel.
Lembra? Não cesse de meditar na lei do
Senhor, né? Não se desvie nem pela
direita, nem para a esquerda. ser forte,
corajoso, né? Porque eu sou contigo.
Agiu como espírito de revelação nos
ensinos dos profetas. Pedro vai falar
isso, que era a ação de Cristo na vida
de todos esses profetas, personificado
como a sabedoria, ensinando os filhos
dos homens. Lá em Provérbios, o capítulo
8, se lê o texto, a gente vai perceber
que a sabedoria ela se torna eh ali é
descrita como pessoa, tá? Deixa eu ler
só uma parte aqui pra gente lembrar.
Provérbios capítulo 8 fala assim: "Não
chama, não clama porventura a sabedoria.
O entendimento não faz ouvir a sua voz.
No cím das alturas, junto ao caminho,
nas encruzilhadas das veredas, ela se
coloca junto às portas, à entrada da
cidade, a entrada das portas está
gritando a vós outros, ó homens, clamo,
e a minha voz se dirige aos filhos dos
homens. Entendei, ó simples, a prudência
e vós nécios, entendei a sabedoria.
Ouvi, pois, falarei coisas excelentes,
os meus lábios proferirão coisas retas e
assim vai. Portanto, há uma
personificação da sabedoria. Nós estamos
falando da obra de Cristo antes dele eh
encarnar. Instruiu mediante tipo
cerimônia, direção providencial de
Israel. A gente vai lembrar que todas as
festas de Israel, toda a lei cerimonial
de Israel, tudo isso teve o cumprimento
em Cristo.
Então nós temos a divisão da lei, lei
civil, né? a lei moral e a lei
cerimonial, tá? Quando a palavra de Deus
nos fala a respeito da lei, ela tá
abarcada nessas três, certo? Por isso
que há uma confusão. De vez em quando as
pessoas falam assim: "Ah, que a gente
vem falando sobre alguma coisa
contundente que a palavra de Deus
estabelece, isso tá dentro da lei
moral". Aí a pessoa pega e saca lá de
Levítico, fala assim: "Mas lá em
Levítico fala para não misturar dois
panos. Você tiver uma coxa de retalho
aí, você tá pecando, né? Se tiver uma
roupa que você pega pano diferente,
emenda um no outro, você tá pecando.
Também lá vai dizer para você não comer
carne de porco, não comer camarão, né?
Esses negócios tudo aí. Eh, aí pega isso
tudo estava dentro da lei cerimonial
e era uma preservação para o povo. Havia
uma preservação de Deus ao povo. Quando
Deus eh agora assim, vocês sabem que a
gente mantém sempre uma uma pouquinho de
legalismo na vida da gente, né? Eh, eu
eu sei que isso fazia parte tá lá, mas
se me chamar não me chamo para isso. Eh,
havia a proibição de comer sangue sera
pro povo de Israel também tá dentro aí.
Mas eu continuo sendo proibido de comer
sangue porque eu não vou gostar mesmo.
Então, para mim tá proibido, né, o tal
do churiz, essas coisas.
Não me chame, né? Então assim, ah, essas
leis todas elas estavam ali dentro,
então elas apontam para Cristo, eram
sombra, como Hebreus fala, quando chega
Cristo, elas elas se cumpriram.
Leis cerimoniais se cumprem em Cristo
Jesus, mas todas elas eh estão mostrando
eh eh alguma coisa da obra de Cristo
Jesus, tá? Então, antes da encarnação,
aquelas festas,
elas todas eram uma profecia a respeito
de Cristo Jesus,
né? Então, se vocês quiserem até ter um
livro chamar Encontrei Jesus em uma
festa em Israel do João Sitema. Eh,
muito bom. Depois da encarnação, eh, ele
operou através de seus ensinos verbais e
milagres terrenos. ensina de forma
factual pelos eventos da encarnação,
morte, expiatória e ressurreição. E
prossegue, então, a sua obra hoje desde
os céus, mediante a a operação do
Espírito Santo
e a pregação eh dos ministros aqui da eh
da palavra.
Então, os modos de operação do ofício
profético é a operação imediata, que a
definição aqui é atuação direta e
pessoal de Cristo sem intermediários
humanos, tá? No Antigo Testamento como
anjo do Senhor e no Novo Testamento como
o Senhor encarnado ensinando diretamente
pelas suas palavras e pelo seu exemplo
moral e obediência. Interessante notar
essa perspectiva de João, o evangelho de
João, que Jesus ele fala, ele vai
repetindo, ele fala: "Eu não vim de moto
próprio, eh, eu vim para fazer a vontade
do meu pai". Eh, ele ele mostra que
todas as suas palavras e os seus atos,
na verdade, ele vem em cumprimento,
portanto, ele não desvia, ele não fala,
né? Eh, vamos dizer dele mesmo, mas da
parte do pai.
Isso está estabelecido como profeta
perfeito, né? E a obra de Cristo foi
perfeita no ofício profético, né? Indo
até o fim. Quando sempre falo lá naquele
do dia que Jesus grita lá até telestar
está consumado lá na cruz está feito.
Era tudo isso.
Tudo isso está feito e completamente
feito na obra de Cristo. A operação
imediata é atuação através de agentes e
me instituídos. Então, exatamente
externamente através dos profetas do
Antigo Testamento, dos apóstolos e
atualmente pela instrumentalidade
eh do ministro do Evangelho ou de
pessoas que estão eh falando a respeito
também de Cristo, internamente pela
operação subjetiva do Espírito Santo,
que é o espírito de Cristo habitando e
iluminando os crentes. Então, todos
esses modos são operações aqui do ofício
profético. Ainda a gente chega de novo a
alguns ataques aqui, tá? Da que são
modernos e que chega também até nós
nosso tempo. Redução do mediador a
apenas um revelador. A visão liberal,
eh, nós temos um liberalismo que é um
pouco mais antigo e um mais recente. Eh,
o liberalismo antigo, ele foca
exclusivamente na importância dos
ensinos de Jesus, ignorando sua obra
redentora. Cristo é apenas um grande
mestre. Todas as vezes que você pegar
escritos, eh, que sempre fica numa
repetição, o meu grande mestre, né, o
grande mestre Jesus, o grande mestre,
ele não fala de obra redentora
eh eh de do senhorio dele, pode saber
que é é liberalismo e muitos deles vêm
encapado numa coisa, né, bonita e as
pessoas acham bonito isso. o grande
mestre, meu grande mestre. Sim, ele era
mestre,
mas é interessante notar que em algumas
vezes ele rechaça isso, né? quando
é o jovem rico lá quer fazer graça, né,
falando, né, a respeito, né, e a gente
vai vendo que em alguns momentos aqueles
que de fato seguiam a Jesus, eles até
usavam outra terminologia
muito mais íntima, né, eh, se referindo
a Cristo Jesus. Mas isso são raízes do
liberalismo. Também o recente exalta a
personalidade única de Jesus como homem
ideal, irmão mais velho, temendo que
considerá-lo eh o funcionário mediatório
formal possa desumanizá-lo. Nós sabemos
que as duas coisas são importantes,
divindade e humanidade.
O problema aqui é exatamente esse, é
estabelecer algo, um critério, falar
assim: "Olha, eh, só da humanidade de
Cristo Jesus". E o liberalismo ele traz
muito isso. O liberalismo mais recente,
ele fala muito de eh pega Jesus como um
modelo de homem, modelo de homem ideal.
OK? É, mas não é só isso. Não é só isso.
Isso diz respeito apenas à questão da
humanidade de Cristo Jesus. Mas a
palavra de Deus também aponta para algo
maior. De vez em quando a gente pega
isso em muitas músicas, principalmente
música gospel,
que gosta de eh trazer Jesus, se eu
posso falar aí, trazer mais para perto
da gente, né? Aí você há um tempo atrás,
acho que era anos 2000, tinha umas
músicas que falavam de Jesus,
eh,
que eu quero
vestir sua camisa, eu quero calçar o seu
sapato,
né, deitar no seu ombro. As pessoas até
chamavam isso de pop gospel romântico,
né?
Era, o povo disse que era isso aí. Você
não sabia se tava cantando uma música,
você não sabia muito bem ali aquele
negócio, né? Isso foi uma vertente que
que veio pro Brasil também, não foi
criada aqui. Aí eu lembro que Michael
Horton, ele escreve um livro chamado
Cristianismo sem Cristo e aí ele fala
abertamente a respeito disso. Falou:
"Olha, a gente tem que tomar cuidado sim
com Deus, Cristo Jesus, eh pela adoção
de fato, ele é nosso irmão, mas cuidado
que continua sendo Deus. Portanto, Deus
como pai, ele continua sendo Deus.
Tá? E santo, portanto, não vai de
qualquer jeito, não. Não é de qualquer
jeito. Então, essa tentativa, né, de
humanização,
né, e de tentar colocar mais próximo a
nós, isso é um movimento da teologia
liberal. Por mais que pareça piedoso,
teologia liberal, não é assim tão de
piedade, não. A correção ortodoxa, nota
sobre a teologia, né? Embora Cbart
Bruner, Emil Bruner, né, enfatizem o
mediador predominantemente como
revelador, afirmando que a revelação é a
reconciliação, eles ainda mantém a
centralidade da cruz da obra
expriatória, diferindo do modernismo
puro. Eu sei que e Bart ele chega, ele
ele tá bem na linha, ele vai na linha
ali muito tênue, mas no final das contas
também nega a plena divindade de Cristo,
né? e aquilo que a palavra de Deus nos
mostra e aquilo que eh eh nós cremos,
né, de maneira ortodoxa.
Introdução ao ofício real de Cristo.
Então, a gente viu a questão profética.
Tudo isso se aplica a Cristo Jesus como
profeta perfeito.
A introdução então ao ofício real de
Cristo. Eh, a distinção então
fundamental da da autoridade soberana,
realeza então original, pertence a
Cristo por direito original como a
segunda pessoa da trindade e domínio
natural sobre todas as suas criaturas. E
a palavra de Deus fala: "O seu trono
está estabelecido nos céus e domina
sobre o universo inteiro". Nós temos
vários salmos, principalmente salmos de
Davi, que ele como profeta, ele falava
em partes dele, mas a boa parte do
salmo, ele tá se aplicando a Cristo
Jesus e não ao reinado davídico, mas se
aplicando a Cristo Jesus. Salmo 110
também quando fala: "Assenta-te à minha
direita até que ponha seus inimigos
sobre estrato dos seus pés". A gente vê
lá em Hebreus. Então chega Hebreus e
traduz isso pra gente que está falando
de Cristo e não era de Davi, tá? E não
era de um reinado terreno, mas está se
aplicando a Cristo. A distinção então
fundamental da autoridade soberana,
realeza mediatória, tá? Eh, Cristo Jesus
como rei mediador. Realeza outorgada e
econômica. Quando fala isso é por causa
da questão da própria trindade, tá? A
gente chama isso de economia da
trindade, que é a essa relação pai,
filho e espírito santo, tá? Não como
hierarquia, né? Exercido não meramente
em sua natureza divina, mas como Deus
homem, tá? não é uma nova esfera fora do
seu domínio original, mas é a sua
autoridade originária revestida de forma
como a nova aparência eh administrada
para o novo fim, ou seja, a salvação.
Então se divide nessas duas esferas
aqui, tá? Essa realeza mediatória vai se
dividindo ao longo da palavra de Deus
nos mostra. Isso. É o seu poder primeiro
oficial de governar todas as coisas para
a glória de Deus. E a execução do seu
propósito de salvação divide-se então
nesses dois reinados. É o reinado
espiritual que é o governo real direto
imediatamente sobre o seu povo e a sua
igreja. Isso aqui é um uma um dos lados.
Nós sabemos que Cristo Jesus já governa
sobre a sua igreja.
Ele é o cabeça da igreja, não apenas
como uma questão eh orgânica, mas é que
nós estamos falando do reinado eh de
Cristo Jesus. E o reinado é sobre o
universo, é o reino de poder, que é
administração providencial e judicial de
todas as coisas, indivíduos, nações,
história, tá? No interesse exclusivo de
sua igreja. Por mais que isso aqui,
normalmente nós temos uma uma luta
imensa de olhar pro mundo, paraas coisas
que acontecem pelo mundo afora, e a
gente fica perguntando eh Deus tá vendo
tudo isso? Eh, qual que é o propósito de
Deus permitir isso? Nós sabemos bem que
a igreja
a igreja é eh é o grupo mais perseguido
pelo mundo afora.
É o grupo mais perseguido. Nós temos em
várias partes do mundo eh perseguições
violentas aí, né, e mortes simplesmente
por serem cristãos.
né? Mas isso não foge ao governo reinado
de poder, porque da mesma maneira parece
que a gente vai ter a mentalidade
dos discípulos lá quando Jesus é
crucificado.
Ele poderia, ele diz que poderia mandar
uma legião de anjos acabar com aquele
povo tudinho, né? Seria nosso, a gente
pensa assim, nossa, a gente do lado de
cá a gente pensa, parece que a gente tá
em quadrinhos, né? desenho f assim nossa
Jesus podia ter mandado um monte de anjo
lá que que par todo mundo, né? Judas era
o primeiro.
É,
>> pois é. A palavra de Deus fala que pelo
sopo da boca poderia que que é o que
fala depois lá em Apocalipse, mas a
questão era exatamente eh o poder estava
também aí dele eh permitir que tudo
acontecesse para que nós tivéssemos
redenção, senão nós não teríamos
redenção. Então ele eh vai humilhado,
humilhado até a morte de cruz. E aí
depois a gente eh fala a respeito da
exaltação, né, de Cristo por causa de
toda a sua obra, mas essas coisas não
estão eh, vamos dizer escondidas de
Deus. Deus está vendo tudo isso. Deus
está vendo. Palavra de Deus, ela nos
garante isso, tá?
Reinado então espiritual versus cabeça
versus rei. Com os dois conceitos aqui,
os dois conceitos se relacionam
organicamente lá em Efésios capítulo 1,
né, ele fala isso. Mas nós vamos ler
Colossenses no capítulo 1 verso,
a partir do verso 18.
Colossenses
1 verso 18,
que ele diz: "Ele é a cabeça do corpo da
igreja. Ele é o princípio primogênito
entre os mortos, para em todas as coisas
ter a primazia.
Porque aprove a Deus que nele residisse
toda a plenitude e que, havendo feito a
paz pelo sangue da sua cruz, por meio
dele, reconciliasse consigo mesmo todas
as coisas, quer sobre a terra, quer nos
céus, e a vós outros também, que outrora
eres estranhos inimigos no entendimento,
pelas vossas obras malignas. Agora,
porém, vos reconciliou no corpo de sua
carne, mediante a sua morte, para
apresentar-vos perante ele santos
inculpáveis e irrepreensíveis. Tá?
Então, Cristo como cabeça na esfera que
pertence a essa esfera do ser, ele é o
cabeça da igreja
como rei. Isso aqui é a esfera judicial.
a gente vai entender, então, indica que
lado de cá ser cabeça, essa união
mística. E aqui a gente precisa até
fazer uma sintonia fina. Eh, essa
teologia que ter união mística é a união
eh da trindade com a igreja, união
mística. Palavra de Deus também, ela
fala de algo ainda numa sintonia mais
fina ainda, união com Cristo.
Se você pegar depois faça um exercício
na sua casa, pega o livro de Efésios e
conta quantas vezes a palavra nele,
nele, nele se repete. Depois você me
fala quantas vezes ela se repetiu, tá?
eh falando exatamente da da dessa união
de Cristo com a igreja, tá? Há uma
repetição sempre falando literalmente de
Cristo. Então, sim, numa numa ideia
maior, Berkof, ele trata disso como
união mística, eh, mas uma ideia maior.
Eh, mas há uma sintonia mais fina ainda
falando da união de Cristo com a o corpo
ou com a igreja, sendo cabeça, como
Colossenses, Paulo está falando aqui aos
Colossenses, sendo cabeça dessa igreja.
como rei indica que ele está revestido
de autoridade para governar, tá? Eh, aí
Filipenses vai dizer, né, que eh depois
de toda a sua humilhação, ele foi
exaltado, né? Aí no final ele fala:
"Olha, para que todo o joelho se dobre,
toda linha confesse, toda língua
confesse que Jesus Cristo
é Senhor." Há um erro do pré-milenista
aqui quando fala a respeito disso,
porque eles, deixa desligar aqui,
reconhece como Cristo como cabeça, mas
frequentemente negam que ele seja o rei
atual da igreja, ou seja, eh rejeitando
o seu governo autorizado, ativo no
presente. O problema do pré-milenismo é
esse. Eles entendem que Jesus não está
governando nesse tempo, né? Que é um
problema escatológico.
Fundamentos então do reino da graça. Eh,
o fundamento é esse, baseado na
redenção. Não se originou na criação,
mas na graça redentora. Ninguém é
cidadão em virtude da humanidade, apenas
os redimidos pelos resgate de Cristo
pertence a esse reino. Isso é claro.
Palavra de Deus fala de criatura
e de filhos de Deus, tá? Vamos corrigir
aí nossas conversas. Povo fala para nós
assim: "Ah, mas todo mundo é filho de
Deus, né?" Você fala: "Opa, eu sei que
você não vai ser tão chato assim para
ficar corrigindo as pessoas, mas pelo
menos se corrija dentro de você. Não
concorde com isso, né? Filho de Deus
não. Se são criaturas,
são criaturas. Filhos de Deus são
aqueles que foram adotados em Cristo
Jesus, por meio da obra de Cristo Jesus.
Esses sim são filhos de Deus. Totalmente
espiritual, não é administrado pela
força externa, mas pela palavra e pelo
espírito centrado no coração e na vida
dos crentes. Isso aqui tá a gente
precisa entender, viu? que tem alguns
crentes que acha que se eles se
juntassem aí, né, pela força aí, vamos
juntar que nós vamos, né, e quem passar
na nossa frente a gente passa por cima,
tá? O questão o reino é espiritual, por
isso que às vezes a gente tem umas
frustrações, né? Eh, não vou entrar aqui
em questões políticas não, mas já
entrando. Eh,
normalmente, sabe, lá foi década de 60
que começou uma ideia de bancada
evangélica. Essa ideia, se a gente for
só crente como governante,
o mundo vai virar o céu.
Da onde tirar esse da onde tirar esse
negócio? Eh, é uma ideia, é por não eh,
na verdade, eu acho que são raízes de
incredulidade, de entender que tem quem
tá governando é Cristo. Ele sabe, Deus
sabe o que ele faz. Fala assim: "Mãe,
nós vamos dar uma forcinha, vamos dar
uma forcinha. Nós vamos eleger só
crente". Aí você põe lá os caras faz que
é crente, aí depois eles, né? Tá
passando vergonha aí orando, né?
Agradecendo a Deus pelas propinas, né?
Então, eh essa esse foi o ideário do
isso começou a partir da década de 60.
As igrejas falam assim: "Vamos pôr,
vamos pôr crente lá". Eu não sou claro
que eu sou eh, reformado. Portanto, eu
entendo que se um crente ele tem vocação
para a política, OK, é vocação para a
política. Mas sempre eu pergunto: "Você
estudou? Você você sabe o que que é
administração pública? Você você tem se
preparado para isso? Você tem uma boa
teologia para isso? Você já leu alguma
coisa? Fala: "Não, não li nada, não sei
nada, né? Eu só vou lá para prometer a
mesma coisa pela saúde, pela educação,
pela segurança.
Inspirado no de Platão, a República do
Rei
>> República de Platão. Isso.
Então nós vamos rei sábado. Então nós
vamos colocar os evangélicos
>> a classe, né? Se gente sempre entende
que que a gente é melhor, aí se a gente
dominar vai ser melhor para todo mundo.
Fim espiritual. Seu propósito direto
imediato é a salvação, reunião, proteção
e perfeição do povo e o contraste antigo
versus novo, que no até era simbolizado
pelo reino nacional teocrático de
Israel. O reino de Israel apontava para
isso e lembra de novo que era uma
sombra. Tanto é que foi completamente
imperfeito, gente. Se a gente olha paraa
história de Israel na sua monarquia, v
um desastre.
É um desastre, tá? Eh, e aí a gente vai
perceber que, de fato, esse reino
precisa ser celestial. No Novo
Testamento, as sombras desvaneceram-se e
a realidade espiritual assumiu
existência. Então, a dimensão
escatológica aqui do reino, tá? O reino
da graça é uma realidade presente, uma
realidade e uma esperança futura. Então
a gente tem o reino aqui presente, tá?
Que é a realidade espiritual já
existente no coração e na vida dos
homens, né? E cresce gradualmente. Isso
falando a na perspectiva da igreja,
Cristo Jesus, ele já reina,
tá? Ele reina e ele tem eh separado um
povo para ele, né? Isso já a realidade
em nós, né? quando nós eh
e nós cantamos isso, reina em mim,
ele já reina em nós. Se de fato eh já
houve uma ação de Deus na nossa vida,
ele reina sobre nós. Nós sabemos que
agora nós obedecemos não a nós mesmos,
mas ao nosso rei. A ruptura. Então, o
reino presente não evolui
imperceptivelmente para o futuro. Eh, a
passagem será marcada por grandes
mudanças cataclísmicas. A palavra de
Deus fala, Mateus 24, falando dessa
desse caminhar para o final, para esse
eh para o grande dia, né, para nós
agora, esse grande dia de Cristo Jesus,
ele eh retornando e, portanto, agora de
uma vez por todas e mostrando que, de
fato, o reino pertence a ele, não
pertence a impérios, nações, né?
Impérios já subiram e desceram ao longo
da história da humanidade, continuam
crescendo e caindo, né? Mas o reinado de
Cristo permanece para sempre. E a fase
escatológica e proeminente, o
reconhecimento do governo de Deus será
aperfeiçoado, consumado no reino visível
e majestoso, tá? Então, o reino de Deus
é a igreja visível. Reino de Deus aqui,
eh, cidadania coextensiva com a igreja
invisível.
Seu campo de operação é mais amplo, pois
vis o domínio sobre a vida em todas as
suas manifestações e esferas sociais. Lá
na frente nós vamos estudar sobre isso,
entrando eh em algumas questões da
teologia, eh principalmente de Kiper,
Doiver, falando a respeito da nossa vida
agora como cidadão do reino dos céus,
mas vivendo na terra.
A igreja visível, a organização externa
mais importante do reino e a única
instituída divinamente, é o meio
primordial para a propagação do reino na
terra. De novo, uma nota que contralinha
eh premilenismo, que Israel era a igreja
do Antigo Testamento e em sua essência
espiritual constitui uma unidade
inseparável com a igreja do Novo
Testamento. Quando a palavra de Deus ela
mostra essa transição,
isso é claro na palavra de Deus. Eu sei
que eh para Israel foi eh a palavra,
própria palavra de Deus fala, eles são
eh privilegiados.
Revelação veio por meio deles, né,
preservada por meio deles, mas há uma
transição. E aí na linguagem de Pedro
nós somos chamados como Israel de Deus,
tá? Então povo de Deus, separado por
Deus. Isso já estava previsto antes, que
isso abriria o leque de povos de todas
as línguas, nações. Isso já acontecia em
partes no Antigo Testamento. Eh, quando
a gente estuda a história das missões, a
gente fala de algo,
eu sempre eu sempre erro a rotação.
Centrífugo é assim, né? Centrípeta é
assim, certo?
Centrípeta joga, não, centrífica joga
para fora
e a centrípeta joga para dentro. Certo?
Então, a missão ali para muitos acha que
Israel só deveria propagar o a o reino e
tudo para dentro,
não era? Você vai vendo, eh, aquela
história da rainha de Sabá, você vai
vendo eh pessoas pagãs entrando na
linhagem e até na linhagem de Cristo
Jesus. E aí a gente vai pros salmos
missionários, que fala assim que na
prosperidade de Israel os povos pudessem
conhecer a Deus e adorá-lo.
Então, eh, essa ação sempre foi para
atingir povos, nações e raças, que é
aquilo que vai culminar, como Apocalipse
diz lá, que no dia de Cristo Jesus, que
estarão diante do cordeiro, todos os
povos, línguas, povos, nações, raças,
estarão diante do cordeiro, tá?
Não, apenas eh Israel como nação.
Essa esse é uma das notas então contra o
pré-milenismo, que ele sempre entende
que vai haver um tempo ainda de Israel e
tal. Quem tiver do lado de Israel vai
vencer a guerra, todas essas coisas eh
bem do imaginário do próprio americano
também.
duração do reinado espiritual,
a designação recebeu a a designação como
rei nas profundezas da eternidade.
Começou a agir como tal imediatamente
após a queda. Inauguração formal,
assumiu pública e formalmente o seu
trono, inaugurou o seu reino espiritual
somente após a ascensão e elevação à
desça de Deus, como Atos vai dizer, e o
reinado sobre a sua igreja continuará
eternamente. Cristo jamais deixará de
ser cabeça do seu corpo. Isso aqui está
expresso no catecismo de Heidelberg, na
confissão belga, que é um dos dos
catecismos e confissões reformadas que
nós temos, tá?
Ainda então falando desse reino de
poder, a definição então eh o domínio
absoluto do Deus homem Jesus Cristo
sobre o universo inteiro, a sua
administração providencial, judicial,
né, e todas as coisas aqui exercida
estritamente no interesse da sua igreja.
É esse reino de poder e controle
histórico. Guia os destinos dos
indivíduos, sociedades, nações.
Proteção ativa protege os redimidos dos
perigos do mundo hostil.
Justiça executiva vinga a justiça divina
com a sujeição e destruição de todos os
inimigos do seu povo.
O governo do mundo, então, como garantia
de proteção para o reino espiritual,
Deus Pai aqui, autoridade suprema. né?
Sempre subseviência aqui do poder à
graça, né? Cristo, o rei ungido e as
forças do universo, inimigos, né? Eh,
reprime a hostilidade de um mundo caído,
forçando até a ir humana a louvar a
Deus. Eh, a gente, se a gente parar um
pouco para pensar, se não houver uma
ação de Deus de fato sobre a terra,
gente, a maldade do ser humano e a
aquilo que o ser humano é capaz de
fazer, eh, a vida na Terra já seria
impraticável.
Nós sabemos disso.
A gente em alguns momentos, em alguns
impérios, a gente sempre olha pro nosso
tempo hoje, a gente sempre pensa que tá
pior do que
a gente sempre acha assim, antes tá
muito pior, né? A gente fala assim: "Ah,
estamos no fim do mundo." É fim sim.
Desde que Cristo Jesus subiu ao céu, nós
estamos no fim do mundo. Se a gente
lembrar que Abacu
ele leva um susto quando ele clama a
Deus, pede a misericórdia de Deus para
livrar. E aí Deus fala assim: "Eu tô
enviando aí os caldeus".
Bacuk fala o quê?
Fala: "Senhor, o caldeu".
os caldeus naquela época, né? Eh, eles
eh eles vão naquela no já naquela
transição,
eles eram tão violentos e basta estudar
história, história mesmo secular, tão
violentos que que teve um tempo que
disse que faltava madeira para eles
empalar a gente.
É quando acontece aqueles negócios de
Nero beber pessoas com cera para tocar
fogo, para iluminar jardim, isso já era
prática dos caldeus. Ele não inventou
aquilo lá, não. Era prática dos caldeus.
Então, a gente vai vendo que essa
maldade do ser humano eh eh há uma
repressão de Deus.
Deus segura isso. Se não segurasse, eh,
a vida na terra seria impraticável.
Ser humano é capaz de de atrocidades.
Nós sabemos disso. Então, a igreja, o
reino espiritual
cresce protegido, pacificado sobre a
providência universal de Cristo, né? Eh,
depois de terminar de cortar o som aqui,
só vou contar uma história para vocês.
Duração limitada do reino, reinado
universal, né? O ponto de partida aqui,
a exaltação,
é investido formalmente ao seu ser
exaltado a desça de Deus, uma recompensa
prometida pelos seus labores, né? A
natureza humana passou a participar da
glória dessa autoridade.
Isso aqui está falando que Jesus quando
ele sobe
agora, ele sobe na figura humana. Cristo
Jesus está no céu
em figura humana.
Figura humana.
Quando ele foi glorificado ali depois da
sua morte e ressurreição,
por mais que a gente vai perceber que há
algumas coisas que a palavra de Deus ela
não fala exatamente como aconteceu, mas
o povo tá dentro de uma sala fechada,
Jesus aparece lá dentro.
Onde ele passou?
da onde ele passou aqui. Eh, só que ao
mesmo tempo a palavra de Deus fala que
Jesus ele se alimenta depois da sua
ressurreição. Ele come. Ele come. Ah,
então assim, ah, Jesus sobe aos céus
também nessa agora nessa natureza
humana, prefigurando aquilo que vai
acontecer conosco. Então, vem a
consumação. Se nada durará estritamente
ao completar essa vitória sobre os
inimigos até que a morte seja abolida,
tá?
E aqui chegando ao quase ao final, as
duas esferas então se dividem assim:
domínio, povo eh redimido, a Igreja e os
corações do crente, o reino de poder, o
universo inteiro, todas as nações,
criaturas, indivíduos e nações. Natureza
do governo é espiritual, mediado pela
palavra e pelo espírito. Aqui é o reino
de poder providencial, judicial,
operando sobre forças naturais e
históricas. Propósito central é
salvação, purificação, perfeição do povo
eleito. Propósito central daqui é
proteção da igreja, destruição dos
inimigos e forças opositoras e a duração
ali eterno, Cristo eternamente cabeça.
Aqui o reino de poder é temporário até a
morte ser abolida e a consumação
ocorrer, porque aqui não haverá mais eh
não teria mais eh o porquê, né? Então,
por fim,
aqui nós temos as duas vertentes, tá? A
palavra e o cetro, unidade divisível.
Aqui do lado de cá, a palavra, através
do ofício profético, Cristo dissipa a
ignorância humana, iluminando o mundo
com o autêntico conhecimento de Deus.
Ele não apenas entrega a palavra, ele é
a revelação. Do lado de cá, o rei como o
cetro, através do ofício real, Cristo
reverte a rebelião do pecado. Ele
governa o cosmo para garantir a
segurança da igreja e governa os
corações para aplicar a redenção
conquistada, tá? Então isso tudo diz
respeito a essa redenção consumada que é
a obra mediatória invariavelmente
realizada pela pessoa completa de
Cristo. Sua iluminação profética é o
meio pelo qual ele estabelece seu
reinado espiritual, culminando na
restauração do domínio original do homem
e na glória de Deus. Tudo isso são as
duas vertentes aqui de ofícios
relacionados aqui a Cristo Jesus, tá?
Como eu falei, deixa eu tirar aqui um
pouquinho, um pouco
uma das coisas que me
eh chama atenção hoje eh é como o
evangelho cresce em alguns países de
perseguição externa. Nós estamos
missionários desses países.
Essa é impensável que tá acontecendo,
que ao mesmo tempo é ameaça de todos os
lados. Só que ao mesmo tempo a igreja
cada vez cresce mais
da igreja. Então assim, eh quando a
gente eh alguns trabalhos ali do próprio
Oriente Médio, onde a pessoa vai pra
igreja, não tem um, o governo permite,
tem um sniper em cima da igreja,
que ameaça para de de outros quererem ir
lá e enquanto os irmãos estiverem
reunidos e fazer massagem.
Só que aí a pergunta minha para nós,
você trouxe hoje para uma igreja M.

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