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A fé vem pelo ouvir

A DENÚNCIA DA PASTORA HELENA RAQUEL É IMPORTANTÍSSIMA

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Índice

Legendas automáticas:

Caldinho de feijão com molho de pimenta.
Melhor coisa. Hum. Tem igual não, viu?
Caldinho de feijão. Você pega o molhinho
de pimenta.
>> Hum, hum.
Que beleza. Será que tem feijão no meu
dente? Você vou conferir, né? Tem não.
Seja muito bem-vindo ao dedos de
teologia. Sou pastor Iago Martins. Você
está comigo nos últimos dias nesse
escritório? Talvez. Provavelmente tá. Se
reparar já tirei uns livros daqui já.
Estou me mudando. Estou indo para uma
casa nova. Estou indo para uma casa que
não terá home office. Vou abandonar o
home office. Só vou trabalhar agora no
office, no estúdio sala. Tô me mudando
finalmente para perto do nosso estúdio e
aí gravarei gravarei com equipe, com
gente me ajudando lá. Muito melhor,
muito melhor. Disse que tudo aí vai ser
movido lá pro estúdio, certo? Minha casa
vai ser só uma casa, só um lar para ter
paz, sem trabalho, certo? Trabalho fora
de casa. Em casa eu tenho um descanso.
Só tem uma coisa melhor do que trabalhar
em casa. Home office é bom. Sabe o que é
melhor do que home office? Qualquer
outra coisa. Não, não, não é, não é,
não. Trabalhar pertinho de casa é
melhor, é melhor que home office
trabalhar pertinho de casa, porque você
tem a divisão, né, do que é trabalho, do
que é casa, divide melhor e você não tem
que ficar no trânsito. Bom demais. Bom e
bom. O que o que que é esse programa
aqui? Cadê minha colher? Esqueci minha
colher. Hum.
>> Uau. É a essência do sabor concebida ao
meu modo. Intensidade e algo que marca a
história.
Uau.
>> Onde é que eu tava? Este é o Teólogos do
Twitter, o programa que a gente reage a
tudo aquilo que está viralizando sobre
Deus. na internet. Se é sua primeira vez
aqui. Esse canal tem vídeos em vários
formatos. Tem até vídeos educacionais
que eu gravo em Londres. Gravei sobre
perseguição religiosa na Inglaterra. Fui
na torre onde perseguiram e torturaram V
de vingança. Você não viu ainda esse
vídeo que é um flop inacreditável esses
vídeos que eu faço quando quando dou
aula em viagem? Vão lá dar uma
moralzinha. V lá dar uma moralzinha nos
vídeos. Noss vídeos que são muito bons,
muito bem feitos. Tem câmera 360, tem
aula, explico sobre direito divino dos
reis lá com fontes primárias. É, é
conteúdo para quem quer se aprofundar.
Você quer ficar só na superfície aí,
fica na superfície. Quer se aprofundar,
vai lá. saiu essa semana, vai dar uma
uma olhadinha lá. No programa de hoje,
eu entro aqui no grupo teólogos do
Twitter, onde o pessoal seleciona as
coisas que tem viralizado sobre Deus e
me manda aqui para eu reagir. E eu sei,
eu sei que você pula quando a
publicidade tá no comecinho do vídeo e
você já vai dar dar seu pulo aí, vai ter
gente no comentário: "O vídeo começa,
hein". Mas deixa eu pedir sua atenção
porque é o seguinte, geralmente coloca
publicidade no meio do vídeo, quem tá no
meio do vídeo você não pula, né? Mas
esse vídeo tem um tema muito sério. O
tema é muito sério. Eu não queria fazer
uma gracinha no meio do vídeo para fazer
uma publicidade. Então me dá uma
moralzinha com um brevíssimo plim plim
aqui pra gente sustentar a produção
desse canal com informação que você vai
me agradecer também de que nesse fim de
semana, nos dias 9 e 10 e nos dias 15 e
16, a Insider tá te dando 5% a mais de
desconto se você pagar no Pix. Isso além
do desconto que você já consegue usando
o cupom teologia. 15% de desconto se for
sua primeira compra, 10% de desconto se
fosse sua compra recorrente. Sim, esses
descontos se acumulam. Então, uma
oportunidade muito boa para você
aproveitar o fato de que a Insider tá
com peças novas. Eles lançaram, por
exemplo, a sua camisa gola polo com
grafeno para diminuir a sua temperatura
nos dias de calor. Cores que voltaram ao
estoque. Essa gola polo azul claro aqui,
ó, tava fora de estoque, voltou fora
outras cores e tamanhos nas roupas que
você já conhece, como tech t-shirt,
roupas femininas e muito mais. Insider
são roupas que desamassam no teu corpo
com o calor aí da tua pele. Essa roupa
aqui, ó, acabou de chegar dos correios.
Coloquei no corpo para gravar e não está
amassada mais. cores muito mais vivas e
que não desbotam na mesma velocidade das
roupas aí que você compra mais
baratinhas, fazendo com que aquilo que
você paga por uso da Insider seja muito
menor do aquilo que você paga comprando
uma blusa às vezes de de 30 pau por aí,
que com quatro lavagens já não presta
mais. Fora que você tem vários tecidos,
dos mais leves aos mais estruturados.
Esse aqui não não marca nada, que
maravilha. Além, ó, de [roncando] um
tecido que não prolifera as bactérias do
odor na mesma velocidade, deixando você
cheirosinho por mais tempo. Às vezes eu
passo perfume na roupa da Insider. Dois,
três dias o cheirinho de perfume tá lá
ainda. Não sei como é que eles fazem
esse negócio. Só sei que fazem. Então
aproveita o cupom teologia, aproveita os
descontos, você pode conseguir frete
grátis, comprei na Insider esse fim de
semana veio o brinde, então a Insider tá
sempre, ó, dando mimos pra você que faz
parte dessa comunidade. Usa cupom
teologia, vai no link na descrição.
Abrir.
>> Quero. A esposa abriu aqui a porta. Deu,
foi um susto. Olha, ó, chegou foi um
brinde aqui em casa. Eu comprei na
Insider, comprei mesmo com meus
dinheiros, que eu compro Insider com
meus dinheiros. Veio uma garrafinha de
graça, não paguei por ela. Ó aí,
garrafinha da Insider grande, tá? De
grátis. Chegou aqui, comprei igual todo
mundo. Por que que eu gosto da Insider?
Porque eu sou cliente da Insider e eu
sou um cliente muito satisfeito também.
Então, ó, se você quer aproveitar, vai
no link da descrição, cupom teologia 5%
extra do Pix nesse fim de semana. Vem
fazer parte do futuro do vestuário. De
tudo isso, muito obrigado. Obrigado você
aí que que assistiu até o final. Você
que não costuma ver propaganda, mas que
ficou aqui só porque eu pedi. Obrigadão.
Você é 10 anos. Vou lhe recompensar com
um vídeo muito bom agora. Então, simbora
pro teólogos do Twitter de hoje, que o
tema tema hoje é sério e vamos lá que
vocês só querem saber de uma coisa, só
tem um assunto que vos importa no
momento, que é a pastora Helena Raquel.
Não conhecia essa pastora, nunca ouvi
falar dela, mas um corte de uma pregação
dela no congresso dos gideões
missionários lá no balneário Camburiu.
Nosso maior, assisti tantos gideões na
minha vida, tanto pregação do Marco
Feliciano, Gideões, assisti muito, muito
DVD dos Gideões na minha vida. E aí
viralizou um corte assim, viralizou de
com força, tá? Já tem reportagem no G1,
muitos milhões de visualizações no corte
do da pregação dela. Virou assunto,
parou a internet, certo? Que corte foi
esse? Selecionei, achei aqui uma versão
um pouco maior do corte, uns 2 minutos.
Os cortes por geralmente tem um
minutinho, 40 segundinhos, mas ela fala
sobre questões de violência doméstica.
Um sermão que ela faz no livro de
juízes, se eu não me engano. Não assisti
o sermão inteiro. Sei que o Víctor
Fontana fez um react ao sermão dela
inteiro. Você pode assistir o Fontana se
você quiser um react completa a fala
dela. Mas aqui o teólogos do Twitter não
é para ser profundo não, tá? Teólogo do
Twitter é pra gente ir na na superfície
mesmo. Geralmente a gente vai naquilo
que tá naquilo que é de mais horror
horroroso, não é, do mundo gospel. Hoje
a gente vai em coisa boa, porque eu já
vi esse trecho, então não é meu primeiro
react, não é a minha primeira reação,
geralmente é a primeira reação que eu
faço. Mas aqui eu vou vou reagir a uma
coisa que eu já assisti, mas eu tenho
algumas coisas para falar sobre a fala
dela. Eu quero pontuar aqui com vocês
que eu acho extremamente importante.
Deixa eu começar por todas já uma coisa
já para já para tirar aqui do caminho,
tá? Uma parada que eu acho importante.
Essa mulher é pastora, eu acho que
deveria existir pastora. Eu não acho,
tá? Eu não acredito que exista pastorado
feminino. Na minha leitura do Novo
Testamento, o episcopado é o ministério
exclusivamente masculino. Então, em
condições ideais de temperatura e
pressão, a gente não teria, não
existiria pastora Helena Raquel. Ela se
dedicaria ao ministério de alguma outra
forma, como missionária, alguma coisa do
tipo, mas ela não seria pastora. Aqui no
caso, ela tá num congresso, certo? É uma
pessoa falando num congresso. Mulheres
podem pregar em congressos? Podem, não
vejo nenhum problema ele a falar em
congresso, desde que nesse congresso não
preguem só pastores. Se nesse congresso
você tem pastores e algumas mulheres, eu
acho complicado. Se nesse congresso você
tem pastores, missionários,
evangelistas, diáconos, cristãos leigos
trazendo ensino, e aí obviamente você
poderia ter mulheres sem nenhum
problema. Na minha filosofia é em
qualquer ambiente de pregação, certo?
Que não é exclusivo de pastores ou
pessoas que estão sendo treinadas ao
pastorado, ou seja, qualquer ambiente de
pregação em que cristãos leigos podem
pregar, mulheres poderiam pregar sem
nenhum problema. É por isso que, por
exemplo, na minha igreja, mulheres não
pregam no culto de domingo. Só os
pastores que estão guiando a igreja
pregam lá. Agora, na minha comunidade,
mulheres dão aula de escola bíblica
dominical, pregam nos cultos de pequeno
grupo, porque cristãos que não são
pastores também pregam em qualquer
qualquer ambiente desse. Se você quer
saber mais sobre esse tipo de detalhe,
tem um capítulo sobre ministério lá no
Igrejas que Calou Mulheres, que é o meu
livro sobre isso aí. O título do meu
livro, se você caiu aqui agora, você já
sabe que eu vou ter uma reação muito boa
à fala dela aqui. Mas vamos lá, temos
que lidar com isso um pouquinho mais.
Mas por que quero pontuar isso aqui? Eu
não acredito que o que ela fala é
descredibilizado pela pelo seu papel
religioso. Por quê? Porque ela é uma
pastora em uma denominação que aceita
pastoras. Eu não aceito pastoras, mas a
denominação dela aceita. Eu acho que, oh
meu Deus, eu não posso ouvi-la. Não
sabe, presbiterianos batizam crianças.
Eu eu não batizo crianças. Eu nem
acredito no batismo de criança. Se você
foi batizado criança na igreja
presbiteriana, você chegar na minha
igreja, a gente vai batizar você. A
gente não reconhece seu batismo. Assim
como a gente não reconhece o ministério
de mulheres que são pastoras em
denominações que assam pastoras. Agora,
eu me dou muito bem com pastores
presbiterianos, consigo me dar muito bem
com pastoras, mesmo não validando o
ministério delas como pastoras, porque
uma coisa é concordar, outra coisa eu
achar que existir um tipo de ruptura
total e absoluta com mulheres que estão
no ministério pastoral. Não acredito que
deveriam estar. Falo publicamente sobre
não estar. Já recebi mensagens de
mulheres que largaram o ministério
pastoral, motivados pela educação
teológica nessa área que a gente trouxe
aqui nesse canal. E fico muito feliz com
isso, mas ao mesmo tempo eu não acredito
que tem que existir uma uma ruptura
completa como se uma mulher no
ministério pastoral estivesse
necessariamente abandonando o o caminho
da da fé, entendeu? Essa mulher é uma
maldita. Essa mulher tem gente agora tem
gente que acredita nisso, né? Tem gente
que acredita que se uma mulher tá no
ministério pastoral, não é só uma coisa
errada, é mais do que isso. É suficiente
para você acabar com aquela pessoa como
se não como se não fosse ser humano, né?
Você tem muito isso aí. E aí e aí entra
o ponto que eu quero entrar, certo? A
galera que coa o mosquito e engole o
camelo, que eu já vi, já vi e não vou
nem dizer nome não, vou nem dizer nome
não, que é para que é para essa treta
não não ficar maior. Mas já vi gente no
Instagram indignadíssima com o quê? Com
encobrimento de abuso sexual, que é o
tema da palavra dela. Não, com mulher
que apanha do marido sendo mandada de
volta para casa. indignadíssimo porque é
uma mulher pregando. Veja, isso é
exatamente o que Jesus fala sobre coar o
mosquito e engolir o camelo. Os caras
estão coando o mosquito, estão
preocupados com um aspecto de filosofia
ministerial da Assembleia de Deus e
estão engolindo não o mosquito, mas o
camelo da violência doméstica, do
encobrimento de abusos sexuais e coisas
do tipo que são denunciadas aqui na fala
dela. Porque muit dessas pessoas que
estão indignadas são pessoas cuja
carapuça, a carapuça entra que é uma
beleza, entendeu? Então vamos começar
dizendo isso aqui. Concordo com o
ministério pastoral feminino? Não,
aquilo que ela denuncia é muito mais
grave do que ministério pastoral
feminino. Com certeza. Tem uma galera se
doendo porque é uma mulher pastora que
tá dizendo isso aqui. Com certeza.
Absolutamente. Então vamos já deixar
isso aqui muito bem estabelecido. Dito
isso, simbora para reagir aqui a esse
cortezinho de 2 minutos e 18 que eu
encontrei aqui no na internet.
>> Ai que vergonha que eu estou sentindo.
Mas eu vou dizer. A maior parte das
pessoas que são vítimas em igrejas
evangélicas de violência doméstica
ou de violência sexual, elas são
orientadas a não denunciar o culpado.
>> Vamos começar, vou começar com uma
crítica, tá? Vou começar com uma
crítica. Eu sei que daqui a pouco ela
vai se explicar um pouco mais, mas
quando ela fala a maioria, eu acho uma
declaração muito forte. A maioria, será
que é a maioria? Eu não sei dizer se é a
maioria, entendeu? Não dá para dizer.
Talvez seja a maioria dentro do ambiente
religioso onde ela tá inserido. Talvez.
Talvez seja a maioria na experiência
dela. Talvez. Certamente não é a maioria
na minha experiência, não é a maioria no
meu ambiente religioso. Então é um tipo
de linguagem que a gente tem que tomar
muito cuidado, tá? A maioria é um termo
muito forte, muito forte, até porque
você acaba criando um tipo de impressão
sobre comunidades evangélicas que não é
verdadeira. Nem se Pierce publicou um
livro chamado Tava aqui, eu eu vi esse
livro. Ele tá aqui ainda. Fui procurar
ali. Não achei não, mas eu já devo ter
levado pra casa nova já. Mas a Nespears
publicou um livro chamado Guerra contra
a masculinidade, guerra tóxica contra a
masculinidade, um livro excelente em que
ela vai argumentar que cristãos nominais
são perigosos em termos de proteção das
suas mulheres com relação à violência
doméstica. mais cristãos que t um
relacionamento firme com a igreja,
geralmente a taxa de violência doméstica
nesses ambientes é muito menor. Então,
enquanto um cristianismo água com
açúcar, enquanto um relacionamento fraco
com a igreja coloca mulheres em risco e
aí você tem uma cultura de encobrimento,
um relacionamento firme e sério com a
igreja geralmente protege mais as
mulheres. As taxas são diferentes entre
cristãos nominais e cristãos que
realmente se relacionam com o Senhor
Jesus. O livro Excelência pode dar uma
lida lá. Claro que não é disso que ela
tá falando, mas a gente tem que ser um
pouco mais preciso com os termos quando
a gente faz denúncias tão graves. Por
quê? Porque você acaba de novo gerando
um tipo de imagem sobre a igreja
evangélica que não que muitas vezes pode
não se justificar. Agora, é é comum
bastante para ser um problema? Claro, é
comum bastante para ser muito presente
na igreja. Eu acho que é muito presente,
muito presente na igreja. Agora,
maioria, maioria é complicado. Maioria é
complicado. É tipo dizer que numa numa
numa sala com 10 com 10 pastores, seis
vão dizer pra mulher apanhar e voltar
para casa, entendeu? Na minha
experiência, que também é minha, também
é anedótica, não é o caso. Mas aí,
claro, cada um fala da sua experiência
também. Eu não usaria o termo maioria,
mas é muita gente. É muita gente. É, é,
é o bastante para ser um escândalo
imenso. É o bastante para ser um
escândalo imenso. Tanto que eu publiquei
um livro todo sobre isso, certo? Todo
sobre isso. Igrejas que calam mulheres é
um livro só sobre isso. Mas eu acho bom
mais cuidado. Por que bom tom mais
cuidado? Porque em parte isso pode
justificar porque é que a mídia tá
procurando essa mulher agora. Por que
que essa fala fez sucesso no G1? Por que
que essa fala fez sucesso na cultura
secular? Porque ela tá dando entrevista
pra Globo? Ora, porque em parte é um
discurso muito conveniente também para
aqueles que odeiam a igreja. Eu tô
dizendo que essa mulher odeia a igreja?
Não, tô dizendo que ela não deveria dar
entrevista pro G1. Não dê entrevista.
Sim, aproveite. E a gente deve evitar
tocar em temas polêmicos e e criticar
onde a igreja erra para não dar munição
pra esquerda, pro Não, não, eu não acho
que é isso não, pô. Se a crítica é
justa, é justa e acabou. Mas sempre que
a gente vai fazer críticas que em parte
podem fazer couro aos inimigos de Deus,
é bom que a gente pontue bem a crítica
para que a gente não vá nem além nem a
quem daquilo que é a verdade, para que
os inimigos de Deus não se aproveitem.
Vê só como a igreja é machista. É, aí aí
levanta ela como um paradigma. Esta
aqui, ó, é a única que tá falando a
verdade sobre a igreja. Olha aí a igreja
como a igreja é uma porcaria. Essa
mulher aqui não, ela é uma bção, mas
igreja inteira é uma porcaria. Ela acaba
virando o tótem do ódio a Deus, né? Ela
acaba virando parte de um argumento que
ela não quer ser, que é da galera que
odeia a igreja e quer dizer que a igreja
é machista, a igreja é isso, igreja
aquilo. E e claro que ela não quer ser
essa pessoa, ninguém quer ser usado pelo
mundo como argumento contra a igreja.
Então, por isso assim, precisão de
linguagem é muito é muito importante,
muito importante pra gente não virar
tótem de uma série de de de críticas que
não são nossas. Eu digo isso porque eu
passei por esse tipo de coisa e tive que
tomar muito cuidado. Quando eu fiz os
meus vídeos sobre abuso no ambiente
religioso, muito jornal veio atrás de
mim. Muito jornal atrás de mim e eu
tinha que tomar muito cuidado com as
palavras, escolher para quem eu ia dar a
entrevista para ter certeza que eu não
ia ser usado só como um tótem de ataque
à igreja. Tentava deixar claro que isso
não é igreja por completo, isso não
representa todo mundo, isso não é nem a
maioria, entendeu? Como uma forma de
defender a igreja, porque essa crítica
que ela tá fazendo aqui não é para
destruir a igreja. Essa crítica que ela
tá fazendo aqui é para amar a igreja.
Ela tá criticando duramente, atacando
duramente o ambiente religioso por ódio.
Não, não, por amor, para melhorar a
igreja. Mas não é o que o mundo quer. O
que o mundo quer é destruir a igreja.
Então, existe uma grande diferença entre
disciplina de mãe e coça de pai de pai
bêbo, entendeu? Tem a coça que o pai
bêbo te dá porque tá bêbo. E tem a mãe
que te dá uma disciplina com com uma
palmadinha no bumbum com medidamente, um
abracinho depois porque te ama.
Entendeu? Ela aqui tá dando, tá dando
uma disciplina na igreja por amor. O que
o mundo quer da surra de pai bêbo. Que a
gente não pode quando a gente critica a
igreja dentro da esfera pública para
tanta gente é deixar que os que os bêbo
deça o [ __ ] na igreja em nosso nome,
entendeu? Isso a gente nunca pode
deixar. E aí é importantíssimo, não é?
Esse tipo de cuidado na linguagem.
Agora, claro, a pregação pentecostal é
uma pregação mais extemporânea, né? Ela
não tem um esboço muito bem claro do que
ela tá dizendo. Tudo, ela vai se deixar
levar muito pelo feeling, porque isso
faz parte da pregação pentecostal. Esse
tipo de de imprecisão acaba sendo muito
comum na forma de se expressar dentro do
do ambiente pentecostal. Então,
provavelmente, se ela ela me ouvindo
aqui, ela talvez até concordasse, mas na
hora lá do do falar sai. Aí quando sai
pr tanta gente existe uma
responsabilidade muito grande quando a
gente usa esse tipo de discurso. Mas de
novo aqui eu tô literal aqui eu tô
coando o mosquito mesmo, tá? Tô dando
uma coadinha no mosquito aqui só para
levantar um ponto que eu acho que deve
ser tomado cuidado por qualquer um que
tá dentro dessa dessa esfera pública de
de conversa e de debate e tal. Mas vamos
lá
>> para evitar. O que eu estou dizendo aqui
é um saber empírico. Como não há
pesquisa, não há o dado. Isso é um saber
empírico. Mas é um saber empírico porque
eu tenho 47 anos de idade e nasci num
lar cristão e me lembro perfeitamente de
pessoas que diziam sobre alguém: "Pelo
amor de Deus, não fala para não
escandalizar. Empírico, não tenho dados.
Olha o roxo. Ora para Jesus salvar.
>> Gente, isso aqui é é horrível, tá? Digo
porque tive professor de teologia que
dizia isso, professor. Tive professor
que dizia isso, tive colega de
ministério que eu vi dizendo isso. É a
maioria, não acho, mas estão presentes o
bastante para influenciarem outros
pastores, para destruírem a vida de
muita gente de simplesmente a gente ser
ensinado a hora. Cara, coiso maluco,
cois maluco, cara. Isso tá documentado,
pô. Tá até até hoje no site da igreja do
John Macarto, do seminário do John
Macarto, o John Street ensinando a
mulher que se ela apanha em casa, ela
tem que voltar para casa e sofrer igual
um missionário em um país perseguido.
Você apanha do seu marido, é igual um
missionário no país perseguido. Você não
vai fugir, não. Fica lá e morra por
Jesus. Então volte para casa e morra
apanhando do seu marido por Jesus. Poxa,
John Street, John tem o livro dele aqui,
Jay Adams dizendo isso. Tem um livro
dele aqui. Tudo isso sendo unido da
igreja do John Macarto que que era era
meu pregador favorito. Grandes nomes do
meu próprio movimento, entendeu cara?
Coisa de maluco isso. Que isso exista.
Tá documentado, não tô inventando não.
Tá lá com as notas de rodapé lá no
igreja que aquela mulheres no capítulo
sobre violência. Você pode ir lá se você
quiser. É, é, é coisa, é coisa de
maluco, cara. Coisa de maluco. Coisa de
maluco. Que isso realmente exista. Tem
relato de mulher aqui no Brasil que foi
morta dentro desse cenário. Foi morta.
Foi morta. Morta por marido que era
crente porque foi ensinado pelo pessoal.
Eu digo da Universal, tá? Tá
documentado. Da Universal que mandou ela
voltar para casa, voltou para casa
depois de várias denúncias, marido
matou. E aí quem assume é a
responsabilidade disso? Quem é que vai
dizer: "Poxa, essa mulher voltou para
casa ao invés de ir na delegacia". em
parte por culpa minha. Nunca o pastor, o
pastor vai dizer isso não vai. Deveria,
deveria assumir a responsabilidade de
ter colocado mulheres em ambientes de
extrema violência, de forma
irresponsável, baseada em uma teologia
torta. E agora vem a pedrada aqui, tá?
>> Para de orar por ele hoje. Deus me
trouxe aqui para usar os minutos que
pregadores no Brasil gostariam de usar
para salvar tua vida da morte. Para de
orar por ele hoje e comece a orar por
você a partir de agora. Você precisa ter
coragem para sair e fazer a denúncia em
uma delegacia de apoio à mulher ou
qualquer outra. Você precisa com
urgência ligar para alguém de confiança
e buscar um lugar seguro. Por último,
não acredite no pedido de desculpas,
porque quem agride mata. [grito]
Saia daí.
>> Toma, toma da cara da sociedade, cara.
Pesadíssimo. Pesadíssimo e urgente.
Pesado e urgente. Claro que ela usa um
uma coisa retórica aqui, né? Pare de
orar por ele e começa a orar por você.
Aí já eu vi o pessoal no Twitter assim:
"Essa mulher tinha que ser pastora
mesmo. Como é que vai parar de orar por
alguém? Como é que uma pastora vai
mandar parar de orar por alguém? Ô seu
[ __ ] mental jumento do inferno".
Entendeu? Ela não tá falando no sentido
absoluto de que eu não oro mais por essa
pessoa, não. Ela tá falando dessa
atitude de ah, vou voltar para casa,
então vou ficar orando pro meu marido
mudar. Como é tão comum dentro desses
ambientes, desses círculos. Não só
pentecostais, tá? Mas também muito comum
dentro do círculo pentecostal, que é o
de onde ela tá trazendo essa denúncia.
Claro que não é exclusivo desse círculo,
mas ouvi muito isso nesse círculo,
quando fiz parte desse círculo. A ideia
não é que ela não vai orar, mas ora a
distância, ora, ora, ora na delegacia.
Quando você tiver na delegacia, você ora
por ele pedindo para Deus trazer
arrependimento. Mas agora você tem que
inverter isso, pô. Você vai ter que se
proteger. Sai daí, cara. Sai daí, moça.
Sai daí. Sai daí desse ambiente de de
violência. Sai desse ambiente de
violência. Vai pra delegacia. É mulher
apanhando, cara. Para com essa conversa
de ficar orando pro cara mudar. Você
sabe? Vai se embora, meu irmão. Tá
colocando tua vida em risco. Tá
colocando tua vida em risco. Você é uma
pessoa criada por Deus. Você é uma
mulher, a imagem de Deus. A imagem de
Deus é expressa em você. Você tem o
valor e dignidade como ser humano. Se
você está em risco físico, você se
levanta e vai se embora. Acabou, meu
irmão. Ah, mas o que é que Deus pensa
disso? Deus pensa que é horrível que
você esteja numa situação de risco
físico. Deus pensa que este casamento se
tornou impossível de continuar a partir
do momento em que uma filha de Deus está
em risco físico diante de um homem que a
coloca numa situação de violência. Ah,
mas será que Deus deixa o divórcio?
Deixa, minha filha, deixa. Você precisa
de base bíblica para isso. Tem um vídeo
inteiro aqui no canal, tem um capítulo
inteiro lá na igreja com aquela mulher,
não quero tá usando o vídeo da mulher
para promover teu livro. Eu tô sim, não
vou mentir não. Mas você não quer
comprar um livro? Tem um vídeo inteiro
gratuito, de grátis aqui no canal com
teologia do divórcio. Tem dois, um com
as bases da teologia do divórcio, outro
só sobre divórcio e violência. Se eu
apanho, se eu levo p do marido, posso
devorar, que eu explico, ó, em detalhes
bem direitinho. Tá aí na tela de você,
tá? Tuller, mantém a tela aí, Tuller,
pra pessoa olhar e lembrar a thumbnail e
o título do vídeo. Você precisa dessa
base bíblica está aí para você, para lhe
ajudar. Sai daí, sai daí. O mesmo para
homem, tá? Você é um homem e você
apanha, tá? Suação de risco físico
também é muito menos comum, muito menos
provável, mas também existe. Se sua
mulher tá lhe dando uns tapa, tá lhe
batendo com a mão, você sabe que não é a
mesma coisa, tá? Só vamos lembrar disso
aqui. Eu sempre conto essa história.
Você chega na, chego na casa de um casal
e o cara tá com o braço arranhado. Aí eu
pergunto, foi isso, mano? E a mulher
disso. Peguei ele com umas conversas de
sacanagem no celular, passei uns 10
minutos batendo nele com toda a força
que eu tinha. 10 minutos batendo nele
com toda a força que eu tinha. Ele tava
com o braço arranhado. Aí eu perguntei
para ela se fosse o contrário, que que
tinha acontecido com ela? Que que tinha
acontecido com você? Se fosse ao
contrário, se ele batesse você por 10
minutos com toda a força que ele tem, aí
ela é: "Bom, estaria morta, né?" E é
isso aí, estaria morta. Um homem batendo
numa mulher e uma mulher batendo no
homem são duas coisas completamente
diferentes. No sentido inicial, no
sentido moral é a mesma coisa. Em um
sentido de dano físico é muito
diferente. Quem discorda disso é trans,
né? Do movimento trans, alguma coisa
assim. Porque homens e mulheres são
fisicamente diferentes. Cremos nisso,
que homens e mulheres não são iguais
fisicamente. Agora, sempre tem uma
panela quente, né, meu patrão? Sempre
tem uma panela quente que a mulher pode
pegar. sempre tem um caco de vidro, né?
Sempre tem uma faca. Então, se num
primeiro momento a mulher te lá brigar
contigo, te azunhar, brigou contigo te
azunhar, isso te gera um dano físico
muito inferior de você bater na sua
mulher. E às vezes existe socialmente
uma leniência muito maior a homens que
sofrem algum tipo de de ameaça física de
suas esposas, porque num primeiro
momento eles não estão em risco físico
real, quando a esposa com raiva, sei lá,
dá um tapa no marido. A chance disso
escalonar é real. É real. Então é um
tipo de coisa que você não pode aceitar
também na sua vida. Você não pode
aceitar isso de forma nenhuma. Tua
mulher ficou com raiva, te deu uns tapa,
te dão uma zunhada. Meu irmão, disso
virar ela pegar uma panela quente e
tacar na tua cara dela te dar umas
facadas de madrugada, é, é possível,
totalmente possível. Então, meu irmão,
se for o caso, se você percebe que não
foi só uma coisinha do momento e acha
que a chance de existir um interesse
real de te machucar está ali, vá pra
delegacia também. Você que é homem, que
tá numa situação como essa, foge daí,
foge daí, porque eu conheço caso de
mulheres que mataram maridos, tá?
Existe, é mais em comum, pastor. É só
10% dos casos aí, meu irmão, já tem caso
o bastante de hom bater em mulher. Para
você entrar na estatística de homem que
morre ou é seriamente ferido por uma
mulher, também é totalmente possível.
Então não leve isso na brincadeira, não.
Procure, procure a justiça, se precisar,
saia desse casamento, fuja se você
também tiver em um ambiente de risco
físico, você sendo homem, mas foge daí,
foge daí o mais rápido que puder. Aí ela
fala uma coisa também que é muito muito
importante. Não acredite no pedido de
desculpas. Não acredite em pedido de
desculpas. Por quê? Porque é uma coisa
grave demais a violência física. A
violência doméstica é grave demais.
Grave demais para receber um foi mal,
tava doidão. Foi mal, fui moleque.
Entendeu? Foi mal, fui moleque. Não
justifica a violência física, não
justifica de jeito nenhum. Não dá para
dizer só desculpa aí, vou mudar,
entendeu? Do dia pra noite é por isso
mesmo. Não dá. Você não pode acreditar
no pedido de desculpas. Você precisa de
uma transformação muito profunda no
caráter e na personalidade de alguém
para que ele para que essa pessoa mude
diante de um ambiente de violência
doméstica real. Real, certo? Então, para
de acreditar em pedidinho de desculpa.
Pessoa te te bate, pede desculpa no
outro dia e tá tudo bem. Não tá tudo bem
não. Não é que você não é uma pessoa
perdoadora, é que algumas coisas são tão
graves que um mero foi mal. Não é o
bastante. Não é o bastante. Tem que
existir uma ruptura, você tem que sair
daí. Entendeu? Se há um interesse de
perdoar, se você vai acreditar que foi
uma coisa de um momento e há um
interesse de tentar reatar aquele aquele
casamento, não pode ser fácil, não pode
ser rápido, não pode ser simples. Tem
que ter uma ruptura muito profunda,
muito grande. E então um processo de
reconstrução que acontece com presença
pastoral, com presença familiar, com
gente junto. E a gente tem que
questionar a sabedoria de querer reatar
um um um casamento que em algum momento
passou por por violência, tá? Isso aí é
um segundo passo. Eu não aconselharia
nunca esse tipo de esse tipo de de
perdão que gera reatar. Não acredito
nisso, de verdade. Mas se você é uma
mulher que quer muito isso, eu não vou
tirar de você o direito de querer, tá?
Posso mandar você, né? Não posso na
sanha de querer lhe proteger, tirar de
você o seu arbítrio, sua, a sua vontade.
Se eu pudesse implorar para você não
voltar para esse relacionamento, eu
imploraria. Mas você quer voltar, acha
que o certo é voltar, você tá errada,
tá? Mas tudo bem, tem que ser doloroso,
demorado e com muita gente acompanhando
isso. Muita gente junto, muita gente
perto, porque senão você vai apanhar de
novo, tá? Se não for, se não morrer, se
não morrer no processo,
>> pai, mãe, ele não é ungido. Eu sei que
falaram para você assim: "Ai daquele que
toca nos ungidos". Eu sei que falaram
para você, e eu também li acredito
piamente, porque acredito 100% na
Bíblia. Não toqueis nos meus ungidos,
nem maltrateis os meus profetas. Mas
você tem que entender que pedófilo não é
ungido. Pedófilo é criminoso. Pedófilo
não é ungido. Que coisa maravilhosa, meu
Deus. Que Olha, olha bom demais ver essa
mulher. Tá,
>> pai, mãe, levanta dessa igreja, vai
fazer uma denúncia agora. Já fez a
denúncia? Não permaneça num território
aonde a palavra do seu filho seja
contestada, levando ele a futuros
traumas. Não existe capacidade de se
encontrar na mesma figura. Um pastor e
um abusador. Ou é pastor ou é abusador.
Saia daí agora. [grito]
>> Que pancada maravilhosa, maravilhosa,
maravilhosa. Ah, mas não, não fala não,
não fala não que é para não
escandalizar. Tem que escandalizar, meu
irmão. Tem que escandalizar. Ah, mas o
as coisas boas do ministério não tem,
meu irmão, entendeu? Tem coisa que não
dá, tem coisa que não tem como. Nossa,
ele é um pastor tão bonzinho. Foi só um
erro de abusar de uma criança, entendeu,
meu irmão? Não tem como. Tem que
escandalizar. Quem escandaliza não é
você que tá denunciando. Quem
escandaliza não é você que chama os
tribunais eclesiásticos. Não é você que
põe na internet. Não é você que procura
a polícia. Quem está escandalizando foi
ele. Foi ele, meu irmão, que passou a
mão da criança. Você não tá
escandalizando ninguém. A ao
simplesmente fazer a denúncia. Você
entendeu? É claro que ela vai usar aqui
o o a questão do ungido. Eu leria Salmos
diferente quando os Salmos fala de não
tocar no ungido do Senhor. E aqui ela
aplica a questão pastoral e ela vai
manter a teologia pentecostal do ungido
e vai criar aqui uma exceção, não é? Se
o cara é pastor, ele não é ungido. Então
acabou. não pode ser pastor e e ungido.
Eu iria um pouco mais além. O pastor não
é essa figura ungida do qual o livro dos
Salmo está se referindo hoje. Nós somos
os ungidos do Senhor. A linguagem de
Primeira João é que todo aquele que
recebeu o Espírito Santo foi ungido pelo
Espírito Santo. Então não tocarás no
ungido do Senhor. Sabe quem é ungido do
Senhor? Você. Sabe quem é ungido do
Senhor? Seu filho. Que esse pastor
passou a mão. Então quando diz: "Não
tocarás no ungido do Senhor", o pastor
tocou no ungido do Senhor ao tocar no
seu filho. Você entendeu? ao ao tocar na
família de vocês. Então, não use a
teologia do ungido como uma forma de
defender pastores abusadores, porque na
verdade é o contrário, ele que tá
tocando no ungido do Senhor. Então, é
ele que precisa sofrer as punições que
vão vir de Deus, mas que Deus vai usar
também o estado como instrumento para
proteger outras pessoas, para proteger a
sua família. Eu vi um outro cortezinho
dela, não tô, não vou achar aqui, não
sei se o Tuer consegue colocar aí para
vocês, vai que ela vai falar duramente,
tá? de que eles tinham que parar os as
igrejas da Assembleia de Deus de pegar
pastor, abusador e pedófilo e ficar
mandando de uma igreja para outra, ficar
mandando de um lado pro outro e tal, ao
invés de denúncia. Olha, pesadíssimo
isso aqui. Pesadíssimo. Pastores,
presidentes de convenções no Brasil
[música] e no mundo,
pastor e sênior
de igrejas neopentecostais,
diretores, superintendentes
de igrejas metodistas,
presbitério [música]
da igreja presbiteriana,
líderes congregacionais.
Não troque, [música]
não troque um criminoso de paróquia.
[música]
>> Não mande esse presente embrulhado para
ninguém.
Não troque um criminoso que agride a
esposa, os filhos ou que é um pedófilo
de paróquia para continuar maltratando
os filhos e a esposa diante das vistas
de outra congregação ou escondido,
quando [música] ninguém está vendo. Pelo
amor de Deus, nós precisamos levantar um
índice positivo nessa nação. A igreja
evangélica cresce. A pedofilia tem que
diminuir. O crime contra a mulher tem
que diminuir. A violência contra a
mulher tem que diminuir.
[música]
>> Fiz aqui algumas ponderações de coisas
de algumas pequenas vírgulas no que ela
falou, mas nada que desabone a a
grandeza do discurso dessa mulher.
Simplesmente fenomenal, fenomenal,
fenomenal, necessário. Mas essa mulher
já tá sendo destruída, né, na internet
também, porque a você vai ter agora a
esquerda com raiva dela. E descobriram
que a mulher é bolsonarista, ela é mais
uma peça no jogo da teologia do domínio.
Li hoje no meu no meu Twitter aqui, uma
pessoa, uma coisa, uma pessoa postou
aqui uma fala coerente para encantar
parte da esquerda. Gente, ela não quer
encantar a esquerda não, gente. Ela tá
tentando encantar a esquerda não. Ela
tentando encantar, ela tá tentando
corrigir a igreja. Caramba. Você que é
crente, não deixa a esquerda roubar essa
pauta. Essa pauta não é da esquerda.
Essa pauta é de de nós que cuidamos dos
necessitados, daqueles que precisam.
Essa pauta não é de esquerda, não. Nem
vem. Devisão é uma fala coerente para
encantar parte da esquerda, mas com
ambições muito maiores do que apoio à
faltas feministas. Só quem não conhece é
que compra. É o pura disputa de
narrativa em ano de eleição. Então
assim, a galera já tá à esquerda com
raiva da mulher. Por quê? Porque a
mulher, ela não é uma feminista, não é
uma feminista, ela não é a mulher de
esquerda, ela não é a mulher ah que vai
dizer que a igreja na verdade é do
patriarcado ou que seja, não é? Aí é uma
pastora conservadora e aí a esquerda
fica com raiva. Por quê? Porque os
conservadores estão roubando uma pauta
que a esquerda tinha tomado como sua. E
aí quando vê a pauta saindo da mão deles
e vendo respostas conservadoras a esses
problemas, poxa, eles perdem, não é,
todo o mérito moral de discutir esse
tipo de assunto. Maravilhoso. E de novo,
a direita já tá com raiva dessa mulher
também. Por quê? Porque ela tá
denunciando um problema que é uma pauta
de esquerda. Aí já começa, né, toda essa
essa algazarra do que é o negócio do
Brasil, né, do debate teológico no
Brasil. O que é que eu acho no meio
disso tudo? que essa mensagem
Reverberry, ter isso sendo pregado nos
gideões missionários da última hora para
mim é uma coisa maravilhosa diante de
uma galera ali que tá claramente
incomodado com o que ela tá dizendo e
que Deus protege essa mulher, certo?
Porque se ela continuar falando sobre
isso, porque se ela der nome aos bois,
se ela começar a atacar nomes
importantes do próprio movimento dela,
entendeu? Vão acabar com a caça dela.
Não é o que eu tento fazer até hoje com
a Norma Braga. Até hoje é o que tentou
fazer com a Norma Braga. Norman Braga
era uma figura de dentro do núcleo duro
do movimento reformado brasileiro.
Falava nas grandes conferências,
publicava pelas grandes editoras. tava
lá no círculo do dos grandes e dos mais
importantes. Foi só ela começar a
denunciar o problema do abuso. Aconteceu
o quê? Você não tem tiraram foi do
arestra norma Braga, não tem mais
publicação dela nas grandes editoras. Um
monte de pregador famoso já mandou, já
falou mal da mulher na internet, já é
indireta, é gente. Então assim, tentam
até hoje destruir completamente o
ministério da Norma Braga. O que é que
mudou na teologia da Norbraga? Que eu
saiba nada. O que que aconteceu? Uma
ênfase no discurso antiabuso. Deus,
graças a Deus, tem protegido a norma.
Tem um público grande que a escuta.
Muita gente tem sido influenciada aí
pelo trabalho dela, graças a Deus.
Inclusive eu, mas essa mulher aqui,
rapaz, Deus Deus aguarde, Deus aguarde,
porque a chance de tentarem acabar com
ela é daqui para ali, tá? Daqui para
ali. Ou ela acaba virando um tótem. Ela
acaba virando um pequeno tótem. Porque
quem quer ser abusador, mano? Ninguém
quer ser abusador, não. Quem é que quer
defender abuso? Ninguém quer defender a
abuso, não. Aí o que que o pessoal faz?
Fala alguma coisinha contra abuso ali.
Fala coisinha contra abusa não abusa é
ruim mesmo, gente. Isso mesmo. Essa
mulher é muito boa. Legal, legal, legal.
Até ela começar a dizer: "Olha, quando é
que vão tirar o fulano daí? Quando é que
vai ter aquele casaco lá? Quando é que
vão resolver esse problema aqui?" Aí,
meu irmão, começou a dar nome pro
pecado. Acabou. Quanto quanto denunciar
o pecado, maravilhoso. Denuncia o pecado
em qualquer igreja, todo mundo gosta.
Começa a dar nome pro pecado, acabam com
você. Não, não aposto nada. Não duvido
que vão tentar acabar com essa mulher
como tento acabar com vários outros.
Então a minha oração é que Deus abençoe
ela, que Deus a use, que ela possa
continuar denunciando o que tem que ser
denunciado, que isso reverbere e vire
mudança dentro dos ambientes onde ela
tiver alguma influência. E você, que é
que você achou disso aí? Deixa seus
comentários aí para mim. É, eu nunca, eu
não consigo responder todos, mas eu
sempre leio todos os comentários. Só
deixa seu comentário aí que eu quero
poder ler e também aprender um pouco com
vocês. Não deixa de usar o cupom
teologia lá na Insider para aproveitar
os descontos e as promoções e se
inscreve aí no canal para ficar sabendo
sempre que houver vídeo novo. Cheiro no
seu cangote e até a próxima. M.

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